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Apostila com noções de parasitologia: definições e grupos (protozoários, nematódeos, platelmintos, artrópodes); classificações do parasitismo (permanente/temporário, obrigatório/facultativo, periódico/incidental/acidental); mecanismos de dano, transmissão, profilaxia, vetores e exemplos como doença de Chagas, toxoplasmose e brucelose.

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Nhaira Maia

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Parasitologia
Oriximiná, 2022
GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ
SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO
SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO 
DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO E PROFISSIONAL 
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
ESCOLA ESTADUAL DE Educação PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA DE ORIXIMINÁ-PARÁ
Prof. (a): Nhaira Maia
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
É a ciência que estuda os parasitas, os seus hospedeiros e relações entre eles. 
Ciência que estuda os vários aspectos que envolvem organismos parasitas, como sua classificação, biologia e controle.
Engloba os filos Protozoa (protozoários), ectoparasitas, do reino Protista e Nematoda (nematódes), annelida (anelídeos), Platyhelminthes (platelmínteos) e Arthropoda (artrópodes) do Reino Animal.
Ciência que estuda os vários aspectos que envolvem organismos parasitas, como sua classificação, biologia e controle. 
O parasitismo é a relação desarmônica entre espécies diferentes, sendo que um (parasito) se beneficia retirando os meios para sua sobrevivência, podendo prejudicar o outro (hospedeiro). 
O PARASITISMO portanto, é um tipo de relação ecológica desenvolvida entre indivíduos de espécies diferentes (interespecífica) em que se observa, além de associação íntima e duradoura, uma dependência metabólica de grau variado (Rey, 1991). Significa um modo de nutrição através do qual o organismo PARASITA obtém nutrientes do corpo do organismo HOSPEDEIRO.
2
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Ectoparasitas
Endoparasitas
Hemoparasita
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Microorganismo
Reservatório
Modo de transmissão
Período de incubação
Doença que causa
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Doença de chagas
Causada pelo protozoário trypanosoma cruzi
Incluem problemas digestivos, meningite, problemas no coração, como a cardite chagásica, e a constipação crônica.
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
As relações ecológicas se diferenciam pelos tipos de dependência que os organismos vivos mantêm entre si. 
Harmônicas ou positivas aquelas onde há benefício mútuo entre ambos os seres vivos, ou de apenas um deles, sem o prejuízo do outro. 
Desarmônicas ou negativas, são aquelas onde há prejuízo de um dos organismos participantes em benefício do outro.
PARASITA
HOSPEDEIRO
Parasitismo: modo de nutrição através do qual o organismo PARASITA obtém nutrientes do corpo do organismo HOSPEDEIRO.
Ciência que estuda os vários aspectos que envolvem organismos parasitas, como sua classificação, biologia e controle. 
O parasitismo é a relação desarmônica entre espécies diferentes, sendo que um (parasito) se beneficia retirando os meios para sua sobrevivência, podendo prejudicar o outro (hospedeiro). 
O PARASITISMO portanto, é um tipo de relação ecológica desenvolvida entre indivíduos de espécies diferentes (interespecífica) em que se observa, além de associação íntima e duradoura, uma dependência metabólica de grau variado (Rey, 1991). Significa um modo de nutrição através do qual o organismo PARASITA obtém nutrientes do corpo do organismo HOSPEDEIRO.
6
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Classificadas
Intraespecíficas (quando ocorrem entre indivíduos da mesma espécie);
Interespecíficas (entre indivíduos de espécies diferentes);
Parasitismo: 
As relações ecológicas podem ser classificadas ainda como intraespecíficas (abelhas, formiagas, cupim), quando ocorrem entre indivíduos da mesma espécie ou interespecíficas ou heterotípicas, entre indivíduos de espécies diferentes. 
7
PERMANENTE, vive sempre como parasita;
(ex.: ácaros causadores das sarnas e o piolho)
TEMPORÁRIO, durante parte do seu ciclo vive uma fase em vida livre (ex.: bicho do pé, carrapato).
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Acordo com o tempo de permanência sobre o hospedeiro:
OBRIGATÓRIO, àquele que é totalmente dependente da vida parasitária;
FACULTATIVO, que é de vida livre, mas é capaz de se adaptar a vida parasitária se colocado em tal situação íntima, mas não depende dela (ex. algumas larvas de mosca).
