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Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 
Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral – Módulo 04 – Gab. Comentado 
 
1
 
CO�TABILIDADE GERAL 
MÓDULO 04 - Gabarito Comentado 
 
1. (ICMS-R�-2005-ESAF) A firma Linhas de Comércio Ltda. tem no livro razão uma conta 
intitulada “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” com saldo credor de R$ 9.000,00, 
oriundo do balanço patrimonial de 2002, mas que permanece inalterado ao final do exercício de 
2003. No balanço patrimonial, que será elaborado com data de 31.12.03, a empresa deverá 
demonstrar as contas “Duplicatas a Receber” e “Clientes”, com saldo devedor de R$ 350 mil e R$ 
200 mil, respectivamente. Considerando-se que está comprovada a expectativa de perda provável de 
3% dos créditos a receber, a empresa deverá contabilizar uma provisão. Este fato, aliado às outras 
informações constantes do enunciado, fará com que o lucro da empresa, referente ao exercício de 
2003, seja reduzido no valor de 
 
(a) R$ 7.500,00. 
(b) R$ 9.000,00. 
(c) R$ 16.290,00. 
(d) R$ 16.500,00. 
(e) R$ 25.500,00. 
 
Resolução 
 
Empresa: Linhas de Comércio Ltda 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = R$ 9.000,00 (balanço patrimonial de 2002, mas 
que permanece inalterado ao final do exercício de 2003). 
Balanço Patrimonial (31.12.03) 
Duplicatas a Receber = R$ 350 mil 
Clientes = R$ 200 mil 
Comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber 
Contabilizar uma provisão 
Lucro da empresa, referente ao exercício de 2003, será reduzido no valor de = ? 
 
I – Cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa em 31/12/2003: 
 Base de Cálculo da Provisão = Duplicatas a Receber + Clientes = 350.000 + 200.000 ⇒ 
⇒ Base de Cálculo da Provisão = 550.000 
 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x Base de Cálculo = 3% x 550.000 ⇒ 
⇒ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 16.500 
 
II – Como o saldo credor não foi utilizado, faremos, inicialmente, a reversão da provisão: 
 
 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) 
a Reversão da Provisão (Receita) 9.000 
 
III – Constituição da provisão em 31/12/2003: 
 
Despesas com Provisões (Despesa) 
a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) 16.500 
 
Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 
Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral – Módulo 04 – Gab. Comentado 
 
2
IV – Apuração do resultado em 31/12/2003 (somente em relação à provisão): 
 
Reversão da Provisão (Receita) 9.000 
(-) Despesas com Provisões (Despesa) (16.500) 
Redução do lucro 7.500 
 
Logo, haverá uma redução do lucro do exercício, em virtude desta provisão, no valor de R$ 
7.500,00. 
 
GABARITO: A 
 
2. (AFRF-2003-ESAF) Em primeiro de novembro a Nossa Firma adquiriu cinco conjuntos de 
mesas com quatro cadeiras, para pagamento em 60 dias. O preço total foi R$ 10.000,00, sendo R$ 
1.000,00 por mesa e R$ 250,00 por cadeira. Segundo o costume usual os móveis brasileiros têm 
expectativa de vida útil de dez anos, mas o proprietário falou e disse: “vou cuidar para que a 
depreciação dos bens de uso seja feita em 12 anos”. A empresinha da questão usa como mobília 
dois dos conjuntos adquiridos e os outros três foram destinados à revenda. No dia 31 de dezembro 
os bens foram inventariados com base em pesquisa válida que encontrou preço líquido de mercado 
de R$ 900,00 para as mesas e de R$ 300,00 para as cadeiras. Com base nestes dados e informações, 
adotando-se os critérios legais de avaliação de ativos, podemos dizer, com certeza, que no Balanço 
Patrimonial os cinco conjuntos em epígrafe contribuirão com um custo de 
 
(a) R$ 9.620,00 
(b) R$ 9.800,00 
(c) R$ 9.820,00 
(d) R$ 10.020,00 
(e) R$ 10.500,00 
 
Resolução 
 
Nossa Firma 
01/novembro: 
- Adquiriu 5 conjuntos de mesas com 4 cadeiras (pagamento em 60 dias); 
- Preço total = R$ 10.000,00 (R$ 1.000,00 por mesa e R$ 250,00 por cadeira); 
- Costume usual: Móveis brasileiros - vida útil = 10 anos; 
- Proprietário falou e disse: “a depreciação dos bens de uso será feita em 12 anos”; 
- Usa como mobília: dois dos conjuntos adquiridos; 
- Outros três: destinados à revenda. 
 
31/dezembro: 
- Bens foram inventariados: preço de mercado de R$ 900,00 para as mesas e de R$ 300,00 
para as cadeiras. 
 
Balanço Patrimonial: os cinco conjuntos contribuirão com um custo = ? 
 
I – Aquisição dos Conjuntos (01/nov): 2 conjuntos para uso e 3 conjuntos para revenda (pagamento 
em 60 dias) 
 
 I.1 – O pagamento ocorrerá em 01/janeiro. 
 I.2 – Valor do Conjunto: 
 
 Valor do Conjunto = 1.000 (mesa) + 4 x 250 (cadeiras) = 2.000 
Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 
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3
 
 I.3 – Lançamentos: 
 
 Diversos 
 a Duplicatas a Pagar (Passivo Circulante) 
 Mercadorias (Ativo Circulante) – 3 conjuntos 6.000 
 Móveis e Utensílios (ANC-Imobilizado) – 2 conjuntos 4.000 10.000 
 
II – Determinação da Taxa de Depreciação: 
 
 II.1 – Costume usual: Vida Útil = 10 anos 
 
 Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 = 0,1 = 10% ao ano 
 
 II.2 – Proprietário da Empresa: Vida Útil = 12 anos 
 
Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/12 ao ano (poderá ser utilizada esta taxa de 
depreciação, pois, apesar de não ser o costume usual, os encargos de depreciação por 
ano serão menores – custo menor gera um maior lucro ou um menor prejuízo). 
 
III – Cálculo dos Encargos de Depreciação: só os 2 conjuntos de mesas e cadeiras destinados ao uso 
sofrerão depreciação (os 3 conjuntos destinados à revenda não sofrem depreciação). 
 
 Período: 01/nov a 31/dez = 2 meses = 2/12 meses = 1/6 ano 
 
 Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 4.000 
 
 Encargos de Depreciação = Período x Taxa de Depreciação x Base de Cálculo ⇒ 
 ⇒ Encargos de Depreciação = 1/6 x 1/12 x 4.000 = 55,56 
 
 Lançamento: 
 
 Encargos de Depreciação (Despesa) 
 a Depreciação Acumulada (ANC-Imobilizado) 55,56 
 
IV – Determinação das Provisões: 
 
 Em 31/dezembro: 
Valor de Mercado das Mesas = 900 
 Valor de Mercador das Cadeiras = 300 
 
Logo, deve ser realizada uma provisão para ajuste ao valor de mercado das mesas colocadas 
para revenda, de acordo com o art. 183, da Lei no 6.404/76. O valor das cadeiras não sofrerá 
provisão, pois o valor de mercado é maior: 
 
 Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado = 3 conjuntos x (1.000 – 900) = 300 
 
 Lançamento: 
 
 Despesas com Provisão (Despesa) 
 a Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (Ativo Circulante) 300 
 
Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 
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V – Custo dos conjuntos no Balanço Patrimonial: 
 
 V.1 – Conjuntos destinados à revenda: 
 
 Valor Contábil = Valor de Aquisição – Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado ⇒ 
 ⇒ Valor Contábil = 6.000 – 300 = 5.700 
 
 V.2 – Conjuntos destinados ao uso: 
 
 Valor Contábil = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ 
 ⇒ Valor Contábil = 4.000 – 55,56 = 3.944,44 
 
 Valor Contábil Total dos Conjuntos = 5.700 + 3.944,44 = 9.644,44 
 
GABARITO: A�ULADA 
 
3. (AFC-CGU-2004-ESAF) O nosso Ativo Imobilizado consta apenas de Equipamento adquirido 
por R$ 60.000,00, em abril de 2002, e Veículo comprado em julho do mesmo ano, por R$ 
45.000,00, com utilização imediata. Para fins de apropriar o desgaste físico, nós consideramos a 
vida útil de 10 anos e 5 anos, respectivamente, com valor residual de 20%. O encargo de 
depreciação contabilizado no exercício social de aquisição (2002) foi no valor de 
 
(a) R$ 4.500,00 
(b) R$ 6.600,00 
(c) R$ 7.200,00 
(d) R$ 8.400,00 
(e) R$ 12.500,00 
 
Resolução 
 
Ativo Imobilizado (Ativo Não Circulante – Imobilizado) 
Equipamento = R$ 60.000,00 (adquirido em abril de 2002) – Vida Útil = 10 anos 
Veículo = R$ 45.000,00 (adquirido em julho de 2002) –Vida Útil = 5 anos 
Valor residual = 20% 
Encargos de Depreciação em 2002 = ? 
 
I – Cálculo da Taxa de Depreciação: 
 
 Taxa de Depreciação (Equipamento) = 1/Vida Útil = 1/10 anos = 0,1 ao ano 
 Taxa de Depreciação (Veículo) = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0,2 ao ano 
 
II – Determinação da Base de Cálculo: 
 
 Base de Cálculo (Equipamento) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ 
 ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = Valor de Aquisição – 20% x Valor de Aquisição ⇒ 
⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 80% x Valor de Aquisição = 0,8 x 60.000 ⇒ 
⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 48.000 
 
 
 
 
Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 
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Base de Cálculo (Veículo) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ 
 ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = Valor de Aquisição – 20% x Valor de Aquisição ⇒ 
⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 80% x Valor de Aquisição = 0,8 x 45.000 ⇒ 
⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 36.000 
 
III – Cálculo dos Encargos de Depreciação em 2002: 
 
 Período Total (Equipamento) = de abril/2002 a dezembro/2002 = 9 meses = 9/12 ano ⇒ 
 ⇒ Período Total (Equipamento) = 3/4 ano = 0,75 ano 
 
 Período Total (Veículo) = de julho/2002 a dezembro/2002 = 6 meses = 6/12 ano = 0,5 ano 
 
 Encargos de Dep. (Equipamento) = Taxa de Depreciação x Período x Base de Cálculo ⇒ 
 ⇒ Encargos de Depreciação (Equipamento) = 0,1 x 0,75 x 48.000 = 3.600 
 
 Encargos de Dep. (Veículo) = Taxa de Depreciação x Período x Base de Cálculo ⇒ 
 ⇒ Encargos de Depreciação (Veículo) = 0,2 x 0,5 x 36.000 = 3.600 
 
 Encargos de Depreciação (2002) = 3.600 + 3.600 = 7.200 
 
GABARITO: C 
 
4. (AFRF-2003-ESAF) Ao examinarmos a carteira de cobrança da empresa Gaveteiro S/A., 
encontramos diversas duplicatas a receber, algumas ainda a vencer, no valor de R$ 120.000,00; 
outras já vencidas, no valor de R$ 112.000,00; mais algumas em fase de cobrança, já protestadas, 
no valor de R$ 111.000,00 e outras descontadas em Bancos, no valor de R$ 98.000,00. Também 
havia uma Provisão para Créditos Incobráveis com saldo credor de R$ 4.000,00. Pelo conhecimento 
que temos da empresa e de sua carteira de cobrança, sabemos que a experiência de perda com esses 
créditos tem sido de cerca de 4%, sendo correto um provisionamento deste porte. Feitas as 
provisões e contabilizadas corretamente, com base em 4% dos devedores duvidosos, é correto dizer 
que a Demonstração do Resultado do Exercício conterá como despesa dessa natureza o valor de 
 
(a) R$ 9.720,00 
(b) R$ 9.640,00 
(c) R$ 8.760,00 
(d) R$ 5.800,00 
(e) R$ 5.280,00 
 
Resolução 
 
Empresa Gaveteiro S/A 
Duplicatas a receber: 
- Duplicatas a Vencer = R$ 120.000,00; 
- Duplicatas Vencidas = R$ 112.000,00; 
- Duplicatas Protestadas = R$ 111.000,00; 
- Duplicatas Descontadas = R$ 98.000,00. 
Provisão p/ Créditos Incobráveis = saldo credor de R$ 4.000,00. 
Perda com esses créditos = estimada em 4% 
 
Provisão p/ Créditos Incobráveis = ? 
 
