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Pró-Reitoria Acadêmica 
Escola de Saúde e Medicina 
Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Gerontologia 
ASSOCIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL COM O PERFIL 
EPIDEMIOLÓGICO DE IDOSOS LONGEVOS 
Autora: Diane Nogueira Paranhos Amorim 
Orientadora: Profª. Drª. Karla Helena Coelho Vilaça 
Co-Orientador: Prof. Dr. Gustavo Azevedo Carvalho 
Brasília - DF 
2016 
 
 
 
 
 
 
DIANE NOGUEIRA PARANHOS AMORIM 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ASSOCIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL COM O PERFIL 
EPIDEMIOLÓGICO DE IDOSOS LONGEVOS 
 
 
 
 
 
 
 
Dissertação apresentada ao Programa de 
Pós-Graduação Stricto Sensu em 
Gerontologia da Universidade Católica de 
Brasília, como requisito parcial para 
obtenção do Título de Mestre em 
Gerontologia. 
 
Orientadora: Profª. Drª. Karla Helena 
Coelho Vilaça 
 
Co-Orientador: Prof. Dr. Gustavo de 
Azevedo Carvalho 
 
 
 
 
 
 
Brasília 
2016 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ficha elaborada pela Biblioteca Pós-Graduação da UCB 
 
 
 
 
 
 
A524a Amorim, Diane Nogueira Paranhos. 
Associação da capacidade funcional com o perfil epidemiológico de 
idosos longevos. / Diane Nogueira Paranhos Amorim – 2016. 
84 f.; il.: 30 cm 
 
Dissertação (Mestrado) – Universidade Católica de Brasília, 2016. 
 Orientador: Profa. Dra. Karla Helena Coelho Vilaça 
 Coorientador: Prof. Dr. Gustavo Azevedo Carvalho 
 
1. Gerontologia. 2. Idosos. 3. Longevidade. 4. Capacidade funcional. I. 
Vilaça, Karla Helena Coelho, orient. II. Carvalho, Gustavo Azevedo, orient. 
III. Título. 
 
 
 CDU 613.98 
 
 
AGRADECIMENTO 
 
 
Agradeço primeiramente a Deus por ter me concedido essa conquista, por ter me 
capacitado e renovado minhas forças em meio às dificuldades. Agradeço pela 
proteção durante a coleta de dados e por ter colocado no meu caminho as pessoas 
certas. 
 
Minha eterna gratidão aos meus pais, Anderson e Janete, por me proporcionarem o 
tão sonhado mestrado. Obrigada por não medirem esforços para que eu chegasse 
até aqui, pelo apoio incondicional e por me darem o melhor exemplo de profissionais 
que inspiram e abençoam pessoas por meio da profissão. 
Agradeço ao meu marido Jeremias Amorim, meu companheiro, que me apoiou em 
cada momento dessa jornada, que dividiu comigo alegrias, estresses e tristezas. 
Sou grata por acreditar em mim, sempre incentivando meu crescimento e me 
abrindo os horizontes. 
A minha segunda mãe, Tia Ruth, e a minha irmã Carol a minha gratidão pela torcida 
e apoio em cada etapa do mestrado. 
Tia Maridete, Iran, Luiz Carlos, Narel e Mateus, meus sinceros agradecimentos por 
terem me hospedado e acolhido em Brasília e por toda a ajuda ao longo desses dois 
anos. Vocês fazem parte dessa conquista. 
À Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) pelo auxílio 
financeiro. 
Agradeço ao Alisson (in memoriam), que me ajudou desde o momento da seleção 
para o mestrado, sempre atencioso e prestativo. 
Ao Prof. Gustavo de Azevedo Carvalho, por sua grande ajuda e contribuição na 
minha dissertação. Obrigada pela orientação, pela atenção e disponibilidade. 
Meu profundo agradecimento à Profª. Karla Helena Coelho Vilaça. Obrigada por se 
fazer presente durante todo o mestrado, por zelar para que a pesquisa fosse feita da 
melhor forma, por todos os ensinamentos, pela compreensão, por me inspirar e 
incentivar e por fazer tudo isso sorrindo. Um verdadeiro exemplo. 
Muito obrigada a todos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO 
 
 
Referência: AMORIM, Diane Nogueira Paranhos. Associação da capacidade 
funcional com o perfil epidemiológico de idosos longevos. 2016. 84 folhas. 
Dissertação (Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Gerontologia) - 
Universidade Católica de Brasília, Brasília, 2016. 
 
 
O envelhecimento populacional no Brasil e no mundo revelou, nos últimos anos, o 
crescimento dos idosos com idades ≥80 anos, os idosos longevos. O aumento da 
população de longevos implicou um novo cenário epidemiológico, caracterizado por 
múltiplas doenças crônicas, morbidade e dependência funcional. O objetivo da 
presente pesquisa foi associar o perfil epidemiológico à capacidade funcional de 
idosos longevos. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, realizado na cidade 
de Teresina-Piauí, em duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A amostra foi 
composta por 103 idosos do sexo masculino e feminino, com 80 anos ou mais, 
cadastrados nas UBSs e com capacidade cognitiva preservada. A coleta de dados 
foi realizada por meio de aplicação de questionário com informações 
sociodemográficas e epidemiológicas. Para avaliação da capacidade funcional, 
utilizou-se o Índice de Katz, Escala de Lawton e Brody e o Short Physical 
Performance Battery. Os dados sociodemográficos e epidemiológicos foram 
analisados por estatística descritiva simples. Aplicou-se o teste de Qui-quadrado e o 
teste de correlação de Spearman. Dentre os idosos longevos, 40,8% eram 
dependentes parciais, e 2,9% eram dependentes totais na realização das atividades 
básicas de vida diária (ABVD); 97,1% eram dependentes parciais, 1,9% eram 
dependentes totais nas atividades instrumentais de vida diária (AIVD), e 24,3% eram 
dependentes quanto à mobilidade funcional. A capacidade funcional associou-se ao 
uso de dispositivos auxiliares de marcha, ao uso de três ou mais medicamentos, ao 
consumo de bebida alcoólica, ao uso de prótese no quadril ou joelho, à diabetes, 
artropatias e osteoporose e, mais significativamente, ao medo de cair. O medo de 
cair foi a única variável que associou-se à ABVD, AIVD e mobilidade funcional. 
Concluiu-se que houve maior prevalência de independência para a realização das 
ABVD, dependência para as AIVD e baixo desempenho na mobilidade funcional. O 
medo de cair foi a variável que apresentou associação mais significativa com a 
capacidade funcional. 
 
 
Palavras-chave: Idoso de 80 anos ou mais. Longevidade. Capacidade funcional. 
Atividades diárias. 
 
 
 
 
ABSTRACT 
 
 
Population aging in Brazil and in the world has revealed, in recent years, the growth 
of the elderly aged ≥80 years old, the oldest old. The increase in the population of the 
oldest old entailed a new epidemiological scenario, characterized by multiple chronic 
diseases, morbidity and functional dependence. The objective of this research was to 
associate the epidemiological profile with the functional capacity of the oldest old. 
This is a cross-sectional study, carried out in the city of Teresina-Piauí, at two Basic 
Health Units (BHU). The sample was composed by 103 elderly males and females, 
with 80 years or more, enrolled in the BHU and with cognitive capacity preserved. 
The data collection was performed by means of application of the questionnaire with 
sociodemographic and epidemiological information. For assessment of the functional 
capacity, we used the Katz Índex, Lawton and Brody Scale and the Short Physical 
Performance Battery (SPPB). The sociodemographic data and epidemiological data 
were analyzed by simple descriptive statistics. The Chi-square test and the 
Spearman correlation test was applied. Among the oldest old, 40.8% were 
dependent partial, and 2.9% were dependent on the full realization of the basic 
activities of daily life (BADL); 97.1% were partial dependents, 1.9% were dependent 
in full for instrumental activities of daily living (IADL), and 24.3% were dependent on 
the functional mobility. Functional capacity was associated to the use of assistive 
walking devices, the use of threeor more medications, the consumption of alcoholic 
beverage, the use of prosthesis in hip or knee, diabetes, arthropathies and 
osteoporosis and, more significantly, to the fear of falling. The fear of falling was the 
only variable that was associated with BADL, IADL and functional mobility. In 
conclusion, there was a higher prevalence of independence in the performance of the 
BADL, dependence for the IADL and low performance in functional mobility. The fear 
of falling was the variable that showed the most significant association with functional 
capacity. 
 
 
Keyword: Aged, 80 and over. Longevity. Functional status. Activities of Daily Living. 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE TABELAS 
 
 
Tabela 1: Caracterização sociodemográfica dos longevos cadastrados em duas 
UBS de Teresina, PI............................................................................................... 
 
25 
Tabela 2: Descrição das características epidemiológicas dos longevos 
cadastrados em duas UBS de Teresina, PI........................................................... 
 
26 
 
Tabela 3: Classificação da capacidade funcional dos longevos cadastrados em 
duas UBS de Teresina-PI segundo as ABVD, AIVD e mobilidade funcional......... 
 
27 
 
Tabela 4: Características epidemiológicas significativamente associadas à 
dependência nas ABVD e AIVD e à mobilidade funcional em longevos de duas 
UBS de Teresina-PI, segundo o Teste de Correlação de Spearman..................... 
28 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE SIGLAS 
 
 
ABVD: Atividade Básica de Vida Diária 
ACS: Agente Comunitário de Saúde 
AIVD: Atividade Instrumental devida Diária 
DCNT: Doenças Crônicas Não Transmissíveis 
FES –I: Escala Internacional de Eficácia de Quedas 
MEEM: Mini exame do estado mental 
SPPB: Short Physical Performance Battery 
UBS: Unidade Básica de Saúde 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 9 
2 REVISÃO DE LITERATURA .............................................................................. 11 
2.1 ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E LONGEVIDADE .......................... 11 
2.2 CAPACIDADE FUNCIONAL ........................................................................ 12 
2.2.1 Avaliação da capacidade funcional ....................................................... 14 
2.3 EPIDEMIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO ................................................. 16 
3 OBJETIVOS ....................................................................................................... 18 
3.1 OBJETIVO GERAL....................................................................................... 18 
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ........................................................................ 18 
4 ARTIGO .............................................................................................................. 19 
 1. INTRODUÇÃO .................................................................................................. 19 
 2. MÉTODOS ...................................................................................................... 21 
 2.1 Tipo de Estudo ........................................................................................ 21 
 2.2 Área de Trabalho ..................................................................................... 21 
 2.3 Amostra ................................................................................................... 21 
 2.4 Procedimento e Coleta de Dados .......................................................... 21 
 2.5 Análise Estatística .................................................................................. 24 
 3. RESULTDOS ................................................................................................... 24 
 4. DISCUSSÃO ...................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 
 5. CONCLUSÃO ..................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 
Conflito de interesse ........................................ Erro! Indicador não definido. 
Agradecimento ................................................. Erro! Indicador não definido. 
Financiamento .................................................. Erro! Indicador não definido. 
REFERÊNCIAS .....................................................ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 44 
APÊNDICES ............................................................................................................. 55 
APÊNDICE A – TERMO DE AUTORIZAÇÃO INSTITUCIONAL ............................. 54 
 APÊNDICE B – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO.........57 
APÊNDICE C– FOTOS ......................................................................................... 59 
ANEXOS ................................................................................................................... 62 
 ANEXO A – NORMAS PUBLICAÇÃO DA REVISTA ARCHIVES OF 
GERONTOLOGY AND GERIATRICS...................................................................62 
 ANEXO B – MINI EXAME DO ESTADO MENTAL.................................................68 
ANEXO C – QUESTIONÁRIO SOCIODEMOGRÁFICO E EPIDEMIOLÓGICO.....70 
 ANEXO D – ESCALA INTERNACIONAL DE EFICÁCIA DE QUEDAS (FES-I).....73 
 ANEXO E – ÍNDICE DE KATZ PARA ATIVIDADE DE VIDA DIÁRIA....................75 
 ANEXO F – ESCALA DE LAWTON E BRODY PARA ATIVIDADE 
INSTRUMENTAL DE VIDA DIÁRIA...........................................................................77 
 ANEXO G – SHORT PHYSICALPERFORMANCE BATTERY (SPPB)..................78 
 
 
 