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Acordo com condição como parasita:
Quanto à frequência sobre o hospedeiro:
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
PERIÓDICO (=intermitente) aquele que ataca o hospedeiro por um período curto para obter alimento (ex. mosquitos e moscas hematófagas); 
INCIDENTAL, o parasito que ocorre em hospedeiro que não é o seu habitual (ex. carrapato do boi nos humanos);
ACIDENTAL, o organismo de vida livre que pode sobreviver por tempo limitado em parasitismo.
MECÂNICA, 
Por obstrução, quando os parasitos bloqueiam a passagem do alimento, de bile ou de absorção de nutrientes como por exemplo o verme que em altas infestações pode formar um novelo e obstruir a passagem no intestino. 
Por compressão, presente em um órgão cresce e comprime, causando lesões teciduais ou de função do mesmo. 
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Tipos de ações, produzidas pelos parasitos em seus hospedeiros: 
Espoliadora
Retirada de sangue do hospedeiro, como ocorre com carrapatos, barbeiros, moscas hematófagas e fêmeas de mosquitos; ou nutrientes, como no caso das tênias.
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Tipos de ações, produzidas pelos parasitos em seus hospedeiros: 
TÓXICA
 Alguns parasitos produzem resíduos decorrentes de seu metabolismo ou secretam enzimas que provocam lesões no organismo do hospedeiro.
Produz metabólitos que provocam reações alérgicas; 
Produzem uma neurotoxina que causa paralisia em seus hospedeiros.
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Tipos de ações, produzidas pelos parasitos em seus hospedeiros: 
 IRRITATIVA E INFLAMATÓRIA
A simples presença do parasito, mesmo sem produzir traumatismo, induz a irritação e muitas das vezes a uma resposta inflamatória local no hospedeiro. Ex. larva migrans, dermatite devido a penetração da larva.
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Tipos de ações, produzidas pelos parasitos em seus hospedeiros: 
 TRANSMISSÃO DE PATÓGENOS
Alguns parasitos podem além de causar danos pela sua presença, ainda são capazes de carrear agentes infecciosos ou parasitários para o hospedeiro. 
Ex. Os carrapatos e mosquitos em geral.
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Tipos de ações, produzidas pelos parasitos em seus hospedeiros: 
PROFILAXIA (do grego Prophýlaxis= cautela) é a aplicação de meios para prevenir, evitar as doenças ou a sua propagação. 
VETOR é todo ser qualquer organismo, que carreia um parasito de um hospedeiro a outro.
 Zoonose - doenças que são naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e o homem. Ex.: toxoplasmose, brucelose. 
Patogenicidade - A qualidade ou estado de ser patogênica. A capacidade potencial de produzir doença.
Virulência - O poder de um organismo produzir doença. Grau de patogenicidade dentro de um grupo ou espécie.
NOÇÕES DE PARASITOLOGIA 
Outros conceitos importantes: 
Ixodidae é uma família de carrapatos que agrupa as carraças duras, as espécies que apresentam um escudo endurecida a servir de carapaça protetora.
Carrapatos
Clique para editar os estilos de texto Mestres
Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Existem duas famílias de carrapatos: os carrapatos duros (Ixodídeos) e os carrapatos moles (Argasídeos) (figura 1). Os Ixodídeos aderem a seus hospedeiros por um período de tempo prolongado (vários dias), enquanto que os Argasídeos rapidamente se alimentam e caem.
17
Ciclo Biológico
Adultos
Ovos
Larvas
Ninfas
Adultos
Subordem Ixodides
Ordem Acari
18
Basicamente, o ciclo evolutivo deste parasita se passa da seguinte maneira: após a fêmea se alimentar, ela deposita seus ovos próximo ao solo, sendo que quando acaba o período de ovoposição as fêmeas ixodidaes morrem, enquanto que as argasidaes permanecem vivas. Em seguida o ovo passa para o estado de larva e estas sobem na vegetação e esperam a passagem do hospedeiro, transferindo-se para eles. Após se alimentarem do hospedeiro, as larvas sofrem a muda passando para o estádio de ninfa. Esta última alimenta-se, ficando ingurgitada, sofrendo nova muda e tornando-se adulta.
Argasidae é uma família de carrapatos conhecidos por carraças moles. 
