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1201) 1202) 1203) Direito Civil para OAB Exame 41 - 2024 https://www.tecconcursos.com.br/s/Q3gm0v Ordenação: Por Matéria e Assunto (data) www.tecconcursos.com.br/questoes/243304 CEBRASPE (CESPE) - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Assinale a opção correta com relação ao registro, exigido na transmissão da propriedade de bens imóveis. a) Realizado o registro do título translativo, este produzirá efeitos ex tunc, o que torna o adquirente proprietário desde a formalização do título. b) Sendo o registro, no âmbito do direito nacional, meio necessário para a transmissão da propriedade de bem imóvel, sua realização importa presunção absoluta de propriedade. c) Vendido o imóvel a duas pessoas diferentes, será válido o registro ainda que realizado pelo adquirente que possua o título de data mais recente. d) Se uma pessoa vender imóvel seu a outra e esta, por sua vez, o vender a terceiro, será possível, provada a regularidade dos negócios, o registro desse último título translativo sem que se registre o primeiro. www.tecconcursos.com.br/questoes/2480569 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) A usucapião constitui modo a) originário de aquisição da propriedade. b) derivado de aquisição da propriedade. c) derivado de aquisição da posse. d) de celebração de contrato. www.tecconcursos.com.br/questoes/2338724 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2007 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Assinale a opção correta acerca do direito das obrigações e do direito das coisas. a) Mora accipiendi é a mora do devedor de obrigação líquida, certa e exigível. b) Nas obrigações provenientes de ato ilícito, em sede de ação reparatória ou indenizatória, contam- se os juros moratórios a partir da citação. c) Juros remuneratórios ou compensatórios são devidos pelo atraso no cumprimento da prestação por parte do devedor. d) A aluvião é forma de aquisição da propriedade por acessão decorrente de fenômenos naturais. Será própria quando os acréscimos se formarem pelos depósitos ou aterros naturais nos terrenos marginais do rio. De outra parte, será imprópria se o acréscimo se formar pelo afastamento das águas que descobrem parte do álveo. Aquele que se beneficia pela aluvião não tem de pagar indenização. https://www.tecconcursos.com.br/s/Q3gm0v https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243304 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2480569 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2338724 1204) 1205) 1206) www.tecconcursos.com.br/questoes/2338725 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2007 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Considerando o direito das obrigações, coisas e sucessões, assinale a opção incorreta. a) Na cessão de crédito por título oneroso, o cedente sempre responde ao cessionário pela existência do crédito. Se houver acordo entre as partes, o cedente poderá assumir a responsabilidade também pela solvência do devedor. Nessa hipótese, a responsabilidade do cedente é limitada ao valor que recebeu do cessionário, mais juros. b) A usucapião é forma originária de aquisição da propriedade. Assim, prevalece a propriedade adquirida por usucapião extraordinária, ainda que sobre o imóvel usucapiendo haja cláusula de inalienabilidade instituída pelo proprietário anterior. c) Nas dívidas garantidas por penhor, este terá por objeto determinado bem imóvel de propriedade do devedor. d) Falecendo o varão antes de transitada em julgado a decisão que decretou o divórcio, embora em execução provisória — porque pendente o julgamento de recurso contra a decisão que não admitiu o recurso especial —, o estado civil do cônjuge sobrevivente é o de viuvez. www.tecconcursos.com.br/questoes/2476661 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2007 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) São formas de aquisição da propriedade imóvel, exceto: a) a usucapião. b) a adjunção. c) o registro do título. d) a formação de ilhas. www.tecconcursos.com.br/questoes/2339222 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Quanto à usucapião, assinale a opção correta. a) Caso uma pessoa exerça com ânimo de dono a posse mansa, pacífica e ininterrupta do imóvel há 11 anos, adquirirá a sua propriedade por meio da usucapião extraordinária. b) Usucapião é modo originário de aquisição da propriedade e ocorre quando uma pessoa mantém a posse mansa e pacífica, por determinado espaço de tempo, de um bem, gerando, assim, a chamada prescrição aquisitiva, que lhe permite buscar, por meio de uma ação judicial, a declaração de seu domínio sobre aquele bem. c) A usucapião especial de imóvel localizado em área urbana possui como um dos requisitos o justo título, assim considerado o documento hábil à aquisição do domínio e a boa-fé, isto é, o desconhecimento do vício que lhe impede a aquisição do bem. d) Na usucapião rural, o possuidor deve ser pessoa física ou jurídica que houver estabelecido no imóvel sua moradia habitual, ou nele realizado obras ou serviços de caráter produtivo, ou seja, que retire da terra a sua subsistência ou que torne a terra produtiva com atividade agrícola, extrativa ou agroindustrial. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2338725 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2476661 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2339222 1207) 1208) 1209) www.tecconcursos.com.br/questoes/2339226 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Quanto à posse e à propriedade, assinale a opção correta. a) Ao possuidor de má-fé são assegurados os interditos possessórios, bem como o direito de retenção do bem possuído até a completa indenização pelo proprietário das benfeitorias necessárias e das úteis feitas na coisa possuída. b) Adquire-se a propriedade de bem móvel ou imóvel pela tradição da coisa negociada pelas partes, exigindo-se para a validade dessa aquisição que a coisa seja de propriedade do vendedor ou de terceiro por ele representado. c) Acessão natural é o direito em razão do qual o proprietário de um bem passa a adquirir a propriedade de tudo aquilo que nele adere. Por se tratar de modo originário de aquisição, não há transmissão e, para todos os efeitos, o histórico da propriedade inicia-se com o adquirente; portanto, esse fato jurídico não é gerador do imposto de transmissão. d) Na aquisição derivada da propriedade por causa mortis, seja bem móvel ou imóvel, a título singular ou universal, ocorre a transferência da integralidade do patrimônio que pertencia à pessoa falecida, assumindo o sucessor todas as obrigações e as dívidas pessoais do de cujus. www.tecconcursos.com.br/questoes/2475576 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Sobre os direitos reais, é errado afirmar: a) mesmo que convencionada a indivisibilidade de um bem em condomínio por prazo certo, o juiz poderá dividir a coisa comum dentro desse prazo. b) confusão e adjunção são modos de aquisição da propriedade móvel. c) o menor prazo de usucapião previsto pelo Código é de 5 anos. d) penhor é um direito real sobre coisa alheia de garantia. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479221 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2006 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) No que tange ao direito real de propriedade e à sua disciplina, dada pelo Código Civil Brasileiro de 2002, é possível afirmar que: a) O proprietário pode praticar sobre a coisa quaisquer atos, mesmo que não lhe tragam qualquer comodidade, ou utilidade, e sejam animados pela intençãode prejudicar outrem. b) A propriedade imóvel se transfere, entre vivos, mediante o registro do título translativo no Registro de Imóveis. c) A propriedade imóvel se transfere, entre vivos, mediante a entrega da posse. d) A propriedade imóvel se transfere, entre vivos, mediante a lavratura e assinatura do título translativo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2475583 FCC - Sec OAB SP/OAB/2005 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2339226 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2475576 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479221 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2475583 1210) 1211) 1212) Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) A aquisição da propriedade imobiliária pela avulsão dá-se a) com o acréscimo paulatino de terras, às margens de um rio, por meio de lentos e imperceptíveis depósitos ou aterros naturais ou de desvio de águas. b) pela formação de ilhas em rios não navegáveis em virtude de movimentos sísmicos. c) pelo repentino deslocamento de uma porção de terra por força natural violenta, desprendendo-se de um terreno para juntar-se a outro. d) pelo rebaixamento de águas, deixando a descoberto e a seco uma parte do fundo ou do leito do rio. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479279 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2005 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) No que tange aos direitos reais e à sua disciplina, dada pelo Código Civil Brasileiro de 2002, é possível afirmar: a) a propriedade imóvel se transfere, entre vivos, mediante a entrega da posse; b) a propriedade imóvel se transfere, entre vivos, mediante a lavratura do título translativo; c) a propriedade imóvel se transfere, entre vivos, mediante o registro do título translativo no Registro de Imóveis; d) o possuidor não pode, em hipótese alguma, somar à sua posse a dos seus antecessores, para o fim de contar o tempo exigido para a usucapião de bem imóvel. www.tecconcursos.com.br/questoes/2441666 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2004 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) É correto afirmar que a) aquele que, não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano, possua como sua, por 3 anos ininterruptos, sem oposição, área de terra em zona rural não superior a 50 hectares, tornando-a produtiva por seu trabalho ou de sua família, tendo nela sua moradia, adquirir-lhe-á a propriedade. b) aquele que por 10 anos, sem interrupção nem oposição, possui como seu um imóvel, adquire-lhe a propriedade, independentemente de título e boa-fé. c) aquele que possuir, como sua, área urbana de até 250 m2, por 5 anos ininterruptamente e sem oposição, utilizando- a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. d) adquire também a propriedade do imóvel aquele que, contínua e incontestadamente, com justo título e boafé, possuí-lo por 5 anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2474266 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2004 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479279 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2441666 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474266 1213) 1214) 1215) “A”, domiciliado em Curitiba, é proprietário de um sítio em Londrina, onde mantém o caseiro “B”. “A” arrendou parte desse sítio a “C”, que plantou, nesse local arrendado, um alqueire de cana. a) “A” é possuidor indireto, com ius possessionis; “B” é possuidor direto; “C” é possuidor ilegítimo, mas de boa-fé, com direito de retenção sobre a benfeitoria feita. b) “A” é possuidor direto, com ius possidendi; “B” é