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Teste de Recebimento de Equipamentos
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ESTANQUEIDADE
O ensaio de estanqueidade é uma técnica de inspeção não
destrutiva que permite não só localizar o vazamento de um fluido,
seja ele líquido ou gasoso, como também medir a quantidade de
material vazando, tanto em sistemas que operam com pressão
positiva ou que trabalham com vácuo.
Os vazamentos ocorrem nas descontinuidades presentes em
juntas soldadas, brasadas, coladas, rosqueadas, encaixadas ou
seladas por pressão, bem como em flanges, tampas, válvulas, selos
de vedação, conexões, etc.
A seguir são dados alguns exemplos dos segmentos da
indústria, dos produtos por ela fabricados, onde encontramos com
freqüência as descontinuidades onde o ensaio de estanqueidade
pode, ou deve, ser utilizado:
Nuclear: encapsulamento de elemento combustível, armazenamento
de lixo atômico, produção, processamento e manuseio de material
radioativo, etc;
Petrolífero: oleoduto, gasoduto, petroleiro, tanque de
armazenamento, etc;
Caldeiraria: vaso de pressão, trocador de calor, caldeira, etc;
Autopeças: radiador, sistema de freio, roda, válvula termostática,
isolamento acústico e térmico, bomba de combustível, bateria,
bobina, amortecedor, etc
Gases industriais e medicinais: cilindro para transporte ou tanque
para armazenamento do CO2, argônio, oxigênio, nitrogênio, hélio,
etc;
Química: instalação de produção que trabalhe com ácidos, cloro,
amônia, ésteres, etc.
Energia: posto de gasolina(tanque de armazenamento de
combustível sistema de abastecimento de gás, gasolina, álcool ou
outro combustível), caminhão-tanque, fornecimento de gás de rua,
etc;
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Refrigeração: geladeira, freezer, câmara frigorífica, ar condicionado,
etc;
Aeroespacial: tanque de combustível de foguete ou de avião, selo
de vedação, duto, componentes do motor a jato, etc;
Eletro-eletrônico: relé, chip, lâmpada, tubo de imagem, etc;
Alimentício: refrigerante, enlatado, embalagem a vácuo;
Pesquisa e desenvolvimento: fusão ou tratamento térmico a
vácuo, microscópio eletrônico de varredura e de transmissão,
ciclotron, equipamento de erosão catódica;
Outros: extintor de incêndio, lata de aerossol, rede de abastecimento
de água, marca-passo, equipamento de raio X, indústria de
embalagens, produtos de limpeza e higiene, etc.
A necessidade de uma perfeita estanqueidade em tanques ou
tubulações contendo substâncias tóxicas que façam parte de
instalações de alto risco (área química, nuclear, aeroespacial, etc.),
proporcionou utilização de novos métodos capazes de detectar
possíveis vazamentos de gás ou líquidos, a fim de obter uma efetiva
garantia de segurança e proteção ambiental.
Os métodos aplicados no ensaio de estanqueidade são: medir
Pressão ou Vácuo com alta precisão, método da Bolha, método da
Variação de Pressão, detecção de vazamento por meio de Fluido
Frigorígeno ou de aplicação de gás Hélio com o respectivo aparelho
detector e, modernamente, a localização de vazamentos de gases e
líquidos por ultra-som.
Uma das ameaças mais comuns ao meio ambiente, além de
provocar acidentes, seja na área industrial, doméstica ou pública, são
os vazamentos de produtos perigosos, que quando armazenados em
tanques ou recipientes com falhas estruturais, produzem vazamentos
de líquidos ou gases inflamáveis (indústria petrolífera), ácidos ou
produtos corrosivos (indústria química), no setor de transportes
(rodoviário, ferroviário e por tubulações), e tantos outros.
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Portanto, como medida preventiva, no sentido de evitar tais
ocorrências , o Ensaio de Estanqueidade tem sido largamente
empregado em testes de componentes pressurizados ou
despressurizados onde existe o risco de escape ou penetração de
produtos, comprometendo o sistema de contenção, assumindo desta
maneira, uma importância muito grande quando se trata da proteção
ao meio ambiente, onde a flora e fauna e ainda pessoas ou
populações podem ser atingidas seriamente.
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TESTE HIDROSTÁTICO, ESTANQUEIDADE:
O teste hidrostático é a avaliação que o cilindro deve passar
periodicamente, para saber se o material do mesmo está apto para
suportar as altas pressões de trabalho.
A Servposto Lac oferece um serviço da melhor qualidade, usando
equipamentos e peças dos fornecedores de maior tradição no
mercado. Entre em contato conosco.
