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Apologética Cristã

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exemplo disto está no atual debate sobre a discriminalização do aborto, a união civil entre pessoas do mesmo sexo e a eutanásia. Período Apostólico Na Igreja Cristã primitiva existiram apóstolos apologetas como São Paulo (cf. 2Coríntios 10,5), São Pedro (cf. 1Pedro 3,15), São Judas Tadeu (cf. Judas 1,3), entre outros. A apologética que todos eles promoviam era principalmente dirigida contra os judeus e cristãos-judaizantes, os quais dificultavam a adesão de novos fiéis cristãos. Com efeito, os melhores exemplos da apologética do primeiro século se encontram no Novo Testamento. O livro dos Atos dos Apóstolos relata (18,24-25.27-28) que existiu um homem chamado Apolo que promoveu a defesa da fé de uma maneira audaz: "Entrementes, um judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloqüente e muito versado nas Escrituras, chegou a Éfeso. Era instruído no caminho do Senhor, falava com fervor de espírito e ensinava com precisão a respeito de Jesus (…) A sua presença foi, pela graça de Deus, de muito proveito para os que haviam crido, pois com grande veemência refutava publicamente os judeus, provando, pelas Escrituras, que Jesus era o Messias" (BAM). Outra corrente religiosa que ampliou a apologética neste período foi o denominado "Gnosticismo cristão", o qual foi definitivamente derrotado no período seguinte, com a ajuda e intelectualidade de Ireneu de Lião (+202). Período Patrístico A literatura cristã do século II d.C. é sobretudo apologética, combatendo judeus, pagãos e imperadores. Justino Mártir aponta o cumprimento da profecia bíblica no Cristianismo. Irineu de Lião : Para Irineu, a Tradição é, de certo modo, superior à Escritura, pois os autores sacros antes pregaram, e só depois escreveram o que ensinaram. ADVERSUS HAERESES No século III, Tertuliano continua, com coragem, a apologética. Em Alexandria, Clemente compõe uma exortação à conversão chamada "O Protréptico". Orígenes sucede Clemente de Alexandria e refuta as acusações do pagão Celso em sua obra "Contra Celso". É com este autores, em especial, que a apologética alcança o refinamento filosófico. Eusébio de Cesareia, em sua "Preparação Evangélica" refuta Porfírio e vê, com Atanásio de Alexandria, a queda do Paganismo no Império Romano. Jerônimo e Agostinho de Hipona, no Ocidente, fazem brilhar a apologética cristã em obras como "Contra Helvídio" e "A Cidade de Deus". Sucedem-lhes Leão Magno e Gregório Magno. São Cirilo de Alexandria contra Nestório Idade Média No século VII, a apologética passa a responder aos muçulmanos. João Damasceno escreve diálogos entre cristãos e muçulmanos; Isidoro de Sevilha (século VIII), Pedro Damiano(século XI), Ruperto de Deutz (século XII) publicam debates. Abelardo redige um diálogo entre um filósofo, um judeu e um cristão. No século XIII, Tomás de Aquino escreve a monumental Suma Teológica e a "Suma contra os Gentios", abordando questões como a existência de Deus, a imortalidade da alma, a Santíssima Trindade e a Encarnação do Verbo. A partir do século XIV, as escolas de Scoto e Ockham passam a sustentar que só é possível alcançar a fé pela razão. Durante o Renascimento, Ficino elabora uma síntese entre a filosofia platônica e a fé cristã, defendendo a imortalidade da alma e a divindade de Cristo. Do século XVI ao século XVIII Nos séculos XVI e XVII verificou-se um grande desenvolvimento dos estudos teológicos, em parte proporcionado pela invenção recente da imprensa, pelos estudos humanistas e pela necessidade de instrução do povo, mas sobretudo deram ocasião e assunto a muitas obras os decretos, atos e estudos do Concílio de Trento: Em razão dos movimentos reformistas protestantes, os católicos do século XVI passam a se ocupar das disputas daí oriundas. O zelo apostólico e gênio persuasivo e insofismável de São Carlos Borromeu revolucionou a catequese católica. São Carlos Borromeu, Cardeal, orador, teólogo e escritor. O grande sábio Roberto Belarmino, doutor da Igreja, publicou De scriptoribus ecclesiasticis(Roma, 1613) e a monumental