possuidor indireto; “C” é possuidor de boa-fé, mas sem direito de retenção pela acessão realizada. c) “A” é possuidor indireto, com ius possidendi; “B” é detentor; “C” é possuidor legítimo, de boa-fé, com direito de retenção sobre a acessão feita. d) “A” é possuidor indireto, com ius possessionis; “B” é detentor; “C” é possuidor legítimo, de boa-fé, com direito de retenção pela benfeitoria realizada. www.tecconcursos.com.br/questoes/362453 COPERVE UFSC - Sec OAB SC/OAB/2003 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Leia as sentenças abaixo, todas sobre usucapião. I - Aquele que possuir coisa móvel como sua, contínua e incontestadamente durante três anos, com justo título e boa-fé, adquirir-lhe-á a propriedade. II - Adquire a propriedade do imóvel aquele que, contínua e incontestadamente, com justo título e boa fé, o possuir pelo prazo de cinco anos, se o imóvel houver sido adquirido, onerosamente, com base no registro constante do respectivo cartório, cancelada posteriormente, desde que os possuidores nele tiverem estabelecido a sua moradia, ou realizado investimentos de interesse social e econômico. III - Aquele que, não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano, possua como sua, por quatro anos ininterruptos, sem oposição, área de terra em zona rural não superior a cinqüenta hectares, tornando-a produtiva por seu trabalho ou de sua família, tendo nela sua moradia, adquirir-lhe-á a propriedade. IV - Aquele que possuir, como sua, área urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados, por cinco anos ininterruptamente e sem oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o Código Civil (Lei 10.406/2002). a) As sentenças I e III estão corretas. b) As sentenças III e IV estão erradas. c) As sentenças I e IV estão corretas. d) As sentenças II e IV estão erradas. www.tecconcursos.com.br/questoes/2476934 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2003 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Assinale a alternativa falsa. a) A posse – trabalho, para atender ao princípio da função social da propriedade, reduz o prazo da usucapião extraordinária de 15 para 10 anos e o da ordinária, de 10 para 5 anos, em se tratando de bem imóvel. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/362453 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2476934 1216) 1217) 1218) b) O mandatário, ao aceitar o encargo, passará a ter o direito de pedir ao mandante que adiante a importância das despesas necessárias à execução do mandato. c) Se a mistura de coisas pertencentes a pessoas diversas for involuntária, sendo uma delas a principal, cada proprietário continuará a ter o domínio sobre o mesmo bem que lhe pertencia antes da mistura. d) O portador de demência arteriosclerótica é considerado, havendo interdição, como absolutamente incapaz, devendo ser representado por um curador. www.tecconcursos.com.br/questoes/2476942 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2003 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Se o transmitente de bem móvel, que o possui em nome próprio, passar a possuí-lo em nome do adquirente, ter-se- á aquisição da propriedade mobiliária por a) tradição real. b) tradição simbólica. c) traditio breve manu. d) constituto possessório ou tradição ficta. www.tecconcursos.com.br/questoes/2474975 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2002 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238 a 1.259) Quando houver acréscimo de terras às margens de um rio mediante desvio de águas ou afastamento destas, que descobrem parte do álveo, importando em aquisição da propriedade, por parte do dono do terreno marginal, do solo descoberto pela retração daquelas águas, configura-se a a) aluvião imprópria. b) avulsão. c) aluvião própria. d) acessão por abandono de álveo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2471303 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2001 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Imóvel - Usucapião, Acessão e Registro (arts. 1.238a 1.259) Para o locatário exercer o direito de prelação na aquisição do imóvel a si locado, depositará o preço e as despesas do ato de transferência, formulando seu pedido no prazo de a) 30 dias, a contar da data em que teve ciência inequívoca da alienação do imóvel, e que o contrato de locação, escrito e por tempo determinado, ainda em vigor, esteja averbado à margem da matrícula do imóvel pelo menos 90 dias antes da alienação. b) 6 meses, a contar do registro do título aquisitivo na circunscrição imobiliária competente, e que o contrato de locação esteja averbado à margem da matrícula do imóvel pelo menos 30 dias antes da alienação. c) 1 ano, a partir da data em que tiver sido lavrada a escritura pública definitiva de compra e venda, e que o contrato de locação, escrito e com prazo determinado ainda vigente, esteja registrado em Cartório de Registro de Títulos e Documentos para valer contra terceiros. d) 6 meses, a contar da data em que for lavrada a escritura pública definitiva de compra e venda, e que o contrato de locação esteja averbado à margem da matrícula do imóvel, independentemente do prazo, e registrado em Cartório de Registro de Títulos e Documentos para valer contra terceiros. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2476942 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474975 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2471303 1219) 1220) 1221) www.tecconcursos.com.br/questoes/2694877 FGV - JE TJGO/TJ GO/2023 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. Bi@nco era um artista urbano revolucionário que, para advertir quanto ao perigo climático, furtava chapas metálicas de grandes indústrias e as transformava em valiosas esculturas. Fez isso com a sociedade Y, que utilizava alumínio como matéria-prima. A partir de uma peça de R$ 10.000,00, criou uma belíssima escultura que foi avaliada por especialistas em R$ 5.000.000,00. Bi@nco, então, doou a obra de arte ao Projeto Meu Ambiente. Com a repercussão dessa doação, a sociedade Y identificou suas chapas furtadas e ajuizou demanda judicial para reavê-las. Nesse caso, é correto afirmar que a sociedade Y: a) não poderá reaver a escultura, restando-lhe, apenas, os direitos indenizatórios em face de Bi@nco; b) poderá reaver a escultura, sem que assistam ao Projeto Meu Ambiente os direitos da evicção, diante da natureza não onerosa da transferência; c) poderá reaver a escultura, sendo certo que, ao Projeto Meu Ambiente, assistirão os direitos da evicção, mas apenas com relação ao valor da escultura, diante da natureza não onerosa da transferência; d) poderá reaver a escultura, sendo certo que, ao Projeto Meu Ambiente, assistirão os direitos da evicção, mas apenas com relação ao valor da escultura e aos frutos de boa-fé que deixar de receber pela impossibilidade de exibi-la, diante da natureza não onerosa da transferência; e) poderá reaver a escultura, sendo certo que, ao Projeto Meu Ambiente, assistirão todos os direitos da evicção, inclusive a indenização pelas despesas do contrato (frete e manutenção). www.tecconcursos.com.br/questoes/1147287 FCC - JE TJMS/TJ MS/2020 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. Examine o seguinte enunciado legal: Aquele que, trabalhando em matéria-prima em parte alheia, obtiver espécie nova, desta será proprietário, se não se puder restituir à forma anterior. Esta disposição refere-se à a) adjunção. b) ocupação. c) extinção. d) confusão. e) especificação. www.tecconcursos.com.br/questoes/383519 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2016 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. O apartamento de João é invadido e, entre outras coisas, um paletó é furtado. Três meses depois, João descobre que o seu paletó está sendo usado por Ricardo. Ao ser confrontado, Ricardo esclarece que adquiriu o paletó há um mês de um brechó, que o mantinha exposto no mostruário. Alegou ainda que https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2694877 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1147287 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/383519 1222) 1223) adquiriu a roupa sem saber que era proveniente de furto. Em prova do alegado, Ricardo exibe documento comprobatório da compra do paletó feita no brechó. Tendo em vista a situação descrita, assinale a afirmativa correta. a) Ricardo não é o legítimo proprietário do paletó, pois o adquiriu do brechó, que não era o verdadeiro dono da coisa. b) Ricardo é o legítimo proprietário do paletó, uma vez que o adquiriu de boa-fé, em estabelecimento comercial, que, nas circunstâncias do caso, aparentava ser o dono da coisa. c) Ricardo é o legítimo proprietário do paletó, mas deve indenizar João, entregando-lhe soma equivalente ao preço que pagou ao brechó. d) Ricardo não é o legítimo proprietário do paletó, uma vez que o comprou do brechó apenas dois meses depois do furto sofrido por João. www.tecconcursos.com.br/questoes/263004 VUNESP - JE TJSP/TJ SP/2014 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. Assinale a opção correta. a) Pode ser transferida ao comprador, por contrato, coisa que já lhe pertence, desde que o desconheça. b) Na venda a non domino, estando o adquirente de boa fé e o alienante adquirir depois a propriedade, convalida- se o ato, considerando-se realizada a transferência desde o momento em que ocorreu a tradição. c) Na venda de coisa alheia, feita a tradição, a propriedade se transfere imediata e automaticamente, independentemente de qualquer circunstância. d) Mesmo no caso de furto ou roubo, a propriedade é transferida, e a posse, legitimada. www.tecconcursos.com.br/questoes/812521 VUNESP - Adv (Pref Atibaia)/Pref Atibaia/2014 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. Sobre o instituto da posse e seus efeitos, é correto afirmar que a) é admissível a aquisição da posse por meio do constituto possessório. b) a posse exercida por particular sobre bem público dominical pode gerar prescrição aquisitiva do imóvel. c) a aquisição da posse é ato personalíssimo, não se admitindo a aquisição por terceiro, ainda que haja ratificação. d) o possuidor não pode utilizar-se de sua própria força para combater o iminente esbulho, em razão da vedação à autotutela. e) o possuidor de boa-fé tem direito a indenização pelas benfeitorias úteis, mas não goza de direito de retenção pelo valor destas. www.tecconcursos.com.br/questoes/198955 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/263004 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/812521 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/198955 1224) 1225) 1226) 1227) VUNESP - NeR (TJ SP)/TJ SP/Remoção/2011 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. Assinale a alternativa incorreta a respeito da aquisição da propriedade imóvel. a) O registro é eficaz desde o momento em que se apresentar o título ao oficial do registro, e este o prenotar no protocolo. b) A aquisição causa mortis não depende de registro do título. c) A presunção que decorre do registro do título translativo não é absoluta, podendo ser objeto de anulação. d) Não é possível cancelar o registro em prejuízo do terceiro adquirente de boa-fé. www.tecconcursos.com.br/questoes/188722 FCC - Ana (MPE SE)/MPE SE/Direito/2010 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. Inclui-se dentre as formas de aquisição da propriedade móvel a) o álveo abandonado. b) a aluvião. c) a avulsão. d) a ocupação. e) a formação de ilhas. www.tecconcursos.com.br/questoes/1557356 CEBRASPE (CESPE) - AJ (TJ CE)/TJ CE/Judiciária/"Sem Especialidade"/2008 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. Acerca dos direitos reais, das obrigações, da tutela e do MP,julgue o item que se seguem. Os direitos reais sobre coisas móveis, quando constituídos ou transmitidos por ato entre vivos, adquirem- se independentemente da tradição da coisa. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/2480570 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Da Aquisição da Propriedade Móvel (arts. 1.260 a 1.274) - Usucapião, Ocupação, Tradição, etc. Ocupação, especificação e comistão são modos de a) cessão de direitos de posse. b) aquisição da propriedade de bens imóveis. c) aquisição da propriedade de bens móveis. d) perda de propriedade imaterial. www.tecconcursos.com.br/questoes/2219059 FGV - ACE (TCE TO)/TCE TO/Direito/2022 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/188722 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1557356 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2480570 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2219059 1228) 1229) 1230) Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) Marcelo adquiriu há mais de três anos uma casa de veraneio no campo. Entretanto, nunca ocupou ou exerceu quaisquer atos de posse sobre o bem. Até o momento, todavia, ninguém mais veio a apossar-se do bem, estando ainda desocupado. Caso a conduta de Marcelo venha a ser considerada abandono do bem, ele poderá ser arrecadado pelo(a): a) União, caso se trate de imóvel urbano, onde quer que ele se localize; b) Estado, caso se trate de imóvel urbano e se encontre na respectiva circunscrição; c) Município ou Distrito Federal, caso se trate de imóvel urbano e se encontre na respectiva circunscrição; d) Estado, caso se trate de imóvel rural e se encontre na respectiva circunscrição; e) Município ou Distrito Federal, caso se trate de imóvel rural e se encontre na respectiva circunscrição. www.tecconcursos.com.br/questoes/1223219 Instituto AOCP - Ana (Pref Betim)/Pref Betim/Jurídico/2020 Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) Sobre o Direito das Coisas, assinale a alternativa correta. a) Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas somente as benfeitorias úteis; não lhe assiste o direito de retenção pela importância destas, nem o de levantar as voluptuárias. b) Decorridos, no mínimo, 180 (cento e oitenta) dias da divulgação da notícia pela imprensa, ou do edital, não se apresentando quem comprove a propriedade sobre a coisa, será esta vendida em hasta pública e, deduzidas do preço as despesas mais a recompensa do descobridor, pertencerá o remanescente ao Município em cuja circunscrição se deparou o objeto perdido. c) Aquele que possuir coisa móvel como sua, contínua e incontestadamente durante 02 (dois) anos, com justo título e boa-fé, adquirir-lhe-á a propriedade. d) Em caso de alienação de qualquer das unidades sobrepostas, terão direito de preferência, em igualdade de condições com terceiros, os titulares da construção-base e da laje, nessa ordem, que serão cientificados por escrito para que se manifestem no prazo de 15 (quinze) dias, salvo se o contrato dispuser de modo diverso. e) O imóvel urbano que o proprietário abandonar, com a intenção de não mais o conservar em seu patrimônio, e que se não encontrar na posse de outrem, poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, três anos depois, à propriedade do Município ou à do Distrito Federal, se se achar nas respectivas circunscrições. www.tecconcursos.com.br/questoes/552448 INAZ do Pará - Proc (Curuçá)/Pref Curuçá/2014 Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) Sobre a perda da propriedade, marque a alternativa correta de acordo com o Código Civil Brasileiro: a) A perda pode acontecer pela alienação, renuncia ou coisa julgada imaterial. b) A perda pode acontecer pelo abandono, desapropriação ou esfoliação. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1223219 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/552448 1231) 1232) 1233) c) A perda pode acontecer por perecimento da coisa ou vontade de um terceiro não interessado. d) A perda pode acontecer abandono por desastre natural. e) A perda pode acontecer por abandono, renuncia ou desapropriação. www.tecconcursos.com.br/questoes/124094 CEBRASPE (CESPE) - DPF/PF/2013 Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) A respeito da pessoa natural e da propriedade, julgue o item que se segue. Como causa de perda de propriedade de bem móvel, o abandono pode ser presumido, desde que presente a intenção do proprietário; como causa de perda de propriedade de imóvel, será o abandono absolutamente presumido ante o inadimplemento de ônus fiscais, depois de cessados os atos de posse. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/570323 QUADRIX - ADI (ABDI)/ABDI/Nível Superior Especialista/Jurídico/2013 Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) O imóvel urbano que o proprietário abandonar, com a intenção de não mais o conservar em seu patrimônio, e que se não encontrar na posse de outrem: a) Não poderá ser arrecadado. b) Poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, três anos depois, à propriedade da União, onde quer que ele se localize. c) Poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, três anos depois, à propriedade do Município ou à do Distrito Federal, se se achar nas respectivas circunscrições. d) Poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, cinco anos depois, à propriedade da União, Estados, Distrito Federal ou Municípios, onde quer que ele se localize. e) Poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, cinco anos depois, à propriedade do Município, se se achar nas respectivas circunscrições. www.tecconcursos.com.br/questoes/1602 FCC - AFR SP/SEFAZ SP/Gestão Tributária/2006 Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) O imóvel urbano que o proprietário abandonar, com a intenção de não mais o conservar em seu patrimônio, e que se não encontrar na posse de outrem a) passará à propriedade da União, depois de vinte anos de abandono comprovado. b) somente será adquirido pelo Município mediante usucapião extraordinária. c) será arrecadado, como bem vago, e passará, cinco anos depois, à propriedade do Estado onde se situar ou à do Distrito Federal. d) poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, três anos depois, à propriedade do Município ou à do Distrito Federal, se achar nas respectivas circunscrições. e) será arrecadado, como bem vago, e passados dez anos incorporado ao patrimônio da universidade pública cuja sede esteja mais próxima. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/124094 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/570323 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1602 1234) 1235) 1236) 1237) www.tecconcursos.com.br/questoes/2479223 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2006 Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) Ainda quanto aos direitos reais, segundo o Código Civil Brasileiro de 2002, é correto dizer que: a) Perde-se a propriedade, entre outras causas, pela renúncia. b) O proprietário pode levantar em seu terreno as construções que lhe aprouver, independentemente do direito dos vizinhos e dos regulamentos administrativos, tendo em vista que o direito de propriedade é absoluto. c) No regime do condomínio geral, não poderá exceder de dez anos a indivisão estabelecida pelo doador ou pelo testador. d) No condomínio edilício, não há propriedade exclusiva. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479283 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2005 Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) Ainda quanto aos direitos reais, segundo o Código Civil Brasileiro de 2002, é correto dizer: a) o proprietário de um prédio não tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais ao sossego dos que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha; b) perde-se a propriedade, entre outras causas, pelo perecimento da coisa; c) o dono de prédio que não tiver acesso a via pública pode, independentemente de indenização, constranger o vizinho a lhe dar passagem;d) o proprietário pode levantar em seu terreno as construções que lhe aprouverem, independentemente do direito dos vizinhos e dos regulamentos administrativos, tendo em vista que o direito de propriedade é absoluto. www.tecconcursos.com.br/questoes/68993 CEBRASPE (CESPE) - AJ TST/TST/Administrativa/"Sem Especialidade"/2003 Direito Civil - Da Perda da Propriedade Móvel e Imóvel (arts. 1.275 a 1.276) Em relação ao direito de propriedade, julgue o item subseqüente. Perde-se a propriedade por alienação quando o proprietário, por vontade própria, onerosamente transfere a outrem o seu direito sobre a coisa. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/2771877 FGV - ATM (Pref SJC)/Pref SJC/Gestão Tributária/2024 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Marcelo Rocha relata à sua advogada, Gabriela Ruth, que é proprietário e possuidor do apartamento 72, da Rua do Céu, 99999, Bairro Paraíso da Lua, desde 2002, sendo que João Catapimba é o proprietário da unidade 62, que se encontra localizada imediatamente embaixo da sua. Entre 2002 e 2010, a unidade 62 ficou alugada, sendo que de 2010 a 2022, a tia do proprietário habitou o apartamento (unidade 62). Durante os dois períodos, nenhuma reclamação houve a respeito de barulho ou qualquer incômodo que pudesse ter sido causado por Marcelo. Com a morte da tia, João Catapimba passou a habitar o imóvel. Desde então, injustificadamente, João passou a desferir golpes no teto de sua residência, ou seja, no piso da residência de Marcelo. Com o passar do tempo, os incidentes pioraram, ocasionando até em xingamentos e ameaças de morte https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479223 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479283 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/68993 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2771877 1238) praticados por João contra Marcelo. Esses atos eram realizados, a partir da janela do apartamento 62, em direção à unidade 72. Diante da situação hipotética narrada, com base no tema Direitos de Vizinhança, assinale a afirmativa correta. a) O exercício das prerrogativas de proprietário e possuidor não pode extravasar os limites da razoabilidade e da normalidade de modo a prejudicar a segurança, o sossego e a saúde das pessoas que habitam a propriedades vizinha. b) Na situação narrada, não se configura qualquer forma de abuso, pois discussões por barulhos fazem parte das relações de vizinhança, se tratando de transtorno passageiro do cotidiano. c) A violação do Direito de Vizinhança só se caracteriza quando o uso da propriedade violar normas administrativas emanadas da autoridade municipal. d) O dissabor cotidiano é o fato contumaz e imperceptível que não atinge a esfera jurídica personalíssima do indivíduo, por conseguinte, as atitudes