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F R E N T E 3 b) A tabela nal obtida para o exercício 2 foi: (a = 60%) N2(g) + O2(g) 2 NO(g) Início 0,3 0,2 0 Reagiu –0,12 –0,12 +0,24 Equilíbrio 0,18 0,08 0,24 A constante KC é dada por: = ⋅ ∴ = ⋅ ∴ =K NO N O K 0,24 0,18 0,08 K 4 C 2 2 2 C 2 C A constante KP, a uma temperatura T, é dada por: ( )= ∴ =( )-K 4 RT K 4p 2 2 p c) A tabela nal obtida para o exercício 3 foi: (a = 50%) N2(g) + 3 H2(g) 2 NH3(g) Início 0,3 0,6 0 Reagiu –0,10 –0,30 +0,20 Equilíbrio 0,20 0,30 0,20 A constante KC é dada por: = ⋅ ∴ = ⋅ ∴ =K NH N H K 0,2 0,2 0,3 K 7,41 C 3 2 2 2 3 C 2 3 C A constante KP, a uma temperatura T, é dada por: ( ) ( ) = ∴ = ( )- K 7,41 RT K 7,41 RT p 2 4 p 2 5 Para cada uma das equações a seguir, escreva a expressão de KC: a) CaCO3(s) CaO(s) + CO2(g) b) CH3COOH(l) + CH3OH(l) CH3COOCH3(l) + H2O(l) c) Fe2O3(s) + 3 CO(g) 2 Fe(s) + 3 CO2(g) d) X(l) 2 Y(g) + Z(g) Resolução: Sólidos não entram nas expressões das constantes de equilíbrio. Substâncias líquidas, quando representam a única heterogeneidade do sistema, não variam suas concentrações molares com o tempo e, portanto, também não entram na constante de equilíbrio. a) = K COC 2 b) = ⋅ ⋅ K CH COOCH H O CH COOH CH OH C 3 3 2 3 3 c) = K CO CO C 2 3 3 d) = ⋅ K Y ZC 2 6 Para a reação de equação 2 NO(g) + O2(g) → 2 NO2(g), a constante de equilíbrio KC é igual a 1,8 · 10 –6, a 25 ºC. Para cada uma das situações propostas, diga se o sistema está ou não em equilíbrio. Em caso negativo, diga para qual sentido a reação deve ocorrer efetivamente para que o sistema entre em equilíbrio. a) NO 0,1mol L ; O 0,05 mol L ; NO 3 10 mol L 2 2 5 = = = ⋅ - b) NO 2 10 mol L ; O 0,1 mol L ; NO 8 10 mol L 2 2 2 4 = ⋅ = = ⋅ - - c) NO 0,24mol L ; O 0,03 mol L ; NO 2 10 mol L 2 2 6 = = = ⋅ - d) NO 0,01mol L ; O 0,2 mol L ; NO 6 10 mol L 2 2 6 = = = ⋅ - 337 QUÍMICA Capítulo 5 Equilíbrios químicos I338 Resolução: Primeiro, deniremos QC como quociente das concentrações. QC e KC têm as mesmas expressões, com a diferença de que as concentrações em QC podem ser quaisquer umas, enquanto as concentrações em KC só podem ser as da situação de equilíbrio. ⇒ = ⇒ < ⇒ se Q > K O sistema passou do ponto de equilíbrio K O sistema está em equilíbrio K O sistema ainda não atingiu o ponto de equilíbrio c C C C Se o sistema já passou do ponto de equilíbrio, a reação deve caminhar no sentido inverso para que se atinja a situa- ção de equilíbrio. Se o sistema ainda não atingiu o ponto de equilíbrio, a reação deve caminhar no sentido direto para que se atinja a situação de equilíbrio. a) ( ) ( ) ( ) = ⋅ ∴ = ⋅ ⋅ ∴ = ⋅ = - - Q NO NO O Q 3 10 0,1 0,05 Q 1,8 10 K C 2 2 2 2 C 5 2 2 C 6 C O sistema está em equilíbrio. b) ( ) ( ) ( ) = ⋅ ∴ = ⋅ ⋅ ⋅ ∴ = ⋅ > - - - Q NO NO O Q 8 10 2 10 0,1 Q 1,6 10 K C 2 2 2 2 C 4 2 2 2 C 2 C O sistema não está em equilíbrio e, para atingi-lo, a reação deve caminhar no sentido inverso. c) ( ) ( ) ( ) = ⋅ ∴ = ⋅ ⋅ ∴ = ⋅ < - - Q NO NO O Q 2 10 0,24 0,03 Q 2,31 10 K C 2 2 2 2 C 6 2 2 C 9 C O sistema não está em equilíbrio e, para atingi-lo, a reação deve caminhar no sentido direto. d) ( ) ( ) ( ) = ⋅ ∴ = ⋅ ⋅ ∴ = ⋅ = - - Q NO NO O Q 6 10 0,01 0,2 Q 1,8 10 K C 2 2 2 2 C 6 2 2 C 6 C O sistema está em equilíbrio. 