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DOENÇA RENAL
CRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI
DESENVOLVIMENTO PESSOAL 7
PROFª DRª MARIA ROSILENE CÂNDIDO MOREIRA
Alice Sampaio de Oliveira Dias
Ian Melo de Oliveira
Lívia Sthéfane Pereira de Andrade
Lucas dos Santos Luna
Myrella Tavares Rodrigues
Rafael Robson Costa Alves
Richardsson Galdino Bezerra
Doença
Renal
Crônica
É a diminuição do ritmo de filtração
glomerular (RFG) abaixo de 60 ml/min/1,73m2
e/ou a presença de anormalidades na
estrutura renal ou outro marcador de dano,
com duração acima de 3 meses.
Marcadores de
dano renal
Albuminúria superior ou igual a 30 mg/dl
Relação albumina/creatinina superior ou igual a 30 mg/g
Anormalidades no sedimento urinário
Anormalidades estruturais detectadas por exame de imagem
Distúrbios eletrolíticos 
Alterações detectadas na histologia
História de transplante renal
Causas
Hipertensão arterial sistêmica
Diabetes Mellitus
Doenças autoimunes
Doenças infecciosas
Doenças infiltrativas
Doenças vasculares
Substâncias tóxicas
Condições genéticas
Doenças urológicas obstrutivas
IRREVERSÍVEL
Agressão e perda
de néfrons
Progressão
(variável de acordo
com a causa)
Fibrose
Fisiopatologia
Hiperfiltração
glomerular nos
néfrons
remanescentes Perda de função
Glomerular
Tubular
Endócrina
Estadiamento KDIGO
https://kdigo.org/
Principais manifestações
clínicas
Deficiência de eritropoetina
Redução na disponibilidade de
ferro
Diminuição do tempo de meia vida
das hemácias
Hemólise e perda crônica por
procedimentos dialíticos
Anemia Disfunção plaquetária
Redução da sobrevida das
plaquetas
Aumento na produção de NO pelas
células endoteliais e pelas
plaquetas
 FvW e do fibrinogênio se ligam
menos às GPs
Plaquetas se aderem menos ao
endotélio vascular.
Aumento da apoptose de
neutrófilos polimorfonucleares
Depleção dos linfócitos T de
memória
Diminuição da atividade e da
quantidade de:
 Células B
 Células T redulatórias
 Macrófagos
Alterações
 imunológicas
Metabolismo
 ósseo
Envolve principalmente cálcio
sérico, fosfato e magnésio
Deficiência da conversão de
vitamina D 
Hiperfosfatemia
Redução da absorção intestinal do
cálcio
Hiperparatireoidismo secundário
compensatório
Osteíte fibrosa, osteomalácia,
doença óssea adinâmica,
osteopenia e osteoporose
Falha de excreção de íons de
hidrogênio
Acúmulo de ácidos orgânicos 
Aumento da perda de bicarbonato
Agravamento da:
 Hipercalemia
 Anabolismo proteico
 Perda óssea de cálcio
Acidose
metabólica
Risco 
cardiovascular
Pacientes com DRC têm maior
prevalência de DCV
Hipervolemia, o excesso de
potássio e o excesso de cálcio
Hipertensão secundária à anemia
e ao aumento das placas de
ateroma pelo meio urêmico
 Fibrose miocárdica, hipertrofia e
dilatação do ventrículo esquerdo e
piora do débito cardíaco
Anorexia, náusea e vômitos
Inflamação do trato
gastrointestinal
Efeitos de algumas drogas usadas
no tratamento da DRC e de suas
complicações
Problemas 
gastrointestinais
Manifestações
dermatológicas
Mais comum em pacientes com
DRCT
As alterações mais comuns são:
 Hiperpigmentação
 Xerose
 Ictiose
 Unhas meio a meio
 Dermatose bolhosa
 Prurido uremico
 Arteriopatia clacificante urêmica
Complicações
neurológicas
Desequilíbrio entre
transmissores excitatórios
e inibitórios decorrente do
estado uremico
Aumento de cálcio
cerebral
Risco aumentado de 
neurotoxicidade induzida
por toxinas e agentes
farmacológicos.