62
9 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
O aumento acelerado do número e da proporção de idosos é um fato bem 
estabelecido na literatura (UNFPA, 2012; PEREIRA et al., 2015), com destaque para 
o aumento populacional dos idosos com 80 anos e mais, os idosos longevos, que 
constituem a faixa etária com maior expansão nos últimos tempos (BRASIL, 2010). 
A taxa média de crescimento anual da população de longevos já superou a de 
idosos, e a projeção para o Brasil é de que em 2050 a marca de 13 milhões de 
longevos seja ultrapassada, evidenciando a continuação, ao longo dos anos, do 
envelhecimento da população idosa (IBGE, 2008). 
O rápido envelhecimento populacional implicou um novo cenário 
epidemiológico, caracterizado por múltiplas doenças crônicas e por todas as suas 
complicações. Assim, o aumento da expectativa de vida e da população de longevos 
foi paralelo ao aumento da carga de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), 
das morbidades, incapacidades e dos agravos, tornando o perfil epidemiológico dos 
idosos particular e com risco potencial de afetar a capacidade funcional desse 
segmento populacional (VERAS, 2009; PORCIÚNCULA et al., 2014). 
 A capacidade funcional da pessoa idosa pode ser entendida como a 
habilidade de executar, com autonomia e independência, as atividades cotidianas, 
mantendo o cuidado de si bem como as atividades sociais (LENARDT; CARNEIRO, 
2013; CRUZ; RAMOS, 2015). 
Além da importância na integração social do idoso, a capacidade funcional 
pode se constituir um importante indicador de saúde e qualidade de vida, de modo 
que sua perda ou declínio é fator de risco para mortalidade (LIMA-COSTA et al., 
2011). Em idosos longevos, algum grau de declínio funcional é esperado, mesmo 
com um envelhecimento saudável, assim é imprescindível identificar fatores de 
riscos e prevenir o declínio funcional precocemente (SUDRÉ et al., 2012; IMAI et al., 
2014; BRITO et al., 2014). 
 A avaliação precoce da capacidade funcional, além de determinar o 
comprometimento funcional, permite oplanejamento de intervenções que favoreçam 
a manutenção e potencialização da independência e o envelhecimento saudável; 
para isso, é fundamental a compreensão, por parte dos gestores e profissionais de 
saúde, da funcionalidade e dos aspectos que, de alguma forma, influenciam a saúde 
do longevo (MACÊDO et al., 2012; BARBOSA et al., 2014). 
10 
 
Portanto, o estudo acerca da capacidade funcional bem como dos aspectos 
que se correlacionam torna-se necessário para permitir o retrato real das condições 
de saúde dos longevos, e o entendimento de como esses idosos têm vivido os anos 
a mais consequentes ao aumento da longevidade. 
A compreensão desses aspectos direciona as ações voltadas para os 
longevos, pois políticas adequadas precisam ser baseadas em informações sobre a 
população à qual se destinam, no entanto estudos voltados à população de idosos 
longevos e o conhecimento acerca das suas condições de saúde ainda são 
escassos (PORCIÚNCULA et al., 2014; RIBEIRO et al., 2015). 
Nesse sentido, o objetivo da presente pesquisa foi associar o perfil 
epidemiológico à capacidade funcional de idosos longevos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
 
2 REVISÃO DE LITERATURA 
 
2.1 ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E LONGEVIDADE 
 
A longevidade tornou-se mais frequente na população, e os idosos têm se 
destacado ao longo das décadas por seu crescimento populacional, comum nos 
mais diversos países (WILLIG; LENARDT; CALDAS, 2015). Chegar aos oitenta anos 
é uma grande possibilidade, e cem anos tornou-se uma idade atingível. A explosão 
demográfica dos indivíduos de 60 anos e mais atingiu os de 80 e mais, conhecidos 
como “idosos muito idosos” ou “idosos longevos” (FERRARI, 2006). 
O aumento no tempo de vida está muito associado aos avanços da tecnologia 
da saúde, que diminuíram as taxas de mortalidade em todo o mundo. Inicialmente, a 
queda nas taxas de mortalidade levou a um aumento da expectativa de vida ao 
nascer e, a seguir, da expectativa de vida aos 60 anos. Somada a isso, a queda da 
fecundidade e natalidade aumentou a proporção de indivíduos idosos, concretizando 
o fenômeno da transição demográfica (PATRÍCIO et al., 2008; PIACENTINI, 2016). 
Segundo o Fundo das Nações Unidas para a População – UNFPA (2012), há 
apenas 5 anos, somente 19 países apresentavam expectativa de vida acima dos 80 
anos. Atualmente, 33 países já alcançaram esse patamar. Em 2050, 3,2 milhões de 
idosos chegarão aos cem anos (UNFPA, 2012). 
No Brasil, a expectativa de vida chegará aos 80 anos em 2041, e os idosos 
longevos já são o grupo populacional que apresenta maior crescimento (IBGE, 
2013a). Em 2000, os idosos longevos correspondiam a aproximadamente 1,6 
milhões, em 2010 já eram quase 3 milhões, e em 2030 serão 5,5 milhões de 
longevos no país (IBGE, 2010; CHAIMOWICZ, 2013). 
A distribuição desses longevos varia entre as regiões geográficas brasileiras. 
A região Nordeste apresenta a maior proporção de longevos: 1,9% do total de 
idosos dessa região tem 80 anos ou mais. Nas regiões Sul e Sudeste que, 
tradicionalmente, apresentam as maiores proporções de indivíduos com mais de 60 
anos, os longevos correspondem a 1,8% dos idosos. As regiões Centro-Oeste e 
Norte apresentam as menores proporções de longevos: respectivamente, 1,2% e 
1,0% (IBGE, 2013b). 
12 
 
No estado do Piauí, o crescimento do número e da proporção de longevos 
também é realidade. Em 2000, havia 32 mil longevos no estado; em 2012, esse 
número já era 52 mil, do quais cerca de 10 mil estavam na capital Teresina, 
correspondendo a 14,7% da população total de idosos da cidade (DATASUS, 2012). 
A longevidade é, de fato, uma aspiração de qualquer sociedade e deve ser 
comemorada. No entanto, só pode ser considerada como uma real conquista na 
medida em que se agregue qualidade aos anos adicionais de vida (VERAS, 2009). 
Apesar de o prolongamento da vida retratar, dentre muitas coisas, as melhorias nas 
condições de saúde e de vida da população idosa, o aumento dos anos vividos não 
garante uma velhice sadia, autônoma e com qualidade (PASCHOAL, 2006). 
A passagem do tempo implica deficit contínuos e cumulativos, elevado risco 
de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e limitações 
funcionais graves. Além disso, a população longeva apresenta características 
peculiares, como: vulnerabilidade a fatores de ordem social, tais como viuvez e 
aposentadoria, tendência ao isolamento, perda de contatos e institucionalização 
(LOURENÇO et al., 2012). Por isso, o envelhecimento populacional requer medidas, 
iniciativas e intervenções no sentido de melhorar a qualidade de vida dos idosos 
longevos e assegurar a sua contínua integração na sociedade (PAÚL; RIBEIRO, 
2012). 
Considerando que os idosos longevos apresentam características próprias, 
que os diferenciam dos idosos 'mais jovens’, e que a situação e a localização do 
indivíduo podem influenciar no processo de envelhecimento e ditar a forma como 
esse sujeito vai experimentar a saúde em tal estágio da vida, torna-se notória a 
importância dos estudos, nas mais diversas cidades do país, em busca de um 
melhor conhecimento sobre esse grupo populacional (INOUYE; PEDRAZZANI; 
PAVARINI, 2008; BRITO et al., 2014). 
 
2.2 CAPACIDADE FUNCIONAL 
 
Dentre os aspectos que estão relacionados a uma boa qualidade de vida na 
velhice, a capacidade funcional é apontada pelos idosos como uma das mais 
importantes, pois está associada à autonomia e à habilidade de executar atividades 
cotidianas, permitindo uma vida independente na comunidade. Trata-se, portanto, de 
13 
 
uma interação entre as capacidades físicas, cognitivas e as condições de saúde 
(AIRES; PASKULIN; MORAIS, 2010; AIJANSEPPA et al., 2015). 
O termo “funcionalidade” também é usado para descrever o que o indivíduo é 
capaz ou não de fazer na sua vida diária. Segundo a Classificação Internacional de 
Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), esse termo considera as funções do 
corpo e o envolvimento de um indivíduo numa situação da vida real de execução de 
uma tarefa ou ação. O conceito de funcionalidade corresponde ao aspecto positivo 
da saúde do indivíduo, enquanto a incapacidade funcional seria o negativo, 
compreendendo as limitações e dificuldades na realização de atividades cotidianas, 
ou a restrição na participação social (OMS, 2004). 
As atividades cotidianas são conhecidas como atividades básicas de vida 
diária (ABVD), tarefas consideradas fundamentais para a sobrevivência, 
relacionadas ao autocuidado dentro de casa, como tomar banho, se alimentar e 
trocar de roupas. As atividades instrumentais de vida diária (AIVD) são tarefas 
necessárias para uma vida independente na comunidade, como pegar um ônibus, 
fazer compras e ter controle sobre a medicação (PERRACINI; FLÓ; GUERRA, 
2009). 
 O longevo que ainda realiza as AIVD de forma independente, isto é, que tem 
capacidade para executar tarefas que envolvam a função física e cognitiva, além da 
interação com o ambiente, dificilmente apresentará dependência na realização das 
ABVD, como vestir-se ou alimentar-se (RAMOS et al., 2013; RIBEIRO et al., 2015). 
O idoso que perde a capacidade de promover seu autocuidado, para uma ou mais 
funções básicas da vida cotidiana, passa a necessitar da ajuda de outra pessoa, 
situação essa que o leva a uma dependência que está diretamente associada a 
sintomas depressivos (BOSTRÖM et al., 2014) e ao risco maior de mortalidade 
(VERAS, 2009). 
 A dependência funcional é apontada como o principal problema que pode 
afetar o idoso, segundo a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (BRASIL, 
2006), por isso destaca-se a importância da inclusão da investigação e do 
acompanhamento da condição funcional nas políticas para a saúde dos idosos. 
O risco de dependência funcional e morbidades aumenta com o 
envelhecimento fisiológico, a que os longevos são ainda mais vulneráveis,apresentando maior tendência para perdas funcionais (BIOLCHI et al., 2013 STORTI 
et al., 2013). Com o avançar da idade, somam-se as limitações sensoriais, os deficit 
14 
 
motor e cognitivo, bem como o surgimento de DCNT, intensificando, assim, as 
perdas funcionais (FIEDLER, 2008). 
Idosos que estão acima dos 80 anos apresentam 3,5 vezes mais chances de 
comprometimento funcional em relação aos idosos de 70 a 79 anos (NUNES et al., 
2009). Isso porque fatores que estão fortemente atrelados ao envelhecimento 
avançado estão também associados ao comprometimento funcional, como: deficit 
visual, declínio cognitivo, depressão, baixa frequência de contatos sociais e de 
prática de atividade física (SANTOS; CUNHA, 2013). 
 A frequência e a intensidade desse comprometimento são muito variadas, 
sendo influenciadas por condições gerais de saúde, estilo de vida, fatores 
sociodemográficos e econômicos, como gênero, escolaridade e renda (MATTOS et 
al., 2014). 
Para a manutenção da independência funcional em idades avançadas, são 
estes os fatores contributivos: manter-se economicamente ativo, praticar atividades 
físicas e de lazer, ter participação social e uma alimentação saudável (RIBEIRO et 
al., 2015). 
Portanto, reconhecer fatores associados à capacidade funcional dos longevos 
facilita o direcionamento das ações, já que a meta no atendimento à saúde dessa 
população deve ser, principalmente, a manutenção da capacidade funcional do 
indivíduo, de forma que permaneça autônomo e independente pelo maior período 
possível (BRITO et al., 2014). 
 
2.2.1 Avaliação da capacidade funcional 
 
Para manutenção e otimização da capacidade funcional, é necessário, 
primeiramente, avaliá-la. Os instrumentos utilizados para avaliação da capacidade 
funcional podem englobar diferentes dimensões: física, psicológica, funcional, social, 
entre outras (LOURENÇO, 2011). Os métodos mais habituais de avaliação 
consistem na observação objetiva por meio de testes de desempenho e/ou uso de 
questionários que aferem os principais componentes da capacidade funcional, 
fornecendo uma avaliação subjetiva (PAIXÃO JR; REICHENHEIM, 2005). 
Vários questionários já foram validados para o Brasil e são utilizados na 
avaliação da capacidade funcional, por meio da investigação da habilidade de 
realizar tarefas do dia a dia, entre eles o da Medida de Independência Funcional 
15 
 
(MIF) (RIBERTO et al., 2004), o do Índice de Barthel (MINOSSO et al., 2010) e o 
Questionário de Atividades Funcionais (FAQ) (SANCHEZ; CORREA; LOURENÇO, 
2011). 
O índice de Katz e a Escala de Lawton e Brody também são instrumentos de 
avaliação da capacidade funcional de idosos, ambos validados para a população 
brasileira (LINO et al., 2008; SANTOS; VIRTUOSO JÚNIOR, 2008), de ampla 
utilização em pesquisas (DEL DUCA; SILVA; HALAL, 2009; CONRADSSON et al., 
2013; MATOS et al., 2014) e recomendados pelo Ministério da Saúde para a 
avaliação funcional da pessoa idosa na atenção básica (BRASIL, 2007). 
Por meio do índice de Katz e da Escala de Lawton e Brody, investiga-se, pelo 
autorrelato, respectivamente, as ABVD e as AIVD. A partir desses domínios, 
determina-se o nível de dependência do indivíduo na realização dessas atividades 
(PERRACINI; GAZZOLA, 2009; LEITE et al., 2015). Em estudos epidemiológicos, é 
frequente considerar a capacidade do idoso para realizar as ABVD e/ou AIVD, além 
de atividades relacionadas à mobilidade (CÉSAR et al., 2015). 
A avaliação de aspectos como mobilidade, equilíbrio e marcha ajuda a traçar 
o perfil funcional do idoso e complementa a investigação das ABVD e AIVD. Esses 
três componentes são os principais em uma avaliação funcional (PERRACINI; 
GAZZOLA, 2009). 
Alguns dos testes mais utilizados em avaliações funcionais são: Escala de 
Equilíbrio de Berg (MIYAMOTO et al., 2004), o Timed up and go test (PODSIADLO; 
RICHARSON, 1991) e o Short Physical Performance Battery (SPPB) (NAKANO, 
2007). 
O SPPB é um instrumento validado para o Brasil e utilizado para o 
rastreamento do risco de desenvolvimento de incapacidades futuras por meio de três 
testes físicos, que avaliam o equilíbrio estático em pé, a velocidade de marcha em 
passo habitual e a força muscular dos membros inferiores, por meio do movimento 
de levantar-se da cadeira e sentar-se. O SPPB pode identificar problemas funcionais 
não relatados pelo paciente ou pelos familiares numa avaliação subjetiva, sendo, 
assim, um complemento útil para promover informações sobre o estado funcional do 
idoso (GURALNIK et al., 1994; NAKANO, 2007). 
A avaliação da capacidade funcional é um desafio a ser enfrentado, tendo em 
vista a heterogeneidade do processo de envelhecimento e as influências dos 
16 
 
diferentes fatores a que os idosos podem estar sujeitos, como os aspectos 
socioeconômicos e demográficos (BRITO et al., 2014). 
Apesar dos desafios, a capacidade funcional deve ser estabelecida como foco 
nas novas ações de saúde, uma vez que causa impacto sobre a família, o sistema 
de saúde e o cotidiano do idoso, devendo-se buscar postergar seu declínio, a fim de 
garantir longevidade com maior qualidade de vida (TAVARES; DIAS, 2012). 
 
