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APOLOGÉTICA CARISMA MATER VERBI I Pedro 3,15 - Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito. "De um católico espera-se que respeite todas as religiões exceto a sua." G. K. Chesterton DEFINIÇÃO: Apologética (do latim tardio apologetĭcus, por derivação de "apologia", "defesa verbal") é a disciplina teológica própria de uma certa religião que se propõe a demonstrar a verdade da própria doutrina, defendendo-a de teses contrárias. A apologética desenvolveu-se sobretudo no Cristianismo – enquanto em outras religiões, como o Islã e o Budismo, houve apenas tentativas menores. Assim, quando o termo "apologética" não é seguido de especificação, é quase sempre entendido como "apologética cristã", ou seja, como a prática da explanação, demonstração (de ordem moral, científica, histórica, etc.) e defesa sistematizada da fé cristã, sua origem, credibilidade, autenticidade e superioridade em relação às demais religiões e cosmovisões. Na Patrística, chamam-se apologistas alguns que, sobretudo, no século II se dedicaram a escrever apologias ao Cristianismo, usando temas e argumentos filosóficos, notadamente platônicos e estoicos - que se mostraram compatíveis com a revelação cristã. O objetivo desses escritos não era tanto o de defender o Cristianismo contra correntes filosóficas diferentes ou contra religiões a ele opostas, mas sobretudo o de convencer o Imperador do direito de existência legal dos cristãos dentro do Império Romano. Os textos apologéticos constituíram as bases para o esclarecimento posterior dos dogmas teológicos e portanto, dos conceitos fundamentais usados em teologia. Como defesa fundamentada da fé, a Apologética está para a Teologia como a Filosofia está para as Ciências Humanas. Parte da teologia Católica que se dedica à defesa do catolicismo contra seus opositores. ESTILOS DE APOLOGÉTICA CRISTÃ Os principais tipos de apologética Cristã incluem: apologética evidencialista, apologética pressuposicional, apologética filosófica, apologética profética, apologética doutrinal, apologética bíblica, apologética moral e apologética científica. Apologética evidencialista Alega que as evidências materiais favorecem a validade do cristianismo. O evidencialista começa num ponto comum com os não-cristãos, presumindo que os sentidos e a inteligência são ferramentas úteis para descobrir a verdade. Ele menciona registros históricos em favor da Bíblia, procurando demonstrar que: 1.Apesar de suas partes mais recentes terem sido escritas há quase dois milênios, ela foi preservada por fiéis copistas, de modo que o sentido de seu texto permaneceu inalterado ao longo dos séculos, como nenhum outro livro antigo chega perto de ser; 2.Ela contém profecias pontualmente cumpridas, que anteciparam eventos internacionais em dezenas ou centenas de anos; https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim_tardio https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Islã https://pt.wikipedia.org/wiki/Budismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Patrística https://pt.wikipedia.org/wiki/Século_II https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia https://pt.wikipedia.org/wiki/Platônico https://pt.wikipedia.org/wiki/Estoico https://pt.wikipedia.org/wiki/Imperador_Romano https://pt.wikipedia.org/wiki/Império_Romano https://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma https://pt.wikipedia.org/wiki/Fé https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciências_Humanas https://pt.wikipedia.org/wiki/Sentido https://pt.wikipedia.org/wiki/Inteligência https://pt.wikipedia.org/wiki/Verdade https://pt.wikipedia.org/wiki/Bíblia 3.Ela é harmoniosa do começo ao fim, formando um único pensamento, apesar de seus autores possuírem diversas formações e culturas, e, muitas vezes, não conhecerem os livros uns dos outros; 4.Ela é precisa arqueologicamente, se referindo a detalhes que, por inexatidão científica, eram contestados pelos historiadores, até serem esclarecidos por escavações posteriores. Então, quando a razão mostra-se limitada para encontrar respostas a questões que transcendem o campo da investigação, tais como o sentido da existência, o evidencialista recomenda a aceitação do cristianismo, pelas abundantes evidências acumuladas em favor dessa religião. Todas as palavras contidas na Bíblia são fiéis de Gênesis a Apocalipse. Apologética pressuposicional Segundo esta escola, o cristianismo forma um sistema completo de pensamento, com autoridade própria, não podendo ser autenticado por evidências externas, por ser necessariamente