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4º TRIMESTRE • 2015 • Nº 313
COMENTÁRIOS ADICIONAIS
2 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
1. A relevância do livro de Apocalipse 1:
“‘Sobe para aqui’, diz-lhe a misteriosa voz (Ap 4:1); e João transportado 
para dentro das regiões tão estranhas e remotas que muitos cristãos hesitam 
em explorá-las com ele. Os evangelhos e as cartas são mais familiares e mais 
acessíveis. Será que este extraordinário livro do fim da Bíblia, pertencente (em 
mais de um sentido) a um mundo inteiramente diferente, tem algo a ver com 
o pragmatismo de vida do século XX [e XXI]? Desde princípio, no entanto, o 
livro de Apocalipse afirma ter sido escrito para o benefício, não de uma mino-
ria da igreja, mas de todos; e não para sua própria época somente, mas para 
a igreja em todas as épocas. Como todo o resto da Bíblia, o Apocalipse fala 
hoje.” (WILCOCK, Michael. A mensagem de Apocalipse: eu vi o céu aberto. 2 
ed. Tradução de Alexandros Meimaridis. São Paulo: ABU, 2008, p.8). 
2. A relevância do livro de Apocalipse 2:
“Todos os escritos do Novo Testamento foram destinados especificamente 
para os cristãos do primeiro século, mas não hesitemos em aceitar sua rele-
vância para os cristãos modernos. Ora, se agimos assim a respeito dos livros 
que foram escritos especificamente para pessoas ou grupos, quanto mais as 
partes do Novo Testamento que foram escritas especificamente para os cris-
tãos em geral!” (Idem). 
3. O número 7:
“Não há nenhuma indicação nas sete igrejas que elas representem sete 
períodos sucessivos da história da igreja. Mas sete era um dos números favo-
ritos de João, e parece ter sido o símbolo de plenitude, estar completo. João 
escolheu estas sete igrejas que ele conhecia bem para que elas servissem a 
igreja toda. Sete não é um número sagrado. O Anticristo tinha sete cabeças e 
sete coroas (13:1). O significado aqui é diversidade dentro da unidade básica. 
Desta forma João indicou que apesar de endereçado a sete igrejas conhecidas 
dele o Apocalipse era para toda a igreja.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: 
1
3 DE OUTUBRO DE 2015
Que livro 
é esse?
www.portaliapportaliap.com.br 3
introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova 
e Mundo Cristão, 1980, p.21). 
4. A ilha de Patmos:
“Patmos era uma das diversas ilhas pequenas a sudeste da costa da Ásia 
Menor. Tinha uns 16 quilômetros por 10, uma ilha nua, vulcânica, com eleva-
ções de até 300 metros. Na literatura romana encontramos indicações de que 
ilhas como esta eram usadas para exilar criminosos políticos.” (Ibidem, p.25). 
4 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
2
10 DE OUTUBRO DE 2015
O Cristo 
glorificado
1. Descobrindo o Senhor:
“O Senhor Jesus Cristo fala e é descrito em Sua glória e magnificência 
atuais (...). Começa dizendo que este livro é uma revelação, um desvenda-
mento da coberta ou véu que ocultava algum monumento, a fim de que 
agora todo mundo possa ver a sua beleza, sua obra de arte, etc. por certo, 
neste livro, o objetivo é tornar conhecido algo que antes estava desconhe-
cido ou oculto. O fato que se nota em primeiro lugar é que esta Revelação 
ou Apocalipse é de Jesus Cristo. Pertence a Ele, porquanto Deus deu-a a Ele. 
Também Lhe deu permissão ou encargo de torná-la conhecida dos Seus ser-
vos. A Revelação inclui descrições do próprio Senhor Jesus Cristo, muitas de 
Suas atividades nos eventos profetizados, e algumas palavras da Sua boca. 
É o Deus-Homem, a Divindade incorporada, que fala, age e recebe glória e 
adoração.” (Turner, Donald D. Exposição do Apocalipse. São Paulo: Impren-
sa Batista Regular, 1983, p.18).
2. O “Filho do homem”:
“Em sua visão da vinda do Reino de Deus, Daniel viu o próprio Deus sen-
tado em seu trono, cercado de multidões de anjos que o serviam. ‘E eis que 
vinha com as nuvens do céu um como o Filho do homem, e dirigiu-se ao An-
cião de dias’ (Dn 7:13). Mais tarde ‘Filho do homem’ se tornou uma expres-
são messiânica fixa para identificar o Salvador celestial; era o título preferido 
de Jesus para si mesmo e sua missão. A referência deste versículo indica dire-
tamente para Daniel, identificando assim Jesus como o Rei celestial, ao mes-
mo tempo destacando que apesar de ser como homem ele não é somente 
homem; ele é sobrenatural.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução 
e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo 
Cristão, 1980, p.27).
