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20 SISTEMA ORGANIZACIONAL TÉCNICO REGULAR – SOTER CURSO TÉCNICO EM MINERAÇÃO PROCESSO DE EXTRAÇÃO E EMPILHAMENTO DE MINÉRIO Ourilândia Do Norte – PA 2024 SISTEMA ORGANIZACIONAL TÉCNICO REGULAR – SOTER CURSO TÉCNICO EM MINERAÇÃO PROCESSO DE EXTRAÇÃO E EMPILHAMENTO DE MINÉRIO Trabalho de conclusão de curso apresentado à Escola Sistema Organizacional Técnico Regular (Soter), como parte das exigências para obtenção da aprovação do Curso Técnico em Mineração Aprovado em: ___/____/____ BANCA EXAMINADORA __________________________________________ COORDENADOR (A) DO CURSO Ourilândia Do Norte – PA 2024 Maria Naiara do Nascimento Silva PROCESSO DE EXTRAÇÃO E EMPILHAMENTO DE MINERIO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação da Escola SOTER como requisito Parcial para a obtenção do Certificado de Técnico em Mineração Ourilândia Do Norte – PA 2024 AGRADECIMENTOS A Deus acima de tudo, pela vida, por guiar-me, proteger e iluminar todos os meus passos. Agradeço a minha mãe que, em todos os momentos difíceis esteve ao meu lado, apoiado incessantemente, não me deixando desistir dos meus objetivos. Aos meus companheiros e amigos de trabalho que sempre me apoiou nos momentos mais difíceis dessa trajetória de conclusão do curso, sempre me incentivando a continuar e buscar mais conhecimento. RESUMO A mineração deve estar voltada a resultados objetivados pela organização, notadamente do programa de produção, o custo planejado e a qualidade requerida. Para tanto, deve agir de forma integrada as demais áreas da empresa. Tendo como visão: Atingir níveis de excelência sustentados por uma equipe alinhada com os desafios da organização e que o enfoque à mineração como função estratégica. Os minérios extraídos e empilhados devem estar garantindo parâmetros adequados, tais como, produtividade e qualidade, gerando a confiabilidade e custos objetivando o atendimento do programa de produção e contribuindo para o desenvolvimento das equipes, a segurança e a preservação do meio ambiente. Contudo esse TCC mostra algumas destas estratégias de mineração adotada pela Industria de metais básicos Vale dos Carajás. Palavras-chave: Mineração, Produção, Planejamento, Visão e Programação SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO .......................................................................................7 2. OBJETIVOS ...........................................................................................9 2.1 Geral ......................................................................................................9 2.2 Específico ..............................................................................................9 3. JUSTIFICATIVA DO TRABALHO .......................................................... 11 4. PRINCIPAIS ATIVIDADES .................................................................... 12 5. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS .......................................................... 13 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................... 25 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....................................................... 26 8. ANEXOS ................................................................................................ 27 9. AXENOS 2.............................................................................................. 31 10. ANEXOS 3.............................................................................................. 32 1. introdução Para as organizações obterem o sucesso que desejam é necessário desenvolver a capacidade de criar novos conhecimentos e estratégias, ainda mais com o avanço as transferências de dados e disponibilidade de informações que tornaram os custos de mudanças extremamente baixos (EICHORN, 2004). Segundo Menguc et al. (2007), a importância no desenvolvimento do conhecimento dentro das empresas leva à criação de novos produtos e serviços para competir frente aos concorrentes e atingir vantagens competitivas. A qualidade do serviço em relação ao cliente tornou-se uma estratégia predominante de diferenciação e vantagem competitiva. Além disso, as empresas estão terceirizando cada vez mais as funções externas, associadas ao gerenciamento de relacionamento com o cliente, como call centers e telemarketing, e funções internas, como contabilidade e recursos humanos. Essa divisão apresenta