Prévia do material em texto
35 SEGMENTO MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS – MAPA SAEB CADERNO DE QUESTÕES SAEB 2023 Prezado(a) Estudante, Você está participando do Simulado de Língua Portuguesa. Você deverá demonstrar os conhecimentos aprendidos nos anos que já cursou. Com os resultados, os professores irão planejar e desenvolver as atividades escolares. Por isso, responda a todas as questões com bastante atenção. Cada questão tem somente uma resposta correta. Marque a sua resposta em cada questão e depois transcreva para a Folha de Respostas. Bom trabalho! FOLHA DE RESPOSTAS DO SIMULADO DE LÍNGUA PORTUGUESA 01) (A) (B) (C) (D) (E) 02) (A) (B) (C) (D) (E) 03) (A) (B) (C) (D) (E) 04) (A) (B) (C) (D) (E) 05) (A) (B) (C) (D) (E) 06) (A) (B) (C) (D) (E) 07) (A) (B) (C) (D) (E) 08) (A) (B) (C) (D) (E) 09) (A) (B) (C) (D) (E) 10) (A) (B) (C) (D) (E) 11) (A) (B) (C) (D) (E) 12) (A) (B) (C) (D) (E) 13) (A) (B) (C) (D) (E) 14) (A) (B) (C) (D) (E) 15) (A) (B) (C) (D) (E) 16) (A) (B) (C) (D) (E) 17) (A) (B) (C) (D) (E) 18) (A) (B) (C) (D) (E) 19) (A) (B) (C) (D) (E) 20) (A) (B) (C) (D) (E) 21) (A) (B) (C) (D) (E) 22) (A) (B) (C) (D) (E) 23) (A) (B) (C) (D) (E) 24) (A) (B) (C) (D) (E) 25) (A) (B) (C) (D) (E) 26) (A) (B) (C) (D) (E) ANO 3º ano COMPONENTE CURRICULAR Língua Portuguesa ESCOLA NOME PROFESSOR(A) TURMA 36 01 - Leia o texto abaixo Como opera a máfia que transformou o Brasil num dos campeões da fraude de medicamentos É um dos piores crimes que se podem cometer. As vítimas são homens, mulheres e crianças doentes — presas fáceis, capturadas na esperança de recuperar a saúde perdida. A máfia dos medicamentos falsos é mais cruel do que as quadrilhas de narcotraficantes. Quando alguém decide cheirar cocaína, tem absoluta consciência do que coloca no corpo adentro. Às vítimas dos que falsificam remédios não é dada oportunidade de escolha. Para o doente, o remédio é compulsório. Ou ele toma o que o médico lhe receitou ou passará a correr risco de piorar ou até morrer. Nunca como hoje os brasileiros entraram numa farmácia com tanta reserva. PASTORE, Karina. O Paraíso dos Remédios Falsificados. Veja, nº 27. São Paulo: Abril, 8 jul. 1998, p. 40-41. Segundo a autora, “um dos piores crimes que se podem cometer” é: A) a venda de narcóticos. B) a falsificação dos remédios. C) a receita de remédios falsos. D) a venda abusiva de remédios. E) a descriminalização das drogas. 02 - Leia o texto. Realidade com muita fantasia Nascido em 1937, o gaúcho Moacyr Scliar é um homem versátil: médico e escritor, igualmente atuante nas duas áreas. Dono de uma obra literária extensa, é ainda um biógrafo de mão cheia e colaborador assíduo de diversos jornais brasileiros. Seus livros para jovens e adultos são sucesso de público e de crítica e alguns já foram publicados no exterior. Muito atento às situações-limite que desagradam à vida humana, Scliar combina em seus textos indícios de uma realidade bastante concreta com cenas absolutamente fantásticas. A convivência entre realismo e fantasia é harmoniosa e dela nascem os desfechos surpreendentes das histórias. Em sua obra, são freqüentes questões de identidade judaica, do cotidiano da medicina e do mundo da mídia, como, por exemplo, acontece no conto “O dia em que matamos James Cagney”. Para Gostar de Ler, volume 27. Histórias sobre Ética. Ática, 1999. A expressão sublinhada em “é ainda um biógrafo de mão cheia” (ℓ. 2) e (ℓ. 3) significa que Scliar é A) crítico e detalhista. B) criativo e inconsequente. C) habilidoso e talentoso. D) inteligente e ultrapassado. E) minucioso e exigente. 03 - Leia o texto abaixo. Viva o povo brasileiro O país tem fama de não cuidar da ecologia. Vide as queimadas na Amazônia. Além disso, em reciclagem de vidros o Brasil foi reprovado num ranking do Instituto Worldwatch. Assim, parece soar estranho o país bater o recorde mundial em reciclagem de latas. De cada 100 latinhas de bebida, 65 voltam para a indústria. É que há 125.000 brasileiros suando na coleta de latas usadas. Esse exército de subempregados embolsou 80 milhões de dólares em 1998. VEJA. São Paulo: Ed. Abril. Ano 32, nº 17, 28 abr. 1999. O sucesso na reciclagem de latas tem como causa A) o problema das queimadas na Amazônia. B) a reciclagem nacional de vidros. C) o Brasil é um país que prioriza o meio ambiente. D) o investimento em moeda estrangeira. E) o trabalho das pessoas subempregadas. 