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I – Determinação da Base de Cálculo da Provisão p/ Créditos Incobráveis: 
 
Duplicatas a Receber a Vencer 120.000 
Duplicatas a Receber Vencidas 112.000 
Duplicatas Protestadas 111.000 
 Base de Cálculo da Provisão p/ Créditos Incobráveis 343.000 
 
�ota: Duplicatas Protestadas (Ativo Circulante) também são duplicatas a receber que não 
foram pagas no vencimento e foram protestadas pela empresa. Portanto, também fazem parte 
da base de cálculo da “Provisão p/ Créditos Incobráveis”. 
 
 Provisão p/ Créditos Incobráveis = 4% x 343.000 = 13.720 
 
Como já havia um saldo credor de R$ 4.000,00 na conta Provisão p/ Créditos Incobráveis, o 
valor da despesa com essa Provisão no exercício será de R$ 9.720,00 (R$ 13.720,00 – R$ 
4.000,00). 
 
Lançamento: Despesa com Provisão p/ Créditos Incobráveis 
 a Provisão p/ Créditos Incobráveis 9.720 
 
�ota: Repare, que, apesar de a questão não falar, utilizou o método da complementação para 
a constituição da provisão, não fazendo a reversão da provisão do ano anterior antes de 
constituir a provisão para o ano seguinte. 
 
GABARITO: A 
 
5. (AFRF-2003-ESAF) A máquina ALFA foi comprada por R$ 130.000,00 em 01/10/2001 e a 
máquina BETA foi comprada pelo mesmo preço, em 01/04/2002. Ambas as máquinas têm 
durabilidade igual: deverão ser usadas durante dez anos. O desgaste físico desses bens deverá ter 
contabilização anual. Assim sendo, na Demonstração de Resultado do Exercício de 2002, elaborada 
em 31.12.02, constarão Encargos de Depreciação no valor de 
 
(a) R$ 3.250,00, referente à máquina BETA. 
(b) R$ 9.750,00, referente à máquina ALFA. 
(c) R$ 13.000,00, referente à máquina BETA. 
(d) R$ 16.250,00, referente à máquina ALFA. 
(e) R$ 22.750,00, referente a ambas as máquinas. 
 
Resolução 
 
Máquina ALFA: Valor de Aquisição = R$ 130.000,00 em 01/10/2001; 
Máquina BETA: Valor de Aquisição = R$ 130.000,00, em 01/04/2002. 
 
Vida Útil das Máquinas = 10 anos (desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual) 
 
Demonstração de Resultado do Exercício de 2002: Encargos de Depreciação = ? 
 
I – Determinação da Taxa de Depreciação: 
 
 Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 anos = 0,1 = 10% ao ano 
 
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II – Determinação dos Encargos de Depreciação em 2002: 
 
 I.1 – Máquina ALFA: adquirida em 01/10/2001 
 
 Período = jan/2002 a dez/2002 = 1 ano 
 
 Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 130.000 
 
 Encargos de Depreciação (ALFA) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ 
 ⇒ Encargos de Depreciação (ALFA) = 10% x 1 ano x 130.000 = 13.000 
 
 I.2 – Maquina BETA: adquirida em 01/04/2002 
 
Período = abril/2002 a dez/2002 = 9 meses = 9/12 ano =3/4 ano = 0,75 ano 
 
 Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 130.000 
 
 Encargos de Depreciação (BETA) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ 
 ⇒ Encargos de Depreciação (BETA) = 10% x 0,75 ano x 130.000 = 9.750 
 
 I.3 – Encargos de Depreciação em 2002: 
 
 Enc. Depreciação (2002) = Enc. Depreciação (ALFA) + Enc. Depreciação (BETA) ⇒ 
 ⇒ Enc. Depreciação (2002) = 13.000 + 9.750 = 22.750 
 
GABARITO: E 
 
6. (ESAF) A Cia Y apresenta, no início do exercício de X4, um saldo na conta Provisão para 
Créditos de Liquidação Duvidosa de R$ 2.000,00. Durante o exercício, ocorreram os seguintes 
fatos: 
 
I – Cliente “H”: devia R$ 150,00 e pagou apenas R$ 130,00 (o restante é incobrável) 
II – Cliente “Z”: faliu, devendo R$ 150,00 (incobrável) 
III – Cliente “A”: havia sido considerado incobrável no exercício anterior, mas pagou sua dívida no 
montante de R$ 200,00. 
IV – Dívidas consideradas incobráveis durante o exercício atual: R$ 400,00. 
 
Calcule o valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa a ser constituído pelo método da 
complementação e assinale a alternativa correta: 
 
Dados: 
Saldo de “Duplicatas a Receber” = R$ 80.000,00 
Provisão Calculada à Base de 3%. 
 
(a) R$ 950,00 
(b) R$ 960,00 
(c) R$ 970,00 
(d) R$ 980,00 
(e) R$ 990,00 
 
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Resolução 
 
Saldo Inicial da Prov. para Créditos de Liq. Duvidosa 2.000 
(-) Diferença incobrável do cliente “H” = 150 –130 (20) 
(-) Falência do cliente “Z” (crédito incobrável) (150) 
(-) Dívidas incobráveis no exercício atual (400) 
Saldo Final da Prov. para Créditos de Liq. Duvidosa 1.430 
 
Valor da Provisão = 3% x Duplicatas a Receber = 3% x 80.000 ⇒ 
⇒ Valor da Provisão = 2.400 
 
Método da Complementação = Valor da Provisão – Saldo Final ⇒ 
⇒ Método da Complementação = 2.400 – 1.430 = 970 
 
GABARITO: C 
 
7. (SUSEP-2006-ESAF) A empresa Comércio Limitado,tendo créditos a receber no valor de R$ 
32.000,00, em 31.12.05, e com experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie, 
comprovada em 4% nos últimos três exercícios sociais, precisa mandar constituir uma provisão para 
devedores duvidosos, antes de elaborar o seu balanço anual. Considerando que, no livro Razão, já 
existe uma conta de provisão com essa finalidade, com saldo anterior de R$ 520,00, não utilizado, e 
que a empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário, o Contador 
deverá mandar fazer na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa um registro de 
 
(a) R$ 1.280,00, a crédito. 
(b) R$ 960,00, a crédito. 
(c) R$ 760,00, a crédito. 
(d) R$ 520,00, a débito. 
(e) R$ 440,00, a débito. 
 
Resolução 
 
Empresa: Comércio Limitado 
 
Duplicatas a Receber = R$ 32.000,00, em 31.12.05; 
Experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie = 4% nos últimos três exercícios 
sociais; 
Provisão para devedores duvidosos (saldo anterior) = R$ 520,00 
A empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário 
 
I – Cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 4% x 32.000 = 1.280 
 
II – Lançamento da diferença entre o saldo anterior = 1.280 – 520 = 760 
 
 Despesas com Provisões 
a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 760 
 
Logo, houve um crédito na conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa de R$ 
760,00. 
 
GABARITO: C 
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8. (ICMS-MG-2005-ESAF) A empresa ACD Ltda., em 31/12/x4 tinha valores a receber com saldo 
no valor de R$ 27.000,00 e mandou fazer provisão para créditos de liquidação duvidosa no valor de 
R$ 810,00. Durante o exercício de x5 a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e 
mandou dar baixa, por não recebimento, nos outros 40%. Ao findar o ano com novos saldos no 
valor de R$ 42.000,00, a empresa adotou procedimento igual ao anterior, mandando provisionar 
seus créditos para fins de balanço. Com base nessas informações, podemos dizer que a 
contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa, referente ao exercício de 2005, 
provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de 
 
(a) R$ 774,00 
(b) R$ 1.746,00 
(c) R$ 450,00 
(d) R$ 1.260,00 
(e) R$ 936,00 
 
Resolução 
 
Empresa: ACD Ltda. 
31/12/x4: Valores a Receber = R$ 27.000,00 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = R$ 810,00. 
 
Exercício de x5: a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa, por 
não recebimento, nos outros 40%. 
 
31/12/x5: Valores a Receber = R$ 42.000,00 
A empresa adotou procedimento igual ao anterior, mandando provisionar seus 
créditos para fins de balanço. 
 
Contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa, referente ao exercício de 2005, 
provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de = ? 
 
I – Cálculo do percentual adotado pela empresa para a Provisão para Créditos de Liquidação 
Duvidosa (PDD): 
 
 Em 31/12/x4: 
 Percentual = PDD/ Valores a Receber = 810/27.000 = 0,03 = 3% 
 
 Lançamento: 
 
 Despesas com Provisão (Despesa) 
 a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante- Retificadora) 810 
 
II – Lançamentos no Exercício de x5: 
 
 Quitação de 60% da Provisão = 60% x 810 = 486 
 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) 
a Reversão de Provisão (Receita) 486 
 
 
 
 
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 Perda Consumada de 40% (empresa mandou dar baixa) = 40% x 810 = 324 
 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) 
a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 324 
 
 Final de x5: Valores a Receber = 42.000 
 
 Cálculo da Provisão em x5: 
Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x 42.000 = 1.260 
 
Despesas com Provisão (Despesa) 
 a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante- Retificadora) 1.260 
 
IV – Cálculo da redução do Lucro final em x5 pela contabilização da PDD: 
 
 Redução no Lucro = Despesa com Provisão = R$ 1.260,00 
 
GABARITO: D 
 
9. (ICMS-R�-2005-ESAF) Considere os seguintes dados e informações sobre determinado bem de 
uso. 
 
•valor de mercado na data da compra R$ 25.000,00 
•valor de mercado em 31/12/2004 R$ 21.000,00 
•valor de aquisição R$ 20.000,00 
•valor residual estimado R$ 2.000,00 
•data de aquisição 01/07/2003 
•vida útil estimada: cinco anos 
•data de encerramento de exercício social 31 de dezembro 
 
No exercício de 2004 o aludido bem de uso vai gerar encargos de depreciação no valor de 
 
(a) R$ 5.400,00. 
(b) R$ 5.000,00. 
(c) R$ 4.000,00. 
(d) R$ 3.600,00. 
(e) R$ 1.800,00. 
 
