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BOTULÍNICA TOXINA MEDICAMENTOS BIOLÓGICOS 1. Pinto, VF. Entendendo os medicamentos biologicos. Ed. Interfarma - Associac;:ao da Industria Farmaceutica de Pesquisa; Sao Paulo, 2012. MEDICAMENTOS SINTÉTICOS São produtos farmacêuticos produzidos com substâncias ou princípios ativos provenientes de processos químicos.1 São produtos farmacêuticos produzidos com substâncias ou princípios ativos de origem biológica, como microrganismos vivos, tecidos ou órgãos de origem animal ou vegetal. 1 TOXINA BOTULÍNICA como um medicamento biológico PRINCIPAIS DIFERENÇAS entre medicamentos convencionais e biológicos CARACTERÍSTICAS DROGAS CONVENCIONAIS BIOLÓGICOS Método de síntese1 Química Organismo vivo Estrutura1 Geralmente conhecido Complexo, freqüentemente não completamente caracterizado Tamanho2 Pequena Muito grande Sucetibilidade para contaminação durante a manufatura2 Baixo Alto Sensibilidade a fatores físicos (ex.luz, calor)2 Menor Maior Método de manufatura2 Simples Complexa 1. Food and Drug Administration. http://www.fda.gov/drugs/developmentapprovalprocess/howdrugsaredevelopedandapproved/approvalapplications/therapeuticbiologicapplications/ucm113522.htm. Accessed November 22, 2013. 2. Goldsmith D, et al. Clin Exp Nephrol. 2007;11:191-195. BIOLÓGICOS requerem métodos de fabricação mais elaborados do que os medicamentos convencionais Quando consideramos biológicos especialmente as TOXINAS BOTULÍNICAS, o processo é o produto2 1. Cliff SH. Judodihardjo, Eltringham E. Different formulations of botulinum toxin type A have different migration characteristics: a double-blind, randomized study.- 2008; J Cosmet Dermatol, 7, 50-54.. 2. Aoki KR, Ranoux D, Wissel J. Using translational medicine to understand clinical differences between botulinum toxin formulations. Eur J Neurol 2006 Dec;13 Suppl 4:10-9. MEDICAMENTOS BIOLÓGICOS As unidades de TOXINA BOTULÍNICA são específicas para cada produto, refletindo a potência específica de cada preparado e portanto não intercambiáveis. As toxinas botulínicas são produtos biológicos com origem, processos de fabricação e formulações diferentes. NÃO INTERCAMBIALIDADE da Toxina Botulínica Brin et al. Biologics: Targets and Therapy 2014:8 227–241. NÃO INTERCAMBIALIDADE SIGNIFICA QUE OS PRODUTOS DE BONT PODEM NÃO TER A MESMA: Estrutura1 Estabilidade2 Potência unitária3 Farmacologia in vivo4 Características clínicas5 Imunogenicidade6 Não é possível usar um produto exatamente da mesma maneira que qualquer outro e esperar os mesmos resultados. Cada produto de BoNT tem estrutura única e farmacologia que não pode ser reproduzida por outros produtos. Para moléculas biológicas complexas, os critérios farmacocinéticos padrões não são nem relevantes nem mensuráveis e, portanto, não podem ser usados para estabelecer a bioequivalência. MEDICAMENTOS BIOLÓGICOS 1 - http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/PostmarketDrugSafetyInformationforPatientsandProviders/ucm175011.htm. Cada Toxina Botulínica, uma Terminologia FDA Com o objetivo de reforçar as diferenças entre estes produtos, evitar extrapolações de dados científicos e prevenir erros de uso de medicação, o FDA determinou o uso de TERMINOLOGIAS ESPECÍFICAS para cada medicamento à base de toxina botulínica A disponível no mercado.¹ MARCA TERMINOLOGIA FDA TERMINOLOGIA ANVISA BOTOX® (Allergan) OnabotulinumtoxinA toxina botulínica A Toxina Botulínica A (Ipsen) AbobotulinumtoxinA toxina botulínica A Toxina Botulínica A (Merz) IncobotulinumtoxinA toxina botulínica A *O FDA possui autoridade apenas nos EUA. 1 - http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/PostmarketDrugSafetyInformationforPatientsandProviders/DrugSafetyInformationforHeathcareProfessionals/ucm174949.htm (accessed 12 Nov, 2009); BOTOX® PI 2011, Dysport® PI 2010, Xeomin® PI, MerzUSA, 2011. MEDICAMENTOS BIOLÓGICOS Terminologias estabelecidas pelo FDA DIFERENCIAÇÃO ENTRE TOXINAS BIOLÓGICO Diferenças de proteína § Divergência de estrutura § Sorotipo MANUFATURA § Purificação § Estabilização FORMULAÇÃO § Quantidades diferentes de Albumina TESTE DE POTÊNCIA § Diferenças nos ensaios de potência ALLERGAN IPSEN MERZ LANZHOU MEDY-TOX