37 04 - Leia o texto abaixo O universo de Ziraldo Nascido em 24 de outubro de 1932, Ziraldo Alves Pinto é o mais velho de sete irmãos, e entre eles há outro cartunista, o Zélio. O nome curioso advém da combinação de sílabas dos nomes da mãe Zizinha e do pai, Geraldo. Coisa que os pais no Brasil costumam fazer e acabam inventando nomes para os filhos. Ziraldo nasceu em Minas Gerais, na cidade de Caratinga, onde viveu até a adolescência, quando depois de cursar o Grupo Escolar Princesa Isabel, veio com o avô para o Rio de Janeiro, estudar no MABE (Moderna Associação Brasileira de Ensino). Em 1950, voltou para seu estado, estudou mais e acabou formando-se advogado em Belo Horizonte, na Faculdade de Direito de Minas Gerais. Afeito ao desenho desde os mais tenros anos de vida, Ziraldo publicou seu primeiro desenho com apenas 6 anos de idade, no jornal A Folha de Minas. Em 1958, já morando fora de Minas Gerais, desembocou o namoro de sete anos com Vilma Gontijo, num casamento que lhe trouxe três filhos: Daniela, Fabrizia e Antônio, além de seis netos. Conhecimento Prático Literatura. Jan. 2011. p. 61. Fragmento. (P110195ES_SUP). Qual é o assunto tratado nesse texto? A) A formação escolar de Ziraldo. B) Aspectos biográficos de Ziraldo. C) A mudança para o Rio de Janeiro. D) A família de origem de Ziraldo. E) Aspectos da obra do Cartunista. 05 - Leia o texto para responder à questão abaixo. Piscina natural no Morro do Moreno vira atração no ES Local tem sido descoberto por moradores da Grande Vitória no calor. A piscina de águas naturais da Ponta do Farol, no Morro do Moreno, em Vila Velha, virou atração durante o calor no Espírito Santo. O local, antes pouco visitado, foi divulgado em uma página que mostra os pontos turísticos do estado nas redes sociais. Depois da publicação, a piscina tem recebido visitantes de toda a Grande Vitória. Nem mesmo os moradores de Vila Velha e frequentadores antigos da formação de pedra que cerca o local conheciam o pequeno recanto. É o caso do administrador Deverson Daltio, que costuma passear de bicicleta e fazer caminhadas com a amiga Joseane de Carvalho bem pertinho da piscina. “A gente sempre passou por aqui, mas não sabia da piscina. Vimos que é um lugar maravilhoso para relaxar, fazer fotos, então viemos descobrir. Estamos adorando”, disse Deverson. As estudantes Eduarda Furtado e Juliana Moreira saíram de Vitória para ir até a piscina. As duas também já conheciam o Farol de Santa Luzia e o Morro do Moreno, mas a piscina natural foi uma surpresa. Enquanto a maré estiver alta, o local pode ser curtido para banhos. A água cristalina e a vista para a Terceira Ponte fizeram sucesso entre os moradores e turistas. [...] Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito- santo/noticia/2015/12/piscina-natural-no-morro-do- moreno-vira-atracao-no-es. html>. Acesso em: 12 jan. 2016. Fragmento. O trecho do Texto que apresenta uma opinião é:A) “A piscina de águas naturais da Ponta do Farol, [...] em Vila Velha, virou atração...”. (ℓ. 1- 2) B) “Depois da publicação, a piscina tem recebido visitantes de toda a Grande Vitória.”. (ℓ. 3-4) C) “‘A gente sempre passou por aqui, mas não sabia da piscina’.”. (ℓ. 9) D) “‘Vimos que é um lugar maravilhoso para relaxar, fazer fotos...’”. (ℓ. 9-10) E) “As estudantes Eduarda Furtado e Juliana Moreira saíram de Vitória para ir até a piscina.”. (ℓ. 11) 38 06 - Leia o texto Disponível em: <http://topismos.blogspot.com/2008/11/top-10- tirinhas-do-calvin-que-me.html>. Acesso em: 08 jan. 2011. (P110269ES_SUP). Com base nesse texto, conclui-se que o menino A) é um excelente aluno. B) faz sempre os deveres. C) gosta de se autoelogiar. D) tem medo da professora. E) tenta enganar a mãe. 07 - Leia o texto para responder à questão a seguir. O anel de vidro Aquele pequenino anel que tu me deste, – Ai de mim – era vidro e logo se quebrou Assim também o eterno amor que prometeste, – Eterno! era bem pouco e cedo se acabou. Frágil penhor1 que foi do amor que me tiveste, Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, – Aquele pequenino anel que tu me deste, – Ai de mim – era vidro e logo se quebrou Não me turbou, porém, o despeito que investe Gritando maldições contra aquilo que amou. De ti conservo no peito a saudade celeste Como também guardei o pó que me ficou Daquele pequenino anel que tu me deste BANDEIRA, M. Disponível em: <http://www.revistabula.com/564-os-10-melhores- poemas-de-manuel-bandeira/>. Acesso em: 12 jan. 2015. De acordo com esse texto, o anel se quebrou porque A) foi feito de vidro. B) era de frágil penhor. C) era pequeno. D) a saudade foi conservada. E) o amor foi prometido. 