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TESTE PNEUMÁTICO
O Teste pneumático é uma alternativa para o teste hidrostático
em dutos. A utilização de nitrogênio neste serviço permite que a linha
seja preenchida de forma mais eficaz do que através da injeção de
água, e ainda reduzindo significativamente a quantidade de
mobilização de equipamentos.
Entre as vantagens estão a de que o sistema permanecerá
seco, o descarte da água é eliminado, e o problema associado com a
pressão da coluna hidrostática é anulado. Dutos pressurizados com
nitrogênio, não necessitarão ser purgados.
A capacidade para pressurizações acima de 7500 psi e ao
combinar temperatura de pressurização às condições ambientais, o
tempo de estabilização pode ser reduzido substancialmente.
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ESTANQUEIDADE – CAIXA DE VÁCUO
EXEMPLO DE APLICAÇÃO: FUNDO DE TANQUES DE
ARMAZENAMENTO
Uma das ameaças mais comuns ao meio ambiente além de
provocar acidentes são os vazamentos de produtos, que quando
armazenados em tanques ou recipientes com falhas estruturais,
produzem vazamentos de líquidos.
O Ensaio de Estanqueidade tem sido largamente empregado
em testes de componentes pressurizados ou despressurizados onde
existe o risco de escape ou penetração de produtos,
comprometendo o sistema de contenção, assumindo desta
maneira, uma importância muito grande quando se trata da
proteção ao meio ambiente, onde a flora e fauna e ainda pessoas
ou populações podem ser atingidas seriamente.
Detecção de vazamentos durante o teste hidrostático
Na realidade o teste hidrostático em tanques de
armazenamento é um teste estrutural. Possíveis vazamentos no
costado serão detectadosvisualmente, porém nas soldas de união do
fundo um dos Ensaios não Destrutivos mais utilizados é o teste de
Estanqueidade, utilizando se uma Caixa de Vácuo.
ENSAIO DE FORMAÇÃO DE BOLHAS COM PRESSÃO NEGATIVA:
Esta prática fixa as condições mínimas para o ensaio de
estanqueidade por meio de formação de bolhas, sendo aplicada
na detecção de defeitos passantes em juntas soldadas.
Nota: A função única dos ensaios de estanqueidade é a detecção
de eventuais vazamentos. Não visando a análise da resistência
mecânica, deformação e recalques estruturais, como os testes
hidrostáticos e/ou pneumáticos, muito embora estes visem
também a detecção de vazamentos.
As condições gerais devem ser conforme a norma ASME V
artigo 10.
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Preparação e Limpeza da Superfície conforme norma ASME
Seção V, Artigo 6, item T-641.
Realizar ensaio visual antes do ensaio de estanqueidade.
Os materiais utilizados devem ser total e adequadamente
removidos após o ensaio.
Os resultados do ensaio devem ser registrados por meio de um
sistema de identificação e rastreabilidade que permita correlacionar o
local ensaiado com o relatório e vice-versa.
O relatório deve conter:
a) nome do emitente;
b) identificação numérica;
c) identificação da peça ou equipamento;
d) número e revisão do procedimento;
e) registro dos resultados;
f) normas e/ou valores de referência para interpretação dos
resultados;
g) laudo indicando aceitação, rejeição ou recomendação de ensaio
complementar;
h) data;
i) identificação e assinatura do inspetor responsável.
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EXERCÍCIOS:
01. Um recipiente fechado é enchido com ar até que sua pressão
atinja 2 bar. A seguir, este recipiente é mergulhado completamente
em água ( ensaio da bolha ). A cada dez segundos desprende-se do
recipiente uma bolha com diâmetro Φ = 2mm.
a) Qual é a taxa de vazamento? ql = 4,2 x 10-4 mbar.l.s-1
b) Qual é a taxa de vazamento padrão? ql,N = 5 x 10-5 mbar .l.s-1 (
Sob condições normais )
02. Uma câmara de vácuo deve ser submetida a um ensaio de
estanqueidade integral empregando-se o método de aumento de
pressão.
Neste ensaio deve-se verificar um aumento de pressão de 10-5 a 10-4
mbar.
Qual deve ser o tempo de medida para se poder afirmar com
segurança que a taxa de vazamento é menor que ql < 10-4 mbar.l. s-
1 para uma câmara de vácuo com um volume
a) V = 150 m3 , b) V = 1,5 m3 , c) V = 0,015 m3
a) ∆t = 1,4. 105 s = 39 h
b) ∆t = 1,4 . 103 s = 23 min
c) ∆t = 1,4 . 101 s = 14 s
03. Um tanque de água com um volume V = 800 L deve ser
submetido a um ensaio de estanqueidade a uma pressão pens = 6 bar
Após quatro horas , é registrada uma queda de pressão ∆pp =
20mbar. A temperatura do tanque aumentou de υ = 16 oC , no
início, para υ = 20 oC , no final do ensaio.
