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7.4 Figura 7.30 depósito de areia descrito nos Problemas 7.1 e 7.2. Os dados são fornecidos sob a forma eletrônica no site da LTC Editora que complementa este livro. Determine a variação da compacidade relativa e do ângulo de atrito de pico com a profundidade e compare os resultados com aqueles dos ensaios SPT no Problema 7.1 (os dados do SPT também são fornecidos eletronicamente). A Figura 7.32 apresenta os resultados de um ensaio de pressiômetro autoperfurante realizado a uma grande profundidade em um depósito de argila. Os dados são fornecidos sob a forma eletrônica no site da LTC Editora que complementa este livro. Determine a tensão total horizontal in situ e a resistência ao cisalhamento não drenada da argila na profundidade do ensaio. O ciclo de descarregamento– recarregamento está dimensionado adequadamente? Problema 7.2. Figura 7.31 Figura 7.32 7.5 Problema 7.3. Problema 7.4. A Figura 7.33 apresenta os resultados de um ensaio CPTU realizado na argila Gault mostrada na Figura 5.38a. Os dados são fornecidos sob a forma eletrônica no site da LTC Editora que acompanha este livro, a) b) c) Figura 7.33 junto aos dados de uma série de ensaios SBPM e SPT realizados no mesmo material. A argila tem peso específico de γ ≈ 19 kN/m3 acima e abaixo do lençol freático, que está a uma profundidade de 1 m abaixo do nível do terreno (BGL). Usando os dados do SBPM como referência, determine o valor apropriado de Nkt para obter cu a partir dos dados do CPTU. O que isso sugere a respeito do depósito de argila? Usando sua resposta ao item (a) ou outra, determine a variação de cu com a profundidade a partir dos dados do SPT. Determine a variação de K0 com a profundidade usando tanto os dados de SBPM quanto os do CPTU. Problema 7.5. Referências Aas, G., Lacasse, S., Lunne, T. and Høeg, K. 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Inclui abundantes dados de locais reais ao redor do mundo e a interpretação em condições mais desafiadoras de terreno (por exemplo, terreno congelado, solo vulcânico). Marchetti, S. (1980) In-situ tests by flat dilatometer, Journal of the Geotechnical Engineering Division, Proceedings of the ASCE, 106(GT3), 299–321. Esse artigo (escrito pelo desenvolvedor do ensaio) descreve o dilatômetro plano de Marchetti, o dispositivo utilizado com mais frequência para o DMT, e seu uso na obtenção das propriedades do solo. Powell, J.J.M. and Uglow, I.M. (1988) The interpretation of theMarchetti Dilatometer Test in UK clays, Proceedings of the ICE Conference on Penetration Testing in the UK, Thomas Telford, London. Um complemento ao item anterior de leitura complementar, descrevendo as propriedades que podem ser obtidas do DMT de modo confiável, as correlações a serem usadas na prática e uma ideia da dispersão associada a tais observações. Para acessar os materiais suplementares desta obra, visite o site da LTC Editora. Aplicações em engenharia geotécnica 1 2 3 4 5 1 2 Fundações rasas Resultados de aprendizagem Depois de trabalhar com o material deste capítulo, você deverá ser capaz de: Entender os princípios funcionais por trás das fundações rasas; Resolver problemas simples sobre capacidade de fundações, usando a equação de capacidade de carga de Terzaghi e/ou técnicas de análise limite; Calcular as tensões induzidas abaixo de fundações rasas e o recalque resultante usando soluções elásticas e a teoria do adensamento; Entender a filosofia que serve de fundamento para as normas de projeto de estados limites e como isso é aplicado ao projeto de acordo com o Eurocode 7; Projetar uma fundação rasa dentro do contexto do projeto de estados limites (Eurocode 7), de forma analítica (com base em propriedades fundamentais do terreno) ou direta, a partir de dados de ensaios in situ. 8.1 Introdução A fundação é aquela parte de uma estrutura que transmite cargas diretamente ao solo subjacente, um processo conhecido como interação solo-estrutura. Isso é mostrado de forma esquemática na Figura 8.1a. Para se comportar de maneira satisfatória, a fundação deve ser projetada para atender a duas exigências principais de desempenho (conhecidas como estados limites), a saber: Tal que sua capacidade ou resistência seja suficiente para suportar as cargas (ações) aplicadas (isto é, de forma que não entre em colapso). Para evitar deformações excessivas sob essas cargas aplicadas, o que pode danificar a estrutura suportada ou levar a uma perda de funcionalidade. Esses critérios são mostrados de forma esquemática na Figura 8.1b. Os estados limites últimos (ELU, ou ULS, ultimate limit states) são aqueles que envolvem o colapso ou a instabilidade da estrutura como um todo, ou a falha de um de seus componentes (item 1 anterior). Os estados limites de serviço (ELS, ou SLS, serviceability limit states) são aqueles que envolvem deformações excessivas, que levam ao dano ou perda da funcionalidade. Tanto o estado limite último quanto o de serviço devem ser sempre levados em consideração no projeto. A filosofia dos estados limites é a base do Eurocode 7 (EC7, BSI 2004), um padrão que especifica todas as situações que devem ser consideradas em projetos no Reino Unido e no restante da Europa. Padrões similares estão começando a aparecer em outras partes do mundo (por exemplo, GeoCode 21 no Japão). Nos Estados Unidos, a filosofia do projeto de estados limites é denominada Load and Resistance Factor Design (LRFD). Este capítulo será dedicado ao comportamento e ao design de fundações rasas submetidas a carregamento vertical. Se um estrato de solo próximo à superfície for capaz de suportar de forma adequada as cargas estruturais, é possível usar tanto sapatas quanto um radier, o que é conhecido, em geral, como fundação rasa (ou superficial). Uma sapata é uma placa (ou laje) mais ou menos curta, que fornece apoio isolado a uma parte da estrutura. A que suporta um único pilar é conhecida como sapata isolada ou pad; a que suporta um grupo de pilares muito próximos entre si é conhecida como sapata combinada ou conjunta; e a que fornece suporte a uma parede estrutural é conhecida como sapata corrida. Um radier é uma laje isolada relativamente grande, enrijecida, em geral, por elementos trans versais e que suporta a estrutura como um todo. A resistência de uma fundação rasa é quantificada por sua resistência de suporte (uma carga limitante) ou capacidade de carga (uma pressão limitante), cuja determinação será tratada nas Seções 8.2–8.4. A capacidade de carga (ou portante) está diretamente relacionada com a resistência ao cisalhamento do solo e, portanto, exige as propriedades de resistência φ′, c′ ou cu, dependendo de se as condições drenadas ou não drenadas forem mantidas, respectivamente. A deformação de uma fundação submetida a uma carga vertical será tratada nas Seções 8.5–8.8; ela depende da rigidez do solo (G ou módulo de Young E). O projeto de estado limite de uma fundação rasa será tratado na Seção 8.9. Quando elementos isolados de fundações rasas forem usados como partes de um sistema de fundações (por exemplo, Figura 8.1a, consistindo em duas sapatas corridas suportando a Parte 1 - Desenvolvimento de um modelo mecânico para o solo 7 Ensaios in situ Referências Leitura complementar Parte 2 - Aplicações em engenharia geotécnica 8 Fundações rasas Resultados de aprendizagem 8.1 Introdução