verdadeiro. Os pressuposicionalistas alegam que a conquista do conhecimento exige um método confiável de análise, que permita deduzir informações necessariamente extraídas de premissas anteriores, o que só seria possível através do raciocínio sobre as declarações divinamente reveladas na Bíblia, e nunca das sensações ou da razão pura. Ao invés de começar a interpretar o mundo segundo premissas naturalísticas, não-cristãs, para, depois, aceitar o cristianismo num “salto de fé”, o pressuposicionalista já começa aceitando o cristianismo por seu valor inerente, por ser uma revelação suficiente como única base segura de conhecimento. Ele pressupõe que os fatos só possuem significado porque foram interpretados por Deus, antes de serem criados por Ele. Apologética Católica define-se como todo o esforço que tem como objetivo o esclarecimento e a defesa sistemáticas e bem fundamentadas dos dogmas e princípios católicos perante a sociedade. É parecido com os vários tipos de Apologética existente, mas difere substancialmente no fato de a Apologética Católica só ter a função de defender a Igreja Católica, enquanto que a Apologética em geral tem o objetivo de defender o Cristianismo como um todo. A apologética católica desenvolve-se principalmente nos âmbitos teológicos e sócio-políticos “Viu-se que as situações pastorais da Igreja no século II reclamaram de Santo Irineu uma postura apologética, ou seja, uma exposição clara da teologia do Cristianismo primitivo e da sua noção de Tradição, com implicações eclesiológicas. Irineu mostrou, assim, o papel da Tradição na vida da Igreja, que percorre a história dos homens, transmitindo o Evangelho do seu Senhor.” ÂMBITO TEOLÓGICO A apologética católica no âmbito teológico diz respeito ao testemunho da relação entre os dogmas de fé professados pela comunidade e as suas doutrinas com os diversos contextos nos quais o Cristianismo se confronta com o variado desafio da tradução e do confronto. O desafio da apologética é mostrar e renovar a relação entre os dogmas católicos e as fontes da experiência cristã: o Novo Testamento em relação normativa com o Tanakh dos judeus - chamado pelos cristãos de Antigo Testamento ou Antiga Aliança; a Sagrada Tradição Apostólica e a sucessão de tentativas de atualização realizadas na dialética entre a Autoridade Eclesiástica (Magistério) e a experiência de fé renovada das comunidades cristãs. Os apologetas católicos seguem diversas orientações. Entre elas, uma é a que vê como missão dos apologistas católicos a de convencer que os ensinamentos do Magistério da Igreja Católica não são contrários ao Depósito da Fé que os Santos Apóstolos confiaram à Igreja nascente. Seu principal objetivo é convencer que a Igreja dos primeiros séculos é a própria Igreja Católica. ÂMBITO SÓCIOPOLÍTICO Aqui a apologética se concentra em combater na sociedade moderna as idéias ou movimentos que do ponto de vista da doutrina católica são entendidos como contrários ao Evangelho de Cristo. Um https://pt.wikipedia.org/wiki/Arqueologia https://pt.wikipedia.org/wiki/Gênesis https://pt.wikipedia.org/wiki/Apocalipse https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema https://pt.wikipedia.org/wiki/Análise https://pt.wikipedia.org/wiki/Dedução https://pt.wikipedia.org/wiki/Premissa https://pt.wikipedia.org/wiki/Raciocínio https://pt.wikipedia.org/wiki/Sensação https://pt.wikipedia.org/wiki/Razãohttps://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma https://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Católica https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Testamento https://pt.wikipedia.org/wiki/Tanakh https://pt.wikipedia.org/wiki/Judeu https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristão https://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Testamento https://pt.wikipedia.org/wiki/Antiga_Aliança https://pt.wikipedia.org/wiki/Sagrada_Tradição https://pt.wikipedia.org/wiki/Dialética https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Autoridade_Eclesiástica&action=edit&redlink=1 https://pt.wikipedia.org/wiki/Magistério https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Católica https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Depósito_da_Fé&action=edit&redlink=1 https://pt.wikipedia.org/wiki/Santo https://pt.wikipedia.org/wiki/Apóstolo https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética https://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristo exemplo disto está no atual debate sobre a discriminalização do aborto, a união civil entre pessoas do mesmo sexo e a eutanásia. Período