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UNESC
Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia
Internet: www.unescnet.br	-	e-mail: unesc@unescnet.br
ANDERSON DIAS
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS.
UNESC
Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia
Internet: www.unescnet.br	-	e-mail: unesc@unescnet.br
ANDERSON DIAS
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS.
Trabalho apresentado à disciplina de Hematologia Clinica da Faculdade de Educação e Cultura de Cacoal/RO - UNESC, como requisito parcial de avaliação do 2º bimestre. Prof(a): xxxxxxxxxxxxxxxx. 6º período
SUMÁRIO
 1- INTRODUÇÃO	4
 2- LÍQUOR	5
 3- ESPERMOGRAMA	6
 4- URINALISE	7
 5- DISCUSSÃO FINAL	9
 6- REFERÊNCIAS	10
 1. INTRODUÇÃO
CONTAGEM DE HEMÁCIAS
No eritrograma existem várias partes a serem analisadas, dentro delas está a contagem de hemácias. Por ser um exame de rotina, é realizado para mostrar se há alguma alteração nos eritrócitos, que são células de extrema importância para o organismo, como por exemplo o transporte de oxigênio para todo o corpo.
Quando ocorre a diminuição de hemácias, o paciente geralmente apresenta um quadro de anemia. E quando tem o aumento de hemácias, indica que o organismo precisa de oxigenação para todas as células, logo produz mais eritrócitos, uma das causas desse aumento pode ser: tumor, desidratação, fibrose pulmonar e entre outras.
Para a realização da contagem de hemácias é necessário a realização da punção venosa com a amostra de sangue inserida do tubo roxo, possuindo o anticoagulante EDTA que é o mais usado na hematologia para a preservação da morfologia celular.
É necessário levar a amostra para centrífuga e assim poder começar o procedimento. Na contagem de células é utilizado a câmara de Neubauer. Ela é uma lâmina espessa de vidro, com formato retangular, atravessado transversalmente por dois sulcos que delimitam três plataformas, sendo que a plataforma central é onde se encontra a área reticulada usada para a contagem de eritrócitos e outras células.
CONTAGEM DE LEUCÓCITOS
O leucograma é uma parte do hemograma tão importante quanto o eritrograma, através dele podemos analisar as células responsáveis pela defesa do organismo e, portanto, podemos avaliar a capacidade de resposta destas células frente a diferentes situações.
O leucograma é composto pela contagem global e diferencial de leucócitos e pela avaliação morfológica dos mesmos no esfregaço sanguíneo. O leucograma está incluído no hemograma completo e serve para verificar o número de glóbulos brancos presentes no sangue e avaliar as características dessas células.
Os glóbulos brancos, também chamados de leucócitos, são células de defesa do organismo que protegem o corpo contra corpos estranhos, micro-organismos invasores e até células cancerosas.
A contagem de leucócitos na câmara de Neubauer é realizada após a punção venosa, esse sangue é então diluído com um fluido que cause a hemólise dos eritrócitos, mas que não tenha efeito sobre os leucócitos e core os núcleos pelo azul de metileno, assim utiliza-se então o Líquido de Turk.
CONTAGEM DE PLAQUETAS
Devido ao seu pequeno tamanho, sua tendência a aderir a superfícies estranhas ao endotélio vascular e sua rápida desintegração, a contagem de plaquetas torna-se problemática por qualquer método.
As plaquetas são contadas por métodos diretos e indiretos. Nos métodos diretos elas são visualizadas em uma diluição do sangue e contadas na câmara de Neubauer através da microscopia ótica comum ou de contraste de fase. No primeiro caso, temos o método de Rees-Ecker e no segundo o de Brecher-Gronkite. Esse último é considerado um método de referência para contagem de plaquetas.
No método indireto de Fônio, plaquetas são contadas no esfregaço. Contagens eletrônicas, exigindo um aparelho de alto custo, porém é através deste
método de contagem que obtemos os resultados mais próximos da realidade do paciente.
 2. CONTAGEM DE HEMÁCIAS
Material utilizado
Para a realização da punção venosa foi necessário:
 ◦ Álcool 70%
 ◦ Algodão
 ◦ Agulha descartável
 ◦ Seringa
 ◦ Garrote
 ◦ Tubo de Coleta de Sangue a Vácuo
 ◦ Algodão com adesivo
 ◦ Tubo de EDTA para coleta do sangue
 ◦ Descarpack
 ◦ Lixo infectante
 ◦ Lixo comum
Para a realização da contagem de hemácias e diluição foi necessário:
 ◦ Tubo de ensaio de vidro
 ◦ Pipeta automática
 ◦ Câmara de Neubauer
 ◦ Lamínulas de vidro
 ◦ Líquido de Gower
 ◦ Microscópio para contagem
 Procedimento
 • Em um tubo, colocar 4 mL de diluidor;
 • Homogeneizar o sangue;
 • Pipetar 20 µL de sangue;
 • Homogeneizar; 
 • Aguardar a sedimentação das hemácias e ao colocar a câmara no microscópio, não inclinar muito para que as células, por gravidade, não se desloquem para um lado só. Focar o retículo de contagem em menor aumento (4x) e passar para as objetivas de 10x e, depois, 40x.
 • Contar as hemácias de cinco quadrados (4 cantos e 1 central) da área central da câmara, delimitados pelas linhas triplas (do total de 25 quadrados=1 mm2). São incluídas hemácias que estejam sobre dois lados da linha tripla (regra do “L”) e que encostem até a segunda linha. Quanto aos outros dois lados, ignorar as hemácias que encostarem na primeira linha interna.
 • Após a contagem anota os resultados na folha para uma posterior análise.
 • Multiplicar o resultado pelo respectivo fator de correção: número de hemácias x 10050.
 
