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UNIVERSIDADE PAULISTA
ANDRÉ TAKANO GOMES - N5261C-0 - EM4P33
ARTHUR MEDEIROS SCHMITZ – F098FF-0 – EM4P33
BRUNO MACHADO FRANCO - N3222A-6 - EM5P33
EMERSON DANIEL DE SOUZA – F095FE-2 – EM4P33
FELIPE SANTANA DE PAULA – F0972I-9 – EM4P33
FERNANDO OLIVEIRA ROSALINO – F119JD-0 – EM4P33
LUCAS SOARES DE SOUZA – F1099B-0 – EM4P33
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA (APS)
Máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa.
SÃO PAULO
2021
ANDRÉ TAKANO GOMES - N5261C-0 - EM4P33
ARTHUR MEDEIROS SCHMITZ – F098FF-0 – EM4P33
BRUNO MACHADO FRANCO - N3222A-6 - EM5P33
EMERSON DANIEL DE SOUZA – F095FE-2 – EM4P33
FELIPE SANTANA DE PAULA – F0972I-9 – EM4P33
FERNANDO OLIVEIRA ROSALINO – F119JD-0 – EM4P33
LUCAS SOARES DE SOUZA – F1099B-0 – EM4P33
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA (APS)
Máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa.
Atividade prática supervisionada para
compreensão e aplicação de conceitos vistos em
sala de aula apresentada à Universidade Paulista –
UNIP.
Orientadores: Prof. Fabio Miranda.
SÃO PAULO
2021
ANDRÉ TAKANO GOMES - N5261C-0 - EM4P33
ARTHUR MEDEIROS SCHMITZ – F098FF-0 – EM4P33
BRUNO MACHADO FRANCO - N3222A-6 - EM5P33
EMERSON DANIEL DE SOUZA – F095FE-2 – EM4P33
FELIPE SANTANA DE PAULA – F0972I-9 – EM4P33
FERNANDO OLIVEIRA ROSALINO – F119JD-0 – EM4P33
LUCAS SOARES DE SOUZA – F1099B-0 – EM4P33
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA (APS)
Máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa.
Atividade prática supervisionada para
compreensão e aplicação de conceitos vistos em
sala de aula apresentada à Universidade Paulista –
UNIP.
Orientadores: Prof. Fabio Miranda
Aprovado em:
BANCA EXAMINADORA
_________________________/___/___
Prof. Fabio Miranda
Universidade Paulista – UNIP
RESUMO
Neste documento serão apresentadas pesquisas relacionadas a máquina de ensaio de fadiga por
flexão rotativa. O projeto tem como objetivo agregar conhecimentos sobre funcionamento da
máquina e sua construção. Portanto, será descrito todo o processo de criação demonstrando a
montagem, programação e funcionamento.
ABSTRACT
In this document, research related to rotating flex fatigue testing machine will be presented.
The project aims to add knowledge about the operation of the machine and its construction.
Therefore, the entire creation process will be described, demonstrating the assembly,
programming and operation.
LISTA DE FIGURAS
Figura 1 – Propagação da falha por fadiga ........................................................................................14
Figura 2 – Máquina de trassão-compressão ......................................................................................15
Figura 3 – Equipamento para ensaio de fadiga. .................................................................................16
Figura 4 – Máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa. ..............................................................17
Figura 5 – Propagação da trinca. .......................................................................................................18
Figura 6 – Estapas de fratura dúctil e fratura dúctil ...........................................................................19
Figura 7 – Esboço memorial de cálculo ..............................................................................................21
Figura 8 – Dimensões do corpo de prova ...........................................................................................26
Figura 9 – Dimensões do corpo de prova ...........................................................................................27
LISTA DE DIAGRAMAS
Diagrama 1 -Progração de criação .....................................................................................................31
LISTA DE QUADROS
Quadro 1 - Momento em relação ao apoio R1 ...................................................................................23
Quadro 2 – Dimensões ......................................................................................................................25
Quadro 3 – Cronograma ....................................................................................................................33
Quadro 4 – Lista de materiais ............................................................................................................35
SUMÁRIO
1 introdução .....................................................................................................................................11
2 objetivos 12
3 REVISÃO BIBLIOGRAFICA.....................................................................................................13
3.1 Fadiga................ .....................................................................................................................13
3.1.1 Ensaio de tração-compressão ............................................................................................14
3.1.2 Ensaio de flexão ..............................................................................................................15
3.1.3 Máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa ...............................................................16
3.2 Estudos das Fraturas ............................................................................................................17
3.2.1 Fratura frágil ....................................................................................................................18
3.2.2 Fratura semi-frágil ...........................................................................................................18
3.2.3 Propagação de trinca ........................................................................................................18
3.2.4 Dúctil...............................................................................................................................19
3.2.5 Princípios de mecânica de fratura .....................................................................................19
3.3 Materiais e métodos ..............................................................................................................20
4 DESENVOLVIMENTO ...............................................................................................................21
4.1 Memorial de cálculo ..............................................................................................................21
4.1.2 Corpo de Prova ................................................................................................................26
4.1.3 Curva S-N no ensaio da fadiga .........................................................................................30
4.2 Programação .........................................................................................................................31
4.3 Esquemas elétricos e eletrônicos ...........................................................................................31
5 Conciderações...............................................................................................................................35
referências bibliográficas ................................................................................................................35
Anexo A – Cronograma.....................................................................................................................37
Anexo B – Lista de Materiais e custo do projeto ..............................................................................38
anexo c – desenho técnico do conjunto e peças ...............................................................................39
anexo D – termo de compromisso sobre plágio..............................................................................47
6 Apêndice.............................................................................................................................................49
6.1 Link Apresentação ..............................................................................................................49
11
1 INTRODUÇÃO
Este relatório tem como objetivo apresentar aplicações do ensaio de tração, assim como a
interpretação dos resultados obtidos pelo ensaio realizado pelos alunos.
Nos dias atuais não dá para deixar de notar os avanços tecnológicos que vem acontecendo,
inclusive no mercado industrial que vem gerando produtos e serviços cada vez mais inovadores.
Mas com a evolução vem a exigência, pois sabendo que a fadiga é responsável pela maioria das
falhas geradas nos componentes mecânicos. E para que elas consigam ter um melhor e o mais
seguro resultado possível, muitas indústrias realizam testes em seus produtos.
Neste contexto, é proposto a elaboração do projeto de uma máquina de ensaio de fadiga por
flexão rotativa, construída com orçamento reduzido para uso acadêmico e em pesquisa.
O presente relatório se propõe a discorrer acerca dos fundamentos da fadiga, os diferentes tipos
de fraturas e a grande variabilidade dos tipos de ensaio. Ainda será versado sobre a análise
estática da estrutura que engloba a bancada construída e o corpo de prova que será ensaiado.
12
2 OBJETIVOS
Este projeto consiste em desenvolver uma Máquina de Ensaio de Fadiga, destinada à realização
dos ensaios de fadiga, de modo que seja compreendido por todo o grupo os processos e obtenção
dos resultados, destacando a importância do limite de fadiga nos materiais. O ensaio de fadiga
consiste em aplicar cargas ou deformações cíclicas em um corpo de prova padronizado, fazendo
com que seja determinada sua resistência a fadiga ou até mesmo a vida da peça. Além disso,
tem objetivo o desenvolvimento de projetos práticos, criando habilidades manuais e mentais
para a criação de novos protótipos ou auxiliar na resolução de problemas.
13
3 REVISÃO BIBLIOGRAFICA
Para a criação deste documento e cumprimento dos objetivos, foi realizada uma pesquisa
bibliográfica em artigos, revistas, monografias e sites da internet, delimitada aos temas que
foram solicitados.
3.1 Fadiga
Segundo a ASTM fadiga se define como um processo de alteração permanente,
localizado e sucessivo que ocorre em um material sujeito a tensões em determinadas áreas que
podem levar a trincas e futuramente em fraturas completas do componente após determinadas
efetuações do numero de ciclos de solicitações de esforços.
Os metais rompem devido a um nível de tensão consideravelmente elevado ao
limite de resistência à tração ou limite de escoamento para carga estática,
quando submetido a tensões dinâmicas. Cerca de 90% das falhas metais se deve
a falha por fadiga, essa falha acontece após determinado tempo de serviço do
componente mecânico. Com exceção do vidro, os polímeros e cerâmicos
também são suscetíveis a esse tipo de falha. (MARQUES FABRÍCIO C. S.;
AREVOLOS, 2011 pág. 15).
Surgindo inicialmente de uma fissura não detectável visivelmente, ou em testes não
destrutivos, como raio-X ou partículas magnéticas, ela inicia-se na superfície
das peças nos pontos onde existe concentração de tensões. Após surgir a fissura,
torna-se maior a concentração de tensão e a fissura retoma com mais rapidez. A
área tensionada encolhe de tamanho a medida que a fissura aumenta, induzindo
a um crescimento da intensidade da tensão até a peça romper. Deste modo a
falha por fadiga se define em duas áreas diferentes da fissura, uma é a fratura
súbita que aparenta muito ser uma fratura de um material frágil, a segunda é o
aumento da fissura, marcas de praia. (SANTOS, 2008 pág. 09).
14
Figura 1 – Propagação da falha por fadiga.
