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UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 
 
Daiana Rodrigues da Silva 
 
 
 
 
 
 
 
 
PLANO DE NEGÓCIOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Itajaí 
2011 
 
 
 
 
 
Daiana Rodrigues da Silva 
 
 
 
 
 
PLANO DE NEGÓCIOS 
 
 
 
 
 
 
Trabalho apresentado como requisito parcial para a 
obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis, 
na Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Ciências 
Sociais Aplicadas sob orientação da professora Suzete 
Antonieta Lizote 
 
 
 
 
 
 
 
 
Itajaí 
2011 
 
 
 
 
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS 
 
% Porcentagem 
13 13 Salário 
AC Ativo Circulante 
ART. Artigo 
B.P. Balanço Patrimonial 
C.C. Código Civil 
CLT Consolidação das Leis do Trabalho 
CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica 
COFINS Contribuição para financiamento da Seguridade Social 
CPF Cadastro de Pessoa Física 
CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido 
CST Código de Situação Tributária 
DFC Demonstração do Fluxo de Caixa 
DRE Demonstração do Resultado do Exercício 
FCN Ficha de Cadastro Nacional de Empresas 
FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço 
ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços 
INSS Instituto Nacional da Seguridade Social 
IPI Imposto Sobre produtos Industrializados 
IRPJ Imposto de Renda da Pessoa Jurídica 
ISS Imposto Sobre Serviço 
JUCESC Junta Comercial do Estado de Santa Catarina 
KG Quilogramas 
LALUR Livro de Apuração do Lucro Real 
LTDA Limitada 
NBC Normas Brasileiras de Contabilidade 
NCM Nomenclatura Comum do Mercosul 
N Número 
NIRE Número de Inscrição no Registro de Empresas 
PAG. Página 
PC Passivo Circulante 
 
 
 
 
PIS Programa de Integração Social 
PL Patrimônio Liquido 
PN Plano de Negócios 
R$ Reais 
REGIN Sistema de Regimento Integrado 
RG Registro Geral 
RIR Regulamento do Imposto de Renda 
S.C. Santa Catarina 
TIPI Tabela de Incidência de Impostos sobre Produtos Industrializados 
 
NCM 
 
 
 
 
LISTA DE FIGURAS 
 
Figura 01 - Matéria Prima utilizada na fabricação das calhas................................. 27 
Figura 02 - Acabamentos das Calha de 3 metros e 6 metros...................................... 27 
Figura 02 - Calha de 6 metros e 3 metros................................................................... 27 
Figura 02 - Equipamentos Indudtriais......................................................................... 27 
Figura 02 - Divisão setorial da indústria..................................................................... 27 
 
 
 
 
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 6 
2.1 Descrição do negócio............................................................................................................ 8 
2.2 O empreendimento ............................................................................................................... 8 
2.2.1 Mercado consumidor ......................................................................................................... 8 
2.2.2 Concorrência .................................................................................................................... 09 
2.2.4 Localização e departamentalização ................................................................................. 10 
2.2.3 Apresentação dos produtos ............................................................................................ 111 
2.3 Processos operacionais ..................................................................................................... 131 
2.3.1 Capacidade de produção .................................................................................................. 13 
2.3.2 Mercado fornecedor ....................................................................................................... 132 
2.3.3 Imobilizado ...................................................................................................................... 14 
2.3.4 Departamento pessoal ...................................................................................................... 15 
2.3.5 Custos diretos .................................................................................................................. 16 
2.3.6 Custos indiretos ............................................................................................................... 17 
2.3.7 Despesas operacionais ................................................................................................... 175 
2.3.8 Formação do preço de venda ........................................................................................... 16 
2.4 Estratégias de marketing ..................................................................................................... 19 
2.4.1 Programação das vendas .................................................................................................. 19 
2.5 Capitalização .................................................................................................................... 208 
2.5.1 Capital social ................................................................................................................... 20 
2.6 Análises financeiras ............................................................................................................ 18 
2.6.1 Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) ........................................................................ 19 
2.6.2 Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) ........................................................... 21 
2.6.3 Balanço Patrimonial (BP) ................................................................................................ 20 
REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 22 
RELAÇÃO DE APÊNDICES ............................................................................................... 26 
RELAÇÃO DE ANEXOS ...................................................................................................... 27 
 
 
7 
 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Com a globalização, aumenta ainda mais a competitividade, a busca por tecnologia e 
qualidade nos produtos, forçando as empresas a optarem pela inovação tornando a inserção de 
um novo negócio no mercado mais difícil. Este cenário aumenta a busca pelo diferencial e a 
chave para o sucesso está em aproveitar as oportunidades. Para que se possam identificar 
essas oportunidades é necessário avaliar se nosso empreendimento estará bem estruturado 
para acompanhar essas mudanças, isto é, planejar. 
Através do Plano de Negócios a ser apresentado, demonstremos a estrutura 
empresarial á ser constituída, as projeções operacionais e financeiras, as metodologias á serem 
aplicadas, o quadro de funcionários com devidos cálculos dos custos da mão de obra. 
Demonstraremos a estrutura dos custos integrados aos produtos, e as devidas diferenciações 
entre os custos fixos e variáveis, bem como possibilidades e adequações de alterações no 
volume de produção. 
 Durante o transcorrer deste, será apresentado o estudo da viabilidade do 
empreendimento, o mercado consumidor e fornecedor disponíveis, a concorrência existente, a 
localização, estruturação e procedimentos gerenciais empregados neste projeto. 
Expressaremos os cálculos dos lucros, resultados e rentabilidade do empreendimento 
através de gráficos, anexos e apêndices que facilitarão e ampliarão a compreensão dos 
avaliadores do plano á ser apresentado. 
 
8 
 
 
 
2 PLANO DE NEGÓCIOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Arte em calhas de alumínio 
 
RUA: Vereador Airton de Souza 426, São Vicente, Itajaí, Santa Catarina, 88.310-000. 
 
E-mail: alumiartcalhas@calhas.com.br 
 
TELEFONE: (47) – 3241-2011 
SITE: www.alumiartcalhas.com.br 
 
Julho 2011 
 
ALUMIART
T 
 
 
 
http://www.alumiartcalhas.com.br/
92.1 Descrição do negócio 
 
O empreendimento a ser constituído atuará na atividade industrial; na transformação 
de matérias-primas, o alumínio; em produtos acabados, que serão denominados calhas 
metálicas de 6 metros e 3 metros para captação de águas pluviais dos telhados. Estes produtos 
terão qualidade garantida por nossa empresa que preza total satisfação dos clientes. 
Nossa produção contará com os mais avançados e eficientes equipamentos, que 
conciliados á tecnologia empregada na operação resultarão em produtos de alta qualidade e 
durabilidade. 
Ressaltado o constante crescimento da construção civil em nossa localidade, 
destacamos a real viabilidade do empreendimento, tendo em vista que o produto a ser 
oferecido por nossa empresa é indispensável para a conclusão destas obras, e que a qualidade 
dos produtos relacionados aos preços acessíveis. 
Contaremos também com serviço de instalação destas calhas, dispondo de 
profissionais devidamente qualificados e com constante aperfeiçoamento de suas técnicas. 
Agrupando assim a qualidade do produto com a eficiência de nossos profissionais, resultando 
em nossa missão, que é produzir e comercializar produtos de qualidade, com resistência e 
durabilidade, e com padrões que se enquadrem em qualquer modelo de construção. 
 