Carrapatos
Clique para editar os estilos de texto Mestres
Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
FamíliasIxodidae e Argasidae
	ARGASIDAE	IXODIDAE
	Escudo dorsal ausente	Escudo dorsal presente
	Dimorfismo sexual (pouco nítido)	Dimorfismo sexual acentuado
	Posturas parceladas	Postura única
	Mais de um estádio ninfal	Um único estádio ninfal
	Procuram hospedeiros para repastos curtos	Fixam-se nos hopedeiros por períodos prolongados
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
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Existem duas famílias de carrapatos: os carrapatos duros (Ixodídeos) e os carrapatos moles (Argasídeos) (figura 1). Os Ixodídeos aderem a seus hospedeiros por um período de tempo prolongado (vários dias), enquanto que os Argasídeos rapidamente se alimentam e caem.
Famílias Ixodidae e Argasidae
	ARGASIDAE	IXODIDAE
	Escudo dorsal ausente	Escudo dorsal presente
	Dimorfismo sexual (pouco nítido)	Dimorfismo sexual acentuado
	Posturas parceladas	Postura única
	Mais de um estádio ninfal	Um único estádio ninfal
	Procuram hospedeiros para repastos curtos	Fixam-se nos hopedeiros por períodos prolongados
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
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Existem duas famílias de carrapatos: os carrapatos duros (Ixodídeos) e os carrapatos moles (Argasídeos) (figura 1). Os Ixodídeos aderem a seus hospedeiros por um período de tempo prolongado (vários dias), enquanto que os Argasídeos rapidamente se alimentam e caem.
ARGASIDEOS
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 HOSPEDEIROS : AVES
 Pequena importância no Brasil
 Tem hábitos noturno – procuram hospedeiro apenas para se alimentar-
Não se fixa período prolongado
 durante o dia- locais sombrios, úmidos (frestas de madeiras e paredes)
23
CICLO DE VIDA
FÊMEAS (120-200 OVOS)
ECLOSÃO LARVAS
Fixação
~4 dias
abrigo
protoninfa
Alimentação 30`
deutoninfa
Adultos machos e fêmeas
Cópula fora do hosp. 
24
Argas miniatus (galinha)
25
Argas miniatus (galinha)
26
Argas miniatus
 Devido a alta tecnificação da exploração avícola – estes carrapatos só são encontrados em criação ditas de fundo de quintal
27
Rhipicephalus (Boophilus) microplus
28
Rhipicephalus (Boophilus) microplus
HOSPEDEIRO: Bovinos
- Pode ser encontrado: em outros mamíferos domésticos e silvestres
 Carrapato de um único hospedeiro
 Ciclo:
- Um fase de vida vida-livre e uma fase de parasitária
29
Localização
30
Pré-postura (2 a 3 dias)
 3000 ovos
Postura (15 dias)
Eclosão
Início 7 dias após a postura 
completa em 3 a 4 dias Neolarva
7 dias Larva infestante
31
(2-3 dias)
(15 dias)
(7 dias)
(7 dias)
32
Fase de vida parasitária
(~35 dias)
33
Controle do Carrapato
Bovino
34
Lesões no couro
Predisposição à 
bernes e bicheiras
Hematofagismo
Transmissão de doenças
Irritação
Queda de produção
Perdas diretas 
e indiretas
35
1,5 a 2 mL de sg.
Locais
 Preferenciais
36
Controle do carrapato
fora do hospedeiro
 Rotação de pastagens
 Escolha das pastagens
 Manejo dos campos e 
 animais
 Controle biológico
 Outros
37
Controle do carrapato no hospedeiro
 Uso de carrapaticidas
 Raças resistentes
 Vacinas
38
Formas e vias de aplicação
Banhos de imersão ou mergulho
Pulverização ou aspersão 
 (mecânica ou manual)
Aplicação dorsal (Pour on)
Injetável
39
Escolha do carrapaticida:
 Eficácia:
	Teste de resistência aos carrapaticidas
	(Bovinos e equinos)
 Toxicidade ao hospedeiro
 Efeito residual
 Custo
40
Resistência aos
carrapaticidas
Alteração das propriedades do 
 carrapaticida no local de ação
Situações de superpopulação
 Subdose, aplicação mal feita...
41
Vacina
Antígeno BM86
 Proteína da parede intestinal de fêmeas 
 adultas
 50 a 79% das fêmeas adultas
 3 doses a intervalos de quatro semanas. 