3. Do peito aos pés:
“O apóstolo que se reclinara no peito de Jesus (Jo 13:23) prostrou-se aos 
pés do Senhor como se estivesse morto. Uma visão do Cristo exaltado não 
www.portaliapportaliap.com.br 5
produz outra coisa senão grande reverência e temor (Dn 10:7-9). É preciso ter 
essa atitude de respeito hoje, quando tantos cristãos falam e agem com fa-
miliaridade indevida com Deus. A reação de João ilustra o que Paulo escreveu 
em 2 Coríntios 5:16: ‘se antes conhecemos a Cristo segundo a carne, já agora 
não o conhecemos deste modo’. João não estava mais ‘aconchegado’ junto 
ao coração do Senhor, relacionando-se com ele de forma que havia feito an-
tes.” (WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento 
2. Santo André: Geográfica, 2006, p.725). 
4. Primeiro e Último:
“O título ‘primeiro e último’ é derivado de Isaías 41.4; 44.6; 48.12, em que 
se refere a Deus como Criador de todas as coisas e soberano sobre a história. 
Bauckham (...) também afirma: ‘Deus precede todas as coisas, como aquele 
que as criou, e ele levará todas as coisas ao seu cumprimento escatológico. 
Ele é a origem e o alvo de toda a história. Ele tem a primeira palavra na cria-
ção e a última na nova criação’ (...). No contexto de Apocalipse 1.17,18, essa 
soberania estende-se agora a Cristo.” (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: co-
mentário exegético. Tradução: Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. 
São Paulo: Vida Nova, pp.104-105). 
6 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
17 DE OUTUBRO DE 2015
3 À igreja, com 
carinho
1. Esboço das cartas:
“As cartas têm uma estrutura básica. Cada uma começa por apresentar 
o Autor da correspondência: Jesus Cristo, o Cordeiro, digno de receber po-
der, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor para todo o sempre 
(Ap 5.12). O texto de cada carta vem da boca de Jesus, apresentado sob 
diferentes títulos. Cada título tem uma razão para a sua adoção, como o 
demonstram a leitura e a interpretação das cartas. Esse título resume, mesmo 
que cifradamente, a advertência que a carta contém. A seguir, as igrejas são 
descritas em suas características essenciais. Os detalhes são riquíssimos e se 
relacionam às experiências históricas das cidades e das comunidades.” (AZE-
VEDO, Israel Belo de. Tem mensagem para você: uma abordagem ao livro de 
Apocalipse. São Paulo: Hagnos, 2011, p.16).
2. Anjos=mensageiros:
“João batista enviou mensageiros a Jesus; lá em Lucas 7.24 a palavra anjos 
para mensageiros. Jesus enviou mensageiros a Samaria a fim de que lhe pre-
parassem uma pousada; lá em Lucas 9.52 a palavra anjos para esses outros 
mensageiros. Em Mateus 11.10, o próprio Jesus usou a palavra anjo para se 
referir a João Batista quando disse: ‘Eis aí o envio diante de tua face o meu 
mensageiro.’ Portanto não existe barreira real alguma a impedir que se en-
tenda, nesta passagem [Ap 1:20] o Senhor chamando seus líderes humanos 
à responsabilidade.” (MIRANDA, Neemias Carvalho. Apocalipse: comentário 
versículo por versículo. Curitiba: A. D. Santos, 2013, p.34). 
3. Jesus, o princípio da criação:
“Podemos traduzir esta frase de duas maneiras: o ‘começo’ da criação, ou 
a ‘origem’ da criação. Quase com certeza esta última possibilidade é a mais 
certa, porque para João não há dúvida de que Cristo é eterno. Ele é o primei-
ro e o último, o Alfa e o Ômega ([Ap] 1:17s; 2:8; 21:6; 22:13); ele transcende 
toda a criação. Na carta de Paulo aos Colossenses a mesma ideia aparece 
www.portaliapportaliap.com.br 7
também: Cristo é o primogênitode toda a criação (Cl 1:15).” (LADD, George 
Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. 
São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.51).
4. Conhecimento absoluto:
“Todas as cinco cartas dirigidas às igrejas que têm pontos fortes come-
çam essa seção com (...) oida ta erga sou, Conheço tuas obras; cf. 2.2,19; 
3.1,8,15). Mounce (...) observa que nesse contexto oida não pode ser com-
preendido como mero conhecimento humano de fatos, e Horstmann (...) diz 
que, em João, o termo significa conhecimento intuitivo, ou incontestável, 
sempre que o sujeito é Jesus. Isso deve se aplicar também a Apocalipse, em 
que o verbo ocorre sete vezes nas cartas dos capítulos 2 e 3 (2.9.13, em 
acréscimo às cinco igrejas mencionadas antes), sempre com a ideia de co-
nhecimento absoluto. (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: comentário exegéti-
co. Tradução: Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida 
Nova, pp.123-124).