2.2 O empreendimento 
 
2.2.1 Mercado consumidor 
 
Há mercado quando um indivíduo necessita de algum produto e um segundo indivíduo 
disponibiliza o mesmo. Com base nesta afirmativa e em estudos realizados na localidade que 
acerca o empreendimento a ser constituído, verificou-se grande aumento na atividade da 
construção civil alocada nesta região, o que vem a evidenciar o aumento da procura pelos 
produtos que serão oferecidos pelo empreendimento “Alumiart Calhas de Alumínio Limitada 
(LTDA)”. Esta situação, agregada á qualidade dos produtos, resultará na real viabilidade desta 
empresa nesta região. 
O Autor Sasso, 2011, expõe que: Os clientes de forma geral necessitam de adições e 
o nosso sucesso depende da identificação do que podemos de fato fazer para atendê-
los, já que em comum todos os consumidores buscam por algo que renove ou 
melhore sua própria condição pela satisfação física, mental e espiritual. Dessa forma 
é pela riqueza dos detalhes visando formas de se criar possibilidades gerais de servir 
todos os públicos possíveis, que devemos formar as estratégicas que irão definir 
10 
 
 
 
quais desses estão mais aptos, pelo que temos a ofertar diante de aptidões, recursos e 
capacitação, para serem inicialmente atendidos e trabalhados. Sasso (2011) 
 
A considerável ampliação deste ramo empresarial ressalta a necessidade do 
surgimento de novos padrões de qualidade e confiabilidade ao mercado consumidor destes 
produtos, e é crescente a demanda acompanhada da exigência dos clientes, e para suprir tal 
necessidade, nosso empreendimento contará com matéria prima de qualidade e profissionais 
qualificados que cumprirão nossa missão de disponibilizar produtos de qualidade com maior 
durabilidade e perfeito acabamento. 
 
2.2.2 Concorrência 
 
A vantagem de conhecer a concorrência á ser enfrentada está no contato com os 
fornecedores e prazos submetidos, no planejamento prévio á instituição do empreendimento. 
A importância do espírito empreendedor é ressaltada quando o autor expondo que; “o 
melhor remédio é antecipar-se aos cenários e trabalhar forte pela vitória. Esta é a hora de 
colocar toda a sua capacidade empreendedora e todo o talento da sua equipe para gerar 
resultado!” HILSDORF (2009). 
Perante estudos realizados nos arredores da localização do empreendimento “Alumiart 
Calhas de Alumínio Ltda.”, constata-se que enfrentaremos dois tipos de concorrência; 
 Uma empresa com renome e anos de atividade, que disponibiliza calhas de alta 
qualidade e possui clientela fixa, porém seus produtos tem alto custo aos 
compradores, o que restringe o número de clientes; 
 E alguns pequenos empreendimentos com localização de difícil acesso, 
produtos de baixa qualidade, mas que tem preços menores que os impostos 
pelo outro concorrente. 
 
Assim, compreende-se que nosso empreendimento fixar-se-á entre os dois tipos de 
concorrência existentes, onde nossos pontos fortes serão sobressaltados pelo preço acessível e 
a qualidade garantida por nossa fábrica, conquistando assim maior número de clientes. Porém, 
teremos ainda, como obstáculo á ser superado, o tempo em que estas empresas estão atuando 
no mercado desta região, e a clientela que já ganharam; em especial a clientela com alto poder 
aquisitivo, que de modo geral já se habituou á adquirir estes produtos do fornecedor com altos 
preços e alta qualidade. Mas nosso empreendimento conta com projeto de marketing bem 
11 
 
 
 
elaborado que auxiliará na captação de grande clientela, considerando que estaremos em 
posição intermediária quando comparados á nossos concorrentes. 
Quanto ao risco aparente do empreendimento que consideravelmente é favorável se 
considerado as qualificações e variações da concorrência nesta região, citamos o autor 
Chiavenato que expõe: “O que representa ameaça para uns pode significar oportunidades para 
outros”. CHIAVENATO (2008, pag. 127). 
 
2.2.3 Apresentação dos produtos 
 
Os produtos oferecidos pela empresa serão fabricados com base na matéria prima de 
aluminio, que após serem industrializados serão transformados em calhas de 3m e 6m, 
conforme projeto exposto no FIGURA 01. 
 
 
 
FIGURA 01- Calhas de 6m e 3m. 
 
 
A Produção de calhas com duas medidas tem o intuito de facilitar o manuseio, 
fornecer opções de aquisição apenas da medida necessária á construção, evitando desperdícios 
do produto, fator este que auxiliará na conquista dos clientes que especificamente nesta área 
da construção civil acabam sempre prezando pela qualidade e economia. 
O Produto por si só pode ser definido como: “... qualquer coisa que possa ser oferecida 
a um mercado para atenção, aquisição, uso ou consumo, e que possa satisfazer um desejo ou 
necessidade”. KLOTER E ARMSTRONG (1998, pag. 190). 
 
2.2.4 Localização e departamentalização 
 
12 
 
 
 
A “Alumiart Calhas de Aluminio Ltda.” se instalará em ponto comercial estratégico, 
com relevante fluxo de pessoas, local de fácil acesso, com vias pavimentadas que facilitarão o 
fluxo de entrada e saída de mercadorias. 
Para um ambiente comercial a logística assegurada ao empreendimento tem 
importante destaque: “Logística é, na atualidade, um grande diferencial estratégico para a 
empresa no mercado, tendo em vista a alta similaridade e padronização dos produtos.” 
BERNARD (2009, pag. 233) 
Para o autor Eliseu Martins, “... na maioria das vezes um departamento é um centro de 
custo.” Nesta afirmativa podemos enfatizar as vantagens de optar pela departamentalização 
considerando que haverá maior controle e melhor reconhecimento dos custos, uma vez que 
serão alocados conforme utilização dos serviços e/ou produtos. MARTINS (1996, pag. 43). 
 