Nomenclatura (EUA) onabotulinumtoxinA abobotulinumtoxinA incobotulinumtoxinA _____ _____ Primeira aprovação 1989 (US) 1991 (UK) 2005 (Germany) Aprovada Aprovada Serotipo A A A A A Cepa Hall (Allergan) Hall¥ Hall ------- Hall Receptor/Target SV2/SNAP-25 SV2/SNAP-25 SV2/SNAP-25 SV2/SNAP-25 SV2/SNAP-25 Peso e Uniformidade molecular ~900 kDa Homogêneo 400 - 900 kDa Heterogêneo 150 kDa Homogêneo 400 - 900 kDa Homogêneo ~900 kDa Homogêneo Excipientes HSA: 500 µg (100U) Cloreto de sódio HSA:125 µg (300, 500U) Lactose HSA: 1 mg (50, 100U) Sucrose 0,5mg de gelatina 25mg Dextrano 25mg Sacarose HSA: 500 µg (100U) Cloreto de sódio Estabilização solúvel com Secagem à vácuo Solução salina Liofilização Solução salina Liofilização Solução salina Liofilização Solução salina Liofilização Solução salina Apresentação (U/Frasco) 50, 100, 200 300, 500 50, 100 50, 100 50, 100, 200 Proteína (ng/Frasco) 4,8 (100U frasco) 4.35¥ (500U frasco) 0.6 (100U frasco) -------- -------- 1. BOTOX® PI, Allergan, Inc., 2011; 2. DYSPORT™ SPC, Ipsen, 2010; 3. Xeomin® PI, Merz USA 2010; * Schantz and Johnson. Microbial Rev 1992;56:80-99; Lietzow et al.; Protein J 2008;27(7-8):420-5; ^ http://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/nda/2009/125274s000_ChemR.pdf, Hambleton. J Neurol 1992;239:16-20; ¥ Panjwani et al. Botulinum J. 2009 1(1): 153-166; ‡ Pickett et al. Eur J Neurol 2007;14:e11. * Information on complex size , uniformity and protein content are not derived from head to head comparisons of the products under the same assay conditions. @ Comparisons are not intended to suggest any clinical benefit of one product over another. ! Amount of neurotoxin protein received by a patient would depend upon the dose required. MEDICAMENTOS BIOLÓGICOS Formulações de DISTINTAS MARCAS COMERCIAIS HSA = human serum albumin 1BOTOX (onabotulinumtoxinA) [package insert]. Allergan, Jan2016. 2DYSPORT (abobotulinumtoxinA) [package insert] . Ipsen, July 2015. 3XEOMIN (incobotulinumtoxinA) [package insert]. Merz, Dec 2015. 4MYOBLOC (rimabotulinumtoxinB) [package insert]. Solstice, May 2010; 5 Chaubal, Drug Delivery Technol, 2005 5:8; 6Goodnough and Johnson; App.Enviro.Microbiol. 1992, 58(10): 3426-3428. EXCIPIENTES Concentração de Albumina onabotA1 abobotA2 incobotA3 Em 100 unidades/frasco: § 900 µg cloreto de sódio § 500 µg albumina humana Em 500 unidades/frasco: § 2.5 mg lactose § 125 µg albumina humana Em 100 unidades/frasco: § 4.7 mg sucrose § 1 mg albumina humana Excipiente § Estabilizador proteico § Inibe a adsorção da proteína activa para o contentor § Previne a agregação de proteínas § Crioproteção Funções da Albumina5,6 1) Brashear A. Clinical Comparisons of Botulinum Neurotoxin Formulations. Neurologist. 2008; 14(5) 289-98. 2) Almeida AT, De Boulle K. Diffusion characteristics of botulinum neurotoxin products and their clinical significance in cosmetic applications. J Cosmet Laser Ther 2007;9(Suppl 1):17-22. ESTRUTURA MOLECULAR de BOTOX ® Complexo purificado e homogêneo de 900kDa². Composta por uma cadeia leve e uma cadeia pesada ligadas entre si por uma ponte disulfídica de enxofre.¹ Responsável pela proteção e estabilidade do núcleo ativo da molécula. Complexo Proteico de 750kDa Responsável pelo bloqueio muscular. É o núcleo ativo da toxina Porção de 150kDa As proteínas associadas hemaglutinina e não- hemaglutinina possuem a tarefa de proteger e estabilizar a molécula até que a mesma seja internalizada.1 Carruthers,J; Glogau,R; Blitzer,A and Facial Aesthetics Consensus Group Faculty. Advances in Facial Rejuvenation: Botulinum Toxin Type A, Hyaluronic Acid Dermal fillers, and combination therapies - Consensus Recommendations. Plast. Surg. 2008;121(5suppl):5S-30S. As diferentes marcas deTOXINA BOTULÍNICA apresentam diferenças importantes quanto à sua estrutura molecular Estrutura molecular homogênea Ipsen 300-500-900kDa Peso molecular heterogêneo Merz 150kDa Sem a proteção das proteínas associadas *There is no scientific agreement that there is a biological role for accessory proteins after injection of botulinum toxin products in vivo. 1. Kukreja and Singh Biochem. 2007; 46:14316-24; 2 2. Shimizu et al., Toxicon 2008; 51:21; 3. Brandau et al., Mol.Pharm. 