8 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
24 DE OUTUBRO DE 2015
4 Acima de todo 
poder
01. O trono de Deus:
“Como em Isaías 6, Deus está no centro da cena. (...) (thonos, trono) é uma 
das ênfases principais do livro, contrapondo o “trono de Deus” ao “trono” 
de Satanás ([Ap] 12.5 contra 13.2; cf. 2.13; 16.10) e, provavelmente nesse 
capítulo, com o trono de César também. O termo ocorre treze vezes somente 
nesse breve capítulo. Originalmente designado como uma cadeira para con-
vidados especiais, o ‘trono’ se tornou um símbolo da majestade soberana do 
rei. Ele significada tanto governo como julgamento (...).” (OSBORNE, Grant R. 
Apocalipse: comentário exegético. Tradução de Robinson Malkomes e Tiago 
Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, p.251). 
02. Os seres viventes:
“(...) ‘seres viventes’ como estes foram vistos pelo profeta Ezequiel duran-
te a primeira e extraordinária visão que teve (Ez 1). Embora as seis asas de 
cada ser vivente lembrassem muito a visão que Isaías teve dos serafins (Is 6), 
a maior parte da visão de João corresponde aos seres vistos por Ezequiel, os 
quais ele chama de querubins (Ez 10:20). Os querubins da Bíblia estão muito 
longe de ser os anjinhos de asas e covinhas, dos quadros que conhecemos. 
São criaturas que impões respeito, indicações visíveis da presença de Deus.” 
(WILCOOK, Michael. A mensagem de Apocalipse. Tradução: Alexandros Mei-
maridis et all. São Paulo: ABU Editora, 2003, pp.41-42).
03. A importância da morte de Cristo:
“A vitória final de Cristo como Leão de Judá – O Messias conquistador – 
só é possível porque antes ele sofreu como Cordeiro. Aqui nos deparamos 
como um grande mistério, algo que o Novo Testamento afirma mas não ex-
plica, porque envolve realidades inexprimíveis em palavras no ponto em que 
o mundo espiritual de Deus corta o mundo histórico do homem. A dignida-
de e capacidade de Cristo de abrir os selos do rolo da história e destino da 
humanidade dependem da vitória que ele obteve em sua vida encarnada. Se 
www.portaliapportaliap.com.br 9
ele não tivesse vindo em humildade, como Salvador sofredor, não poderia 
vir como Messias conquistador.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: intro-
dução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e 
Mundo Cristão, 1980, p.67).
04. Os sete chifres e os sete olhos de Cristo:
“Os sete chifres representam a plenitude de poder que o Cordeiro possui. 
No Antigo Testamento o chifre é símbolo comum de força, aparecendo pela 
primeira vez em Dt 33:17, e frequentemente nos Salmos (Sl 18:2; 112:9). 
Jesus, depois de ressuscitar, afirmou: ‘Toda autoridade me foi dada no céu 
e na terra’ (Mt 28:18). O Cordeiro também tem sete olhos; isto indica sua 
onisciência, que ele pode ver tudo. Pano de fundo para isto é Zc 4:10, onde 
as sete lâmpadas na visão do profeta ‘são os sete olhos do Cordeiro; eles são 
identificados também como os sete espíritos de Deus enviados por toda a 
terra. Assim João retrata de maneira simbólica o relacionamento entre Cristo 
e o Espírito Santo com Deus-Pai.” (Ibidem, p.67).
10 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
1 DE AGOSTO DE 2015
5
01. Cristo Cavaleiro:
“O primeiro cavaleiro era branco; e seu cavaleiro segurava um arco, re-
cebeu uma coroa e ‘cavalgava como vencedor determinado a vencer’. Por 
fazer parte de uma série de cavaleiros apocalípticos, muitos comentaristas 
concluem que ele também simboliza desastre – no caso dele, conquista 
militar. Mas em todo Apocalipse o branco simboliza justiça; coroas e vitó-
rias pertencem a Cristo; e em 19.11-15 o cavalo branco é chamado ‘Fiel e 
Verdadeiro’, ‘a Palavra de Deus’ e até ‘Rei dos reis e Senhor dos senhores’. 
Assim, estamos certos que, antes de outros cavaleiros disseminarem os hor-
rores da guerra, fome e morte, Cristo cavalga primeiro como o cabeça da 
cavalgada, decidido a ganhar as nações pelo evangelho.” (STOTT, John. O 
incomparável Cristo. Tradução de Lucy Hiromi Kono Yamakami. São Paulo: 
ABU, 2006, pp.200-201).
02. Almas debaixo do altar:
“João vê as almas dos mártires debaixo do altar, mas isto nada tem a 
ver com o estado intermediário dos mortos e sua situação naquele mo-
mento; é só uma maneira vívida de mostrar que eles foram martirizados 
pelo nome do seu Deus.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e 
comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo 
Cristão, 1980, p.78). 
