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Disciplina: Operação em Transportes Turísticos
Aéreos e Marítimos
Aula 7: Transporte Hidroviário sob uma perspectiva
histórica e econômica
Apresentação
Nesta aula, será destacada o desenvolvimento do setor hidroviário sob sua perspectiva histórica.
Também será reconhecido como os transportes hidroviários e seus terminais in�uenciaram a economia, a sociedade e até
mesmo a geopolítica do mundo atual.
Esta abordagem é fundamental para a compreensão da importância e da posição deste setor para a economia global e o
turismo.
Objetivos
O desenvolvimento histórico dos transportes hidroviários;
Reconhecer como os transportes hidroviários vem in�uenciando o desenvolvimento socioeconômico mundial;
Veri�car a relação entre os transportes hidroviários, seus terminais, desenvolvimento urbano e turístico nas principais
cidades do mundo.
Divisão básica
Fonte:Pixabay
Os mares, rios e lagos constituíam na Antiguidade uma
barreira natural aos deslocamentos e assentamentos
humanos.
A necessidade de transpor tais barreiras teria levado o homem
a escavar o tronco de uma árvore e utilizá-la como uma
espécie de embarcação que então permitiu que o outro lado da
margem pudesse en�m ser atingido.
Dessa ideia tão simples surgiu uma modalidade de transporte
utilizada até os dias de hoje e que em vários momentos da
nossa história provocaram verdadeiras revoluções comerciais,
mercantis, diplomáticas, turísticas, sociais e industriais: o
transporte hidroviário.
Os transportes hidroviários (também conhecido como aquaviários) são modalidades que
utilizam a água como via, e cujos veículos (sejam eles barcos, ferries, navios, hovercrafts,
jantadas e até as antigas caravelas) se caracterizam basicamente por veículos �utuantes
que tem como função transportar pessoas, cargas, mala postal, entre outros produtos, pela
água.
Marítimo Fluvial Lacustre
Utilizam regiões litorâneas, os mares como via. Deslocam-se através dos rios. As vias são os lagos.
Surgimento das cidades através das divisões dos rios e lagos
Como no passado não havia rodovias e muito menos os aviões, enquanto as ferrovias só viriam a se disseminar durante a
Revolução Industrial, cabia ao setor hidroviário a função de prover mobilidade humana.
Por isso o surgimento de várias cidades do mundo esteve diretamente relacionado a sua posição geográ�ca junto ao litoral, rios e
lagos, pois além das vantagens locacionais e de mobilidade que estes ofereciam, eles também representavam imprescindíveis
fontes de abastecimento de água, irrigação para a agricultura e a pesca in�uenciando comportamento humano, cultural e o
desenvolvimento socioeconômico, como aponta Palhares (2001).
Saiba mais
O autor ressalta, por exemplo, que desde o ano 3.000 a.C. já existem indícios de ocupação humana junto à importantes rios como
o Nilo, no Egito, Amarelo, Tigre e Eufrates, cujo signi�cado “Entre Rios”.
Surgimento das principais cidades da Europa
.. E assim seguiu-se a história do surgimento de vários povoamentos em todo o mundo: Londres in�uenciada pelo Rio Tâmisa; a
Cidade-Luz, Paris, se desenvolveu às margens do Sena e Roma do Rio Tibre.
Canais de Veneza
Além de todas estas, também merece destaque a localização
de Veneza, na Itália, cuja região entrecortada por rios
favoreceu intensa atividade mercantil no passado, e que hoje
constitui grandes atrativos turísticos para visitantes,
normalmente apaixonados, sentirem o prazer a dois de
saborearem um prosecco à bordo de uma das muitas
gôndolas que circulam pelos centenários canais da cidade.
 Rio Tâmisa, em Londres; Sena, em Paris; e a singularidade de Veneza: desenvolvimento socioeconômico através dos rios e séculos mais tarde, também atrativo turístico.