08 - Leia o texto abaixo. A cavalgada A lua banha a solitária estrada... Silêncio!... Mas além, confuso e brando, O som longínquo vem-se aproximando Do galopar de estranha cavalgada. São fidalgos que voltam da caçada; Vêm alegres, vêm rindo, vêm cantando. E as trompas a soar vão agitando O remanso da noite embalsamada... E o bosque estala, move-se, estremece... Da cavalgada o estrépito1 que aumenta Perde-se após no centro da montanha... E o silêncio outra vez soturno desce... E límpida, sem mácula, alvacenta A lua a estrada solitária banha... (GONZAGA, Sergius. Curso de Literatura Brasileira. Adaptado.) As reticências utilizadas na última estrofe desse texto reforçam a ideia de A) continuidade de uma ação. B) desconfiança. C) interrupção do pensamento. D) ironia. E) suspense. 39 09 - Leia o texto abaixo. O relógio da igreja - Corre, minha gente, corre! O relógio da igrja sumiu!!! A moça esbravejava, calçada acima, acordando os habitantes que moravam na Praça junto à igreja. As venezianas das casas foram se abrindo de par em par, como num efeito dominó. As caras das beatas apareceram quase que simultaneamente nas janelas. Era um espanto só. Os olhos arregaladas de D. Izabel e de D. Bona denunciavam a tragédia. - Meu Deus, Bona! Quem se atreveria a tal coisa? - É um sacrilégio – exclamou D. Izabel. E nós, que moramos ao pé da igreja, não vimos nada! - Quem terá sido, meu Deus? - É o fim dos tempos – dizia Maria do Perpétuo Socorro. D. Luizinha, descendente de escravos, conhecia histórias do tempo do ronca. Ela sempre contava pra nós que no fim do mundo ia aparecer uma besta-fera que ia destruir a casa dos ricos, mas que não alteraria nada para os pobres porque, na casa destes, a besta entraria e passaria direto da porta da sala para a porta da cozinha. - Cruz credo – benzeu-se D. Luizinha. Vou chamar Cônego Theodomiro. - Dianta não, D. Luizinha. Cônego Theodomiro foi pra a capital com o Dr. Juiz e só volta com ele na segunda. - Oxente! E a gente vai fazer o que, até lá? - Sei, não. Chama o Dr. Delegado! (GOMES, Elba. O relógio da igreja. Brasília-DF: LGE, 2006. p. 3-4) A expressão “histórias do tempo do ronca” tem o sentido de histórias: A) inventadas. B) compridas. C) antigas. D) românticas. E) sarcásticas. 10 - Leia o texto abaixo. A CHUVA A chuva derrubou as pontes. A chuva transbordou os rios. A chuva molhou os transeuntes. A chuva encharcou as praças. A chuva enferrujou as máquinas. A chuva enfureceu as marés. A chuva e seu cheiro de terra. A chuva com sua cabeleira. A chuva esburacou as pedras. A chuva alagou a favela. A chuva de canivetes. A chuva enxugou a sede. A chuva anoiteceu de tarde. A chuva e seu brilho prateado. A chuva de retas paralelas sobre a terra curva. A chuva destroçou os guarda- chuvas. A chuva durou muitos dias. A chuva apagou o incêndio. A chuva caiu. A chuva derramou-se. A chuva murmurou meu nome. A chuva ligou o pára-brisa. A chuva acendeu os faróis. A chuva tocou a sirene. A chuva com a sua crina. A chuva encheu a piscina. A chuva com as gotas grossas. A chuva de pingos pretos. A chuva açoitando as plantas. A chuva senhora da lama. A chuva sem pena. A chuva apenas. A chuva empenou os móveis. A chuva amarelou os livros. A chuva corroeu as cercas. A chuva e seu baque seco. A chuva e seu ruído de vidro. A chuva inchou o brejo. A chuva pingou pelo teto. A chuva multiplicando insetos. A chuva sobre os varais. A chuva derrubando raios. A chuva acabou a luz. A chuva molhou os cigarros. A chuva mijou no telhado. A chuva regou o gramado. A chuva arrepiou os poros. A chuva fez muitas poças. A chuva secou ao sol. Disponível em: https://atividadesescolaresprontas.com.br/descritores -d19-reconhecer-o-efeito-decorrente-da-exploracao- de-recursos-ortograficos-e-ou-morfossintaticos- gabarito/ Todas as frases do texto começam com "a chuva". Esse recurso é utilizado para A) provocar a percepção do ritmo e da sonoridade. B) provocar uma sensação de relaxamento dos sentidos. C) reproduzir exatamente os sons repetitivos da chuva. D) sugerir a intensidade