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54 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
CURSO ANUAL GRAMÁTICA E INTERPRETAÇÃO – (Prof. Cláudio Neves) 
EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM 
 
Questão 01 
Tendo como referência os termos em destaque, relacione a 2ª coluna de acordo com a primeira: 
a – Quando chegares do trabalho, avise-me. 
b – O discurso do diretor foi aplaudido com entusiasmo. 
c – Visitaremos o litoral nordestino nestas férias. 
d – Como chovia bastante, não fomos ao cinema, conforme combinado. 
e – Fiquei muito agradecida pela sua ajuda. 
( ) adjunto adverbial de intensidade 
( ) adjunto adverbial de lugar 
( ) adjunto adverbial de modo 
( ) adjunto adverbial de causa 
( ) adjunto adverbial de tempo 
 
Questão 02 
Observe as duas frases seguintes: 
I - O proprietário da farmácia saiu. 
II - O proprietário saiu da farmácia. 
Sobre elas são feitas as seguintes considerações: 
I - Na I, "da farmácia" é adjunto adnominal. 
II - Na II, "da farmácia" é adjunto adverbial. 
III - Ambas as frases têm exatamente o mesmo significado. 
IV - Tanto em I como em II, "da farmácia" tem a mesma função sintática. 
Destas quatro considerações: 
a) apenas uma é verdadeira. 
b) apenas duas são verdadeiras. 
c) apenas três são verdadeiras. 
d) as quatro são verdadeiras. 
 
Questão 03 (Mackenzie) 
Na frase "Fugia-lhe, e certo, metia o papel no bolso, corria a casa, fechava-se, não abria as vidraças, 
chegava a fechar os olhos", são adjuntos adverbiais: 
a) no bolso - a casa - não d) lhe - certo - no bolso - a casa - se - não 
b) no bolso - não e) certo - no bolso - não - a fechar 
c) certo - no bolso 
 
Questão 04 
Em "Eu era enfim, senhores, uma graça de alienado.", os termos da oração destacados são 
respectivamente, do ponto de vista sintático: 
a) adjunto adnominal, vocativo, predicativo do sujeito 
b) adjunto adverbial, aposto, predicativo do objeto 
c) adjunto adverbial, vocativo, predicativo do sujeito 
d) adjunto adverbial, vocativo, objeto direto 
e) adjunto adnominal, aposto, predicativo do sujeito 
 
Questão 05 (FMU) 
Observe os termos destacados na passagem: "O rio vai às margens. Vem com força de açude 
arrombado." Os termos destacados são, respectivamente: 
a) predicativo do sujeito e adjunto adnominal de modo 
b) adjunto adverbial de modo e adjunto adnominal 
c) adjunto adverbial de lugar e adjunto adverbial de modo 
d) adjunto adverbial de modo e objeto indireto 
e) adjunto adverbial de lugar e complemento nominal 
 
Questão 06 (UFCS) 
Observe os períodos abaixo e assinale a alternativa em que o lhe funciona como adjunto adnominal: 
a) “… anunciou-lhe: Filho, amanhã vais comigo.” 
b) O peixe cai-lhe na rede. 
c) Ao traidor, não lhe perdoaremos jamais. 
Anotações 
 
SEMANA 5 – Adjuntos e Complementos 
 
 
 
 
 
55 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
 
d) Comuniquei-lhe o fato ontem pela manhã. 
e) Sim, alguém lhe propôs emprego. 
 
Questão 07 (UFSC) 
Observe os períodos abaixo e assinale a alternativa em que o lhe é adjunto adnominal: 
a) “…anunciou-lhe: Filho, amanhã vais comigo.” 
b) O peixe cai-lhe na rede. 
c) Ao traidor, não lhe perdoaremos jamais. 
d) Comuniquei-lhe o fato ontem pela manhã. 
e) Sim, alguém lhe propôs emprego. 
 
Questão 08 
A oração que apresenta complemento nominal é: 
a) Os pobres necessitam de ajuda. 
b) Sejamos úteis à sociedade. 
c) Os homens aspiram à paz. 
d) Os pedidos foram feitos por nós. 
e) A leitura amplia nossos conhecimentos. 
 
Questão 09 
I -"(...) minha carne estremece na certeza de tua vinda." 
II - "(...) entretanto eu te diviso, ainda tímida, inexperiente das luzes que vais acender." 
III -"Havemos de amanhecer. O mundo se tinge com as tintas da antemanhã (...)" 
 
