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UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Daiana Rodrigues da Silva PLANO DE NEGÓCIOS Itajaí 2011 Daiana Rodrigues da Silva PLANO DE NEGÓCIOS Trabalho apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis, na Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Ciências Sociais Aplicadas sob orientação da professora Suzete Antonieta Lizote Itajaí 2011 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS % Porcentagem 13 13 Salário AC Ativo Circulante ART. Artigo B.P. Balanço Patrimonial C.C. Código Civil CLT Consolidação das Leis do Trabalho CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS Contribuição para financiamento da Seguridade Social CPF Cadastro de Pessoa Física CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CST Código de Situação Tributária DFC Demonstração do Fluxo de Caixa DRE Demonstração do Resultado do Exercício FCN Ficha de Cadastro Nacional de Empresas FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços INSS Instituto Nacional da Seguridade Social IPI Imposto Sobre produtos Industrializados IRPJ Imposto de Renda da Pessoa Jurídica ISS Imposto Sobre Serviço JUCESC Junta Comercial do Estado de Santa Catarina KG Quilogramas LALUR Livro de Apuração do Lucro Real LTDA Limitada NBC Normas Brasileiras de Contabilidade NCM Nomenclatura Comum do Mercosul N Número NIRE Número de Inscrição no Registro de Empresas PAG. Página PC Passivo Circulante PIS Programa de Integração Social PL Patrimônio Liquido PN Plano de Negócios R$ Reais REGIN Sistema de Regimento Integrado RG Registro Geral RIR Regulamento do Imposto de Renda S.C. Santa Catarina TIPI Tabela de Incidência de Impostos sobre Produtos Industrializados NCM LISTA DE FIGURAS Figura 01 - Matéria Prima utilizada na fabricação das calhas................................. 27 Figura 02 - Acabamentos das Calha de 3 metros e 6 metros...................................... 27 Figura 02 - Calha de 6 metros e 3 metros................................................................... 27 Figura 02 - Equipamentos Indudtriais......................................................................... 27 Figura 02 - Divisão setorial da indústria..................................................................... 27 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 6 2.1 Descrição do negócio............................................................................................................ 8 2.2 O empreendimento ............................................................................................................... 8 2.2.1 Mercado consumidor ......................................................................................................... 8 2.2.2 Concorrência .................................................................................................................... 09 2.2.4 Localização e departamentalização ................................................................................. 10 2.2.3 Apresentação dos produtos ............................................................................................ 111 2.3 Processos operacionais ..................................................................................................... 131 2.3.1 Capacidade de produção .................................................................................................. 13 2.3.2 Mercado fornecedor ....................................................................................................... 132 2.3.3 Imobilizado ...................................................................................................................... 14 2.3.4 Departamento pessoal ...................................................................................................... 15 2.3.5 Custos diretos .................................................................................................................. 16 2.3.6 Custos indiretos ............................................................................................................... 17 2.3.7 Despesas operacionais ................................................................................................... 175 2.3.8 Formação do preço de venda ........................................................................................... 16 2.4 Estratégias de marketing ..................................................................................................... 19 2.4.1 Programação das vendas .................................................................................................. 19 2.5 Capitalização .................................................................................................................... 208 2.5.1 Capital social ................................................................................................................... 20 2.6 Análises financeiras ............................................................................................................ 18 2.6.1 Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) ........................................................................ 19 2.6.2 Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) ........................................................... 21 2.6.3 Balanço Patrimonial (BP) ................................................................................................ 20 REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 22 RELAÇÃO DE APÊNDICES ............................................................................................... 26 RELAÇÃO DE ANEXOS ...................................................................................................... 27 7 1 INTRODUÇÃO Com a globalização, aumenta ainda mais a competitividade, a busca por tecnologia e qualidade nos produtos, forçando as empresas a optarem pela inovação tornando a inserção de um novo negócio no mercado mais difícil. Este cenário aumenta a busca pelo diferencial e a chave para o sucesso está em aproveitar as oportunidades. Para que se possam identificar essas oportunidades é necessário avaliar se nosso empreendimento estará bem estruturado para acompanhar essas mudanças, isto é, planejar. Através do Plano de Negócios a ser apresentado, demonstremos a estrutura empresarial á ser constituída, as projeções operacionais e financeiras, as metodologias á serem aplicadas, o quadro de funcionários com devidos cálculos dos custos da mão de obra. Demonstraremos a estrutura dos custos integrados aos produtos, e as devidas diferenciações entre os custos fixos e variáveis, bem como possibilidades e adequações de alterações no volume de produção. Durante o transcorrer deste, será apresentado o estudo da viabilidade do empreendimento, o mercado consumidor e fornecedor disponíveis, a concorrência existente, a localização, estruturação e procedimentos gerenciais empregados neste projeto. Expressaremos os cálculos dos lucros, resultados e rentabilidade do empreendimento através de gráficos, anexos e apêndices que facilitarão e ampliarão a compreensão dos avaliadores do plano á ser apresentado. 