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PEA – 3288 – ELETRICIDADE 1 
PROJETO 1 – LINHA DE TRANSMISSÃO EM CORRENTE CONTÍNUA 
DATA DE ENTREGA: 01 DE SETEMBRO VIA MOODLE DA DISCIPLINA 
O LEILÃ O DE TRÃNSMISSÃ O ÃNEEL Nº 002/2023, previsto para 15 de 
dezembro, vai licitar, dentre outros, o lote do sistema de transmissa o 
HVDC Nordeste I, que vai interligar as subestaço es Graça Ãranha, no 
Maranha o, a Silva nia, em Goia s (sul de Brasí lia), uma dista ncia 
de1850km. 
 
 
à documentaça o do edital deste leila o incluiu um estudo para o ONS – 
Operador Nacional do Sistema Ele trico, para que o conso rcio vencedor 
devera construir um eletrodo de aterramento para cada SE Conversora, 
tendo em vista a opça o de operaça o monopolar com retorno pela terra. 
No circuito da Figura este eletrodo de aterramento esta indicado por 
𝑅𝑎𝑡𝑒𝑟𝑟 . 
O que vem a ser esta condiça o de operaça o? Ã linha (denominada 
Nordeste I) tera a pote ncia nominal de 5 GW. E muita energia sendo 
transmitida por uma u nica linha de transmissa o! Ã vantagem da 
transmissa o em corrente contí nua (HVDC=High Voltage Direct Current) 
e se a linha de transmissa o, perde um polo, o sistema tem condiça o de 
continuar transmitindo pelo outro polo no modo monopolar, isto e com 
apenas um cabo com retorno pela terra. Evita-se, assim, uma reduça o 
de pote ncia muito elevada, que teria potencial de levar o SIN (Sistema 
Interligado Nacional) a uma instabilidade com risco de evoluir para um 
apaga o generalizado. 
Esta e uma das vantagens de um sistema de transmissa o HVDC, que 
contribui para compensar o custo mais elevado da sua implantaça o, 
quando comparado a um sistema ÃC. 
à Figura a seguir mostra o circuito ele trico do sistema. à carga no final 
de linha pode ser representada por duas resiste ncias que consomem 
2,5 GW sob 750 kV cada uma. 
Os cabos das linhas de transmissa o apresentam, cada um deles, uma 
resiste ncia de 28 mΩ/km. Ã Resiste ncia de Terra e igual a 10Ω em toda 
extensa o da linha. 
Ãdmitindo a linha operando em condiço es normais determine: 
1. Ã tensa o na subestaça o de Graça Ãranha nas condiço es normais 
de operaça o. 
2. Ã pote ncia ele trica gerada na subestaça o de Graça Ãranha 
 
Supondo que devido ao rompimento de um cabo da linha de 
transmissa o, um dos bipolos foi desligado, de modo que o sistema 
passou a operar com apenas um cabo (ou bipolo), com retorno da 
corrente pela terra. Ãdmitindo que a tensa o na subestaça o de Graça 
Ãranha na o se alterou durante este episo dio, calcule: 
a. Ã corrente e a pote ncia consumida na Resiste ncia de Carga 𝑅𝐶 . 
b. Ã pote ncia gerada pela subestaça o Graça Ãranha. 
c. Rendimento do sistema calculado pela relaça o entre a pote ncia 
consumida pela carga e a pote ncia gerada pela subestaça o.

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