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1
GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO
- 2019 -
Ritual de Mestre
RITO ADONHIRAMITA
2
3
Caráter de Autenticidade
O presente Ritual de Mestre para o Rito Adonhiramita 
fi ca aprovado e adotado, de acordo com o Decreto 
nº 451.2015/2021, do Grande Oriente de São Paulo.
Secretaria da Guarda dos Selos
Secretaria de Orientação RitualísticaSecretaria de Orientação Ritualística
Secretaria da Guarda dos Selos
4
Kamel Aref Saab
Sereníssimo Grão-Mestre
Israel Mendes Biscaia
Grande Secretário de Administração
João Teixeira Varandas
Grande Secretário da Guarda dos Selos
Alexandre Hussni
Grande Secretário de Orientação Ritualística
Fernando Marietto Magalhães
Grande Secretário Adjunto de Orientação Ritualística
para o Rito Adonhiramita
Rodrigo Alba Folegatti
Urbano Esteves Junior
Colaboradores
5
O presente exemplar fica sob a responsabilidade de uso e guar-
da do Amado Irmão _________________________________,
CIMP_______________,Iniciado em _____/______/________. 
_______ de _______ de 20_____.
Período da Administração: 20_____ / 20_____
______________________________
Venerável Mestre
______________________________
Secretário
Selo
ou timbre
da Loja
6
7
ÍNDICE 
princípios gerais da maçonaria ..................................11
postulados universais da maçonaria .........................12
i - introdução............................................................15
 1.1. interpretação deste ritual ..........................15
 1.2. disposição e decoração do templo ................22
 1.3. processo de exaltação ..................................24
 1.4. cobridor do grau .........................................25
 1.5. telhament∴ ..................................................29
 1.6. ingresso após o início dos trab∴ .................30
 1.7. protocolo de recepção .................................32
 1.8. tratamento de dignatários ...........................32
 1.9. títulos, traje e joias....................................33
a - sessão ordinária ..................................................41
ii - preliminares ........................................................41
 2.1. material para sessão ordinária ....................41
 2.2. preparação da loj∴ ......................................42
 2.3. providências do m∴ de ccer∴ .......................43
iii - ritual .................................................................43
 3.1. ingresso no templo ......................................43
 3.2. início dos trabalhos ....................................45
 3.3. cerimônia da incensação ..............................46
 3.4. cerimonial do fogo ......................................47
 3.5. interrogatório ............................................49
 3.6. abertura da loj∴ .........................................52
 3.7. formação do pál∴ ........................................53
 3.8. abertura do l∴ da l∴ ...................................53
 3.9. balaústre .....................................................55
 3.10. expediente ..................................................56
 3.11. sac∴ de pprop∴ e iinf∴ ...............................56
 3.12. ordem do dia ..............................................58
 3.13. ingresso de visitantes ................................58
 3.14. recepção de aaut∴ e portadores de títulos 
 e recompensas.....................................................59
 3.15. recepção do pav∴ nacion∴ .........................60
8
 3.16. escrut∴ secret∴ ........................................60
 3.17. quart∴ de hor∴ de instrução ....................62
 3.18. palav∴ análoga à instrução .......................62
 3.19. tr∴ de solid∴ ............................................63
 3.20. pal∴ a bem da ord∴ em ger∴ 
 e do quadr∴ em partic∴ ......................................64
 3.21. saudação e retirada do pav∴ nac∴ .............65
 3.22. saída das aautorid∴, pportad∴ 
 de ttit e rrecomp∴ e vvisit∴ ..............................65
 3.23. interrogatório ...........................................66
 3.24. fechamento do l∴ da l∴ .............................68
 3.25. encerramento da loj∴ ................................70
 3.26. adorm∴ do fogo .........................................70
 3.27. encerramento dos ttrab∴ ..........................71
 3.28. saída do templ∴ .........................................71
 3.29. cad∴ de un∴ ...............................................72
 3.30. adorm∴ da ch∴ sagr∴ ................................73
b - sessão magna de exalt∴ ........................................76
iv - preliminares ........................................................76
 4.1. preparativos iniciais ....................................76
 4.2 material necessário para a exalt∴ ................76
 4.3. preparação do candidato ..............................78
 4.4. preparação da loj∴ ......................................81
 4.5. revigoramento da chama sagr∴ ....................81
 4.6. providências do m∴ de ccer∴ .......................82
v - ritual ...................................................................83
 5.1. ingresso no templo ......................................83
 5.2. início dos trabalhos ....................................85
 5.3. cerimônia da incensação ..............................85
 5.4. cerimonial do fogo ......................................86
 5.5. interrogatório ............................................88
 5.6. convite para abertura da loj∴ .....................91
 5.7. formação do pál∴ ........................................92
 5.8. abertura do l∴ da l∴ ...................................92
 5.9. expediente ...................................................94
 5.10. ordem do dia ..............................................94
9
 5.11. recepção de aautorid∴ e pport∴ de ttít∴ 
 e recompensas.....................................................95
 5.12. recepção do pav∴ nacion∴ .........................96
 5.13. recepção do candidato ...............................97
 5.14. viagens do grau..........................................101
a - primeira viagem ....................................................102
b - segunda viagem .....................................................103
c - terceira viagem ....................................................104
 5.15. subida dos degraus do templo ....................106
 5.16. juramento ..................................................114
 5.17. consagração ...............................................115
 5.18. revestimento do(s) (m)mestr∴ ....................116
 5.19. proclamação ...............................................120
 5.20. tr∴ de solidar∴ .........................................121
 5.21. pal∴ análoga ao ato ...................................122
 5.22. saudação ao pav∴ nacion∴ .........................123
 5.23. saída de aautor∴ e vvisit∴ ........................125
 5.24. interrogatório ...........................................126
 5.25. fechamento do l∴ da l∴ .............................128
 5.26. encerramento da loj∴ ................................130
 5.27. adorm∴ do fogo .........................................130
 5.28. encerramento dos ttrab∴ ..........................131
 5.29. saída do templ∴ .........................................132
 5.30. adorm∴ da ch∴ sagr∴ ................................132
c - transformação dos trabalhos ..............................133
 6.1. de mestr∴ para comp∴..................................133
 6.2. de comp∴ para mestr∴..................................135
 6.3. de mestr∴ para apr∴ ....................................138
 6.4. de apr∴ para mestr∴ ....................................140
d - notas ....................................................................142
ÍNDICE DE FIGURAS
painel alegórico - mestre maçom ...............................13
câmara do meio ..........................................................17
10
painel do grau de mestr∴ maçom ...............................19
planta do templo .......................................................22
marchado grau .........................................................28
joias da administração ..............................................53
o mestr∴ maç∴ adonhiramita ....................................75
11
PRINCÍPIOS GERAIS DA MAÇONARIA
A Maçonaria é uma Instituição essencialmente iniciática, fi-
losófica, filantrópica, progressista e evolucionista, cujos fins su-
premos são: a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade. Além 
de buscar atingir estes fins, a Maçonaria: 
I. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria;
II. pugna pelo aperfeiçoamento moral intelectual e social da 
humanidade, por meio do cumprimento inflexível do de-
ver, da prática desinteressada da benevolência e da inves-
tigação constante da verdade; 
III. proclama que os homens são livres e iguais em direitos e 
que a tolerância constitui o princípio cardeal nas relações 
humanas, para que sejam respeitadas as convicções e a 
dignidade de cada um; 
IV. defende a plena liberdade de expressão do pensamento, 
como direito fundamental do ser humano, observada a 
correlata responsabilidade; 
V. reconhece o trabalho como dever social e direito inalienável;
VI. considera Irmãos todos os Maçons, quaisquer que sejam 
suas raças, nacionalidades, convicções ou crenças;
VII. sustenta que os Maçons têm os seguintes deveres essen-
ciais: amor à família, fidelidade e devotamento à Pátria e 
obediência à Lei; 
VIII. determina que os Maçons estendam e liberalizem os laços fra-
ternais que os unem a todos os homens esparsos pela terra; 
IX. recomenda a divulgação de sua doutrina pelo exemplo e 
pela palavra, e combate, terminantemente, o recurso à for-
ça e à violência para a consecução de quaisquer objetivos; 
X. adota sinais e emblemas de elevada significação simbólica;
XI. defende que nenhum Maçom seja obrigado a fazer ou dei-
xar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; 
XII. condena a exploração do homem, os privilégios e as re-
galias, enaltecendo, porém, o mérito da inteligência e da 
virtude, bem como o valor demonstrado na prestação de 
serviços à Ordem, à Pátria e a Humanidade;
XIII. afirma que os sectarismos político, religioso e racial são 
incompatíveis com a universalidade do espírito maçônico;
XIV. combate a ignorância, a superstição e a tirania.
 
12
POSTULADOS UNIVERSAIS DA MAÇONARIA
I. A existência de um princípio criador: O Grande Arquiteto 
do Universo; 
II. o sigilo; 
III. o simbolismo da Maçonaria Universal;
IV. a divisão da Maçonaria Simbólica em três graus;
V. a Lenda do Terceiro Grau e a sua incorporação aos Rituais;
VI. a exclusiva iniciação dos homens;
VII. a proibição de discussão ou controvérsia sobre matéria 
político-partidária, religiosa e racial, dentro dos templos e 
fora deles, em seu nome;
VIII. a manutenção das Três Grandes Luzes da Maçonaria: o 
Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso, sempre à vista, 
em todas as sessões das Lojas;
IX. o uso do avental nas sessões.
13
PAINEL ALEGÓRICO - MESTRE MAÇOM
14
15
I - Introdução
1.1. Interpretação deste Ritual
Os três Graus Simbólicos constituem o caminho que o Iniciado 
percorre em busca da Perfeição, superando as suas limitações e 
debilidades profanas. Por isso, em todas as épocas o mestrado 
tem sido a recompensa do esforço na compreensão das ciências 
e das virtudes, somente devendo ser conferido aos MMaç∴ do 
mais elevado mérito.
Assim, o grau de Mestr∴ Maç∴ é consagrado, no Plano 
Mental, em função da firmeza de caráter e da Moral daqueles que 
não transigem no cumprimento do dever e se sacrificam para 
o bem da Humanidade. No Plano Astral, é o grau um emblema 
da imortalidade, devendo o Mestr preparar-se para traçar os 
planos que guiarão os AApr∴ e CComp∴, ao mesmo tempo 
em que lhes servirá de guia, padrão ou líder, constituindo-se 
em exemplo vivo da realização do método maçônico, da auto 
superação e da maturidade.
O íntimo convívio do Mestr∴ com a V∴ L∴, torna-o detentor 
dos mais profundos conhecimentos, os quais, no Plano Espiritual, 
pelos seus significados transcendentais, lhe permitirão pairar 
acima das paixões e dos preconceitos, do erro e da ignorância, 
do medo e da hipocrisia que cegam o homem profano.
Destarte, o Mestr∴, quando em Loj∴ de seu grau, está apto à 
discussão de todos os problemas, magnos ou pequenos, sempre 
perseguindo e visando o bem geral da Ordem, do Quadro em 
particular, dos IIr∴, em especial e, assim também, do estado 
em que a Providência houve por bem colocá-lo, simbolizando a 
harmonia universal e cósmica que daí, por certo, advirá.
Desta forma, compreenda-se que é somente na Loj∴ de 
Mestr∴ que podem e devem ser discutidos todos e quaisquer 
problemas permitidos pelas Leis que regem a Sublime Ordem.
Prosseguindo a tarefa da construção simbólica do Templo de 
Salomão, o mestrado do Rito Adonhiramita apoia-se em uma 
concepção litúrgica considerada provinda da antiga Ordem dos 
Templários, fundada em 1118, em Jerusalém, e estruturada 
segundo os estatutos concebidos por Bernard de Clairvaux - 
São Bernardo, fundador da Ordem Cirtecense.
16
Esta organização doutrinária, apresentada nos documentos 
históricos do Rito, vai balizar todo o esforço do Iniciado, sendo 
o emblema da perfeição dos trabalhos efetuados em honra do 
Supremo Árbitro dos Mundos. Assim, o Mestr∴ é o Iniciado que 
atingiu o Conhecimento e, tornado um ser superior, alcançou 
um estado elevado de espiritualidade acima do homem comum. 
Sendo livre e de bons costumes, sabe o que quer e para aonde 
vai, devendo discutir e procurar solucionar, maçonicamente, 
todos e quaisquer problemas.
17
CÂMARA DO MEIO
Conhecedor do valor iniciático dos trabalhos, o Mestr∴ 
deve orientá-los com todo rigor ritualístico, sabendo que os 
procedimentos afins devem ser seguidos, de acordo com cada 
tipo de sessão, conforme constante nos rituais. O Mestr∴ 
sabe que as sessões administrativas ou outras, exigidas pelas 
circunstâncias, podem ser realizadas sem formalidades litúrgicas 
regulares.
Contudo, em qualquer uma delas, deverão: estar sempre 
presentes o L∴ da L∴, o Comp∴ e o Esq∴; ser assinado o 
Livro de Presenças; circulado o Tr∴ de Solidar∴ e registrado 
em Bal∴ no livro próprio, o que se houver discutido, deliberado 
e aprovado ou não, na forma do costume.
Este Ritual, no que se refere às Sessões Ordinárias ou 
Magnas de Exalt, deve ser, rigorosamente, executado tal como 
nele está disposto. Desta forma, nos trabalhos litúrgicos, em 
qualquer sessão, é proibida a inclusão de cerimônias, palavras, 
expressões ou atos que aqui não constem. A transgressão 
destas orientações configura um ilícito penal maçônico severo 
e, desta maneira, será tratado.
18
19
PAINEL DO GRAU DE MESTR∴ MAÇOM
20
1.2. Disposição e Decoração do Templo
A Loj∴ de Mestr∴ chama-se Câm∴ do Meio e o Templo 
será todo decorado na cor preta. As paredes são também 
pretas, semeadas, de espaço a espaço, por lágrimas prateadas, 
agrupadas por 3, 5 e 7, e por tíbias cruzadas, encimadas por 
uma caveira humana. As cortinas e toalhas dos AAlt∴ são todas 
na cor preta, com lágrimas e orlas prateadas.
São mantidas todas as demais disposições dos graus 
anteriores, no tocante às dimensões, aos materiais e aos 
ornamentos da Loj∴. 
Em todas as sessões, no lado do Oriente (ao E∴) do Pav∴ 
Mos∴, será colocado o Painel do Grau, que terá sua frente 
voltada para o O∴ do Pav∴, no momento ritualístico adequado.
A Loj∴, não recebendo luz do exterior, será iluminada por 
nove luzes (velas de cera pura), além da instalação elétrica 
convencional, sendo três em cada um dos AAlt∴ do Respeitab∴ 
Mestr∴, do 1º Vig∴ e do 2º Vig∴, instaladas em Candelabros 
de Três Luzes. 
No Oriente do Templo, no Alt∴ dos JJuram∴, estarão o L∴ 
da L∴, o Comp∴ e o Esq∴. Ao ser aberto o L∴ da L∴, os dois 
ramos do Comp∴ deverão ficar sobre o Esq∴.
O teto da Loj∴ permanece simbolizando uma abóboda 
azulada, representando o céu do hemisfério N∴, com os 
mesmos astros dos graus anteriores, obviamente, sem escala 
real. Nas Sessões Magnas de Exalt∴,uma lâmpada antiga, de 
luz tênue (Lâmpada Mística), penderá do centro do teto sobre a 
representação que ali se fará.
Em todas as sessões da Loj∴, o Pav∴ Nacion∴ estará, 
obrigatoriamente, no fundo do Oriente, ao lado direito do 
Respeitab∴ Mestr∴, no mesmo nível da sua plataforma, ficando 
a bandeira do Grande Oriente de São Paulo e o Estandarte da 
Loj ficarão à esquerda do Respeitab∴ Mestr∴, simetricamente 
em relação ao Pav∴ Nacion, ou seja, no lado do Orad.
Os OOfic∴ ocupam seus lugares usuais, conforme ilustrado 
na Planta do Templo; os demais MMestr∴ tomam assento em 
qualquer lugar do Ocidente.
O Átrio poderá ser adornado com Painéis Alegóricos ou 
ilustrações relativas aos três graus, conforme adiante se 
21
exemplifica para o Gr∴ 3, e com outras obras de arte (retratos, 
gravuras, pinturas ou esculturas, etc.) daqueles que tenham 
merecido esta honra, maçons ou não.
No centro do Pav∴ Mos∴, nas Sessões Magnas de Exalt∴, 
antes da Recepção do Candidato, far-se-á uma representação 
da Tumba de Adonhiram, que será coberta por um pano preto e, 
por sobre este, um ramo de acácia. Além disso, exclusivamente 
nestas sessões, os MMalh trarão um laço de tecido preto no 
cabo.
No desenho apresentado a seguir, que esquematiza a 
Planta Geral do Templo, pode ser verificada, em linhas gerais, 
a disposição descrita. Nele se encontram assinalados todos os 
cargos usuais do Rito Adonhiramita e, também, a “Circulação 
Infinita” do grau que será livre, nas Sessões Ordinárias, e 
sinistrógira, em parte das Magnas de Exalt∴, como no Gr∴ 2. 
Na figura, não estão desenhadas a Sal∴ dos PPas∴ PPerd∴ e a 
Câm∴ das RReflex∴, sendo que esta última dependência só será 
utilizada pelo Ir∴ Terr∴ para a preparação do(s) Candidato(s).
22
PLANTA DO TEMPLO
23
LEGENDA DA PLANTA DO TEMPLO
1 - Respeitab∴ Mestr∴
2 - 1º Vig∴
3 - 2º Vig
4 - Orad∴
5 - Secr∴
6 - Grão-Mestre
7 - Grão-Mestre Adjunto 
8 - AAutorid∴ MMaç∴ 
 (NE) e MM∴ IInst∴ (SE)
9 - Port∴ Band∴
10 - Port∴ Estand∴
11 - Tes∴
12 - Chanc∴ 
13 - Hosp∴
14 - M∴ BBanq∴
15 - 2º Exp∴
16 - M∴ de Harm∴
17 - Arq∴
18 - Bibliot∴
19 - MM∴ MM∴ Col∴ N∴
20 - MM∴ MM∴ Col∴ S∴
21 - M∴ de CCer∴
22 - Cobr∴ Int∴
23 - 1º Exp∴ (Átrio)
24 - Cobr∴ Ext∴ 
 (Sal∴ PPas∴ PPerd∴) 
A - Alt∴ dos JJuram∴
B - Chama Sagrada 
C - Alt∴ dos PPerfum∴
D - Retábulo
E - Bandeira Nacional
F - Bandeira do GOSP
G - Bandeira do Estado e/ou 
 do Município (opcionais)
P - Átrio ou Vestíbulo
Q - Sala dos PPas∴ PPerd∴
H - Estandarte
I - Pav∴ Mos∴
J - Painel do Gr∴
K - Pedra Cúbica
L - Pedra Bruta, Maço e 
 Cinzel
M - Tímpano
N - Col∴ “J”
O - Col∴ “B”
R - Pr∴ de Traç∴
S - Materiais Ritualísticos
24
1.3. Processo de Exaltação
Conforme disposto no RG-SP, através de solicitação regular 
do 1º Vig∴, um Comp∴ poderá ser submetido a exame relativo 
à Doutrina do seu grau, para fins de Exalt∴ ao Grau de Mestr∴ 
Maç∴, desde que sejam atendidos os seguintes requisitos:
a) tenha frequentado, em sessões ordinárias, em LLoj∴ do 
Grande Oriente de São Paulo com assiduidade, pontualidade e 
verdadeiro espírito maçônico, durante seis meses e assistido, no 
mínimo, quatro Sessões de Instrução do Grau de Comp∴; 
b) tenha frequentado, no mínimo, 50% (cinquenta por 
cento) das sessões ordinárias de sua Loj∴, em igual período; e, 
c) tenha apresentado os trabalhos temáticos determinados 
pelo 1º Vig∴, em número de 7.
A peç∴ de arquit∴ deverá ser apresentada, em Sessão 
Ordinária, por intermédio do Sac∴ de PProp∴ e IInf∴. A 
proposta será encaminhada, para exame regular, à Com∴ de 
Adm∴ e Graus, que emitirá parecer conclusivo.
Do parecer deverá constar a verificação, inclusive, quanto ao 
atendimento das disposições legais, após o que encaminhará o 
processo ao Respeitab∴ Mestr∴, que o submeterá à apreciação do 
Plenário. Caso seja aprovado, será efetuado o exame tradicional, 
em sessão aberta, referente aos conhecimentos adquiridos pelo 
postulante, relativos à doutrina do Grau de Comp∴.
Neste exame, todos os MMestr∴ podem inquirir o Comp∴, 
observadas as disposições ritualísticas quanto à circulação 
da pal∴. Findo o exame, o Comp∴ será convidado a cobrir 
o Templo, passando a Loj∴ a funcionar no grau de Mestr∴ 
Maç∴. O Respeitab∴ Mestr∴ abrirá a discussão sobre o 
exame prestado e, encerrada esta, estando satisfeito o Orad∴, 
colocará em votação o pedido de Exalt∴, o qual será decidido 
pela manifestação da maioria dos presentes.
Caso aprovado, o Comp∴ estará habilitado para ser 
promovido a Mestr∴ Maç∴, em Sessão Magna. Reprovado o 
Comp∴ ou indeferida a proposta, sob quaisquer motivos, o 
pedido só poderá ser renovado depois que o mesmo tenha 
assistido a mais duas sessões de Instrução, em sua Loj∴, e 
apresentado novo trabalho para exame.
A cerimônia de Exalt∴ não poderá ser realizada na mesma 
25
sessão em que se aprovou o pedido de aumento de salário. 
Realizada a Exalt∴, o Secr∴ da Loj∴ comunicará o fato ao 
Grande Oriente de São Paulo.
1.4. Cobridor do Grau
Para que o Mestr∴ seja reconhecido como tal e acolhido em 
todas as LLoj∴ do mundo, deverá praticar e conhecer, pelo 
menos, os fundamentos do Cobridor do grau, assim como as 
fórmulas determinadas no próximo item, Telham∴, que diferem 
daquelas dos graus anteriores nos seguintes aspectos:
SIN∴ DO GR∴ - Colocar a m∴ dir∴ estendida, com os dded∴ 
unidos e o pol∴ separado, em esquadr∴, palm∴ para 
baixo, tocando o lado esq∴ do ventr∴, abaixo das cos-
telas.
SIN∴ DE ORD∴ - Estando de pé, com o Sin∴ do Gr∴, unir os 
pp∴ formando uma esquadr∴, o p∴ dir∴ voltado para 
a frente. O Sin∴ de Ord∴, deste modo, consta de três 
eesquadr∴: pol∴ e dded∴ da m∴ dir∴; br∴ dir∴ e os 
pp∴ em esquadr∴.
Nota: Um Ir∴, quando portando Esp∴, como o Cobr∴ 
Int∴, por exemplo, fica à Ord∴ da seguinte forma: de pé, 
com os pp∴ em esquadr∴, o p∴ dir∴ voltado para frente. 
O br∴ dir∴, junto ao peito, forma uma esquadr∴ com o 
antebraço e a m∴ dir∴ segurará a Esp∴, perpendicular-
mente, sem deixá-la tocar o corpo, do lado esquerdo. O 
br∴ esq∴ ficará caído, naturalmente, ao longo do corpo.
SIN∴ DE HORR∴ - Estando de pé, com o Sin∴ do Gr∴, levar a 
m∴ dir∴ à altura da testa, com a pal∴ para fora, esten-
der o br∴ esq∴ com o punho fechado, como se tivesse 
uma Esp com a ponta dirigida para o chão, voltar um 
pouco a cabeça para o lado dir∴ e efetuar um movimen-
to corporal para trás, acompanhado do p∴ dir∴, tudo ao 
mesmo tempo.
SIN∴ DE SOC∴ - Entrelaçar os dded∴ das mm∴ e levar estas, 
assim unidas, à cabeça, com as ppalm∴ para cima. Em 
seguida, separá-las para os lados, abrindo os braços e 
dizendo:
“- A M∴ F∴ DA V∴!” 
26
SIN∴ DE ABST∴ - Sentado, este sin∴ é feito como nos graus 
anteriores.
SIN∴ DE COST∴ - Efetuado como nos graus anteriores.
SAUD∴ MAÇ∴ - Efetuado o Sin∴ de Ord∴, levar a m∴ dir∴, 
horizontalmente, para o lado dir∴, formando uma linha 
reta e, depois, deixá-la cair ao longo do corpo, de modo 
a traçar, assim, uma esquadr∴ ,voltando-se em seguida 
ao Sin∴ de Ord∴. 
Nota: Quando da entrada e saída do Oriente, na linha da 
balaustrada, a Saud∴ Maç∴ é feita somente ao Respei-
tab∴ Mestr∴. Quando da entrada e saída do Templo, a 
Saud∴ é devida a ele e aos VVig∴.
Por se tratar de um procedimento de alta reverência, não 
deve ser executada de forma aleatória a Saud∴ Maç∴, 
(como por exemplo: ao se levantar, ou ao se sentar), 
somente devendo ser feita quando expressamente deter-
minado no Ritual. 
Somente as Luzes recebem a Saudação Maçônica, sendo 
incorreto realizar a saudação aos demais OObr∴ .
ACLAMAÇÃO - Efetuada como nos graus anteriores.
VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
PAL∴ DE PAS∴ - SEMILBUS. 
PAL∴ SAGR∴ - KAM-HAMEB. (“A carne se desprende dos ossos”.) 
Nota: A Pal∴ Sagr∴ se dá ao ouvido de forma sil∴.
TOQ∴ - O Toq∴ só pode ser dado depois de recebidos os de 
Apr∴ e Comp∴ antecedido pela pergunta: 
“- Podeis continuar?” Caso a resposta seja: 
“- A ac∴ m∴ é c∴!”, deverão ser compostos os Cinco 
Pontos da Perfeição: tomar a m∴ dir∴ do Ir∴ em g∴ 
(dded∴ ccurv∴ e as ppal∴ das mm∴ encostadas) e com 
a esq∴ apoiadasobre o ombro um do outro, pôr, inter-
namente, o p∴ dir∴ junto ao p∴ dir∴, o joelho contra 
joelho e o peito contra peito. 
Nesta posição, dá-se então ao ouvido a Pal∴ Sagr∴ de modo 
sil∴ alternando, quem a pede e quem a dá, a começar pelo Ir∴ 
27
que pediu e, depois, sil∴ a sil∴. Ao mesmo tempo darão um 
abraço por três, com os três ósculos fraternos.
Nota: Algumas vezes, em forma simplificada, limita-se 
a dar o Toq∴, mutuamente, com a m∴ dir∴ em g∴ e 
voltá-la por três vezes (dir∴, esq∴), a começar pelo mo-
vimento da dir∴, dando-se a Pal∴ Sagr∴ ao ouvido, na 
forma sil∴, conforme exigido pela Ordem.
IDAD∴ - S∴ AA∴.
BAT∴ - - - - - - .
PAL∴ SEM∴ - Só pode ser participada aos membros regulares 
do Quadr∴ em Cad∴ de Un∴ e incinerada logo depois. 
O Ir∴ ausente da sessão em que for transmitida, deverá 
solicitar a sua comunicação formal.
MARCH∴ - Estando com o Sin∴ do Gr∴, pp∴ em esquadr∴, 
levantar a per∴ dir∴ em semicírculo, como para transpor 
um obstáculo e pôr o p∴ à direita, aproximando o p∴ 
esq∴ atrás da barriga da per∴ dir∴.
Fazer por cima do obstáculo o mesmo com o p∴ esq∴ e, 
depois dar o terceiro passo, de modo a ocupar a extremidade 
do obstáculo, ficando, ao final, com os pp∴ em esquadr∴. 
A seguir, fazer a Saud∴ ao Respeitab∴ Mestr∴, encarando 
o Or∴; repetir a Saud∴ voltando a cab∴ (só a cab∴ e não 
o corpo), energicamente, para a dir∴ (1º Vig∴), e repetir a 
Saud∴, voltando a cab∴ para a esq∴ (2º Vig∴), sempre com 
vivacidade.
28
MARCHA DO GRAU
Nota: O Pav∴ Mos∴ está representado na figura acima 
na cor cinza por razões de clareza, sendo, na verdade, 
formado por quadrados brancos e pretos.
A March∴, o Sin∴ do Gr∴, o de Ord∴ e a Saud∴ só po-
dem ser executados em Loj∴, com o Templo fechado. O 
2º Exp∴, antes que o Cobr∴ Int∴ abra a porta para en-
trar algum Ir∴ do Quadr∴ ou Visitante, poderá deitar no 
chão a Esp∴, com a ponta voltada para o Or∴ e o punho 
para o Oc∴, a fim de que o Ir∴ admitido possa formali-
zar sobre ela a sua March∴ de Mestr∴. Caso o 2º Exp∴, 
por qualquer motivo, não deposite sua Esp∴ como ficou 
dito, o Ir∴ que solicitou ingresso no Templo precederá a 
March∴ de Mestr∴ com as de Apr∴ e Comp∴, conforme 
esclarecido na figura da página anterior.
29
CIRCULAÇÃO - Nas Sessões Ordinárias a circulação será livre 
e de acordo com o esquema hierárquico representado na 
Planta do Templo. É feita seguindo-se a forma “infinita”, 
sempre com o Sin∴ do Gr∴ se efetuada após a abertura 
do L∴ da L∴ e antes do fechamento da Loj∴. Entretanto, 
será sinistrógira, como no Gr∴ 2, em parte das Sessões 
Magnas de Exalt∴.
1.5. Telhament∴
Todo Ir∴ Regul∴ tem o direito de visitar as LLoj∴ da 
Obediência e as das potências da amizade do Grande Oriente 
de São Paulo sujeitando-se, entretanto, se não for conhecido 
do Quadr∴, às prescrições do Telham∴ e às disposições 
disciplinares estabelecidas pela Loj∴ visitada, em cujo L∴ de 
PPres∴ para Visitantes gravará seu “Ne Varietur”. Para isso, 
deverá apresentar seus documentos maçônicos e, uma vez em 
Loj∴, terá assento designado pelo Respeitab∴ Mestr∴.
Chegando a uma Loj∴, em visita, todo Ir∴ apresentar-se-á, 
na Sal∴ dos PPas∴ PPerd∴, ao Cobr∴ Ext∴, sendo encaminhado 
ao 1º Exp∴ que, no Átrio, procederá ao Telham∴, dos GGr∴ de 
Apr∴ e Comp∴ e, após pergunta-lhe:
1º EXP∴ - Sois Mestr∴?
IR∴ - Experimentai-me, a ac∴ m∴ é c∴.
1º EXP∴ - Em que trabalham os MMestr∴?
IR∴ - Sobre a Pr∴ de Traçar.
1º EXP∴ - Onde recebem seus ssal∴?
IR∴ - Na Câm∴ do Meio.
1º EXP∴ - Quanto tempo é necessário para formar um Mestr∴?
IR∴ - S∴ AA∴.
1º EXP∴ - O que desejais, meu Ven∴ Ir∴?
IR∴ - Um lugar entre vós.
1º EXP∴ - Ele vos será concedido.”
Advertido o Ir∴ de que a Loj∴ está trabalhando no Gr∴ de 
Mestr∴, após este procedimento, que não deve ser dispensado, 
30
devendo ser executado com o rigor ditado pelo bom-senso, o 1º 
Exp o autorizará que solicite ingresso no Templo (bater à porta 
pela Bat∴ do Gr∴ de Apr∴ e, logo em seguida, pelas de Comp∴ 
e Mestr∴). Caso o 1º Exp∴ entregue o Comp∴ e o Esq∴, o Ir∴ 
terá que posicioná-los de acordo com o grau.
Feito isto e efetuados os devidos anúncios, ser-lhe-á dado 
ingresso na forma de costume e serão encaminhados os seus 
documentos de identidade maçônica e profana ao Orad∴. 
RESPEITAB∴ - - Franqueai-lhe o ingresso.
O Ir∴ executa a March∴ e a Saud∴, permanecendo entre 
CCol∴ e, então, o Respeitab∴ Mestr∴ dirá:
RESPEITAB∴ - - O que desejais, meu Ven∴ Ir∴?
IR∴ - Um lugar entre vós.
RESPEITAB∴ - - Ele vos será concedido (pausa).
- Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de CCer∴, 
conduzi o nosso Ven∴ Ir∴ à Chanc∴ para que grave o 
seu “Ne Varietur” no L∴ de PPres∴ e, em seguida, acom-
panhai-o ao lugar que lhe compete (executa-se.).
1.6. Ingresso Após o Início dos Trab∴
Cabe ao Ir∴ M∴ CCer∴ a recepção dos IIr∴ visitantes e 
ao Ir∴ 1º Exp∴ a verificação de regularidade do Obreiro. 
Quando se tratar de Ir∴ do Quadr∴ ou Ir∴ Visit∴ conhe-
cido e regular é dispensado o Telham∴ e o Ir∴ M∴ CCer∴ 
conduz o Ir∴ retardatário em sua entrada. Porém, em se 
tratando de Ir∴ desconhecido, a autorização somente é 
dada depois do imprescindível Telham∴ no qual é consta-
tada a correção das respostas, da Bat∴ do Gr∴, do Toq∴, 
das PPal∴ Sagr∴, de Pas∴ e Sem∴.
Para solicitar o ingresso, o Ir∴ retardatário deverá bater 
à porta do Templo de acordo com o seguinte procedi-
mento:
OBR∴ - - . (Bat∴ do Gr∴ 1)
COBR∴ - - .
OBR∴ - - - .(Bat∴ do Gr∴ 2)
31
COBR∴ - - - .