 3. CONTAGEM DE LEUCÓCITOS
Material utilizado
Para a realização da punção venosa foi necessário:
 ◦ Álcool 70%
 ◦ Algodão
 ◦ Agulha descartável
 ◦ Seringa
 ◦ Garrote
 ◦ Tubo de Coleta de Sangue a Vácuo
 ◦ Algodão com adesivo
 ◦ Tubo de EDTA para coleta do sangue
 ◦ Descarpack
 ◦ Lixo infectante
 ◦ Lixo comum
 
Para a contagem de leucócitos:
 • Tubos de ensaio de vidro
 • Pipetas automáticas
 • Líquido de Turk (ácido acético e azul de metileno)
 • Câmara de Neubauer
 • Ponteiras
Procedimento
 • Para o início do procedimento foi realizado a diluição da amostra de sangue em1:20, sendo 380 µL do líquido de Turk e 20 µL da amostra. Porém na rotina o valor de Turk é arredondado para 400 µL, sendo assim uma diluição de 1:21.
 • Após a diluição da amostra, feita no tubo de ensaio, a mesma foi homogeneizada durante 5 minutos. 
 • Preparar a câmara de Neubauer para a realização da contagem de leucócitos.
 • A lateral da câmara foi humedecida e então colocado a lamínula, com uma pipeta foi preenchido os retículos evitando excesso de líquido e bolhas de ar sob a lamínula.
 • A câmara então foi colocada no microscópio sendo necessário focar os quadrantes, primeiramente, para iniciar a contagem nos quadrantes laterais. 
 • A observação dos leucócitos se dá no aumento de 100x e 400x.
 • A conta para determinação do valor de leucócitos totais se dá pela formula: (L1+L2+L3+L4) x 50
 
 4. CONTAGEM DE PLAQUETAS
Método de Fônio
É econômico e de fácil execução técnica. Na mesma preparação examinam-se plaquetas, leucócitos e hemácias. Defeitos qualitativos das plaquetas, como formas gigantes
e bizarras, são identificados. O sulfato de magnésio impede a aglutinação das plaquetas cujo nº pode ser avaliado grosseiramente pelo exame do microscópio do esfregaço corado comum.
TÉCNICA:
1.Através da lâmina de esfregaço preparada na sala de coleta, é realizada a coloração pelo Método de May-Grunwald-Giemsa. Secar e examinar sob imersão.
2.Contar mil hemácias e, ao mesmo tempo, as plaquetas encontradas, anotando seu nº. A contagem é feita em vários campos sucessivos seguindo linhas longitudinais em relação à lâmina.
3.Realizar a contagem de hemácias na câmara de Neubauer.
Método de Rees-Ecker
No sangue convenientemente diluído, as plaquetas são contadas por microscopia ótica comum na câmara de Neubauer.
TÉCNICA:
1. Pipetar 4,0 da solução diluidora no tubo
2. Com micropipeta aspirar 20ml de sangue com EDTA. Limpar sua parede externa com papel de filtro, externamente o volume.
3. Transferir os 20ml de sangue para o tubo com solução diluidora, lavando com ele o interior da pipeta por aspiração e expulsão do líquido. A diluição é de 1:200.
4. Agitar por inversão 2 minutos, no máximo.
5. Encher os retículos da câmara de Neubauer.
6. Sedimentar as plaquetas, repousando a preparação por 15 minutos em uma placa de Petri, contendo um pedaço de algodão umedecido em água (câmara úmida) e em local isento de vibrações.
7. Fazer a contagem microscópica com aumento de 400x em 1/5 de mm2, conforme indicado para hemácias.
É necessário ter experiência para distinguir as plaquetas de sujidade. Aquelas aparecem como corpos arredondados, ovais ou alongados, totalmente refringentes, com 1,5 mícrons de diâmetro. O ajuste do contraste na microscopia é indispensável para uma boa visualização das plaquetas.
5- DISCUSSÃO FINAL
Os testes e exames dos líquidos corporais tem uma grande relevância para fechar diagnóstico de infecções e doenças, pois a partir de amostra biológicas como líquor é possível detectar doenças relacionada ao sistema nervoso, trazendo assim um tratamento e acompanhamento para devida doença instalada .
4) REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS
LIMA; et al. Métodos de laboratórios aplicados à clínica. 7 ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 1992.
BERNARD, J.J.Manual de Hematologia.São Paulo: 3 ed. Masson do Brasil,1986.
LORDÊLO P. VIVAS, WANESSA. Manual prático de hematologia. [S. l.: s. n.], 2021. Disponível em: https://docente.ifsc.edu.br/rosane.aquino/MaterialDidatico/AnalisesClinicas/hemato/Manual%20de%20Hematologia.pdf. Acesso em: 5 dez. 2023.

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