2.3 EPIDEMIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO 
 
A transição demográfica que vem ocorrendo no Brasil resultou não só numa 
modificação da pirâmide etária, com o aumento da população idosa em relação à 
população total, como também numa transição epidemiológica (BUFFON, 2015). 
Entende-se por transição epidemiológica as mudanças nos padrões de doenças, 
morbidade e mortalidade de uma população específica, que ocorre em conjunto com 
transformações demográficas, sociais e econômicas (SANTOS-PRECIADO, 2003; 
LEBRÃ, 2009). 
O processo de transição epidemiológica engloba três mudanças básicas: 
alteração do cenário de prevalência de doenças transmissíveis por doenças crônicas 
não-transmissíveis e causas externas, transferência da carga de morbimortalidade 
para os grupos mais velhos da população e predomínio da morbidade em relação à 
mortalidade (SCHRAMM et al., 2004). 
No Brasil, essa transição foi perceptível ao longo dos anos. A proporção de 
óbitos por doenças infecciosas caiu de 50% em 1930 para valores inferiores a 5% 
em 2010 (BARRETO et al., 2011). As DCNT foram responsáveis por grande parte 
das mortes a partir dos 60 anos e por cerca de 70% do total de mortes no país. As 
doenças do aparelho circulatório foram as mais frequentes na população, 
responsáveis por cerca de 30% das mortes. A segunda causa foram as neoplasias, 
e a terceira, as causas externas (BRASIL, 2014). 
Em idosos, a causa externa mais comum de internação e morte é a queda, 
correspondendo a 79,8% dos acidentes por causas externas em idosos das capitais 
brasileiras (FREITAS et al., 2015). Entre os longevos do sexo masculino, as quedas 
representam um terço de todas as causas externas de mortes. Entre as longevas, o 
número de morte por quedas é dez vezes maior, se comparado ao das idosas mais 
jovens (CHAIMOWICZ, 2013). 
17 
 
Portanto, evidencia-se que o perfil epidemiológico dos idosos no Brasil é 
marcado por doenças decorrentes do processo de envelhecimento, que cursam de 
forma crônica, com disfunções, dependência e consequentes agravos (BARRETO; 
CARREIRA; MARCON, 2015). Esse perfil é influenciado pelas condições 
relacionadas à saúde da população, que inclui os determinantes das doenças, o uso 
de medicamentos, o acesso aos serviços de saúde e os hábitos de vida (tabagismo, 
consumo de álcool, dieta e prática de atividade física) (LIMA-COSTA; BARRETO, 
2003). 
Diante desse cenário de maciça prevalência de DCNT nos idosos (menos de 
10% das pessoas de 65 anos ou mais estão livre s de algum tipo de doença 
crônica), não é mais a presença ou não de doença que irá indicar quem terá um 
envelhecimento saudável, mas o grau da capacidade funcional do indivíduo 
consequente dessas condições. Portanto, torna-se necessário definir indicadoresda 
capacidade funcional nos diferentes perfis de doenças e morbidades, abrangendo os 
estudos às populações de idosos, principalmente idosos longevos, nas distintas 
realidades socioeconômicas e ambientais do Brasil (RAMOS, 2009). 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
 
3 OBJETIVOS 
 
3.1 OBJETIVO GERAL 
 
Associar o perfil epidemiológico à capacidade funcional de idosos longevos. 
 
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
 Verificar se houve predomínio de dependência ou independência entre os 
longevos para ABVD e AIVD. 
 Determinar a mobilidade funcional da amostra. 
 Identificar a variável epidemiológica que está mais significativamente 
associada à capacidade funcional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
4 ARTIGO 
 
Revista: Archives of Gerontology and Geriatrics 
 
 
Associação da capacidade funcional com o perfil epidemiológico de idosos 
longevos 
 
 Diane Nogueira Paranhos Amorim; 
Gustavo de Azevedo Carvalho; 
Karla Helena Coelho Vilaça. 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
O aumento acelerado do número e proporção de idosos é um fato bem 
estabelecido na literatura, com destaque para o aumento populacional dos idosos 
com 80 anos e mais, os idosos longevos (Brasil, 2010; UNFPA, 2012). Nos países 
desenvolvidos, os longevos representam 12% da população total de idosos e, nos 
países em desenvolvimento, 6%. Projeta-se que, em 40 anos, a população mundial 
de longevos aumente 351%, com crescimento mais acelerado nos países em 
desenvolvimento (OMS, 2011). 
O mesmo envelhecimento demográfico, que levou mais de um século para se 
consolidar na França, ocorrerá em duas décadas no Brasil, onde a taxa média de 
crescimento anual da população de longevos já superou a de idosos mais novos, e a 
projeção para 2050 é de que a marca de 13 milhões de longevos seja ultrapassada 
(IBGE, 2008). A China deverá ter, na metade deste século, 100 milhões de 
longevos, e a população mundial de centenários aumentará 10 vezes mais até 2050, 
evidenciando a continuação, ao longo dos anos, do envelhecimento da população 
idosa (OMS, 2011). 
O rápido envelhecimento populacional implicou um novo cenário 
epidemiológico, caracterizado por múltiplas doenças crônicas e por todas as suas 
complicações. Assim, o aumento da expectativa de vida e da população de longevos 
foi paralelo ao aumento da carga de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), 
20 
 
morbidades, agravos e incapacidades, tornando particular o perfil epidemiológico 
dos idosos e com risco potencial de afetar a capacidade funcional desse segmento 
populacional (Veras, 2009; Porciúncula et al., 2014). 
A capacidade funcional da pessoa idosa pode ser entendida como a 
habilidade de executar, com autonomia e independência, as atividades básicas de 
vida diária (ABVD) e as atividades instrumentais de vida diária (AIVD), mantendo o 
cuidado de si, bem como as atividades sociais (Cruz, & Ramos, 2015). Em estudos 
epidemiológicos, é frequente avaliar a capacidade funcional, complementando a 
investigação das ABVD e AIVD com a avaliação dos aspectos da mobilidade 
funcional, como equilíbrio, marcha e força dos membros inferiores (Perracini, & 
Gazzola, 2009). 
Em um estudo com idosos da América Latina e Caribe, a dificuldade de 
executar as ABVD e AIVD estava diretamente associada à idade mais avançada 
(Menéndez et al., 2005). Panas et al. (2013) encontraram, em sua pesquisa com 
idosos de 75 anos e mais, que ser incapaz de completar testes de mobilidade 
funcional estava significativamente associado à mortalidade dentro de um período 
de dois anos e meio. Segundo Lafortune e Balestat (2007), no estudo Trends in 
Severe Disability Among Elderly People, em dez anos houve um significativo 
aumento no índice de dependência entre idosos da Bélgica Japão e Suécia, 
considerando como dependência a dificuldade ou necessidade de auxílio em pelo 
menos uma ABVD. 
Em se tratando de idosos longevos, algum grau de dependência funcional é 
esperado mesmo com um envelhecimento saudável, por isso é imprescindível 
identificar fatores de riscos e prevenir o declínio funcional precocemente (Imai et al., 
2014; Brito et al., 2014). 
 A avaliação precoce da capacidade funcional, além de determinar o 
comprometimento funcional, permite o planejamento de ações que favoreçam a 
manutenção e potencialização da independência e o envelhecimento saudável, 
levando à redução de gastos nos serviços de saúde, pois a capacidade funcional é 
um dos determinantes da demanda e duração dos cuidados em idosos (Lafortune, & 
Balestat, 2007; Barbosa et al., 2014). Portanto, é necessário o estudo acerca da 
capacidade funcional, bem como dos aspectos que se associam a ela para embasar 
as ações voltadas aos longevos. 
21 
 
Diante disso, os objetivos do presente estudo foram: associar o perfil 
epidemiológico dos idosos longevos à capacidade funcional, verificar se houve 
predomínio de dependência ou independência entre os longevos para ABVD e AIVD, 
determinar a mobilidade funcional da amostra e identificar a variável epidemiológica 
que está mais significativamente associada à capacidade funcional. 
 
2. MÉTODOS 
 
2.1 Tipo de Estudo 
 
Trata-se de um estudo descritivo, transversal, com abordagem quantitativa. O 
estudo descritivo visa descrever as características de determinada população ou 
fenômeno, ou estabelecer relações entre variáveis (Kauark, Manhães, & Medeiros, 
2010). 
 
2.2 Área de Trabalho e População 
 
O presente estudo foi realizado na cidade de Teresina-Piauí, região nordeste 
do Brasil, em duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de diferentes regiões da 
cidade. As UBSs abrangem, juntamente, sete bairros da capital, e atendem mais de 
1.200 idosos, dos quais 135 são longevos. 
 
2.3 Amostra 
 
Toda a população de longevos foi avaliada. Dos 135 idosos longevos 
cadastrados nas UBSs escolhidas como local da pesquisa, 103 foram incluídos na 
amostra, de acordo com os seguintes critérios de inclusão: ter 80 anos ou mais e ter 
a capacidade cognitiva preservada segundo o Mini Exame do Estado Mental 
(MEEM), com pontuação mínima ≥17 (BRASIL, 2007). Longevos acamados, 
cadeirantes ou que não estavam no domicílio no momento da visita para coleta de 
dados (uma segunda visita era realizada nessa situação) foram excluídos. 
 
2.4 Procedimento e Coleta de Dados 
 
22 
 
A coleta de dados foi realizada no período de setembro a dezembro de 2015, 
nos turnos manhã e tarde, pela pesquisadora principal durante as visitas dos 
Agentes Comunitários de Saúde (ACS). As entrevistas eram realizadas no domicílio 
do idoso, em um cômodo com luz adequada e piso regular. Os próprios participantes 
respondiam ao questionário, as respostas eram registradas pela pesquisadora 
principal. 
Para avaliação dos dados sociodemográficos (idade, sexo, cor da pele/etnia, 
escolaridade, estado civil, arranjo domiciliar e fonte de renda) e dos dados 
epidemiológicos (DCNT, uso de medicamentos de forma regular nos últimos três 
meses, quedas, tabagismo e consumo de álcool), foi utilizado um recorte do 
questionário elaborado pela Rede FIBRA - Rede de Estudos sobre Fragilidade em 
Idosos Brasileiros (Perez & Lourenço, 2013; Pinto & Neri, 2013). O questionário 
FIBRA é composto de perguntas objetivas, respondidas por meio do autorrelato, 
assim como nos estudos populacionais Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (SABE) 
e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) (Lebrão & Duarte, 2003; 
Brasil, 2008). 
Para avaliação das DCNT, perguntou-se aos idosos se, no ano anterior, 
algum médico havia dito que eram portadores de cardiopatias, hipertensão arterial, 
diabetes, doença cerebrovascular, tumor/câncer, artropatias, pneumopatias, 
depressão e osteoporose. Quando os participantes referiam dúvida em alguma 
questão sobre os dados epidemiológicos, as repostas eram conferidasjuntamente 
ao ACS, na ficha de caracterização clínica e social da família. 
Para ampliar a caracterização epidemiológica, acrescentaram-se ao 
questionário FIBRA perguntas sobre a prática regular de exercício físico (mínimo de 
150 minutos por semana) (Garber et al., 2011), o uso de dispositivos auxiliares de 
marcha, a colocação de próteses (artroplastia total/parcial de quadril ou joelho) e o 
medo de cair, avaliado por meio da Escala Internacional de Eficácia de Quedas 
(FES –I), validada e adaptada para a população de idosos brasileiros (Camargos et 
al., 2010). 
Para aplicação da FES-I, os idosos respondiam às perguntas sobre o grau de 
preocupação com a possibilidade de cair ao realizarem 16 atividades. A 
pesquisadora atribuía um valor para cada resposta do participante: 1 – não estou 
preocupado, 2 – pouco preocupado, 3 – moderadamente preocupado e 4 – muito 
preocupado. Posteriormente, os idosos foram classificados em duas categorias: 
23 
 
