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846 Torriani, Santos, Echer, Barros & cols. T pode haver aumento dos efeitos da trazodona; monitorar efeitos adversos. n Carbamazepina: pode resultar na diminuição dos efeitos da trazo- dona. n Digoxina: pode resultar no aumento dos níveis séricos da digoxina, desencadeando efeitos como arritmia, náusea e vômito. n Fenitoína: pode resultar no aumento dos níveis séricos da fenitoína, desencadeando efeitos como hiper ‑reflexia, nistagmo, tremores, ataxia. n Clorpromazina, tioridazina: pode desencadear efeitos de hipoten- são. n Linezolida, paroxetina, venlafaxina: pode haver síndrome seroto- ninérgica. n Metoclopramida: pode resultar em efeitos extrapiramidais. n Alimentos: podem favorecer a absorção do medicamento de libera- ção imediata, aumentando o tempo do pico plasmático. Administrar logo após as refeições ou lanches. Conservação e preparo. n Conservação: conservar em temperatura ambiente (15 -30ºC), protegido da luz. Gravidez. Fator de risco C. Lactação. Usar com precaução. Efeitos adversos. Os mais comuns são tontura, cefaleia, sedação, náusea, boca seca, visão borrada. Menos comuns são hipotensão, edema, confusão, diminuição da concentração, fadiga, incoordenação, diarreia, constipação, alteração do peso, tremor, mialgia, ejaculação retardada, ejaculação retró- grada, aumento ou diminuição da libido, congestão nasal, coriza, agitação, ansiedade, reações alérgicas, alopecia, bradicardia, taquicardia, sintomas extrapiramidais, hepatite, impotência, priapismo, rash, convulsão, retenção urinária, calorões, acatisia, agranulocitose, anemia, leucopenia, hepatotoxi- cidade, virada maníaca. Comentários. n Podem ser necessárias até 6 semanas para os efeitos terapêuticos apa- recerem. n Evitar dirigir automóveis e operar máquinas perigosas, pois este medica- mento produz sedação. n Evitar o uso em pacientes com doenças cardíacas (arritmias, infarto recente). n Foi relatado um número signifcativo de casos de priapismo; orientar o pa- ciente para que, em caso de ereção prolongada, suspenda o medicamento e procure imediatamente atendimento médico de emergência. n Diminui o limiar convulsivante; utilizar com cautela em pacientes com história de epilepsia. n Nível sérico terapêutico: 0,5 ‑2,5 μg/mL.