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BEM-VINDOS(AS)
Agenda – Disciplina Citricultura - Esalq
 9:00h – Recepção e café
 9:30h – Dr. Franklin Behlau (HLB/Cancro/Leprose)
10:45h – Intervalo
11:00h – Dr. Geraldo Silva Jr. (Fúngicas e outras)
12:30h – Almoço
14:00h – Visita ao Fundecitrus
15:15h – Encerramento
11 de outubro de 2023
Doenças dos citros
Aula – LPV 5711 - Esalq – Outubro de 2023
Dr. Franklin Behlau
Dr. Geraldo J. Silva Junior
Pesquisadores - Fundecitrus
franklin.behlau@fundecitrus.com.br
geraldo.silva@fundecitrus.com.br
11 pesquisadores e 6 agrônomos
140 profissionais
1,3 mil m² de 4 laboratórios
80 projetos e áreas experimentais
10 doenças e pragas estudadas
40 entidades parceiras no mundo
Centro de pesquisa e 
desenvolvimento 
referência em ciência 
e sustentabilidade para a citricultura
Mantido por citricultores e 
indústrias de suco de laranja 
Fundecitrus
LINHAS DE ATUAÇÃO
FORMAÇÃO DE 
PROFISSIONAIS
TRANSFERÊNCIA
DE TECNOLOGIA
PESQUISA DE
ESTIMATIVA DE SAFRA
COMUNICAÇÃO SUSTENTABILIDADEPESQUISA E 
INOVAÇÃO
PARCEIROS NACIONAIS E INTERNACIONAIS
SICEG
Sistema de controle
externo do greening
SPIF
Sistema de 
Pulverização
Integrado do
Fundecitrus
Alerta
Fitossanitário
Psilídeo
Sistema de
gestão
fitossanitária
SPPFC
Sistema de 
previsão de
podridão floral
TECNOLOGIAS
EDUCAÇÃO
COMUNICAÇÃO
Revista Citricultor
Redes sociais
Site Fundecitrus
Materiais técnicos
Cursos e eventos
CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/SUDOESTE MINEIRO
ÁREA DE PRESERVAÇÃO
AMBIENTAL ÁREA DE CITROS
460 mil ha citros
9.600 fazendas de citros em SP e MG
200 mil empregos (diretos e indiretos)
1 emprego a cada 10 ha 
390 mil ha das principais laranjas
Limões e limas ácidas
Tangerinas
Laranjas
84% 2%
11%
3%
Participação dos citros em relação à área total de citros
CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/SUDOESTE MINEIRO
Estimativa de safra
Fonte: CitrusBR (1998/89 a 2014/15) e Fundecitrus (2015/16 a 2023/24).
214
311
247
256
318
302307
356
371
428
338
436
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273
367
279
378
303
351
362
314
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268
416
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290
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245
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314 309,34
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Grande 
Large
(>360)
Média 
Medium
(300-330)
Média-Grande 
Medium-Large
(330-360)
Pequena 
Small
(<300)
Média da 
década
Decadal 
average
Novas tecnologias para citrosDoenças dos citros
49 espécies de fungos
31 tipos de vírus e viroides
11 espécies de bactérias
02 nematoides 
Total = 93 patógenos diferentes
Compendium of Citrus Diseases, 2000
Quantos patógenos causam 
doenças em citros?
Novas tecnologias para citrosA principal doença
HLB
Novas tecnologias para citrosDoenças importantes em SP
Podridão floral Cancro
Pinta preta Leprose
Novas tecnologias para citrosOutras doenças
Causadas por fungos e oomicetos
Gomose – Phytophthora spp.
Verrugose - Elsinoe spp.
Melanose - Diaporthe citri
Rubelose - Erytrichium salmonicolor
Mancha marrom de Alternaria - Alternaria alternata
Mancha graxa – Mycosphaerella citri (sin. Zasmidium citri)
Podridões de pós-colheita
Bolores - Penicillium spp.
Podridão peduncular - Phomopsis citri e Lasiodiplodia spp.