O empreendimento será subdividido em três departamentos; 
 
a) O departamento administrativo será responsável por toda a parte financeira 
e administrativa da empresa. Neste serão realizados os lançamentos 
contábeis e departamento pessoal, serão implantados os sistemas de contas 
á pagar e a receber, servirão de base para o gerenciamento dos controles 
internos, por fim, este será responsável pelo perfeito andamento de todas a 
atividades da empresa e será dirigido pelo Sócio gerente Rubens Fonseca 
auxiliado por uma secretária. 
b) O departamento comercial desempenhará os planos de vendas e também de 
compras, executará o plano de marketing, e terá a missão de buscar a 
ampliação constante do faturamento e dos rendimentos das operações 
empresariais. Contará com dois vendedores que serão supervisionados pelo 
Sócio Gerente Luiz Otávio. 
c) O departamento de produção da “Alumiart chás de Aluminio Ltda.” será 
responsável pelaindustrialização das calhas de aluminio. Este 
departamento será subdividido em três setores: 
 Setor 01 - O primeiro setor é responsável pelo recebimento da matéria 
prima, que são placas lisas de alumínio, e pelo corte destas placas 
nas medidas necessárias ao setor seguinte. 
 Setor 02 – Este segundo setor, após receber as placas aluminio já 
cortadas nas medidas exatas, irá efetuar as dobras que darão a 
13 
 
 
 
primeira forma ás calhas de 3 e 6 metros, e contará com 03 
colaboradores para desempenhar esta função. 
 Setor 03 - será responsável pela finalização e pelos acabamentos das 
calhas, deixando-as prontas para serem disponibilizadas ao mercado 
consumidor. 
 
2.3 Processos operacionais 
 
2.3.1 Capacidade de produção 
 
A capacidade de produção da empresa será calculada com base no mês de julho, onde 
serão testadas a capacidade de produção normal e otimizada, que definirá a capacidade 
máxima de produção mensal. Neste empreendimento trabalharemos com a capacidade 
otimizada utilizando o menor tempo possível para produção de cada unidade. Obteremos 
êxito com a produção otimizada, considerando o APÊNDICE 01 que demonstra o diferencial 
de produção. 
Utilizaremos uma margem de perda de matéria-prima no Setor 01, onde as placas 
serão cortadas nas medidas necessárias, de 10% para as calhas de 6m e 5% para as calhas de 
3m. E com estas margens, chegaremos á uma capacidade de produção otimizada da calha de 
6m de 1.920 Quilogramas (Kg) e calhas de 3m de 960 Kg. E nossa produção manterá uma 
media de 60% de produtos de 3m contra 40% de produtos de 6m. Com base no exposto, 
produziremos o necessário para suprir a quantidade precisa para atender a demanda da 
programação de vendas. 
 
2.3.2 Mercado fornecedor 
 
Para fabricarmos as calhas desejadas, precisaremos adquirir matéria-prima (alumínio) 
e ferragens (rebites e pregos), portanto pesquisamos os fornecedores destes produtos e 
concluímos que não há muita concorrência entre este ramo. Então analisamos a qualidade dos 
produtos disponibilizados no mercado, os preços á eles atribuídos e as condições de 
pagamentos oferecidas. 
Há diversas formas de expressar a importância da boa escolha dos fornecedores, e 
Melo tem uma forma bem pratica de lidar com este fator; “A relação com fornecedores é uma 
relação de parceria, pois, assim como você, sua empresa também se alimenta. É necessário 
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
14 
 
 
 
muito cuidado na hora de escolher os fornecedores que vão ‘alimentar’ a sua empresa, seja 
com matéria-prima, mercadoria ou serviço. MELO (2009). 
Desta forma, fica destacado que não é interessante apenas comprar, mas analisar a 
qualidade e as condições do que se compra, e também as vantagens que tais negociações 
resultarão. 
Trabalharemos com os fornecedores Alfa Alumínios Ltda. e Delta Ferragens Ltda., 
porque obtivemos melhores preços e condições de pagamentos com maiores prazos, opções 
estas que conciliadas a qualidade dos materiais oferecidos, nos proporcionará maior segurança 
ao oferecer nossos produtos acabados ao mercado e também nos possibilitará disponibilizar 
maior prazo para recebimentos das vendas. Optaremos por trabalhar com apenas estes dois 
fornecedores, porque ambos nos ofereceram benefícios caso comprássemos apenas os 
produtos deles. 
A Alumiart será enquadrada no método de tributação do Lucro Real, portanto poderá 
utilizar-se dos créditos dos impostos de Programa de Integração Social (PIS), Contribuição 
para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Imposto sobre Circulação de 
Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas compras 
realizadas. As calhas fabricadas serão tributadas pelo IPI enquadrado no NCM 7606.12.10, 
que atribui alíquota de 10%, conforme dados da Tabela de Incidência de Impostos sobre 
Produtos Industrializados (TIPI). 
Á princípio tem-se a necessidade de comprar aproximadamente 30.200,00Kg de 
alumínio por mês, para suportar a produção almejada de 1.920 calhas de 6m e 3.120 calhas de 
3m. Utilizaremos também, cerca de 85.000 unidades de rebites e 41.700 unidades de pregos 
para atingir a capacidade de produção orçada e demonstrada nos APÊNDICES A3 e A4. 
 
2.3.3 Imobilizado 
 
A empresa necessitará efetuar investimentos fixos que são os bens imobilizados, 
móveis, equipamentos operacionais, terrenos, prédios, utensílios, computadores e veículos; 
que integrarão parte do Ativo da empresa. 
 Estes Investimentos Fixos são contabilmente denominado Ativo Imobilizado, e será 
formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades da 
empresa, caracterizados por apresentar-se na forma tangível. 
IUDÍCIBUS (2.000, pag. 187) caracteriza Ativo Imobilizado Tangível da seguinte 
forma: “duas condições são necessárias para caracterizar um Imobilizado, possibilidade de ser 
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
15 
 
 
 
utilizado nas operações normais da empresa e possuir um ciclo de capacidade normalmente 
superior a um ciclo operacional (longa duração)”. Com isso fica exposto que para ser 
considerado Imobilizado, o bem adquirido precisa ter real utilidade á operação da empresa e 
ter período de vida útil prolongado se comparado os demais gasto operacionais de rápida 
desgaste. 
No empreendimento orçado, iremos atribuir estes bens á cada setor conforme 
utilização individual dos mesmos, entre os bens necessários, destacam-se o prédio e terreno, 
as ferramentas para produção, os móveis para escritório e também as bancadas e armários 
para o setor de produção; também serão necessários os aparelhos telefônicos, computadores e 
aparelhos de ar condicionado, bem como os veículos para uso do departamento comercial 
para revenda e entrega dos produtos. 
 Realizaremos investimentos fixos nos três departamentos do empreendimento. O 
departamento Administrativo terá bens imobilizados num total de R$ 41.229,00 com 5% dos 
imóveis e terrenos e despesas com depreciações mensais de R$ 327,73, o departamento 
Comercial terá R$ 40.210,00 de Imobilizados totais, também alocará 5% dos valores de 
prédios e terrenos e terá deduções de R$ 558,42 referentes ás depreciações mensais. E o 
departamento de operação comportará maior parte dos bens imobilizados da empresa 
totalizando R$ 174.000,00, absorvendo 90% dos terrenos e prédios, uma vez que é o setor da 
empresa que mais necessitará de espaço predial para suas operações e também sofrerá com 
despesas de depreciação no valor de R$ 958,33. E é desta forma que todo o capital em bem 
fixos será instituído á “Alumiart Calhas de Aluminio Ltda.”. 
 