Resolução 
 
I – Cálculo da Taxa de Depreciação: 
 
 Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0,2 = 20% 
 
II – Determinação da Base de Cálculo da Depreciação: 
 
 Valor de Aquisição = 20.000 
 Valor Residual = 2.000 
 
 Base de Cálculo = Valor de Aquisição – Valor Residual = 20.000 – 2.000 = 18.000 
 
 
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III – Cálculo dos Encargos de Depreciação em 2004: Como o bem foi adquirido em 2003, 
considera-se, para fins de depreciação, todo o ano de 2004. 
 
 Encargos de Depreciação = Taxa de Depreciação x Base de Cálculo ⇒ 
 ⇒ Encargos de Depreciação = 20% x 18.000 = 3.600 
 
ATE�ÇÃO!!! 
�ota: Apesar de ter sido informado o valor de mercado do bem e 31/12/2004 (R$ 21.000,00), 
não que se falar em “Provisão para Ajuste a Valor de Mercado”, que não é aplicável a bens do 
ativo não circulante imobilizado, que sofrem depreciação. 
 
GABARITO: D 
 
10. (E�AP-Contador-2006-ESAF) A firma Dadivo S/A vendeu, por R$ 38.000,00, a prazo, uma 
máquina usada. Referido equipamento fora comprado por R$ 42.000,00, mas já estava depreciado 
em 30%. O lançamento adequado para contabilizar essa operação de venda deverá considerar o 
seguinte mecanismo de débito e crédito: 
 
(a) débito de Contas a Receber R$ 38.000,00 
crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 38.000,00. 
 
(b) débito de Contas a Receber R$ 38.000,00 
crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 29.400,00 
crédito de Lucro na Alienação R$ 8.600,00. 
 
(c) débito de Contas a Receber R$ 38.000,00 
débito de Prejuízo na Alienação R$ 4.000,00 
crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 42.000,00. 
 
(d) débito de Contas a Receber R$ 38.000,00 
débito de Depreciação Acumulada R$ 11.400,00 R$ 49.400,00. 
crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 42.000,00 
crédito de Lucro na Alienação R$ 7.400,00 R$ 49.400,00 
 
(e) débito de Contas a Receber R$ 38.000,00 
débito de Depreciação Acumulada R$ 12.600,00 R$ 50.600,00 
crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 42.000,00 
crédito de Lucro na Alienação R$ 8.600,00 R$ 50.600,00. 
 
Resolução 
 
Empresa: Dadivo S/A 
Valor da Venda a prazo de Máquina Usada = R$ 38.000,00 
Valor de Aquisição da Máquina = R$ 42.000,00 
Depreciação Acumulada = 30% 
 
O lançamento para contabilizar essa operação de venda = ? 
 
 
 
 
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I – Cálculo da Depreciação Acumulada: 
 
Depreciação Acumulada = 30% x 42.000 = 12.600 
 
II – Dados Iniciais: 
 
 
 
 
III – Determinação do Valor Contábil do Bem: 
 
 Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante - Imobilizado – Conta Retificadora) 
 a Máquina (ANC - Imobilizado) 12.600 
 
 
 
 
 
Logo, o valor contábil do bem é igual a R$ 29.400,00. 
 
IV – Lançamento da Operação de Venda:1. Conta a Receber (Ativo Circulante) 
 a Receita na Alienação (Receita – Conta de Resultado) 38.000 
 
 2. Receita na Alienação 
 a Lucro/Prejuízo na Alienação (Conta de Resultado) 38.000 
 
 3. Lucro/Prejuízo na Alienação (Conta de Resultado) 
 a Máquinas (ANC - Imobilizado) 29.400 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como a conta Lucro/Prejuízo na Alienação ficou, após a venda da máquina usada, com um 
saldo credor de R$ 8.600,00, houve um Ganho de Capital (Valor da Alienação maior que o 
Valor Contábil do Bem) – Outras Receitas. 
 
O Lançamento consolidado de toda a operação, sem a utilização da conta Receita na 
Alienação, seria o seguinte: 
 
Depreciação Acumulada (ANC - Imobilizado – Conta Retificadora) 
 a Máquina (ANC - Imobilizado) 12.600 
 
Conta a Receber (Ativo Circulante) 
 a Lucro na Alienação (Conta de Resultado) 38.000 
 
Máquinas 
 42.000 
 
Depreciação Acumulada 
 12.600 
 
Máquinas 
 42.000 12.600 (III) 
 29.400 
 
Depreciação Acumulada 
12.600 (III) 12.600 
 
Máquinas 
 42.000 12.600 (III) 
 29.400 29.400 (3) 
 
Receita na Alienação 
38.000 (2) 38.000 (1) 
 
Lucro/Prejuízo na Alienação 
29.400 (3) 38.000 (2) 
 8.600 
 
Contas a Receber 
38.000 (1) 
 
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 Lucro na Alienação (Conta de Resultado) 
 a Máquinas (ANC - Imobilizado) 29.400 
 
Ou seja, haveria os seguintes débitos e créditos: 
 
débito de Contas a Receber R$ 38.000,00 
débito de Depreciação Acumulada R$ 12.600,00 R$ 50.600,00 
 
crédito de Máquinas (12.600 + 29.400) R$ 42.000,00 
crédito de Lucro na Alienação (38.000 – 29.400) R$ 8.600,00 R$ 50.600,00. 
 
GABARITO: E 
 
11. (IRB-2006-ESAF) A empresa Domesticação Ltda., utiliza duas máquinas em seu processo 
produtivo, sendo uma de sua propriedade, no valor de R$ 10.000,00, e outra, no valor de R$ 
8.000,00, locada de Ferragens S/A, a R$ 250,00 por mês. Ambas as máquinas têm vida útil 
estimada em dez anos. Em manutenção mensal essas máquinas consomem despesas fixas de R$ 
100,00 cada uma, sendo que, em 31 de dezembro de 2005, já havia sido paga a manutenção dos 
meses de janeiro e fevereiro de 2006, ao contrário do aluguel que só fora pago até o mês de outubro 
de 2005. Em decorrência dos fatos informados, cuja ocorrência verificou-se durante o ano inteiro, e 
em observância aos princípios contábeis de Competência e da Entidade, essa empresa deverá 
apresentar despesas no valor de 
 
(a) R$ 5.200,00. 
(b) R$ 6.300,00. 
(c) R$ 6.400,00. 
(d) R$ 6.640,00. 
(e) R$ 7.200,00. 
 
Resolução 
 
Empresa: Domesticação Ltda 
 
- Máquina 1 (pertencente à empresa): R$ 10.000,00 (Vida Útil: 10 anos – Depreciação: 10% ao 
ano). 
- Máquina 2 (aluguel): R$ 250,00 por mês (pelo Princípio da Entidade, esta máquina não é 
propriedade da empresa, e, por isso, não há razão para considerar o valor contábil do bem e nem a 
sua depreciação). 
- Despesas fixas mensais de manutenção: R$ 100,00 por máquina. 
 
I- Paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006 (pelo Princípio da Competência, 
não devem ser consideradas como despesas do período). 
 
Despesas Pagas Antecipadamente = 2 máquinas x 2 meses (jan e fev) x 100 = 400 
 
Despesas Pagas Antecipadamente (Ativo Circulante) 
 a Bancos (Ativo Circulante) 400 
 
II- Aluguel da máquina 2: só foi pago até outubro de 2005, mas a ocorrência se verificou durante o 
ano inteiro (Princípio da Competência, como o fato gerador ocorreu, considera-se a despesa 
incorrida durante todo o ano de 2005). 
 
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III- Despesas do Período (jan/05 a dez/05) – Princípio da Competência 
 
 1 – Manutenção das duas máquinas = 2 máquinas x 12 meses x 100 = 2.400 
2 – Depreciação da máquina I = 10% x 10.000 = 1.000 
3 – Aluguel da máquina II = 12 meses x 250 = 3.000 
 
Total de Despesas (jan/05 a dez/05) = 2.400 + 1.000 + 3.000 = 6.400 
 
GABARITO: C 
 
12. (TRF-2006-ESAF) Uma máquina de uso próprio, depreciável, adquirida por R$15.000,00 em 
março de 1999 e instalada no mesmo dia com previsão de vida útil de dez anos e valor residual de 
20%, por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006, sem causar ganhos nem perdas 
contábeis? Referido bem, nas condições acima indicadas e sem considerar implicações de ordem 
tributária ou fiscal, poderá ser vendido por 
 
(a) R$ 5.900,00. 
(b) R$ 5.400,00. 
(c) R$ 3.900,00. 
(d) R$ 3.625,00. 
(e) R$ 3.000,00. 
 
Resolução 
 
Máquina de uso próprio, depreciável, adquirida por R$15.000,00 em março de 1999 e instalada no 
mesmo dia 
Vida Útil = 10 anos 
Valor Residual = 20% 
Por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006, sem causar ganhos nem perdas 
contábeis? 
 
I – Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0,1 
 
II – Base de Cálculo da Depreciação = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ 
 ⇒ Valor de Cálculo da Depreciação = 15.000 – 0,2 x 15.000 = 12.000 
 
II – Cálculo da depreciação acumulada: 
 
 março/1999 a dezembro/1999 = 10 meses (março também entra, pois a máquina foi 
adquirida em março e instalada no mesmo dia) 
 janeiro/2000 a dezembro/2000 = 1 ano 
 janeiro/2001 a dezembro/2001 = 1 ano 
janeiro/2002 a dezembro/2002 = 1 ano 
janeiro/2003 a dezembro/2003 = 1 ano 
janeiro/2004 a dezembro/2004 = 1 ano 
janeiro/2005 a dezembro/2005 = 1 ano 
janeiro/2006 a setembro/2006 = 9 meses 
 
 Período = 6 anos e 19 meses = 7 anos e 7 meses = 7 anos + 7/12 anos = 91/12 anos 
 
 Depreciação Acumulada = Base de Cálculo da Deprec. x Período x Taxa de Depreciação ⇒ 
 ⇒ Depreciação Acumulada = 12.000 x 91/12 x 0,1 = 9.100 
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15
 
III – Valor Contábil do Bem = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada = 15.000 – 9.100 ⇒ 
 ⇒ Valor Contábil do Bem = 5.900 
 
IV – Venda sem causar ganhos nem perdas: Valor da Venda = Valor Contábil do Bem 
 
 Valor da Venda = 5.900 
 
GABARITO: A 
 
13. (E�AP-Contador-2006-ESAF) A empresa Sem Mércio S/A, em 2005, mantinha a conta 
Máquinas e Equipamentos representando três máquinas em utilização na empresa. A primeira delas, 
máquina Alfa, foi adquirida por R$ 6.000,00 e tem vida útil de 8 anos, iniciada em agosto de 2002. 
A segunda, máquina Beta, foi adquirida por R$ 4.000,00 e tem vida útil de 10 anos, iniciada em 
abril de 2003. A terceira, máquina Celta, também com vida útil de 10 anos, iniciada em outubro de 
2004, foi adquirida por R$ 10.000,00. A empresa faz a apropriação das despesas com desgaste dos 
bens em lançamentos anuais, pelo método da linha reta. Sobre a máquina Celta é mantido um valor 
residual de 15% de seu custo histórico, visando a uma possível reintegração, enquanto que a 
máquina Alfa foi baixada do ativo imobilizado, por alienação. Ao elaborar as demonstrações 
relativas ao exercício de 2005, encerrado em 31 de dezembro, a Contabilidade apresentou 
depreciação acumulada no valor de 
 
(a) R$ 4.725,00. 
(b) R$ 3.662,50. 
(c) R$ 2.350,00. 
(d) R$ 2.262,50. 
(e) R$ 2.162,50. 
 