Podridão parda - Phytophthora spp.
Podridão amarga - Geotrichum candidum
Podridão cinza - Botrytis cinerea
Podridão negra - Alternaria citri 
Antracnose – Glomerella cingulata
Causadas por vírus e viróides
Tristeza – Citrus tristeza virus CTV
Sorose - Citrus psorosis virus (CPsV) 
Exocorte - Citrus exocortis viroid (CEVd)
Xiloporose ou cachexia – Hop stunt viroid (HSVd)
Causadas por bactérias
Clorose variegada dos citros - Xylella fastidiosa
Outras
Declínio
Morte súbita dos citros (MSC)
Fonte: PES/Fundecitrus
Perda de fruto por queda
2016/2017 a 2022/2023
Greening
HLB
Bactérias: Candidatus Liberibacter
Etiologia e aspectos gerais
Huanglongbing (HLB), greening, amarelão
A pior doença dos citros
Originária da Ásia
Altamente destrutiva e agressiva
Não existe variedade comercial resistente
Detectada no Brasil em 2004 (SP)
Agentes causais
Bactéria que se desenvolve no floema
Candidatus Liberibacter asiaticus
Candidatus Liberibacter americanus
Candidatus Liberibacter africanus
Não cresce em meio de cultura
Ação da bactéria
Como a bactéria age na planta
Entra na planta pela parte aérea
Coloniza sistema radicular
Se espalha por toda a planta
A bactéria provoca obstrução do floema
Carboidratos acumulam na folha e fruto
“morre” por “fome”
Importância e danos
Planta nova não produz
Planta em produção: grande queda de frutos
Prejuízos em todos os locais onde está presente
Controle eleva os custos
Reduz sólidos solúveis e aumenta acidez
Importância e danos
Bassanezi, 2018
Sadia
Doente
ano 0
Doente
ano1
Doente
ano 2
Doente
ano 3
Doente
ano 4
Doente
ano 5
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in
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Ocorrência no BR
SP (2004) 
MG (2005)
PR (2007)
MS (2019)
SC (2022)
Levantamento
Importância e danos
Florida
Source: U.S. Department of Agriculture-National Agricultural Statistics Service
Florida, EUA
16
Sintomas
Sintomas
Sintomas
Sintomas
Sementes abortadas
Sintomas
MagnésioGreening Zinco Manganês
Sintomas
CVCGreening Gomose
Vetor
Diaphorina citri – psilídeo
Inseto sugador da seiva do floema
Presente nos pomares do Brasil desde a década de 40
Alimenta-se nas folhas e ramos verdes das brotações
Suga a seiva de folhas novas causando enrolamento
Coloração cinza e com manchas escuras 
Permanece inclinado na folha ao ângulo de 45º
Tryoza eritreae - Greening africano 
(McClean & Oberholzer, 1965, África do Sul)
Portugal
Manejo do HLB
Os dez mandamentos
Manejo regional
0.0
0.1
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0.4
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R.B. Bassanezi 
Pomar sem manejo 
próximo de pomares 
sem manejo e com 
HLB
Pomar com manejo
próximo a pomares sem 
manejo e com HLB
Pomar sem manejo 
próximo a pomares 
com manejo do HLB
Pomar com manejo 
próximo a pomares com 
manejo do HLB
Guias e aplicativo
Monitoramento da 
população de psilídeos
31 mil armadilhas, 12 
regiões, informações a cada 
15 dias
Aprimoramento do 
sistema com mapas de 
risco/ocorrência
Analise contínua dos 
resultados das Ações 
Externas e controle do 
greening
Alerta
Sistema de classificação de RISCO
Risco da região em relação ao histórico da própria região
Alerta
Alerta HLB - Psilídeo
Negociação com vizinhos 
Controle externo
Controle biológico
Controle químico
Cancro cítrico
Bactéria: Xanthomonas citri subsp. citri
Agente causal
Xanthomonas citri subsp. citri
Primeiro relato em 1957
Presidente Prudente E. Kitajima
Importância e danos
Desfolha Qualidade da produção Queda de frutos
Levantamento
0, 38%
Itapetininga
Retorno das chuvas em 2021/2022 