desafios ainda maiores para garantir que os clientes tenham uma experiência positiva, consistente e que os sistemas internos estejam conectados e integrados (ARBACHE et al., 2011). A estrutura do sistema econômico vigente tem orientado a formação de organizações industriais e de serviços, com base no elemento escasso fundamental deste sistema: o recurso humano. A revolução industrial mudou os paradigmas deste modelo, de tal forma que hoje, de acordo com alguns teóricos o elemento escasso passou a ser o conhecimento. O conhecimento, para ser transformado em elemento central de mudança deve passa pela qualificação profissional. Nós últimos anos a industria cada vez tem como objetivo a melhoria da qualificação profissional para o aumento de sua produção. Assim todo profissional deve agregar valor a sua formação passando por qualificações que sejam siginificativas para sua profissão. O Técnico de mineração é um desses profissionais que não se permite esta a margem desse processo. A formação profissional deve, acima de tudo, ter como meta o conhecimento do processo de mineração, saber trabalhar em equipe, ter o conhecimento teórico e prativo da etapas da mineração buscando sempre atingir as metas de produção e o princiapal que é o trabalho com segurança. A área de mineração é uma área chave para as industrias, pois é de onde inicia todo o processo, dês da estração, verificação de qualidade, transporte, redução da granulometria e o empilhamento, até chegar ao ponto do minério ser utilizado no processo industrial. Para isso se é preciso ter profissionais atuando em cadas área especifica, onde um dos principais apoiadores no ramo é o técnico em mineração. OBJETIVOS 2.1. Geral Transformar recursos natuais em matérias primas, buscar sempre trabalhar com segurança no objetivo de manter a demanda de produção da insdustria, produzindo de acordo com as metas obsetivos estipulados pela programação para a usina e para a área da mineração, e sempre trabalhando buscando a melhoria quantina na qualidade do minério entregue a usina. 2.2. Específicos a) Manter sempre a qualidade no minério entregue a indústria, mantendo sempre o foco na segurança e na produtividade. b) Para ter uma boa qualidade no minério entregue a indústria, é necessário que seja feito várias coletas de minério, e através de análises laboratoriais termos os dados de qualidade do minério, tais como teores do minério extraído, percentual de finos, etc. Além do foco na qualidade precisamos também atender as demandas de produção da usina, trabalhando em cimas dos objetivos e metas. E por último e mais importante é preciso manter a total segurança durante todas as operações. Para isso e tomadas várias medidas de prevenção a riscos, tais como: Documentos para análise de tarefas e riscos, dispositivos de bloqueis e isolamento, procedimentos adequados para operação, evitando que qualquer pessoa envolvida em alguma atividade a efetue de forma inadequada. Além disso, seguindo os objetivos principais; – Selecionar as bases de dados utilizadas para a aplicação do estudo; – Aplicar o método de Projeção Aleatória e o método de Análise de Componentes Principais nas bases de dados de Crédito e Seguro; – Realizar a classificação dos algoritmos nas bases de dados; – Avaliar as informações que foram coletadas após a aplicação dos métodos adotados. JUSTIFICATIVA DO TRABALHO Este trabalho se justifica proque dentro da área da mineração existem profissionais pouco qualificados necessitando de qualificação profissional. O Curso Técnico em mineração buscaqualificar pessoas a trabalhar em industria de mineraçãos, onde os pontos principais são em áreas de mina, amostragem e tratamento do minério extraído. A qualificação dentro da área da mineração em bem extença. Por exemplo; na área da mineração se atua com a extração do minério, progamação de empilhamento frente a lavra, transporte de minério, qualidade, tratamento e empilhamento final do minério. Para exercer quais quer uma dessas funções o operador deve estar prontamente qualificado para um bom entendimento do processo na área da mineração. Em caso de não qualificação na área pode-se gerar, perda de qualidade, consumo de tempo excessivo, baixa produtividade e o principal que pode está ponde em risco a operação e a vida pessoa e do próximo. A essência mais importante de uma organização são os clientes. Não pode haver perspectivas de negócios sem clientes satisfeitos que permaneçam fiéis e