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um mimo das filhas de Jerusalém (3, 9 e 10) 2. Nem diminuiu esse amor de Maria para conosco, agora que nos céus se encontra; tornou-se, pelo contrário, muito maior, escreve Conrado de Saxônia, porque agora conhece mais claramente a miséria humana IV. SUA FÉ 1. Suárez acentua que Maria tem mais fé do que todos os homens e anjos 2. Aqui nos exorta S. Ildefonso a imitarmos Maria na fé V. SUA ESPERANÇA 1. Mostrou, de fato, a Santíssima Virgem quanto lhe era grande essa confiança em Deus, primeiramente ao ver a perplexidade de S. José, seu esposo, que, ignorando a misteriosa maternidade de sua esposa, pensava em deixá-la 2. Aprendamos, portanto, de Maria, como ter esperança em Deus, principalmente no grande assunto da salvação eterna VI. SUA CASTIDADE 1. Por causa de tanta pureza, diz o Espírito Santo, é que a Virgem “é bela como a rola” (Ct 1,9) 2. Na opinião de S. Gregório Nazianzeno, a Santíssima Virgem era tão amante dessa virtude, que para conservá-la, estaria pronta a renunciar à dignidade da Mãe de Deus 3. Na frase de S. Ambrósio é um anjo quem guarda a castidade e é um demônio quem a perde 4. Três são esses meios, dizem com Belarmino os mestres da vida espiritual: o jejum, a fugida das ocasiões e a oração