Do rio Vitava surgiu a
lindíssima cidade de Praga.
 
Do Vístula nasceu Varsóvia.
 
O Isar in�uenciou Munique.
Do Reno, a cidade de
Colônia.
 
Do Spree, a cidade de
Berlim.
 
Do Danúbio, verdadeiras
estrelas europeias, como
Viena e Budapeste.
E na América?
Do outro lado do Atlântico ocorreu o mesmo fenômeno de
desenvolvimento econômico, social e tecnológico.
Às margens do Rio Mississipi nos Estados Unidos, e do Rio
Lourenço no Canadá, originaram as principais cidades destes
países como Quebec, Montreal, Ottawa e Toronto, no caso
canadense.
Quebec
Buenos Aires
Já na América do Sul, o Rio da Prata favoreceu o
desenvolvimento de várias cidades na Argentina e no Uruguai
– incluindo aí suas respectivas capitais: Buenos Aires e
Montevidéu
Cidades Portuárias
Ilha de Krk
A in�uência do poder de atração de rios e mares na
economia é tão evidente que, segundo dados da ONU,
cerca de 2/3 da humanidade habita regiões costeiras.
Em termos domésticos, o Brasil concentra 70% de seu
PIB e 80% de sua população no litoral, a partir de uma
faixa de até 200 quilômetros em relação à costa.
Este fenômeno estimulou o aparecimento das chamadas
cidades portuárias , como Santos, Vitória, Florianopólis e
o próprio Rio de Janeiro, cujos terminais portuários são
estratégicos para a entrada e saída de contêineres e
movimentação de importação e exportação de larga
escala.
1
Cidades Portuárias1
https://stecine.azureedge.net/webaula/estacio/gon192/portu%C3%A1rias
Na verdade, o termo “cidades portuárias” teria surgido na era pós-fordista com a �nalidade de identi�car a relação que os portos
passaram a ter com sua área de in�uência, modi�cando sua forma social e produtiva, além de seu planejamento urbano, segundo
Palhares (2001).O autor cita como exemplos Algeciras, na Espanha e Gioia Tauro na Itália. Além dessas também merecem
destaque Bilbao, na Espanha; Roterdã, na Holanda; e San Francisco nos Estados Unidos.
Baía de Guanabara
portão de entrada de desenvolvimento socioeconômico e
cartão postal da cidade do Rio de Janeiro - beleza abençoada
pelo Cristo Redentor.
Os portos de Bilbao (Espanha, à
esquerda) e Roterdã (Holanda, à direita),
são duas referências mundiais na
logística portuária.
Curioso é observar que apesar de dependerem diretamente da movimentação econômica proporcionada pelos seus portos, várias
cidades no mundo acabaram virando suas costas para estes importantíssimos elos de sua cadeia produtiva, levando-lhes ao
abandono e à desvalorização urbana, ainda que em sua grande maioria os portos estejam situados em plenas áreas centrais e
normalmente supervalorizadas sob o ponto de vista imobiliário.
Saiba mais
Se isso ainda não fosse o su�ciente, o processo gradual de esquecimento e descaso também tornou estas áreas grandes focos
de degradação humana, pois em vários casos os portos também acabaram se tornando fontes de violência e prostituição.
Entretanto, de duas décadas para cá iniciou-se um intenso movimento de restauração destas zonas portuárias em todo o mundo,
atribuindo-lhes um novo conceito urbanístico voltado para as artes, cultura, lazer, entretenimento, e turístico.
Como exemplo, temos a revitalização dos portos de San Francisco, Barcelona, Buenos Aires (Puerto Madero), e Belém (Estação
das Docas).
Buenos Aires Fonte:Pixabay
A transformação de Puerto Madero: renascimento da vida na
zona portuária de Buenos Aires.