retomou crescimento da incidência
Face superior
Sintomas
Lesões salientes, ásperas
Pequenas pústulas marrom
Início na face inferior da folha
Aspecto corticoso
Anéis concêntricos
Escurecimento do tecido
Folhas suscetíveis até 6 semanas
Frutos suscetíveis até 3 a 4 meses
Sintomas
Sintomas
Leprose Cancro CítricoVerrugose
Minador
Provoca ferimentos em folhas novas
Agente facilitador da disseminação 
do cancro cítrico
Lesões provocadas pelo minador 
demoram a cicatrizar
Maior área lesionada = maior 
produção de bactéria
Manejo 
CANCRO 
CÍTRICO 
Grande evolução 
nos últimos anos
Cobre
Quebra-
vento
Controle 
minador
Muda 
sadia
Variedade
Manejo 
cancro 
cítrico
Mudas sadias
Aplicação de cobre
Hidróxido de cobre
Oxicloreto de cobre
Óxido cuproso
Guia de controle
Porta-enxerto
Copa
Variedades
Corymbia torelliana
Quebra-ventoCasuarina
Leprose
Vírus: Citrus leprosis virus
Leprose
Doença causada por vírus (Citrus leprosis virus C - CiLV-C)
Transmitido pelo ácaro da leprose (Brevipalpus yothersi)
Amplamente distribuída nas regiões citrícolas do país
SP é mais severo no Norte e Noroeste
(Colariccio et al., 1995)(Kitajima et al., 1972)
Citrus leprosis virus C - CiLV-C
Brevipalpus yothersi
Danos
Queda de frutos e folhas
Depreciação dos frutos
Redução da produção do próximo ano
Redução da vida útil da planta
Renovação precoce do pomar
Ocorrência
X
Surtos da doença
Agravantes
Clima seco e quente 
Poucos acaricidas
Incompatibilidade de produtos
Dificuldade em inspecionar
Controle químico do psilídeo 
 
Cortesia: Juliana Astua
Sintomas
Folhas
Lesões localizadas
Cloróticas ou necróticas
Marrom-avermelhadas
Lisas ou pouco salientes
Ramos
Lesões marrom-avermelhadas
Irregulares e salientes, com descamação 
Laranjas
algumas tangerinas
(não afeta limas, 
limões e tangor murcott)
Há hospedeiros 
alternativos
Sintomas
Lesões lisas ou deprimidas
Preferências do ácaro
Locais abrigados para oviposição
Fendas em folhas e frutos
Escamas de cochonilhas
Grânulos de poeira
Galerias de larva minadora
5-25%
0-5%
75-90%
(Oliveira, 1986)
Relação ácaro e agregação de plantas doentes
Modelo da lei exponecial negativa: v3=b1*exp(-b2*v1)
y=(71.0621)*exp(-0.426379*x)
0.0 3.5 7.0 10.5 14.0 17.5 21.0 24.5 28.0
Distância mínima até uma planta com sintomas de leprose (m)
0
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 (
%
)
71% dos ácaros PCR+
Em plantas com síntomas
95% dos ácaros RT-PCR+
até 7 m das plantas sintomáticas
100% dos ácaros RT-PCR+
Até 23,5 m de plantas sintomáticas
(Bassanezi et al., 2012)
Plantio de mudas livres do ácaro
 Lavagem e desinfestação de material e veículos
 Colheita dos talhões sadios antes dos com histórico
 Retirada de todos os frutos na colheita
 Controle de verrugose e minador dos citros
 Pulverização com acaricidas
Manejo
Controle químico
Controle preventivo 
Pomar em formação (até 4 anos)
 Até 2x entre abril e agosto independente da população de ácaro
 
 Pomar em produção
 1x entre abril e agosto (ou após a colheita) independente da população de ácaro
 Reaplicação baseada na reinfestação
Controle baseado na população do ácaro (nível de ação) 
 Nem sempre há relação direta entre população do ácaro e danos de leprose 
 Nível de ação (% órgãos com ácaro)
Presença ou < 3% 5% a 10%
Aversão ao risco do citricultor Alta Média
Incidência da doença na área Alta Baixa
Confiança no monitoramento do ácaro Baixa Alta
Facilidade e rapidez para pulverizar Baixa Alta
Amostragem
2% das plantas
3 a 5 frutos/planta
7 a 14 dias
Pinta preta 
Fungo: Phyllosticta citricarpa
Geraldo J. Silva Jr.