"baixa preocupação com a ocorrência de quedas" (< 22 pontos) e "alta preocupação 
com a ocorrência de quedas" (> 22 pontos) (Delbaere et al., 2009; Monteiro et al., 
2013). A escala utiliza o termo “preocupação sobre as quedas” porque está 
fortemente relacionado ao medo, porém menos emocional e mais socialmente aceito 
pelo público idoso (Camargos et al., 2010). 
A capacidade funcional foi avaliada por meio do Índice de Katz (Lino et el., 
2008) e da Escala de Lawton e Brody (Santos & Virtuoso Júnior, 2008). Investigou-
se a capacidade dos idosos em executar, respectivamente, seis ABVD (banho, 
vestir-se, uso do vaso sanitário, transferência, continência e alimentação) e sete 
AIVD (uso do telefone, viagens, compras, preparo de refeições, trabalho doméstico, 
controle de medicações e do dinheiro). 
Para pontuação na escala de Katz, os idosos recebiam "1" em cada atividade 
em que fossem independentes, ou "0" caso dependessem de auxílio para realizar a 
tarefa. Na escala de Lawton e Brody, para cada questão, o idoso recebia a seguinte 
pontuação: 1 – não é capaz de realizar a atividade, 2 – realiza com auxílio, ou 3 – 
realiza sozinho. Foram considerados “independentes” os participantes que 
realizavam todas as atividades sem auxílio, “dependentes parciais” aqueles que 
necessitavam de ajuda ou não realizavam pelo menos uma atividade e 
“dependentes totais” quem necessitava de ajuda em todas as atividades ou não 
realizava nenhuma (Matos et al., 2014; Brito et al., 2014). 
O Short Physical Performance Battery (SPPB) (Nakano, 2007) foi utilizado 
para avaliar a capacidade funcional de forma objetiva, por meio de três testes de 
desempenho. Para avaliação do equilíbrio estático, o idoso devia permanecer em 
pé, sem utilizar bengala ou andador, em três posições diferentes, durante 10 
segundos em cada posição. A velocidade de marcha foi avaliada em um percurso de 
3 metros. Ao aviso da pesquisadora, o idoso iniciava a marcha a partir do ponto 
inicial marcado até ultrapassar completamente a marca final, andando em passo 
habitual. Se o idoso utilizasse algum dispositivo auxiliar de marcha, poderia usá-lo 
durante o teste. Para finalizar, avaliou-se a força muscular dos membros inferiores. 
O idoso iniciava o teste sentado em uma cadeira de 45 cm de altura, sem encosto 
para os braços, com os pés apoiados no chão. O idoso deveria cruzar os braços 
sobre o peito, levantar-se da cadeira e sentar-se cinco vezes consecutivas, o mais 
rápido possível, sem parar entre as repetições. O tempo de cada teste foi marcado e 
registrado pela pesquisadora por meio de um cronômetro digital. 
24 
 
A pontuação para cada um dos três testes variava numa escala de 0 – pior 
desempenho a 4 – melhor desempenho. Os participantes foram classificados em 
“dependência ou desempenho muito ruim” – 0 a 3 pontos; “baixo desempenho” – 4 a 
6 pontos; “moderado desempenho” – 7 a 9 pontos e “bom desempenho” – 10 a 12 
pontos (Nakano, 2007). 
O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da 
Universidade Católica de Brasília com o parecer nº 1.185.871 e pela Fundação 
Municipal de Saúde de Teresina (FMST) com protocolo nº 045.0086.331/15. Todos 
os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. 
 
2.5 Análise Estatística 
 
Os dados foram processados e analisados por meio do programa 
estatístico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 20.0. A análise 
descritiva simples (frequência absoluta e relativa) foi utilizada para descrever as 
variáveis independentes (sociodemográficas e epidemiológicas). A capacidade 
funcional foi considerada variável dependente. O teste de Qui-quadrado foi aplicado 
para comparar a distribuição das proporções. As variáveis epidemiológicas foram 
correlacionadas com a capacidade funcional por análise de correlação de 
Spearman, sendo considerado significativo coeficiente de correlação (ρ) com p
0,20. Para todas as análises foi adotado o nível de significância de p< 0,05. 
 
3. RESULTADOS 
 
25 
 
A idade dos participantes variou de 80 a 101 anos. A maior parte da amostra 
era composta por longevos do sexo feminino (63,1%), pardos (37,8%), analfabetos 
(62,1%), viúvos (59,2%), aposentados (92,2%) e residiam com filhos, genro\nora ou 
netos (82,5%). Os demais dados sociodemográficos estão descritos na Tabela 1. 
 
 
Tabela 1 Caracterização sociodemográfica dos longevos cadastrados em duas 
UBS de Teresina, PI. (N=103) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 UBSs= Unidade Básica de Saúde 
 
 
Os dados epidemiológicos estão descritos na tabela 2. Dos longevos 
avaliados, sete (6,8%) relataram não ter DCNT. A caminhada foi o exercício 
físico mais praticado pelos longevos (37,5%). 
 
Variáveis N % 
 
Idade (anos) 
80 a 89 89 86,4 
90 a 99 13 12,6 
100 ou mais 1 1 
Sexo 
M 38 36,9 
F 65 63,1 
Cor/Etnia 
Branca 29 28,2 
Negra 35 34,0 
Parda 39 37,8 
Escolaridade 
Analfabeto 64 62,1 
1 a 3 anos 18 17,5 
4 a 7 anos 21 20,4 
Estado Civil 
Casado 33 32,0 
Solteiro 2 1,9 
Viúvo 61 59,2 
Divorciado 7 6,8 
Fonte de renda 
Aposentadoria 95 92,2 
Aposentadoria e trabalho remunerado 5 4,9 
Trabalho remunerado 2 1,9 
Não tem fonte de renda 1 1,0 
Arranjo Domiciliar 
Reside sozinho 8 7,8 
Com o cônjuge 7 6,8 
Com filhos, genro\nora ou netos 85 82,5 
Outros arranjos 3 2,9 
26 
 
Tabela 2 Descrição das características epidemiológicas dos longevos cadastrados em 
duas UBSs de Teresina, PI. (N=103) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
UBS= Unidade Básica de Saúde. Cardiopatias*= Infarto Agudo do Miocárdio, arritimias, 
valvopatias, etc. 
 
 
Variáveis N % 
 
Doenças autorreferidas 
Cardiopatias* 12 11,7 
Hipertensão 83 80,6 
AVE 17 16,5 
Diabetes 28 27,2 
Câncer 9 8,7 
Artropatias 58 56,3 
Doença Pulmonar 14 13,6 
Depressão 10 9,7 
Osteoporose 41 39,8 
Medo de Cair (FES-I) 
Baixa preocupação 47 45,6 
Alta preocupação 56 54,4 
Uso de dispositivos Auxiliares de Marcha 
Bengala 19 18,5 
Andador Fixo 3 2,9 
Não faz uso 81 78,6 
Prótese 
Prótese Total/Parcial de Quadril 3 2,9 
Prótese Total/Parcial de Joelho 1 1,0 
Não possui 99 96,1 
Número de medicamentos 
0 8 7,8 
1-2 26 25,2 
3-4 42 40,8 
5 ou mais 27 26,2 
Queda (últimos 6 meses) 
Sim 34 33,0 
Não 69 67,0 
Número de quedas (últimos 6 meses) 
1 16 15,6 
2 9 8,7 
3 ou mais 9 8,7 
Tabagismo 
Sim 10 9,7 
Fumou mas parou 61 59,2 
Nunca fumou 32 31,1 
Consumo de Bebida Alcoólica 
Sempre 0 0 
Às vezes 4 3,9 
Raramente 2 1,9 
Nunca 97 94,2 
Exercício Físico 
Sim 16 15,5 
Não 87 84,5 
27 
 
A classificação da capacidade funcional, quanto as ABVD, AIVD e mobilidade 
funcional está exposta na tabela 3. 
A dependência nas ABVD foi associada ao uso de dispositivos auxiliares de 
marcha (ρ=0,275, p≤0,01), colocação de prótese noquadril ou joelho (ρ =0,214, p≤ 
0,05), uso de 3 ou mais medicamentos (ρ =0,234, p≤0,05), artropatias (ρ =0,235, p≤ 
0,05), osteoporose (ρ =0,265, p≤ 0,01), consumo moderado de bebida alcoólica (ρ= -
0,217, p≤ 0,05) e, mais significativamente, ao medo de cair (ρ =0,387, p≤0,01), como 
apresentado na Tabela 4. 
A dependência nas AIVD foi associada ao medo de cair (ρ=0,237, p≤ 0,05) e 
ao consumo moderado de bebida alcoólica (ρ= -0,261, p=0,008**) 
 
Tabela 3 Classificação da capacidade funcional dos longevos cadastrados em duas UBSs de Teresina-
PI segundo as ABVD, AIVD e mobilidade funcional. (N=103) 
Variáveis N % 
Atividades Básicas de Vida Diária 
Independência 58 56,3 
Dependência Parcial 42 40,8 
Dependência Total 3 2,9 
Atividades Instrumentais de Vida Diária 
Independência 1 1,0 
Dependência Parcial 100 97,1 
Dependência Total 2 1,9 
Mobilidade Funcional 
Bom desempenho 11 10,7 
Moderado Desempenho 33 32,0 
Baixo Desempenho 34 33,0 
Dependência 25 24,3 
UBS= Unidade Básicas de Saúde; ABVD= Atividade Básica de Vida Diária; AIVD= Atividade 
Instrumental de Vida Diária 
 
A mobilidade funcional foi negativamente associada a diabetes (ρ= -0,211, p≤ 
0,05), osteoporose (ρ= -0,388, p≤ 0,01), ao uso de três ou mais medicamentos (ρ= -
0,297, p≤0,01), ao uso de dispositivos auxiliares de marcha (ρ= -0,471, p≤0,01) e, de 
forma mais significativa, ao medo de cair (ρ= -0,521, p≤0,01), estando essas 
variáveis ligadas, portanto, a um baixo desempenho funcional. 
28 
 
Tabela 4 Características epidemiológicas significativamente associadas à dependência para ABVD e 
AIVD e à mobilidade funcional em longevos de duas UBSs de Teresina-PI, segundo o Teste 
de Correlação de Spearman. 
Variáveis 
Coeficientes de correlação de Spearman (ρ) 
ABVD AIVD Mobilidade Funcional 
Diabetes
 
- - 
 
-0,211 
p=0,023* 
 
Artropatias
 
0,235 
p=0,018* 
 
- - 
Osteoporose
 
0,265 
p=0,007** 
 
- 
-0,388ǂ 
p=0,000** 
Medo de Cair (FES-I) 
 
0,387ǂ 
p=0,000** 
 
0,237 
p=0,016* 
 
-0,521 
p=0,000** 
 
Dispositivo auxiliares de 
marcha 
0,275 
p=0,005** 
 
- 
-0,471ǂ 
p=0,000** 
Prótese de quadril ou joelho 
0,214 
p=0,030* 
 
- - 
Uso de 3 ou mais 
medicamentos 
0,234 
p=0,018* 
 
- 
-0,297
 
p=0,002** 
 
 
Consumo moderado de 
bebida alcoólica 
-0,217 
p=0,028* 
-0,261 
p=0,008** 
- 
UBS= Unidade Básicas de Saúde; ABVD= Atividade Básica de Vida Diária; AIVD= Atividade 
Instrumental de Vida Diária; ρ = Coeficiente de Correlação de Spearman; **.p≤0,01; *.p≤ 0,05; 
ǂ.Significância no Qui-quadrado. 
 