Disputationes de controversiis christianae fidei(escrita entre 1581–1593). O erudito Jacques-Bénigne Bossuet escreve Defesa da Tradição e dos Santos Padres(1693) e História de mudanças nas igrejas protestantes(1688). Jacques-Bénigne Bossuet, Bispo, orador, teólogo e escritor. A apologética católica deste período deve muito também aos gênios cruzados de Pedro Canísio, Bartolomeu Carranza, João Maier, Johann Faber de Heilbronn, Michael Helding, Hosius e Du Perron. O Cardeal Belarmino S.J. foi o mais célebre pelas suas obras contra as heresias da época, que demonstrou conhecer muito bem, o que lhe granjeou não poucos inimigos dentre os hereges. Também teve de suportar a sanha dos Bourbons, porque discorreu em seus escritos, de modo claro, sobre a reta doutrina sobre os direitos e deveres nas relações entre a Igreja e o Estado. Já Bossuet escreveu sobre "Histoire des variations des églises protestantes" em que faz a crítica das posições dos protestantes. No campo da Teologia Moral surgiram

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Questões resolvidas

exemplo disto está no atual debate sobre a discriminalização do aborto, a união civil entre pessoas do mesmo sexo e a eutanásia. Período Apostólico Na Igreja Cristã primitiva existiram apóstolos apologetas como São Paulo (cf. 2Coríntios 10,5), São Pedro (cf. 1Pedro 3,15), São Judas Tadeu (cf. Judas 1,3), entre outros. A apologética que todos eles promoviam era principalmente dirigida contra os judeus e cristãos-judaizantes, os quais dificultavam a adesão de novos fiéis cristãos. Com efeito, os melhores exemplos da apologética do primeiro século se encontram no Novo Testamento. O livro dos Atos dos Apóstolos relata (18,24-25.27-28) que existiu um homem chamado Apolo que promoveu a defesa da fé de uma maneira audaz: "Entrementes, um judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloqüente e muito versado nas Escrituras, chegou a Éfeso. Era instruído no caminho do Senhor, falava com fervor de espírito e ensinava com precisão a respeito de Jesus (…) A sua presença foi, pela graça de Deus, de muito proveito para os que haviam crido, pois com grande veemência refutava publicamente os judeus, provando, pelas Escrituras, que Jesus era o Messias" (BAM). Outra corrente religiosa que ampliou a apologética neste período foi o denominado "Gnosticismo cristão", o qual foi definitivamente derrotado no período seguinte, com a ajuda e intelectualidade de Ireneu de Lião (+202). Período Patrístico A literatura cristã do século II d.C. é sobretudo apologética, combatendo judeus, pagãos e imperadores. Justino Mártir aponta o cumprimento da profecia bíblica no Cristianismo. Irineu de Lião : Para Irineu, a Tradição é, de certo modo, superior à Escritura, pois os autores sacros antes pregaram, e só depois escreveram o que ensinaram. ADVERSUS HAERESES No século III, Tertuliano continua, com coragem, a apologética. Em Alexandria, Clemente compõe uma exortação à conversão chamada "O Protréptico". Orígenes sucede Clemente de Alexandria e refuta as acusações do pagão Celso em sua obra "Contra Celso". É com este autores, em especial, que a apologética alcança o refinamento filosófico. Eusébio de Cesareia, em sua "Preparação Evangélica" refuta Porfírio e vê, com Atanásio de Alexandria, a queda do Paganismo no Império Romano. Jerônimo e Agostinho de Hipona, no Ocidente, fazem brilhar a apologética cristã em obras como "Contra Helvídio" e "A Cidade de Deus". Sucedem-lhes Leão Magno e Gregório Magno. São Cirilo de Alexandria contra Nestório Idade Média No século VII, a apologética passa a responder aos muçulmanos. João Damasceno escreve diálogos entre cristãos e muçulmanos; Isidoro de Sevilha (século VIII), Pedro Damiano(século XI), Ruperto de Deutz (século XII) publicam debates. Abelardo redige um diálogo entre um filósofo, um judeu e um cristão. No século XIII, Tomás de Aquino escreve a monumental Suma Teológica e a "Suma contra os Gentios", abordando questões como a existência de Deus, a imortalidade da alma, a Santíssima Trindade e a Encarnação do Verbo. A partir do século XIV, as escolas de Scoto e Ockham passam a sustentar que só é