Importância
Doença Quarentenária
A1 - União Européia
Restringe exportações
de frutos
Deprecia frutos para
mercado de fruta fresca
Provoca queda 
prematura de frutos
Geraldo J. Silva Jr.
Importância e danos
Geraldo J. Silva Jr.
~ 10 milhões
de caixas perdidas 
por safra
PES/Fundecitrus (2016-2022)
Silva Jr et al. (2016). Livro Pinta Preta
Falsa
melanose
Sintomas
Geraldo J. Silva Jr.
Mancha trincada
Ácaro da Falsa Ferrugem
Mancha 
dura
Mancha 
sardenta
Mancha 
virulenta
Sintomas
Geraldo J. Silva Jr.
Mancha
dura
Falsa 
melanose
Sintomas
Geraldo J. Silva Jr.
A pinta preta não afeta 
a qualidade do suco
Foco do manejo
Fruta in natura
Reduzir a 
% frutos doentes
Fruta de indústria
Reduzir a
queda de frutos
Manejo x destino
Geraldo J. Silva Jr.
Mudas sadias, bins, controle de tráfego e limpeza de veículos
Medidas de prevenção
Roçada ecológica, poda de ramos secos, colheita antecipada
Controle cultural
Medidas que auxiliam da redução dos sintomas e dos danos
Pomar sadio, bem nutrido e podado
É a medida mais eficiente para redução da queda de frutos
Proteção dos frutos com fungicidas
Manejo de pinta
Geraldo J. Silva Jr.
Diâmetro e cor do fruto na inoculação
Out Nov Dez Jan AbrMarFev JulJunMai
3 cm
C
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Fim das 
chuvas
Queda de 
pétalas
Fialho et al. (2022)
Período de proteção
Ver Protecitrus Cobres (Multissítio)
www.fundecitrus.com.br/protecitrus
Produto comercialIngrediente ativo Grupo químico
Vantigo
Comet
Flint 500 WG
Azoxistrobina
Piraclostrobina
Trifloxistrobina
Hidróxido Cu / Oxicloreto 
Cu / Óxido cuproso
Óleo mineral e vegetal Ver Protecitrus Sem classificação
Estrobilurina (QoI)
Estrobilurina (QoI)
Estrobilurina (QoI)
Geraldo J. Silva Jr.
Produto comercialIngrediente ativo Grupo químico
Produtos - Fungicidas
Intervalo: 21-28 dias 
Intervalo: 35-42 dias 
Geraldo J. Silva Jr.
Cobre (foco cancro) Cobre ???
30 mg Cu metálico/m3 (0,7 kg/ha) - 14 dias 
40 mg Cu metálico/m3 (1,0 kg/ha) - 21 dias
Chuvas intensas e frutos < 5 cm 
(floradas secundárias)
Precoces / pomares jovens
2,8 mg ativo/m3 35 – 42 dias intervalo
Meia estação / meia idade
Tardias / pomares velhos
Adicionar óleo (dose em função da idade e maturação)
Estrobilurina (foco pinta)
Fase crítica
Intervalo reduzido?
Verrugose
Melanose
Manejo conjunto
Estrobilurina + triazol
2 + 4 mg ativo/m3 
Intervalo de aplicação
Sistema de previsão
Ago-Set
Geraldo J. Silva Jr.Fonte: Fundecitrus
Guia de controle
Podridão floral
Fungos: Colletotrichum spp.
