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Questões resolvidas

Quais são as etapas do planejamento radioterápico para a modalidade de teleterapia?

a) Consulta médica, programação do tratamento, física médica e aplicações.
b) Consulta médica, consulta com a enfermagem, consulta com o anestesista (para procedimentos com sedação) e planejamento e aplicação do tratamento.
c) Consulta médica, consulta com a enfermagem, consulta com o anestesista (para procedimentos com sedação) e planejamento e aplicação do tratamento.

Quais são os termos anatômicos essenciais utilizados no planejamento radioterápico?

DAP (distância anteroposterior) e DLL (distância laterolateral).
Profundidade, distância fonte-isocentro (DFI), distância fonte-superfície (DFS) e tamanho de campo.
Filtros físicos e filtros eletrônicos.

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Questões resolvidas

Quais são as etapas do planejamento radioterápico para a modalidade de teleterapia?

a) Consulta médica, programação do tratamento, física médica e aplicações.
b) Consulta médica, consulta com a enfermagem, consulta com o anestesista (para procedimentos com sedação) e planejamento e aplicação do tratamento.
c) Consulta médica, consulta com a enfermagem, consulta com o anestesista (para procedimentos com sedação) e planejamento e aplicação do tratamento.

Quais são os termos anatômicos essenciais utilizados no planejamento radioterápico?

DAP (distância anteroposterior) e DLL (distância laterolateral).
Profundidade, distância fonte-isocentro (DFI), distância fonte-superfície (DFS) e tamanho de campo.
Filtros físicos e filtros eletrônicos.

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INTRODUÇÃO
Seja bem-vindo, caro estudante e futuro pro�ssional de sucesso da radiologia! A radioterapia tem o foco no
tratamento de tumores cancerígenos, que exige o máximo de conhecimento e empenho desde o
planejamento até o tratamento em si e o acompanhamento do paciente. É fundamental que não existam
erros no momento de irradiação da estrutura de interesse. Para ajudar, pode-se contar com a estratégia de
marcação da região do tumor. 
Aula 1
DIFERENÇA ENTRE TRATAMENTO NA MEDICINA
NUCLEAR E NA RADIOTERAPIA
A radioterapia tem o foco no tratamento de tumores cancerígenos, que exige o máximo de
conhecimento e empenho desde o planejamento até o tratamento em si e o
acompanhamento do paciente.
17 minutos
RADIOFARMÁCIA E
INFORMÁTICA
APLICADA À
MEDICINA NUCLEAR
 Aula 1 - Diferença entre tratamento na
medicina nuclear e na radioterapia
 Aula 2 - Informática na radioterapia
 Aula 3 - Funcionamento do sistema
SPECT versus acelerador linear
 Aula 4 - Imagens híbridas SPECT/CT e
PET/CT
 Aula 5 - Revisão da unidade
 Referências
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Já a medicina nuclear tem o foco de aplicação tanto para objetivos terapêuticos quanto para diagnósticos,
através de radiofármacos aliados a radionuclídeos. Ter conhecimento sobre radiofármacos utilizados na
medicina nuclear é importante para a realização dos procedimentos adequados e com qualidade. Na aula
de hoje, abordaremos sobre como é realizado o tratamento de tumores junto às estratégias de marcação;
no segmento de medicina nuclear, conheceremos os principais radiofármacos utilizados para objetivos
terapêuticos e diagnósticos. Vamos lá? 
Bons estudos! 
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TRATAMENTO DE TUMOR NA RADIOTERAPIA E RADIOFÁRMACOS NA
MEDICINA NUCLEAR
Caro estudante, para atuação no segmento da radioterapia, é necessário ter aprimoramento especí�co para
realizar, na prática, todas as etapas do planejamento de um tratamento radioterápico de tumor. Já na
medicina nuclear, os radiofármacos estão presentes em todos os exames e terapias do segmento, então
saber quais eles são é de suma importância para a realização adequada dos procedimentos. 
Neste bloco, falaremos sobre os conceitos de câncer e neoplasia (tumor), relembraremos sobre o
planejamento de tratamento radioterápico e conheceremos estratégias de marcações existentes. Quanto à
medicina nuclear, aprenderemos o conceito de radiofármaco. Vamos lá?
Radioterapia
De�nição de câncer
A palavra câncer tem origem do latim, cujo signi�cado é “caranguejo”. Esse nome é pelo motivo de as células
cancerígenas possuírem poder de “ataque” e in�ltração nas células sadias, como se fossem as pinças de um
caranguejo. O câncer é considerado o resultado de uma série de alterações nos genes que controlam o
crescimento e o comportamento celular. Ocorre o crescimento de células de maneira inadequada, gerando
proliferação celular, causando a doença.
Como o câncer começa
O organismo do ser humano é formado por milhões de células, as quais se renovam diariamente em um
processo natural chamado de divisão celular. O início do câncer ocorre quando as células de algum órgão ou
tecido do corpo começam a crescer fora de controle, diferentemente do crescimento celular normal. Em vez
de morrerem, as células cancerosas continuam crescendo e formando novas células irregulares. As células
cancerosas também podem penetrar em outros tecidos, tendo o nome de metástase, diferente das células
normais.
Neoplasia (tumor)
Neoplasia, também conhecida como tumor, é uma forma de proliferação celular não controlada pelo
organismo. Essa proliferação é desordenada e persistente. Portanto, neoplasia é sinônimo de tumor, e este
pode ser classi�cado como benigno ou maligno. Quando um tumor é maligno, ele é denominado de câncer.
Planejamento radioterápico
O planejamento radioterápico é realizado em todos os pacientes que necessitam de radioterapia. Na
radioterapia, existem duas modalidades: teleterapia e braquiterapia. Em ambas, existem as etapas de
planejamento radioterápico. 
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As etapas do planejamento radioterápico para a modalidade de teleterapia são: consulta médica,
programação do tratamento, física médica e aplicações. Já na braquiterapia, as etapas do planejamento
radioterápico são: consulta médica, consulta com a enfermagem, consulta com o anestesista (para
procedimentos com sedação) e planejamento e aplicação do tratamento. 
Estratégias de marcação
As estratégias de marcação são realizadas para demarcar a região a ser aplicado o tratamento radioterápico.
Geralmente, estão aliadas a um simulador de tratamento, que é um equipamento tomógrafo. Através desta
marcação, o tratamento é realizado adequadamente, com o menor risco possível de as estruturas
adjacentes ao tumor serem afetadas desnecessariamente pela dose de radiação que o paciente recebe na
seção de radioterapia.
Medicina nuclear
Radiofármacos 
A maioria dos radiofármacos é uma combinação de um nuclídeo radioativo ou radionuclídeo, que permite a
detecção externa, e uma molécula biologicamente ativa ou fármaco, que age como carreador e determina a
localização e a biodistribuição. Tanto as moléculas de ocorrência natural como as sintéticas têm potencial
para serem radiomarcadas.
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DE TUMORES E ESTRATÉGIAS DE MARCAÇÕES EXISTENTES E COMPONENTES
DOS RADIOFÁRMACOS
Caro estudante, agora que você aprendeu sobre os conceitos de câncer, tumor e estratégia de marcação,
chegou a hora de conhecer os tipos de tumores e as estratégias de marcação existentes. Já na medicina
nuclear, você conheceu o conceito de radiofármacos, então, agora, verá os componentes especí�cos
pertencentes a eles. Vamos lá!
Radioterapia
Tumor: benigno e maligno
No bloco anterior, aprendemos que existem duas classi�cações de tumores: benignos e malignos. Os
tumores benignos não são cancerosos. As células crescem lentamente, porém podem gerar problemas,
como crescerem amplamente e pressionarem outros órgãos e tecidos saudáveis. Os tumores benignos não
têm poder metastático, ou seja, não podem penetrar em outros tecidos e órgãos. Exemplos de tumores
benignos: de pele e intestinais. Já os tumores malignos são os cânceres. Eles têm o poder metastático, que é
a capacidade de invadir outros órgãos, com rápido crescimento e disseminação. As células cancerígenas
podem se espalhar por todas as partes do corpo. Exemplos de tumores malignos: pele, mama, colo uterino,
pulmão e próstata.
Planejamento radioterápico 
Estratégias de marcação
O planejamento radioterápico é a simulação de como será realizado o tratamento do paciente. Ele é
realizado através de posicionamento, confecção, suportes e marcação de pontos referenciais aliada à
aquisição de imagens. Cada tipo e modalidade (convencional, conformacional ou IMRT) e a região a ser
tratada possuem particularidades especí�cas tanto nos posicionamentos quanto nos acessórios, suportes e
pontos referenciais. O posicionamento tem o objetivo de ajustar o paciente em uma posição correta para a
irradiação do local a ser tratado.  