7 Seja uma reação em equilíbrio de equação: X2(aq) +Y2(aq) 2 XY(aq) No instante inicial, tem-se uma mistura equimolar dos reagentes, com 2 mol de cada um em um volume de solução de 10 L, que se mantém inalterado até o m do processo. A constante de equilíbrio em termos de concentrações na temperatura em que o fenômeno ocorre vale 49. Qual a composição molar do sistema no equilíbrio? Resolução: Esse é um problema bastante comum e de altíssima incidência nos vestibulares. Para resolvê-lo, devemos montar a tabela que aprendemos nos exercícios anteriores, com os dados do problema em mols: X2(aq) + Y2(aq) 2 XY(aq) Início 2 2 0 Reagiu Equilíbrio Como não sabemos a quantidade de reagentes que efetivamente irão se converter em produtos, vamos supor que x mols de X2(aq) devem reagir para que o sistema atinja o equilíbrio. Além disso, não devemos nos esquecer de que a linha da reação deve obedecer à proporção dos coecientes estequiométricos. Para obtermos a linha do equilíbrio, basta somarmos a linha de início e a linha da reação. Portanto: X2(aq) + Y2(aq) 2 XY(aq) Início 2 2 0 Reagiu –x –x +2x Equilíbrio (2 – x) (2 – x) 2x F R E N T E 3 Substituindo na expressão de KC, temos: = ⋅ ∴ = - ⋅ - ∴ = - ∴ ∴ - = ∴ = K XY X Y 49 2x 10 2 x 10 2 x 10 7 2x 2 x 14 7x 2x x 14 9 c 2 2 2 2 2 2 Portanto, no equilíbrio, a composição molar é dada por: = = =n n 4 9 mol e n 28 9 mol X Y XY 2 2 8 Considere a reação de esterificação dada pela equação: � � � �+ +CH COOH( ) CH CH OH( ) CH COOCH CH ( ) H O( ) 3 3 2 3 2 3 2 Partindo-se de 1 mol/L de cada um dos reagentes, obtém-se um grau de equilíbrio, na temperatura ambiente, de 60%. Depois de estabelecido o equilíbrio, acrescenta-se álcool etílico, até produzir um aumento de 0,4 mol/L na sua con- centração. A temperatura não se alterou. Quais as concentrações de todas as substâncias no momento do equilíbrio? Resolução: Primeiro, devemos construir a tabela para podermos calcular a constante KC na temperatura do problema. (a = 60%) CH3COOH(l) + CH3CH2OH(l) CH3COOCH2CH3(l) +H2O(l) Início 1 1 0 0 Reagiu –0,6 –0,6 +0,6 +0,6 Equilíbrio 0,4 0,4 0,6 0,6 Calculando-se o KC, temos: = ⋅ ⋅ ∴ = ⋅ ⋅ ∴ ∴ = K CH COOCH CH H O CH COOH CH CH OH K (0,6) (0,6) (0,4) (0,4) K 2,25 C 3 2 3 2 3 3 2 C C Agora que o sistema já atingiu o equilíbrio, produz-se um aumento de 0,4 mol/L na concentração de álcool. Com isso, temos: (a = 60%) CH3COOH(l) + CH3CH2OH(l) CH3COOCH2CH3(l) +H2O(l) Início 0,4 0,8 0,6 0,6 Reagiu –y –y +y + y Equilíbrio 0,4 – y 0,8 – y 0,6 + y 0,6 + y Como a temperatura não se alterou, a constante de equilíbrio se mantém. Assim: = ⋅ ⋅ ∴ ∴ = + ⋅ + - ⋅ - ∴ ∴ - + = + + ∴ ∴ - + = = = K CH COOCH CH H O CH COOH CH CH OH 2,25 (0,6 y) (0,6 y) (0,4 y) (0,8 y) 2,25(0,32 1,2y y ) 0,36 1,2y y 1,25y 3,9y 0,36 0 y' 3,025 mol L (não convém) y'' 0,095 mol L (convém) C 3 2 3 2 3 3 2 2 2 2 Logo, no equilíbrio nal, temos: [CH3COOH] = 0,305 mol/L, [CH3CH2OH] = 0,705 mol/L, [CH3COOCH2CH3] = [H2O] = 0,695 mol/L 339