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ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NA COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
Higienização das mãos
Acadêmicos: Camila dos Santos Gomes Duarte (3858318)
Elaine Cristina Gomes do Couto(3801102)
Juvane de Jesus Santiago(3736591)
Maria Angélica da Silva Rangel Andrade(3806711)
Simone Madeira de Azevedo (2731753)
Tutora: Maristela da Matta de Castro
Centro Universitário Leonardo Da Vinci - UNIASSELVI
Enfermagem/FLC20462/
Seminário: Atuação da enfermagem na comissão de controle de infecção
Turma:FLC20462EFM
13/11/2023
 
INTRODUÇÃO 
 Desde Florence Nightingale, cuidados fundamentais para o atendimento às necessidades de saúde representam elementos que sustentam a prática de enfermagem. Atividades Como higienização das mãos (HM), higiene oral, mudança de decúbito, cuidados com a pele e com cateteres são elementares no processo de cura, manutenção da saúde, promoção de Conforto e prevenção de complicações. Entretanto, ainda que a premissa hipocrática “não cause danos” constitua requisito para todos os profissionais que prestam assistência, evidências revelam a existência de uma ampla e perigosa lacuna em ter o cuidado que o paciente deveria receber e aquele que é efetivamente realizado, cenário que se caracteriza pela ocorrência sucessiva de danos decorrentes desse atendimento.(Kingston, 2016)
 As infecções relacionadas à assistência à saúde, estimadas em uma em cada 20 pacientes durante a hospitalização, representam o mais frequente tipo de evento adverso decorrente do cuidado. Consideradas como resultado não pretendido da assistência, são responsáveis por altas taxas de morbidade e mortalidade, prolongamento do tempo de internação, aumento da resistência de microrganismos a antimicrobianos, geram incapacidades por longo prazo, gastos elevados para pacientes e famílias, óbitos preveníveis, além de terem grande impacto nos custos financeiros do sistema. Possuem causas multifacetadas, relacionadas às limitações de estrutura, aos múltiplos processos intricados ao complexo sistema de saúde e ao comportamento humano, esse condicionado, entre outros, ao seu processo de educação.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 A atuação da enfermagem na comissão de controle de infecção hospitalar desempenha um papel fundamental na prevenção e controle de infecções em ambientes hospitalares. Algumas das responsabilidades dos enfermeiros nesse contexto incluem:
· Educação e treinamento: Enfermeiros ajudam a educar outros profissionais de saúde, pacientes e suas famílias sobre medidas de prevenção de infecções, boas práticas de higiene e uso adequado de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).
· Monitoramento e vigilância: Enfermeiros acompanham de perto a ocorrência de infecções hospitalares, coletando e analisando dados para identificar tendências e surtos. Isso permite a implementação de medidas preventivas.
· Adesão às práticas de higiene: Eles garantem que os procedimentos de higiene, como a lavagem das mãos, sejam rigorosamente seguidos por todos os profissionais de saúde, pacientes e visitantes.
· Controle de EPIs: Enfermeiros supervisionam o uso apropriado de Equipamentos de Proteção Individual, incluindo máscaras, luvas, aventais, etc., para evitar a propagação de infecções.
· Implementação de diretrizes: Eles auxiliam na aplicação de diretrizes e protocolos de controle de infecção, assegurando que as melhores práticas sejam seguidas.
· Isolamento de pacientes: Enfermeiros colaboram na identificação e isolamento de pacientes infectados para evitar a disseminação de doenças.
· Avaliação de políticas de controle de infecção: Participam na elaboração, revisão e implementação de políticas e procedimentos relacionados ao controle de infecção hospitalar.
No que diz respeito à assistência prestada no ambiente hospitalar, as mãos dos profissionais de saúde representam o principal veiculo de transmissão de microrganismos. Esses representam o principal fator determinante das infecções hospitalares. Por isso, a higienização das mãos não deve ser vista apenas como uma prática opcional, mas encarada como obrigação, fundamental para a garantia da assistência segura (BRASIL, 2008).
 A microbiota da mão é muito complexa, pois envolve uma população transitória e residente. A flora residente é composta por elementos que estão frequentemente aderidos nos estratos mais profundos da camada córnea, formando colônias de microrganismos que se multiplicam e se mantêm em equilíbrio com as defesas do hospedeiro
 Estes microrganismos são de difícil remoção e as suas colônias possuem mecanismos de defesa contra a remoção mecânica ou por agentes químicos. Entretanto, com a descamação natural da pele e a produção de suor, alguns destes microrganismos são movidos para camadas mais superficiais eliminados no ambiente. Muitos deles apresentam baixa patogenicidade, mas podem se tornar invasivos e causar infecções em pessoas suscetíveis (EZAIAS, 2012).
 A higienização das mãos é entendida como qualquer ato realizado pelo profissional de saúde com o objetivo de limpá-las, seja por meio do uso de água e sabão ou de soluções alcoólicas (OMS, 2009). O processo de lavagem das mãos está indicado em diversos momentos da assistência, sendo recomendado antes e após a realização de trabalhos hospitalares, antes de administrar medicamentos por via oral e preparar a nebulização, atos e funções fisiológicas ou pessoais, antes e depois do manuseio de cada paciente, do preparo de materiais ou equipamentos, da aplicação de medicamentos injetáveis e da higienização e troca de roupa dos pacientes (NEVES et al., 2006).