2007; 4:571-82; 4. Cheng et al., Toxicology 2008; 249:123-129; 5. Ohishi et al., Innf.Immu. 1977; 16:107-109; 6. Wagman J. Arch Biochem Biophys. 1963; 100:414-421.7. 8.Chen et al., Inf. Immun.1997; 65:1626-1630 PROTEÍNAS ACESSÓRIAS Função teórica Todas as TOXINAS BOTULÍNICAS produzidas naturalmente são produzidas por Clostridium botulinum como um complexo que inclui uma ou mais proteínas acessórias O papel das proteínas acessórias pode incluir: § Estabilização da neurotoxina nuclear contra estresse térmico e pH1,2,3 § Protegendo a neurotoxina nuclear da degradação por enzimas gastrointestinais4,5,6 § Reduzir a exposição ao sistema imunológico7 AH = Albumina Humana 1BOTOX (onabotulinumtoxinA) [package insert]. Allergan, Jan2016. 2Brin et al. Biologics: Targets and Therapy 2014:8 227–241. 3DYSPORT (abobotulinumtoxinA) [package insert] . Ipsen, July 2015. 4XEOMIN (incobotulinumtoxinA) [package insert]. Merz, Dec 2015. 5Schantz and Kautter, 1978, J.AOAC; 61:96-99. 6Adler et al., 2010 ATLA; 38:315-330. 7Dressler, et al. J.Neural.Transm. 2012;119:13-15 TESTE DE POTÊNCIAS (ENSAIO LD50) Diferenças DILUENTE § Ensaio Allergan: 72 hrs5 § Ensaio Ipsen: 72 hrs6 § Ensaio Merz : 72 hrs7 END POINT DO TESTE DE POTÊNCIA: Allergan – solução salina1,2 Ipsen – Gelatin Phosphate2,3 Merz – desconhecido; adição de AH*2,4 Determinar i.m. ED50 Eficácia Local FRAQUEZA MUSCULAR MÁXIMA Nenhum enfraquecimento muscular Sugiyama et al. App Microbio 1975; 30: 420-423. Aoki et al. Eur J Neurol 1999; 6 (suppl 4): S3-S10. JUNÇÃO NEUROMUSCULAR Investigando o efeito da BoNT/A § A utilização de do ensaio DAS permite a identificação das propriedades de BoNT no músculo e a dosagem além dos níveis terapêuticos § A fraqueza muscular é avaliada com base na escala DAS de cinco pontos com 0 sendo normal, 4 indicando fraqueza muscular máxima 4 3 2 1 0 NÃO INJETADO INJETADO 1. Allergan website. Accessed 2016; 2. Fernández-Salas et al. PLoS ONE 2012;7(11):e49516. ENSAIO DE POTÊNCIA Com base em células (CBPA) Em junho de 2011, o FDA aprovou o primeiro ensaio com base em celular, totalmente in vitro, para uso em teste de estabilidade e potência necessária para a comercialização de onabotulinumtoxinA1 Um ensaio não animal que2: § Reflete os 4 distintos mecanismos de ação da toxina (ligação, internalização, translocação, a clivagem de SNAP-25) § Oferece um nível adequado de sensibilidade § Atende aos padrões de qualidade para uso comercial 1983 2016 BoNT Literatura: 1970–2016 Citações de Toxina Botulínica Excludes case reports, reviews, abstracts Data on differences in numbers of publications are not intended to suggest that the evidence base supporting the safety and/or effectiveness of one botulinum toxin product is stronger than another. The quality of the evidence also must be considered in addition to the quantity Search date: 4/5/2016 Allergan Medical Science Library BOTOX DYSPORT XEOMIN MYOBLOC HENGLI MEDITOXIN Clínico 2.870 1.006 170 148 72 18 Ciência básica 434 85 30 36 26 6 3.226 1.070 190 183 95 22 CITAÇÕES DE TOXINA BOTULÍNICA PROTEÍNAS ACESSÓRIAS PROTEGEM CONTRA A FORMAÇÃO DE ANTICORPOS1-2 HA=hemagglutinin; NTNH=non-toxic non-hemagglutinin 1. Atassi MZ. Mov Disord. 2004;19(Suppl 8):S68–84. 2. Brin et al. Biologics. 2014;8:227-41 IMUNOGENICIDADE ANTICORPOS PODEM SER FORMADOS CONTRA A: § porção ativa da neurotoxina § porção não ativa da neurotoxina ANTICORPOS NEUTRALIZANTES: Os anticorpos que são dirigidos contra a neurotoxina. Estes podem interferir na resposta clínica. ANTICORPOS NÃO NEUTRALIZANTES: Os anticorpos que têm pouco efeito sobre a atividade biológica da neurotoxina. Estes não interferem com a resposta clínica Pode ser dirigido contra as proteínas acessórias HA / NTNH. IMUNOGENICIDADE Anticorpos neutralizantes PORÇÃO ATIVA Anticorpos não neutralizantes PROTEÍNA ACESSÓRIA IMUNOGENICIDADE EX CI PI EN TE S TO XI N A BO TU LÍ N IC A NE UR O TO XI NA PR O TE ÍN AS AC ES SÓ RI AS CADEIA PESADA CADEIA LEVE-S- S- HEMA- GLUTININA NÃO HEMA- GLUTININA Botox Os anticorpos formados contra os 150 kda de neurotoxina podem bloquear sua atividade biológica1,2,3 NEUTRALIZANTES INTERFEREM NA RESPOSTA CLÍNICA NÃO NEUTRALIZANTES NÃO INTERFEREM NA RESPOSTA CLÍNICA Os anticorpos formados contra as proteínas acessórias do complexo, não interferem com a atividade biológica das toxinas1-4 Anticorpos podem ser formados contra a: • Porção ativa da neurotoxina • Porção não ativa da neurotoxina 1Goschel et al. Exp Neurol 1997;147(1):92-102. 