03. Os 144 mil:
“Sendo assim, os cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos de 
Israel simbolizam a igreja, que é selada para passar pela grande tribulação. A 
lista apresentada por João dos selados de cada tribo, nos versículos de 5 a 8, 
possui algumas irregularidades. A tribo de Dã não aparece e a tribo de José, 
por sua vez, aparece duas vezes, já que Manassés é seu filho. “Até hoje não 
foi apresentada nenhuma explicação satisfatória para esta lista de nomes irre-
gular, a não ser esta: que João queria dizer que as doze tribos não são o Israel 
literal, mas o Israel verdadeiro, espiritual – a igreja”. (ROCHA, Alan (org.). O 
O princípio 
das dores
www.portaliapportaliap.com.br 11
Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as 
que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.64).
04. Os 144 mil e a Grande Multidão:
“(...) nos versículos de 1 a 8, temos uma visão dos crentes, no limiar da 
grande tribulação (os 144 mil), sendo selados para serem protegidos da ira de 
Deus, que se derramará sobre o mundo; este é o primeiro quadro. O segundo 
quadro vai dos versículos 9 a 17, em que vemos esse mesmo grupo, depois de 
ter passado pela tribulação, já na eternidade, com Deus.” (Ibidem, pp.65-66). 
12 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
7 DE NOVEMBRO DE 2015
6
01. Não escrevas:
“Nesse contexto, Deus ordena a João para ‘selar’ a mensagem dos sete 
trovões e, então, lhe diz para não ‘escrevê-la’. Portanto, João está sendo cha-
mado a afirmar o controle soberano de Deus sobre os juízos proclamados a 
seus leitores. A principal mensagem é a da soberania. Deus está no controle, 
e os santos não precisam conhecer todos os detalhes.” (OSBORNE, Grant 
R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução: Robinson Malkomes e Tiago 
Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, p.449).
02. “Até quando?”:
“O tempo do cumprimento dos propósitos de Deus está próximo. Em bre-
ve, Deus agirá de forma decisiva e triunfará sobre as forças do mal. respon-
derá ao clamor de ‘Até quando?’ dos santos perseguidos e martirizados (Sl 
6:3; 13:1; 94:3).” (ADEYEMO, Tokunboh (ed.). Comentário bíblico africano. 
Tradução de Heloísa Martins et al. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p.1601). 
03. Doce e amargo:
“É doce ler sobre o tempo em que todas as injustiças na terra serão corri-
gidas. Ao mesmo tempo, contudo, o estudo das profecias também tem um 
sabor amargo. Há amargor no próprio julgamento produzido pelas Escrituras 
proféticas. Há amargor na visão dos julgamentos que em breve sobrevirão 
ao judaísmo e à cristandade apóstatas.Há amargor em comtemplar a con-
denação eterna de todos que rejeitam o Salvador.” (MACDONALD, William. 
Comentário bíblico popular: Novo Testamento. Tradução de Alfred Poland et 
al. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p.1007). 
04. Perseguição à igreja:
“O testemunho da igreja causará dano ao mundo (11:5). Por isso, ela será 
perseguida e se tornará vítima da cólera da besta, após cumprir a missão. 
O versículo 7 diz que a besta que sobe do abismo a vencerá e a matará. Os 
Toques de alerta
www.portaliapportaliap.com.br 13
versículos 8 e 9 mostram o povo da terra festejando a sua morte: ... nações 
verão os seus corpos mortos (...) e não permitiram que sejam sepultados. 
Os que habitam na terra se regozijaram sobre eles, e se alegraram. Não ser 
sepultado, na cultura judaica, era vergonha e motivo de chacota. A igreja, 
perseguida e silenciada, será ridicularizada por esse tempo.” (ROCHA, Alan 
(org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes 
como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.82). 
14 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
14 DE NOVEMBRO DE 2015
7
01. A mulher grávida:
“O início do capítulo 12 trata de uma mulher: Viu-se um grande sinal 
no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés 
e uma coroa de doze estrelas na cabeça (v. 1). De acordo com o nosso 
entendimento, essa mulher é um símbolo do povo de Deus, do Antigo e 
do Novo Testamentos. Este povo pode ser chamado de “igreja”, nos dois 
momentos. Paulo chama os crentes de “Israel de Deus” (Gl 6:16). Pedro 
interpretou que as promessas de Deus feitas a Abraão estavam se cum-
prindo na igreja (At 3:25-26). Hendriksen entende que o povo de Deus, 
de ambos os testamentos, é um só: “é o povo escolhido em Cristo (...). 
Abraão é o pai de todos os crentes, quer sejam circuncidados quer não”. 
Stott, de igual modo, afirma que essa mulher representa a igreja do Anti-
go e do Novo Testamentos. (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, 
pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. 