Importância e danos
3,20
2,22
1,22
2,64
2,36 2,38
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
2007 2008 2009 2010 2011 2012
P
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Florescimento (ano)
Condição favorável para a PFC
Silva Junior (2019) – Manual da PFC Geraldo J. Silva Jr.
Sintomas
Geraldo J. Silva Jr.
Antecipar a florada da época chuvosa
Irrigação
Planta bem nutrida é menos afetada
Adubação
Planta sem outras doenças tem menos danos
Pomar sadio
Manejo antes da florada
Geraldo Silva Jr.
Manejo durante a florada?
Volume baixo (~20 mL/m3) e velocidade alta (~7 km/h)
Otimizar o operacional
Triazol (~ 4 mg i.a./m3) e estrobilurina (~ 2 mg i.a./m3)
Produtos adequados
Pulverizar toda a fazenda em curto período de tempo
Pulverização eficiente
Com base nos alertas e não em calendário fixo
Proteção das flores
Geraldo Silva Jr.
Período de proteção
Geraldo J. Silva Jr.
Geraldo Silva Jr.
Avanço do sistema
Podridão floral
2016
2018
2020
2022
10
estações
30
estações
80
estações
220
estações
Produtores
Empresas de citros
Unesp Ilha Solteira
Produtores
Empresas
Irriger
CIIAGRO
Cocamar/PR
Empresas
Produtores
Geraldo J. Silva Jr.
200
Estações em SP
170 
municípios
Arte: Júlio C. Rodrigues
Regiões
Área com 
laranja
Área com 
estações
% cobertura
Norte 89.114 33.966 38
Noroeste 38.774 19.013 49
Centro 109.340 52.508 48
Sul 75.063 19.201 26
Sudoeste 85.238 44.473 52
Total 397.529 169.162 43
Sistema 2022
Geraldo J. Silva Jr.
Situação 1
Economia 
Reduz até 75% 
das aplicações
Sustentabilidade 
econômica e ambiental
Geraldo J. Silva Jr.
Hoje
Situação 2
Risco baixo Chuvas
Geraldo Silva Jr.
Hoje
Situação 3
Risco moderado
Risco alto
Geraldo Silva Jr.
Proteger apenas talhões críticos
No máximo 1 dia após
Proteger todos os talhões
Hoje
***Proteger o talhão novamente
se houver risco após 7 dias
Situação 4
Risco extremo
Geraldo SilvaJr.
Alerta de reproteção 
de talhões nessas fases
Hoje
***Não deve-se aguardar os 7 dias 
para proteger o talhão novamente
Benefícios do sistema
previsaopfc.fundecitrus.com.br Geraldo J. Silva Jr.
Economia de 75%
Gama et al. (2019)
Uma aplicação de triazol 
+ estrobilurina 
= R$80,00
Uma estação monitora 5 km de raio no entorno
Cobertura de até 7.000 ha
Uma aplicação economizada em 7.000 ha 
R$80,00 x 7.000ha = R$560.000,00
Aquisição
Tratores e pulverizadores
Estações meteorológicas
Uma estação 
meteorológica completa 
~R$25.000,00
Pomar sadio e bem nutrido
e monitoramento da florada
Produtos eficientes nas 
doses e épocas adequadas
(evitar uso excessivo)
Otimizar o operacional, 
ajustar volume e velocidade
Proteger toda a fazenda em 
curto período de tempo
Usar alertas do sistema 
e previsão de chuvas
Em Risco Extremo, 
proteger novamente
Geraldo Silva Jr.
Manejo sustentável da PFC
Novas tecnologias para citrosOutras doenças
Causadas por fungos e oomicetos
Gomose – Phytophthora spp.
Verrugoses - Elsinoe spp.