Saiba mais
Outro grande exemplo é o Projeto Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, que despontou como o principal legado dos Jogos
Olímpicos de 2016 para os cariocas, pois além da reestruturação do local, situado no coração do centro comercial da cidade, os
investimentos em recuperação urbana e das vias de acesso, e a ampliação da oferta cultural tendem a renovar um espaço que
renascerá com forte vocação para a organização de eventos e feiras, além de aumentar as opções de lazer e cultura aos
moradores e turistas, e cuja maior obra, sem dúvida, é o Museu do Amanhã de autoria do renomado arquiteto espanhol Santiago
Calatrava. A seguir, uma galeria com imagens de todos os lugares citados.
 Puerto Madero – passado e presente
 Estação das Docas em Belém (PA): projeto pioneiro de revitalização de uma zona portuária no Brasil mudou a própria imagem da capital paraense. Porto Maravilha: renascimento da zona portuária do Rio de Janeiro
 Museu do Amanhã: cultura, beleza e sustentabilidade – uso de luz natural, energia solar e água da Baía de Guanabara
Rio de Janeiro
Outros importantes aspectos do projeto são o crescimento da capacidade de atracamento de cruzeiros marítimos ao longo do
Porto do Rio, e a demolição do chamado “Elevado da Perimetral” que durante décadas signi�cou uma inaceitável fonte de
poluição atmosférica e visual, e de geração de intermináveis engarrafamentos dentro de uma área de um valor comercial,
histórico e cultural inestimável .2
Comercial, histórico e cultural inestimável2
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Não apenas para o carioca, mas para todo o povo brasileiro.
O elevado da poluição visual cortando o conjunto
arquitetônico de enorme relevância histórica na Praça XV,
no Rio de Janeiro: demolição durante as obras de
revitalização portuária.
E que ainda serve de indesejável fonte de engarrafamento
e poluição atmosférica
Estima-se que o deslocamento de milhares de veículos para fora da zona portuária a partir da demolição do elevado devolverá o
valor merecido aos seus arredores, que abrigam importantes sítios e monumentos históricos como o edifício “A Noite”, o Mosteiro
de São Bento, e o complexo arquitetônico da Praça XV.
Nela, estão o Chafariz de Mestre Valentim, o Paço Imperial, o Arco do Telles, a antiga Cadeia Velha atualmente ocupada pela
Assembleia Legislativa e o antigo Convento do Carmo.
Saiba mais
O Paço Imperial testemunhou importantíssimos momentos da história brasileira como o Dia do Fico, o decreto da Lei Áurea, a
aclamação dos Imperadores Pedro I e Pedro II, além de já ter servido de residência para Família real quando Dom João transferiu-
se para o Rio de Janeiro, transformando a cidade em sede da Monarquia.
Projeto Zona Portuária
Junto a este complexo histórico, o próprio Arco do Telles e as
Ruas do Ouvidor, do Mercado e do Rosário hoje são
importantes centros gastronômicos, culturais e turísticos da
cidade, onde trabalhadores e visitantes podem aproveitar um
happy hour ao �nal do dia, ou uma roda de samba e choro
tradicionais do Rio de Janeiro aos sábados, além das várias
opções de cinema, teatro, shows e exposições que o Centro
Cultural Banco do Brasil, a Casa França Brasil e o Espaço
Cultural dos Correios regularmente oferecem ao público.
Dentro de sua área de in�uência também estão a estação das barcas que ligam o Rio de Janeiro a Niterói, edifícios de
importantes empresas e universidades, o Fórum do Rio, Receita Federal e o Tribunal Regional do Trabalho que deverão ser
diretamente bene�ciados pelas obras.
Um pouco mais afastado da região da Praça XV, o Projeto Porto Maravilha também irá revitalizar os bairros da Saúde, Gamboa e
Santo Cristo, que atualmente apresentam um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano do Rio de Janeiro, porém, deverão
ser colocados novamente no mapa comercial e turístico da cidade.