São Paulo: GEVC, 2014, p.88).
02. O menino que nasceu:
“Essa mulher é descrita como estando grávida, gritando com dores de par-
to, sofrendo tormentos para dar à luz (v. 2). Como ficará claro mais à frente, 
a semente da mulher, a criança poderosa que nasceria, é uma referência a 
Cristo. Por esse versículo, entende-se que, a grande missão do povo de Deus, 
ao longo da história, foi a de dar à luz a Cristo. Deus preparou um povo 
especial para trazer Jesus Cristo ao mundo. Contudo, a chegada do Messias 
não aconteceu sem sofrimentos. Ao longo do Antigo Testamento, “houve 
muitas perseguições tentando impedir a vinda do Messias prometido. Mas 
Deus protegeu seu povo e na plenitude dos tempos Jesus nasceu”. Esse versí-
culo mostra, então, o povo de Deus “agonizando durante séculos, enquanto 
esperava o messias que viria, o libertador”.” (Ibidem, p.89).
Contra quem 
lutamos?
www.portaliapportaliap.com.br 15
03. Perseguição do estado satânico:
“Foi-lhe dado também que pelejasse contra os santos e os vencesse. Isto 
não quer indicar nenhuma manobra militar, mas hostilidade total, não im-
porta os meios (veja [Ap] 2:16; 13:4; 19:11). Os principais objetivos da ira 
da besta são os santos – isto é, ‘os que guardam os mandamentos de Deus 
e têm o testemunho de Jesus’ (12:17). A meta primordial da besta é desviar 
as pessoas de Cristo, o que ela tenta com perseguição feroz. Ela os vence, 
mas neste contexto isto não significa que consegue desviar sua lealdade 
de Cristo para a besta – não consegue fazê-los apostatar – mas consegue 
perseguí-los terrivelmente.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução 
e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo 
Cristão, 1980, p.134).
04. 666:
Assim como a primeira besta será personificada no Anticristo pessoal, a 
segunda besta será representada, no final, por uma cabeça, que dirigirá toda 
obra demoníaca e fará de tudo para que as pessoas adorem a primeira besta. 
Para conseguir seu intento, usará, também, a arma do controle, isto é, obri-
gará as pessoas a usarem a “marca” da primeira besta. Como vimos, esta 
marca não é literal; significa que os não salvos irão trabalhar e pensar para a 
besta. A vida, na terra, será difícil para os que não se enquadrarem nesse es-
quema. Sendo assim, não ter a marca da besta tem a ver com viver a vida em 
santidade, não se conformar com este mundo (cf. Rm 12:2). Como identificar 
essa besta e sua atuação? Existe um número que a identifica: 666. Segundo 
comentamos, esse número representa tudo que é errado, imperfeito e des-
provido de Deus. (Ibidem, pp.105-106). 
16 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
21 DE NOVEMBRO DE 2015
8
01. Calor excessivo:
“Os pecadores que não se arrependeram quando o sol se escureceu são 
agora punidos mediante a intensificação do calor do sol. O escurecimento 
eles podiam perceber e ignorar; quanto ao calor eles nada podem fazer a 
não ser senti-lo. Nessas circunstâncias a presença de Deus é reconhecida, 
mas somente para ser blasfemada e não para ser reverenciada.” (WILCOCK, 
Michael. A mensagem de Apocalipse: eu vi o céu aberto. 2 ed. Tradução de 
Alexandros Meimaridis. São Paulo: ABU, 2008, p.117). 
02. Trevas excessivas:
“O derramar da quinta taça lançou o reino da besta nas trevas e na con-
sequente anarquia, causando grande sofrimento humano. Mesmo assim, 
as pessoas ainda ‘se recusam arrepender-se’ (repetido nos versículos 9 e 
11 [Ap 16]). Como Faraó, que enfrentou cinco das pragas aqui descritas 
(úlceras, sangue, trevas, rãs e granizo), haviam endurecido o coração e 
agora era tarde demais. Em vez de glorificar a Deus, elas o amaldiçoavam.” 
(STOTT, John. O incomparável Cristo. Tradução de Lucy Hiromi Kono Ya-
makami. São Paulo: ABU, 2006, p.224).
 
03. A tríade excessiva:
“O versículo 13 apresenta a tríade demoníaca: dragão, besta (Anticristo) e 
falso profeta. É a primeira menção clara ao falso profeta, que “é a segunda 
besta que surgiu da terra para dar apoio à besta em suas exigências blasfe-
mas”.255 Da boca de cada membro dessa tríade, João viu sair um espírito 
imundo, semelhante a rãs. Esses espíritos imundos (demônios) são compara-
dos a rãs para indicar seu caráter “abominável, repugnante, asqueroso”.256 
Segundo Stott,257 eles representam as “mentiras de propaganda pelas quais 
os reis de todo o mundo são persuadidos a se reunir para a batalha final”. 
(ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tan-
to as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.123). 
Tempo 
esgotado!
www.portaliapportaliap.com.br 17
04. Batalha excessiva:
“Não está claro por que João fala da montanha de Megido; R.H. Charles 
diz que até agora ninguém deu uma interpretação convincente a esta passa-
gem; ela não aparece na literatura hebraica. Charles sugere que a referência à 
montanha como lugar da batalha escatológica sobre as montanhas de Israel. 
Seja qual for a origem do termo, está claro que com Armagedom João quer 
dizer o lugar da batalha final entre os poderes do mal e o Reino de Deus.” 
(LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de 
Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.160). 
18 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
28 DE NOVEMBRO DE 2015
9
01. A Babilônia:
“(...) a Babilônia de Apocalipse 17 e 18 é mais um símbolo do que um 
lugar. Faz menção à Babilônia dos tempos de Babel, à Babilônia de Nabu-
codonosor (senhora do mundo), à Roma dos Césares e a todos os impérios 
do mundo que se levantaram contra Deus e sua igreja. A Babilônia, nestes 
capítulos, não é apenas a escatológica, mas também a atemporal, o mundo 
como centro de sedução, em qualquer época. Ela é um símbolo da rebelião 
humana contra Deus. É o sistema mundano que se opõe a Deus.” (ROCHA, 
Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que vocêviu, tanto as pre-
sentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.133). 
 
02. Uma Babel de significados:
“A visão está dividida basicamente em dois aspectos: o cap. 17 traz a sua 
conotação religiosa; no 18, estão destacados os seus aspectos econômicos. 
Primeiro, Babilônia ensinou idolatria; a idolatria afastou o homem de Deus; 
afastado de Deus, ele se tornou egoísta, como Nimrode; então passou a que-
rer coisas, mais e mais; a concorrência o levou à ostentação de beleza, rique-
za, status, poder, fama e glória. A influência que a Babilônia exerce sobre 
os povos é religiosa, econômica e cultural. O domínio político e militar está 
a cargo desta besta. (MIRANDA, Neemias Carvalho. Apocalipse: comentário 
versículo por versículo. Curitiba: A. D. Santos, 2013, p.293). 
03. Igreja X Babilônia:
A IGREJA A BABILÔNIA
É do céu É da terra
Obra-prima de Cristo Obra-prima de Satanás
Adornada por Cristo Adornada por Satanás
Preservada por Cristo Destruída pela besta
O mal não 
prevalece
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A IGREJA A BABILÔNIA
Esposa do Cordeiro Meretriz
Glória eterna no futuro Ruína eterna
(Idem). 
04. Cântico de funeral:
“O capítulo 18 consiste, em sua maior parte, em um cântico fúnebre que 
celebra a queda da Babilônia. (...) trata-se de uma referência à (...) mere-
triz que, além de construir um amplo sistema religioso, talvez seja também 
a maior organização comercial do mundo e, possivelmente, controle todo 
mercado internacional.” (MACDONALD, William. Comentário bíblico popu-
lar: Novo Testamento. Tradução de Alfred Poland et al. São Paulo: Mundo 
Cristão, 2008, p.1013). 
20 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
5 DE DEZEMBRO DE 2015
10
01. O Cavaleiro Jesus:
“Observe a descrição de nosso Senhor. Ele está assentando num cavalo 
branco que, obviamente, é um cavalo de guerra, pois Cristo vem para derro-
tar seus inimigos. Seu nome é Fiel e Verdadeiro. Ele é Fiel às suas promessas 
e Verdadeiro quanto ao seu próprio caráter. Julga e peleja com justiça. Os sú-
ditos em seu reino devem estar dispostos a viver sob o governo de justiça do 
seu soberano.” (MACDONALD, William. Comentário bíblico popular: Novo 
Testamento. Tradução de Alfred Poland et al. São Paulo: Mundo Cristão, 
2008, p.1015).
02. Olhos e cabeça:
“Os seus olhos são como chama de fogo (veja [Ap] 1:14). Isto representa 
o olhar de Cristo que perscruta tudo. A vida humana está cheia de mistérios 
e enigmas sem solução; mas os olhos de Cristo passam por tudo; nada lhe 
é oculto. Na sua cabeça há muitos diademas. Ele usa uma coroa porque é 
o Rei dos reis e o Senhor dos senhores (17:14). A vinda de Cristo será uma 
manifestação pública e uma concretização universal da soberania que já é 
sua, por sua morte e ressurreição.” (LADD, George Eldon. Apocalipse: intro-
dução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e 
Mundo Cristão, p.188). 
03. Vitória esmagadora:
“A vitória é esmagadora! Os adversários não suportam nem o 1º round. 
