Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
 
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................ 4 
2 DEFINIÇÃO E PRECEITOS LEGAIS.......................................................... 5 
2.1 Tratamento fisioterapêutico dermatofuncional ...................................... 7 
3 INTRODUÇÃO Á FISIOTERAPIA DERMATOFUNCIONAL ....................... 8 
3.1 Fisiologia da pele ................................................................................. 9 
4 PATOLOGIAS E DISFUNÇÕES ............................................................... 12 
4.1 Lipodistrofia ginóide- Celulite ............................................................. 12 
4.2 Queloides ........................................................................................... 14 
4.3 Obesidade .......................................................................................... 17 
4.4 Envelhecimento e flacidez .................................................................. 18 
4.5 Estrias ................................................................................................ 20 
4.6 Queimaduras ...................................................................................... 21 
4.7 Cirurgia plástica .................................................................................. 21 
5 INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA ..................................................... 25 
5.1 Queloides ........................................................................................... 25 
5.2 Fibro edema gelóide (FEG) ................................................................ 26 
5.3 Estrias atróficas .................................................................................. 29 
5.4 Gordura localizada ............................................................................. 30 
5.5 Após cirurgia bariátrica ....................................................................... 32 
5.6 Hanseníase ........................................................................................ 33 
5.7 Queimados ......................................................................................... 36 
5.8 Após tratamento do câncer de mama................................................. 38 
5.9 Flacidez e envelhecimento ................................................................. 40 
6 DRENAGEM LINFÁTICA .......................................................................... 41 
6.1 Indicação e Contra indicação da drenagem linfática .......................... 43 
 
3 
 
6.2 Pré cirúrgico ....................................................................................... 43 
6.3 Pós cirúrgico ....................................................................................... 44 
7 CORRENTE RUSSA NAS DISFUNÇÕES DERMATOFUNCIONAIS ....... 46 
8 ULTRASSOM NAS DISFUNÇÕES DERMATOFUNCIONAIS .................. 47 
9 CARBOXITERAPIA NAS DIFUNÇÕES DERMATOFUNCIONAIS ........... 49 
10 LASERTERAPIA .................................................................................... 49 
10.1 Tipos de laser na fisioterapia .......................................................... 50 
10.2 Indicações clínicas do laser de baixa potência ............................... 51 
11 RADIOFREQUÊNCIA NAS DIFUNÇÕES DERMATOFUNCIONAIS ..... 53 
11.1 Indicações e contraindicações ........................................................ 54 
12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................................... 55 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1 INTRODUÇÃO 
Prezado aluno! 
O Grupo Educacional FAVENI, esclarece que o material virtual é semelhante 
ao da sala de aula presencial. Em uma sala de aula, é raro – quase improvável - um 
aluno se levantar, interromper a exposição, dirigir-se ao professor e fazer uma 
pergunta, para que seja esclarecida uma dúvida sobre o tema tratado. O comum é 
que esse aluno faça a pergunta em voz alta para todos ouvirem e todos ouvirão a 
resposta. No espaço virtual, é a mesma coisa. Não hesite em perguntar, as perguntas 
poderão ser direcionadas ao protocolo de atendimento que serão respondidas em 
tempo hábil. 
Os cursos à distância exigem do aluno tempo e organização. No caso da nossa 
disciplina é preciso ter um horário destinado à leitura do texto base e à execução das 
avaliações propostas. A vantagem é que poderá reservar o dia da semana e a hora que 
lhe convier para isso. 
A organização é o quesito indispensável, porque há uma sequência a ser 
seguida e prazos definidos para as atividades. 
 
Bons estudos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
2 DEFINIÇÃO E PRECEITOS LEGAIS 
 
Fonte: noticiasconcursos.com 
A fisioterapia é uma ciência aplicada que tem por objetivo o movimento 
humano, em todas suas formas de expressão e potencialidades, a fim de promover 
saúde, prevenir doenças e reabilitar indivíduos, proporcionando-lhes uma melhor 
qualidade de vida (TORRES, 2014). 
A Fisioterapia na área da estética começou a ser aplicada em meados dos anos 
de 1970. Mas a década de 1990 foi um dos marcos históricos, onde foi promovida a 
expansão da fisioterapia estética e várias outras áreas. Desde então observaram que 
os fisioterapeutas tinham domínio em várias técnicas, quanto prática e teórica, 
contudo, os investimentos começaram a crescer e assim a área da estética começou 
a surgir. (GUIRRO; GUIRRO 2002). 
Em 1997 foi criado a Comissão de Estudos em Fisioterapia Estética, assim 
essa organização mudou a nomenclatura de fisioterapia estética para Fisioterapia 
Dermatofuncional, que foi reconhecido pelo Conselho Federal de Fisioterapia e 
Terapia Ocupacional (CREFITO) na Resolução n° 362 como uma área exclusiva do 
profissional Fisioterapeuta. (CREFITO-COFFITO, 2009). 
A Fisioterapia Dermatofuncional tem como objetivo a recuperação física, 
estética e funcional das alterações dermatológicas, endócrino-metabólicos e 
musculoesqueléticos. (TACANI; CAMPOS, 2004). 
Atua principalmente nas complicações para serem evitadas, prevenindo ou 
tratando respostas advindas de intervenções cirúrgicas na grande maioria dos casos, 
pela correta indicação da cirurgia e associados também com os cuidados específicos, 
que devem ser tomados tanto no pré, Inter e pós-operatório, possibilitando o retorno 
 
6 
 
mais rápido dos pacientes a suas atividades diárias. (MEDEIROS; VASCOCELOS, 
2014). 
Dentre as diversas áreas de atuação, a Fisioterapia Estética, renomeada por 
Fisioterapia Dermatofuncional é uma especialidade reconhecida recentemente pelo 
COFFITO através da resolução n° 362, de 20 de maio de 2009 (COFFITO, 2009). 
Tal especialidade tornou-se mais popular no Brasil no início dos anos 90 em 
virtude da procura por tratamentos que objetivavam, além da recuperação física, a 
melhora da saúde, bem-estar e autoestima, buscando aperfeiçoar a aparência e até 
mesmo seguindo os padrões culturais de beleza do século XX, período em que a 
população passou a se preocupar com os distúrbios estéticos (FALCÃO, 2010). 
Porém ainda há necessidade de fundamentação teórico-prática para a 
aplicação clínica de seus conceitos (OLIVEIRA, 2011). 
A supracitada área é responsável pela manutenção da integridade do sistema 
tegumentar, incluindo as alterações superficiais da pele. O fisioterapeuta atuante na 
área de Dermatofuncional tem como responsabilidade manter e promover a ótima 
função física, além do bem estar e da qualidade de vida dos pacientes (NOBRE, 
2005). 
 Tal conceito deixa clara a variedade de possibilidades de atuação do 
profissional que possui interesse por este campo da Fisioterapia, pois a mesma 
engloba as seguintes subáreas: disfunções dermatológicas, como dermatoses, acne, 
rosácea; disfunções vasculares, como fleboedemas, lipedemas e linfedemas; 
disfunções da cicatrização,como queimaduras, cicatrizes hipertróficas, queloides, 
úlceras, aderências; disfunções estéticas, como fibroedema gelóide, estrias atróficas, 
lipodistrofias; e pós-operatório de cirurgias plásticas reparadoras, estéticas e 
vasculares (MILANI, 2006). 
Deve-se ressaltar que a ascensão desta área se encontra diretamente atrelada 
a qualidades dos serviços prestados à população, pois a satisfação do paciente é um 
importante fator propulsor para a consolidação de qualquer serviço de saúde. Para 
isto, é necessária a realização de uma avaliação permanente, a fim de obter dados a 
respeito das expectativas e do contentamento dos pacientes em relação aos serviços 
prestados, detectando-se possíveis falhas e buscando soluções para a melhoria dos 
atendimentos (NOBRE, 2005). 
 
7 
 
2.1 Tratamento fisioterapêutico dermatofuncional 
 
Fonte: crefitto14.org.br 
 O Tratamento Fisioterapêutico é realizado por um profissional da Fisioterapia 
Dermatofuncional que realizará uma avaliação detalhada como, tipo de trofismo 
muscular e cutâneo, edemas e sensibilidade. Contudo ele traça protocolos com 
condutas adequadas para as complicações cirúrgicas encontradas. Na avaliação os 
tópicos mais importantes na avaliação é quanto a identificação dos problemas, tecidos 
envolvidos e áreas lesionadas. (MOURA, 2012). 
A Fisioterapia no Pós-Operatório atua com tratamentos de formação de 
aderências que bloqueiam a circulação normal do sangue nos vasos sanguíneos que 
fazem com que a região fique edemaciada retardando assim a recuperação. Assim a 
Fisioterapia ajuda no processo de texturização da pele, diminuição de edemas, 
redução de nodulações fibróticas no tecido subcutâneo, cicatrização, hematomas 
proporcionando uma melhora no retorno venoso e o tônus muscular, ou seja, não só 
possibilita uma redução das prováveis complicações, como também retorna o 
paciente mais rapidamente ao exercício das suas atividades de vida diária. (SANTOS, 
2013). 
O fisioterapeuta deve ter uma capacitação e conhecimento sobre as fases do 
reparo tecidual, principalmente para os pacientes que passaram por cirurgias 
plásticas, pois cada um apresenta uma característica clínica no pós-operatório, 
estabelecendo assim os cuidados necessários em cada fase de cicatrização (LEAL, 
2017). 
 
8 
 
Os recursos utilizados são planejados e amplamente variáveis e depende das 
características apresentadas na avaliação, normalmente são aplicados protocolos 
diferentes tais como: Drenagem Linfática Manual (DLM), Cinesioterapia, Ultrassom 
Terapêutico (UST), Laser terapêutico. (GUIRRO; GUIRRO, 2002). 
3 INTRODUÇÃO Á FISIOTERAPIA DERMATOFUNCIONAL 
A especialidade da fisioterapia dermatofuncional, reconhecida pela (Resolução 
COFFITO no 362, 2009) atua na promoção, prevenção e recuperação do sistema 
tegumentar no que se refere às repercussões resultantes de distúrbios endócrino-
metabólico, dermatológico, circulatório, osteomioarticular e neurológico, tendo como 
consequência a recuperação estética e/ ou funcional. 
O fisioterapeuta dermatofuncional está habilitado a tratar lesões por 
queimadura (Acordão COFFITO nº 924, 2018), consequentemente, a especialidade 
tem como competência o tratamento de disfunções que afetam direta ou indiretamente 
o tegumento, agindo em todos os níveis de atenção á saúde, englobando-se a 
programas de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação (MELLO, 
2014). 
De acordo com ROCHA (2012) a fisioterapia tem como principal recurso para 
o tratamento de pacientes acometidos por essas lesões é a eletroterapia. Essa é 
definida com terapia de corrente elétrica de baixa intensidade, de forma direta ou 
previamente transformada a fim de estimular diferentes sistemas orgânicos com 
importantes objetivos terapêuticos. 
Os pacientes com tais distúrbios podem apresentar dores, parestesias, 
limitações funcionais, pruridos, edemas importantes, feridas abertas que favorecem 
infecções, além de alterações psicoemocionais. O fisioterapeuta pode utilizar uma 
série de recursos próprios, objetivando a reabilitação e retorno às atividades de vida 
diária o mais precoce possível, mesmo quando se trata de alterações estéticas 
(TACANI, 2013). 
 
9 
 
3.1 Fisiologia da pele 
A pele é o maior órgão do corpo humano, é responsável por cerca de 16% do 
peso corporal e possui como principal função isolar as estruturas internas do ambiente 
externo, e é constituída por três camadas: epiderme, derme e hipoderme ou tela 
subcutânea. A camada externa da pele é a epiderme, sendo avascular com espessura 
de 75 a 150 um, sendo de 0,4 a 0,6mm de espessura na palma das mãos e planta 
dos pés, tendo como função principal, proteção contra agentes externos. Constituída 
de células epiteliais achatadas sobrepostas que as considerando de dentro para fora, 
estão dispostas em; germinativa ou basal, espinhosa, granulosa, lúcida e córnea 
(DOMANSKY, et al., 2012). 
 
Fonte: angelicabeauty.com 
É na camada mais interna que os queratinócitos se multiplicam e parte se 
desprende da camada basal e migra para a superfície, esse processo leva cerca de 
30 dias, então as células vão sofrendo alterações e em cada camada que passam, 
uma quantidade de queratina vai se acumulando, até perderem seu núcleo e na altura 
do estrato córneo onde as células são denominadas corneócitos sofrem seu processo 
de descamação natural (JUNQUEIRA; CARNEIRO, et. al, 2004). 
São vários os tipos de células que compõem a epiderme: os queratinócitos 
(ceratinócitos), sintetizam queratina e a medida com que migram para a superfície 
origina-se a camada córnea, a queratina é uma proteína fibrosa filamentosa que da 
firmeza a epiderme e a garante a proteção, permeabilidade e a protege da 
desidratação; os melancólicos que são células responsáveis pela síntese de melanina, 
pigmento cuja função é proteção dos raios ultravioleta; as células de Langherans são 
as células responsáveis pela ativação do sistema imunológico atuando como 
 
10 
 
macrófagos contra partículas estranhas e microrganismos; e as células ou discos de 
Merkel, que estão presentes entre a epiderme e derme, ligando-se as terminações 
nervosas sensitivas atuando como receptores de tato ou pressão (DOMANSKY, et al., 
2012). 
A segunda camada é a derme sendo mais profunda, composta por tecido 
conjuntivo denso irregular. É uma camada cutânea presente entre a epiderme e o 
tecido subcutâneo, ricamente constituído por fibras de colágeno e elastina. É capaz 
de promover a sustentação da epiderme e tem participação nos processos fisiológicos 
e patológicos do órgão cutâneo. Sua espessura pode variar de 0,6 mm (regiões mais 
finas) até 3 mm, onde atinge sua proporção máxima, apresenta três regiões distintas: 
região superficial ou papilar, que mantém contato com a epiderme, é composta por 
tecido conjuntivo frouxo, com predominância de feixes de fibras colagenosas mais 
espessas onduladas e em disposição horizontal, possui pequenos vasos linfáticos e 
sanguíneos, terminações nervosas, colágeno e elastina, corpúsculo de meissner, e 
tem função de favorecer nutrientes; a segunda camada é a profunda ou reticular, 
constituída por tecido conjuntivo denso não modelado, com fibras de colagenosas 
mais espessas em disposições horizontais, formada pela base dos folículos pilosos, 
glândulas, vasos linfáticos e sanguíneos, terminações nervosas, colágeno e elastina, 
essa camada fornece oxigênio e nutrientes para a pele; e a terceira região é a 
adventricial, circundada por folículos pilossebáceos, glândulas e vasos, sendo 
constituída por feixes finos de colágeno, e na derme estão presentes os anexos 
cutâneos como glândulas sebáceas e sudoríparas, pêlos e unhas (TASSINARY, 
2019). 
 
Fonte: bio.sistemas.br 
 
11 
 
E entre a epiderme e a derme, está presente a lâmina dermo-epidérmica, a qual 
permite que essas duas camadas estejam ancoradas, é sintetizada pela camada basal 
e tem como função seruma barreira e filtro de nutrientes, entre as camadas 
(BERNARDO, 2019). 
A última camada é constituída pela hipoderme ou tela subcutânea, considerada 
um órgão endócrino, constituídas por adipócitos, tem as funções de armazenar 
reserva energética, proteger contra choques, formar uma manta térmica e modelar o 
corpo (TASSINARY, 2019). 
 
Fonte: afh.bio.br 
A pele ao longo da vida passa por muitas transformações, ainda na formação 
do embrião, três folhas germinativas são formadas: o ectoderma, mesoderma e o 
endoderma, cada folheto se desdobra, formando e promovendo órgãos e sistema do 
corpo humano (JUNQUEIRA; CARNEIRO et al., 2004). 
O ectoderma e o mesoderma são responsáveis pela constituição da pele 
humana e seus anexos. O ectoderma dobra-se e forma um tubo neuronal, e a parte 
externa irá dar origem a epiderme e os anexos cutâneo, e a parte interna do tubo 
(neuroectoderma), dará origem aos melanócitos, nervos, receptores sensoriais, 
sistema nervoso periférico e o central. Pelo fato da pele e o sistema nervoso central 
compartilharem as mesmas células embrionárias, eles possuem ligação direta, o que 
permite a constante troca de informação entre esses sistemas, sobre o meio externo 
(observação: comunicação se dá por meio de neuropeptídeos e mediadores celulares 
(DOMANSKY, et al., 2012). 
 
