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ESTUDOS TERAPÊUTICOS- DIÁTESE 
 
 
 
1
 
1 
Sumário 
NOSSA HISTÓRIA .................................................................................. 2 
ESTUDOS TERAPÊUTICO – DIÁTESE .................................................. 3 
OLIGOTERAPIA - A MEDICINA FUNCIONAL DE JACQUES 
MÉNÉTRIER .................................................................................................... 11 
DIÁTESE E OS OLIGOELEMENTOS.................................................... 14 
OS OLIGOELEMENTOS DEVEM OBEDECER AOS SEGUINTES 
CRITÉRIOS: ..................................................................................................... 22 
 
 
 
 
 
 
2
 
2 
 
NOSSA HISTÓRIA 
 
 
A nossa história inicia com a realização do sonho de um grupo de 
empresários, em atender à crescente demanda de alunos para cursos de 
Graduação e Pós-Graduação. Com isso foi criado a nossa instituição, como 
entidade oferecendo serviços educacionais em nível superior. 
A instituição tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de 
conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a 
participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua 
formação contínua. Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, 
científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o 
saber através do ensino, de publicação ou outras normas de comunicação. 
A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma 
confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base 
profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições 
modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica, 
excelência no atendimento e valor do serviço oferecido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3
 
3 
 
ESTUDOS TERAPÊUTICO – DIÁTESE 
 
Diátese é o conceito atual que além de englobar a doença crônica 
resultante de ação miasmática a que se refere Hahnemann, enquadra o conceito 
de modo reacional patológico – diátese é um conceito que surgiu com a Escola 
Pluralista, correspondendo à doença hahnemanniana crónica . 
“Emanações que outrora eram consideradas, erradamente, como causadoras de 
doenças e que provinham de detritos orgânicos em decomposição ou de 
doenças infecto-contagiosas e cujos efeitos se podem assemelhar, em parte, à 
ação microbiana no organismo”. 
 Embora esta seja a definição de miasmas, que comumente se pode 
encontrar num dicionário, a realidade doutrinária homeopática subjacente ao 
conceito é muito mais vasta do que aquela que a mera descrição linguística pode 
denunciar. 
 
DIÁTESE: “não é uma predisposição para certas 
doenças, nem um certo modo de as produzir, não é 
também um grupo de doenças, é um comportamento 
geral do indivíduo, um conjunto de tendências que 
existem no indivíduo sadio, e que caracterizam a 
personalidade física e psíquica, e que se acham, em 
geral ampliadas no indivíduo doente” (MICHAUD, 1998). 
 
Efetivamente, Hahnemann empregava o termo miasma no mesmo sentido 
com que ele é definido atualmente, mas a sua conceptualização do fenómeno 
miasmático era bastante mais abrangente do que a priori se pode pensar. Das 
palavras do Organon pode depreender se, que para Hahnemann, miasmas são 
estigmas de infecções contraídas e suprimidas num passado remoto pelos 
nossos ancestrais. 
Estes estigmas são perpetuados pela linha genética, condicionando o 
modo reacional de um organismo, que pode apresentar uma predisposição 
 
 
 
4
 
4 
particular para contrair certas doenças e manifestar determinada realidade 
sintomática. Este eminente fundador homeopata, desconhecendo os atuais 
conceitos de genética, microbiologia, virologia e bacteriologia, desenvolveu um 
corpo doutrinário capaz de explicar a perpetuação na linhagem genética de 
marcas resultantes de infecções bacteriológicas, e explica inclusive, as 
micromutações cromossómicas que sofremos ao longo das décadas ou séculos 
e que refletem as adaptações aos meios patológicos. 
 Na realidade é mais fácil perceber as inequívocas macromutações 
– adaptações – aparentemente estáveis, que a nossa espécie sofreu ao longo 
de milénios, do que as transformações que os seres experimentam num espaço 
de tempo circunscrito a algumas décadas ou séculos Traduz-se assim, numa 
modalidade reacional patológica específica dum indivíduo face a uma agressão 
patogênica indiferenciada. 
Crê se atualmente que o conceito de miasma hahnemanniano se encontra 
ultrapassado – principalmente devido às recentes concepções das Escolas 
Pluralistas que o consideram lacunar –, devido ao facto de este não englobar 
uma série de fatores etiológicos de carácter endógeno, nomeadamente a 
hereditariedade e a adaptação dos genes humanos. 
Erradamente, esta perspectiva atual resulta de interpretações restritivas 
da obra de Hahnemann: da leitura atenta do capítulo do Organon referente aos 
miasmas, depreende-se que Hahnemann acreditava numa perpetuação dos 
efeitos miasmáticos. 
Organon denúncia que Hahnemann não descurou – embora não 
conhecesse – o conceito de hereditariedade e de micro mutação dos genes nos 
organismos vivos face a agentes patogénicos exógenos 
Deve referir-se, que a remoção da superfície do organismo das 
manifestações de uma doença miasmática interna, deixando o miasma por curar, 
é a forma mais usual e prolífica de produzir doenças crónicas – Organon § 
202/205. 
 