Assim, a besta e o falso profeta são lançados no lago de fogo. Os ímpios são 
mortos com a espada que saía da boca daquele que está montado no cavalo 
(Ap 19:21). Esses ímpios permaneceram nesse estado, até o fim do milênio 
(cf. Ap 20:5); depois, Deus permitirá que voltem à vida para receberem o 
castigo final. No capítulo 19, lemos que, com o aparecimento de Cristo, já 
receberam o veredito; todavia, no capítulo 20, somos informados de que, 
após o milênio, eles se levantarão para cumprirem a pena: a extinção defini-
O triunfo final 
de Cristo
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tiva ou a aniquilação completa, que também é chamada de segunda morte 
(cf. Ap 20:5,6,14).” (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as 
coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São Paulo: 
GEVC, 2014, p.149). 
04. O Milênio:
“A doutrina do milênio é bem mais enfatizada no capítulo 20 de Apoca-
lipse. A expressão mil anos é encontrada não menos que seis vezes, nesse 
capítulo (cf. vv. 2-7). Logo, é no período de mil anos que Satanás ficará preso 
(vv.2-3); é durante mil anos que os salvos reinarão com Cristo (v.4,6). Até se 
completarem os mil anos, os ímpios mortos não reviverão (v.5); somente após 
mil anos, Satanás será solto de sua prisão (v.7). Como se pode concluir, os 
fatos relacionados ao milênio têm início, meio e fim, o que ratifica ainda mais 
a sua importância nas Escrituras.” (Ibidem, p.153). 
22 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
12 DE DEZEMBRO DE 2015
11 O acerto de 
contas
01. Justos e injustos no juízo final:
“João conta o que viu a respeito: Vi também os mortos, grandes e pe-
quenos, em pé diante do trono, e livros foram abertos. Esses mortos são, 
provavelmente, os mesmos mencionados no versículo 5a, os restantes dos 
mortos, os ímpios. Todos que não forem encontrados no livro da vida serão 
condenados à destruição (v.15). Os salvos, por sua vez, não serão julgados, 
no juízo final, mas ali estarão presentes, como expectadores. No céu, durante 
o milênio, eles se assentarão em tronos para julgar (v.4), mas, na terra, após o 
período milenar, presenciarão o anúncio da sentença dos ímpios.” (ROCHA, 
Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as pre-
sentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.163). 
02. O trono branco:
“Um trono branco. Nesta última visão antes do novo céu e da nova terra, 
foram mostrados a João, neste verso 11, os atuais céus e terra postos em 
fuga ante a majestade da presença divina. O universo atual está ‘posto no 
maligno’. A metáfora da fuga é para demonstrar a completa incompatibili-
dade entre a criação corrompida e a santidade divina manifestada no trono 
branco.” (MIRANDA, Neemias Carvalho. Apocalipse: comentário versículo 
por versículo. Curitiba: A. D. Santos, 2013, p.369). 
03. Os livros do juízo:
“(Os mortos, os grandes e os pequenos estão postos em pé diante de 
Deus. São os incrédulos de todas as eras. Vários livros são abertos. O Livro da 
Vida contém o nome de todos que foram remidos pelo sangue precioso de 
Cristo. Os outros livros contêm um registro detalhado das obras dos incrédu-
los.” (MACDONALD, William. Comentário bíblico popular: Novo Testamento. 
Tradução de Alfred Poland et al. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p.1016). 
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04. Justo juízo:
“O juízo representa o caráter justo de Deus. Ele não condenaria o ímpio 
sem base plausível. Todos saberão os reais motivos de receberem determi-
nada punição. Mesmo que a impunidade passe despercebida aos olhos dos 
homens da atualidade, o juízo dá a entender que a justiça, mais cedo ou mais 
tarde, triunfará. No juízo final, de acordo com João, os maus foram julgados, 
segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros (v.12).” 
(ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, as coisas que você viu, tan-
to as presentes como as que estão por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.163). 
24 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
01. Nova terra: nosso lar!:
“Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram. 
Esta dissolução do sistema antigo – o desaparecimento do céu e da terra – já 
foi anunciada ([Ap] 20:11). João vê no lugar deles um céu e uma terra novos. 
Por toda Bíblia o destino final do povo de Deus é terreno. O pensamento du-
alista, tipicamente grego, dividia o universo em dois domínios: o terreno, ou 
transitório, e o mundo espiritual eterno. A salvação consistia em a alma voar 
da esfera transitória e efêmera para o domínio da realidade eterna. O pensa-
mento bíblico, no entanto, sempre coloca o homem em uma terra redimida, 
não num domínio celestial longe da existência terrena.” (LADD, George El-
don. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São 
Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, p.205).