Melanose - Diaporthe citri
Mancha marrom - Alternaria alternata
Rubelose - Erytrichium salmonicolor
Mancha graxa – Mycosphaerella citri (sin. Zasmidium citri)
Causadas por vírus e viróides
Tristeza – Citrus tristeza virus CTV
Sorose - Citrus psorosis virus (CPsV) 
Exocorte - Citrus exocortis viroid (CEVd)
Xiloporose ou cachexia – Hop stunt viroid (HSVd)Causadas por bactérias
Clorose variegada dos citros 
Xylella fastidiosa
Outras
Morte súbita dos citros (MSC)
Declínio
Podridões de pós-colheita
Bolores - Penicillium spp.
Podridão peduncular - Phomopsis citri e Lasiodiplodia spp.
Podridão parda - Phytophthora spp.
Podridão amarga - Geotrichum candidum
Podridão cinza - Botrytis cinerea
Podridão negra - Alternaria citri 
Antracnose – Glomerella cingulata
Gomose 
Oomiceto: Phytophthora
Tombamento ou mela em sementeiras 
 Gomose de tronco e ramos
 Podridão de colo (podridão do pé)
 Podridão de raízes e radicelas
 Podridão parda de frutos
Fotos: Eduardo Feichtenberger
Sintomas
Geraldo J. Silva Jr.
Mudas sadias
Manejo
Preparo adequado e conservação de solo
Correção da acidez e adubação orgânica
Evitar plantio profundo (enxertia baixa)
Eliminar acúmulo de solo no colo
Manejo
Espécie ou variedade Suscetibilidade***
Limão verdadeiro (copa) Muito alta
Pomelo (copa) Alta
Lima ácida Galego (copa) Alta
Lima da Pérsia (copa) Alta
Limão ‘Tahiti’ (copa) Alta
Laranja doce (copa) Alta
Limão rugoso (porta-enxerto) Alta ou moderada
Tangerina Sunki (porta-enxerto) Moderada
Tangerina Cleópatra (porta-enxerto) moderada
Limão Cravo (porta-enxerto) Moderada
Tangelo Orlando (porta-enxerto) Moderada
Limão Volkameriano (porta-enxerto) Moderada
Citranges Troyer, Carrizo e Morton (porta-enxerto) Moderada (intolerante podridão radicela)
Tangerina Ponkan (copa) Moderada
Macrophylla (porta-enxerto) Baixa
Laranja azeda (porta-enxerto) Baixa (intolerante podridão radicela)
Citrumelo Swingle (porta-enxerto) Muito baixa
Trifoliata (porta-enxerto) Muito baixa
***Suscetibilidade, em geral, 
às infecções de tronco e 
raízes por P. nicotianae e 
P. citrophthora
Fonte: Feichtenberger (2001)
Verrugoses
Fungos
Elsinoë fawcettii 
Elsinoë australis (sexuada)
***Elsinoë citricola (nova espécie relatada)
Deprecia os frutos 
(fruta fresca)
Aumenta a quantidade 
de ácaro da Leprose
Restringe as 
exportações de frutos
Doença quarentenária A1 
para União Européia 
Importância
Geraldo J. Silva Jr.
Geraldo J. Silva Jr.
Sintomas
Controle
Geraldo J. Silva Jr.
Set/out... ... abr/mai... ...colheita
Frutos jovens
(até ± 12 semanas)
2/3 
pétalas 
caídas
+ 28 dias
Cobre
Triazol
Estrobirulina – Resistência?
Melanose
Fungo: Diaporthe citri
Geraldo J. Silva Jr.
Sintomas
Geraldo J. Silva Jr.
Sintomas
Poda com retirada dos galhos secos 
Geraldo J. Silva Jr.
Manejo da melanose
Geraldo J. Silva Jr.
Set/out... ... abr/mai... ...colheita
Frutos jovens
(até ± 12 semanas)
2/3 
pétalas 
caídas
+ 28 dias
Cobre
Estrobirulina – Resistência?
Controle químico
Geraldo J. Silva Jr.
Cobre (foco cancro) Cobre ???