Resolução 
 
Empresa: Sem Mércio S/A - 2005 
 
Máquinas e Equipamentos: 
Máquina Alfa = R$ 6.000,00 (vida útil = 8 anos, iniciada em agosto de 2002); 
Máquina Beta = R$ 4.000,00 (vida útil = 10 anos, iniciada em abril de 2003); e 
Máquina Celta = R$ 10.000,00 (vida útil = 10 anos, iniciada em outubro de 2004) 
Depreciação: Método da linha reta. 
 
Máquina Celta: valor residual de 15% 
Máquina Alfa: baixada do ativo imobilizado (ativo não circulante), por alienação. 
 
Depreciação Acumulada em 31/12/2005 = ? 
 
I – Máquina Alfa: 
 
 (i) Período de Depreciação: De agosto/2002 a dezembro/2005 = 3 anos e 5 meses ⇒ 
 ⇒ Período de Depreciação = 3 anos + 5/12 ano = 3,42 anos 
 
 (ii) Taxa de Depreciação = 1/VidaÚtil do Bem = 1/8 ao ano 
 
 (iii) Depreciação Acumulada (Alfa) = 6.000 x 1/8 x 3,42 = 2.562,50 
 
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(iv) Esta máquina foi baixada do Ativo Não Circulante Imobilizado por alienação. Logo, a 
conta Depreciação Acumulada foi encerrada para calcular o valor contábil da máquina, de 
acordo com o seguinte lançamento: 
 
 Depreciação Acumulada – Alfa (ANC - Imobilizado – Conta Retificadora) 
 a Máquinas e Equipamentos – máquina Alfa (ANC - Imobilizado) 2.562,50 
 
II – Máquina Beta: 
 
 (i) Período de Depreciação: De abril/2003 a dezembro/2005 = 2 anos e 9 meses ⇒ 
 ⇒ Período de Depreciação = 2 anos + 9/12 ano = 2,75 anos 
 
 (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0,1 = 10% a a 
 
 (iii) Depreciação Acumulada (Beta) = 4.000 x 0,1 x 2,75 = 1.100 
 
III – Máquina Celta: 
 
 (i) Período de Depreciação: De outubro/2004 a dezembro/2005 = 1 ano e 3 meses ⇒ 
 ⇒ Período de Depreciação = 1 ano + 3/12 ano = 1,25 ano 
 
 (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0,1 = 10% a a 
 
 (iii) Valor Residual = 15% x 10.000 = 1.500 
 
 (iv) Valor utilizado no cálculo da depreciação = 10.000 – 1.500 = 8.500 
 
(v) Depreciação Acumulada (Celta) = 8.500 x 0,1 x 1,25 = 1.062,50 
 
IV – Determinação da Depreciação Acumulada Total: 
 
Depreciação Acumulada Total = Depreciação Acumulada (Beta + Celta) ⇒ 
⇒ Depreciação Acumulada Total = 1.100 + 1.062,50 = R$ 2.162,50 
 
GABARITO: E 
 
14. (IRB-2006-ESAF) Possuindo, há três anos e meio, uma máquina comprada por R$ 120.000,00 
e depreciada com base linear em vida útil de 5 anos e valor residual de 20%, a empresa Onetwoelen 
S/A, promoveu sua alienação, a prazo, logrando obter margem bruta de lucro de 25%. Observando 
as informações acima, pode-se dizer que a empresa obteve, nesta operação de venda, um lucro no 
valor de 
 
(a) R$ 17.600,00. 
(b) R$ 13.200,00. 
(c) R$ 12.000,00. 
(d) R$ 9.600,00. 
(e) R$ 7.200,00. 
 
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Resolução 
 
Empresa Onetwoelen S/A 
 
Máquina = R$ 120.000,00 
Tempo de uso = 3,5 anos 
Depreciação Linear 
Vida Útil = 5 anos 
Valor Residual = 20% 
Margem Bruta de Lucro na alienação = 25% 
 
I – Valor Residual = 20% x 120.000 = 24.000; 
 
II – Base de Cálculo da Depreciação = 120.000 – 24.000 = 96.000; 
 
III – Depreciação Linear (Vida Útil = 5 anos) ⇒ Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano; 
 
IV – Depreciação Acumulada = 3,5 anos x 20% ao ano x 96.000 = 67.200 
 
V – Valor Contábil da Máquina = 120.000 – 67.200 = 52.800 
 
VI – Margem Bruta de Lucro na Alienação = 25% ⇒ 
⇒ Preço de Venda – Valor Contábil = 0,25 x Preço de Venda ⇒ 
⇒ 0,75 x Preço de Venda = Valor Contábil ⇒ Preço de Venda = 52.800/0,75 = 70.400 
 
VII – Lucro na Alienação = 70.400 – 52.800 = 17.600 
 
GABARITO: A 
 
15. (IRB-2006-ESAF) A empresa Almeiderson S/A adquiriu por R$ 67.500,00 um equipamento 
industrial que, em junho de 2002, incorporou a seu ativo imobilizado, estimando sua vida útil em 
dez anos, desde que sobrasse um valor residual de 20% do custo de aquisição. Se a empresa utiliza 
o método da linha reta para depreciar tal equipamento, em 31 de dezembro de 2005 ele deverá 
apresentar valor contábil de 
 
(a) R$ 35.100,00. 
(b) R$ 43.875,00. 
(c) R$ 48.600,00. 
(d) R$ 54.000,00. 
(e) R$ 67.500,00. 
 
Resolução 
 
Empresa Almeiderson S/A 
 
Equipamento Industrial = R$ 67.500,00 (incorporado ao ativo imobilizado em junho de 2002) 
Vida Útil = 10 anos 
Valor Residual = 20% do custo de aquisição 
Depreciação = método da linha reta 
Valor contábil em 31/12/2005 = ? 
 
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18
 
I – Valor Residual = 20% x 67.500 = 13.500; 
 
II – Base de Cálculo da Depreciação = 67.500 – 13.500 = 54.000; 
 
III – Depreciação Linear (Vida Útil = 10 anos) ⇒ Taxa de Depreciação = 1/10 = 10% ao ano; 
 
IV – Período de tempo entre a aquisição (junho/2002) e o dia 31/12/2005 
 
a. De junho/2002 a dezembro/2002 = 7 meses = 7/12 ano = 0,583 ano 
b. De janeiro/2003 a dezembro/2003 = 1 ano; 
c. De janeiro/2004 a dezembro/2004 = 1 ano; e 
d. De janeiro/2005 a dezembro/2005 = 1 ano. 
 
Total em Anos = 0,583 + 1 + 1 + 1 = 3,58 anos. 
 
IV – Depreciação Acumulada = 3,58 anos x 10% ao ano x 54.000 = 19.350 
 
V – Valor Contábil da Máquina = 67.500 – 19.350 = 48.150 (não há resposta correta. A 
resposta que mais se aproxima é a alternativa “c”) 
 
GABARITO: C 
 
16. (AFC-ST�-2005-ESAF) Em 20 de outubro de 2004, a empresa Milícias S/A mandou 
contabilizar a baixa por venda de uma máquina de uso, auferindo um lucro da ordem de 20% sobre 
o preço obtido na alienação. Referida máquina fora comprada por R$ 150.000,00, em primeiro de 
abril de 1998, e seu valor tem sido atualizado, trimestralmente, por depreciação feita com base em 
vida útil estimada de 10 anos e saldo residual de 20% do custo. A operação, devidamente 
contabilizada vai-nos mostrar que o preço de venda obtido na alienação foi de 
 
(a) R$ 52.500,00 
(b) R$ 63.000,00 
(c) R$ 65.625,00 
(d) R$ 86.400,00 
(e) R$ 90.000,00 
 
Resolução 
 
Empresa: Milícias S/A 
Data: 20 de outubro de 2004 
Venda de uma máquina de uso, auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na 
alienação. 
Máquina: comprada por R$150.000,00, em 01/04/1998 
Depreciação trimestral 
Vida útil da Máquina (estimada) = 10 anos 
Saldo residual = 20% do custo. 
 
Preço da Venda = ? 
 
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I – Aquisição da Máquina (supondo que a aquisição foi a vista) 
 
 Lançamento: Máquina (ANC - Imobilizado) 
 a Caixa (Ativo Circulante) 150.000 
 
II – Cálculo do período de utilização da Máquina até a venda 
 
(i) Como nada foi dito, considera-se que Máquina começou a ser utilizada na data de 
sua aquisição: 01/04/1998. 
 
(ii) Período Total: 
 
01/04/1998 a 31/12/1998 = 9 meses (começa exatamente no início do segundo 
trimestre) 
1999 a 2003 = 5 anos 
01/01/2004 a 20/10/2004 = 9 meses (o período a ser considerado será apenas até 
30/09/2004, pois, como foi informado no enunciado, a depreciação é trimestral). 
 
Período Total = 5 anos e 18 meses = 6 anos e 6 meses = 6,5 anos 
 
III – Cálculo da Depreciação Acumulada 
 
(i) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil da Máquina = 1/10 = 0,1 
 
(ii) Base de Cálculo da Depreciação = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ 
⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 150.000 – 20% x 150.000 = 80% x 150.000 ⇒ 
⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 120.000 
 
(iii) Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período Total x Base de Cálculo 
⇒ Depreciação Acumulada = 0,1 x 6,5 anos x 120.000 = 78.000 
 
IV – Cálculo do valor contábil da Máquina em 20/10/2004 
 
 Valor Contábil = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada = 150.000 – 78.000 ⇒ 
 ⇒ Valor Contábil = 72.000 
 
V – Cálculo do valor da alienação da Máquina 
 
 Lucro obtido na alienação = 20% x Valor da Alienação = 0,2 x Valor da Alienação (a) 
 
 Lucro obtido na alienação = Valor da Alienação – Valor Contábil ⇒ 
⇒ Lucro obtido na alienação = Valor da Alienação – 72.000 (b) 
 
(a) = (b) ⇒ 0,2 x Valor da Alienação = Valor da Alienação – 72.000 ⇒ 
⇒ 0,8 x Valor da Alienação = 72.000 ⇒ Valor da Alienação = 72.000/0,8 ⇒ 
⇒ Valor da Alienação = 90.000 
 
GABARITO: E 
 
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17. (Analista Judiciário – Contabilidade – TRE/PA – 2005 - CESPE) Assinale a opção que 
representa a reversão da provisão para devedores duvidosos e seu reflexono patrimônio. 
 