8 2 PLANO DE NEGÓCIOS Arte em calhas de alumínio RUA: Vereador Airton de Souza 426, São Vicente, Itajaí, Santa Catarina, 88.310-000. E-mail: alumiartcalhas@calhas.com.br TELEFONE: (47) – 3241-2011 SITE: www.alumiartcalhas.com.br Julho 2011 ALUMIART T http://www.alumiartcalhas.com.br/ 92.1 Descrição do negócio O empreendimento a ser constituído atuará na atividade industrial; na transformação de matérias-primas, o alumínio; em produtos acabados, que serão denominados calhas metálicas de 6 metros e 3 metros para captação de águas pluviais dos telhados. Estes produtos terão qualidade garantida por nossa empresa que preza total satisfação dos clientes. Nossa produção contará com os mais avançados e eficientes equipamentos, que conciliados á tecnologia empregada na operação resultarão em produtos de alta qualidade e durabilidade. Ressaltado o constante crescimento da construção civil em nossa localidade, destacamos a real viabilidade do empreendimento, tendo em vista que o produto a ser oferecido por nossa empresa é indispensável para a conclusão destas obras, e que a qualidade dos produtos relacionados aos preços acessíveis. Contaremos também com serviço de instalação destas calhas, dispondo de profissionais devidamente qualificados e com constante aperfeiçoamento de suas técnicas. Agrupando assim a qualidade do produto com a eficiência de nossos profissionais, resultando em nossa missão, que é produzir e comercializar produtos de qualidade, com resistência e durabilidade, e com padrões que se enquadrem em qualquer modelo de construção. 2.2 O empreendimento 2.2.1 Mercado consumidor Há mercado quando um indivíduo necessita de algum produto e um segundo indivíduo disponibiliza o mesmo. Com base nesta afirmativa e em estudos realizados na localidade que acerca o empreendimento a ser constituído, verificou-se grande aumento na atividade da construção civil alocada nesta região, o que vem a evidenciar o aumento da procura pelos produtos que serão oferecidos pelo empreendimento “Alumiart Calhas de Alumínio Limitada (LTDA)”. Esta situação, agregada á qualidade dos produtos, resultará na real viabilidade desta empresa nesta região. O Autor Sasso, 2011, expõe que: Os clientes de forma geral necessitam de adições e o nosso sucesso depende da identificação do que podemos de fato fazer para atendê- los, já que em comum todos os consumidores buscam por algo que renove ou melhore sua própria condição pela satisfação física, mental e espiritual. Dessa forma é pela riqueza dos detalhes visando formas de se criar possibilidades gerais de servir todos os públicos possíveis, que devemos formar as estratégicas que irão definir 10 quais desses estão mais aptos, pelo que temos a ofertar diante de aptidões, recursos e capacitação, para serem inicialmente atendidos e trabalhados. Sasso (2011) A considerável ampliação deste ramo empresarial ressalta a necessidade do surgimento de novos padrões de qualidade e confiabilidade ao mercado consumidor destes produtos, e é crescente a demanda acompanhada da exigência dos clientes, e para suprir tal necessidade, nosso empreendimento contará com matéria prima de qualidade e profissionais qualificados que cumprirão nossa missão de disponibilizar produtos de qualidade com maior durabilidade e perfeito acabamento. 2.2.2 Concorrência A vantagem de conhecer a concorrência á ser enfrentada está no contato com os fornecedores e prazos submetidos, no planejamento prévio á instituição do empreendimento. A importância do espírito empreendedor é ressaltada quando o autor expondo que; “o melhor remédio é antecipar-se aos cenários e trabalhar forte pela vitória. Esta é a hora de colocar toda a sua capacidade empreendedora e todo o talento da sua equipe para gerar resultado!” HILSDORF (2009). Perante estudos realizados nos arredores da localização do empreendimento “Alumiart Calhas de Alumínio Ltda.”, constata-se que enfrentaremos dois tipos de concorrência; Uma empresa com renome e anos de atividade, que disponibiliza calhas de alta qualidade e possui clientela fixa, porém seus produtos tem alto custo aos compradores, o que restringe o número de clientes; E alguns pequenos empreendimentos com localização de difícil acesso, produtos de baixa qualidade, mas que tem preços menores que os impostos pelo outro concorrente. Assim, compreende-se que nosso empreendimento fixar-se-á entre os dois tipos de concorrência existentes, onde nossos pontos fortes serão sobressaltados pelo preço acessível e a qualidade garantida por nossa fábrica, conquistando assim maior número de clientes. Porém, teremos ainda, como obstáculo á ser superado, o tempo em que estas empresas estão atuando no mercado desta região, e a clientela que já ganharam; em especial a clientela com alto poder aquisitivo, que de modo geral já se habituou á adquirir estes produtos do fornecedor com altos preços e alta qualidade. Mas nosso empreendimento conta com projeto de marketing bem 11 elaborado que auxiliará na captação de grande clientela, considerando que estaremos em posição intermediária quando comparados á nossos concorrentes. Quanto ao risco aparente do empreendimento que consideravelmente é favorável se considerado as qualificações e variações da concorrência nesta região, citamos o autor Chiavenato que expõe: “O que representa ameaça para uns pode significar oportunidades para outros”. CHIAVENATO (2008, pag. 127). 2.2.3 Apresentação dos produtos Os produtos oferecidos pela empresa serão fabricados com base na matéria prima de aluminio, que após serem industrializados serão transformados em calhas de 3m e 6m, conforme projeto exposto no FIGURA 01. FIGURA 01- Calhas de 6m e 3m. A Produção de calhas com duas medidas tem o intuito de facilitar o manuseio, fornecer opções de aquisição apenas da medida necessária á construção, evitando desperdícios do produto, fator este que auxiliará na conquista dos clientes que especificamente nesta área da construção civil acabam sempre prezando pela qualidade e economia. O Produto por si só pode ser definido como: “... qualquer coisa que possa ser oferecida a um mercado para atenção, aquisição, uso ou consumo, e que possa satisfazer um desejo ou necessidade”. KLOTER E ARMSTRONG (1998, pag. 190). 