 
 
5
 
5 
A supressão de um eczema na criança pode conduzir a ulteriores crises 
asmáticas. Hahnemann defendia que não se devia aplicar nas enfermidades 
locais, crónicas ou agudas, externamente, qualquer remédio, nem mesmo o 
homeopático correto (Organon § 194; § 195). 
Este conceito hahnemanniano, embora teoricamente correto, deve ser 
interpretado à medida da experiência clínica do homeopata, dos efeitos das 
diversas substâncias ou remédios no organismo, da patologia em causa ou da 
idiossincrasia do enfermo. 
A aplicação tópica de uma pomada de Arnica para um traumatismo físico 
recente, dificilmente terá complicações no organismo do paciente. 
A doença crônica progride do exterior para o interior, do baixo para o alto 
e os sintomas desaparecem na ordem inversa do seu aparecimento. 
Hahnemann, constatou que alguns doentes tratados convenientemente 
com o remédio simillimum: 
● Tinham apenas leves melhorias; 
● Tinham recaídas; 
● Eram acossados por novas patologias – não confundir esta situação com 
aquela que pode surgir com administração do simillimum imperfeito. Aqui, 
o paciente é acometido por novas patologias e não por sintomas 
acessórios. 
Daqui deduziu que subjacente à patologia aguda teria que existir uma 
crónica, que englobou em categorias diatésicas, verdadeiras disposições 
latentes, de causa hereditária ou adquirida, condicionantes do modo de reagir de 
um organismo, predispondo-o a contrair um certo número de doenças. 
 
Assim, os doentes cujas patologias não respondessem satisfatoriamente 
ao simillimum, deveriam ser enquadrados naquelas categorias para efeitos de 
tratamento – cada uma das categorias engloba os pacientes cuja reação 
patológica é análoga, independentemente do agente agressor. 
 
 
 
6
 
6 
Atente-se que a noção de doença crónica, não foi unanimemente aceite. 
Homeopatas como Kent e Hering, não lhe atribuíram grande importância, 
desenvolvendo todos os seus esforços na tentativa de descoberta 
do simillimum aplicável às situações patológicas imediatas do paciente em 
observação. 
Gibson Miller, aluno de Kent, sustentou a necessidade de serem 
administrados sucessivamente diversos remédios, com o fim das doenças 
crónicas atingirem a cura. 
Se no decurso de uma doença crónicasurgir uma doença aguda banal, 
deve ser prescrito o remédio mais indicado, mas em baixa dinamização, de forma 
a não interferir ou interferir o menos possível com a ação prioritária do remédio 
de fundo. 
Hahnemann individualizou três categorias: 
● Psora, derivada de uma intoxicação crónica – endógena ou exógena –. 
● Sicose como resultado das consequências negativas das vacinações 
– v.g. a antivariólica –, blenorragia mal tratada e de todos os processos mórbidos 
repetitivos e rebeldes. 
●Lues ou Sífilis, modalidade reacional do organismo em face de agentes 
agressores diversos, caracterizada por manifestações semelhantes à da 
infecção provocada pelo Treponema pallidum. Nos tempos antigos a sífilis era 
considerada a causa da Luese. 
Pelos trabalhos de Nebel e Vannier, incluem-se outras duas: 
● Tuberculinismo, como conjunto de manifestações físicas e psíquicas, 
bem como orientações mórbidas gerais imprimidas ao organismo por uma 
tuberculose que remonta a uma ou mais gerações. 
● Cancerinismo, forma nativa que suscetibilizar o organismo na direção 
do risco oncológico. 
 
 
 