(a) O ativo será creditado, e o resultado do exercício, debitado. 
(b) O ativo será debitado, e o resultado do exercício, creditado. 
(c) O passivo será creditado, e o resultado do exercício, debitado. 
(d) O passivo será debitado, e o resultado do exercício, creditado. 
(e) O ativo será debitado, e o passivo, creditado. 
 
Resolução 
 
I – Lançamento de Reversão de Devedores Duvidosos: como houve uma reversão da Provisão para 
Devedores Duvidosos, ocorreu uma receita, visto que, quando a Provisão foi constituída, houve 
uma despesa prevista que acabou não ocorrendo a posteriori.E 
 
Lançamento da Reversão: 
 
Provisão para Devedores Duvidosos (Ativo Circulante – Conta Retificadora) 
a Reversão de Provisão (Receita – Conta de Resultado) 
 
Resumindo, o ativo será debitado, e o resultado do exercício, creditado. 
 
GABARITO: B 
 
18. (AFC-ST�-2000-ESAF) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) 
anos. Submetendo-se esse bem à depreciação, comparativamente, pelos Métodos da Linha Reta e da 
Soma dos Dígitos dos Anos, pode-se afirmar que, no quarto ano da vida útil, 
 
(a) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta 
(b) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos 
(c) coincidentemente, o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses 
(d) a depreciação, durante a vida útil, na verdade, não afetaria o imposto de renda 
(e) o imposto de renda seria maior, num ou noutro método, dependendo do valor residual 
 
Resolução 
 
Vida Útil do Bem = 7 anos 
I – Método da Linha Reta de Depreciação 
 
 Taxa Anual de Depreciação = 1/ 7 anos 
 No quarto ano de vida útil do bem: 
 Despesas com Depreciação = Custo do Bem x Taxa = Custo do Bem/7 
 
II – Método de Cole de Depreciação 
 
Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28 
Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/28) x Custo do Bem = Custo do Bem/7 
 
Logo, no quarto ano de vida útil, a despesa com depreciação seria igual para os dois métodos 
e, conseqüentemente, o imposto também seria igual. 
 
GABARITO: C 
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19. (Técnico em Contabilidade – A�P – 2008 – CESGRA�RIO) Ramos & Ramos Ltda., 
empresa varejista de hortifrutigranjeiros, em geral, comprou por R$ 200.000,00 um veículo para 
fazer a entrega de suas mercadorias aos clientes. Passados 5 anos da aquisição, com o veículo 
totalmente depreciado, a empresa deve 
 
(a) arbitrar internamente um novo valor para o veículo e fazer a depreciação. 
(b) manter o veículo no Ativo Permanente, com o valor simbólico de R$ 1,00. 
(c) dar baixa no veículo, por estar totalmente depreciado. 
(d) dar baixa no veículo somente quando ele for vendido. 
(e) baixar o veículo quando este for tirado de circulação. 
 
Resolução 
 
Passados 5 (cinco) anos do período de aquisição do veículo, ou seja, com o veículo totalmente 
depreciado, o valor contábil do bem será igual a zero (Valor de Aquisição menos a Depreciação 
Acumulada). Contudo, este bem continua no Ativo �ão Circulante – Imobilizado (antigo Ativo 
Permanente) da empresa, só devendo ser baixado quando for tirado de circulação ou quando 
ele for vendido. 
 
Portanto, as alternativas “a”, “b” e “c” estão incorretas. Além disso, o erro da alternativa “d” é a 
palavra “somente”, visto que, como visto acima, o veículo pode ser baixado quando tirado de 
circulação ou quando for vendido. 
 
GABARITO: E 
 
20. (Fiscal de Tributos – SC – 1998-Vunesp) A Cia. Atenciosa presta serviços, situa-se em um 
país onde não há qualquer tipo de tributação e encerra seus exercícios sociais a cada 31 de 
dezembro. Em suas atividades, a Cia. Atenciosa se vale de ajustões – um específico tipo de aparelho 
- e os registra na conta "Ajustões" no Ativo Imobilizado (do Ativo Permanente). Os ajustões são os 
únicos ativos da Cia. Atenciosa que sofrem depreciação sendo, para tal, utilizada a taxa de 12,5% ao 
ano. A despesa com depreciação é mensalmente registrada, desde o mês em que ativados os 
ajustões e até (inclusive) o mês em que baixados. 
 
Sabe-se que é de R$ 117,00 o saldo da conta Despesa com Depreciação de Ajustões imediatamente 
antes dos lançamentos de apuração do resultado do exercício social de 2004. Tal valor é o total das 
despesas com depreciação incorridas em 2004 e decorrentes dos únicos ajustões que ela adquiriu 
até 31 de dezembro de 2004 e dos quais ainda é proprietária em tal data. 
 
Em 31 de dezembro de 2004, estes ajustões estão 9,375 % depreciados. 
 
Em 01 de março de 2005, a Cia. Atenciosa comprou à vista três novos ajustões (mas iguais entre si). 
Além desta compra, nenhuma outra ocorre durante 2005 e, tampouco, qualquer baixa acontece em 
2005. Sabe-se que o saldo de 30 de abril de 2005 da conta Depreciação Acumulada de Ajustões é de 
R$ 199,00. 
 
Os três novos ajustões adquiridos pela Cia. Atenciosa em 01 de março de 2005 lhe custaram 
(a) mais R$ 81,00 e menos de R$ 261,00; 
(b) mais R$ 261,00 e menos de R$ 561,00; 
(c) mais R$ 561,00 e menos de R$ 961,00; 
(d) mais R$ 961,00 e menos de R$ 1.221,00; 
(e) mais de R$ 1.221, 00 e menos R$ 1.441,00. 
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Resolução 
 
I - “Ajustões” de 2004: Depreciação Anual = 12,5% 
 
Despesas com Depreciação = R$ 117,00 (corresponde a 9,375% do custo dos Ajustões em 2004). 
 
�ota: Repare que, como, em 2004, os “Ajustões” foram 9,375% depreciados, significa que eles 
foram adquiridos em 2004 e que este valor corresponde às “Despesas com Depreciação” de 
2004. Mas por que? 
 
Porque o valor da depreciação do período (9,375%) é menor que da depreciação anual 
(12,5%), indicando que eles foram adquiridos no período e que esse valor corresponde a 
despesa com depreciação do período. 
 
Custo dos Ajustões (2004) = 117/9,375% = 1.248 
 
II - “Ajustões” de 2005: 
Compras = 3 novos “Ajustões” em 01/março/2005. 
 
III - Cálculo da Depreciação até abril de 2005: 
 
A – “Ajustões” de 2004: de 01/janeiro a 30/abril de 2005 = 4 meses 
 
Despesas com Depreciação A = Custo dos Ajustões (2004) x 12,5% x 4 meses/12 meses 
Despesas com Depreciação A = 1.248 x 12,5% x 4/12 = 52 
 
B – “Ajustões” de 2005: de 01/março a 30/abril de 2005 = 2 meses 
 
Despesas com Depreciação B = Custo dos Ajustões (2005) x 12,5% x 2 meses/12 meses 
 Despesas com Depreciação B = Custo dos Ajustões (2005) x 12,5% x 1/6 
 
Total de Despesas com Depreciação até 30/abril/2005 = 52 + CA (2005) x 12,5% x 1/6 
 
IV - Depreciação Acumulada até abril de 2005 = R$ 199,00 
 
Depreciação Acumulada (31/12/2004) 117 
(+) Total de Despesas com Dep. Até 30/04/2005 52 + CA (2005) x 12,5% x 1/6 
Depreciação Acumulada até abril de 2005 199 
 
117 + 52 + CA (2005) x 12,5% x 2/12 = 199 => 
=> CA (2005) x 12,5% x 1/6 = 30 => 
CA (2005) = Custo de Aquisição dos Ajustões em 2005 = (30 x 6)/12,5% = 1.440 
 
GABARITO: E 
 
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21. (ATM-�atal/R�-2008-ESAF) A empresa Fastfood Ltda., com contas a receber no valor de R$ 
800.000,00, em 31.12.2007, tinha também uma conta de Provisão para Créditos de Liquidação 
Duvidosa com saldo remanescente de R$ 13.000,00. No encerramento do exercício de 2007, 
mandou fazer nova provisão baseada numa estimativa de perdas de 3,5%, igual às perdas efetivas 
ocorridas no recebimento de créditos nos últimos três exercícios. Feitos os lançamentos cabíveis, a 
empresa levará ao resultado do exercício uma despesa provisionada de: 
 
(a) R$ 15.000,00. 
(b) R$ 13.000,00. 
(c) R$ 11.000,00. 
(d) R$ 24.000,00. 
(e) R$ 28.000,00. 
 
Resolução 
 
Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa ou Provisão p/ Devedores Duvidosos ouProvisão p/ Perdas com Créditos Incobráveis 
Corresponde ao valor provisionado ao final de cada exercício social para cobrir, no exercício 
seguinte, perdas decorrentes de não recebimento de direitos da empresa (Ex: Duplicatas a 
Receber, Clientes). O valor da provisão é obtido a partir da aplicação de um percentual (baseado 
em estudos realizados tendo por base as perdas ocorridas nos últimos exercícios) sobre os valores 
dos direitos existentes na época do Balanço Patrimonial. Este provisão é uma conta retificadora 
das contas “Clientes” ou “Duplicatas a Receber”. 
 
Lançamentos: 
 
Constituição da Provisão: 
 
Despesa com Provisão (Despesa) 
a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.) 
 
Perda Consumada: 
 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.) 
a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 
 
Reversão da Provisão: 
 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.) 
a Reversão de Provisão (Receita) 
 
Contas a Receber = 800.000 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (31/12/2007) = 13.000 
 
Provisão para 2008: 3,5% 
 
Despesas com Provisões = 3,5% x 800.000 – 13.000 = 28.000 – 13.000 = 15.000 
 
GABARITO: A 
 
 
 
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22. (ATM-�atal/R�-2008-ESAF) A empresa Meireles S.A., em 31.12.2007, tem um saldo de R$ 
900.000,00 na conta Máquinas e Equipamentos, que já tem Depreciação Acumulada no valor de R$ 
240.000,00. A composição das máquinas é a seguinte: adquiridas até 2006: R$ 770.000,00; 
adquiridas em abril de 2007: R$ 130.000,00; adquiridas em abril de 2008: R$ 80.000,00; e 
adquiridas em julho de 2008: R$ 60.000,00. A vida útil das máquinas é estimada em 5 anos e a 
depreciação é contabilizada anualmente. Com base nessas informações, pode-se dizer que a despesa 
de depreciação, no exercício social de 2008, será de: 
 
(a) R$ 18.000,00. 
(b) R$ 150.000,00. 
(c) R$ 191.500,00. 
(d) R$ 198.000,00. 
(e) R$ 208.000,00. 
 