12 
 
4 PATOLOGIAS E DISFUNÇÕES 
4.1 Lipodistrofia ginóide- Celulite 
 
Fonte: fisioterapia.com.br 
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia- SBD, celulite é o nome 
popular da lipodistrofia ginóide, que nada mais é que o depósito de gordura sob a pele. 
Ela se caracteriza pelo aspecto ondulado da epiderme, tipo “casca de laranja”, em 
algumas áreas do corpo. Afeta cerca de 95% das mulheres após a puberdade, de 
todas as etnias, embora seja mais comum entre as de pele branca. Raramente é 
observada em homens, mas pode ocorrer quando houver algum desequilíbrio 
hormonal. Não é considerada uma doença, contudo é uma preocupação estética 
importante para um grande número de mulheres. A celulite tende a ocorrer nas áreas 
onde a gordura está sob a influência do estrógeno (hormônio feminino), como nos 
quadris, coxas e nádegas; também pode ser observada nas mamas, parte inferior do 
abdome, braços e nuca, curiosamente áreas em que é observado o padrão feminino 
de deposição de gordura. A obesidade não é condição necessária para a sua 
existência; há mulheres magras com celulite. 
Entre os fatores de predisposição temos: 
a) Hereditariedade: o fator genético é importante. 
b) Problemas circulatórios: quando o sangue não flui bem, a drenagem das 
toxinas fica prejudicada e isso deixa o líquido que fica entre as células mais viscoso; 
c) Alterações hormonais: níveis de estrogênio (hormônio feminino) muito altos 
provocam disfunções no metabolismo que podem criar ou agravar a celulite. A pílula 
 
13 
 
anticoncepcional também pode desencadear o problema, pois adiciona mais uma 
dose de hormônios circulando em seu organismo; 
d) Também é importante analisar o estilo de vida. A má alimentação (excesso 
de açúcares e carboidratos), o sedentarismo, a tensão emocional e o excesso de 
toxinas no organismo contribuem para o aparecimento da celulite. 
Tipos de celulite: Os graus de celulite são avaliados por meio da “Cellulite 
Severity Scale”, um método desenvolvido pelas dermatologistas brasileiras Doris 
Hexsel, Camile Hexsel e Taciana Dal Forno. Essa nova classificação avalia a celulite 
de forma mais objetiva e já é reconhecida internacionalmente. Essa classificação 
avalia as principais características clínicas da celulite, sendo elas: 
Número e profundidade de depressões; 
Aspecto das áreas elevadas da celulite; 
Presença de lesões elevadas; 
Presença de flacidez; 
Graus da antiga classificação 
Cada um dos itens acima recebe uma pontuação de zero a três. A soma total 
dos pontos vai mostrar se a celulite é: 
Leve (1 a 5 pontos); 
Moderada (6 a 10 pontos); 
Grave (11 a 15 pontos). 
A utilização dessa nova escala define com maior precisão os graus de celulite, 
levando em consideração os detalhes clínicos mais relevantes para cada paciente. 
Além disso, de acordo com a nota de cada característica, já é possível determinar 
como deve ser o tratamento mais eficaz. 
Os estágios da celulite: A celulite se apresenta em quatro estágios de 
evolução. 
ESTÁGIO CARACTERÍSTICAS 
Estágio I Acontece um aumento de volume das células do tecido gorduroso na região afetada 
ocasionado por acúmulo de gordura dentro da célula. Não existe alteração circulatória e dos tecidos 
de sustentação, apenas uma discreta dilatação das pequenas veias do tecido gorduroso. Não há 
sinais visíveis na pele e nem dor. 
Estágio II As células gordurosas ficam um pouco mais cheias de gordura, e as que ficam na parte 
mais profunda começam a sofrer o mesmo processo. Já aparece um certo grau de fibrose, que se 
piorar, começa a formar micronódulos na fase seguinte. O aumento do volume das células provoca 
 
14 
 
alteração circulatória por provocar a compressão das microveias e vasos linfáticos. O sangue e a 
linfa (líquido aquoso que banha as células) ficam represados. Ocorre então um maior inchaço das 
células gordurosas e detritos tóxicos, que deveriam ser eliminados, começam a ficar acumulados. 
Na pele já é possível se observar irregularidades à palpação e ainda não existe dor. 
Estágio III As células continuam aumentando de volume por causa da contínua aquisição de gordura. 
Ocorre uma desordenação do tecido e aparecimento dos nódulos que apesar de mais profundos, 
são vistos como irregularidades na superfície da pele, mesmo sem palpação. Começa a existir uma 
fibrose, que é o endurecimento do tecido de sustentação (onde estão as fibras) e a circulação fica 
ainda mais comprometida. Pode aparecer os vasinhos e microvarizes. A pele tem o aspecto 
parecido com “Casca de Laranja”. Ocorre a sensação de peso e cansaço nas pernas (Deve-se 
lembrar que a celulite é basicamente um problema circulatório, e nesse estágio a circulação no 
tecido gorduroso já está com problemas). 
Estágio IV O inchaço desordenado das células gordurosas é acentuado, o tecido de sustentação se 
torna mais endurecido (fibroesclerose) e a circulação de retorno está muito comprometida. Nesse 
estágio, a celulite é dura e a pele fica “lustrosa”, cheia de depressões, com aspecto acolchoado. 
As pernas ficam pesadas, inchadas, doloridas e a sensação de cansaço está freqüentemente 
presente, mesmo sem esforço. Aparecem os aspectos anteriores já descritos e surgem os “Black 
Holes”, ou “Buracos Negros”, que são regiões de circulação diminuída, representando uma coalizão 
de vários micronódulos em macronódulos e a presença de significativa fibrose. 
Fonte: portalsaofrancisco.com.br 
4.2 Queloides 
 
Fonte: shopfisio.com.br 
A cicatrização de feridas ocorre em três fases: 
1ª Inflamação; 
2ª formação de tecido de granulação; 
3ª remodelação. 
 
15 
 
Qualquer alteração em uma das fases pode resultar em cicatriz patológica, 
como cicatriz hipertrófica e queloide (CARRERO, 2018). 
A epidemiologia do queloide varia de acordo com os tipos de pele. A desordem 
não é observada em albinos, nos indivíduos de Fitzpatrick VI a incidência pode variar 
de 4,5% a 16%, e nos de Fitzpatrick I é de 0,09%. A ocorrência é igual em homens e 
mulheres, com picos de incidência entre 10 e 30 anos. As áreas mais comumente 
acometidas são esterno, orelha, ombros, queixo e região púbica. Apresentam 
sintomas de dor, queimação, prurido e restrição de movimentação, podendo ter 
repercussões psicológicas e sociais (PETROU, 2019). 
A fisiopatologia da formação de cicatriz queloidiana ainda não é bem 
compreendida, devido a sua causa multifatorial e complexidade. A combinação da 
predisposição genética com a resposta imune exacerbada, interagindo com fatores 
ambientais e emocionais, está envolvida na patogênese. Portanto, ainda não existe 
um tratamento altamenteefetivo (TIVERON, 2018). 
Mecanismos envolvidos na formação de queloides 
Predisposição genética: Mais de 50 % dos pacientes com Queloides 
geralmente tem a história familiar positiva. Mutação no cromossomo 7p11 e 2q23 
foram verificadas em 02 famílias com padrão de herança autossômica dominante para 
queloides (TIVERON, 2018). 
Influência hormonal: A incidência de cicatrizes queloidianas é maior durante 
a puberdade e gestação e diminui após a menopausa. 
Ph da pele: Aumento do pH da pele afeta negativamente a cicatrização e 
aumenta a probabilidade de formação de cicatrizes queloidianas, mesmo em 
indivíduos não predispostos (BIJLARD, 2017). 
Pigmentação da pele: A incidência de cicatriz queloidiana aumenta conforme 
o aumento da escala de Fitzpatrick. Foi verificado que o melanócitos podem estimular 
a proliferação e o crescimento de fibroblasto, aumento de síntese de colágeno, 
deposição de matriz extracelular e ativação de via de sinalização TGF-β, mecanismos 
envolvidos na formação de cicatriz patológica (BIJLARD, 2017). 
Teoria mecânica: Queloides frequentemente aparecem em áreas de tensão 
como na região torácica anterior e na escapular, e geralmente cresce de acordo com 
linhas de tensão do local, e vias de sinalização molecular podem estar envolvidas no 
fenômeno. 
 
16 
 
Hipótese endocrinológica: A hiperatividade das glândulas sebáceas pode 
influenciar a formação da cicatriz queloidiana. Queloides são raras em áreas de corpo 
com poucas glândulas sebáceas. E a incidência é aumentada nos adolescentes e nos 
adultos jovens, período de atividade aumentada das glândulas (TIVERON, 2018). 
Hipóteses metabólica, circulatória, imunológica: Produtos metabólicos 
anormais são detectados nas cicatrizes patológicas. Foi verificado aumento de níveis 
de ATP nos Queloides até 10 anos após lesão inicial, o que indica aumento de níveis 
de atividade metabólica. Como consequência, há aumento de consumo de O2, 
diminuição da difusão de O2, causando hipóxia na região. Não se sabe ainda se a 
alteração do metabolismo da área é a causa ou a consequência. Foi detectada a 
presença de anticorpo antifibroblastos no queloide, um mecanismo ainda não 
esclarecido (STADIO, 2016). 
Processos de cicatrização: 
Fase de inflamação: Atualmente a cicatriz queloidiana é considerada mais um 
processo inflamatório e não mais um tumor benigno. A sua formação está ligada ao 
tipo de resposta imune, determinada pelas citocinas expressas nas células Th CD41, 
que modula a resposta Th1 ou Th2. A respostaTh2 com produção de IL-2, IL- 5, IL-
10, IL-13 está ligada à fibrinogênese que, se exacerbada, implica na cicatriz patológica 
(TIVERON, 2018). 
Fase de proliferação: A alteração do fenótipo de fibroblasto tem papel central 
na formação de cicatrizes patológicas. Os fibroblastos da cicatriz queloidianas 
apresenta maiores números de receptores de fatores de crescimento, e respondem 
mais a fatores de crescimento como PDGF, TGF-β. TGF-β induz a formação de 
colágeno e matriz extracelular e é o fator fibrogênico mais relacionado à cicatriz 
queloidiana. Queratinócitos tem função de mediar o comportamento dos fibroblastos 
com secreção, ativação ou inibição de fatores de crescimento. Mastócitos são fontes 
de mediadores pró-inflamatórias e tem papel na vascularização (TIVERON, 2018). 
Fase de remodelação: A remodelação e a degradação da matriz extracelular 
estão ligadas às enzimas denominadas de metaloproteinases (MMP). O desbalanço 
da expressão das MMP está vinculado a cicatrizes patológicas. As citocinas e fatores 
de crescimento tem papel na regulação da expressão das MMP em fibroblastos. Foi 
observada também a lentificação da taxa de apoptose de miofibroblasto nessas 
regiões (CARRERO, 2019). 
 
17 
 
4.3 Obesidade 
 
Fonte: fisiocardiopulmonar.com.br 
A obesidade ganhou destaque na agenda pública internacional nas três últimas 
décadas, caracterizando-se como um evento de proporções globais e de prevalência 
crescente. No Brasil, o sobrepeso e a obesidade vêm aumentando em todas as faixas 
etárias e em ambos os sexos, em todos os níveis de renda, sendo a velocidade de 
crescimento mais expressiva na população com menor rendimento familiar. Em 
adultos, o excesso de peso e a obesidade atingiram 56,9% e 20,8% da população em 
2013, respectivamente (SWINBURN, 2015). 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade como uma 
epidemia mundial condicionada principalmente pelo perfil alimentar e de atividade 
física. Sua crescente prevalência vem sendo atribuída a diversos processos 
biopsicossociais, em que o “ambiente” (político, econômico, social, cultural), e não 
apenas o indivíduo e suas escolhas, assume um lugar estratégico na análise do 
problema e nas propostas de intervenções Contudo, parte dos desafios reside em 
compreender como esses múltiplos fatores interagem (SWINBURN, 2015). 
No Brasil, a obesidade torna-se objeto de políticas públicas nos últimos quinze 
anos, e o Ministério da Saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), é o 
principal propositor de ações, seguindo a tendência internacional. Desde a década de 
1990, a Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN, 1999), do Ministério da 
Saúde, definiu diretrizes para organizar as ações de prevenção e tratamento da 
obesidade no SUS 9, sendo revisada em 2012, abordando a temática de forma mais 
contundente (BRASIL, 2012). 
 
18 
 
No ano seguinte, o Ministério da Saúde estabeleceu a linha de cuidado para 
obesidade como parte da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças 
Crônicas (BRASIL, 2013). 
O diagnóstico do sobrepeso/obesidade vem sendo realizado por meio do índice 
de massa corporal (IMC), calculado como a razão da massa corporal pela estatura ao 
quadrado, concebido inicialmente para uso em adultos, pela sua associação com risco 
de adoecer e morrer, reiterando a obesidade como fator de risco especialmente para 
as DCNT (DE ONIS, 2007). 
O IMC também é usado em crianças e adolescentes, idosos e gestantes. No 
Brasil, os critérios diagnósticos estabelecidos pela OMS foram incorporados à 
vigilância alimentar e nutricional no âmbito do SUS. Não obstante seu emprego 
disseminado internacionalmente, o IMC não mede a composição corporal, portanto, 
parece haver inconsistência quanto a sua aplicabilidade para diagnosticar uma 
doença caracterizada por acúmulo de gordura (INSTITUTE OF MEDICINE.2009). 
4.4 Envelhecimento e flacidez 
 
Fonte: portalaraxa.com.br 
A pele é um órgão de revestimento externo e exerce inúmeras funções, é nosso 
primeiro meio de comunicação e mais eficiente protetor (GUIRRO E GUIRRO, 2004). 
Nos dias de hoje as maiores preocupações do ser humano se tratando de pele, 
são o envelhecimento precoce, a flacidez tissular, a aparência visual, entre outras. 
Existe uma série de fatores que podem influenciar na aparência da pele podendo ser 
intrínseco e extrínseco. O fator intrínseco se relaciona com a idade do indivíduo e sua 
genética, enquanto que o fator extrínseco corresponde à ação sobre a pele de agentes 
externos como exposição solar, agentes químicos e tabagismo. O envelhecimento é 
um processo lento e irreversível, embora seja descrito como um processo natural do 
 
19 
 
ser humano, ele vem se tornando caso de estudo, para que cada vez mais possa ser 
retardado com tratamentos e/ou cosméticos específicos. Os procedimentos estéticos 
remetem um vasto crescimento no mercado da beleza, muitos indicados para 
melhorar a aparência cutânea, utilizados para acelerar o processo de reepitelização, 
promovendo assim a renovação celular (DOBKE, 2012). 
Flacidez tissular: A flacidez tissular, também conhecida como hipotonia 
dérmica está relacionada com a perda de tonicidade ou firmeza cutânea causada, 
principalmente, pelo envelhecimento cutâneo (BARATIERI, 2019). 
Apresenta como principais características, o excesso de pele. Mais comum nas 
regiões da face, interno debraços, abdômen, região interna das coxas e costas. 
Possui grande incidência entre mulheres e pós-emagrecimento. Atualmente seu 
tratamento na área da estética é predominantemente a Radiofrequência, sendo na 
área médica as cirurgias plásticas de abdominoplastia e a dermolipectomia de 
membros superiores e inferiores (BORGES, 2006). 
O colágeno é a proteína mais abundante (30% do total do organismo) e 
importante para a formação das fibras de sustentação da pele, apresentando 
composição bioquímica, morfologia e funções diferentes que são classificados de 
acordo com sua estrutura e função. Os mais abundantes no tecido conjuntivo são os 
colágenos formadores de fibrilas: tipos I, II, III, V e XI que conferem resistência ao 
tecido (ITANO et al., 2015). 
Na flacidez tissular a atividade celular do tecido encontra-se lesada, os 
fibroblastos e células de defesa trabalham de forma lenta e ineficiente. A medida que 
as fibras vão sendo desgastadas pela ação do tempo, o fibroblasto que deveria repor 
essas fibras não consegue fazer isso de forma eficiente. Os fibroblastos transformam-
se em fibrócitos, células que já terminaram seu trabalho de fabricação das fibras. 
Havendo um estímulo, como ocorre nos processos de cicatrização, os fibrócitos 
podem voltar a sintetizar fibras reassumindo a função de fibroblasto, devido a ação 
dos fatores de crescimento que atuam no processo de reparo tecidual, sobre o 
fibroblasto e sobre outras células do tecido (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2004). 
 