2Dressler and Hallett. Eur J Neurol 2006;13 (Suppl 1):11-15. 3Atassi Mov Disord 2004;19(Suppl 8):S68-84. 4Joshi et al., Poster P-21 IBRCC Philadelphia, PA, Sept 4-8, 2008 2.240 pacientes (HYP, GL, OAB, CD, PSS) 5 indicações IMUNOGENICIDADE INDIVIDUALIZAÇÃO DO TRATAMENTO “Durante a técnica de aplicação, se o profissional tomar como padrão pontos fixos e iguais para todos os pacientes, alguns não terão resultados plenamente satisfatórios e necessitarão de retoques. Este procedimento poderá provocar dúvidas quanto a eficácia da toxina e até a insatisfação do pacientes.” § GL com placebo, 10U e 20U § Inclusão: FWS Moderada e severa § Responsivo: FWS Suave ou Nenhum CONCEITO DE DOSE-DEPENDÊNCIA CONCEITO DE DOSE-DEPENDÊNCIA CONCEITO DE DOSE-DEPENDÊNCIA CONCEITO DE DOSE-DEPENDÊNCIA Dermatol Surg 2005;31:1297–1303 GL, males, FWS mod and sev, with 20U, 40U, 60U and 80U HALO DE DIFUSÃO De Almeida, 2006: O grau de difusão pode ser influenciado por: DOSE VOLUME DE INJEÇÃO TÉCNICA DE INJEÇÃO LOCAL DE INJEÇÃO PRODUTOS HALO DE DIFUSÃO Dermatol Surg 2007;33:S37–S43 De Almeida, 2006: § BOTOX: DYSPORT em 3U:7,5U - 3U:9U - 3U:12U § Mesmo volume, injetor (técnica), local das comparações, DYSPORT halo foi maior EM 93% INDIVIDUALIZAÇÃO DO TRATAMENTO Sundaram, Hema, et al. "Global Aesthetics Consensus: Hyaluronic Acid Fillers and Botulinum Toxin Type A— Recommendations for Combined Treatment and Optimizing Outcomes in Diverse Patient Populations." Plastic and reconstructive surgery 137.5 (2016): 1410-1423. Análise de músculos alvo no contexto de músculos adjacentes e associado a tecidos moles e duros Combinação mais frequente da toxina com preenchedores para todas as regiões faciais, incluindo a face superior Uma abordagem individualizada e integrada para avaliação e planejamento do tratamento Seleção de toxina botulínica como um tratamento primário apenas se o músculo alvo for primário à desarmonia facial a ser abordada; Tipo de ruga Músculo(s) alvo de tratamento Número médio de pontos de aplicação Média de dose por ponto de aplicação para BOTOX Média total de doses para BOTOX Linhas glabelares Músculos corrugadores, prócero, depressor do supercílio (considerar interação com o frontal, orbicular dos olhos e depressor do supercílios) 3 - 7 ponto 2 - 4U 12-40U Linhas frontais Músculo frontal (considerar sua interação com o prócero, corrugador e orbicular dos olhos) 4 - 8 pontos ou 8 - 20 pontos (micro doses) 2 - 40U ou 0,5 - 1,5U (micro dose) 8-25U Pés-de-galinha Porção lateral do músculo orbicular dos olhos 1 - 5 pontos por lado 1 - 4U 6 - 15U Bunny-lines Músculo nasal (considerar interação com elevador do lábio superior e asa do nariz e depressor do septo nasal) 2 – 3 pontos 2 - 4U 4 - 8U Linhas do mento Músculo mentual 1 – 4 pontos por lado 2 – 3U 4 - 10U Linhas periorais Músculo orbicular da boca2 – 5 pontos por lado 0,5 – 1U por lado 1 - 5U CONSENSO SOBRE DOSES *Guia de orientação para pontos e doses de BOTOX Individualização do Tratamento Para melhores resultados, é necessário observar a variação individual na massa muscular, anatomia e função para determinar a dose, número e localização apropriadas das injeções. INDIVIDUALIZAÇÃO DO TRATAMENTO Individualização do Tratamento Carruthers, J; Fagien, S; Matarasso, Sl; The Botox® Consensus Group. Consensus recommendations on the use of Botulinum Toxin Type A in facial aesthetics. Plast Reconstr Surg, 114 (suppl): 1S-22S, 2004. VARIÁVEIS QUE IMPACTAM no Plano de Tratamento com BOTOX VARIÁVEIS IMPACTO Objetivos do Tratamento Desenvolvimento do plano de aplicação. Seleção das regiões a serem tratadas Dose total, nº de pontos de aplicação, interval de tratamento. Genero Objetivos do tratamento. Usualmente doses mais altas para homens ou para músculos com padrão masculno. Massa Muscular Doses maiores para músculos com maior massa muscular. Etnia Plano de aplicação considerando ideal estético, espessura de pele e anatomia