desenvolvam seu relacionamento com a organização. Utilizar-se de boas estratégias é fundamental, pois além de melhorarem a fidelização de clientes, fornecem a lucratividade para essas organizações. Estudos conceituais e práticos têm destacado a confiança como elemento fundamental no desenvolvimento de fortes e longos relacionamentos entre clientes e organizações. Há cinco elementos, sugeridos por Ribeiro, Grisi e Saliby (1999), para o desenvolvimento de um relacionamento produtivo entre o cliente e a organização, primeiro desenvolver um serviço que será construído ao redor desse relacionamento, depois customizar o relacionamento para o cliente individual, posteriormente aumentar o serviço central com benefícios extras, quarto especializar o serviço de forma a encorajar a lealdade do cliente e último elemento, praticar o marketing com os empregados de forma a incentivá-los a fazer o melhor para os clientes. Principais atividades - Analise de solo; - Topografia do local de extração e empilhamentos inicial e final; - Supervisionamento da operação; - Procisso de extração do minério; - Empilhamento frente a lavra; - Analise da qualidade e caracteristica do minério; - Transporte de minério; - Britagem de minério; - Nova amostragem; - Empilhamento do minério; atividades desenvolvidas Analise de solo A equipe da geologia realiza analise e verificação de solo para identificar os melhores solos com maiores teores do minério a ser extraido para que tenha uma melhor qualidade e ganho no processo da usina. Topografia do local de extração e empilhamentos inicial e final Tabém é reito a topografia do local a ser extraido e após extração do minério, além de também ser feito a topografia das pilhas de minério frente a lavra e as pilhas do empilhamento final. Figura 1 Analise do solo Supervisionamento da operação As supervisões acompanham de perto as operações e seus operadores, criando cronograma de trabalho, melhor qualidade nas operações, além das tomadas de decisões e ficalizações da operação e processo. Monitoramento Contínuo: As supervisões realizam monitoramento contínuo para garantir que todas as operações estejam conforme os padrões estabelecidos, identificando e corrigindo desvios em tempo hábil. Comunicação Eficaz: Estabelecem canais de comunicação claros e eficientes entre os operadores e a gerência, garantindo que todas as partes estejam alinhadas com os objetivos e procedimentos da empresa. Adaptação a Mudanças: São responsáveis por adaptar e reestruturar as operações conforme necessário, em resposta a mudanças internas e externas, como novas regulamentações ou demandas de mercado. Figura 2 Comunicação da supervisão Processo de extração do minério A extração de minério da unidade de operação da Vale em Onça Puma é feita a seu aberto, utilizando equipamentos e maquinas para realizar a lavra. O processo de extração do minério envolve várias etapas críticas para garantir a eficiência e a segurança da operação. Inicialmente, é realizada a prospecção geológica para identificar e avaliar depósitos minerais viáveis. Após a confirmação da viabilidade, inicia-se a etapa de desmonte, que pode ser feita por meio de explosões controladas ou escavação mecânica. O minério extraído é então transportado para uma planta de beneficiamento, onde passa por processos de britagem e moagem para reduzir o tamanho das partículas. Seguindo essa fase, o material é submetido a técnicas de concentração, como flotação, separação magnética ou gravítica, para separar o minério de interesse da ganga (material sem valor econômico). O concentrado obtido é posteriormente desidratado e pode ser submetido a processos adicionais de refinamento, dependendo do tipo de minério e dos requisitos de pureza do produto final. A gestão de resíduos, como rejeitos e estéreis, é uma parte crucial do processo, garantindo que o impacto ambiental seja minimizado. As operações de extração exigem rigorosos controles de segurança e conformidade com regulamentações ambientais para proteger tanto os trabalhadores quanto o meio ambiente. Figura 3 Extração de minério Empilhamento frente a lavra O empilhamento frente a lavra é uma técnica utilizada nas operações de mineração para gerenciar o material extraído e otimizar o espaço e a logística na área de lavra. Consiste em organizar e dispor os materiais, como estéreis e minério beneficiável, em pilhas estrategicamente localizadas próximas ao local de extração. Esse método permite