A função sintática das palavras grifadas nos períodos dos itens I, II e III é, respectivamente: 
a) adjunto adnominal, objeto indireto, complemento nominal 
b) objeto indireto, objeto direto, adjunto adnominal 
c) complemento nominal, objeto direto, adjunto adnominal 
d) complemento nominal, objeto direto, complemento nominal 
e) objeto indireto, objeto indireto, complemento nominal 
 
Questão 10 (FMU-FIAM-FAAM-SP) 
Identifique a alternativa em que aparece um complemento nominal. 
a) Sanches esteve frio. 
b) Tive medo de perdê-lo. 
c) Exprimia-se brevemente. 
d) O caso era outro. 
e) Manobrava, então, para voltar, à carga. 
 
Questão 11 (ESPM-SP) 
Observe os termos destacados das opções que se seguem e identifique a alternativa que apresenta a 
classificação correta da função sintática. 
- Sempre esteve acostumada ao luxo. 
- Naquela época ainda obedecia aos pais. 
- Esta roupa não está adequada à ocasião. 
- Os velhos soldadinhos de chumbo foram esquecidos. 
 
a) complemento nominal - complemento nominal - objeto indireto - complemento nominal. 
b) objeto indireto - objeto indireto - objeto indireto - complemento nominal. 
c) objeto indireto - complemento nominal - complemento nominal - adjunto adnominal. 
d) complemento nominal - objeto indireto - complemento nominal - adjunto adnominal. 
e) adjunto adnominal - objeto indireto - complemento nominal - adjunto adnominal. 
 
 
Anotações 
 
 
 
 
 
 56 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
CURSO ANUAL GRAMÁTICA E INTERPRETAÇÃO – (Prof. Cláudio Neves) 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
Questão 01 (U.E. Maringá) 
O Brasil jovem está “curtindo” o vestibular. 
Os termos destacados no período acima são, respectivamente: 
a) adjunto adverbial e objeto direto 
b) predicativo do sujeito e objeto direto 
c) adjunto adnominal e complemento nominal 
d) adjunto adnominal e objeto direto 
e) adjunto adverbial e predicativo do sujeito 
 
Questão 02 
A oração que apresenta complemento nominal é: 
a) Os pobres necessitam de ajuda. 
b) Sejamos úteis à sociedade. 
c) Os homens aspiram à paz. 
d) Os pedidos foram feitos por nós. 
e) A leitura amplia nossos conhecimentos. 
 
Questão 03 (FUVEST) 
Nos enunciados abaixo, há adjuntos adnominais e apenas um 
complemento nominal. Assinale a alternativa que contém 
complemento nominal: 
a) faturamento das empresas 
b) distribuição de poderes de renda 
c) energia desta nação 
d) história do mundo 
e) ciclo de graves crises 
 
Questão 04 (BANESPA) 
Assinale a alternativa em que o termo grifado é complemento 
nominal: 
a) A enchente alagou a cidade. 
b) Precisamos de mais informações. 
c) A resposta ao aluno não foi convincente. 
d) O professor não quis responder ao aluno. 
e) Muitos caminhos foram abertos pelos bandeirantes. 
 
Questão 05 
Dentre as orações abaixo, uma contém complemento nominal. 
Qual? 
a) Meu pensamento é subordinado ao seu. 
b) Você não deve faltar ao encontro. 
c) Irei à sua casa amanhã. 
d) Venho da cidade às três horas. 
e) Voltaremos pela rua escura … 
 
Questão 06 
Em “a linguagem do amor está nos olhos” – os termos grifados 
são respectivamente: 
a) complemento nominal e predicativo do sujeito; 
b) adjunto adnominal e predicativo do sujeito; 
c) adjunto adnominal e objeto direto; 
d) complemento nominal e adjunto adverbial; 
e) adjunto adnominal e adjunto adverbial. 
 
Questão 07 
“Confiamos no futuro”, “Desconhecemos as coisas do futuro”, 
“Temos confiança no futuro”. 
– Nas expressões acima, os termos grifados funcionam 
respectivamente, como: 
a) objeto indireto; adjunto adnominal; complemento nominal; 
b) objeto indireto; complemento nominal; objeto indireto; 
c) objeto indireto; objeto indireto; complemento nominal; 
d) objeto direto; adjunto adnominal; objeto indireto; 
e) objeto direto; sujeito; complemento nominal. 
 