funcional. Espessura da Pele Para peles mais espessas, agulhas mais longas para certificar-se de que a toxina foi injetada no músculo ou doses mais altas que garantam difusão para musculatura. Variações Anatômicas Adequar pontos de aplicação e dosage de tratamento. Mímica facial Ilustra a anatomia facial e direciona os pontos de aplicação. LINHAS FRONTAIS Na primeira aplicação do paciente, recomenda-se técnica que preserve alguma movimentação e a naturalidade da expressão facial. O nº de pontos dependerá da anatomia, da extensão das rugas frontais e dos objetivos do tratamento. A 1ª linha de aplicação deverá ser marcada obedecendo- se a distância média de 1 dedo acima da margem supra orbital, o que preservará uma faixa muscular ativa. Braz AV, Sakuma TH. Estudo Piloto dos Padrões de Contração do Músculo Frontal. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(3):191-4. ESTUDO PILOTO DOS PADRÕES DE CONTRAÇÃO DO MÚSCULO FRONTAL BRAZ AV ET AL Publicaram em 2010 um estudo piloto com o objetivo de “identificar e classificar os padrões de contração da musculatura frontal de pacientes que procuram atendimento para tratamento de rugas frontais”. RESULTADOS “Foram identificados três padrões de contração: total, medial e lateral.” CONCLUSÃO “A identificação e classificação dos padrões de contração do músculo frontal permitem avaliação mais individualizada de cada paciente, o que é um dos pilares mais importantes para um plano terapêutico bem-sucedido.” Braz AV, Sakuma TH. Estudo Piloto dos Padrões de Contração do Músculo Frontal. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(3):191-4. PROPOSTAS DE CLASSIFICAÇÃO PUBLICADAS POR BRAZ AV ET AL: LINHAS FRONTAIS Figura 1: Padrão total de contração do músculo frontal A) Anatomia B) Paciente em contração máxima C) Sugestão de distribuição dos pontos de aplicação da toxina. Tipo menos frequente, observado em 20 (24%) casos. As rítides horizontais predominam nas laterais da fronte, a maioria após a linha mediopupilar. PADRÃO TOTAL: Figura 2: Padrão medial de contração do músculo frontal A) Anatomia B) Paciente em contração máxima C) Sugestão de distribuição dos pontos de aplicação da toxina.Segundo tipo mais frequente, observado em 21 (25,3%) casos. As rítides horizontais se concentram na região central da fronte, geralmente contidas entre as linhas mediopupilares. Devido a essa conformação, também é denominado "padrão em persiana". PADRÃO MEDIAL: Braz AV, Sakuma TH. Estudo Piloto dos Padrões de Contração do Músculo Frontal. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(3):191-4. PROPOSTAS DE CLASSIFICAÇÃO PUBLICADAS POR BRAZ AV ET AL: LINHAS FRONTAIS Figura 1: Padrão total de contração do músculo frontal A) Anatomia B) Paciente em contração máxima C) Sugestão de distribuição dos pontos de aplicação da toxina. Tipo mais frequente, observado em 42 (50,6%) casos. As rítides horizontais presentes no centro da fronte avançam lateralmente além da linha mediopupilar, até o final da cauda das sobrancelhas. PADRÃO LATERAL: Figura 4: Sugestão de distribuição dos pontos de aplicação da toxina para padrões de contração assimétrica do músculo frontal. A) Padrão total com predomínio de rítides superiores e na hemifronte direita B) Padrão medial com predomínio de rítides na hemifronte esquerda C) Padrão lateral com predomínio de rítides na hemifronte direita. Ocorreu assimetria em 4,7% dos casos do padrão medial e em 5% no padrão lateral, com predominância das rítides na hemifronte esquerda ou direita. CASOS DE ASSIMETRIA: Tiryaki T, Sinem N, Ciloglu E. Eyebrow Asymmetry: Definition and Symmetrical Correction Using Botulinum Toxin A. Aesthetic Surg J 2007;27:513–517. Reposicionamento de Sobrancelha Para o posicionamento adequado das sobrancelhas, devemos considerar a influência dos quatro principais músculos do terço superior, além do gênero e desejo do paciente. Mulheres devem ter a sobrancelha ligeiramente acima da margem superior da órbita, arqueadas, com sua porção lateral (cauda) terminando pouco mais alta que sua porção medial. A necessidade de preservar porções do músculo frontal sem tratamento para maior elevação das sobrancelhas deve ser considerada de acordo com a necessidade de cada paciente. Tratar adequadamente os músculos que abaixam as sobrancelhas, principalmente os orbiculares dos olhos, é fundamental para permitir sua elevação. 