7
 
7 
Existindo um número considerável de remédios diatésicos, o terapeuta 
terá de procurar nas suas patogenesias os sintomas do quadro patológico 
apresentado pelo doente e obtido com recursos que não se limitam aos sinais 
recentes. 
● Ao lado de Sulfur, os medicamentos principais da Psora são: 
Arsenicum Album, Lycopodium e Nux Vomica. 
A Calcarea Carbonica é o medicamento constitucional e o nosodo é o 
Psorinum. (Constituição é um conceito essencialmente pluralista). 
● Ao lado da Thuya – a Thuya é a Sicose; a Sicose é a Thuya –, 
Dulcamara e Natrum Sulfuricum. 
O constitucional é a Calcarea Carbonica e o nosodo é o Medorrhinum. 
● Para a Luese temos como principais ao lado de Mercurius Solubilis: 
Argentum Nitricum, Lachesis e Phytolacca. O constitucional é Calcarea Fluorica 
e o nosodo é o Luesinum. 
● No Tuberculinismo, encontramos Phosphorus, Natrum Muriaticum, 
Pulsatilla e Sépia. O constitucional é a Calcarea Phosphorica e o nosodo é o 
Tuberculinum. 
● A série cancerínica é a mais recente e não está bem definida. O nosodo 
é o Carcinosinum. Os três grandes cancerínicos são: Thuya, Conium e Hydrastis. 
É aqui de vital importância a anamnese e o simillimum terá de estender a 
sua ação, quer aos sintomas imediatos quer aos mediatos – os que constituem 
o modo reacional daquele paciente. 
Numa doença crónica, a totalidade dos sintomas, compreende os 
existentes desde o nascimento, excluindo os que se apresentem como 
estruturadores de um quadro agudo. 
 
 
 
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8 
Em regra, o simillimum terá propriedades de cura quer no agudo, quer no 
crónico, mas quando tal não aconteça, terão de se receitar sucessivamente 
vários medicamentos, em consonância com a reavaliação constante do paciente 
e da patologia. Mas apenas um de cada vez. 
Recordamos que as Escolas Pluralistas preconizam a utilização 
simultânea de vários medicamentos e que as Complexistas misturam várias 
substâncias na mesma solução excipiente. 
Embora a prática clínica possa indicar a existência de resultados 
favoráveis mediante a particular prescrição terapêutica destas duas Escolas, 
aconselhamos a que os princípios basilares da homeopatia sejam inteiramente 
respeitados, até que a experiência clínica pessoal alicerçada os conteste. 
É importante frisar que todos nós somos polidiatésicos – as diáteses puras 
ou quase puras só surgem em pediatria – e as diáteses devem ser tratadas na 
ordem cronológica inversa ao seu aparecimento: primeiro a mais recente, depois 
a(s) mais antiga(s). 
 
Se constatarmos uma determinada diátese atual, a sua cura fará com que 
surjam os sinais da diátese ou diáteses mais antigas, que serão tratadas em 
ordem sucessiva com o respectivo simillimum, até ao desaparecimento integral 
de todos os sintomas. 
Cada paciente individualmente considerado, exibe apenas uma parte total dos 
sintomas que constituem a extensão total da diátese, extensão esta que foi 
obtida pela observação de muitos pacientes acometidos dessa “doença crónica”. 
 
No domínio das diáteses, para além dos medicamentos de referência, crê-
se que exerçam um papel fundamental os nosodos, policrestos de ação quer 
geral, quer local – Psorinum, Medorrhinum, Luesinum, Tuberculinum e 
Carcinosinum . 
Os nosodos são produtos patológicos tecidulares ou extraídos de 
secreções mórbidas de origem vegetal, animal ou humana, diluídos e 
 
 
 
9
 
9 
dinamizados segundo as técnicas da farmácia homeopática, administrados a 
partir da 6ª diluição decimal. 
Os métodos bioterápicos foram desenvolvidos em França, paralelamente à 
homeopatia. 
● O Psorinum é a diluição da substância sero-purulenta contida na vesícula 
da sarna. 
● O Medorrhinum é a diluição da secreção purulenta blenorrágica. 
● O Luesinum é o lisado das serosidades treponêmicas de cancros 
primitivos. 
● O Tuberculinum é a tuberculina bruta obtida da mycobacterium 
tuberculosis. 
● O Carcinosinum é preparado a partir de nódulos cancerosos, 
particularmente do seio – adverte-se que não é um remédio do cancro, 
mas da diátese cancerínica –. 
É necessário reconhecer que apenas uma pequena parte dos bioterápicos 
podem ser considerados medicamentos homeopáticos, porquanto a maioria 
carece de experimentação, de patogenesia. Entre os que assim são 
reconhecidos, estão os supra mencionados. 
Já referimos o medicamento constitucional de cada uma das diáteses: 
Psora – Calcarea Carbonica; 
Sicose – Calcarea Carbonica; 
Lues - Calcarea Fluórica; 
Tuberculinismo – Calcarea Phosphorica. 
Para Hahnemann, todas as doenças crônicas seriam consequências da 
ação de miasmas anteriormente estabelecidos e não causadas diretamente 
pelos agentes infectantes tidos como responsáveis pela manifestação patógena. 
O que está bem definido é que antes da ação do agente infeccioso clássico, já 
existia uma condição precedente, e que está, na realidade, é o MIASMA 
 
 
 