Fonte: (NORTON, 2013)
3.1.1 Ensaio de tração-compressão
Além de esclarecer a conduta de materiais quando apresentado as variações de
cargas ou perturbações, o ensaio de fadiga facilita na localização de falhas. Mas
regularmente o teste é repetido com ciclos de cargas diferentes, porém usam-se
amostras idênticas. (MELO, 2015 pág. 17).
Neste tipo de ensaio é usado para determinar o efeito da variação em diversos
materiais, acabamentos superficial, geometrias, níveis de tensão entre outros
parâmetros, Notamos que nesse ensaio os esforços são apenas de tração-
compressão, sendo assim, são feitos em equipamentos convencionais de tração
sob cargas cíclicas. (MARQUES FABRÍCIO C. S.; AREVOLOS, 2011 pág.
09).
15
A máquina utiliza programas específicos para controlar a carga de tração-
compressão e a frequência, até que aconteça a ruptura do corpo de prova.
Possuindo em seu sistema duas garras de pressão hidráulica em cada uma das
suas extremidades, onde a garra inferior é fortemente fixa ao dispositivo de teste
e conectada a um sistema hidráulico. Enquanto a garra superior é ligada a um
sistema de computador que controla sua frequência de ensaio, força e outras
funções. Mas para esse tipo de ensaio os equipamentos variam de acordo com
sua capacidade, fabricante, objetivo para a realização do ensaio e etc.
(MARQUES FABRÍCIO C. S.; AREVOLOS, 2011 pág. 08).
Figura 2 – Máquina de tração-compressão.
(DE
Fonte:(OLIVEIRA, 2004)
3.1.2 Ensaio de flexão
A maioria dos equipamentos eu realizam esse ensaio são baseados no modelo de
R.R. Moore de 1919. O ensaio por flexão rotativa é o ensaio mais simples de se
realizar, pois ocorre uma simulação do estado de tensão em um corpo de prova
rotativo sujeito a cargas transversais. Cada fibra do corpo de prova, com
exceção da neura, são constantemente comprimidas e tracionadas, devido a isso,
16
o ensaio equivale a submeter um corpo de prova de sessão circular a um esforço
de flexão simples, que gira em velocidade constante. (ESTRUTURA E
PROPRIEDADES DOS MATERIAIS, pág 256. sem ano de publicação).
A carga que atua no corpo de prova pode ser aplicada de duas formas diferentes, na
primeira a carga é imposta no centro e os dois extremos do corpo de prova são
fixos. Já a segunda, uma das extremidades do corpo de prova mantem-se em
balanço, devido a uma carga estática que ela recebe, enquanto a outra
extremidade fixa da máquina. (ESTRUTURA E PROPRIEDADES DOS
MATERIAIS, pág 256. sem ano de publicação)
Figura 3 – Equipamento para ensaio de fadiga.
Fonte:(UDOMPHOL, 2012)
3.1.3 Máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa
A máquina de ensaio de fadiga é formada, por um motor, suportes para fixar o corpo de
prova, um dispositivo aplicador de carga e um contador de rotação. Aonde o motor
vai gerando uma rotação primordial para realizar o ensaio, até a ruptura do corpo de
prova o contador vai registrando o numero de ciclos. É fundamental que os
aplicadores de cargas efetuem uma carga sobre o corpo de prova, para que ocorra a
flexão desejada. (MARQUES FABRÍCIO C. S.; AREVOLOS, 2011 pág. 36)
17
Além de ter consideravelmente um funcionamento simples, ela requer um numero alto
de corpos de prova do mesmo material em diferentes níveis de tensão, pois é contado o numero
de ciclos, até o corpo de prova se romper, já que o numero de ciclos varia de acordo com o nível
de tensão.
Figura 4 – Máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa.
Fonte:(CALLISTER, 2016)
3.2 Estudos das Fraturas
O estudo da fratura se dá de uma ramificação de diversas áreas, sendo algumas delas: Ciência
dos Materiais, Física do Estado Sólido, Mecânica do Meio Contínuo, entre outras.
Avanços sobre esse estudo principalmente nas causas e propagação da fratura têm ajudado no
controle da diminuição destas falhas catastróficas.
De acordo com Souza (1982),fratura é o modo de separação ou fragmentação de um corpo em
duas ou mais partes sob a ação de tensões.
Ela ocorre quando o corpo se encontra em estado sólido, que macroscopicamente tem
características como volume e forma bem definidos e microscopicamente seus átomos ou
moléculas estão relativamente próximos ou rígidos.
18
3.2.1 Fratura frágil
Fratura frágil compreende-se por ausência de deformação plástica, isto é, não há mudança
permanente de suas dimensões. Forma-se pelo rompimento de ligações interatômicas através
dos planos cristalográficos de sólidos cristalinos.
3.2.2 Fratura semi-frágil
A fratura semi-frágil se dá tanto pelo rompimento de ligações interatômicas como pela
mobilidade de discordâncias. Neste tipo de fratura existe a tendência de haver uma ligeira
flexibilidade inicial e uma fratura em planos bem definidos.
3.2.3 Propagação de trinca
A propagação das trincas é ocasionada pelas tensões de tração e possui três estágios definidos.
Primeiramente, as trincas começam a nuclear-se na superfície em aproximadamente 45 graus
do eixo de tensão e se propaga até encontrar contornos de grão. Depois, a direção de propagação
torna-se perpendicular ao eixo de tensão e as trincas começam a apresentar estrias equivalentes
ao número de ciclos de carregamento, as pontas das trincas geram enorme concentração de
tensão causando deformação plástica local. Após isso, ocorre a ruptura do material, também
com direção perpendicular mas de forma instantânea.
Figura 5 – Propagação da trinca
19
3.2.4 Dúctil
Ocorre quando o material se deforma antes de atingir a ruptura, mas no caso
de um material frágil a ruptura é originada de uma deformação reduzida. No caso do
metal tipo cone, acontecem os seguintes estágios até seu rompimento: (a)
empescoçamento; (b) criação de microtrincas; (c) coalescemento das cavidades; (d)
propagação da trinca; (e) fratura final com ângulo de 45°. (Nash, 2001),
(CALLISTER, 2016).
Figura 6 – Etapas de fratura dúctil fratura dúctil
Fonte:(CALLISTER, 2016)
Os materiais que mostram mais de 5% de alongamento na ruptura são dados como
dúcteis, pois é a maneira no qual é medida a ductilidade, ou seja, é medida por meio
do percentual de seu alongamento. (NORTON, 2004).
3.2.5 Princípios de mecânica de fratura
Esses princípios constituem-se em avaliar as relações entre as propriedades mecânicas dos
materiais, mecanismo de propagação de trinca, a presença de defeitos geradores de trincas e os
níveis de tensão. As descobertas sobre mecânica da fratura foram começar por volta do ano de
1918, mais precisamente durante a primeira guerra mundial, quando foi desenvolvido um
modelo de relação de resistência e o tamanho de uma falha em um vidro.
Ela foi desenvolvida por Alan Arnold Griffith, mas foi aperfeiçoado pelo o cientista
George Rankine Irwin, que desenvolveu uma formula que estabelece relações a todos os outros
tipos de materiais. No caso a resistência é reduzida proporcionalmente quando a trinca começa
20
a se alastrar pelo componente, pois um corpo que possui trinca tem sua resistência
comprometida.
Mesmo sendo considerado um estudo relativamente detalhado em muitos
casos, a mecânica da fratura pode ser aplicada também em diversos tipos de casos
consideradamente simples. Pois no caso Strohaecker (2007), diz que a mecânica da
fratura favorece tanto conceitos como equações para determinar informações sobre a
propagação e os efeitos das trincas. (Strohaecker, 2007).
3.3 Materiais e métodos
Após revisão bibliográfica e com base no modelo de R.R. Moore foi feito
um primeiro esboço da máquina, utilizando software CAD.
Como a montagem foi dividida em duas etapas, sendo a primeira a construção da bancada.
Foram feitos desenhos técnicos, disponíveis nos apêndices, a partir dos quais foram executadas
as ações necessárias para a confecção da bancada e o resultado final.
Para a confecção da bancada foram utilizados os seguintes equipamentos:
Os Softwares utilizados foram:
• AutoCAD
E também:
• Máquina de Solda
• Esmerilhadeira
• Serra circular
• Ferramentaria diversas
21
4 DESENVOLVIMENTO
Para criação da máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa, houve-se a necessidade de um
planejamento prévio, onde foi discutido entre os integrantes do grupo a relação de materiais
utilizados na montagem e de qual forma a máquina seria utilizada, fazendo com que o projeto
fosse desenvolvido.
4.1 Memorial de cálculo
Esboço do projeto para realização do memorial de cálculo:
Figura 7 – Memorial de cálculo
Legenda:
Usando o valor da gravidade g =9,81 m/s².