2.3.4 Departamento pessoal 
 
O Departamento Pessoal é o setor da empresa, encarregado por desempenhar tarefas e 
atividades específicas, dentre tais se destaca as questões relacionadas aos funcionários que 
nela trabalham, é responsável pela contratação, pagamento de salários, transporte, férias, 
licença médica, 13 Salário, organização dos horários e outros. 
Ressalta-se que todos os funcionários deste empreendimento serão admitidos de 
acordo com as normas da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e em conformidade com 
a convenção da categoria. 
Esta área é formada pelo conjunto de colaboradores de uma organização nos quais á 
“Alumiart Calhas de Aluminio” contará com um quadro de 15 funcionários e dois sócios 
gerentes. As quantidades de funcionários necessários á operação foi identificado mediante 
16 
 
 
 
cálculos da necessidade de mão de obra conforme APENDICE A6. Estes colaboradores 
serão distribuídos entre os três departamentos da empresa e os cálculos de custos de cada 
funcionário estão expostos no APENDICE A7. O custo mensal com folha de pagamento do 
departamento administrativo será de R$ 8.044,00 mensais, já embutidos os custos acessórios, 
como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), Instituto Nacional da SeguridadeSocial (INSS), 13 salário (13º) e insalubridade (quando incidir), ao departamento comercial, 
será atribuído um custo de R$ 7.120,00, e ao setor de produção, um custo total mensal de R$ 
22.963,00 e neste valor estão somados o custo da Mão de Obra Direta (MOD) de R$ 
17.013,00 e custos de Mão de Obra Indireta (MOI) de R$ 5.950,00. E os valores relacionados 
ao departamento de produção ainda serão rateados entre os 03 setores que subdividem este 
departamento, conforme APENDICE A7. 
No APENDICE A8 pode-se visualizar os cálculos da MOD por minuto em cada setor 
do departamento de produção. No setor 01 este valor foi de R$ 0,1785 por minuto, no setor 02 
foi R$ 0,4951 e no setor 03 R$ 1,0143. E considerando que a quantidade de minutos 
necessários para cada calha de 6m e 3m em cada setor é a mesma, dois minutos, o custo de 
MOD nos dois tipos de calha resulta no mesmo valor. 
 
2.3.5 Custos Diretos 
 
Os custos diretos são aqueles que podem ser identificados e diretamente apropriados a 
cada tipo de obra a ser custeado, no momento de sua ocorrência, isto é, está ligado 
diretamente a cada tipo de bem ou função de custo. É aquele que pode ser atribuído (ou 
identificado) direto a um produto, linha de produto, centro de custo ou departamento. Como 
também afirma o Autor Martins (1.996, pag.43) “... alguns produtos podem ser diretamente 
apropriados aos produtos e estes são os custos diretos em relação aos produtos.”. 
“Custos diretos são os que podem ser diretamente (sem rateio) 
apropriados aos produtos bastando existir uma medida de consumo 
(quilos, hora de mão-de-obra ou de máquina). Em geral identificam-se 
com os produtos e variam proporcionalmente á quantidade 
produzida.” Crepaldi (1998, p.59). 
 
As projeções dos custos diretos tratam dos valores agregados diretamente aos 
produtos, no empreendimento orçado este custo será composto pelos materiais utilizados 
diretamente nas calhas, o aluminio, os rebites e pregos, e também serão acoplados á este os 
custos com mão de obra no departamento de produção. 
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
17 
 
 
 
Através do APENDICE A9 podemos ressaltar que cada peça produzida de calha de 
6m terá custo direto agregado no valor de R$ 94,28, e cada calha de 3m absorverá R$ 46,76. 
 
2.3.6 Custos indiretos 
 
Os custos indiretos são valores que não podem ser alocados diretamente a produção, 
dependem de rateio entre os setores e departamentos. Este empreendimento terá custos 
indiretos á operação de R$ 15.000,00 mensais. Serão rateados entre os tipos de calhas 
produzidos pela Alumiart. Assim, as calhas de 6m absorverão custo indireto sobre percentual 
de 38% o que acusará custo indireto unitário de R$ 2,98 para este produtos, as calhas de 3m 
terão um percentual de 62% destes custos indiretos devido á maior quantidade produzida se 
comparado á outra medida de calhas disponibilizada, e por sua vez apresentará o mesmo valor 
de custo indireto unitário das calhas de 6m. Para fins de rateio, o método utilizado sob o total 
dos custos indireto, serão os percentuais de horas de produção utilizados para cada produto 
separadamente. 
Segundo Crepaldi (1998, p. 59) “os custos indiretos de fabricação são os que para 
serem incorporados aos produtos, necessitam de utilização de algum critério de rateio". E 
Martins acrescenta que; “cada vez que há o uso de estimativas e não de medição direta, fica o 
custo incluído como indireto.” Este rateio ao qual se refere, e que será adaptado á gestão da 
empresa, é de suma importância, pois interfere diretamente no custo dos produtos e 
ocasionará alterações no resultado operacional da empresa. Portanto, nosso empreendimento 
trabalhará com métodos de rateio que melhor distribuem os custos e as despesas, 
proporcionando maior transparência e compreensibilidade nas operações, e automaticamente, 
maior confiabilidade nos resultado expostos. 
Vale ressaltar que entre estes custos indiretos estão alocadas as despesas com faturas 
de energia elétrica, telefone, água, manutenções dos equipamentos, bem como devidas 
depreciações e materiais de uso e consumo, e os salários dos funcionários do almoxarifado e 
supervisor de produção, que não são considerados custos diretos como o restante que trabalha 
diretamente na produção das calhas. 
 