de João são normais e aceitáveis na relação entre vizinhos. e) As atitudes de João são legítimas e válidas, se realizadas até as 22 horas, pois se encontram no limite legal para o exercício pleno do direito de uso do proprietário. www.tecconcursos.com.br/questoes/2362025 FGV - Proc (Niterói)/Pref Niterói/2023 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Florêncio tem uma linda casa em Camboinhas, com um extenso quintal no qual gosta de descansar e ver o pôr do sol. Sucede que, em 15/01/2018, Alvin começa a construir uma casa no terreno vizinho, sendo certo que uma das janelas foi aberta a menos de um metro e meio do terreno de Florêncio. Assim, em 16/01/2019, Florêncio ajuíza nunciação de obra nova contra Alvin, no que obtém liminar a fim de paralisar a construção, já em fase final. Em contestação, apresentada em 23/03/2019, o réu articula duas teses de defesa: (i) decadência do direito de embargar a obra, considerando que a ação foi proposta após o prazo de ano e dia previsto pelo Código Civil; e (ii) apesar de a janela, realmente, ficar situada a menos de um metro e meio do terreno de Florêncio, é feita de um material e em tal inclinação que não ocorre o devassamento visual do imóvel vizinho. Comprovada pericialmente a segunda tese, Alvin pede o julgamento da questão de fundo, desistindo da prejudicial de decadência. Nesse caso, é correto afirmar que: a) procedem ambas as teses de defesa, mas não será possível examinar a segunda; b) procede apenas a primeira tese de defesa, e será possível examinar a segunda; c) procede apenas a segunda tese de defesa; d) procede apenas a primeira tese de defesa, e não será possível examinar a segunda; e) nenhuma das teses de defesa procede, e a obra deve ser desfeita. www.tecconcursos.com.br/questoes/2490673 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2023 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2362025 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2490673 1239) 1240) 1241) Antônio é proprietário de um prédio que não tem acesso à via pública. De um lado, Antônio tem Ricardo como vizinho, cuja propriedade alcança a via pública. Do outro lado, Antônio tem Luíza como vizinha, cuja propriedade também alcança a via pública. Todavia, no caso do imóvel de Luíza, o caminho até a via pública é menos natural e mais difícil. Ricardo e Luíza recusaram-se a oferecer voluntariamente a passagem. Diante disso, Antônio pode exigir a) tanto a passagem de Ricardo quanto a de Luiza, a seu critério, mas só precisará pagar indenização cabal se escolher Luiza. b) tanto a passagem de Ricardo quanto a de Luiza, a seu critério, e deverá pagar indenização cabal a quem escolher. c) que Ricardo lhe dê a passagem, sem que seja obrigado a pagar qualquer indenização a ele. d) que Ricardo lhe dê a passagem, mediante pagamento de indenização cabal. www.tecconcursos.com.br/questoes/2519715 FGV - JL (TJ BA)/TJ BA/2023 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Marquinhos alugou seu apartamento para Priscilla que, por sua vez, sublocou-o a Genaro. Ocorre que o vizinho do apartamento inferior promove festas que se arrastam por toda a madrugada, impedindo que Genaro tenha uma única noite de sono. Nesse caso, pode(m) reclamar judicialmente a limitação das festas ao horário diurno: a) Marquinhos, Priscilla e Genaro; b) Marquinhos e Genaro, apenas; c) Priscilla e Genaro, apenas; d) Marquinhos, apenas; e) Genaro, apenas. www.tecconcursos.com.br/questoes/2694871 FGV - JE TJGO/TJ GO/2023 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) As árvores da casa de João são muito bonitas e frondosas. Seus galhos ultrapassaram a linha do muro divisório e acabaram por passar por cima deste, fazendo sombra na piscina de José. Apesar das reclamações de José, João não as aparava. Eventualmente, caíam até frutos na casa de José. Baseado no enunciado e na legislação civil, é correto afirmar que: a) José pode cortar os galhos das árvores que ultrapassaram o muro e invadiram seu terreno até o plano vertical divisório e os frutos que caírem em seu terreno são seus; b) José pode cortar os galhos das árvores que ultrapassaram o muro e invadiram seu terreno até o plano vertical divisório, mas deve devolver os frutos que caírem em seu terreno; c) José não pode cortar os galhos das árvores que ultrapassaram o muro e invadiram seu terreno até o plano vertical divisório, mas os frutos que caírem em seu terreno são seus; d) José não pode cortar os galhos das árvores que ultrapassaram o muro e invadiram seu terreno até o plano vertical divisório, bem como deve devolver os frutos que caírem em seu terreno; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2519715 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2694871 1242) 1243) e) a possibilidade ou não de José cortar os galhos das árvores que ultrapassaram o muro e invadiram seu terreno até o plano vertical divisório e se apropriar dos frutos dependerá de Lei Municipal específica. www.tecconcursos.com.br/questoes/1864974 FGV - DP MS/DPE MS/2022 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Renata vem sofrendo grandes dificuldades em fruir com tranquilidade de sua chácara, por contados transtornos decorrentes de obras que vêm sendo realizadas na propriedade de seu vizinho, Evandro. Depois de anos de desleixo, com construções de integridade questionável, Evandro foi obrigado a realizar algumas dessas obras por imposição do poder público, para reparar inclusive violações à regulamentação ambiental aplicável àquela área. Sobre o caso, é correto afirmar que: a) por se tratar de obras justificadas por interesse público, não pode Renata pretender