20 
 
4.5 Estrias 
Segundo MEYER (2009), o termo estria se define como uma atrofia tegumentar 
adquirida com aspecto linear, sinuosa que possui tamanhos de um ou mais milímetros 
de largura. Localizadas na derme, que é a camada intermediária do tecido cutâneo, 
onde estão os fibroblastos (células produtoras de colágeno e elastina), que permitem 
tonicidade e elasticidade à pele. Essa atrofia é seguida de pregueamento, diminuição 
da elasticidade e rarefação dos pêlos. Geralmente o seu surgimento manifesta 
sintomas iniciais que podem ser observados com prurido local (coceira) e pele 
levemente rosada. As estrias acometem ambos os sexos, principalmente mulheres de 
diferentes faixas etárias, causando um leve desconforto, uma vez que, são 
imperfeições cutâneas de aspecto desagradável ao ponto de vista belo, gerando 
assim, uma imagem negativa (AZULAY, 2011). 
Os fatores causais das estrias são, a predisposição genética, fatores hormonais 
como o aumento plasmático dos glicocorticoides, uso prolongado de esteroides 
tópicos e sistêmicos, efeito do hormônio do crescimento (adolescência), uso de 
contraceptivos hormonais no período pré-menstrual, quantidade elevada de 
estrógenos e progesterona na puberdade e no período gravídico, lactação, 
crescimento rápido na adolescência, alterações repentinas de peso, por regimes de 
emagrecimento repetidos, excesso da exposição solar, pois o raio ultravioleta induz 
alterações nas fibras de colágeno e elastina, comprometendo suas propriedades. 
Essas lesões dérmicas são frequentemente encontradas em regiões que sofreram 
estiramento excessivo e progressivo da pele como abdômen, coxas, glúteos e seios 
(DACOSTA, 2016). 
As estrias podem ser interpretadas de acordo com seu estágio de coloração. A 
princípio, são avermelhadas devido à vasodilatação associada ao processo 
inflamatório na derme, em seguida apresentam pigmentação rósea e são chamadas 
de rubras e consequentemente tornam-se hipopigmentadas e fibróticas, 
denominando-se assim estrias albas (DA COSTA, 2016). 
 
21 
 
4.6 Queimaduras 
 
Fonte: bioconcursos.com.br 
As queimaduras são um grave problema de saúde pública, levando a 
internações em até 40% dos casos, destes 60% podem desenvolver sequelas 
funcionais. Mesmo com o conhecimento que se tem a respeito das causas de 
queimaduras, ainda há necessidade de caracterizar as vítimas no sentido de ampliar 
o conhecimento epidemiológico desta expressiva causa de morbimortalidade 
(RODRIGUES, 2017). 
No período que compreende os anos de 2006 a 2013, foram cadastrados 2041 
prontuários na Clínica Escola de Fisioterapia da UEG-ESEFFEGO, dentre eles 146 
prontuários apresentaram o diagnóstico de queimaduras e preencheram todos os 
critérios de inclusão (GIORDANI, 2016). 
4.7 Cirurgia plástica 
Abdominoplastia: Segundo Porchat, et al. (2004) a Abdominoplastia, também 
conhecida como Lipectomia Abdominal e/ou Dermolipectomia é caracterizada pela 
resseção do excesso de pele flácida e retirada de gordura localizada, e essa 
intervenção cirúrgica é realizada na região suprapúbica com a plicatura dos músculos 
abdominais, podendo ser associada com a lipoaspiração melhorando assim o 
contorno corporal. Por se tratar de um procedimento invasivo, podem surgir algumas 
complicações, como: seroma, fibrose, hematoma, necrose, embolia gordurosa, 
queloide e/ou cicatriz hipertrófica e deiscência de sutura. 
As intervenções fisioterapêuticas no pós-operatório de cirurgias plásticas visam 
reduzir as suas complicações, além de acelerar o retorno do paciente às atividades 
de vida diária. As condutas fisioterapêuticas mais utilizadas são: Drenagem Linfática 
 
22 
 
Manual, Ultrassom, Carboxiterapia, Crioterapia, Cinesioterapia e Laser. (SILVA et al, 
2012). 
Complicações pós-abdominoplastia: Seroma: é definido como um acúmulo 
de líquido ou plasma. Possui uma característica espessa, formada pelo retalho 
dermogorduroso. (BAROUDI, 2010). 
Para OLIVEIRA et al., (2008) o seroma ocorre pela grande abertura de retalho 
abdominal sendo caracterizado pelo excesso de exsudato na cor amarela retido no 
tecido subcutâneo. O seroma se tornou uma complicação comum, mas se tratado com 
rapidez, os riscos de agravamento são minimizados. 
 
O seroma acontece na região que produz menos oxigênio, contribuindo para a 
formação de uma espessura do tecido subcutâneo causando um abaulamento na 
região da cirurgia, e podem surgir logo nas duas primeiras semanas de pós-
operatórios, sendo mais frequentes nas cirurgias plásticas que promovem maiores 
deslocamentos de tecidos, principalmente a abdominoplastia. (MENE 
ZES, 2017). 
Fibrose abdominal: A Fibrose é abordada como irregularidades na pele e 
nodulações, podendo ser vista somente aos 14 dias após a cirurgia, suas 
características são a perda da elasticidade, maciez e textura, levando a dores fortes, 
e que quando não tratadas podem levar a complicações avançadas. (MENEZES, 
2017). 
 
 
 
23 
 
Hematomas: O hematoma é definido por um grande acúmulo de sangue em 
tecidos subcutâneos, órgãos e pele que geralmente é causado por traumas externos, 
alterações hematológico e pós-operatório de cirurgias plásticas. (MOURA, 2012). 
Umas das principais queixas apresentadas é a dor de compressão na região 
afetada, e edema na região operada, também são comuns que ocorra o sangramento 
na linha de sutura cirúrgica. A falta do cuidado com esse sangramento pode levar a 
hematomas volumosos, provocando anemia e facilitando a multiplicação de 
microrganismos de infecção. (MOURA, 2012). 
Necroses: A causa mais frequente das necroses é o uso da cinta compressiva 
de forma intensa, causado assim a isquemia na região da cirurgia. Em todos os tipos 
de cirurgia deve-se ter uma atenção máxima na região, quanto ao aparecimento de 
necroses. A Avaliação quanto à coloração da pele e integridade da mesma, o retorno 
venoso no local, presença ou não exsudato, limpeza no local, torna-se necessária e 
rotineira, pois a necrose começa com uma descoloração azulada, que leva a uma 
aparência de um manchado escuro, se não for tratada pode ocorrer uma necrose 
gangrena e posteriormente a morte celular. (MIRANDA et al.,2015). 
 
 
Embolia gordurosa: A embolia gordurosa é causada pelo o deslocamento de 
um trombo, que por sua vez, se desloca para o pulmão onde o paciente vai começar 
a sentir a respiração mais curta e a dificuldade para respirar, sendo assim e necessárioa prevenção através de meias elásticas compressivas. A utilização do sistema de 
pressão intermitente de membros inferiores, no pós-operatório, é medida que 
melhoram essa complicação. (FILOMENO et al, 2005). 
Queloide e cicatriz hipertrófica: Trata-se de uma cicatriz grossa, 
avermelhada, de alto relevo, e endurecida, e que normalmente leva a ter prurido e dor 
no local. (SOARES, 2008). 
 
24 
 
Antes de qualquer cirurgia deve se avaliar o risco de queloide do paciente, 
através de antecedentes familiares. Sua incidência é maior em pele negra do que em 
caucasianas. 
A queloide pode surgir entre o 14º dia ao 21º dia pós-lesão e a sua prevalência 
é maior em negros asiáticos, afetando as áreas mais espessas e densas (Figura 11), 
esse tipo de cicatriz fica delimitada a original, e com o tempo vai clareado e voltando 
a cor normal. (GUIRRO; GUIRRO, 2002). 
 
Fonte- Departamento de patologias. Processo de Cicatrização, 2009 
Deiscência de sutura: É uma complicação que pode ser fatal e muito rara, 
caracterizada pela ruptura da cicatrização, a deiscência total pode levar a saída dos 
órgãos daquela região e a parcial pode levar a hérnias incisionais tardias. Ela pode 
ocorrer entre o 5° ao 10° dia após a cirurgia, então o cuidado nesse período deve ser 
extremamente reforçado, caso aconteça deve ser realizado uma laparotomia 
exploratória de emergência. (BORGES, 2006). 
 
 
Linfedema: A obstrução dos vasos sanguíneos se dá quando ocorre uma 
insuficiência linfática, onde se tem um desequilíbrio na filtragem da linfa, sendo assim 
o sistema que drena a linfa não consegue realizar a evacuação desse liquido formando 
assim o edema. (TORTORA; DERRICKSON 2004). 
 
25 
 
Segundo BOCCARDO et al.,2003 o linfedema atinge na maioria das vezes 
pacientes de pós operatório e pós intervenções oncológicas, assim o tratamento pode 
ser realizado através de exercícios cinesioterapêuticos para evitar a síndrome do 
imobilismo e a drenagem linfática manual para a melhora do retorno venoso. 
A Fisioterapia Dermatofuncional vai atuar nos percursos dos vasos linfáticos 
fazendo com que haja a absorção da linfa acumulada no local edemaciado, existem 
algumas intervenções fisioterapêuticas que são: a DLM, cinesioterapia que são os 
mais citados e que possui um resultado imediato e satisfatório, melhorando a 
qualidade de vida. (OLIVEIRA et al., 2008) 
5 INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA 
5.1 Queloides 
 
Fonte: saudestock.com.br 
Laser: Causa isquemia local por destruição de vasos, estimulando a 
neocolagênese, aquecimento da fibra de colágeno e quebra de ligação de dissulfetos 
causam realinhamento de fibras de colágeno e diminuindo a proliferação de 
fibroblastos (KAREN, 2020). 
 Dye laser (585nm PDL) com doses de 6-7,5 J/ cm2 (ponteira de 07 mm) ou4,5-
5,5 J/cm2(10 mm spot), 2 a 6 sessões a cada 02 a 06 semanas. Nd-yag 1064,14 
J/cm2 (ponteira 5 mm) cada 03 a 04 semanas (KAREN, 2020). 
Estimulação elétrica: Aumenta o efeito citotóxico da terapia fotodinâmica. 
Corrente alternada. Corrente contínua. Sistema Fenzian (corrente degenerada) 
(KAREN, 2020). 
 
26 
 
5.2 Fibro edema gelóide (FEG) 
 
Fonte: fisioteraloucos.com.br 
A atenção da fisioterapia ao FEG emprega os mais variados recursos. Podem 
estar associados a uma substância, como por exemplo o princípio ativo lipolítico, 
atuando como acelerador do transporte transdérmico. Além da diversidade de opções, 
atualmente é possível contar com técnicas minimamente invasivas, sem a 
necessidade de internação hospitalar. Estas técnicas não implicam em afastamento 
do trabalho e nem da vida social, isso porque os métodos utilizados foram 
aprimorados, representando maior eficácia e mais segurança ao paciente (WATARI, 
2018). 
A mesoterapia é um processo que injeta medicamentos numa camada da pele 
(4mm de profundidade), feita com várias punções na região que se pretende tratar, a 
vantagem deste método é que nessa camada a medicação demora para ser 
absorvida, tendo portanto um longo tempo de ação, é um dos principais tratamentos 
utilizados para o controle da celulite, sendo invasivo. Os medicamentos aplicados 
localmente melhoram a circulação, a metabolização das gorduras e a produção de 
colágeno, para cada caso avalia-se quais as drogas a serem utilizadas e o número 
provável de sessões (WATARI, 2018). 
Para BOLA (2009), a terapia física, é um procedimento que comprova que uma 
boa estética depende também de exercícios físicos, pois melhoraram a circulação de 
retorno venoso, a função respiratória, aumenta a força muscular e o metabolismo. A 
energia necessária para a atividade física, devem provir do sistema aeróbico, uma vez 
que o sistema anaeróbico apresenta como resultado o ácido lático que irá se depositar 
num tecido já congestionado, por isso prefere-se o exercício localizado. É importante 
associar aos exercícios respiratórios e de relaxamento, pois estes promovem a 
diminuição do estresse físico e mental. 
 
27 
 
A eletrolipoforese, eletroterapia com várias modalidades de corrente elétrica, 
farádica, galvânica ou diadinâmica, o aparelho utilizado gera uma corrente elétrica de 
baixa voltagem e baixa frequência alterando as células gordurosas, essas células 
perdem a capacidade de reter a gordura que é liberada para ser consumida. A 
passagem da corrente pelas camadas mais profundas de celulite necessita de 
agulhas, esse tratamento é muito importante nos casos de gordura localizada, celulite 
acima de grau dois (WATARI, 2018). 
O ultra som é um método recentemente descrito para o tratamento da celulite 
e principalmente gordura localizada, é utilizado o modelo 3mhz para os casos de 
gordura localizada no abdome, culote, celulite, na face interna do joelho e coxas. As 
ondas penetram de 3 a 4 cm de profundidade, agitam fortemente as partículas da 
água da região, que colidem com as células gordurosas provocando a sua eliminação. 
A corrente galvânica é utilizada de forma pura ou associada a alguma droga como o 
gel que promove incremento e nutrição do tecido afetado. 
Para WINTER (2003), a drenagem linfática é uma espécie de massagem que 
facilita o escoamento do líquido linfático (que fica entre as células e é rico em 
gorduras) até os gânglios linfáticos, que o drena para a circulação, este procedimento 
é muito útil no tratamento da celulite. A drenagem linfática é relativamente lenta, pois 
não possui um órgão central bombeador, sendo portanto dependente de forças 
externas ao organismo, tais como a gravidade, os movimentos passivos ou a 
massagem, além das forças internas, tais como a contração muscular, a pulsação das 
artérias próximas aos vasos, o peristaltismo visceral e os movimentos respiratórios. 
Devido às características anatômicas próprias, as mulheres tem dificuldade de 
exercitar alguns grupos musculares, exatamente onde se costuma depositar e alterar 
o aspecto da gordura (abdome, glúteos, face interna da coxa). 
A estimulação muscular isométrica eletrônica exercita esses grupos 
musculares, que depois também serão estimulados por exercícios especialmente 
orientados, propicia o fortalecimento e ou hipertrofia muscular, aumento da circulação 
sanguínea linfática, melhora trofismo dos tecidos (WATARI, 2018). 
O linfoderm é um aparelho computadorizado para realizar movimentos 
programados intensos nas regiões mais necessitada, assim sendo, o terapeuta faz 
uma abertura da cadeira ganglionar cervical e inguinal, os braços também podem ser 
trabalhados em caso de acometimento nessa região (WATARI, 2018). 
 