Medicina nuclear 
Radiofármacos 
Os radiofármacos utilizados na medicina nuclear não possuem ação farmacológica e têm, em suacomposição, um radionuclídeo. Eles podem ser aplicados tanto com objetivo diagnóstico quanto com
objetivo terapêutico. 
Radiofármacos utilizados com objetivo terapêutico
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O efeito da radiação emitida pelo radiofármaco com objetivo terapêutico promove a destruição das células
tumorais. A recepção do radiofármaco no órgão de interesse para o tratamento deve ser cautelosa, para os
efeitos secundários da radiação serem minimizados.
Radiofármacos utilizados com objetivo diagnóstico
Os radiofármacos utilizados para diagnóstico estão classi�cados em radiofármacos de perfusão (1ª geração)
e radiofármacos especí�cos (2ª geração).
Radiofármacos de perfusão 
Atingem o órgão-alvo através da proporção do �uxo sanguíneo. Não existem locais especí�cos de ligação, e
a sua distribuição é realizada de acordo com o tamanho e a carga do composto. Na utilização clínica, a maior
parte dos radiofármacos é de perfusão. Sua composição mais conhecida é a de 99mTc. O 99mTc é muito
utilizado devido às suas características físicas, que são T1/2 de 6h e emissão g com energia adequada ao
detector (140 keV), e pelo motivo de a sua produção ser através de geradores de baixo custo. O tempo de
meia-vida de 99mTc é longo para a preparação adequada dos radiofármacos, como também para a
administração e a aquisição das imagens em curto tempo, minimizando a dose de radiação absorvida no
paciente.
Radiofármacos especí�cos
São transportados através de moléculas biologicamente ativas, como anticorpos e peptídeos, que são
ligados junto a receptores celulares, ou são transportados para o interior de células especí�cas. Sua
classi�cação é de acordo com o receptor especí�co ou o alvo especí�co. Os radiofármacos desenvolvidos
para se ligarem a receptores têm como objetivo detectar alterações na concentração deles em tecidos
biológicos, especi�camente em tecidos tumorais, para os quais a expressão dos receptores se encontra
alterada signi�cativamente pela diferenciação celular.
PRODUÇÃO DE RADIAÇÃO: EQUIPAMENTOS DE RADIOTERAPIA E MEDICINA
NUCLEAR
Caro estudante, agora que você conhece os conceitos de tumores benignos e malignos, as marcações
referenciais em medicina nuclear e as classi�cações dos radiofármacos para objetivo diagnóstico e como são
utilizados na forma terapêutica, chegou a hora de aprender sobre a classi�cação do câncer, como
geralmente são realizadas as marcações referenciais na prática e, em medicina nuclear, a ação dos
radiofármacos em diagnóstico e em terapia. Vamos lá!
Radioterapia
Os tumores malignos possuem uma classi�cação, a qual todo pro�ssional da radiologia que atua no
segmento da radioterapia precisa ter conhecimento, pois auxilia tanto para o procedimento nos
tratamentos radioterápicos quanto para a humanização com o paciente.
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Classi�cação do câncer
Carcinoma: é o câncer que tem origem através de um tecido epitelial, ou seja, o tecido que recobre
nossa pele e a maioria dos nossos órgãos. 
Sarcoma: é um tumor originado, principalmente, de células que fornecem sustentação, como células
dos ossos, de gordura e músculos.
Leucemia: tem início na medula óssea, responsável por produzir glóbulos vermelhos, glóbulos brancos
e plaquetas.
Linfoma e Mieloma: cânceres que se iniciam nas células do sistema imunológico.
Câncer do Sistema Nervoso Central: tem o seu início nos tecidos do cérebro e da medula espinhal.
Planejamento radioterápico
Marcações referenciais na prática 
A aplicação das marcações de referência em um tratamento radioterápico é realizada após o
posicionamento dos acessórios e suportes necessários. As marcações são realizadas com caneta e são
�xadas �tas sobre a pele, com o objetivo de manter a posição correta na rotina das sessões de radioterapia.
Após a avaliação e aprovação da equipe médica, as marcações referenciais são substituídas por pontos
de�nitivos (tatuagens).
MEDICINA NUCLEAR
Ação dos radiofármacos utilizados no diagnóstico
Quando falamos sobre radiofármacos, eles sempre são aliados a um radionuclídeo, e existem três tipos que
podem ser indicados (com ressalvas) para terapia, com foco em tratamento de tumores, que são os que
emitem partículas ionizantes: a, b ou elétrons. Para aplicar o radionuclídeo correto, é necessário avaliar
fatores, como: o tamanho do tumor, a distribuição intratumoral e a farmacocinética do radiofármaco.
Analisar o tempo de meia-vida é essencial para a melhor escolha de radionuclídeos para terapia, pois
precisa ser adequado à farmacocinética do radiofármaco e ao tipo de tumor a ser tratado.
Radionuclídeos emissores de partículas a
Os radionuclídeos emissores de partículas a são aplicados quando a radiação necessita de um curto alcance.
Existem mais de 100 radionuclídeos emissores a, porém a maioria apresenta os tempos de meia-vida
longos, então eles são menos utilizados nas aplicações terapêuticas na medicina nuclear.
Radionuclídeos emissores de partículas b
São os mais utilizados em terapia, pois permitem uma dose de radiação uniforme e o tempo de meia-vida
menor.
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Radionuclídeos emissores de elétrons Auger
Possuem capacidade ionizante baixa, quando atuantes no citoplasma das células, porém a capacidade
ionizante é alta, quando introduzidas substâncias que interagem diretamente com o DNA. Existem estudos,
entretanto ainda não existe produção comercializada para utilização terapêutica em medicina nuclear.
VÍDEO RESUMO
Olá, estudante! Neste vídeo, abordaremos sobre o conceito de tumores, a classi�cação de câncer e como é
realizada a marcação de referência da estrutura de interesse do tratamento radioterápico. Já em medicina
nuclear, conheceremos o conceito de radiofármaco e como é a ação dele aliado ao radionuclídeo, tanto para
o objetivo diagnóstico quanto para o objetivo terapêutico.
 Saiba mais
Na Aula 1 falou sobre radiofármacos tanto para diagnóstico quanto para terapias. A medicina nuclear
possui objetivos para ambos os segmentos, porém possui desa�os para terapias cancerígenas. Para um
aprofundamento do assunto, sugiro a leitura do artigo Radiofármaco, desa�o para terapia cancerígena.
O objetivo do texto é trazer uma revisão bibliográ�ca sobre os radiofármacos empregados em
tratamento alternativo através de radiação, sendo menos agressivo e com poucas possibilidades de
reações adversas, abordando suas histórias e seus campos de operações. Disponível em:
https://portal.unisepe.com.br/uni�a/wp-content/uploads/sites/10001/2019/10/084_Radiofarmaco-
desa�o-para-a-terapia-cancer-972-a-981.pdf.  
INTRODUÇÃO
Seja bem-vindo, caro estudante e futuro pro�ssional de sucesso da radiologia! A radioterapia tem o foco no
tratamento de tumores cancerígenos, e cada vez mais ela evolui, garantindo sucesso e e�cácia nos
resultados dos tratamentos. Na radioterapia, além de conhecimentos especí�cos técnicos e a prática da
humanização, é necessário o conhecimento em informática, pois, além de exposição à radiação, todo o
planejamento radioterápico precisa de sistemas tecnológicos de informática, para o procedimento ser
realizado adequadamente. Na aula de hoje, abordaremos sobre os componentes e sistemas existentes para
o planejamento de tratamentos e sobre os componentes e �ltros utilizados na radioterapia. Vamos lá? 
Aula 2
INFORMÁTICA NA RADIOTERAPIA
A radioterapia tem o foco no tratamento de tumores cancerígenos, e cada vez mais ela evolui,
garantindo sucesso e e�cácia nos resultados dos tratamentos.
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https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2019/10/084_Radiofarmaco-desafio-para-a-terapia-cancer-972-a-981.pdfhttps://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2019/10/084_Radiofarmaco-desafio-para-a-terapia-cancer-972-a-981.pdf
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Bons estudos! 
PLANEJAMENTO DE TRATAMENTOS EM RADIOTERAPIA: SISTEMAS,
COLIMADORES E FILTROS
Caro estudante, para atuação no segmento da radioterapia, além dos conhecimentos especí�cos técnicos
para os tratamentos radioterápicos em relação à radiação ionizante, existe a necessidade de possuir o
conhecimento dos sistemas tecnológicos que fazem parte do planejamento do tratamento radioterápico e
são aplicados para cada caso de paciente. Neste bloco, abordaremos sobre sistemas de planejamento
radioterápico, planos de secções anatômicas, colimadores e �ltros utilizados na radioterapia. Vamos lá?