OBR∴ - - - - - - . . (Bat∴ do Gr∴ 3)
COBR∴ - .(feito isto anunciará)
COBR∴ - (de pé) - Respeitab∴ Mestr∴, regular e maçonica-
mente batem à porta do Templo.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ CCer∴, verificai quem assim bate. Se for Ir∴ do 
Quadr∴, franqueai-lhe o ingresso, (ritualisticamente ou: 
“sem formalidades”, caso julgado conveniente). Se for um 
Ir∴ Visitante, que envie suas credenciais para exame do 
Mui Dig∴ Ir∴ Orad∴, que é o Guarda da Lei.
O M∴ CCer∴ e o 1º Exp∴ verificarão se o Obr∴ que ba-
teu à porta é membro do Quadr∴ ou se é Visitante. Se 
for um Ir∴ desconhecido, ser-lhe-á pedido o Toq∴ e, ao 
ouvido, as PPal∴ Sagr∴ e de Pas∴ do Gr∴ 3 e a Sem∴, 
bem como o seu Cartão de Identificação Maçônica e a sua 
identidade profana. Estando tudo justo, perfeito e regu-
lar, o M∴ de CCer∴ remete as credenciais ao Orad∴ para 
exame o qual, caso constate alguma irregularidade, de-
verá proceder de acordo com o disposto no RG do GOSP. 
Isto feito anuncia:
M∴ de CCER∴ - Respeitab∴ Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴), tudo 
está justo, perfeito e regular.
O Respeitab∴ Mestr∴ poderá apresentar algum comen-
tário sobre o Ir∴ ou mandar compor a Com∴ de Recep-
ção adequada, na hipótese do Obr∴ ser Autoridade e se 
o Pav∴ Nacion∴ NÃO estiver hasteado dentro do Templo.
RESPEITAB∴ - - Franqueai-lhe o ingresso.
O M∴ de CCer∴ se colocará entre CCol∴ ao lado do Ir∴ 
que solicitou o ingresso, para, efetuados os procedimen-
tos protocolares aplicáveis, precedê-lo no seu giro até o 
lugar que lhe compete em Loj∴.
RESPEITAB∴ - - (apenas no caso de Visitante, dirá) Sede 
bem-vindo, meu Ven∴ Ir∴, e que esta Aug∴ Loj∴ seja 
para vós uma habitação de Harmonia, Paz e Concórdia 
(pausa).
32
- - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de 
CCer∴, conduzi o nosso Am∴ Ir∴ ao Alt∴ do Am∴ Ir∴ 
...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Chanc∴, para que grave 
seu “Ne Varietur” no L∴ de PPres∴ e, em seguida, ao 
lugar que lhe compete (executa-se).
A sessão prosseguirá como usual.
1.7. Protocolo de Recepção
Os IIr∴ Visitantes serão recebidos e retiram-se do Templo 
nos momentos previstos neste Ritual, conforme regulado no 
Protocolo de Recepção do Grande Oriente de São Paulo - GOSP. 
O Respeitab∴ Mestr∴ não divide a direção dos trabalhos 
com qualquer Ir∴ Visitante; contudo, ao Grão-Mestre cabe a 
presidência dos trabalhos. 
O assento dos Visitantes no Alt∴ e no Oriente será 
concedido, de acordo com o Regulamento Geral e os trabalhos.
LLoj∴ são consideradas incorporadas quando são do mesmo 
Rito e compartilhemdo interesse da Sessão. Seus membros 
adentram juntos, em Cortejo. Quando não Incorporada (em 
visita, então), entra tendo o Venerab∴ à frente, seguindo-se o 
Estandarte e os demais IIr∴ formados em fila hierárquica dupla, 
sendo recebida de pé pela Loj∴ visitada e sob Bat∴ Incessante. 
O Venerab∴ será conduzido ao Alt∴ ou ao Or∴, conforme o 
protocolo, junto com o Port∴ Estand∴. Todos os demais IIr∴ 
entram sem o Sin∴ do Gr∴ e tomam seus lugares, indicados pelo 
M∴ de CCer∴, conforme suas prerrogativas hierárquicas, sem 
fazerem nenhuma Saud∴. Deve ser observado que, se existirem 
duas ou mais LLoj∴ em visitação, entra em último lugar a de 
maior título ou condecoração e, se forem iguais nisso, entra em 
último lugar a mais antiga, de acordo com o seu cadastro.
1.8. Tratamento De Dignatários
Conforme as disposições legais, caso o Pav∴ Nacion ainda 
não tiver ingressado no Templo, devem ser adotadas todas as 
prescrições do RG-GOSP para o Cerimonial de Recepção de IIr∴ 
que são Autoridades Maçônicas ou portadores de Títulos de 
Recompensa.
33
 Entretanto, estando o Pav∴ Nacion∴ presente no Templo, 
não se formará nenhuma comissão, somente sendo adotadas 
as prescrições regulares relativas à entrega do Malh∴, com a 
Loj∴ “de P∴ e à Ord∴.”
1.9. Títulos, Traje e Joias
De acordo com as normas litúrgicas do Rito, o Presidente 
da Loj∴ tem o tratamento de Respeitab∴ Mestr∴ e os 1º e 2º 
VVig∴, além dos tratamentos de VVenerab∴, os títulos dos seus 
cargos e o tratamento de DDignís∴. Os Oficiais, eleitos ou não, 
receberão o de Mui∴ DDig∴, além dos títulos dos seus cargos. 
Somente o Presidente e os VVig∴ têm, portanto, a titulação 
especial acima referida, sendo todos os demais membros da 
Loj∴ tratados, indistintamente, por VVen∴ IIr∴.
O traje ritualístico do Mestr∴ do Rito é o usual: terno, 
chapéu, sapatos e meias pretas, luvas, camisa e gravata vertical 
brancas, nas Sessões Ordinárias e, do tipo “borboleta”, nas 
Magnas. O balandrau só é permitido, para o Ir∴ Terr∴, nas 
Sessões Magnas de Exalt∴, devendo ser evitado nas demais 
sessões. 
Todavia, respeitar-se-á o traje dos IIr∴ Visitantes, quando 
de acordo com o RG-GOSP. 
Observar que as Joias dos membros da Administração 
envergadas nos trabalhos litúrgicos são as mesmas dos graus 
anteriores, reapresentadas na próxima ilustração, serão 
utilizadas as seguintes Joias:
1 - Respeitab - Esquadro 
2 - 1º Vig∴ - Nível
3 - 2º Vig∴ - Prumo
4 - Orad∴ - Círculo vazado
5 - Secr∴ - Duas penas cruzadas
6 - AAutor∴ Maç∴ - Conforme grau e qualidade
7 - Port∴ Band∴ - Bandeira
8 - Port∴ Estand∴ - Estandarte
9 - Tes∴ - Duas chaves cruzadas
34
10 - Chanc∴ - Timbre da Loja
11 - Hosp∴ - Sacola
12 - M∴ Banq∴ - Taça
13 - 2º Exp∴ - Punhal
14 - M∴ de Harm∴ - Lira
15 - Arq∴ - Trolha
16 - Bibliot∴ - Livro aberro com uma pena
17 - MM∴ - Acácia com a letra “G”
18 - M∴ de CCer∴ - Triângulo vazado
19 - Cobr∴ Int∴ - Espadas cruzadas
20 - Cobr∴ Ext∴ - Espada
21 - 1º Exp∴ - Punhal
35
JOIAS DA ADMINISTRAÇÃO
A insígnia distintiva do Mestr∴ Maç∴ consiste no Avent∴ 
de pele branca (couro ou material similar), retangular, preso 
à cintura por cordões ou fitas negras, Aba nas dimensões 30 
x 40 cm, sobreposto em suas laterais e parte inferior por uma 
fita azul-celeste de 4,0 cm de largura, menos no alto, que será 
debruado pela mesma fita da Abeta, usada abaixada. O verso 
do Avent∴ é em tecido preto sem qualquer figura ou inscrição, 
possuindo um bolso.
36
No centro do Avent∴ figura a Joia do Grau, um conjunto 
bordado em dourado, formado por um compasso de 9,0 cm de 
altura, com as hastes separadas por uma abertura de 8,0 cm 
de ponta a ponta (medida pela parte externa) e pelo Esquadro , 
medindo cada um de seus braços 5,0 cm de comprimento e 1,0 
cm de largura, contendo no centro a letra G, escrita em fonte 
“Algerian”, na cor vermelha, com 2.5 cm de altura, estando todo 
o arranjo cercado por dois ramos de Acácia ma cor verde, de 
13,0 cm cada, dispostos em aspas e com os talos cruzados.
A abeta de formato triangular tem 13,0 cm de altura na sua 
parte maior, debruada por uma fita acetinada azul-celeste de 
3,0 cm de largura, contendo no centro um Triângulo Equilátero 
Radiante em dourado, com 5,0 cm cada lado, possuindo no 
centro o “Olho Místico” em preto.
A insígnia distintiva do Mestr∴ Instal∴ consiste no Avent∴ 
de pele branca (couro ou material similar), retangular, preso à 
cintura por cordões ou fitas negras, Aba nas dimensões 30 x 
40 cm, sobreposto em suas laterais e parte inferior por uma 
fita azul-celeste de 4,0 cm de largura, menos no alto, que será 
debruado pela mesma fita da Abeta, usada abaixada.
37
No centro da Aba fi gurará a Joia do Grau, um conjunto 
formado pelo Compasso, com 9,0 cm de altura, com as hastes 
separadas por uma abertura de 8,0 cm, de ponta a ponta 
(externa) e pelo Esquadro, medindo cada braço 5,0 cm, com 
1,0 cm de largura cada peça, contendo no centro a letra “G” do 
tipo (fonte) Algerian, vermelha, com 2,5 cm de altura, estando 
todo o arranjo circundado por dois ramos de acácia na cor prata, 
de 13 cm, dispostos em aspas, com talos cruzados.
O verso do Avent∴ será preto, contendo uma caveira humana 
branca, de 12cm, com duas tíbias cruzadas e sete lágrimas, 
sendo três de cada lado da caveira e uma acima. A Abeta, de 
formato triangular, com 13 cm na maior altura, será debruada 
por fi ta azul-celeste de 3,0 cm, contendo no centro um Tau 
prateado e mais dois taus, prateados na parte inferior abaixo 
das sete correntes com bolas pendentes.
Os MMestr∴ deverão usar uma Faixa em material acetinado 
azul-celeste, de 10 cm de largura, verso preto, em diagonal, 
portada do ombro direito para o quadril esquerdo, sem nenhum 
ornamento; contendo, entretanto, a mesma caveira com as 
tíbias e lágrimas no verso, na cor branca e, no seu vértice 
(extremidade da Faixa) estará uma roseta azul, com 9,0 cm de 
diâmetro, tendo pendente a Joia do Grau em metal prateado.
Além do avental de Mestr∴ Maç∴, os VVig∴ usam punhos e 
colares azul-celeste, debruados com galão prata, com 1,0 cm 
de largura.
38
Os Punhos ostentam nas faces externas as joias dos cargos.
Os colares trazem pendente, em sua extremidade as joias 
dos cargos e são decorados ainda com dois ramos de acácia 
com folhas de 1,5 cm de comprimento e largura máxima de 
1,0 cm, na cor prateada, que vão do ombro até a parte inferior, 
onde se cruzam.
O verso dos punhos e colares é em tecido preto sem qualquer 
fi gura ou inscrição
O Respeitab∴ Mestr∴ portará Avent∴ em veludo azul-real, 
retangular, preso à cintura por cordões ou fi tas pretas, com aba 
nas dimensões 33,0 x 40,0 cm, sobreposto em suas laterais 
e parte inferior por uma fi ta de mesmo tecido, de 5,0 cm de 
largura, debruada, em ambos os lados, por galão dourado de 
1,0 cm de largura. 
O verso do Avental é em tecido preto sem qualquer fi gura ou 
inscrição e possuindo bolso. 
39
Além dos paramentos usuais, usará Punhos em veludo 
azul-real de 39,0 cm, ornados em seu lado superior e em suas 
laterais, com 17,0 cm, com galão dourado de 1,0 cm de largura. 
Seu lado inferior, com 31,0 cm é ornado com galão dourado de 
3,5 cm. 
Nas faces externas fi gura a Joia do seu Cargo, um Esquadro 
dourado, medindo cada braço 5,0 cm, com 1,0 cm de largura 
cada peça, cujo vértice aponta para o lado superior do punho, 
circundado por dois ramos de acácia, com folhas de 1,5 cm de 
comprimento e largura máxima de 1,0 cm, na cor dourada, 
com 4,0 cm de largura entre suas extremidades, dispostos em 
aspas. O verso dos punhos é em tecido preto sem qualquer 
fi gura ou inscrição.
Também usará um Colar especial, em veludo azul-real, 
medindo a peça que compõe 11,0 cm de largura, entre sua 
extremidade externa e o vão interno, tendo a largura superior 
de 50,0 cm de ombro a ombro e a altura de 49,0 cm entre o vão 
central interno superior e a extremidade inferior onde pende a 
joia do cargo. 
Apresenta, em sua parte inferior, o ”Olho Místico” em azul-
real, no centro do Triângulo Equilátero dourado, com 5,0 cmde lado e circundado por raios dourados formando o conjunto 
o Triângulo Equilátero Radiante, confeccionado em bordado 
eletrônico, com 10,0 cm de lado. 
O Colar possui ramos dourados de acácia com folhas de 1,5 
cm de comprimento e largura máxima de 1,0 cm, nas duas 
vertentes, trazendo pendente, em sua extremidade, a Joia do 
cargo, um Esquadro dourado, medindo cada braço 5,0 cm, com 
1,0 cm de largura cada peça. O verso do colar é em tecido preto 
sem qualquer fi gura ou inscrição.
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Os paramentos de Ven∴ Mestr∴, Venerab∴ Mestr∴ e 
Respeitab∴ Mestr∴ são sempre usados pelo titular do cargo em 
sua Loja, em visita a outra Loja, independente do Rito por ela 
praticado e em qualquer solenidade ou ocasião para a qual seja 
exigido o traje maçônico completo. 
O Respeitab∴ Mestr∴ e os VVig∴ não usarão a Faixa de 
Mestr∴. Os demais membros da Administração da Loj∴ usarão 
colares simples azul-celeste, trazendo a insígnia dos seus 
cargos, por sobre as faixas.
41
A - Sessão Ordinária
II - Preliminares
2.1. Material para Sessão Ordinária
Para a execução dos trabalhos, o Arq∴ deverá se assegurar, 
previamente, da existência dos seguintes materiais litúrgicos:
Alt∴ do Respeitab∴ - Ritual, Malh∴, Esp∴ Flamíg∴, Cande-
labro de Três Luzes, naveta com incenso, Constituição do 
GOSP, Regulamento Geral, Estatuto e Regimento da Loj∴ 
e o material para anotações. 
1º e 2º VVig∴ - Ritual, Malh∴, Candelabro de Três Luzes. 
Orad∴ - Ritual, Constituição do GOSP, RG-SP, Estatuto e Regi-
mento da Loj∴, material para anotações. 
Secr∴ - Ritual, livro de Atas, expediente e material para ano-
tações.
Alt∴ dos PPerfum∴ - Turíbulo, velas, acendedor e apagador 
de velas. 
Alt∴ dos JJuram∴ - L∴ da L∴, Esq, Comp∴ e almofada. 
Tes∴ - Ritual, talonário, recibos e livro-caixa. 
Chanc∴ - Ritual, Livro de Presenças do Quadr∴ e de Visitantes 
e certificados de presença. 
Hosp∴ - Ritual e sacola para o Tr∴ de Solidar∴. 
M∴ de Harm∴ - Ritual, sistema de som com músicas apro-
priadas.
M∴ de CCer∴ - Ritual, Sac∴ de PProp∴ e IInform∴ e espada. 
Arq∴ - Ritual, espada e Painéis dos GGr∴ 1, 2 e 3 (para o caso 
de transformação de grau). 
Exp∴ - Ritual e espada. 
Cobr∴ Int∴ - Ritual, espada e tímpano ou similar. 
Coluna do S∴ - Sete espadas, nas cadeiras da primeira fila.
Coluna do N∴ - Oito espadas, nas cadeiras da primeira fila. 
Ocidente - Suporte para Estrelas (à esq∴ do Cobr∴ Int∴) e 
42
Maço e Cinzel. (na frente do Al do 2º Vig∴, junto à Pedra 
Bruta)
Oriente - Bandeira Nacional, Bandeira do GOSP (e outras ban-
deiras opcionalmente) e Estandarte da Loj∴.
Pav∴ Mos∴ - Giz, terrina, Painel de Grau e seu suporte.
Átrio - Joias, estrelas e outros materiais.
Nota: Os MMalh∴ só terão um laço de tecido preto no 
cabo, nas Sessões Magnas de Exalt∴. 
2.2. Preparação da Loj∴
Antes da “ABERTURA da LOJ∴”, o Arq∴ abre o Templo e 
prepara o Alt∴ dos PPerfum∴, colocando em ordem tudo o que 
for necessário para a realização dos trabalhos, providenciando 
inclusive, a colocação de carvão incandescente no Turíbulo. 
Em seguida, já revestidos, M∴ de CCer∴, o Cobr∴ Int∴, o Arq∴, 
o M∴ de Harm∴ e o 2º Exp∴ entram no Templo para revigorar a 
Ch∴ Sagr∴, ficando o Cobr∴ Int∴ (armado com sua Esp∴) e o 
M∴ de Harm∴ de pé, nos seus locais de ofício. Neste momento, 
somente estes cinco IIr∴ podem permanecer no Templo.
Os IIr∴ que revigoram a Ch∴, com suas EEsp∴ embainhadas, 
posicionam-se no Or formando um triângulo imaginário, cujo 
vértice, voltado para o Oc∴ é ocupado pelo M∴ de CCer∴, que 
se coloca de frente para o Or∴. O Arq∴ no vértice à sua esquerda 
(lado do Secr∴) e o 2º Exp∴ no vértice à sua direita (lado do 
Orad∴), ambos na mesma linha da Ch∴ Sagr∴, formando a 
base do triângulo.
O M∴ de CCer∴ entregará uma vela acesa ou um Acendedor, 
já em chama, ao Arq, para que este revigore a Ch∴ Sagr∴ que 
iluminará os trabalhos, pronunciando a oração que se segue: 
ARQ∴ - QUE O GR∴ ARQ∴ DO UNIV∴ NOS CONCEDA A 
GRAÇA DE REVIGORARMOS A LUZ AQUI ADORMECI-
DA, MAS FLAMEJANTE EM NOSSOS CORAÇÕES, PARA 
ILUMINAR OS NOSSOS TRABALHOS (acende a Ch∴).
Após o revigoramento da Ch∴ Sagr∴, devem ser observa-
das todas as disposições ritualísticas de circulação, rompi-
mento de March∴, subida e descida dos degraus, etc.
43
2.3. Providências do M∴ de CCer∴
Com exceção do Cobr∴ Int∴ e o M∴ de Harm∴, o M∴ de 
CCer∴ deixa o Templ∴ com os demais IIr∴ e, na Sal∴ dos 
PPas∴ PPerd∴, distribui as IInsíg∴ dos cargos aos Oficiais que 
usarão o fitão ou colar com a respectiva joia, verificando, ainda, 
se os OObr∴ estão devidamente trajados de acordo com as 
formalidades do Rito. Isto é, portando seus chapéus pretos, 
suas EEsp∴ e suas faixas ou colares, conforme o caso.
Dando prosseguimento, o M∴ de CCer∴ dispõe em seus 
lugares, devidamente revestidos de suas IInsíg∴, os IIr∴ Cobr∴ 
Ext∴ (Sal∴ do PPas∴ PPerd∴), 1º Exp∴ (Átrio) e M∴ de Harm∴ 
(interior do Templo).
Em seguida, o Cobr∴ Ext∴, identificando os IIr∴ do Quadr∴, 
encaminha-os ao Átrio ou vestíbulo.
Os IIr∴ VVisit∴ aguardam na Sal∴ dos PPas∴ PPerd∴, sendo 
encaminhados, um a um, ao Átrio e só ingressam no Templo, 
no momento oportuno, após as devidas verificações, feitas pelo 
1º Exp∴, quanto as suas reais condições de maçons regulares.
Caso a maior autoridade queira declinar das formalidades 
protocolares, deve manifestar tal desejo ao Ven∴ Mestr∴, 
ingressando no Templo juntamente com as outras autoridades 
e os OObr∴ do Quadr∴.
O Mestr∴ Maç∴ é um Iniciado e, como tal, não se pode 
permitir mais errar ou agir incorretamente, quer em Loj∴ 
quer fora dela. Por isso, deve conduzir-se com sobriedade, 
considerando seu papel na formação dos futuros MMestr∴. 
De qualquer forma, tem obrigação de ser consciente de 
todos os seus atos e de suas implicações na vida de todos.
III - Ritual
3.1. Ingresso no Templo
O ingresso protocolar das Autoridades Maçônicas ou dos 
portadores de Títulos de Recompensa, em todas as sessões 
litúrgicas, será efetuado depois que os Visitantes tenham 
entrado. Somente se fará a saída com formalidades protocolares, 
nas Sessões Magnas, depois da Retirada do Pav∴ Nacion∴.
44
O M∴ de CCer∴, no Átrio, distribui as IInsig∴ dos cargos 
e verifica se os OObr∴ estão devidamente trajados de ternos 
pretos, trazendo os MMestr∴ seus Chapéus pretos e EEsp∴. 
Quando houver Exalt∴, o Avent∴ deverá ser usado do lado 
preto, ao comando do Respeitab∴ Mestr∴, até o momento em 
que Adonhiram revive e a Loj∴ abandona o luto e se torna 
festiva. 
Quanto ao uso do chapéu, símbolo da mais relevante 
importância, nenhuma razão existe para o seu abando-
no. Lembra-se aqui que todos os MMestr∴ sempre o 
usaram, em qualquer sessão litúrgica, seja de que grau 
for. É oportuno ressaltar-se também que, no Rito Ado-
nhiramita, não se usa o ataúde na Sessão Magna de 
Exalt∴.
Considerando tudo correto, devendo todos conservarem-se 
em silêncio, o M de CCer∴, de costas para a porta do Templo, 
fará soar uma palma e, com voz solene, pausadamente, dirá:
M∴ de CCER∴ - - (bate uma palma) Atenção! Meus VVen∴ 
IIr∴, se desde a Meia-Noite, quando se encerraram nos-
sos últimos trabalhos, conservastes vossas mãos limpas, 
calçai as vossas luvas (executa-se). 
M∴ de CCER∴ - MMestr∴, OOfic∴ da Col do N∴, Ven∴ Ir∴ 2º 
Vig∴, ocupai os vossos lugares (executa-se).
- MMestr∴, OOfic∴ da Col∴ do S∴, Ven Ir∴ 1º Vig∴, 
ocupai os vossos lugares (executa-se).
- MMestr∴ e OOfic∴ que decorais o Or∴, Mui DDig∴ IIr∴ 
Secr∴ e Orad∴, VVen∴ IIr∴ DDeput∴, Ex-Ven∴, Respei-
tab∴ Mestr∴, organizai-vos à minha frente (pausa). 
M∴ de CCER∴ - Silêncio, meus VVen∴ IIr∴! Eu vos peço um 
momento de reflexão a fim de ingressarmos no Templo 
(após um instante, diz).
Música. O M∴ de CCer∴ dirige-se até a porta do Templo, 
onde se detém, até que cesse a harmonia. Em seguida, 
faz soar a Bat∴ do Gr∴ à porta, com o punho de sua 
Esp∴ e o Cobr∴ Int∴, entreabrindo-a, com a ponta da 
Esp∴ voltada para o exterior, em direção ao plexo larín-
geo do M∴ de CCer∴, pergunta-lhe:
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M∴ de CCER∴ - - - - - - . .
COBR∴ INT∴- Que desejais?
M∴ de CCER∴ - Guardai a vossa Esp∴, meu Ven∴ Ir∴, são os 
OObr∴ da Aug∴ e Respeitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome 
e número), que pedem ingresso no Templo a fim de cele-
brarem os seus trabalhos.
Música. O Cobr∴ Int∴ retirando a Esp∴, abre a porta 
totalmente e coloca-se à esquerda, ao lado do 1º Vig∴. 
Feito isto, o M∴ de CCer∴ posiciona-se no centro da so-
leira do Templo e diz:
M∴ de CCER∴ - VVen∴ IIr∴ que ornamentais as CCol∴ do 
N∴ e do S∴, eu vos convido a ingressardes no Templo 
(executa-se).
Os MMestr∴ das CCol∴ ingressam no Templo. O M∴ de 
CCer∴ que permaneceu de pé, ao centro da soleira do 
Templo, após verificar que as CCol∴ estão guarnecidas, 
dá um passo para o lado direito (lado do 2º Vig∴) e dirá:
M∴ de CCER∴ - VVen∴ IIr∴ que decorais o Or, eu vos convido 
a ingressardes no Templo (executa-se).
Entram também as Autoridades e os IIr∴ Titulados, na 
ordem hierárquica, se for o caso. O M∴ de CCer∴ po-
siciona-se ao lado esquerdo do Respeitab∴ Mestr∴ e o 
acompanhará até ao Alt∴ da Sab∴, após o que tomará o 
seu lugar usual.
A construção física do Templo às vezes pode impedir a 
efetiva organização do cortejo inicial. Neste caso, ex-
cepcionalmente, suprime-se a sua formação e realiza-se 
apenas um momento de reflexão no Átrio, sempre sob o 
comando do M∴ de CCer∴, e procede-se ao ingresso sem 
formalidades.
3.2. Início dos Trabalhos
O M∴ de Harm∴ fará soar música adequada. Após o ins-
tante de reflexão já citado anteriormente na “Prepara-
ção da Loj∴” e permanecendo todos de pé, o Respeitab∴ 
Mestr∴ comandará, cessando a melodia:
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RESPEITAB∴ - - Em Loj∴, meus VVen∴ IIr∴. 
1º VIG∴ - - Em Loj∴, meus VVen ∴ IIr∴.
2º VIG∴ - - Em Loj∴, meus VVen ∴ IIr∴.
3.3. Cerimônia da Incensação
VENERAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ 
de CCer∴, procedei à Cerimônia da Incensação (pausa).
Música. O M∴ de CCer∴ dirige-se ao Alt∴ dos PPerfum∴ 
e conduz o Turíbulo à direita do Respeitab∴ Mestr∴ para 
receber três porções de incenso. Colocando-se diante do 
Alt∴ da Sab∴, na linha imaginária que divide o S∴ do N∴, 
incensa o Respeitab∴ Mestr∴ por três dutos, pronuncian-
do após o último: “Sab∴”. Efetuado isto, encaminha-se ao 
1º Vig∴ e procede da mesma forma, incensando-o por três 
vezes e pronunciando “For∴” ao final do duto central. 
Progredindo, dirige-se ao 2º Vig∴, onde trabalha de 
modo idêntico, pronunciando “Bel∴” ao final do último 
duto. Em seguida, evolui para os AAlt∴ do Orad∴ e efe-
tua um único duto, mentalizando “Justiça”, e do Secr∴, 
mentalizando “Memória”. Colocando-se no centro da ba-
laustrada e de frente para o Oc∴, incensa a Loj∴ por 
três vezes, sendo o primeiro duto dirigido à Col∴ do S∴, 
mentalizando: “Liberdade”; o segundo à Col∴ do N∴ 
mentalizando: “Igualdade” e, o terceiro ao centro da 
Loja, mentalizando: “Fraternidade”. Finalmente circula 
e, entre CCol∴, voltar-se-á para o Or∴ e lançará o pri-
meiro duto ao N∴, o segundo ao S e o terceiro ao centro 
da Loj∴, dizendo em seguida:
M∴ de CCER∴ - QUE A PAZ REINE EM NOSSAS CCOL∴! 
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
Voltando-se para o Cobr∴ Int∴, o M∴ de CCer∴ irá in-
censá-lo por um só duto, mentalizando “Diligência”, dele 
recebendo a Esp∴ e lhe passando o Turíbulo pelo seguin-
te procedimento: com a m∴ d∴, com que conduz o Tu-
ríbulo, segura na m∴ d∴ do Cobr∴ que está segurando 
a Esp. Com a m∴ e∴, que segura a corrente, segura a 
m∴ e∴ do Cobr∴, formando um “X”. No sentido horário, 
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sem soltar as mãos, dá um passo para o S∴, enquanto o 
Cobr∴, simultaneamente, dá um passo para o N∴.
Com isso, o segundo passo do M∴ de CCer∴ do S∴ para 
o Oc∴, enquanto o Cobr∴ faz o mesmo do N para o Or∴, 
provoca a troca de função, para que o Cobr incense pri-
meiro o M∴ de CCer∴ por uma vez à altura da cabeça, 
mentalizando: “Harmonia”. Em seguida, o M∴ de CCer∴ 
abre a porta para que o Cobr∴, da soleira do Templo 
(sem sair), incense por duas vezes o exterior da Loj∴, 
dirigindo um duto para o N∴ e outro para S∴ mentalizan-
do, respectivamente, “Paz” e “Amor” (Cobr∴ Ext∴ e 1º 
Exp∴). Após isto, com os mesmos procedimentos, os dois 
destrocam seus materiais e completam o giro, no sentido 
horário, voltando os IIr∴ às suas funções de ofício. O M∴ 
de CCer∴ efetua uma leve vênia dirigida ao Or∴ e, depo-
sitando o turíbulo no Alt∴ dos PPerfum∴, dirá:
M∴ de CCER∴ - - (bate uma palma) Respeitab∴ Mestr∴, 
foi realizada a Cerimônia da Incensação.
3.4. Cerimonial do Fogo
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, a fim de que nossos trabalhos rendam 
maior glória ao Gr∴ Arq∴ do Un∴ procedei ao Cerimo-
nial do Fogo. 
Com todos ainda de pé, sem o Sin∴ de Ord∴, o M∴ de 
CCer∴ dirige-se à esquerda da Ch∴ Sagr∴ para de seu 
fogo ativar o Acendedor ou na falta deste, uma vela de 
pura cera amarela, mentalizando: 
“COM A GRAÇA DO GR∴ ARQ∴ DO UNIV∴ ACENDO.” 
Depois, encaminha-se ao Alt∴ da Sab∴, e entrega o 
Acendedor pelo lado esquerdo do Respeitab∴ Mestr∴, di-
zendo:
M∴ de CCER∴ - Respeitab∴ Mestr∴, eu vos trago a Ch∴ 
Sagr∴.
O M∴ de CCer∴ circula no Or∴ e posiciona-se à direita do 
Respeitab∴ Mestr∴.
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RESPEITAB∴ - (antes do acendimento das velas, erguendo a 
Ch∴ à altura dos olhos, diz) QUE A LUZ DA SUA SABE-
DORIA ILUMINE OS NOSSOS TRABALHOS!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
O Respeitab∴ Mestr∴ efetua o acendimento na seguinte 
ordem: luz da direita; depois a do lado esquerdo e, final-
mente, a luz ao centro. Após isso, dirá:
RESPEITAB∴ - A SUA SABEDORIA É INFINITA!
O M∴ de CCer∴ recebe o Acendedor com as mãos espal-
madas e faz uma vênia, antes de deixar o Or∴, ao cruzar 
a “Linha Misteriosa” que delimita o N∴ do S∴. Circula e 
dirige-se ao 1º Vig∴, a quem, pela frente do Alt∴, passa 
o instrumento pelo lado esquerdo, dizendo:
M∴ de CCER∴ - Venerab∴ 1º Vig∴, eu vos trago a Ch∴ Sagr.
O 1º Vig∴, ainda de pé, apanha o Acendedor, com as 
duas mãos, ergue a Ch∴ à altura dos olhos e, antes do 
acendimento das três luzes (esquerda, direita e centro) 
do seu Alt∴, diz:
1º VIG∴ - QUE A LUZ DA SUA FORÇA NOS ASSISTA EM NOSSA 
OBRA!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
1º VIG∴ - (depois do acendimento diz) A SUA FORÇA É INFI-
NITA!
O M∴ de CCer∴ recebe o Acendedor pela direita do 1º 
Vig∴, que lhe será entregue da mesma forma, com as 
mãos espalmadas, e continua seu giro. Ao cruzar a “Li-
nha Misteriosa” que delimita o S∴ e o N∴ faz leve vênia 
e dirige-se ao Alt∴ do 2º Vig∴, a quem, pela frente do 
Alt∴, passa a Ch∴ pelo lado esquerdo, dizendo:
M∴ de CCER∴ - Venerab∴ 2º Vig∴, eu vos trago a Ch∴ Sagr.
O 2º Vig∴, ainda de pé, apanha o Acendedor, com as 
duas mãos, ergue a Ch∴ à altura dos olhos e, antes do 
acendimento das três luzes (esquerda, direita e centro) 
do seu Alt∴, diz:
2º VIG∴ - QUE A LUZ DA SUA BELEZA SE MANIFESTE EM 
NOSSA OBRA!
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TODOS - QUE ASSIM SEJA!
2º VIG∴ - (depois do acendimento diz) A SUA BELEZA É IN-
FINITA!
O M∴ de CCer∴ recebe o Acendedor pelo lado direito do 
2º Vig∴, com as mãos espalmadas e, utilizando o abafa-
dor apropriado, extingue a Ch, que não pode ser apagada 
soprando-se ou utilizando-se dos dedos ou de qualquer 
outro parte do corpo. O M∴ de CCer∴ retorna ao seu 
lugar, depositando o Acendedor no suporte existente em 
sua cadeira e diz:
M∴ de CCER∴ - - (bate uma palma) Respeitab∴ Mestr∴, 
foi realizado o Cerimonial do Fogo.