Questão 08 
Em: “o homem não gosta de reconhecer a inevitabilidade de uma 
morte natural . . .”, a expressão grifada é: 
a) adjunto adnominal; 
b) adjunto adverbial; 
c) complemento nominal; 
d) agente da passiva; 
e) sujeito. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SEMANA 5 – Adjuntos e Complementos 
 
 
 
 
 
57 VestCursos – Especialista em Preparaçãopara Vestibulares de Alta Concorrência 
 
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL 
INTERTEXTUALIDADE 
Você sabia que os textos podem conversar entre si? Sim, isso é 
possível, e a esse fenômeno damos o nome de intertextualidade. 
Essa ocorrência pode ser implícita ou explícita, feita por meio de 
paródia ou por meio da paráfrase. O que esses variados tipos têm 
em comum? Todos eles resgatam referências nos 
chamados textos-fonte, que são aqueles textos considerados 
fundamentais em uma cultura. 
Para que você entenda melhor o conceito de intertextualidade, 
basta analisar a estrutura da palavra: inter é um sufixo de origem 
latina e faz referência à noção de relação. Por isso, é correto 
afirmar que a intertextualidade refere-se às relações entre os 
textos, assim como é correto afirmar que todo texto, em maior ou 
menor grau, é um intertexto, e isso acontece em virtude das 
relações dialógicas firmadas. Ainda está difícil de entender? Veja 
só um exemplo: 
Bom conselho 
Ouça um bom conselho 
Que eu lhe dou de graça 
Inútil dormir que a dor não passa 
Espere sentado 
Ou você se cansa 
Está provado, quem espera nunca alcança 
 
Venha, meu amigo 
Deixe esse regaço 
Brinque com meu fogo 
Venha se queimar 
Faça como eu digo 
Faça como eu faço 
Aja duas vezes antes de pensar 
 
Corro atrás do tempo 
Vim de não sei onde 
Devagar é que não se vai longe 
Eu semeio o vento 
Na minha cidade 
Vou pra rua e bebo a tempestade. 
Chico Buarque 
Ao ler a letra da música composta por Chico Buarque, você notou 
algo familiar? Provavelmente sim! Isso aconteceu porque o cantor 
e compositor apropriou-se de alguns ditados populares, mas em 
vez de citá-los, isto é, empregá-los como eles exatamente são, 
Chico optou por parodiá-los, invertendo seus significados e 
atribuindo-lhes novos sentidos, o que confere à música o efeito de 
humor. Esse tipo de estratégia textual é muito comum na literatura 
brasileira, recorrente principalmente no gênero poema. Veja outro 
exemplo de intertextualidade: 
Canção do Exílio 
(Gonçalves Dias) 
Minha terra tem palmeiras, 
Onde canta o Sabiá; 
As aves, que aqui gorjeiam, 
Não gorjeiam como lá. 
Nosso céu tem mais estrelas, 
Nossas várzeas têm mais flores, 
Nossos bosques têm mais vida, 
Nossa vida mais amores. 
 
Em cismar, sozinho, à noite, 
Mais prazer encontro eu lá; 
Minha terra tem palmeiras, 
Onde canta o Sabiá. 
 
Minha terra tem primores, 
Que tais não encontro eu cá; 
Em cismar — sozinho, à noite — 
Mais prazer encontro eu lá; 
 
Minha terra tem palmeiras, 
Onde canta o Sabiá. 
Não permita Deus que eu morra, 
Sem que eu volte para lá; 
 
Sem que desfrute os primores 
Que não encontro por cá; 
Sem qu’inda aviste as palmeiras, 
Onde canta o Sabiá. 
 
Canto de regresso à pátria 
(Oswald de Andrade) 
 
Minha terra tem palmares 
Onde gorjeia o mar 
Os passarinhos daqui 
Não cantam como os de lá 
 
Minha terra tem mais rosas 
E quase que mais amores 
Minha terra tem mais ouro 
Minha terra tem mais terra 
 
Ouro terra amor e rosas 
Eu quero tudo de lá 
Não permita Deus que eu morra 
Sem que volte para lá 
 