Apostólico Na Igreja Cristã primitiva existiram apóstolos apologetas como São Paulo (cf. 2Coríntios 10,5), São Pedro (cf. 1Pedro 3,15), São Judas Tadeu (cf. Judas 1,3), entre outros. A apologética que todos eles promoviam era principalmente dirigida contra os judeus e cristãos- judaizantes, os quais dificultavam a adesão de novos fiéis cristãos. Com efeito, os melhores exemplos da apologética do primeiro século se encontram no Novo Testamento. O livro dos Atos dos Apóstolos relata (18,24-25.27-28) que existiu um homem chamado Apolo que promoveu a defesa da fé de uma maneira audaz: "Entrementes, um judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloqüente e muito versado nas Escrituras, chegou a Éfeso. Era instruído no caminho do Senhor, falava com fervor de espírito e ensinava com precisão a respeito de Jesus (…) A sua presença foi, pela graça de Deus, de muito proveito para os que haviam crido, pois com grande veemência refutava publicamente os judeus, provando, pelas Escrituras, que Jesus era o Messias" (BAM). Outra corrente religiosa que ampliou a apologética neste período foi o denominado "Gnosticismo cristão", o qual foi definitivamente derrotado no período seguinte, com a ajuda e intelectualidade de Ireneu de Lião (+202). Período Patrístico A literatura cristã do século II d.C. é sobretudo apologética, combatendo judeus, pagãos e imperadores. Justino Mártir aponta o cumprimento da profecia bíblica no Cristianismo. Irineu de Lião : Para Irineu, a Tradição é, de certo modo, superior à Escritura, pois os autores sacros antes pregaram, e só depois escreveram o que ensinaram. ADVERSUS HAERESES No século III, Tertuliano continua, com coragem, a apologética. Em Alexandria, Clemente compõe uma exortação à conversão chamada "O Protréptico". Orígenes sucede Clemente de Alexandria e refuta as acusações do pagão Celso em sua obra "Contra Celso". É com este autores, em especial, que a apologética alcança o refinamento filosófico. Eusébio de Cesareia, em sua "Preparação Evangélica" refuta Porfírio e vê, com Atanásio de Alexandria, a queda do Paganismo no Império Romano. Jerônimo e Agostinho de Hipona, no Ocidente, fazem brilhar a apologética cristã em obras como "Contra Helvídio" e "A Cidade de Deus". Sucedem-lhes Leão Magno e Gregório Magno. São Cirilo de Alexandria contra Nestório Idade Média No século VII, a apologética passa a responder aos muçulmanos. João Damasceno escreve diálogos entre cristãos e muçulmanos; Isidoro de Sevilha (século VIII), Pedro Damiano(século XI), Ruperto de Deutz (século XII) publicam debates. Abelardo redige um diálogo entre um filósofo, um judeu e um cristão. No século XIII, Tomás de Aquino escreve a monumental Suma Teológica e a "Suma contra os Gentios", abordando questões como a existência de Deus, a imortalidade da alma, a Santíssima https://pt.wikipedia.org/wiki/Aborto https://pt.wikipedia.org/wiki/Eutanásia https://pt.wikipedia.org/wiki/Apóstolos https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_de_Tarso https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Pedro https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Pedro https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Judas_Tadeu https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética https://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Testamento https://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Testamento https://pt.wikipedia.org/wiki/Atos_dos_Apóstolos https://pt.wikipedia.org/wiki/Apolo_(Bíblia) https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandria https://pt.wikipedia.org/wiki/Éfeso https://pt.wikipedia.org/wiki/Messias https://pt.wikipedia.org/wiki/Gnosticismo_cristão https://pt.wikipedia.org/wiki/Gnosticismo_cristão https://pt.wikipedia.org/wiki/Ireneu_de_Lião https://pt.wikipedia.org/wiki/Ireneu_de_Lião https://pt.wikipedia.org/wiki/Ireneu_de_Lião https://pt.wikipedia.org/wiki/Judeu https://pt.wikipedia.org/wiki/Pagão https://pt.wikipedia.org/wiki/Justino_Mártir https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Tertuliano https://pt.wikipedia.org/wiki/Orígenes https://pt.wikipedia.org/wiki/Clemente_de_Alexandria https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética https://pt.wikipedia.org/wiki/Eusébio_de_Cesareia https://pt.wikipedia.org/wiki/Eusébio_de_Cesareia https://pt.wikipedia.org/wiki/Porfírio https://pt.wikipedia.org/wiki/Atanásio_de_Alexandria https://pt.wikipedia.org/wiki/Atanásio_de_Alexandria https://pt.wikipedia.org/wiki/Paganismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Império_Romano