2.2.4 Localização e departamentalização 12 A “Alumiart Calhas de Aluminio Ltda.” se instalará em ponto comercial estratégico, com relevante fluxo de pessoas, local de fácil acesso, com vias pavimentadas que facilitarão o fluxo de entrada e saída de mercadorias. Para um ambiente comercial a logística assegurada ao empreendimento tem importante destaque: “Logística é, na atualidade, um grande diferencial estratégico para a empresa no mercado, tendo em vista a alta similaridade e padronização dos produtos.” BERNARD (2009, pag. 233) Para o autor Eliseu Martins, “... na maioria das vezes um departamento é um centro de custo.” Nesta afirmativa podemos enfatizar as vantagens de optar pela departamentalização considerando que haverá maior controle e melhor reconhecimento dos custos, uma vez que serão alocados conforme utilização dos serviços e/ou produtos. MARTINS (1996, pag. 43). O empreendimento será subdividido em três departamentos; a) O departamento administrativo será responsável por toda a parte financeira e administrativa da empresa. Neste serão realizados os lançamentos contábeis e departamento pessoal, serão implantados os sistemas de contas á pagar e a receber, servirão de base para o gerenciamento dos controles internos, por fim, este será responsável pelo perfeito andamento de todas a atividades da empresa e será dirigido pelo Sócio gerente Rubens Fonseca auxiliado por uma secretária. b) O departamento comercial desempenhará os planos de vendas e também de compras, executará o plano de marketing, e terá a missão de buscar a ampliação constante do faturamento e dos rendimentos das operações empresariais. Contará com dois vendedores que serão supervisionados pelo Sócio Gerente Luiz Otávio. c) O departamento de produção da “Alumiart chás de Aluminio Ltda.” será responsável pelaindustrialização das calhas de aluminio. Este departamento será subdividido em três setores: Setor 01 - O primeiro setor é responsável pelo recebimento da matéria prima, que são placas lisas de alumínio, e pelo corte destas placas nas medidas necessárias ao setor seguinte. Setor 02 – Este segundo setor, após receber as placas aluminio já cortadas nas medidas exatas, irá efetuar as dobras que darão a 13 primeira forma ás calhas de 3 e 6 metros, e contará com 03 colaboradores para desempenhar esta função. Setor 03 - será responsável pela finalização e pelos acabamentos das calhas, deixando-as prontas para serem disponibilizadas ao mercado consumidor. 2.3 Processos operacionais 2.3.1 Capacidade de produção A capacidade de produção da empresa será calculada com base no mês de julho, onde serão testadas a capacidade de produção normal e otimizada, que definirá a capacidade máxima de produção mensal. Neste empreendimento trabalharemos com a capacidade otimizada utilizando o menor tempo possível para produção de cada unidade. Obteremos êxito com a produção otimizada, considerando o APÊNDICE 01 que demonstra o diferencial de produção. Utilizaremos uma margem de perda de matéria-prima no Setor 01, onde as placas serão cortadas nas medidas necessárias, de 10% para as calhas de 6m e 5% para as calhas de 3m. E com estas margens, chegaremos á uma capacidade de produção otimizada da calha de 6m de 1.920 Quilogramas (Kg) e calhas de 3m de 960 Kg. E nossa produção manterá uma media de 60% de produtos de 3m contra 40% de produtos de 6m. Com base no exposto, produziremos o necessário para suprir a quantidade precisa para atender a demanda da programação de vendas. 2.3.2 Mercado fornecedor Para fabricarmos as calhas desejadas, precisaremos adquirir matéria-prima (alumínio) e ferragens (rebites e pregos), portanto pesquisamos os fornecedores destes produtos e concluímos que não há muita concorrência entre este ramo. Então analisamos a qualidade dos produtos disponibilizados no mercado, os preços á eles atribuídos e as condições de pagamentos oferecidas. Há diversas formas de expressar a importância da boa escolha dos fornecedores, e Melo tem uma forma bem pratica de lidar com este fator; “A relação com fornecedores é uma relação de parceria, pois, assim como você, sua empresa também se alimenta. É necessário file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls 14 muito cuidado na hora de escolher os fornecedores que vão ‘alimentar’ a sua empresa, seja com matéria-prima, mercadoria ou serviço. MELO (2009). Desta forma, fica destacado que não é interessante apenas comprar, mas analisar a qualidade e as condições do que se compra, e também as vantagens que tais negociações resultarão. Trabalharemos com os fornecedores Alfa Alumínios Ltda. e Delta Ferragens Ltda., porque obtivemos melhores preços e condições de pagamentos com maiores prazos, opções estas que conciliadas a qualidade dos materiais oferecidos, nos proporcionará maior segurança ao oferecer nossos produtos acabados ao mercado e também nos possibilitará disponibilizar maior prazo para recebimentos das vendas. Optaremos por trabalhar com apenas estes dois fornecedores, porque ambos nos ofereceram benefícios caso comprássemos apenas os produtos deles. A Alumiart será enquadrada no método de tributação do Lucro Real, portanto poderá utilizar-se dos créditos dos impostos de Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas compras realizadas. As calhas fabricadas serão tributadas pelo IPI enquadrado no NCM 7606.12.10, que atribui alíquota de 10%, conforme dados da Tabela de Incidência de Impostos sobre Produtos Industrializados (TIPI). Á princípio tem-se a necessidade de comprar aproximadamente 30.200,00Kg de alumínio por mês, para suportar a produção almejada de 1.920 calhas de 6m e 3.120 calhas de 3m. Utilizaremos também, cerca de 85.000 unidades de rebites e 41.700 unidades de pregos para atingir a capacidade de produção orçada e demonstrada nos APÊNDICES A3 e A4. 2.3.3 Imobilizado A empresa necessitará efetuar investimentos fixos que são os bens imobilizados, móveis, equipamentos operacionais, terrenos, prédios, utensílios, computadores e veículos; que integrarão parte do Ativo da empresa. Estes Investimentos Fixos são contabilmente denominado Ativo Imobilizado, e será formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades da empresa, caracterizados por apresentar-se na forma tangível. IUDÍCIBUS (2.000, pag. 187) caracteriza Ativo Imobilizado Tangível da seguinte forma: “duas condições são necessárias para caracterizar um Imobilizado, possibilidade de ser file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls 15 utilizado nas operações normais da empresa e possuir um ciclo de capacidade normalmente superior a um ciclo operacional (longa duração)”. Com isso fica exposto que para ser considerado Imobilizado, o bem adquirido precisa ter real utilidade á operação da empresa e ter período de vida útil prolongado se comparado os demais gasto operacionais de rápida desgaste. No empreendimento orçado, iremos atribuir estes bens á cada setor conforme utilização individual dos mesmos, entre os bens necessários, destacam-se o prédio e terreno, as ferramentas para produção, os