RESPEITAB∴ - QUE A SUA LUZ HABITE PERPETUAMENTE EN-
TRE NÓS!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos meus VVen∴ IIr∴.
3.5. Interrogatório
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dignís∴ 
1º Vig∴, qual é o primeiro dever dos VVig∴ em Loj∴?
1º VIG∴ - - Verificar se todos os VVen∴ IIr∴ presentes são 
MMestr∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 2º Vig, para que nos reunimos? 
2º VIG∴ - - Para recuperar a Pal∴ de Mestr∴ que está per-
dida.
RESPEITAB∴ - - Se assim é, meus VVenerab∴ IIr∴ ...... 
(NNom∴ HHist∴), DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, ide desde 
o Meio-Dia ao Setentrião, reconhecer todos os MMestr∴ 
que encontrardes. Sem dúvida, com auxílio de vossas lu-
zes, recuperareis a Pal∴ e,em seguida, vinde ao Or∴ 
para comunica-la a mim.
RESPEITAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus VVen∴ IIr∴ (exe-
cuta-se)!
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Todos obedecem e devem voltar-se para o Or∴, até mes-
mo o Respeitab∴ Mestr∴, que ficará de costas para a 
Assembleia e o rosto voltado para o espaldar do dossel ou 
para o Retábulo. Os VVig∴ vão, pelas suas CCol∴, rece-
bendo de cada Ir∴ o Toq∴ e a Pal∴ Sagr∴ de Mestr∴, da 
forma completa exigida pela Ordem e, à proporção que 
forem recebendo a Pal∴, os que a derem, voltar-se-ão 
do modo ordinário. Assim, os VVig∴ continuarão também 
pelo Or∴ até o Respeitab∴ Mestr∴, a quem dão o Toq∴ e 
a Pal∴, com as mesmas formalidades e, depois, circulan-
do, voltarão aos seus lugares e dão conta de algum Ir∴ 
que tenham considerado pouco instruído. Na hipótese, o 
Respeitab∴ Mestr∴ deve convidá-lo, delicadamente, a se 
instruir e determina ao respectivo Vig∴ ensinar-lhe aquilo 
de que se esqueceu.)
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos meus VVen∴ IIr∴ (executa-
-se)!
- - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dignís∴ 1º Vig∴, 
agora que a Pal∴ foi recuperada, o que nos resta fazer?
1º VIG∴ - - Traçar os planos que devem servir de exemplo 
aos CComp∴ e AApr∴.
RESPEITAB∴ - Com que faremos esse trabalho?
1º VIG∴ - Com giz, uma terrina e carvão.
RESPEITAB∴ - Que significam essas três coisas?
1º VIG∴ - Zelo, Fervor e Constância.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Cobr∴, onde é vosso lugar em Loj∴?
COBR∴ - (levanta-se, Esp∴ à Ord∴, e diz) Junto à porta do 
Templo, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Am∴ Ir∴?
COBR∴ - Para cobrir a Ofic∴ às vistas profanas, ajudar os VVe-
nerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), DDignís∴ 1º e 2º 
VVig, a verificarem se todos os VVen∴ IIr∴ são MMestr∴ 
e comunicar ao Respeitab∴ Mestr∴ todos os aconteci-
mentos que interessarem ao Bem da Ord∴ em Ger∴ e, 
particularmente, a este Aug∴ Quadr.
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RESPEITAB∴ - Onde têm assento os VVenerab∴ IIr∴ VVig∴?
COBR∴ - No Oc∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Para melhor observarem o Sol no meridiano, fazerem 
bom acolhimento aos VVen∴ IIr∴ VVisit∴, pagarem aos 
OObr∴, despedindo-os contentes e satisfeitos e ajuda-
rem a fechar a Loj∴.
RESPEITAB∴ - Onde é o lugar do Respeitab∴ Mestr∴?
COBR∴ - No Or∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Assim como o Sol, por vontade do Gr∴ Arq∴ do 
Univ∴, aparece no Or∴ para principiar a sua carreira e 
romper o dia, o Respeitab∴ Mestr∴, por vontade dos 
VVen∴ IIr∴, ali tem assento, para abrir a Loj∴, auxiliar 
os OObr∴ com seus conselhos, iluminá-los com as suas 
Luzes e fechar a Loj∴.
- E, com seu exemplo, traçar os planos para orientação 
dos VVen∴ IIr∴, ansiosos de perfeição (senta-se).
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 1º Vig∴, donde vindes?
1º VIG∴ - - Venho da Câm∴ do Meio, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - O que se faz na Câm∴ do Meio?
1º VIG∴ - Honra-se a memória do nosso Respeitab∴ Mestr∴ 
Adonhiram.
RESPEITAB∴ - Quem era Adonhiram, meu Venerab∴ Ir∴?
1º VIG∴ - O Gr∴ Arq∴ do Templo Construído por Salomão, 
Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Quanto tempo nós devemos trabalhar?
1º VIG∴ - Desde o M∴ D∴ até a M∴ N∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 2º Vig∴, sois Mestr∴?
2º VIG∴ - - Experimentai-me: a∴ ac∴ m∴ é c∴.
RESPEITAB∴ - Em que trabalham os MMestr∴?
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2º VIG∴ - Sobre a Pr∴ de Traçar.
RESPEITAB∴ - Onde recebem seus salários?
2º VIG∴ - Na Câm∴ do Meio.
RESPEITAB∴ - Quanto tempo é necessário para formar um Mestr?
2º VIG∴ - S∴ AA∴, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 1º Vig∴, que idade tendes?
1º VIG∴ - S∴ AA∴, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Que horas são, meu Venerab∴ Ir∴?
Em absoluto silêncio, ouvem-se doze vibrações harmôni-
cas, regularmente pausadas, feitas soar pelo Cobr∴ Int∴ 
em um tímpano. Após a última, o 1º Vig∴ dirá:
1º VIG∴ - - M∴ D∴ completo.
3.6. Abertura da Loj∴
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, adverti a todos os nossos VVen∴ 
IIr∴ que, em virtude da hora e da idade, vamos abrir a Res-
peitab∴ Loj∴ de São João de Jerusalém, sob o Título Dis-
tintivo “...... (Nome e número)”, no grau de Mestr∴ Maç∴ e 
começar os nossos trabalhos na forma de costume.
1º VIG∴ - - VVen∴ IIr∴ e amigos, brilhantes ornamentos 
da Col∴ do S∴, eu vos advirto, da parte do Respeitab∴ 
Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴) que, em virtude da hora e da 
idade, vamos abrir a Loj∴ de São João de Jerusalém, sob 
o Título Distintivo “...... (Nome e número)”, no grau de 
Mestr∴ Maç∴ e começar os nossos trabalhos na forma 
de costume.
2º VIG∴ - - VVen∴ IIr∴ e amigos, brilhantes ornamentos 
da Col∴ do N∴, eu vos advirto, da parte do Respeitab∴ 
Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴) que, em virtude da hora e da 
idade, vamos abrir a Loj∴ de São João de Jerusalém, sob 
o Título Distintivo “...... (Nome e número)”, no grau de 
Mestr∴ Maç∴ e começar os nossos trabalhos na forma 
de costume (pausa).
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- - Está anunciado na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, está feito o anúncio em 
ambas as CCol∴.
3.7. Formação do Pál∴
RESPEITAB∴ - - Descubramo-nos, meus VVen∴ IIr∴ (exe-
cuta-se).
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, convidai três MMestr∴ da Col do S∴ e três 
outros da Col∴ do N∴, a fim de convosco formarem o 
Pál∴ e, após, convidai o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), 
Mui Dig∴ Orad∴ para abrir o L∴ da L∴. Cabendo-vos dei-
xar vossos chapéus em seus respectivos assentos.
Após convidar os OObr∴ de ambas as CCol∴, o M∴ de 
CCer∴ dirige-se ao Or∴, e colocará os três IIr∴ da Col∴ 
do N∴ ao lado do Alt∴ dos JJuram∴, em frente ao Orad.
Os três IIr∴ da Col∴ do S∴ seguem o M∴ de CCer∴ que, 
circula e os coloca do lado do Secr∴, em frente aos outros 
IIr∴, que se encontram do lado oposto. 
Em seguida, convida o Orad∴ da forma usual.
3.8. Abertura do L∴ da L∴
M∴ de CCER∴ - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴, 
de ordem do Respeitab∴ Mestr∴, eu vos convido para 
abrir o L∴ da L∴. O Orad∴ segue o M∴ de CCer∴ até o 
Alt∴ dos JJuram∴, sem fazer nenhum Sin∴.
RESPEITAB∴ - - - - - - . (Bat∴ do Gr∴)
1º VIG∴ - - - - - - . 
2º VIG∴ - - - - - - . 
RESPEITAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus VVen∴ IIr∴ (exe-
cuta-se)!
Música. O Orad∴ faz a Saud∴ e ajoelha-se com o joelho 
dir∴, mantendo a perna esquerda em esquadr∴. Os IIr∴ 
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que formarão o Pál∴ cruzarão no alto suas EEsp∴ em “X”.
O M∴ de CCer∴, postado detrás do Orad∴ “sustentará” 
com sua Esp∴ as outras. Em seguida, o Orad∴ abre o L∴ 
da L∴ em Eclesiastes e lê, em alto e bom som, o Cap∴ 
12 vers. 1.
ORAD∴ - LEMBRA-TE DO TEU CRIADOR NOS DIAS DA TUA 
MOCIDADE, ANTES QUE VENHAM OS MAUS DIAS, E 
CHEGUEM OS ANOS DOS QUAIS VENHA A DIZER: 
- NÃO TENHO NELES CONTENTAMENTO.
Terminada a leitura, dispõe sobre o L∴ da L∴ o Comp∴ 
com a cab∴ voltada para o Or∴ e as pernas abertas em 
ângulo de 45º. O Esq∴ será colocado com o vértice para 
o Oc∴, com o lado menor ou sem graduação, geralmente 
mais pesado, voltado para o lado do Secr∴, e será co-
berto pelo Comp∴. Com o Sin∴ do Gr∴, o Orad∴ volta 
para o seu lugar, precedido pelo M∴ de CCer∴, que faz 
retornar aos seus lugares nas CCol∴ os IIr∴ que com ele 
formaram o Pál∴. Em seguida, dispõe o Painel do Grau 
no Pav∴ Mos∴, voltado para o Oc∴ do Pav∴, coloca-se à 
Ord∴ e dirá o Respeitab∴ Mestr∴:
RESPEITAB∴ - Em nome do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e de São 
João de Jerusalém, nosso Patrono, está aberta a Aug∴ 
e Respeitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome e número), no 
grau de Mestr∴ Maç∴ do Rito Adonhiramita, em Sessão 
Ordinária (pausa).
Observar que o Respeitab∴ Mestr∴ e os VVig∴ devem de-
positar os MMalh∴ sobre os seus AAlt∴ para fazerem o Sin∴ 
e realizarem a Aclamação, apenas os usando para executa-
rem a Bat∴. O Cobr∴ Int∴ não movimenta sua Esp∴ para 
fazer o Sin∴, executar a Bat∴ e para efetuar a Aclamação; 
somente dirá o “Vivat, Vivat, Vivat”, palavra francesa de 
pronúncia “Vivá”.) Observar também que no cumprimento 
da execução do sinal do Gr∴, não deve-se voltar a ordem 
e sim se prepararpara execução da Bat∴ e na sequência a 
Aclamação, e ai sim voltar ao sinal de Ord∴.
RESPEITAB∴ - A mim, meus VVen∴ IIr∴, pelo Sin∴ (executa-
-se), pela Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: 
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
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RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos e cubramo-nos, meus VVen∴ 
IIr∴ (executa-se).
3.9. Balaústre
Em caso de Sessão Magna de Exalt∴, passar diretamente 
para o Expediente.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Secr∴, dai-nos conta do Bal∴ dos nossos últimos trabalhos.
O Secr∴, sentado, procede à leitura do Bal∴, finda a 
qual, o Respeitab∴ Mestr∴ concederá a palavra relativa 
à redação da peça que será, posteriormente, levada à 
votação da Loj∴.
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, 
assim como o faço no Or∴, que se alguma observação 
tiverem a fazer, sobre a redação da Col∴ Grav∴, cuja 
leitura acabamos de ouvir, a palavra lhes será concedida. 
2º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do N∴.
Após as observações, se as houver, diz:
2º VIG∴ - - Reina silêncio na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do S∴.
- - (e, do mesmo modo) Respeitab∴ Mestr∴, reina 
silêncio em ambas as CCol∴.
RESPEITAB∴ - - A palavra está no Or∴.
Com idêntico proceder, dirá:
RESPEITAB∴ - - A palavra está com o Ven∴ Ir∴ ...... 
(Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴.
Caso ocorram manifestações dos OObr∴, o Orad∴ soli-
citará que sejam efetuadas as correções e a leitura das 
emendas, que deverão ser lavradas no Bal∴ da sessão 
em curso. Estando satisfeito, dirá:
ORAD∴ - Pela votação, Respeitab∴ Mestr∴ (e, caso aplicável, 
completa: “após as devidas correções”).
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RESPEITAB∴ - - Reinando silêncio em ambas as CCol∴ e 
no Or∴, e estando satisfeito o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ 
Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴ que é o Guarda da Lei, peço 
aos VVen∴ IIr∴ que aprovam a redação da Col∴ Grav∴ 
(“com as emendas apresentadas”, se as houver), que se 
manifestem pelo Sin∴ de Cost∴.
O M∴ CCer∴, após a verificação usual, soa uma palma, 
anuncia o resultado e todos desfazem o Sin. Em seguida, 
circula no Or∴ e colhe as assinaturas no Bal∴.
3.10. Expediente
Na hipótese de Sessão Magna de Exalt∴, só se lerá ma-
terial específico, previamente informado ao Respeitab∴ 
Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Secr∴, dai-nos conta do Expediente.
SECR∴ - (sentado) Respeitab∴ Mestr∴, no expediente consta 
o seguinte ...... (ou “Nada Consta).
Feita a leitura, conforme o caso, o Respeitab∴ Mestr∴ 
determinará o(s) destino(s) adequado(s). Caso exista Ato 
ou Decreto, solicitará ao Orad∴ que proceda a leitura, 
permanecendo todos sentados.
3.11. Sac∴ de PProp∴ e IInf∴
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, as-
sim como o faço no Or∴, que o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ 
Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de CCer∴, vai circular com o Sac∴ 
de PProp∴ e IInf.
Portando o Sac∴ de PProp∴ e IInf∴ com as duas mãos, 
a esquerda sobre o coração e a direita sobre a esquerda, 
o M∴ de CCer∴ dirige-se para entre CCol∴ e aguarda a 
ordem para circular:
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, cumpri o vosso dever. Após o giro de pra-
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xe, trazei o Sac∴ de PProp∴ e IInf∴ ao Alt∴, a fim de 
verificarmos o seu conteúdo.
Música. O M∴ de CCer∴ circulará da forma usual, indo de 
entre CCol∴ ao Or∴, subindo pelo N∴, portando o Sac∴ 
da maneira ritualística. O giro segue a ordem hierárquica, 
iniciando-se pelo lado direito do Respeitab∴ Mestr∴ e os 
componentes do Alt∴ da Sab∴. Feito isto, após dirigir-se 
aos 1º e 2º VVig∴, retorna ao Or∴ e colhe do Orad∴, 
Secr∴, PPort∴ Band∴ e Estand∴ e demais IIr∴ do Or∴. 
Saúda com uma vênia antes de sair do Or∴ e recolhe 
do Tes∴; circula e colhe do Chanc∴, Hosp∴, 2º Exp∴ e 
Arq∴. Segue para o S∴ e colhe do M∴ BBanq∴, M∴ de 
Harm∴ e demais MMestr∴ da Col∴ do S∴. Circula para a 
Col∴ do N∴, recolhe do Bibliot∴ e dos MMestr∴ da Col∴ 
do N∴. Circula e, ao final, dirige-se ao Cobr∴ e troca de 
função pelo procedimento: com as mm∴ dir∴ e esq∴ 
segura as mm∴ dir∴ e esq∴ do Cobr∴ (formam um “χ” 
com os braços). Sem soltarem as mm∴, o M∴ de CCer∴ 
dá um passo para o S∴; Simultaneamente o Cobr∴, gira 
para o N∴; o segundo passo do M de CCer∴, do S∴ para 
o Oc∴ e o do Cobr∴, do N∴ para o Or∴, provoca a troca 
de função. Aquele que estiver portando a Esp∴, trans-
fere-a, momentaneamente, para a m∴ esq∴ para que, 
com a dir∴, faça o devido depósito no Sac∴. Feito isto, o 
Cobr∴ colhe primeiro do M∴ de CCer∴ e, depois, do 1º 
Exp∴ e do Cobr∴ Ext∴, fora do Templo. Retornando ao 
recinto, destroca as funções, realizando o mesmo proce-
dimento acima descrito. O M∴ de CCer∴ colhe do Cobr∴ 
(será sempre o último) circula e coloca-se à esquerda do 
Alt∴ da Sab∴, quando dirá o Respeitab∴ Mestr∴:
RESPEITAB∴ - - Peço aos VVen∴ IIr∴ ...... (NNom∴ 
HHist∴), Mui Dig∴ Orad∴ e Secr∴, para comigo fazerem 
a verificação. 
Os IIr∴, com o Sin∴ do Gr∴, aproximam-se do Alt∴, um 
de cada lado, à Ord∴, e assistem a contagem das peças 
arrecadadas. Concluída a verificação, o Respeitab∴ Mes-
tr∴ anuncia a quantidade de peças colhidas e agradece 
aos IIr∴ Orad∴ e Secr∴, os quais retornam aos seus 
lugares, sem circulação. O Respeitab∴ Mestr∴ decifra as 
peças e dá-lhes destino. Poderá enviá-las a quem de di-
58
reito, por intermédio do M∴ CCer∴ que, após a entrega, 
regressa ao seu lugar ou poderá deixá-las sob Malh∴, 
declarando o prazo legalmente aplicável. Nesta hipóte-
se, o Orad∴ anotará o prazo regular. Em caso de Sessão 
Magna de Exalt∴, passar para o item 4.2.
3.12. Ordem do Dia
A pauta será organizada com os assuntos trazidos pela 
Administração ou com aqueles inscritos, previamente, 
pelos IIr∴ na Secr∴ e autorizados pelo Respeitab∴ Mes-
tr∴, sendo-lhe facultado conceder a palavra às diversas 
Comissões da Loj∴, para esclarecimentos e informações 
sobre as suas respectivas áreas, podendo franquear a 
palavra aos OObr∴ do quadro.. A Ordem do Dia poderá 
contar, também, com outras matérias colhidas no Sac∴ 
de PProp∴ e IInf∴, a exclusivo critério do Respeitab∴ 
Mestr∴.
Os trabalhos solicitados pela Loj∴ para verificação de co-
nhecimento de Obr∴, com ou sem votação de aumento 
de salário, devem ser apresentados neste momento.
RESPEITAB∴ - - Passemos à Ordem do Dia.
1º VIG∴ - - Passemos à Ordem do Dia.
2º VIG∴ - - Passemos à Ordem do Dia.
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Secr∴, dai-nos conta da Ordem do Dia.
SECR∴ - (sem levantar-se) Respeitab∴ Mestr∴, na pauta da 
Ordem do Dia, consta o seguinte ...... (e nomeia o(s) 
inscrito(s) ou dirá: “.....nada consta na Ordem do Dia”).
Após o uso da palavra pelo(s) I(I)r∴ inscrito(s) e/ou das 
Comissões, ou se nada constar, o Respeitab∴ Mestr∴ diz:
RESPEITAB∴ - - Está encerrada a Ordem do Dia. 
3.13. Ingresso de Visitantes
Serão recebidos conforme determinarem as normas re-
gulamentares ou em família, caso assim desejarem.
59
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, dirigi-vos ao Átrio e informai-vos com o 
Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 1º Exp∴ se ali 
existe(m) A(A)m I(I)r∴ V(V)isit∴ e qual(is) o(s) seu(s) 
nome(s), grau(s), cargo(s) e qualidade(s). 
O M∴ de CCer∴ obedece e, ao retornar, anuncia entre 
CCol∴:
M∴ de CCER∴ - - (sem estar à Ord∴) Respeitab∴ Mestr∴, 
não existe(m) A(A)m∴ I(I)r∴ V(V)isit∴.
Ou 
M∴ de CCER∴ - - (sem estar à Ord∴) Respeitab∴ Mes-
tr∴, no Átrio do Templo se encontra(m) o(s) A(A)m∴ 
I(I)r∴ ...... (mencionar nome(s), grau(s), cargo(s) e 
qualidade(s) de cada Ir∴).
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ M∴ 
de CCer∴, franqueai-lhe(s) o ingresso.
Procedendo conforme determinarem as normas regula-
mentares o M∴ de CCer∴ retorna ao Átrio, organiza o(s) 
I(I)r∴, bate à porta do Templo regularmente e, após a 
devida constatação pelo Cobr∴ Int∴, ingressa no Templo 
acompanhado pelo(s) I(I)r∴ V(V)isit∴.Depois de fe-
chada a porta do Templo:
RESPEITAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus AAm∴ IIr∴.
Após o M∴ de CCer∴ conduzir o(s) I(I)r∴ V(V)isit∴ ao(s) 
seu(s) lugar(es):
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos, meus AAm∴ IIr∴.(executa-se).
Música. O M∴ de CCer∴ conduz ao(s) I(I) r∴ V(V)isit∴ o 
Livro de Presença para assinatura.
3.14. Recepção de AAut∴ e Portadores de Títulos 
e Recompensas
Nas Sessões Magnas, os IIr∴ com direito ao Protocolo de 
Recepção serão recebidos antes da entrada do Pavilhão 
Nacional e conforme o respectivo Protocolo do Grande 
Oriente de São Paulo.
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3.15. Recepção do Pav∴ Nacion∴
Nas Sessões Magnas, o Pavilhão Nacional será recebido 
conforme o respectivo Protocolo do Grande Oriente de 
São Paulo.
3.16. Escrut∴ Secret∴
O Escrut∴ Secret∴ somente será realizado, em Sessão 
Ordinária do Gr∴ 3, no caso de processo especial pre-
viamente agendado, cuja aprovação dependa do voto 
secreto. Poderá ser empregado, excepcionalmente, caso 
se deva votar passagem de Comp∴ a Mestr∴. Nestas hi-
póteses, o Respeitab∴ Mestr∴ fará correr o cerimonial de 
acordo com as seguintes regras:
RESPEITAB∴ - - Passemos ao Escrut∴ Secret∴.
1º VIG∴ - - Passemos ao Escrut∴ Secret∴.
2º VIG∴ - - Passemos ao Escrut∴ Secret∴.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, convidai os VVen∴ IIr∴ Cobr∴ Ext∴ e 1º 
Exp∴ para participarem do Escrut∴ Secret∴. 
O M∴ de CCer∴ executa e os IIr∴ tomam assento em 
cadeiras colocadas em cada Col∴.
RESPEITAB∴ - - Meus VVen∴ IIr∴, o Escrut∴ Secret∴.da 
Sess∴ de hoje refere-se ao processo ...... (descrever o 
processo especial)
O Respeitab∴ Mestr∴ lerá o processo especial e previa-
mente agendado. Poderá tecer comentários ou esclareci-
mentos e, ao final, circulará a palavra.
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig, anuncio, diretamente, aos OObr∴ 
que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, assim 
como o faço no Or∴, que se alguma observação tiverem 
a fazer, sobre o processo ......, cuja leitura acabamos de 
ouvir, a palavra lhes será concedida.
2º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do N∴.
Após as observações, se existirem, dá um golpe de Malh∴ 
e diz:
61
2º VIG∴ - - Reina silêncio na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do S∴. (procede do 
mesmo modo e diz)
- - Reina silêncio em ambas as CCol∴, Respeitab∴ 
Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - A palavra está no Or∴.
Do mesmo modo, reinando silêncio no Or∴, diz o Respei-
tab∴ Mestr∴:
RESPEITAB∴ - - A palavra está com o Ven∴ Ir∴ ...... 
(Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴.
Caso exista alguma ponderação de ordem legal, o Orad∴ 
deverá proceder conforme determina o RG-GOSP.
ORAD∴ - (reinando silêncio em ambas as CCol∴, diz) - Pelo 
prosseguimento do Escrut∴ Secret∴, Respeitab∴ Mestr∴.
O Escrut∴ Secret∴ é efetuado pelo 2º Exp∴, sendo as 
esferas brancas e pretas distribuídas pelo M∴ de CCer∴ 
que, após a votação, também recolherá as sobras, sigi-
losamente.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, procedei à distribuição das esferas de vo-
tação. 
- Lembro que a esfera branca aprova e a negra, reprova 
(pausa).
- - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 2º Exp∴, 
podeis exibir a urna vazia à Loj∴ e efetivar o Escrut∴. 
Executa-se. O 2º Exp∴ exibe antes a urna e faz a circu-
lação hierárquica de costume, apresentando-a aos IIr∴ e 
recebendo as esferas distribuídas, conforme a expressão 
do voto de cada um. Ao final, leva a urna ao Alt∴ da 
Sab∴, entregando-a ao Respeitab∴ Mestr∴, que dirá:
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Chanc∴, podeis informar à Loj∴ quantos IIr∴ assinaram 
o(s) Livro(s) de Presenças. (de membros da Loj∴ e para 
Visitantes)
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CHANC∴ - (sentado) - Respeitab∴ Mestr∴, ...... (total) VVen∴ 
IIr∴ assinaram o(s) Livro(s) de Presenças.
RESPEITAB∴ - - Peço aos VVen∴ IIr∴ ...... (NNom∴ 
HHist∴), Mui Dig∴ Orad∴ e Secr∴, para comigo fazerem 
a apuração dos resultados. 
Os IIr∴ aproximam-se do Alt∴, com o Sin∴ do Gr∴, um 
de cada lado e assistem à contagem das esferas, que 
tem que ser iguais ao número de presentes e retiram-
-se ao comando do Respeitab∴ Mestr∴, que caso todas 
sejam brancas, anunciará, diretamente, à Loj∴, que o 
...... (tipo de processo, nome, etc.) foi aprovado “Limpo e 
Puro” ou “por maioria. Caso ocorra votação desfavorável, 
o Respeitab∴ Mestr∴ agirá de acordo com o RG. Após a 
votação, encaminhará o Cobr∴ Ext∴ e o 1º Exp∴ à Sal∴ 
dos PPas∴ PPerd∴ e ao Átrio.
3.17. Quart∴ de Hor∴ de Instrução
A Instrução, ministrada de acordo com um programa pre-
viamente preparado, somente será dispensada quando 
se tratar de Sessão Magna.
RESPEITAB∴ - - Passemos à Instrução.
1º VIG∴ - - Passemos à Instrução.
2º VIG∴ - - Passemos à Instrução.
RESPEITAB∴ - - Meus VVen∴ IIr∴, a instrução de hoje re-
fere-se ...... (ou “está a cargo do Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ 
Hist∴), que falará sobre......”).
3.18. Palav∴ Análoga à Instrução
O Respeitab∴ Mestr∴ poderá tecer qualquer comentário 
adicional ou oferecer esclarecimentos sobre a Instrução. 
Após a sua realização, franqueará a palavra, exclusiva-
mente, sobre o assunto abordado:
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, 
63
assim como o faço no Or∴, que a palavra, relativa à Ins-
tr∴ que acabamos de ouvir, é franca aos que dela quei-
ram fazer uso. 
2º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do N∴.
Após as observações, se as houver, reinando silêncio, dá 
um golpe de Malh∴ e diz:
2º VIG∴ - - Reina silêncio na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do S∴. 
E, do mesmo modo, reinando silêncio, diz:
- - Reina silêncio em ambas as CCol∴, Respeitab∴ 
Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - A palavra está no Or∴.
Com idêntico proceder, reinando silêncio, dirá:
RESPEITAB∴ - - A palavra está com o Ven∴ Ir∴ ...... 
(Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴.
ORAD∴ - (tece suas considerações)
RESPEITAB∴ - - Está encerrado o Quart∴ de Hor∴ de Instr∴. 
3.19. Tr∴ de Solid∴
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, as-
sim como o faço no Or∴, que o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ 
Hist∴), Mui Dig∴ Hosp∴, vai circular com o Tr∴ de Solid∴.
O Hosp∴, durante o anúncio, se dirige para entre CCol∴, 
portando o Tr∴ de Solid∴ da forma usual, com as duas 
mãos, a esquerda sobre o coração e a direita sobre a 
esquerda.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Hosp∴, cumpri o vosso dever (pausa).
- Após o giro de praxe, levai o Tr∴ de Solid∴ ao Ven∴ Ir∴ 
...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Tes∴, para conferência.
64
Música. O Hosp∴ gira na mesma sequência que o M∴ de 
CCer∴ circulou com o Sac∴ de PProp∴ e IInf∴. Ao final, 
entrega o Tr∴ ao Tes∴, ajuda-o na conferência, caso so-
licitado por este, e retorna ao seu lugar, anunciando-o ao 
plenário da Loj∴, no momento ritualístico oportuno.
3.20. Pal∴ a Bem da Ord em Ger∴ e do Quadr∴ 
em Partic∴
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, 
assim como o faço no Or∴, que que a Pal∴ a Bem da 
Ord∴ em Ger∴ e do Quadr∴ em Partic∴, é franca aos 
que dela queiram fazer uso.
2º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do N∴.
Após as observações, se as houver, reinando silêncio, dá 
um golpe de Malh∴ e diz:
2º VIG∴ - - Reina silêncio na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do S∴. 
TES∴ - Informo que o Tr∴ de Solid∴, no seu giro de praxe, 
colheu a medal∴ cunh∴ e grav∴ de ...... kg e ...... g (1,5 
kg = R$ 1,50.)
Além do Tes∴, havendo quem tenha feito uso da palavra 
ou não:
1º VIG∴ - - Reina silêncio em ambas as CCol∴, Respeitab∴ 
Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - A palavra está no Or∴.
O Respeitab∴ Mestr∴ concederá a palavra, diretamente, 
aos IIr∴ presentes no Or∴. Observar que, entretanto, 
caso o Orad∴ desejar falar como membro do quadro, 
deverá solicitar a palavra como tal. Reinando silêncio,o 
Respeitab∴ Mestr∴ dirá:
RESPEITAB∴ - - A palavra está com o Ven∴ Ir∴ ...... 
(Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴ para suas conclusões.
65
ORAD∴ - (após efetuar as saudações de praxe, hierarquica-
mente, o Orad∴ agradecerá a presença dos IIr∴ VVisit∴, 
se existirem. Em seguida, caso tenha ocorrido algum fato 
julgado relevante, declina-o para registro no Bal da Ses-
são e tece as considerações finais. Terminará declarando 
que os trabalhos transcorreram JJus∴ e PPerf∴) 
- Respeitab∴ Mestr∴, meus VVen∴ IIr∴, ...... (Faz as 
saudações hierarquicamente, e prossegue:)
ORAD∴ - Informo que os trabalhos transcorreram JJust∴ e 
PPerf∴. 
Após o pronunciamento final do Orad∴, pode falar ape-
nas o Grão-Mestre.
3.21. Saudação e Retirada do Pav∴ Nac∴
Nas Sessões Magnas, a saudação ao Pavilhão Nacional e 
posterior Retirada do Pav∴ Nac∴ serão realizadas confor-
me o Protocolo do Grande Oriente de São Paulo.
3.22. Saída das AAutorid∴, PPortad∴ 
de TTit e RRecomp∴ e VVisit∴
Dar-se-á, conforme determinação das normas regula-
mentares.
O Respeitab∴ Mestr∴ determinará a formação da co-
missão, com as devidas formalidades, para a saída dos 
Visitantes, consoante o grau, o cargo e a qualidade dos 
IIr∴ mencionados no RG-GOSP, se for o caso, após co-
mandará:
RESPEITAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus AAm∴ IIr∴.
- Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de CCer∴, 
convidai ao repouso o(s) nosso(s) A(A)m∴ I(I)r∴ 
Visitante(s) e que, dispensado(s) do Juram∴ de Sigilo, 
leve(m) à(s) sua(s) O(O)fic∴ o que de bom, útil e glorio-
so receberam na sessão de hoje.
O M∴ de CCer∴ coloca-se entre CCol∴ e, de acordo com 
o grau, a qualidade e o cargo, solicita à(s) Autoridade(s) 
66
Maçônica(s) e aos demais IIr∴ Visitantes, se existirem, 
para cobrir(em) o Templo, na ordem inversa do ingresso. 
Ao chegar(em) entre CCol∴ o(s) I(I)r∴, dirá o:
RESPEITAB∴ - - Desfaçamos o Sin∴ de Ord∴ meus AAm∴ 
IIr∴ (executa-se)!
O Cobr∴ abre a porta do Templo. O(s) I(I)r∴, ao sair(em), 
pode(m) ser aplaudido(s) pela Bat∴ incessante. Efetuada 
a retirada do (último) Ir∴, fecha-se a porta.
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos, meus AAm∴ IIr∴!
3.23. Interrogatório
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Cobr∴, onde é vosso lugar em Loj∴?
COBR∴ - (levanta-se, Esp∴ à Ord∴, e diz) Junto à porta do 
Templo, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Para cobrir a Ofic∴ às vistas profanas, ajudar os 
VVenerab Ir∴ ...... (NNom∴ HHist∴), DDignís∴ 1º e 2º 
VVig∴, a verificarem se todos os VVen∴ IIr∴ são MMes-
tr∴ e comunicar ao Respeitab∴ Mestr∴ ...... (Nom∴ 
Hist∴),todos os acontecimentos que interessarem ao 
Bem da Ord∴ em Ger∴ e, particularmente, a este Aug∴ 
Quadr∴.