Resolução 
 
Máquinas e Equipamentos = 900.000 
Depreciação Acumulada = 240.000 
 
Máquinas adquiridas em 2006 = 770.000 
Máquinas adquiridas em abril de 2007 = 130.000 
Máquinas adquiridas em abril de 2008 = 80.000 (nove meses até 31/12/2008) 
Máquinas adquiridas em julho de 2007 = 60.000 (seis meses até 31/12/2008) 
 
Vida Útil das Máquinas = 5 anos 
Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 20% ao ano 
Depreciação contabilizada anualmente 
 
I – Cálculo da despesa com depreciação em 31/12/2008: 
 
I.1 – Máquinas adquiridas até dezembro/2007 = 770.000 + 130.000 = 900.000 
 
Despesas com Depreciação em 2008 (1) = 900.000 x 20% = 180.000 
 
I.2 – Máquinas adquiridas em 2008: 
 
Despesas com Depreciação em 2008 (2) = 20% x 9/12 meses x 80.000 + 20% x 6/12 meses x 
60.000 
Despesas com Depreciação em 2008 (2) = 12.000 + 6.000 = 18.000 
 
Despesas com Depreciação em 2008 = 180.00 + 18.000 = 198.000 
 
GABARITO: D 
 
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23. (AFC-ST�-Áres:Contábil-Financeira-2008-ESAF) A empresa Dúbias Cobranças S/A tinha 
créditos no valor de R$ 160.000,00 em 31.12.06 e de R$ 110.000,00 em 31.12.07. Durante o 
exercício de 2007, houve a baixa de perdas no valor de R$ 3.200,00, referente a créditos já 
existentes em 2006 e de R$ 1.100,00, referente a créditos de 2007. A conta provisão para créditos 
de liquidação duvidosa foi a balanço em 2006 com saldo de R$ 4.800,00 e deverá ir a balanço em 
2007 com saldo equivalente a 3% dos créditos cabíveis. Após a contabilização dos ajustes para o 
balanço de 2007, pode-se dizer que essa empresa contabilizou, no exercício de 2007, perdas com 
créditos de liquidação duvidosa no valor de 
 
(a) R$ 2.800,00. 
(b) R$ 3.300,00. 
(c) R$ 3.900,00. 
(d) R$ 7.100,00. 
(e) R$ 7.600,00. 
 
Resolução 
 
Lançamentos: 
 
Constituição da Provisão: 
 
Despesa com Provisão (Despesa) 
a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.) 
 
Perda Consumada: 
 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.) 
a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 
 
Reversão da Provisão: 
 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.) 
a Reversão de Provisão (Receita) 
 
Vamos à resolução da questão: 
 
Duplicatas a Receber = 160.000 (31/12/2006) 
PDD (31/12/2006) = 4.800 (3% dos créditos) 
Baixa por perdas de créditos de 2006 em 2007 = 3.200 
 
 PDD 
 a Duplicatas a Receber 3.200 
 
 Saldo de PDD (31/12/2007) = 4.800 – 3.200 = 1.600 
 
Baixa por perdas de créditos de 2007 em 2007 = 1.100 => repare que, se as perdas são do próprio 
exercício, ou seja, são referentes a créditos que não fazia parte do saldo final de Duplicatas a 
Receber em 2006, devem ser consideradas diretamente como despesa, pois não houve provisão para 
estas perdas. 
 
 Perdas com Clientes 
 a Duplicatas a Receber 1.100 
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Duplicatas a Receber = 110.000 (31/12/2007) 
PDD (31/12/2007) = 3% x 110.000 = 3.300 
 
Constituição de PDD = 3.300 – 1.600 1.700 
(+) Perdas com Clientes (2007) 1.100 
Perdas com Créditos de Liq. Duvidosa 2.800 
 
GABARITO: A 
 
24. (AFC-ST�-Áres:Contábil-Financeira-2008-ESAF) Assinale abaixo a opção que contém uma 
afirmativa falsa. 
 
(a) A quota de depreciação registrável na escrituração, como custo ou despesa operacional, será 
determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens 
depreciáveis. 
(b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com 
duração inferior a doze meses, e de bem acrescido ao ativo, ou dele baixado, no curso do período-
base. 
(c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar 
utilização econômica do bem pelo contribuinte, na produção de seus rendimentos. 
(d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem 
utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. 
(e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas 
naturais ou obsolescência normal, inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à 
exploração dos respectivos frutos. 
 
Resolução 
 
Vamos analisar as alternativas: 
 
(a) A quota de depreciação registrável na escrituração, como custo ou despesa operacional, será 
determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens 
depreciáveis. 
 
 Cálculo da Depreciação Anual: 
Depreciação = Taxa x Custo de Aquisição dos Bens Depreciáveis 
 
Encargos de Depreciação (Custo ou Despesa Operacional) 
a Depreciação Acumulada 
 
A alternativa está CORRETA. 
 
(b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com 
duração inferior a doze meses, e de bem acrescido ao ativo, ou dele baixado, no curso do período-
base. 
 
 Período com duração inferior a doze meses: 
Depreciação = Taxa Anual x Período x Custo de Aquisição 
Período = �úmero de Meses/12 meses 
 
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Exemplo: Um bem comprado e utilizado a partir de setembro de 2005 terá o seguinte 
período: 
 
 Período = 4 meses (de setembro a dezembro)/12 meses = 1/3 do ano 
 
A alternativa está CORRETA. 
 
(c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar 
utilização econômica do bem pelo contribuinte, na produção de seus rendimentos. 
 
A taxa anual de depreciação é fixada em função da vida útil dobem, ou seja, do prazo 
durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte, na 
produção de seus rendimentos. 
 
A alternativa está CORRETA. 
 
(d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem 
utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. 
 
�ão é admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados 
nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a 
revenda. A alternativa está I�CORRETA. 
 
(e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas 
naturais ou obsolescência normal, inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à 
exploração dos respectivos frutos. 
 
Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à 
depreciação, calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da 
exploração. A alternativa está CORRETA. 
 
GABARITO: D 
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Exercícios Extras 
 
1. É admitida a depreciação de prédios ou construções não alugados ou que não estejam sendo 
utilizados pelo proprietário na produção de seus rendimentos. 
 
2. Não é admitida a depreciação de bens destinados à revenda. 
 
3. Somente será permitida a depreciação de bens móveis e imóveis intrinsecamente relacionados 
com a produção ou comercialização dos bens e serviços oferecidos pela empresa. 
 
4. Para a aplicação da amortização no imobilizado, devem ser observadas duas características 
básicas e cumulativas: prazo de duração limitado e existência de indenização. 
 
5. A amortização do ativo diferido (extinto pela MP no 449/08) representa registro de despesa com 
base no pressuposto de que a receita realizada correspondente também foi apropriada ao resultado. 
Não existindo receita correlacionada à despesa diferida, não há amortização. 
 
6. Ao passo que exaustão dos recursos florestais é referente à extração de frutos, a depreciação é 
referente à extração de madeira. 
 
7. Ao passo que os gastos para obtenção do direito de exploração de minas e jazidas estão sujeitos à 
exaustão, as despesas com prospecção e cubagem estão sujeitas à amortização. 
 
8. A exaustão não contempla jazidas minerais inesgotáveis ou de exaurimento indeterminado, como 
as de água mineral. 
 
9. Duplicata é um título formal de crédito com característica comercial, emitido em decorrência da 
compra e venda de mercadorias ou prestação de serviços. 
 
10. É adequado constituir a provisão para créditos de liquidação duvidosa em relação a créditos com 
garantia de recebimento ou de retomada do bem na hipótese de falta de pagamento. 
 
11. A Lei no 6.404/76 não admite o ajuste ao valor de mercado das participações no capital social de 
outras sociedades classificadas no ativo permanente. Neste caso, só é admitida a provisão para 
perdas prováveis, ou seja, perdas permanentes. 
 
12. A depreciação é calculada em função da vida útil dos bens do ativo não circulante imobilizado 
sujeitos a desgaste pelo uso. 
 
13. A depreciação representa um fundo criado pela empresa para possibilitar a aquisição de um bem 
de reposição. 
 
14. Em primeiro de outubro de 2001, a Ameriflores Ltda adquiriu um veículo usado por R$ 
23.000,00, pagando 60% à vista. O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 
27.000,00, há um ano e meio, e contabilizado com valor residual de R$ 12.000,00. A depreciação 
considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (5 anos). Em 31 de dezembro 
do mesmo ano, em relação ao referido veículo, pode-se afirmar que: 
(a) A conta Depreciação Acumulada desse veículo terá saldo de R$ 5.650,00 
(b) O valor contábil do veículo, no comprador, é e R$ 22.450,00 
(c) A operação de compra deu ao vendedor um lucro de R$ 4.100,00 
(d) A operação de compra deu ao vendedor uma perda de R$ 500,00 
(e) O valor contábil do veículo, no comprador, é de R$ 21.850,00 
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Resolução 
 
Empresa: Ameriflores Ltda. 
01/outubro/2001: Adquiriu um veículo usado por R$ 23.000,00, pagando 60% a vista. 
O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27.000,00, há um ano e meio, e 
contabilizado com valor residual de R$ 12.000,00. 
A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (cinco anos). 
 
Em 31 de dezembro do mesmo ano = ? 
 
I – Empresa Vendedora do Veículo: 
 
Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Veículo = 1/5 = 0,2 = 20% ao ano 
 
Valor de Aquisição do Veículo = 27.000 
 
Período Total = 1,5 anos 
 
Base de Cálculo = Valor de Aquisição – Valor Residual = 27.000 – 12.000 = 15.000 
 
Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período Total x Base de Cálculo ⇒ 
⇒ Depreciação Acumulada = 0,2 x 1,5 x 15.000 = 4.500 
 
Valor Contábil do Veículo = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ 
⇒ Valor Contábil do Veículo = 27.000 – 4.500 = 22.500 
 
Valor da Alienação do Veículo = 23.000 
 
Ganho de Capital = Valor da Alienação – Valor Contábil = 23.000 – 22.500 = 500 
 
II – Empresa Ameriflores Ltda (compradora do veículo): 
 
II.1 – Determinação da Taxa de Depreciação: 
 
 Metade da Vida Útil do Veiculo Novo = 5 anos/2 = 2,5 anos 
 
 Vida Útil Restante do Veículo = 5 anos – 1,5 anos = 3,5 anos 
 
Logo, a taxa de depreciação utilizada será a Vida Útil Restante do Veículo, visto que a vida 
útil restante é maior que a metade da vida útil do veículo. 
 
Taxa de Depreciação = 1/3,5 anos = 2/7 ao ano 
 
Entretanto, de acordo com a questão: A depreciação considera a previsão normal do 
fisco para a vida útil de veículos (cinco anos). Logo, a taxa de depreciação para o 
veículo comprado usado, conforme o enunciado, deve ser (a banca examinadora não 
considerou o fato de o veículo ter sido adquirido já com uma utilização de 1,5 anos): 
 
Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 0,2 ao ano 
 
 
 
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II.2 – Determinação da Depreciação Acumulada em 31/12/2001: 
 
 Período Total = de 01/10/2001 a 31/12/2001 = 3 meses = 3/12 anos = 0,25 anos 
 
Valor de Aquisição = 23.000 (como nada foi dito para o comprador, não há valor residual) 
 
Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 23.000 
 
Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período x Base de Cálculo ⇒ 
⇒ Depreciação Acumulada = 0,2 x 0,25 x 23.000 = 1.150 
 
II.3 – Determinação do Valor Contábil do Veículo em 31/12/2001: 
 
 Valor Contábil do Veículo = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ 
 ⇒⇒⇒⇒ Valor Contábil do Veículo = 23.000 – 1.150 = 21.850 
 
GABARITO: E 
 
15. Amortização é a importância correspondente à diminuição do valor dos bens do ativo, resultante 
do desgaste pelo uso, ação da natureza e obsolescência. 
 