 
4. DISCUSSÃO 
 
No presente estudo, houve predomínio de idosas. Esse predomínio do sexo 
feminino também foi descrito entre os longevos do Reino Unido (59,9%) por 
Collerton et al. (2016), da Suécia (79,4%) por Niklasson et al. (2015) e de outras 
cidades do Brasil, como no estudo de Matos et al. (2014). 
A maior parte da amostra residia com filhos, genros/nora ou netos, assim 
como em outros estudos com longevos realizados no Brasil (Lenardt, & Carneiro, 
2013; Porciúncula et al., 2014). Já em estudos europeus, houve predomínio de 
longevos que viviam sozinhos (Ekstrom, Schmidt, & Iwarsson, 2016; Collerton et al., 
29 
 
2016), evidenciando as diferenças culturais entre os países quanto ao arranjo 
domiciliar e familiar dos longevos. 
No presente estudo, os longevos foram, em sua maioria, independentes na 
realização das ABVD. Porciúncula et al. (2014) e Brito et al. (2013) também 
descreveram maior prevalência de independência para ABVD em longevos do 
Brasil, assim como Visnjevac et al. (2014) no seu estudo com longevos de Nova 
York. Já na Suécia, houve maior índice de longevos dependentes para ABVD (75%) 
(Bostrom et al., 2014). 
Quanto às AIVD, na presente amostra, 99% dos longevos apresentaram 
algum grau de dependência. Esse dado corrobora o estudo de Freitas et al. (2012), 
que avaliou a capacidade funcional de idosos (≥ 60 anos) pelo Índice de Katz e pela 
Escala de Lawton e Brody. O estudo apontou associação significativa entre 
dependência nas AIVD e idosos longevos. Como a presente amostra é composta 
por longevos, o alto índice de dependência nas AIVD era um resultado esperado. 
O presente estudo confirma os achados de Menéndez et al. (2005), descritos 
no seu estudo transversal com idosos (≥ 60 anos) de sete países da América Latina 
e Caribe (Barbados, Argentina, Cuba, México, Uruguai, Chile e Brasil). O nível de 
dificuldade para executar as AIVD foi maior do que para as ABVD em todos os 
países estudados, mesmo sendo sua amostra composta por idosos mais jovens, 
comparada à amostra do presente estudo. 
Segundo Garber et al. (2011), a execução das AIVD envolve a integração de 
vários sistemas, como o nervoso e o musculoesquelético, sendo que nos idosos, 
esses sistemas geralmente encontram-se em um estado mais acentuado de 
declínio. Essas múltiplas integrações acarretam maior complexidade de execução 
das AIVD, por isso há uma hierarquia entre as perdas funcionais, sendo a 
dependência nas AIVD anterior à das ABVD, tanto em idosos mais jovens como em 
mais velhos (Perracini, Fló, & Guerra, 2009). 
O alto índice de longevos que apresentaram dependência ou baixo 
desempenho na mobilidade funcional no presente estudo (57,3%) também foi 
descrito em outra amostra de longevos no Brasil, como no estudo de Sposito et al. 
(2013). Esses autores avaliaram idosos (≥60 anos) pelo SPPB e classificaram a 
amostra quanto à mobilidade funcional, estratificando por idade. Entre os longevos, 
a dependência ou baixo desempenho foi encontrada em 73,91% da amostra, e entre 
os idosos de 70 a 79 anos, em 52,72% da amostra. 
30 
 
Panas et al. (2013) encontrou um índice menor de dependência ou baixo 
desempenho, comparado ao do presente estudo e ao de Sposito et al. (2013). No 
seu estudo longitudinal com idosos de 75 anos e mais do sudoeste americano, 
26,9% da amostra apresentaram dependência ou baixo desempenho, contudo esse 
índice foi superior ao índice de bom desempenho. 
A capacidade funcional de longevos já foi associada a fatores diferentes dos 
descritos na presente pesquisa, como fatores sociodemográficos (Nogueira et al., 
2010; Kingston et al., 2015), hospitalização recente, histórico de AVE, quedas e 
declínio cognitivo (Ribeiro et al., 2015). No presente estudo, houve associação entre 
a capacidade funcional de longevos e o uso de medicamentos, assim como no 
estudo de Brito et al. (2014). A presente pesquisa descreveu ainda associações 
inéditas da capacidade funcional ao uso de dispositivos auxiliares de marcha, ao 
medo de cair, ao uso de próteses de quadril ou joelho, ao consumo de bebida 
alcoólica, à artopatias, osteoporose e diabetes. 
Apesar de os benefícios da prática do exercício físico para a saúde dos 
idosos serem consistentemente demonstrados na literatura, como nos estudos de 
Cress et al. (1999), Nelson et al. (2004), Buford et al. (2014) e Martínez-Velilla et al. 
(2015), na presente pesquisa, não se observou associação da capacidade funcional 
à prática do mesmo. 
O estudo de Pahor et al. (2006), realizado nos Estados Unidos, com um grupo 
de idosos sedentários de 70 a 89 anos, contrapõe-se aos nossos achados. Os 
autores dividiram os idosos em dois grupos, o grupo do programa de atividade física 
e o grupo sedentário. O programa de atividade física consistia numa combinação de 
exercícios aeróbicos, de força, equilíbrio e flexibilidade e foi divido em três fases: 
adaptação, transição e manutenção. Ao final de doze meses de observação, os 
idosos do grupo do programa de atividade física apresentaram aumento na 
pontuação do SPPB, mostrando aprimoramento da mobilidade funcional. 
De modo semelhante, no estudo de Nishiguchi et al. (2015), realizado no 
Japão, os idosos (≥60 anos) que foram submetidos a um programa de 12 semanas 
de exercício físico programado apresentaram um aprimoramento significativo na 
funcionalidade, comparadoao grupo controle. O programa de exercício incluía 15 
minutos de alongamento e exercícios leves a moderados, 15 minutos de treino 
muscular progressivo e 60 minutos de exercício envolvendo atividades motoras e 
cognitivas, uma vez por semana. 
31 
 
Apesar desses estudos terem sido realizados com amostras de idosos mais 
jovens, evidenciam os benefícios do exercício físico programado para a 
funcionalidade de idosos. Comparando-se o exercício físico praticado pelos idosos 
desses estudos citados com o praticado pelos longevos da presente pesquisa, pode-
se inferir que a não associação entre exercício físico e capacidade funcional pode 
estar ligada ao tipo e à intensidade do exercício realizado pela amostra estudada. 
Segundo a American College of Sposts Medicine, para aprimorar a 
capacidade física, o idoso deve, progressivamente, aumentar a intensidade do 
exercício físico e incluir exercícios cardiorespiratórios, de resistência, flexibilidade e 
neuromotores (Garber et al., 2011). Entretanto, a maior parte dos longevos da 
presente amostra relatou praticar diariamente caminhada, sem supervisão e em 
locais públicos, como ruas e praças. Desse modo, o exercício estava sujeito a 
interrupções, além do que a intensidade e cadência eram controladas pelo próprio 
longevo. 
Quanto às variáveis que apresentaram correlação significativa com a 
capacidade funcional, o consumo moderado de álcool apresentou associação 
negativa com a dependência nas ABVD (ρ=-0,217, p≤ 0,05) e AIVD (ρ=-0,261, p≤ 
0,05). Um estudo transversal, com indivíduos de 55 a 97 anos, apresentou 
resultados semelhantes: o grupo de “consumo de álcool de baixo risco” apresentou 
efeito significativamente melhor no estado geral da saúde, aspecto físico, funcional e 
social do que o grupo dos “não consumidores” (Blow et al., 2000). Na Suécia, um 
estudo com idosos de 76 a 101 anos mostrou que os que faziam uso leve a 
moderado de álcool tinham menos problemas funcionais, comparados aos que não 
consumiam (Agahi et al., 2016). Esse resultado pode estar ligado ao fato de que os 
idosos que não consumiam bebida alcoólica tinham menor nível educacional, que, 
segundo Kingston et al. (2015), é fator de influência para dependência. 
Segundo Sayette et al. (2012), o consumo moderado de álcool, em grupo, 
favorece o vínculo social e melhora a sensação de bem-estar. Portanto, 
considerando-se que os longevos da presente amostra apresentavam moderado a 
baixo consumo de álcool, uma possível explicação para a associação negativa com 
a dependência seria a melhora do bem-estar, que repercute na funcionalidade, 
segundo Chang et al. (2001) e Freitas et al. (2016). Corroborando essa ideia, 
Kagawa e Corrente (2015) concluíram, em seu estudo com idosos (≥60 anos), que 
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Agahi%20N%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=26775285
32 
 
aspectos da qualidade de vida, como reunião com os amigos, participação na 
comunidade e socialização, têm associação positiva com as ABVD e AIVD. 
Em contrapartida, em se tratando de uma amostra de longevos, as 
consequências nocivas do álcool ao aspecto físico podem ser mais intensas, pois, 
devido às mudanças fisiológicas características da idade (diminuição da massa 
magra, da água corporal, e do metabolismo hepático), o nível de álcool no sangue é 
maior, de modo que seus efeitos são sentidos, mesmo que o consumo não seja em 
grande quantidade (Lima et al., 2009). Há também a possibilidade de interação com 
os medicamentos e exacerbação dos seus efeitos adversos, além de agravamento e 
descompensação de doenças crônicas (Cousins et al, 2014). 
A presença de algumas doenças crônicas, como artropatias e osteoporose, 
associou-se de forma positiva à dependência nas ABVD (ρ=0,235, p≤ 0,05) e 
(ρ=0,265, p≤ 0,01), respectivamente, e a presença de osteoporose e diabetes 
associou-se de forma negativa à mobilidade funcional (ρ=-0,211, p≤ 0,05) e (ρ=-
0,388, p≤ 0,01), respectivamente, portanto longevos que têm essas DCNT parecem 
estar mais vulneráveis à dependência funcional. 
No estudo de Alves et al. (2007), com uma amostra de idosos mais jovens (≥ 
60 anos), a dependência nas ABVD e AIVD também associou-se a artropatias (OR = 
2,27), além de outras doenças, como doença pulmonar (OR = 2,58), hipertensão 
arterial (OR = 2,13) e doença cardíaca (OR = 2,10). Em outro estudo no Brasil, com 
idosos longevos não institucionalizados, 20,1% dos longevos com artropatias 
apresentaram pior capacidade funcional, já entre os longevos que não tinha 
artropatias, apenas 8,5% apresentaram pior capacidade funcional (Nogueira et al., 
2010), corroborando os achados da presente pesquisa de que a presença de 
artropatias está associada à maior dependência em longevos. 
Nos Estados Unidos, Murtagh e Hubert (2004) realizaram um estudo 
longitudinal com uma amostra de idosos que apresentavam declínio funcional, 
comparando os fatores de influência para a dependência entre os idosos do sexo 
masculino e feminino. Nesse estudo, a osteoporose foi considerada uma condição 
potencialmente nociva à independência funcional em mulheres. Apesar das 
diferenças metodológicas, os resultados encontrados por esses autores 
assemelham-se aos achados da presente pesquisa. 
A associação entre a osteoporose e mobilidade funcional descrita na presente 
amostra também foi apontada no estudo de Santos et al. (2013), que analisou a 
33 
 
associação entre massa óssea e capacidade funcional de longevos. Esses autores 
avaliaram a capacidade funcional por meio dos três testes funcionais que compõem 
o SPPB e concluíram que longevos do sexo masculino, com melhor desempenho 
nos testes funcionais, apresentaram maiores valores de conteúdo mineral ósseo de 
fêmur, portanto, menor risco de osteoporose. 
Nossos achados de associação negativa entre diabetes e desempenho 
funcional corroboraram o estudo longitudinal de Rekeneire et al. (2003), com idosos 
de 70 a 79 anos sem declínio funcional. No estudo, os idosos com diabetes 
apresentaram 32% mais chances de ter uma dificuldade na realização de atividades 
diárias, além de pior performance funcional. Os autores concluíram que a diabetes 
está associada a indicadores precoces de declínio funcional. 
Para alguns autores, dor, instabilidade articular, alterações da marcha, da 
propriocepção e do equilíbrio, complicações vasculares e neuropáticas são alguns 
dos comprometimentos físicos e fisiológicos causados por doenças, como 
artropatias, osteoporose e diabetes (Alves et al., 2007; Barduzzi et al., 2013, Santos 
et al., 2013). Diante desses achados, é possível sugerir que a presença dessas 
doenças parece expor os idosos a maiores comprometimentos físicos e fisiológicos, 
implicando maior dependência funcional, justificando, assim, os resultados descritos 
no presente estudo. 
O uso de próteses esteve associado à dependência nas ABVD (ρ =0,214, p≤ 
0,05). Os achados da presente pesquisa corroboram o estudo de Guedes et al. 
(2011), que comparou idosos assintomáticos com idosos que foram submetidos à 
cirurgia de artroplastia no quadril. Os autores concluíram que idosos submetidos à 
artroplastia apresentaram alterações nos parâmetros da marcha e pior desempenho 
em teste funcional, mesmo após 2,6 anos, em média, da realização da cirurgia. Em 
contrapartida, outros autores relataram bom resultado clínico e funcional com as 
cirurgias de artroplastia no quadril e joelho, conforme Ferrer-Santacreu et al., (2010) 
e Barretto et al. (2011). 
Segundo Patrizzi et al. (2004), apesar dos bons resultados da artroplastia, os 
pacientes relatam medo e insegurança na realização de atividades funcionais. Em 
se tratando de longevos, a insegurança com a colocação de prótese pode se somar 
a outros aspectos, como declínio das funções físicas e medo de cair, causando 
ainda mais impacto na funcionalidade (Cumming et al., 2000; Freitas et al., 2012). 
Nesse sentido, mais estudosdevem ser feitos, em amostras específicas de 
http://pesquisa.bvsalud.org/portal/?lang=pt&q=au:%22Ferrer-Santacreu,%20E.%20M%22
34 
 