móveis para escritório e também as bancadas e armários para o setor de produção; também serão necessários os aparelhos telefônicos, computadores e aparelhos de ar condicionado, bem como os veículos para uso do departamento comercial para revenda e entrega dos produtos. Realizaremos investimentos fixos nos três departamentos do empreendimento. O departamento Administrativo terá bens imobilizados num total de R$ 41.229,00 com 5% dos imóveis e terrenos e despesas com depreciações mensais de R$ 327,73, o departamento Comercial terá R$ 40.210,00 de Imobilizados totais, também alocará 5% dos valores de prédios e terrenos e terá deduções de R$ 558,42 referentes ás depreciações mensais. E o departamento de operação comportará maior parte dos bens imobilizados da empresa totalizando R$ 174.000,00, absorvendo 90% dos terrenos e prédios, uma vez que é o setor da empresa que mais necessitará de espaço predial para suas operações e também sofrerá com despesas de depreciação no valor de R$ 958,33. E é desta forma que todo o capital em bem fixos será instituído á “Alumiart Calhas de Aluminio Ltda.”. 2.3.4 Departamento pessoal O Departamento Pessoal é o setor da empresa, encarregado por desempenhar tarefas e atividades específicas, dentre tais se destaca as questões relacionadas aos funcionários que nela trabalham, é responsável pela contratação, pagamento de salários, transporte, férias, licença médica, 13 Salário, organização dos horários e outros. Ressalta-se que todos os funcionários deste empreendimento serão admitidos de acordo com as normas da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e em conformidade com a convenção da categoria. Esta área é formada pelo conjunto de colaboradores de uma organização nos quais á “Alumiart Calhas de Aluminio” contará com um quadro de 15 funcionários e dois sócios gerentes. As quantidades de funcionários necessários á operação foi identificado mediante 16 cálculos da necessidade de mão de obra conforme APENDICE A6. Estes colaboradores serão distribuídos entre os três departamentos da empresa e os cálculos de custos de cada funcionário estão expostos no APENDICE A7. O custo mensal com folha de pagamento do departamento administrativo será de R$ 8.044,00 mensais, já embutidos os custos acessórios, como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), Instituto Nacional da SeguridadeSocial (INSS), 13 salário (13º) e insalubridade (quando incidir), ao departamento comercial, será atribuído um custo de R$ 7.120,00, e ao setor de produção, um custo total mensal de R$ 22.963,00 e neste valor estão somados o custo da Mão de Obra Direta (MOD) de R$ 17.013,00 e custos de Mão de Obra Indireta (MOI) de R$ 5.950,00. E os valores relacionados ao departamento de produção ainda serão rateados entre os 03 setores que subdividem este departamento, conforme APENDICE A7. No APENDICE A8 pode-se visualizar os cálculos da MOD por minuto em cada setor do departamento de produção. No setor 01 este valor foi de R$ 0,1785 por minuto, no setor 02 foi R$ 0,4951 e no setor 03 R$ 1,0143. E considerando que a quantidade de minutos necessários para cada calha de 6m e 3m em cada setor é a mesma, dois minutos, o custo de MOD nos dois tipos de calha resulta no mesmo valor. 2.3.5 Custos Diretos Os custos diretos são aqueles que podem ser identificados e diretamente apropriados a cada tipo de obra a ser custeado, no momento de sua ocorrência, isto é, está ligado diretamente a cada tipo de bem ou função de custo. É aquele que pode ser atribuído (ou identificado) direto a um produto, linha de produto, centro de custo ou departamento. Como também afirma o Autor Martins (1.996, pag.43) “... alguns produtos podem ser diretamente apropriados aos produtos e estes são os custos diretos em relação aos produtos.”. “Custos diretos são os que podem ser diretamente (sem rateio) apropriados aos produtos bastando existir uma medida de consumo (quilos, hora de mão-de-obra ou de máquina). Em geral identificam-se com os produtos e variam proporcionalmente á quantidade produzida.” Crepaldi (1998, p.59). As projeções dos custos diretos tratam dos valores agregados diretamente aos produtos, no empreendimento orçado este custo será composto pelos materiais utilizados diretamente nas calhas, o aluminio, os rebites e pregos, e também serão acoplados á este os custos com mão de obra no departamento de produção. file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls 17 Através do APENDICE A9 podemos ressaltar que cada peça produzida de calha de 6m terá custo direto agregado no valor de R$ 94,28, e cada calha de 3m absorverá R$ 46,76. 2.3.6 Custos indiretos Os custos indiretos são valores que não podem ser alocados diretamente a produção, dependem de rateio entre os setores e departamentos. Este empreendimento terá custos indiretos á operação de R$ 15.000,00 mensais. Serão rateados entre os tipos de calhas produzidos pela Alumiart. Assim, as calhas de 6m absorverão custo indireto sobre percentual de 38% o que acusará custo indireto unitário de R$ 2,98 para este produtos, as calhas de 3m terão um percentual de 62% destes custos indiretos devido á maior quantidade produzida se comparado á outra medida de calhas disponibilizada, e por sua vez apresentará o mesmo valor de custo indireto unitário das calhas de 6m. Para fins de rateio, o método utilizado sob o total dos custos indireto, serão os percentuais de horas de produção utilizados para cada produto separadamente. Segundo Crepaldi (1998, p. 59) “os custos indiretos de fabricação são os que para serem incorporados aos produtos, necessitam de utilização de algum critério de rateio". E Martins acrescenta que; “cada vez que há o uso de estimativas e não de medição direta, fica o custo incluído como indireto.” Este rateio ao qual se refere, e que será adaptado á gestão da empresa, é de suma importância, pois interfere diretamente no custo dos produtos e ocasionará alterações no resultado operacional da empresa. Portanto, nosso empreendimento trabalhará com métodos de rateio que melhor distribuem os custos e as despesas, proporcionando maior transparência e compreensibilidade nas operações, e automaticamente, maior confiabilidade nos resultado expostos. Vale ressaltar que entre estes custos indiretos estão alocadas as despesas com faturas de energia elétrica, telefone, água, manutenções dos equipamentos, bem como devidas depreciações e materiais de uso e consumo, e os salários dos funcionários do almoxarifado e supervisor de produção, que não são considerados custos diretos como o restante que trabalha diretamente na produção das calhas. 