RESPEITAB∴ - Onde têm assento os VVenerab∴ IIr∴ VVig∴?
COBR∴ - No Oc∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Para melhor observarem a passagem do Sol pelo 
meridiano, fazerem bom acolhimento aos VVen∴ IIr∴ 
VVisit∴, pagarem ais OObr∴, despedindo-os contentes e 
satisfeitos e ajudarem a fechar a Loj∴.
RESPEITAB∴ - Onde é o lugar do Respeitab∴ Mestr∴?
COBR∴ - No Or∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Assim como o Sol, por vontade do Gr∴ Arq∴ do 
67
Univ∴, aparece no Or∴ para principiar a sua carreira e 
romper o dia, o Respeitab∴ Mestr∴, por vontade dos 
seus VVen∴ IIr∴, ali tem assento, para abrir a Loj∴, au-
xiliar os OObr∴ com seus conselhos e iluminá-los com as 
suas Luzes, fechar a Loj∴ e, com seu exemplo, traçar os 
planos para a orientação dos VVen∴ IIr∴, ansiosos por 
perfeição (senta-se).
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 1º Vig∴, donde vindes?
1º VIG∴ - - Venho da Câm∴ do Meio, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - O que se faz na Câm∴ do Meio?
1º VIG∴ - Honra-se a memória do nosso Respeitab∴ Mestr∴ 
Adonhiram.
RESPEITAB∴ - Quem era Adonhiram, meu Venerab∴ Ir∴?
1º VIG∴ - O Gr∴ Arq∴ do Templo Construído por Salomão, 
Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 2º Vig∴, sois Mestr∴?
2º VIG∴ - - Experimentai-me: a∴ ac∴ m∴ é c∴.
RESPEITAB∴ - Em que trabalham os MMestr∴?
2º VIG∴ - Sobre a Pr∴ de Traçar.
RESPEITAB∴ - Onde recebem seus salários?
2º VIG∴ - Na Câm∴ do Meio.
RESPEITAB∴ - Que vindes aqui fazer?
2º VIG∴ - Procurar a Pal∴ de Mestr∴ que está perdida.
RESPEITAB∴ - Quanto tempo é necessário para formar um 
Mestr?
2º VIG∴ - S∴ AA∴, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 1º Vig∴, que idade tendes?
1º VIG∴ - S∴ AA∴, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Quanto tempo devemos trabalhar, meu Vene-
rab∴ IIr∴?
68
1º VIG∴ - Desde o M∴ D∴ até a M∴ N∴.
RESPEITAB∴ - Que horas são, meu Venerab∴ Ir∴?
Como na abertura dos trabalhos em Loj∴, estando em 
absoluto silêncio, ouvem-se doze vibrações harmônicas, 
regularmente pausadas, feitas soar pelo Cobr∴ Int∴ em 
um tímpano. Após a última, o 1º Vig∴ dirá:
1º VIG∴ - - M∴ N∴ completa.
3.24. Fechamento do L∴ da L∴
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, adverti a todos os VVen∴ IIr∴ 
que, em virtude da hora e da idade, vamos fechar a Res-
peitab∴ Loj∴ de São João de Jerusalém sob o Título Dis-
tintivo “...... (Nome e número)”, no grau de Mestr∴ Maç∴, 
e encerrar os nossos trabalhos na forma de costume.
1º VIG∴ - - VVen∴ IIr∴ e amigos, brilhantes ornamentos 
da Col∴ do S∴, eu vos advirto da parte do Respeitab∴ 
Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴) que, em virtude da hora e 
da idade, vamos fechar a Respeitab∴ Loj∴ de São João 
de Jerusalém sob o Título Distintivo “...... (Nome e nú-
mero)”, no grau de Mestr∴ Maç∴, e encerrar os nossos 
trabalhos na forma de costume.
2º VIG∴ - - VVen∴ IIr∴ e amigos, brilhantes ornamentos 
da Col∴ do N∴, eu vos advirto da parte do Respeitab∴ 
Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴) que, em virtude da hora e 
da idade, vamos fechar a Respeitab∴ Loj∴ de São João 
de Jerusalém sob o Título Distintivo “...... (Nome e nú-
mero)”, no grau de Mestr∴ Maç∴, e encerrar os nossos 
trabalhos na forma de costume.
- - Está anunciado na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, está feito o anúncio em 
ambas as CCol∴.
RESPEITAB∴ - - - - - - . (Bat∴ do Gr∴)
1º VIG∴ - - - - - - . 
2º VIG∴ - - - - - - . 
69
RESPEITAB∴ - - Descubramo-nos. De P∴ e à Ord∴, meus 
VVen∴ IIr∴ (Pausa)! Rendamos graças ao Gr∴ Arq∴ do 
Univ∴.
TODOS - OH! / FONTE DIVINA E FECUNDA, / JORRAI SOBRE 
NÓS A LIMPIDEZ DE VOSSA PUREZA / E FAZEI-NOS 
UNOS COM O SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO!
- QUE POSSAMOS CAMINHAR CADA DIA COM MAIS FIR-
MEZA, / TENDO A NOSSA SÃ PROVISÃO DE AMOR E DE 
LUZ / CADA VEZ MAIS AUMENTADA.
- QUE A NOSSA FORÇA POSSA ENVOLVER / A TODOS 
OS MAÇONS ESPALHADOS PELA SUPERFÍCIE DA TERRA 
/ A TODA A HUMANIDADE / NUMA CADEIA DE LUZ E DE 
AMOR!
- QUE TUDO EM QUE NOSSAS MÃOS TOCAREM, / TUDO 
O QUE NOSSOS OLHOS AVISTAREM, / SEJA TRANSMU-
TADO EM LUZ, / AMOR, / FORÇA, / SAÚDE E HARMONIA.
- QUE A PAZ SEJA FEITA EM TODOS OS SERES!
- QUE ASSIM SEJA!
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, convidai três MMestr∴ da Col do S∴ e três 
outros da Col∴ do N∴, a fim de convosco formarem o 
Pál∴ e, após, convidai o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), 
Mui Dig∴ Orad∴ para fechar o L∴ da L∴. Cabendo-vos 
deixar vossos chapéus em seus respectivos assentos.
Devendo solicitar, se possível, a participação dos OObr∴ 
convidados na Abertura, o M∴ de CCer∴ se dirige ao Or 
e coloca três IIr∴ de cada lado do Alt∴ dos JJuram∴, gi-
rando como naquela ocasião. Em seguida, convida o Orad 
da forma usual:
M∴ de CCer∴ - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ Ord∴, 
de ordem do Respeitab∴ Mestr∴, eu vos convido para 
fechar o L∴ da L∴ (executa-se).
O Orad∴, seguindo o M∴ de CCer∴, se encaminhará para 
o Alt∴ dos JJuram∴, com o Sin∴ do Gr∴. Saúda o Res-
peitab∴ Mestr∴ e ajoelha-se com o joelho dir∴ diante 
do L∴ da L∴, mantendo a per∴ esq∴ em esquadr∴ e 
forma-se o Pál∴, com o M∴ CCer∴ sobrepondo sua Esp∴ 
70
sobre as demais. Fechado o L∴, o Pál∴ se desfaz e o M∴ 
CCer∴ conduz o Orad∴ e os IIr∴ aos seus lugares e, em 
seguida, invertea posição do Painel do Grau, no suporte 
próprio, e retorna ao seu posto.
3.25. Encerramento da Loj∴
RESPEITAB∴ - Em nome do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e de São 
João de Jerusalém, nosso Patrono, está fechada a Aug∴ 
e Respeitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome e número), no 
grau de Mestr∴ Maç∴ do Rito Adonhiramita, em Sessão 
Ordinária.
O Respeitab∴ Mestr∴ e os 1º e 2º VVig∴ depositam seus 
MMalh∴ sobre seus AAlt∴ para fazerem o Sin∴ da Ord∴ 
e realizarem a Aclamação. Apenas usarão os MMalh∴ 
para executarem a Bat∴. O Cobr∴ Int∴ não movimenta 
sua Esp∴ para fazer o Sin∴, executar a Bat∴ ou realizar 
a Aclamação e só dirá “Vivat, Vivat, Vivat”.
RESPEITAB∴ - A mim, meus VVen∴ IIr∴, pelo Sin∴ (executa-
-se), pela Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: 
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
Todos fazem o Sin∴ Peit∴, dão a Bat∴ e aclamam. O 
Cobr∴ Int∴ só dirá “Vivat, Vivat, Vivat”.
RESPEITAB∴ - - Desfaçamos o Sin∴, cubramo-nos e per-
maneçamos de pé, meus VVen∴ IIr∴ (executa-se).
3.26. Adorm∴ do Fogo
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, procedei ao Adormecimento do Fogo. 
O M∴ de CCer∴ toma o Apagador e dirige-se à frente do 
Alt∴ do 2º Vig∴, a quem, pelo lado esquerdo deste, entre-
ga o instrumento; este, erguendo-o à altura dos olhos, dirá:
2º VIG∴ - (antes do Adormecimento, diz) - QUE A LUZ DA 
SUA BELEZA CONTINUE FLAMEJANTE EM NOSSOS CO-
RAÇÕES!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
71
O 2º Vig∴ adormece as Chamas do Alt∴ e devolve o Apa-
gador ao M∴ de CCer∴ pelo seu lado direito, que irá en-
tregá-lo ao 1º Vig∴, do mesmo modo, pelo lado esquerdo.
1º VIG∴ - (antes do Adormecimento, diz) - QUE A LUZ DA SUA 
FORÇA CONTINUE ATUANTE EM NOSSOS CORAÇÕES!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
O 1º Vig∴ adormece a Chama do Alt∴ e devolve pelo seu 
lado direito o Apagador ao M∴ de CCer∴, que irá entre-
gá-lo ao Venerab∴, do mesmo modo, pelo lado esquerdo.
RESPEITAB∴ - (antes do Adormecimento, diz) - QUE A LUZ 
DA SUA SABEDORIA HABITE EM NOSSOS CORAÇÕES!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
O Respeitab∴ Mestr∴ adormece a Chama e devolve o 
Apagador pela sua direita ao M∴ de CCer∴, que o depo-
sita no Alt∴ dos PPerfum∴ e retorna ao seu lugar.
M∴ de CCER∴ - - (bate uma palma) Respeitab∴ Mestr∴, 
foi realizado o Adormecimento do Fogo.
RESPEITAB∴ - Prestemos o Juram∴ de sigilo sobre tudo quan-
to aqui se passou.
O Cobr∴ Int∴ não movimenta sua Esp∴ para fazer o 
Sin∴, apenas dirá: EU JURO!
TODOS - (fazem o Sin∴ de Cost∴ e dizem) - EU JURO!
3.27. Encerramento dos TTrab∴
RESPEITAB∴ - Retiremo-nos em paz (pausa).
- - A Loj∴ está fechada. 
1º VIG∴ - - A Loj∴ está fechada.
2º VIG∴ - - A Loj∴ está fechada.
3.28. Saída do Templ∴
Música. Para o encerramento da sessão, o M∴ de CCer∴ 
convida e acompanhará o Respeitab∴ Mestr∴ até a por-
72
ta do Templo, de onde solicitará aos IIr∴ se retirarem, 
pela ordem inversa de entrada. Em qualquer sessão, caso 
estejam presentes o Grão-Mestre ou o Grão-Mestre Ad-
junto, o convite deve iniciar-se por estas Autoridades, 
seguindo-se a ordem da maior para a menor faixa.
M∴ de CCER∴ - Serenís Grão-Mestre, eu vos convido ao re-
pouso (executa-se).
- Em∴ Grão-Mestre Adjunto, eu vos convido ao repouso 
(executa-se).
- Respeitab∴ Mestr∴, eu vos convido ao repouso (exe-
cuta-se).
- Mui DDig∴ IIr∴ que decoram o Or∴, eu vos convido ao 
repouso (executa-se).
Saem as Autoridades do Or∴, o Orad∴, Secr∴, PPort∴ 
Band∴ e Estand∴.
- VVenerab∴ IIr∴ DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, eu vos convi-
do ao repouso (executa-se).
- VVen∴ IIr∴ MMestr∴ que guarneceis as CCol∴ do S∴ e 
do N∴, eu vos convido ao repouso (executa-se).
Os IIr∴ devem procurar obedecer a ordem hierárquica.)
3.29. Cad∴ de Un∴
Uma Cad∴ de Un∴, para transmissão da Pal∴ Sem∴, só 
deve ser realizada em Loj de Apr∴. Desta forma, caso 
um membro do quadro solicite sua formação, por moti-
vos que o Respeitab∴ Mestr∴ entenda como justificáveis, 
a sessão deverá ser suspensa, temporariamente, antes 
do encerramento da Loj∴, e os trabalhos transformados 
para o Gr∴ 1. A Cad∴ se formará no centro do Templo, 
em torno do Pav∴ Mos∴, estando todos os OObr∴ sem 
as luvas calçadas e descobertos, devendo os IIr∴ Visitan-
tes serem convidados a se retirarem do Templ∴, tempo-
rariamente. Após, Respeitab∴ comandará:
RESPEITAB∴ - Meus AAm∴ IIr∴, formemos a Cad∴ de Un∴ 
(pausa).
Ficando o Respeitab∴ em frente ao M∴ de CCer∴, todos 
73
os IIr∴ cruzam os aanteb∴ sobre a base do tronco, o 
dir∴ sobre o esq∴ e assim se dão as mm∴, mantendo os 
pp∴ se tocando, unidos em esquadr∴. 
O Respeitab∴ fica entre o Orad∴ e o Secr∴ e o 1º e 2º 
VVig∴ ladeiam o M∴ de CCer∴, dispondo-se os demais 
OObr∴ à direita e à esquerda, indistintamente. O Res-
peitab∴ abre o envelope lacrado e toma conhecimento 
da Pal∴ Sem∴, se esta for a primeira transmissão da 
mesma. Caso contrário, apenas transmite a Pal∴ ao o∴ 
d∴ do Orad∴ e ao e∴ do Secr∴, e estes a passam aos 
IIr∴ seguintes da Cad∴ até chegar ao M∴ de CCer∴. 
Isto feito, o M∴ de CCer∴ sai do seu lugar, a Cad∴ 
recompõe-se e passando pelo lado externo da mesma, 
ele virá ao Respeitab∴ e lhe dará ao o∴ d∴ o que rece-
beu no semicírculo esquerdo e, no o∴ e∴, o que recebeu 
no semicírculo direito e retorna à sua posição. Se ambas 
estiverem corretas, dirá o Respeitab∴:
RESPEITAB∴ - Meus AAm∴ IIr∴, a Pal∴ está Jus∴ e Perf. 
Esta Cad∴ de Un∴ simboliza a união que deve reinar en-
tre todos os Maçons e o meio de conservá-la para sempre 
consiste na amizade, na concórdia e na tolerância.
O Respeitab∴ pode acrescentar mensagem julgada opor-
tuna. A Cad∴, em seguida, vibra e desfaz-se, permane-
cendo os OObr∴ nas suas posições e, se for a primeira 
transmissão, o Respeitab∴ incinerará o envelope com a 
Pal∴, utilizando-se da Esp∴ Flamíg∴, colocando os re-
síduos no Turíbulo. Todos voltam aos seus lugares, sem 
avisos, e o Respeitab∴ retornará os trabalhos ao Gr∴ 3.
3.30. Adorm∴ da Ch∴ Sagr∴ 
O Arq∴ é o responsável pelo adormecimento da Chama 
Sagrada, o que faz em companhia do M∴ de CCer∴ e 
do 2º Exp∴, os quais, com suas EEsp∴ embainhadas, 
posicionam-se no Or∴, formando um triângulo imaginá-
rio, cujo vértice, voltado para o Oc∴, é ocupado pelo M∴ 
de CCer∴.
O M∴ de CCer∴ se coloca de frente para o Or∴; o Arq∴ à 
sua esq∴ (lado do Secr∴) e o 2º Exp∴ à sua dir∴ (lado 
do Orad∴), ambos na mesma linha da Cham∴ Sagr∴, 
74
formando a base do triângulo. O Cobr∴ Int∴ permanece 
de p∴ junto à porta do Templo. Então, diz o:
ARQ∴ - QUE O GR∴ ARQ∴ DO UNIV∴ NOS CONCEDA A 
GRAÇA DE ADORMECERMOS A LUZ DO TEMPLO, 
CONSERVANDO-A FLAMEJANTE EM NOSSOS CORA-
ÇÕES (adormece).
OOBR∴ - QUE ASSIM SEJA!
Retiram-se todos e o Arq∴ fecha o Templ∴.
75
O MESTR∴ MAÇ∴ ADONHIRAMITA
76
B - Sessão Magna de Exalt∴
IV - Preliminares
4.1. Preparativos Iniciais
Todo o cerimonial inicial para uma Sessão Magna de Exalt∴ 
ao Grau de Mestr∴ Maç∴ realiza-se conforme já descrito para as 
Sessões Ordinárias, desenvolvendo-se o Ritual, normalmente, 
até a Ordem do Dia, de acordo com as formalidades legais.
Deverá ser composta, na hora propícia, uma representação 
da Tumba de Adonhiram, no centro do Pav∴ Mos∴, formada 
pelo Mestr∴ mais novo, maçonicamente, que ali deitar-se-á, 
com os pp∴ voltado para o Or, per∴ esq∴ estendida, a dir∴ por 
baixo da esq∴, em esquadr∴, o br∴ esq∴ estendido e o dir∴ à 
Ord∴ de Comp∴.
Poderá ser provida uma forração adequada, para evitar-se 
os efeitos do solo frio, devido a longa permanência do Ir∴ na 
posição.
Esta representação será coberta por um pano mortuário 
preto, da cabeça aos pés e, estando tudo preparado, apagam-
se todas as luzes, exceto a Ch∴ Sagr∴, ficando somente uma 
lanterna para leitura nos AAlt∴ do Respeitab∴ e dos VVig∴, 
observando-se que deverão ser providas outras lanternas 
adicionais, portáteis, para os demais OOfic∴ que intervirão no 
cerimonial.
4.2 Material Necessário para a Exalt∴
Conforme relacionado na Sessão Ordinária, no caso de Exalt∴ 
o Arq∴ deverá proporcionar os seguintes materiais litúrgicos:
Alt∴ do Respeitab∴ - Ritual, Malh∴, Esp∴ Flamíg∴, Esq, lan-
terna, Candelabro deTrês Luzes, naveta com incenso, 
Constituição do GOSP, Regulamento Geral, Estatuto e Re-
gimento da Loj∴, Avent∴, Faixa, Chapéu, Espada e Ritual 
de Mestr∴, tudo para cada candidato e o material neces-
sário para anotações. 
1º e 2º VVig∴ - Ritual, Malh∴, lanterna elétrica e Candelabro 
de Três Luzes. 
77
Orad∴ - Ritual, Constituição do GOSP, Regulamento Geral, Es-
tatuto e Regimento da Loj∴, lanterna elétrica e material 
para anotações. 
Secr∴ - Ritual, livro de Atas, expediente, lanterna elétrica e 
material para anotações.
Alt∴ dos PPerfum∴ - Turíbulo, velas, acendedor e apagador 
de velas. 
Alt∴ dos JJuram∴ - L∴ da L∴, Esq, Comp∴ e almofada. 
Tes∴ - Ritual, talonário, recibos e livro-caixa. 
Chanc∴ - Ritual, Livro de Presenças do Quadr∴ e de Visitantes 
e certificados de presença. 
Hosp∴ - Ritual e sacola para o Tr∴ de Solidar∴. 
1º Exp∴ - Ritual, corda branca (5 m) e espada, tudo para cada 
candidato. 
2º Exp∴ - Ritual, espada e lanterna elétrica.
Arq∴ - Ritual, espada, lanterna elétrica e Painel do Grau 3.
M∴ de Harm∴ - Ritual, sistema de som e mídias com músicas 
apropriadas, e lanterna elétrica.
M∴ de CCer∴ - Ritual, Sac∴ de PProp∴ e IInform∴, espada e 
lanterna elétrica.
Cobr∴ Int∴ - Ritual, espada, lanterna elétrica e tímpano ou 
similar. 
Coluna do S∴ - Espadas, nas cadeiras da primeira fila.
Coluna do N∴ - Espadas, nas cadeiras da primeira fila. 
Ocidente - Suporte para Estrelas (à esq∴ do Cobr∴ Int∴) e 
Maço e Cinzel. (na frente do Al∴ do 2º Vig∴, junto à 
Pedra Bruta)
Oriente - Bandeira Nacional, Bandeira do GOSP e Estandarte 
da Loj∴.
Pav∴ Mos∴ - Representação (pano preto, giz, terrina, ramo de 
acácia e forração) Painel do Grau e seu suporte. 
Átrio - Joias, estrelas e outros materiais.
Nota: É lícito o emprego de flores nos AAlt∴, como ele-
78
mentos ornamentais adicionais. Os MMalh∴ terão um laço 
de tecido preto no cabo e se providenciarão dois rolos de 
papel ou similar, para uso no final da Terceira Viagem.
4.3. Preparação do Candidato
Um Candidato (e os demais que existirem), trajado com terno 
preto liso, camisa social, gravata “borboleta” e luvas brancas, 
está vestido sem o colar e com o Avent∴ de Comp∴ colocado de 
forma que possa ser tirado 
sem resistência. Será(ão) 
preparado(s) na Câm∴ 
das RRefl∴ pelo Terr∴ 
(1º Exp∴), devendo ficar 
sem luvas e gravata(s), 
com o(s) braço(s) e o(s) 
pé(s) esquerdo(s) nus e 
não conduzirá(ão) metais 
(sendo tudo guardado com 
os habituais cuidados). 
Na(s) mão(s) direita(s) 
terá(ão) um Esq∴ e, em 
torno da(s) cintura(s), 
uma corda branca dando 
três voltas.
Caso exista mais de um 
Candidato, o Ir∴ Terr∴ 
selecionará o de menor 
idade profana, para 
servir como paradigma, 
denominado escolhido, 
onde tal for aplicável, 
conforme descrito neste 
Ritual.
O M∴ de CCer∴ deverá vistoriar todo o material necessário 
para a sessão, providenciado pelo Arq∴ conforme relacionado 
no item anterior, especialmente aqueles sobre o Alt∴ do 
Respeitab∴ Mestr∴ (Esp∴ Flamíg∴, Naveta e Candelabro), 
assim como os destinados ao(s) Neófito(s) (Avent∴, Faixa, 
Esp∴ Chapéu e Ritual) e os para a representação (especialmente 
o ramo de ac∴).
79
Estando preparado(s) o(s) Candidato(s), o 1º Exp∴ lhe(s) 
fará a seguinte exortação, no Átrio:
1º EXP∴ - Meu(s) A(A)m∴ I(I)r∴, ao serdes recebido(s) M(M)
aç∴, fostes encerrado(s) em uma Câmara, onde o símbo-
lo da Morte se vos manifestou, por várias formas, como 
que a vos dizer que era morrendo para os vícios, os pre-
conceitos e o obscurantismo, que poderíeis alcançar a ini-
ciação maçônica.
- Hoje, vosso trabalho acurado, vosso zelo pela Ordem e o 
devotamento que mostrastes por vossos AAm∴ IIr∴ per-
mitem-nos que vos admitamos a participar de mistérios 
mais profundos e que vos iniciemos no grau de Mestr∴ 
Maç∴, talvez, entre todos, o que representa, com mais 
propriedade e perfeição, os antigos Mistérios do Egito.
1º EXP∴ - Outrora, o iniciado nos Mistérios de Osíris aprendia 
que além da existência de forças misteriosas, que vos fo-
ram reveladas no grau de Comp∴, havia a possibilidade, 
para o homem, de viver uma vida diferente da vida física. 
Ensinava-se-lhe que a entrada e a saída da existência são 
guardadas pelo mistério terrível da morte.
- Para exprimi-lo, simbolicamente, o Iniciado era envolvi-
do em faixas e colocado em um ataúde, onde ouvia cân-
ticos fúnebres, que se elevavam em sua honra; depois 
dessa cerimônia triste e majestosa, o Iniciado renascia. 
Uma nova Luz lhe era então revelada e sua mente, forta-
lecida pela vitória sobre os terrores da morte, abria-se à 
compreensão de idéias mais elevadas, puras e fraternais 
(continua).
- Hoje, graças à dedicação dos que nos precederam, as 
ciências profanas transformaram a vida social. O domínio 
das forças morais sobre as físicas saiu das universida-
des, dos templos fechados, para entrar nos laboratórios 
e, como o pelicano que dá seu sangue para alimentar sua 
progênie, o sábio contemporâneo, o verdadeiro vidente 
da Humanidade, ainda cega, dispensa aos profanos sua 
ciência e sua dedicação.
1º EXP∴ - A tradição dos símbolos é, também, uma ciência 
viva, que permite àquele que a possui adaptar seus co-
nhecimentos às necessidades de seus IIr∴, soerguer 
80
uma sociedade que naufraga, amparar e reanimar um 
coração sem coragem e projetar a Luz até onde as trevas 
parecem ter domínio absoluto (continua).
- Em tempos idos, narrava-se ao Iniciado a história de 
Osíris, seu esquartejamento, sua reconstituição por Ísis, 
e as danças simbólicas dos iniciadores revelavam os mis-
térios que a palavra era incapaz de traduzir.
- Cada centro de ensinamento possuía uma história sim-
bólica, lenda frívola, na aparência, mas, profunda de ana-
logias, que servia de base a toda concepção dos Mistérios 
(continua).
- À Maçonaria, herdeira direta dessas antigas fraterni-
dades iniciáticas, não falta, também, sua história sim-
bólica. Vamos narrar-vos a Lenda do Terceiro Grau, e se 
a não fizéssemos preceder das considerações que, aqui, 
vos faço, essa lenda pareceria um conto banal de coisas 
antigas, pouco interessantes, e vossa atenção não seria 
despertada e incitada a quebrar as cascas da lenda para 
descobrirdes, em seu âmago, a semente nutritiva e liber-
tadora de vossa intelectualidade (continua).
1º EXP∴ - A Lenda do Terceiro Grau — a Lenda de Adonhiram 
— contém a chave das maiores adaptações simbólicas 
que a Ordem Maçônica possa conceber.
1º EXP∴ - Sob o ponto de vista social, ela é a adaptação da 
inteligência aos diversos gêneros de trabalho; a divisão 
das forças sociais, concorrendo para a harmonia do todo 
e o lugar dado ao Mestr∴, por seu saber, em completo 
desenvolvimento.
- Sob o ponto de vista moral, ela ensina a lei terrível que 
faz com que aquele que auxiliastes e instruístes se revol-
te contra vós e procure matar-vos, segundo a fórmula da 
Besta Humana: “O Iniciado matará o Iniciador” (con-
tinua).
- Praticamente, enfim, é a certeza de que todo sacrifício 
é a chave de uma satisfação futura. 
- O ramo de ac∴ que guiará os IIr∴ ao túmulo daquele 
que se sacrificou por eles, dando uma lição, eternamente 
viva, para o cérebro que a compreende além de tudo, é 
81
um ensinamento que poderá ser transmitido à Humani-
dade, qualquer que seja a evolução da sociedade profana 
(continua).
1º EXP∴ - Que os nossos antigos IIr∴ tenham visto, nessa 
Lenda, uma representação mitológica ou adaptações filo-
sóficas, isso nada importa, pois toda história verdadeira-
mente simbólica é a Chave Universal de todas as mani-
festações físicas, morais e espirituais.
- Doravante, meu(s) A(A)m∴ I(I)r∴, compreendereis a 
razão de ser dos Mistérios, de que ides participar e sa-
bereis porque a Maçonaria deve respeitar a tradição e os 
símbolos, que foram confiadas aos Mestres Iniciadores.
Ao finalizar, o 1º Exp∴ organiza o(s) I(I)r∴ da forma que 
lhe aprouver, colocando, se for o caso, o escolhido em po-
sição de destaque, enquanto aguarda o momento de con-
fiá-lo(s) ao 2º Exp∴, à porta do Templo. Ressalte-se que 
os paramentosdos MMestr∴ somente são usados no lado 
preto quando em Sessão Magna de Exalt∴. Assim, nestas 
sessões, o Respeitab∴ Mestr∴ deverá instruir os IIr∴ para 
que todos efetuem esta alteração na forma de uso dos 
seus paramentos no momento oportuno dos trabalhos.
4.4. Preparação da Loj∴
Antes da “ABERTURA da LOJ∴”, o Arq∴ abre o Templo e 
prepara o Alt∴ dos PPerfum∴, colocando em ordem tudo o que 
for necessário para a realização dos trabalhos, providenciando 
inclusive, a colocação de carvão incandescente no Turíbulo. 
4.5. Revigoramento da Chama Sagr∴
Em seguida, já revestidos, M∴ de CCer∴, o Cobr∴ Int∴, 
o Arq, o M∴ de Harm∴ e o 2º Exp∴ entram no Templo para 
revigorar a Ch∴ Sagr∴, ficando o Cobr∴ Int∴ (armado com 
sua Esp∴) e o M∴ de Harm∴ de pé, nos seus locais de ofício. 
Neste momento, somente estes cinco IIr∴ podem permanecer 
no Templo.
Os IIr∴ que revigoram a Ch∴, com suas EEsp∴ embainhadas, 
posicionam-se no Or formando um triângulo imaginário, cujo 
82
vértice, voltado para o Oc∴ é ocupado pelo M∴ de CCer∴, que 
se coloca de frente para o Or∴. O Arq∴ no vértice à sua esquerda 
(lado do Secr∴) e o 2º Exp∴ no vértice à sua direita (lado do 
Orad∴), ambos na mesma linha da Ch∴ Sagr∴, formando a 
base do triângulo.
O M∴ de CCer∴ entregará uma vela acesa ou um Acendedor, 
já em chama, ao Arq∴, para que este revigore a Ch∴ Sagr∴ que 
iluminará os trabalhos, pronunciando a oração que se segue: 
ARQ∴ - QUE O GR∴ ARQ∴ DO UNIV∴ NOS CONCEDA A 
GRAÇA DE REVIGORARMOS A LUZ AQUI ADORMECI-
DA, MAS FLAMEJANTE EM NOSSOS CORAÇÕES, PARA 
ILUMINAR OS NOSSOS TRABALHOS (acende a Ch).
Após o revigoramento da Ch∴ Sagr∴, devem ser observa-
das todas as disposições ritualísticas de circulação, rompi-
mento de March∴, subida e descida dos degraus, etc.
4.6. Providências do M∴ de CCer∴
Com exceção do Cobr∴ Int∴ e o M∴ de Harm∴, o M∴ de 
CCer∴ deixa o Templ∴ com os demais IIr∴ e, na Sal∴ dos 
PPas∴ PPerd∴, distribui as IInsig∴ dos cargos aos Oficiais que 
usarão o fitão ou colar com a respectiva joia, verificando, ainda, 
se os OObr∴ estão devidamente trajados de acordo com as 
formalidades do Rito. Isto é, portando seus chapéus pretos, 
suas EEsp∴ e suas faixas ou colares, conforme o caso.
Dando prosseguimento, o M∴ de CCer∴ dispõe em seus 
lugares, devidamente revestidos de suas IInsig∴, os IIr∴ 
Cobr∴ Ext∴ (Sal∴ do PPas∴ PPerd∴), 1º Exp∴ (Átrio) e M∴ de 
Harm∴ (interior do Templo).
Em seguida, o Cobr∴ Ext∴, identificando os IIr∴ do Quadr∴, 
encaminha-os ao Átrio ou vestíbulo.
Os IIr∴ VVisit∴ aguardam na Sal∴ dos PPas∴ PPerd∴, sendo 
encaminhados, um a um, ao Átrio e só ingressam no Templo, 
no momento oportuno, após as devidas verificações, feitas pelo 
1º Exp∴, quanto as suas reais condições de maçons regulares.
Caso a maior autoridade queira declinar das formalidades 
protocolares, deve manifestar tal desejo ao Venerab∴ Mestr∴, 
ingressando no Templo juntamente com as outras autoridades 
e os OObr∴ do Quadr∴.
83
V - Ritual
5.1. Ingresso no Templo
O ingresso protocolar das Autoridades Maçônicas ou dos 
portadores de Títulos de Recompensa, em todas as sessões 
litúrgicas, será efetuado depois que os Visitantes tenham 
entrado. Somente se fará a saída com formalidades protocolares, 
nas Sessões Magnas, depois da Retirada do Pav∴ Nacion∴.
O M∴ de CCer∴, no Átrio, distribui as IInsig∴ dos cargos 
e verifica se os OObr∴ estão devidamente trajados de ternos 
pretos, trazendo os MMestr∴ seus Chapéus pretos e EEsp∴.
Quanto ao uso do chapéu, símbolo da mais relevante 
importância, nenhuma razão existe para o seu aban-
dono. Lembra-se aqui que todos os MMestr∴ sempre 
o usaram, em qualquer sessão litúrgica, seja de que 
grau for. É oportuno ressaltar-se também que, no Rito 
Adonhiramita, não se usa o ataúde na Sessão Magna 
de Exalt∴.
Considerando tudo correto, devendo todos conservarem-se 
em silêncio, o M de CCer∴, de costas para a porta do Templo, 
fará soar uma palma e, com voz solene, pausadamente, dirá:
M∴ de CCER∴ - - (bate uma palma) Atenção! Meus VVen∴ 
IIr∴, se desde a Meia-Noite, quando se encerraram nos-
sos últimos trabalhos, conservastes vossas mãos limpas, 
calçai as vossas luvas (executa-se). 