A Navegação no Contexto Econômico
Fonte:Pixabay
As famosas caravelas foram as grandes responsáveis pela
expansão ibérica em busca de novos produtos, mercados e
conquistas no mundo – “navegar foi preciso”.
Rios e mares signi�cam indispensáveis canais de
comunicação e negócios para vários países e povos, a�nal
eles propiciam mobilidade .3
Mobilidade3
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A mobilidade é fundamental para desenvolvimento socioeconômico como observamos ao longo deste capítulo.
Se no princípio o homem usou a força de seus músculos para navegar, foi a partir da descoberta do uso da força dos ventos e o
poder de controlar os movimentos das embarcações com a adaptação de velas que então aconteceu a primeira grande revolução
de intercâmbio mercantil e por que não – social - no mundo, durante os séculos XV e XVII quando navegadores portugueses e
espanhóis promoveram as Grandes Navegações, motivados principalmente pela busca do comércio de especiarias, seda e da
riqueza das Índias, bem como pelo descobrimento de novas terras.
Torre de Belém
A Torre de Belém e o Monumento aos Navegadores são dois
símbolos da força e das conquistas ultramarinas de Lisboa.
Monumento aos Navegadores
Foi através da ousadia destes povos que novas áreas, como a África, América Central e a América do Sul, incluindo aí, o Brasil,
foram descobertas em todo o globo, e acabou favorecendo a posição de liderança econômica e cultural de Portugal e Espanha,
ao mesmo tempo em que também representou a transição do mundo da Era Medieval para a Era Moderna.
Saiba mais
A euforia sobre os feitos das Grandes Navegações ibéricas acabaram servindo de inspiração para escultores, artistas e músicos
que �zeram destas grandes conquistas o tema de suas obras como a Cantiga medieval galego-portuguesa Em Lixboa Sobre Lo
Mar de autoria do trovador João Zorro que retrata do momento de despedida, ainda no porto, dos tripulantes que embarcariam
rumo às terras do Novo Mundo e suas famílias. A relação entre portugueses, o mar e as navegações é cantada até os dias de hoje
pelo grupo “Madredeus” através de belíssimas canções como “Lisboa Rainha do Mar” e “Moro em Lisboa”.
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Lixboa Sobre Lo Mar4
Em Lixboa, sobre lo mar,barcas novas mandei lavrar,ai mia senhor veelida! Em Lixboa, sobre lo lez,barcas novas mandei fazer,ai
mia senhor veelida!Barcas novas mandei lavrare no mar as mandei deitar,ai mia senhor veelida!Barcas novas mandei fazere no
mar as mandei meter,ai mia senhor veelida!
Invenção do barco a vapor
Saltando na história para o Século XVIII, o fenômeno da Revolução Industrial promovido pela Inglaterra trouxe uma série de
avanços tecnológicos à humanidade a partir da invenção da máquina a vapor movida a queima de carvão, que introduziram um
novo padrão de produção, trabalho, e emprego que ecoaria por todo o mundo nos séculos seguintes.
A invenção do engenheiro escocês James Watt se aplicaria a diversos setores da indústria, dentre elas os transportes,
primeiramente com a adaptação destes motores como força motriz aos trens e posteriormente aos barcos.
O barco a vapor idealizado por John Fitch
A invenção do primeiro barco a vapor da história é atribuída ao
norte-americano John Fitch que em 22 de agosto de 1787 teria
introduzido a primeira operação de steamboat no Rio Delaware
transportando passageiros e cargas entre Philadelphia e
Burlington, apesar de experimentos com barcos movidos com
o calor já possuírem registros desde o século XVI.
Apesar do pioneirismo de Fitch, ele não conseguiu fazer que sua invenção se tornasse um negócio economicamente viável em
relação custo x benefício que ela proporcionava, pois tanto a construção quanto a operação dos primeiros barcos a vapor
estavam longe de se tornar algo atraente devido aos seus elevadíssimos custos.