possível alcançar a fé pela razão. Durante o Renascimento, Ficino elabora uma síntese entre a filosofia platônica e a fé cristã, defendendo a imortalidade da alma e a divindade de Cristo. Do século XVI ao século XVIII Nos séculos XVI e XVII verificou-se um grande desenvolvimento dos estudos teológicos, em parte proporcionado pela invenção recente da imprensa, pelos estudos humanistas e pela necessidade de instrução do povo, mas sobretudo deram ocasião e assunto a muitas obras os decretos, atos e estudos do Concílio de Trento: Em razão dos movimentos reformistas protestantes, os católicos do século XVI passam a se ocupar das disputas daí oriundas. O zelo apostólico e gênio persuasivo e insofismável de São Carlos Borromeu revolucionou a catequese católica. São Carlos Borromeu, Cardeal, orador, teólogo e escritor. O grande sábio Roberto Belarmino, doutor da Igreja, publicou De scriptoribus ecclesiasticis(Roma, 1613) e a monumental Disputationes de controversiis christianae fidei(escrita entre 1581–1593). O erudito Jacques-Bénigne Bossuet escreve Defesa da Tradição e dos Santos Padres(1693) e História de mudanças nas igrejas protestantes(1688). Jacques-Bénigne Bossuet, Bispo, orador, teólogo e escritor. A apologética católica deste período deve muito também aos gênios cruzados de Pedro Canísio, Bartolomeu Carranza, João Maier, Johann Faber de Heilbronn, Michael Helding, Hosius e Du Perron. O Cardeal Belarmino S.J. foi o mais célebre pelas suas obras contra as heresias da época, que demonstrou conhecer muito bem, o que lhe granjeou não poucos inimigos dentre os hereges. Também teve de suportar a sanha dos Bourbons, porque discorreu em seus escritos, de modo claro, sobre a reta doutrina sobre os direitos e deveres nas relações entre a Igreja e o Estado. Já Bossuet escreveu sobre "Histoire des variations des églises protestantes" em que faz a crítica das posições dos protestantes. No campo da Teologia Moral surgiram

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APOLOGÉTICA
CARISMA MATER VERBI
I Pedro 3,15 - Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a
razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito.
"De um católico espera-se que respeite todas as religiões exceto a sua."
G. K. Chesterton
DEFINIÇÃO:
Apologética (do latim tardio apologetĭcus, por derivação de "apologia", "defesa verbal") é a
disciplina teológica própria de uma certa religião que se propõe a demonstrar a verdade da própria
doutrina, defendendo-a de teses contrárias.
A apologética desenvolveu-se sobretudo no Cristianismo – enquanto em outras religiões, como
o Islã e o Budismo, houve apenas tentativas menores. Assim, quando o termo "apologética" não é
seguido de especificação, é quase sempre entendido como "apologética cristã", ou seja, como a
prática da explanação, demonstração (de ordem moral, científica, histórica, etc.) e defesa
sistematizada da fé cristã, sua origem, credibilidade, autenticidade e superioridade em relação às
demais religiões e cosmovisões.
Na Patrística, chamam-se apologistas alguns que, sobretudo, no século II se dedicaram a escrever
apologias ao Cristianismo, usando temas e argumentos filosóficos,
notadamente platônicos e estoicos - que se mostraram compatíveis com a revelação cristã.
O objetivo desses escritos não era tanto o de defender o Cristianismo contra correntes filosóficas
diferentes ou contra religiões a ele opostas, mas sobretudo o de convencer o Imperador do direito de
existência legal dos cristãos dentro do Império Romano. Os textos apologéticos constituíram as
bases para o esclarecimento posterior dos dogmas teológicos e portanto, dos conceitos
fundamentais usados em teologia.
Como defesa fundamentada da fé, a Apologética está para a Teologia como a Filosofia está para
as Ciências Humanas.
Parte da teologia Católica que se dedica à defesa do catolicismo contra seus opositores.
ESTILOS DE APOLOGÉTICA CRISTÃ
Os principais tipos de apologética Cristã incluem: apologética evidencialista, apologética
pressuposicional, apologética filosófica, apologética profética, apologética doutrinal, apologética
bíblica, apologética moral e apologética científica.