28 
 
A vacuoterapia é uma técnica rítmica de dobramento e desdobramento com 
sucção do panículo adiposo, que utiliza ventosa com roletes em conjunto com a 
pressão negativa da sucção. Estes movimentos de pressão positiva (ventosas com 
rolos) com pressão negativa (sucção) promovem uma massagem profunda mecânica 
no tecido conjuntivo sub epidérmico, assim, a terapia com vácuo promove alterações 
funcionaisimportantes no FEG. Incrementando a circulação sanguínea e linfática, 
melhorando a extensibilidade do tecido colagenoso e mobilizando o tecido 
fibroesclerosado, determinando uma melhora na nutrição e oxigenação celular, de 
acordo com WINTER (2003). 
Para BERTAIN (2005), a termoterapia é o emprego terapêutico de calor que 
pode ser aplicado na área de estética sob diversas formas, dependendo do tratamento 
a ser feito, o organismo humano é homeotermo, ou seja, mantém sua temperatura 
entre certos limites fisiológicos. 
O calor provoca estímulo geral do metabolismo celular com o aumento da 
síntese proteica e da atividade enzimática, com modificações da permeabilidade da 
membrana celular. A dilatação de arteríolas e capilares conduzem a região à 
hiperemia, o maior aporte de sangue à região promove estímulo trófico, ao transportar 
mais oxigênio e nutrientes, com eliminação de toxinas e aumento da drenagem 
linfática (WATARI, 2018). 
A endermoterapia a laser atua no tratamento de gordura localizada e celulite 
com sistema de rolamento por sucção, deve ser realizada duas vezes por semana, à 
fim de melhorar a maleabilidade do tecido com ação inclusive nas etapas mais 
avançadas dos distúrbios, suaviza o aspecto acolchoado da pele, estimula a 
dissolução dos nódulos e libera as aderências teciduais, favorece na diminuição dos 
transtornos circulatórios (WATARI, 2018). 
SILVA (2002), cita que o Manthus, que atua de forma efetiva no tratamento da 
gordura localizada e celulite de grau I, é uma combinação do efeito do ultra som 
tripolar que quebra gordura com estímulo da corrente polarizada que faz o princípio 
de iontoforese e intradermoterapia sem agulha, fragmentando as gorduras para que 
sejam absorvidas e drenadas pelo sistema linfático. 
A massagem estética representa um coadjuvante no tratamento da celulite, não 
devendo ser utilizada como recurso terapêutico único e completo, devido à etiologia 
multifatorial do FEG, promove analgesia e incremento na circulação sanguínea e 
 
29 
 
linfática, auxilia na penetração de produtos com princípios ativos específicos, diminui 
a resistência da pele às correntes e aumento da maleabilidade tecidual (WATARI, 
2018). 
Recomenda-se para auxiliar a redução do fibro edema gelóide tomar água 
(cerca de 2 litros por dia), utilizar cremes para celulite, que podem melhorar em até 
10% (mas devem ser aplicados diariamente). A dieta balanceada é fundamental para 
se obter um bom resultado, prática de atividades físicas regulares, evitar ingerir 
bebidas alcoólicas, evitar tabagismo (WATARI, 2018). 
5.3 Estrias atróficas 
 
Fonte: yumpu.com 
Há uma grande diversidade de tratamentos que são oferecidos para o combate 
da estria: peeling químico, microdermoabrasão e eletroterapia como: microcorrente 
galvânica e suas modalidades (CAVALCANTI, 2020). 
A eletroterapia é uma grande aliada à fisioterapia, e oferece recursos que fazem 
à estimulação de diferentes sistemas orgânicos com objetivos diferentes. O uso da 
microcorrente galvânica é um desses recursos que associado aos efeitos da corrente 
elétrica juntamente com a agressividade da agulha, acarreta um processo inflamatório 
agudo desejável no trajeto da estria, sendo ela preenchida por um exsudato 
inflamatório contendo leucócitos, eritrócitos, proteínas plasmáticas, fáscias de fibrina, 
gerando também uma regeneração de fibras de colágeno e da elastina, surgindo uma 
neovascularização, retorno da sensibilidade e proporcionando um melhor aspecto 
estético da pele (REBONATO, 2012). 
Embora o padrão da inflamação aguda seja único, a intensidade e duração da 
reação são determinadas tanto pela intensidade da corrente como pela capacidade 
reacional do paciente (REBONATO, 2012). 
 
30 
 
5.4 Gordura localizada 
As técnicas e tratamentos utilizados pela Fisioterapia Dermatofuncional para o 
tratamento de gordura localizada, são diversos, tais como: massagem, drenagem 
linfática manual, cinesioterapia, corrente russa, corrente galvânica, corrente farádica, 
fonoforese e iontoforese, ultrassom, microcorrente, endermoterapia e eletrolipoforese 
(PAULA, 2010). 
A eletrolipólise é uma técnica destinada ao tratamento das adiposidades e 
acúmulos de ácidos graxos localizados. Ela atua diretamente nos adipócitos 
armazenados, produzindo sua desnutrição e favorecendo sua posterior eliminação. 
Consiste na aplicação da corrente elétrica bidirecional com pulsos de baixa frequência 
(por volta de 20 HZ), curta duração e componente galvânico nulo (BORGES, 2016). 
Consiste na aplicação de vários pares de agulhas finas (0,225mm) e longas (5 
a 15 cm), ligadas a correntes de baixa intensidade, criando um campo elétrico entre 
elas. Atribui-se ao tratamento uma modificação do meio intersticial, que favorece 
trocas metabólicas e ainda “lipólise”. A indústria de equipamentos estéticos criou a 
eletrolipoforese com placas, na tentativa de aumentar o mercado de vendas. Os 
tratamentos clássicos para combater a adiposidade abdominal são as intervenções 
cirúrgicas (lipoaspiração e abdominoplastia), a dietas alimentar, visando o 
emagrecimento, seguida da intervenção cirúrgica e, alguns estudos citam, também, a 
massoterapia (TOGNI, 2016). 
A estimulação elétrica subcutânea abdominal (eletrolipoforese) é um 
procedimento frequentemente utilizado em clinicas de Fisioterapia Dermatofuncional 
para redução do perímetro abdominal. A literatura com abordagem cientifica é 
escassa com relação ao procedimento e sobre os mecanismos fisiológicos 5 
associados ao processo. Um dos principais marcadores bioquímicos do aumento da 
degradação de triglicérides (lipólise) é o aumento da concentração sérica do glicerol, 
também designado glicerol, também designado glicerol livre (AZEVEDO, 2011). 
 Essa técnica se aplica por meio de finíssimas agulhas implantadas no panículo 
adiposo ou também se utiliza a aplicação por meio de eletrodos sobre a superfície 
cutânea (GUIRRO e GUIRRO, 2012). 
Ultracavitação: Este sistema incorpora baixa frequência ultrassom para 
quebrar o tecido adiposo sem danificar a microcirculação. Pôr as ondas que se 
propagam de vibração ultrassônica gerada uma série de bolhas que criam uma 
 
31 
 
compressão estável que permite separar os nódulos gordos, quebrar a membrana de 
adipócitos e dissolver a gordura que eles contêm. Este tipo de cavitação funciona 
melhor em casos de flacidez associada aplicando o efeito térmico. Fala-se em 
ultracavitação como uma alternativa para a lipoaspiração, nos casos estamos falando 
sobre os depósitos de gordura, ou seja, em pacientes com um IMC saudável e 
percentual de gordura corporal dentro dos limites (REBELO, 2016). 
AGNE (2013), cita que as membranas dos adipócitos vibram com frequências 
próximas a 28 kHz até 80 kHz, e os equipamentos de ultracavitação vibram nessa 
faixa, assim, as ondas ultrassônicas produzem a formação de microbolhas de 
gás/vapor próximo à membrana dos adipócitos que também responderão a mesma 
frequência do ultrassom e por conta da pressão negativas e positivas as microbolhas 
irão se romper e com a proximidade com os adipócitos estas acabam fragmentando 
também suas membranas promovendo o derramamento de gordura, mantendo a 
preservação das outras estruturas teciduais como microvasos, nervos e o sistema 
linfático, que serão responsáveis para coletar triglicérides e diglicérides para serem 
eliminados (REBELO, 2016). 
Esse processo cavitacional não necessita de efeito térmico podendo ser 
operado no modo continuo ou pulsado, mas é importante ressaltar que o uso dos 
equipamentos de Ultracavitação deve ser empregado com cautela, evitando o uso em 
pacientes com alterações nos níveis de colesterol total e suas frações, triglicérides, 
insuficiência renal e hepática, é importante solicitar aos pacientes exames para 
verificação desses níveis (REBELO, 2016). 
Vacuoterapia: Vários recursos são utilizados para o tratamento desta 
lipodistrofialocalizada, entre eles, destaca-se a vacuoterapia que é uma técnica 
terapêutica que permite duas ações: aspiração e mobilização profunda, onde é 
utilizada pressão negativa na sucção juntamente ao rolamento (DALSASSO, 2007). 
A vacuoterapia, segundo LEDUC (2000), massageia o corpo, promovendo a 
drenagem linfática, onde há auxílio no retorno venoso, eliminação de toxinas e 
combate da celulite e lipodistrofia localizada. Em associação de movimentos provoca 
a quebra de fibras que ficam entre as aglomerações de gordura, melhorando a 
oxigenação e reduzindo os nódulos de gordura. Utiliza o vácuo, que atua na pele, 
camada adiposa e musculatura, promovendo melhora circulatória e drenagem 
linfática. 
 
32 
 
Outro recurso terapêutico importante no tratamento de lipodistrofia localizada e 
remodelagem do corpo é a massagem modeladora. Ela é realizada com manobras 
rápidas, vigorosas e repetitivas. Segundo GUIRRO e GUIRRO (2002), as técnicas 
usadas na massagem modeladora podem promover aumento da nutrição do tecido, 
remoções de catabólitos, estímulo das funções viscerais; também auxiliam na 
penetração de ativos, mobilização e fluidificação de gordura, além de hiperemia 
cutânea local, em regiões do corpo como abdômen, cintura, braços e pernas. 
5.5 Após cirurgia bariátrica 
A fisioterapia possui importante papel quanto à aceleração do processo de 
reabilitação. É focada nas complicações pós cirúrgicas objetivando restaurar a 
funcionalidade, tendo um caráter estético e reabilitador do paciente globalmente, 
melhorando o quadro álgico, a ansiedade, o edema e a funcionalidade do paciente, o 
restabelecendo de maneira global (MIGOTTO et al, 2013). 
Indicações para o tratamento cirúrgico: paciente com IMC acima de 40; 
pacientes com IMC acima de 35 que possuem comorbidades médicas; Pessoas que 
não são dependentes de drogas ou álcool; Pessoas que não obtiveram sucesso em 
tratamentos clínicos anteriores; ter uma obesidade que seja estável nos últimos dois 
anos; Não ser portador de nenhuma doença ou condição que contra indique a cirurgia 
(OLIVEIRA, 2012). 
O fisioterapeuta poderá avaliar vários fatores que estejam relacionados à 
disfunção estética, dentre eles retrações musculares, deformidades articulares, 
desvios posturais que levam a alguma alteração estética e funcional. Deve-se avaliar 
as condições circulatórias dos pacientes, estabelecendo presença de alteração como 
edemas/ linfedemas. De uma forma geral, o pré operatório fisioterapêutico funciona 
também como orientação para o paciente. É nesse momento que é preparado o 
mesmo para a cirurgia, e onde se conhece suas limitações e começa-se a tratar o 
plano de tratamento pós cirúrgico (MACEDO et al 2010). 
A drenagem linfática pode ser utilizada pelo fisioterapeuta e é eficaz para 
minimizar o edema no pós-cirúrgico de bariátrico. Além do mais, a aplicação precoce 
da drenagem linfática manual após a cirurgia pode prevenir complicações, como o 
seroma e auxilia na reparação de ferimentos, proporcionando uma recuperação mais 
 
33 
 
rápida no pós cirúrgico. Para realizar a drenagem linfática é necessário o 
conhecimento da anatomia, fisiologia do sistema linfático e princípios de hidráulica e 
hidrodinâmica. É uma técnica sistematizada, cujos movimentos devem ter uma 
sequência determinada (SILVA, 2012). 
A drenagem linfática estimula a contração da musculatura lisa dos vasos 
linfáticos, aumenta a velocidade de transporte da linfa, capacidade de processamento 
da linfa no interior dos gânglio linfáticos, melhora as condições de absorção intestinal, 
a atuação do sistema nervoso vegetativo, aumenta a captação de oxigênio pelos 
tecidos, fornece a nutrição celular pelo maior aporte sanguíneo, eliminação dos 
produtos finais resultantes do metabolismo tecidual, aumenta a absorção dos 
nutrientes e princípios ativos através do trato digestivo e a quantidade de líquidos a 
serem eliminados. Os efeitos da drenagem linfática estão baseados nos mecanismos 
fisiológicos de pressões existentes entre os tecidos e os vasos sanguíneos e linfáticos. 
A drenagem linfática manual está indicada na prevenção e/ou tratamento de edema. 
A drenagem linfática manual drena o excesso de fluido acumulado nos espaços 
intersticiais, de forma a manter o equilíbrio das pressões tissulares e hidrostáticas 
atuando sobre o sistema linfático superficial, visando drenar o excesso de líquido 
acumulado nesse interstício, nos tecidos e dentro dos vasos, através das 
anastomoses Superficiais linfo-linfáticas (AMORIM,2012) 
Drenagem linfática: Atua na otimização ou restauração de sistema linfático 
deficiente, impulsionando a linfa que está acumulada constituída de resto de acúmulo 
anormal de líquidos e proteínas, além de resto de células, bactérias e 
imunocomplexos, com a drenagem linfática, ocorre um impulsionamento maior dessa 
linfa, fazendo com que ocorra um descongestionamento da vias e restabelecimento 
do fluxo linfático (SOUZA,2012) 
5.6 Hanseníase 
A atuação fisioterapêutica no tratamento das sequelas e sintomas 
da hanseníase é de fundamental importância desde a prevenção até a reabilitação do 
paciente. Afinal o fisioterapeuta possui os recursos que podem auxiliar no processo 
de reparo de úlceras, atuar na prevenção e tratamento de deformidades, promover o 
 
34 
 
fortalecimento, diminuição de quadros álgicos, dentre outros, sendo capaz de adaptar 
este indivíduo às novas condições físicas. 
Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (FNP): É uma técnica que 
combina mecanismos fisiológicos do controle neuromuscular com ativação dos 
impulsos dos Órgãos Tendinosos de Golgi. Um dos padrões da FNP é a contração-
relaxamento, utilizado para o aumento de flexibilidade, caracterizado pelo uso da 
contração muscular ativa ocasionando uma inibição autogênica do músculo alongado. 
Dessa forma ocorre o relaxamento muscular reflexo do músculo alvo que, 
associado ao alongamento passivo, promove o ganho de amplitude de movimento, 
importante para que o paciente com Hanseníase consiga executar os seus 
movimentos de maneira adequada. 
Alongamento estático passivo: No alongamento estático passivo a posição 
extrema de amplitude de movimento é mantida por um intervalo de tempo, sem ativar 
o reflexo do alongamento, portanto, não tem ênfase na velocidade, mas na 
manutenção da posição. 
O aumento de flexibilidade articular no paciente com hanseníase é importante 
pois a falta de flexibilidade acaba comprometendo a execução adequada dos 
movimentos. 
Objetivos: Os objetivos da fisioterapia na Hanseníase são: 
Monitoramento da função neural, através de avaliação neurológica; 
Classificação do grau de incapacidades; Aplicação de técnicas preventivas; 
Confecção e adaptação de órteses, talas e palmilhas; Trabalho de força muscular; 
Evitar ou diminuir retrações dos tecidos moles; Manter ou recuperar a mobilidade 
articular; Evitar deformidades; Manter o tônus muscular; Diminuição do quadro de dor 
e edema; Orientação de repouso, quando necessário; Orientação das atividades de 
vida diária; Orientação sobre a utilização de calçados especiais, uso adequado de 
órteses de posicionamento, e sobre a marcha e deambulação de formas adequadas; 
Estimular a movimentação ativa e a realização de alongamentos; Promover o bem-
estar do paciente; Melhorar a qualidade de vida do paciente. 
Teste de sensibilidade: O fisioterapeuta possui vários recursos para testar a 
sensibilidade do paciente, segue uma dentre elas: na realização do teste de 
sensibilidade pelo menos quatro locais de cada palma da mão e de cada planta de pé 
devem ser testados. 
 