Diagnóstico
Epidemiologia
da DRC
PREVALÊNCIA DA DRC
No Brasil, estimativas da prevalência
dessa enfermidade são incertas
 Em 2019
 Prevalência da DRC no mundo: 
Acima de 30 anos: 7,2%
Acima de 64 anos: 28% a 46% 
PREVALÊNCIA DA DRC
No Brasil
Estimativa de 10 milhões de pessoas
2021: Mais de 148 mil em diálise
Cresceu mais de 100% em 10 anos
Ceará em 2020: 4.963 em Diálise
PREVALÊNCIA DA DRC
Painel de Monitoramento da Mortalidade Prematura (30 a
69 anos) por DCNT (Doenças Crônicas Não-transmissíveis)
REGIÃO 2020 2021 2022 2023*
BRASIL 307.675 316.016 321.403 111.544
NORDESTE 74.919 76.070 77.450 26.325
CEARÁ 10.972 11.119 11.561 4.242
Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde
PREVALÊNCIA DA DRC
Painel de Monitoramento da Mortalidade CID-10
N18: Insuficiência Renal Crônica
REGIÃO 2020 2021 2022 2023*
BRASIL 7.763 8.544 8.447 3.001
NORDESTE 1.825 1.878 2.024 720
CEARÁ 309 357 380 144
BARBALHA 4 2 7 2
CRATO 6 5 10 2
JUAZ. DO NORTE 13 14 10 8
Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde
CENSO BRASILEIRO DE DIÁLISE
O número estimado de novos
pacientes em diálise em 2021 foi de
47.886
O número estimado de óbitos no ano
todo foi de 33.101
849 Unidades de Diálise em 2021
(SBN, 2021)
CENSO BRASILEIRO DE DIÁLISE
(SBN, 2021)
CENSO BRASILEIRO DE DIÁLISE
(SBN, 2021)
CENSO BRASILEIRO DE DIÁLISE
(Secretaria de Saúde do Estado do
Ceará)
CENSO BRASILEIRO DE DIÁLISE
(SBN, 2021)
IDADE ETNIA SEXO
> 60 anos
(especialmente se
HAS e/ou DM)
Brancos
(39,6%)
Sexo masculino (taxa de
crescimento anual de 2,2%)
PREVALÊNCIA DA DRC
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO NO BRASIL
(SIDRIM et al, 2017)
Determinantes
Sociais da
Saúde 
Conforme modelo de
Dahlgren e Whitehead
(Adaptado de DAHLGREN; WHITEHEAD, 1991)
Quais as
funções?
Interseto
rialidade
Orientar políticas
em saúde
Identificar
desigualdades
Promover equidade
Monitoramento
Sociedade
Determinantes
individuais e
pessoais
Determinantes
comunitários e
sociais
Macrodeterminantes
De
te
rm
inantes Sociais de Saúde da DRC
Fatores individuais
Idade
Sexo
Fatores
hereditários
na DRC
(ALVES; SILVA, 2023)
Adultos, 60 > anos
Masculino
HAS, DM, LES ou DR
Hábitos de vida
Despreocupação
com saúde
Sedentarismo
na DRC
(ALVES; SILVA, 2023)
Tabagismo
Alimentação
inadequada
Etilismo
Intervenções
de nível proximal
(Adaptado de DAHLGREN; WHITEHEAD, 1991)
Macrodeterminantes
Zona urbana
Censo brasileiro de dialise, 2021 
Rede comunitária
Sudeste
na DRC
838 pmp (2012)
Periferias
Nível
intermediário 
Renda
Situação
Condições de vida e
trabalho
Educação
na DRC
Ensino fund.
incompleto
Até 1 Salário mínimo
Aposetados
BRASIL
aposentados 
com apenas
89 anos 
Ambiental
Condições gerais
Socioeconômicas
Cultural
na DRC
(ALVES; SILVA, 2023)
Baixa renda
Sem fatores
predisponentes
Comunidade carente
Dete
rminantes Sociais de Saúde Dete
rminantes Sociais de Saúde 
se
de
nt
aris
mo; tabagismo e alcoolism
o
PE
RIFERIAS DE GRANDES CIDADES
ENSINO FUND.
INCOMPLETO
BA
IX
A RENDA, COMUNIDADE CARENTE BA
IX
A RENDA, COMUNIDADE CARENTE De
te
rm
inantes Sociais de Saúde da DRCDe
te
rm
inantes Sociais de Saúde da DRCATÉ 1 SALÁRIO
MÍNIMO
APOSENTADOS
HABITAÇÃO 
INSALUBRE
CONDIÇÕES 
DE VIDA E
DE TRABALHO
Adultos (idosos),Adultos (idosos), 
Sexo masculino,Sexo masculino, 
HF de HAS, DM e LES.HF de HAS, DM e LES.