M∴ de CCER∴ - MMestr∴, OOfic∴ da Col do N∴, Ven∴ Ir∴ 2º 
Vig∴, ocupai os vossos lugares (executa-se).
- MMestr∴, OOfic∴ da Col∴ do S∴, Ven Ir∴ 1º Vig∴, 
ocupai os vossos lugares (executa-se).
- MMestr∴ e OOfic∴ que decorais o Or∴, Mui DDig∴ IIr∴ 
Secr e Orad∴, VVen∴ IIr∴ DDeput∴, Ex-Ven∴, Respei-
tab∴ Mestr∴, organizai-vos à minha frente (pausa). 
M∴ de CCER∴ - Silêncio, meus VVen∴ IIr∴! Eu vos peço um 
momento de reflexão a fim de ingressarmos no Templo. 
(após um instante, diz) 
Música. O M∴ de CCer∴ dirige-se até a porta do Templo, 
onde se detém, até que cesse a harmonia. Em seguida, 
84
faz soar a Bat∴ do Gr∴ à porta, com o punho de sua 
Esp∴ e o Cobr∴ Int∴, entreabrindo-a, com a ponta da 
Esp∴ voltada para o exterior, em direção ao plexo larín-
geo do M∴ de CCer∴, pergunta-lhe)
M∴ de CCER∴ - - - - - - . .
COBR∴ INT∴ - Que desejais?
M∴ de CCER∴ - Guardai a vossa Esp∴, meu Ven∴ Ir∴, são os 
OObr∴ da Aug∴ e Respeitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome 
e número), que pedem ingresso no Templo a fim de cele-
brarem os seus trabalhos.
Música. O Cobr∴ Int∴ retirando a Esp∴, abre a porta 
totalmente e coloca-se à esquerda, ao lado do 1º Vig∴. 
Feito isto, o M∴ de CCer∴ posiciona-se no centro da so-
leira do Templo e diz:
M∴ de CCER∴ - VVen∴ IIr∴ que ornamentais as CCol∴ do 
N∴ e do S∴, eu vos convido a ingressardes no Templo 
(executa-se).
Os MMestr∴ das CCol∴ ingressam no Templo. O M∴ de 
CCer∴ que permaneceu de pé, ao centro da soleira do 
Templo, após verificar que as CCol∴ estão guarnecidas, 
dá um passo para o lado direito (lado do 2º Vig∴) e dirá:
M∴ de CCER∴ - VVen∴ IIr∴ que decorais o Or, eu vos convido 
a ingressardes no Templo (executa-se).
Entram também as Autoridades e os IIr∴ Titulados, na 
ordem hierárquica, se for o caso. O M∴ de CCer∴ po-
siciona-se ao lado esquerdo do Respeitab∴ Mestr∴ e o 
acompanhará até ao Alt∴ da Sab∴, após o que tomará o 
seu lugar usual.
A construção física do Templo às vezes pode impedir a 
efetiva organização do cortejo inicial. Neste caso, ex-
cepcionalmente, suprime-se a sua formação e realiza-se 
apenas um momento de reflexão no Átrio, sempre sob o 
comando do M∴ de CCer∴, e procede-se ao ingresso sem 
formalidades.
85
5.2. Início dos Trabalhos
O M∴ de Harm∴ fará soar música adequada. Após o ins-
tante de reflexão já citado anteriormente na “Prepara-
ção da Loj∴” e permanecendo todos de pé, o Respeitab∴ 
Mestr∴ comandará, cessando a melodia:
RESPEITAB∴ - - Em Loj∴, meus VVen∴ IIr∴. 
1º VIG∴ - - Em Loj∴, meus VVen ∴ IIr∴.
2º VIG∴ - - Em Loj∴, meus VVen ∴ IIr∴.
5.3. Cerimônia da Incensação
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ 
de CCer∴, procedei à Cerimônia da Incensação (pausa).
Música. O M∴ de CCer∴ dirige-se ao Alt∴ dos PPerfum∴ 
e conduz o Turíbulo à direita do Respeitab∴ Mestr∴ para 
receber três porções de incenso. Colocando-se diante do 
Alt∴ da Sab∴, na linha imaginária que divide o S∴ do N∴, 
incensa o Respeitab∴ Mestr∴ por três dutos, pronuncian-
do após o último: “Sab∴”. Efetuado isto, encaminha-se 
ao 1º Vig∴ e procede da mesma forma, incensando-o 
por três vezes e pronunciando “For∴” ao final do duto 
central. 
Progredindo, dirige-se ao 2º Vig∴, onde trabalha de 
modo idêntico, pronunciando “Bel∴” ao final do último 
duto. Em seguida, evolui para os AAlt∴ do Orad∴ e efe-
tua um único duto, mentalizando “Justiça”, e do Secr∴, 
mentalizando “Memória”. Colocando-se no centro da ba-
laustrada e de frente para o Oc∴, incensa a Loj∴ por três 
vezes, sendo o primeiro duto dirigido à Col∴ do S∴, men-
talizando: “Liberdade”; o segundo à Col∴ do N∴ men-
talizando: “Igualdade” e, o terceiro ao centro da Loja, 
mentalizando: “Fraternidade”. Finalmente circula e, en-
tre CCol∴, voltar-se-á para o Or∴ e lançará o primeiro 
duto ao N∴, o segundo ao S∴ e o terceiro ao centro da 
Loj∴, dizendo em seguida:
M∴ deCCER∴ - QUE A PAZ REINE EM NOSSAS CCOL! 
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
86
Voltando-se para o Cobr∴ Int∴, o M∴ de CCer∴ irá in-
censá-lo por um só duto, mentalizando “Diligência”, dele 
recebendo a Esp∴ e lhe passando o Turíbulo pelo seguin-
te procedimento: com a m∴ d∴, com que conduz o Tu-
ríbulo, segura na m∴ d∴ do Cobr∴ que está segurando 
a Esp. Com a m∴ e∴, que segura a corrente, segura a 
m∴ e∴ do Cobr∴, formando um “X”. No sentido horário, 
sem soltar as mãos, dá um passo para o S∴, enquanto o 
Cobr∴, simultaneamente, dá um passo para o N∴.
Com isso, o segundo passo do M∴ de CCer∴ do S∴ para 
o Oc∴, enquanto o Cobr∴ faz o mesmo do N para o Or∴, 
provoca a troca de função, para que o Cobr incense pri-
meiro o M∴ de CCer∴ por uma vez à altura da cabeça, 
mentalizando: “Harmonia”. Em seguida, o M∴ de CCer∴ 
abre a porta para que o Cobr∴, da soleira do Templo 
(sem sair), incense por duas vezes o exterior da Loj∴, 
dirigindo um duto para o N∴ e outro para S∴ mentalizan-
do, respectivamente, “Paz” e “Amor” (Cobr∴ Ext∴ e 1º 
Exp∴). Após isto, com os mesmos procedimentos, os dois 
destrocam seus materiais e completam o giro, no sentido 
horário, voltando os IIr∴ às suas funções de ofício. O M∴ 
de CCer∴ efetua uma leve vênia dirigida ao Or∴ e, depo-
sitando o turíbulo no Alt∴ dos PPerfum∴, dirá:
M∴ de CCER∴ - - (bate uma palma) Respeitab∴ Mestr∴, 
foi realizada a Cerimônia da Incensação.
5.4. Cerimonial do Fogo
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, a fim de que nossos trabalhos rendam 
maior glória ao Gr∴ Arq∴ do Un procedei ao Cerimonial 
do Fogo. 
Com todos ainda de pé, sem o Sin∴ de Ord∴, o M∴ de 
CCer∴ dirige-se à esquerda da Ch∴ Sagr∴ para de seu 
fogo ativar o Acendedor ou na falta deste, uma vela de 
pura cera amarela, mentalizando: 
“COM A GRAÇA DO GR∴ ARQ∴ DO UNIV∴ ACENDO.” 
Depois, encaminha-se ao Alt∴ da Sab∴, e entrega o Acen-
dedor pelo lado esquerdo do Respeitab∴ Mestr∴, dizendo:
87
M∴ de CCER∴ - Respeitab∴ Mestr∴, eu vos trago a Ch∴ 
Sagr∴.
O M∴ de CCer∴ circula no Or∴ e posiciona-se à direita do 
Respeitab∴ Mestr∴∴.
RESPEITAB∴ - (antes do acendimento das velas, erguendo a 
Ch∴ à altura dos olhos, diz) QUE A LUZ DA SUA SABEDO-
RIA ILUMINE OS NOSSOS TRABALHOS!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
O Respeitab∴ Mestr∴ efetua o acendimento na seguinte 
ordem: luz da direita; depois a do lado esquerdo e, final-
mente, a luz ao centro. Após isso, dirá:
VENERAB∴ - A SUA SABEDORIA É INFINITA!
O M∴ de CCer∴ recebe o Acendedor com as mãos espal-
madas e faz uma vênia, antes de deixar o Or∴, ao cruzar 
a “Linha Misteriosa” que delimita o N∴ do S∴. Circula e 
dirige-se ao 1º Vig∴, a quem, pela frente do Alt∴, passa 
o instrumento pelo lado esquerdo, dizendo:
M∴ de CCER∴ - Venerab∴ 1º Vig∴, eu vos trago a Ch∴ Sagr.
O 1º Vig∴, ainda de pé, apanha o Acendedor, com as 
duas mãos, ergue a Ch∴ à altura dos olhos e, antes do 
acendimento das três luzes (esquerda, direita e centro) 
do seu Alt∴, diz:
1º VIG∴ - QUE A LUZ DA SUA FORÇA NOS ASSISTA EM NOSSA 
OBRA!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
1º VIG∴ - (depois do acendimento, diz) A SUA FORÇA É IN-
FINITA!
O M∴ de CCer∴ recebe o Acendedor pela direita do 1º 
Vig∴, que lhe será entregue da mesma forma, com as 
mãos espalmadas, e continua seu giro. Ao cruzar a “Li-
nha Misteriosa” que delimita o S∴ e o N∴ faz leve vênia 
e dirige-se ao Alt∴ do 2º Vig∴, a quem, pela frente do 
Alt∴, passa a Ch∴ pelo lado esquerdo, dizendo:
M∴ de CCER∴ - Venerab∴ 2º Vig∴, eu vos trago a Ch∴ Sagr.
O 2º Vig∴, ainda de pé, apanha o Acendedor, com as 
88
duas mãos, ergue a Ch∴ à altura dos olhos e, antes do 
acendimento das três luzes (esquerda, direita e centro) 
do seu Alt∴, diz:
2º VIG∴ - QUE A LUZ DA SUA BELEZA SE MANIFESTE EM 
NOSSA OBRA!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
2º VIG∴ - (depois do acendimento, diz) A SUA BELEZA É IN-
FINITA!
O M∴ de CCer∴ recebe o Acendedor pelo lado direito do 
2º Vig∴, com as mãos espalmadas e, utilizando o abafa-
dor apropriado, extingue a Ch∴, que não pode ser apa-
gada soprando-se ou utilizando-se dos dedos ou de qual-
quer outro parte do corpo. O M∴ de CCer∴ retorna ao 
seu lugar, depositando o Acendedor no suporte existente 
em sua cadeira e diz) 
M∴ de CCER∴ - - (bate uma palma) Respeitab∴ Mestr∴, 
foi realizado o Cerimonial do Fogo.
RESPEITAB∴ - QUE A SUA LUZ HABITE PERPETUAMENTE EN-
TRE NÓS!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos meus VVen∴ IIr∴.
5.5. Interrogatório
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dignís∴ 
1º Vig∴, qual é o primeiro dever dos VVig∴ em Loj∴?
1º VIG∴ - - Verificar se todos os VVen∴ IIr∴ presentes são 
MMestr∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 2º Vig∴, para que nos reunimos? 
2º VIG∴ - - Para recuperar a Pal∴ de Mestr∴ que está per-
dida.
RESPEITAB∴ - - Se assim é, meus VVenerab∴ IIr∴ ...... 
(NNom∴ HHist∴), DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, ide desde 
o Meio-Dia ao Setentrião, reconhecer todos os MMestr∴ 
89
que encontrardes. Sem dúvida, com auxílio de vossas lu-
zes, recuperareis a Pal∴ e, em seguida, cinde ao Or∴ 
para comunica-la a mim.
RESPEITAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus VVen∴ IIr∴ (exe-
cuta-se)!
Todos obedecem e devem voltar-se para o Or∴, até mes-
mo o Respeitab∴ Mestr∴, que ficará de costas para a 
Assembleia e o rosto voltado para o espaldar do dossel ou 
para o Retábulo. Os VVig∴ vão, pelas suas CCol∴, rece-
bendo de cada Ir∴ o Toq∴ e a Pal∴ Sagr∴ de Mestr∴, da 
forma completa exigida pela Ordem e, à proporção que 
forem recebendo a Pal∴, os que a derem, voltar-se-ão 
do modo ordinário. Assim, os VVig∴ continuarão também 
pelo Or∴ até o Respeitab∴ Mestr∴, a quem dão o Toq∴ e 
a Pal∴, com as mesmas formalidades e, depois, circulan-
do, voltarão aos seus lugares e dão conta de algum Ir∴ 
que tenham considerado pouco instruído. Na hipótese, o 
Respeitab∴ Mestr∴ deve convidá-lo, delicadamente, a se 
instruir e determina ao respectivo Vig∴ ensinar-lhe aquilo 
de que se esqueceu.
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos meus VVen∴ IIr∴ (executa-se)!
- - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dignís∴ 1º Vig∴, 
agora que a Pal∴ foi recuperada, o que nos resta fazer?
1º VIG∴ - - Traçar os planos que devem servir de exemplo 
aos CComp∴ e AApr∴.
RESPEITAB∴ - Com que faremos esse trabalho?
1º VIG∴ - Com giz, uma terrina e carvão.
RESPEITAB∴ - Que significam essas três coisas?
1º VIG∴ - Zelo, Fervor e Constância.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Cobr∴, onde é vosso lugar em Loj∴?
COBR∴ - (levanta-se, Esp∴ à Ord∴, e diz) Junto à porta do 
Templo, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Am∴ Ir∴?
COBR∴ - Para cobrir a Ofic∴ às vistas profanas, ajudar os VVe-
90
nerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), DDignís∴ 1º e 2º 
VVig, a verificarem se todos os VVen∴ IIr∴ são MMestr∴ 
e comunicar ao Respeitab∴ Mestr∴ todos os aconteci-
mentos que interessarem ao Bem da Ord∴ em Ger∴ e, 
particularmente, a este Aug∴ Quadr∴.
RESPEITAB∴ - Onde têm assento os VVenerab∴ IIr∴ VVig∴?
COBR∴ - No Oc∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Para melhor observarem o Sol no meridiano, fazerem 
bom acolhimento aos VVen∴ IIr∴ VVisit∴, pagarem aos 
OObr∴, despedindo-os contentes e satisfeitos e ajuda-
rem a fechar a Loj∴.
RESPEITAB∴ - Onde é o lugar do Respeitab∴ Mestr∴?
COBR∴ - No Or∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Assim como o Sol, por vontade do Gr Arq∴ do Univ∴, 
aparece no Or∴ para principiar a sua carreira e romper o 
dia, o Respeitab∴ Mestr∴, por vontade dos VVen∴ IIr∴, 
ali tem assento, para abrir a Loj∴, auxiliar os OObr∴ com 
seus conselhos, iluminá-los com as suas Luzes e fechar 
a Loj∴.
- E, com seu exemplo, traçar os planos para orientação 
dos VVen∴ IIr∴, ansiosos de perfeição (senta-se).
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 1º Vig∴, donde vindes?
1º VIG∴ - - Venho da Câm∴ do Meio, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - O que se faz na Câm∴ do Meio?
1º VIG∴ - Honra-se a memória do nosso Respeitab∴ Mestr∴ 
Adonhiram.
RESPEITAB∴ - Quem era Adonhiram, meu Venerab∴ Ir∴?
1º VIG∴ - O Gr∴ Arq∴do Templo Construído por Salomão, 
Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Quanto tempo nós devemos trabalhar?
1º VIG∴ - Desde o M∴ D∴ até a M∴ N∴.
91
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 2º Vig∴, sois Mestr∴?
2º VIG∴ - - Experimentai-me: a∴ ac∴ m∴ é c∴.
RESPEITAB∴ - Em que trabalham os MMestr∴?
2º VIG∴ - Sobre a Pr∴ de Traçar.
RESPEITAB∴ - Onde recebem seus salários?
2º VIG∴ - Na Câm∴ do Meio.
RESPEITAB∴ - Quanto tempo é necessário para formar um 
Mestr?
2º VIG∴ - S∴ AA∴, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 1º Vig∴, que idade tendes?
1º VIG∴ - S∴ AA∴, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Que horas são, meu Venerab∴ Ir∴?
Em absoluto silêncio, ouvem-se doze vibrações harmôni-
cas, regularmente pausadas, feitas soar pelo Cobr∴ Int∴ 
em um tímpano. Após a última, o 1º Vig∴ dirá:
1º VIG∴ - - M∴ D∴ completo.
5.6. Convite para Abertura da Loj∴
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, adverti a todos os nossos VVen∴ 
IIr∴ que, em virtude da hora e da idade, vamos abrir a 
Respeitab∴ Loj∴ de São João de Jerusalém, sob o Título 
Distintivo “...... (Nome e número)”, no grau de Mestr∴ 
Maç∴, em Sessão Magna de Exaltação e começar os nos-
sos trabalhos na forma de costume.
1º VIG∴ - - VVen∴ IIr∴ e amigos, brilhantes ornamentos 
da Col∴ do S∴, eu vos advirto, da parte do Respeitab∴ 
Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴) que, em virtude da hora e da 
idade, vamos abrir a Loj∴ de São João de Jerusalém, sob 
o Título Distintivo “...... (Nome e número)”, no grau de 
Mestr∴ Maç∴, em Sessão Magna de Exaltação e começar 
os nossos trabalhos na forma de costume.
92
2º VIG∴ - - VVen∴ IIr∴ e amigos, brilhantes ornamentos 
da Col∴ do N∴, eu vos advirto, da parte do Respeitab∴ 
Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴) que, em virtude da hora e da 
idade, vamos abrir a Loj∴ de São João de Jerusalém, sob 
o Título Distintivo “...... (Nome e número)”, no grau de 
Mestr∴ Maç∴, em Sessão Magna de Exaltação e começar 
os nossos trabalhos na forma de costume. (Pausa)
- - Está anunciado na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, está feito o anúncio em 
ambas as CCol∴.
5.7. Formação do Pál∴
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, convidai três MMestr∴ da Col do S∴ e três 
outros da Col∴ do N∴, a fim de convosco formarem o 
Pál∴ e, após, convidai o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), 
Mui Dig∴ Orad∴ para abrir o L∴ da L∴. Cabendo-vos dei-
xar vossos chapéus em seus respectivos assentos.
Após convidar os OObr∴ de ambas as CCol∴, o M∴ de 
CCer∴ dirige-se ao Or∴, e colocará os três IIr∴ da Col∴ 
do N∴ ao lado do Alt∴ dos JJuram∴, em frente ao Orad.
Os três IIr∴ da Col∴ do S∴ seguem o M∴ de CCer∴ que, 
circula e os coloca do lado do Secr∴, em frente aos outros 
IIr∴, que se encontram do lado oposto. 
Em seguida, convida o Orad∴ da forma usual:
M∴ de CCER∴ - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴, 
de ordem do Respeitab∴ Mestr∴, eu vos convido para 
abrir o L∴ da L∴. O Orad∴ segue o M∴ de CCer∴ até o 
Alt∴ dos JJuram∴, sem fazer nenhum Sin∴.
5.8. Abertura do L∴ da L∴
RESPEITAB∴ - - - - - - . (Bat∴ do Gr∴)
1º VIG∴ - - - - - - . 
2º VIG∴ - - - - - - . 
93
RESPEITAB∴ - - Descubramo-nos! De P∴ e à Ord∴, meus 
VVen∴ IIr∴ (executa-se)!
Música. O Orad∴ faz a Saud∴ e ajoelha-se com o joelho 
dir∴, mantendo a perna esquerda em esquadr∴. Os IIr∴ 
que formarão o Pál∴ cruzarão no alto suas EEsp∴ em “X”.) 
O M∴ de CCer∴, postado detrás do Orad∴ “sustentará” 
com sua Esp∴ as outras. Em seguida, o Orad∴ abre o L∴ 
da L∴ em Eclesiastes e lê, em alto e bom som, o Cap∴ 
12 vers. 1.
ORAD∴ - LEMBRA-TE DO TEU CRIADOR NOS DIAS DA TUA 
MOCIDADE, ANTES QUE VENHAM OS MAUS DIAS, E 
CHEGUEM OS ANOS DOS QUAIS VENHA A DIZER: 
- NÃO TENHO NELES CONTENTAMENTO.
Terminada a leitura, dispõe sobre o L∴ da L∴ o Comp∴ 
com a cab∴ voltada para o Or∴ e as pernas abertas em 
ângulo de 45º. O Esq∴ será colocado com o vértice para 
o Oc∴, com o lado menor ou sem graduação, geralmente 
mais pesado, voltado para o lado do Secr∴, e será co-
berto pelo Comp∴. Com o Sin∴ do Gr∴, o Orad∴ volta 
para o seu lugar, precedido pelo M∴ de CCer∴, que faz 
retornar aos seus lugares nas CCol∴ os IIr∴ que com ele 
formaram o Pál∴. Em seguida, dispõe o Painel do Grau 
no Pav∴ Mos∴, voltado para o Oc∴ do Pav∴, coloca-se à 
Ord∴ e dirá o Respeitab∴ Mestr∴:
RESPEITAB∴ - Em nome do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e de São 
João de Jerusalém, nosso Patrono, está aberta a Aug∴ e 
Respeitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome e número), no grau 
de Mestr∴ Maç∴ do Rito Adonhiramita, em Sessão Mag-
na de Exaltação (pausa).
Observar que o Respeitab∴ Mestr∴ e os VVig∴ devem de-
positar os MMalh∴ sobre os seus AAlt∴ para fazerem o Sin∴ 
e realizarem a Aclamação, apenas os usando para executa-
rem a Bat∴. O Cobr∴ Int∴ não movimenta sua Esp∴ para 
fazer o Sin∴, executar a Bat∴ e para efetuar a Aclamação; 
somente dirá o “Vivat, Vivat, Vivat”, palavra francesa de 
pronúncia “Vivá”.) Observar também que no cumprimento 
da execução do sinal do Gr∴, não deve-se voltar a ordem 
e sim se preparar para execução da Bat∴ e na sequência a 
Aclamação, e ai sim voltar ao sinal de Ord∴.
94
RESPEITAB∴ - A mim, meus VVen∴ IIr∴, pelo Sin∴ (executa-
-se), pela Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: 
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos e cubramo-nos, meus VVen∴ 
IIr∴ (executa-se).
5.9. Expediente
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Secr∴, existe Expediente relativo à Sessão Magna de 
Exaltação?
SECR∴ - (sentado efetua a leitura do material, se for relativo 
ao processo de exaltação em curso).
Nesta Sessão não ocorre a circulação do Sac∴ de PProp∴ 
e IInform∴, passando-se diretamente à Ord∴ do Dia.
5.10. Ordem do Dia
A pauta envolverá, apenas o cerimonial, exclusivamen-
te, não devendo compreender nenhum outro assunto, a 
qualquer título. Neste momento, o Respeitab∴ Mestr∴ 
suspende os trabalhos por um s∴ gol∴ de Malh∴ e co-
manda a composição da representação. Retornando os 
trabalhos da mesma forma, dirá:
RESPEITAB∴ - - Passemos à Ordem do Dia.
1º VIG∴ - - Passemos à Ordem do Dia.
2º VIG∴ - - Passemos à Ordem do Dia.
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Secr∴, apresentai-nos a pauta da Ordem do Dia.
SECR∴ - (sem levantar-se) Respeitab∴ Mestr∴, na pauta da 
Ordem do Dia, consta a Exalt∴ do(s) A(A)m∴ I(I) Ir∴ 
...... (nomeia o(s) OObr∴).
95
5.11. Recepção de AAutorid∴ e PPort∴ 
de TTít∴ e Recompensas
Caso a maior Autoridade não decline das formalidades 
protocolares, o Respeitab∴ Mestr∴ determina a forma-
ção da Comissão, com as devidas formalidades, para a 
recepção do(s) V(V)isit∴, consoante à qualidade do(s) 
I(I)r∴ mencionado(s) no RG-GOSP e neste Ritual.
O Malh∴ deve ser oferecido ao Grão-Mestre, no local de-
vido e com os correspondentes acompanhamentos, na 
forma deste Ritual.
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, dirigi-vos ao Átrio e informai-vos com o 
Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 1º Exp∴ se ali 
existe(m) A(A)m∴ I(I)r∴ V(V)isit∴ e qual(is) o(s) seu(s) 
nome(s), grau(s), cargo(s) e qualidade(s). 
O M∴ de CCer∴ obedece e, ao retornar, anuncia entre 
CCol∴:
M∴ de CCER∴ - - (Sem estar à Ord∴.) Am∴ Ir∴ ...... 
(Nom Hist∴), nosso Respeitab∴ Mestr∴, não existe(m) 
I(I)r∴ V(V)isit∴.
Ou 
M∴ de CCER∴ - - (Sem estar à Ord∴.) Am∴ Ir∴ ...... 
(Nom∴ Hist∴), nosso Venerab∴ Mestr∴, no Átrio do 
Templo se encontra(m) o(s) A(A)m∴ I(I)r∴ ...... (men-
cionar nome(s), grau(s), cargo(s) e qualidade(s) de cada 
Ir∴).
RESPEITAB ∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ M∴ 
de CCer∴, formai a Comissão (se for o caso) composta 
por ...... MMestr∴ armados de EEsp, cabendo-vos deixar 
os chapéus em vossos respectivos assentos e, depois, 
franqueai-lhe(s) o ingresso.
- Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de CCer∴, 
providenciai a entrega das estrelas.
Enquanto o M∴ de CCer∴ organiza a Comissão, de acor-
do com a faixa a ser recebida, colocando na Col∴ do N∴ 
maior númerode MMestr∴, quando a Comissão é com-
96
posta por número ímpar de membros, recomendado que 
todos da Comissão permaneçam de p∴, em frente aos 
seus lugares. O Arq∴ e outros IIr∴ que o auxiliam reti-
ram as estrelas do respectivo suporte, que se encontra 
dentro do Templ∴, acendendo-as e entregando-as aos 
membros da Comissão, que as seguram com a m∴ esq∴ 
e com a m∴ dir∴ a Esp∴, perpendicularmente, manten-
do o br∴ dir∴ junto ao peito, formando uma esquadr∴ 
com o antebr∴. 
O M∴ de CCer∴, procedendo de acordo com o protocolo, 
retorna ao Átrio, organiza o(s) I(I)r∴, bate à porta do 
Templ∴ regularmente e, após a devida constatação pelo 
Cobr∴ Int∴, ingressa no Templ∴, acompanhado pelo(s) 
A(A)m∴ I(I)r∴ V(V)isit∴.
Depois de fechada a porta do Templ∴, se for o caso, o 
Venerab∴ Mestr∴ comanda:
RESPEITAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus AAm∴ IIr∴.
Após o M∴ de CCer∴ conduzir o(s) I(I)r∴ V(V)isit∴ ao(s) 
seu(s) lugar(es):
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos, meus AAm∴ IIr∴, exceto os 
que formam a Comissão (executa-se, música).
5.12. Recepção do Pav∴ Nacion∴
O Culto ao Pav∴ Nacion∴ observa, rigorosamente, o dis-
posto no respectivo Protocolo do Grande Oriente de São 
Paulo.
Durante a execução do Hino, todos os IIr∴ ficam com os 
braços pendentes ao longo do corpo.
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, convidai o Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), 
Mui Dig∴ Port∴ Band∴ e formai a Guarda de Honra, por 
vós composta com mais dois MMestr armados de EEsp∴ 
(pausa).
Depois de fechada a porta do Templ∴, diz o:
RESPEITAB∴ - - Descubramo-nos. De p∴ meus AAm∴ IIr∴ 
(executa-se).
97
Após realizados os procedimentos de recepção ao Pavi-
lhão Nacional:
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos e cubramo-nos meus AAm∴ 
IIr∴! (executa-se e prossegue)
- Mui Dig∴ Ir∴ M∴ de CCer∴, podeis desfazer a Guarda 
de Honra.
Música. Os IIr∴, da Guarda de Honra retornam aos seus 
lugares.
O M∴ de CCer∴ conduz ao(s) I(I)r∴ V(V)isit∴ o Livro de 
presenças para assinatura.
5.13. Recepção do Candidato
RESPEITAB∴ - - Meus VVen∴ IIr∴, destes, por sufrágio 
regular, consentimento para que o(s) A(A)m∴IIr∴ C(C)
omp∴ ...... (N(N)om∴ H(H)ist∴), fosse(m) admitido(s) 
no Grau de Mestr∴. Caso algum entre vós tenha hoje 
razões valiosas para se opor a isso, é este o momento de 
as dar a conhecer.
- Se estais dispostos a prosseguir, manifestai-vos pelo 
Sin∴ de Cost∴.
Feito o Sin∴, o M∴ de CCer∴ se levanta, faz soar uma 
palma e anuncia o resultado. Caso favorável, o Respei-
tab∴ Mestr∴ procederá como se segue. Não o sendo, 
empregará os procedimentos descritos no RG-GOSP.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
2º Exp∴, ide preparar o(s) Candidato(s), verificai se a 
exposição regular foi efetuada e, depois, vinde entregá-
-lo(s), à porta do Templo, ao Ven∴ Ir∴ M∴ CCer∴.
RESPEITAB∴ - - Meus VVen∴ IIr∴, voltemos nossos para-
mentos.
Executa-se. O 2º Exp∴, efetuada a exposição do Terr∴, 
organiza uma relação com o(s) nome(s), idade(s) e 
estado(s) civil(is) do(s) Candidato(s) que deve(m) ter 
seu(s) A(A)vent∴ regularmente colocado(s), de maneira 
que possa(m) ser retirado(s) sem resistência. Retornan-
do ao Templo com o(s) Candidato(s), nele baterá o esco-
lhido, se for o caso:
98
CANDIDATO - - - . . (Bat∴ do Gr∴ 2)
ATENÇÃO: Com o auxílio do M∴ de CCer∴, neste mo-
mento, apagam-se todas as luzes e velas dos AAlt∴ do 
Templo, exceto a Ch∴ Sagr∴. Será empregada somen-
te uma lanterna, para leitura, com luz fraca, nos AAlt∴ 
do Respeitab∴ Mestr∴ e dos VVig∴. O(s) Candidato(s) 
deverá(ão) ter a impressão de ouvir(em) lamentos e ge-
midos provenientes da dor dos MMestr∴. Todos os IIr∴ 
levantam-se, EEsp∴ nas mm∴ ddir∴, chapéus carrega-
dos sobre os olhos. Estando tudo correto, diz o:
COBR∴ - Respeitab∴ Mestr∴, como Comp∴ Maç∴ batem à 
porta do Templo.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Cobr∴, verificai quem assim bate à porta do Templo.
COBR∴ - (entreabre a porta, e aponta a Esp∴ para o plexo la-
ríngeo do Comp∴) Qual é o Comp∴ que bate à porta do 
Templo e tem a ousadia de vir perturbar-nos em nossa dor?
2º EXP∴ - (adiantando-se) Baixai a vossa Esp∴, meu Ven∴ 
Ir∴ (pausa). É (são) um (vários) I(I)r∴ C(C)omp∴ que 
acabou(aram) o(s) seu(s) tempo(s) e deseja(m) ser 
recebido(s) M(M)estr.
COBR∴ - (retirando a Esp∴, mantem entreaberta a porta e 
anuncia) Respeitab∴ Mestr∴ é o Ven∴ Ir∴ 2º Exp∴, con-
duzinho um(vários) I(I)r∴ C(C)omp∴ que acabou(aram) 
o(s) seu(s) tempo(s) e deseja(m) ser recebido(s) M(M)
estr∴.
RESPEITAB∴ - - Perguntai-lhe se o(s) seu(s) nome(s), 
idade(s), estado(s) civil(is), idade(s) maçônica(s), onde 
tem(têm) trabalhado e sobre o que (prosseguem os ge-
midos).
COBR∴ - (dirigindo-se ao 2º Exp∴) Dai-me seu(s) nome(s), 
idade(s), estado(s) civil(is), idade(s) maçônica(s), onde 
tem(têm) trabalhado e sobre o que.
2º EXP∴ - O(s) Candidato(s) ...... (lê a relação com os dado(s) 
do(s) Candidato(s) e continua) tem(têm) mais de Cinc∴ 
AA∴, tem(têm) trabalhado no exterior do Templo na 
Ped∴ Pol∴ e em preparar os instrumentos, adquirindo os 
99
conhecimentos das ciências que a Arte Real exige.
O 2º Exp∴ passa a relação ao Cobr∴, que continua man-
tendo a porta entreaberta e anuncia: 
COBR∴ - Respeitab∴ Mestr∴, o Ven∴ Ir∴ 2º Exp∴, afirma que 
o(s) Candidato(s) ...... (lê a relação e continua) tem(têm) 
mais de Cinc∴ AA∴, tem(têm) trabalhado no exterior do 
Templo na Ped∴ Pol e em preparar os instrumentos, ad-
quirindo os conhecimentos das ciências que a Arte Real 
exige.
RESPEITAB∴ - - Perguntai-lhe(s) se está(ão) sinceramente 
disposto(s) a preencher(em) os deveres de um Mestr∴ 
Maç∴ (continuam os gemidos).