35 
 
Primeiro deve-se mostrar ao paciente, com os olhos abertos, o que o 
examinador irá fazer e só então solicitar que feche seus olhos. Tocar em cada um dos 
quatro lugares da palma da mão e da planta do pé com a ponta de uma caneta 
esferográfica. Após pressionar delicadamente fazendo somente uma depressão 
pequena napele, pedindo para o paciente apontar o lugar que foi tocado. Caso o 
paciente não sinta a pressão da primeira vez, deve-se testar o mesmo lugar uma 
segunda vez. Outra forma de avaliação de sensibilidade são os monofilamentos de 
Semmes-Weinsten, que são utilizados para testar toque leve, pressão e sensação, 
sendo recomendados para monitorar a função e detectar o prejuízo sensorial desde 
um nível moderado até um estágio mais avançado. 
Teste de força muscular das mãos e pés: Assim como o teste de 
sensibilidade, o fisioterapeuta possui vários instrumentos para testar a força muscular, 
dentre eles: na realização do teste de força muscular se avaliam quatro músculos em 
cada lado do corpo do paciente, sendo um músculo que afeta a pálpebra, dois 
músculos da mão e um músculo que controla o pé. 
(F) forte – quando a força parecer normal; 
(D) diminuída – quando a força estiver diminuída; 
(P) paralisado – quando não houver força para produzir o movimento que está 
sendo testado. 
Para avaliar o músculo que afeta a pálpebra, pedir para o paciente fechar os 
olhos delicadamente. Assim se houver paralisia, haverá uma abertura remanescente 
entre as pálpebras superior e inferior. 
Na avaliação dos músculos da mão, o nervo ulnar é avaliado segurando do 
segundo ao quarto dedos, então o paciente abre o quinto dedo enquanto é aplicada 
uma força contrária na face lateral da segunda falange. Já o nervo mediano, se avalia 
pedindo para o paciente elevar o polegar perpendicularmente ao plano da palma da 
mão, enquanto uma força contrária é aplicada na face lateral da falange proximal do 
polegar. No músculo do pé, o nervo fibular é avaliado pedindo para o paciente levantar 
seu pé em dorsiflexão, então é aplicada uma força contrária no dorso do pé apoiando 
a mão sobre a região média do pé. 
Teste de palpação de nervos periféricos: A palpação nervosa das áreas de 
acometimento mais comuns pode acabar detectando nervos periféricos espessados 
ou dolorosos estando correlacionados com a presença de incapacidades físicas ao 
 
36 
 
exame inicial, podendo estarem associados com o estabelecimento de sequelas 
neurológicas. 
• Nervos palpados na avaliação 
Membros superiores: nervo radial, nervo ulnar, nervo mediano, e nervo radial 
cutâneo; 
Membros inferiores: nervo fibular, e nervo tibial posterior. 
5.7 Queimados 
O tratamento de queimaduras representa um desafio para os profissionais da 
saúde, não só pela gravidade das lesões apresentadas, como também pelas muitas 
complicações. Esse tratamento deve contemplar uma multidisciplinaridade 
profissional, inclusive psicológica, visto que pode gerar consequências que 
extravasam as complicações físicas (FERNANDES, 2019). 
A fisioterapia dermatofuncional estuda pacientes queimados, proporcionando 
amplas ferramentas de trabalho ao fisioterapeuta frente às propostas de tratamento 
para reduzir as sequelas já instaladas, afim de minimizar o desenvolvimento de novas, 
pois em sua grande maioria são crônicas e possuem um caráter individual. Sendo 
assim este estudo teve como objetivo de analisar importância das intervenções 
fisioterapêuticas dermatofuncional em pacientes queimados. O tratamento de 
queimaduras sempre foi um desafio, tanto pela sua gravidade, como pela 
multiplicidade de complicações que normalmente ocorrem (FERNANDES, 2019). 
Como foi visto, a cura da queimadura implica não somente em cirurgias de 
enxertia de pele precoces, mas também em controlar e orientar a regeneração 
cicatricial, que tende a ocorrer de forma anárquica e com potencial de sequelas e 
infecções, diante o exposto surgiu a necessidade de investigar algumas indagações: 
A fisioterapia dermatofuncional contribui na melhora dos pacientes queimados? As 
lesões que ocorrem em virtude disso podem ser reduzidas com os recursos 
eletrotermofototerápicos? Quais são os recursos mais adequados para estes 
pacientes (FERNANDES, 2019). 
Um recurso importante no tratamento das cicatrizes e feridas dentre suas 
diversas modalidades, pode-se evidenciar a aplicação da corrente alternada, pois é 
importante para tratar aderências de tendões ao tecido cicatricial subjacente. A 
 
37 
 
corrente alternada bipolar, pulsada ou oscilante, ajuda a reduzir o edema e aumentar 
a amplitude de movimento (DELISA, 2002) 
LAMBERTI (2018) no seu estudo destaca a importância do laser de baixa 
intensidade, cinesioterapia e massoterapia na cicatrização de ferida causada por 
queimadura. 
Corroborando com o estudo citado, CARREIRO (2015) evidenciou que a 
atuação da fisioterapia foi eficiente na melhora da amplitude de movimento e força 
muscular de forma global. 
De acordo com MORAES (2012) no seu estudo abordou a Utilização de 
exercícios físicos aeróbicos e de resistência que se mostrou efetivo na diminuição de 
contraturas de cicatrizes, evitando ou, pelo menos, minimizando a restrição na 
amplitude de movimento. 
BRAVO (2016) afirma em seu estudo que além do trauma sofrido pela 
queimadura, a cicatriz compromete a autoestima, e por vezes, produz uma notável 
morbidade funciona, incluindo contraturas, alterações hipertróficas e limitações 
funcionais. A recuperação do aspecto estético da pele, bem como a restauração da 
função ou área anatômica perdida resultante de uma lesão profunda, tem mostrado 
resultados significativos com o uso de tecnologias a laser. 
Na atualidade, algumas dessas tecnologias podem ser utilizadas na abordagem 
terapêutica dessas cicatrizes. PATRIOTA, (2011) corrobora com o estudo citado, 
concluindo que o tratamento facial com luz intensa pulsada promoveu intensa melhora 
clinica que foi confirmado pelo estudo histopatológico da pele, estabelecendo boa 
opção de tratamento para o fotoenvelhecimento cutâneo, por ser técnica não-ablativa, 
segura e eficiente. 
ISAAC (2001) reforça que a Luz Intensa Pulsada é uma tecnologia que pode 
ser utilizada com segurança, proporcionando melhora do índice de satisfação dos 
pacientes e médicos em relação as características do tegumento pós-queimadura. O 
grau de melhora esteve diretamente comparado ao número de sessões realizadas. 
SKOPINSKI (2012) no seu estudo analisou o uso massagem e drenagem 
linfática manual, laserterapia (HeNe 40 mJ) exercícios ativos, resistidos e isométricos 
em um paciente que teve 40% do seu corpo queimado em um acidente no trabalho 
que teve resultados consideráveis, preveniu retrações da pele e cicatrizes 
 
38 
 
hipertróficas, reduziu a dor, além de ter mantido a ADM, proporcionando 
independência funcional ao paciente. 
Em concordância com estudo citado acima, PRESTES (2013) reafirmou que a 
fisioterapia dermatofuncional é de suma importância no tratamento de queimaduras 
melhorando a qualidade de vida do paciente. 
SANTANA (2012), afirma em seu estudo que os parâmetros clínicos 
fundamentados, antes e após a fisioterapia, revelaram um valor preditivo significativo 
para todas as variáveis, comprovando a importância deste atendimento na 
reabilitação. 
TANAKA (2003) corrobora com seu estudo, revelando que a atuação da 
fisioterapia, executada de forma sistemática e frequente é um fator essencial para que 
a reabilitação seja alcançada com sucesso. 
CARREIRO (2015) enfatiza que a fisioterapia na UTI como tratamento do 
paciente queimado é de grande importância. Pois através de várias abordagens, o 
fisioterapeuta atua na parte motora, respiratória e cicatricial, com isso melhora a 
qualidade de vida e as sequelas deixadas pelas lesões. A fisioterapia deve ser 
iniciada desde o primeiro dia de internação com mobilização global dos membros 
(exercícios de amplitude de movimento) e, para evitar sequelas em pacientes não 
colaborativos, devem ser utilizados splints que devem ser trocados a cada 24 horas. 
O posicionamento no leito, transferências também devem ser realizados. 
5.8 Após tratamento do câncer de mama 
A fisioterapia acompanha as mulheres que têm sido submetidas a cirurgiasda 
mama por tumores malignos. A abordagem inicia-se no pré-operatório. As mulheres 
são orientadas quanto à postura que irão adquirir no pós-cirúrgico (PO) e a 
importância da aderência à reabilitação. Quanto mais precoce forem orientados os 
exercícios, mais rapidamente a mulher responderá ao tratamento. 
Os exercícios de mobilização precoce do membro superior deverão ter a sua 
amplitude limitada, devem ser incluídos exercícios posturais simples e dinâmicos, 
além da automassagem de drenagem linfática a partir do PO. 
 
39 
 
A amplitude de movimentos deve ser alcançada no menor espaço de tempo 
possível, levando-se sempre em conta as dificuldades individuais de cada paciente 
(CAMARGO, 2000). 
As pacientes submetidas ao tratamento fisioterápico diminuem seu tempo de 
recuperação e retornam mais rapidamente às suas atividades cotidianas, 
ocupacionais e desportivas, readquirindo amplitude em seus movimentos, força, boa 
postura, coordenação, auto-estima e, principalmente, minimizando as possíveis 
complicações pós-operatórias e aumentando a qualidade de vida (SILVA et al, 2004). 
Linfedema e Linfoterapia: Entre as complicações, o linfedema é o mais temido 
pelas mulheres. O linfedema a pode ser definido como um acúmulo anormal, crônico 
e progressivo de proteínas e líquidos no espaço intersticial, edema e inflamação 
crônica, estando relacionado, no caso do câncer de mama, com a extremidade 
ipsilateral à cirurgia (PANOBIANCO, 2002). 
Estudos clínicos e experimentais feitos por vários investigadores mostraram 
que o linfedema de membro superior pós-mastectomia ocorre devido à obstrução do 
fluxo linfático na axila (Box et al, 2002). Qualquer redução na capacidade do sistema 
linfático de drenar líquido do interstício para o sangue irá causar alterações no tecido 
cutâneo e subcutâneo da parte afetada do corpo (TENGRUP et al, 2000). 
Pessoas com linfedema podem ter problemas significativos, incluindo 
desconforto, dor e dificuldade funcional da extremidade afetada, e a sua descoberta 
precoce pode poupá-las de um atraso na implementação do tratamento (MORRELL 
et al, 2005). 
Além do dano estético e prejuízo funcional do membro afetado, essa condição 
pode causar depressão, ansiedade, levando ocasionalmente a condições que 
ameaçam a vida (BOX et al, 2002). 
A linfodrenagem manual deverá ser iniciada já no PO com o objetivo de diminuir 
a quantidade de líquido drenado e melhorar a reabsorção linfática pelas vias colaterais 
naturais (Camargo, Marx. 2000). Em grandes centros, a reabilitação dessas mulheres 
é feita em grupos coletivos, o que promove interação entre elas, troca de experiências 
e incentivo à realização dos exercícios, o que torna a sessão mais agradável e 
estimulante (Reabilitação de Mastectomizadas – REMA, 2003). 
A fisioterapia pós-operatória no câncer de mama possui vários benefícios. 
Primeiramente, ela irá permitir a eliminação ou o não surgimento de um problema 
 
40 
 
articular inaceitável, num contexto já sobrecarregado de consequências físicas e 
psicológicas. Secundariamente, facilitará a integração do lado operado ao resto do 
corpo e as atividades cotidianas. Finalmente, irá auxiliar na prevenção de outras 
complicações comuns na paciente operada de câncer de mama (YAMAMOTO, 2007). 
5.9 Flacidez e envelhecimento 
Radiofrequência: O procedimento de Radiofrequência tem como principal 
objetivo melhorar a aparência da cútis, atuando na prevenção e na diminuição de 
flacidez e rugas, com uma técnica não invasiva. Aquecendo a derme e a hipoderme, 
como efeitos colaterais foram observados edema, hiperemia através desse 
aquecimento, promovendo a contração das fibras de colágeno e estimulando sua 
produção. (MORAES, 2012). 
 Ao decorrer da sessão de radiofrequência, o paciente pode sentir um pequeno 
desconforto decorrente do calor produzido pelo aparelho estético, que varia de 40°C 
até 45°C na área tratada, o tratamento deve ser aplicado novamente entre 14 a 21 
dias, com no mínimo oito sessões. (KEDE, 2004). 
A radiofrequência (RF) é uma radiação eletromagnética, sendo geradas pelo 
movimento de cargas elétricas, consiste em uma corrente alternada que cria ondas 
de energia sendo transmitidas pela manopla bipolar ou hexapolar, se encontra na faixa 
de 3 kilohertz a 300 gigahertz (KEDE, 2004). 
O conceito básico desta técnica é a geração de calor por conversão, atingindo 
profundamente as camadas tissulares promovendo a oxigenação, nutrição e 
vasodilatação dos tecidos. A radiofrequência é uma radiação no espectro 
eletromagnético que gera calor compreendida entre 30 KHz e 300 MHz, esse calor 
alcança os tecidos mais profundos gerando energia e forte calor, mantendo a 
superfície resfriada e protegida. Ela é indicada em todos os processos degenerativos 
que impliquem na diminuição ou retardo do metabolismo, irrigação e nutrição, por 
provocar aumento da vasodilatação e irrigação abaixo da zona tratada, além da 
oxigenação e nutrição dos tecidos. Os efeitos térmicos da radiofrequência provocam 
a desnaturação do colágeno promovendo imediata e efetiva contração de suas fibras, 
ativando fibroblastos ocorrendo a neocolagenização e a reorganização das fibras 
colágenas e subsequente remodelamento do tecido. No momento que o organismo 
 
41 
 
detecta uma maior temperatura que o fisiológico, aumenta a vasodilatação com 
abertura dos capilares, o que melhora o trofismo tissular, a reabsorção dos líquidos 
intercelulares excessivos e o aumento da circulação. Com isso, ocorre um ganho 
nutricional de oxigênio, nutrientes e oligoelementos, e a melhora no sistema de 
drenagem dos resíduos celulares (CARVALHO, S/D). 
Criolipólise: A criolipólise é um método não invasivo de redução de gordura 
localizada que pode ser aplicada em várias regiões do corpo. Essa técnica é bastante 
utilizada na área da estética por promover resultados satisfatórios e em poucas 
aplicações. Por ser também um método não invasivo, não necessitando de anestesias 
e não gerando nenhuma cicatriz. A criolipólise é caracterizada pelo resfriamento 
localizado do tecido adiposo subcutâneo, com temperaturas em torno de -5 a -15°C, 
causando uma paniculite fria localizada e provocando a morte adipocitária por 
apoptose e, consequentemente a diminuição do contingente adiposo. Uma resposta 
inflamatória ocorre induzida pelo resfriamento dos adipócitos que precede a redução 
da camada de gordura. E é justamente essa inflamação, o elemento desencadeador 
do fenômeno de apoptose (BRAZ et al., 2017). 
No caso da flacidez tissular (cutânea), o que ocorre é a perda da elasticidade e 
firmeza da pele, gerando uma protuberância na região onde ela está instalada. Essa 
flacidez ocorre quando as fibras que sustentam e dão elasticidade à pele não 
conseguem mais desempenhar a sua função de forma eficiente. Isso geralmente 
ocorre devido o processo de envelhecimento cutâneo e também quando o indivíduo 
passa por alguns processos de ganho de peso e emagrecimento constantemente, ou 
após algumas gestações, isso faz com que a pele seja esticada e quando não há mais 
aquela camada de gordura, ou não há mais o bebê, a pele não retorna mais ao seu 
aspecto anterior, tornando-se flácida (GUIRRO; GRUIRRO, 2004). 
6 DRENAGEM LINFÁTICA 
A drenagem é uma técnica de compressão manual dos tecidos que utiliza 
pressões intermitentes e tem como objetivo aumentar o fluxo da circulação linfática 
para tratamento de patologia (SOUZA, 2012). 
Deve-se respeitar a anatomia e fisiologia do sistema linfático além da 
integridade dos tecidos superficiais. Para tanto a drenagem linfática manual precisa 
 
42 
 
ser realizada de forma suave, lenta e rítmica, sem causa dor, danos ou lesão aos 
tecidos do paciente (SILVA, 2012). 
Diversas técnicas de massagem e terapias manuais tem sido usada ao longo 
dos tempos para tratar condições inestéticas. Atualmente, devido ao maior interesse 
da população por tratamento que melhore oscontornos corporais, as adiposidades 
localizadas e o fibro edema gelóide, tem havido grande procura por diferentes 
recursos terapêuticos e massagens ditos como “redutores” ou “modeladores” 
(TACANI, 2011). 
Na década de sessenta a drenagem linfática começou a ser empregada com a 
intenção de melhorar os resultados cosméticos de cirurgias. Desde então, já eram 
observados os benefícios da drenagem linfática manual no tratamento e prevenção 
de algumas complicações no pós-cirúrgico. Sendo que a execução de manobras no 
pós-operatório imediato apresenta grandes benefícios para a prevenção e tratamento 
das sequelas procedente do ato cirúrgico. A drenagem linfática manual aplicada com 
movimentos rítmicos atua de forma eficaz na drenagem do edema proveniente do ato 
cirúrgico. Ultimamente, a drenagem linfática manual está representada principalmente 
por duas técnicas a de LEDUC e a de VODDER. Ambas são baseadas nos trajetos 
dos coletores linfáticos e linfonodos (SILVA, 2012). 
Técnica de LEDUC: As manobras da drenagem Linfática de LEDUC Baseia-
se: Manobra de captação: é realizada sobre os segmentos edemaciados, visando 
aumentar a captação da linfa pelos linfocapilares. Manobra de reabsorção: as 
manobras se dão nos pré-coletores linfáticos, os quais transportarão a linfa capitada 
pelos linfocapilares; Manobra de evacuação: o processo de evacuação ocorre nos 
linfonodos que recebem a confluência dos coletores linfáticos. 
Técnica de VODDER: As manobras básicas da drenagem linfática de 
VODDER diferenciam-se quatro tipos de movimentos: círculos fixos, movimentos de 
bombeamento, movimentos do “doador” e movimento giratório ou de rotação. Círculos 
fixos: Promove um estiramento do tecido, causando uma pressão/descompressão, 
isso é feito com a mão espalmada sobre a pele e realizando movimentos circulares 
com os dedos, esses movimentos são realizados de 5 a 7 vezes no mesmo lugar. 
 