O procedimento da higienização das mãos
 Abrange vários métodos, com a utilização de água e sabão ou antissépticos; com fricção rigorosa e sequencial das mãos (BRASIL, 2013).Um desses procedimentos é a forma de higienização simples com a utilização de água e sabão na forma liquida, cuja finalidade baseia-se na remoção de microrganismos que colonizam as camadas superficiais da pele, assim como o suor, a oleosidade e as células mortas, retirando a sujidade propícia à permanência e à proliferação de microrganismos. A técnica de higienização simples deve ter duração mínima de 40 a 60 segundos (BRASIL, 2013)
 Outro procedimento consistência higienização antisséptica das mãos, quando se associa um antisséptico ao sabão e por fim o enxague. Sua finalidade é promover a remoção de sujidades e da microbiota transitória, reduzindo a microbiota residente das mãos, com auxílio de um antisséptico. A higienização antisséptica também deverá durar entre 40 e 60 segundos, sua técnica é igual utilizada para a higienização simples das mãos, substituindo-se o sabonete líquido comum por um associado a antisséptico, a exemplo do antisséptico degermante (BRASIL, 2013).
 Outro método é a fricção antisséptica das mãos com preparação alcoólica (se fora forma liquida a concentração tem que ser entre 60% e 80%, se for a apresentação gel ou outros tipos, a concentração final deverá ser 70%). Um preparado alcoólico é aplicado nas mãos para reduzir a carga microbiana, sem a necessidade de enxague. Esse tipo de higienização tem como finalidade reduzir a carga microbiana das mãos e pode substituir a higienização com água e sabonete líquido quando as mãos não estiverem visivelmente sujas, pois esse tipo não realiza remoção de sujidades (BRASIL, 2BARROS)
METODOLOGIA
RESULTADO E DISCUSSÃO 
 Concluímos que higienizar as mãos é a mais importante medida utilizada para reduzir incidência de infecção hospitalar e a antissepsia alcoólica é estratégia que favorece o aumento a adesão dos profissionais a essa importante medida. E a finalidade é remover os microrganismo que colonizam as camadas superficiais da pele, assim como o suor, a oleosidade e as células mortas, retirando a sujidade propícia a permanência e a proliferação de microrganismo. Duração do procedimento a higienização simples das mãos deve ter duração mínima de 40 a 60 segundos.
Vimos também que o Enfermeiro tem um importantepapel no Controle da infecção hospitalar. Pois é ele que promove palestras educativas, dá treinamento aos funcionários, e elabora medidas de segurança para o hospital.
REFERÊNCIAS
BARROS, Marcela Milrea A.; CARDOSO, Fabiana Nero; SILVA, Rosely Antunes; PEREIRA, Euziane Daleth. O enfermeiro na prevenção e controle de infecção relacionadas a saúde. Universidade: Ciências da Saúde, Brasília, v. 14, n.1, p.15-21, Jan./Jun. 2016 
BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. RDC n°. 42, de 25 de outubro de 2010. Dispõe sobre a obrigatoriedade de Disponibilização e preparação alcoólica para fricção antisséptica das mãos, pelos Serviços de saúde do país e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 out. 2010.
GUIMARÃES, A.C. DONALISIO, M.R. SANTIAGO, T.H.R.; FREIRE, J.B. Óbitos Associados à infecção hospitalar, ocorridos em um hospital geral de Sumaré-SP. RevBrasEnferm, Brasilia 2011 set-out; 64(5): 864-9.Mãos. Brasília, DF, 2008.
Kingston L, O’Connell NH, Dunne CP. Hand hygiene-related clinical trials reported since 2010: a systematic review. J Hosp Infect[Internet]. 2016[cited 2016 May 10];92(4):309-20. Available from: http://www.journalofhospitalinfection.com/article/S0195-6701(15)00489-2/abstract 
Marra AR. Avanços no controle das infecções. Einstein[Internet]. 2016[cited 2016 May 10];14(1):108-9. Available from: http://www.scielo.br/pdf/eins/v14n1/pt_1679-4508-eins-14-1-0108.pdf
Ministério Da Saúde. PROTOCOLO PARA A PRÁTICA DE HIGIENE DAS MÃOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE. Protocolo integrante do Programa Nacional de Segurança do Paciente, Brasília, DF, 2013.
NEVES, Z.C.P.; TIPPLE, A.F.V.; SOUZA, A.C.S.; PEREIRA, M.S.; MELO, D.S.; FERREIRA, L.R. Higienização das mãos: o impacto de estratégias de incentivo a Adesão entre profissionais de saúde de uma unidade de terapia intensiva Neonatal.Rev Latino-am Enferm,2006
NOGUEIRA, P.S.F.; MOURA, E.R.F.; COSTA,M.M.F.; MONTEIRO, W.M.S.; BRONDI, L. Perfil da infecção hospitalar em um hospital universitário. Ver. Enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2009 jan/mar; 17(1):96-101.

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