Corpo de prova 200 mm
Peso do motor Pm=20 kg
Peso do suporte = 8kg = Ps1 = Ps2
Distância Motor ao Mancal1 = D1 = 0,3m
Distância do Mancal1 ao Suporte 1 = D2 = 0,1m
Distância Suporte1 ao P1 (peso 1) = 0,1 m
P1 a P2 = 0,8 m -> Onde P1 e P2 são forças pesos distribuídas igualmente em 2 pontos, no qual
P1 + P2 = P e P1=P2
22
P2 ao Suporte2 = 0,1 m
Suporte2 ao Mancal2 = 0,1m
Distância S1 a S2 = D3 = 1m
R1 e R2 são reações normais
Começando em Fy
Considerando que as forças verticais estão em equilíbrio, encontra-se:
ΣFy = 0
F1 + F2 + F3 + F4 + F5 – R1 – R2 = 0
Em que R1 e R2 representam as reações de apoio. Portanto, substituindo os valores numéricos
encontra-se:
F1 = Pm . g = 20 . 9,81 = 196,2 N
F2 = Ps1. g = 8 . 9,81 = 78,48 N
F3 =
𝑃
2
F4 =
𝑃
2
F5 = Ps2 . g --> 8 . 9,81 = 78,48 N
R1 – Calculado abaixo em função da distribuição de carga P
R2 – Calculado abaixo em função da distribuição de carga P
Resolvendo as equações R1 + R2 = 353,16 + P (N)
Momentos
Encontrando equilíbrio dos momentos no 1º apoio:
ΣM = 0
𝑅2(𝑥𝑎𝑝𝑜𝑖𝑜2 − 𝐷1) − 𝐹1(𝑥𝑓𝑜𝑟ç𝑎1 – 𝐷1)– 𝐹2(𝑥𝑓𝑜𝑟ç𝑎2 − 𝐷1)– 𝐹3(𝑥𝑓𝑜𝑟ç𝑎3 – 𝐷1)
- F4(xforça4 – D1) – F5(xforça5 – D1) = 0
23
Quadro 1 – Momento em relação ao apoio R1
R2 = 29,43 + 0,5P (N)
R1 = 353,16 + P – R2
R1 = 353,16 + P – 29,43 – 0,5P
R1 = 323,73 + 0,5P (N)
Balanço do momento fletor na seção do corpo de prova:
- Achar a fórmula para o momento fletor desta seção -->
𝐹1 (𝑥 − 𝑥𝑓𝑜𝑟ç𝑎1) + 𝐹2(𝑥 − 𝑥𝑓𝑜𝑟ç𝑎2) + 𝐹4 (𝑥 − 𝑥𝑓𝑜𝑟ç𝑎4) − 𝑅1(𝑥 – 𝐷1) + 𝑀(𝑥) = 0
As incógnitas P, foram mantidas nas fórmulas de modo que pudéssemos calcular os
momentos fletores com a variação dos pesos das cargas (anilhas) que podem variar de 1 à 10
kg.
Cada mandril precisa ser fixado por um eixo de 176 mm de comprimento e 10 mm de
diâmetro (Contas abaixo). Dessa forma o cálculo do momento fletor no corpo de prova
permanecerá constante ao longo do seu comprimento.
Os cálculos de tensões realizados, para um diâmetro de corpo de prova que varia de 6
mm à 10 mm e cargas variando de 1 à 10kg (foram calculados resultados para as menores cargas
e menores diâmetros, assim como as maiores cargas e maiores diâmetros), obtendo os
resultados abaixo:
24
σ1 =
32 .Mf
𝛑 .𝐝³
= =
32.[(
1.9,81
2
).176]
𝛑 .𝟔³
= 40,70 MPa (1)
σ2 =
32 .Mf
𝛑 .𝐝³
=
32.[(
10.9,81
2
).176]
𝛑 .𝟔³
= 407,09 MPa (2)
σ3 =
32 .Mf
𝛑 .𝐝³
=
32.[(
1.9,81
2
).176]
𝛑 .𝟏𝟎³
= 8,79 MPa (3)
σ4 =
32 .Mf
𝛑 .𝐝³
=
32.[(
10.9,81
2
).176]
𝛑 .𝟏𝟎³
= 87,93 MPa (4)
De acordo com os resultados obtidos, é possível afirmar que a variação de tensão
aplicada a este corpo de prova é de 8,79 MPa a 407,09 MPa. Sendo 780 MPa sua tensão máxima
(tensão de ruptura), do aço SAE 1045, de tal forma, trabalharemos com um fator de segurança
(Fs) de 1,75, que por ser aço vai de 1,5 à 2, de modo a encontrara tensão admissível (σadm).
σadm =
σr
𝐹𝑠
(5)
σadm =
780
1,75
= 445,71 MPa (6)
Considerando a força de reação sobre o eixo do mandril, e a maior carga atribuída ao
ensaio, usaremos a fórmula a seguir:
R1 = 323,73 + 0,5P (N)
R1 = 323,73 + 0,5 . 10 = 328,73 N
Como R1 > R2, tomamos como base o eixo que sofrerá maior tensão para medir o
diâmetro necessário. Logo, chamaremos a área do eixo à esquerda de A1:
A1 =
𝑅1
σadm
𝛑.𝐃𝟏²
4
=
𝑅1
σadm
D1= √(4. 𝑅1)/(𝛑. σadm)
D1 = √ ((4 . 328,73) / (π . 445,71 . 106))
25
D1 = 9,7 x 10 -3 m
D1 = 9,7 mm
Sendo assim, o grupo decidiu usar um eixo de 10mm de diâmetro
Área transversal do Corpo de Prova:
𝐴 = 𝜋𝑟2
𝐴 = 𝜋. 3²
𝑨 = 𝟐𝟖, 𝟐𝟕𝟒 𝒎𝒎²
Tendo em vista que o objeto se romperá com uma Tensão de 407,09 MPA, F será 407,09 .
28,274 = 11,51 N/mm².
Tensão no Corpo de Prova:
Para F1, F2, F3, F4 e F5
σ =
𝐹
𝑆𝑜
F = Força Aplicada
So = Área da secção da porta útil do corpo de prova
Para σ1:
σ1 =
196,2
28,274
= 6,939 N/mm² (7)
Para σ2:
σ2 =
78,48
28,274
= 2,776 N/mm² (8)
Para σ3:
σ3 =
50
28,274
= 1,768 N/mm² (9)
Para σ4:
σ4 =
50
28,274
= 1,768 N/mm² (10)
Para σ5:
σ5 =
78,48
28,274
= 2,776 N/mm² (11)
26
4.1.1 Corpo de Prova
O ensaio de tração é realizado em corpos de prova com especificações de acordo com normas
técnicas. As dimensões devem ser proporcionais à capacidade da maquina de ensaio.
Geralmente são utilizados corpos de prova com seção circular ou retangular.
A parte utilizada para realizar as medidas é chamada de parte útil. O corpo de prova é fixado
no maquinário por suas extremidades, que devem ter seção maior do que a parte útil para que a
força de tração atuante seja a axial e a ruptura não ocorra nas mesmas.
Segundo a ABNT, o comprimento útil dos corpos de prova utilizados nos ensaios de tração
deve conter 5 vezes o diâmetro da seção da parte útil. Em consenso internacional, o corpo de
prova deve ter 10 milímetros de diâmetro e 50 milímetros de comprimento inicial.
Para o presente projeto será utilizado um corpo de prova de material aço SAE 1045 (composição
química descrita na tabela abaixo) e as seguintes dimensões.
Quadro 2 – Dimensões
Figura 8 – Dimensões do corpo de prova.
27
Programação do Corpo de prova feito no torno CNC:
%
O0001;
(CORPO DE PROVA);
(TORNO ROMI GL280M);
(14/11/2021 18:31:53);
(LISTA DE FERRAMENTAS);
(T0404 - SUPORTE EXTERNO \DCMT R,0.8);
(T0101 - BEDAME);
G21 G40 G90 G95;
G28 U0. W0.;
T0404 (SUPORTE EXTERNO \DCMT R,0.8);
G96 S160 M04;
G92 S1500;
(FACEAMANTO);
G54 G00 X19.883 Z5. ;
M08 ;
Z1.5 ;
28
G01 X16.883 F0.2 ;
X-1.6 ;
Z2. ;
G00 X17. ;
Z1. ;
G01 X-1.6 ;
Z1.5 ;
G00 X17. ;
Z.5 ;
G01 X-1.6 ;
Z1. ;
G00 X17. ;
Z.1 ;
G01 X-1.6 ;
Z.5 ;
Z2. ;
G00 Z5. ;
(DESBASTE EXTERNO);
G54 G00 X13. ;
M08 ;
Z2.6 ;
G01 Z1.1 F0.2 ;
Z-128.8 ;
X15. ;
G00 Z1.1 ;
X11. ;
G01 Z-128.8 ;
X13. ;
G00 Z1.1 ;
X10.7 ;
G01 Z-41.222 ;
G02 X9. Z-42.046 I3.1 K-4.05 F0.2 ;
29
G01 Z-87.554 ;
G02 X10.7 Z-88.378 I3.95 K3.226 ;
G01 Z-128.8 ;
X11. ;
G00 Z-42.046 ;
G01 X9. ;
G02 X7. Z-44.044 I3.95 K-3.226 ;
G01 Z-85.556 ;
G02 X9. Z-87.554 I4.95 K1.228 ;
G00 Z-44.044 ;
G01 X7. ;
G02 X6.7 Z-45.272 I4.95 K-1.228 ;
G01 Z-84.328 ;
G02 X7. Z-85.556 I5.1 K0 ;
G01 X7.722 Z-87.012 ;
G00 X14. ;
Z5. ;
G28 U0.0 W0.0 M05 M09;
T0101 (BEDAME);
G96 S180 M04;
G92 S1200;
(ACABAMENTO EXTERNO);
G54 G00 X12. Z2. ;
M08 ;
X14. ;
Z-.8 ;
G01 X10. F0.2 ;
Z-40.8 ;
G03 X9.467 Z-41.396 I-.8 K0 F0.2 ;
G02 X6. Z-45.272 I3.467 K-3.876 ;
G01 Z-84.328 ;
G02 X9.467 Z-88.204 I5.2 K0 ;
30
G03 X10. Z-88.8 I-.533 K-.596 ;
G01 Z-128.8 ;
X12. ;
G00 Z2. ;
G28 U0.0 W0.0 M05 M09;
M30 ;
%
4.1.2 Curva S-N no ensaio da fadiga
August Wohler não foi o primeiro a observar o procedimento sobre fadiga,
mas sim o primeiro inovador a desenvolver uma metodologia de estudo para o
fenômeno. (Prof Dr. Julio Almeida).