43 
 
6.1 Indicação e Contra indicação da drenagem linfática 
Segundo MACEDO (2010) afirmam que indicação da drenagem linfática em 
cirurgia plástica é necessariamente para a remoção do edema excessivo localizado 
no interstício. Mas, só ocorrerá a diminuição deste edema quando houver redução da 
secreção de cortisol, que é liberado durante o processo de inflamação e reparo e no 
término da formação do tecido cicatricial, em torno de 20 a 42 dias. 
Para CAMARGO e MARX (2000) o edema é o acúmulo anormal de líquido 
intersticial, com característica predominantemente aquosa e não possui alta 
concentração proteica. Afirmam que a técnica de drenagem linfática manual vem 
sendo defendida para ser começada no primeiro dia pós-operatório com a emprego 
de manobras de evacuação e captação nas redes ganglionares e vias linfáticas, 
porém somente realizadas nas áreas afastadas da zona edematosa como uma 
maneira de estimular as anastomoses linfáticas. 
A drenagem linfática manual atua sobre o edema e hematoma pós-lesão. Mas, 
além dessa função, auxilia na reparação de ferimentos, pois o fibrinogênio da linfa é 
o elemento responsável pela formação de coágulos, que darão origem à barreira 
protetora das lesões. O trauma agudo ou a inflamação crônica no processo de 
cicatrização dependem inteiramente da eficiência da circulação sanguínea e linfática 
(BORGES, 2006). 
De acordo com GUIRRO e GUIRRO (2002), as manobras de drenagem linfática 
manual são indicadas na prevenção e/ou tratamento de: Edemas, Linfedemas, Fibro 
edema gelóide, Queimaduras, Enxertos, Acne. 
GUIRRO e GUIRRO (2002), afirma que a drenagem linfática manual é 
contraindicada na presença de: Processos infecciosos, Neoplasias, Trombose venosa 
profunda, Erisipela. 
A drenagem linfática manual não apresenta risco algum para o paciente de pós-
operatório de cirurgias plásticas, apenas se for mal aplicada concentrando muita força, 
rapidez excessiva, ou direção errada (BORGES, 2006). 
6.2 Pré cirúrgico 
O fisioterapeuta poderá avaliar vários fatores que estejam relacionados à 
disfunção estética, dentre eles retrações musculares, deformidades articulares, 
 
44 
 
desvios posturais que levam a alguma alteração estética e funcional. Deve-se avaliar 
as condições circulatórias dos pacientes, estabelecendo presença de alteração como 
edemas/ linfedemas (BORGES, 2006). 
De uma forma geral, o pré operatório fisioterapêutico funciona também como 
orientação para o paciente. É nesse momento que é preparado o mesmo para a 
cirurgia, e onde se conhece suas limitações e começa-se a tratar o plano de 
tratamento pós cirúrgico (COUTINHO, 2006). 
6.3 Pós cirúrgico 
Fase Inflamatória: Até 72 horas: Atendimento diário: Repouso com 
deambulação de pequenas distâncias. 
Orientação quanto à postura: maneira correta de levantar e deitar 
 
45 
 
 
A Drenagem linfática é indicada para procedimentos cirúrgicos onde vai atuar 
na diminuição ou retirada total do excesso de liquido extravasado no interstício como 
no caso do seroma, na fase aguda, porém a sua aplicação deve ser mais suave 
sempre diminuindo os riscos de deslizamentos e trações, lembrando que é um Pós-
operatório imediato (MELLO; SOUZA, S/D). 
Existem duas contraindicações para essa técnica que são o diagnóstico de 
trombose venosa profunda e infecções, porque aumenta o risco do trombo se soltar e 
ir para a corrente sanguínea causando uma embolia pulmonar. (GONZALEZ, MM et 
al.,2013). 
(TACANI, 2004) em um estudo realizado com 28 cirurgiões plásticos no ABC 
paulista, eles descreveram que 96,6% das mulheres que procuram cirurgias plásticas, 
relatam que a drenagem linfática manual é o recurso terapêutico mais eficaz para o 
 
46 
 
tratamento de pós-operatório, pois essa técnica é capaz de diminuir o tempo de pós-
operatório, mais é importante ressaltar que tem que ser realizada por um profissional 
capacitado. 
7 CORRENTE RUSSA NAS DISFUNÇÕES DERMATOFUNCIONAIS 
Segundo GUIRRO e GUIRRO (2004), a corrente Russa, é uma corrente excito 
motora utilizada para tratamentos estéticos como a flacidez muscular e modelagem 
corporal e atualmente também vem sendo grandemente utilizada pela fisioterapia 
dermatofuncional. O objetivo dessa modalidade terapêutica é propiciar o 
fortalecimento e/ou hipertrofia muscular, bem como a melhora/aumento da circulação 
sanguínea e linfática, auxiliando assim o trofismo dos tecidos. 
O processo de aplicação da corrente russa, acontece de modo usual com 
eletrodos colocados sobre o ventre muscular. Para conseguir a hipertrofia do musculo, 
que é o proposito usual dessa corrente, são aplicadas correntes com alta intensidade 
e que produzem contrações musculares máximas. Essas correntes devem ser 
realizadas de maneira que sejam toleráveis seus estímulos, com series de poucos 
segundos, separando por períodos de repouso mais longos (LOW; REED, 2001). 
A eletroestimulação russa é um recurso que está sendo bastante utilizado no 
tratamento da estética corporal. Entre as várias patologias englobadas a esse meio 
estético, a flacidez muscular é uma das mesmas que pode obter resultados 
proveitosos, através desses recursos (LOPES, 2004). 
 
Para iniciar o tratamento a pele deve ser limpa com água e sabão, ou com 
algum material comercial de base alcoólica. Este procedimento é efetuado para 
remover os resíduos cutâneos, suor e sujidade. (CLEMENTE, 2008) 
 
47 
 
A corrente russa pode ser modulada em diferentes parâmetros, entre eles é o 
tempo em que a corrente passa para os tecidos, e o tempo em que ela cessa sua 
passagem, sendo o tempo ON é o tempo em que há contração muscular, e o tempo 
OFF quando a contração é cessada (ROCKENBACH; WINKELMANN, 2013). 
Vários estudos com fortalecimento de reto abdominal obtiveram a hipertrofia 
muscular usando assim o tempo ON de 9 segundos e Tempo OFF de 27 segundos. 
Já outro estudo de estimulação de reto abdominal utilizou 6 segundos de contração e 
6 segundos de repouso, em ambos não ocorreu sinal de fadiga muscular ou algumdesconforto relatado pelos pacientes (ROCKENBACH; WINKELMANN, 2013). 
A rampa de subida e de descida da corrente russa é outra modulação 
encontrada em seus aparelhos. A rampa determina o aumento ou uma descida 
gradativa da duração do pulso junto com a amplitude do pulso, variando normalmente 
entre 1 a 5 segundos, permitindo assim um aumento ou diminuição gradual da 
contração muscular. A função dessa rampa tem como aspecto mais fisiológico à 
contração eletroestimulada. Quanto maior a intensidade da modulação, mais nervos 
motores são estimulados. Sendo orientado o uso do máximo de intensidade da 
corrente tolerado pelo paciente (ROCKENBACH; WINKELMANN, 2013). 
 
 
8 ULTRASSOM NAS DISFUNÇÕES DERMATOFUNCIONAIS 
Segundo CLAYTO (1998) o tempo de aplicação e a intensidade da radiação 
ultrassônica devem ser de dois minutos para áreas 10 cm². A intensidade varia 
segundo o efeito desejável e o tipo de tecido, sendo sua ação tanto mais profunda 
conforme a sua intensidade. 
GARCIA et AL (2006) demonstraram que o fluxo acústico gerado por uma 
freqüência de 20 KHz pode inativa enzimas. 
Mas para DÂNGELO (2004) relataram que soluções enzimáticas são inativadas 
por ultrassons com freqüência de 3 MHz, com intensidade entre 1 e 3 W cm². Os 
efeitos que a pressão de radiação e a cavitação estável exercerem nas membranas e 
no interior dos tecidos possibilitando o aumento da permeabilidade da membrana 
aumentando a circulação local. A energia necessária para a atividade física no 
 
48 
 
tratamento do fibro edema ginóide devem provir do sistema aeróbico. O efeito térmico 
aumenta o fluxo sanguíneo, a permeabilidade da membrana e a extensibilidade dos 
tecidos ricos em fibras colágenas. A ação fisiológica do ultrassom produz vibrações 
molecular como uma micromassagem nas junções tissulares, resultante da fricção 
térmica. 
Para o tratamento da LDG, a intensidade varia de 0,8 a 1,2 W/cm², calculando 
1 minuto por cm², proporcionando efeito térmico e mecânico. O grau de aumento da 
temperatura durante um tratamento com o ultrassom depende do modo de aplicação 
(continuo ou pulsado), da intensidade e da freqüência de saída, da vascularização e 
do tipo de tecido e da velocidade na qual a fonte sonora é movimentada sobre o tecido. 
As alterações fisiológicas dentro dos tecidos dependem do aumento da temperatura, 
sendo maiores quando o ultrassom é aplicado de modo contínuo. (ROBERTSON, 
2009). 
Para aumentar a temperatura no interior dos tecidos com o ultrassom de 3MHz, 
o tempo será de 3 a 5 minutos, sendo que o ultrassom de 3 MHz aquece três a quatro 
vezes mais rápido comparado a de um 1 MHz, em tecidos até 2 cm de profundidade. 
O ultrassom terapêutico, no mercado nacional, caracteriza-se por apresentar 
frequências de 1,0 ou 3,0 Megahertz (MHz), sendo disponível atualmente também em 
5,0 Megahertz (MHz). A intensidade pode variar entre 0,1 e 3,0 watts por centímetro 
quadra do (W/cm²). 
 Mais recentemente, alguns equipamentos foram reprojetados para apresentar 
limites de intensidades mais compatíveis com a prática clínica, as quais variam de 
0,01 a 2, Wcm². Estes equipamentos estão mais próximos da prática terapêutica, uma 
vez que raramente utilizam-se doses superiores a 2 W/cm². A freqüência de 5 MHz é 
indicada exclusivamente para a área de dermatologia por apresentar uma pequena 
capacidade de penetração nos tecidos biológico (GUIRRO e GUIRRO 2004). 
A aplicação do ultrassom é contra indicado em quadro clínicos de útero durante 
a gestação, gônadas, malignâncias e lesões pré-cancerosas, tecidos anteriormente 
tratado por raio – x profundos, ou por outro tipo de radiação, infecção agudas, áreas 
cardíaca, ou seja, em casos de cardiopatia avançadas, hemofílicos não cuidados pela 
reposição do fator, placas epifisárias, medula espinhal, grandes nervos subcutâneos, 
crânio e áreas anestésicas. 
 
49 
 
9 CARBOXITERAPIA NAS DIFUNÇÕES DERMATOFUNCIONAIS 
A técnica de aplicação é realizada com a injeção hipodérmica de anitro 
carbônico no tecido, assim favorecendo a destruição de células gordurosas e obtendo 
um retorno venoso e a oxigenação na área tratada. (LOPES, 2006). 
Quando é realizada a aplicação do CO2 há uma elevação do dióxido de 
carbono para a liberação de oxigênio. Contudo há um acúmulo de oxigênio elevando 
gradativamente a pressão nos tecidos contribuindo para o aumento do metabolismo 
no tecido. (PEREIRA et al, 2010). 
Na área dermatofuncional pode ser utilizado em tratamentos para estrias, 
celulites, rugas, flacidez cutânea, redução de medidas, gordura localizado, cicatriz, 
sempre tomando cuidado com as reações de cada paciente. (SILVA et al.,2012). 
 A Carboxiterapia ela auxilia na melhora dos aspectos das cicatrizes hipertrófica 
e/ou queloide, por ser uma lesão na camada dérmica a sua aplicação irá reiniciar um 
processo cicatricial no local, o gás aplicado realizara um descolamento da pele 
levando a um abaulamento tecidual e recrutamento do colágeno, formando assim um 
novo processo cicatricial dessa vez de maneira correta. (SCORZA, 2008). 
BRANDI et al. (2001) em seu estudo descreve os benefícios da carboxiterapia 
na evolução significativa da elasticidade da pele, e relata que o efeito dessa terapia é 
de grande valia, pois seu uso diminui os riscos de complicações como necrose, 
fibrose. 
10 LASERTERAPIA 
A Classificação dos lasers varia de acordo com a potência alta e baixa, o mais 
aplicado na área da Dermatofuncional é o de baixa potência que são o Helio- Neônio 
(HeNe) Alumínio- Gálio- Índio- Fosforo (AlGalnP), Arseneto de Gálio (AsGa), 
Arseneto, Gálio e Alumínio (AsGaAl), porque eles não aquecem a área onde está 
sendo aplicada ou seja, no tecido que sofre a irradiação, por isso ele é abordado como 
um atérmico. (FREDERICO, 2007) 
Na área da Dermatofuncional é mais predominante a utilização dos HeNe que 
é caracterizado como superficial, com rápida absorção e seu comprimento de onda 
de 632,9 nm, com sua forma de emissão dos raios contínuo, feixe de luz visível, e 
 
50 
 
potência de 2 a 15 nw, já o AsGa, é mais profundo, ele é mais utilizado em tratamentos 
para tendões, osso e músculos, seu comprimento de onda de 904 nm, emissão de luz 
pulsada, feixe não visível, potência de 15 a 30 mW .(GUIRRO ; GUIRRO, 2002). 
A Aplicação do mesmo pode ser de duas formas a pontual realizada de forma 
direta em vários pontos de luz em uma determinada área, lembrando que a mesma 
deve fica sempre perpendicular à aplicação e sempre separando os pontos de 1 a 2 
cm de distância, e por varredura é a maneira mais fácil mais tem que ter muita atenção, 
a sua aplicação pode ser encostada na pele ou com uma curta distância, a duração 
de cada aplicação deve durar em torno de 40 a 45 minutos, logo o fisioterapeuta deve 
fazer uso dos equipamentos de proteção individual, como luvas, óculos, touca, jaleco 
e máscara para sua proteção. (GUIRRO; GUIRRO, 2002) 
10.1 Tipos de laser na fisioterapia 
Os tipos de laser utilizados na fisioterapia podem ser classificados conforme a 
percepção do feixe e a forma de emissão. Os lasers HeNe e AlGaInP são visíveis a 
olho nu, enquanto os AsGa e AsGaAL não operam na luz visível. 
Além disso, somente o AsGa opera na forma pulsada, devido às características 
inerentes ao seu feixe. 
Tipo de Laser 
 
Comprimento de onda (intervalo) Potência 
HeNe 628 nm 2 a 10 mW 
AlGaInP 670 nm (630-685) 15 a 30 mW 
AsGa 904 nm 15 a 30 mW 
AsGaAl 830 (780-870) 30 mW 
 
O laser de hélio e neônio (HeNe) tem a cor vermelha e consegue penetrar de 
10 a 15 mm na pele. Por isso, é empregado para o tratamento de lesões superficiais, 
cicatrizes menos complexas, manchas na pele etc. 
O de Arseneto de gálio (AsGa) e o de gálio, alumínio e Arseneto (GaAIA) 
operam na região do infravermelho e são opções terapêuticas para tratamento de 
lesões profundas. 
 