Qual é a taxa de vazamento do tanque? qL = 5,7 mbar .l.s-1
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04. Um reator de laboratório com geometria irregular é submetido a
um ensaio de estanqueidade empregando-se o método do envoltório
com vácuo.
A taxa de vazamento máxima aceitável é qL,aceit = 1.10
-7 mbar.l.s-1.
Nesta faixa de medida, uma graduação do mostrador do detector de
vazamento corresponde a uma variação de 50 ppm.
O envoltório é evacuado e enchido com hélio antes da realização da
medida. O seu volume menos o volume do reator é avaliado como
sendo 10 L.
Após quanto tempo se obtém uma medida confiável? ∆tmin = 58 dias
05. Um recipiente para líquido combustível é construído, por medida
de segurança, com fundo duplo. O espaço entre os dois fundos tem
um volume de 3000 L.
Os dois fundos devem ser submetidos a um ensaio de estanqueidade
empregando-se o método de aumento de pressão.A taxa de
vazamento máximo aceitável é qL, aceit ,é ≤1. 10-2 mbar.l.s-1.
No ensaio são empregados um manômetro de membrana ( precisão
∆p = ± 0,1 mbar ) e um termômetro ( precisão ∆υ = ± 0,3 oC ).
Além disso, também há possibilidade de usar um registrador de dois
canais.
O ensaio foi iniciado às 08:00 h evacuando – se o espaço entre os
dois fundos até a pressão p1 = 60 bar. A temperatura ambiente era
υ1 = 20,0
oC.
Um dia após, também às 08:00 h, a pressão tinha atingido o valor p2
= 80mbar. A temperatura ambiente era υ2 = 21,2
oC.
a) Qual é o erro de medida máximo possível na determinação da
taxa de vazamento?
b) Qual é a taxa de vazamento?
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06. Um tanque novo destinado ao armazenamento de líquido ainda
não entrou em serviço e deve ser submetido a um ensaio de
estanqueidade empregando – se o método do aumento de pressão.
Para isso o tanque é evacuado a uma pressão de ensaio
pens = 60mbar.
A capacidade de sucção da bomba auxiliar é S = 12 m3/h e a pressão
final pfin = 1. 10-2 mbar.
Após quanto tempo se atinge a pressão desejada para o início do
ensaio?
07. Um reator de uma indústria química com volume V = 10 m3 ,
deve ser submetido a um ensaio de vazamento, sendo que sua
pressão inicial po = 1000 mbar deve ser reduzida a uma pressão p =
1 mbar. A capacidade de sucção da bomba é Sef = 65 m3 /h e a
pressão final que se pode atingir pfin = 10
-2 mbar.
Qual o tempo necessário para se obter a pressão desejada quando se
usa esta bomba?
UG-99 STANDARD HYDROSTATIC TEST
(a) A hydrostatic test shall be conducted on all vessels after:
(1) all fabrication has been completed, except for operations which
could not be performed prior to the such as weld end preparation [see U-
1(e)(1)(a)], cosmetic grinding on the base material which does not affect
the required thickness; and
(2) all examinations have been performed, except those required after
the test.
The completed vessels, except those tested in accordance with the
requirements of UG-100 and UG-101, shall have satisfactorily passed the
hydrostatic test prescribed in this paragraph.
(b) Except as otherwise permitted in (a) above and 27-4, vessels designed
for internal pressure shall be subjected to a hydrostatic test pressure which
at every point in the vessel is at least equal to 1.3 times the maximum
allowable working pressure34 to be marked on the vessel multiplied by the
lowest ratio (for the materials of which the vessel is constructed) of the
stress value S for the test temperature on the vessel to the stress value S
for the design temperature (see UG-21). All loadings that may exist during
this test shall be given consideration.
(c) A hydrostatic test based on a calculated pressure may be used by
agreement between the user and the Manufacturer. The hydrostatic test
pressure at thetop of the vessel shall be the minimum of the test pressures
calculated by multiplying the basis for calculated test pressure as defined in
3-2 for each pressure element by 1.3 and reducing this value by the
hydrostatic head on that element. When this pressure is used, the Inspector
shall reserve the right to require the Manufacturer or the designer to furnish
the calculations used for determining the hydrostatic test pressure for any
part of the vessel.
(d) The requirements of (b) above represent the minimum standard
hydrostatic test pressure required by this Division. The requirements of (c)
above represent a special test based on calculations. Any intermediate value
of pressure may be used. This Division does not specify an upper limit for
hydrostatic test pressure. However, if the hydrostatic test pressure is
allowed to exceed, either intentionally or accidentally, the value determined
as prescribed in (c) above to the degree that the vessel is subjected to
visible permanent distortion, the Inspector shall reserve the right to reject
the vessel.