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0 
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propriamente dito. Tem como causa algo precedente capaz de desestruturar a 
unidade orgânica, levando-a a apresentar um grande número de sintomas. 
As constituições – o conceito de constituição tem o seu domínio 
praticamente limitado à Escola Pluralista –, carbónica, fosfórica e fluórica, que 
são uma constante dos indivíduos, foram estudadas por Nebel e são 
determinadas pela observação do esqueleto e da forma do corpo. 
●O carbónico apresenta formas arredondadas e o antebraço apresenta 
na posição de repouso, relativamente ao braço, um ângulo inferior a 180º. 
●O fosfórico é um longilíneo, grande e magro. O antebraço está 
exatamente no prolongamento do braço. 
●O fluórico é um longilíneo ou brevílineo, com o rosto e o corpo 
dissimétricos, decorrentes de deformações esqueléticas. Os dentes estão mal 
implantados. O antebraço apresenta relativamente ao braço, um ângulo superior 
a 180º. 
Expomos a seguir, ainda que sumariamente, os principais sinais e 
sintomas das várias diáteses, de forma a que o homeopata possa expeditamente 
subsumir lhes o quadro clínico apresentado pelo doente sujeito a observação 
– para o estudo desta matéria, é fundamental a obra: “As diáteses 
homeopáticas”, de Max Tetau, Editora Andrei, 1998 – veja-se ainda o 
desenvolvimento da mesma, no nosso livro Homeopatia Essencial, da editora 
Sete Caminhos. 
 
 Diáteses...o que é? As doenças são informações que carregamos em nós 
mesmos, oriundas de um acervo informativo a que fomos submetidos na 
concepção somados aquelas que depois adquirimos no mundo. São as nossas 
características, suscetibilidades e disposições para adoecer. 
Diátese é o nome dado ao conjunto de características semiológicas 
(sintomas e sinais das doenças). Para Dr. Ménétrier, a diátese traduz uma1
1 
11 
disfunção que vai perturbar o funcionamento harmonioso do organismo, levando-
o, aos poucos, ao desarranjo e a degenerescência. Uma diátese exprime a 
transição entre o estado de saúde e o estado lesional. Ao identificarmos algumas 
características semiológicas, podemos identificar os oligoelementos de base. 
 
OLIGOTERAPIA - A MEDICINA FUNCIONAL DE 
JACQUES MÉNÉTRIER 
 
Sabemos que a modernidade e as tecnologias que nos facilitam a vida, 
principalmente nos grandes centros podem também causar grandes danos à 
sustentabilidade do Planeta e também à nossa saúde devido a alguns fatores 
como o alto nível de poluição, estresse causado pela competitividade, o uso de 
produtos químicos na produção e conservação dos alimentos, entre outros. 
Somos vulneráveis às mudanças climáticas, às pressões sócio- 
econômicas e aos fatores culturais, pois estes causam influências diretas e 
indiretas sobre o equilíbrio orgânico do indivíduo. 
Segundo Darwin na sua teoria da evolução das espécies, é através do 
processo de adaptação ao “meio ambiente”, que acontecem as mudanças no 
comportamento fisiológico dos seres vivos, determinando a sobrevivência dos 
mais “fortes”, processo que ele chamava de “seleção natural”. 
Imagino que com Sete bilhões de pessoas no planeta, a produção de 
comida só é possível graças às novas tecnologias, porém o preço é alto e danoso 
à nossa saúde. 
E graças à ciência moderna preconizada por Albert Einstein surge uma 
nova visão de mundo, mais complexa e que pode caracterizar-se por palavras 
como: orgânica, holística e ecológica, e novas formas de produção estão sendo 
reinventadas. 
 
 
 
1
2 
12 
A descoberta desta nova física, trouxe também a possibilidade de 
demonstrar a natureza energética dos átomos e moléculas do nosso corpo, 
assim proporcionando a compreensão de que matéria e energia são uma coisa 
só. 
Na medicina houveram fantásticos avanços, principalmente nos últimos 
dois séculos, onde modificou profundamente seus métodos e técnicas, mesmo 
que por necessidade de evitar as mortes, tenham se oposto ao mais evidente, a 
doença em si, sem, no entanto, evitar totalmente as consequências iatrogênicas 
para o ser humano. 
No final do Século XIX, Gabriel Bertrand, demonstrou a importância dos 
minerais, que encontrados em organismos vivos; animais e plantas e que usados 
em ínfimas quantidades, tinham papel fundamental como biocatalisadores nas 
funções enzimáticas. 
 Em 1912, em um congresso científico, ele apresentou alguns desses 
minerais, os quais ele chamou de “Oligoelementos”. 
No século XX, o brilhante cientista Linus Pauling, duas vezes ganhador 
do Prêmio Nobel, é considerado o criador do termo Ortomolecular, enredou pelo 
intricado campo da bioquímica – a química dos seres vivos – concluiu que “A 
doença tem uma base, um substrato molecular. 
Em 1968 em seu artigo “Psiquiatria Ortomolecular”, publicado na revista 
Science ele descreveu o tratamento da doença mental, por meio do fornecimento 
de um ambiente ideal molecular para a mente, especialmente em concentrações 
ideais de substâncias normalmente presentes no corpo. 
Jacques Ménétrier, em 1932 apresentou a “Tese das Diáteses”, 
comprovando o uso clínico dos oligoelementos ou minerais catalíticos na 
correção do terreno biológico dos pacientes, impedindo a evolução da doença 
para sua forma lesional. 
Sua proposta inovadora para a época sugeria o tratamento em um estágio 
entre a saúde e a doença, ou seja, na sua forma funcional, esse novo padrão de 
medicina foi denominado de Medicina das Funções. Ele propôs a destrinchar as 
 