Apologética evidencialista
Alega que as evidências materiais favorecem a validade do cristianismo. O evidencialista começa
num ponto comum com os não-cristãos, presumindo que os sentidos e a inteligência são
ferramentas úteis para descobrir a verdade. Ele menciona registros históricos em favor da Bíblia,
procurando demonstrar que:
1.Apesar de suas partes mais recentes terem sido escritas há quase dois milênios, ela foi
preservada por fiéis copistas, de modo que o sentido de seu texto permaneceu inalterado ao longo
dos séculos, como nenhum outro livro antigo chega perto de ser;
2.Ela contém profecias pontualmente cumpridas, que anteciparam eventos internacionais em
dezenas ou centenas de anos;
https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim_tardio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Islã
https://pt.wikipedia.org/wiki/Budismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Patrística
https://pt.wikipedia.org/wiki/Século_II
https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Platônico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Estoico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Imperador_Romano
https://pt.wikipedia.org/wiki/Império_Romano
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fé
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciências_Humanas
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sentido
https://pt.wikipedia.org/wiki/Inteligência
https://pt.wikipedia.org/wiki/Verdade
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bíblia
3.Ela é harmoniosa do começo ao fim, formando um único pensamento, apesar de seus autores
possuírem diversas formações e culturas, e, muitas vezes, não conhecerem os livros uns dos outros;
4.Ela é precisa arqueologicamente, se referindo a detalhes que, por inexatidão científica, eram
contestados pelos historiadores, até serem esclarecidos por escavações posteriores.
Então, quando a razão mostra-se limitada para encontrar respostas a questões que transcendem o
campo da investigação, tais como o sentido da existência, o evidencialista recomenda a aceitação
do cristianismo, pelas abundantes evidências acumuladas em favor dessa religião. Todas as
palavras contidas na Bíblia são fiéis de Gênesis a Apocalipse.
Apologética pressuposicional
Segundo esta escola, o cristianismo forma um sistema completo de pensamento, com autoridade
própria, não podendo ser autenticado por evidências externas, por ser necessariamente verdadeiro.
Os pressuposicionalistas alegam que a conquista do conhecimento exige um método confiável
de análise, que permita deduzir informações necessariamente extraídas de premissas anteriores, o
que só seria possível através do raciocínio sobre as declarações divinamente reveladas na Bíblia, e
nunca das sensações ou da razão pura.
Ao invés de começar a interpretar o mundo segundo premissas naturalísticas, não-cristãs, para,
depois, aceitar o cristianismo num “salto de fé”, o pressuposicionalista já começa aceitando o
cristianismo por seu valor inerente, por ser uma revelação suficiente como única base segura de
conhecimento. Ele pressupõe que os fatos só possuem significado porque foram interpretados por
Deus, antes de serem criados por Ele.
Apologética Católica define-se como todo o esforço que tem como objetivo o esclarecimento e a
defesa sistemáticas e bem fundamentadas dos dogmas e princípios católicos perante a sociedade. É
parecido com os vários tipos de Apologética existente, mas difere substancialmente no fato de a
Apologética Católica só ter a função de defender a Igreja Católica, enquanto que a Apologética em
geral tem o objetivo de defender o Cristianismo como um todo.
A apologética católica desenvolve-se principalmente nos âmbitos teológicos e sócio-políticos
“Viu-se que as situações pastorais da Igreja no século II reclamaram de Santo Irineu uma postura
apologética, ou seja, uma exposição clara da teologia do Cristianismo primitivo e da sua noção de
Tradição, com implicações eclesiológicas. Irineu mostrou, assim, o papel da Tradição na vida da
Igreja, que percorre a história dos homens, transmitindo o Evangelho do seu Senhor.”
ÂMBITO TEOLÓGICO
A apologética católica no âmbito teológico diz respeito ao testemunho da relação entre
os dogmas de fé professados pela comunidade e as suas doutrinas com os diversos contextos nos
quais o Cristianismo se confronta com o variado desafio da tradução e do confronto.
O desafio da apologética é mostrar e renovar a relação entre os dogmas católicos e as fontes da
experiência cristã: o Novo Testamento em relação normativa com o Tanakh dos judeus - chamado
pelos cristãos de Antigo Testamento ou Antiga Aliança; a Sagrada Tradição Apostólica e a sucessão
de tentativas de atualização realizadas na dialética entre a Autoridade Eclesiástica (Magistério) e a
experiência de fé renovada das comunidades cristãs.
