Logo Passei Direto
Buscar

Introdução a Avaliação Terapeutica - aula 1

Aula sobre Avaliação Colaborativa/Terapêutica que apresenta Stephen E. Finn; diferencia avaliação tradicional e avaliação terapêutica; descreve princípios (perspectiva do cliente, narrativa identitária, autoverificação, vergonha, risco de desintegração) e o processo semiestruturado e colaborativo.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Introdução à Avalialção 
Colaborativa/Terapêutica
1ª aula – 08.05.2024
Anna Elisa de Villemor-Amaral – Universidade São Francisco
USF – Maio/Junho 2024
IN OUR 
CLIENTS’ 
SHOES
• Stephen E. Finn
Avaliação 
Terapêutica
Stephen E. Finn é PhD pela Universidade de Minnesota, e especialista em Avaliação da Personalidade e 
em Psicoterapia, tendo reconhecimento internacional. Desenvolveu um trabalho pioneiro em Avaliação 
Terapêutica, uma intervenção breve baseada em evidências que integra sistematicamente avaliação 
psicológica e psicoterapia. 
É fundador do Center for Therapeutic Assessment, em Austin, nos EUA, cofundador do European Center 
for Therapeutic Assessment, em Milão, na Itália, e do Asian-Pacific Center for Therapeutic Assessment, 
em Tóquio, no Japão. Também é professor assistente clínico adjunto de Psicologia na Universidade do 
Texas, em Austin, e autor de 4 livros e mais de 50 artigos e capítulos sobre avaliação psicológica e 
psicodiagnóstico.
Em 2017 recebeu o prêmio por distintas contribuições científicas para a Avaliação Psicológica da 
Associação Americana de Psicologia (APA)e em 2011, recebeu o prêmio Bruno Klopfer da Sociedade para 
Avaliação da Personalidade.
Referência fundamental: In our Client’s Shoes. Theory and Techniques of Therapeutic Assessment (2007)
Pela Perspectiva do Cliente. Teoria e Técnica da Avaliação Terapêutica – Editora Hogrefe (2017)
avaliação tradicional 
X 
avaliação terapêutica
• Tradicional - testes psicológicos aplicados para fins de 
diagnóstico, planejamento do tratamento e avaliação de 
resultados. Ênfase principal nos dados padronizados, 
cuidadosamente coletados pelo avaliador, comparados dados 
com nomotéticos a fim de derivar conclusões úteis para 
compreender, comunicar-se com e tratar um determinado 
“paciente”, ou para monitorar o progresso de um tratamento.
• avaliação terapêutica (com letras minúsculas) – de forma 
genérica é mais uma atitude e uma intenção do profissional 
que visa trazer benefícios diretos para seu cliente. Exemplo: 
Psicodiagnóstico Interventivo - ênfase 
na experiência durante o processo e 
devolutivas ao longo do mesmo.
O Que é 
Avaliação 
Terapêutica? 
Não é psicodiagnóstico interventivo;
Não é terapia breve usual;
• Distingue-se do psicodiagnóstico interventivo por ser semiestruturado e colaborativo do 
princípio ao fim.
• Distingue-se da terapia breve por ser totalmente fundamentado e conduzido com base 
nos resultados de testes.
É um processo de avaliação que tem finalidade terapêutica, mas…
AVALIAÇÃO 
TERAPÊUTICA 
=
 AVALIAÇÃO 
COLABORATIVA 
SEMIESTRUTURADA
Princípios da 
Avaliação 
Terapêutica
• Pela perspectiva do cliente (colocando-se 
em seu lugar )
• Todo mundo tem uma versão da própria 
história e sobre como se é.
• As pessoas são geralmente muito apegadas 
e fiéis às narrativas que têm sobre si 
mesmas, muitas vezes distorcidas e que 
produzem efeitos ao longo da vida.
• Porém, mudanças abruptas nas narrativas 
podem produzir experiências de 
desintegração se não ocorrerem em um 
contexto de acolhimento e empatia.