A curva S-N ou curva de Wohler foi criada entre 1852-1869, mesma data no
qual Wohler desenvolvia sua metodologia de estudo para fadiga. S-N deriva das
seguintes palavras: “Stress”-“Number of Cycles”. Ela é construída a partir de dados
coletados nos ensaios realizados em corpos de prova de tensões cíclicas e tensões
médias nulas, em escala logarítmica. (Prof Dr. Julio Almeida).
As curvas de Wohler podem ser obtidas através de ensaios de tração,
compressão, flexão ou torção, que são impostos a amostras distintas para realização
dos procedimentos. (Prof Dr. Julio Almeida).
Os testes realizados para fissuração de fadiga de uma peça é um
procedimento no qual ela fica sujeita a um carregamento cíclico (ciclos) até sua
fratura. Este procedimento é usualmente feito com provetes, entretanto eles não
definem precisamente a vida de fadiga da peça, mas fornecem dados sobre o
comportamento característico ao início da fissuração do metal que se esteja
examinando. Os dados obtidos são utilizados para desenvolver métodos de prevenção.
(Morgado; Branco; Infante).
O ensaio de flexão rotativo, proposto por Moore, é o ensaio mais usual e
convencional nos dias atuais. Neste ensaio usa um corpo de prova padrão, em uma
secção cilíndrica transversal e curvatura central de modo que elimine tensões
localizadas. Este Corpo de Prova irá ser submetida a uma máquina de ensaio modo
que sejam solicitados cargas de flexão e torção. (Prof Dr. Julio Almeida).
31
É possível analisar pelos critérios da curva S-N as fadigas de alto ciclo, fadigas estas
que possuem baixa cargas cíclicas, e seus ciclos são estritos ao limite elástico e por tal motivo
torna-se com uma expectativa de vida relativamente alta.
As fadigas de baixo ciclo, ao contrário das de alto ciclo, possuem cargas cíclicas mais
elevadas, e seus ciclos de deformação são plásticos, tornando-se a expectativa de vida mais
baixa.
Bannantine, Comer e Handrock (1990) aponta três métodos para construção das curvas
S-N, com variação nos eixos das abscissas (x) e das ordenadas (y), como: S-N, S-logN e logS-
logN. Desta forma, facilita a comparação dos dados obtidos e proporcionam curvas para
materiais distintos e numa escala menor.
O objetivo deste método é estudar a fadiga do material, de modo a entender como este
fenômeno ocorre, para que seja feita uma forma conveniente de realizar sua prevenção.
Figura 9 - Modelo de Curva S-N de materiais distintos. Aço 1045 e Alumínio 2014-T6
4.2 Programação
Foi escolhido a placa Arduino Uno devido ao seu baixo custo, versatilidade e facilidade de
manuseio.
A execução da programação se baseia na comunicação do microcontrolador com os
demais componentes eletrônicos acoplados a uma placa protoboard, possibilitando que seja
possível controlar o motor elétrico trifásico, ler e registrar a quantidade de rotações através do
enconder e assim conseguir extrair os resultados necessários para a execução do ensaio de
tração.
Fonte: NOGUEIRA (2014)
32
//Programação base APS ensaio de fadiga - Universidade Paulista
//V1
//Pino ligado ao pino D0 do sensor
int pino_D0 = 2;
int rpm;
volatile byte pulsos;
unsigned long timeold;
//Altere o numero abaixo de acordo com o seu disco encoder
unsigned int pulsos_por_volta = 20;
void contador();//define a porta para o acionamento do rele
int sinalparaorele = 7;
//Porta utilizada para o botão de acionamento
int pinobotao = 8;
//Armazena informações sobre a leitura do botão
int leitura;
//Armazena o estado do relé (ligado/desligado)
int estadorele = 0;
void setup(){
Serial.begin(9600);
//Pino do sensor como entrada
pinMode(pino_D0, INPUT);
//Interrupcao 0 - pino digital 2
//Aciona o contador a cada pulso
attachInterrupt(0, contador, FALLING);
pulsos = 0;
rpm = 0;
33
timeold = 0;
//Define o pino como saida (sinal para o rele)
pinMode(sinalparaorele, OUTPUT);
//Define o pino como entrada (Pino do botao)
pinMode(pinobotao, INPUT);
}
void loop(){
//Atualiza contador a cada segundo
if (millis() - timeold >= 1000)
{
//Desabilita interrupcao durante o calculo
detachInterrupt(0);
rpm = (60 * 1000 / pulsos_por_volta ) / (millis() - timeold) * pulsos;
timeold = millis();
pulsos = 0;
//Mostra o valor de RPM no serial monitor
Serial.print("RPM = ");
Serial.println(rpm, DEC);
//Habilita interrupcao
attachInterrupt(0, contador, FALLING);
leitura = digitalRead(pinobotao);
if (leitura != 0){
while(digitalRead(pinobotao) != 0){
delay(100);
}
// Inverte o estado
estadorele = !estadorele;
digitalWrite(sinalparaorele, estadorele);
}
34
}
}
VIDAL, Vitor. Módulo Relé para automação residencial com Arduino. Blog eletro
gate, 2017 Disponível em <https://blog.eletrogate.com/modulo-rele-para-
automacao-residencial-com-arduino>
Acesso em: 25 de maio de 2021.
JÚNIOR, Sergio Luiz Estevan. SILVA, Rodrigo Adamchuk. Automação e
instrumentação industrial com Arduino: Teoria e projetos. 1.ed. São Paulo. Erica,
29 abril de 2015.
“GIOVANNI5”, modulo relé Arduino. Robo core, 2020
Disponível em <https://www.robocore.net/tutoriais/modulo-rele-arduino>
Acesso em: 28 de maio de 2021
BENFICA, Alex. Motor com Arduino. GITHUB, 2016.
Disponível em: /<https://github.com/mundodaeletrica/motor_com_arduino>
Acesso em: 29 de maio de 2021.
4.3 Esquemas elétricos e eletrônicos
A criação do motor teve como base a programação utilizada. Nela estão dispostas quais portas
da placa foram utilizadas, mostrando como devem ser feitas as ligações.
Diagrama 1 – programação de criação
https://www.robocore.net/tutoriais/modulo-rele-arduino
https://github.com/mundodaeletrica/motor_com_arduino
35
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
5 CONCLUSÕES
O trabalho teve como principal objetivo a elaboração de um projeto, e a execução deste, de uma
máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa. A realização deste projeto foi de suma
importância para a formação acadêmica dos integrantes do grupo, pois é um projeto que terá
continuação no semestre subsequente, e a máquina será utilizada por nós alunos do curso de
engenharia mecânica. Após o consenso do grupo em determinar a máquina utilizada para
realização do trabalho, foram feitos estudos e pesquisas sobre o que é fadiga nos materiais, suas
causas e efeitos. Seu estudo torna-se totalmente relevante, pois faz-se necessário o seu
conhecimento de modo que nós, futuros engenheiros, projetaremos máquinas e equipamentos,
de modo a deixa-los seguros para operar. Portanto, foram fundamentais os conhecimentos
adquiridos ao longo do semestre para o desenvolvimento deste projeto. Uma das maiores
dificuldades encontradas foi a atual pandemia que estamos vivendo, dificultando o encontro
dos membros do grupo para formação de mais ideia, e também a construção da máquina em si,
impossibilitando qualquer tipo de obtenção de resultados práticas na atual situação. Entretanto,
o bom planejamento do grupo para execução do trabalho, favoreceu sua conclusão com êxito.
Ademais, a realização do projeto atendeu ao seu objetivo proposto, no qual foi possível ajuizar
toda a parte de ensaios por fadiga, além de projetar todo o trabalho para realização de sua parte
prática.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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rotativa do laboratório de ensaios de materiais. Biblioteca Digital, 2011. Disponível em:
https://bdm.unb.br/handle/10483/3421. Acesso em 15/05/21.
https://bdm.unb.br/handle/10483/3421
36
NORTON, R. L. Projeto de Máquinas: uma abordagem integrada. 4. Bookman Editora, 2013.
Acesso em 15/05/21.
SANTOS, L. V. d. Análise de falha por fadiga em eixo de motores para sistemas de
arrefecimento. Tese (Doutorado), 2008. Disponível em:
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3151/tde-10112008-
110146/publico/dissertacao_fadiga_final.pdf Acesso em 15/05/21.
MELO, C. S. S. A. Ensaios de fadiga mecânica sobre conexões implante-pilar. Biblioteca
Digital, 2015. Disponível em: https://bdigital.ufp.pt/handle/10284/5298. Acesso em 15/05/21.
BRANDÃO, R. P. Projeto mecânico de uma máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa.
TCC (Graduação), 2013. Disponível em:
http://repositorio.poli.ufrj.br/monografias/monopoli10007760.pdf . Acesso em 16/05/21.