longevos, para esclarecimento dos reais benefícios das próteses e do seu impacto 
na capacidade funcional. 
O uso de três ou mais medicamentos associou-se de forma negativa à 
mobilidade funcional (ρ=-0,297, p≤0,01) e positiva à dependência nas ABVD 
(ρ=0,234, p≤0,05). É bem estabelecido na literatura, como observado nos estudos de 
Peron, Gray, & Hanlon (2011), Maher Jr, Hanlon, & Hajjar (2014), Charlesworth et al. 
(2015) e San-José et al. (2015), que a população idosa é mais vulnerável ao uso de 
múltiplos medicamentos, o que implica prejuízo à independência funcional, o que 
ratifica os achados do presente estudo. 
Nos Estado Unidos, Charlesworth et al. (2015) encontraram resultados 
semelhantes aos desta pesquisa: 26,4% dos idosos que faziam uso de um a quatro 
medicamentos tinham alguma limitação na mobilidade funcional. Magaziner et al. 
(1989), em seu estudo prospectivo com idosas institucionalizadas, também 
descreveram associação entre o uso de medicamentos e o declínio na capacidade 
de execução das AIVD e do desempenho funcional. 
O uso de dispositivos auxiliares de marcha associou-se à dependência nas 
ABVD (ρ=0,275, p≤0,01) e apresentou a segunda correlação mais significativa com a 
mobilidade funcional (ρ=-0,471, p≤0,01). Nesta pesquisa, 18,5% dos longevos 
utilizavam bengala, assim como na amostra do National Health and Aging Trends 
Study (NHATS), realizado nos Estados Unidos, que apontou a bengala como o 
dispositivo auxiliar mais usado pelos longevos. De acordo com o NHATS, a limitação 
na execução de atividades cotidianas foi significativamente maior entre os que 
faziam uso de bengala (Gell et al., 2015). 
Para Bateni e Maki (2005), o uso de dispositivos auxiliares de marcha pode 
ser naturalmente um indicador de comprometimento de equilíbrio e declínio 
funcional. Além disso, os dispositivos auxiliares exigem dos longevos o uso de 
recursos cognitivos, controle postural e coordenação para levantar e avançar com o 
dispositivo. Essas demandas poderiam gerar um maior grau de dificuldade para a 
realização de atividades cotidianas. Considerando-se que esses dispositivos são 
usados pelos idosos para suprir déficits de instabilidade e equilíbrio, faz-se 
necessário treinamento por profissionais para garantir segurança ao indivíduo e 
evitar o uso inadequado e consequentemente deficit funcionais (Ferreira, & 
Yoshitome, 2010). 
35 
 
O medo de cair foi a única variável que se associou aos três componentes da 
capacidade funcional (ABVD, AIVD e mobilidade funcional), além de ter apresentado 
a associação mais significativa com a dependência nas ABVD (ρ=0,387, p≤0,01) e, 
de forma negativa com a mobilidade funcional (ρ=-0,521, p≤0,01), sendo assim um 
fator de declínio funcional para longevos. Em concordância com nossos resultados, 
no estudo de Deshpande et al. (2008), 14,9% dos idosos apresentaram restrição em 
3 ou mais atividades induzidas pelo medo de cair, esses idosos tiveram um declínio 
significativo nas atividades de vida diária e pior pontuação no SPPB. 
O medo de cair é um dos maiores problemas dos idosos. Suas 
consequências atingem aspectos físicos, funcionais, psicológicos e sociais (Kumar 
et al., 2013). Sua frequência aumenta à medida que os indivíduos tornam-se mais 
velhos e está associada ao número de quedas. Mesmo idosos que não 
experimentaram um evento de queda também relatam medo de cair (Scheffer et al., 
2008; Del-Río-Valeirasa et al., 2016). Para Cumming et al. (2000), a relação entre 
medo de cair e declínio nas atividades de vida diária é tão forte em idosos não 
caidores quanto em caidores. 
Na presente amostra, diferentemente do medo de cair, a queda não esteve 
associada à dependência funcional, além disso 33% relataram episódio de queda, 
enquanto 54,4% tinham alta preocupação em cair, sugerindo que o medo de cair em 
longevos possa ser mais nocivo para a independência funcional do que a própria 
queda, limitando atividades de autocuidado e atividades sociais. 
 Segundo Cumming et al. (2000), uma possível hipótese para esse fato é que 
alguns idosos não caidores podem ter uma percepção das quedas como um evento 
catastrófico, envolvendo fraturas e hospitalização, enquanto idosos que já caíram 
têm a ideia de que a maioria das quedas não é nociva, portanto não causa danos 
físicos. 
Este estudo apresentou algumas limitações. Apesar de indicar a presença de 
correlação de algumas variáveis com a capacidade funcional, o tipo de estudo 
transversal não permite estabelecer a relação causal entre essas variáveis. Outra 
limitação é que nossa amostra não permite a ampliação desses dados para outros 
perfis de longevos, como os longevos institucionalizados. 
 
 
 
36 
 
5. CONCLUSÃO 
 
Os longevos foram, predominantemente, independentes na realização das 
ABVD, dependentes nas AIVD e apresentaram baixo desempenho na mobilidade 
funcional. 
 O medo de cair foi a única variável que apresentou associação com a ABVD, 
AIVD e mobilidade funcional. O medo de cair presentou também a associação 
positiva mais significativa com a dependência nas ABVD e, negativa com a 
mobilidade funcional. 
Os resultados desse estudo contribuem para elucidar aspectos 
epidemiológicos que impõem riscos à funcionalidade dos longevos, permitindo 
estratifica-los quanto ao grau de risco funcional, garantindo acompanhamento e 
tratamento mais específico. Sugere-se a realização de futuros estudos para 
investigar se as associações aqui descritas podem ser ampliadas para longevos de 
diferentes amostras. 
 
Conflito de interesse 
 
 Os autores declaram não haver conflitos de interesse no presente estudo. 
 
Agradecimento 
 
 Às enfermeiras e agentes comunitários de saúde da Unidade Básica de 
Saúde do Poti Velho e da Piçarreira, que viabilizaram a realização desta pesquisa e 
aos longevos que, gentilmente, aceitaram participar. 
 
Financiamento 
 
Esta pesquisa foi financiada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito 
Federal (FAP-DF). 
 
 
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http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=van%20der%20Hooft%20T%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=18194967
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=de%20Rooij%20SE%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=18194967
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=de%20Rooij%20SE%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=18194967
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18194967
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Visnjevac%20O%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=24789693
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Lee%20J%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=24789693
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Pourafkari%20L%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=24789693
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Dosluoglu%20HH%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=24789693
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Nader%20ND%5BAuthor%5D&cauthor=true&cauthor_uid=24789693
54 
 
APÊNDICE A – TERMO DE AUTORIZAÇÃO INSTITUCIONAL 
 
55 
 
 
 
 
56 
 
 
 
 
 
 
57 
 
APÊNDICE B – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO 
 
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 
Título do Projeto: Influência do medo de cair e dos hábitos de vida na capacidade 
funcional de idosos longevos. 
Pesquisadora Responsável: Diane Nogueira Paranhos Amorim 
Pesquisadora Participante: Prof. Dra. Karla Helena Coelho Vilaça 
Instituição a que pertence a pesquisadora responsável: Universidade Católica de 
Brasília. 
Telefones para contato: (61) 3448-7228, (86) 8804-3077 
 
O(a) Senhor(a) está sendo convidado a participar da pesquisa “INFLUÊNCIA 
DO MEDO DE CAIR E DOS HÁBITOS DE VIDA NA CAPACIDADE FUNCIONAL DE 
IDOSOS LONGEVOS”. 
O objetivo desta pesquisa é analisar a influênciado medo de cair e dos 
hábitos de vida na capacidade funcional de idosos longevos, que são aqueles com 
80 anos ou mais. 
O(a) Sr.(a) receberá todos os esclarecimentos necessários antes e no 
decorrer da pesquisa e lhe asseguramos que seu nome não aparecerá, sendo 
mantido sigilo. O(a) senhor(a) poderá se recusar a participar da pesquisa, retirar seu 
consentimento ou interromper a participação a qualquer momento, sem nenhum 
prejuízo para o(a) senhor(a). 
A sua participação será da seguinte forma: inicialmente, o(a) senhor(a) 
responderá a perguntas feitas pela pesquisadora contidas no Mini Exame de Estado 
Mental. Em seguida, serão feito perguntas sobre os seus dados pessoais (como 
idade, estado civil, escolaridade, etc.) e dados sobre hábitos de vida (consumo de 
bebidas alcoólicas, cigarros e prática de atividade física) e quedas. Depois 
responderá a perguntas sobre o quanto o senhor(a) está preocupado(a) com a 
possibilidade de cair ao realizar algumas tarefas do dia a dia. Para finalizar esse 
primeiro momento, irá responder a questões sobre sua capacidade de realizar 
atividades básicas do dia a dia e atividades um pouco mais difíceis (como fazer 
compras e controlar as finanças). 
No segundo momento o(a) senhor(a) irá realizar três testes físicos. O tempo 
que o(a) senhor(a) levará para realizar esses testes será cronometrado. O primeiro 
teste a ser realizado será o de equilíbrio, o(a) senhor(a) tentará permanecer por 10 
segundos nas seguintes posições: em pé, com os pés juntos; em pé, com um pé 
parcialmente à frente e em pé, com um pé à frente do outro. Em seguida, o(a) 
senhor(a) andará três ou quatro metros, o mais rápido que puder, serão feitas duas 
tentativas, sendo registrado o menor tempo. Para finalizar, o(a) senhor(a) fará o 
teste de levantar-se da cadeira, com os pés apoiados no chão e os braços cruzados 
sobre o peito, levantará completamente o mais rápido possível, cinco vezes seguida, 
sem parar entre as repetições. 
 
Os resultados da pesquisa serão divulgados em eventos científicos da 
Universidade Católica de Brasília, podendo ser publicados em Revistas Científicas 
58 
 
posteriormente. Os dados e materiais utilizados na pesquisa ficarão sobre a guarda 
da pesquisadora. 
 
O benefício da pesquisa será que o(a) senhor(a) irá ser avaliados quanto à 
sua função cognitiva, funcionalidade e medo de cair, obtendo assim, informações 
importantes sobre sua saúde, além disso, será aferida a pressão arterial e 
orientações sobre hábitos de vida saudáveis serão dadas. 
 
 A pesquisa apresenta como risco uma possível queda durante a realização 
do teste de mobilidade funcional ou cansaço durante toda a entrevista. Para 
minimizar esse risco, o(a) senhor(a) poderá interromper o teste ou a entrevista 
quando desejar, para descansar, beber água ou ir ao banheiro e durante o teste 
físico a pesquisadora se posicionará ao seu lado, para maior segurança. 
Este documento foi elaborado em duas vias, uma ficará com o(a) senhor(a) e 
outra com a pesquisadora. 
 
 
Eu, _____________________________________________________, RG nº 
_______________, declaro ter sido informado sobre a pesquisa acima descrita e 
concordo em participar como voluntário. 
 
 
________________________________________ RG:__________Data:___/___/_ 
 Assinatura do Participante 
 
 
________________________________________________________ 
 Diane Nogueira Paranhos Amorim – Pesquisadora Responsável 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
59 
 
 APÊNDICE C – FOTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 2: teste de equilíbrio. Posição 
em pé com um pé à frente. 
Figura 1: teste de equilíbrio. Posição em pé 
com os pés juntos. 
60 
 
 
 
 
 Figura 3: teste de velocidade de marcha. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
61 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 4: teste de levantar-se da cadeira. 
Posição Inicial. 
Figura 5: teste de levantar-se da cadeira. 
Posição final. 
62 
 
 ANEXOS 
 
ANEXO A – NORMAS DE PUBLICAÇÃO DA REVISTA ARCHIVES OF 
GERONTOLOGY AND GERIATRICS 
 
NEW SUBMISSIONS 
 
Submission to this journal proceeds totally online and you will be guided stepwise 
through the creation and uploading of your files. The system automatically converts 
your files to a single PDF file, which is used in the peer-review process. 
As part of the Your Paper Your Way service, you may choose to submit your 
manuscript as a single file to be used in the refereeing process. This can be a PDF 
file or a Word document, in any format or lay-out that can be used by referees to 
evaluate your manuscript. It should contain high enough quality figures for refereeing. 
If you prefer to do so, you may still provide all or some of the source files at the initial 
submission. Please note that individual figure files larger than 10 MB must be 
uploaded separately. 
Formatting requirements 
There are no strict formatting requirements but all manuscripts must contain the 
essential elements needed to convey your manuscript, for example Abstract, 
Keywords, Introduction, Materials and Methods, Results, Conclusions, Artwork and 
Tables with Captions. 
If your article includes any Videos and/or other Supplementary material, this should 
be included in your initial submission for peer review purposes. 
Divide the article into clearly defined sections. 
Figures and tables embedded in text 
Please ensure the figures and the tables included in the single file are placed next to 
the relevant text in the manuscript, rather than at the bottom or the top of the file. 
REVISED SUBMISSIONS 
Use of word processing software 
Regardless of the file format of the original submission, at revision you must provide 
us with an editable file of the entire article. Keep the layout of the text as simple as 
possible. Most formatting codes will be removed and replaced on processing the 
article. The electronic text should be prepared in a way very similar to that of 
conventional manuscripts (see also the Guide to Publishing with Elsevier). See also 
the section on Electronic artwork. 
To avoid unnecessary errors you are strongly advised to use the 'spell-check' and 
'grammar-check' functions of your word processor. 
Subdivision - numbered sections 
Divide your article into clearly defined and numbered sections. Subsections should 
be numbered 1.1 (then 1.1.1, 1.1.2, ...), 1.2, etc. (the abstract is not included in 
http://www.elsevier.com/guidepublication
63 
 
section numbering). Use this numbering also for internal cross-referencing: do not 
just refer to 'the text'. Any subsection may be given a brief heading. Each heading 
should appear on its own separate line. 
Introduction 
State the objectives of the work and provide an adequate background, avoiding a 
detailed literature survey or a summary of the results. 
Material and methods 
Provide sufficient detail to allow the work to be reproduced. Methods already 
published should be indicated by a reference: only relevant modifications should be 
described. 
Results 
Results should be clear and concise. 
Discussion 
This should explore the significance of the results of the work, not repeat them. A 
combined Results and Discussion section is often appropriate. Avoid extensive 
citations and discussion of published literature. 
Conclusions 
The main conclusions of the study may be presented in a short Conclusions section, 
which may stand alone or form a subsection of a Discussion or Results and 
Discussion section. 
Appendices 
If there is more than one appendix, they should be identified as A, B, etc. Formulae 
and equations in appendices should be given separate numbering: Eq. (A.1), Eq. 
(A.2), etc.; in a subsequent appendix, Eq. (B.1) and so on. Similarly for tables and 
figures: Table A.1; Fig. A.1, etc. 
Essential title pageinformation 
 
