Buscar

Protese fixa

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você viu 3, do total de 80 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você viu 6, do total de 80 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você viu 9, do total de 80 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Prévia do material em texto

Prótese fixa
Aula 01
- Introdução prótese parcial fixa
- A palavra prótese vem do grego, PRÓS- (para e lugar)
- O que é a prótese: prótese é a colocação de alguma coisa em algum lugar (dente perdido, gengiva
perdida, etc.) Devolução de algo, substituição artificial de uma parte ausente do corpo humano, ou um
aparelho terapêutico para melhorar a função.
Fatores que devem ser considerad�s na confecção de uma prótese dentária:
● Estética: deve ser harmônico de acordo com o perfil do paciente.
● Fonética: devolver a fala, sem que o paciente fique chiando
● Mastigação: deve devolver a mastigação
● Psicológico: em relação a expectativa do paciente
* Prótese é diferente de órtese, órtese é para ajudar a melhorar, ex aparelho ortodôntico.
- Prótese dental: substituição artificial de uma ou mais estruturas ou dentes associad�s, como, gengiva
artificial. Precisa avaliar o que será substituído.
- A intenção da prótese é devolver a função, a estética e a saúde do sistema a mastigatório,
favorecendo a manutenção desse sistema.
* Os dentes p�steriores são extremamente importantes para a mastigação, por isso é importante a
rep�sição desses dentes quando perdid�s, e entre as opções existem implantes, prótese total, prótese
parcial, entre outras opções. A falta d�s dentes p�steriores dificulta o processamento d�s aliment�s no
estômago, deixando ele sobrecarregado, dificultando a digestão d�s aliment�s. Os dentes anteriores não
são feit�s para a mastigação, e o uso deles pode comprometer o funcionamento deles.
Classificação das próteses
- Prótese removível: Pode ser removida e colocada pelo próprio paciente. (Podendo ser total ou
parcial)
- Outro tipo, prótese total removível muc�so suportada dento retida, overdente sobre dentes, colocada
na raiz de dentes, a remoção diária causa danificação no �sso. H�je em dia não é usada.
- Sobre implante: é feito com uma barra, no implante, pode ser removida, mas é mais segura.
- Implanto retida: difícil de remoção, feita da mesma forma em que a sobre implante, não é a melhor
opção, mas é indicada para pacientes que acham mais fácil de higienização, seja por idade, por
dificuldade motora.
- Prótese fixa: Não pode ser removida, ex coroa, após cimentada só pode ser tirada se cortada.
Prótese parcial fixa: um elemento capaz de substituir um ou mais dentes ausentes, sendo permanente
unida em dentes remanescentes. O trabalho protetico dura em média 05 an�s,SE o paciente fizer
consultas regulares.
- Ex: prótese fixa unitária sobre dente, prótese total fixa sobre dente, prótese fixa implanto suportada
sobre implante.
- Muc�so suportada: tem reabsorção da muc�sa, devido a�s esforç�s diret�s sobre a muc�sa, ex prótese
total
- Dento suportada: apoiadas no dente, esforç�s diret�s no dente, ex coroa.
- Dento muco suportada: suportada por dente e por muc�sa.
- Parcial: Alguns dentes
- Total: tod�s �s dentes do arco
O que é prótese fixa? Pode ser uma restauração parcial de um dente ou reabilitação de tod�s �s dentes
do arco.
- A prótese é feita com metal e cerâmica, em cas�s de PT, mas h�je não é tão usada por ser mais prático
fazer implantes, mas em cas�s em que não há estrutura óssea ou o paciente não queira implante, ainda é
usada.
- Coroa recobre toda a coroa clínica do dente
- Coroa total cobre todo o dente, toda a estrutura externa da coroa do dente.
-Coroa parcial recobre porções da coroa clínica, podendo ser: metálica, cerâmica ou resina.
Sendo: inlay, onlay e faceta.
● Inlay: não pega nenhuma cúspide, não ajusta �s contorn�s intern�s da coroa clínica, repõe
sulc�s e pont�s de contato.
● Onlay: pega uma ou mais de uma cúspide, ajusta a�s contorn�s da coroa clínica.
● Overlay: envolve cúspides e paredes vestibulares e palatinas.
● Faceta: todo o dente, recobre a face vestibular da coroa clínica (material: cerâmica ou
resina)
De acordo com material:
● Metálica: não é estética, mas é indicada para pacientes com colapso da mordida, pois se for de
porcelana há grande risco de fratura.
● Metal free: não é de metal, e sim de zircônia e porcelana.
● Metalocerâmica: a infraestrutura é de metal, mas por cima é de porcelana (níquel, croma ou
ouro)
- O que muda da lente de contato com a faceta? O desgaste, na lente de contato desgasta muito
pouco, na faceta desgasta mais, a espessura de ambas é diferente, a lente de contato é mais
fina, podendo ver do outro lado. A faceta tem espessura de 0,9 e a lente de contato de 0,3.
Dentes escurecid�s não podem ser feit�s com lente de contato. São cas�s e cas�s, alguns
pacientes podem não precisar de desgaste.
Prótese adesiva indireta: substitui um ou dois dentes ausentes, é uma variação da prótese fixa.
A prótese fixa é dividida entre: pilar, póntico e retentor.
● Pilar: dente preparado, dente que s�re desgaste, �s que suportam a prótese.
A área de inserção periodontal deve ser maior ou igual que �s dentes que serão rep�st�s pela prótese, no
mínimo 1:1..
● Pôntico: dente inexistente, fica colado n�s pilares através de conectores, o �sso.
● Retentor é a peça toda, o elemento que reabilita o dente pilar, sobre o dente pilar deve se fazer
sempre um retentor.
● Conector: elemento de união, pode ser rígido (metal com metal, soldado) ou semi-rígido
(encaixe,indicado em próteses mais extensas, onde não existe paralelismo igual em tod�s �s
pilares)
Aula 02
- Exame do paciente
O CD precisa coletar todas as informações necessárias durante a anamnese, as informações devem ser
organizadas e interpretadas para traçar um plano de tratamento.
Em determinadas condições deve-se descartar alguns tratament�s que a princípio seria uma boa ideia,
seja pela idade do paciente, por condições físicas e emocionais.
- Exame extra oral: fora da boca, precisa observar: linha do sorriso, dimensão vertical, análise de
aspect�s faciais, suporte labial.
- Exame intra oral: (dentro da boca) Inspeciona-se tecid�s moles, múscul�s, dentes, periodonto, e as
relações oclusais
Anamnese, Exame extra oral, intra oral, radiografias, model�s de estudo, para traçar o planejamento
de tratamento. Essa ordem deve ser sempre seguida.
Dimensão vertical:
Diminuída
● Redução do terço inf. da face
● Sensibilidade dentinária
● Pr�jeção do mento
● Intrusão d�s lábi�s
● Apr�undamento d�s sulc�s nasogenian�s(colapso facial)
● Queilite angular
● Sintomatologia articular
● Dificuldades fonéticas
● Vestibularização d�s dentes ântero-superiores
Aumentada
● Face alongada
● Sintomatologia muscular decorrente de estiramento das fibras
● Sensibilidade dentinária(contração reflexa)
● Dificuldade de deglutição, mastigação
● Alteração da fala(sons sibilantes)
Estética: Cor, forma, tamanho, textura d�s dentes, linha média, fundo escuro da boca, corredor bucal,
grau de abertura das ameias incisais, altura do plano oclusal, tecido gengival, necessidade ou não de
gengiva artificial.
- Oclusão: Sinais de colapso da oclusão: mobilidade e perda de suporte ósseo
- Contat�s oclusais exagerad�s podem provocar pericementite traumática, confundindo o
diagnóstico com lesões pulpares e podem causar deslocamento d�s retentores gerando recidiva de
cárie quando o dente já recebeu tratamento endodôntico ou sensibilidade quando o dente for
vital.
MIH: quando tiver dente
RC: quando não tiver dente
O caso clínico deve ser montado em uma das duas. Guia de lateralidade no canino e guia anterior no
incisivo. Canino e dentes anteriores não podem enc�star. Contat�s bilaterais.
Faz a união de dois plan�s, seja sagital, frontal ou lateral, a união d�s plan�s forma um polígono de
estabilização ou sustentação. Tem que ter dentes anteriores (incisiv�s e canin�s) pré molares e
p�steriores (molares).
● Plano sagital: molares
● Lateral: canino
● Frontal: incisivo.
Quando tem inclinação tem perda óssea, quando vai reabilitar o melhor é procedimento ortodôntico ou
desgaste amelo-plástica
Aula 03
- Planejamento em prótese parcial fixa
- Plano de tratamento: sequência de tratamento, em etapas, que tem como objetivodevolver a dentição
do paciente a um estado saudável com ótima função e aparência.
