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Avaliação 
fisioterapêutica em UTI 
neonatal
Profª. Me. EDUARDA MENDONÇA
Plano de aula
Avaliação respiratória
Avaliação motora
Avaliação estática
Avaliação dinâmica 
Escalas
Avaliação física
Reflexos
Escalas
Exames complementares
Sinais vitais
FREQUÊNCIA CARDÍACA
145 bpm – média
90 bpm a 180 bpm
< 90 bpm - Bradicardia
> 180 bpm - Taquicardia
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Sinais vitais
FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA
40 a 60 ipm
< 40 ipm- Bradipneia
> 60 ipm - Taquipneia
É comum que o ritmo respiratório do RN, principalmente de 
prematuros, seja periódico, com pausas entre 5 e 10 segundos. 
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Sinais vitais
TEMPERATURA
37ºC
39,7 a 41ºC37,7 a 39ºC35 a 37ºC< 35ºC
HipertermiaFebre altaFebreNormalHipotermia
> 41ºC
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Sinais vitais
PRESSÃO ARTERIAL
65/45 mmHg
PAM: 48 mmHg PAM = PAS + (2x PAD)
3
Pejovic, 2007DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Sinais vitais
PRESSÃO ARTERIAL
65/45 mmHg
PAM: 48 mmHg
Idade Gestacional SISTÓLICA MÉDIA DIASTÓLICA
(semanas) 
Pejovic, 2007DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Tônus
Tronco
Membros Superiores
Membros Inferiores 
Hipotonia
Hipertonia
Hipertonia
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Tônus
Hipotonia Hipertonia
A causa deverá ser 
investigada
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Reflexos primitivos
Sucção reflexa
Pode ser avaliada de forma natural pelo aleitamento ou
colocando a mão da criança em sua boca. Esse reflexo
deve desaparecer até o sexto mês.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Reflexos primitivos
Busca
Ao tocar no lábio superior em um dos lados com o seio
materno, o RN vira sua cabeça para o lado que recebeu
o estímulo em busca da mama e, logo em seguida, irá
abrir a boca.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Reflexos primitivos
Preensão palmar
Ao estimular a região palmar do RN, haverá flexão dos
dedos para a preensão. Esse reflexo deve desaparecer
até o sexto mês, quando aparece o reflexo apenas
voluntário da preensão.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Reflexos primitivos
Reflexo cutâneo 
plantar
Obtido pelo estímulo da região plantar lateral do pé. A
resposta esperada é a dorsiflexão do hálux
acompanhada da separação dos demais dedos. A partir
do 13º mês, a criança deve apresentar a flexão plantar
do hálux, pois, a partir desse momento, o reflexo da
dorsiflexão se torna patológico (sinal de Babinski).
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Reflexos primitivos
Reflexo de marcha
Apoiar as axilas do RN nas mãos do examinador e
levantá-lo na posição vertical, deixando seus pés
encostarem a mesa de exame de maneira que cause
uma pequena pressão. O corpo do recém-nascido fica
ereto como reação ao apoio.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Reflexos primitivos
Reflexo de moro
A criança em decúbito dorsal, fazer extensão ao mesmo
tempo dos membros superiores, distendo-os e
soltando-os bruscamente. A resposta esperada é a
extensão brusca inicial e adução dos membros
superiores, seguida de flexão simétrica e bilateral
(simulando um abraço). A assimetria do reflexo de
Moro pode indicar lesão do plexo braquial.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Reflexos primitivos
Reflexo de Galant
Suspender o recém-nascido em posição de pronação e
estimular a musculatura paravertebral no sentido
craniocaudal. A resposta esperada é a curvatura do
tronco para a área estimulada
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Reflexos primitivos
Reflexo tônico-cervical
Fazer a rotação da cabeça da criança para um dos lados.
Essa manobra produz a extensão dos membros superior
e inferior do lado em que a cabeça foi rotacionada e
flexão dos membros contralaterais. A manobra deve ser
executada bilateralmente para verificar a simetria. O
reflexo tônico-cervical desaparece até o terceiro mês.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Crânio 
Pescoço
Face
Pele
Membros superiores e inferiores
Tronco 
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Crânio
Osso frontal
Sutura sagital
Osso parietal
Sutura lambdóide
Osso occipital
Fontanela posterior
Fontanela anterior
Sutura coronal
Formato das fontanelas
Formato do crânio
Perímetro cefálico
Fechamento 4º mês
Fechamento 9 a 18º mês
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Pescoço
Inspeção
Palpação 
Esternocleidomastóideo
Simetria do pescoço
Tumorações
Pescoço alado (Síndrome de Turner)
Palpação do ECOM – encurtamento: Torcicolo congênito
Mobilidade - comprometimento de unilateral: torcicolo congênito
- comprometimento bilateral: síndrome Klippel-Feil
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Face
Analisar evidências de síndromes genéticas que podem se manifestar com características
como fonte proeminente, micro/macrocania, alterações do dorso nasal, das pregas
epicânticas, das orelhas de baixa implementação, da protusão da língua e do pescoço
alado.
Olhos
Nariz
Orelhas
Boca DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA 
SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Pele
Presença de edema, cianose, palidez e icterícia.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Pele
Icterícia presente nas primeiras 24h de vida é patológica -
investigada.