Sistemas de radioterapia
Quando falamos em radioterapia, sabemos que, quanto mais rápido for iniciado o tratamento, melhor,
porém ele só pode ser iniciado após a simulação e o planejamento. Para a execução da simulação e do
planejamento de tratamento radioterápico, são necessários tempo e cautela e, por esse motivo, é de suma
importância que o pro�ssional da radiologia tenha a prática de realizar os procedimentos com a qualidade
do posicionamento, não comprometendo o tratamento, pois isso geraria alterações no resultado �nal. O
planejamento radioterápico, além de ter o objetivo de alcançar o resultado com sucesso do tratamento,
também gera maior agilidade, independentemente do �uxo de pacientes atendidos na instituição. Com os
avanços na radioterapia, tornou-se fundamental a localização precisa do volume a ser irradiado, para que a
dose seja aplicada rigorosamente neste volume. Para isso, foram desenvolvidos procedimentos e técnicas
para a garantia da realização correta diária do tratamento. Como exemplos, são citados: check �lm e portal
�lm.
Termos anatômicos no planejamento radioterápico
No processo de simulação, é necessária a aplicação constante de diversos conceitos anatômicos, para a
localização da estrutura de interesse do tratamento, principalmente os planos de secções. Através dos
planos de secção, podemos dividir o corpo humano em três dimensões. Essa divisão auxilia a localização e o
posicionamento de todas as suas estruturas durante a simulação do planejamento, que pode ser realizado
em um simulador convencional ou no tomógrafo simulador.
Planos de secção
Existem três planos de secção, sendo: plano coronal ou frontal, plano sagital e plano transversal.
Plano coronal ou frontal: divide o corpo em duas partes: anterior e posterior.
Plano sagital: divide o corpo em duas partes, direita e esquerda.
Plano transversal: divide o corpo em duas partes, superior e inferior, ou cranial e caudal.
Além dos planos de secções anatômicos, na radioterapia, são utilizados termos anatômicos essenciais no
planejamento radioterápico, que são:
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DAP (distância anteroposterior).
DLL (distância laterolateral).
Parâmetros geométricos
Os parâmetros geométricos utilizados durante o processo de simulação do tratamento radioterápico são de
suma importância. São eles:
Profundidade.
Distância fonte-isocentro (DFI).
Distância fonte-superfície (DFS).
Tamanho de campo.
Filtros utilizados na radioterapia
Na radioterapia, existem �ltros que são considerados acessórios especí�cos utilizados para a modi�cação
dos feixes produzidos pelo irradiador. Os �ltros utilizados na radioterapia são:
Filtros físicos.
Filtros eletrônicos.
TÉCNICAS, PARÂMETROS GEOMÉTRICOS E FILTROS UTILIZADOS NO
PLANEJAMENTO DE TRATAMENTO RADIOTERÁPICO
Caro estudante, agora que você aprendeu sobre técnicas, termos anatômicos, parâmetros geométricos e
�ltros utilizados no planejamento de tratamento radioterápico, chegou a hora de aprofundar os
aprendizados sobre a função especí�ca de cada um deles. Vamos lá!
Técnicas: check �lm e portal �lm
O check �lm tem o objetivo de veri�car se o campo de irradiação referente ao posicionamento está
conforme de�nido pela simulação e o planejamento de tratamento. Já o portal �lm é um dispositivo
introduzido no acelerador linear, para serem realizadas as imagens digitais de posicionamento com
qualidade e e�cácia maiores do que as dos check �lms.
Veja, na Figura 1, um �lme radiográ�co com um campo lateral feito no simulador (esquerda) e check �lm do
mesmo campo realizado no equipamento de tratamento em um equipamento de Cobalto-60 (direita).
Figura 1 | O �lme radiográ�co com campo lateral, utilizando check �lm
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Fonte: Brasil (2010, p. 68).
Parâmetros geométricos
Os parâmetros geométricos existentes no planejamento de tratamento radioterápico são: DAP e DLL. O DAP
(distância anteroposterior) tem o objetivo de de�nir a distância entre a superfície anterior e a posterior do
paciente, e a sua medição ocorre no centro do campo de irradiação. Já o DLL (distância lateral) é a de�nição
da distância entre as superfícies laterais esquerda e direita do paciente, e a sua medição também é realizada
através do centro do campo de irradiação. Para a simulação do tratamento, são utilizados os seguintes
parâmetros: profundidade, distância fonte-isocentro (DFI), distância fonte-superfície (DFS) e tamanho de
campo, todos com o objetivo de calcular a unidade monitora e o tempo de tratamento do paciente com a
dose prescrita pelos pro�ssionais (médico radiologista e físicos). Esses parâmetros também servem para
de�nir o posicionamento adequado do paciente durante o tratamento.
Técnicas utilizadas na rotina de radioterapia atualmente
Veja, a seguir, as técnicas utilizadas na rotina de radioterapia atualmente:
Técnicas simples: campo direto, campos paralelos-opostos, múltiplos campos, campos adjacentes.
Técnicas isocêntricas: terapia rotatória.
Técnicas especiais:
Radioterapia de intensidade modulada (da sigla em inglês IMRT, ou IntensityModulated Radiation
Therapy).
Radioterapia guiada por imagem (da sigla em inglês IGRT, ou Image-Guided Radiotherapy).
Radioterapia estereotáxica fracionada.
Radiocirurgia.
Todas as técnicas utilizadas na rotina de radioterapia podem ser executadas de duas maneiras diferentes:
pela técnica de tratamento em SSD e pela técnica em SAD.
Veja, na Figura 2, uma tabela com as características das técnicas SSD e SAD, as quais são utilizadas na rotina
de radioterapia atualmente.
Figura 2 I Técnicas SSD e SAD utilizadas na rotina de radioterapia atualmente
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Fonte: elaborada pela autora.
Filtros utilizados na radioterapia
Os �ltros utilizados na radioterapia são os �ltros físicos e os �ltros eletrônicos. Os �ltros físicos têm o
objetivo de compensar a ausência de tecido em superfícies de curvas, assim como neutralizar a distribuição
de dose no volume que será irradiado quando necessário. Já os �ltros eletrônicos são colimadores que
trabalham com dinamismo, pois geram a distribuição de dose equivalente às produzidas por �ltros físicos.
Possuem mais praticidade, se comparados aos �ltros físicos, na rotina de um tratamento, pois o pro�ssional
da radiologia não precisa entrar na sala no momento do tratamento para reposicionar o �ltro. A
programação do posicionamento do �ltro é realizada pelo pro�ssional da radiologia, no computador, na
mesa de comando do equipamento.
RADIOTERAPIA: SIMULAÇÃO DAS TÉCNICAS DE TRATAMENTO PARA CASOS
DE CÂNCER MAIS FREQUENTES
Caro estudante, agora chegou a hora de aprender a simulação das técnicasutilizadas nos casos de câncer
mais frequentes. Vamos lá!
Radioterapia
Na radioterapia, utilizam-se combinações de campos, com o objetivo de irradiar o volume-alvo com a dose
de radiação de�nida e prescrita pelo médico radioterapeuta e físico, visando ao menor dano possível em
estruturas adjacentes, ou seja, estruturas sadias.
O posicionamento inadequado durante o tratamento pode gerar o comprometimento no resultado
esperado, como também danos biológicos ao paciente, como a subdosagem ou a sobredosagem. Esses
campos são utilizados nas técnicas de radioterapia. As técnicas utilizadas atualmente na rotina da
radioterapia:
Técnicas simples:
Campo direto.
Campos paralelos-opostos.
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Múltiplos campos.
Campos adjacentes (ex.: usados na irradiação de crânio e de neuroeixo).
Técnicas isocêntricas (ex.: terapia rotatória) 
Técnicas especiais: 
Radioterapia de intensidade modulada (da sigla em inglês IMRT - IntensityModulated Radiation
Therapy).
Radioterapia guiada por imagem (da sigla em inglês IGRT - Image-Guided Radiotherapy).
Radioterapia estereotáxica fracionada.
Radiocirurgia. No entanto, todas elas podem ser executadas de duas maneiras diferentes: pela técnica
de tratamento em SSD e pela a técnica em SAD.
Técnicas de simulação de tratamento dos tumores mais frequentes
Tumores da região torácica 
Os tumores mais comuns da região torácica são os de pulmão e os de esôfago. Um tratamento muito
utilizado é o da técnica isocêntrica de par oposto anteroposterior. Ela pode ser realizada em qualquer
equipamento isocêntrico. A técnica de tratamento é isocêntrica e o posicionamento do paciente, é realizado
em decúbito dorsal com dois campos, um anterior e outro posterior, em par oposto.
Tumores da região pélvica
Os tumores pélvicos mais frequentes são os tumores do colo uterino, próstata, cólon e reto. No tratamento,
geralmente, é utilizada a técnica de quatro campos isocêntricos (Box), sendo eles dois pares opostos: um
anteroposterior e um laterolateral. Para os tumores de colo do útero ou de próstata, o posicionamento do
paciente na mesa é geralmente realizado em decúbito dorsal.