-Identificação das necessidades do paciente: corrigir a doença presente, prevenir doença futura,
restaurar a função e melhorar a aparência.
(Ex: seja cárie, bruxismo e etc. Quando se devolve a função, melhora a aparência)
- Em tod�s pacientes será seguido essa ordem de planejamento e de tratamento. É assim que começa a
planejar.
- Principais tip�s de restauração existentes:
P�ssuem limitações <-----------> Propriedades diferentes da estrutura dental --------> Indicação
para cada caso clínico
- Tod�s p�ssuem suas limitações, como molar, precisa aguentar as forças mastigatórias,
cerâmica pura por ex não funciona, vai quebrar. Cada paciente é um paciente, cada caso é um
caso.
- Pacientes que foram submetid�s a tratamento endodôntico, devem ter obrigatoriamente um pino
para reforçar a estrutura do dente, garantir retenção e distribuição de carga.
- Restaurações diretas: amálgama (não se usa mais) resina comp�sta e ionômero de vidro (h�je quase
não é usado).
(RESINA NÃO DURA 30 ANOS, DEVIDO A ADESÃO, É PERDIDA COMOS ANOS)
● Coroa total metalo plástica: h�je em dia quase não é usada, mas ainda se encontra em
pacientes, pois já foi muito usada, a diferença entre metaloplástica e metalocerâmica é
estética.
● Coroa total metalocerâmica: é a mais usada h�je em dia. O metal que fica em contato com a
gengiva pode escurecer, e deixar o dente escuro. Com o tempo pode ter uma retração gengival e
acaba m�strando um pouco da coroa, é uma limitação.
(0,5 a 1 mm, é o ideal para se colocar uma coroa subgengival, assim não invade o espaço biológico e
não traz problemas ao paciente.)
- Coroa total em cerâmica pura ou rc pode ser colocada supragengival, não tendo retração gengival, e
não terá escurecimento.
- Inlay: não cobre a cúspide, pode ser feita indiretamente ou diretamente, mais indicado diretamente.
- Onlay: pega cuspidela, mais indicado fazer indiretamente.
- Limitação: Tem pacientes que não é indicado RC, como, pacientes que tomam muito café, pacientes
fumantes, entre outr�s. Cada paciente é um paciente, por isso deve traçar um plano de tratamento
individual para cada paciente.
-Laminad�s Rc: alta pigmentação.
-Laminad�s cerâmic�s: não pigmenta. .
- Limitação prótese parcial fixa: dificuldade de higienização, por estarem tod�s junt�s, desgaste de
dois dentes para arrumar um dente falt�so.
- Limitação prótese parcial fixa adesiva: desgasta pouco, preserva estrutura dental, mas solta com
muita facilidade, e é difícil de higienizar.
- Limitações prótese sobre implante (protocolo): difícil higienização
- PPR limitações: estética, falta de estabilidade, força d�s pilares e perda das forças mastigatórias.
- Precisa falar p/ paciente todas as limitações que tem, devido ao método escolhido, como protocolo,
pacientes precisa ter um cuidado maior com �s implantes devido a sujeira que se acumula neles, precisa
de idas constantes ao dentista.
- Seleção d�s dentes pilares:
• comprimento e forma da coroa clínica
• grau de destruição coronária
• comprimento e forma das raízes
• relação coroa e raiz
• lei de ante
• saúde periodontal
• grau de mobilidade (espelho)
• extensão da área edêntula
• alinhamento axial (dentro da arcada, como está inserido no �sso)
• forma da arcada
• oclusão
• saúde pulpar
• Idade do paciente
• Estética (dente anterior, p�sterior, há necessidade de estética?)
(Dente tratado endodonticamente é mais friável, quebra com mais facilidade)
Relação coroa raiz:
• A raiz tem que ser 3x maior que a coroa, ideal, observado na radiografia, da crista óssea ao ápice.
• A relação de 1:1 é a mínima aceitável.
• A relação ideal coroa raiz para um pilar de PPF é 2:3
• A minha raiz não pode ser menor que a minha coroa clínica.
-É aceitável, mas o dente não durará muit�s an�s, o paciente deve estar ciente
de que isso poderá acontecer, e porque está acontecendo.
- Configuração da raiz:
• Raiz fusionada: men�s estabilidade, um pilar pior devido a falta de estabilidade.
• Raiz divergente (raiz separada): mais estabilidade , um pilar melhor devido a estabilidade.
- Lei de ante:
• A área das raízes d�s pilares deve ser igual ou superior à d�s dentes que serão substituíd�s por
póntic�s.
- Sempre que perder canino, deve pegar incisivo central, pois o incisivo lateral é de raiz CURTA! Por
isso não pode usar ele, caso tenha uma raiz GRANDE, pode ser usado e não precisa usar o central. E
isso se encaixa somente nesse caso.
- Prognóstico: falar para o paciente a longevidade que esse dente terá, se tem um prognóstico bom, ou
duvid�so.
Fatores:
• Gerais: idade, diminuição da resistência do meio bucal.
• Locais: força oclusal, acesso para higiene bucal.
- Manutenção: precisa ter manutenção, precisa estar indo no dentista com frequência, o dentista
precisa saber tudo o que está acontecendo com o paciente, as restaurações não duram para sempre, mas
a manutenção adequada ajudará a manter a sua longevidade.
- Substituição de dentes ausentes: precisa ser substituído quando é perdido, por prótese fixa, removível,
implante e etc.
- O máximo de dentes p�steriores que pode ser substituído por ponte fixa é no máximo 3. Mais de 3
dentes ou PPR ou implante.
Aula 04
- Princípi�s de preparo: Tem que tomar cuidado com as angulações, para preparar a prótese.
Precisa observar tod�s �s princípi�s para que não ocorra nenhum problema como �s citad�s acima.
Preparo:
● Desgaste das paredes axiais: o retentor de prótese fixa obrigatoriamente receberá uma coroa
total, logo ele terá que ser desgastado.
● Angulações: o preparo deve ter uma certa angulação, e isso ajudará com que o preparo receba a
prótese.
● Localização do término cervical: a localização é muito importante para o preparo.
● Integridade pulpar: preparo cavitário muito extenso compromete a polpa e tendo que fazer um
tratamento endodôntico é necessário depois colocar o pino.
● Integridade periodontal: NÃO pode fazer nenhum preparo que comprometa �s tecid�s
periodontais, para que não cause nenhum problema infecci�so ou inflamação.
●
- Princípi�s fundamentais para conseguir um preparo correto: mecânic�s, biológic�s, estétic�s.
- Princípi�s mecânic�s:
Retenção: a peça não pode ficar caindo, precisa ficar retida. Retenção friccional (contato entre as
paredes internas da restauração e as externas do dente preparado) + ação do agente comentador
A peça não pode sair do lugar, e para que ela não saia é preciso pensar nas angulações, quanto mais
paralelas forem as paredes, terá mais retenção, quanto men�s paralelas men�s retenção terá.
“Quanto mais paralelas às paredes axiais do dente preparado maior será a retenção friccional da
restauração.”
● em dentes menores precisa ser mais paralela, já em dentes maiores pode ser mais achatada.
PORÉM, o aumento exagerado da retenção irá dificultar a cimentação, impedindo o seu assentamento
final.
⁃ Rigidez estrutural: Considerar necessidades estéticas e funcionais
Qual material será utilizado para restaurar o dente?
● METAL: coroas metálicas
● METAL + PORCELANA: coroas metalocerâmicas
● PORCELANA: coroas de porcelana pura
⁃ Rigidez estrutural (desgaste, consegue mensurar sabendo o diâmetro da broca)
Coroa total metálica: 0,5 (áreas não sobrecarga) e 1,5mm (áreas de sobrecarga) Cerâmicas e
cerômer�s: 1,0 e 1,5-2,0mm
Metaloplásticas e Metalocerâmicas: 1,5mm a 2,0 mm
Resistência e estabilidade:
● magnitude e direção da força (paciente bruxista)
● relação altura largura do preparo, quanto maior a altura maior a estabilidade, quanto maior
a largura menor a estabilidade
● integridade do dente preparado
Integridade marginal: O objetivo básico de toda restauração cimentada é estar BEM ADAPTADA e
com uma LINHAMÍNIMA DE CIMENTO, para que a prótese p�ssa permanecer em função o
maior tempo p�ssível, num ambiente biológico desfavorável que é a boca. Uma integridade marginal
ideal é até 80 microm�s, que não
pode ser observada a olho nu. Não podeter essa visualização pois se observada terá um GAP, e devido
a saliva irá derreter esse cimento, o que fará que a peça caia. A peça cimentada não pode ter
infiltração, por isso deve ser verificado antes da cimentação.
OBSERVADO NO PROVISÓRIO!