COBR∴ - (dirigindo-se ao 2º Exp∴) Informai-nos se está(ão) 
sinceramente disposto(s) a preencher(em) os deveres de 
um Mestr∴ Maç∴.
O 2º Exp∴ retransmite a pergunta ao(s) Candidato(s), 
que responde(m). Feito isto, anunciará: 
2º EXP∴ - Os Cadidato(s) está(ão) sinceramente disposto(s) a 
preencher(em) os deveres de um Mestr∴ Maç∴.
O Cobr∴ retransmitirá a(s) resposta(s) do(s) Candidato(s), 
anunciando:
COBR∴ - Respeitab∴ Mestr∴, o Ven∴ Ir∴ 2º Exp∴, asse-
gura-nos que o(s) Candidato(s) está(ão) sinceramente 
disposto(s) a preencher(em) os deveres de um Mestr∴ 
Maç∴.
RESPEITAB∴ - - Perguntai-lhe se sua(s) consciência(s) não 
o(s) acusa(m) de ter(em) faltado aos juramentos que, 
anteriormente, prestou(aram) (prosseguem os gemidos).
COBR∴ - (dirigindo-se ao 2º Exp∴) Informai-nos se sua(s) 
consciência(s) não o(s) acusa(m) de ter(em) faltado aos 
juramentos que, anteriormente, prestou(aram).
O 2º Exp∴ retransmite a pergunta ao(s) Candidato(s), 
que responde(m). Feito isto, anunciará: 
2º EXP∴ - A(s) consciência(s) do(s) Candidato(s) não o(s) 
acusa(m) de ter(em) faltado aos juramentos que, ante-
riormente, prestou(aram).
100
COBR∴ - Respeitab∴ Mestr∴, o Ven∴ Ir∴ 2º Exp∴, informa-
-nos a(s) consciência(s) do(s) Candidato(s) não o(s) 
acusa(m) de ter(em) faltado aos juramentos que, ante-
riormente, prestou(aram).
RESPEITAB∴ - - VVen∴ IIr∴ Cobr∴ e 2º Exp∴, introduzi 
o(s) C(C)omp∴. Entregai-o(s) ao Ven Ir∴ M∴ de CCer∴ 
e cuidai para que, de costas, fite(m) os astros do firma-
mento.
Música. O M∴ de CCer∴ dirige-se à entrada e o 2º Exp∴ 
lhe entrega o(s) Candidato(s), que é(são) introduzido(s) 
na Loj∴ de costas, seguro(s) pela corda que o(s) en-
volve pela cintura, olhando para cima. Fecha-se a porta 
com estrondo. Fazendo-o(s) evoluir, à com o Sin∴ de 
Comp∴, sempre de costas, até entre CCol∴, lá todo(s) 
se detém, com as costas do(s) Candidato(s) voltadas 
para o Or∴. O Esq∴ que o escolhido leva na mão será 
colocado à sua cintura, no lado direito do Avent∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ 1º Vig∴, apoderai-vos do(s) 
C(C)omp∴; tende cuidado para que ele(s) não possa(m) 
ver coisa alguma do que aqui se passa, antes de nos cer-
tificarmos de que é(são) digno(s) de ser(em) admitido(s) 
em nossos Augustos Mistérios.
O M∴ de CCer∴ retorna ao seu lugar e o 1º Vig∴ levanta-
-se e apodera-se do(s) Candidato(s), segurando a corda 
com a m∴ esq∴ e, com a m∴ dir∴, colocandoa ponta 
da sua Esp∴ sobre o peito do Candidato escolhido, caso 
exista mais de um. Nesta hipótese, solicitará a ajuda de 
outros MMestr∴, tantos quantos sejam necessários, fa-
zendo todos o mesmo nos demais Candidatos.
RESPEITAB∴ - C(C)omp∴, deveis jurar não revelar coisa al-
guma do que aqui descobrirdes, sob as mesmas penas 
a que vos sujeitastes no vosso primeiro Juram∴. Jurais, 
portanto, nada comunicar a algum Comp∴ ou Apr∴, 
mesmo na infeliz hipótese de não serdes admitido(s) ao 
grau que pareceis desejar (retira(m)-se a(s) E(E)sp∴).
C(C)AND∴ - (com ênfase) EU O JURO!
RESPEITAB∴ - - Prometeis responder com franqueza as 
perguntas que vos vão ser feitas?
101
C(C)AND∴ - (com ênfase) EU O PROMETO!
RESPEITAB∴ - C(C)omp∴, que quereis?
C(C)AND∴ - Ser recebido Mestr∴.
RESPEITAB∴ - É verdadeiramente o desejo de vos instruirdes 
que vos anima?
C(C)AND∴ - Sim, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Tendes algum conhecimento do grau que pedis?
C(C)AND∴ - Não, Respeitab∴ Mestr∴. (o 1º Vig∴ e demais 
MMestr∴, se for o caso, retornam aos seus lugares e se 
senta(m))
5.14. Viagens do Grau
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, auxiliai o(s) C(C)omp∴, na Primeira Via-
gem misteriosa. 
- C(C)omp∴, tomai inspiração nos astros e guardai-vos 
de voltar a(s) vossa(s) cabeça(s).
No centro do Pav∴ Mos∴ estará a representação, for-
mada pelo Mestr∴ mais novo da Loj∴, deitado e com-
pletamente coberto com um pano preto. Este Ir∴ deve 
ter a cabeça no Oc∴ do Pav∴, a per∴ esq∴ estendida, a 
dir∴ por baixo da esq∴, em esquadr∴, o br∴ esq∴ es-
tendido e o br∴ dir∴ à Ord∴ de Comp∴. Antes de iniciar 
esta Viagem, o Respeitab∴ Mestr∴ dirige-se ao centro do 
Pav∴ Mos∴ e reúne-se a Nove MMestr∴, previamente 
designados, que para lá se dirigem, sem quaisquer co-
mandos, formando todos uma Cad∴ de Un∴ em torno 
da representação, permanecendo sentados os demais 
oobr∴. Feito isto, o Respeitab∴ Mestr∴ transmitirá à sua 
direita, em voz baixa, a antiga palavra de Mestr∴ - HA-
VOEJ, a qual lhe deve voltar à esquerda, retransmitida 
na forma de costume, sem que se quebre a Cad∴, em 
nenhum momento. 
102
A - Primeira Viagem
Ao mesmo tempo, o M∴ de CCer∴ coloca-se em frente 
ao(s) Candidato(s) e porá a ponta da sua Esp∴ no peito 
do escolhido, que a segurará, com a m∴ dir∴, à altura 
de um terço e, com a esq∴, a ponta pendente da cor-
da. Com a m∴ esq∴, o M∴ de CCer∴ agarra-lhe o br∴ 
esq∴, sobe pela Col∴ do S∴ e desce pela do N∴, fa-
zendo o escolhido recuar, bem como aos demais, caso 
existam, levando-o(s) diante de si sem parar, com as 
costas sempre voltadas para o Or∴. Assim, dá uma vol-
ta ao redor da representação, girando como no grau de 
Comp∴, sem deixá-lo(s) ver a representação encoberta 
pelos MMestr∴, recomendando-lhe(s), novamente, para 
que fite(m) o teto da Loj∴.
RESPEITAB∴ - (ainda na Cadeia) VVen∴ MMestr∴, membros 
do meu Conselho, conheceis todos os CComp∴. Vinde 
dar-me conta das informações que dele(s) tiverdes, a fim 
de regularmos o nosso procedimento a seu(s) respeito, 
pela maneira como ele(s) se tem(têm) comportado, des-
de que foi(ram) admitido(s) entre nós.
Colocado(s) o(s) Aspirante(s) ao Oc∴, entre CCol∴, de 
costas para o Or, diz o 2º Vig∴:
2º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, a Primeira Viagem está 
feita.
Retirando-se da Cad∴, o Respeitab∴ Mestr∴, sozinho, 
volta ao seu lugar e se senta. Os Nove MMestr∴ perma-
necem no Pav∴, sem estarem à Ord∴)
RESPEITAB∴ - - C(C)omp∴, sois acusado(s) de um crime 
gravíssimo (pausa)! Ven∴ Ir∴ M∴ de CCer∴, arrancai-
-lhe(s) o(s) A(A)vent∴; ele(s) não é(são) digno(s) de 
vesti-lo(s)!
O M∴ de CCer∴ recolhe a sua Esp∴ e coloca o Esq∴ na 
m∴ dir∴ do escolhido, retirando o(s) A(A)vent∴ do(s) 
Aspirante(s), com a rispidez conveniente, sem exagero. 
O(s) Aspirante(s) não ficará(ão) à Ord∴.
RESPEITAB∴ - - C(C)omp∴, sede(s) sincero(s) e lembrai-
-vos da promessa que fizestes há um momento: vossa(s) 
consciência(s) não vos acusa(m) de coisa alguma?
103
C(C)AND∴ - Não, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - A vida do homem neste mundo nada mais é do 
que uma passagem!
B - Segunda Viagem
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, auxiliai o(s) C(C)omp∴, na Segunda Via-
gem misteriosa. 
- C(C)omp∴, durante esta viagem examinai bem o fundo 
do(s) vosso(s) coração(ões).
O Respeitab∴ Mestr∴ desce do Trono e reúne-se aos Nove 
MMestr∴, em Cad∴ de Un∴. Depois do(s) Aspirante(s) 
ter(em) feito a viagem pelo mesmo percurso, com as 
precauções já descritas, e estando (todos) entre CCol∴, 
o 1º Vig∴ comandará:
1º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, a Segunda Viagem está 
feita.
Os Nove MMestr∴ permanecem de pé ao redor da repre-
sentação, sem estar à Ord. Da mesma forma anterior, o 
Respeitab∴ Mestr∴, sozinho, volta ao seu lugar, senta-se 
e comanda:
RESPEITAB∴ - - C(C)omp∴, o crime e a inocência, a men-
tira e a verdade, têm características tais que é impossível 
confundi-los (pausa).
- Comp∴, vossa(s) consciência(s) não vos acusa(m) de 
coisa alguma?
C(C)AND∴ - Não, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, fazei o(s) C(C)omp∴ voltar(em)-se para 
que veja(m) a que excesso pode levar-nos o esquecimen-
to dos nossos deveres. Considerai, C(C)omp∴, qual é a 
causa do luto e da tristeza em que nos amarguramos. 
Música. O M∴ CCer∴ coloca o Esq∴ na m∴ esq∴ do es-
colhido e fá-lo dar três passos para trás, voltando-o para 
a representação (e fará isto com os demais Aspiran-
104
tes, se existirem). Os Nove MMestr∴ do Conselho darão 
um passo para trás, levando a m∴ dir∴ (ATENÇÃO:) à 
Ord∴ de Comp∴ e, com a esq∴ apontando para a re-
presentação, olham para o(s) Aspirante(s). Cessa a Mú-
sica. O Respeitab∴ Mestr∴, depois de um momento de 
silêncio, dará uma pancada de Malh e os Nove MMestr∴ 
desfarão este Sin∴.
RESPEITAB∴ - - (desfaz-se o sinal e continua)
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, dizei-me se o(s) Comp∴ vos parece(m) 
comovido(s) e se nele(s) se descobre culpa. 
M∴ de CCER∴ - Respeitab∴ Mestr∴, o(s) Comp∴, está(ão) 
comovido(s) e não me parece(m) culpado(s).
RESPEITAB∴ - Cada instante nos aproxima do nosso fim últi-
mo. O verdadeiro Maç∴ não o teme nem o deseja. 
C - Terceira Viagem
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, sustentai o(s) Comp∴ na Terceira Via-
gem misteriosa. 
O Respeitab∴ Mestr∴ desce do Trono e volta a unir-
-se aos Nove MMestr∴, em Cad∴ de Un∴. Depois do(s) 
Aspirante(s) ter(em) efetuado a viagem, com as precau-
ções já recomendadas anteriormente, e colocado(s) en-
tre CCol∴, o 1º Vig∴ comandará:
1º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, a Terceira Viagem está 
feita.
Os Nove MMestr∴ retornam aos seus lugares, sem esta-
rem à Ord∴ e se sentam. O Respeitab∴ Mestr∴, sozinho, 
também volta ao seu lugar, onde se senta.
RESPEITAB∴ - - C(C)omp∴, tudo o que aqui vedes denota 
luto e tristeza; sois acusado(s) de haverdes tomado parte 
na perfídia de outros CComp∴ malvados; tendes conhe-
cimento de seu abominável conluio?
C(C)AND∴ - Não, Respeitab∴ Mestr∴.
105
RESPEITAB∴ - Que garantia nos dais disso?
C(C)AND∴ - Minha Palavra de Honra e minha Fé de Maç∴.
RESPEITAB∴ - Eu as recebo como tais; ambas são sagradas 
entre nós. Confirmai-as com um sinal que nos satisfaça 
plenamente.
C(C)AND∴ - (leva(m) a m∴ dir∴ ao cor∴, à Ord∴ de Comp∴)
RESPEITAB∴ - Não vos admireis, C(C)omp∴, com as precau-
ções que tomamos convosco; desde a morte do nosso 
Respeitab∴ Mestr∴, todos os CComp∴ nos são suspei-
tos, o que deveis ter visto pela maneira porque acabamos 
de vos tratar (pausa).
- Entretanto, a firmeza e a candura de vossas respostas 
destruíram as suspeitas que tínhamos de vós e granjeas-
tes a nossa confiança. Procurai, pois, fazer-vos digno(s) da 
graça que solicitais: o homem vulgar deixa-se levar pelas 
aparências de toda sorte, mas o verdadeiro Maç∴ deve 
saber pô-las de lado para alcançar a Verdade (pausa).
RESPEITAB∴ - C(C)omp∴, persistis no desejo que mostras-
tes, de chegar o grau de Mestr∴?
C(C)AND∴- Persisto(imos), Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Meu(s) A(A)m∴ I(I)r∴, todas as experi-
ências por que tendes passado até agora, e os preceitos 
que vos demos, têm por objetivo fazer-vos contemplar o 
vosso íntimo (pausa).
- É onde adquirireis conhecimentos que vos hão de satisfazer, 
porque nesse tabernáculo só uma alma pura pode penetrar. 
Não podemos sondar o âmago de vosso(s) coração(ões), 
sede, por conseguinte, vós mesmo(s) vosso(s) juiz(es), e 
tomai cuidado para que não venhais, no futuro, a serdes 
perseguido(s) pelos remorsos (continua).
RESPEITAB∴ - Os MMestr∴ vos formou(aram) com satisfa-
ção; daqui por diante ides ser encarregado(s) de dirigir 
os CComp∴ e os AApr∴.
- Meu(s) A(A)m∴ I(I)r∴, trabalhai para que a virtude 
seja o motivo e a finalidade de vossos preceitos e jamais 
percais de vista que o bom exemplo produz efeitos mais 
certos do que as mais sábias lições. Tudo quanto até ago-
106
ra vistes e tudo aquilo que o decurso do tempo vos mos-
trará, está oculto pelo véu misterioso do símbolo, véu 
que o Maç∴ zeloso, inteligente e trabalhador consegue 
penetrar (pausa).
- C(C)omp∴, refleti bem no que vos aconteceu e no que 
vos há de acontecer e não esqueçais jamais as Três Via-
gens misteriosas que fizestes; o grau exigia sete, mas a 
Loj∴ decidiu que fossem reduzidas a três (pausa).
5.15. Subida dos Degraus do Templo
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ 
de CCer∴, fazei com que o(s) I(I)r∴ C(C)omp∴ suba(m) 
os sete degraus do Templ∴. Fazei-o(s) entrar(em) pela 
porta do Oc∴ e quando chegar o momento, apresentá-
-lo(s)-eis a mim, pelos três passos misteriosos (pausa e 
continua).
RESPEITAB∴ - E vós, VVen∴ IIr∴ de uma e de outra Col∴, 
não esqueçais os vossos deveres.
Este aviso é dado para alertar dois IIr∴, previamen-
te designados, que devem estar munidos de rolos, um 
em cada Col∴. O M∴ CCer∴ fará o escolhido executar 
a March∴ de Apr∴. Os demais Aspirantes, se existirem, 
aguardam entre CCol. Chegando ao primeiro patamar, o 
escolhido fará a Saud de Apr∴, apenas dirigida ao Res-
peitab∴. Sobe outros dois degraus e, no segundo pata-
mar fará a Saud de Comp∴ e retira-se-lhe a Corda e o 
Esq∴, que são depositados no Pav∴. Os movimentos e 
os objetos devem estar dispostos de modo que, quando 
o escolhido chegar a este lugar, terá os seus pés perto 
da cabeça da representação, onde o Ir∴ deve ter a per∴ 
esq∴ estendida, a dir∴ por baixo da esq∴, em esquadr∴, 
o br∴ esq∴ estendido e o dir∴ à Ord∴ de Comp∴, segu-
rando o ramo de ac∴. Atingindo o escolhido o segundo 
patamar dirá o Respeitab∴ Mestr∴:
RESPEITAB∴ - Nos dois primeiros degraus vos ensinaram a 
conhecer o uso dos instrumentos e o emprego dos ma-
teriais. Esperais, sem dúvida, encontrar neste grau a ex-
plicação dos símbolos que até agora ocultaram a Verdade 
107
aos vossos olhos, mas, tudo no universo está sujeito a 
revoluções extraordinárias: tudo acaba (pausa)!
- O Templo que Salomão elevou ao Rei dos Reis não es-
capou a esta sorte fatal. A morte inesperada do chefe 
desse magnífico empreendimento pode recordar-vos por 
antecipação, a destruição do Templo famoso, que a histó-
ria nos apresenta, alternativamente destruído e edificado 
sobre as suas próprias ruínas.
1º VIG∴ - Salomão, filho de David, rei de Israel, célebre por 
sua sabedoria e pela extensão de seus conhecimentos, 
resolveu elevar ao Senhor do Universo o Templo que seu 
pai projetara, mas as guerras que sustentara contra seus 
vizinhos o impedira de construir. Ele mandou pedir a Hi-
ram, rei de Tiro, seu vizinho, aliado e amigo, que lhe 
fornecesse os OObr∴ e os materiais nobres necessários 
para esta empresa.
- Hiram aceitou de bom grado esta proposta e lhe enviou 
Adonhiram, filho de uma viúva da tribo de Naphtali, cé-
lebre arquiteto daqueles tempos, que lhe merecia grande 
consideração e respeito por seu gênio, inteligência, gosto 
e superioridade de talentos na arte de construir e por seu 
vasto conhecimento da essência e do manuseio dos metais 
(continua).
1º VIG∴ - Salomão reconheceu as virtudes e os grandes 
méritos de Adonhiram e o elevou aos lugares mais emi-
nentes, confiando-lhe a direção dos OObr∴ e o cuidado 
de conceber os planos e o desenho do suntuoso mo-
numento.
2º VIG∴ - O recenseamento que foi feito de todos os OObr∴ 
envolvidos na magnífica construção, eleva o número de-
les a 183.300. A história dá-lhes o nome de prosélitos 
o que, em nossa língua, significa estranhos admitidos, 
isto é, iniciados, a saber: 30.000 homens destinados a 
cortar os cedros do Líbano, dos quais servia apenas um 
terço de cada vez, pois eram revezados todos os meses; 
70.000 AApr∴, 80.000 CComp∴ e 3.300 MMestr∴.
- Entre estes estavam os habitantes do Monte Gibel, que 
cortavam os cedros e poliam as pedras. Os oobr∴ es-
tavam divididos naquelas três classes: tinham PPal∴, 
108
SSin∴ e TToq∴ para se reconhecerem e receberem o sa-
lário correspondente aos seus talentos e ao gênero de 
trabalhos de que estavam incumbidos.
RESPEITAB∴ - Os AApr∴ recebiam seus salários na Col∴J, os 
CComp∴, na Col∴B, e os MMestr∴, na Câm∴ do Meio. 
- Os documentos históricos que chegaram até nós, en-
sinam-nos que a Col∴J estava ao Norte e a Col∴B, ao 
Meio-Dia, ambas perto da porta do Oc∴.
- Também nos mostram que três portas davam acesso 
ao Templo: a porta dos AApr∴, que mais tarde foi a do 
Templo, estava ao Oc∴; a dos CComp, que, quando se 
terminou a construção ficou sendo a dos Levitas, estava 
situada ao Meio-Dia e, a dos MMestr∴ que, com o decur-
so do tempo, foi destinada aos Pontífices, estava ao Or∴.
1º VIG∴ - Colocadas estas portas, Salomão decretou que to-
dos os AApr e CComp∴ saíssem do Templ∴ na véspera 
do sábado e não tornassem a entrar senão no dia seguin-
te ao sábado, pela manhã, ao abrir das portas, sob pena 
de serem punidos de morte, em caso de desobediência. 
Tal decreto tinha por fim evitar que houvesse um pretex-
to para não se guardar o sábado (continua).
- Graças aos cuidados e vigilância de Adonhiram, o Tem-
plo aumentava dia a dia, e tudo satisfazia as vistas de 
Salomão, atento a ordem e a tranqüilidade que reinavam 
entre os OObr∴. Entretanto, três CComp, descontentes 
com o salário que recebiam, projetaram obter o de Mes-
tr∴ por meio da Pal∴, Sin∴ e Toq∴, que eles esperavam 
alcançar com o emprego da força.
1º VIG∴ - Tinham notado que Adonhiram visitava todas as 
noites os trabalhos, depois da retirada dos OObr∴ e ar-
mados, um com uma régua de 24 polegadas; outro, com 
uma alavanca e, o terceiro, com um grande malho, pu-
seram-se à espreita nas três portas do Templo.
ATENÇÃO: Neste momento, caso haja mais de um Re-
cipiendário, todos serão retirados do Templo, para 
voltar a entrar um a um, deixando-se o escolhido por 
último. Ao regressarem, individualmente, retorna-se a 
esta parte.
109
2º VIG∴ - Tendo Adonhiram entrado no Templo por uma porta 
secreta, dirigiu seus passos para a porta do Oc∴, onde 
encontrou um dos CComp que lhe pediu a Pal∴, Sin∴ e 
Toq∴ de Mestr∴, ameaçando-o de morte, se ele os ne-
gasse (continua).
- Adonhiram respondeu-lhe que não era assim que ele 
devia recebê-los, e que trabalhasse por merecê-los, gra-
ça que alcançaria esperando com paciência que o seu 
tempo se completasse.
1º VIG∴ - Não tendo sido satisfeito, o traidor tenta descarre-
gar-lhe sobre a garganta uma pancada violenta com a ré-
gua que tinha na mão (um Ir∴ usará um rolo para simu-
lar o golpe), mas por um movimento que fez Adonhiram, 
para esquivar-se ao golpe, foi atingido apenas no ombro.
Neste ponto, o M∴ de CCer∴ faz que o Recipiendário 
dê o primeiro passo misterioso, que consiste em passar 
o p∴ dir∴ por cima da representação, em diagonal, do 
Oc∴, onde ele está, para o Meio-Dia. No momento em 
que o Recipiendário dá o passo, o Ir∴ da Col∴ do S∴, que 
tem um rolo, dá-lhe uma leve pancada, mas sensível, no 
ombro direito. O M∴ de CCer∴ o auxiliará a colocar a per 
esq∴ em esquadr∴ na altura da barriga da per∴ dir∴ e o 
sustentará nessa posição, dando-lhe a mão.
2º VIG∴ - Adonhiram tentousalvar-se, fugindo para a porta 
do Meio-Dia. Contudo, ali estava o outro Comp∴ que lhe 
dirigiu as mesmas perguntas e ameaças (continua).
- Não tendo sido satisfeito, o Comp∴, tentando atingir 
seu coração, deu-lhe uma forte pancada com a alavanca 
(um Ir∴ usará o seu rolo) mas, esquivando-se, Adonhi-
ram foi ferido na nuca.
Nisto, faz-se o Recipiendário dar o segundo passo, pas-
sando a per∴ esq∴ por cima da representação, seguindo 
uma diagonal do S∴ para o N∴, formando uma esquadr∴ 
com a per∴ dir∴, junto à barriga da per∴ esq∴. Enquan-
to ele dá este passo, o Ir∴ da Col∴ do N∴ dá-lhe outro 
leve golpe sobre a nuca, com o rolo de que está munido. 
Sem interrupção, faz-se o Recipiendário dar o terceiro 
passo misterioso, levando a per∴ dir∴ à parte inferior da 
representação, ali juntando os pés em esquadr∴. Logo 
110
depois, dois IIr∴ pegam em cada um dos braços do Re-
cipiendário, põem a outra m sobre o peito dele e um pé 
por detrás dos seus calcanhares. Neste parte, o Ir∴ que 
estava deitado, levanta-se, de forma que o Recipiendá-
rio não o perceba. O Respeitab∴ Mestr∴ desce do Alt∴, 
aproxima-se do Recipiendário e prossegue a narrativa:
1º VIG∴ - Este golpe mal dirigido atordoou Adonhiram que, 
apesar disso, ainda pôde correr para a porta do Or∴, onde 
encontrou o terceiro Comp∴, que lhe pediu o mesmo que 
os outros haviam exigido, com idênticas ameaças.
- Não tendo sido satisfeito, o Comp∴ descarregou-lhe 
terrível golpe de malho na testa, que o estendeu morto.
O Respeitab∴ Mestr∴ dá na testa do Recipiendário uma 
pancada com o Malh∴ que trazia escondido. Os IIr∴ que 
sustentavam o Recipiendário empurram-no e o deitam 
por terra, de costas, com precaução. O pano preto deverá 
cobri-lo totalmente e, sobre seu corpo, será colocado o 
ramo de ac∴, que deverá ser seguro pela sua m∴ dir∴, 
colocada à Ord∴ de Comp∴. Assim, o Ir∴ que acaba de 
ser deitado passa a compor a representação, como es-
tava antes dele o último Mestr∴, só se levantando no 
momento adequado. 
ATENÇÃO: Caso haja mais de um Recipiendário, entra-
-se o próximo e retorna-se ao momento, logo após os 
Recipiendários terem sido retirados do Templo, até que o 
último, que deverá ser o escolhido, passe por esta parte 
do cerimonial. Caso não haja mais de uma recepção, ou 
quando se terminar a última, todos regressam aos seus 
lugares, inclusive o Respeitab∴ Mestr∴. 
O M∴ de CCer∴, antes de retornar ao seu, acenderá as 
nove velas dos AAlt∴, e apagam-se todas as lanternas.
RESPEITAB∴ - Vede, meus VVen∴ IIr∴, a desordem que reina 
em nossos trabalhos. Os OObr∴ trazem estampada a dor 
em seus rostos e não podemos duvidar de que o nosso 
Respeitab∴ Mestr∴ Adonhiram esteja morto (continua).
- Procedamos, pois, à busca de seu corpo e procuremos 
descobri-lo com o nosso zelo, fervor e constância (pausa).
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ 2º Vig∴, tomai convosco 
111
dois MMestr∴ e efetuai a busca pelo lado do Setentrião.
Acompanhado por dois IIr∴, convidados sem formalida-
des, o 2º Vig∴ dá uma volta ao redor da representação, 
começando pelo N∴, com todos sondando o terreno 
com as pontas das EEsp∴, seguras na m∴ esq∴. Efetua-
da a volta, retornam aos seus lugares e o 2º Vig∴, de pé 
do seu Alt∴, dirá:
2º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, as nossas pesquisas foram 
inúteis.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ 1º Vig∴, tomai convosco 
dois MMestr∴ e efetuai a busca pelo lado do Meio-Dia.
Da mesma forma, acompanhado por outros dois IIr∴, o 
1º Vig∴ dá uma volta ao redor da representação, co-
meçando pelo S∴ e, após sondar o terreno da mesma 
forma, todos retornam aos seus lugares. O 1oVig∴, de 
pé do seu Alt∴, dirá:
1º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, as nossas pesquisas tam-
bém foram inúteis.
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, convidai os VVen∴ IIr∴ que já 
vos acompanharam a se unirem de novo a vós e tomarei, 
também, em minha companhia, dois VVen∴ IIr∴ para 
que, juntos, façamos nossas pesquisas com maior aten-
ção. Possa um feliz resultado coroar nossos esforços.
- - De P∴ meus VVen∴ IIr∴.
Executa-se. Os nove IIr∴ darão três voltas em redor da 
representação, da seguinte forma: o 2º Vig∴, seguido 
pelos dois MMestr∴ da Col∴ do N∴, parte pelo N∴. O 
1º Vig∴, também acompanhado pelos dois MMestr∴ da 
Col∴ do S∴, parte pelo S∴. Farão, desta maneira, a cir-
culação inicial, detendo-se defronte ao Or∴. Chegados 
a este ponto, o Respeitab∴ Mestr∴ a eles se unirá, com 
os dois MMestr∴ que escolheu e, juntos, efetuarão, en-
tão, as três voltas ao redor da representação, no mesmo 
sentido, descendo pelo N∴, também sondando o terre-
no com as pontas de suas EEsp∴, sempre portadas na 
m∴ esq∴. Na primeira volta, nada além disso se fará; na 
segunda volta, o 2º Vig∴, próximo à Col∴ J, pára perto 
da cabeça da representação, e dirá:
112
 - Respeitab∴ Mestr∴, descubro ao longe um vapor que 
se eleva de uma pequena porção de terra; aproximemo-
-nos.
Todos efetuam a terceira volta, depois da qual o Respei-
tab∴ Mestr∴ pára perto da entrada do Or∴, próximo aos 
pés da representação e o 1º Vig∴ diz:
1º VIG∴ - Respeitab∴ Mestr∴, a terra parece-me estar cavada 
de pouco neste lugar; talvez achemos aqui o objeto de 
nossas indagações.
O Respeitab∴ Mestr∴ retira o ramo de ac∴ da m∴ do 
escolhido, recoloca-o sobre o corpo e diz:
RESPEITAB∴ - VVen∴ IIr∴, este ramo não cresceu neste lu-
gar; isto me parece suspeito e me faz pensar que nossas 
pesquisas não serão baldadas. Talvez os assassinos, à 
força de tormentos, tivessem arrancado do nosso Res-
peitab∴ Mestr∴ Adonhiram a Pal∴ e o Sin∴ de Mestr∴. 
Concordais, portanto, que o primeiro Sin∴ que um de nós 
fizer, e as primeiras PPal que proferir, se acharmos o cor-
po do Respeitab∴ Mestr∴ Adonhiram, sejam para o futu-
ro a Pal∴ e o Sin∴ de reconhecimento entre os MMestr∴?
ATENÇÃO: Os oito IIr∴ dão sua aprovação, deixando 
cair a m∴ dir∴ sobre a c∴ dir∴.
O Respeitab∴ levanta uma porção do véu que cobre o Re-
cipiendário escolhido com a ponta da Esp∴, ainda porta-
da na m∴ esq∴, assim como os outros oito IIr∴ e, neste 
momento, em conjunto, todos fazem o Sin∴ de Horror. 
O 2º Vig∴ aproxima-se, toma o d∴ ind∴ da m∴ dir∴ do 
escolhido e deixa-a cair, bruscamente, dizendo a Pal∴ 
Sagr∴ de Apr∴, sem formalidades:
2º VIG∴ - J.
Feito isto, dá um passo para trás, fazendo o Sin∴ de 
Horror. O 1º Vig∴ aproxima-se, toma o d∴ méd∴ da 
m∴ dir∴ do escolhido, puxa-o um pouco para si e deixa-
-o escorregar, com suavidade, dizendo a Pal∴ Sagr∴ de 
Comp∴, também sem nenhuma formalidade:
1º VIG∴ - B.
RESPEITAB∴ - VVenerab∴ IIr∴ VVig∴, quem mudou o corpo 
113
do nosso Respeitab∴ Mestr da posição em que estava?
2º VIG∴ - Respeitab∴ Mestr∴, julguei que o poderia levantar 
com o Toq∴ de Apr∴, mas a carne desprende-se dos 
ossos.
1º VIG∴ - Respeitab∴ Mestr∴, julguei que o poderia levantar 
com o Toq∴ de Comp∴, mas a carne desprende-se dos 
ossos.
RESPEITAB∴ - Pois não sabeis que nada podeis sem mim, e 
que nós três, juntos, tudo podemos (pausa)?
O Respeitab∴ Mestr∴ aproxima-se do Recipiendário es-
colhido, põe o p∴ dir∴ junto ao deste, abaixa-se, coloca 
o seu joelho contra o dele e, com os dedos da m∴ dir∴ 
abertos, toma-lhe o punho, de maneira que as ppalm∴ 
das mm∴ se achem uma contra a outra. Ajudado pe-
los VVig∴, levanta-o. Em seguida, passa-lhe o br∴ esq∴ 
por cima do omb∴ dir∴ e diz-lhe ao ouvido as três síla-
bas da Pal∴ Sagr∴, enquanto lhe dá um abr∴ por três, 
acompanhados pelos três ósculos da paz. O Respeitab∴ 
Mestr∴ e os IIr∴ retornam aos seus lugares.
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos. Meus VVen∴ IIr∴, todo sa-
crifício é a chave de uma satisfação futura. O Respei-
tab∴ Mestr∴ Adonhiram, que nos legou a decifração des-
se Aug∴ Mist∴ ressurge, hoje, no(s) novo(s) MMestr∴ 
(continua). 
RESPEITAB∴ - Compreendamos a lição eternamente viva. 
Rejubilemo-nos! Transformemos a nossa dor em alegria!
- Voltemos os nossos AAvent∴, Faixas e insígnias!