• Title. Concise and informative. Titles are often used in information-retrieval 
systems. Avoid abbreviations and formulae where possible. 
• Author names and affiliations. Please clearly indicate the given name(s) and 
family name(s) of each author and check that all names are accurately spelled. 
Present the authors' affiliation addresses (where the actual work was done) below 
the names. Indicate all affiliations with a lower-case superscript letter immediately 
after the author's name and in front of the appropriate address. Provide the full postal 
address of each affiliation, including the country name and, if available, the e-mail 
address of each author. 
• Corresponding author. Clearly indicate who will handle correspondence at all 
stages of refereeing and publication, also post-publication. Ensure that the e-mail 
address is given and that contact details are kept up to date by the 
corresponding author. 
• Present/permanent address. If an author has moved since the work described in 
the article was done, or was visiting at the time, a 'Present address' (or 'Permanent 
address') may be indicated as a footnote to that author's name. The address at which 
64 
 
the author actually did the work must be retained as the main, affiliation address. 
Superscript Arabic numerals are used for such footnotes. 
Abstract 
 
A concise and factual abstract is required (maximum length 250 words). For original 
articles and systematic reviews the abstract should be structured to state briefly the 
purpose of the research, the materials and methods, the principal results and major 
conclusions. An abstract is often presented separate from the article, so it must be 
able to stand alone. References should therefore be avoided, but if essential, they 
must be cited in full, without reference to the reference list. Non-standard or 
uncommon abbreviations should be avoided, but if essential they must be defined at 
their first mention in the abstract itself. 
Graphical abstract 
Although a graphical abstract is optional, its use is encouraged as it draws more 
attention to the online article. The graphical abstract should summarize the contents 
of the article in a concise, pictorial form designed to capture the attention of a wide 
readership. Graphical abstracts should be submitted as a separate file in the online 
submission system. Image size: Please provide an image with a minimum of 531 × 
1328 pixels (h × w) or proportionally more. The image should be readable at a size of 
5 × 13 cm using a regular screen resolution of 96 dpi. Preferred file types: TIFF, EPS, 
PDF or MS Office files. You can view Example Graphical Abstracts on our 
information site. 
Authors can make use of Elsevier's Illustration and Enhancement service to ensure 
the best presentation of their images and in accordance with all technical 
requirements: Illustration Service. 
Highlights 
Highlights are mandatory for this journal. They consist of a short collection of bullet 
points that convey the core findings of the article and should be submitted in a 
separate editable file in the online submission system. Please use 'Highlights' in the 
file name and include 3 to 5 bullet points (maximum 85 characters, including spaces, 
per bullet point). You can view example Highlights on our information site. 
Keywords 
 
Immediately after the abstract, provide a maximum of 6 keywords, using American 
spelling and avoiding general and plural terms and multiple concepts (avoid, for 
example, 'and', 'of'). Be sparing with abbreviations: only abbreviations firmly 
established in the field may be eligible. These keywords will be used for indexing 
purposes. 
Abbreviations 
Define abbreviations that are not standard in this field in a footnote to be placed on 
the first page of the article. Such abbreviations that are unavoidable in the abstract 
must be defined at their first mention there, as well as in the footnote. Ensure 
consistency of abbreviations throughout the article. 
http://www.elsevier.com/graphicalabstracts
http://webshop.elsevier.com/illustrationservices/ImagePolishing/gap/requestForm.cfm
http://www.elsevier.com/highlights
65 
 
Acknowledgements 
Collate acknowledgements in a separate section at the end of the article before the 
references and do not, therefore, include them on the title page, as a footnote to the 
title or otherwise. List here those individuals who provided help during the research 
(e.g., providing language help, writing assistance or proof reading the article, etc.). 
 
Artwork 
Electronic artwork 
General points 
• Make sure you use uniform lettering and sizing of your original artwork. 
• Preferred fonts: Arial (or Helvetica), Times New Roman (or Times), Symbol, 
Courier. 
• Number the illustrations according to their sequence in the text. 
• Use a logical naming convention for your artwork files. 
• Indicate per figure if it is a single, 1.5 or 2-column fitting image. 
• For Word submissions only, you may still provide figures and their captions, and 
tables within a single file at the revision stage. 
• Please note that individual figure files larger than 10 MB must be provided in 
separate source files. 
A detailed guide on electronic artwork is available. 
You are urged to visit this site; some excerpts from the detailed information are 
given here. 
Formats 
Regardless of the application used, when your electronic artwork is finalized, please 
'save as' or convert the images to one of the following formats (note the resolution 
requirements for line drawings, halftones, and line/halftone combinations given 
below): 
EPS (or PDF): Vector drawings. Embed the font or save the text as 'graphics'. 
TIFF (or JPG): Color or grayscale photographs (halftones): always use a minimum of 
300 dpi. 
TIFF (or JPG): Bitmapped line drawings: use a minimum of 1000 dpi. 
TIFF (or JPG): Combinations bitmapped line/half-tone (color or grayscale): a 
minimum of 500 dpi is required. 
Please do not: 
• Supply files that are optimized for screen use (e.g., GIF, BMP, PICT, WPG); the 
resolution is too low. 
• Supply files that are too low in resolution. 
• Submit graphics that are disproportionately large for the content. 
Color artwork 
Please make sure that artwork files are in an acceptable format (TIFF (or JPEG), 
EPS (or PDF), or MS Office files) and with the correct resolution. If, together with 
your accepted article, you submit usable color figures then Elsevier will ensure, at no 
additional charge, that these figures will appear in color online (e.g., ScienceDirect 
and other sites) regardless of whether or not these illustrations are reproduced in 
color in the printed version. For color reproduction in print, you will receive 
information regarding the costs from Elsevier after receipt of your accepted 
http://www.elsevier.com/artworkinstructions
66 
 
article. Please indicate your preference for color: in print or online only. Further 
information on the preparation of electronic artwork. 
Line Drawings 
Supply high-quality printouts on white paper produced with black ink. The lettering 
and symbols, as well as other details, should have proportionate dimensions, so as 
not to become illegible or unclear after possible reduction; in general, the figures 
should be designed for a reduction factor of two to three. The degree of reduction will 
be determined by the Publisher. Illustrations will not be enlarged. Consider the page 
format of the journal when designing the illustrations. 
Figure captions 
Ensure that each illustration has a caption. A caption should comprise a brief title 
(not on the figure itself) and a description of the illustration. Keep text in the 
illustrations themselves to a minimum but explain all symbols and abbreviations 
used. 
Tables 
 
Please submit tables as editable text and not as images. Tables can be placed either 
next to the relevant text in the article, or on separate page(s) at the end. Number 
tables consecutivelyin accordance with their appearance in the text and place any 
table notes below the table body. Be sparing in the use of tables and ensure that the 
data presented in them do not duplicate results described elsewhere in the article. 
Please avoid using vertical rules. 
References 
Citation in text 
Please ensure that every reference cited in the text is also present in the reference 
list (and vice versa). Any references cited in the abstract must be given in full. 
Unpublished results and personal communications are not recommended in the 
reference list, but may be mentioned in the text. If these references are included in 
the reference list they should follow the standard reference style of the journal and 
should include a substitution of the publication date with either 'Unpublished results' 
or 'Personal communication'. Citation of a reference as 'in press' implies that the item 
has been accepted for publication. 
References in a special issue 
Please ensure that the words 'this issue' are added to any references in the list (and 
any citations in the text) to other articles in the same Special Issue. 
Reference formatting 
There are no strict requirements on reference formatting at submission. References 
can be in any style or format as long as the style is consistent. Where applicable, 
author(s) name(s), journal title/book title, chapter title/article title, year of publication, 
volume number/book chapter and the pagination must be present. Use of DOI is 
highly encouraged. The reference style used by the journal will be applied to the 
accepted article by Elsevier at the proof stage. Note that missing data will be 
http://www.elsevier.com/artworkinstructions
http://www.elsevier.com/artworkinstructions
67 
 
highlighted at proof stage for the author to correct. If you do wish to format the 
references yourself they should be arranged according to the following examples: 
Reference style 
Text: Citations in the text should follow the referencing style used by the American 
Psychological Association. You are referred to the Publication Manual of the 
American Psychological Association, Sixth Edition, ISBN 978-1-4338-0561-5, copies 
of which may be ordered online or APA Order Dept., P.O.B. 2710, Hyattsville, MD 
20784, USA or APA, 3 Henrietta Street, London, WC3E 8LU, UK. 
List: references should be arranged first alphabetically and then further sorted 
chronologically if necessary. More than one reference from the same author(s) in the 
same year must be identified by the letters 'a', 'b', 'c', etc., placed after the year of 
publication. 
Examples: 
 - Reference to a journal publication: 
Van der Geer, J., Hanraads, J. A. J., & Lupton, R. A. (2010). The art of writing a 
scientific article. Journal of Scientific Communications, 163, 51–59. 
 - Reference to a book: 
Strunk, W., Jr., & White, E. B. (2000). The elements of style. (4th ed.). New York: 
Longman, (Chapter 4). 
 - Reference to a chapter in an edited book: 
Mettam, G. R., & Adams, L. B. (2009). How to prepare an electronic version of your 
article. In B. S. Jones, & R. Z. Smith (Eds.), Introduction to the electronic age (pp. 
281–304). New York: E-Publishing Inc. 
 - Reference to a website: 
Cancer Research UK. Cancer statistics reports for the UK. (2003). 
http://www.cancerresearchuk.org/aboutcancer/statistics/cancerstatsreport/ Accessed 
13.03.03. 
Supplementary material 
 
Supplementary material can support and enhance your scientific research. 
Supplementary files offer the author additional possibilities to publish supporting 
applications, high-resolution images, background datasets, sound clips and more. 
Please note that such items are published online exactly as they are submitted; there 
is no typesetting involved (supplementary data supplied as an Excel file or as a 
PowerPoint slide will appear as such online). Please submit the material together 
with the article and supply a concise and descriptive caption for each file. If you wish 
to make any changes to supplementary data during any stage of the process, then 
please make sure to provide an updated file, and do not annotate any corrections on 
a previous version. Please also make sure to switch off the 'Track Changes' option in 
any Microsoft Office files as these will appear in the published supplementary file(s). 
For more detailed instructions please visit our artwork instruction pages. 
 
 
http://books.apa.org/books.cfm?id=4200067
http://www.elsevier.com/artworkinstructions
68 
 
 ANEXO B - MINI EXAME DO ESTADO MENTAL 
 
Analfabeto? Sim ( ) Não ( ) 
AVALIAÇÃO NOTA VALOR 
ORIENTAÇÃO TEMPORAL 
. Que dia é hoje? 1 
. Em que mês estamos? 1 
. Em que ano estamos? 1 
. Em que dia da semana estamos? 1 
. Qual a hora aproximada? (considere a variação de mais ou menos uma 
hora) 
 1 
ORIENTAÇÃO ESPACIAL 
. Em que local nós estamos? (consultório, enfermaria, andar) 1 
. Qual é o nome deste lugar? (hospital, casa...) 1 
. Em que bairro estamos? 1 
. Em que cidade estamos? 1 
. Em que estado estamos? 1 
MEMÓRIA IMEDIATA 
Eu vou dizer três palavras e você irá repeti-las a seguir, preste atenção, 
pois depois você terá que repeti-las novamente. (dê 1 ponto para cada 
palavra) Use palavras não relacionadas. (Vaso, carro, tijolo) 
 3 
ATENÇÃO E CÁLCULO 
5 séries de subtrações de 7 (100-7, 93-7, 86-7, 79-7, 72-7, 65). (Considere 
1 ponto para cada resultado correto. Se houver erro, corrija-o e prossiga. 
Considere correto se o examinado espontaneamente se autocorrigir). 
Ou: Soletrar a palavra mundo ao contrário 
 5 
EVOCAÇÃO 
Pergunte quais as três palavras que o sujeito acabara de repetir : Vaso, 
carro, tijolo. (1 ponto para cada palavra) 
 3 
NOMEAÇÃO 
Aponte para um lápis e um relógio. Peça para o sujeito nomear dois 
objetos mostrados (1 ponto para cada objeto). 
 2 
REPETIÇÃO 
Preste atenção: vou lhe dizer uma frase e quero que você repita depois de 
mim: Nem aqui, nem ali, nem lá. (considere somente se a repetição for 
perfeita) 
 1 
COMANDO 
69 
 
Pegue este papel com a mão direita (1 ponto), dobre-o ao meio (1 ponto) e 
coloque o papel na mesa (1 ponto). 
(Se o sujeito pedir ajuda no meio da tarefa não dê dicas) 
 3 
LEITURA 
Mostre a frase escrita: FECHE OS OLHOS. E peça para o indivíduo fazer 
o que está sendo mandado. (Não auxilie se pedir ajuda ou se só ler a frase 
sem realizar o comando) 
 1 
FRASE ESCRITA 
Peça ao indivíduo para escrever uma frase. (Faça o paciente escrever 
uma frase de sua própria autoria. A frase deve conter um sujeito e um 
objeto e fazer sentido). Para a correção não são considerados erros 
gramaticais ou ortográficos) 
 1 
CÓPIA DO DESENHO 
Mostre o modelo e peça para fazer o melhor possível. Estabeleça um 
ponto se todos os lados e ângulos forem preservados e se os lados da 
interseção formarem um quadrilátero. 
 