e a continuidade da chuva. E) destacar a importância desse elemento da natureza 40 11 – Leia o texto abaixo. A antiga Roma ressurge em cada detalhe Dos 20.000 habitantes de Pompéia, só dois escaparam da fulminante erupção do vulcão Vesúvio em 24 de agosto de 79 d.C. Varrida do mapa em horas, a cidade só foi encontrada em 1748, debaixo de 6 metros de cinzas. Por ironia, a catástrofe salvou Pompéia dos conquistadores e preservou-a para o futuro, como uma jóia arqueológica. Para quem já esteve lá, a visita é inesquecível. A profusão de dados sobre a cidade permitiu ao Laboratório de Realidade Virtual Avançada da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, criar imagens minuciosas, com apoio do instituto Americano de Arqueologia. Milhares de detalhes arquitetônicos tornaram-se visíveis. As imagens mostram até que nas casas dos ricos se comia pão branco, de farinha de trigo, enquanto na dos pobres comia-se pão preto, de centeio. Outro megaprojeto, para ser concluído em 2020, da Universidade da Califórnia, trata da restauração virtual da história de Roma, desde os primeiros habitantes, no século XV a.C., até a decadência, no século V. Guias turísticos virtuais conduzirão o visitante por paisagens animadas por figurantes. Edifícios, monumentos, ruas, aquedutos, termas e sepulturas desfilarão, interativamente. Será possível percorrer vinte séculos da história num dia. E ver com os próprios olhos tudo aquilo que a literatura esforçou-se para contar com palavras. Revista Superinteressante, dezembro de 1998, p. 63. A finalidade principal do texto é A) convencer. B) relatar. C) descrever. D) informar. E) divulgar. 12 – Leia os textos abaixo. TEXTO 01 Piscina natural no Morro do Moreno vira atração no ESLocal tem sido descoberto por moradores da Grande Vitória no calor. A piscina de águas naturais da Ponta do Farol, no Morro do Moreno, em Vila Velha, virou atração durante o calor no Espírito Santo. O local, antes pouco visitado, foi divulgado em uma página que mostra os pontos turísticos do estado nas redes sociais. Depois da publicação, a piscina tem recebido visitantes de toda a Grande Vitória. Nem mesmo os moradores de Vila Velha e frequentadores antigos da formação de pedra que cerca o local conheciam o pequeno recanto. É o caso do administrador Deverson Daltio, que costuma passear de bicicleta e fazer caminhadas com a amiga Joseane de Carvalho bem pertinho da piscina. “A gente sempre passou por aqui, mas não sabia da piscina. Vimos que é um lugar maravilhoso para relaxar, fazer fotos, então viemos descobrir. Estamos adorando”, disse Deverson. As estudantes Eduarda Furtado e Juliana Moreira saíram de Vitória para ir até a piscina. As duas também já conheciam o Farol de Santa Luzia e o Morro do Moreno, mas a piscina natural foi uma surpresa. Enquanto a maré estiver alta, o local pode ser curtido para banhos. A água cristalina e a vista para a Terceira Ponte fizeram sucesso entre os moradores e turistas. [...] Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito- santo/noticia/2015/12/piscina-natural-no-morro-do- moreno-vira-atracao-no-es. html>. Acesso em: 12 jan. 2016. TEXTO 02 Ecoturismo na Rota do Caparaó é a dica para o fim de semana no Espírito Santo O fim de semana se aproxima e a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) indica o Parque Nacional do Caparaó, que abriga o Pico 41 da Bandeira, como opção para os adeptos do ecoturismo. O Pico da Bandeira é o terceiro ponto mais alto do país, com 2 890 metros de altitude. O parque que abriga o pico situa-se na divisa entre o Espírito Santo e Minas Gerais e tem 70% de sua extensão em território capixaba. A entrada principal do parque localiza-se no município de Dores do Rio Preto, ao Sul do Espírito Santo. O relevo favorece a formação de quedas d’água, sendo as mais conhecidas a Cachoeira Bonita, com 80 metros de altura, e o Vale Verde, famoso por belas piscinas naturais. A fauna e a flora são riquíssimas e podem ser observadas nos trekkings realizados com a companhia de um guia. [...] O clima no parque é frio e em alguns meses do ano as temperaturas chegam a ser negativas. O Caparaó é um dos cenários de ecoturismo mais visitados do país e seu grande fluxo de visitantes é responsável por movimentar a região em seu entorno. Disponível em: <http://ruralcentro.uol.com.br/noticias/ecoturismo- na-rota-do-caparao-e-a-dica-para-o-fim-de-semana- noespirito-santo-38145#y=563>. Acesso em: 15 jan. 2016. Esses textos têm em comum o fato de A) apresentarem parques ecológicos naturais. B) citarem atrações turísticas do Espírito Santo. C) destacarem o turismo na cidade de Vitória. D) divulgarem as cachoeiras do Espírito Santo. E) informarem a descoberta de piscinas naturais. 