(e) Combination units [see UG-19(a) and UG-21] shall be tested by one of
the following methods.
(1) Pressure chambers of combination units that have been designed
to operate independently shall be hydrostatically tested as separate vessels,
that is, each chamber shall be tested without pressure in the adjacent
chamber. If the common elements of a combination unit are designed for a
larger differential pressure than the higher maximum allowable working
pressure to be marked on the adjacent chambers, the hydrostatic test shall
subject the common 34 The maximum allowable working pressure may be
assumed to be the same as the design pressure when calculations are not
made to determine the maximum allowable working pressure. 74 elements
to at least their design differential pressure, corrected for temperature as in
(b) above, as well as meet the requirements of (b) or (c) above for each
independent chamber.
(2) When pressure chambers of combination units have their common
elements designed for the maximum differential pressure that can possibly
occur during startup, operation, and shutdown, and the differential pressure
is less than the higher pressure in the adjacent chambers, the common
elements shall be subjected to a hydrostatic test pressure of at least 1.3
times the differential pressure to be marked on the unit, corrected for
temperature as in UG-99(b).
Following the test of the common elements and their inspection as
required by (g) below, the adjacent chambers shall be hydrostatically tested
simultaneously [see (b) or (c) above]. Care must be taken to limit the
differential pressure between the chambers to the pressure used when
testing the common elements.
The vessel stamping and the vessel Data Report must describe the
common elements and their limiting differential pressure. See UG-116(j) and
UG-120(b).
(f) Single-wall vessels designed for a vacuum or partial vacuum only, and
chambers of multichamber vessels designed for a vacuum or partial vacuum
only, shall be subjected to an internal hydrostatic test or when a hydrostatic
test is not practicable, to a pneumatic test in accordance with the provisions
of UG-100. Either type of test shall be made at a pressure not less than 1.3
times the difference between normal atmospheric pressure and the
minimum design internal absolute pressure.
(g) Following the application of the hydrostatic test pressure, an inspection
shall be made of all joints and connections. This inspection shall be made at
a pressure not less than the test pressure divided by 1.3. Except for leakage
that might occur at temporary test closures for those openings intended for
welded connections, leakage is not allowed at the time of the required visual
inspection. Leakage from temporary seals shall be directed away so as to
avoid masking leaks from other joints.
The visual inspection of joints and connections for leaks at the test
pressure divided by 1.3 may be waived provided:
(1) a suitable gas leak test is applied;
(2) substitution of the gas leak test is by agreement
reached between Manufacturer and Inspector;
(3) all welded seams which will be hidden by assembly
be given a visual examination for workmanship prior
to assembly;
(4) the vessel will not contain a “lethal” substance.
(h) Any nonhazardous liquid at any temperature may be used for the
hydrostatic test if below its boiling point. Combustible liquids having a flash
point less than 110°F (43°C), such as petroleum distillates, may be used
only for near atmospheric temperature tests. It is recommended that the
metal temperature during hydrostatic test be maintained at least 30°F
(17°C) above the minimum design metal temperature, but need not exceed
120°F (48°C), to minimize the risk of brittle fracture. [See UG-20 and
General Note (6) to Fig. UCS-66.2.] The test pressure shall not be applied
until the vessel and its contents are at about the same temperature. If the
test temperature exceeds 120°F (48°C), it is recommended that inspection
of the vessel required by (g) above be delayed until the temperature is
reduced to 120°F (48°C) or less.
CAUTION: A small liquid relief valve set to 113 times the test pressure is
recommended for the pressure test system, in case a vessel, while under
test, is likely to be warmed up materially with personnel absent.
(i) Vents shall be provided at all high points of the vessel in the position in
which it is to be tested to purge possible air pockets while the vessel is
filling.
(j) Before applying pressure, the test equipment shall be examined to see
that it is tight and that all low-pressure filling lines and other appurtenances
that should not be subjected to the test pressure have been disconnected.
(k) Vessels, except for those in lethal service, may be painted or otherwise
coated either internally or externally, and may be lined internally, prior to
the pressure test. However, the user is cautioned that such painting /
coating /lining may mask leaks that would otherwise have been detected
during the pressure test.
UG-100 PNEUMATIC TEST (SEE UW-50)
(a) Subject to the provisions of UG-99(a)(1) and (a)(2), a pneumatic test
prescribed in this paragraph may be used in lieu of the standard hydrostatic
test prescribed in UG-99 for vessels:
(1) that are so designed and/or supported that they cannot safely be
filled with water;
(2) not readily dried, that are to be used in services where traces of
the testing liquid cannot be tolerated and the parts of which have, where
possible, been previously tested by hydrostatic pressure to the pressure
required in UG-99.