2.3.7 Despesas operacionais Despesas são gastos indispensáveis para que uma empresa obtenha a receita, porém estes gastos devem ser atribuídos a cada departamento por forma de rateio demonstrando o file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls 18 quanto cada um destes departamentos utiliza destes gastos. Iudícibus (2.000, pag. 155) afirma que: “Despesa representa a utilização ou o consumo de bens e serviços no processo de produzir receitas”. São operacionais as despesas não computadas nos custos, necessárias à atividade da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora. (Regulamento do Imposto de Renda (RIR) /1999 Artigo (art.) 299). No empreendimento “Alumiart calhas de Aluminio Ltda.”, teremos dentre as despesas operacionais: As Despesas Administrativas que serão compostas pelos gastos dos salários dos dois funcionários deste setor, como foi destacado no APÊNDICE A7, os gastos equivalentes das despesas com energia elétrica, água e telefone, depreciações dos móveis e utensílios, e demais despesas expressas no APÊNDICE A11, que destaca os valores de cada despesa. As Despesas Comerciais, por sua vez, absorverá os gastos com propaganda e publicidade, 90% das despesas com faturas telefônicas, observando que será o setor que mais utilizará este serviço; também obterá despesas com depreciações de utensílios por ele utilizados, os salários dos colaboradores que neste operam também relatados no APÊNDICE A7, e um percentual de 5% de depreciação total dos terrenos e prédios (este mesmo valor será dirigido ao setor administrativo). As Despesas Financeiras; á esta será atribuído percentual de 2% sobre o lucro bruto apurado no período. O departamento de produção, por ser a atividade principal da empresa, terá valores superiores de despesas, porém, maior parte destes gastos será alocada aos custos, que anteriormente foram divididos em Diretos e Indiretos. Para fins de esclarecimento, e como poderão analisar no APÊNDICE A11, as calhas de 6m absorverão R$2,94 de despesas administrativas e R$ 3,21 de despesas comerciais para cada unidade produzida. Já as calhas de 3m, alocarão os seguintes valores; R$ 1,50 de despesas administrativas e R$1,64 de despesas comerciais. 2.3.8 Formação do preço de venda Para definir seu preço de venda o empreendedor deve levar em consideração seus percentuais de impostos tributáveis, de despesas financeiras e do lucro desejado, e os valores file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls 19 dos custos diretos e indiretos, e despesas administrativas e comerciais unitários. Desta forma, poderá avaliar o preço a ser cobrado pelos produtos, e analisar se será viável ou não o aumento da margem, ou necessitará de redução de despesas, lucros ou custos. Para o empreendimento orçado, foi aplicada uma margem de lucro de 18%, o qual, mediante cálculos apresentados no APÊNDICE A12, apresentou necessidade de taxa de marcação de preços (Mark-up) de 1,8604, que nos leva á um preço unitário de R$ 192,43 para as calhas de 6m e R$ 98,43 para as calhas de 3m. 2.4 Estratégias de marketing 2.4.1 Programação das vendas As estratégias de marketing servem para definir o modo comoa empresa deve atuar para alcançar os resultados almejados, para isso, o empreendimento contará com investimento mensal de Publicidade e Propaganda, com panfletagem, e divulgação da empresa em uma rádio local com grande audiência na região, estes gastos somarão um total mensal de R$ 1.700,00. O Autor Bernardi (2.007, pag. 121) complementa que; “Um bom plano de marketing é ponto crítico e vital ao projeto, pois dele derivam todas as projeções subsequentes”. Estas propagandas serão direcionadas á qualidade de nossos produtos, preços reduzidos, e facilidades no pagamento. Como obtivemos maior prazo para pagamento de nossos fornecedores, poderemos oferecer á nossos clientes o mesmo benefício. Na estratégia de marketing, ressalta-se a importância dos componentes das estratégias de Marketing, os 4p’s, que são: Produto: Por Mccarthy e Perreault (1997, p. 148). "Produto significa a oferta de uma empresa que satisfaz a uma necessidade." E Segundo Kotler (2000, p. 416) "Produto é algo que pode ser oferecido a um mercado para satisfazer uma necessidade ou desejo.” Preço: Nickels e Wood (1999, p. 222) expõem que: "Não importa qual seja a palavra utilizada, o preço de um produto é aquilo que a empresa espera receber em troca de um bem, um serviço ou uma ideia". Promoção: "O objetivo da comunicação integrada de marketing é manter um diálogo com os clientes e outros grupos de interesse, permitindo que a empresa file:///F:/Empreendedorismo/APENDICES%20DAIANA.xls 20 responda de forma rápida à suas necessidades e desejos em constante mutação" (NICKLES E WOOD, 1999, P. 320). Praça ou ponto de venda: A Autora Tuleski 2009 define Praça como: “O produto desejado, com um preço justo, deve estar acessível ao cliente, isto é, num local onde ele possa comprá-lo no momento em que desejar.”. Com base nestes fundamentos, o APÊNDICE A13 expõe a programação de vendas previstas para o mês de Julho, onde foram utilizados os valores da capacidade de produção otimizada para direcionar os cálculos. Quanto aos impostos, como este empreendimento será tributado pelo Lucro Real e nossas vendas serão realizadas apenas dentro do território estadual, serão aplicadas as seguintes alíquotas e impostos: ICMS com de 17%, PIS com 1,65%, COFINS com 7,6% e IPI com 5%. Ressaltando que, utilizaremos créditos destes mesmos impostos nas compras. Á principio o faturamento mensal do empreendimento será vinculado ao valor de R$ 710.400,00, podendo ser ampliado conforme surgimento de aumento da capacidade de produção, com maiores aquisições de matéria prima e contratação de mais funcionários. Esta possibilidade deve ser considerada, pois a programação de vendas do mês de julho prevê que todas as unidades produzidas serão vendidas no mesmo mês. 2.5 Capitalização 2.5.1 Capital social O autor LIMA, coloca: "Genericamente, capital é o elemento fundamental de alguma coisa [...] é o bem em dinheiro ou espécie que produz outros bens e espécies" (1969, p. 213). O capital social é o elemento do patrimônio líquido de uma empresa ou entidade constituída por integralização dos sócios. Este empreendimento será constituido em sociedade empresária composta por dois sócios, o sócio Rubens Fonseca, inscrito no CPF 089.768.988-02, RG 5.131.788, domiciliado á rua Ivo Steim Ferreia, nº 443 no Bairro são Vicente, Itajaí S.C., e Luiz otávio de Miranda, inscrito no CNPJ 063.987.429-02, residente e mociliado á rua São Cristóvao, Itajaí S.C. A integralização do capital social desta empresa será realizado pelo sócio Rubens Fonseca com 01 terreno no valor de R$ 40.000,00, um prédio de R$ 80.000,00 e R$ file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls 21 224.000,00 em dinheiro, totalizando seu capital investido em R$ 334.000,00. O Sócio Luiz Otavio de Mirando integralizará o valor de R$ 135.000,00 em bens imobilizados para a operação, destre estes, destaca-se as máquinas e equipamentos no valor total de R$ 35.000,00 e Veículos no valor de R$ 80.000,00. 