13 – Leia o texto. Texto I – Telenovelas empobrecem o país Parece que não há vida inteligente na telenovela brasileira. O que se assiste todos os dias às 6, 7 ou 8 horas da noite é algo muito pior do que os mais baratos filmes “B” americanos. Os diálogos são péssimos. As atuações, sofríveis. Três minutos em frente a qualquer novela são capazes de me deixar absolutamente entediado – nada pode ser mais previsível. Antunes Filho. Veja, 11/mar/96. Texto II – Novela é cultura Veja – Novela de televisão aliena? Maria Aparecida – Claro que não. Considerar a telenovela um produto cultural alienante é um tremendo preconceito da universidade. Quem acha que novela aliena está na verdade chamando o povo de débil mental. Bobagem imaginar que alguém é induzido a pensar que a vida é um mar de rosas só por causa de um enredo açucarado. A telenovela brasileira é um produto cultural de alta qualidade técnica, e algumas delas são verdadeiras obras de arte. Veja, 24/jan/96. Com relação ao tema “telenovela” A) nos textos I e II, encontra-se a mesma opinião sobre a telenovela. B) no texto I, compara-se a qualidade das novelas aos melhores filmes americanos. C) no texto II, algumas telenovelas brasileiras são consideradas obras de arte. D) no texto II, a telenovela é considerada uma bobagem. E) nos textos I e II, encontramos opiniões a favor das novelas. 14 - Leia o texto abaixo e responda. FAMÍLIA BRASILEIRA NÃO É MAIS A MESMA O crescimento da proporção de solitários é um aspecto das mudanças na estrutura familiar brasileira, reveladas pelos dados do IBGE. Uma tendência confirmada pela amostra é o avanço da mulher como chefe de domicílio. No último censo, 26,7% das famílias tinham a mulher como cabeça, contra 20,5% em 1991. Para a socióloga Lilibeth Cardoso Roballo Ferreira, esse dado tem relação com o número de pessoas que vivem sós. Para efeito da Amostra do Censo, em uma casa habitada por apenas uma mulher, ela é a chefe, o que ocorreu em 17,9% dos casos. Enquanto isso, apenas 6,2% dos domicílios chefiados pelo homem tinham apenas um morador. Outra mudança importante na estrutura familiar é o crescimento das uniões consensuais, acompanhado pela queda no número de casamentos legais. Entre 1991 e 2000, subiu de 42 18,3% para 28,3% a porcentagem de brasileiros que preferem a união consensual. Em contrapartida, a proporção de pessoas com casamento registrado em cartório caiu, no mesmo período, de 57,8% para 50,1%. A queda da taxa de fecundidade, por sua vez, provocou também a diminuição do número médio de pessoas por família, de 3,9 em 1991 para 3,5 em 2000. As famílias com até quatro componentes representam 60% do total. Por causa disso, o Brasil, aproxima-se de um padrão observado em países desenvolvidos, onde o crescimento populacional é substituído pela reposição da população, ou seja, o número de nascimento está perto do número de óbitos. Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte, 19 maio 2002. O uso de “Em contrapartida”, no trecho “Em contrapartida, a proporção de pessoas com casamento registrado caiu”, estabelece a relação de oposição com a ideia de: A) acréscimo espantoso da população brasileira. B) aumento do percentual da preferência pela união consensual. C) aumento no número de nascimento em relação ao óbito. D) crescimento do número de famílias que tem a mulher na liderança. E) crescimento do número de casais jovens que se casam. 15 - Leia o texto abaixo e responda. Idioma ajuda a criar marcas de identidade A língua é patrimônio de uma coletividade, seja ela a língua oficial de um Estado constituído, seja ela a língua materna de uma comunidade minoritária de imigrantes em um país estrangeiro, [...] e assim por diante. De qualquer modo, a língua constitui marca identitária da comunidade que a usa [...]. Entretanto, nenhuma língua compõe um bloco de formas e construções cristalizadas, usadas sempre do mesmo modo por todos os falantes, isto é, nenhuma língua é cristalizada, sem variações, imutável. Aliás, imaginar uma língua que assim fosse é imaginar algo completamente impossível. Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade exatamente porque: ela é moldável, para satisfação dos propósitos da fala; ela é variável, para oferta às escolhas dos falantes; ela é dinâmica, para servir às necessidades de expressão nas diferentes situações, nos diferentes lugares, nos diferentes momentos. Só assim ela revela as identidades individuais que se constroem no espaço simbólico que ela própria identifica e marca, no conjunto. [...] Significa isso que se esteja negando a existência de padrões? Não, pelo contrário. Nessa variabilidade e nesse dinamismo naturalmente se formam “padrões”de uso, que, por sua vez, identificam grupos, e, numa apuração mais fina, identificam os próprios indivíduos. NEVES, Maria Helena de Moura. Língua Portuguesa. Set. 2010. Fragmento. (P120091F5_SUP) A ideia defendida nesse texto está no trecho: A) “A língua é patrimônio de uma coletividade,...”. (ℓ. 1) B) “... a língua constitui marca identitária da comunidade que a usa.”. (ℓ. 3-4) C) “... nenhuma língua é cristalizada, sem variações, imutável.”. (ℓ. 6-7) D) “Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade...”. (ℓ. 9) E) “... ela é moldável, para satisfação dos propósitos da fala;...”. (ℓ. 9-10) 16 - Leia o texto abaixo. O que é ser adotado Os alunos do primeiro ano, da professora Débora, discutiam a fotografia de uma família. Um menino na foto tinha os cabelos de cor diferente dos outros membros da família. Um aluno sugeriu que ele talvez fosse adotado e uma garotinha disse: – Sei tudo de filhos adotados porque sou adotada. – O que é ser adotado? – outra criança perguntou. – Quer dizer que você cresce no coração da mãe, em vez de crescer na barriga. DOLAN, George. Você Não Está Só. Ediouro. 43 O aluno sugeriu que a criança da foto tinha sido adotada porque: A) os cabelos dela eram diferentes. B) estava na foto da família. C) pertencia a uma família. D) cresceu na barriga da mãe. E) a criança era totalmente diferente dos outros membros da família. 17 - Leia o texto abaixo. Necessidade de alegria O ator que fazia o papel de Cristo no espetáculo de Nova Jerusalém ficou tão compenetrado da magnitude da tarefa que, de ano para ano, mais exigia de si mesmo, tanto na representação como na vida rotineira. Não que pretendesse copiar o modelo divino, mas sentia necessidade de aperfeiçoar-se moralmente, jamais se permitindo a prática de ações menos nobres. E exagerou em contenção e silêncio. Sua vida tornou-se complicada, pois os amigos de bar o estranhavam, os colegas de trabalho no escritório da Empetur (Empresa Pernambucana de Turismo) passaram a olhá-lo com espanto, e em casa a mulher reclamava do seu alheamento. No sexto ano de encenação do drama sacro, estava irreconhecível. Emagrecera, tinha expressão sombria no olhar, e repetia maquinalmente as palavras tradicionais. Seu desempenho deixou a desejar. Foi advertido pela Empetur e pela crítica: devia ser durante o ano um homem alegre, descontraído, para tornar-se perfeito intérprete da Paixão na hora certa. Além do mais, até a chegada a Jerusalém, Jesus era jovial e costumava ir a festas. Ele não atendeu às ponderações, acabou destituído do papel, abandonou a família, e dizem que se alimenta de gafanhotos no agreste. ANDRADE, Carlos Drummond de. Histórias para o Rei.2ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. p.56. Qual é a informação principal no texto “Necessidade de alegria”? A) A arte de representar exige compenetração. B) O ator pode exagerar em contenção e silêncio. C) O ator precisa ser alegre. D) É necessário aperfeiçoar-se. E) A alegria é algo pessoal. 18 - Leia o texto. Cardápio existencial – E se a vida for como um cardápio? A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo. – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato. Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor. – Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados... – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó. – E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário. – Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? – Boa imagem. Concordo com o restaurante a quilo. É assim para quase todo mundo. Mas quando evoluímos um pouco, chega a hora em que podemos nos servir a la carte. Rosinha, nós estamos nesse nível. Podemos fazer opções mais ousadas. – Alfredo, se você está querendo aventuras, variar o arroz com feijão, seja claro. Não me venha com essa conversa de cardápio existencial. Além disso, se a nossa vida virou uma buchada de bode, com quem você pensa experimentar essa coisa gosmenta, o tal escargot? 