Os apologetas católicos seguem diversas orientações. Entre elas, uma é a que vê como missão dos
apologistas católicos a de convencer que os ensinamentos do Magistério da Igreja Católica não são
contrários ao Depósito da Fé que os Santos Apóstolos confiaram à Igreja nascente. Seu principal
objetivo é convencer que a Igreja dos primeiros séculos é a própria Igreja Católica.
ÂMBITO SÓCIOPOLÍTICO
Aqui a apologética se concentra em combater na sociedade moderna as idéias ou movimentos que
do ponto de vista da doutrina católica são entendidos como contrários ao Evangelho de Cristo. Um
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arqueologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gênesis
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apocalipse
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema
https://pt.wikipedia.org/wiki/Análise
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dedução
https://pt.wikipedia.org/wiki/Premissa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Raciocínio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sensação
https://pt.wikipedia.org/wiki/Razãohttps://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética
https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Católica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Testamento
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tanakh
https://pt.wikipedia.org/wiki/Judeu
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristão
https://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Testamento
https://pt.wikipedia.org/wiki/Antiga_Aliança
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sagrada_Tradição
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dialética
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Autoridade_Eclesiástica&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Magistério
https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Católica
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Depósito_da_Fé&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Santo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apóstolo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética
https://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristo
exemplo disto está no atual debate sobre a discriminalização do aborto, a união civil entre pessoas
do mesmo sexo e a eutanásia.
Período Apostólico
Na Igreja Cristã primitiva existiram apóstolos apologetas como São Paulo (cf. 2Coríntios 10,5), São
Pedro (cf. 1Pedro 3,15), São Judas Tadeu (cf. Judas 1,3), entre outros.
A apologética que todos eles promoviam era principalmente dirigida contra os judeus e cristãos-
judaizantes, os quais dificultavam a adesão de novos fiéis cristãos.
Com efeito, os melhores exemplos da apologética do primeiro século se encontram no Novo
Testamento. O livro dos Atos dos Apóstolos relata (18,24-25.27-28) que existiu um homem
chamado Apolo que promoveu a defesa da fé de uma maneira audaz: "Entrementes, um judeu
chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloqüente e muito versado nas Escrituras, chegou
a Éfeso. Era instruído no caminho do Senhor, falava com fervor de espírito e ensinava com precisão
a respeito de Jesus (…) A sua presença foi, pela graça de Deus, de muito proveito para os que
haviam crido, pois com grande veemência refutava publicamente os judeus, provando, pelas
Escrituras, que Jesus era o Messias" (BAM).
Outra corrente religiosa que ampliou a apologética neste período foi o denominado "Gnosticismo
cristão", o qual foi definitivamente derrotado no período seguinte, com a ajuda e intelectualidade
de Ireneu de Lião (+202).
Período Patrístico
A literatura cristã do século II d.C. é sobretudo apologética, combatendo judeus, pagãos e
imperadores. 
Justino Mártir aponta o cumprimento da profecia bíblica no Cristianismo.
Irineu de Lião : Para Irineu, a Tradição é, de certo modo, superior à Escritura, pois os autores sacros
antes pregaram, e só depois escreveram o que ensinaram. ADVERSUS HAERESES
No século III, Tertuliano continua, com coragem, a apologética.
Em Alexandria, Clemente compõe uma exortação à conversão chamada "O Protréptico". 
Orígenes sucede Clemente de Alexandria e refuta as acusações do pagão Celso em sua obra
"Contra Celso".
É com este autores, em especial, que a apologética alcança o refinamento filosófico. 
Eusébio de Cesareia, em sua "Preparação Evangélica" refuta Porfírio e vê, com Atanásio de
Alexandria, a queda do Paganismo no Império Romano.
Jerônimo e Agostinho de Hipona, no Ocidente, fazem brilhar a apologética cristã em obras como
"Contra Helvídio" e "A Cidade de Deus".
Sucedem-lhes Leão Magno e Gregório Magno.
São Cirilo de Alexandria contra Nestório
Idade Média
No século VII, a apologética passa a responder aos muçulmanos. 
João Damasceno escreve diálogos entre cristãos e muçulmanos; 
Isidoro de Sevilha (século VIII), Pedro Damiano(século XI), Ruperto de Deutz (século XII) publicam
debates. 