51 
 
Os lasers mencionados acima podem ser aplicados em regiões específicas ou 
por métodode varredura. Para a administração pontual, é fundamental demarcar a 
região, definindo o diâmetro do ponto e a zona que será atingida. 
No método de varredura manual, os especialistas precisam demarcar o 
diâmetro do ponto e o complemento da área que também receberá o laser, que será 
em qualquer direção, desde que aborde uma zona de segurança e seja de fácil 
aplicação no espaço afetado. 
Além disso, o posicionamento do emissor influencia na efetividade da 
aplicação, sendo recomendável 90 º em relação à superfície. Também deve-se evitar 
direcionar o campo de visão para a terapia, para que não ocorra a reflexão. 
10.2 Indicações clínicas do laser de baixa potência 
Cicatrização de feridas: O processo de cicatrização é complexo e, conforme 
o tamanho da lesão, é preciso intervir com condutas específicas para evitar um 
desconforto ao paciente. A inflamação subjacente envolve a participação de linfócitos, 
fibroblasto e muitos mediadores inflamatórios. 
A aplicação de laser de baixa potência pode excitar os linfócitos e promover 
sua ativação e proliferação, contribuindo sobremaneira para a facilitação da 
cicatrização. Além disso, também ajudam no deslocamento das células epiteliais e na 
diminuição da síntese de mediadores inflamatórios. 
Alguns estudos já mostram que o laser pode aumentar a produção de ATP, 
aumentar a velocidade da mitose e estimular a microcirculação. Dessa forma, gera 
novos vasos sanguíneos que aperfeiçoa o processo de cicatrização. 
Tratamento de úlceras de pressão: Sua aplicação é ampla, pois pode ser 
utilizada em grandes ou pequenas feridas em processo de cicatrização tanto em 
humanos quanto em animais. O que diferencia no tratamento é o tipo do meio ativador, 
o tempo de irradiação e o número de aplicações. 
Outras indicações ainda em fase de estudos incluem a laserterapia para o 
tratamento das chamadas úlceras de pressão, conhecidas popularmente como 
escaras. Trata-se de feridas em algumas partes do corpo devido à imobilidade dos 
pacientes em regime de internação hospitalar. 
 
52 
 
Nesse caso, a laserterapia de baixa intensidade aplicada em intervalos 
programados tem melhorado o aspecto dessas formações bolhosas e diminuído a dor 
atribuída ao contato com elas. 
Diminuição da dor crônica: Além dos tratamentos cutâneos, os lasers de 
baixa intensidade têm diminuído ou cessado a dor crônica, em especial as 
fibromialgias. 
Pessoas que sofrem com dores musculares não conseguem realizar 
confortavelmente as atividades diárias e, por apresentarem uma situação dolorosa 
latente, muitos pacientes recorrem a tratamentos medicamentosos ou cirurgias na 
esperança da eliminação da dor. Porém, muitas vezes não alcançam o objetivo 
terapêutico. 
A laserterapia de baixa potência vem com uma estratégia menos invasiva e 
com potencial analgésico característico. As principais pesquisas demonstram que 
esse tipo de laser bloqueia a condução do estímulo nervoso, diminuindo, assim, a 
percepção cerebral da dor. Além disso, o procedimento promove a liberação periférica 
de opioides endógenos, que causam, além da analgesia, uma sensação de 
relaxamento e bem-estar durante as aplicações periódicas. 
Laserterapia no tratamento de parestesia: A parestesia é uma enfermidade 
relacionada a uma lesão no tecido neural, que causa formigamento ou desconforto ao 
paciente. Como se trata de um dano nos nervos, pode acometer diversas áreas do 
corpo. 
O que acontece é uma hiperestimulação nervosa, gerada por potenciais de 
ação sucessivos e com um limiar mais baixo, propiciando um estímulo intermitente. 
Nesse contexto, a situação normal passa a ser a excitação excessiva. 
Vale ressaltar que a recuperação sensitiva ocorrerá em longo prazo, pois 
dependerá do fenômeno da neuroplasticidade, que é uma adaptação das células 
nervosas frente as novas situações. Outros benefícios da aplicação da laserterapia na 
parestesia é a reparação tecidual e a otimização da microcirculação sanguínea, 
condição essencial para ajudar as células nervosas livres de outras lesões. 
 
53 
 
11 RADIOFREQUÊNCIA NAS DIFUNÇÕES DERMATOFUNCIONAIS 
A Radiofrequência (RF) é uma técnica que utiliza radiações do espectro 
eletromagnético na ordem de kilohertz (kHz) a Megahertz (MHz). Estas ondas 
eletromagnéticas apresentam energias que se diferem pela capacidade de induzir 
movimento de partículas ionizadas. Essa característica é utilizada em transmissão de 
sinais (como rádio) e daí vem o nome radiofrequência (AKITA, 2014). 
O método de RF é baseado na conversão da energia eletromagnética em efeito 
térmico, quando utilizada na faixa de frequência de kHz não ocorre aquecimento nos 
tecidos pelo campo eletromagnético gerado e sim pela resistência à passagem da 
corrente. Na faixa de MHz, o campo eletromagnético causa a polarização e oscilação 
das moléculas de água, a fricção entre as moléculas transforma a energia 
eletromagnética em calor (calor endógeno) (AGNE, 2013). 
A técnica de RF induz a retração nas fibras colágenas sem destruí-las. No seu 
funcionamento, as ponteiras passam correntes alternadas para o tecido. Os íons 
desse 8 tecido seguem na direção da corrente, gerando a elevação de temperatura, 
resultando em um encurtamento do tecido sem ruptura da integridade da epiderme 
(AGNE, 2013). 
A estimulação eletromagnética dos fibroblastos induz o processo de 
neocolagênese. O efeito térmico da radiofrequência provoca desnaturação parcial de 
fibras colágenas antigas e induz a síntese de novas moléculas de colágeno pelos 
fibroblastos estimulados, processo denominado neocolagênese. Este confere mais 
firmeza e elasticidade à pele (MORAES, 2012). 
O procedimento da radiofrequência é utilizado de forma eficaz para o 
tratamento estético da flacidez cutânea, melhorando a sua aparência e conferindo 
mais resistência e elasticidade cutânea (BOCK, 2013). 
Sabe-se que a energia gerada pelo aparelho de RF pode ser de três formas: 
Capacitiva, Resistiva e Indutiva. O eletrodo considerado capacitivo ou resistivo, cuja 
função básica é gerar e armazenar energia, quando aplicado em contato direto com a 
pele, faz com que esta energia será liberada promovendo a elevação da temperatura; 
já o sistema indutivo é aplicado por uma manopla especial de vidro que separa o 
eletrodo gerador de energia da pele, sendo esse pouco utilizado (AGNE, 2013) . 
 
54 
 
O modo de emissão da energia pode ser monopolar, bipolar, tripolar e 
multipolar (possui 3 ou mais eletrodos). A manopla monopolar possui potência e 
densidade elevada superior às demais manoplas. A técnica é aplicada, geralmente, 
por dois ou 10 três eletrodos; o eletrodo ativo que provoca grande densidade de 
corrente, o circuito da corrente é fechado pelo eletrodo passivo que consiste em uma 
placa condutiva de grande contato fazendo com que a energia retorne ao paciente 
(VIEIRA, 2016). 
11.1 Indicações e contraindicações 
Para o tratamento estético cutâneo corporal, a técnica de radiofrequência é 
indicada para regeneração de tecidos moles, processos inflamatórios crônicos, 
aderências e fibroses, cicatrizes hipertróficas e queloides, Fibroedema Gelóide 
(Celulite), flacidez e envelhecimento cutâneo (elastoses), adiposidade localizada e 
modelamento corporal (BEASLEY, 2014). 
Para que as expectativas e satisfação com o procedimento sejam concretas é 
de fundamental importância considerar as seguintes contraindicações: não deve ser 
realizada em indivíduos portadores de distúrbio vascular do colágeno, neoplasias 
malignas ativas ou recentes, ou qualquer histórico de doença que pode ser estimulada 
pelo calor. Além disso, o tratamento não é aconselhável sobre tatuagem ou 
maquiagem definitiva e enchimentos sintéticos (próteses de silicone)( BELENKY, 
2012) . 
O procedimento é contraindicado em indivíduos que apresentam alteração de 
sensibilidade cutânea local, telangiectasias, portadores de marca-passo cardíaco, 
processo inflamatório agudo, tuberculoseativa, infecção recente, aparelhos auditivos, 
neoplasias, gestantes, trombose venosa profunda, condições hemorrágicas ou 
probabilidade de esta ocorrer, diabéticos, doenças da tireoide. 
VIEIRA (2016) contra indica a aplicação de diatermia em região abdominal 
baixa de pacientes que fazem uso de dispositivo intra-uterino. Em processos 
inflamatórios 13 agudos como pós-operatórios e acnes ativas a RF pode ser aplicada 
como terapia complementar, tendo efeitos benéficos, porém a única e determinante 
cautela é que se deve estar atento é quanto a meta máximo de aquecimento. 
 
 
55 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
AGNE, J.E., Eletrotermofototerapia. 1ª Ed. Santa Maria- RS: Pallotti, 2013. 
AKITA, H., SASAKI, R., YOKOYAMA, Y., NEGISHI, K., MATSUNAGA, K., The clinical 
experience and efficacy of bipolar radiofrequency with fractional 
photothermolysis for aged Asian skin. Exp Dermatol.; vol. 23, nº. 1, p. 37–42, 2014. 
AMORIM, L.L.de, O papel da drenagem linfática na melhora da qualidade de vida 
e na redução de linfedema em mulheres mastectomizadas em pós operatório 
tardio.2012 
 
56 
 
AZEVEDO, C.D., ZANIN, É.C., TOLENTINO, T.M., CEPEDA, C.C., Estudo 
comparativo dos efeitos da eletrolipólise por acupontos e da eletrolipólise por 
acupontos associada ao trabalho no tratamento da adiposidade abdominal grau 
I em indivíduos do sexo feminino com idade entre 18 e 25 anos. Gest. Prod. 
Curitiba, 2011. 
AZULAY, R.D., Dermatologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 
BARATIERI, B.C., DE MOURA, B.D., Análise dos efeitos da aplicação da 
criolipólise na flacidez tissular abdominal, 2019. 
BAROUDI, R., Complicações, profilaxia e tratamento. In: Pontes, R. 
Abdominoplastia: ressecção em bloco e sua aplicação em lifting de coxa e 
torsoplastia. Rio de Janeiro: Revinter, 2010 
BEASLEY, K.L., WEISS, R.A., Radiofrequency in Cosmetic Dermatology. Dermatol 
Clin, vol. 32, p. 79-80, 2014. 
BELENKY, I., MARGULIS, A., ELMAN, M., BAR-YOSEF, U., PAUN, S.D., Exploring 
Channeling Optimized Radiofrequency Energy: a Review of Radiofrequency 
History and Applications in Esthetic Fields. Adv. Ther, vol. 29, nº. 3, p. 249-266, 
2012. 
BERNARDO, A.F.C., DOS SANTOS, K., DA SILVA, D.P., Pele: alterações 
anatômicas e fisiológicas do nascimento à maturidade. Revista Saúde em Foco – 
Edição nº 11 – Ano: 2019. 
BERTAIN, A., Efeitos obtidos com a aplicação da endermologia no tratamento 
do fibro edema gelóide. Tubarão: SC; 2005. 230p. 
BIJLARD E, KOUWENBERG CAE, TIMMAN R, HOVIUS SER, BUSSCHBACH JJV, 
MUREAU MAM. Burden of Keloid Disease: A cross-sectional health-related 
quality of life assessment. Acta. Derm. Venereol. 2017; 97:225-229. 
BOCCARDO, F. et al., Demonstrativo de um protocolo para o estudo 
anatopatológico dos vasos linfáticos no linfedema. Simpósio de Linfologia. J. 
Vasc. Br. Vol.2, nº. 4, p. 313-317, 2003. 
 
57 
 
BOCK, V.; Estimulação da neocolagênese através da radiofrequência. Revista 
Eletrônica Saúde e Ciência. vol. 3, nº. 2 p. 7-15, 2013. 
BOLA, A., Fisioterapia dermatofuncional. 2009 
BORGES, F.dos. S., Dermatofuncional: modalidades terapêuticas disfunções 
estéticas. São Paulo: Phorte, 2006. 541 p. 
BORGES, F.S., Modalidade terapêuticas nas disfunções estéticas. 2006. 
BORGES, F.S., Dermatofuncional: modalidades terapêuticas nas disfunções 
estéticas. São Paulo: Phorte, 2016. 
BRANDI, C, et al., Carbon Dioxide therapy in the treatment of localized 
adiposities: clinical study and histopathological correlations, Aesthetic Plast 
Surg, 2001, May-Jun; 25(3): 170-4. 
BRASIL- Ministério da Saúde. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. 
Brasília: Ministério da Saúde; 2012. 
BRASIL-Ministério da Saúde. Portaria nº 424/GM/MS, de 19 de março de 2013. 
Redefine as diretrizes para a organização da prevenção e do tratamento do sobrepeso 
e obesidade como linha de cuidado prioritária da Rede de Atenção à Saúde das 
Pessoas com Doenças Crônicas. Diário Oficial da União 2013; 28 jun. 
BRAVO, B.S.F.et al., Tratamento de cicatriz de queimadura com luz intensa 
pulsada e laser ablativo fracionado Erbium: YAG. Revista Brasileira de 
Queimaduras, vol. 15, nº. 4, p. 274-7, 2016. 
BRAZ, A. E. M.; et al. Efeito da criolipólise na região abdominal. Fisioterapia Brasil, 
Vol.18, n°3, 2017 
CAMARGO, M.C., MARX, A.G., Reabilitação física no câncer de mama. São Paulo. 
Rocca. 2000. 
CARREIRO, M.S., NUNES, R.D., Abordagem fisioterapêutica em queimados: um 
estudo de revisão no âmbito da terapia intensiva. Amazônia: Science & Health, v. 
3, nº. 2, p. 30-35, 015. 
 
58 
 
CARRERO, L.M.K., MA, W.W., LIU, H.F., YIN, X.F., ZHOUBR, Botulinum toxin type 
A for the treatment and prevention of hypertrophic scars and keloids: Updated 
review. J. Cosmet Dermatol. 2019; 18:10-15. 
CARVALHO, A.P., ALVES, C.F., BARCELLOS, C.N.P., PAZ, S.T., BORBA, T.T., 
REIS, G., Benefícios da radiofrequência no envelhecimento e flacidez da pele 
vargas, S/D. 
CAVALCANTI, R.L., Modalidades de corrente galvânica associada à 
microdermoabrasão em estrias atróficas albas: um estudo de caso, 2020. 
CLAYTON. Eletroterapia de Clayton. 10° Ed. São Paulo. Manole, 1998. 
CLEMENTE, A.I.V., Método DeLorme versus eletroestimulação no fortalecimento 
muscular de quadricipete. 2008. 94F. Trabalho de conclusão de curso de 
Fisioterapia. Universidade Fernando Pessoa. Porto. 
COFFITO- Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Resolução n° 
362 de 20 de maio de 2009. 
COUTINHO, M.M., DANTAS, R.B., BORGES, F.S., SILVA, I.C., A importância da 
atenção fisioterapêutica na minimização do edema nos casos de pós-operatório 
de abdominoplastia associada à lipoaspiração de flancos. Rev. Fisioter Ser. 2006; 
DA COSTA, R.S., Principais métodos para tratamento estético de estrias- Recife 
– PE. Instituto de ensino superior e pesquisa Centro de Capacitação Educacional, 
2016. 
DALSASSO, J., Colômbia. Fibro edema gelóide: um estudo comparativo dos 
efeitos terapêuticos, utilizando ultrassom e endermologia-Dermovac, em 
mulheres não praticantes de exercício físico. 2009. 
DÂNGELO, J.G., FATTINI, C.A., Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 2ª São 
Paulo: Atheneu, 2004. 
DE ONIS, M., ONYANGO, A.W., BORGHI, E., SIYAM, A., NISHIDA, C., SIEKMANNA, 
J., Development of a WHO growth reference for school-aged children and 
adolescents. Bull World Health Organ. 2007; 85:660-7. 
 