Tumores de cabeça e pescoço
A maioria dos cânceres desta região é tratada com radioterapia. O tratamento mais comum é através da
técnica do par oposto laterolateral (isocêntrico ou em SSD), com a prescrição da dose na linha média. O
paciente é posicionado sobre a mesa do simulador com a região cervical apoiada no suporte de cabeça e
pescoço. Após realizada a sua imobilização com uma máscara termoplástica, a DLL é medida e registrada na
�cha do paciente.
Tumores do Sistema Nervoso Central
São aqueles que incidem no cérebro, no cerebelo, no tronco encefálico e na medula espinhal. A técnica para
tratamento desses tumores é considerada complexa e de difícil execução, pois pode exigir o uso de
múltiplos isocentros com diferentes tamanhos de campo e, quando necessário, a angulação da mesa.
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Tratamento de tumores de mama
Para o tratamento de câncer de mama, podem ser utilizados campos diretos anteriores, pares opostos
anteroposteriores ou tangentes hemibloqueados em feixes gama de Co-60 ou de fótons de 6 MV.
VÍDEO RESUMO
Olá, estudante! Neste vídeo, abordaremos sobre os planos de secções utilizados no planejamento de
tratamento radioterápico (coronal, sagital e axial), as técnicas que são utilizadas nos tratamentos de
radioterapia atualmente e as técnicas de tratamentos SSD e SAD. Além disso, conheceremos a simulação
das técnicas utilizadas nos casos de câncer mais frequentes.
 Saiba mais
No Bloco 3, abordamos sobre a simulação das técnicas utilizadas nos casos de câncer mais frequentes,
com foco nas combinações de campo, que têm o objetivo de minimizar os danos ao paciente, visando
ao mínimo possível de danos nos tecidos sadios. A radioterapia deve ser sempre aliada à qualidade e à
segurança dos pacientes e da equipe multipro�ssional que realiza os procedimentos. Para um
aprofundamento sobre o assunto de qualidade e segurança na radioterapia em pacientes e
pro�ssionais, sugiro a leitura do artigo Cultura de segurança do paciente oncológico na perspectiva da
equipe multipro�ssional. O objetivo do texto é analisar a cultura de segurança do paciente em um
complexo oncológico na perspectiva da equipe multipro�ssional. Disponível em:
https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/2594/2187.
INTRODUÇÃO
Seja bem-vindo, caro estudante e futuro pro�ssional de sucesso da radiologia! O equipamento SPECT é uma
tecnologia de alta resolução pertencente ao segmento de medicina nuclear. Através dele, houve avanço na
qualidade de exames de diagnóstico e, consequentemente, agilidade na avaliação de casos dos pacientes,
garantindo o tratamento de possíveis patologias quanto à agilidade nos procedimentos. Já o acelerador
linear é pertencente ao segmento de radioterapia, e ele se utiliza de raios X de alta energia aplicados sobre o
tumor, a �m de destruir células cancerígenas. Ambas as tecnologias e técnicas necessitam da correção da
Aula 3
FUNCIONAMENTO DO SISTEMA SPECT VERSUS
ACELERADOR LINEAR
Na aula de hoje, aprenderemos sobre o funcionamento e as técnicas dos equipamentos
SEPCT e acelerador linear.
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atenuação e do espalhamento, como também da resolução espacial e da sensibilidade volumétrica. Na aula
de hoje, aprenderemos sobre o funcionamento e as técnicas dos equipamentos SEPCT e acelerador linear.
Vamos lá? 
Bons estudos! 
SPECT, ACELERADOR LINEAR E PRINCÍPIOS FÍSICOS
Medicina nuclear
SPECT
O SPECT é um equipamento de aquisição de imagem da medicina nuclear. A principal característica da
formação de imagem em medicina nuclear é que a fonte de radiação está no interior do corpo do paciente,
e o equipamento responsável pela formação da imagem tem por objetivo encontrar a distribuição do
material radioativo no corpo. 
Veja, na Figura 1, a imagem da sequência da formação de imagem na medicina nuclear.
Figura 1 | Sequência da formação de imagem na medicina nuclear
Fonte: Nobrega (2011, p. 134).
Correção de atenuação de espalhamento no SPECT
Na medicina nuclear, em especí�co no SPECT, existe a necessidade de correção de atenuação de
espelhamento. Essa correção é necessária, pois pode gerar um exame com menor qualidade, podendo
interferir na questão de de�nição de uma hipótese diagnóstica de uma patologia. Quanto mais tecidos
diferenciados, a atenuação não se fará uniforme, por exemplo, o tórax, que possui diferentes tecidos, e a
grande variabilidade individual do paciente. Por esse motivo, torna-se necessário saber dos coe�cientes de
atenuação das densidades diferentes de tecidos de cada paciente. Com o conhecimento dos coe�cientes de
atenuação, pode-se criar um mapa de atenuação, a partir de uma fonte externa, a qual irradia o paciente e
cria projeções de transmissão da anatomia individual. 
A correção de atenuação espalhada é relacionada com a fração de fótons atenuada, que é de�nida pelo
coe�ciente de atenuação linear (µ), de�nido pelo número de fótons que sofrem interação por unidade de
comprimento (espessura do atenuador). O coe�ciente de atenuação (µ) é dependente da energia da
radiação, da densidade do tecido (número de elétrons por grama) e, para o efeito fotoelétrico, do número
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atômico. Para a correção de atenuação de espalhamento adequada, é necessário aplicar o controle de
qualidade, com padrões obrigatórios e técnicas adicionais, que devem ser satisfatoriamente e
sistematicamente observadas, para garantir a qualidade das imagens obtidas. 
Medicina nuclear
Aceleradores lineares
Os aceleradores lineares para aplicações médicas proporcionaram um grande avanço na radioterapia. Esses
equipamentos realizam os tratamentos com feixes de elétrons, com qualidade e e�cácia bem maiores do
que os obtidos pelos betatrons.
Veja, na Figura 2, uma tabela com as capacidades de penetração de diferentes energias. Observa-se que o
acelerador linear é o equipamento que possui as maiores capacidades de penetração de feixes, comparado
aos equipamentos de raios X e Co-60.
Figura 2 | Capacidade de penetração dos feixes de diferentes energias
Fonte: Brasil (2010, p. 27).
Resolução espacial e sensibilidade volumétrica
A resolução espacial e a sensibilidade volumétrica são de�nidas no planejamento radioterápico através de
três parâmetros: volume tratado, dose de radiação e técnica utilizada.
Esses parâmetros devem ser aplicados de maneira uniforme nas diferentes instituições.
Volume tratado 
A determinação do volume de tratamento consiste em várias etapas. Dois volumes devem ser de�nidos
antes de se começar o planejamento, que são:
GTV (Gross Tumor Volume/volume tumoral).
CTV (Clinical Target Volume/volume alvo).
Durante o processo de planejamento, mais volumes são de�nidos através das técnicas:
PTV: volume de planejamento.
TV: volume tratado.
IV: volume irradiado.
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OAR: órgão de risco.
PORV: volume de planejamento dos órgãos de risco.
EQUIPAMENTOS E EXAMES: SPECT E ACELERADOR LINEAR E DEFINIÇÃO DE
ALVO NA RADIOTERAPIA
Caro estudante, agora que você aprendeu sobre os conceitos de SPECT e acelerador linear, correção de
atenuação e espalhamento, resolução espacial e sensibilidade volumétrica, chegou a hora de conhecer o
funcionamento dos equipamentos SPECT e acelerador linear, o controle de qualidade para auxiliar na
correção de atenuação e espalhamento e sobre cada volume de tratamento da resolução espacial e
sensibilidade volumétrica aplicado na radioterapia. Vamos lá!
Medicina nuclear
Correção de atenuação e espalhamento – Controle de qualidade
EquipamentoConforme falamos no bloco anterior, o SPECT é um equipamento que pertence à medicina
nuclear e é uma das tecnologias mais modernas na aquisição de imagens, porém deve ser realizada a
correção de atenuação e espalhamento, devido às estruturas e aos tecidos de diversos tipos. Para essa
correção ser realizada adequadamente, o controle de qualidade nos equipamentos é de suma importância
para o auxílio e para sempre manter a qualidade nos exames. Os itens do equipamento de SPECT que
necessitam de controle de qualidade são: 
Sistemas com fonte linear de varredura, colimador paralelo e dois detectores a 90°.
Arranjo com múltiplas fontes lineares de gadolínio-153, colimador paralelo e dois detectores a 90°+.
Sistemas com fonte pontual de varredura (bário-133) para dois ou três detectores.
Fonte de transmissão de raios X para dois detectores.
Radioterapia
Acelerador linear
São equipamentos complexos, de alta tecnologia na produção de feixes com propriedades dosimétricas e
geométricas. Esses equipamentos são constituídos por:
Estativa (stand).