2.6 Análises financeiras 2.6.1 Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) O objetivo primário da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) é prover informações sobre entradas e saídas de dinheiro durante determinado período da empresa. Sobre Fluxo de Caixa, Zdanowicz (2004, p.23) conceitua como “Instrumento que relaciona o futuro conjunto de ingressos e desembolsos de recursos financeiros pela empresa em determinado período”. E ainda, Matarazzo (2008, p. 363) que define “fluxo significa movimento. Assim, o fluxo de caixa pode ser definido como movimento de caixa” O apêndice A14 demonstra o Fluxo de caixa projetado para os meses de julho e agosto. Neste constam todas as receitas e despesas recebidas e quitadas nestes períodos. Analisando tais demonstrativos, pode-se observar que o saldo disponível em caixa obteve considerável aumento com base no saldo inicial em julho, com fluxo financeiro bastante favorável. Com esta análise pode-se prever as possibilidades a investimentos em maquinários e instalações para promover a constante ampliação do empreendimento. 2.6.2 Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado do Exercício tem como objetivo principal apresentar de forma vertical resumida o resultado apurado em relação ao conjunto de operações realizadas num determinado período, normalmente, de doze meses. Após o encerramento das operações projetadas do mês de Julho de 2011, a Alumirt Calhas obteve um lucro líquido do período de R$ 82.000,00, resultado este já deduzido os http://www.normaslegais.com.br/legislacao/contabil/lei6404_1976.htm 22 impostos incidentes, como Imposto de Renda com alíquota de 15% mais 10% sobre adicional, e CSLL com 9%. Através do apêndice A16, pode-se avaliar as receitas e os custos de cada produto individualmente, e as despesas divididas em departamentos, fatos estes que resultaram no valor liquido acima citado. Por fim, apresenta-se considerável lucro ao empreendimento, relevando o pouco tempo de mercado e as projeções ampliatórias que se fazem possíveis com tais valores expressos. 2.6.3 Balanço Patrimonial (BP) De acordo com a NBC T 3.2: “O balanço patrimonial é a demonstração contábil destinada a evidenciar, quantitativa e qualitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira da Entidade.” Após todas as transações do período a Alumiart Calhas projetou o fechamento de seus balanços patrimoniais referentes aos meses de julho e agosto. Ambos expressam que os fatos projetados a este empreendimento resultaram em bons lucros, mas acima de tudo em boa estrutura patrimonial, onde dispõe-se de capital próprio para realização das operações empresariais, certifica também, e s compras e vendas, bem com recebimentos e pagamentos formam um ciclo financeiro constante e viável, proporcionando á empresa base forte para futuras ampliações na operação e/ou investimentos financeiros. 3 CONSTITUIÇÃO DA EMPRESA 3.1 Tipificação Societária 3.1.1 Sociedades não Personificadas O Código Civil, nos art. 986 á 996 trata das Sociedades não personificadas, que são aquelas que ainda não possuem personalidade jurídica, que não foram constituídas, registradas mediante órgãos competentes, mas que possuem contrato escrito ou oral entre as partes envolvidas, nestes casos, os sócios, e este documento tem validade apenas entre estes, e não tem validade contra terceiros. Neste grupo estão classificadas a sociedade comum e a sociedade por conta de participação. 23 A Sociedade Comum existe mesmo sem a comprovação por contrato escrito, pois este renome é atribuído á sociedades que, de forma geral, estão no processo de constituição formal, e queainda não concluíram o registro nos órgão competentes. Esta situação é desfavorável ao empreendimento, pois não usufruirá de vantagem nas relações com terceiros, não poderá defender-se legalmente, pois não há existência de pessoa jurídica, o que torna a sociedade vulnerável para eventuais insucessos no decorrer das operações. É importante ressaltar que os sócios respondem solidária e ilimitadamente pela sociedade, podendo responder com bens pessoais pelas responsabilidades sociais da empresa. A sociedade por conta de participação é admitida por lei, constituindo sociedade regular, porém não tenha sede social, firma, razão social, autonomia patrimonial, e personalidade jurídica. Esta sociedade é constituída mediante duas modalidades de sócios: Sócio Ostensivo e Sócio Participante, ou oculto. Onde o sócio ostensivo, não obrigatoriamente sendo apenas um, será responsável pela administração e gerencia do empreendimento. Neste tipo de sociedade, na ausência de documentos devidamente registrados, o sócio ostensivo assume as responsabilidades com terceiros e das operações em seu próprio nome, utilizando sua “firma individual”. Os Sócios participantes não tem vida social pela empresa, não age pela sociedade, não respondem para com terceiros, apenas para com o Sócio ostensivo e tem participação nos resultados sociais positivos ou negativos. 3.1.2 Sociedades Personificadas De acordo com os art. 997 e 1.101 do Código Civil/2002 as Sociedades Personificadas são as sociedades com personalidade jurídica, pois foram constituídas mediante órgãos competentes, e são divididas em sociedade empresária e sociedade simples. Desta divisão; a sociedade empresária ainda á subdividida em outros grupos, sendo: sociedade em nome coletivo, sociedade em comanditas simples, sociedade limitada, sociedade anônima, sociedade em comandita por ações. I. Sociedade em nome coletivo: nesta, todos os sócios, que apenas podem ser pessoas físicas, respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais e com terceiros do empreendimento; e cabe aos sócios a função de dividirem entre si as responsabilidades individuais de cada um. 24 II. Sociedade em comanditas simples: á esta são atribuídas às mesmas regras da Sociedade em nome coletivo. Porém, são constituídas perante duas modalidades de sócios; Comanditados: que respondem solidaria e ilimitadamente pelas obrigações sociais da empresa, Comanditários, que respondem apenas pelos valores de suas quotas, e não exerce nenhuma função gerencial. III. Sociedade Limitada: Nas Sociedades Limitadas todos os sócios respondem solidariamente pela sociedade em proporção as suas quotas, quando não tenham sido completamente integralizadas, porém de forma limitada, pois em possíveis insucessos, o sócio apenas é responsável pelo valor total de suas quotas, não afetando seus bens particulares. Neste estilo de sociedade os sócios tem maior liberdade empresarial, uma vez que esta é constituída mediante Contrato Social e que neste são dispostas as possibilidades e comprometimentos e funcionalidades dos sócios. IV. Sociedade Anônima: esta é regulamentada pela Lei nº 6.404/76 e suas alterações na Lei nº 9.457/97 e nº 10.303/2001e pelo nosso Código Civil de 2002 nos artigos 1.088 e 1089. São consideradas sociedades institucionais ou normativas, pois não há contrato que constitua ligação entre os sócios. Nestas, o capital social é dividido em ações de igual valor nominal; e a responsabilidade dos sócios limita-se ao valor de emissão das ações subscritas e/ou adquiridas. V. Sociedade em Comandita por Ações: Esta também tem seu capital dividido em ações, e seus sócios, assim como nas sociedades anônimas, também são responsáveis apenas pelos valores totais de suas quotas. É regida pelas regras da Sociedade anônima e tem suas alterações estipuladas nos artigos 1.090 a 1.092 do C.C. de 2002. E os sócios comanditados assumem responsabilidade solidaria e ilimitada pelas responsabilidades sociais, e os comanditários de forma limitada conforme valores de suas quotas. 