SEM ACESSO
AOS SENRVIÇOS
DE SAÚDE
EXPOSIÇÃO 
MODELO DE
ATENÇÃO ÀS
CONDIÇÕES
CRÔNICAS
(MACC)
NÍVEL 1
Intervenções de promoção à saúde
MACC NA DRC
NÍVEL 2
Intervenções de prevenção das condições de saúde
NÍVEL 3
Gestão da condição de saúde
NÍVEL 4
Gestão da condição de saúde
NÍVEL 5
Gestão de caso
NÍVEL 1
Intervenções de promoção à saúde
MACC NA DRC
NÍVEL 2
NÍVEL 3
NÍVEL 4
NÍVEL 5
POPULAÇÃO TOTAL
MACC NA DRC
NÍVEL 1
POPULAÇÃO TOTAL
MACC NA DRC NÍVEL 1
POPULAÇÃO TOTAL
Fomento à atividade física regular;
Incentivo à alimentação de qualidade;
Campanhas de educação em saúde de prevenção
do tabagismo e do etilismo;
Capacitação profissional quanto ao manejo 
das drogas nefrotóxicas;
Acompanhamento longitudinal na atenção primária.
(BRASIL, 2022)
NÍVEL 1MACC NA DRC
POPULAÇÃO TOTAL
DETERMINANTES SOCIAIS*
Impedir a instauração dos
*Exceto determinantes individuais (fatores de risco não modicáveis).
NÍVEL 1
NÍVEL 2
Intervenções de prevenção 
das condições de saúde
NÍVEL 3
NÍVEL 4
NÍVEL 5
SUBPOPULAÇÃO COM
DETERMINANTESLIGADAS
AOS COMPORTAMENTOS E
ESTILO DE VIDA
MACC NA DRC
MACC NA DRC
Mas afinal, quais são as principais
determinantes para o desenvolvimento da DRC?
Hipertensão
arterial sistêmica Diabetes Obesidade TabagismoDoenças
cardiovasculares
NÍVEL 2MACC NA DRC
Alimentação saudável e atividade físicaOBESIDADE
REFERÊNCIA: MENDES, E. V.O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia dasaúde da família. /
Eugênio Vilaça Mendes. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2012. 512 p.
Educação e aconselhamento nutricional
Monitoramento constante de dados como
peso, índice de massa corporal, medidas
de circunferência abdominal e outros
Autocuidado apoiado
Apoio medicamentoso 
Vigilância desse fator de risco
SUBPOPULAÇÃO COM DETERMINANTES LIGADOS AOS
COMPORTAMENTOS E ESTILO DE VIDA
NÍVEL 2MACC NA DRC
Aconselhamento e terapia farmacológicaTABAGISMO
REFERÊNCIA: MENDES, E. V.O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia dasaúde da família. /
Eugênio Vilaça Mendes. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2012. 512 p.
Capacitação de profissionais de saúde
para oferecerem apoio efetivo
Campanhas publicitárias para criar uma
consciência dos efeitos perversos do fumo
Imposição de restrições à propaganda do fumo
e o aumento dos impostos sobre o cigarro
Farmacoterapia
SUBPOPULAÇÃO COM DETERMINANTES LIGADOS AOS
COMPORTAMENTOS E ESTILO DE VIDA
NÍVEL 1
MACC NA DRC
NÍVEL 2
NÍVEL 3
Gestão da condição de saúde
NÍVEL 4
NÍVEL 5
SUBPOPULAÇÃO COM CONDIÇÃO
CRÔNICA SIMPLES E/OU
DETERMINANTE BIOPSICOLÓGICA
Ex.: DM ou HAS dentro da meta, sem
complicações, com baixo ou médio risco
cardiovascular.
MACC NA DRC NÍVEL 3
Estímulo ao autocuidade apoiado;
Estratificação da condição clínica de acordo com 
evidências científicas;
Acompanhamento longitudinal na atenção primária, em
parceria com especialista da atenção secundária.
Estímulo à hábitos de vida saudáveis (alimentação, atividade
física, uso de drogas);
(BRASIL, 2022)
SUBPOPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA
SIMPLES E/OU FATOR DE RISCO BIOPSICOLÓGICO
NÍVEL 1
NÍVEL 2
NÍVEL 3
NÍVEL 4
Gestão da condição
de saúde
NÍVEL 5
SUBPOPULAÇÃO COM
CONDIÇÃO CRÔNICA
COMPLEXA
MACC NA DRC
NÍVEL 4
SUBPOPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA
COMPLEXA
MACC NA DRC
Microalbuminúria/proteinúria
REFERÊNCIA: MENDES, E. V.O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia dasaúde da família. /
Eugênio Vilaça Mendes. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2012. 512 p.