⁃ Retenção de placa
⁃ Instalação de doença periodontal
⁃ Recidiva de cárie
⁃ Longevidade da prótese
Princípi�s biológic�s: preservação do órgão pulpar e preservação da saúde periodontal
⁃ Preservação do órgão pulpar
Exp�sição de túbul�s dentinári�s (30.000 a 40.000/mm2)
⁃ Calor gerado durante a técnica de preparo
⁃ Qualidade da broca e motor de alta rotação
⁃ Quantidade de dentina remanescente
⁃ Permeabilidade dentinária
⁃ Reações exotérmicas d�s materiais empregad�s (acrílico, precisa controlar o calor com
água)
⁃ Grau de infiltração marginal (provisório bem adaptado)
⁃ Desgaste excessivo
Diminui a área preparada, prejudicando a retenção da prótese e a própria resistência do remanescente
dentário, pode trazer dan�s irreversíveis à polpa como: inflamação, sensibilidade.
⁃ Desgaste insuficiente
Está diretamente relacionado ao sobrecontorno da prótese e, consequentemente, a�s problemas que isso
pode causar em term�s de estética e prejuízo para o periodonto.
⁃ Preservação da saúde periodontal
● Higiene oral (paciente precisa colaborar)
● Forma e contorno da coroa (não pode ser exagerado, e nem falt�so, precisa ser o ideal)
● Margem cervical do preparo (preparo subgengival 0,5 a 1 mm, não causa invasão do espaço
biológico)
⁃ Princípi�s estétic�s
Saúde periodontal
Forma e contorno da prótese
Cor da prótese
Tip�s de término cervical: confeccionado através da broca
● Ombro ou degrau: Porcelana pura/ Cerômer�s
● Ombro ou degrau biselado: Metalocerâmica com ligas áureas (ouro)
● Chanfrado: Metalocerâmica com ligas básicas
● Metaloplástica c/ liga áurea ou não áurea
● MOD c/ cobertura de cúspide
● Chanferete: Metálica
Preparo por desgaste de dentes pilares de prótese fixa
Técnica de preparo para total anterior (silhueta modificada) ESTUDAR BLT 2.
- Indicada para dentes com destruição acentuada ou pilares de próteses fixas.
- Passo a passo de coroa total: laboratório.
Quando fará uma coroa total para um paciente?
- O dente precisa fazer uma coroa total quando:
cárie extensa (mais de 50% estiver comprometida = coroa total, men�s de 50% não precisa)
- Um dente tratado endodonticamente com coroas finas = coroa total
Coroa total é o desgaste de um dente, e “encapar ele”, para que tenha uma condição melhor, na
mastigação, na saúde dental. Desgaste do dente acompanhando a forma do dente, sem ferir uma
angulação, e princípi�s mecânic�s do dente.
- É um passo a passo para que tenha um método.
Técnica de preparo para coroas totais anteriores:
Proteção do dente contíguo (vizinho) com porta matriz e matriz de aço para amálgama;
P�sicionamento da ponta diamantada: paralela à direção de inserção pretendida (chamado de
desgastes das proximais)
- número da broca ou 2200 ou 3203 (a 2200 é mais fina que a 3203, se tiver um dente mais ou
men�s separado pode passar a 2200, se tiver um dente muito juntinho, tem que usar a 3203,
nessa fase do preparo causará um diastema, deve ser nítida, e de aproximadamente 01 mm na
cervical, tem que separar totalmente esse dente
- Em vez de entrar com a broca de uma vez, rompe por partes.
- primeiro passo, desgaste da mesial e distal, ao longo do dente, fazer um diastema com a broca
- Segundo passo: confeccionar sulco marginal cervical V/L
- Confeccionar sulc�s de orientação cervical, nas faces V, L e proximais se p�ssível - bem como
perfurar a superfície lingual para futura orientação de desgaste
- INSTRUMENTO ROTATÓRIO: Ponta diamantada: n. 1014, em alta rotação com
irrigação abundante.
- P�sicionamento da ponta diamantada: com inclinação de 45° em relação ao longo eixo do
dente;
- Localização do desgaste: 1 a 2mm aquém da margem gengival ou 0,5 mm subgengival;
- Broca 1014 p�sicionara em 45 graus ao longo eixo do dente, corte linear
- Quantidade de desgaste: aproximadamente 0,5mm para metal e 1,5 mm para porcelanas,
cerômer�s, metalo-cerâmicas e metalo-plásticas (Desgastar a ponta da broca)
- Na palatina não é 45 graus, é no eixo do dente, stop na margem gengival
- após usar a 1014 voltar ela para o broqueiro.
Quantidade desgaste: porcelanas, cerômer�s, M-P e M-C,
bem como áreas sujeitas ao esforço mastigatório, necessitam desgaste de aproximadamente 1,5 mm,
enquanto para áreas não sujeitas ao esforço mastigatório e em metal o desgaste deve ser de
aproximadamente 0,7 mm.
- Terceiro passo: Diminuir a altura da coroa clínica, favorecendo o preparo d�s terç�s médi�s e
cervical das demais faces
- INSTRUMENTO ROTATÓRIO: Ponta diamantada: n.°2143 ou 3145, em alta rotação
com irrigação
- Término em ombro: RC e porcelana pura.
- Quantidade de desgaste: de 1,5 a 2,0 mm - dependendo do comprimento da coroa clínica, da
existência ou não de tratamento endodôntico, e das características estéticas desejadas para a
face incisal da prótese;
- Fazer dois ou três sulc�s de orientação no sentido V.L, seguindo a inclinação da face (45° para
a V - Inferiores ou 45° para a P - superiores), para em seguida uni-l�s, com a mesma ponta
p�sicionada obliquamente.
- As canaletas são para saber quanto está sendo desgastado. O diâmetro da broca mede o tanto
que será desgastado.
- quarto passo: sulc�s de orientação faces V e terço cervical da L.
- Confeccionar sulc�s para a orientação da inclinação e pr�undidade de desgaste das faces V e
L.
- INSTRUMENTO ROTATÓRIO: Ponta diamantada: n.°2143 ou 3145, em alta rotação
com irrigação abundante.
- Fazer um sulco no centro das faces dividindo-as em mesial e distal, em seguida um sulco na
porção mesial orientará o desgaste desta metade.
- P�sicionamento da ponta diamantada: inclinação de 2 a 6° para a incisal na primeira
inclinação e de 5 a 10º para a incisal na segunda inclinação do preparo - normalmente
segue-se a inclinação da face, contudo estas angulações devem ser respeitadas.
- primeira inclinação vai entrar uma broca
- segunda inclinação vai entrar uma broca
- na mesial da mesma forma, com as mesmas inclinações
- pela face incisal dará para ver o término cervical.
*todo dente que será preparado, deverá ser reconstruído antes, sempre com RC, RC é a melhor opção
para restauração de dentes que serão preparad�s.
- Quinto passo: união d�s sulc�s de orientação e preparo da face mesial
- OBJETIVO:
- Unir �s sulc�s de orientação preparando a porção mesial do dente, inclusive a face mesial
- INSTRUMENTO ROTATÓRIO: Ponta diamantada: n.°2143 ou 3145, em alta rotação
com irrigação
MÉTODO:
- P�sicionamento da ponta diamantada: obliquamente a�s sulc�s de orientação, desgastando-se
apenas o remanescente íntegro - respeitando as inclinações fornecidas pel�s sulc�s de
orientação;
- O término cervical deve ficar contínuo
- Na distal segue �s mesm�s pass�s que foram feit�s na mesial
- sétimo passo: preparo gengival, se necessário. (não será feito no manequim)
- Estender o preparo até aproximadamente 0,5mm Sub-gengival, para prepar�s com término
cervical sub-gengival.
- INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS: Ponta diamantada: n.°2143 ou 3145 e 3097 -ombro ou
3122 - chanfrado, em alta rotação com irrigação abundante.
- 3097 serve para ombro, para definir o término do preparo
- Estender o preparo até aproximadamente 0,5 mm subgengival.
- INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS: Ponta diamantada: n.°2143 ou 3145 e 3097 -ombro ou
3122 chanfrado, em alta rotação com irrigação abundante.
- oitavo passo: desgaste da concavidade lingual
- Desgastar a concavidade lingual acompanhando a anatomia do dente e respeitando a
quantidade mínima de desgaste
- INSTRUMENTO ROTATÓRIO: Ponta diamantada: em forma de chama n° 3168 em alta
rotação, com irrigação abundante.
- Pedir para o paciente ocluir, para ver se tem espaço, o dente não pode estar enc�stando no
preparo, precisa ter um desgaste suficiente, se não ficará alto e dará erro.
-O passo a passo deve ser seguido, mas ainda existem chances de erro, não podem�s confiar
somente no passo a passo, precisam�s conferir e ver se está tudo certo.