 
 
1
3 
13 
causas, comportamentos, sintomas e patologias fundamentais ou essenciais, 
verificadas no contexto clínico em quatro possibilidades teóricas, mais uma, 
buscando estabelecer as relações de causas e efeitos entre o comportamento 
individual e o mecanismo geral de cada um dos terrenos ou diáteses. 
Diátese é o conjunto de características que definem o perfil biológico, 
levando em consideração os aspectos físicos, intelectuais e psicológicos 
demonstrados pelo paciente no momento da consulta. 
A disposição mórbida de uma diátese traduz um estado de desequilíbrio 
que se sucede ao equilíbrio natural que precede a lesão, ou seja, é uma 
disfunção que perturba o funcionamento orgânico e que conduz de forma 
progressiva à desordem e à degeneração. Porém também é comportamento 
próprio das diáteses a instabilidade e sua capacidade de regressão ao estado 
inicial, por isso é aconselhável atacar de pronto a diátese mais vicariada, sem, 
contudo, deixar de tratar também a sua origem essencial. Cada diátese ou 
terreno possui o seu mineral corretor de base. 
 
OLIGOTERAPIA X HOMEOPATIA 
 
Oligoterapia é diferente de homeopatia embora não exista antagonismo 
entre ambas, muito pelo contrário, se completam. A despeito de ambos os 
processos passarem por diluições, são utilizados veículos diferentes, como o 
álcool para a homeopatia e o glutonato para o Oligoterapia, sendo que na 
homeopatia ocorrem diluições sucessivas, seguidas de processos de sucussão, 
fato este que não ocorre na Oligoterapia. Como já explanado a homeopatia 
atende a Lei dos semelhantes. Como se sabe os Oligoelemento, atua de maneira 
catalítica. 
Alguns medicamentos homeopáticos em baixa diluição, tais como D2, 
D3...e mesmo as primeiras centesimais, C1, C2... podem eventualmente ter 
também alguma ação catalítica, além de agir pelo semelhante. Talvez haja algum 
momento um ponto de interseção ou de tangência entre ambas as técnicas. 
 
 
 
1
4 
14 
Há que se saber utilizar destas técnicas, sobretudo o momento exato em 
se trabalhar com ambas, simultânea ou isoladamente. 
 
DIÁTESE E OS OLIGOELEMENTOS 
 
A Oligoterapia é considerada uma terapia muito eficaz pelo fato de os 
oligoelementos serem administrados de forma transdérmica (colocados ou 
ionizados pela pele) e, desta forma, não sofrerem a interferência dos ácidos 
internos. Os íons entram através da pele já interagindo e isso ocorre graças à 
ajuda do EDTA, que em quantidades adequadas funciona como veículo de 
penetração e como quelante. Essa penetração dos íons através da pele pode 
ser potencializada com a ajuda de correntes iônicas, obtidas por meio de 
aparelhos de ionização específicos para a prática da Oligoterapia. 
A Oligoterapia é uma técnica criada em 1932 pelo médico francês Dr. 
Jacques Ménétrier, autor do livro “Medicina das Funções” (assim chamada 
porque visava restabelecer as funções orgânicas pela suplementação com 
oligoelementos). A finalidade desta metodologia é estimular a melhora ou a cura 
de doenças consideradas em estágio funcional e, quando há lesão, a 
Oligoterapia vai auxiliar a cura. O tratamento proposto nesta medicina é o uso 
de doses mínimas de minerais isoladamente ou associações sinérgicas de modo 
a equilibrar a capacidade orgânica do indivíduo. 
 