Abelardo redige um diálogo entre um filósofo, um judeu e um cristão.
No século XIII, Tomás de Aquino escreve a monumental Suma Teológica e a "Suma contra os
Gentios", abordando questões como a existência de Deus, a imortalidade da alma, a Santíssima
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aborto
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eutanásia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apóstolos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_de_Tarso
https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Pedro
https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Pedro
https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Judas_Tadeu
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética
https://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Testamento
https://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Testamento
https://pt.wikipedia.org/wiki/Atos_dos_Apóstolos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apolo_(Bíblia)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Éfeso
https://pt.wikipedia.org/wiki/Messias
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gnosticismo_cristão
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gnosticismo_cristão
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ireneu_de_Lião
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ireneu_de_Lião
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ireneu_de_Lião
https://pt.wikipedia.org/wiki/Judeu
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pagão
https://pt.wikipedia.org/wiki/Justino_Mártir
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tertuliano
https://pt.wikipedia.org/wiki/Orígenes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Clemente_de_Alexandria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eusébio_de_Cesareia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eusébio_de_Cesareia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Porfírio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Atanásio_de_Alexandria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Atanásio_de_Alexandria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Paganismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Império_Romano
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jerônimo_de_Estridão
https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona
https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona
https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cidade_de_Deus
https://pt.wikipedia.org/wiki/Leão_Magno
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gregório_Magno
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética
https://pt.wikipedia.org/wiki/Muçulmano
https://pt.wikipedia.org/wiki/João_Damasceno
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristão
https://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilha
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Damiano
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruperto_de_Deutz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruperto_de_Deutz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruperto_de_Deutz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Abelardo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tomás_de_Aquino
https://pt.wikipedia.org/wiki/Suma_Teológica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Existência_de_Deus
https://pt.wikipedia.org/wiki/Imortalidade_da_alma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Santíssima_Trindade
Trindade e a Encarnação do Verbo. A partir do século XIV, as escolas de Scoto e Ockham passam a
sustentar que só é possível alcançar a fé pela razão. Durante o Renascimento, Ficino elabora uma
síntese entre a filosofia platônica e a fé cristã, defendendo a imortalidade da alma e a divindade de
Cristo.
Do século XVI ao século XVIII
Nos séculos XVI e XVII verificou-se um grande desenvolvimento dos estudos teológicos, em parte
proporcionado pela invenção recente da imprensa, pelos estudos humanistas e pela necessidade de
instrução do povo, mas sobretudo deram ocasião e assunto a muitas obras os decretos, atos e
estudos do Concílio de Trento:
Em razão dos movimentos reformistas protestantes, os católicos do século XVI passam a se
ocupar das disputas daí oriundas. O zelo apostólico e gênio persuasivo e insofismável de São Carlos
Borromeu revolucionou a catequese católica.
São Carlos Borromeu, Cardeal, orador, teólogo e escritor.
O grande sábio Roberto Belarmino, doutor da Igreja, publicou De scriptoribus ecclesiasticis(Roma,
1613) e a monumental Disputationes de controversiis christianae fidei(escrita entre 1581–1593).
O erudito Jacques-Bénigne Bossuet escreve Defesa da Tradição e dos Santos Padres(1693)
e História de mudanças nas igrejas protestantes(1688).
Jacques-Bénigne Bossuet, Bispo, orador, teólogo e escritor.
A apologética católica deste período deve muito também aos gênios cruzados de Pedro
Canísio, Bartolomeu Carranza, João Maier, JohannFaber de Heilbronn, Michael
Helding, Hosius e Du Perron.
O Cardeal Belarmino S.J. foi o mais célebre pelas suas obras contra as heresias da época, que
demonstrou conhecer muito bem, o que lhe granjeou não poucos inimigos dentre os hereges.
Também teve de suportar a sanha dos Bourbons, porque discorreu em seus escritos, de modo claro,
sobre a reta doutrina sobre os direitos e deveres nas relações entre a Igreja e o Estado.
Já Bossuet escreveu sobre "Histoire des variations des églises protestantes" em que faz a crítica das
posições dos protestantes.
No campo da Teologia Moral surgiram, nesta época, muitos tratados sistemáticos, destaca-se sobre
todos a figura de Santo Afonso de Ligório, fundador dos Redentoristas.