Parte móvel, ou gantry, com um cabeçote.
Na estativa, estão localizados os sistemas de refrigeração, os componentes elétricos geradores das micro-
ondas e o restante dos componentes eletrônicos. Já o gantry possui a seção aceleradora e o cabeçote com
os colimadores.
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Acelerador linear de uso clínico
É constituído pelos componentes:
Canhão de elétrons: onde estão localizados os �lamentos em que são gerados os elétrons para serem
acelerados.
Seção aceleradora: é a estrutura onde os elétrons são acelerados até atingirem a energia desejada.
Bomba de vácuo: responsável por manter o vácuo na seção aceleradora.
Circuito gerador de micro-ondas: fonte geradora de micro-ondas (klystron ou magnetron).
Guia de onda: responsável pelo transporte das micro-ondas até a seção aceleradora.
Circulador e carga d'água: responsáveis por absorver as micro-ondas que não chegam à seção
aceleradora.
Magneto de de�exão: responsável pela condução do feixe de elétrons até o carrossel.
Resolução espacial e sensibilidade volumétrica
De�nição do alvo 
A de�nição do alvo no planejamento radioterápico tem o objetivo de delinear os volumes-alvo e os órgãos
sensíveis. Existem métodos de exames necessários para localizar essas estruturas internamente no
paciente. Dependendo do caso, a identi�cação do volume-alvo pode ser realizada através de palpação clínica
ou do exame visual. Porém, a maioria dos casos tem a necessidade do uso de imagens radiológicas, como
�lmes radiográ�cos, e de tomogra�a computadorizada. As de�nições e características de volumes-alvo são:
GTV: volume visível do alvo.
CTV: volume clínico do alvo.
PTV: volume de planejamento do alvo.
TV: volume tratado.
IV: volume irradiado.
OAR: órgão de risco.
PORV: volume de planejamento dos órgãos de risco.
Veja, na Figura 3, uma representação destas de�nições de volumes-alvo.
Figura 3 I Representação das de�nições de volumes alvos
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Fonte: Ramos (2007, p. 3).
PROCEDIMENTOS: EXAMES NO SPECT NA MEDICINA NUCLEAR, RESOLUÇÃO
ESPACIAL E SENSIBILIDADE VOLUMÉTRICA NA RADIOTERAPIA
Caro estudante, chegou a hora de aprender sobre os procedimentos e exames de SPECT em medicina
nuclear e sobre a resolução espacial e a sensibilidade volumétrica na radioterapia. Vamos lá!
Exames de SPECT
Os exames realizados através do equipamento e dos sistemas SPECT são diversos, sendo as cintilogra�as os
exames mais conhecidos.
Veja, a seguir, como é realizado o exame de cintilogra�a de perfusão miocárdica – repouso e estresse
através do SPECT.
Cintilogra�a de perfusão miocárdica – Repouso e estresse
Preparo:
No dia do exame, vestir-se para a realização de exercício. O calçado deve ter solado de borracha e ser
confortável.
Evitar fazer exercícios duas horas antes do exame.
Não fumar no mesmo período.
Fazer uma alimentação leve até duas horas antes do exame.
Em até 24 horas antes do exame, deve-se evitar o consumo de qualquer alimento, bebida ou medicação
que contenha cafeína.
Trazer todos os exames relacionados ao problema, principalmente, cintilogra�as do coração realizadas
previamente.
exame
O exame é realizado em duas etapas:
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Repouso: é administrado o radiofármaco e em, aproximadamente, 60 minutos ou mais o paciente vai
para a sala de exames para a aquisição das imagens, que tem a duração de 20 minutos.
Estresse: geralmente, é realizado por um teste ergométrico (estresse físico); em alguns casos, com uma
medicação (estresse farmacológico). Quando é através do estresse farmacológico, ele se concentra no
coração. Para este objetivo, é administrado durante o estresse. Após 30 a 60 minutos (ou mais), o
paciente vai para a sala de exames para a aquisição de imagens, que tem a duração de 30 minutos.
Radioterapia
De�nição dos alvos e das estruturas de interesse
Todos os alvos e estruturas de interesse necessitam ser projetados nas imagens de tomogra�a
computadorizada, que são transferidaspara o sistema de planejamento computadorizado (TPS). É realizada
a integração de cada corte do CT dos desenhos projetados e é dada a origem aos volumes tumorais visíveis,
chamados de GTV, e aos volumes pertencentes às estruturas sadias de interesse. Através do GTV, é de�nido
o volume de tratamento clínico, conhecido como CTV, e pode incluir os GTVs de mais de uma área
delimitada como extensão da patologia não visível em imagens. 
Veja, na Figura 4, os desenhos de GTV e CTV de um caso de tumor de cabeça e pescoço. O volume de
planejamento do tratamento PTV e o volume de planejamento dos órgãos de risco, PORV6, são
determinados através do conhecimento das incertezas geométricas que estão embutidas tanto na posição
quanto no desenho dos volumes de CTV e OAR6. Portanto, tanto o PTV quanto o PORV6 dependem dos
parâmetros de localização e imobilização do paciente e devem ser de�nidos no sistema de planejamento
(TPS) 5,6.
Figura 4 | Alvos e estruturas de interesse de dose para um paciente de cabeça e pescoço
Fonte: Ramos (2007, p. 34).
Podemos observar na imagem os alvos e as estruturas de interesse de dose para um paciente de cabeça e
pescoço. GTV, em amarelo, são os tumores visíveis; CTV2, em azul, é o desenho com margem clínica para a
região sem envolvimento nodal (N-); em verde, são as parótidas (P) direita e esquerda.
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VÍDEO RESUMO
Olá, estudante! Neste vídeo, abordaremos sobre os conceitos de SPECT e acelerador linear, correção de
atenuação e espalhamento e de�nição de volume de alvo. Aprenderemos sobre o exame de cintilogra�a de
perfusão miocárdica – repouso e estresse realizado no SPECT e como ocorre a de�nição de alvos e áreas de
interesse da resolução espacial e sensibilidade volumétrica.
 Saiba mais
Na Aula 11, abordamos muito sobre o equipamento SPECT, que é uma das tecnologias mais recentes
na medicina nuclear. Os exames realizados por meio dele auxiliam em diversas especialidades médicas
no diagnóstico de uma variedade de patologias. Na neurologia, tem um papel importante na aplicação
clínica. Para um aprofundamento sobre o assunto, sugiro a leitura do artigo PET e SPECT em neurologia
e PET e SPECT em neurologia e psiquiatria: do básico às aplicações clínicas. O objetivo do texto é
apresentar as aplicações clínicas através dos exames de PET e SPECT na medicina nuclear, mostrando
também as imagens dos exames. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/rbp/a/jv9bDMHZr96mJLkvq83ygsd/?format=pdf&lang=pt .
INTRODUÇÃO
Seja bem-vindo, caro estudante e futuro pro�ssional de sucesso da radiologia! A medicina nuclear é um
segmento da radiologia de suma importância, que tem como foco estudar a �siologia dos órgãos do corpo
humano. Diferenciada dos demais segmentos, nela são administrados radiofármacos com radionuclídeos,
tornando o paciente emissor de radiação e não irradiado. Quando falamos de medicina nuclear, existem
dois sistemas que são muito utilizados: o SPECT/CT e o PET/CT. Cada um deles tem suas características
especí�cas, e ambos necessitam de atenuação e correção do espalhamento. Na aula de hoje, aprenderemos
sobre as características desses sistemas, a motivação de sistemas híbridos e a atenuação e correção do
espalhamento usando CT. Vamos lá? 
Bons estudos! 
Aula 4
IMAGENS HÍBRIDAS SPECT/CT E PET/CT
A medicina nuclear é um segmento da radiologia de suma importância, que tem como foco
estudar a �siologia dos órgãos do corpo humano.
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SISTEMAS SPECT/CT E PET/CT E ATENUAÇÃO E CORREÇÃO DO
ESPALHAMENTO USANDO CT
Caro estudante, na aula de hoje, conheceremos os sistemas híbridos SPECT/TC e PET/TC, porém, antes disso,
veremos as características especí�cas de cada um deles. Para melhor entendimento, precisamos aprender
sobre a tomogra�a de emissão. Vamos lá?
Tomogra�a de emissão 
A tomogra�a de emissão é um ramo da imagem médica utilizada na medicina nuclear que possui duas
técnicas principais, que são: a tomogra�a computorizada por emissão de fóton único (SPECT) e a tomogra�a
de emissão de pósitrons (PET). As técnicas utilizam materiais radioativos, os quais são administrados no
paciente para a aquisição de imagens com as informações das propriedades �siológicas das estruturas do
corpo humano.