25 VI. Sociedade simples: Regulamentada pelos artigos 997 e 1.000 do C.C. e tem por objeto social a atividade intelectual, de natureza científica, literária e artística. 3.2. Enquadramento Fiscal 3.2.1. Simples Nacional A Lei Complementar 123/2003 institui o Simples Nacional, um sistema simplificado de arrecadação de tributos e contribuições federais, devidos pelas micro e pequenas empresas. Visando unificar o recolhimento. O Simples Nacional estabelece normas gerais relativas ao tratamento tributário diferenciado e favorecido das microempresas e empresas de pequeno porte. Esta unificação abrange os tributos Municipais (ISS), Estaduais (ICMS), e federais (PIS, COFINS, CSLL, IPI e IRPJ). E para enquadramento neste sistema tributário o optante deve obedecer algumas regras gerais: Quanto ao limite de faturamento: As Microempresas fature no ano-calendário, receita bruta igual ou superior á R$ 240.000,00, e as empresas de pequeno porte 2.400.000,00 no mesmo período. Também não poderão enquadrar-se ao Simples Nacional, empresa constituída como cooperativa, sociedade em que nela participe outra pessoa jurídica, e sociedade em que o sócio tenha função administrativa em outra sociedade com fins lucrativos. 3.2.2. Lucro Presumido O Lucro Presumido é uma forma de tributação simplificada de arrecadação do IR e CSLL para as empresas que não estiverem obrigadas ao Lucro Real, que apresentaram no ano-calendário imediatamente anterior receita bruta total igual ou inferior á R$ 48.000.000,00. Algumas empresas estão obrigadas ao Lucro Real e portanto não poderão enquadra-se no Lucro Presumido, algumas delas são: empresas com atividade financeira, cambial, seguradoras, imobiliárias, cooperativas, previdência privada, pessoas jurídicas que obtiverem lucros oriundos do exterior, empresas que queiram usufruir de benefícios fiscais, pessoas jurídicas que tenham realizados recolhimento tributário com base no método de estimativa, 26 que prestem serviços de consultorias, e demais qualificações descritas no RIR (decreto 3.000/99) nos artigos de 516 á 528. 3.2.3. Lucro Real O método de tributação pelo Lucro Real ocorre com base na apuração do resultado da empresa, e á este são feitos os ajustes devidamente previstos na legislação fiscal, as adições e exclusões demonstradas no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur), resultando no Lucro Tributável. E sobre este serão aplicadas as alíquotas do IRPJ e CSLL. A pessoa jurídica optante pelo Lucro Real que efetuar a apuração anual; poderá recolher os tributos mensalmente determinando-o sobre a base de calculo por estimativa. Ou submeter-se-á á apuração trimestral com datas previstas no art. 220 a 220 do RIR/1999. 3.2.4. Constituição e Legalização Com a conclusão do plano de negócios e destacada sua aprovação, desenvolveremos então, á constituição da empresa “Alumiart Calhas de Alumínio Ltda.”. De acordo com a Lei 10.406, a sociedade acima referenciada foi tipificada como Sociedade Empresária Limitada, personificada, onde os sócios terão responsabilidades restritas aos valores de suas quotas. A Sociedade deverá ser constituída perante os órgãos de competência federal, estadual e municipal, e dentro de cada órgão, existe normas específicas á serem seguidas. Após estudos e avaliações sobre as formas de tributação, foi avaliado que o Lucro Real será o método mais vantajoso, tendo em vista que, optando por este, poderemos utilizar créditos fiscais nas compras de materiais vinculados á operação/produção da empresa, o que resultará em impostos com valores menores, quando comparado ás demais opções tributárias especificadas anteriormente. Tendo esta decisão acertada, passamos ao primeiro tramite para constituir legalmente a empresa.Efetuamos o cadastro para solicitação da Viabilidade do empreendimento no Sistema de Registro Integrado (Regin) que está disponível no site da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc) www.jucesc.sc.gov.br, e oferece ao empresário maior agilidade na constituição da empresa. Neste site, informamos todos os dados cadastrais da empresa e dos sócios, o cadastro imobiliário, a área total e demais informações sobre o local da empresa, as http://www.jucesc.sc.gov.br/ 27 atividades primárias “produção”, e secundárias a “comercialização” e descrevemos as três opções de nomes empresariais por ordem de preferência. Preenchidos estes requisitos, levamos á Prefeitura Municipal de Itajaí (PMI) o Pedido de Viabilidade para ser validado para trâmite na Jucesc. Com isso efetuamos o pagamento da taxa para análise da viabilidade a nível municipal, no valor de R$ 10,52. Com a Viabilidade devidamente validada pela PMI, passamos então, procedimentos para cadastro junto á Jucesc. Para este, efetuamos o pagamento da taxa para registro da empresa na Jucesc com um Documento de Arrecadação Estadual (DARE), no valor de R$ 69,00; e pagamos um Documento de Arrecadação Federal (DARF) no valor de R$ 21,00 para solicitar a inscrição Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto á Receita Federal. Com todas as guias devidamente pagas com o comprovante e pagamento anexado a elas, organizamos os seguintes documentos para fins de conclusão do cadastro da empresa junto á Jucesc, e tais documentos foram entregues á Junta Comercial: Viabilidade válida para trâmite na Jucesc, conforme Capa do processo com etiqueta do contador no verso 03 vias do Contrato Social assinado pelos sócios e também por um advogado Fotocópia do Registro Geral (RG) e Cadastro de Pessoa Física (CPF) dos sócios devidamente autenticados Fichas de Cadastro Nacional de Empresas FCN 1 e FCN 2 Ficha de Inscrição no CNPJ Após concluirmos o registro da empresa na Junta Comercial do Estado e já portando o Contrato Social com descrição Número de Inscrição no Registro de Empresas (NIRE) e o Cartão