um acesso mais eficiente ao minério e facilita o transporte subsequente para a planta de beneficiamento. A principal vantagem do empilhamento é a redução dos custos operacionais e de transporte, já que o material está mais próximo dos pontos de processamento. Além disso, essa prática contribui para uma melhor gestão do espaço, permitindo que a área de lavra seja utilizada de maneira mais ordenada e segura. O empilhamento também ajuda na segregação de diferentes tipos de materiais, o que pode ser crucial para processos de beneficiamento que exigem minérios com características específicas. Figura 4 Empilhamento de minério Analise da qualidade e caracteristica do minério Pós a extração do minério para a criação de pilhas na área da mina, são feitas analises de qualidade e caracteristicas do minério extraído, para um melhor controle no material lavrado e empilhado. A análise da qualidade e das características do minério é um processo fundamental na mineração, determinando a viabilidade econômica e operacional de um depósito mineral. Inicialmente, são coletadas amostras representativas do minério em diferentes pontos da jazida. Essas amostras passam por uma série de testes e análises laboratoriais para identificar a composição química e mineralógica. Figura 5 Minério com alto teor Essas análises permitem otimizar os processos de extração e beneficiamento, melhorando a recuperação do minério e minimizando custos. Além disso, fornecem informações essenciais para a modelagem geológica e a estimativa de reservas, ajudando a prever o desempenho econômico da operação de mineração. Transporte de minério Após a formação das pilhas frente a lavra, o minério extraido é transportado via caminhão com basculas da mina até a área de britagem onde esse minério passará por novos tratamentos. O transporte de minério até a área de britagem é uma etapa crucial no processo de mineração, influenciando diretamente a eficiência e os custos operacionais. Após a extração, o minério é carregado em caminhões de grande porte ou sistemas de correias transportadoras, dependendo da distância e do volume a ser movimentado. Figura 6 Transporte do minério Britagem de minério Na área de britagem precisamos de pelo menos 01 operadorpara acompanhamento da operação de britagem e 01 operador para acompanhamento da amostragem. No processo de britagem é onde recebe-se o minério da mina. Geralmente esse minério vem com blocos de rocha com uma granulometria bastante elevada, dificultando o processo de empilhamento e retomada. Para isso utilizamos o processo de britagem que irá reduzir a granulometria esse minério. Logo no recebimento do minério, ele é depositado em um silo com um alimentador de sapata abaixo. Acima desse silo temos uma grelha de metal com o espaçamento da abertura dos furos adequada para redução do minério a 600 mm. Essa redução é feita com o auxilio de um rompedor na parte superior da grelha. Figura 7 Grelha de deposito de minério Já dentro do processo de britagem tempos dois britadores de rolos (Primáro e Secundário). O britador primário tem a função de reduzir a granulometria do minério de 600 mm para 250 mm. Esse minério já com sua granulometria reduzida é transportado atravez de correias transportadoras para uma peneira que irá separar o minério com a granulometria acima de 50 mm. Todo o minério com a granulometria acima de 50 mm é direcionado para o britador secundário, onde o mesmo tem a função de reduzir a granulometria do minério a 50 mm, facilitando o processo de empilhamento e consequantemente também o processo de retomada desse minério. 600mm 50mm 250mm Nova amostragem O processo de amostragem consiste na retirada de quantidades moduladas de material (incrementos) de um todo que se deseja amostrar, para a composição da amostra primária ou global, de tal forma que essa seja representativa do todo amostrado. Em seguida, a amostra primária é submetida a uma série de etapas de preparação que envolvem operações de redução de granulometria, homogeneização e quarteamento, até a obtenção da amostra final, com massa e granulometria adequadas para a realização de testes e/ou análises química e instrumental. Cabe ressaltar que a representatividade referida é válida para parâmetro(s) de interesse (densidade, teor, umidade, distribuição granulométrica, constituintes minerais) definido(s) a priori. E, ainda, que cuidados devem ser tomados para que essa representatividade não se perca, quando da