Sistemas híbridos
Os sistemas híbridos são constituídos por dois equipamentos, PET/TC e PET/RM, distintos e independentes,
mas conectados entre si. O PET-TC é a junção que gera uma combinação da tomogra�a por emissão de
pósitrons (PET) com a tomogra�a computadorizada (TC). Já na PET-RM (ressonância magnética) são
realizados exames de RM e PET. O objetivo do PET de ambos é parecido: o PET sempre fornecerá
informações metabólicas, e a TC ou RM fornecerá todo o detalhamento anatômico em formato de aquisição
de imagem.
Sistemas: SPECT/CT e PET/CT
PET e SPECT são os sistemas de aquisição de imagem mais utilizados na medicina nuclear. A principal
diferença é o tipo de radioisótopo que é incorporado ao traçador, que resulta em um modo diferenciado de
detecção do decaimento radioativo do radioisótopo para cada técnica.
Vantagens e desvantagens dos equipamentos: PET/CT e SPECT/CT
A PET/TC possui uma melhor resolução e capacidades quantitativas comparadas à SPECT/CT, porém a
SPECT/TC é muito utilizada pelas instituições de saúde, devido aos seus custos serem menores comparados
à PET/CT.
Veja, na Figura 1, uma tabela contendo as vantagens e desvantagens dos sistemas SPECT/CT e PET/CT.
Figura 1 I Vantagens e desvantagens da SPECT/CT e PET/CT
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Modalidade Vantagens Desvantagens
PET Alta sensibilidade
Altamente quantitativa
Possível monitoramento temporal
Muitos agentes translacionais em
desenvolvimento
Radiação
Cíclotron no local para agentes de vida curta
Resolução espacial relativamente baixa
SPECT Ampla disponibilidade
Muitos marcadores
Resolução espacial baixa e menos
quantitativa que a PET
Alguma radiação
Fonte: Ziessman et al. (2014, p. 56).
Atenuação e correção de espalhamento utilizando CT
A atenuação e a correção de espalhamento nos equipamentos de SPECT/TC e PET/TC servem para garantir a
intensidade da radiação uniforme na formação da imagem do exame, pois quanto mais tecidos e espessuras
diferenciadas a estrutura de interesse possuir, mais a atenuação não se faz uniforme, afetando a qualidade
do exame. Em sistemas híbridos, as imagens podem ser reconstruídas com base em uma mapa de
atenuação, o qual é gerado pela aquisição tomográ�ca da TC. Existem três tipos de interação da radiação
eletromagnética com a matéria que interferem na atenuação de uniformidade: o efeito fotoelétrico, o
espalhamento Compton e a aniquilação de pares.
FUNCIONAMENTO: SPECT/TC E PET/CT E CORREÇÃO DE ATENUAÇÃO
Caro estudante, neste bloco, você aprenderá como funcionam os sistemas SPECT/TC e PET/CT e como é
realizada a correção de atenuação de TC tanto em equipamentos SPECT e PET quanto em sistemas híbridos.
Vamos lá!
Sistema SPECT/TC 
A SPECT realiza a aquisição de imagens planares do paciente a partir de diferentes direções, utilizando um
número elevado de projeções. A partir das imagens adquiridas, é reconstruído um conjunto de cortes do
paciente. Os planos de corte anatômicos realizados são: axial, sagital e coronal, sendo as imagens axiais
produzidas diretamente pelo SPECT, e os planos sagital e coronal são formados a partir de um conjunto dos
cortes axiais.
Sistema PET/TC
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Para a PET, são utilizadas as propriedades particulares dos emissores de pósitrons (partículas β+), que são
administradas no paciente no formato de fármacos radiomarcados, em que ocorre a ligação especí�ca das
células da estrutura que se pretende obter a imagem do exame. Os emissores de pósitrons têm a
característica particular de produzir dois fótons gama por aniquilação, emitidos em direções opostas um ao
outro e com a mesma energia de 511 keV. Após a aquisição das imagens da emissão de pósitrons, os dados
são reconstruídos de uma forma idêntica à usada em SPECT, porém é sempre aplicada correção da
atenuação usando os dados do CT. 
Aplicação da correção de atenuação usando TC: SPECT, PET e sistemas híbridos
A tomogra�a computadorizada utilizada nos equipamentos de SPECT/CT e PET/CT e nos sistemas híbridos
tem o objetivo de fornecer informações das imagens da anatomia e secção transversal da estrutura de
interesse do exame, com alta resolução espacial e alta qualidade e sensibilidade. As imagens são projetadas
com alto �uxo de fótons e representam alta qualidade, muito próxima de como realmente é a atenuação do
tecido. Com essa vantagem, podem ser utilizadas como base para a correção de atenuação. Cada raio X
emitido pelo tubo é captado no detector com intensidade alterada pelo fator de atenuação do tecido, onde
o índice i indica cada região diferente ao longo da trajetória, µi é o coe�ciente de atenuação daquele tecido e
Xi é a espessura correspondente à região do tecido, cujo coe�ciente de atenuação é µi. 
Veja, na Figura 2, a fórmula utilizada para o cálculo de atenuação.
Figura 2 | Fórmula de cálculo para atenuação
Fonte: Käsemodel (2014, p. 14).
Através das medidas de atenuação obtidas por meio de todos os raios do feixe e de todos os ângulos de
varredura, é gerado um arranjo seccional dos coe�cientes de atenuação do tecido. Para a padronização e
para ser fornecida uma escala a �m de ser possível a visualização, estes números são convertidos para
números de TC, conhecido como HU (Houns�eld Unit), através da normalização em função do coe�ciente de
atenuação da água (µH2O).
Veja, na Figura 3, a fórmula de conversão de atenuação para números de TC.
Figura 3 | Fórmula de conversão de atenuação para números de TC
Fonte: Käsemodel (2014, p. 14).
Através desta conversão de números de TC, temos diferentes números de TC para diferentes tipos de
tecidos.
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Veja, na Figura 4, uma tabela com números de TC para os diferentes tecidos do corpo humano.
Figura 4 | Números de TC de diferentes tecidos do corpo humano
Fonte: Käsemodel (2014, p. 14).
AQUISIÇÃO DE IMAGENS: SPECT/CT E PET/CT
Caro estudante, agora que você já sabe sobre os conceitos e aprofundamentos dos sistemas SPECT/CT,
PET/TC e híbridos, chegou o momento de aprender como são realizadas as aquisições de imagem em cada
um desses sistemas. Vamos lá!
Sistema SPECT/CT
Gama-câmara
Antes de abordarmos as aquisições de imagens do sistema SPECT/CT, é necessário saber que a gama-
câmara é o principal instrumento para aquisição de imagens de medicina nuclear. Ela é associada a
computadores e softwares, com o objetivo de processar e exibir as imagens formadas. A detecção da
radiação gama é realizada através de detectores que possuem, em sua constituição, um cristal cintilador
acoplado a tubos fotomultiplicadores (PMT), e no SPECT/CT tem a junção com a tomogra�a
computadorizada. A colimação é de suma importância para a localização das fontes na gama-câmara, pois a
fonte tem uma distribuição espacial desconhecida. Na detecção de fóton único (SPECT) e na medicina
nuclear convencional, esta colimação é realizada com colimadores mecânicos, os quais são constituídos por
uma chapa espessa de chumbo com pequenos buracos.
Aquisição de imagens SPECT/CT
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Existem duas formas de aquisição de imagem na câmara SPECT: a planar e a tomográ�ca. A imagem planar
apresenta uma única projeção, da distribuição do radiotraçador no paciente, e a imagem tomográ�ca é
constituída por uma quantidade de imagens da distribuição do radiotraçador, que são adquiridas a partir de
vários planos através dos detectores em diversas posições. No SPECT, a câmara gira em torno do paciente,
formando imagens da distribuição do radiofármaco em diferentes ângulos. Após a observação de todos os
ângulos, é possível reconstruir uma visão tridimensional da distribuição do radiofármaco no corpo. As
rotações dos detectores para as projeções tomográ�cas são, normalmente, de rotação de 360° ou 180°.
Veja, na Figura 5, uma aquisição de imagem da região pélvica no equipamento SPECT.
Figura 5 | Aquisição de imagem da região pélvica no equipamento SPECT
Fonte: Reis (2012, p. 33).
Veja, na Figura 6, uma aquisição de imagem da região pélvica no equipamento SPECT/CT.
Figura 6 | Aquisição de imagem da região pélvica no equipamento SPECT/CT
Fonte: Reis (2012, p. 33).
Sistema PET/CT
As câmaras PET-CT são constituídas por uma gantry CT e outra gantry PET sequenciais, que partilham a
mesa do paciente. Esta con�guração da câmara tem como principal vantagem o posicionamento invariável
do paciente entre as aquisições PET e CT, que reduz o risco de erros de registo das imagens (fusão). Além
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disso, como dito anteriormente, os dados CT ainda podem ser usados para correção da atenuação das
imagens PET.
Veja, na Figura 7, a imagem de um equipamento de PET/CT.