Na ausência de minerais, fica aberta a porta para a ansiedade, nervosismo, 
estresse, depressão, entre outras disfunções, podendo levar a graves estados 
patológicos. Esta ausência proporciona também sintomas desconfortáveis ao 
organismo, os quais não são detectáveis em exames convencionais da medicina 
ortodoxa, mas o indivíduo sente que há algo que está em desarmonia. 
 
Na Ortomolecular, a população mundial é classificada em formas de “ser 
e estar”, de “ser e reagir” (terrenos + funções = diáteses). Como sabemos, as 
 
 
 
1
5 
15 
doenças são informações que carregamos em nós mesmos oriundas de um 
acervo informativo a que fomos submetidos na concepção. Denominamos de 
diátese o terreno propício ao desenvolvimento de patologia. As diáteses são 
afloramentos de arquétipos patológicos existentes em nós. Essas informações 
patológicas advêm de exposições a numerosos fatores,por exemplo, fatores 
ambientais como poluição atmosférica, contaminação alimentar, da água, fatores 
hormonais, sociais, emocionais, etc. 
 
Para estabelecer a diátese, comportamento físico e psíquico de cada pessoa, o 
terapeuta submete o paciente a um longo questionário contendo, dentre outras 
perguntas, seu estado geral, hábitos alimentares, funcionamento do aparelho 
respiratório, digestório e urinário, qualidade do sono e característica de caráter. 
 
Cada diátese tem sintomas e comportamentos específicos. Para cada uma é 
necessária a aplicação de oligoelementos específicos para o restabelecimento 
do equilíbrio. Vejamos alguns exemplos: 
 
1º - O estudo do comportamento geral: físico, intelectual, psicológico; 
2º - Os sintomas funcionais e pré-lesionais; 
3º - As evoluções patológicas; 
4º - A terapêutica. 
 
1 - A Alérgica ► regulador: manganês (Mn) 
2 - A Hipostênica ► regulador: manganês-cobre (Mn-Cu) 
3 - A Distônica ► regulador: manganês-cobalto (Mn-Co) 
4 - A Anérgica ► regulador: cobre-ouro-prata (Cu-Au-Ag) 
5 - A Desadaptação► reguladores: zinco-cobre (Zn-Cu) zinco-níquel-
cobalto (Zn-Ni-Co) 
 
 
 
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1- Alérgica – Diátese Constitucional 
Características Gerais: 
 – Patologias agudas e reage de forma agressiva 
– Reage muito as agressões físicas e quando adoece são doenças que 
podem evoluir sem muita gravidade 
 
Comportamento físico: 
 – Cansaço pela manhã, precisa de atividade física 
 – Geralmente um indivíduo jovem, magro, agitado, apressado, 
O alérgico reage violentamente contra todas as agressões tóxicas, sejam 
elas, infecciosas, psicológicas, ambientais, etc. 
 Acorda cansado, com vontade de ficar sempre dormindo um pouco mais; 
vai melhorar no decorrer do dia; vai “esquentando” na medida em que o dia 
avança. No final da tarde e começo de noite fica mais “ligado”; gosta de dormir 
tarde (é importante observar que existem sujeitos de Diátese I que levantam 
cedo e dormem cedo por puro hábito construído pelas obrigações profissionais). 
 
Comportamento Psicológico: 
– Impetuoso, apaixonado, confiante, não termina o que começa 
– São pessoas idealizadoras, que realizam seus sonhos. 
 – São ainda afetivos, nervosos, agressivos, 
– Otimistas, tímidos, dinâmicos, emotivos, 
– Explosivos e não guardam rancores. 
 
Comportamento Intelectual: 
 
 
 
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– Vivo, brilhante, instável 
Sintomas gerais: – Alergias múltiplas e difusas (ORL e pulmonares 
sazonais), eczemas – neuralgias, ciáticas 
– Distúrbios digestivos (gastrite, vômitos de caráter hiperestênico) 
– Perturbações oculares, dores de cabeça frontais, 
 – Artrites dolorosas 
– gudas e reincidentes, não deformantes 
 – Neuralgias, ciáticas, lombalgias 
– Alterações de tireoide (Hipertireoidismo) 
– Hipermenorréia, Dismenorreia 
– Perturbações da micção, hemorroidas 
– Insônia, euforia e agitação vesperal; 
 – Unhas quebradiças, Queda de cabelos 
 
OBS: O tratamento da diátese alérgica, requer a recomendação do 
oligoelemento manganês (Mn). 
 
2- Hipostênica – Diátese Constitucional 
 Características Gerais: 
– Tendência ao cansaço, 
– Esgotamento físico rápido, 
– Um indivíduo lento e que, na medida em passa o dia vai se cansando, 
apresenta astenia progressiva que as vezes pode abalar sua autoconfiança. 
 