preparação da amostra primária. A amostragem é um processo aleatório, e sua teoria envolve o estudo dos diferentes erros passíveis de ocorrer, tanto na etapa de amostragem propriamente dita como na etapa de preparação. A importância da amostragem é ressaltada, principalmente, quando entram em jogo a avaliação de depósitos minerais, o controle de processos em laboratório e indústria, e a comercialização de produtos. Ressalte-se que uma amostragem mal conduzida pode resultar em prejuízos vultosos ou em distorções dos resultados, de conseqüências técnicas imprevisíveis. Na área de britagem possui outro sistema de amostragem. Nesse processo é coletado uma pequena quantidade de minério que está passando pelo circuito da britagem. Figura 8 Coletor de amostra Esse minério é coletado passa por um pequeno tratamento a gás quente, onde o mesmo é secado e coletado em sacos plasticos e encaminhado para analise de laboratório. Figura 9 Amostra de minério Figura 10 Secador Amostras prontas para encaminhar ao laboratório Essas analises nos gera uma comprovação da qualidade do minério, demonstrando os teores, catacteristicas equalidades do minério. Resultados e composição química do minério Empilhamento do minério Após o processo de britagem e amostragem do minério, ele é direcionado para o sistema de empilhamento, onde o formato que utilizamos hoje na unidade onça puma é o formato Windrows, que é um formato tipo piramide. Nas nossa operação já utilizamos também a pilha Multechevron que tem a sua formação também no estilo piramide, perém com menos cordões no processo de formação. · Pilha Windrow Método Windrow: consiste no empilhamento de cordões elementares sucessivos ao lado e sobre os anteriormente construídos, na direção longitudinal da pilha. Este evita segregação e garante ainda mais distribuição de partículas finas e grossas em toda a pilha. É preferido em casos em que a recuperadora é somente operada em uma parte da seção transversal por vez ou em casos onde a segregação faria uma abertura inaceitável na base. As vantagens deste método são a melhor homogeneização e maior massa específica. E as desvantagens são: a correção se necessária da variabilidade da pilha pode ficar ineficiente devido a adição de material corretivo ocorrer somente em partes específicas da secção transversal; é necessária uma empilhadeira com lança giratória mais longa, para atingir a extremidade oposta da pilha; caso a área disponível para a instalação de homogeneização seja limitada, ocorre perda no volume de estocagem; a automação dos movimentos do stacker é bem mais complexa, requerendo computador ou controlador programável, capaz de acionar a elevação da lança e a sua movimentação lateral ao fim de cada passada. · Pilha Mult-chevrom Método Windrow-Chevron: também conhecido como Multichevron, cada cordão é formado por mais de uma camada e o número total de cordões pode variar entre 3 e 20. Assim como o método Windrow, é necessária a aplicação de uma empilhadeira de lança com movimento de elevação e giro devido à complexidade da operação e automação do processo. Neste método, pode-se afirmar que basicamente reúne as mesmas vantagens e desvantagens do método Windrow. Além das similaridades, este método apresenta como vantagens melhor homogeneização e diminuição da segregação granulométrica. Como comentário geral, é importante citar que em locais onde há um alto índice de chuvas, recomenda-se o método de empilhamento Chevron, uma vez que já foi constatado que durante o empilhamento Windrow-Chevron, a água da chuva tende a ficar confinada entre os cordões das pilhas, criando um acúmulo indesejável de água. Esse processo garante um empilhamento mais adequadro, mais seguro em questão de desmoronamento e um dos principais objetivos, uma melhor blendagem dos diferentes tipos, teores e caracteristicas de minério. 3. CONsiderações finais As conclusões deste trabalho vem ao encontro de soluções técnicas para a gestão profissional que contribui muito para a formação profissional de um técnico. É importante salientar que todo técnico em mineração não pode esperar que surja possibilidades de acesso e ascensão profissional se não buscar se qualificar dia após dia. Este Curso Técnico me possibilitou tomar uma decisão muito importante quanto ao que pretendo para minha vida profissional. Desejo agora seguir a carreira na área de mineração, pois é uma área que me indentifiquei e que aprendi a gostar de trabalhar. Mesmo com toda as dificuldades que pude encontrar nos dias de trabalho e principalmente das novidades técnicas que encontrei no curso, pude entender ainda mais o quão importante é a mineração dentro das usinas de minério. Pude entender e compreender também o qual necessário é uma boa qualificação técnica na área de minéração, onde com certeza com uma boa qualificação se tem uma melhor qualidade nos processos e nas entregas operacionais. 