DE OLIVEIRA, F. FERREIRA, J.L., ARAÚJO, J. A., Identificação das Condições de Falha
por Fadiga em Materiais Usados na Fabricação de Pás de Turbinas Hidráulicas – Determinação
da Resistência à Fadiga do Aço ASTM A743 – CA6NM, Departamento de Engenharia
Mecânica, Universidade de Brasília, 2004. Acessado no dia 16/05/21
ESTRUTURA E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS. Ensaios Mecânicos dos Materiais,
2010. Disponível em: https://jorgeteofilo.files.wordpress.com/2010/08/epm-apostila-
capitulo09-ensaios-mod1.pdf. Acesso em: 16/05/2021.
UDOMPHOL, T., Mechanical Metallurgy Laboratory – Fatigue Testing, ed. 2012. Acesso em:
16/05/2021.
CALLISTER, W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 9. Grupo Gen-LTC,
2016. Acesso em: 16/05/2021.
T. L. M. Morgado, C. M. Branco, V. Infante. “PREVISÃO DE VIDA À FADIGA DOS
ENGATES (RABETAS) DOS VAGÕES DE TRANSPORTE DE CARVÃO.” Revista da
Associação Portuguesa de Análise Experimental de Tensões.
ALMEIDA, Julio. Prof Dr. “Universidade Federal do Parana. Programa de Pós Graduação
em Engenharia Mecânica”
Rosa, E. Análise de Resistência Mecânica, UFSC, 2002. Disponível em:
http://www.grante.ufsc.br/download/Fadiga/FADIGA-Livro-Edison-da-Rosa.pdf. Acesso em:
15/05/2021.
LOPES, P. et al . Projeto de Máquina de Ensaio de Fadiga por Flexão Rotativa: Contecc, 2019.
Disponível em: https://www.confea.org.br/sites/default/files/uploads-
imce/Contecc2019/Mec%C3%A2nica%20e%20Metal%C3%BArgica/PROJETO%20DE%20
MAQUINA%20DE%20ENSAIO%20DE%20FADIGA%20%20POR%20FLEX%C3%83O%
20ROTATIVA.pdf . Acesso em: 16/05/2021
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3151/tde-10112008-110146/publico/dissertacao_fadiga_final.pdf
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3151/tde-10112008-110146/publico/dissertacao_fadiga_final.pdf
https://bdigital.ufp.pt/handle/10284/5298
http://repositorio.poli.ufrj.br/monografias/monopoli10007760.pdf
https://jorgeteofilo.files.wordpress.com/2010/08/epm-apostila-capitulo09-ensaios-mod1.pdf
https://jorgeteofilo.files.wordpress.com/2010/08/epm-apostila-capitulo09-ensaios-mod1.pdf
http://www.grante.ufsc.br/download/Fadiga/FADIGA-Livro-Edison-da-Rosa.pdf
https://www.confea.org.br/sites/default/files/uploads-imce/Contecc2019/Mec%C3%A2nica%20e%20Metal%C3%BArgica/PROJETO%20DE%20MAQUINA%20DE%20ENSAIO%20DE%20FADIGA%20%20POR%20FLEX%C3%83O%20ROTATIVA.pdf
https://www.confea.org.br/sites/default/files/uploads-imce/Contecc2019/Mec%C3%A2nica%20e%20Metal%C3%BArgica/PROJETO%20DE%20MAQUINA%20DE%20ENSAIO%20DE%20FADIGA%20%20POR%20FLEX%C3%83O%20ROTATIVA.pdf
https://www.confea.org.br/sites/default/files/uploads-imce/Contecc2019/Mec%C3%A2nica%20e%20Metal%C3%BArgica/PROJETO%20DE%20MAQUINA%20DE%20ENSAIO%20DE%20FADIGA%20%20POR%20FLEX%C3%83O%20ROTATIVA.pdfhttps://www.confea.org.br/sites/default/files/uploads-imce/Contecc2019/Mec%C3%A2nica%20e%20Metal%C3%BArgica/PROJETO%20DE%20MAQUINA%20DE%20ENSAIO%20DE%20FADIGA%20%20POR%20FLEX%C3%83O%20ROTATIVA.pdf
37
ANEXO A – CRONOGRAMA
Quadro 3 - Cronograma
38
ANEXO B – LISTA DE MATERIAIS E CUSTO DO PROJETO
Quadro 4 - Lista de materiais
39
ANEXO C – DESENHO TÉCNICO DO CONJUNTO E PEÇAS
Desenho 1 – Corpo de prova
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
40
Desenho 2 – Mesa
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
41
Desenho 3 – Base lado 1
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
42
Desenho 4 – Cilindro de fixação
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
43
Desenho 5 – Montagem 5
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
44
Desenho 6 – Motor 2
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
45
Desenho 7 – Peso colorido
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
46
Desenho 8 – Máquina de ensaio
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
Desenho 9 – Montagem
Fonte: Emerson Daniel, 2021.
47
ANEXO D – TERMO DE COMPROMISSO SOBRE PLÁGIO
Nos alunos(as) do curso de Engenharia, mediante este instrumento assumimos
perante a Universidade Paulista (UNIP), que estamos cientes, de que será considerada a
utilização indevida, ilegal e/ou plágio, nos seguintes casos:
Utilização de textos de autoria de terceiros, sem a devida citação;
Texto adaptado parcialmente ou em sua totalidade;
Texto produzido por terceiros, sob encomenda, mediante pagamento (ou não) de
honorários profissionais.
O trabalho ora apresentado atende as normas técnicas e científicas exigidas na elaboração
de textos, previstas na norma ABNT NBR 10520:2002.
As citações e paráfrases dos autores estão indicadas e apresentam a origem da ideia do autor
com as respectivas obras e anos de publicação. Caso não sejam apresentadas estas
indicações, ou seja, caracterizará o crime de plágio, estamos cientes das implicações legais
decorrentes deste procedimento.
O Código Penal em vigor, no Título que trata dos Crimes Contra a Propriedade
Intelectual, dispõe sobre o crime de violação de direito autoral – artigo 184 – que traz o
seguinte teor: Violar direito autoral:
Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. E os seus parágrafos 1º e 2º,
consignam, respectivamente:
§ 1º Se a violação consistir em reprodução, por qualquer meio, com intuito de lucro, de
obra intelectual, no todo ou em parte, sem autorização expressa do autor ou de quem o
represente, (...): Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa, (...).
§ 2º Na mesma pena do parágrafo anterior incorre quem vende, expõe à venda, aluga,
introduz no País, adquire, oculta, empresta, troca ou tem em depósito, com intuito de
lucro, original ou cópia de obra intelectual, (...), produzidos ou reproduzidos com
violação de direito autoral.
48
(Lei n.º 9.610, de 19.02.98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos
autorais, publicada no D.O.U. de 20.02.98, Seção I, pág. 3).
Declaramos ser de inteira responsabilidade do grupo a autoria do texto referente ao trabalho
da Atividade Prática Supervisionada ora apresentado.
49
6 APÊNDICE
Em anexo.
Apêndice A - Corpo de prova ensaio – Latão
Apêndice B – Corpo de prova ensaio – Aço 1020
Apêndice C – Corpo de prova ensaio – Alumino
Apêndice D – Montagem Final.