1 Homens devem ter a sobrancelha acompanhando a margem superior da órbita, com desenho horizontalizado ou suavemente arqueado. 2 3 4 5 Almeida AT, Marques EMC, Kadunc BV .Rugas Glabelares: Estudo Piloto dos Padrões de Contração. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(1):23-8. Almeida AT et al publicaram em 2010 um estudo piloto com o objetivo de “identificar e classificar os padrões de contração glabelar encontrados na população que recebe tratamento cosmético com toxina botulínica.” RESULTADOS: “Cinco padrões foram identificados: 1) “U”, 2) “V”, 3) “Ômega”, 4) “Setas convergentes” e 5) “Ômega invertido”.” CONCLUSÃO: Diferenças interpessoais na animação facial. A classificação das rugas glabelares permite tratamento mais acurado e individualizado com a toxina botulínica. Músculos mais recrutados recebem doses maiores ou maior número de pontos de aplicação. Os menos requisitados são poupados ou recebem doses menores, permitindo resultados mais eficazes e naturais.” Estudo piloto dos padrões de contração RUGAS GLABELARES Propostas de classificação publicadas por Almeida AT et al. “Didaticamente, para facilitar sua identificação, cada padrão de contração foi designado por um símbolo, descrito a seguir.” Almeida AT, Marques EMC, Kadunc BV .Rugas Glabelares: Estudo Piloto dos Padrões de Contração. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(1):23-8. Figura 1: exemplo de paciente com padrão de contração em “U”, no repouso e durante a contração da glabela. A) Simboliza o movimento final de aproximação e depressão da glabela. B) Sugere como devem ser distribuídas as doses de toxina. LINHAS GLABELARES B A Padrão “V” É o tipo mais frequente, visto em 37% dos casos. Observam-se aproximação e depressão, que variam de moderadas a severas, da parte medial dos supercílios, em intensidade muito superior à do grupo anterior. Figura 2: exemplo de paciente com padrão de contração em “V”, no repouso e durante a contração da glabela. A) Simboliza o forte movimento final de aproximação e depressão da glabela. B) Sugere como devem ser distribuídas as doses de toxina. Almeida AT, Marques EMC, Kadunc BV .Rugas Glabelares: Estudo Piloto dos Padrões de Contração. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(1):23-8. A B LINHAS GLABELARES Padrão “Ômega” Neste estudo correspondeu a 10% dos pacientes. Nesse grupo os movimentos predominantes são de aproximação e elevação medial da glabela, formando a letra graga ômega. Figura 3: exemplo de paciente com padrão de contração em “Ômega”, no repouso e durantea contração. A) Simboliza o movimento final de aproximação e elevação medial da glabela. B) Sugere como devem ser distribuídas as doses de toxina. Almeida AT, Marques EMC, Kadunc BV .Rugas Glabelares: Estudo Piloto dos Padrões de Contração. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(1):23-8. A B LINHAS GLABELARES Padrão “Setas Convergentes” Ocorre principalmente aproximação das sobrancelhas, com pouca ou nenhuma depressão ou elevação medial ou lateral. O movimento final resultante é de aproximação horizontal. Parece existir nesse grupo equilíbrio de forças entre procero e frontal. Foi encontrado em 20% dos casos. Figura 4: exemplo de paciente com padrão de contração em “Setas Convergentes”, no repouso e durante a contração. A) Simboliza o movimento final de aproximação horizontal da glabela. B) Sugere como devem ser distribuídas as doses de toxina. Almeida AT, Marques EMC, Kadunc BV .Rugas Glabelares: Estudo Piloto dos Padrões de Contração. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(1):23-8. A B LINHAS GLABELARES Padrão “Ômega Invertido” É o menos frequente, observado em apenas 6% dos indivíduos. O movimento predominante é o de depressão, mais do que de aproximação, lembrando uma letra ômega invertida. Os músculos envolvidos são principalmente o procerus, o depressor do supercílio, a parte interna dos orbiculares das pálpebras e talvez também o nasal, apesar de não se configurar músculo glabelar. Figura 5: exemplo de paciente com padrão de contração em “Ômega Invertido”, no repouso e durante a contração da glabela, incluindo a ação do músculo nasal. A) Simboliza o movimento principal de depressão da glabela. B) Sugere como devem ser distribuídas as doses de toxina. Almeida AT, Marques EMC, Kadunc BV .Rugas Glabelares: Estudo Piloto dos Padrões de Contração. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(1):23-8. A B LINHAS GLABELARES Kane MAC. Classification of Crow’s Feet Patterns among Caucasian Women: The Key to Individualizing Treatment. PLASTIC AND RECONSTRUCTIVE SURGERY, October Supplement 2003. Kane MAC publicou um estudo onde categorizou as rugas orbiculares em quatro padrões principais. E chamou a atenção para os seguintes pontos: A quantidade e a profundidade das rugas orbiculares variam entre os pacientes. Uma vez que a toxina botulínica é usada para enfraquecer seletivamente diferentes músculos e diferentes partes dos mesmos, a escolha de quais movimentos musculares a serem enfraquecidos com o tratamento é primordial. RUGAS ORBICULARES Kane MAC. Classification of Crow’s Feet Patterns among Caucasian Women: The Key to Individualizing Treatment. PLASTIC AND RECONSTRUCTIVE SURGERY, October Supplement 2003. Examine a variação individual pedindo ao paciente que feche os olhos com força. Observe as margens superior e inferior dos pés de galinha, além de sua extensão. PADRÃO COMPLETO: estes pacientes exibem rugas desde abaixo da porção lateral da sobrancelha, na pálpebra superior, canto lateral, e na pálpebra inferior até sua junção com a porção superior da bochecha.8 PADRÃO INFERIOR: observado em pacientes cuja formação dos pés de galinha se dá apenas na pálpebra inferior e em sua junção com a porção superior da bochecha.8 PADRÃO SUPERIOR: observado em pacientes cuja formação dos pés de galinha se dá apenas na pálpebra superior, descendo até o canto lateral.8 PADRÃO CENTRAL: ocorre quando a formação das rítides se concentra ao redor do canto do olho, ou seja, de forma bem centralizada.8 RUGAS ORBICULARES Tamura B. M. Toxina botulínica: concepção de beleza e estética atual. Editora Santos. 2007 Tamura BM publicou em 2007 o livro Toxina Botulínica: Concepção de Beleza e da Estética Atual onde apresenta seus estudos na região nasal com o objetivo de entender “a persistência das rugas entre o canto medial da sobrancelha até o dorso nasal que não melhoravam com os métodos clássicos”. RESULTADOS: foram classificadas em Quatro tipos. TIPO I: Rugas nasais. Rugas predominantemente no dorso nasal. TIPO II: Rugas nasais associadas às da região da asa nasal com participação do ramo elevador dos lábios do músculo elevador da asa nasal e do ângulo da boca. TIPO III: Rugas nasais associadas às da musculatura periorbicular dos olhos entre os cantos dos olhos. TIPO IV: Rugas que abrangem a região do dorso nasal até as sobrancelhas com participação de toda a porção medial do músculo periorbicular dos olhos. BUNNY LINES Adaptado de Tamura B. M. Toxina botulínica: concepção de beleza e estética atual. Editora Santos. 2007 4. Tamura B. M., Toxina Botulínica: concepção de beleza e da estética atual. Editora Santos, 2007. Padrões de contração BUNNY LINES Tipo I Tipo II Tipo III Tipo IV Desenho da Musculatura Proposta de Pontos de Tratamento SEGURANÇA | Eventos adversos Brin et al. Biologics: Targets and Therapy 2014:8 227–241. AEs foram geralmente de gravidade ligeira e moderada Incidência de EAs diminuída ao longo de ciclos repetidos Mais de 3900 pacientes de GL e CFL Global Registration Studies Os AEs mais comuns (>2% dos indivíduos) para todos os estudos de DBPC foram: - Cefaléia (onabotulinumtoxina A, 6,6%, placebo, 5,6%) - Nasofaringite (6.3%; 5,6%) - Contusões no local de injecção (2,5%; 1,8%) Nenhum indivíduo desenvolveu anticorpos neutralizantes após repetidos tratamentos com onabotulinumtoxina A de CFL (até 5 ciclos) ou CFL/GL (até 4 ciclos) Nenhum evento de disseminação distante da toxina foi relatado Ptose: 0% em CFL e 1,2% em CFL/GL Carruthers J – Meta-análise da segurança – IMCAS 2017 SEGURANÇA Eventos adversos Brin et al. Biologics: Targets and Therapy 2014:8 227–241. Ptose de pálpebra Ptose de sobrancelha Sobrancelha de “Samurai” e “Mephisto” Alergia Não responsivos • Primário • Secundário Taxa mais baixa de complicações 300 tratamentos Safety of Onabotulinum Toxin A Injection to the Central Upper Eyelid and Eyebrow Regions Lily Huang, M.D.