4. referências bibliográficas Procedimento operacional de britagem e empilhamento – Procedimento de operação interno da Vale – Fonte (SISPAV); Imagens tiradas da internet (www.google.com); Imagens tiradas do local de trabalho – Mina, britagem de minério e empilhamento, sistema de amostragem; Conteúdo utilizado para estudo e complemento da material – (https://educacaoprofissional.seduc.ce.gov.br/images/material_didatico/mineracao/mineracao_introducao_a_mineracao.pdf); Sistema de empilhamento – (https://pt.linkedin.com/pulse/objetivos-e-m%C3%A9todos-de-estocagem-min%C3%A9rio-ferro-geraldo-lisboa). 5. aNEXOS Anexo 01 Manual do operador Preparação de minério; O sistema de preparação de minério recebe o ROM úmido na moega de minério à medida que ele é retirado da mina em caminhões de40 toneladas. A parte superior da moega de minério está equipada com uma grelha que retém rochas acima de 600 mm. O rompedor de rochas é utilizado para reduzir o tamanho das rochas retidas na peneira, para que possam passar através da peneira e chegar ao britador para reduzir ainda mais o tamanho. O minério é removido da moega pelo alimentador de sapatas do britador primário e é direcionado para o britador de rolos primário. O material fino cai pelo alimentador de sapatas através de um chute para material fugitivo e é depositado no transportador de descarga do britador primário. O material alimentado no britador de rolos primário é reduzido de 600 a 200 mm e é descarregado através de um chute no transportador de descarga do britador primário. O transportador de descarga do britador primário passa abaixo do extrator de sucata para remover o metal da correia ou parar a correia se o metal não for removido. O transportador de descarga do britador primário transporta o minério em seguida para a peneira de rolos de minério úmido. A peneira de rolos de minério úmido separa o minério britado em função do tamanho das rochas. O material mais fino, ou undersize, cai pela peneira no transportador de descarga do britador secundário. O material maior, ou material retido, é alimentado no britador de rolos secundário para reduzir o tamanho. O britador de rolos secundário reduz o tamanho do minério de 200 para 50 mm e, em seguida, descarrega o material no transportador de descarga do britador secundário. O transportador de descarga do britador secundário move o minério para o transportador da empilhadeira de minério úmido que leva o minério até a empilhadeira de minério úmido. Amostragem de minério úmido; À medida que o minério cai do transportador de descarga do britador secundário no transportador da empilhadeira de minério úmido, uma parte dele é amostrada pelo sistema de amostragem. O amostrador primário é um amostrador de corte transversal que colhe uma mostra primária. O amostrador primário fornece o material de amostra no transportador de alimentação da torre de amostra de minério úmido que transporta e alimenta o material da amostra no secador de amostra. O secador de amostra de minério úmido seca a amostra até aproximadamente 20% de umidade de modo que ela possa ser movimentada mais facilmente por todo o circuito de amostragem e não cause o entupimento do equipamento. À medida que o minério cai do transportador de alimentação de amostragem o amostrador de granulometria de minério úmido colhe uma amostra. Esta amostra é analisada quanto ao tamanho das partículas e o laboratório determina a distribuição de tamanhos de partículas do material que será empilhado nas pilhas de estocagem de minério úmido. medida que o material é descarregado do alimentador de correia de amostragem de minério úmido no transportador da empilhadeira de minério úmido, o amostrador secundário de minério úmido colhe uma amostra secundária. Esta amostra é analisada quanto à composição química e propriedades metalúrgicas e é utilizada na contabilização metalúrgica geral da planta. Através da tela de Operação da Empilhadeira no modo de operação remota temos os comandos – Modo Semi Automatico de operação da