do CNPJ, passamos então aos trâmites para registro na Prefeitura Municipal de Itajaí. Para este, também serão necessários alguns documentos que serão arquivados neste órgão: Fotocópia do Contrato Social RG e CPF dos Sócios Habite-se ou Matricula do Imóvel Vistoria do Bombeiro Vistoria Sanitária Para adquirir a vistoria do Corpo de Bombeiros, acessamos o site www.cp.sc.gov.br efetuamos nosso cadastro, e geramos uma guia para solicitação de vistoria no valor de R$ e após efetuarmos o pagamento desta taxa, encaminhamos cópia do comprovante do pagamento file:///F:/TCC%20I/DARE%20Jucesc.pdf file:///F:/TCC%20tarefa%2001/PEDIDO%20DE%20VIABILIDADE%20-%20REGIN.docx file:///F:/TCC%20tarefa%2001/capa%20de%20processo%20na%20Junta%20Comercial.doc file:///F:/TCC%20I/contrato%20social.doc file:///F:/TCC%20I/FCN_Folha_1.doc file:///F:/TCC%20I/FCN_Folha_2.doc file:///F:/TCC%20I/capa%20de%20processo%20NA%20JUNTA.doc http://www.cp.sc.gov.br/ 28 ao Corpo de Bombeiros de Itajaí, os quais nos informaram que dentro de cinco dias iriam até a empresa para efetuar a vistoria para verificar se haviam irregularidades no ambiente empresarial. Esta vistoria foi realizada e visto que não havia nenhuma irregularidade, nos forneceram o alvará do Corpo de Bombeiros, e este foi anexado aos documentos para a PMI. Assim, entregamos todos os documentos necessários á prefeitura, e após efetuarem análise do cadastro nos forneceram o Alvará de Funcionamento. Concluímos assim a etapa da Prefeitura. Como nossa empresa realizará atividade de revenda, fez-se necessária o cadastro junto á Secretaria do Estado para solicitarmos a Inscrição Estadual (IE), e para iniciar esta solicitação efetuamos o pagamento de uma DARE de R$ 50,00. Á este órgão entregamos os seguintes documentos: Pedido de Inscrição Estadual CNPJ Fotocópia do Contrato Social Alvará da PMI RG e CPF dos Sócios DARE de pedido de IE com comprovante de pagamento em anexo Por fim, passadas todas estas etapas, e considerando que a empresa já está cadastrada em todas as esferas de governo necessária, a Alumiart Calhas Ltda. Está autorizada a iniciar suas atividades industriais e comerciai. 29 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este trabalho apresentou detalhadamente as etapas de um plano de negócios assim como, as projeções de compras e vendas, as alocações de custos diretos e indiretos e de todas as demais despesas. Foram especificados os parâmetros para base da capacidade de produção normal e otimizada. Como o ramo empresarial é uma fábrica, foram destacados os meto de custeio, e rateio em cada setor e departamento. Contudo, chegou-se ao resultado final com base em informações projetadas, porém dentro da realidade comprovado nos apêndices com os devidos cálculos comprobatório. E foi através deste resultado que se pode observar se o empreendimento seria rentável ou não, se havia viabilidade aos recursos orçados. 30 REFERÊNCIAS BRASIL, Lei nº. 6.404 de 15 de dezembro de 1976. Dispõe sobre as Sociedades por Ações. ______. Lei nº. 7.492 de 16 de junho de 1986. Define os crimes contra o sistema financeiro nacional, e dá outras providências. ______. Lei nº. 7.855 de 24 de outubro de 1989. Altera a Consolidação das Leis do Trabalho, e dá outras providências. ______. Lei n°. 8.934 de 18 de novembro de 1994. Dispõe sobre o Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins e dá outras providências. ______. Lei n°. 8.971 de 29 de dezembro de 1994. Regula o direito dos companheiros a alimentos e à sucessão. ______. Lei nº. 10.406 de 10 de janeiro de 2002. Dispõe sobre o Novo Código Civil. ______. Lei nº. 123 de 14 de dezembro de 2006. Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. ______. Lei nº. 11.945 de 4 de junho de 2009. Altera a legislação tributária federal e dá outras providências. ______. Decreto-Lei nº. 5.452 de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. ______. Decreto-Lei nº. 4.544 de 26 de dezembro de 2002. Regulamenta a tributação, fiscalização, arrecadação e administração do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI. ______. Decreto nº. 3.000 de 26 de março de 1999. Regulamenta a tributação, fiscalização, arrecadação e administração do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. ______. Decreto nº. 2.870 de 27 de agosto de 2001. Aprova o Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação do Estado de Santa Catarina. ______. Instrução Normativa nº. 457 de 18 de outubro de 2004. Disciplina a utilização de créditos calculados em relação aos encargos de depreciação de máquinas, equipamentos, vasilhames de vidro retornáveis e outros bens incorporados ao ativo imobilizado, para fins de apuração da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. ACONTECENDO. Distribuição de brindes. Disponível em: < http://www.acontecendo.org.br/v02/noticias.php?id=37>. Acesso em: 21 set. 2009. BRONDI, Benjamin; BERMÚDEZ, René Raúl Zambrana. Departamento pessoal modelo. 4. ed. São Paulo: IOB, 2007. 31 BULGARELLI, Waldirio. Sociedades comerciais. 8. ed. São Paulo: Atlas, 1999. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Sefip/GRF. Disponível em: <http://www.caixa.gov.br/pj/fgts/sefip_grf/index.asp>. Acesso em: 29 jun. 2009. CALDERELLI, Antônio. Enciclopédia contábil e comercial brasileira. São Paulo: CETEC, 2002. CHIAVENATO, Idalberto. Vamos abrir um novo negócio? São Paulo: Makron Books, 1995. ______. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor : empreendedorismoe viabilidade de novas empresas : um guia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. Convenção Coletiva de Trabalho. Sindipe, 2008/2009. COZZA, Mário. Novo código civil do direito de empresa (arts. 966 a 1.195). Síntese, 2002. DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. São Paulo: Cultura, 1999. ERDMANN, Rolf Hermann. 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Características do simples nacional. Disponivel em: <http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/sobre/caracteristicas.asp>. Acesso em: 5 maio 2009. VALLE, Francisco. Constituição e legalização de empresas. 10. ed. São Paulo: Atlas, 1981. 34 RELAÇÃO DE APÊNDICES APÊNDICE A1 – Capacidade de Produção APÊNDICE A2 – Mercado Fornecedor APÊNDICE A3 – Necessidade de compras I APÊNDICE A4 - Necessidade de Compras II APÊNDICE A5 – Investimentos Fixos APÊNDICE A6 – Capacidade de MOD APÊNDICE A7 – Folha APÊNDICE A8 – Valor minuto MOD APÊNDICE A9 – Custo Diretos APÊNDICE A10 – Custos Indiretos APÊNDICE A11 – Despesas Operacionais APÊNDICE A12 – Preço de vendas APÊNDICE A13 – Programação de vendas APÊNDICE A14 – Capital Social APÊNDICE A15 – Fluxo de Caixa APÊNDICE A16 – Demonstração do Resultado do Exercício APÊNDICE A17 – Balanço Patrimonial 35 RELAÇÃO DE ANEXOS ANEXO A1 – Calhas de 6m e 3m ANEXO A2 – Acabamento das calhas