- às vezes a percepção do paciente não é o suficiente, precisando ser observado com muito
cuidado, para ver se não ficou fora do arco.
- Precisa ter uma referência, tudo na odontologia é muito empírico, precisa ter uma referência
anatômica. Tudo deve ser conferido.
- Nono passo: acabamento
- Arredondar as arestas e definir a forma e o limite do término cervical linha contínua,
definida o nítida
- INSTRUMENTO ROTATÓRIO: Ponta diamantada: 3097F -ombro ou 3122F chanfrado, e
3168F 3118F para a concavidade lingual em alta rotação e baixa velocidade, com irrigação
abundante. Pode usar alta rotação ou usar adaptador de broca no baixa rotação
- o término não pode ter quina, tem que ser tudo reto, linear, contínuo, dente com cerâmica não
pode ter quina, pode causar um stress na peça e quebrar ela.
- Transformar o dente em um mini dente!
Técnica da Silhueta :
Modificada Prepar�s dentári�s
Características finais d�s prepar�s:
1. mantém silhueta da coroa clínica existente previamente ao preparo
2. Inclinação segunda a quinta para incisal- primeira inclinação e quinta a décima para a
segunda inclinação
3. ângul�s axiais e áxio-principais arredondad�s
4. separação de 1mm do dente vizinho
5. forma do término cervical e quantidade de desgaste compatível com o material restaurador
6. linha do término cervical contínua definida e nítida.
Coroas provisórias ou coroas temporárias
Em dentes p�steriores às vezes acaba sendo negligenciado, às vezes não são feitas as coroas provisórias.
Provisório m�stra uma noção para o dentista e para o paciente como ficará o resultado final.
Deve-se manter um padrão em coroas provisórias, são extremamente necessárias durante o tratamento
reabilitador.
- Tratamento protético necessita de restaurações provisórias para obter o sucesso (a gengiva
pode crescer por cima do preparo se não tiver o provisório, pacientes que não tem ponto de
contato também podem ter problemas na oclusão se não for usado as coroas provisórias, �s
dentes podem migrar)
- Tempo clínico grande: confecção, cimentação, remoção, limpeza, fraturas e reparação
(provisório é uma modalidade de tratamento)
Por que fazer provisóri�s?
Vantagens:
- Tempo clínico vali�so, usá-l�s em favorecimento da prótese definitiva
- Corrigir dúvidas: determinação da forma, contorno, oclusão, DV (dimensão vertical ) e
devolver a estética.
- Como element�s de diagnóstico
- Treinamento para motivar o paciente, aumento da autoestima do paciente, devolução de
sorris�s, começa com o provisório.
Provisório ficar caindo pode significar que na hora do preparo o desgaste das paredes não ficaram
boas, não foi o suficiente ou não foi bem feito.
O provisório é feito da forma em que o paciente quer, e assim será a peça protética, a moldagem será
feito com ele.
Desvantagens:
- fratura com facilidade, aquele material não foi feito para ficar na boca
- resp�sta periodontal desfavorável, devido ao material (normalmente é usada resina acrílica,
as microbolhas que ficam na resina acumulam placa bacteriana, que causa problemas na
gengiva)
- orçamento, é um valor alto para algo que será descartado quando o outro ficar pronto, o
paciente deve compreender que é extremamente importante que faça o provisório, para manter
uma oclusão correta, evitar que �s dentes migre, e tenha problemas futur�s, principalmente na
hora da cimentação da peça.
Características das restaurações provisórias
- proteção pulpar
- proteção periodontal - preservar, auxiliar no tratamento, recuperar, manutenção = home�stasia
(equilíbrio do organismo quando ocorrem mudanças radicais no meio externo)
- adaptação cervical deve ter uma boa adaptação cervical (0,5 a 1 mm sub)
- contorno- perfil de emergência e forma e extensão da ameia interproximal (perfil de emergência
deve ser plano com a raiz, a sonda não pode agarrar quando é passada da raiz para a cervical,
provisório plano em relação a raiz, não pode ser mais gordinho com sobrecontorno)
- ameia interproximal (espaço triangular situado perto da gengiva e entre as superfícies proximais de
dois dentes adjacentes)
- higiene oral e controle de placa (paciente começa a desenvolver consciência para cuidar
daquele dente, e ter uma higiene oral melhor)
Contorno gengival
- Subgengival: Perfil de emergência plano
- Supragengival: depende da p�sição do dente, extensão da coroa no sentido gengival incisal/
oclusal, forma do �sso e do tecido gengival, fonética e estética
Restauração provisória com tratamento periodontal
- Eliminar próteses deficientes, restabelecer oclusão, fonética e função mastigatória e técnicas
de higiene (prótese com infiltração, paciente precisa de aumento de coroa clínica, o certo é
eliminar a infiltração, com um provisório, aí depois faz o aumento de coroa clínica, se fazer
antes terá um GAP que terá acúmulo de comida. A gengiva irá se moldar com a forma do
provisório)
- Orientação d�s procediment�s cirúrgic�s
- Controle da margem gengival
- Avaliação do grau de mobilidade
Coroa provisória:
técnica de resina esculpida (técnica não estética, é feita com uma bolinha e pedir o paciente para
morder e moldar a peça)
- O resumo que o Henrique mandou é sobre isso.
Indicação:
- região p�sterior e anterior quando a estética não for fundamental (resina manipulada, fica
por�sa, e terá uma pigmentação)
- coroas unitárias ou múltiplas (pouco tempo, quando a estética não é fundamental)
Consiste em:
- Lubrificação do dente e a região adjacente (usado lubrificante)
- Manipular a resina e p�sicionar dando a forma da coroa clínica
- Lubrificar dentes antagonistas
- Pedir ao paciente para ocluir �s dentes
- A partir do plano oclusal demarcado pelo dente antagonista, dar forma ao provisório com
brocas
- Remover �s excess�s gr�sseir�s
- Realizar o reembasamento (adaptação cervical, colocação de resina em toda a área cervical,
aperta, o que fará com que copie tod�s �s detalhes)
- remover �s excess�s gr�sseir�s ajustando na boca e fazer acabamento e polimento
- cimentação
Reembasamento de coroas provisórias
1. Proteção com verniz
2. Lubrificação do dente e região com gel hidr�ssolúvel
3. Colocação de resina no término cervical (técnica de nealon , pincel, pote dappen com líquido e
um com pó, sempre limpando o pincel)
4. colocação de provisório em p�sição
5. Pequen�s moviment�s de colocação e remoção
6. Delimitação do término com lápis de ponta fina
7. Recorte d�s excess�s
8. Acabamento e polimento
Se não copiar tudo, repetir todo o processo.
TODAS AS TÉCNICAS DE PROVISÓRIO FAZ REEMBASAMENTO, para que tenha uma
adaptação correta da cervical.
Cimentação de coroas provisórias
1. Limpeza, secagem e isolamento de preparo
2. Lubrificar as faces externas das coroas
3. Proporcionar e manipular o cimento (base de hidróxido de cálcio ou óxido de zinco e eugenol,
esse tipo de cimento não se manipula, ele deve ser somente misturado, ele endurece muito rápido.
O cimento precisa estar fluido para extravasar e o provisório não ficar alto.)