 1 
TOTAL 
 
Pontuação a ser atingida para ser considerar apto para ingressar na pesquisa: 
Analfabetos: 20 
1 a 4 anos de escolaridade: 25 
5 a 8 anos de escolaridade: 26,5 
9 a 11 anos de escolaridade: 28 
Escolaridade superior a 11 anos: 29 
 
 
 
 
 
 
 
 
70 
 
ANEXO C – QUESTIONÁRIO SOCIODEMOGRÁFICO E EPIDEMIOLÓGICO 
 
 Data da Entrevista: ___/___/___ 
Nome:____________________________________________________________________ 
Endereço:_________________________________________________________________ 
Telefone:_________________ Data de Nascimento: ___/___/___ Idade:__________ 
Sexo: ( )Masc. ( )Fem. 
 
 1.0 Características sociodemográficas 
 
1.1) Qual o seu estado civil? 
( ) Casado(a) ou vive com companheiro(a) ( ) Solteiro(a) 
( ) Divorciado(a) ( ) Viúvo(a) ( ) Não Responde 
1.2) Qual sua corou raça? 
( ) Branca ( ) Preta ( ) Mulata/Cabocla/Parda ( ) Indígena 
( ) Amarela/Oriental ( ) Não Responde 
1.3) Trabalha atualmente? 
( ) Sim ( ) Não ( ) Não Responde 
1.4) O(a) senhor(a) é aposentado ou pensionista? 
( ) Sim ( ) Não ( ) Não Responde 
1.5) O Sr(a) mora com quem? 
 ( ) Moro sozinho(a) ( ) Somente com o cônjuge 
 ( ) Com filho, genro/nora ou netos ( ) Outros arranjos ( ) Não Respondeu 
 
 2.0 Saúde Física Percebida 
 Doenças crônicas auto-relatadas diagnosticadas por médico no último ano. 
 
2.1) Algum médico já disse que o(a) Sr.(a) tem os seguintes problemas de saúde? 
Doença do coração com angina, infarto do miocárdio ou ataque cardíaco? ( )SIM ( ) NÃO 
Pressão alta/ Hipertensão? ( )SIM ( )NÃO 
Derrame/AVC/Isquemia? ( )SIM ( )NÃO 
Diabetes Mellitus? ( )SIM ( )NÃO 
Tumor maligno/Câncer? ( )SIM ( )NÃO 
71 
 
Artritopatias? ( )SIM ( )NÃO 
Doença do pulmão (bronquite, enfisema ou DPOC)? ( )SIM ( )NÃO 
Depressão? ( )SIM ( )NÃO 
Osteoporose? ( )SIM ( )NÃO 
2.2) Faz uso de Órtese? 
 Sim ( ) Bengala de 4 pontos ( ) Não ( ) 
 Bengala ( ) 
 Andador fixo ( ) 
 Andador de roda ( ) 
 Muleta ( ) 
 2.3) Possui prótese ? 
 Sim ( ) De Quadril ( ) De Joelho ( ) Não ( ) 
 Prótese Total ( ) Prótese Parcial ( ) 
 
 3.0 Medicamentos 
 
3.1) Quantos medicamentos o(a) senhor(a) tem usado de forma regular nos últimos 
3 meses, receitados pelo médico ou por conta própria? 
 ______________ medicamentos por dia. 
3.2) Quais são esses medicamentos? 
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________ 
Dose do medicamento: _____________________________________________________ 
 
 4.0 Quedas 
 
4.1) O(a) Sr.(a) sofreu queda nos últimos 06 meses? 
 ( ) SIM ( ) NÃO 
4.2) Se sim, quantas vezes? ____________________________ 
4.3) Sofreu alguma fratura? 
 ( ) SIM ( ) NÃO 
 
 
 
 
72 
 
5.0 Tabagismo, consumo de álcool e prática de exercício físico 
 
5.1) Fuma atualmente? 
( ) Sim ( ) Não ( ) Não Respondeu 
5.2) Para aqueles que responderam SIM, perguntar “Há quanto tempo o (a) 
senhor(a) é fumante?”_________________________________________________ 
5.3) Para aqueles que responderam NÃO , perguntar: 
 ( ) Nunca fumou ( ) Já fumou e largou ( ) Não Respondeu 
5.4) Com que frequência o(a) senhor(a) consome bebidas alcoólicas? 
 ( ) Sempre ( ) Às vezes ( ) Raramente ( ) Nunca 
5.5) Com que frequência o(a) senhor(a) consome cinco ou mais doses em uma 
única ocasião? 
( ) Nunca ( ) Menos que uma vez por mês ( ) Uma vez por mês 
( ) Quase todos os dias 
5.6) O(a) senhor(a) pratica atividade física? 
Sim ( ) Qual? _____________________________________________________ 
Não ( ) 
5.7) Se sim, quantas vezes por semana? _____________ dias 
5.8) Quanto tempo dura sua atividade física? ___________ minutos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
73 
 
 
ANEXO D - ESCALA INTERNACIONAL DE EFICÁCIA DE QUEDAS (FES-I) 
 
Agora nós gostaríamos de fazer algumas perguntas sobre o quanto você está preocupado com a 
possibilidade de cair. Para cada uma das atividades a seguir, por favor, marque a alternativa que 
mais se aproxima da sua própria opinião para mostrar o quanto você está preocupado com a 
possibilidade de uma queda se você realizasse essa atividade. Por favor, responda considerando 
como você comumente faz essa atividade. Se você comumente não faz a atividade (ex: alguém faz 
as compras para você), por favor, responda como você acha que estaria preocupado em cair se 
fizesse a atividade. 
Atividade Não estou 
preocupado 
(1) 
Pouco 
preocupado 
(2) 
Moderadamente 
preocupado (3) 
Muito 
preocupado 
(4) 
1) Limpar a casa (ex: 
esfregar, varrer) 
 
2)Vestir-se/despir-se 
3)Preparar refeições 
 
4)Tomar banho 
 
5)Ir às compras 
6)Sentar-se ou 
levantar-se da 
cadeira 
 
7)Subir ou descer 
Escadas 
 
8)Andar pela 
Vizinhança 
 
9)Alcançar algum 
objeto acima da sua 
cabeça ou no chão 
 
10)Atender ao telefone antes 
que pare de tocar 
 
74 
 
11)Andar por superfícies 
escorregadias (molhadas ou 
enceradas) 
 
12)Visitar um amigo ou 
Parente 
 
13)Andar em um local onde 
haja multidão 
 
14)Andar em superfícies 
irregulares (chão com pedras, 
piso mal conservado ou sem 
asfalto) 
 
15)Subir ou descer uma 
rampa 
 
16)Sair para eventos sociais 
(atividades religiosas, 
encontros familiares, reunião 
do clube) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
75 
 
 
ANEXO E- ÍNDICE DE KATZ PARA ATIVIDADE BÁSICA DE VIDA DIÁRIA 
 
 
 
Escala de Atividades Básicas de Vida Diária 
 
 
Atividade 
 
Descrição 
 
Independente 
 
Dependente 
 
 
 
 
 Banho 
Não recebe ajuda (entra e sai 
da banheira sozinho, se este 
for o modo habitual de tomar 
banho) 
 
 1 
 
Recebe ajuda para lavar 
apenas uma parte do corpo 
(como, por exemplo, as costas 
ou uma perna) 
 
 1 
 
Recebe ajuda para lavar mais 
de uma parte do corpo, ou não 
toma banho sozinho 
 
 0 
 
 
 
 
 Vestir-se 
 
Pega as roupas e se veste 
sem nenhuma ajuda, exceto 
para amarrar os sapatos. 
 
 1 
 
Pega as roupas e veste-se 
sem ajuda, exceto para 
amarrar os sapatos 
 
 1 
 
Recebe ajuda para pegar as 
roupas ou vestir-se, ou 
permanece parcial ou 
completamente sem roupa 
 
 
 
 0 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Uso do vaso sanitário 
Vai ao banheiro ou local 
equivalente, limpa-se e ajeita 
as roupas sem ajuda (pode 
usar objetos para apoio como 
bengala, andador ou cadeira 
de rodas e pode usar comadre 
ou urinol à noite, esvaziando-o 
de manhã) 
 
 
 
 
 1 
 
Recebe ajuda para ir ao 
banheiro ou local equivalente, 
ou para limpar-se, ou para 
ajeitar as roupas após 
evacuação 
ou micção, ou para usar a 
comadre ou urinol à noite 
 
 
 
 
 
 0 
Não vai ao banheiro ou 
equivalente para eliminações 
fisiológicas 
 
 0 
 
 
 
 Transferência 
Deita-se e sai da cama, senta-
se e levanta-se da cadeira 
sem ajuda (pode estar usando 
objeto para apoio, como 
bengala ou andador)1 
 
76 
 
Deita-se e sai da cama e/ou 
senta-se e levanta-se da 
cadeira com ajuda 
 
 
 0 
Não sai da cama 0 
 
 
 
Continência 
 
Controla inteiramente a 
micção e a evacuação 
 1 
Tem “acidentes” ocasionais 0 
Necessita de ajuda para 
manter o controle da micção e 
evacuação; usa cateter ou é 
incontinente 
 0 
 
 
 
 
 Alimentação 
 
Alimenta-se sem ajuda 1 
Alimenta-se sozinho, mas 
recebe ajuda para cortar carne 
ou passar manteiga no pão 
 
 1 
 
Recebe ajuda para alimentar-
se, ou é alimentado 
parcialmente ou 
completamente pelo uso de 
catéteres ou fluidos 
intravenosos 
 
 
 0 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
77 
 
 
 
ANEXO F - ESCALA DE LAWTON E BRODY PARA ATIVIDADE INSTRUMENTAL 
DE VIDA DIÁRIA 
 
 
 
Atividades Instrumentais de Vida Diária de Lawton e Brody 
 
 
 
 
 Telefone 
 
Recebe e faz ligações sem 
assistência 
3 
Necessita de assistência para 
realizar ligações telefônicas 
2 
Não tem o hábito ou é incapaz 
de usar o telefone 
1 
 
 
 Viagens 
Realiza viagens sozinho(a) 3 
Somente viaja quando tem 
companhia 
2 
Não tem o hábito ou é incapaz 
de viajar 
1 
 
 
 
 Compras 
 
Realiza compras, quando é 
fornecido transporte 
3 
Somente faz compras quando 
tem companhia 
2 
Não tem o hábito ou é incapaz 
de realizar compras 
1 
 
 
 
 Preparo de refeições 
 
Planeja e cozinha as refeições 
completas 
3 
Prepara somente pequenas 
refeições ou quando recebe 
ajuda 
2 
Não tem o hábito ou é incapaz 
de realizar compras 
1 
 
 
 Trabalho doméstico? 
 
Realiza tarefas pesadas 3 
Realiza tarefas leves, 
necessitando de ajuda nas 
pesadas 
2 
Não tem o hábito ou é incapaz 
de realizar trabalhos domésticos 
1 
 
 
 Medicações 
Faz uso de medicamentos sem 
assistência 
3 
Necessita de lembretes ou 
assistência 
2 
É incapaz de controlar sozinho o 
uso de medicamentos 
1 
 
 
 
 Dinheiro 
Preenche cheques e paga 
contas sem auxílio 
3 
Necessita de assistência para 
uso de cheques e contas 
2 
Não tem o hábito de lidar com o 
dinheiro ou é incapaz de 
manusear dinheiro, contas... 
1 
 
 
78 
 
 ANEXO G – SHORT PHYSICAL PERFOMACE BATTERY (SPPB) 
 
 
 
79 
 
 
80 
 
 
81 
 
 
 
82 
 
83 
 
 
84 
 
 
85

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