A icterícia fisiológica, aparece após o segundo ou terceiro dia
de vida e pode estar relacionada ao próprio aleitamento
materno. Zona 4 de Krammer acometida, mesmo no período
fisiológico, deve ser investigada.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Pele
Icterícia
> 18mg/dL: Luz fluorescente
quebra as moléculas de bilirrubina.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Membros Superiores e Inferiores 
Avaliar a resistência dos membros aos movimentos e o tônus muscular para o rastreamento
de flacidez ou paralisia.
Pesquisar possível luxação congênita de quadril ou displasia do desenvolvimento do quadril
por meio da manobra de Ortolani e da manobra de Barlow.
Avaliar alterações morfológicas e anatômicas
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Manobra de Ortolani e da manobra de Barlow
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Abdome Aparelho cardiovascular Aparelho respiratório
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Abdome
Avaliação do coto umbilical
Formato do abdome
Anatomia
Sinais de infecção 
Tempo de involução (1 a 2 semanas queda)
Globoso
Diástase dos retos – propicio à hernias umbilicais
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Aparelho cardiovascular
Palpação dos pulsos: axilares, braquiais, femorais 
- amplitude, simetria e ritmo 
Verificação da FC
Ausculta cardíaca – avaliação das bulhas
VALVA DA AORTA
VALVA MITRALVALVA DO TRONCO PULMONAR
VALVA TRICÚSPIDE
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estadogeral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Aparelho respiratório
Inspeção Palpação Ausculta pulmonar
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Aparelho respiratório - Inspeção
Simetria do tórax
Forma barril – diâmetro antero-posterior maior ou igual ao látero-lateral
Sem retrações ou abaulamentos visíveis
Simetria bilateral
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Aparelho respiratório - Palpação
Palpação do tórax
Expansibilidade bilateral 
Expansibilidade (hipo ou normal)
Palpação da clavícula 
Palpação de costelas
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Aparelho respiratório – Ausculta pulmonar
Ausculta pulmonar deve ser realizada em focos paraesternais e paravertebrais na parede 
anterior e posterior do tórax respectivamente.
Aproximadamente 4 pontos anterior
NEONATO
Aproximadamente 4-6 pontos posterior
Estridor laríngeo
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Aparelho respiratório – Ausculta pulmonar
Murmúrio vesicular ou som pulmonar
Audível bilateralmente, sem ruídos adventícios. 
Ruído traqueal
BERTRAND Z, 2020
Estado geral do neonato
Avaliação craniocaudal 
Tronco
Aparelho respiratório – Ausculta pulmonar
Ruídos adventícios
Contínuos
Descontínuos
Estridor
Sibilos
Roncos
Creptantes finos
Creptantes grossos
BERTRAND Z, 2020
Ausculta pulmonar
Estado geral do neonato
Desconforto respiratório
Sinais e sintomas Batimento de asa de nariz;
Uso de musculatura acessória;
Retração xifoidiana;
Presença de tiragem subcostal, intercostal ou fúrcula;
Gemidos e estridor;
Desaturação;
Taquipneia.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Boletim de Silverman-Andersen
1-3 desconforto leve
4-7 desconforto 
moderado
7-10 desconforto grave
Avalia o desconforto 
respiratório do neonato
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. 
Escalas
Escala de RAMSAY
Avaliação cognitiva do neonato sedado.
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Escalas
Escala de coma de GLASGOW adaptada
Avaliação cognitiva do neonato 
sem sedação. 
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012.
Escalas
Escala de avaliação da dor 
Escala de Fácies Revisada (FPS-R) 
A Escala de Fácies Revisada (FPS-R) é muito comum e simples de ser realizada, ela avalia seis 
faces, com expressões, fazendo a correlação métrica de 0-10, em escala crescente de dor.
Sem dor Sem dor Dor mod. Dor intensa
DUNCAN, 2013. RODRIGUES , 2009.
Obrigada!
Eduarda.bmendonca@gmail.com
	Slide 1
	Slide 2: Plano de aula
	Slide 3: Sinais vitais
	Slide 4: Sinais vitais
	Slide 5: Sinais vitais
	Slide 6: Sinais vitais
	Slide 7: Sinais vitais
	Slide 8: Estado geral do neonato
	Slide 9: Estado geral do neonato
	Slide 10: Estado geral do neonato
	Slide 11: Estado geral do neonato
	Slide 12: Estado geral do neonato
	Slide 13: Estado geral do neonato
	Slide 14: Estado geral do neonato
	Slide 15: Estado geral do neonato
	Slide 16: Estado geral do neonato
	Slide 17: Estado geral do neonato
	Slide 18: Estado geral do neonato
	Slide 19: Estado geral do neonato
	Slide 20: Estado geral do neonato
	Slide 21: Estado geral do neonato
	Slide 22: Estado geral do neonato
	Slide 23: Estado geral do neonato
	Slide 24: Estado geral do neonato
	Slide 25: Estado geral do neonato
	Slide 26
	Slide 27: Estado geral do neonato
	Slide 28: Estado geral do neonato
	Slide 29: Estado geral do neonato
	Slide 30: Estado geral do neonato
	Slide 31: Estado geral do neonato
	Slide 32: Estado geral do neonato
	Slide 33: Estado geral do neonato
	Slide 34: Estado geral do neonato
	Slide 35: Estado geral do neonato
	Slide 36: Ausculta pulmonar 
	Slide 37: Estado geral do neonato
	Slide 38: Boletim de Silverman-Andersen
	Slide 39: Escalas
	Slide 40: Escalas
	Slide 41: Escalas
	Slide 42

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