6.1 Link Apresentação
https://www.youtube.com/watch?v=c5S1qzHQW0w
https://www.youtube.com/watch?v=c5S1qzHQW0w
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 1
Simulação de
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo
de Prova ensaio
Data: sexta-feira, 19 de novembro de 2021
Projetista: Solidworks
Nome do estudo: Análise estática 1
Tipo de análise: Análise estática -
Simplificação 2D
Sumário
Descrição ............................................ 1
Pressuposições ...................................... 2
Informações do modelo ........................... 3
Propriedades do estudo ........................... 4
Unidades............................................. 4
Propriedades do material ......................... 5
Acessórios de fixação e Cargas ................... 6
Definições de conector ............................ 6
Informações de contato ........................... 7
Informações de malha ............................. 8
Detalhes do sensor ................................. 9
Forças resultantes ................................. 9
Vigas ................................................. 9
Resultados do estudo ............................. 10
Conclusão .......................................... 12
Descrição
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 2
Pressuposições
Modelo original
Modelo analisado
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 3
Informações do modelo
Nome do modelo: Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio
Configuração atual: Valor predeterminado
Corpos 2D
Nome e referência do
documento
Tipo de estudo Propriedades volumétricas
Caminho/Data do
documento modificado
Filete3
Tensão plana
Profundidade da seção:3 mm
Peso::0,237546 N
Volume:2,84878e-06 m^3
Massa::0,0242146 kg
Densidade::8.500 kg/m^3
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç5 ( Corpo de Prova
ensaio.SLDPRT
Nov 19 12:26:02 2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 4
Propriedades do estudo
Nome do estudo Análise estática 1
Tipo de análise Análise estática - Simplificação 2D
Tipo de malha Malha 2D plana
Efeito térmico: Ativada
Opção térmica Incluir cargas de temperatura
Temperatura de deformação zero 298 Kelvin
Inclui efeitos da pressão de fluidos do
SOLIDWORKS Flow Simulation
Desativada
Tipo de Solver Solver Direct Sparse
Efeito no plano: Desativada
Mola suave: Desativada
Atenuação inercial: Desativada
Opções de união incompatíveis Automático
Grande deslocamento Desativada
Calcular forças de corpo livre Ativada
Atrito Desativada
Usar método adaptável: Desativada
Pasta de resultados Documento do SOLIDWORKS (E:\faculdade)
Unidades
Sistema de unidades: SI (MKS)
Comprimento/Deslocamento mm
Temperatura Kelvin
Velocidade angular Rad/s
Pressão/Tensão N/m^2
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 5
Propriedades do material
Referência do modelo Propriedades Componentes
Nome: Latão
Tipo de modelo: Isotrópico linear
elástico
Critério de falha
predeterminado:
Desconhecido
Limite de
escoamento:
2,39689e+08 N/m^2
Resistência à tração: 4,78413e+08 N/m^2
Módulo elástico: 1e+11 N/m^2
Coeficiente de
Poisson:
0,33
Massa específica: 8.500 kg/m^3
Módulo de
cisalhamento:
3,7e+10 N/m^2
Coeficiente de
expansão térmica:
1,8e-05 /Kelvin
CorpoSuperfície
1(Filete3)(Proj.Facu.PÇ5 (
Corpo de Prova ensaio)
Dados da curva:N/A
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 6
Acessórios de fixação e Cargas
Nome do
acessório de
fixação
Imagem de acessório de
fixação
Detalhes de acessório de fixação
Fixo-1
Entidades: 2 borda(s)
Tipo: Geometria fixa
Forças resultantes
Componentes X Y Z Resultante
Força de reação(N) 300 0 -3,05176e-05 300
Momento de reação(N.m) 0 0 0 1e-33
Nome da
carga
Carregar imagem Detalhes de carga
Força-1
Entidades: 5 borda(s)Tipo: Aplicar força normal
Valor: 100 N
Definições de conector
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 7
Informações de contato
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 8
Informações de malha
Tipo de malha Malha 2D plana
Gerador de malhas usado: Malha padrão
Transição automática: Desativada
Incluir loops de malha automáticos: Desativada
Tamanho do elemento 1,23262 mm
Tolerância 0,061631 mm
Plotagem de qualidade de malha Alta
Informações de malha - Detalhes
Total de nós 2663
Total de elementos 1232
Tempo para conclusão da malha (hh;mm;ss): 00:00:08
Nome do computador: PROJETOS-02
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 9
Detalhes do sensor
Sem dados
Forças resultantes
Forças de reação
Conjunto de
seleção
Unidades Soma X
Soma Y Soma Z Resultante
Modelo inteiro N 300 0 -3,05176e-05 300
Momentos de reação
Conjunto de
seleção
Unidades Soma X
Soma Y Soma Z Resultante
Modelo inteiro N.m 0 0 0 1e-33
Vigas
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 10
Resultados do estudo
Nome Tipo Mín. Máx.
Tensão1 VON: tensão de von Mises 2,143e+05 N/m^2
Nó: 129
9,597e+07 N/m^2
Nó: 91
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Tensão-Tensão1
Nome Tipo Mín. Máx.
Deslocamento1 URES: Deslocamento resultante 0,000e+00 mm
Nó: 1
8,956e-02 mm
Nó: 2078
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 11
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Deslocamento-Deslocamento1
Nome Tipo Mín. Máx.
Deformação1 ESTRN : Deformação equivalente 7,888e-06
Elemento: 789
6,272e-04
Elemento: 1222
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 12
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Deformação-Deformação1
Conclusão
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 1
Simulação de
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo
de Prova ensaio
Data: sexta-feira, 19 de novembro de 2021
Projetista: Solidworks
Nome do estudo: Análise estática 1
Tipo de análise: Análise estática -
Simplificação 2D
Sumário
Descrição ............................................ 1
Pressuposições ...................................... 2
Informações do modelo ........................... 3
Propriedades do estudo ........................... 4
Unidades............................................. 4
Propriedades do material ......................... 5
Acessórios de fixação e Cargas ................... 6
Definições de conector ............................ 6
Informações de contato ........................... 6
Informações de malha ............................. 7
Detalhes do sensor ................................. 7
Forças resultantes ................................. 8
Vigas ................................................. 8
Resultados do estudo .............................. 9
Conclusão .......................................... 11
Descrição
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 2
Pressuposições
Modelo original
Modelo analisado
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 3
Informações do modelo
Nome do modelo: Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio
Configuração atual: Valor predeterminado
Corpos 2D
Nome e referência do
documento
Tipo de estudo Propriedades volumétricas
Caminho/Data do
documento modificado
Filete3
Tensão plana
Profundidade da seção:3 mm
Peso::0,220778 N
Volume:2,84878e-06 m^3
Massa::0,0225054 kg
Densidade::7.900 kg/m^3
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç5 ( Corpo de Prova
ensaio.SLDPRT
Nov 19 12:26:02 2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 4
Propriedades do estudo
Nome do estudo Análise estática 1
Tipo de análise Análise estática - Simplificação 2D
Tipo de malha Malha 2D plana
Efeito térmico: Ativada
Opção térmica Incluir cargas de temperatura
Temperatura de deformação zero 298 Kelvin
Inclui efeitos da pressão de fluidos do
SOLIDWORKS Flow Simulation
Desativada
Tipo de Solver Solver Direct Sparse
Efeito no plano: Desativada
Mola suave: Desativada
Atenuação inercial: Desativada
Opções de união incompatíveis Automático
Grande deslocamento Desativada
Calcular forças de corpo livre Ativada
Atrito Desativada
Usar método adaptável: Desativada
Pasta de resultados Documento do SOLIDWORKS (E:\faculdade)
Unidades
Sistema de unidades: SI (MKS)
Comprimento/Deslocamento mm
Temperatura Kelvin
Velocidade angular Rad/s
Pressão/Tensão N/m^2
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 5
Propriedades do material
Referência do modelo Propriedades Componentes
Nome: AISI 1020
Tipo de modelo: Isotrópico linear
elástico
Critério de falha
predeterminado:
Desconhecido
Limite de
escoamento:
3,51571e+08 N/m^2
Resistência à tração: 4,20507e+08 N/m^2
Módulo elástico: 2e+11 N/m^2
Coeficiente de
Poisson:
0,29
Massa específica: 7.900 kg/m^3
Módulo de
cisalhamento:
7,7e+10 N/m^2
Coeficiente de
expansão térmica:
1,5e-05 /Kelvin
CorpoSuperfície
1(Filete3)(Proj.Facu.PÇ5 (
Corpo de Prova ensaio)
Dados da curva:N/A
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 6
Acessórios de fixação e Cargas
Nome do
acessório de
fixação
Imagem de acessório de
fixação
Detalhes de acessório de fixação
Fixo-1
Entidades: 2 borda(s)
Tipo: Geometria fixa
Forças resultantes
Componentes X Y Z Resultante
Força de reação(N) -20 0 0 20
Momento de reação(N.m) 0 0 0 1e-33
Nome da
carga
Carregar imagem Detalhes de carga
Força-1
Entidades: 2 borda(s)
Tipo: Aplicar força normal
Valor: 10 N
Definições de conector
Sem dados
Informações de contato
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 7
Informações de malha
Tipo de malha Malha 2D plana
Gerador de malhas usado: Malha padrão
Transição automática: Desativada
Incluir loops de malha automáticos: Desativada
Tamanho do elemento 1,23262 mm
Tolerância 0,061631 mm
Plotagem de qualidade de malha Alta
Informações de malha - Detalhes
Total de nós 2663
Total de elementos 1232
Tempo para conclusão da malha (hh;mm;ss): 00:00:06
Nome do computador: PROJETOS-02
Detalhes do sensor
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 8
Forças resultantes
Forças de reação
Conjunto de
seleção
Unidades Soma X
Soma Y Soma Z Resultante
Modelo inteiro N -20 0 0 20
Momentos de reação
Conjunto de
seleção
Unidades Soma X
Soma Y Soma Z Resultante
Modelo inteiro N.m 0 0 0 1e-33
Vigas
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 9
Resultados do estudo
Nome Tipo Mín. Máx.
Tensão1 VON: tensão de von Mises 3,573e+03 N/m^2
Nó: 2598
4,784e+06 N/m^2
Nó: 100
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Tensão-Tensão1
Nome Tipo Mín. Máx.
Deslocamento1 URES: Deslocamento resultante 0,000e+00 mm
Nó: 1
1,673e-03 mm
Nó: 2078
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 10
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Deslocamento-Deslocamento1
Nome TipoMín. Máx.