https://pt.wikipedia.org/wiki/Jerônimo_de_Estridão https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cidade_de_Deus https://pt.wikipedia.org/wiki/Leão_Magno https://pt.wikipedia.org/wiki/Gregório_Magno https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética https://pt.wikipedia.org/wiki/Muçulmano https://pt.wikipedia.org/wiki/João_Damasceno https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristão https://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilha https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Damiano https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruperto_de_Deutz https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruperto_de_Deutz https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruperto_de_Deutz https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Abelardo https://pt.wikipedia.org/wiki/Tomás_de_Aquino https://pt.wikipedia.org/wiki/Suma_Teológica https://pt.wikipedia.org/wiki/Existência_de_Deus https://pt.wikipedia.org/wiki/Imortalidade_da_alma https://pt.wikipedia.org/wiki/Santíssima_Trindade Trindade e a Encarnação do Verbo. A partir do século XIV, as escolas de Scoto e Ockham passam a sustentar que só é possível alcançar a fé pela razão. Durante o Renascimento, Ficino elabora uma síntese entre a filosofia platônica e a fé cristã, defendendo a imortalidade da alma e a divindade de Cristo. Do século XVI ao século XVIII Nos séculos XVI e XVII verificou-se um grande desenvolvimento dos estudos teológicos, em parte proporcionado pela invenção recente da imprensa, pelos estudos humanistas e pela necessidade de instrução do povo, mas sobretudo deram ocasião e assunto a muitas obras os decretos, atos e estudos do Concílio de Trento: Em razão dos movimentos reformistas protestantes, os católicos do século XVI passam a se ocupar das disputas daí oriundas. O zelo apostólico e gênio persuasivo e insofismável de São Carlos Borromeu revolucionou a catequese católica. São Carlos Borromeu, Cardeal, orador, teólogo e escritor. O grande sábio Roberto Belarmino, doutor da Igreja, publicou De scriptoribus ecclesiasticis(Roma, 1613) e a monumental Disputationes de controversiis christianae fidei(escrita entre 1581–1593). O erudito Jacques-Bénigne Bossuet escreve Defesa da Tradição e dos Santos Padres(1693) e História de mudanças nas igrejas protestantes(1688). Jacques-Bénigne Bossuet, Bispo, orador, teólogo e escritor. A apologética católica deste período deve muito também aos gênios cruzados de Pedro Canísio, Bartolomeu Carranza, João Maier, JohannFaber de Heilbronn, Michael Helding, Hosius e Du Perron. O Cardeal Belarmino S.J. foi o mais célebre pelas suas obras contra as heresias da época, que demonstrou conhecer muito bem, o que lhe granjeou não poucos inimigos dentre os hereges. Também teve de suportar a sanha dos Bourbons, porque discorreu em seus escritos, de modo claro, sobre a reta doutrina sobre os direitos e deveres nas relações entre a Igreja e o Estado. Já Bossuet escreveu sobre "Histoire des variations des églises protestantes" em que faz a crítica das posições dos protestantes. No campo da Teologia Moral surgiram, nesta época, muitos tratados sistemáticos, destaca-se sobre todos a figura de Santo Afonso de Ligório, fundador dos Redentoristas. Na mística destacaram-se os incontáveis tratados de Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz, as obras de São João de Ávila, de São Francisco de Sales e os famosos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola, também, dentre outros, escreveram obras ascéticas no mesmo período, Afonso Rodrigues S. J. que escreveu O Tratado de perfeição e virtudes cristãs e o Beato Lourenço Scupoli, teatino, redigiu O Combate Espiritual. Século XIX Na Inglaterra, John Henry Newman investiga o caminho pessoal para a fé: o Cristianismo seria a única religião que responde à fé natural O Concílio Vaticano I (1870), que definiu a infalibilidade do Papa nos assuntos de fé e moral, pronunciados ex cathedra, aumenta o alcance da apologética, apoiando dois estilos: um bíblico e histórico e outro experimental e eclesial. Século XX O anglicanismo dá à luz ótimos apologistas leigos como G. K. Chesterton (que mais tarde se converterá ao Catolicismo) e C. S. Lewis (o qual possui uma visão muito próxima do Catolicismo) https://pt.wikipedia.org/wiki/Santíssima_Trindade https://pt.wikipedia.org/wiki/Encarnação_de_Jesus https://pt.wikipedia.org/wiki/Scoto https://pt.wikipedia.org/wiki/Ockham https://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficino https://pt.wikipedia.org/wiki/Platão