59 
 
DELGADO, A.M., RONZIO, O.A., VALENTIM, R.M., SOARES, I.J.P., DAMASCENO, 
R.F. DA SILVA, MEYER, P.F., Análise histológica dos efeitos imediatos da 
microeletrólise percutânea (MEP®) no tecido muscular sadio de ratos Wistar. 
Conscientize Saúde [Internet]. 2014;13(1):13–21. 
DELISA, J.A.; GANS, B.M. Tratado de medicina de reabilitação. Princípios e 
Práticas, vol. 3, 2002 
DOBKE, M. K.; et al. Tissue restructuring by energy-based surgical tools. Clinics 
in plastic. Surgery, Vol. 39, n°4, p. 399-408, 2012. 
DOMANSKY, C.R., BORGES, L.E., Manual para prevenção de lesões de pele. 
Recomendações baseadas em evidências. Rio de Janeiro: Editora Rubio,2012. 
FALCÃO, C.S.V., SOUSA, P.C., SOUSA, N.P., CATRIB, A.M.F., BARBOZA, M.C.C., 
Modo de vestir e alterações corporais em mulheres submetidas a tratamento 
fisioterapêutico. Kinesia 2010; 3:29-36. 
FERNANDES, M.I.S., Atuação da fisioterapia dermatofuncional na Reabilitação 
de pacientes queimados: uma revisão Integrativa de literatura. Rev. UNINGÁ, 
Maringa, vol. 56, nº. 3, p. 176-186, Jul./set. 2019. 
FILOMENO. L.T.B. et al., Embolia gordurosa: uma revisão para a prática 
ortopédica atual. ACTA ORTOP BRAS 13(4) – 2005. 
FREDERICO, I.G., MEZZALIRA, J., Laserterapia de baixa intensidade – Revisão 
de literatura. Monografia – Curso de Fisioterapia do Centro de Ciências Biológicas e 
da Saúde da na Universidade São Francisco em 2007, defendida e aprovada pela 
banca examinadora de professores. 
GARCIA, P.G., GARCIA, F.G., BORGES, F.S., O uso daeletrolipólise na correção 
da assimetria no contorno corporal pós-lipoaspiração: Relato de caso. Revista 
Fisioterapia Ser – Ano 1 – nº 4 – out/nov./dez – 2006 
GIORDANI, A.T., SONOBE, H.M., GUARINI, G., STADLER, D.V., Complicações em 
pacientes queimados: revisão integrativa. Rev. Eletrônica Gest Saúde. 
2016;7(2):535-48. 
 
60 
 
GONZALEZ, MM et al. I Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados 
Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq. 
Bras. Cardiol., São Paulo, vol. 101, nº. 2, supl. 3, p. 1-221, Aug. 2013. 
GUIRRO, E., GUIRRO, R., Fisioterapia dermatofuncional. 3ª ed. Barueri-SP: Manole, 
2012. 
GUIRRO, E.C.de.O., GUIRRO, R., Fisioterapia Dermatofuncional: fundamentos, 
recursos e patologias. 3ª.ed. São Paulo: Ed. Manole, 2002 
INSTITUTE OF MEDICINE. Weight gain during pregnancy: reexamining the 
guidelines. Washington DC: National Academy Press; 2009. 
ISAAC, C.et al., Trabalho premiado-prêmio Raul Couto Sucena 2005-Efeitos da 
luz intensa pulsada em sequelas cicatriciais hipercrômicas pós-queimadura. 
Revista brasileira de Cirurgia Plástica, vol. 21, nº. 3, p. 175-179, 2001 
ITANO, K. et al., Sugestão de protocolo para o tratamento de flacidez tissular 
decorrente de cirurgia bariátrica. InterfacEHS - Saúde, Meio Ambiente e 
Sustentabilidade. Vol. 10, n°2, dezembro 2015. 
JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2004. 
JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, J., Pele e anexos. Histologia Básica. Ed, v.9, p. 303-
309, 2004. 
KAREN, S.K.K., BRANDÃO, J.F., Queloide: uma revisão breve. BWS Journal. 2020, 
mar; 3, e 20030084: 1-11 
KEDE, M.P.V., SABATOVICH, O., Dermatologia Estética. Editora Atheneu: São 
Paulo, 2004. 
LAMBERTI, D.B.et al. Recursos fisioterapêuticos em paciente queimado: relato 
de caso de um sobrevivente do incêndio na boate Kiss. Revista UNINGÁ Review, 
vol. 18, nº. 2, 2018. 
LEAL, S.L., Atuação da fisioterapia. Dermatofuncional nas complicações da 
abdominoplastia, Ariquemes - RO 2017. 
 
61 
 
LEDUC, A; LEDUC, O; Drenagem linfática terapia e pratica. 2ªed. São Paulo.2000. 
LOPES, D.M.F., Levantamento da eficácia dos protocolos fisioterapêuticos 
utilizados na recuperação estética e funcional no pós- cirúrgico de 
lipoaspiração. Fisioterapia Ser, vol. 1 nº 3. 2006 
LOPES, S.C., BRONGHOLI, K., A utilização da corrente russa no tratamento da 
flacidez muscular abdominal. 2004. 
LOW, J., REED, A., Eletroterapia aplicada – princípios e prática. 3ª ed. São Paulo: 
Manole, 2001 
MACEDO, A.C.B.de; OLIVEIRA, S.M.de A atuação da fisioterapia no pré e pós 
operatório de cirurgias plásticas corporal: Uma revisão de literatura. Caderno da 
escola de saúde Curitiba, 4, 185-201. Vol. 1. 2010. 
MEDEIROS, R.A.de, VASCONCELOS, S.O., A cirurgia plástica estética a luz do 
direito civil constitucional and Humanização do Direito Civil Constitucional: 
Perspectivas e desafios – Organizadores: Adriano Marteleto Godinho; Ana Paula 
Correia de Albuquerque da Costa; Maria Luiza Pereira de Alencar Mayer Feitosa - 
Florianópolis: Conceito Editorial, 2014. 
MELLO, C.L., SOUZA, A.W.de., os benefícios da drenagem linfática manual no 
pós-operatório de abdominoplastia. S/D. 
MELO, P.I.S.P.C., Atuação do fisioterapeuta dermatofuncional e seu 
reconhecimento pelos profissionais de saúde da região de Lisboa. 2014. Tese 
de Doutorado. Escola Superior de tecnologia da Saúde de Lisboa. 
MENEZES, J.A.de., Litígio Judicial entre Paciente e Cirurgião Plástico em Minas 
Gerais. Dissertação apresentada à Universidade Federal de São Paulo. SP. 127f. 
2017. 
MEYER, P.F., MORAIWS, F.W.DO.C., LIMA, D.A.F., DE RONZIO, O., CARVALHO, 
M.G.F. de., Galvanoterapia aplicada com máquina de tatuar. Vol. 10, Fisioterapia 
Brasil. 2009. p. 176–9. 
MIGOTTO, J.S., SIMÕES, N.di.P., Atuação fisioterapêutica dermatofuncional no 
pós operatório de cirurgia plásticas. 2013. 
 
62 
 
MILANI, G.B., JOÃO, S.M.A., FARAH, A., Fundamentos da Fisioterapia 
Dermatofuncional: revisão de literatura. Fisioter Pesq. 2006;13(1):37-4. 
MORAES, G.C., ALMEIDA, M.C.D., Uso da Radiofrequência na Estética: uma 
revisão sistemática entre 2007-2012. Universidade de São Francisco - Bragança 
Paulista, p. 16. 2012. 
MORAES, E.C., MEJIA, D.P.M., Atuação precoce da fisioterapia em pacientes 
queimados. Pós-graduação em Fisioterapia em Dermatofuncional. Faculdade Ávila, 
2012. 
MORO, A.K., ALDENUCCI, B.G., A atuação da fisioterapia dermatofuncional no 
pós-operatório de cirurgia bariátrica: uma revisão de literatura. Cinergis. 
2010;11(2):28–36. 
MOURA, V.M., MEIJA, D.P.M., A importância da técnica de drenagem linfática 
manual no tratamento pós-operatório de abdominoplastia. 2012. 
NOBRE, E.V., CÂMARA, G.P., SILVA, K.P., SOARES, S.N.A., Avaliação da 
qualidade de serviço odontológico prestado por universidade privada: Visão do 
Usuário. RBPS 2005;18(4):171-6. 
OLIVEIRA, A.G.G.B., BARRETO, A.S., TAVARES, A.M.M.P., SILVA, E.M.N., DAAMS, 
E.F.C.C., AIRES, F.S., et al., Levantamento retrospectivo dos atendimentos do 
ambulatório de fisioterapia dermatofuncional da Universidade Potiguar. Revista 
Científica da Escola da Saúde 2011;1(1):41-50. 
OLIVEIRA, E.A. et al., Prevenção do seroma nas abdominoplastias associadas a 
lipoaspiração e sem drenagem ativa. Rev. Bras. Cir. Plást, 2008. 
OLIVEIRA, K.Q. de, A importância da atuação da fisioterapia no pós operatório 
de lipoaspiração, abdominoplastia e cirurgia bariátrica. 2012 
PATRIOTA, R.C.R.; RODRIGUES, C.J., CUCÉ, L.C., Luz intensa pulsada no 
fotoenvelhecimento; avaliação clínica, histopatológica e imuno-histoquímica. 
Na Bras. Dermatol, vol. 86, nº 6, p.1129-33,2011. 
 
63 
 
PAULA, M.R., PICHETH, G., SIMÕES, N.P., Efeito da eletrolipoforese nas 
concentrações séricas do glicerol e perfil lipídico. Fisioterapia Brasil. Suplemento 
Especial, janeiro / fevereiro de 2010. 
PEREIRA, G.A.M. et al., Fisiologia Humana: Testes. 1ªed. UNIVATES Editora. 
Lajeado, dezembro de 2010. 178 p. 
PETROU, I.G., JUGUN, K., RÜEGG, E.M., ZILLIT, MODARRESSI, A., PITTET-
CUÉNOD, B., Keloid treatment: what about adjuvant radiotherapy? Clinical, 
Cosmetic and Investigational Dermatology. 019; 12:295-301. 
PORCHAT, C.A., SANTOS, E.G. Dos; BRAVO NETO, G.P., Complicações pós-
operatórias em pacientes submetidos à abdominoplastia isolada e combinada à 
outras cirurgias do abdome. Rev. Col. Bras. Cir., Rio de Janeiro, vol. 31, nº. 6, p. 
368-372, Dec. 2004. 
PRESTES, R.B., O uso da fisioterapia dermatofuncional em pacientes 
queimados. Revisão bibliográfica. Revista de Saúde Dom Alberto, vol. 1, nº. 2, p. 89, 
2013. 
REBELO, F.DA.S., MEJIA, D.P.M.M., Eficácia da ultracavitação na eliminação de 
gordura localizada, 2016. 
REBONATO, T.A., DEON, K.C., FORNAZARI, L.P., BARP, S., Aplicação de 
microgalvanopuntura em estrias cutâneas albas. Rev. Inspirar - Mov. Saúde. 
2012;4(6):18–23. 
ROBERTSON, V., et al., Eletroterapia Explicada, Princípios e práticas. 4° Ed. São 
Paulo Elsevier, 2009. 
ROCHA, K.C., MEJIA, D.P., Uso da corrente galvânica no tratamento das estrias 
atróficas: uma revisão bibliográfica. Trabalho de Pós graduação em Fisioterapia 
Dermatofuncional. Faculdade Ávila, p. 6, 2012. 
ROCKENBACH, J., WINKELMANN, E.R., Estimulação elétrica neuromuscular no 
tratamento da diástase abdominal: uma revisão de literatura, 2013. 
RODRIGUES, W.C.C., PINHEIRO, L.B., LIMA, A.T., BATTISTI, L., MOTA, M.A.G., 
COSTA, M.C., CARVALHO, F.M., HAMU, T.C.D.DA.S., Perfil epidemiológico e 
 
64 
 
clínico de pacientes com queimaduras atendidos pela fisioterapia na 
Universidade Estadual de Goiás, 2017. 
SANTANA, C.M.L., BRITO, C.F., COSTA, A.C.S.M., Importância da fisioterapia na 
reabilitação do paciente queimado. Rev. Bras. Queimaduras, v. 11, n. 4, p. 2405, 
2012. 
SANTOS, L.P., CÂNDIDO, R.de.C.P.G., SILVA, K.C.C.da., Fisioterapia 
dermatofuncional no pós-operatório de abdominoplastia: revisão de literatura. 
RevistaAmazônia. 2013;1(2):44-55. 
SCORZA, F.A., BORGES, F.dos. S., Carboxiterapia: Uma Revisão, Revista 
Fisioterapia Ser – Ano 3, nº 4 – out/nov./dez – 2008. 
SILVA, J.C., Endermoterapia. Revista brasileira de fisioterapia dermato funcional. Rio 
de Janeiro, 2002; 8(11):5-19. 
SILVA, M.L.S., Eficácia da drenagem linfática manual no pós operatório de 
abdominoplastia. 2012. 
SILVA, R.M.V.da. et al., Protocolo fisioterapêutico para o pós-operatório de 
abdominoplastia. Ter Man. 2012; 10(49):294-299. 
SKOPINSKI, F. et al., Fisioterapia dermato funcional na reabilitação do paciente 
queimado. In: Congresso Brasileiro de Fisioterapia Dermatofuncional. 2012. p.8-10. 
SOARES, H.B., Análise e Classificação de Imagens e Lesões da Pele por 
Atributos de Cor, Forma e Textura Utilizando Máquina de Vetor de Suporte. Tese 
de Doutorado. Natal, 2008. 
SOUZA, R.L.de A drenagem linfática – técnica de Vodder associada a 
cinesiologia em pós operatório imediato de mastectomia para manutenção da 
funcionalidade do ombro. 2012. 
SWINBURN, B., KRAAK, V., RUTTER, H., VANDEVIJVERE, S., LOBSTEIN, T., 
SACKS. G, et al. Strengthening of accountability systems to create healthy food 
environments and reduce global obesity. Lancet 2015; 385:2534-45. 
TACANI, P.M., ARCAS, C.DOS. S., DA SILVA, F.F.D., CARASCO, M., MACHADO, 
A.F.P., TACANI, R.E.T., Perfil dos pacientes atendidos em fisioterapia 
 
65 
 
dermatofuncional. Fisioterapia Brasil - Volume 14 - Número 5 - setembro/outubro de 
2013. 
TACANI, R.E., CAMPO, M.S.M.P.de., A fisioterapia, o profissional fisioterapeuta 
e seu papel em estética: Perspectivas históricas e atuais. Revista Brasileira de 
Ciências da Saúde, ano II, no 4, jul. / dez. 2004. 
TACANI, R.E., TACANI, P.M., LIEBANO, R.E., Intervenção fisioterapêutica nas 
sequelas de drenagem linfática manual iatrogênica: relato de caso. 2011. 
TANAKA, E.D., Atuação da fisioterapia intensiva no grande queimado. São Paulo, 
2003. 
TASSINARY, J., Raciocínio clínico aplicado à estética facial. Ed. Estética experts. 
32-42 p., 2019. 
TIVERON, L.R.C.C., SILVA, I.R., SILVA, M.V., PEIXOTO, A.B., RODRIGUES, D.B.R., 
RODRIGUES, J.R.V., High in situ mRNA levels of IL-22, TGF-B, and ARG-1 in 
keloid scars. Immunobiology. 2018; 223:812-817. 
TOGNI, A.B., Avaliação dos efeitos do ultrassom associado a fonoforese e 
endermologia no tratamento do fibro edema gelóide. 2016. 
TORRES, J.DA.S., IBIAPINA, L.C., FERREIRA, L.H.M., MOURA, R.O., CARVALHO, 
K.DE.C., Perfil dos usuários atendidos pela fisioterapia dermatofuncional em 
Teresina/PI. Fisioterapia Brasil - Volume 15 - Número 2 - março/abril de 2014. 
TORTORA, G.J., DERRICKSON, B., Corpo Humano: Fundamentos de Anatomia e 
Fisiologia. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 
VIEIRA, G.S.K., Importância da radiofrequência em tratamentos estéticos: 
revisão da literatura, 2016. 
VINADÉ, I.A., OLIVEIRA, K.S. DE, BORGES, T. dos R., Efeitos comparativos entre 
a aplicação de eletroterapia e medicação no tratamento de estrias. 2015;10–3. 
WATARI, E., RODRIGUES, B., PARRA, C.C., Tratamento Fisioterapêutico para o 
Fibro Edema Gelóide, 2018. 
 
66 
 
WINTER, R., Um novo enfoque da celulite. Revista brasileira fisioterapia 
dermatofuncional. 2003;12(1):12-25.

Mais conteúdos dessa disciplina