4. Colocar cimento nas paredes circundantes internas da coroa
5. Colocar em p�sição de compressão
6. remover �s excess�s
Coroas provisórias- Técnica de faceta estética com dente pré fabricado
- Aula de laboratório
Indicação:
- região anterior
- cas�s no qual a estética anterior for primordial
- coroas unitárias
Reembasamento de coroas provisórias:
1. Proteção com verniz
2. Lubrificação do dente e região com dente hidr�ssolúvel
3. Colocação da resina no término cervical (mistura pó e líquido)
4. Colocação do provisório em p�sição
5. Pequen�s moviment�s remoção e colocação
6. Delimitação do término com lápis de ponta fina
7. Recorte d�s excess�s
8. Acabamento e polimento
Cimentação das coroas provisórias
1. Limpeza, secagem e isolamento do preparo
2. Lubrificar as faces axiais externas das coroas
3. Proporcionar e manipular(a base de hidróxido de cálcio ou de zinco e eugenol)
4. Colocar cimento nas paredes axiais internas da coroa
5. Colocar em p�sição com compreensão
6. Remover �s excess�s
Acrílico tem fases, sendo:
● fase líquida (quando molha o pó no líquido)
● fase pegaj�sa (gruda na luva)
● fase plástica (fase onde deve trabalhar com ele, está soltando do pote dappen)
● fase borrachóide (libera calor, precisa jogar água para não queimar a polpa)
● fase de presa
Coroas provisórias- Técnica de moldagem com alginato
Indicações:
- Para regiões p�steriores e anteriores
- prepar�s coronári�s totais e parciais
- para coroas unitárias ou múltiplas
- para curto ou longo tempo de uso
- para dentes sem anomalias de p�sição ( dente não pode estar inclinado / fora do arco)
Essa técnica é muito usada quando vai trocar coroa
Reembasamento de coroas provisórias:
1. Proteção com verniz
2. Lubrificação do dente e região com dente hidr�ssolúvel
3. Colocação da resina no término cervical (mistura pó e líquido)
4. Colocação do provisório em p�sição
5. Pequen�s moviment�s remoção e colocação
6. Delimitação do término com lápis de ponta fina
7. Recorte d�s excess�s
8. Acabamento e polimento
Considerações:
- Tipo de desgaste cervical
- Extensão cervical do preparo
- Área interproximal
Cimentação de coroas provisórias
1. Limpeza, secagem e isolamento do preparo
2. Lubrificar as faces axiais externas das coroas
3. Proporcionar e manipular ( a base de hidróxido de cálcio ou de zinco e eugenol)
4. Colocar cimento nas paredes axiais internas da coroa
5. Colocar em p�sição com compreensão
6. Remover �s excess�s
Mock- up
- Enceramento diagnóstico
- Resina bisacrílica
Restauração em dentes tratad�s endodonticamente
Retentores intrarradiculares sempre devem ser colocad�s em dentes que foram tratad�s canais, é o que
dá uma sustentação ao núcleo do dente. H�je em dia já não é colocado pin�s de metal, e sim pin�s de
fibra de vidro, �s pin�s de metal não são semelhantes à dentina, isso causa problemas. Antes
acreditavam que colocar um material rígido faria com que esse dente ficasse mais firme, e acabava
tendo muitas fraturas por flexionar e devido a esse motivo h�je em dia não é mais usado pino de metal.
- Dentro das condições ideais dura muit�s an�s, mas se o paciente fizer força pode quebrar.
- Quando é confeccionado (em acrílico) moldado internamente o conduto, é individual, e fica
muito justo, por isso não soltava.
- O de fibra de vidro já vem “montado de fábrica” mas caia com mais facilidade devido ao
cimento, e a falta da moldação daquele conduto, mas h�je em dia é moldado o conduto,
individualizando esse pino de fibra de vidro, fazendo com que há aderência.
Como e com o que restaurar dentes com tratamento endodôntico ?
- Dente tratado endodonticamente é totalmente seco e frágil, devido a remoção da polpa,
precisam�s pensar em tratament�s men�s invasiv�s, mas em cas�s de dentes tratad�s
endodonticamente é difícil fazer sem que seja invasivo, é muito invasivo diferente de um dente
com vitalidade.
Dente vital - Características físicas e mecânicas
- Resistência a compressão da dentina – 7% inferior (dt TE)Módulo de elasticidade
- Dureza ou Resistência a fratura – inferiores a 1% Conteúdo líquido da dentina
Por que �s dentes se fraturam?
- Foi perdido a estrutura, o ideal é blindar a estrutura assim que faz o tratamento endodôntico,
e como é blindado ? com um pino de fibra de vidro e RC. Precisa ser feito RÁPIDO, pois se
demorar o paciente pode perder o dente, por não sentir aquele dente, devido a morte da polpa.
- A remoção do tecido dental mineralizado é um fator determinante no padrão de trauma do
dente.
Esmalte (resistência, friável)
⬇
União amelo-dentinária
⬆
Dentina (resistente, friável)
Desafio restaurador
- Restabelecer a resistência do dente
- Preservando a sua estrutura remanescente
Técnicas restauradoras adesivas – podem recuperar de forma significativa a resistência perdida
Amálgama: O problema do amálgama é tirar, pois na sua remoção ele causa fraturas devido ao seu
modo de elasticidade ser diferente da dentina, e acontece como no pino de vidro.
Cimento restaurador provisório: Provoca uma dilatação, deve ficar o mínimo p�ssível na boca.
Função d�s pin�s intrarradiculares:
- Favorecer a retenção da restauração
Para indicar qual pino correto, devem�s pensar:
Em alguns cas�s pode ocorrer o efeito cunha (rachar no meio) sobre a raiz e provocar fraturas.
- Dentes fragilizad�s
- Pin�s com alto módulo de el
Núcleo metálico fundido:
- Ainda é utilizado
- Confeccionad�s a partir da moldagem do canal
- Envolve uma fundição laboratorial (ligas alternativas: cobre-alumínio, ou ligas áureas ou
nobres: palatina)
- Requer mais de uma sessão clínica
Indicações d�s núcle�s intra-radiculares ou de preenchimento
- Dentes que apresentam-se com coroa clínica com certo grau de destruição e que necessitam de
tratamento com prótese.
Quando colocar pino?
- Não é em tod�s dentes que são necessári�s a colocação do pino de fibra de vidro, vai depender
muito da estrutura do dente, da quantidade de dente remanescentes que sobrou daquele dente,
em molares não há tanta necessidade de colocação de pino por ter uma força ao longo do eixo,
já em dentes anteriores como incisiv�s acabam tendo uma força longitudinal o que pode causar
fraturas mais facilmente.
O ideal seria colocar núcle�s de preenchimento, quando é necessário fazer uma prótese.
- Men�s de 50% da estrutura dentária = pino.
- Até de 50% de estrutura dentária = núcleo de preenchimento, com RC
Geralmente �s núcle�s de preenchimento são indicad�s quando aproximadamente metade da estrutura
coronária está presente, de preferência envolvendo o terço cervical do dente. Isso é regra
- Resinas bulk fi�= muito indicada para fazer o preenchimento do núcleo do dente, além de ser
mais líquida, e é baixa em fator C.
Anatomia dental: Precisam�s saber a anatomia inter radicular, que modifica de dente para dente.
O pino deve ser colocado no conduto mais amplo, como por ex molar superior indicado colocar no
conduto palatino, e no inferior no conduto distal. Não há necessidade de colocar n�s 3 condut�s.
Proporções:
B= tamanho do pino intrarradicular
A= parte coronária
A parte interradicular SEMPRE deve ser maior do que a parte coronária, é aceitável que B seja
igual a A, mas nunca menor. O ideal é que seja ⅔ maior. Ou melhor dizendo B deve ser ⅔ maior do
que A.
O selamento apical deve ser de 4 mm a mais, para que não haja contaminação do ápice.
Pode ocorrer só se o pino for menor pode fraturar, porque fratura ?
O comprimento da raiz pode variar, mas deve seguir o padrão ⅔ ou 1/1
O diâmetro do pino tem que ser ⅓ da raiz, mas isso não é sempre, mas o padrão ouro é ⅓ da raiz ou no
máximo 1 para 1. Ou precisa de uma circunferência de 1mm.
Remanescente coronário: Mínimo de 2 mm, precisa ter 2mm men�s que isso é um prognóstico
desfavorável.
Técnica de preparo: Quanto pino metálico quanto pino de vidro
1. Radiografia inicial (periapical)
2. Preparo do remanescente coronário deixando �s 2 mm
3. Radiografia periapical (tira para ver o preparo, a referência muda, precisa ver para ver
quanto precisa desobiturar deixando �s 4 mm)
4. Preparo do conduto radicular (desobturação do canal com a broca largo (1,2,3))
5. Radiografia periapical
6. Moldagem
7. Cimentação
TODOS PINOS PRECISAM TER.
- Diâmetro: ⅓ da raiz ou remanescente de 1mm em paredes circundantes
- ⅔ da raiz ou metade do nível ósseo, selamento apical de 4mm
Quanto maior o diâmetro do pino maior a resistência, porém não pode deixar muito largo, se não pode
ter um enfraquecimento da raiz, um pino largo demais enfraquece a raiz, e um fino de mais pode
quebrar.
- se o comprimento do pino for igual ou superior a coroa tem�s 97,5% de dar tudo certo.
Preparo do conduto radicular
1. Remoção da guta percha com condensador aquecido
2. Alisamento das paredes removendo a guta com broca largo 1,2,3
3. Deixar o conduto ovóide paraprevenir a rotação do pino
Pino metálico:
Moldagem
Técnica Direta - Conduto é moldado e parte coronária
esculpida diretamente na boca;
Técnica Indireta - Moldagem d�s condut�s e remanescentes coronári�s com elastômero, obtêm-se um
modelo sobre o qual �s núcle�s são esculpid�s no laboratório.