*, Bryan R. Costin, M.D., Natta Sakolsatayadorn, M.D., and Julian D. Perry, M.D. *Case Wstern Reserve University School of Medicine: and Cole Eye Institute, Cleveland Clinic Cole Eye Institute, Cleveland, Ohio, U.S.A. (p = 0.012). Blepharoptosis occurred in 0.8% of onabotulinum toxin A injections reconstituted with 2ml of diluent and in 1,6% of injections reconstituted with 1ml of diluente (p = 0.57). SEGURANÇA Eventos adversos DADOS DE EFICÁCIA CLÍNICA Fatores que Impactam na Eficácia O tratamento com a toxina botulínica A é dose-dependente, tanto em intensidade quanto em duração do efeito terapêutico*. O volume de injeção depende diretamente do volume utilizado na reconstituição do produto. “Higher botulinum toxin type A doses resulted in greater efficacy and longer duration of effect in the reduction of horizontal rhytides”. *Alastair Carruthers, Md,n Jean Carruthers, Md,w And J. Cohen, Md. A Prospective, Double-Blind, Randomized, Parallel-Group, Dose-Ranging Study of Botulinum Toxin Type A in Female Subjects With Horizontal Forehead Rhytides Dermatol Surg 2003;29:461–467 “O objetivo chave de um procedimento não-cirúrgico é a satisfação do paciente.”² “A duração do efeito é um dos aspectos que impacta na satisfação dos pacientes.”¹ EFICÁCIA: DADOS ESTATÍSTICOS 1- Goldberg D, The Cost of Patient Dissatisfaction. Cosmetic Dermatology 2001. Jul;20( 7 supl3): 36-38. 2- Carruthers A, Cohen JL, Cox SE, Boulle K, Fagien S, Finn JC, Flynn T, Almeida AT. Achieving the natural, relaxin look. J Cosmet Laser Ther. 2007; 9 (suppl 1): 6-10. 30 - Stotland MS, Kowalski JW, Ray BB.Patient-Reported Benefit and Satisfaction with Botulinum Toxin Type A Treatment of Moderate to Severe Glabellar Rhytides: Results from a Prospective Open-Label Study. Plast Reconstr Surg. 2007;120(5):1386-94. ALTO NÍVEL DE SATISFAÇÃO dos pacientes tratados no curto e longo prazo % DOS PACIENTES REPORTANDO SATISFAÇÃO:30 88 93 95 82 95 86 Efeitos do Tratamento Experiência com o Procedimento Tratamento Global Dia 30 Dia 120 A melhora, quando comparada com o períodobasal (antes do Tratamento), persistiu por até 6 meses após o final do tratamento MELHORA PROGRESSIVA das linhas glabelares com tratamentos repetidos Dailey RA, Philip A, Tardie G. Long-term treatment of glabellar rhytides using onabotulinumtoxina. Dermatol Surg. 2011 Jul;37(7):918-28. Média das mudanças na FWS (Facial Wrinkle Scale) -2,5 -2 -1,5 -1 -0,5 0 0 1 4 8 12 16 20 24 25 26 M U DA N ÇA N O P AD RÃ O D E CO N TR AÇ ÃO M U SC U LA R MÊS Médico Paciente FotógrafoBOTOX ® (20U) ACOMPANHAMENTOTRATAMENTO BOTOX® Rápido início de ação 1) Beer KR et al. Rapid Onset of Response and Patient-reported Outcomes After OnabotulinumtoxinA Treatment of Moderate-to-Severe Glabellar Lines. Journal of Drugs in Dermatology 2011 Jan;10(1):39-43. dos pacientes apresentavam reposta ao tratamento no dia 4, de acordo com a avaliação do investigador 100% dos pacientes reportaram início de ação no dia 1 48% PE RC EN TU AL D E PA CI EN TE S 77 93 98 100 100 87 91 100 100 100 Dia 2 Dia 3 Dia 4 Dia 7 Dia 14 Avaliação do Paciente Avaliação do Investigador Follow-up 9.1 anos (max 16.8 anos) 194 PACIENTES APLICAÇÃO Dermatologic Surgery 41 (2015): S19-S28. APLICAÇÃO Dermatol Surg 2011;37(11):1553-65 MANIPULAÇÃO - REVISÃO DA LITERATURA De Almeida, 2011 § Período de validade após reconstituição, esterilização do frasco § Reconstituição com lidocaína, epinefrina, hialuronidase § Diferenças entre solução salina preservada e não preservada § Congelamento após reconstituição § Água estéril, bolhas e espuma durante a reconstituição (agitação do frasco) O tratamento foi bem tolerado e não houve diferenças significativas nos EAs Resposta APLICAÇÃO Diluição Carruthers, 2007: § Diluição em 100U/ml ; 33.3U/ml; 20U/ml e 10U/ml § No differences in FWS § Difference in subject-assessed rates, but no obvious relationship between dilution PROCESSO DE RECONSTITUIÇÃO DE BOTOX® CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DE BOTOX®