Comportamento físico: 
 
 
 
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– fatigável o cansaço aumenta durante o dia ou por esforço. 
 – Necessita de longos períodos de sono 
– Precisa muito de repouso, para retomar seus afazeres e recuperar sua 
capacidade de trabalho intelectual. 
 
 Hipostênica – Diátese Constitucional 
Comportamento intelectual: 
– Intelectualmente, tem dificuldade de se concentrar, prestar atenção nas 
aulas por muito tempo, nas últimas aulas quase não aproveita o conteúdo. 
– Costuma ser desatento e distraído. 
 
Comportamento psicológico: 
– Natureza calma e ponderada, 
– Pessoa sensata, ordenada 
– Não oferece sua amizade ou se amor sem avaliar o risco. 
– Meticuloso, agarra-se a detalhes, não gosta de imprevistos, detesta o 
fato de ficar em débito, geralmente indiferente ao meio, parecendo não se 
interessar por nada. 
– Poupa esforços, fala pouco e só o que interessa. 
 
Sintomas 
 – Sensibilidade respiratória, infecções frequentes (virais, gripais e outras) 
– Déficit imunitário infeccioso (cistite recidivantes, tuberculose) 
 – Distúrbios digestivos, obesidade, entero-colites 
– Obesidade, diabetes, 
 
 
 
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– Menstruação espaçada (hipomenorréia) 
– Alterações de tireoide (hipotireoidismo) 
– Possível atraso no crescimento físico da criança; 
– Infecções dentárias e periodônticas, mesmo em pacientes que têm boa 
higiene bucal e ainda assim proliferam placas bacterianas; 
 – Lentidão e dificuldade escolar ligada à baixa possibilidade de 
compreensão; – Má memória por falta de resistência; 
 – Fadiga progressiva por falta de resistência, tendência a celulite e 
frouxidão ligamentar 
 
O tratamento desta diátese requer a recomendação do complexo 
oligoterápico manganês-cobre (Mn-Cu). 
 
3- Distônica 
 
Características Gerais: 
– A Diátese III é principalmente a diátese da ansiedade, mas conserva 
espírito criativo da Diátese I a partir da qual ela evoluiu. 
 – Aparece normalmente no adulto 
 – Marca uma divisão entre doença funcional e orgânica, 
– Baixa vitalidade e senescência. 
 
Comportamento psicológico: 
– Ansiedade, nervosismo, emotividade, depressão, sono medíocre. 
 – Geralmente um desequilíbrio circulatório, emocional e hormonal 
 
 
 
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Comportamento Físico: 
– Cansaço aumenta durante o dia tornando-se mais intenso antes das 
refeições 
– Alteração no sono, ou insônia, ou diminuição da qualidade do sono. 
– Apresenta fadiga progressiva no decorrer do dia. 
 – Perda de ânimo, diminuição do desejo sexual (sem perder o prazer), 
Comportamento intelectual: 
 – Esta Diátese se caracteriza por envelhecimento geral, diminuição da 
concentração, perda de memória, perda de entusiasmo (sem deixar de ser 
criativo. 
Sintomas: 
– Distúrbios vasomotores: vertigens; 
 – Disfagias funcionais; 
– Aerogastrocolia; 
– Colopatias funcionais; 
 – Cefaleias psicogênicas; 
 – Cefaleia geralmente occipital; 
 – Astenia progressiva, 
– Ansiedade e mais especificamente a ansiedade vesperal, 
 – Insônia ou despertar noturno; 
 – Estados espasmódicos; 
 – Urticária crônica 
 – Eczema crônico. 
 
 
 
 
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O tratamento desta diátese requer a recomendação do complexo 
oligoterápico manganês-cobalto (Mn-Co). 
 
4- Anérgica 
Características Gerais: 
 Assinala a diferença entre os estados funcionais e os estados lesionais. 
Comportamento Físico: queda rápida ou lenta de vitalidade. O cansaço 
dura o dia todo. 
 Comportamento Psicológico: desgosto pela vida indo da simples 
indiferença até a ideia de suicídio. 
 Sintomas: 
– Anérgica é a espessura de seu dossiê médico 
– Infecções agudas ou subagudas recidivantes 
– Cistites – Viroses 
– Retocolite hemorrágica, fístula. 
 
O tratamento desta diátese requer a recomendação de um complexo 
oligoterápico (cobre-ouro-prata). 
 