(b) Except for enameled vessels, for which the pneumatic test pressure shall
be at least equal to, but need not exceed, the maximum allowable working
pressure to be marked on the vessel, the pneumatic test pressure shall be at
least equal to 1.1 times the maximum allowable working pressure to be
stamped on the vessel multiplied by the lowest ratio (for the materials of
which the vessel is constructed) of the stress value S for the test
temperature of the vessel to the stress value S for the design temperature
(see UG-21). In no case shall the pneumatic test pressure exceed 1.1 times
the basis for calculated test pressure as defined in 3-2.
(c) The metal temperature during pneumatic test shall be maintained at
least 30°F (17°C) above the minimum design metal temperature to minimize
the risk of brittle fracture. [See UG-20 and General Note (6) to Fig. UCS-
66.2.]
(d) The pressure in the vessel shall be gradually increased to not more than
one-half of the test pressure. Thereafter, the test pressure shall be
increased in steps of approximately one-tenth of the test pressure until the
required test pressure has been reached. Then the pressure shallbe reduced
to a value equal to the test pressure divided by 1.1 and held for a sufficient
time to permit inspection of the vessel. Except for leakage that might occur
at temporary test closures for those openings intended for welded
connections, leakage is not allowed at the time of the required visual
inspection. Leakage from temporary seals shall be directed away so as to
avoid masking leaks from other joints. The visual inspection of the vessel at
the required test pressure divided by 1.1 may be waived provided:
(1) a suitable gas leak test is applied;
(2) substitution of the gas leak test is by agreement reached
between Manufacturer and Inspector;
(3) all welded seams which will be hidden by assembly be given a
visual examination for workmanship prior to assembly;
(4) the vessel will not contain a “lethal” substance.
(e) Vessels, except for those in lethal service, may be painted or otherwise
coated either internally or externally, and may be lined internally, prior to
the pressure test. However, the user is cautioned that such painting /
coating /lining may mask leaks that would otherwise have been detected
during the pressure test.
N-1593 REV. D OUT / 96
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 14 páginas
ENSAIO NÃO-DESTRUTIVO -
ESTANQUEIDADE
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
n Indicação de item, tabela ou figura de conteúdo alterado em relação à revisão
anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto
desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela
adoção e aplicação dos itens da mesma.
CONTEC
Comissão de Normas
Técnicas
Requisito Mandatório: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser
utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de
não seguí-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-
gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta
Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros
verbos de caráter impositivo.
SC - 27
Prática Recomendada (não-mandatória): Prescrição que pode ser utilizada nas
condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade
de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário
desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e
“aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática
Recomendada].
Ensaios
Não-Destrutivos
Cópias dos registros das "não-conformidades" com esta Norma, que possam contribuir
para o aprimoramento da mesma, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão
Autora.
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão
Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a
proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas
durante os trabalhos para alteração desta Norma.
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização
da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente,
através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A
circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e
Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”
Apresentação
As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
– GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelos
Representantes Locais (representantes das Unidades Industriais, Empreendimentos de Engenharia,
Divisões Técnicas e Subsidiárias), são aprovadas pelas Subcomissões Autoras – SCs (formadas por
técnicos de uma mesma especialidade, representando os Órgãos da Companhia e as Subsidiárias) e
aprovadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Superintendências dos
Órgãos da Companhia e das suas Subsidiárias, usuários das normas). Uma norma técnica
PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser
reanalisada a cada 5 (cinco) anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As normas técnicas
PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N -1. Para
informações completas sobre as normas técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas
PETROBRAS.
../link.asp?cod=N-0001
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PÁGINA EM BRANCO
N-1593 REV. D OUT / 96
3
nn 1 OBJETIVO
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis e práticas recomendadas na realização do ensaio
de estanqueidade por meio de passagem de gases pressurizados (formação de bolhas), ou pela
penetração de líquidos por capilaridade.
1.2 Esta Norma se aplica na detecção de defeitos passantes em juntas soldadas, chapas,
fundidos e forjados.
Nota: A função única dos ensaios de estanqueidade é a detecção de eventuais
vazamentos. Dessa forma, todos os ensaios aqui citados não visam a análise da
resistência mecânica, deformação e recalques estruturais, constantes em outros
testes, hidrostáticos e/ou pneumáticos, muito embora estes visem também a
detecção de vazamentos.
2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a
presente Norma.
PETROBRAS N-1590 - Ensaio Não-Destrutivo - Qualificação de Pessoal;
PETROBRAS N-1597 - Ensaio Não-Destrutivo - Visual;
ASME Boiler and Pressure Vessel Code, Section V, Edition 1995.