Moldagem direta
1. Bastão de resina acrílica pinjet
2. Lubrificar o conduto
3. Modelagem do conduto (com pincel colocando a resina vermelha dentro do conduto)
4. Confecção da parte coronária (isso é enviado para o protético e ele faz a peça)
Moldagem indireta:
1. Silicone gera um modelo que é mandado para o protético que manda a peça pronta.
Cimentação do pino metálico:
1. Agente comentador:
- F�sfato de zinco ou ionômero de vidro (é próprio para cimentação )
2. Minimizar �s efeit�s de hidrodinâmica
3. Limpeza do conduto
- éter
- clorexidina
- hipoclorito de sódio
- tetracloreto de carbono
4. Evitar grandes compreensões na região apical (pode provocar o efeito cunha)
Pin�s pré fabricad�s: Pin�s de fibra de vidro
Atualmente pin�s de fibra de vidro e quartzo
-Coloração compatível com �s tecid�s dentais
- Translucidez
- Radiopacidade
P�ssibilitam uma distribuição mais uniforme das tensões ao longo da raiz, não sendo relatado cas�s de
fraturas radiculares
Vantagens:
- Não s�rem corr�são
- Dispensam a etapa laboratorial
- P�ssibilidade de preservação d�s tecid�s radiculares
- Permite um maior aproveitamento do remanescente coronário, podendo ser usado às restaurações
diretas, a�s onlays, e laminado cerâmico
Desvantagens:
- Pode errar na adesão
- Quebras da resina na parte coronária
Indicações e limitações
Remanescente dental
- Porção radicular e porção coronária
Remanescente radicular
- Expressa a espessura das paredes dentinárias da raiz
Quanto mais delgadas = risco de fratura (paredes mais finas tem mais chances de fraturas e nesse caso
é mais indicado pin�s de fibra de vidro ao invés de metálic�s)
Remanescente coronário
- Após o preparo protético
Remanescente coronário:
1. Fio afastador (mas preferência isolamento absoluto)
2. Selecionar o pino de acordo com o diâmetro do conduto, p�sicionando-o sobre radiografia do
dente, pode testar tb dps de desobturado
3. Desobturação do conduto
4. Radiografia
5. Condicionar o pino (pinça de carbono),
- limpar com álcool 70 1 min e secar com jat�s de ar
- Aplicar o silano e aguardar 1 min depois secar com jato de ar, une o adesivo e da adesão
- Aplicar adesivo jato de ar + polimerização (precisa deixar uma camada muito fina de
adesivo)
6. Teste do pino (pino tem que ficar na medida da desobturação, deixando sempre 4mm) O pino
precisa ficar justo no canal. (Pino não pode passar marcha, se mexer tem que reanatomizar)
7. Corte do pino com brocas diamantadas em alta rotação, pode ser cortado antes ou depois da
cimentação.
8. Aplicar o ácido f�sfórico por 15 segund�s
9. Lavar o conduto removendo todo o ácido
10. Secar o conduto com cone de papel absorvente
11. Adesivo na dentina microbrush fininho que vai até no fim do conduto
12. Cone de papel para tirar o excesso antes de fotopolimerizar
13. Manipulação do cimento resin�so dual (presa química e fotoativada)
14. Preencher todo o conduto com o cimento
15. Inserir o pino
16. Construir o preparo
Efeito férula
- colar metálico de 360 (Coroa) que circunda a dentina coronária remanesce
- Estrutura de 1 mm a 2 mm acima do degrau do preparo
Férula contribui para distribuição mais equilibrada das tensões na raiz;
Melhores propriedades de retenção do pino e maior resistência da raiz;
Preparo para coroas totais:
Técnica de preparo para coroa total p�sterior (silhueta modificada)
- Indicad�s para dentes com destruição acentuada ou pilares de próteses fixas (+50% do dente
comprometido, não é p�ssível fazer uma onlay, inlay, e não é p�ssível restaurar com resina
comp�sta)
- Dentes tratad�s endodonticamente também entram nessa indicação de coroa total
- As raízes precisam estar boas e precisa ter saúde periodontal
- o preparo superior parece muito com a inferior
Passo a passo:
Passo 1: desgaste das proximais, mesial e distal, broca 2203 em alta rotação com irrigação abundante
(o objetivo é a separação d�s dentes, nitidamente, formando um diastema)
- Precisam�s tomar cuidado para que essa broca não tenha contato com �s dentes vizinh�s, e
para isso usam�s proteção do dente adjacente com matriz de aço, a broca será p�sicionada
paralela ao longo eixo do dente. A broca deve ficar ao longo do eixo do dente devido a sua
convergência para oclusal, o que já dá uma retenção friccional, com isso terem�s uma
inclinação de 3 graus.
- A broca deve ser inserida a�s pouc�s com toques na incisal, deve se romper toda a parte mesial
e distal. A separação deve ter no mínimo 1mm de desgaste da cervical
Qual a diferença das brocas ? 2143 menor 3145 maior, ambas vão dar o mesmo término que é o ombro
Passo 2: Usam�s a broca 1014, em alta rotação com irrigação abundante, o objetivo é a confecção de
sulc�s marginais na cervical , V/L. A broca deve ser p�sicionada em 45 graus ao longo do eixo do
dente, metade da esfera da 1014, normalmente farem�s esse desgaste perto da margem gengival, 1 a 2
mm, raramente será feito subgengival. Esse p rocesso será feito na vestibular e na palatina/ lingual. A
1014 não fará subgengival!
Passo 3: Desgaste da face oclusal, irem�s usar a broca 2143 ou 3145 em alta rotação com irrigação
abundante. O término será em ombro (cerâmica pura) Diminuir a altura da coroa clínica, favorecendo
o preparo d�s terç�s médi�s e cervical das demais faces.
- Método: Quantidade de desgaste: de 1,5 a 2,0 mm – dependendo do comprimento da coroa
clínica, da existência ou não de tratamento endodôntico, e das características estéticas
desejadas para a face oclusal da prótese, irá desgastar o diâmetro de uma broca, farem�s isso
para que tenha uma espessura que seja compatível com a cerâmica pura, a broca deve ser
p�sicionada acompanhando o p�sicionamento das cúspides (2 sulc�s, depois faço em toda a
oclusal acompanhando a incriminação)
- Depois farei a união, que também deverá respeitar as inclinações do dente
- Na hora que pedir o paciente para ocluir, tentar passar entre o dente de cima e o dentro de
baixo, se passar significa que a quantidade de desgaste foi suficiente, pode se usar também o
especímetro
Passo 4: confecção de sulc�s na face V/L.
- Confeccionar sulc�s para a orientação da inclinação e pr�undidade de desgaste das faces V e
L. Usarem�s a broca 2143 ou 3145 em alta rotação com irrigação abundante.
- Método: Fazer um sulco no centro das faces dividindo-as em mesial e distal, em seguida um
sulco na porção mesial orientará o desgaste dessa primeira metade. P�sicionamento da ponta
diamantada: inclinação de 2 a 6o para a oclusal na primeira inclinação é de 5 a 10o para a
oclusal na segunda inclinação do preparo – normalmente segue-se a inclinação da face,
contudo estas angulações devem ser respeitadas. Desgastar o diâmetro de uma broca
Passo 5 e passo 6: Unir �s sulc�s de orientação preparando a porção mesial do dente, inclusive a face
mesial, usarem�s a ponta diamantada 2143 ou 3145 em alta rotação com irrigação constante.
- P�sicionamento da ponta diamantada: obliquamente a�s sulc�s de orientação, desgastando-se
apenas o remanescente íntegro – respeitando as inclinações fornecidas pel�s sulc�s de
orientação; Inclinação e quantidade de desgaste: seguir �s sulc�s de orientação (passo 4)
- Método: Preparo da face mesial: a ponta diamantada no 3203, apenas p�ssibilita a passagem
da ponta em uso – esta é que determinará o desgaste e a forma do término cervical proximal. A
papila interdental deverá ser contornada pela ponta, de maneira a manter a mesma distância
da margem gengival ao término nas faces axiais vestibular/lingual e proximais;
Passo 7: 2143 ou 3145 em alta rotação com irrigação abundante.
- Preparo subgengival se necessário: Colocam�s sub para ficar mais estético, em dentes
p�steriores não hátanta necessidade.
- Estender o preparo até aproximadamente 0,5 mm subgengival, com as pontas n.o 2143 ou 3145,
e p�steriormente com a n.o 3097 definir a linha de término – contínua e nítida; 3097 –ombro ou
3216 – chanfrado , em alta rotação com irrigação abundante.
- Estender o preparo até aproximadamente 0,3 mm subgengival, com as pontas n.o 2143 ou 3145,
e p�steriormente com a n.o 3216 até 0,5 mm definindo a forma de chanfro e a linha de término –
contínua e nítida; (término em chanfrado)
Passo 8: Acabamento
- Arredondar as arestas e definir a forma e o limite do término cervical – linha contínua,
definida e nítida
- Ponta diamantada: 3097F –ombro ou 3122
- Arredondar as arestas, se necessário definir a inclinação das paredes do preparo, além de
definir melhor a forma e o limite do término cervical – linha contínua, definida e nítida.
Moldagem em prótese fixa
Material de moldagem ideal: Material que capture com precisão �s detalhes das estruturas bucais.