30 mg Cu metálico/m3 (0,7 kg/ha) - 14 dias 
40 mg Cu metálico/m3 (1,0 kg/ha) - 21 dias
Chuvas intensas e frutos < 5 cm 
(floradas secundárias)
Precoces / pomares jovens
2,8 mg ativo/m3 35 – 42 dias intervalo
Meia estação / meia idade
Tardias / pomares velhos
Adicionar óleo (dose em função da idade e maturação)
Estrobilurina (foco pinta)
Fase crítica
Intervalo reduzido?
Verrugose
Melanose
Manejo conjunto
Estrobilurina + triazol
2 + 4 mg ativo/m3 
Intervalo de aplicação
Sistema de previsão
Ago-Set
Mancha marrom 
de alternaria
Fungo: Alternaria alternata
ACR
ACT
Doença/patógeno Hospedeiros Danos Toxina Sintoma
Mancha Foliar 
de Alternaria
Podridão Negra 
de Alternaria
Mancha marrom 
de Alternaria
Alternaria alternata
Alternaria alternata
Alternaria citri
Laranja e 
tangerinas
Limões 
‘Rugoso’ e ‘Cravo’
Tangerinas e 
híbridos
Podridão 
interna de 
frutos
Lesão e queda 
de folhas
Desfolha, seca 
de ramos e 
queda de frutos
Agentes causais
Foto: Eduardo Feichtenberger
Foto: Fernando Azevedo
Sintomas
Mudas sadias
Evitar áreas de alta umidade
Evitar adubação nitrogenada pesada e excesso de irrigação
Planta vegeta mais e se torna mais suscetível
 
Podas para retirar tecidos doentes e melhorar a aeração da planta
Tomar cuidado para não aumentar inóculo com brotações (podas convencionais)
Plantio menos adensado é importante
Controle químico (cobre e triazois)
Resistência relatada para estrobilurinas
Manejo
CVC
Bactéria: Xilella fastidiosa
CVC
Xylella fastidiosa
Transmitida por insetos (cigarrinhas) e enxertia
Afeta folhas e frutos
Obstrui os vasos do xilema
Primeiro relato em 1987
Clorose variegada dos citros (CVC), amarelinho
Água e minerais
Amarelinho
X
ile
m
a
Causa entupimento dos vasos do 
xilema da planta
Fonte: Fundecitrus 2023
Levantamento
Sintomas
Face superior: clorose
Face inferior: lesões de cor palha
As folhas exibem manchas 
amarelas e formação de goma
Que progridem para necrose
Associados aos sintomas de 
deficiência mineral
Sintomas
Amadurecem mais cedo
Menores e duros (‘empedrados’)
Mais sensíveis aos raios solares
75% de redução de peso
Maior teor de sólidos solúveis
Sintomas
HLB
CVC
Morte súbita
Provável vírus
MSC
Primeiro relato no início de 2001 (desde 1997)
(Gimenes & Bassanezi, Summa Phytopathologyca 2001)
Região do sul do Triângulo mineiro e norte de SP
Causa o definhamento e morte de plantas de 
laranjeiras doces em limão Cravo e Volkameriano
Batizada de “Morte Súbita dos Citros”
(Informativo Centro de Citricultura, 2001)
Afetou mais de 4 milhões de plantas de 2002 a 2006
(Bassanezi et al, Laranja 2006)
“Pânico” >90% das plantas em limão Cravo
MSC
Redução do sistema radicular, poucas 
radicelas e podridão de raízes
Amarelecimento do tecido interno da casca no porta-enxerto
Valência
Cravo
*Não amarelece o lenho
Sintomas
Seca rápida da planta (colapso) 
e retenção de frutos
Perda de brilho generalizado das folhas
Desfolha, poucas brotações novas, sem brotação 
interna e sem brotação do porta-enxerto
Novas tecnologias para citrosFinalizando...
Informações das cinco mais importantes...
Outras doenças...
fundecitrus.com.br
Obrigado!
Dr. Franklin Behlau
Dr. Geraldo J. Silva Junior
Pesquisadores do Fundecitrus
franklin.behlau@fundecitrus.com.br
geraldo.silva@fundecitrus.com.br
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