5- Desadaptação 
 Características Gerais: não é uma diátese verdadeira, mas um estado 
puramente funcional 
Comportamento físico: fadiga, astenia cíclica, síndrome plurimetabólica 
Comportamento intelectual: diminuição temporária das capacidades 
intelectuais (ex. memória e atenção) 
 
 
 
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Comportamento psicológico: depressão, estado melancólico, alternância 
geral de comportamento 
Sintomas: 
 – Disfunções endócrinas, atraso de crescimento, unhas e cabelos 
quebradiços. – Fadiga Adrenal 
– Queda de energia; 
– Astenia cíclica;– Compulsão alimentar; 
– Hiper/ Hipoglicemia 
– Alteração hormonal gonadal 
 – Alterações tireoideanas 
– Obesidade e resistência à insulina. 
 
OS OLIGOELEMENTOS DEVEM OBEDECER AOS 
SEGUINTES CRITÉRIOS: 
 
1. Deve estar presente em todo tecido sadio de todo organismo vivente; 
 2. A sua concentração nos tecidos deve manter uma certa constância; 
3. A sua falta ou carência propicia alterações estruturais e fisiológicas de 
vários tipos; 
4. Atua preventivamente, bem como terapeuticamente nas alterações 
mórbidas ocasionadas pela carência. 
 
 
 
 
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São catalisadores das funções enzimáticas permitindo, com sua 
presença, influenciar a velocidade de uma reação sem, contudo, tomarem parte 
ativa nesta reação. 
•. Fornecem às enzimas a energia para que a reação bioquímica ocorra. 
• Função reguladora → equilíbrio biológico 
Quando ingerimos um oligoelementos ou uma vitamina, nosso organismo 
reconhece como um elemento indispensável que faz parte de seu tecido, de seu 
metabolismo 
Enzimas: 
São um grupo de substâncias orgânicas de natureza geralmente protéica 
com atividade intra ou extracelular que têm funções catalisadoras. 
Diferentes enzimas catalisam diferentes passos de via metabólica, 
possibilitando o metabolismo dos seres vivos. 
Catálise: 
 É um processo onde um catalisador permite que uma reação necessite 
de menos tempo e menor gasto energético para acontecer. 
 No mecanismo de catálise enzimática o uso de substratos, são 
compostos que existem na célula e vão reagir quimicamente. 
A enzima é o catalisador que fará com que a reação se dê mais facilmente; 
e por fim o produto é o composto que se irá formar na reação. 
 
Metabolismo: 
Significa "mudança", troca é o conjunto de transformações que as 
substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. 
O termo "metabolismo celular" é usado em referência ao conjunto de 
todas as reações químicas que ocorrem nas células. Estas reações são 
responsáveis pelos processos de síntese e degradação dos nutrientes na célula 
 
 
 
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e constituem a base da vida, permitindo o crescimento e reprodução das células, 
mantendo as suas estruturas e adequando respostas aos seus ambientes. 
A medicina das funções propõe que ao examinar, medir e tratar as 
passagens entre esses estados é possível minimizar os inconvenientes de um 
estado alérgico e hipostênico, por exemplo, e prolongar sua duração com 
condição de saúde, para além da adolescência e até mesmo da maturidade de 
um indivíduo. 
O terreno biológico receptivo às doenças é a condição indispensável para 
a manifestação das mesmas, na presença do agente patogênico e/ou das 
condições do meio, quando isso acontece, significa que o organismo perdeu sua 
condição natural de bloquear informações arquetípicas de doenças. 
Os elementos químicos são essenciais para os seres vivos, geralmente 
são encontrados em baixa concentração nos organismos, mas são fundamentais 
nos processos biológicos e na formação de enzimas vitais para determinados 
processos bioquímicos como a fotossíntese ou a digestão. 
O tratamento com os oligoelementos não apresenta contraindicações, 
devendo apenas ser tomado certos cuidados com a ingestão de alguns alimentos 
capazes de bloquear a absorção dos minerais, como, por exemplo, carne 
vermelha, laranja, cebola, batata, tomate cru e leite. 
A ação dos oligoelementos é essencialmente reguladora, equilibrante, 
adaptativa e se estende à totalidade do caso. A grande vantagem é que sua 
dosagem é infinitesimal e não provoca efeitos colaterais e nem toxicidade. 
A terapia Ortomolecular com a Oligoterapia é tida para alguns como a 
medicina do futuro, pois trabalha reestruturando os terrenos, intervindo no 
processo de vicariação das diáteses, reequilibrando os sistemas nas suas 
funções essenciais, buscando um estado de saúde e retardando os efeitos 
danosos do envelhecimento, pelo qual todos nós passamos pois este é o 
processo natural da vida. 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
 
HAHNEMANN, Samuel. Organon : da arte de curar. 6. ed. São Paulo, SP: 
Robe, 1996. 
 
Max Tétau, As diáteses homeopáticas, Editora Andrei, 1998. 
 
MICHAUD, J. Ensino Superior de Homeopatia: Homeopatia Geral. v.1. 
São Paulo: Andrei, 1998.

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