 Um reforço a cada seis meses, a partir da 
 primeira dose
42
Associação com carrapaticidas (pour on)
R$ 3,00 a dose
Efeito somatório e a longo prazo
Raças resistentes
Raça
Nelore
Chianina x Nelore
Ibagé
Nº de carrapatos/dia
3,3 + 0,12
22,2 + 2,83 
 59,7 + 18,90
Limites
Mínimo Máximo
0	28
1	89
 0	624
Resistência inata
Resistência adquirida
Gomes et al., 1989
43
Anocentor sp.
44
 Anocentor nitens
Hospedeiro:
eqüinos
Carrapato de um único hospedeiro
45
Anocentor nitens
46
Anocentor nitens
Fase de vida parasitária
47
Anocentor nitens
Fase de vida livre
Sujeita aos mesmos fatores que R. (Boophilus)microplus
48
Anocentor nitens
Carrapato da orelha
 Redor do olho
 Crina
 Períneo
 Cauda
49
Amblyomma cajennense
HOSPEDEIRO: Eqüinos
Carrapato de três hospedeiros
“Carrapato estrela” 
Larvas - micuins
50
Amblyomma cajennense (Frontal)
Número de ovos - 8000
51
Amblyomma cajennense (Dorsal)
FÊMEAS (2000-8000 OVOS)
LARVA
NINFA
Transmissor da febre maculosa 
52
A incidência da Febre Maculosa é mais comum em pessoas que vivem ou frequentam áreas rurais infestadas por carrapatos. além disso, estar em contato com animais como capivaras, cavalos, vacas e cachorros com carrapatos também aumenta o risco de contrair a doença.
Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas. Os mais jovens e de menor tamanho são vetores mais perigosos, porque são mais difíceis de serem vistos. Não existe transmissão da doença de uma pessoa para outra.
quadro inicial é caracterizado por febre alta, dor de cabeça, no corpo e perto dos olhos, enjoo, vômito, diarreia e falta de apetite. Tudo isso seguido do aparecimento de manchas no corpo.
Amblyomma cajennense (Dorsal)
Febre maculosa 
Carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas
Febre alta;
Dor de cabeça, no corpo e perto dos olhos;
Enjoo;
Vômito;
Diarreia;
Falta de apetite;
Tudo isso seguido do aparecimento de manchas no corpo.
A febre maculosa brasileira tem cura desde que o tratamento com antibióticos (tetraciclina e clorafenicol) seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. 
Em geral, a partir de sete dias sem tratamento, as lesões causadas pela doença são irreversíveis e dificilmente se consegue evitar o óbito.
Amblyomma cajennense (Dorsal)
Febre maculosa 
 Tratamentos a cada 10 dias 
 nas fases de larva e ninfa
 Escovação
 Criação separada do bovino
 Ambiente
Controle do carrapato do equino
Babesia spp.
55
Amblyomma sp.
56
Fêmea de Amblyomma spp.
57
Macho e fêmea de Amblyomma spp.
58
Amblyomma cajennense (Dorsal)
59
Amblyomma cajennense
Macho
Ventral
60
Amblyomma aureolatum
Macho
Ventral
61
Amblyomma braziliensis
Macho
Ventral
62
Amblyomma tigrinum
Fêmea
Ventral
63
 Rhipicephalus
64
Rhipicephalus sanguineus 
Macho
Fêmea
65
Rhipicephalus sanguineus
(macho e fêmea)
66
Ciclo do 
Rhipicephalus sanguineus
Fêmea ingurgitada
larva
larva
alimentada
alimentada
Ninfa
Ninfa
adultos
Vida lire
Ovos – 2000 a 3000
Postura- 21 a 39 dias
Eclosão – 17 – 60
Parasitária e livre
1º Fixação larva– 2 a 7 dias- abandonam hosp – ninfa 23 dias
2º Fixação ninfa- ingurgitam 4-9 dias-abandonam hosp e 11 a 73 dias mudam adulto.
CICLO 63 DIAS ~
67
Controle do carrapato do cão
Irritação
Transmissão de doenças:
Babesia, Ehrlichia, Hepatozoon, etc
68
 Ambiente 
 doméstico 
 Top spot 
 Sprays
 Banhos
Controle do carrapato do cão
69
 Evitar levar o animal para passear em regiões infestadas
 Tosar o pêlo
 Examinar o animal frequentemente
 Banhos
 Fechar as frestas de parede 
 Controlar mato e animais da vizinhança
Controle do carrapato do cão
70
?
Controle do carrapato do cão
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
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