Música. Todos se levantam. Executa-se. O M∴ de CCer∴ 
recompõe o(s) traje(s) do(s) Neófito(s) e o(s) coloca 
entre CCol∴.Neste momento, também, retiram-se os la-
ços de crepe preto dos cabos dos MMalh∴ e todo ves-
tígio da representação do Pav∴ Mos∴. Os demais ele-
mentos da decoração do Templo não serão removidos ou 
alterados.
RESPEITAB∴ - ILUMINEMOS O TEMPLO (executa-se, acen-
dendo-se todas as luzes dos AAlt∴)!
- EXULTEMOS! ADONHIRAM VIVE!
114
Como usual, o Respeitab∴ Mestr∴ e os VVig∴ não movi-
mentam os seus MMalh∴ para fazerem a Aclamação, so-
mente o fazendo para darem a Bat∴. O Cobr∴ Int∴, que 
não movimenta a sua Esp∴ para dar a Bat∴ e nem para 
fazer a Aclamação, só dirá “Vivat, Vivat, Vivat”. Estando 
tudo pronto, dirá o Respeitab∴ Mestr∴:
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
5.16. Juramento
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, conduzi o(s) Aspirante(s) ao Alt∴ dos JJu-
ram∴.
Música. Executa-se. O(s) Aspirante(s) será(ão) conduzi-
dos pelo M∴ de CCer∴, com (todos) à Ord∴ de Comp∴, 
ao Alt∴ dos JJuram∴. Observar que, nesta passagem do 
cerimonial, os MMestr não se descobrem. A Bíblia é o L 
da L∴ de uso regular e legal no Rito Adonhiramita; contu-
do, todo Maç∴ tem o direito de prestar seu Juram∴ sobre 
o L∴ de sua crença, sem que a Bíblia seja retirada do 
Alt∴. O M∴ CCer∴ executará a ordem, circulando, ritua-
listicamente, e fazendo o(s) Aspirante(s) se ajoelhar(em) 
(joelho direito), na forma usual, com a per∴ esq∴ em es-
quadr∴, colocando o Aspirante escolhido a m∴ dir∴ so-
bre o L∴ da L∴. Como de costume, com a m∴ esq∴, se-
gurará um comp∴ aberto, cujas pontas se apoiam sobre 
a região do coração. Caso haja mais de um, cada Aspi-
rante apoiará a m∴ dir∴ sobre o ombro direito daquele 
que está ajoelhado a sua frente e assim sucessivamente.
RESPEITAB∴ - - Meus VVen∴ IIr∴, de P∴ e à Ord∴ (exe-
cuta-se)! Aspirante(s) repita(m) comigo:
ASPIRANTE(S) - EU...... (N(N)om∴ H(H)ist∴ e Profano(s)), 
JURO E PROMETO, / DE MINHA LIVRE VONTADE, / EM 
PRESENÇA DO GR∴ ARQ∴ DO UNIV∴ / E DESTA RESPEI-
TAB∴ LOJ∴ DEDICADA A SÃO JOÃO DE JERUSALÉM, / 
DEBAIXO DA MINHA PALAVRA DE HONRA / E DA MINHA 
FÉ DE MAÇ∴, / NÃO REVELAR DE MANEIRA ALGUMA / A 
NENHUM COMP∴, APR∴ OU PROFANO, / OS SEGREDOS 
DO GRAU DE MESTR∴ QUE ME FORAM / OU HÃO DE SER 
CONFIADOS.
115
- PROMETO MAIS, / CUMPRIR TODAS AS OBRIGAÇÕES 
QUE JÁ CONTRAÍ NA ORDEM, / SOB AS PENAS DE ME 
SER DIVIDIDO O CORPO / E UMA PARTE LANÇADA AO 
MEIO DIA / E A OUTRA AO SETENTRIÃO / DE SEREM AS 
MINHAS ENTRANHAS QUEIMADAS, / E AS CINZAS LAN-
ÇADAS AO VENTO, / A FIM DE QUE A MINHA MEMÓRIA / 
FIQUE EM PERPÉTUO ESQUECIMENTO.
- QUE ASSIM SEJA!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
5.17. Consagração
Música. A Consagração é sempre realizada integralmen-
te, para cada Neófito, caso exista mais de um. O Respei-
tab∴ Mestr∴ desce do Alt∴, empunha o Malh∴ e toma 
a Esp∴ Flamíg∴ na m∴ esq∴, assentando-a, levemente, 
sobre a cabeça do Neófito, no momento da Consagração.
RESPEITAB∴ - À GLÓRIA DO GR∴ ARQ∴ DO UNIV∴ (pau-
sa)! Em nome e sob os auspícios do G∴ O∴ S∴ P∴, e em 
virtude dos poderes que me foram confiados, por esta 
Aug∴ e Respeitab∴ Loj∴ Simb∴, eu vos faço, recebo e 
constituo Mestr∴ Maç∴ e membro desta Câm∴ do Meio, 
no Rito Adonhiramita, e vos dou o tratamento de Ven∴ 
Ir∴, que tão sagrado vos deve ser.
Dá sobre a lâmina da Esp∴ a Bat∴ do Grau 3. Em segui-
da, retorna ao seu lugar, de onde dirá:
RESPEITAB∴ - - Levantai-vos novos M(M)estr∴! Sentemo-
-nos Meus VVen∴ IIr∴ (executa-se, pausa)!
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, conduzi o(s) novo(s) M(M)estr∴ à direita 
do Alt∴ da Sab∴.
Executa-se. O Respeitab∴ Mestr∴ poderá, neste ins-
tante, se assim o desejar, convidar o(s) padrinho(s) 
do(s) novo(s) M(M)estr∴ ao Or∴, para que este(s) o(s) 
revista(m) com seu(s) paramentos ou a tarefa será exe-
cutada pelo M∴ de CCer∴. Na hipótese, comandará o 
Respeitab∴ Mestr∴:
116
5.18. Revestimento do(s) (M)Mestr∴
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, conduzi o(s) V(V)en∴ I(I)r∴ ...... (N(N)
om∴ H(H)ist∴), ao Or∴ para que nos auxilie(m) na en-
trega dos paramentos ao(s) novo(s) M(M)estr∴ (execu-
ta-se).
Estando o(s) M(M)estr∴ e o(s) I(I)r∴ convidado(s) já no 
Or∴, o M∴ CCer∴ lhe(s) passa os paramentos ou deles 
se apodera, se for o caso.
RESPEITAB∴ - De hoje em diante envergareis um outro 
Avent∴, onde a cor azul de que ele é debruado deve 
recordar-vos, continuamente, que um zeloso Maç∴ pode 
esperar tudo do céu, e que em vão pretendem os homens 
construir, se o Gr∴ Arq∴ do Univ∴ assim não se dignar 
permiti-lo.
O Respeitab∴ Mestr∴ toma a(s) Faixa(s) e a(s) E(E)sp∴ 
e dirá ao(s) novo(s) M(M)estr∴:
RESPEITAB∴ - Sabeis que uso fazer desta Esp∴. Nela está in-
serido o vosso nome e o de todos os VVen∴ IIr∴ que vos 
precederam na nossa Subl∴ Ord∴. Ela também contém 
o Nome Inefável do Sob∴ Árb∴ dos Mundos; sede, pois, 
digno dela, e um verdadeiro Mestr∴ Maç∴.
Com o auxílio do padrinho ou do M∴ de CCer∴, passa 
a(s) Faixa(s) e a(s) E(E)sp∴ ao(s)novo(s) M(M)estr∴, 
sem levantar-se do Alt∴ da Sab∴. Em seguida, entregará 
o(s) seu(s) chapéu(s), dizendo:
RESPEITAB∴ - De agora em diante estareis, em Loj∴, com 
o(s) vosso(s) chapéu(s) na(s) cabeça(s). Este uso muito 
antigo denota a liberdade e a superioridade. Até então 
tendes servido como Apr∴ e Comp∴, mas agora ides co-
mandar. Espero que não abuseis das vossas novas atri-
buições. (Faz a entrega, do mesmo modo.)
(Reveste(m)-se o(s) novo(s) M(M)estr∴. Caso o(s) 
padrinho(s) tenha(m) sido convidado(s) ao Or∴, o Res-
peitab∴ Mestr∴ solicitará ao M∴ de CCer∴ que seja(m) 
reconduzido(s) ao(s) seu(s) lugar(es):)
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
117
M∴ de CCer∴, reconduzi o(s) V(V)en∴ I(I)r∴ que nos 
auxiliou(aram) ao(s) seu(s) lugar(es) e retornai ao Or∴.. 
(Pausa. Segue.)
- Meu(s) V(V)en∴ I(I)r∴, os MMestr∴ para se reconhe-
cerem entre si, têm uma Pal∴ Sagr∴, uma Pal∴ de Pas∴, 
um Sin∴ e um Toq∴, os quais vos serão agora comuni-
cados. 
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, ensinai os SSin∴, as PPal∴, o Toq∴ e, tam-
bém, a Saud∴ e a Bat∴ do grau ao(s) nosso(s) novo(s) 
V(V)en∴ I(I)r∴.
Música. O M∴ de CCer∴ executada a ordem, dirá:
M∴ de CCER∴ - Respeitab∴ Mestr∴, vossas ordens foram 
cumpridas.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, ide apresentar V(V)en∴ I(I)r∴ ao Vene-
rab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dignís∴ 1º Vig∴, a fim de 
o(s) reconhecer na(s) sua(s) nova(s) dignidade(s). 
Executa-se. O 1º Vig∴ mandará que o(s) I(I)r∴ bata(m) 
três pancadas em cada um dos três vértices do seu Alt∴. 
Depois, receberá dele(s) as PPal∴, SSin∴ e Toq∴, dizen-
do ao final:
1º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, os V(V)en∴ I(I)r∴ 
...... (N(N)om∴ H(H)ist∴), está(ão) reconhecido(s) e 
trabalhou(aram) com M(M)estr∴.
O Respeitab∴ Mestr∴ ordenará que se dê um lugar no 
topo de uma das CCol∴ para o(s) I(I)r∴ recebido(s) e, 
depois, iniciado pelos VVig∴, se efetuará um discurso so-
bre o grau.
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, dai lugar aos V(V)en∴ I(I)r∴ na extremi-
dade de uma das CCol∴ (executa-se).
2º VIG∴ - Meus V(V)en∴ I(I)r∴, tão logo os CComp∴ co-
meteram esse crime que vos fizemos conhecer, sentiram 
toda a atrocidade de um tal atentado. Para encobrirem 
até o menor vestígio dele, se fosse possível, levaram o 
corpo do Respeitab∴ Mestr∴ Adonhiram para um lugar 
118
um pouco distante dos trabalhos (continua).
- Ali o enterraram em um montão de ruínas de quase 
nove pés cúbicos, sobre o qual plantaram um ramo de 
acácia a fim de poderem reconhecer o lugar onde haviam 
ocultado o corpo do nosso Respeitab∴ Mestr∴ que eles 
tencionavam trasladar para outro ponto mais remoto. Os 
OObr∴ perceberam logo a falta do Respeitab∴ Mestr∴ 
Adonhiram, o que comunicaram a Salomão, o qual para 
satisfazer a sua impaciência, ordenou que o procuras-
sem. Três MMestr∴ partiram pela porta do Setentrião, 
três pela do Meio-Dia e três pela do Oriente e concorda-
ram entre si que não se afastariam uns dos outros mais 
do que quanto pudesse alcançar a voz.Assim organiza-
dos, saíram em busca e, ao despontar do sol, um deles 
descobriu a alguma distância no campo, um vapor que se 
elevava nos ares.
1º VIG∴ - Este fenômeno chamou sua atenção e ele deu parte 
disto aos outros MMestr∴ que se aproximaram todos do 
lugar donde saía o vapor. À primeira vista, descobriram 
uma pequena elevação e reconheceram que a terra tinha 
sido movida de pouco, o que confirmou suas suspeitas.
- O ramo de Ac∴ que cedeu aos primeiros esforços, não 
os deixou duvidar por mais tempo de que tinha sido ali 
colocado para servir de sinal, a fim de se reconhecer o 
lugar. Trataram de procurar e logo acharam o corpo do 
nosso Respeitab Mestr∴ já corrompido, e reconheceram 
que tinha sido assassinado.
- Como era de temer que os assassinos, à força de tor-
mentos, tivessem extorquido ao Mestr∴ Adonhiram a 
Pal∴ de Mestr∴, convieram entre eles que a primeira 
palavra que se proferisse quando o desenterrassem lhes 
serviria para o futuro de palavra de reconhecimento entre 
os MMestr∴. O mesmo se determinou a respeito do Sin∴ 
e do Toq∴. Puseram aventais e luvas de pele branca, 
como prova de sua inocência e enviaram um deles a Salo-
mão para comunicar a descoberta do corpo do Respeitab 
Mestr∴ Adonhiram.
RESPEITAB∴ - Informado do crime que o privava de um ami-
go e do chefe dos trabalhos, Salomão ordenou a todos os 
OObr∴ do Templo que se cobrissem de luto.
119
RESPEITAB∴ - Também mandou desenterrar o corpo pelos 
MMestr∴, fez-lhe exéquias magníficas, decidiu sepultá-lo 
no santuário do Templo e esculpir sobre o túmulo, que 
tinha sete pés de comprimento, cinco de largura e três 
de profundidade, uma medalha triangular do ouro mais 
puro, sobre a qual estava gravado o nome de HAVOEJ, 
antiga palavra de Mestr∴, que era um dos nomes do Gr∴ 
Arq∴ do Univ∴. Finalmente, ordenou que se mudasse a 
Pal∴, Sin∴ e Toq∴ antigos, para serem substituídos por 
aqueles ajustados pelos Nove MMestr∴.
- Fácil vos é agora compreender a analogia das experiên-
cias por que passastes com esta sucinta narração históri-
ca, de cujas circunstâncias elas são o símbolo. Por pouco 
que tenhais refletido nas circunstâncias de vossa recep-
ção, nos graus a que já fostes admitido, talvez tenhais 
notado alguns pontos que pareçam contradizer-se, ou, 
pelo menos, não ter entre si perfeita conexão; suspendei 
vosso juízo a este respeito. Esta diversidade decorre da 
finalidade de cada um dos três graus e constitui ponto 
fundamental de todos os conhecimentos maçônicos.
RESPEITAB∴ - Vereis, com o decurso do tempo, à força de 
estudo e meditação que estas contradições aparentes se 
desvanecem (pausa).
- E, então, a reunião de todos os conhecimentos vos apre-
sentará um todo, cujas partes bem ligadas e bem enca-
deadas permitirão satisfazer o(s) vosso(s) espírito(s) e 
vos conduzirão às finalidades mais elevadas. Que o Gr∴ 
Arq∴ do Univ∴ com a sua Luz assim o permita (pausa)!
Acabada esta narrativa, comandará o Respeitab∴ Mestr∴:
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, conduzi o(s) nosso(s) V(V)en∴ I(I)r∴ 
para entre CCol∴.
Executa-se. O M∴ de CCer∴ conduz o(s) novo(s) M(M)
estr∴ para entre CCol∴, onde fica(m) à Ord∴ do Gr∴ 3. 
Nesta tarefa, poderá pedir o auxílio de outros IIr∴. Con-
tinuará o Respeitab∴ Mestr∴:
120
5.19. Proclamação
RESPEITAB∴ - - Meus VVen∴ IIr∴, anuncio-vos que iremos 
procecer à Proclamação do(s) novo(s) M(M)estr∴.
- - De P∴ e à Ord∴ (executa-se)!
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, 
assim como o faço no Or∴ que, PROCLAMO aos quatro 
pontos do Orbe e nos Três Planos, o(s) V(V)en∴ I(I)r∴ 
...... (N(N)om∴ H(H)ist∴), M(M)estr∴ M(M)aç∴, consi-
derados como tal(is) por todos os Maç∴ espalhados pela 
superfície da Terra e vos convido para que me ajudeis a 
aplaudir o(s) seu(s) progresso(s).
- A mim, meus VVen∴ IIr∴, pela simples Bat∴:
TODOS - - - - - - . (todos os IIr∴ aplau-
dem e, após isto, voltam ao Sin∴ de Ord∴).
M∴ de CCER∴ - Respeitab∴ Mestr∴, em nome do(s) nosso(s) 
novo(s) V(V)en∴ I(I)r∴, peço-vos permissão para com 
ele(s) retribuir os aplausos.
RESPEITAB∴ - Podeis faze-lo, meu Ven∴ Ir∴!
O M∴ de CCer∴ e o(s) novo(s) M(M)estr∴ aplaudem em 
conjunto. Dirá, então o Respeitab∴ Mestr∴:
RESPEITAB∴ - Cubramos esses aplausos, meus VVen∴ IIr∴ 
(executa-se).
- - Sentemo-nos (executa-se). Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ 
Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de CCer∴, entregai o(s) Ritual(ais) 
e conduzi o(s) V(V)en∴ I(I)r∴ ao Alt∴ do Ven∴ Ir∴ ...... 
(Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Chanc∴, para que grave(m) 
seu “Ne Varietur” na Tábua da Loj∴ e, em seguida, ao(s) 
lugar(es) que lhe(s) compete(m).
Executada a ordem, o M∴ de CCer∴ faz o(s) novo(s) 
M(M)estr∴ sentar(em)-se, como antes, no topo de uma 
das CCol∴. Após isto, o Respeitab∴ Mestr∴ concederá a 
palavra ao Orad alusiva ao ato.
RESPEITAB∴ - - Concedo a palavra ao Ven∴ Ir∴ ...... 
(Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴, que é o Guarda da Lei, 
para que nos ilustre com sua Luz.
121
ORAD∴ - (sentado) Meus V(V)en∴ I(I)r∴ por ora basta que 
vos indiquemos o caminho que deveis trilhar. Fostes 
tratado(s) como C(C)omp∴ suspeito(s); isto alude aos 
inimigos da Sublime Ordem, que a caluniam e a perse-
guem sem a conhecer. 
ORAD∴ - Contra estes, devemos empregar a força, para repe-
lir seus ataques; a doçura, para lhes inspirar sentimentos 
mais moderados e a prudência, para escolher os meios 
próprios para tal fim. Apenas vos justificastes e vossos 
IIr∴ se apressaram a dar-vos provas de amizade, admi-
tindo-vos nos seus mistérios mais íntimos e, desde então, 
penetrastes o vosso interior.
- As circulações e as viagens são o símbolo das indagações 
sobre o crime e designam o estado errante e vagabundo 
do criminoso que debalde procura escapar ao remorso e 
ao castigo. A March∴ misteriosa é o emblema dos esforços 
que fez o Respeitab∴ Mestr∴ Adonhiram para evitar os 
golpes dos assassinos. As três pancadas que recebestes, 
representam as que lhe foram dadas e devem fazer-vos 
sentir o perigo de três paixões funestas que muitas vezes 
cegam o homem: o Orgulho, a Inveja e a Avareza
- Enfim, estas experiências são ainda emblemas alegóricos 
de uma infinidade de conhecimentos, os quais, só por um 
profundo estudo, podereis adquirir, e que não podemos 
nem devemos vos comunicar neste auspicioso momento.
ORAD∴ - Resta-nos felicitar-vos, finda a vossa recepção, em 
nome desta Aug∴ Ofic∴, pelo(s) vosso(s) progresso(s), 
rogando que o Gr∴ Arq∴ do Univ∴ vos guie e ilumine!
RESPEITAB∴ - Aplaudamos os Ven∴ IIr∴ ...... (Nom∴ Hist∴), 
Mui Dig∴ Orad∴, pela Bat∴ do Gr∴.
TODOS - - - - - - . .
5.20. Tr∴ de Solidar
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, as-
sim como o faço no Or∴, que o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ 
Hist∴), Mui Dig∴ Hosp∴, vai circular com o Tr∴ de Solid∴.
122
O Hosp∴, durante o anúncio, portando o Tr∴ de Solidar∴ 
com as duas mãos, a esquerda sobre o coração e a direi-
ta sobre a esquerda, se dirige para entre CCol∴, onde e 
aguardará a ordem do Respeitab∴ Mestr∴ para circular:
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Hosp∴, cumpri o vosso dever.
- Após o giro de praxe, levai o Tr∴ de Solid∴ ao Mui Dig∴ 
Ir∴ Tes∴, para conferência.
Música. O Hosp∴ gira na mesma sequência que o M∴ de 
CCer∴ circulou com o Sac∴ de PProp∴ e IInf∴. Ao final, 
entrega o Tr∴ ao Tes∴, ajuda-o na conferência, caso so-
licitado por este, e retorna ao seu lugar, anunciando-o ao 
plenário da Loj∴, no momento ritualístico oportuno.
5.21. Pal∴ Análoga ao Ato
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, 
assim como o faço no Or∴, que que a Pal∴ Análoga ao 
Ato, é franca aos que dela queiram fazer uso.
2º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do N∴.
Havendo quem tenha feito uso da palavra ou não, reinan-do silêncio, dá um golpe de Malh∴ e diz o:
2º VIG∴ - - Reina silêncio na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - A palavra está na Col∴ do S∴. 
TES∴ - Informo que o Tr∴ de Sol∴ ficará sob malhete e será 
anunciado na próxima sessão Ord∴ do Gr∴ de M∴ M∴.
E, do mesmo modo, reinando silêncio, diz:
1º VIG∴ - - Reina silêncio em ambas as CCol∴, Respeitab∴ 
Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - A palavra está no Or∴.
Caso o Orad∴ desejar falar como membro do quadro, 
deverá solicitar a palavra como tal. Reinando silêncio, o 
Respeitab∴ Mestr∴ dirá:
123
RESPEITAB∴ - - A palavra está com o Ven∴ Ir∴ ...... 
(Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴ para suas conclusões.
Após efetuar as saudações de praxe, hierarquicamente, o 
Orad∴ agradecerá a presença dos IIr∴ VVisit∴, se existi-
rem. Em seguida, caso tenha ocorrido algum fato julgado 
relevante, declina-o para registro no Bal∴ da sessão e 
tece as considerações finais. Terminará declarando que 
os trabalhos transcorreram JJus∴ e PPerf∴.
ORAD∴ - Respeitab∴ Mestr∴, ......, Agradece a cooperação de 
todos, enaltecendo a valiosa participação dos IIr∴ de ou-
tras LLoj∴ e declara que os trabalhos transcorreram JJust∴ 
e PPerf∴, podendo ser encerrados. Caso haja algum fato 
relevante de ordem legal declina para registro no Bal∴). 
Informo que os trabalhos transcorreram JJust∴ e PPerf∴ 
Após o pronunciamento final do Orad∴, pode falar ape-
nas o Grão-Mestre.
5.22. Saudação ao Pav∴ Nacion∴
A saudação ao Pavilhão Nacional será realizada conforme 
o Protocolo do Grande Oriente de São Paulo.
O Respeitab∴ Mestr∴ deverá designar, com antecedên-
cia, um Ir∴ do Or∴, próximo ao Secr∴, para efetuar a 
Saudação. A Guarda de Honra e a Comissão devem ser 
compostas, preferencialmente, com os mesmos IIr∴ que 
a formaram quando do ingresso do Pav.
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, convidai o Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), 
Mui Dig∴ Port∴ Band∴ e formai a Guarda de Honra, 
por vós composta com mais dois MMestr∴ armados de 
EEsp∴, para que seja realizada a saudação ao Pavilhão 
Nacional e posterior retirada (executa-se). 
M∴ de CCER∴ - Venerab∴ Mestr∴, vossas ordens foram cum-
pridas.
RESPEITAB∴ - - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), convido-vos 
para proceder a Saudação ao Pav∴ Nacion∴ e depois re-
tornai ao vosso lugar.
124
O Ir∴ designado será conduzido ao Or∴ pelo M∴ de 
CCer∴, caso lá não se encontre, colocando-se à frente 
da Bandeira, de onde faz a Saudação, sem tocá-la, nela 
constando (ou limitando-se) o(ao) trecho abaixo.
RESPEITAB∴ - - Descubramo-nos. De p∴ e à Ord∴, meus 
AAm∴ IIr∴(executa-se). 
IR∴ Escolhido - BANDEIRA DO BRASIL QUE ACABAS DE AS-
SISTIR AOS NOSSOS TRABALHOS, / INSPIRAI-NOS SEM-
PRE COM A TUA DIVISA ORDEM E PROGRESSO, / FONTE 
ASSEGURADORA DA FRATERNIDADE E DA EVOLUÇÃO, / 
IDEAIS SUPREMOS DA HUMANIDADE NA SUA MARCHA 
INFINITA ATRAVÉS DOS SÉCULOS. / 
- RECEBEI DOS OBREIROS, / AQUI REUNIDOS, / O COM-
PROMISSO DE FIDELIDADE MAÇÔNICA, / NO SERVIÇO 
DOS SUPREMOS INTERESSES DO GRANDE PAÍS, / DE 
QUE SOIS SÍMBOLO AUGUSTO, PLENO DE GENEROSIDA-
DE E NOBREZA.
Terminada a Saudação, o Ir∴ designado, sozinho, retorna 
ao seu lugar, em silêncio. A comissão, a Guarda de Honra 
e o Port∴ Band∴ permanecem em seus lugares, aguar-
dando a execução do Hino à Bandeira.
RESPEITAB∴ - - Desfaçamos o Sin∴ de Ord∴ meus AAm∴ 
IIr∴(executa-se)! 
HINO À BANDEIRA. O M∴ de Harm∴ fará tocar a pri-
meira e a última estrofes do Hino, ficando os IIr∴ com 
os braços pendentes ao longo do corpo, enquanto o can-
tam. Caso a harmonia não esteja preparada, como aqui 
se preceitua, se entoará:
 PRIMEIRA ESTROFE:
 SALVE LINDO, PENDÃO DA ESPERANÇA! 
 SALVE, SÍMBOLO AUGUSTO DA PAZ! 
 TUA NOBRE PRESENÇA À LEMBRANÇA, 
 A GRANDEZA DA PÁTRIA NOS TRAZ. 
REFRÃO:
RECEBE O AFETO QUE SE ENCERRA
125
EM NOSSO PEITO JUVENIL,
QUERIDO SÍMBOLO DA TERRA, 
DA AMADA TERRA DO BRASIL! 
 ÚLTIMA ESTROFE:
 SOBRE A IMENSA NAÇÃO BRASILEIRA,
 NOS MOMENTOS DE FESTA E DE DOR,
 PAIRA SEMPRE SAGRADA BANDEIRA,
 PAVILHÃO DA JUSTIÇA E DO AMOR!
REFRÃO:
RECEBE O AFETO QUE SE ENCERRA
EM NOSSO PEITO JUVENIL,
QUERIDO SÍMBOLO DA TERRA, 
DA AMADA TERRA DO BRASIL! 
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos e cubramo-nos, meus AAm∴ 
IIr∴(executa-se)! 
Música, enquanto se aguarda que, os IIr∴ regressem aos 
seus lugares, sempre sem circulação ritualística.
5.23. Saída de AAutor∴ e VVisit∴
A saída das autoridades e dos visitantes, obedecendo as 
normas protocolares, somente é realizada se o Pavilhão 
Nacional tiver sido retirado do Templo ou conforme re-
comendar o Protocolo de Recepção. Quando em Ses-
são de Instalação e Posse ou Reassunção a Comissão 
Instaladora faz a saída nesse momento
RESPEITAB∴ - - De p∴ e à Ord∴, meus AAm∴ IIr∴.
- Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de CCer∴, 
convidai ao repouso o(s) nosso(s) A(A)m∴ I(I)r∴ 
Visitante(s) e que, dispensado(s) do Juram∴ de Sigilo, 
leve(m) à(s) sua(s) O(O)fic∴ o que de bom, útil e glorio-
so receberam na sessão de hoje.
O M∴ de CCer∴ coloca-se entre CCol∴ e, de acordo com 
126
o grau, a qualidade e o cargo, solicita à(s) Autoridade(s) 
Maçônica(s) e aos demais IIr∴ Visitantes, se existirem, 
para cobrir(em) o Templo, na ordem inversa do ingresso. 
Ao chegar(em) entre CCol∴ o(s) I(I)r∴, dirá o:
RESPEITAB∴ - - Desfaçamos o Sin∴ meus AAm∴ IIr∴ 
(executa-se)!
O Cobr∴ abre a porta do Templo. O(s) I(I)r∴, ao sair(em), 
pode(m) ser aplaudido(s) pela Bat∴ incessante. Efetuada 
a retirada do (último) Ir∴, fecha-se a porta.
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nos, meus AAm∴ IIr∴!
5.24. Interrogatório
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Cobr∴, onde é vosso lugar em Loj∴?
COBR∴ - (levanta-se, Esp∴ à Ord∴, e diz) Junto à porta do 
Templo, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Para cobrir a Ofic∴ às vistas profanas, ajudar os 
VVenerab∴ Ir∴ ...... (NNom∴ HHist∴), DDignís∴ 1º e 2º 
VVig∴, a verificarem se todos os VVen∴ IIr∴ são MMes-
tr∴ e comunicar ao Respeitab∴ Mestr∴ ...... (Nom∴ 
Hist∴),todos os acontecimentos que interessarem ao 
Bem da Ord∴ em Ger∴ e, particularmente, a este Aug∴ 
Quadr∴.
RESPEITAB∴ - Onde têm assento os VVenerab∴ IIr∴ VVig∴?
COBR∴ - No Oc∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
COBR∴ - Para melhor observarem a passagem do Sol pelo 
meridiano, fazerem bom acolhimento aos VVen∴ IIr∴ 
VVisit∴, pagarem ais OObr∴, despedindo-os contentes e 
satisfeitos e ajudarem a fechar a Loj∴.
RESPEITAB∴ - Onde é o lugar do Respeitab∴ Mestr∴?
COBR∴ - No Or∴.
RESPEITAB∴ - Para que, meu Ven∴ Ir∴?
127
COBR∴ - Assim como o Sol, por vontade do Gr∴ Arq∴ do 
Univ∴, aparece no Or∴ para principiar a sua carreira e 
romper o dia, o Respeitab∴ Mestr, por vontade dos seus 
VVen∴ IIr∴, ali tem assento, para abrir a Loj∴, auxi-
liar os OObr∴ com seus conselhos e iluminá-los com as 
suas Luzes, fechar a Loj∴ e, com seu exemplo, traçar os 
planos para a orientação dos VVen∴ IIr∴, ansiosos por 
perfeição (senta-se).
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 1º Vig∴, donde vindes?
1º VIG∴ - - Venho da Câm∴ do Meio, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - O que se faz na Câm∴ do Meio?
1º VIG∴ - Honra-se a memória do nosso Respeitab∴ Mestr∴ 
Adonhiram.
RESPEITAB∴ - Quem era Adonhiram, meu Venerab∴ Ir∴?
1º VIG∴ - O Gr∴ Arq∴ do Templo Construído por Salomão, 
Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 2º Vig∴, sois Mestr∴?
2º VIG∴ - - Experimentai-me: a∴ ac∴ m∴ é c∴.
RESPEITAB∴ - Em que trabalham os MMestr∴?
2º VIG∴ - Sobre a Pr∴ de Traçar.
RESPEITAB∴ - Onde recebem seus salários?
2º VIG∴ - Na Câm∴ do Meio.
RESPEITAB∴ - Que vindes aqui fazer?
2º VIG∴ - Procurar a Pal∴ de Mestr∴ que está perdida.
RESPEITAB∴ - Quanto tempo é necessário para formar um 
Mestr?
2º VIG∴ - S∴ AA∴, Respeitab∴ Mestr∴.
RESPEITAB∴ - - Venerab∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Dig-
nís∴ 1º Vig∴, que idade tendes?
1º VIG∴ - S∴ AA∴, Respeitab∴ Mestr∴.
128
RESPEITAB∴ - Quanto tempo devemos trabalhar, meu Vene-
rab∴ IIr∴?
1º VIG∴ - Desde o M∴ D∴ até a M∴ N∴.
RESPEITAB∴ - Que horas são, meu Venerab∴ Ir∴?
Como na aberturados trabalhos em Loj∴, estando em 
absoluto silêncio, ouvem-se doze vibrações harmônicas, 
regularmente pausadas, feitas soar pelo Cobr∴ Int∴ em 
um tímpano. Após a última, o 1º Vig∴ dirá:
1º VIG∴ - - M∴ D∴ completo.
5.25. Fechamento do L∴ da L∴
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, adverti a todos os VVen∴ IIr∴ 
que, em virtude da hora e da idade, vamos fechar a 
Respeitab∴ Loj∴ de São João de Jerusalém sob o Títu-
lo Distintivo “...... (Nome e número)”, no grau de Mes-
tr∴ Maç∴, em Sessão Magna de Exaltação, e encerrar os 
nossos trabalhos na forma de costume.
1º VIG∴ - - VVen∴ IIr∴ e amigos, brilhantes ornamentos 
da Col∴ do S∴, eu vos advirto da parte do Respeitab∴ 
Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴) que, em virtude da hora e 
da idade, vamos fechar a Respeitab∴ Loj∴ de São João 
de Jerusalém sob o Título Distintivo “...... (Nome e nú-
mero)”, no grau de Mestr∴ Maç∴, em Sessão Magna de 
Exaltação, e encerrar os nossos trabalhos na forma de 
costume.
2º VIG∴ - - VVen∴ IIr∴ e amigos, brilhantes ornamentos 
da Col∴ do N∴, eu vos advirto da parte do Respeitab∴ 
Mestr∴ ...... (Nom∴ Hist∴) que, em virtude da hora e 
da idade, vamos fechar a Respeitab∴ Loj∴ de São João 
de Jerusalém sob o Título Distintivo “...... (Nome e nú-
mero)”, no grau de Mestr∴ Maç∴, em Sessão Magna de 
Exaltação, e encerrar os nossos trabalhos na forma de 
costume.
- - Está anunciado na Col∴ do N∴.