3 CONDIÇÕES GERAIS
As condições gerais devem ser conforme a norma ASME V artigo 10 e com as seguintes
complementações e exceções expressas em relação àquela norma.
3.1 Preparação e Limpeza da Superfície
3.1.1 Para aços inoxidáveis e ligas de níquel, as ferramentas de preparação da superfície
destes materiais devem ser utilizadas apenas para os mesmos e atender aos seguintes
requisitos:
a) ser de aço inoxidável ou revestidas com este material;
b) os discos de corte devem ter alma de nylon ou similar.
n 3.1.2 No ensaio de ligas à base de níquel, aços inoxidáveis austeníticos e titânio, os produtos
de limpeza e o líquido de ensaio somente podem ser utilizados se contiverem teor de
elementos contaminantes (cloro, flúor e enxofre) abaixo dos limites citados na norma ASME
Sec.V, Artigo 6, item T-641.
../link.asp?cod=N-1590
../link.asp?cod=N-1597
N-1593 REV. D OUT / 96
4
3.2 Ensaio Visual
Deve serfeito de acordo com a norma PETROBRAS N-1597, antes do ensaio de
estanqueidade.
3.3 Limpeza Final
Os materiais utilizados devem ser total e adequadamente removidos após o ensaio.
nn 3.4 Registro de Resultados
3.4.1 Os resultados do ensaio devem ser registrados por meio de um sistema de identificação
e rastreabilidade que permita correlacionar o local ensaiado com o relatório e vice-versa.
3.4.2 Deve ser emitido um relatório contendo adicionalmente os seguintes itens:
a) nome do emitente (órgão da PETROBRAS ou firma executante);
b) identificação numérica;
c) identificação da peça ou equipamento;
d) número e revisão do procedimento;
e) registro dos resultados;
f) normas e/ou valores de referência para interpretação dos resultados;
g) laudo indicando aceitação, rejeição ou recomendação de ensaio complementar;
h) data;
i) identificação e assinatura do inspetor responsável.
Nota: A critério da PETROBRAS pode ser elaborado um relatório para cada ensaio ou
vários registros emitidos em separado baseados na área ou tipo de trabalho, ou
ambos combinados.
3.4.3 A descrição da sistemática de registro de resultados pode ser dispensada de constar no
procedimento de inspeção, a critério da PETROBRAS, se o executante (órgão da
PETROBRAS ou firma executante) apresentar em seu Sistema de Qualidade, uma sistemática
que atenda ao item 3.4.1.
3.5 Qualificação de Inspetor
Deve ser qualificado de acordo com a norma PETROBRAS N-1590.
../link.asp?cod=N-1597
../link.asp?cod=N-1590
N-1593 REV. D OUT / 96
5
4 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
nn 4.1 Ensaio de Formação de Bolhas com Pressão Positiva
4.1.1 No procedimento de inspeção da executante devem constar os seguintes itens:
a) objetivo e indicação do método de ensaio;
b) normas de referência;
c) croqui da peça ou equipamento e sistema de pressurização (ex. FIGURA 1);
d) material da peça ou equipamento;
e) região a ser ensaiada;
f) locação, escala e calibração dos manômetros;
g) materiais empregados (gás e solução formadora de bolhas);
h) faixa de temperatura da superfície a ser ensaiada;
i) modo de vedação de aberturas;
j) condição requerida para as superfícies a serem ensaiadas e métodos de
preparação;
l) materiais e produtos de limpeza;
m) pressão de ensaio;
n) seqüência e tempo de pressurização;
o) método de inspeção (direto ou remoto);
p) iluminação especial, instrumentos ou aparelhos a serem usados, se necessário;
q) requisitos adicionais;
r) limpeza final;
s) sistemática de registro dos resultados;
t) formulário ou conteúdo mínimo do relatório de registro de resultados.
Nota: Os itens e), f), g), h) e j), já constam no ASME Seção V.
4.1.2 O procedimento deve ter o nome do emitente (órgão da PETROBRAS ou firma
executante) ser numerado e ter indicação da revisão.