https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristologia https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristologia https://pt.wikipedia.org/wiki/Católico https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Borromeu https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Borromeu https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Borromeu https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Belarmino https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques-Bénigne_Bossuet https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques-Bénigne_Bossuet https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Canísio https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Canísio https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_Carranza https://pt.wikipedia.org/wiki/João_Maier https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Faber_de_Heilbronn https://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Helding https://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Helding https://pt.wikipedia.org/wiki/Cardeal_Hosius https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Davy_Du_Perron https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Belarmino https://pt.wikipedia.org/wiki/S.J. https://pt.wikipedia.org/wiki/Bossuet https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia_moral_católica https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_de_Ligório https://pt.wikipedia.org/wiki/Redentoristas https://pt.wikipedia.org/wiki/Teresa_de_Ávila https://pt.wikipedia.org/wiki/João_da_Cruz https://pt.wikipedia.org/wiki/São_João_de_Ávila https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Sales https://pt.wikipedia.org/wiki/Exercícios_Espirituais https://pt.wikipedia.org/wiki/Exercícios_Espirituais https://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Inácio_de_Loyola https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_Rodrigues https://pt.wikipedia.org/wiki/Lourenço_Scupoli https://pt.wikipedia.org/wiki/Lourenço_Scupoli https://pt.wikipedia.org/wiki/Teatino https://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Henry_Newman https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo https://pt.wikipedia.org/wiki/Concílio_Vaticano_I https://pt.wikipedia.org/wiki/Infalibilidade_papal https://pt.wikipedia.org/wiki/Ex_cathedra https://pt.wikipedia.org/wiki/Ex_cathedra https://pt.wikipedia.org/wiki/Apologética https://pt.wikipedia.org/wiki/Anglicanismo https://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton https://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton https://pt.wikipedia.org/wiki/C._S._Lewis https://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo Com o Concílio Vaticano II, passa-se a insistir mais no diálogo com os não-católicos o que, aliado com uma duvidosa interpretação promovida por grupos liberais, faz com que a apologética católica entre em declínio e praticamente desapareça. Mas o avanço vertiginoso dos novos movimentos religiosos cristãos e não-cristãos (alguns professando doutrinas explicitamente condenadas pela Igreja primitiva) e a expansão da Internet fazem ressurgir a tradicional apologética católica, inseparável da fé e da Teologia. Principais apologistas católicos não brasileiros Alex Grandet Bob Stanley Bruce Sullivan Carlos Caso-Rosendi Dave Armstrong Egionor Cunha Fulton Sheen G. K. Chesterton Greg Oatis Jimmy Akin John Henry Newman John Salza José Miguel Arráiz Joseph Gallegos Luís Fernando Pérez Karl Keating Marcellino d'Ambrosio Marcus Grodi Martín Zavala Miguel Jordá Paul Flanagan Paulo Diercky Phil Porvaznik Robert Schihl Robert Sungenis Scott Hahn Steve Ray https://pt.wikipedia.org/wiki/Concílio_Vaticano_II https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Novos_movimentos_religiosos&action=edit&redlink=1 https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia https://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton https://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Henry_Newman Apologética evidencialista Apologética pressuposicional Período Apostólico Período Patrístico Idade Média Do século XVI ao século XVIII Século XIX Na Inglaterra, John Henry Newman investiga o caminho pessoal para a fé: o Cristianismo seria a única religião que responde à fé natural O Concílio Vaticano I (1870), que definiu a infalibilidade do Papa nos assuntos de fé e moral, pronunciados ex cathedra, aumenta o alcance da apologética, apoiando dois estilos: um bíblico e histórico e outro experimental e eclesial. Século XX Principais apologistas católicos não brasileiros