2.3.7 Despesas operacionais 
 
Despesas são gastos indispensáveis para que uma empresa obtenha a receita, porém 
estes gastos devem ser atribuídos a cada departamento por forma de rateio demonstrando o 
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
18 
 
 
 
quanto cada um destes departamentos utiliza destes gastos. Iudícibus (2.000, pag. 155) afirma 
que: “Despesa representa a utilização ou o consumo de bens e serviços no processo de 
produzir receitas”. 
São operacionais as despesas não computadas nos custos, necessárias à atividade da 
empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora. (Regulamento do Imposto de Renda 
(RIR) /1999 Artigo (art.) 299). 
No empreendimento “Alumiart calhas de Aluminio Ltda.”, teremos dentre as despesas 
operacionais: 
 As Despesas Administrativas que serão compostas pelos gastos dos salários 
dos dois funcionários deste setor, como foi destacado no APÊNDICE A7, os 
gastos equivalentes das despesas com energia elétrica, água e telefone, 
depreciações dos móveis e utensílios, e demais despesas expressas no 
APÊNDICE A11, que destaca os valores de cada despesa. 
 As Despesas Comerciais, por sua vez, absorverá os gastos com propaganda e 
publicidade, 90% das despesas com faturas telefônicas, observando que será o 
setor que mais utilizará este serviço; também obterá despesas com 
depreciações de utensílios por ele utilizados, os salários dos colaboradores que 
neste operam também relatados no APÊNDICE A7, e um percentual de 5% de 
depreciação total dos terrenos e prédios (este mesmo valor será dirigido ao 
setor administrativo). 
 As Despesas Financeiras; á esta será atribuído percentual de 2% sobre o lucro 
bruto apurado no período. 
O departamento de produção, por ser a atividade principal da empresa, terá valores 
superiores de despesas, porém, maior parte destes gastos será alocada aos custos, que 
anteriormente foram divididos em Diretos e Indiretos. 
Para fins de esclarecimento, e como poderão analisar no APÊNDICE A11, as calhas 
de 6m absorverão R$2,94 de despesas administrativas e R$ 3,21 de despesas comerciais para 
cada unidade produzida. Já as calhas de 3m, alocarão os seguintes valores; R$ 1,50 de 
despesas administrativas e R$1,64 de despesas comerciais. 
 
2.3.8 Formação do preço de venda 
 
Para definir seu preço de venda o empreendedor deve levar em consideração seus 
percentuais de impostos tributáveis, de despesas financeiras e do lucro desejado, e os valores 
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
19 
 
 
 
dos custos diretos e indiretos, e despesas administrativas e comerciais unitários. Desta forma, 
poderá avaliar o preço a ser cobrado pelos produtos, e analisar se será viável ou não o 
aumento da margem, ou necessitará de redução de despesas, lucros ou custos. 
Para o empreendimento orçado, foi aplicada uma margem de lucro de 18%, o qual, 
mediante cálculos apresentados no APÊNDICE A12, apresentou necessidade de taxa de 
marcação de preços (Mark-up) de 1,8604, que nos leva á um preço unitário de R$ 192,43 para 
as calhas de 6m e R$ 98,43 para as calhas de 3m. 
 
2.4 Estratégias de marketing 
 
2.4.1 Programação das vendas 
 
As estratégias de marketing servem para definir o modo comoa empresa deve atuar 
para alcançar os resultados almejados, para isso, o empreendimento contará com investimento 
mensal de Publicidade e Propaganda, com panfletagem, e divulgação da empresa em uma 
rádio local com grande audiência na região, estes gastos somarão um total mensal de R$ 
1.700,00. O Autor Bernardi (2.007, pag. 121) complementa que; “Um bom plano de 
marketing é ponto crítico e vital ao projeto, pois dele derivam todas as projeções 
subsequentes”. 
Estas propagandas serão direcionadas á qualidade de nossos produtos, preços 
reduzidos, e facilidades no pagamento. Como obtivemos maior prazo para pagamento de 
nossos fornecedores, poderemos oferecer á nossos clientes o mesmo benefício. 
Na estratégia de marketing, ressalta-se a importância dos componentes das estratégias 
de Marketing, os 4p’s, que são: 
 Produto: Por Mccarthy e Perreault (1997, p. 148). "Produto significa a oferta 
de uma empresa que satisfaz a uma necessidade." E Segundo Kotler (2000, p. 
416) "Produto é algo que pode ser oferecido a um mercado para satisfazer uma 
necessidade ou desejo.” 
 Preço: Nickels e Wood (1999, p. 222) expõem que: "Não importa qual seja a 
palavra utilizada, o preço de um produto é aquilo que a empresa espera receber 
em troca de um bem, um serviço ou uma ideia". 
 Promoção: "O objetivo da comunicação integrada de marketing é manter um 
diálogo com os clientes e outros grupos de interesse, permitindo que a empresa 
file:///F:/Empreendedorismo/APENDICES%20DAIANA.xls
20 
 
 
 
responda de forma rápida à suas necessidades e desejos em constante mutação" 
(NICKLES E WOOD, 1999, P. 320). 
 Praça ou ponto de venda: A Autora Tuleski 2009 define Praça como: “O 
produto desejado, com um preço justo, deve estar acessível ao cliente, isto é, 
num local onde ele possa comprá-lo no momento em que desejar.”. 
Com base nestes fundamentos, o APÊNDICE A13 expõe a programação de vendas 
previstas para o mês de Julho, onde foram utilizados os valores da capacidade de produção 
otimizada para direcionar os cálculos. 
Quanto aos impostos, como este empreendimento será tributado pelo Lucro Real e 
nossas vendas serão realizadas apenas dentro do território estadual, serão aplicadas as 
seguintes alíquotas e impostos: ICMS com de 17%, PIS com 1,65%, COFINS com 7,6% e IPI 
com 5%. Ressaltando que, utilizaremos créditos destes mesmos impostos nas compras. 
Á principio o faturamento mensal do empreendimento será vinculado ao valor de R$ 
710.400,00, podendo ser ampliado conforme surgimento de aumento da capacidade de 
produção, com maiores aquisições de matéria prima e contratação de mais funcionários. Esta 
possibilidade deve ser considerada, pois a programação de vendas do mês de julho prevê que 
todas as unidades produzidas serão vendidas no mesmo mês. 
 
2.5 Capitalização 
 
2.5.1 Capital social 
 
O autor LIMA, coloca: "Genericamente, capital é o elemento fundamental de alguma 
coisa [...] é o bem em dinheiro ou espécie que produz outros bens e espécies" (1969, p. 213). 
O capital social é o elemento do patrimônio líquido de uma empresa ou entidade 
constituída por integralização dos sócios. 
Este empreendimento será constituido em sociedade empresária composta por dois 
sócios, o sócio Rubens Fonseca, inscrito no CPF 089.768.988-02, RG 5.131.788, domiciliado 
á rua Ivo Steim Ferreia, nº 443 no Bairro são Vicente, Itajaí S.C., e Luiz otávio de Miranda, 
inscrito no CNPJ 063.987.429-02, residente e mociliado á rua São Cristóvao, Itajaí S.C. 
A integralização do capital social desta empresa será realizado pelo sócio Rubens 
Fonseca com 01 terreno no valor de R$ 40.000,00, um prédio de R$ 80.000,00 e R$ 
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/Apêndices/APENDICES%20DAIANA.xls
21 
 
 
 
224.000,00 em dinheiro, totalizando seu capital investido em R$ 334.000,00. O Sócio Luiz 
Otavio de Mirando integralizará o valor de R$ 135.000,00 em bens imobilizados para a 
operação, destre estes, destaca-se as máquinas e equipamentos no valor total de R$ 35.000,00 
e Veículos no valor de R$ 80.000,00. 
 