“Solda-se a boca sem distorção, permanecendo dimensionalmente estável sobre a bancada ou quando
gesso é vazado sobre ele”.
Requisit�s de um material de moldagem:
- Ser fluido o bastante para se adaptar a�s tecid�s orais e visc�so o bastante para manter se na
moldeira
- A impressão não deve distorcer ou lacerar quando removida da boca
- Deve manter se estável na obtenção do modelo
- Facilmente desinfetado sem perda de acuracidade
- Compatibilidade com �s materiais de confecção de model�s e troqueis
- Não deve conter constituintes tóxic�s ou irritantes a�s tecid�s bucais
- Apresentar tempo de armazenamento adequado
- Consistência e textura satisfatórias
- Fácil manuseio e tempo de trabalho satisfatório
Moldagem é o ato onde obtivem�s a cópia em negativo d�s dentes ou dente em questão, ou seja, é o ato
para obterm�s o molde.
Moldagem corresponde ao resultado da operação de moldagem e é representada pela cópia, em
negativo, d�s arc�s dentais e tecid�s circunjacentes.
- Moldagem ato de moldar, uso da moldeira + material de moldagem (alginato, silicone e etc)
- Molde é o que tem�s após retirar a moldeira da boca do paciente
- Modelo é o que tem�s após vazar o gesso, podendo ser de estudo ou de trabalho.
Modelo é a reprodução do elemento, ou element�s desejad�s, isto é, a reprodução (cópia) idêntica d�s
element�s desejad�s. O modelo pode ser usado para estudo do caso, ou como modelo de trabalho para
realizar a peça.
Moldagem:
- Precisa ser feita com cuidado para evitar problemas futur�s no modelo e resultado final da
prótese;
- Avaliar molde sem saliva e/ou sangue;
- na moldagem; preparo deve ser bem feito para gerar cópia fiel
- Moldagem com fio ou sem fio retrator: avaliar 1° o fenótipo gengival (mas deve ser evitado o
uso do fio porque pode causar retração gengival)
Materiais divers�s: silicone /adição / condenação poliéster, entre outr�s;
Bissulfeto (Mercaptana)
- seu subproduto é H2O p�ssui distorção pela evaporação da água
- Polímero de Polissulfeto + dióxido de Chumbo
Manipulaçāo Polissulfeto
● Moldeira individual com adesivo
● Placa de vidro ou bloco fornecido pelo fabricante
● Comprimento de pastas iguais
● Espátula larga e rígida
● Espatulaçāo (45 a 60 seg)- homogeneizaçāo
● Reaçāo de polimerizaçāo exotérmica (nāo sensível)
● Vazar gesso imediatamente
Vantagens:
● Boa reproduçāo de detalhes
● Resistência a rasgamento
● Custo
● Tempo de trabalho longo
● Vida útil longa
Desvantagens:
● Moldeira individual ou casquete
● Sabor e odor
● Verter imediatamente
● instabilidade dimensional
● Deformaçāo
● Mancha a roupa
Poliéter
Primeiro material a ser desenvolvido com a funçāo especifíca de material de moldagem
Reaçāo de Vulcanizaçāo
- Polimero de Poliéter + Sulfonato alquílico
⬇
- Borracha de Poliéter
Manipulaçāo
● Moldeira Individual(casquete) com adesivo
● Placa de vidro ou bloco fornecido pelo fabricante • Comprimento de pastas iguais
● Espátula larga e rígida
● Espatulaçāo vigor�sa e rápida
● Tempo de trabalho: 2,0 mim
● Tempo de presa: 2,5 mim
Vantagens:
● Precisão dimensional
● Estabilidade dimensional (0,15% durante sua • Podem ser armazenad�s por até 7 dias
Desvantagens:
● polimerização e 0,3 - 0,4% nas primeiras 24 horas)
● Rasgam facilmente, men�s resistentes ao rasgamento do que �s polissulfet�s. • Sabor amargo
● Custo
● Elevada rigidez
● Baixo tempo de trabalho
Silicone de condensação:
- Características
- estabilidade dimensional regular
- excessiva contração de polimerização
- vazamento imediato
- Boa reprodução de detalhes
- boa elasticidade
- baixa resistência ao rasgamento
- grande tempo de trabalho
- odor agradável
- biologicamente inertes
Catalisador + pasta base + pasta densa
Silicones de adição:
Tip�s:
• Pesado (consist. pesada)
• Regular (consist. regular)
• Leve (consist. leve)
Apresentação:
- Bisnagas
- Potes plástic�s
- cartuch�s
Manipulaçāo
•Moldeira tipo Vernes(pesado e Leve)
• Placa de vidro ou bloco fornecido pelo fabricante
• Comprimento de pastas iguais ou sistema “auto-mix”
• Espátula larga e rígida
• Espatulaçāo vigor�sa e rápida (30 a 40 seg.)
• Verter gesso até 7 dias
Vantagens
• Estabilidade dimensional excelente
• Vazamento após uma hora até 7 dias
• Excelente reprodução de detalhes
• Grande tempo de trabalho
•Alta resistência a deformaçāo
•Estável na maioria das soluções desinfetantes
• Alteração dimensional de apenas 0,05 a 0,016% • Odor agradável
Características:
• Não pode ser manipulado com luvas de látex
•Maior dificuldade de remoçāo do molde da boca(menor flexibilidade)
• Baixa capacidade de molhamento
• Custo alto
Técnicas de moldagem
Com fio afastador: moldagem com silicones
Sem fio afastador: moldagem com casquetes individuais
Moldagem com silicones
- Técnica do reembasamento
- Primeira moldagem com mat. pesado em seguida material com consistência fluida
Técnica de Dupla Mistura
- Os materiais pesado e leve são manipulad�s simultaneamente
Desinfecção:
Técnica de moldagem casquetes individuais
É a técnica de moldagem do provisório, moldagem de transferência e fazer outra moldagem com
alginato no mesmo lugar.
Características do preparo da coroa parcial - onlay silhueta modificada
- Pega parcialmente o dente, onlay pega cúspide.
Porque indicar uma onlay ? Indicado para dentes que tem uma destruição assentada nas faces oclusais,
envolvendo cúspide, e que compromete a confecção de uma restauração direta. O material restaurador
não consegue suportar as forças mastigatórias.
*A seta indica onde o paciente oclui*
A remoção do tecido mineralizado é o fator determinante no padrão de fratura do dente.
- Os dentes tratad�s endodonticamente são �s dentes mais indicad�s para esses procediment�s.
Quanto mais restaurar aquele dente mais fraco ele fica.
- O dente que mais c�stuma quebrar (principalmente tratado canal), ou cárie extensa que pega
cúspide, são �s pré molares superiores.
Preparo: Passo a passo
Primeiro passo: Desgaste das próximas, sem chegar na vestibular.
- Eliminar a convexidade da área proximal- Corte em fatia promovendo a separação com �s
dentes contígu�s. Fazer um diastema, desgastar as próximas.
- Ponta diamantada: cônica longa n.º 3203 ou 2200, em alta rotação com irrigação abundante,
ao longo eixo do dente. Tem que ter um desgaste de 1 mm.
Deve proteger o dente vizinho com matriz de aço
Segundo passo: Desgaste da face oclusal e terço médio oclusal das paredes axiais das cúspides
funcionais e linguais inferiores.
- Cúspide funcional do molar superior: palatina
- Cúspide funcional do molar Inferior: vestibular
- Confeccionar sulc�s para orientação da pr�undidade de desgaste na face oclusal, terço
oclusal das cúspides funcionais, para dentes superiores e inferiores e ainda o terço oclusal da
face lingual d�s dentes inferiores;
- Unir �s sulc�s de orientação, eliminando quantidade suficiente de estrutura dentária da face
oclusal, provendo ao material restaurador rigidez e/ou estética, durante a mastigação.
Pontadiamantada: cilíndrica com extremidade arredondada
n.º 2143 de 1,2 mm de diâmetro em alta rotação com irrigação abundante.
- Para a face oclusal e terço médio oclusal das cúspides funcionais o desgaste será, independente
do material restaurador, de 1,5 a 2,0 mm, dependendo do comprimento da coroa clínica e da
existência ou não de tratamento endodôntico.
- Para o terço oclusal da face lingual de dentes inferiores: 1,0 a 1,5 mm quando o preparo for
para restaurações em porcelana ou cerômer�s e 0,7 mm quando o preparo for para restaurações
metálicas.
MÉTODO:
P�sicionamento da ponta diamantada:
- Na superfície oclusal o desgaste será feito acompanhando �s plan�s inclinad�s das cúspides.
- P�sicionamento da ponta diamantada: Fazer três sulc�s de orientação em cada face seguindo
as inclinações sugeridas.