1º VIG∴ - - Respeitab∴ Mestr∴, está feito o anúncio em 
ambas as CCol∴.
129
RESPEITAB∴ - - - . (dá a Bat∴ do Gr∴)
1º VIG∴ - - - . 
2º VIG∴ - - - .
RESPEITAB∴ - - Descubramo-nos. De P∴ e à Ord∴, meus 
VVen∴ IIr∴ (pausa)! Rendamos graças ao Gr∴ Arq∴ do 
Univ∴.
TODOS - OH! / FONTE DIVINA E FECUNDA, / JORRAI SOBRE 
NÓS A LIMPIDEZ DE VOSSA PUREZA / E FAZEI-NOS 
UNOS COM O SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO!
- QUE POSSAMOS CAMINHAR CADA DIA COM MAIS FIR-
MEZA, / TENDO A NOSSA SÃ PROVISÃO DE AMOR E DE 
LUZ / CADA VEZ MAIS AUMENTADA.
- QUE A NOSSA FORÇA POSSA ENVOLVER / A TODOS 
OS MAÇONS ESPALHADOS PELA SUPERFÍCIE DA TERRA 
/ A TODA A HUMANIDADE / NUMA CADEIA DE LUZ E DE 
AMOR!
- QUE TUDO EM QUE NOSSAS MÃOS TOCAREM, / TUDO 
O QUE NOSSOS OLHOS AVISTAREM, / SEJA TRANSMU-
TADO EM LUZ, / AMOR, / FORÇA, / SAÚDE E HARMONIA.
- QUE A PAZ SEJA FEITA EM TODOS OS SERES!
- QUE ASSIM SEJA!
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, convidai três MMestr∴ da Col do S∴ e três 
outros da Col∴ do N∴, a fim de convosco formarem o 
Pál∴ e, após, convidai o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), 
Mui Dig∴ Orad∴ para fechar o L∴ da L∴. Cabendo-vos 
deixar vossos chapéus em seus respectivos assentos.
Devendo solicitar, se possível, a participação dos OObr∴ 
convidados na Abertura, o M∴ de CCer∴ se dirige ao Or 
e coloca três IIr∴ de cada lado do Alt∴ dos JJuram∴, gi-
rando como naquela ocasião. Em seguida, convida o Orad 
da forma usual:
M∴ de CCer∴ - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ Ord∴, 
de ordem do Respeitab∴ Mestr∴, eu vos convido para 
fechar o L∴ da L∴ (executa-se).
130
O Orad∴, seguindo o M∴ de CCer∴, se encaminhará para 
o Alt∴ dos JJuram∴, com o Sin∴ do Gr∴. Saúda o Res-
peitab∴ Mestr∴ e ajoelha-se com o joelho dir∴ diante 
do L∴ da L∴, mantendo a per∴ esq∴ em esquadr∴ e 
forma-se o Pál∴, com o M∴ CCer∴ sobrepondo sua Esp∴ 
sobre as demais. Fechado o L∴, o Pál∴ se desfaz e o M∴ 
CCer∴ conduz o Orad∴ e os IIr∴ aos seus lugares e, em 
seguida, inverte a posição do Painel do Grau, no suporte 
próprio, e retorna ao seu posto.
5.26. Encerramento da Loj∴
RESPEITAB∴ - Em nome do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e de São 
João de Jerusalém, nosso Patrono, está fechada a Aug∴ 
e Respeitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome e número), no 
grau de Mestr∴ Maç∴ do Rito Adonhiramita, em Sessão 
Magna de Exaltação.
O Respeitab∴ Mestr∴ e os 1º e 2º VVig∴ depositam seus 
MMalh∴ sobre seus AAlt∴ para fazerem o Sin∴ da Ord∴ 
e realizarem a Aclamação. Apenas usarão os MMalh∴ 
para executarem a Bat∴. O Cobr∴ Int∴ não movimenta 
sua Esp∴ para fazer o Sin∴, executar a Bat∴ ou realizar 
a Aclamação e só dirá “Vivat, Vivat, Vivat”.
RESPEITAB∴ - A mim, meus VVen∴ IIr∴, pelo Sin∴ (executa-
-se), pela Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: 
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
Todos fazem o Sin∴ Peit∴, dão a Bat∴ e aclamam. O 
Cobr∴ Int∴ só dirá “Vivat, Vivat, Vivat”.
RESPEITAB∴ - - Desfaçamos o Sin∴, cubramo-nos e per-
maneçamos de pé, meus VVen∴ IIr∴ (executa-se).
5.27. Adorm∴ do Fogo
RESPEITAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
M∴ de CCer∴, procedei ao Adormecimento do Fogo. 
O M∴ de CCer∴ toma o Apagador e dirige-se à frente do 
Alt∴ do 2º Vig∴, a quem, pelo lado esquerdo deste, entre-
ga o instrumento; este, erguendo-o à altura dos olhos, dirá:
131
2º VIG∴ - (antes do Adormecimento, diz) - QUE A LUZ DA 
SUA BELEZA CONTINUE FLAMEJANTE EM NOSSOS CO-
RAÇÕES!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
O 2º Vig∴ adormece as Chamas do Alt∴ e devolve o 
Apagador ao M∴ de CCer∴ pelo seu lado direito, que irá 
entregá-lo ao 1º Vig∴, do mesmo modo, pelo lado es-
querdo.
1º VIG∴ - (antes do Adormecimento, diz) - QUE A LUZ DA SUA 
FORÇA CONTINUE ATUANTE EM NOSSOS CORAÇÕES!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
O 1º Vig∴ adormece a Chama do Alt∴ e devolve pelo seu 
lado direito o Apagador ao M∴ de CCer∴, que irá entre-
gá-lo ao Venerab∴, do mesmo modo, pelo lado esquerdo.
RESPEITAB∴ - (antes do Adormecimento, diz) - QUE A LUZ 
DA SUA SABEDORIA HABITE EM NOSSOS CORAÇÕES!
TODOS - QUE ASSIM SEJA!
O Respeitab∴ Mestr∴ adormece a Chama e devolve o 
Apagador pela sua direita ao M∴ de CCer∴, que o depo-
sita no Alt∴ dos PPerfum∴ e retorna ao seu lugar.
M∴ de CCER∴ - - (bate uma palma) Respeitab∴ Mestr∴, 
foi realizado o Adormecimento do Fogo.
RESPEITAB∴ - Prestemos o Juram∴ de sigilo sobre tudo quan-
to aqui se passou.
O Cobr∴ Int∴ não movimenta sua Esp∴ para fazer o 
Sin∴, apenas dirá: EU JURO!
TODOS - (fazem o Sin∴ de Cost∴ e dizem) - EU JURO!
5.28. Encerramento dos TTrab∴
RESPEITAB∴ - Retiremo-nos em paz (pausa).
- - A Loj∴ está fechada. 
1º VIG∴ - - A Loj∴ está fechada.
2º VIG∴ - - A Loj∴ está fechada.
132
5.29. Saída do Templ∴ 
Música. Para o encerramento da sessão, o M∴ de CCer∴ 
convida e acompanhará o Respeitab∴ Mestr∴ até a por-
ta do Templo, de onde solicitará aos IIr∴ se retirarem, 
pela ordem inversa de entrada. Em qualquer sessão, caso 
estejam presentes o Grão-Mestre ou o Grão-Mestre Ad-
junto, o convite deve iniciar-se por estas Autoridades, 
seguindo-se a ordem da maior para a menor faixa.
M∴ de CCER∴ - Serenís Grão-Mestre, eu vos convido ao re-
pouso (executa-se).
- Em∴ Grão-Mestre Adjunto, eu vos convido ao repouso 
(executa-se).
- Respeitab∴ Mestr∴, eu vos convido ao repouso (exe-
cuta-se).
- Mui DDig∴ IIr∴ que decoram o Or∴, eu vos convido ao 
repouso (executa-se).
Saem as Autoridades do Or∴, o Orad∴, Secr∴, PPort∴ 
Band∴ e Estand∴.
- VVenerab∴ IIr∴ DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, eu vos convi-
do ao repouso (executa-se).
- VVen∴ IIr∴ MMestr∴ que guarneceis as CCol∴ do S∴ e 
do N∴, eu vos convido ao repouso (executa-se).
Os IIr∴ devem procurar obedecer a ordem hierárquica.
5.30. Adorm∴ da Ch∴ Sagr∴ 
O Arq∴ é o responsável pelo adormecimento da Chama 
Sagrada, o que faz em companhia do M∴ de CCer∴ e 
do 2º Exp∴, os quais, com suas EEsp∴ embainhadas, 
posicionam-se no Or∴, formando um triângulo imaginá-
rio, cujo vértice, voltado para o Oc∴, é ocupado pelo M∴ 
de CCer∴.
O M∴ de CCer∴ se coloca de frente para o Or∴; o Arq∴ à 
sua esq∴ (lado do Secr∴) e o 2º Exp∴ à sua dir∴ (lado 
do Orad∴), ambos na mesma linha da Cham∴ Sagr∴, 
formando a base do triângulo. O Cobr∴ Int∴ permanece 
de p∴ junto à porta do Templo. Então, diz o:
133
ARQ∴ - QUE O GR∴ ARQ∴ DO UNIV∴ NOS CONCEDA A 
GRAÇA DE ADORMECERMOS A LUZ DO TEMPLO, 
CONSERVANDO-A FLAMEJANTE EM NOSSOS CORA-
ÇÕES (adormece).
OOBR∴ - QUE ASSIM SEJA!
Retiram-se todos e o Arq∴ fecha o Templ∴.
C - Transformação dos Trabalhos
6.1. De Mestr∴ para Comp∴
Estando a Loj∴ aberta, regularmente, no grau de Mes-
tr∴, a transformação dos trabalhos para os de Comp∴ 
obedeceráàs disposições a seguir discriminadas.
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, 
assim como o faço no Or∴, que os trabalhos da Loj∴ de 
Mestr∴ Maç∴ vão ser encerrados (temporária ou definiti-
vamente), para passarmos aos de Comp∴ Maç∴ (pausa).
RESPEITAB∴ - - A Loj∴ de Mestr∴ está fechada, (temporá-
ria ou definitivamente), por um s∴ golp∴ de Malh∴.
O Venerab∴ Mestr∴ determinará a formação do Pál∴ e o 
convite ao Orad∴, para proceder à abertura do L∴ da L∴.
VENERAB∴ - - Descubamo-nos (executa-se).
- - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de 
CCer∴, convidai dois MMestr∴ da Col∴ do S∴ e dois ou-
tros da Col∴ do N∴, a fim de convosco formar o Pál∴ e, 
após, convidai o Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Orad∴ para abrir o L∴ da L∴ no Gr∴ de Comp∴ Maç∴.
Após convidar os OObr∴ de ambas as CCol∴, o M∴ de 
CCer∴ dirige-se ao Or∴, subindo os degraus pelo lado do 
Secr∴, ficando os dois IIr∴ da Col∴ do S∴ neste lado do 
Alt dos JJuram∴. O M∴ de CCer∴, girando por trás do 
Retábulo, coloca os da Col∴ N∴ do lado do Orad∴, em 
frente aos outros IIr∴. Em seguida, convida o Orad∴, 
da forma usual, que se encaminha para o Alt∴ dos JJu-
ram∴, sem fazer nenhum Sin∴, tendo atrás de si o M∴ 
134
de CCer∴. Feito isto, comanda-se:
VENERAB∴ - - - . (dá a Bat∴ do Gr∴ 2)
1º VIG∴ - - - .
2º VIG∴ - - - .
VENERAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus AAm∴ IIr∴ (execu-
ta-se).
Música. O Orad∴ faz a Saud∴ e ajoelha-se, com o joelho 
dir∴, com a perna esquerda em esquadr∴. Os IIr∴ que 
formarão o Pál∴ cruzam no alto ss∴ EEsp∴ em “χ”. O M∴ 
de CCer∴, postado detrás do Orad∴ “sustentará” com 
sua Esp as outras. O Orad∴, fecha o L∴ da L∴ no Grau 
3 e o abre em I Reis (III Reis, segundo a Vulgata) e lê o 
Cap∴ 3, vers. 7 a 12:
ORAD∴ - E AGORA, Ó SENHOR DEUS, TU ME FIZESTES REI-
NAR A MIM, TEU SERVO, EM LUGAR DE DAVI, MEU PAI; 
MAS EU SOU UM MENINO PEQUENINO, E NÃO SEI POR 
ONDE HEI DE SAIR NEM POR ONDE HEI DE ENTRAR. 
- E O TEU SERVO ESTÁ NO MEIO DO POVO QUE TU ES-
COLHESTE, POVO INFINITO, QUE NÃO PODE CONTAR-
-SE NEM SE REDUZIR A NÚMERO, PELA SUA MULTIDÃO. 
TU, POIS, DARÁS AO TEU SERVO UM CORAÇÃO DÓCIL, 
PARA PODER JULGAR O TEU POVO, E DISCERNIR ENTRE 
O BEM E O MAL, PORQUE QUEM PODERÁ JULGAR ESTE 
POVO TÃO NUMEROSO? 
- AGRADOU AO SENHOR ESTA ORAÇÃO POR TER SALO-
MÃO PEDIDO TAL COISA. E O SENHOR DISSE A SALO-
MÃO: POIS QUE ESTA FOI A PETIÇÃO QUE ME FIZESTE, 
E NÃO PEDISTE PARA TI NEM MUITOS DIAS, NEM RI-
QUEZAS, NEM A MORTE DE TEUS INIMIGOS, MAS PEDIS-
TE-ME PARA TI A SABEDORIA A FIM DE DISCERNIRES O 
QUE É JUSTO. 
- EIS, POIS, TE FIZ O QUE ME PEDISTE, E TE DEI UM CO-
RAÇÃO TÃO CHEIO DE SABEDORIA E DE INTELIGÊNCIA, 
QUE NENHUM ANTES DE TI FOI SEMELHANTE NEM SE 
LEVANTARÁ OUTRO DEPOIS DE TI.
Terminada a leitura, dispõe sobre o L∴ da L∴ o Comp∴ 
com a cab∴ voltada para o Or∴ e as pernas abertas em 
ângulo de 45º. O Esq∴ será colocado com o vértice para 
135
o Oc∴, com a parte mais pesada voltada para o lado do 
Secr∴, e será coberto pela perna do Comp∴. A parte que 
fica para o lado do Orad∴ cobrirá o Comp∴. Com o Sin∴ 
do Gr∴, o Orad∴ volta para o seu lugar, precedido pelo 
M∴ CCer∴, que faz retornar aos seus lugares os IIr∴ que 
com ele formaram o Pál∴, colocando o Painel do Grau no 
Pav∴, voltado para a Col∴ do S∴.
VENERAB∴ - Em nome do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e de São João 
de Jerusalém, nosso Patrono, está aberta a Aug∴ e Res-
peitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome e número), no grau de 
Comp∴ Maç∴ do Rito Adonhiramita.
- A mim, meus AAm∴ IIr∴, pelo Sin∴ (executa-se), pela 
Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: 
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
Todos, com exceção do Cobr∴ Int∴, fazem o Sin∴ Peit∴, 
dão a Bat∴ e aclamam.
VENERAB∴ - - Sentemo-nos e cubramo-nos, meus AAm 
IIr∴ (executa-se e se for o caso, comanda)
O Venerab∴ abordará o(s) assunto(s) que deve(m) ser 
tratado(s) na Sessão. Caso a transformação seja definiti-
va, proceder, antes, ao acendimento das Luzes do Gr∴ 2 
e seguir o Ritual deste grau. Em caso oposto, retornar ao 
grau de Apr∴ de acordo com os procedimentos usuais.
- - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de 
CCer∴, fazei retornar o(s) C(C)omp∴ (executa-se).
O Venerab∴ Mestr∴ abordará o(s) assunto(s) que 
deve(m) ser tratado(s) na Sessão. Caso a transformação 
seja definitiva, proceder, antes, ao adormecimento das 
Luzes do Gr∴ 3, sem formalidades, e revigorar as do Gr∴ 
2, seguindo-se o Ritual deste grau. Em caso contrário, 
retornar ao grau de Mestr∴ de acordo com os procedi-
mentos usuais.
6.2. De Comp∴ para Mestr∴
VENERAB∴ - - VVen∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), DDig-
nís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos OObr∴ 
que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, assim 
como o faço no Or∴, que os trabalhos da Loj∴ de Comp∴ 
136
Maç∴ vão ser encerrados (temporária ou definitivamen-
te), para passarmos aos de Mestr∴ Maç∴ (pausa).
O Venerab∴ Mestr∴, se for o caso, determinará que o(s) 
C(C)omp∴ cubra(m) o Templo ou fechará a Loj∴ e co-
mandará a formação do Pál∴.
VENERAB∴ - - Am∴ Ir∴ ............................... (Nom∴ Hist∴), 
Mui Dig∴ M∴ CCer∴, fazei o(s) I(I)r∴ C(C)omp∴ 
cobrir(em)............. (temporária ou definitivamente) o 
Templ∴ (executa-se).
O M∴ CCer∴ faz o(s) C(C)omp∴ cobrir(em) o Templ∴, 
com as formalidades ritualísticas, após o que retorna ao 
seu lugar e diz:
M∴ de CCer∴ - Venerab∴ Mestr∴, vossas ordens foram cum-
pridas.
VENERAB∴ - - Descubramo-nos (executa-se).
- A Loj∴ de Comp∴ está fechada, (temporária ou defini-
tivamente) por um s∴ golp∴ de Malh∴. 
VENERAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ M∴ 
de CCer∴, convidai três MMestr∴ da Col∴ do S∴ e três 
da Col∴ do N∴, a fim de convosco formar o Pál∴ e, após, 
convidai o Ven∴ Ir ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴ 
para abrir o L∴ da L∴, no Gr∴ de Mestr∴ Maç∴.
Após convidar os oobr∴, o M∴ CCer∴ dirige-se ao Or∴, 
subindo os degraus pelo lado do Secr∴, ficando os três 
IIr∴ da Col∴ do S∴ neste lado do Alt∴ dos JJuram∴. Os 
IIr∴ da Col∴ do N∴ seguem o M∴ CCer∴ que, girando 
por trás do Retábulo, ou do Respeitab∴, os coloca do lado 
do Orad∴, em frente aos outros IIr∴ que se encontram 
no lado oposto. Em seguida, convidará o Orad∴ da for-
ma usual, que se encaminhará para o Alt∴ dos JJuram∴, 
sem fazer nenhum Sin∴, tendo atrás de si o M∴ CCer∴. 
Feito isto, comanda-se:
RESPEITAB∴ - - - - . - - . (Bat∴ do Gr∴ 3)
1º VIG∴ - - - - - . - - .
2º VIG∴ - - - - - . - - .
RESPEITAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus VVen∴ IIr∴ (exe-
cuta-se).
137
Música. O Orad∴ faz a Saud∴ e ajoelha-se, com o joelho 
dir∴, mantendo a perna esquerda em esquadr∴. Os IIr∴ 
que formarão o Pál∴ cruzam no alto ss∴ EEsp∴ em “X”. 
O M∴ de CCer∴, postado detrás do Orad∴ “sustentará” 
com sua Esp∴ as outras. Caso seja retorno ao Gr∴ 3, não 
se efetuará leitura, ou o Orad∴, fecha o L∴ da L∴ no G∴ 
2 e o abre em Eclesiastes e lê o Cap∴ 12, vers.1:
ORAD∴ - LEMBRA-TE DO TEU CRIADOR NOS DIAS DA TUA 
MOCIDADE, ANTES QUE VENHAM OS MAUS DIAS, E 
CHEGUEM OS ANOS DOS QUAIS VENHA A DIZER: 
- NÃO TENHO NELES CONTENTAMENTO.
Terminada a leitura (ou não), dispõe sobre o L∴ da L∴ 
o Comp∴ com a cab∴ voltada para o Or∴ e as pernas 
abertas em ângulo de 45º. O Esq∴ será colocado com 
o vértice para o Oc∴, com a parte mais pesada voltada 
para o lado do Secr∴, e será coberto pelo Comp∴. Com o 
Sin∴ do Gr∴, o Orad∴ volta para o seu lugar, precedido 
pelo M∴ CCer∴, que faz retornar aos seus lugares os IIr∴ 
que com ele formaram o Pál, colocando o Painel do Grau 
voltado para o O do Pav∴ Mos∴.
RESPEITAB∴ - Em nome do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e de São 
João de Jerusalém, nosso Patrono, está aberta a Aug∴ e 
Respeitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome e número), no grau 
de Mestr∴ Maç∴ do Rito Adonhiramita.
- A mim, meus VVen∴ IIr∴, pelo Sin∴ (executa-se), pela 
Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: 
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
Todos, com exceção do Cobr∴ Int∴, fazem o Sin∴, dão a 
Bat∴ e aclamam.
RESPEITAB∴ - - Sentemo-nose cubramo-nos, meus VVen∴ 
IIr∴ (executa-se).
O Respeitab∴ Mestr∴ abordará o(s) assunto(s) que 
deve(m) ser tratado(s) na Sessão. Caso a transforma-
ção seja definitiva, proceder, antes, ao acendimento das 
Luzes do Gr∴ 3 e seguir o Ritual deste grau. Em caso 
oposto, passar ao grau de Comp∴ de acordo com os pro-
cedimentos usuais.
138
6.3. De Mestr∴ para Apr∴
Estando a Loj∴ aberta, regularmente, no grau de Mes-
tr∴, a transformação dos trabalhos para os de Apr∴ obe-
decerá às disposições a seguir discriminadas.
RESPEITAB∴ - - VVenerab∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), 
DDignís∴ 1º e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos 
OObr∴ que ornamentam as vossas respectivas CCol∴, 
assim como o faço no Or∴, que os trabalhos da Loj∴ de 
Mestr∴ Maç∴ vão ser encerrados (temporária ou defini-
tivamente), para passarmos aos de Apr∴ Maç∴ (pausa).
RESPEITAB∴ - - A Loj∴ de Mestr∴ está fechada, (temporá-
ria ou definitivamente), por um s∴ golp∴ de Malh∴.
O Venerab∴ Mestr∴ determinará a formação do Pál e o 
convite ao Orad∴, para proceder à abertura do L da L∴.
VENERAB∴ - - Descubamo-nos (executa-se).
- - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de 
CCer∴, convidai um MMestr∴ da Col∴ do S∴ e um ou-
tro da Col∴ do N∴, a fim de convosco formar o Pál∴ e, 
após, convidai o Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ 
Orad∴ para abrir o L∴ da L∴ no Gr∴ de Apr∴ Maç∴.
Convidados os OObr∴ de ambas as ccol∴ da forma usu-
al, o M∴ de CCer∴ dirige-se ao Or∴, subindo os degraus 
pelo lado do Orad∴, ficando o Ir∴ da Col∴ do N∴ neste 
lado do Alt dos JJuram∴. O M∴ de CCer∴, girando por 
trás do Retábulo, coloca o Ir∴ da Col∴ do S∴ do lado 
do Secr∴, em frente ao outro Ir∴. Em seguida, o M∴ 
de CCer∴ convida o Orad∴ da forma usual, que se en-
caminha para o Alt∴ dos JJuram∴, sem fazer nenhum 
Sin, tendo atrás de si o M∴ de CCer∴. Feito isto, o Ven∴ 
Mestr∴ comandará:
VEN∴ - - . (Bat∴ do Gr∴ 1)
1º VIG∴ - - .
2º VIG∴ - - .
VEN∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus AAm∴ IIr∴ (executa-se)!
Música. O Orad∴ faz a Saud∴ e ajoelha-se, com o joelho 
dir∴, mantendo a perna esquerda em esquadr∴. Os IIr∴ 
que formarão o Pál∴ cruzam no alto ss∴ EEsp∴ em “X”. 
139
O M∴ de CCer∴, postado detrás do Orad∴ “sustentará” 
com sua Esp∴ as outras. Caso seja retorno ao Gr 1, não se 
efetuará leitura, ou em seguida, o Orad∴, fecha o L∴ da 
L∴ no Grau 3 e o abre João, lendo o Cap∴ 1, vers. 6 a 9:
ORAD∴ - HOUVE UM HOMEM ENVIADO POR DEUS QUE SE 
CHAMAVA JOÃO.
- ESTE VEIO POR TESTEMUNHA, PARA DAR TESTEMUNHO 
DA LUZ, A FIM DE QUE TODOS CRESSEM POR MEIO DELE.
- ELE NÃO ERA A LUZ, MAS VEIO PARA QUE DESSE TES-
TEMUNHO DA LUZ.
- ERA A LUZ VERDADEIRA, QUE ALUMIA TODO HOMEM 
QUE VEM A ESTE MUNDO.
Terminada a leitura (ou não), coloca o Comp∴ sobre o 
L∴ da L∴ e o Esq∴ sobrepõe-o, ficando a sua parte mais 
pesada voltada para o lado do Secr∴. Em seguida, o M∴ 
de CCer∴ faz o Orad∴, com o Sin∴ do Gr∴, e os oobr∴ 
que com ele formaram o Pál∴, retornarem aos seus lu-
gares. Antes de descer para o Oc∴ os IIr∴ farão uma 
vênia na “Linha Imaginária”, sempre precedidos pelo M∴ 
de CCer∴, que mudará o Painel de Mestr∴ para Apr∴, 
colocando-o voltado para a Col∴ do N∴.
VEN∴ - Em nome do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e de São João de 
Jerusalém, nosso Patrono, está aberta a Aug∴ e Respei-
tab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome e número), no grau de 
Apr∴ Maç∴ do Rito Adonhiramita.
- A mim, meus AAm∴ IIr∴, pelo Sin∴ (executa-se), pela 
Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: 
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
Todos, com exceção do Cobr∴ Int∴, fazem o Sin∴ Peit∴, 
dão a Bat∴ e aclamam.
VENERAB∴ - - Sentemo-nos e cubramo-nos, meus AAm 
IIr∴ (executa-se e se for o caso, comanda).
- - Am∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ M∴ de CCer∴, 
fazei retornar o(s) A(A)pr∴ e C(C)omp∴ (executa-se).
O Ven∴ Mestr∴ abordará o(s) assunto(s) que deve(m) ser 
tratado(s) na Sessão. Caso a transformação seja definiti-
va, proceder, antes, ao adormecimento das Luzes do Gr∴ 
3, sem formalidades, e revigorar as do Gr∴ 1, seguindo-se 
o Ritual. Em caso oposto, retornar ao grau de Mestr∴.
140
6.4. De Apr∴ para Mestr∴
VEN∴ - - AAm∴ IIr∴ ...... (NNom∴ HHist∴), DDignís∴ 1º 
e 2º VVig∴, anuncio, diretamente, aos OObr∴ que or-
namentam as vossas respectivas CCol∴, assim como o 
faço no Or∴, que os trabalhos da Loj∴ de Apr∴ Maç∴ 
vão ser encerrados (temporária ou definitivamente), para 
passarmos aos de Mestr∴ Maç∴ (pausa e se for o caso, 
comandará).
VEN∴ - - Am∴ Ir∴ ............................... (Nom∴ Hist∴), Mui 
Dig∴ M∴ CCer∴, fazei o(s) I(I)r∴ A(A)pr∴ e C(C)omp∴ 
cobrir(em)............. (temporária ou definitivamente) o 
Templ∴ (executa-se).
O M∴ CCer∴ faz o(s) A(A)pr∴ e C(C)omp∴ cobrir(em) 
o Templ∴, com as formalidades ritualísticas, após o que, 
retorna ao seu lugar e diz:
M∴ de CCer∴ - Ven∴ Mestr∴, vossas ordens foram cumpridas.
VENERAB∴ - A Loj∴ de Apr∴ está fechada, (temporária ou 
definitivamente) por um s∴ golp∴ de Malh∴. 
- - Descubramo-nos (executa-se).
VENERAB∴ - - Ven∴ Ir∴ ...... (Nom Hist∴), Mui Dig∴ M∴ 
de CCer∴, convidai três MMestr∴ da Col∴ do S∴ e três 
da Col∴ do N∴, a fim de convosco formar o Pál∴ e, após, 
convidai o Ven∴ Ir∴ ...... (Nom∴ Hist∴), Mui Dig∴ Orad∴ 
para abrir o L∴ da L∴, no Gr∴ de Mestr∴ Maç∴.
Após convidar os oobr∴, o M∴ CCer∴ dirige-se ao Or∴, 
subindo os degraus pelo lado do Secr∴, ficando os três 
IIr∴ da Col∴ do S∴ neste lado do Alt∴ dos JJuram∴. Os 
IIr∴ da Col∴ do N∴ seguem o M∴ CCer∴ que, girando 
por trás do Retábulo, ou do Respeitab∴, os coloca do lado 
do Orad∴, em frente aos outros IIr∴ que se encontram 
no lado oposto. Em seguida, convidará o Orad∴ da for-
ma usual, que se encaminhará para o Alt∴ dos JJuram∴, 
sem fazer nenhum Sin∴, tendo atrás de si o M∴ CCer∴. 
Feito isto, comanda-se:
RESPEITAB∴ - - - - . - - . (Bat∴ do Gr∴ 3)
1º VIG∴ - - - - - . - - .
2º VIG∴ - - - - - . - - .
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RESPEITAB∴ - - De P∴ e à Ord∴, meus VVen∴ IIr∴ (exe-
cuta-se).
Música. O Orad∴ faz a Saud∴ e ajoelha-se, com o joelho 
dir∴, mantendo a perna esquerda em esquadr∴. Os IIr∴ 
que formarão o Pál∴ cruzam no alto ss EEsp∴ em “X”. O 
M∴ de CCer∴, postado detrás do Orad∴ “sustentará” 
com sua Esp∴ as outras. Caso seja retorno ao Gr∴ 3, não 
se efetuará leitura, ou o Orad∴, fecha o L∴ da L∴ no G∴ 
2 e o abre em Eclesiastes e lê o Cap∴ 12, vers.1:
ORAD∴ - LEMBRA-TE DO TEU CRIADOR NOS DIAS DA TUA 
MOCIDADE, ANTES QUE VENHAM OS MAUS DIAS, E 
CHEGUEM OS ANOS DOS QUAIS VENHA A DIZER: 
- NÃO TENHO NELES CONTENTAMENTO.
Terminada a leitura (ou não), dispõe sobre o L∴ da L∴ 
o Comp∴ com a cab∴ voltada para o Or∴ e as pernas 
abertas em ângulo de 45º. O Esq∴ será colocado com 
o vértice para o Oc∴, com a parte mais pesada voltada 
para o lado do Secr∴, e será coberto pelo Comp∴. Com o 
Sin∴ do Gr∴, o Orad∴ volta para o seu lugar, precedido 
pelo M∴ CCer∴, que faz retornar aos seus lugares os IIr∴ 
que com ele formaram o Pál, colocando o Painel do Grau 
voltado para o O do Pav∴ Mos∴.
RESPEITAB∴ - Em nome do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e de São 
João de Jerusalém, nosso Patrono, está aberta a Aug∴ e 
Respeitab∴ Loj∴ Simb∴ ...... (Nome e número), no grau 
de Mestr∴ Maç∴ do Rito Adonhiramita.
- A mim, meus VVen∴ IIr∴, pelo Sin∴ (executa-se), pela 
Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: 
TODOS - VIVAT! - o - VIVAT! - o - VIVAT!
Todos, com exceção do Cobr∴ Int∴, fazem o Sin∴, dão a 
Bat∴ e aclamam.
VEN∴ - - Sentemo-nos e cubramo-nos, meus VVen∴ IIr∴ 
(executa-se).
O Respeitab∴ Mestr∴ abordará o(s) assunto(s) que 
deve(m) ser tratado(s) na Sessão. Caso a transforma-
ção seja definitiva, proceder, antes, ao acendimento das 
Luzes do Gr∴ 3 e seguir o Ritual deste grau. Em caso 
oposto, passar ao grau de Apr∴ de acordo com os proce-
dimentos usuais.
142
D - NOTAS
1. Os Rituais devem ser cuidadosamente guardados pelos IIr∴ 
e instruídos seus herdeiros e dependentes, de modo a que 
voltem eles à Oficinas no caso de seu falecimento; salvo na 
situação de membro Maçom na família que possa por eles 
se responsabilizar e manter sob sua custódia. 
2. Compete às Lojas zelar pela entregae controle dos Rituais 
aos seus OObr∴. No caso de disponibilização por meio 
eletrônico, é imprescindível que a Loja comunique ao GOSP 
a necessidade da suspensão do fornecimento por meio 
eletrônico ao Ir∴ falecido. 
3. A redação e a reforma dos Rituais do Simbolismo são afeitas 
ao Grande Oriente de São Paulo. O que consta nos Rituais 
obriga a todos os Maçons, pertencentes às Lojas filiadas ao 
Grande Oriente de São Paulo, a praticá-los sem quaisquer 
alterações.
4. É terminantemente proibido reproduzir, copiar, editar, alterar, 
ampliar, por qualquer meio e a qualquer título os Rituais 
emitidos e distribuídos pelo Grande Oriente de São Paulo. Só 
ele como Guardião dos Rituais pode produzir, editar, ampliar, 
copiar e distribuir quaisquer Rituais.
143
Grande Oriente de São Paulo
“Mea defensio apud eos qui me interrogant haec est”
- 2019 -
144
Impressão e Acabamento:
Rua Maria Aparecida Anacleto, 461
Rio Bonito - São Paulo - SP, 04809-120
Telefone: (11) 5668.5422
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Ir∴ Vitor Cavalcanti de Arruda
Cel.: (11) 9 9276-1322
Este livro foi impresso na CompanyGraf com originais 
fornecidos pelo GOSP - Grande Oriente de São Paulo

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