2.6 Análises financeiras 
 
2.6.1 Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) 
 
O objetivo primário da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) é prover 
informações sobre entradas e saídas de dinheiro durante determinado período da empresa. 
Sobre Fluxo de Caixa, Zdanowicz (2004, p.23) conceitua como “Instrumento que 
relaciona o futuro conjunto de ingressos e desembolsos de recursos financeiros pela empresa 
em determinado período”. 
E ainda, Matarazzo (2008, p. 363) que define “fluxo significa movimento. Assim, o 
fluxo de caixa pode ser definido como movimento de caixa” 
O apêndice A14 demonstra o Fluxo de caixa projetado para os meses de julho e 
agosto. Neste constam todas as receitas e despesas recebidas e quitadas nestes períodos. 
Analisando tais demonstrativos, pode-se observar que o saldo disponível em caixa obteve 
considerável aumento com base no saldo inicial em julho, com fluxo financeiro bastante 
favorável. Com esta análise pode-se prever as possibilidades a investimentos em maquinários 
e instalações para promover a constante ampliação do empreendimento. 
 
2.6.2 Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) 
O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por 
Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado 
do Exercício tem como objetivo principal apresentar de forma vertical resumida o resultado 
apurado em relação ao conjunto de operações realizadas num determinado período, 
normalmente, de doze meses. 
Após o encerramento das operações projetadas do mês de Julho de 2011, a Alumirt 
Calhas obteve um lucro líquido do período de R$ 82.000,00, resultado este já deduzido os 
http://www.normaslegais.com.br/legislacao/contabil/lei6404_1976.htm
22 
 
 
 
impostos incidentes, como Imposto de Renda com alíquota de 15% mais 10% sobre adicional, 
e CSLL com 9%. 
Através do apêndice A16, pode-se avaliar as receitas e os custos de cada produto 
individualmente, e as despesas divididas em departamentos, fatos estes que resultaram no 
valor liquido acima citado. Por fim, apresenta-se considerável lucro ao empreendimento, 
relevando o pouco tempo de mercado e as projeções ampliatórias que se fazem possíveis com 
tais valores expressos. 
 
2.6.3 Balanço Patrimonial (BP) 
 
De acordo com a NBC T 3.2: “O balanço patrimonial é a demonstração contábil 
destinada a evidenciar, quantitativa e qualitativamente, numa determinada data, a posição 
patrimonial e financeira da Entidade.” 
Após todas as transações do período a Alumiart Calhas projetou o fechamento de seus 
balanços patrimoniais referentes aos meses de julho e agosto. Ambos expressam que os fatos 
projetados a este empreendimento resultaram em bons lucros, mas acima de tudo em boa 
estrutura patrimonial, onde dispõe-se de capital próprio para realização das operações 
empresariais, certifica também, e s compras e vendas, bem com recebimentos e pagamentos 
formam um ciclo financeiro constante e viável, proporcionando á empresa base forte para 
futuras ampliações na operação e/ou investimentos financeiros. 
 
3 CONSTITUIÇÃO DA EMPRESA 
 
3.1 Tipificação Societária 
 
3.1.1 Sociedades não Personificadas 
 
O Código Civil, nos art. 986 á 996 trata das Sociedades não personificadas, que são 
aquelas que ainda não possuem personalidade jurídica, que não foram constituídas, 
registradas mediante órgãos competentes, mas que possuem contrato escrito ou oral entre as 
partes envolvidas, nestes casos, os sócios, e este documento tem validade apenas entre estes, e 
não tem validade contra terceiros. Neste grupo estão classificadas a sociedade comum e a 
sociedade por conta de participação. 
23 
 
 
 
A Sociedade Comum existe mesmo sem a comprovação por contrato escrito, pois este 
renome é atribuído á sociedades que, de forma geral, estão no processo de constituição 
formal, e queainda não concluíram o registro nos órgão competentes. Esta situação é 
desfavorável ao empreendimento, pois não usufruirá de vantagem nas relações com terceiros, 
não poderá defender-se legalmente, pois não há existência de pessoa jurídica, o que torna a 
sociedade vulnerável para eventuais insucessos no decorrer das operações. É importante 
ressaltar que os sócios respondem solidária e ilimitadamente pela sociedade, podendo 
responder com bens pessoais pelas responsabilidades sociais da empresa. 
A sociedade por conta de participação é admitida por lei, constituindo sociedade 
regular, porém não tenha sede social, firma, razão social, autonomia patrimonial, e 
personalidade jurídica. Esta sociedade é constituída mediante duas modalidades de sócios: 
Sócio Ostensivo e Sócio Participante, ou oculto. Onde o sócio ostensivo, não 
obrigatoriamente sendo apenas um, será responsável pela administração e gerencia do 
empreendimento. Neste tipo de sociedade, na ausência de documentos devidamente 
registrados, o sócio ostensivo assume as responsabilidades com terceiros e das operações em 
seu próprio nome, utilizando sua “firma individual”. Os Sócios participantes não tem vida 
social pela empresa, não age pela sociedade, não respondem para com terceiros, apenas para 
com o Sócio ostensivo e tem participação nos resultados sociais positivos ou negativos. 
 
3.1.2 Sociedades Personificadas 
 
De acordo com os art. 997 e 1.101 do Código Civil/2002 as Sociedades Personificadas 
são as sociedades com personalidade jurídica, pois foram constituídas mediante órgãos 
competentes, e são divididas em sociedade empresária e sociedade simples. 
Desta divisão; a sociedade empresária ainda á subdividida em outros grupos, sendo: 
sociedade em nome coletivo, sociedade em comanditas simples, sociedade limitada, 
sociedade anônima, sociedade em comandita por ações. 
I. Sociedade em nome coletivo: nesta, todos os sócios, que apenas 
podem ser pessoas físicas, respondem solidária e ilimitadamente pelas 
obrigações sociais e com terceiros do empreendimento; e cabe aos sócios a 
função de dividirem entre si as responsabilidades individuais de cada um. 
 
24 
 
 
 
II. Sociedade em comanditas simples: á esta são atribuídas às mesmas 
regras da Sociedade em nome coletivo. Porém, são constituídas perante duas 
modalidades de sócios; 
 Comanditados: que respondem solidaria e ilimitadamente pelas 
obrigações sociais da empresa, 
 Comanditários, que respondem apenas pelos valores de suas quotas, e 
não exerce nenhuma função gerencial. 
 
III. Sociedade Limitada: Nas Sociedades Limitadas todos os sócios 
respondem solidariamente pela sociedade em proporção as suas quotas, quando 
não tenham sido completamente integralizadas, porém de forma limitada, pois 
em possíveis insucessos, o sócio apenas é responsável pelo valor total de suas 
quotas, não afetando seus bens particulares. Neste estilo de sociedade os sócios 
tem maior liberdade empresarial, uma vez que esta é constituída mediante 
Contrato Social e que neste são dispostas as possibilidades e 
comprometimentos e funcionalidades dos sócios. 
 