- P�sicionamento da ponta diamantada: Para a união d�s sulc�s, a mesma ponta é p�sicionada
obliquamente a�s mesm�s e de maneira a seguir a inclinação e a pr�undidade d�s sulc�s.
No terço oclusal das paredes axiais, o limite do desgaste deve ser o trespasse vertical da cúspide do
dente antagonista, definindo-se uma inclinação de paredes de 2 a 6o para trabalh�s que dependem da
retenção friccional e aceitando-se um máximo de 10o para �s fixad�s com material adesivo.
Aumento da área de retenção friccional: próteses fixadas com cimento de Zinco, em dentes inferiores,
além da cúspide funcional deve-se fazer sulc�s no terço médio oclusal da face lingual, aumentando a
resistência e a retenção da restauração.
Para o arco superior devido ao risco de comprometimento estético, evita-se o desgaste da cúspide não
funcional - vestibular, mesmo em restaurações em porcelana.
Terceiro passo: Abertura das caixas - Oclusal e proximal
- Abrir caixa oclusal e as proximais – mesial e distal, cujas paredes axiais auxiliam na retenção
e estabilização das coroas parciais durante a mastigação, impedindo seu deslocamento.
- A caixa oclusal permite aumentar a espessura da restauração em área de grande esforço
mastigatório.
Instrumento rotatório: Pontas diamantadas: tronco cônica no 2131, para pré-molares e no 3131, para
molares em alta rotação com irrigação abundante.
- Essa caixa não pode ser realizada subgengival!
MÉTODO:
P�sicionamento da ponta diamantada para a caixa oclusal: paralela à direção de inserção pretendida,
de modo a permitir a abertura de caixa oclusal no sulco mésio-distal, seguindo o contorno das cúspides.
O desgaste assemelha-se em pr�undidade à uma classe I para amálgama, porém com paredes axiais
expulsivas para a oclusal; com inclinação de 2 a 5o, para �s prepar�s que dependem da retenção
friccional para manter a prótese e de
aproximadamente 10o para �s que receberão próteses fixadas por materiais adesiv�s.
P�sicionamento da ponta diamantada para as caixas proximais: Paralela à direção de inserção
pretendida, de modo a permitir a abertura de caixas proximais com istmo semelhante ao da caixa
oclusal - largura de aproximadamente 1/3 da distância V-L e expulsivas para oclusal.
Característica da caixa oclusal após o desgaste :
* paredes vestibular e lingual divergentes no sentido cérvico-oclusal;
* parede pulpar plana;
* pr�undidade de
aproximadamente 1 mm e istmo de aproximadamente 1/3 da
distância V-L do dente
Característica das caixas proximais após o desgaste :
* paredes vestibular e lingual divergentes no sentido cérvico-
oclusal e expulsivas em direção ao dente contíguo.
* paredes axiais (mesial distal)convergentes no sentido
cérvico-oclusal.
* paredes gengivais planas,
paralelas à pulpar e de 0,5 a 1,0 mm aquém da margem gengival.
Quarto passo: Unir �s prepar�s das faces proximais, oclusal e terço oclusal das cúspides funcionais e
lingual inferior delimitando uma linha de término cervical tortu�sa, porém contínua e definida e nítida;
Pontas diamantadas: cilíndrica de extremidade plana no 3097 - para términ�s cervicais tipo ombro reto
com ângulo áxio-gengival arredondado cilíndricas com extremidade arredondada no 2143 - para a
união propriamente dita cilíndrica de extremidade cônica no 3216 - para términ�s cervicais em
chanfrado, em alta rotação com irrigação abundante.
MÉTODO:
P�sicionamento das pontas diamantadas nas proximais: paralela à direção de inserção pretendida,
apenas definindo o término.
Característica do término cervical:
Restaurações em porcelana ou cerômero, recomenda-se um término em ombro com ângulo áxio-gengival
arredondado.
Restaurações parciais metálicas, término cervical em chanfrado. Extensão cervical do término na
proximal:
Idealmente supra-gengival, caso a cárie ou a
fratura esteja sub-gengival o preparo poderá
estender-se até 0,5 mm.
● Cimento resin�so é usado somente em resina comp�sta e cerâmica!
Quinto passo: Acabamento
Definir a forma e o limite do término cervical, obtendo uma linha tortu�sa, porém contínua, definida e
nítida, além de arredondar tod�s �s ângul�s diedr�s e triedr�s, planificar as paredes pulpar e gengival
e assegurar a correta inclinação das paredes preparadas.
Instrumento rotatório:
Pontas diamantadas: cilíndrica com extremidade ogival no3216F, para términ�s em
chanfrado e cilíndrica com extremidade plana no 3097F, para ombro com ângulo áxio-gengival
arredondado ambas em baixa rotação ou alta rotação em baixa velocidade, com bastante irrigação.
MÉTODO:
P�sicionamento das pontas diamantadas: o acabamento é efetuado em todas as arestas superficiais do
término cervical nas faces vestibular, lingual e proximal, regularizando também �s ângul�s diedr�s e
triedr�s além de planificar as paredes pulpar e gengivais; acabamento propriamente dito: reafirmar a
inclinação das paredes, principalmente as da caixa oclusal e o terço médio oclusal das cúspides
funcionais e lingual inferior, assim como as das caixas proximais; término cervical: também devem ser
reafirmad�s e definid�s a forma e o limite do término cervical, obtendo-se uma linha externa tortu�sa,
porém contínua, definida e nítida.
CARACTERÍSTICAS DO PREPARO DA COROA PARCIAL
MÉSIO-OCLUSO-DISTAL (OVERLAY):
A- ângul�s diedr�s e triedr�s arredondad�s;
B - arestas áxio-pulpares mesial e distal arredondadas;
C - paredes pulpar e gengivais, planas e perpendiculares à direção de inserção pretendida;
D - paredes axiais das caixas proximais - mesial e distal, convergentes para oclusal no sentido
cérvico-oclusal;
E - paredes vestibular e lingual das caixas proximais expulsivas no sentido cérvico-oclusal e também
no sentido do dente contíguo;
F - paredes vestibular e lingual da caixa oclusal expulsivas no sentido cérvico-oclusal;
G - Término cervical tortu�so, contínuo e nítido, com forma de chanfrado ou chanferete para metal e
em ombro com ângulo áxio- gengival arredondado para cerômer�s ou porcelana.
Reanatomização de pino de fibra de vidro
Retenção do material de preenchimento ——> Distribuição das tensões imp�stas a�s dentes
Pino: é um problema, deve ser evitado ao máximo p�ssível, a principal função do pino é reter o material
dentro do conduto.
- Pino é cimentado com resina comp�sta.
O pino que fica dentro do conduto ele distribui as tensões que estão dentro do dente.
- Molar é um dente que não precisa colocar pino, só a resina dentro do conduto já é o suficiente
pela força ser em longo eixo.
- Já �s incisiv�s, precisam de pino por precisar de distribuir a força
Pino é mais indicado para dentes anteriores, e p�steriores é indicado quando não tem todas as paredes,
o pino é sempre colocado no conduto mais calibr�so, não precisa colocar em tod�s �s condut�s.
- O pino fibra de vidro é mais usado devido ao módulo de elasticidade, o pino metálico h�je em
dia quase não é usado devido ao módulo de elasticidade ser totalmente diferente da resina.
- Devido a�s módul�s de elasticidade ser diferente (dentina 15) causava uma tensão e causava
uma quebra no dente.
O pino metálico é feito exclusivo para cada paciente, por ser moldado ao conduto, já o pino fibra de
vidro é pré-fabricado, então precisa serreanatomizado antes de ser cimentado.
- O pino metálico s�re corr�são, e escurecia a raiz e até mesmo a gengiva, o pino de fibra de
vidro não escurece, é bem estético.
- Pino cônico é melhor do que um pino reto, e precisa transmitir a luz, que é o que faz com que a
luz do foto chegue até a ponta do pino, e precisa ser estético.
Técnica:
1. Desobstrução do conduto com brocas largo, 4 mm de selamento apical, e o pino deve ter ⅔ da
raiz. Precisa se certificar que não há guta nas paredes, pois prejudica a adesão.
2. O pino deve ser escolhido de acordo com o tamanho do conduto
3. Limpeza do pino, com ácido ou álcool
4. Aplicação do silano aguardar 1 minuto
5. Aplicação do adesivo, bater ar após para evaporar o solvente e depois fotoativar
6. Aplicar gel hidr�ssolúvel dentro do conduto
7. Envolver o pino em resina comp�sta, qualquer resina
8. Introduzir o pino no conduto até na medida que foi desobturado
9. Fotoativar durante 5 segund�s, mexe um pouquinho, fotoativa mais 5 segund�s, mexe e dps
fotoativa 1 minuto
10. Limpar o pino com ácido, depois lavar e secar

Outros materiais