Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SÍTIO ARQUEOLÓGICO, LAPA DO CINZEIRO POVOADO DE SANTA RITA, 
VARZELÂNDIA - MG. 
Pesquisa realizada em 01/05/2024 
Texto, autor: João Batista Alves Coutinho Bacharel Ciências Contábeis, esp. 
Patrimônio Cultural. 
O sítio arqueológico, lapa do cinzeiro, localizado a 03 km da sede do Distrito de 
Campo Redondo e 700 metros da estrada principal que liga o Distrito a 
comunidade de Santa Rita, com coordenada e referência geográfica a 15º 37’ 
22” de latitude Sul e a 43º 58’ 29” de longitude de Greenwish. O abrigo apresenta 
cerca de 15 x 6 mts, com pinturas em vermelho, preto e amarelo. Em parte, 
encontra-se aparentemente bem conservado, porém o solo está remexido com 
remoção de terra pelos próprios moradores que entediam na época que, aquela 
cor branca parecendo tabatinga poderia ser um barro aproveitável para 
construção de telha, tijolo, etc. Mas, ao escavar vieram a descoberta e 
constataram diversos restos mortais, fósseis. Também foram encontrado 
espigas de milho, pedaços de panelas de barro e pontas flechas. Relato de dona 
Dilza José dos Santos Siqueira, filha do Sr. João José dos Santos proprietário 
do espólio onde está localizada este sítio arqueológico, que sempre fez visitas 
neste local por admirar as pinturas lindas e atrativas sem saber descrever o que 
significava suas cor e expressão cultural. Seus pais aconselhavam para não 
tocar a terra, acreditando que não era uma terra boa por parecer cinza queima 
de alguma estranha poderia existir ali. Fato confirmado no relato de Sidicley 
Freitas Siqueira (filho de Dona Dilza) estás cinzas não sabe ao certo, entende 
que tratava-se de um cemitério de índios ou habitantes que viviam neste local a 
muitos anos atrás, que, desconhecendo seu valor patrimonial ou antropológico, 
fez algumas escavações e deparou com estas ossadas, cardáveis que, chamou 
alguns vizinhos, constatando que tratava de ossos de serem humanos, 
assustados chamaram a polícia que, fez buscas e não conseguiu informações 
precisas, levando os ossos ao quartel da Policia Militar de Varzelândia-MG. 
Um dos moradores que também colaborou pelas informações é o Sr. Izaiton 
Soares dos Reis, o mesmo relata que, em meados de 2010 foi convidado por 
estudantes e professores, pesquisadores, biólogos, ou seja, uma expedição da 
Universidade de Larvas – Mg, para pesquisa de campo no sítio Lapa do Cinzeiro, 
que, este universitários informou que os ossos e alguns objetos coletados do 
sítio lapa do cinzeiro encontra expostos no Museu de Belo Horizonte. 
Izailton ainda relata que, os ossos foram retirados de 08 buracos escavados 
pelos moradores entre as cinzas da lapa e localizaram 08 cardáveis, sendo 07 
de adultos e um de aparentemente de uma criança pois o crânio era pequeno 
em comparação aos demais. Foram colocados em sacos e que as policias, que 
fizeram pericias, divulgaram aos demais municípios vizinhos e não encontraram 
informações sobre parentes ou desaparecimento de algum cidadão 
varzelandense ou região. 
Fato interessante é Izaiton denominar as pinturas rupestres do painel no paredão 
de serra. Segundo o mesmo, existe a estrela de vênus, calendário semanal, 
pessoas esquentando fogueira e outras de animais. 
 
Equipe da Secretaria de Governo, Cultura e Turismo secretário Leonardo 
Cardoso. (Esquerda Izailton, Leonardo e João Batista)

Mais conteúdos dessa disciplina