Figura 7 | Equipamento de PET/CT
Fonte: Reis (2012, p. 26).
Veja, na Figura 8, uma aquisição de imagem da região pélvica no equipamento PET/CT.
Figura 8 | Aquisição de imagem da região pélvica no equipamento PET/CT
Fonte: Reis (2012, p. 33).
VÍDEO RESUMO
Olá, estudante! Neste vídeo, abordaremos sobre os sistemas SPECT/CT, PET/CT e híbrido, como também a
atenuação e correção do espalhamento utilizado a TC em cada um dos sistemas. Aprenderemos como são
realizadas as aquisições de imagem de cada um destes sistemas, como também analisaremos algumas
imagens de exames. Vamos lá!
 Saiba mais
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Na aula de hoje, abordamos sobre os equipamentos SPECT/CT e PET/CT. Em comparação a alguns
aspectos, o PET/CT possui mais vantagens do que o SPECT/CT, porém muitas instituições optam em
adquirir o equipamento SPECT/CT devido ao custo ser menor. O SPECT/CT tem a sua importância no
diagnóstico de patologias. Para aprimorar os seus estudos, indico a leitura do artigo A tomogra�a por
emissão de pósitrons: uma nova modalidade na medicina nuclear brasileira.
Disponível em: https://www.scielosp.org/article/ssm/content/raw/?
resource_ssm_path=/media/assets/rpsp/v20n2-3/10.pdf. 
CONCEITOS DE TÉCNICAS DE TRATAMENTO RADIOTERÁPICO E SISTEMAS DE
MEDICINA NUCLEAR
Caro estudante, nesta aula, você recordará os conceitos de tumores, tratamentos na radioterapia,
equipamentos e sistemas na medicina nuclear e atenuação e correção de espalhamento. Vamos lá!
Radioterapia
Tumor: benigno versus maligno
Veja, na Figura 1, uma tabela com as características dos tumores benigno e maligno.
Figura 1 | Tipos de tumores
Fonte: elaborada pela autora.
Classi�cação do câncer
Veja, na Figura 2, uma tabela com a classi�cação do câncer.
Aula 5
REVISÃO DA UNIDADE
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Figura 2 | Classi�cação do câncer
Fonte: elaborada pela autora.
Técnicas utilizadas na rotina de radioterapia atualmente
Veja, na Figura 3, uma tabela das técnicas utilizadas na rotina de radioterapia atualmente.
Figura 3 | Técnicas utilizadas na rotina de radioterapia atualmente
Fonte: elaborada pela autora.
Radioterapia
Aceleradores lineares
Veja, na Figura 4, uma tabela de comparação de energia com fontes utilizadas na radioterapia: raios X, Co-60
e acelerador linear.
Figura 4 | Capacidade de penetração dos feixes de diferentes energias
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Fonte: Brasil (2010, p. 27).
Resolução espacial e sensibilidade volumétrica
Veja, na Figura 5, os três parâmetros utilizados na resolução espacial e sensibilidade volumétrica.
Figura 5 | Parâmetros utilizados na resolução espacial e sensibilidade volumétrica
Fonte: elaborada pela autora.
Veja, na Figura 6, as características de volumes de alvos.
Figura 6 | Características de volumes de alvos
Fonte: elaborada pela autora.
Medicina nuclear
Radiofármacos 
Veja, na Figura 7, os objetivos dos radiofármacos.
Figura 7 | Objetivos dos radiofármacos
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Fonte: elaborada pela autora.
Sistemas híbridos
São constituídos por dois equipamentos: PET/TC e PET/RM, distintos e independentes, mas conectados entre
si.
Sistemas: SPECT/CT e PET/CT
A principal diferença é o tipo de radioisótopo que é incorporado ao traçador, que resulta em um modo
diferenciado de detecção do decaimento radioativo do radioisótopo para cada técnica.
Aplicação da correção de atenuação usando TC: SPECT, PET e sistemas híbridos
Veja, na Figura 8, a fórmula utilizada para o cálculo de atenuação.
Figura 8 | Fórmula de cálculo para atenuação
Fonte: Käsemodel (2014, p. 14).
Para ser fornecida uma escala para ser possível a visualização, estes números são convertidos para números
de TC, conhecido como HU (Houns�eld Unit), através da normalização em função do coe�ciente de
atenuação da água (µH2O).
Veja, na Figura 9, a fórmula de conversão de atenuação para números de TC.
Figura 9 | Fórmula de conversão de atenuação para números de TC
Fonte: Fonte: Käsemodel (2014, p. 14).
REVISÃO DA UNIDADE
Olá, estudante! Neste vídeo, relembraremos os tipos de tumores, a classi�cação do câncer, as técnicas
utilizadas em radioterapia atualmente e a resolução espacial e volumétrica para a identi�cação de tumores
no planejamento radioterápico. Já em medicina nuclear, relembraremos sobre os sistemas PET/CT, SPECT/TC
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e híbrido, como também a correção de atenuação e espalhamento utilizando TC. Vamos lá! 
ESTUDO DE CASO
Caro aluno, no segmento da medicina nuclear, há diversos sistemas, como SPECT/TC, PET/CT e híbridos,
cada um com suas características distintas e especí�cas para realizar os exames. A contextualização do seu
aprendizado sobre os conteúdos vistos durante as aulas vai prepará-lo mais ainda para a prática da
pro�ssão no dia a dia. Vamos lá!
Imagine que você como trabalha em uma instituição no segmento de medicina nuclear. Você chegou 20
minutos atrasado para seu expediente de trabalho e, quando começaria os testes de qualidade, que é
protocolo da instituição, uma paciente do sexo feminino, de 30 anos, bateu à porta, alterada pela demora ao
para realizar o seu exame, que é de cintilogra�a miocárdica – repouso e estresse. Visando a um atendimento
rápido, você pausa os testes de qualidade, prepara da sala e chama a paciente para a realização do exame.
Ao �nalizar todo o procedimento, você libera a paciente. Neste mesmo dia, você atendeu mais nove
pacientes. 
No dia seguinte, você chega à instituição, e o seu supervisor o chama em sua sala para conversar. Ele
informa que os dez exames do dia anterior foram inutilizados e deverão ser repetidos por má qualidade na
aquisição de imagem. Foi constatado que os testes de qualidade não foram realizados, e o equipamento
estava com um problema no coe�ciente de atenuação, ou seja, não estava calibrado, logo deveria ter sido
acionado um físico para realizar a ação corretiva antes do expediente. Os dez exames serão descontados do
seu pagamento. Imprevistos ocorrem, como chegar atrasado no expediente de trabalho e os pacientes
�carem alterados com o atraso no exame, porém nada justi�ca não realizar os testes de qualidade e seguir
os protocolos da instituição. Este caso traz três principais questionamentos, para re�exões necessárias:
1. Por que não comuniquei a instituição sobre o meu atraso quando estava a caminho?
2. Eu sou tecnólogo em radiologia e sou obrigado a realizar testes de qualidade no equipamento?
3. Se o equipamento não estava calibrado, será justo descontar os dez exames do meu salário?
Esses questionamentos são essenciais, porque, através deles, você poderá veri�car os pontos a serem
melhorados, principalmente, de organização e conscientização de seguir corretamente os procedimentos da
empresa, para evitar prejuízo ao seu bolso.
 Re�ita
A área da medicina nuclear está em constante evolução de equipamentos e sistemas, e isso traz a
necessidade de o pro�ssional da radiologia possuir conhecimentos muito além de exames e anatomia.
O controle de qualidade dos equipamentos é de suma importância para a qualidade dos exames e para
a conservação dos equipamentos. Mas, será que todas as instituições têm essa preocupação? Não
podemos ter certeza, porém, quando trabalhamos na área da radiologia, precisamos seguir as normas
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e os procedimentos da empresa. Quando realizamos um exame, nosso nome �ca registrado e,
dependendo de como o realizamos, isso pode nos trazer reconhecimento e crescimento pro�ssional,
ou críticas e oportunidades perdidas devido à má qualidade. Saber sobre os testes de controle de
qualidade dos equipamentos faz a diferença em qualquer local em que você atua, pois você realiza a
prática de adaptação a ambientes, não perdendo a qualidade dos seus exames. Não perca uma
oportunidade de treinamento e conhecimento de testes de qualidade nos equipamentos, tanto em
medicina nuclear quanto em outros segmentos da radiologia.
RESOLUÇÃO DO ESTUDO DE CASO
Caro estudante, chegou a hora de analisar a resolução do estudo de caso. Conversaremos sobre os
questionamentos, pois o erro foi descoberto a tempo de ser tomada a ação de correção, que é a repetição
dos dez exames, que necessitam da reconvocação dos pacientes, para evitar possíveis erros nos
diagnósticos. Vamos lá!