IV. Sociedade Anônima: esta é regulamentada pela Lei nº 6.404/76 e suas 
alterações na Lei nº 9.457/97 e nº 10.303/2001e pelo nosso Código Civil de 
2002 nos artigos 1.088 e 1089. São consideradas sociedades institucionais ou 
normativas, pois não há contrato que constitua ligação entre os sócios. Nestas, 
o capital social é dividido em ações de igual valor nominal; e a 
responsabilidade dos sócios limita-se ao valor de emissão das ações subscritas 
e/ou adquiridas. 
 
V. Sociedade em Comandita por Ações: Esta também tem seu capital 
dividido em ações, e seus sócios, assim como nas sociedades anônimas, 
também são responsáveis apenas pelos valores totais de suas quotas. É regida 
pelas regras da Sociedade anônima e tem suas alterações estipuladas nos 
artigos 1.090 a 1.092 do C.C. de 2002. E os sócios comanditados assumem 
responsabilidade solidaria e ilimitada pelas responsabilidades sociais, e os 
comanditários de forma limitada conforme valores de suas quotas. 
 
25 
 
 
 
VI. Sociedade simples: Regulamentada pelos artigos 997 e 1.000 do C.C. 
e tem por objeto social a atividade intelectual, de natureza científica, literária e 
artística. 
 
3.2. Enquadramento Fiscal 
 
3.2.1. Simples Nacional 
 
A Lei Complementar 123/2003 institui o Simples Nacional, um sistema simplificado 
de arrecadação de tributos e contribuições federais, devidos pelas micro e pequenas empresas. 
Visando unificar o recolhimento. 
O Simples Nacional estabelece normas gerais relativas ao tratamento tributário 
diferenciado e favorecido das microempresas e empresas de pequeno porte. Esta unificação 
abrange os tributos Municipais (ISS), Estaduais (ICMS), e federais (PIS, COFINS, CSLL, IPI 
e IRPJ). E para enquadramento neste sistema tributário o optante deve obedecer algumas 
regras gerais: 
Quanto ao limite de faturamento: As Microempresas fature no ano-calendário, receita 
bruta igual ou superior á R$ 240.000,00, e as empresas de pequeno porte 2.400.000,00 no 
mesmo período. 
Também não poderão enquadrar-se ao Simples Nacional, empresa constituída como 
cooperativa, sociedade em que nela participe outra pessoa jurídica, e sociedade em que o 
sócio tenha função administrativa em outra sociedade com fins lucrativos. 
 
3.2.2. Lucro Presumido 
 
O Lucro Presumido é uma forma de tributação simplificada de arrecadação do IR e 
CSLL para as empresas que não estiverem obrigadas ao Lucro Real, que apresentaram no 
ano-calendário imediatamente anterior receita bruta total igual ou inferior á R$ 48.000.000,00. 
Algumas empresas estão obrigadas ao Lucro Real e portanto não poderão enquadra-se 
no Lucro Presumido, algumas delas são: empresas com atividade financeira, cambial, 
seguradoras, imobiliárias, cooperativas, previdência privada, pessoas jurídicas que obtiverem 
lucros oriundos do exterior, empresas que queiram usufruir de benefícios fiscais, pessoas 
jurídicas que tenham realizados recolhimento tributário com base no método de estimativa, 
26 
 
 
 
que prestem serviços de consultorias, e demais qualificações descritas no RIR (decreto 
3.000/99) nos artigos de 516 á 528. 
 
3.2.3. Lucro Real 
 
O método de tributação pelo Lucro Real ocorre com base na apuração do resultado da 
empresa, e á este são feitos os ajustes devidamente previstos na legislação fiscal, as adições e 
exclusões demonstradas no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur), resultando no Lucro 
Tributável. E sobre este serão aplicadas as alíquotas do IRPJ e CSLL. 
A pessoa jurídica optante pelo Lucro Real que efetuar a apuração anual; poderá 
recolher os tributos mensalmente determinando-o sobre a base de calculo por estimativa. Ou 
submeter-se-á á apuração trimestral com datas previstas no art. 220 a 220 do RIR/1999. 
 
3.2.4. Constituição e Legalização 
 
Com a conclusão do plano de negócios e destacada sua aprovação, desenvolveremos 
então, á constituição da empresa “Alumiart Calhas de Alumínio Ltda.”. 
De acordo com a Lei 10.406, a sociedade acima referenciada foi tipificada como 
Sociedade Empresária Limitada, personificada, onde os sócios terão responsabilidades 
restritas aos valores de suas quotas. 
A Sociedade deverá ser constituída perante os órgãos de competência federal, estadual 
e municipal, e dentro de cada órgão, existe normas específicas á serem seguidas. 
Após estudos e avaliações sobre as formas de tributação, foi avaliado que o Lucro 
Real será o método mais vantajoso, tendo em vista que, optando por este, poderemos utilizar 
créditos fiscais nas compras de materiais vinculados á operação/produção da empresa, o que 
resultará em impostos com valores menores, quando comparado ás demais opções tributárias 
especificadas anteriormente. 
Tendo esta decisão acertada, passamos ao primeiro tramite para constituir legalmente a 
empresa.Efetuamos o cadastro para solicitação da Viabilidade do empreendimento no Sistema 
de Registro Integrado (Regin) que está disponível no site da Junta Comercial do Estado de 
Santa Catarina (Jucesc) www.jucesc.sc.gov.br, e oferece ao empresário maior agilidade na 
constituição da empresa. Neste site, informamos todos os dados cadastrais da empresa e dos 
sócios, o cadastro imobiliário, a área total e demais informações sobre o local da empresa, as 
http://www.jucesc.sc.gov.br/
27 
 
 
 
atividades primárias “produção”, e secundárias a “comercialização” e descrevemos as três 
opções de nomes empresariais por ordem de preferência. Preenchidos estes requisitos, 
levamos á Prefeitura Municipal de Itajaí (PMI) o Pedido de Viabilidade para ser validado para 
trâmite na Jucesc. Com isso efetuamos o pagamento da taxa para análise da viabilidade a 
nível municipal, no valor de R$ 10,52. 
Com a Viabilidade devidamente validada pela PMI, passamos então, procedimentos 
para cadastro junto á Jucesc. Para este, efetuamos o pagamento da taxa para registro da 
empresa na Jucesc com um Documento de Arrecadação Estadual (DARE), no valor de R$ 
69,00; e pagamos um Documento de Arrecadação Federal (DARF) no valor de R$ 21,00 para 
solicitar a inscrição Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto á Receita Federal. 
Com todas as guias devidamente pagas com o comprovante e pagamento anexado a 
elas, organizamos os seguintes documentos para fins de conclusão do cadastro da empresa 
junto á Jucesc, e tais documentos foram entregues á Junta Comercial: 
 Viabilidade válida para trâmite na Jucesc, conforme 
 Capa do processo com etiqueta do contador no verso 
 03 vias do Contrato Social assinado pelos sócios e também por um advogado 
 Fotocópia do Registro Geral (RG) e Cadastro de Pessoa Física (CPF) dos 
sócios devidamente autenticados 
 Fichas de Cadastro Nacional de Empresas FCN 1 e FCN 2 
 Ficha de Inscrição no CNPJ 
 