4.1.3 O niple a ser conectado no furo de ensaio deve conter um entalhe na extremidade, a fim
de evitar o bloqueio do gás, no caso da extremidade do niple entrar em contato com a chapa
oposta ao furo de ensaio (FIGURA 1), ou ter comprimento de rosca pelo menos 8 mm
inferior à espessura da peça na qual deve ser conectado.
n 4.1.4 Os materiais a serem empregados devem estar de acordo com os seguintes requisitos:
a) deve ser usado para pressurização ar comprimido ou gás inerte (nitrogênio,
hélio, argônio) não sendo permitido o uso de materiais tóxicos ou inflamáveis;
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b) a solução formadora de bolhas não deve conter quantidade excessiva de bolhas,
de forma a minimizar a dificuldade de interpretação e distinção entre estas e as
bolhas causadas por eventuais vazamentos;
c) na impossibilidade do uso de soluções comerciais apropriadas, pode ser usada a
solução de líquido detergente ou sabão líquido, glicerina e água na proporção
de 1 x 1 x 4,5 de cada componente em volume ou outra solução que atenda às
especificações constantes no ASME Sec.V;
d) a solução deve ser preparada com antecedência para que haja a dissipação das
bolhas e da espuma antes do uso;
e) no ensaio de ligas à base de níquel, aços inoxidáveis austeníticos e titânio, a
solução formadora de bolhas e os produtos de limpeza devem atender a 3.1.2.
4.1.5 A pressão do ensaio (manométrica) deve ser:
a) de 69 a 98 kPa (0,7 a 1,0 kgf/cm2), para chapas de reforço;
b) aquela consignada na norma de projeto, fabricação e montagem do equipamento
ou da peça, para equipamentos com revestimentos metálicos internos ou
superfícies planas;
c) aquela consignada nas normas de projeto, fabricação e montagem do
equipamento ou da peça, prevista para o ensaio pneumático, para superfícies
cilíndricas e/ou calotas.
4.1.6 O tamponamento do furo de ensaio deve ser efetuado de acordo com a norma de
projeto e de construção e montagem do equipamento.
4.1.7 Sempre que qualquer item do procedimento for alterado, deve ser emitida uma revisão
do procedimento.
4.2 Ensaio de Formação de Bolhas com Pressão Negativa
n 4.2.1 No procedimento de inspeção da executante devem constar os seguintes itens:
a) objetivo e indicação do método de ensaio;
b) normas de referência;
c) croqui da peça ou equipamento e sistema de formação de vácuo, com o
detalhamento da caixa de vácuo (ex.: FIGURAS 2, 3 e 4);
d) material da peça ou equipamento;
e) região a ser ensaiada;
f) locação, escala e calibração dos manômetros;
g) solução formadora de bolhas;
h) faixa de temperatura da superfície a ser ensaiada;
i) modo de vedação das aberturas;
j) condição requerida para as superfícies a serem ensaiadas e métodos de
preparação;
l) materiais e produtos de limpeza;
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m) pressão de ensaio;
n) tempo de pressurização;
o) método de inspeção (direto ou remoto);
p) iluminação especial, instrumentos ou aparelhos a serem usados, se necessário;
q) requisitos adicionais;
r) limpeza final;
s) sistemática de registro de resultados;
t) formulário ou conteúdo mínimo do relatório de registro de resultados.
Nota: Os itens e), f), g), h) e j), já constam no ASME Seção V.
4.2.2 O procedimento deve ter o nome do emitente (órgão da PETROBRAS ou firma
executante), ser numerado e ter indicação da revisão.
4.2.3 A caixa de vácuo deve ter dimensões convenientes podendo ser utilizados os modelos
indicados nas FIGURAS 2 e 3. O visor da caixa deve ser substituído, caso apresente entalhes
em sua superfície, que possam comprometer a resistência mecânica do mesmo e quando
comprometer a visualização do ensaio.
n Nota: Para o Ensaio de Formação de Bolhas com Pressão Negativa além do método descrito
nas FIGURAS 2 e 3 podem também ser usadas bombas de vácuo conforme citado no
ASME Seção V Artigo 10.
n 4.2.4 A solução formadora de bolhas a ser empregada deve estar de acordo com os seguintes
requisitos:
a) não deve conter quantidade excessivade bolhas, de forma a minimizar a
dificuldade de interpretação entre estas e as bolhas causadas por eventuais
vazamentos;
b) na impossibilidade do uso de soluções comerciais apropriadas, pode ser usada a
solução de líquido detergente ou sabão líquido, glicerina e água na proporção de
1 x 1 x 4,5 de cada componente em volume ou outra solução que atenda às
especificações constantes no ASME Sec.V;
c) a solução deve ser preparada com antecedência para que haja a dissipação das
bolhas e da espuma antes do uso;
d) no ensaio de ligas à base de níquel, aços inoxidáveis austeníticos e titânio, a
solução formadora de bolhas e os produtos de limpeza deve atender ao item
3.1.2.
4.2.5 A execução do ensaio deve ser sempre efetuada com uma sobreposição mínima de-
100 mm entre a região já ensaiada e a região subseqüente de ensaio.
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4.2.6 Sempre que qualquer item do procedimento for alterado, deve ser emitida uma revisão
do procedimento.