Veja, a seguir, os questionamentos do estudo de caso:
1. Por que não comuniquei a instituição sobre o meu atraso quando estava a caminho?
2. Eu sou tecnólogo em radiologia e sou obrigado a realizar testes de qualidade no equipamento?
3. Se o equipamento não estava calibrado, será justo descontar os dez exames do meu salário?
A seguir, constam os aprendizados das re�exões dos questionamentos do estudo de caso. Através desses
aprendizados, o aluno poderá aplicar ações preventivas, para que não ocorra este tipo de problema grave,
que pode prejudicar a vida de um paciente.
1. Por que não comuniquei a instituição sobre o meu atraso quando estava a caminho?Comunicaçãoé tudo! Se você tivesse comunicado a instituição de que estava a caminho, não mudaria o fato do
atraso, porém os pacientes seriam orientados para aguardarem, porque você já estava a caminho.
Provavelmente, os pacientes estariam mais calmos e, houvesse um pro�ssional da radiologia naquele
momento, poderia auxiliá-lo começando os testes de qualidade no equipamento.
2. Eu sou tecnólogo em radiologia e sou obrigado a realizar testes de qualidade no equipamento?
Se houver procedimentos e protocolos na instituição para realizar os testes, você precisa. No dia a dia
da nossa pro�ssão, necessitamos realizar testes de qualidade nos equipamentos, pois isso garante a
qualidade do exame e evita erros. Geralmente, quando a instituição tem esses procedimentos e
protocolos de testes de qualidade para serem realizados pelo pro�ssional da radiologia, são oferecidos
treinamentos sobre como realizá-los. Não veja a questão de realizar testes de qualidade nos
equipamentos como um fardo diário, e sim como uma questão de qualidade na realização dos seus
exames e um aprendizado que gera o crescimento pro�ssional. Quando é apontado um descontrole na
calibração, como em nosso estudo de caso, é solicitado o pro�ssional físico ou dosimetrista, para
aplicar a ação corretiva no equipamento.
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3. Se o equipamento não estava calibrado, será justo descontar os dez exames do meu salário?
Sim, pois você não cumpriu o protocolo e o procedimento de testes de qualidade no equipamento, que,
neste caso, deve ser diário e no começo do expediente. Se você tivesse realizado os testes de
qualidade, o problema no coe�ciente de atenuação do equipamento seria identi�cado antes do
primeiro exame, evitando todo o prejuízo �nanceiro.
RESUMO VISUAL
Medicina nuclear e radioterapia
Aula 9 – Diferenças entre tratamento na medicina nuclear e radioterapia.
Veja, na �gura, os conteúdos que foram abordados na Aula 9.
Figura | Conteúdos abordados na Aula 9
Fonte: elaborada pela autora.
Aula 10 – Informática na radioterapia
Veja, na �gura, os conteúdos que foram abordados na Aula 10.
Figura | Conteúdos abordados na Aula 10
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Fonte: elaborada pela autora.
Aula 11 – Funcionamento do sistema SPECT/CT e acelerador linear
Veja, na �gura, os conteúdos que foram abordados na Aula 11.
Figura | Conteúdos abordados na Aula 11
Fonte: elaborada pela autora.
Aula 12 – Imagens híbridas SPECT/CT e PET/CT
Veja, na �gura, os conteúdos que foram abordados na Aula 12.
Figura | Conteúdos abordados na Aula 12
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Fonte: elaborada pela autora.
Aula 1
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Curso para técnicos em radioterapia. Rio de
Janeiro, RJ: INCA, 2000. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Atualização para técnicos em radioterapia. Rio
de Janeiro, RJ: INCA, 2010. 
NOBREGA, A. I. Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem. 4. ed. São Paulo, SP: Difusão, 2011.
344p. 
OLIVEIRA, R. et al. Preparações radiofarmacêuticas e suas aplicações. Rev. Bras. Cienc. Farm., v. 42, n. 2,
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25 jan. 2023. 
SILVA, C. P. et al. Radiofármaco, desa�o para terapia cancerígena. Revista Saúde em Foco, ed. 11, 2019.
Disponível em: https://portal.unisepe.com.br/uni�a/saude-em-foco/ano-2019/. Acesso em: 25 jan. 2023. 
ZIESSMAN, H. A. et al. Medicina Nuclear. 4. ed. São Paulo, SP: Elsevier, 2014. 785p.
Aula 2
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Curso para técnicos em radioterapia. Rio de
Janeiro, RJ: INCA, 2000. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Atualização para técnicos em radioterapia. Rio
de Janeiro, RJ: INCA, 2010. 
REFERÊNCIAS
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https://portal.unisepe.com.br/unifia/saude-em-foco/ano-2019/
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https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/MEDICINA_NUCLEAR_E_RADIOTERAPIA/LIVRO/U3/index.html 37/38
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Aula 3
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BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Atualização para técnicos em radioterapia. Rio
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COSTA, D. C.; OLIVEIRA, J. M. A. P.; BRESSANC, R. A. PET e SPECT em neurologia e PET e SPECT em neurologia
e psiquiatria: do básico às aplicações psiquiatria: do básico às aplicações clínicas. Rev. Bras. Psiquiatr., v.
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NOBREGA, A. I. Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem. 4. ed. São Paulo, SP: Difusão, 2011.
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RAMOS, M. E. De�nição do volume de planejamento do alvo (PTV) e seu efeito na radioterapia. 2007.
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Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/85/85131/tde-27112007-
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ZIESSMAN, H. A. et al. Medicina Nuclear. 4. ed. São Paulo, SP: Elsevier, 2014. 785p.
Aula 4
DIAZ, C. et al. O uso do CT-SPECT como ferramenta para o diagnóstico diferencial da dor do pé e tornozelo.
Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia de Pé, v. 4, n. 1, 2010. Disponível em:
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KÄSEMODEL, T. B. Avaliação da correção de atenuação e espalhamento em imagens de SPECT em
protocolo cerebral. 2014. Dissertação (Mestrado em Ciências) – Universidade de São Paulo, São Paulo,
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NOBREGA, A. I. Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem. 4. ed. São Paulo, SP: Difusão, 2011.
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https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/2594/2187
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https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/85/85131/tde-27112007-144824/publico/tese_maria_esmeralda.pdf
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https://jfootankle.com/ABTPe/article/view/637/583
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https://teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59135/tde-24112014-141242/publico/Dissertacao_Thays.pdf
06/04/2024, 20:33 U3_Med_nuc_rad
https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/MEDICINA_NUCLEAR_E_RADIOTERAPIA/LIVRO/U3/index.html 38/38
Imagem de capa: Storyset e ShutterStock.
REIS, A. R. R. Aquisição, processamento e análise de imagens de medicina nuclear. 2012. Relatório de
Estágio Pro�ssional (Mestrado em Engenharia Biomédica e Biofísica) – Universidade de Lisboa, Lisboa, 2012.
Disponível em: https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/9242/1/ulfc104498_tm_Ana_Raquel_Reis.pdf.Acesso em: 5 jan. 2023. 
ZIESSMAN, H. A. et al. Medicina Nuclear. 4. ed. São Paulo, SP: Elsevier, 2014. 785p.
Aula 5
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Mistério da Saúde. Resolução - RDC nº 330, de 20 de
dezembro de 2019. Brasília, DF: Anvisa, [2023]. Disponível em:
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-rdc-n-330-de-20-de-dezembro-de-2019-235414748?
inheritRedirect=true. Acesso em: 6 jan. 2023. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Atualização para técnicos em radioterapia. Rio
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COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Resolução nº 164, de 7 de março de 2014. Dispõe sobre a
alteração do item 5.4.3.1 da Norma CNEN NN 3.01 Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica, que de�ne a
otimização médica da proteção radiológica aplicável à área de medicina nuclear. Brasília, DF: CNEN, [2023].
Disponível em: http://appasp.cnen.gov.br/seguranca/normas/normas.asp?grupo=3. Acesso em: 3 jan. 2023. 
REIS, A. R. R. Aquisição, processamento e análise de imagens de medicina nuclear. 2012. Relatório de
Estágio Pro�ssional (Mestrado em Engenharia Biomédica e Biofísica) – Universidade de Lisboa, Lisboa, 2012.
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Acesso em: 5 jan. 2023. 
ZIESSMAN, H. A. et al. Medicina Nuclear. 4. ed. São Paulo, SP: Elsevier, 2014. 785p.
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https://www.shutterstock.com/pt/
https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/9242/1/ulfc104498_tm_Ana_Raquel_Reis.pdf
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-rdc-n-330-de-20-de-dezembro-de-2019-235414748?inheritRedirect=true
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-rdc-n-330-de-20-de-dezembro-de-2019-235414748?inheritRedirect=true
http://appasp.cnen.gov.br/seguranca/normas/normas.asp?grupo=3
https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/9242/1/ulfc104498_tm_Ana_Raquel_Reis.pdf

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