Deformação1 ESTRN : Deformação equivalente 1,837e-07
Elemento: 870
1,500e-05
Elemento: 82
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Deformação-Deformação1
Nome Tipo
Deslocamento1{1} Forma deformada
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation
Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova
ensaio 11
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Deslocamento-Deslocamento1{1}
Conclusão
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 1
Simulação de
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo
de Prova ensaio
Aluminio
Data: sexta-feira, 19 de novembro de 2021
Projetista: Solidworks
Nome do estudo: Análise estática 1
Tipo de análise: Análise estática -
Simplificação 2D
Sumário
Descrição ............................................ 1
Pressuposições ...................................... 2
Informações do modelo ........................... 3
Propriedades do estudo ........................... 4
Unidades............................................. 4
Propriedades do material ......................... 5
Acessórios de fixação e Cargas ................... 6
Definições de conector ............................ 7
Informações de contato ........................... 7
Informações de malha ............................. 8
Detalhes do sensor ................................. 9
Forças resultantes ................................. 9
Vigas ................................................. 9
Resultados do estudo ............................. 10
Conclusão .......................................... 12
Descrição
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 2
Pressuposições
Modelo original
Modelo analisado
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 3
Informações do modelo
Nome do modelo: Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio
Configuração atual: Valor predeterminado
Corpos 2D
Nome e referência do
documento
Tipo de estudo Propriedades volumétricas
Caminho/Data do
documento modificado
Filete3
Tensão plana
Profundidade da seção:3 mm
Peso::0,220778 N
Volume:2,84878e-06 m^3
Massa::0,0225054 kg
Densidade::7.900 kg/m^3
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç5 ( Corpo de Prova
ensaio.SLDPRT
Nov 19 12:26:02 2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 4
Propriedades do estudo
Nome do estudo Análise estática 1 Aluminio
Tipo de análise Análise estática - Simplificação 2D
Tipo de malha Malha 2D plana
Efeito térmico: Ativada
Opção térmica Incluir cargas de temperatura
Temperatura de deformação zero 298 Kelvin
Inclui efeitos da pressão de fluidos do
SOLIDWORKS Flow Simulation
Desativada
Tipo de Solver Solver Direct Sparse
Efeito no plano: Desativada
Mola suave: Desativada
Atenuação inercial: Desativada
Opções de união incompatíveis Automático
Grande deslocamento Desativada
Calcular forças de corpo livre Ativada
Atrito Desativada
Usar método adaptável: Desativada
Pasta de resultados Documento do SOLIDWORKS (E:\faculdade)
Unidades
Sistema de unidades: SI (MKS)
Comprimento/Deslocamento mm
Temperatura Kelvin
Velocidade angular Rad/s
Pressão/Tensão N/m^2
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 5
Propriedades do material
Referência do modelo Propriedades Componentes
Nome: Aluminio
Tipo de modelo: Isotrópico linear
elástico
Critério de falha
predeterminado:
Desconhecido
Limite de
escoamento:
3,51571e+08 N/m^2
Resistência à tração: 4,20507e+08 N/m^2
Módulo elástico: 2e+11 N/m^2
Coeficiente de
Poisson:
0,29
Massa específica: 7.900 kg/m^3
Módulo de
cisalhamento:
7,7e+10 N/m^2
Coeficiente de
expansão térmica:
1,5e-05 /Kelvin
CorpoSuperfície
1(Filete3)(Proj.Facu.PÇ5 (
Corpo de Prova ensaio)
Dados da curva:N/A
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 6
Acessórios de fixação e Cargas
Nome do
acessório de
fixação
Imagem de acessório de
fixação
Detalhes de acessório de fixação
Fixo-1
Entidades: 2 borda(s)
Tipo: Geometria fixa
Forças resultantes
Componentes X Y Z Resultante
Força de reação(N) -120 0 0 120
Momento de reação(N.m) 0 0 0 1e-33
Nome da
carga
Carregar imagem Detalhes de carga
Força-1
Entidades: 2 borda(s)
Tipo: Aplicar força normal
Valor: 10 N
Força-2
Entidades: 1 borda(s)
Tipo: Aplicar força normal
Valor: 100 N
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 7
Definições de conector
Sem dados
Informações de contato
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 8
Informações de malha
Tipo de malha Malha 2D plana
Gerador de malhas usado: Malha padrão
Transição automática: Desativada
Incluir loops de malha automáticos: Desativada
Tamanho do elemento 1,23262 mm
Tolerância 0,061631 mm
Plotagem de qualidade de malha Alta
Informações de malha - Detalhes
Total de nós 2663
Total de elementos 1232
Tempo para conclusão da malha (hh;mm;ss): 00:00:06
Nome do computador: PROJETOS-02
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 9
Detalhes do sensor
Sem dados
Forças resultantes
Forças de reação
Conjunto de
seleção
Unidades Soma X
Soma Y Soma Z Resultante
Modelo inteiro N -120 0 0 120
Momentos de reação
Conjunto de
seleção
Unidades Soma X
Soma Y Soma Z Resultante
Modelo inteiro N.m 0 0 0 1e-33
Vigas
Sem dados
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 10
Resultados do estudo
Nome Tipo Mín. Máx.
Tensão1 VON: tensão de von Mises 1,997e+05 N/m^2
Nó: 2566
5,108e+07 N/m^2
Nó: 100
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Tensão-Tensão1
Nome Tipo Mín. Máx.
Deslocamento1 URES: Deslocamento resultante 0,000e+00 mm
Nó: 1
2,966e-02 mm
Nó: 2078
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 11
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Deslocamento-Deslocamento1
Nome Tipo Mín. Máx.
Deformação1 ESTRN : Deformação equivalente 4,284e-07
Elemento: 567
1,694e-04
Elemento: 1222
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio 12
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Deformação-Deformação1
Nome Tipo
Deslocamento1{1} Forma deformada
Proj.Facu.PÇ5 ( Corpo de Prova ensaio-Análise estática 1-Deslocamento-Deslocamento1{1}
Conclusão
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 1
Simulação de
montagem final
Data: quinta-feira, 18 de novembro de 2021
Projetista: Emerson Daniel DE Souza
Nome do estudo: Análise estática 2
Tipo de análise: Análise estática
Sumário
Descrição ............................................ 1
Pressuposições ...................................... 2
Informações do modelo ............................ 2
Propriedades do estudo ............................ 8
Unidades ............................................. 8
Propriedades do material ......................... 9
Acessórios de fixação e Cargas ................. 12
Definições de conector .......................... 13
Informações de contato ......................... 13
Informações de malha ........................... 13
Detalhes do sensor ............................... 14
Forças resultantes ................................ 14
Vigas ................................................ 14
Resultados do estudo ............................ 14
Conclusão ..........................................14
Descrição
Sem dados
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 2
Pressuposições
Informações do modelo
Nome do modelo: montagem final
Configuração atual: Valor predeterminado
Corpos sólidos
Nome e referência do
documento
Tratado como Propriedades volumétricas
Caminho/Data do
documento modificado
Corte-extrusão8
Corpo sólido
Massa:119,626 kg
Volume:0,0151426 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:1.172,34 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç1 ( mesa).SLDPRT
Nov 18 19:31:40 2021
Corte-extrusão5
Corpo sólido
Massa:9,58791 kg
Volume:0,00121366 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:93,9615 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç2 (Base).SLDPRT
Nov 18 19:31:40 2021
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 3
Broca de rosquear para
tarraxa de M10x1.52
Corpo sólido
Massa:9,44833 kg
Volume:0,00119599 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:92,5937 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç3 (Cilindro ) B.SLDPRT
Nov 18 19:31:38 2021
Corte-extrusão3
Corpo sólido
Massa:11,7665 kg
Volume:0,00148943 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:115,312 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç3 (Cilindro ).SLDPRT
Nov 18 18:36:14 2021
Filete3
Corpo sólido
Massa:0,054989 kg
Volume:6,96063e-06 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,538892 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç5 ( Corpo de Prova
).SLDPRT
Nov 18 20:59:48 2021
Corte-extrusão2
Corpo sólido
Massa:5,82345 kg
Volume:0,000737145 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:57,0698 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç6 (mandril ).SLDPRT
Nov 18 18:35:42 2021
Ressalto-extrusão3
Corpo sólido
Massa:0,62124 kg
Volume:7,8638e-05 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:6,08815 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç6 (mandril ).SLDPRT
Nov 18 18:35:42 2021
Corte-extrusão2
Corpo sólido
Massa:5,82345 kg
Volume:0,000737145 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:57,0698 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç6 (mandril ).SLDPRT
Nov 18 18:35:42 2021
Ressalto-extrusão3
Corpo sólido
Massa:0,62124 kg
Volume:7,8638e-05 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:6,08815 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç6 (mandril ).SLDPRT
Nov 18 18:35:42 2021
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 4
Corte-extrusão2
Corpo sólido
Massa:0,279517 kg
Volume:3,53819e-05 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:2,73926 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç7 mordente.SLDPRT
Nov 18 18:35:48 2021
Corte-extrusão2
Corpo sólido
Massa:0,279517 kg
Volume:3,53819e-05 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:2,73926 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç7 mordente.SLDPRT
Nov 18 18:35:48 2021
Corte-extrusão2
Corpo sólido
Massa:0,279517 kg
Volume:3,53819e-05 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:2,73926 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç7 mordente.SLDPRT