4.3 Ensaio de Capilaridade
n 4.3.1 No procedimento de inspeção da executante devem constar, na seqüência indicada, os
seguintes itens:
a) objetivo e indicação do método de ensaio;
b) normas de referência;
c) croqui da peça ou equipamento;
d) material da peça ou equipamento;
e) região a ser ensaiada;
f) aparelho ou modo de aplicação do líquido de ensaio;
g) líquido de ensaio;
h) revelador;
i) faixa de temperatura da superfície a ser ensaiada;
j) modo de vedação de aberturas;
l) condição requerida para as superfícies a serem ensaiadas e métodos de
preparação;
m) materiais e produtos de limpeza;
n) tempo de penetração;
o) método de inspeção (direto ou remoto);
p) iluminação especial, instrumentos ou aparelhos a serem usados, se necessário;
q) requisitos adicionais;
r) limpeza final;
s) sistemática de registro de resultados;
t) formulário ou conteúdo mínimo do relatório de registro de resultados.
Nota: Os itens e), f), g), h), i) e l), já constam no ASME Seção V.
4.3.2 O procedimento deve ter o nome do emitente (órgão da PETROBRAS ou firma
executante), ser numerado e ter indicação da revisão.
4.3.3 O líquido de ensaio deve ter alto efeito de capilaridade, ser de secagem e evaporação
difícil sob o efeito do ar e/ou temperatura e seu tempo de secagem deve ser sempre superior
ao previsto para penetração.
n 4.3.4 Para o ensaio de solda em ângulo, na ligação fundo-costado ou entre compartimentos
do teto flutuante de tanques de armazenamento, carcaças de bombas e fundidos em geral
(todos em aço-carbono), o líquido de ensaio pode ser o óleo diesel ou querosene, podendo ser
adicionado um corante para aumentar o contraste.
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n 4.3.5 No ensaio de estanqueidade por capilaridade deve ser utilizado revelador que tenha
comprovada eficiência de absorção, e propicie contraste adequado para visualização, podendo
ser usadas tintas à base de alvaiade, talco ou revelador de líquido penetrante.
n 4.3.6 No ensaio de ligas à base de níquel, aços inoxidáveis austeníticos e titânio, o líquido de
ensaio, os produtos de limpeza e o revelador devem atender ao item 3.1.2.
4.3.7 Na preparação de superfície deve ser evitada a limpeza com jato de areia, granalha ou
outros meios que possam deformar e/ou tamponar as descontinuidades na superfície.
n 4.3.8 O tempo de penetração deve ser escolhido de forma a garantir, efetivamente, que a
passagem do líquido de ensaio seja conseguida, quando da existência de eventuais
vazamentos.
4.3.9 O tempo mínimo de penetração no ensaio de capilaridade deve ser de 24 horas.
4.3.10 Sempre que qualquer item do procedimento for alterado, deve ser emitida uma revisão
do procedimento.
____________
/ANEXO
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PÁGINA EM BRANCO
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ANEXO - FIGURAS
FIGURA 1 - EXEMPLO DE SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO
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12
FIGURA 2 - EXEMPLO DE CAIXA DE VÁCUO PARA
SUPERFÍCIES PLANAS
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FIGURA 3 - EXEMPLO DE CAIXA DE VÁCUO PARA
SUPERFÍCIES EM ÂNGULO
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FIGURA 4 - EXEMPLO DE EJETOR - ENSAIO DE
ESTANQUEIDADE PRESSÃO NEGATIVA
Pressure Vessel Failure during Hydro Test
Nanjing Yuchuang Co, China
28th November 2007
Please find attached a couple of photos of a pressure vessel that recently
failed whilst under hydrotest during post fabrication testing. This vessel was
manufactured by Nanjing Yuchuang Co. in China and the plate was of
Chinese mill origin. Unfortunately this is another example of serious
equipment/material failures with equipment being sourced out of the rapidly
developing economies such as China, Eastern Bloc and others. These
examples are becoming almost a weekly occurrence now and are exhibiting
failure modes not seen in the mature manufacturing economies since the
1930's. Again we need to ensure vigilance in the acceptance of manufacturers
and once more I stress the need to know where the base materials are
sourced from.
Apparently this pressure vessel had reached fifty percentof the required test
pressure when the shell ruptured. A metallurgical failure report is not available
however from the photographs a number of observations could be made
regarding the quality of the material and the welding. If you check out the
welding (undercut/poor visual/arc strikes) it is unlikely that this vessel would
have be conforming to any Pressure Vessel code, let alone be ready for a
hydro.
As others have said in relation to this particular failure example I bet there
would be more than the one contributing factor ("The Material") associated
with this failure.
Pressure_Vessel_Failure_during_Hydro_Test.pdf
PV Failure - China.pdf
Pressure Vessel Hydro Pictures 1.pdf
Pressure Vessel Hydro Pictures 2.pdf