44 – Querida, não reduza minhas ideias a uma trivial variação gastronômica. Minha hipótese, caso correta, tem implicações metafísicas. Se a vida for como um cardápio, do outro lado teria que existir o Grand Chef, o criador do menu. – Alfredo, fofo, agora você viajou na maionese. FARIAS, Antônio Carlos de. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult686 u141.shtml>. Acesso em: 9 mar. 2014. O enredo dessa história desenvolveu-se a partir A) da comparação com os dois pratos feita pelo marido. B) da proposta do marido sobre opções mais ousadas. C) da saída do casal para jantar na varanda do Bar Lagoa. D) do momento que Rosinha diz que o marido viajou na maionese. E) do questionamento do marido sobre a filosofia da vida. 19 - Leia o texto para responder O anel de vidro Aquele pequenino anel que tu me deste, – Ai de mim – era vidro e logo se quebrou Assim também o eterno amor que prometeste, – Eterno! Era bem pouco e cedo se acabou. Frágil penhor que foi do amor que me tiveste, Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, – Aquele pequenino anel que tu me deste, – Ai de mim – era vidro e logo se quebrou Não me turbou, porém, o despeito que investe Gritando maldições contra aquilo que amou. De ti conservo no peito a saudade celeste Como também guardei o pó que me ficou Daquele pequenino anel que tu me deste. BANDEIRA, M. Disponível em: <http://www.revistabula.com/564-os-10-melhores- poemas-de-manuel-bandeira/>. Acesso em: 12 jan. 2015. De acordo com esse texto, o anel se quebrou porque A) a saudade foi conservada. B) era de frágil penhor. C) era pequeno. D) foi feito de vidro. E) o amor foi prometido. 20 - Leia o texto. A Formiga e a Cigarra Era uma vez uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do Sol, da brisa suave do fim da tarde nem do bate-papo com os amigos ao final do expediente de trabalho, tomando uma cervejinha. Seu nome era ―trabalho‖ e seu sobrenome, ―sempre‖. Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o Sol, curtiu para valer, sem se preocupar com o inverno que estava por vir. Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta, entrou em sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra, dentro de uma Ferrari, com um aconchegante casaco de visom. E a cigarra falou para a formiguinha: – Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca? – Claro, sem problema! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu grana pra ir a Paris e comprar essa Ferrari? – Imagine você que eu estava cantando em um bar, na semana passada, e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis mesespara fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá? – Desejo, sim. Se você encontrar um tal de La Fontaine por lá, manda ele pro DIABO QUE O CARREGUE! 45 MORAL DA HISTÓRIA: ―Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine. Fábula de La Fontaine reelaborada.http://www.geocities.com/soho/Atrium/8 069/Fabulas/fabula2.html - com adaptações. Em relação ao texto original da fábula, percebe- se ironia no fato de: A) a cigarra deixar de trabalhar para aproveitar o Sol. B) a formiga trabalhar e possuir uma toca. C) a cigarra, sem trabalhar, surgir de Ferrari e casaco de visom. D) a cigarra não trabalhar e cantar durante todo o outono. E) a cigarra não gostava de trabalhar. 21 – Leia o texto. O homem que entrou pelo cano Abriu a torneira e entrou pelo cano. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. Depois se acostumou. E, com a água, foi seguindo. Andou quilômetros. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. Vez ou outra um desvio, era uma seção que terminava em torneira. Vários dias foi rodando, até que tudo se tornou monótono. O cano por dentro não era interessante. No primeiro desvio, entrou. Vozes de mulher. Uma criança brincava. Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. À sua volta era um branco imenso, uma água límpida. E a cara da menina aparecia redonda e grande, a olhá-lo interessada. Ela gritou: “Mamãe, tem um homem dentro da pia”. Não obteve resposta. Esperou, tudo quieto. A menina se cansou, abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto. BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras Proibidas. São Paulo: Global, 1988, p. 89. Na frase “Mamãe, tem um homem dentro da pia.” (ℓ. 9), o verbo empregado representa, no contexto, uma marca de A) registro oral formal. B) registro oral informal. C) falar regional. D) falar caipira. E) fala técnica. 22- Leia o texto. Ritmo Na porta a varredeira varre o cisco varre o cisco varre o cisco Na pia a menininha escova os dentes escova os dentes No arroio a lavadeira bate roupa bate roupa bate roupa até que enfim se desenrola toda a corda e o mundo gira imóvel como um pião. (Mário Quintana. Apontamentos de história sobrenatural. 1987.) Esse texto trata, principalmente, A) da descrição de atividades. B) de ações feitas no dia a dia. C) dos trabalhos feitos em casa. D) do movimento rítmico do pião. E) da passagem do tempo. 46 23 – Leia o texto abaixo. Minha Sombra De manhã a minha sombra com meu papagaio e o meu macaco começam a me arremedar. E quando eu saio a minha sombra vai comigo fazendo o que eu faço seguindo os meus passos. Depois é meio-dia. E a minha sombra fica do tamaninho de quando eu era menino. Depois é tardinha. E a minha sombra tão comprida brinca de pernas de pau. Minha sombra, eu só queria ter o humor que você tem, ter a sua meninice, ser igualzinho a você. E de noite quando escrevo, fazer como você faz, como eu fazia em criança: Minha sombra você põe a sua mão por baixo da minha mão, vai cobrindo o rascunho dos meus poemas sem saber ler e escrever. (LIMA, Jorge de. Minha Sombra In: Obra Completa. 19. ed. Rio de Janeiro: José Aguillar Ltda., 1958.) De acordo com o texto, a sombra imita o menino: A) de manhã. B) ao meio-dia. C) à tardinha. D) à noite. E) durante todo o período de tempo. 24 – Leia o texto. Carnaval pernambucano chega a São Paulo Embora o palco sejam as ruas da capital pernambucana, há pessoas que pensam e constroem a maneira como a cidade receberá o Carnaval – as cores, as texturas, os materiais usados. A artista Joana Lira é uma dessas profissionais, chamadas de cenógrafas. Durante os anos de 2001 a 2011, ela se juntou ao pai, o arquiteto Carlos Lira, para criar a cenografia dos carnavais recifenses. Agora, uma exposição no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, mostra a diversidade e os registros da festa, de intervenções artísticas assinadas por ela a manifestações culturais locais, como frevo e maracatu. A exposição Quando a Vida É uma Euforia traz ainda uma vasta programação educativa, que vai de oficina de fantasia a apresentação de dança. Vale a visita de crianças e adultos. Jornal Joca. Edição 106, 1ª quinzena fevereiro/2018 (com cortes). Nesse texto, o autor defende a ideia de que A) o Carnaval nordestino possui uma rica característica cultural. B) a exposição Quando a Vida é um Euforia agradará aqueles que gostam da folia recifense. C) a cidade de São Paulo é a única capital a receber a exposição sobre o Carnaval de Recife. D) as cenógrafas, como Joana Lira, são responsáveis pela organização do Carnaval recifense. E) o carnaval de todo o Brasil se constitui de cenografias maravilhosas. 25 – Leia o texto. MORADA DO INVENTOR A professora pedia e a gente levava, achando loucura ou monte de lixo: latas vazias de bebidas, caixas de fósforo, pedaços de papel de embrulho, fitas, brinquedos quebrados, xícaras sem asa, recortes e bichos, pessoas, luas e estrelas, revistas e jornais lidos, retalhos de tecido, rendas, linhas, penas de aves, cascas de ovo, pedaços de madeira, de 47 ferro ou de plástico. Um dia, a professora deu a partida, e transformamos, colamos e colorimos. E surgiram bonecos (...), bichos (...) e coisas malucas (...) E a escola virou morada do inventor. (Elias José. Nova Escola, junho 2000, n. 133.) No trecho “Um dia, a professora deu a partida, e transformamos, colamos e colorimos.”, a expressão em destaque significa: A) saiu do local. B) quebrou um objeto. C) ligou o carro. D) iniciou a atividade. E) sinalizou que algo aconteceria. 26 – Leia o texto. Ziraldo. “O menino Maluquinho”. In: folha de Londrina, 10/04/2002. O desespero da mãe do Menino Maluquinho se justifica pela: A) Pergunta do Menino Maluquinho. B) Ação do Menino Maluquinho. C) Ignorância do Menino Maluquinho. D) Distração do Menino Maluquinho. E) Pela desobediência do Menino Maluquinho.