Não permita Deus que eu morra 
Sem que volte pra São Paulo 
Sem que veja a Rua 15 
E o progresso de São Paulo. 
No exemplo acima, o texto-fonte é o poema de Gonçalves Dias, um 
dos principais representantes da primeira fase do Romantismo 
brasileiro. A partir dele, Oswald de Andrade, que integrou o 
movimento modernista, construiu uma paródia, transportando o 
poema escrito no século XIX para a então realidade da segunda 
década do século XX, dando-lhe assim um ar de modernidade. 
Como você pôde perceber, a intertextualidade pode acontecer com 
textos dos variados gêneros: pode surgir em uma letra de música, 
em um poema, nos textos em prosa e até mesmo nos textos 
publicitários. Só é capaz de reconhecê-la o leitor habilidoso, aquele 
que já entrou em contato com diversos textos-fonte ao longo da 
vida. Isso significa que a interpretação de texto não depende 
apenas do conhecimento do código (nossa língua portuguesa), 
mas também das relações intertextuais que influenciam de maneira 
decisiva o processo de compreensão e de produção de textos. 
(Disponível em: http://brasilescola.uol.com.br/) 
Na intertextualidade explícita ocorre a citação da fonte do 
intertexto, encontrada principalmente nas citações, nos resumos, 
resenhas e traduções, além de estar presente também em diversos 
 
 
 
 
 58 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
CURSO ANUAL GRAMÁTICA E INTERPRETAÇÃO – (Prof. Cláudio Neves) 
anúncios publicitários. Nesse caso, dizemos que a intertextualidade 
localiza-se na superfície do texto, pois alguns elementos nos são 
fornecidos para que identifiquemos o texto fonte. Observe um 
exemplo: 
 
No anúncio publicitário utilizado no exemplo, há uma forte 
referência ao texto fonte, facilmente identificada pelo leitor através 
dos elementos fornecidos pela linguagem verbal e pela linguagem 
não verbal. A composição do anúncio nos transporta 
imediatamente para o filme “Tropa de Elite”, do cineasta José 
Padilha, e isso só é possível em razão do forte apelo popular da 
produção, que ganhou grande projeção em nossa sociedade. 
Já a intertextualidade implícita ocorre de maneira diferente, pois 
não há citação expressa da fonte, fazendo com que o leitor busque 
na memória os sentidos do texto. Geralmente está inserida nos 
textos do tipo paródia ou do tipo paráfrase, ganhando espaço 
também na publicidade. Observe o exemplo: 
 
No anúncio há um elemento verbal que permite a retomada do 
texto fonte, mas essa inferência depende de um conhecimento 
prévio do leitor: se ele não souber que há uma referência à música 
“Mania de você”, da cantora Rita Lee, provavelmente o texto não 
será compreendido em sua totalidade. 
Portanto, a intertextualidade é um elemento muito importante para 
a constituição de sentidos do texto, colaborando em muito para a 
coerência textual ao reforçar a ideia de que a competência 
linguística não depende apenas do conhecimento do código 
linguístico, mas também do conhecimento das relações 
intertextuais. 
PEREZ, Luana Castro Alves. "Tipos de intertextualidade"; Brasil Escola. Disponível 
em <http://brasilescola.uol.com.br/redacao/tipos-intertextualidade.htm>. Acesso em 
01 de marco de 2017. 
 
Tipos de intertextualidade 
• Epígrafe: Um texto inicial que tem como objetivo a abertura de 
uma narrativa. Trata-se de um registro escrito introdutório que 
possui a capacidade de sintetizar a filosofia do escritor. 
• Citação: Referência a uma passagem do discurso de outrem no 
meio de um texto. Apresenta-se entre aspas e acompanhada da 
identidade do criador. 
• Referência e alusão: O escritor não indica abertamente o 
evento, ele insinua por meio de alegorias ou qualidades menos 
importantes. 
• Paráfrase: Ocorre quando o escritor reinventa um texto pré-
existente, resgatando a filosofia originária. Termo proveniente do 
grego “para-phrasis”, que possui o sentido de reprodução de uma 
frase. Este tipo de intertexto repete um conteúdo ou um fragmento 
dele claramente em outros termos, mas com a preservação da 
ideia inicial. 
• Paródia: O autor se apropria de um discurso e opõe-se a ele. 
Muitas vezes ocorre a desvirtuação do discurso originário, seja 
pelo desejo de criticá-lo ou para marcar uma ironia. 
 
*Débora Silva em http://www.estudopratico.com.br 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.estudopratico.com.br/narrativa/
http://www.estudopratico.com.br/
	SEMANA 05 - GRAMÁTICA E INTERPRETAÇÃO - ADJUNTOS E COMPLEMENTOS - CLAUDIO NEVES
	Tipos de intertextualidade

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