Após concluirmos o registro da empresa na Junta Comercial do Estado e já portando o 
Contrato Social com descrição Número de Inscrição no Registro de Empresas (NIRE) e o 
Cartão do CNPJ, passamos então aos trâmites para registro na Prefeitura Municipal de Itajaí. 
Para este, também serão necessários alguns documentos que serão arquivados neste órgão: 
 Fotocópia do Contrato Social 
 RG e CPF dos Sócios 
 Habite-se ou Matricula do Imóvel 
 Vistoria do Bombeiro 
 Vistoria Sanitária 
 
Para adquirir a vistoria do Corpo de Bombeiros, acessamos o site www.cp.sc.gov.br 
efetuamos nosso cadastro, e geramos uma guia para solicitação de vistoria no valor de R$ e 
após efetuarmos o pagamento desta taxa, encaminhamos cópia do comprovante do pagamento 
file:///F:/TCC%20I/DARE%20Jucesc.pdf
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/PEDIDO%20DE%20VIABILIDADE%20-%20REGIN.docx
file:///F:/TCC%20tarefa%2001/capa%20de%20processo%20na%20Junta%20Comercial.doc
file:///F:/TCC%20I/contrato%20social.doc
file:///F:/TCC%20I/FCN_Folha_1.doc
file:///F:/TCC%20I/FCN_Folha_2.doc
file:///F:/TCC%20I/capa%20de%20processo%20NA%20JUNTA.doc
http://www.cp.sc.gov.br/
28 
 
 
 
ao Corpo de Bombeiros de Itajaí, os quais nos informaram que dentro de cinco dias iriam até 
a empresa para efetuar a vistoria para verificar se haviam irregularidades no ambiente 
empresarial. Esta vistoria foi realizada e visto que não havia nenhuma irregularidade, nos 
forneceram o alvará do Corpo de Bombeiros, e este foi anexado aos documentos para a PMI. 
Assim, entregamos todos os documentos necessários á prefeitura, e após efetuarem 
análise do cadastro nos forneceram o Alvará de Funcionamento. Concluímos assim a etapa da 
Prefeitura. 
Como nossa empresa realizará atividade de revenda, fez-se necessária o cadastro junto 
á Secretaria do Estado para solicitarmos a Inscrição Estadual (IE), e para iniciar esta 
solicitação efetuamos o pagamento de uma DARE de R$ 50,00. Á este órgão entregamos os 
seguintes documentos: 
 Pedido de Inscrição Estadual 
 CNPJ 
 Fotocópia do Contrato Social 
 Alvará da PMI 
 RG e CPF dos Sócios 
 DARE de pedido de IE com comprovante de pagamento em anexo 
 
Por fim, passadas todas estas etapas, e considerando que a empresa já está 
cadastrada em todas as esferas de governo necessária, a Alumiart Calhas Ltda. 
Está autorizada a iniciar suas atividades industriais e comerciai. 
 
 
 
 
 
 
 
29 
 
 
 
 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Este trabalho apresentou detalhadamente as etapas de um plano de negócios assim 
como, as projeções de compras e vendas, as alocações de custos diretos e indiretos e de todas 
as demais despesas. 
Foram especificados os parâmetros para base da capacidade de produção normal e 
otimizada. Como o ramo empresarial é uma fábrica, foram destacados os meto de custeio, e 
rateio em cada setor e departamento. Contudo, chegou-se ao resultado final com base em 
informações projetadas, porém dentro da realidade comprovado nos apêndices com os 
devidos cálculos comprobatório. E foi através deste resultado que se pode observar se o 
empreendimento seria rentável ou não, se havia viabilidade aos recursos orçados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
30 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL, Lei nº. 6.404 de 15 de dezembro de 1976. Dispõe sobre as Sociedades por Ações. 
 
______. Lei nº. 7.492 de 16 de junho de 1986. Define os crimes contra o sistema financeiro 
nacional, e dá outras providências. 
 
______. Lei nº. 7.855 de 24 de outubro de 1989. Altera a Consolidação das Leis do Trabalho, 
e dá outras providências. 
 
______. Lei n°. 8.934 de 18 de novembro de 1994. Dispõe sobre o Registro Público de 
Empresas Mercantis e Atividades Afins e dá outras providências. 
 
______. Lei n°. 8.971 de 29 de dezembro de 1994. Regula o direito dos companheiros a 
alimentos e à sucessão. 
 
______. Lei nº. 10.406 de 10 de janeiro de 2002. Dispõe sobre o Novo Código Civil. 
 
______. Lei nº. 123 de 14 de dezembro de 2006. Institui o Estatuto Nacional da 
Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. 
 
______. Lei nº. 11.945 de 4 de junho de 2009. Altera a legislação tributária federal e dá outras 
providências. 
 
______. Decreto-Lei nº. 5.452 de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do 
Trabalho. 
 
______. Decreto-Lei nº. 4.544 de 26 de dezembro de 2002. Regulamenta a tributação, 
fiscalização, arrecadação e administração do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI. 
 
______. Decreto nº. 3.000 de 26 de março de 1999. Regulamenta a tributação, fiscalização, 
arrecadação e administração do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. 
 
______. Decreto nº. 2.870 de 27 de agosto de 2001. Aprova o Regulamento do Imposto sobre 
Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de 
Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação do Estado de Santa Catarina. 
 
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apuração da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. 
 
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34 
 
 
 
RELAÇÃO DE APÊNDICES 
 
APÊNDICE A1 – Capacidade de Produção 
APÊNDICE A2 – Mercado Fornecedor 
APÊNDICE A3 – Necessidade de compras I 
APÊNDICE A4 - Necessidade de Compras II 
APÊNDICE A5 – Investimentos Fixos 
APÊNDICE A6 – Capacidade de MOD 
APÊNDICE A7 – Folha 
APÊNDICE A8 – Valor minuto MOD 
APÊNDICE A9 – Custo Diretos 
APÊNDICE A10 – Custos Indiretos 
APÊNDICE A11 – Despesas Operacionais 
APÊNDICE A12 – Preço de vendas 
APÊNDICE A13 – Programação de vendas 
APÊNDICE A14 – Capital Social 
APÊNDICE A15 – Fluxo de Caixa 
APÊNDICE A16 – Demonstração do Resultado do Exercício 
APÊNDICE A17 – Balanço Patrimonial 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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RELAÇÃO DE ANEXOS 
 
ANEXO A1 – Calhas de 6m e 3m 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO A2 – Acabamento das calhas

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