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MÉTODO PARA CONLITO DE PRINCÍPIOS PARA DWORKIN Livro: “ O Império do Direito” - Dworkin · Leitura moral da Constituição: compromisso com a CF · Não é moralista: não pode haver subjetividade, religião, política, filosofia, etc. · O PJ só pode decidir com regras e princípios do ordenamento jurídico compatíveis com a CF. · Ex: artigo 926 do CPC: Os Tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la estável, íntegra e coerente. OBS: DE ACORDO COM O ARTIGO 926 DO CPC DEVE HAVER ESTABILIDADE, COERÊNCIA E INTEGRIDADE. MÉTODO DESENVOLVIDO PELO DWORKIN PARA QUE HAJA A UNIFORMIZAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA E SEGURANÇA JURÍDICA NA SOCIEDADE – 3 ETAPAS: ESTABILIDADE/COERÊNCIA/INTEGRIDADE · ESTABILIDADE: para Dworkin as decisões judiciais são um romance em cadeia. A Jurisprudência é Escrita por várias mãos. - preocupação com a criação de precedentes - preocupado com a lógica - a mesma razão de decidir deve ser utilizado em casos análogos - ex: transfusão de sangue testemunha de jeová – filho x adulto. Se o STF decide que no caso do filho o direito a vida prevalece, deverá decidir igual em outros casos. - quando a jurisprudência pode mudar: 1- transformações sociais 2 – transformações tecnológicas 3 – mudança legislativa · COERÊNCIA: decidir igual para os casos iguais. Não pode um perder e outro ganhar. Se os 2 perder está ok. - vai ver qual precedente aplicar a cada caso concreto. · INTEGRIDADE: é um comando que é dado para o legislador e o aplicador do Direito (o judiciário) - Legislador: quando criar uma nova norma faça ela coerente com o ordenamento jurídico. Ex: direito a vida x pena de morte Livre iniciativa + livre trabalho x escravidão - Judiciário: olhar para o ordenamento jurídico com coerência. - interpretação sistemática - Unidade da CF - evitar contradições CONCLUSÃO Conflito entre princípios: qual tem o maior peso? O Judiciário deve verificar qual tem a maior capacidade de fundamentação ou de aplicação no caso concreto. 2º Estabilidade 3º Coerência 4º Integridade · + objetividade. Se o Judiciário decidir errado será para todos. · Se o judiciário decidir certo será para todos. · O 1º a julgar tem mais liberdade. Interpretação mais criativa. · Quer que as pessoas que estejam na mesma situação tenham a mesma decisão.