• Os efeitos serão muito perturbadores ou 
intensificarão as defesas contra mudanças.
Princípios da 
Avaliação 
Terapêutica
• Mudanças positivas ocorrerão se 
uma nova versão da história sobre 
si mesmo puder ser construída 
colaborativamente.
• A A.T. propõe um modelo de 
processo que implica:
 construção colaborativa
 tolerância
 confiança 
 curiosidade
Como 
funciona: 
Anna Elisa de Villemor-Amaral
IDENTIDADE NARRATIVA: 
 HISTÓRIA 
INTERNALIZADA SOBRE SI 
MESMO QUE CADA 
PESSOA CONSTRÓI PARA 
PROVER DE SENTIDO SUA 
VIDA, PROPÓSITO E 
UNIDADE. PRESSUPOSTO: 
MUDANÇAS MUITO 
GRANDE ACONTECEM 
QUANDO SE AJUDA, 
COLABORATIVAMENTE, A 
REEDITAR ESSAS 
HISTÓRIAS
“AUTO VERIFICAÇÃO” 
(SELF VERIFICATION) – AS 
PESSOAS BUSCAM 
VERIFICA RE CONFIRMAR 
SUAS AUTOPERCEPÇÕES 
OU AUTOIMAGEM 
PORQUE ESTAS AJUDAM 
A GUIAR 
COMPOSTAMENTOS, 
PREDIZER AS REAÇÕES 
DOS OUTROS E 
ORGANIZAR SUAS 
CONCEPÇÕES DA 
REALIDADE. EX –BAIXA 
AUTO-ESTIMA - 
CONFIRMAÇÃO E 
ENVOLVIMENTO EM 
SITUAÇÕES DE 
CONFIRMAÇÃO – 
PESSOAS MAIS CRÍTICAS.
DESINTEGRAÇÃO: 
GRANDE SOFRIMENTO E 
DESORIENTAÇÃO 
QUANDO A PESSOA NÃO 
É CAPAZ DE REFUTAR A 
EVIDENCIA DE QUE SUAS 
CRENÇAS SOBRE SI 
MESMAS ESTÃO ERRADAS 
(PROC DE AP MAL 
CONDUZIDOS)
RELAÇÃO CLIENTE-
AVALIADOR – 
COLABORAÇÃO: CLIENTES 
TEM MAIOR 
PROBABILIDADE MUDAR 
AS NARRATIVAS PESSOAIS 
E MENOS PROPENSAS A 
EXPERIENCIAS DE 
DESINTEGRAÇÃO SE 
FOREM ATIVAMENTE 
ENVOLVIDAS NO EXAME E 
REVISÃO DE SUAS 
HISTÓRIAS.
Como funciona
• Vergonha – se a pessoa tem vergonha de seu problema, ele provavelmente persistirá.. Se a vergonha 
diminui, aumenta a probabilidade de se conseguir fazer mudanças importantes na vida.
• Mudar a narrativa do porque a pessoa faz o que faz.
• Curiosidade – ajudar os clientes darem um “passo atrás” (pequeno recuo) e ficarem curiosos sobre 
seus problemas, isso prepara o cenário para obter mudanças nos seus comportamentos e atitudes. 
• Mentalização – mudança na área do cérebro onde os conflitos estão sendo trabalhados.
• Apego – importância da relação com o avaliador, não envergonha, está sintonizado, empático.
• Dissociação – muito mais comum do que se pensa, estados afetivos dissociados relacionados a 
traumas passados e fracassos nas experiências de apego iniciais.
• Aspectos dissociados são muito difíceis de serem acessados porque estão armazenados 
fundamentalmenteno hemisfério direito do cérebro (dominante para o processamento de 
emoções e experiencias traumáticas.
• Traumas - levam à desorganizações no hemisfério direito manifestas como dificuldades na regulação 
dos afetos (testes projetivos – revelam aspectos dos clientes que emergem em situações pouco 
estruturadas, carregadas afetivamente nas relações interpessoais)
Anna Elisa de Villemor-Amaral
Estrutura da 
Avaliação 
Terapêutica
Passo 1 Entrevista inicial: recolher perguntas;
Passo 2 Aplicações de testes (2 ou mais sessões);
Passo 3 Sessão de intervenção;
Passo 4 Sessão de discussão e sumarização;
Passo 5 Elaboração de resultados por escrito 
(relatórios);
Passo 6 Sessão de acompanhamento depois de 2 
a 3 meses.
	Introdução à Avalialção Colaborativa/Terapêutica 1ª aula – 08.
	In our clientS’ shoes
	Avaliação Terapêutica
	avaliação tradicional X avaliação terapêutica
	O Que é Avaliação Terapêutica?
	Avaliação Terapêutica = Avaliação colaborativa semiestruturad
	Princípios da Avaliação Terapêutica
	Princípios da Avaliação Terapêutica (2)
	Como funciona:
	Como funciona
	Estrutura da Avaliação Terapêutica

Mais conteúdos dessa disciplina