02. Mil anos no céu e eternidade na terra:
“Os céus e a terra, uma vez renovados,tornar-se-ão a habitação dos sal-
vos: no céu, eles viverão por um período de um mil anos; na terra, depois 
desse período, viverão por toda a eternidade. Quanto às condições que pre-
valecerão na terra depois da descida da igreja com a nova Jerusalém, tudo 
ainda está muito embrionário para que se possa dizer alguma coisa a respei-
to. O que nos foi revelado na Escritura, é, que quando tudo isto acontecer, 
então se cumprirão as palavras proféticas: Eis aqui o tabernáculo de Deus 
com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo e o mesmo 
Deus estará com eles e será o seu Deus (Ap 21:3).” (O Doutrinal: nossa crença 
ponto a ponto. São Paulo: GEVC, 2012, p.337).
03. Terra de felicidade:
“Deus removerá a origem da tristeza: ‘não haverá mais morte, nem pranto, 
nem lamento’. A alegria e felicidade serão eternas, pois os efeitos debilitantes 
do pecado e do sofrimento foram eliminados. Todo leitor deste comentário 
deve refletir sobre tudo aquilo que já experimentou, toda doença e todos os 
12
19 DE DEZEMBRO DE 2015
Novo céu e 
nova terra
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sofrimentos e perdas, além das tristezas enormes que continuamente fazem 
parte da vida em um mundo dominado pelo pecado. [Terão fim na nova 
terra].” (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução de 
Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, p.822). 
04. A capital da nova terra:
“A nova Jerusalém será a capital da nova terra, o centro de adoração 
para todos os remidos. Todos os salvos terão acesso a essa cidade. Trata-se 
de um lugar repleto de justiça e saúde. Aliás, a árvore da vida, mencionada 
no versículo 2, do capítulo 22, representa a ideia de que nunca mais o ser 
humano será alvo de doença, maldição e morte. Os salvos habitarão na 
nova terra, enquanto a nova Jerusalém será o templo. Na nova terra, a san-
ta cidade será o tabernáculo de Deus com os homens (v.3) e representa o 
governo de Deus. Este continuará sendo Deus, e o lugar em que ele habitar 
será diferente do nosso.” (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: escreva, pois, 
as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão por vir. São 
Paulo: GEVC, 2014, p.163). 
26 Comentários AdicionaisComentários Adicionais – 3º Trimestre de 2015
13
26 DE DEZEMBRO DE 2015
Ora vem, 
Senhor Jesus!
01. Venho em breve!:
“(...) a proximidade da parúsia [segunda vinda de Jesus], afirmada por todo 
o NT serve de base para o chamado ao compromisso ético. Visto que Cristo 
está voltando em breve, é melhor que estejamos sempre prontos, para que 
ele não nos encontre despreparados como as dez virgens (Mt 25.1-13) ou 
como o servo que desperdiçou seu talento (Mt 25.14-30).” (OSBORNE, Grant 
R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução: Robinson Malkomes e Tiago 
Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, p.881).
02. Vinda sem data:
“A palavra “sem demora”, “cedo” (IBB) ou “logo” (BLH) mostra como a 
comunidade cristã deve viver sempre na expectativa da vinda iminente do 
Senhor. Ninguém sabe o dia ou hora (Mt 24:36), e ninguém pode estipular 
datas ou calcular a época da sua vinda; cada geração tem de estar desperta, 
como se a vinda de Cristo estivesse às portas (Mt 24:42-44).” (LADD, George 
Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. 
São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, p.216).
03. Evidências da salvação:
“[Ap] 22:14 Esse versículo pode ser traduzido de duas maneiras: ‘Bem-
-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos’ ou ‘Bem-aventu-
rados aqueles que lavam as suas vestiduras’. Nenhuma das traduções ensina 
salvação por obras; antes, asd obras são fruto e prova da salvação. Somente 
os cristãos verdadeiros têm acesso à árvore da vida e à cidade eterna”. (MA-
CDONALD, William. Comentário bíblico popular: Novo Testamento. Tradu-
ção de Alfred Poland et al. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p.1018).
04. O Noivo está chegando:
“Na grande tribulação, os dias podem ser difíceis e escuros; o rosto pode 
estar molhado de lágrimas, mas ainda não é fim. Dias melhores virão! Ale-
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gre-se, o Noivo está chegando! Enquanto esse dia glorioso não chega, a 
igreja espera: O Espírito e a noiva dizem: Vem! (Ap 22:17). É assim que o 
livro do Apocalipse termina, com a igreja aguardando, cheia de esperança, 
desejosa e confiante. Ela se apega à promessa de que seu poderoso Noivo 
está chegando em breve, e isso a motiva a passar por todo sofrimento, di-
zendo: Amém. Vem, Senhor Jesus!” (ROCHA, Alan (org.). O Apocalipse: 
escreva, pois, as coisas que você viu, tanto as presentes como as que estão 
por vir. São Paulo: GEVC, 2014, p.170). 
PROCLAMANDO
26 a 29 de novembro de 2015
Estância Árvore da Vida – Sumaré, SP
Participe da

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