Após a morte de Fitch, coube então ao também norte-
americano Robert Fulton a continuidade de pesquisas nesta
modalidade de transporte. Com os sucessos obtidos pela
introdução de inovações tecnológicas e, principalmente, por ter
tornado a navegação a vapor um negócio comercialmente
bem sucedido, Fulton passou a ser considerado o pai da
navegação a vapor – mesmo não tendo sido ele o seu
inventor.
Robert Fulton
A importância da invenção dos barcos a vapor
Os barcos a vapor desempenharam um duplo papel no
processo de evolução socioeconômica norte-americana, pois
ao mesmo tempo em que serviram de ferramenta de
acessibilidade às mais distantes regiões do país, também
foram fundamentais na redução do custo de transporte
interno.
Navegação nos rios norte-americanos
Saiba mais
Tal relevância tem sido explorada de diversas formas e estimulado uma ampla produção cientí�ca sobre o assunto. Até mesmo a
animação já se rendeu ao papel dos barcos a vapor para a economia americana no século XIX, ao serem retradados nos traços do
genial Walt Disney em uma de suas muitas obras primas“Steamboat Willie” de 1928.
Conquista
E assim os barcos a vapor foram evoluindo e ganhando o mundo. Durante pelo menos cinco décadas, aproximadamente,
reinaram absolutamente no transporte intercontinental de pessoas e cargas, visto que o transporte aéreo ainda não oferecia
capacidade e estrutura su�ciente para atender a demanda global – ao passo que até os dias de hoje uma viagem terrestre entre o
Brasil e a Europa ainda é algo improvável!
Poster do filme Titanic
Você viu o �lme “Titanic”?
O recordista romance das telas, estrelado por Leonardo Di Caprio e Kate Winslet
retrata muito bem como eram as viagens transoceânicas a cem anos atrás: a bordo
de navios, normalmente segmentados em classes. E não apenas o Titanic, como
vários outros navios estiveram espalhados em todo o mundo servindo como meio de
transporte mundial para as pessoas – estivessem elas viajando a lazer, saúde, por
motivo esportivo ou trabalho.
No Brasil, o extenso litoral e o considerável volume de rios
navegáveis também propiciaram a expansão do setor
hidroviário internamente e �zeram dos barcos a vapor um
meio essencial de mobilidade interna e desenvolvimento
socioeconômico no passado, assim como foram
fundamentais para a vinda e assentamento de imigrantes
estrangeiros ao longo do território nacional.
Atenção
“Vapores” como Magdalena, Novo Tentador, Hellena e Estremadure cruzaram o Oceâno Atlântico desde o século XVII servindo de
meio de transporte para europeus e brasileiros.
Notas
Referências
//inventors.about.com/library/inventors/blsteamship.htm <//inventors.about.com/library/inventors/blsteamship.htm>
//www.portomaravilha.com.br <https://www.portomaravilha.com.br>
DRUCKER, Peter.Beyond the information revolution. The Atlantic Monthly; Oct 1999; 284, 4; ABI/INFORM Global
LEITE, Joaquim da Costa (1991). O Transporte de Emigrantes da Vela ao Vapor na Rota do Brasil 1851-1914. Portugal Econômico:
Do Vintismo ao Século XX. Análise Social Quarta Série, Vol. 26, N. 112/113; pp 741-752
MAK, James; Walton, Gary.(1972). Steamboats and the Great Productivity Surge in River Transportation. The Journal of Economic
History. Vol.32, N.3; pp 619-640
PALHARES, G.L. (2001). Transportes Turísticos. São Paulo: Aleph.
RONÁ, Ronaldo (2002). Transportes no Turismo. São Paulo: Manole
Próxima aula
O desenvolvimento do setor hidroviário no Brasil;
Os diferentes segmentos do setor hidroviário no Brasil;
Estudo de caso sobre modalidades do setor hidroviário no mundo.
https://inventors.about.com/library/inventors/blsteamship.htm
https://www.portomaravilha.com.br/

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