Outras: DM2 acima da meta glicêmica; HAS acima da meta
pressórica; alto risco para DCV em escore de risco
Concentração maior de cuidados profissionais
Intensificar o número de consultas
Matriciamento com especialistas
Novas estratégias terapêuticas
NÍVEL 1
MACC NA DRC
NÍVEL 2
NÍVEL 3
NÍVEL 4
NÍVEL 5
Gestão de casoSUBPOPULAÇÃO COM CONDIÇÃO
CRÔNICA MUITO COMPLEXA
NÍVEL 5 
SUBPOPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA MUITO
COMPLEXA
MACC NA DRC
Estágio IV e V da DRC
Evitar progressão das doenças de base: DM, HAS,
Dislipidemia, Obesidade, Tabagismo, DCV
Acompanhados nas Unidades Especializadas + APS
Manejo multidisciplinar;
Educação em saúde; 
Intervenções predominantemente clínicas;
NÍVEL 5MACC NA DRC
GESTÃO DE CASO: Medidas a serem tomadas
Estímulo ao autocuidado (estilo de vida saudável, uso
adequados dos fármacos, cuidado com FAV);
Acompanhamento periódico com equipe mulltidisciplinar
(APS, nefrologista, nutricionista, psicologia, enfermagem).
Manejo da doença de base;
Manejo das complicações (anemia e osteíte fibrosa) 
Terapia Renal Substitutiva (hemodiálise e diálise peritoenal);
Transplante renal.
(BRASIL, 2022)
“Os sistemas de saúde predominantes em
todo mundo estão falhando pois não estão
conseguindo acompanhar a tendência de
declínio dos problemas agudos e de ascensão
das condições crônicas. Quando os problemas
de saúde são crônicos, o modelo de atenção às
condições agudas não funciona"
(OMS, 2003)
BRASIL. Linhas de Cuidado. Doença Renal Crônica (DRC) em Adultos. Atenção Especializada. Ministério da
Saúde. Disponível em: <https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/doenca-renal-cronica-(DRC)-em-
adultos/atencao-especializada/>. Acesso em 15 de setembro de 2022.
BRASIL. Painel de Monitoramento da Mortalidade CID-10. Departamento de Análise Epidemiológica e
Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Secretaria de Vigilância em Saúde. Ministério da Saúde,
Brasília. Disponível em: <https://svs.aids.gov.br/daent/centrais-de-conteudos/paineis-de-
monitoramento/mortalidade/cid10/>. Acesso em: 16 de set. 2023.
BRASIL. Painel de Monitoramento da Mortalidade Prematura (30 a 69 anos) por DCNT. Departamento de
Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Ministério da Saúde, Brasília. Disponível em: <https://svs.aids.gov.br/daent/centrais-de-conteudos/paineis-
de-monitoramento/mortalidade/dcnt/>. Acesso em: 16 de set. 2023.
MENDES, E. V.O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da
consolidação da estratégia dasaúde da família. / Eugênio Vilaça Mendes. Brasília: Organização Pan-
Americana da Saúde, 2012. 512 p.
REFERÊNCIAS
NERBASS, Fabiana B. et al. Censo Brasileiro de Diálise 2021. J Bras Nefrol., v. 45, n. 2, p. 192-198, 2022.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE - Cuidado inovadores para condições crônicas: componentes
estruturais de ação. Brasília, Organização Mundial da Saúde, 2003.
SIDRIM, Leoncio Bem et al. Avaliação do questionário SCORED no rastreamento da doença renal crônica
em população de hipertensos e/ou diabéticos. Quem sabe faz a hora!, v. 15, n. 3, p. 171-7, 2017.
JOHNSON, Richard J.; FEEHALLY, John; FLOEGE, Jurgen. Nefrologia clínica: abordagem abrangente. Elsevier
Brasil, 2016.
TITAN, Silvia Org. Princípios básicos de nefrologia. In: Princípios básicos de nefrologia. 2013. 
BRASIL. Diretrizes clínicas para o cuidado ao paciente com doença renal crônica-DRC no Sistema Único de
Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde, v. 1, p. 1-37, 2014.
REFERÊNCIAS
BUSS, P. M.; PELLEGRINI FILHO, A.. A saúde e seus determinantes sociais. Physis: Revista de Saúde
Coletiva, v. 17, n. 1, p. 77–93, jan. 2007.
ALVES, C.; SILVA , C. L. . Doença Renal Crônica: uma análise dos determinantes sociais em saúde . Health
Residencies Journal - HRJ, [S. l.], v. 4, n. 19, 2023. DOI: 10.51723/hrj.v4i19.733. Disponível em:
https://escsresidencias.emnuvens.com.br/hrj/article/view/733.
DAHLGREN, G.; WHITEHEAD, M.. Policies and strategies to promote social equity in health. Institute for
Future Studies, 1991.
REFERÊNCIAS
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