16. Depreciação é a importância correspondente à diminuição do valor dos recursos naturais, 
minerais e florestais, resultante de sua exploração. 
 
17. Exaustão é a importância correspondente à recuperação do capital aplicado na aquisição de 
direitos, cuja existência ou exercício tenha duração limitada. 
 
18. A empresa Desmontando S/A vendeu o seu ativo permanente, à vista, por R$ 100.000,00. Dele 
constavam apenas uma mina de carvão e um trator usado. A mina teve custo original de R$ 
110.000,00 e o trator fora comprado por R$ 35.000,00, há exatos quatro anos. Quando da aquisição 
da mina, a capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para 
dez anos. Agora, já passados quatro anos, verificamos que forma extraídas, efetivamente, 20 
toneladas. O trator vendido tem sido depreciado pelo método linear, com vidaútil prevista em dez 
anos, com valor residual de 20%. Considerando que a contabilização estimada da amortização 
desses ativos tem sido feita normalmente, podemos afirmar que a alienação narrada acima deu 
origem, em termos líquidos, a ganhos de capital no valor de: 
 
(a) R$ 10.200,00 
(b) R$ 21.200,00 
(c) R$ 20.000,00 
(d) R$ 13.000,00 
(e) R$ 24.000,00 
 
Resolução 
 
Empresa: Desmontando S/A 
Venda do Ativo Permanente = R$ 100.000,00 (Mina de carvão e um trator usado) 
Mina (custo original) = R$ 110.000,00 
Trator = R$ 35.000,00 (comprados há exatos quatro anos) 
 
Aquisição da mina: Capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração 
prevista para dez anos. 
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Agora, já passados quatro anos, verificamos que foram extraídas, efetivamente, 20 toneladas. 
Trator vendido tem sido depreciado pelo método linear com vida útil prevista em dez anos, com 
valor residual de 20% 
 
A alienação narrada acima deu origem, em termos líquidos, a ganhos de capital = ? 
 
I – Cálculo do Valor Contábil da Mina na Data da Alienação: 
 
Para o cálculo da taxa de exaustão da mina em questão, deve ser observado o fato que a 
contabilização da exaustão estimada foi realizada durante todo o período, ou seja, a 
informação de que, após quatro anos, foram extraídas 20 toneladas de minério não deve ser 
considerada no cálculo da exaustão, pois, até então, esta informação era desconhecida. Logo, 
a exaustão utilizada desde a aquisição da mina foi a estimada. 
 
Taxa de Exaustão da Mina = 1/Período de Extração = 1/10 anos. ⇒ 
 ⇒ Taxa de Exaustão da Mina = 0,1 = 10% ao ano 
 
 Período Total = 4 anos 
 
Exaustão Acum. do Período = Taxa de Exaustão x Per. Total x Custo de Aquis. da Mina ⇒ 
⇒ Exaustão Acumulada do Período = 0,1 x 4 x 110.000 = 44.000 
 
Valor Contábil da Mina = Valor de Aquisição – Exaustão Acumulada do Período ⇒ 
⇒ Valor Contábil da Mina = 110.000 – 44.000 = 66.000 
 
II – Cálculo do Valor Contábil do Trator na Data da Alienação: 
 
 Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Trator = 1/10 = 0,1 = 10% ao ano 
 
 Período Total = 4 anos 
 
 Base de Cálculo = Valor de Aquisição do Trator – Valor Residual ⇒ 
 ⇒ Base de Cálculo = 35.000 – 20% x 35.000 = 0,8 x 35.000 = 28.000 
 
 Depreciação Acumulada do Período = Taxa de Deprec. x Per. Total x Base de Cálculo ⇒ 
 ⇒ Depreciação Acumulada do Período = 0,1 x 4 x 28.000 = 11.200 
 
 Valor Contábil do Trator = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada do Período ⇒ 
 ⇒ Valor Contábil do Trator = 35.000 – 11.200 = 23.800 
 
III – Cálculo do Ganho de Capital na Alienação: 
 
 Ganho de Capital = Valor da Venda – Valor Contábil da Mina – Valor Contábil do Trator ⇒ 
 ⇒ Ganho de Capital = 100.000 – 66.000 – 23.800 = 10.200 
 
GABARITO: A 
 
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19. A empresa Zucata S/A, que negocia máquinas usadas, em 30 de abril, promoveu uma venda dos 
seguintes itens: 
- um trator de seu estoque de vendas, vendido por R$ 350.000,00 
- um jeep de seu imobilizado, vendido por R$ 25.000,00 
- um imóvel de sua propriedade, vendido por R$ 70.000,00 
 
A operação de venda não sofrerá nenhum gravame fiscal, a não ser de imposto de renda sobre 
eventuais lucros ao fim do ano e que serão calculados naquela ocasião. 
 
Os dados para custeamento da transação foram os seguintes: 
- o trator foi adquirido por R$ 28.000,00, tem vida útil de 10 anos e já estava na 
empresa há dois anos e meio; 
- o jeep foi adquirido por R$ 20.000,00, tem vida útil 8 anos e já estava na empresa há 
dois anos; 
- o imóvel foi adquirido por R$ 80.000,00, tem uma edificação equivalente a 40% do 
seu valor, com vida útil estimada em 25 anos e já estava na empresa há dez anos. 
 
Considerando essas informações, podemos afirmar que, na operação de venda, a Zucata alcançou 
um lucro global de: 
 
(a) R$ 26.200,00 
(b) R$ 26.000,00 
(c) R$ 21.000,00 
(d) R$ 19.800,00 
(e) R$ 14.000,00 
 
Resolução 
 
I – Venda do Trator: como pertencia ao estoque de vendas, o lucro na venda (na ausência de 
tributação) corresponde à Receita de Vendas subtraída do Custo da Mercadoria Vendida (valor de 
aquisição): 
 
Lucro na Venda do Trator = 35.000 – 28.000 = 7.000 
 
II – Venda do Jeep: pertencente ao Ativo Imobilizado 
 
Valor de Aquisição do Jeep = 20.000 
 
Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/8 anos = 0,125 ao ano 
 
Depreciação Acumulada = Valor de Aquisição x Período x Taxa de Dep. ⇒ 
⇒ Depreciação Acumulada = 20.000 x 2 x 0,125 = 5.000 
 
Valor Contábil do Jeep = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ 
⇒ Valor Contábil do Jeep = 20.000 – 5.000 = 15.000 
Lucro na Alienação do Jeep = Valor de Venda – Valor Contábil ⇒ 
⇒ Lucro na Alienação do Jeep = 25.000 – 15.000 = 10.000 
 
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III – Venda do Imóvel: a depreciação ocorre somente sobre a edificação. 
 
Edificação = 40% x Valor de Aquisição = 40% x 80.000 = 32.000 
 
Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/25 anos = 0,04 ao ano 
 
Depreciação Acumulada = Valor de Aquisição x Período x Taxa de Dep. ⇒ 
⇒ Depreciação Acumulada = 32.000 x 10 anos x 0,04 = 12.800 
 
Valor Contábil do Imóvel = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ 
⇒ Valor Contábil do Imóvel = 80.000 – 12.800 = 67.200 
 
Lucro na Alienação do Imóvel = Valor de Venda – Valor Contábil ⇒ 
⇒ Lucro na Alienação do Imóvel = 70.000 – 67.200 = 2.800 
 
IV – Cálculo do Lucro Global: 
 
Lucro na Venda do Trator 7.000 
Lucro na Alienação do Jeep 10.000 
Lucro na Alienação do Imóvel 2.800 
Lucro Global 19.800 
 
GABARITO: D 
 
20. A Cia. Poços & Minas possui uma máquina própria de sua atividade operacional, adquirida por 
R$ 30.000,00, com vida útil estimada de 5 anos e depreciação baseada na soma dos dígitos dos anos 
em contas crescentes. A mesma empresa possui também uma mina custeada em R$ 60.000,00, com 
capacidade estimada de 200 mil kg, exaurida com base no ritmo de exploração anual de 25 mil kg 
de minério. O usufruto dos dois itens citados teve início na mesma data. As contas jamais sofreram 
correção monetária. Analisando tais informações, podemos concluir que, ao fim do terceiro ano, 
essa empresa terá no Balanço Patrimonial, em relação aos bens referidos, o valor contábil de: 
 
(a) R$ 34.500,00 
(b) R$ 40.500,00 
(c) R$ 49.500,00 
(d) R$ 55.500,00 
(e) R$ 57.500,00 
 
Resolução 
 
 Cia Poços & Minas 
 
1. Máquina = R$ 30.000,00 (vida útil = 5 anos; Método de Cole – Soma dos Dígitos 
Crescentes) 
 
 2. Mina = R$ 60.000,00 (capacidade = 200 mil kg; exploração anual = 25 mil kg). 
 
 
 
 
 
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I – Cálculo do Valor Contábil da Máquina: 
 
 Depreciação Acumulada – Máquina: Método de Cole - Crescente 
Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 = 15 
Ano 1 = 1/15 anos x 30.000 = 2.000 
Ano 2 = 2/15 anos x 30.000 = 4.000 
Ano 3 = 3/15 anos x 30.000 = 6.000 
 Depreciação Acumulada – Máquina = 12.000 
 
 Valor Contábil = Custo de Aquisição – Dep. Acum. = 30.000 – 12.000 = 18.000 
 
 II – Cálculo do Valor Contábil da Mina: 
 
 Exaustão Acumulada = 25 mil kg/200 mil kg x 3 anos x 60.000 = 22.500 
 
 Valor Contábil = Custo de Aquisição – Dep. Acum. = 60.000 – 22.500 = 37.500 
 
 Valor Contábil Total = 18.000 + 37.500 = 55.500 
 
GABARITO: D 
 
21. A empresa industrial Ações & Móveis adquiriu uma máquina por R$ 12.000,00, instalando-a 
para funcionar a partir de 01/08/1998. Tal máquina tem vida útil prevista para produzir 240.000 
peças. A capacidade produtiva da empresa Ações & Móveis é de 30.000peças anuais. Tendo 
funcionado estritamente dentro do planejado nos anos 1998, 1999 a 2000, e contabilizado 1,2 de 
depreciação acelerada no ano de 1999, podemos dizer que: 
 
(a) a depreciação acumulada até o final de 1999 foi de R$ 2.425,00 
(b) a depreciação acumulada no balanço de 2000 foi de R$ 3.300,00 
(c) o encargo de depreciação em 1999 foi de R$ 1.500,00 
(d) para vender essa máquina em 30 de junho de 2001, ganhando R$ 1.000,00, o preço deveria 
ser de R$ 6.100,00 
(e) o valor depreciável da máquina em 31/12/2001 será de R$ 6.900,00 
 