EP-0320-01. Posições de Comandos: Automático – Comando de parar a translação da empilhadeira (Parada) Manual – Comando para Transladar EP-0320-01 (Operando) Chave Seletora - Equipamento desligado - (desliga todo sistema) - Equipamento em manutenção - Equipamento em operação Modo semi-auto Habilitado – Controla inversão da empilhadeira na posição inicial e final do cordão. (desabilitado e a EP-0320-01 em operação ele passa direto pelas balizas risco de colisão com a retomada se os sensores de anticolisão falhar). Velocidade Travada - Controle de velocidade Girar Lança Agora – Gira a lança da empilhadeira para o cordão de origem acertado no setpoint. Girar Lança Próxima Inversão – Gira a Lança na inversão do cordão – normalmente utilizado em formação de Pilha Windows. Transportador da Lança Ligado – Liga o transportador da lança (condição para ligar todo sistema da britagem e empilhamento). Transportador da Lança Desligado – Desliga o Transportador da lança (desliga todo sistema) Enrolador de Cabos Ligado - Ao colocar a chave seletora em modo de operação manual o enrolar de cabos tem que ligar automaticamente. Rearme Geral - Reconhece todos alarmes da EP-0320-01 Botão Emergência – Utilizar em caso de emergência para todo circuito. Posição de Translação – Inicial – Baliza inicial da pilha a ser formada e posição final baliza final da pilha a ser formada. (Posições alteradas em todo início de pilha). Ângulo de giro – Utilizado como parâmetro de giro – posição 0° utilizado para transladar a empilhadeira de uma pilha para outra; cordão 1 – 55°, cordão 2 – 25,5° cordão 3 – 38,7° Cordão 4 – 38,7° Segue exemplo de localização do giro no pátio de homogeneização: Lado norte Lado Sul 1° cordão: 55° 1° cordão: - 55° 2° cordão: 25,5° 2° cordão: - 25,5° 3° cordão: 38,7° 3° cordão: - 38,7° Exceto: Quando tiver do 3° para o 4° cordão que é o mesmo ângulo de operação. 6. aNEXOS 2 7. aNEXOS 3 image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.jpg image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image12.jpeg image13.jpeg image14.jpeg image15.png image16.png image17.emf PB225-BA - Pu Cordão 5º PB225-BA - Pu Cordão 6º PB225-BA - Pu Cordão 7º PB225-BA - Pu Cordão 8º PB225-BA - Pu Cordão 9º PA106-MA - Pu Cordão 1º PB225-BA - Pu Cordão 1º PA106-MA - Pu Cordão 2º PA106-MA - Pu Cordão 3º PA106-MA - Pu Cordão 4º PB225-BA - Pu Cordão 2º PB225-BA - Pu Cordão 3º PB225-BA - Pu Cordão 4º PA105-AA - Pu Cordão 33º PA105-AA - Pu Cordão 14º PA32-AM03 - Pu Cordão 23º PA105-AA - Pu Cordão 16º PA32-AM03 - Pu Cordão 19º PA32-AM03 - Pu Cordão 20º PA32-AM03 - Pu Cordão 21º PA52-MM02 - Pu Cordão 22º PA52-MM02 - Pu Cordão 23º PA105-AA - Pu Cordão 34º PA32-AM03 - Pu Cordão 24º PA32-AM03 - Pu Cordão 22º PB35-BM - Pu Cordão 28º PB35-BM - Pu Cordão 29º PB35-BM - Pu Cordão 30º PA105-AA - Pu Cordão 35º Patamar 1 PB35-BM - Pu Cordão 13º PA105-AA - Pu Cordão 13º PB35-BM - Pu Cordão 27º PB35-BM - Pu Cordão 10º PB35-BM - Pu Cordão 11º Patamar 3 PA52-MM02 - Pu Cordão 18º PA32-AM03 - Pu Cordão 18º Patamar 4 PB35-BM - Pu Cordão 25º PB35-BM - Pu Cordão 26º PA105-AA - Pu Cordão 10º PA52-MM02 - Pu Cordão 19º PA52-MM02 - Pu Cordão 20º PA52-MM02 - Pu Cordão 21º PA14-MA02 - Pu Cordão 30º PA14-MA02 - Pu Cordão 27º PA14-MA02 - Pu Cordão 28º PA14-MA02 - Pu Cordão 29º PA14-MA02 - Pu Cordão 5º PA14-MA02 - Pu Cordão 6º PA14-MA02 - Pu Cordão 7º PA14-MA02 - Pu Cordão 8º PA52-MM02 - Pu Cordão 24º PA105-AA - Pu Cordão 17º PB35-BM - Pu Cordão 14º PB35-BM - Pu Cordão 16º PB35-BM - Pu Cordão 17º PB35-BM - Pu Cordão 15º PA105-AA - Pu Cordão 15º PA14-MA02 - Pu Cordão 9º Patamar 6 Patamar 2 Patamar 5 PB225-BA - Pu Cordão 31º PA52-MM02 - Pu Cordão 36º PB35-BM - Pu Cordão 36º PA105-AA - Pu Cordão 31º PA105-AA - Pu Cordão 32º PA14-MA02 - Pu Cordão 25º PA14-MA02 - Pu Cordão 26º PB35-BM - Pu Cordão 12º PA105-AA - Pu Cordão 11º PA105-AA - Pu Cordão 12º Patamar 7 PB225-BA - Pu Cordão 40º PA52-MM02 - Pu Cordão 40º PB225-BA - Pu Cordão 41º PB225-BA - Pu Cordão 42º PA52-MM02 - Pu Cordão 41º PA52-MM02 - Pu Cordão 42º PB35-BM - Pu Cordão 39º PA52-MM02 - Pu Cordão 37º PA52-MM02 - Pu Cordão 38º PA52-MM02 - Pu Cordão 39º PB225-BA - Pu Cordão 33º PB225-BA - Pu Cordão 34º PB225-BA - Pu Cordão 35º PB225-BA - Pu Cordão 32º PB35-BM - Pu Cordão 37º PB35-BM - Pu Cordão 38º Perfil Esquemátio -Pilha WindrowLitologia BALitologia MALitologia AALitologia MMLitologia AMLitologia BMFinos image18.png image19.png image20.png image21.png image1.png image2.png