Nov 18 18:35:48 2021
Corte-extrusão2
Corpo sólido
Massa:0,279517 kg
Volume:3,53819e-05 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:2,73926 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç7 mordente.SLDPRT
Nov 18 18:35:48 2021
Corte-extrusão1
Corpo sólido
Massa:2,00061 kg
Volume:0,000253241 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:19,6059 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç4 ( Peso ).SLDPRT
Nov 18 18:36:26 2021
Corte-extrusão1
Corpo sólido
Massa:2,00061 kg
Volume:0,000253241 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:19,6059 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç4 ( Peso ).SLDPRT
Nov 18 18:36:26 2021
Corte-extrusão1
Corpo sólido
Massa:2,00061 kg
Volume:0,000253241 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:19,6059 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç4 ( Peso ).SLDPRT
Nov 18 18:36:26 2021
Corte-extrusão1
Corpo sólido
Massa:2,00061 kg
Volume:0,000253241 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:19,6059 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç4 ( Peso ).SLDPRT
Nov 18 18:36:26 2021
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 5
Ressalto-extrusão3
Corpo sólido
Massa:0,821029 kg
Volume:0,000103928 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:8,04609 N
E:\faculdade\Proj.Facu.P
Ç9 cabo de Aço.SLDPRT
Nov 18 19:31:38 2021
Importado8
Corpo sólido
Massa:0,00172281 kg
Volume:2,18077e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0168836 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado10
Corpo sólido
Massa:0,00172281 kg
Volume:2,18077e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0168836 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado2
Corpo sólido
Massa:13,5982 kg
Volume:0,00172129 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:133,262 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado13
Corpo sólido
Massa:4,03258 kg
Volume:0,000510452 m^3
Densidade:7.900,01 kg/m^3
Peso:39,5193 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado1
Corpo sólido
Massa:22,5627 kg
Volume:0,00285604 m^3
Densidade:7.899,99 kg/m^3
Peso:221,115 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado6
Corpo sólido
Massa:3,28649 kg
Volume:0,000416011 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:32,2076 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 6
Importado7
Corpo sólido
Massa:1,66096 kg
Volume:0,000210248 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:16,2774 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado17
Corpo sólido
Massa:0,00374856 kg
Volume:4,74501e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0367358 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado3
Corpo sólido
Massa:0,00186345 kg
Volume:2,3588e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0182618 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado11
Corpo sólido
Massa:0,00172281 kg
Volume:2,18077e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0168836 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado16
Corpo sólido
Massa:0,00374856 kg
Volume:4,74501e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0367358 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado9
Corpo sólido
Massa:0,00172281 kg
Volume:2,18077e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0168836 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado15
Corpo sólido
Massa:0,00374856 kg
Volume:4,74501e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0367358 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 7
Importado4
Corpo sólido
Massa:0,00186345 kg
Volume:2,3588e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0182618 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado14
Corpo sólido
Massa:0,00374856 kg
Volume:4,74501e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0367358 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado5
Corpo sólido
Massa:0,00186345 kg
Volume:2,3588e-07 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:0,0182618 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Importado12
Corpo sólido
Massa:0,330783 kg
Volume:4,18712e-05 m^3
Densidade:7.900 kg/m^3
Peso:3,24167 N
E:\faculdade\motor
3d.SLDPRT
Nov 18 19:57:50 2021
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 8
Propriedades do estudo
Nome do estudo Análise estática 2
Tipo de análise Análise estática
Tipo de malha Malha sólida
Efeito térmico: Ativada
Opção térmica Incluir cargas de temperatura
Temperatura de deformação zero 298 Kelvin
Inclui efeitos da pressão de fluidos do
SOLIDWORKS Flow Simulation
Desativada
Tipo de Solver FFEPlus
Efeito no plano: DesativadaMola suave: Desativada
Atenuação inercial: Desativada
Opções de união incompatíveis Automático
Grande deslocamento Desativada
Calcular forças de corpo livre Ativada
Atrito Desativada
Usar método adaptável: Desativada
Pasta de resultados Documento do SOLIDWORKS (E:\faculdade)
Unidades
Sistema de unidades: SI (MKS)
Comprimento/Deslocamento mm
Temperatura Kelvin
Velocidade angular Rad/s
Pressão/Tensão N/m^2
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 9
Propriedades do material
Referência do modelo Propriedades Componentes
Nome: AISI 1020
Tipo de modelo: Isotrópico linear
elástico
Critério de falha
predeterminado:
Tensão de von Mises
máxima
Limite de
escoamento:
3,51571e+08 N/m^2
Resistência à tração: 4,20507e+08 N/m^2
Módulo elástico: 2e+11 N/m^2
Coeficiente de
Poisson:
0,29
Massa específica: 7.900 kg/m^3
Módulo de
cisalhamento:
7,7e+10 N/m^2
Coeficiente de
expansão térmica:
1,5e-05 /Kelvin
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão8)(Proj.Facu.PÇ1 (
mesa)-1),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão5)(Proj.Facu.PÇ2
(Base)-1),
Corpo sólido 1(Broca de
rosquear para tarraxa de
M10x1.52)(Proj.Facu.PÇ3
(Cilindro ) B-3),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão3)(Proj.Facu.PÇ3
(Cilindro )-1),
Corpo sólido
1(Filete3)(Proj.Facu.PÇ5 (
Corpo de Prova )-1),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão2)(Proj.Facu.PÇ6
(mandril )-1),
Corpo sólido 2(Ressalto-
extrusão3)(Proj.Facu.PÇ6
(mandril )-1),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão2)(Proj.Facu.PÇ6
(mandril )-2),
Corpo sólido 2(Ressalto-
extrusão3)(Proj.Facu.PÇ6
(mandril )-2),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão2)(Proj.Facu.PÇ7
mordente-1),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão2)(Proj.Facu.PÇ7
mordente-2),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão2)(Proj.Facu.PÇ7
mordente-3),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão2)(Proj.Facu.PÇ7
mordente-5),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão1)(cabo de aço mais
peso-1/Proj.Facu.PÇ4 ( Peso
)-1),
Corpo sólido 1(Corte-
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 10
extrusão1)(cabo de aço mais
peso-1/Proj.Facu.PÇ4 ( Peso
)-3),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão1)(cabo de aço mais
peso-1/Proj.Facu.PÇ4 ( Peso
)-4),
Corpo sólido 1(Corte-
extrusão1)(cabo de aço mais
peso-1/Proj.Facu.PÇ4 ( Peso
)-5),
Corpo sólido 1(Ressalto-
extrusão3)(cabo de aço mais
peso-1/Proj.Facu.PÇ9 cabo
de Aço-1),
Corpo sólido
1(Importado8)(motor 3d-2),
Corpo sólido
2(Importado10)(motor 3d-2),
Corpo sólido
3(Importado2)(motor 3d-2),
Corpo sólido
4(Importado13)(motor 3d-2),
Corpo sólido
5(Importado1)(motor 3d-2),
Corpo sólido
6(Importado6)(motor 3d-2),
Corpo sólido
7(Importado7)(motor 3d-2),
Corpo sólido
8(Importado17)(motor 3d-2),
Corpo sólido
9(Importado3)(motor 3d-2),
Corpo sólido
10(Importado11)(motor 3d-
2),
Corpo sólido
11(Importado16)(motor 3d-
2),
Corpo sólido
12(Importado9)(motor 3d-2),
Corpo sólido
13(Importado15)(motor 3d-
2),
Corpo sólido
14(Importado4)(motor 3d-2),
Corpo sólido
15(Importado14)(motor 3d-
2),
Corpo sólido
16(Importado5)(motor 3d-2),
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 11
Corpo sólido
17(Importado12)(motor 3d-2)
Dados da curva:N/A
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 12
Acessórios de fixação e Cargas
Nome do
acessório de
fixação
Imagem de acessório de
fixação
Detalhes de acessório de fixação
Fixo-1
Entidades: 1 face(s)
Tipo: Geometria fixa
Nome da
carga
Carregar imagem Detalhes de carga
Gravidade-1
Referência: Plano superior
Valores: 0 0 -9,81
Unidades: m/s^2
Força-1
Entidades: 1 face(s)
Tipo: Aplicar força normal
Valor: 10 N
Força-2
Entidades: 1 face(s)
Tipo: Aplicar força normal
Valor: 1 N
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 13
Definições de conector
Sem dados
Informações de contato
Contato Imagem do contato Propriedades de contato
Contato global
Tipo: Unido
Componentes: 1
componente(s)
Opções: Malha
compatível
Informações de malha
Sem dados
Emerson Daniel DE Souza
18/11/2021
Analisado com o SOLIDWORKS Simulation Simulação de montagem final 14
Detalhes do sensor
Nome do sensor Local Detalhes do sensor
Deslocamento1
Valor :
Entidades :4 borda(s); 15 face(s); 1
componente(s)
Resultado :Deslocamento
Componente :URES: Deslocamento
resultante
Critério :Máximo sobre entidades
selecionadas
Critério de etapa: Por todas as etapas
Etapa nº:1
Valor de alerta: NA
Forças resultantes
Sem dados
Vigas
Sem dados
Resultados do estudo
Sem dados
Conclusão
1 introdução
2 objetivos
3 REVISÃO BIBLIOGRAFICA
3.1 Fadiga
3.1.1 Ensaio de tração-compressão
3.1.2 Ensaio de flexão
3.1.3 Máquina de ensaio de fadiga por flexão rotativa
3.2 Estudos das Fraturas
3.2.1 Fratura frágil
3.2.2 Fratura semi-frágil
3.2.3 Propagação de trinca
3.2.4 Dúctil
3.2.5 Princípios de mecânica de fratura
3.3 Materiais e métodos
4 DESENVOLVIMENTO
4.1 Memorial de cálculo
4.1.1 Corpo de Prova
4.1.2 Curva S-N no ensaio da fadiga
4.2 Programação
JÚNIOR, Sergio Luiz Estevan. SILVA, Rodrigo Adamchuk. Automação e instrumentação industrial com Arduino: Teoria e projetos. 1.ed. São Paulo. Erica, 29 abril de 2015.
4.3 Esquemas elétricos e eletrônicos
5 Conclusões
referências bibliográficas
Anexo A – Cronograma
Anexo B – Lista de Materiais e custo do projeto
anexo c – desenho técnico do conjunto e peças
anexo D – termo de compromisso sobre plágio
6 APÊNDICE
6.1 Link Apresentação