22. Certa empresa adquiriu uma máquina industrial por R$ 4.000,00, financiada em 60 meses e 
depreciável em 5 anos, com valor residual atribuído de R$ 1.000,00. Após três anos completos de 
uso, a máquina foi vendida por R$ 2.200,00 à vista. Sabendo-se que a depreciação dessa máquina 
era feita pelo método de Cole, em forma decrescente, sem a imputação de nenhuma correção 
monetária, ao examinar o assunto, chegaremos à conclusão de: 
 
(a) o encargo de depreciação no segundo exercício foi de R$ 800,00 
(b) a depreciação acumulada ao final do segundo exercício foi de R$ 1.200,00 
(c) a depreciação acumulada ao final do terceiro exercício foi de R$ 1.800,00 
(d) o valor contábil da máquina por ocasião da venda era de R$ 2.200,00 
(e) a operação de venda da máquina rendeu um lucro de R$ 1.200,00 
 
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23. A Sapataria Pollíssola, no fim do exercício, inventariou seu estoque de mercadorias para fins de 
balanço, tendo apurado a seguinte situação a preço de custo e de mercado: 
 
Descrição Quantidade Preço/Custo Preço/Mercado 
Sapato Polar 100 pares R$ 45,00/par R$ 40,00/par 
Sandália Pescador 200 pares R$ 22,00/par R$ 25,00/par 
Solado Borracha 6 dúzias R$ 11,00/un R$ 12,00/un 
Fivela Metálica 1 grosa (*) R$ 2,50/un R$ 2,00/un 
(*) 1 Grosa = 12 dúzias = 144 pares 
 
Para obedecer aos critérios de avaliação patrimonial e tendo em vista o Princípio Contábil da 
Prudência, a Sapataria deve adotar uma das opções abaixo. Assinale-a: 
 
(a) Não deve fazer provisões, pois o preço de mercado está maior que o de custo. 
(b) Deve fazer uma provisão de R$ 100,00, que é a diferença entre o preço de custo e de 
mercado. 
(c) Deve dar baixa no estoque de sapatos e de fivelas, pela diferença a maior no preço de custo. 
(d) Deve fazer uma provisão no valor de R$ 672,00 para ajustar o preço de custo ao mercado. 
(e) Deve fazer uma provisão no valor de R$ 572,00 para ajustar o preço de custo ao mercado. 
 
24. A empresa J4M2 Ltda apresentou R$ 90.000,00 de saldo da conta “Duplicatas a Receber”, em 
31/12/2006. O AFRF Simões, em procedimento de fiscalização na referida empresa, desconfiou que 
o saldo da conta “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” estava incorreto, e, por essa 
razão, resolveu apurar a composição deste saldo, conforme descrito abaixo: 
 
• Créditos habilitados em falência = R$ 12.000,00 (50% deve ser constituído com Provisão 
para Créditos de Liquidação Duvidosa) 
• Créditos habilitados em liquidação judicial com proposta de liquidação de 60% = R$ 
6.000,00 
• Créditos sem garantia = R$ 35.000,00 
• Créditos com garantia por aval = R$ 27.000,00 
• Créditos com garantias reais = R$ 10.000,00 
 
Sabendo-se que a empresa tem o costume de constituir a provisão para créditos de liquidação 
duvidosa pelo critério das perdas prováveis, utilizando-se nos créditos normais o percentual de 4%, 
pode-se afirmar que o máximo valor da provisão a ser constituída em 31/12/2006 é de: 
 
(a) R$ 9.800,00 
(b) R$ 11.280,00 
(c) R$ 3.200,00 
(d) R$ 12.080,00 
(e) R$ 10.880,00 
 
Resolução 
 
Créditos Normais = 4% x (Créditos com Garantia por Aval + Créditos sem Garantia) 
Créditos Normais = 4% x (35.000 + 27.000) = 4% x 62.000 = 2.480 
 
Créditos Habilitados em Falência = 50% x 12.000 = 6.000 
 
Créditos Habilitados em Recuperação Judicial = (100% - 60%) x 6.000 = 2.400 
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36
 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 2.480 + 6.000 + 2.400 = 10.880 
 
�ota: 
Direito de Garantia: a obrigação de pagar a dívida fica garantida por um bem imóvel (garantia 
real); um bem móvel (garantia real); um título de crédito (garantia real) ou uma assinatura de 
terceiro (garantia pessoal ou garantia por aval). São garantias reais a hipoteca, o penhor, a 
caução e a alienação fiduciária. Ou seja, garantia por aval não é garantia real. 
 
GABARITO: E 
 
25. A Industrial França S/A apresentava, na época do encerramento do exercício social, o seguinte 
inventário de matérias-primas: 
 
Matéria-Prima Quantidade 
(unidades) 
Custo Unitário 
(Aquisição) 
Custo Unitário 
(Mercado) 
M1 2.500 8 9 
M2 1.800 10 7 
M3 2.100 6 8 
M4 900 20 16 
 
Desta forma, a empresa deverá constituir uma provisão para ajuste de estoque ao valor de mercado 
no valor de: 
 
(a) R$ 9.000,00 
(b) R$ 8.000,00 
(c) R$ 7.000,00 
(d) R$ 6.000,00 
(e) R$ 5.000,00 
 
26. A contrapartida das contas de Provisões são contas do Ativo. 
 
27. A contrapartida das contas de Provisões são contas do Passivo. 
 
28. A contrapartida das contas de Provisões são contas de Receita. 
 
29. A contrapartida das contas de Provisões são contas de Despesa. 
 
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30. O Balancete de Verificação Final, em 31/12/98, da Indústria de Tecidos Estrela do Sul S/A, 
apresentou, entre outros, os seguintes dados: 
 
Contas Saldo (R$) 
Tear Howa 87.000 
Depreciação Acumulada 50.025 
 
Considerando-se que, desde o mês de sua entrada em funcionamento, o referido tear só foi utilizado 
em 1 (um) turno diário de 8 (oito) horas e que, na contabilidade, os encargos de depreciação 
pertinentes sempre foram registrados pela taxa anual de 10%, o período restante de depreciação, 
mantidas a mesma taxa e a continuidade na contabilização dos encargos, era, naquela data, de: 
 
(a) 4 anos e 9 meses 
(b) 4 anos e 3 meses 
(c) 4 anos e 1 mês 
(d) 5 anos e 3 meses 
(e) 575 dias 
 
Resolução 
 
Tempo Total de Depreciação = 1/10% = 10 anos 
 
Falta Depreciar = 87.000 – 50.025 = 36.975 
 
87.000 ----- 10 anos 
 36.975 ----- Período Restante 
 
Período Restante = 36.975 x 10/87.000 = 4,25 anos = 4 anos e 3 meses 
 
GABARITO: B 
 
31. (ICMS-MG-2005-ESAF) A mina Etereal, após a aquisição e instalação, custara R$ 300.000,00 
aos cofres da nossa empresa, mas tinha capacidade estimada em 500 mil metros cúbicos de minério 
e foi instalada com capacidade de exploração em 8 anos, mantendo-se o residual de proteção de 
20% da capacidade produtiva. Ao fim do 5º ano de exploração bem-sucedida, a mina foi alienada 
por R$ 200.000,00, com quitação em vinte duplicatas mensais. Analisando essas informações, 
assinale abaixo a única assertiva que não é verdadeira. 
 
(a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. 
(b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. 
(c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. 
(d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. 
(e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. 
 
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Resolução 
 
Mina Etereal 
Custo de aquisição: R$ 300.000,00 
Capacidade estimada (possança) = 500 mil metros cúbicos de minério 
Capacidade de exploração = 8 anos 
Residual de proteção = 20% da capacidade produtiva. 
Fim do 5º ano de exploração bem-sucedida: a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitação 
em vinte duplicatas mensais. 
 
I – Cálculo das Taxa de Exaustão: 
 
 Residual de Proteção = 20% x CapacidadeEstimada = 20% x 500.000 m3 = 100.000 m3 
 
 Exploração Anual = (Capacidade Estimada – Residual de Proteção)/Cap. de Explor. ⇒ 
 ⇒ Exploração Anual = (500.000 – 100.000)/8 = 50.000 m3 de minério 
 
Taxa de Exaustão 1 = Exploração Anual/Capacidade Estimada = 50.000/500.000 = 0,1 ⇒ 
⇒ Taxa de Exaustão = 10% do custo total por ano 
 
Entretanto, também é possível o cálculo da taxa de exaustão utilizando somente a sua 
capacidade de exploração (vida útil da mina). Neste caso, a taxa de exaustão seria; 
 
Taxa de Exaustão 2 = 1/8 anos = 0,125 = 12,5% ao ano 
 
(a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. – A alternativa é VERDADEIRA. 
 
(b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. – A alternativa é 
VERDADEIRA. 
 
(c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. – A alternativa é VERDADEIRA. 
 
II – Cálculo da exaustão acumulada na data da alienação: 
 
 Período de exploração até a alienação = 5 anos 
 
 Exaustão Acumulada = Taxa de Exaustão x Período x Custo de Aquisição da Mina ⇒ 
 ⇒ Exaustão Acumulada = 10% x 5 x Custo de Aquisição da Mina ⇒ 
 ⇒ Exaustão Acumulada = 50% x Custo de Aquisição da Mina ⇒ 
 ⇒ Exaustão Acumulada = 50% x 300.000 = 150.000 
 
(d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. – A alternativa é 
VERDADEIRA. 
 
III – Cálculo do valor contábil da mina na alienação: 
 
 Valor Contábil da Mina = Custo de Aquisição – Exaustão Acumulada ⇒ 
 ⇒ Valor Contábil da Mina = 300.000 – 150.000 = 150.000 
 
(e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. – A alternativa é FALSA. 
GABARITO: E 
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32. Quando o valor residual de um ativo for igual ou superior ao valor contábil do ativo, o encargo 
de depreciação, amortização ou exaustão é zero até que o seu valor residual subseqüente diminua 
para uma quantia abaixo do valor contábil do ativo. 
 
33. A depreciação, amortização ou exaustão de um ativo começa quando o item está em condições 
de operar na forma pretendida pela administração. 
 
34. A depreciação, amortização ou exaustão de um ativo cessa quando o ativo é baixado ou 
transferido do imobilizado. 
 
35. A depreciação, amortização ou exaustão não cessa quando o ativo torna-se obsoleto ou é 
retirado temporariamente de operação a não ser que o ativo esteja totalmente depreciado, 
amortizado ou exaurido, sendo neste caso, reconhecida no resultado. 
 
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GABARITO – Exercícios Extras 
 
1 – E 
2 – C 
3 – C 
4 – E 
5 – C 
6 – E 
7 – C 
8 – C 
9 – C 
10 – E 
11 – C 
12 – C 
13 – E 
14 – E 
15 – E 
16 – E 
17 – E 
18 – A 
19 – D 
20 – D 
21 – A 
22 – A 
23 – E 
24 – E 
25 – A 
26 – E 
27 – E 
28 – E 
29 – C 
30 – B 
31 – E 
32 – C 
33 – C 
34 – C 
35 – C

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