Na mística destacaram-se os incontáveis tratados de Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz, as
obras de São João de Ávila, de São Francisco de Sales e os famosos Exercícios
Espirituais de Santo Inácio de Loyola, também, dentre outros, escreveram obras ascéticas no
mesmo período, Afonso Rodrigues S. J. que escreveu O Tratado de perfeição e virtudes cristãs e o
Beato Lourenço Scupoli, teatino, redigiu O Combate Espiritual.
Século XIX
Na Inglaterra, John Henry Newman investiga o caminho pessoal para a fé: o Cristianismo seria a
única religião que responde à fé natural
O Concílio Vaticano I (1870), que definiu a infalibilidade do Papa nos assuntos de fé e moral,
pronunciados ex cathedra, aumenta o alcance da apologética, apoiando dois estilos: um bíblico e
histórico e outro experimental e eclesial.
Século XX
O anglicanismo dá à luz ótimos apologistas leigos como G. K. Chesterton (que mais tarde se
converterá ao Catolicismo) e C. S. Lewis (o qual possui uma visão muito próxima do Catolicismo)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Santíssima_Trindade
https://pt.wikipedia.org/wiki/Encarnação_de_Jesus
https://pt.wikipedia.org/wiki/Scoto
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ockham
https://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficino
https://pt.wikipedia.org/wiki/Platão
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Católico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Borromeu
https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Borromeu
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques-Bénigne_Bossuet
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Canísio
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Helding
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Davy_Du_Perron
https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Belarmino
https://pt.wikipedia.org/wiki/S.J.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bossuet
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia_moral_católica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_de_Ligório
https://pt.wikipedia.org/wiki/Redentoristas
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teresa_de_Ávila
https://pt.wikipedia.org/wiki/João_da_Cruz
https://pt.wikipedia.org/wiki/São_João_de_Ávila
https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Sales
https://pt.wikipedia.org/wiki/Exercícios_Espirituais
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Inácio_de_Loyola
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Lourenço_Scupoli
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Teatino
https://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Henry_Newman
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Concílio_Vaticano_I
https://pt.wikipedia.org/wiki/Infalibilidade_papal
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ex_cathedra
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética
https://pt.wikipedia.org/wiki/Anglicanismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton
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https://pt.wikipedia.org/wiki/C._S._Lewis
https://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo
Com o Concílio Vaticano II, passa-se a insistir mais no diálogo com os não-católicos o que, aliado
com uma duvidosa interpretação promovida por grupos liberais, faz com que a apologética católica
entre em declínio e praticamente desapareça.
Mas o avanço vertiginoso dos novos movimentos religiosos cristãos e não-cristãos (alguns
professando doutrinas explicitamente condenadas pela Igreja primitiva) e a expansão da Internet
fazem ressurgir a tradicional apologética católica, inseparável da fé e da Teologia.
Principais apologistas católicos não brasileiros
 Alex Grandet
 Bob Stanley
 Bruce Sullivan
 Carlos Caso-Rosendi
 Dave Armstrong
 Egionor Cunha
 Fulton Sheen
 G. K. Chesterton
 Greg Oatis
 Jimmy Akin
 John Henry Newman
 John Salza
 José Miguel Arráiz
 Joseph Gallegos
 Luís Fernando Pérez
 Karl Keating
 Marcellino d'Ambrosio
 Marcus Grodi
 Martín Zavala
 Miguel Jordá
 Paul Flanagan
 Paulo Diercky
 Phil Porvaznik
 Robert Schihl
 Robert Sungenis
 Scott Hahn
 Steve Ray
https://pt.wikipedia.org/wiki/Concílio_Vaticano_II
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Novos_movimentos_religiosos&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton
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https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Henry_Newman
	Apologética evidencialista
	Apologética pressuposicional
	Período Apostólico
	Período Patrístico
	Idade Média
	Do século XVI ao século XVIII
	Século XIX
	Na Inglaterra, John Henry Newman investiga o caminho pessoal para a fé: o Cristianismo seria a única religião que responde à fé natural
	O Concílio Vaticano I (1870), que definiu a infalibilidade do Papa nos assuntos de fé e moral, pronunciados ex cathedra, aumenta o alcance da apologética, apoiando dois estilos: um bíblico e histórico e outro experimental e eclesial.
	Século XX
	Principais apologistas católicos não brasileiros

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