de Evandro indenização pelos prejuízos sofridos, mas poderá exigir a sua redução, ou eliminação, quando estas se tornarem possíveis; b) no tocante às construções de integridade questionável, ante o risco de ruína iminente, poderá Renata exigir de Evandro não somente a demolição ou reparação delas, mas também que lhe preste caução pelo dano iminente; c) se as obras no terreno de Evandro ensejarem curso de água para o terreno de Renata, ela poderá exigir que ele seja desviado ou que ela seja indenizada pelos prejuízos sofridos, independentemente de o novo curso de água lhe trazer algum benefício; d) Renata poderá recusar que a tubulação subterrânea de serviços de utilidade pública destinada ao terreno de Evandro passe pelo seu terreno, salvo se ele comprovar que seja impossível proceder de outro modo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2211871 FGV - JL (TJ GO)/TJ GO/2022 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Ademir é proprietário de um sítio contíguo à chácara de seu vizinho Viriato. Ambos os prédios contavam com saídas próprias e independentes para a única estrada pública que passa pela localidade. Certa feita, porém, Ademir alienou uma parte de seu terreno para Bruno, transferindo para este a metade do sítio mais próxima à estrada e reservando para si a propriedade da outra metade, que era contígua à chácara de Viriato. Com isso, a porção de terreno que permaneceu com Ademir deixou de contar com qualquer saída independente para a única via pública existente na região. Nessas circunstâncias, é correto afirmar que, para ter acesso à estrada, Ademir: a) poderá constranger Bruno ou Viriato a lhe darem passagem pelos respectivos terrenos, devendo a passagem forçada recair sobre o imóvel que a ela se prestar mais facilmente; b) poderá constranger Bruno a lhe dar passagem pelo terreno deste, sem necessidade de indenizá- lo, ou obter a passagem forçada pelo terreno de Viriato, mediante indenização cabal; c) poderá exigir que Bruno tolere sua passagem pelo terreno deste, mas não terá passagem forçada pelo terreno de Viriato, ainda que esteja disposto a pagar indenização cabal; d) poderá constranger Viriato a lhe dar passagem pelo terreno deste, mas não terá passagem forçada pelo terreno de Bruno se nada foi acordado entre eles no momento da alienação; e) não poderá exigir nem que Bruno nem que Viriato tolerem sua passagem pelos respectivos terrenos, ainda que esteja disposto a pagar indenização cabal pela passagem forçada. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1864974 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2211871 1244) 1245) 1246) www.tecconcursos.com.br/questoes/661921 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2018 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Ronaldo é proprietário de um terreno que se encontra cercado de imóveis edificados e decide vender metade dele para Abílio. Dois anos após o negócio feito com Abílio, Ronaldo, por dificuldades financeiras, descumpre o que havia sido acordado e constrói uma casa na parte da frente do terreno – sem deixar passagem aberta para Abílio – e a vende para José, que imediatamente passa a habitar o imóvel. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta. a) Abílio tem direito real de servidão de passagem pelo imóvel de José, mesmo contra a vontade deste, com base na usucapião. b) A venda realizada por Ronaldo é nula, tendo em vista que José não foi comunicado do direito real de servidão de passagem existente em favor de Abílio. c) Abílio tem direito a passagem forçada pelo imóvel de José, independentemente de registro, eis que seu imóvel ficou em situação de encravamento após a construção e venda feita por Ronaldo. d) Como não participou da avença entre Ronaldo e Abílio, José não está obrigado a conceder passagem ao segundo, em função do caráter personalíssimo da obrigação assumida. www.tecconcursos.com.br/questoes/238882 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Glicério construiu a casa onde reside há oito anos com duas janelas rentes à divisa do terreno. A disposição das janelas na divisa teve como objetivo a iluminação, a ventilação e a vista. Na época, seu vizinho não se opôs à construção. Ocorre que o lote vizinho foi vendido a terceiro, e este levantou um muro rente à parede em que se encontram as janelas. Considerando a situação hipotética e as regras de direitos reais, assinale a alternativa correta. a) Por ter transcorrido o prazo prescricional de ano e dia da data da abertura das janelas, não poderá mais o proprietário do prédio lindeiro exigir o desfazimento da abertura irregular da janela. b) Não se aplica o prazo decadencial de ano e dia para demolição e fechamento das janelas abertas irregularmente se o proprietário do prédio lindeiro se manifestou expressamente contrário à feitura da obra na época da construção. c) Considerando a hipótese de a construção ter sido realizada de maneira irregular e o proprietário do prédio lindeiro ter, no momento da construção, anuído de maneira tácita, mesmo antes de ano e dia serão aplicáveis as regras de servidão de utilidade. d) O terceiro adquirente do prédio vizinho poderá, a todo tempo, levantar uma edificação no seu prédio; todavia, fica impossibilitado de vedar a claridade e a ventilação da casa do Glicério. www.tecconcursos.com.br/questoes/241288 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Acerca da servidão de aqueduto, assinale a alternativa correta. a) Não se aplicam à servidão de aqueduto as regras pertinentes à passagem de cabos e tubulações. b) O aqueduto deverá ser construído de maneira que cause o menor prejuízo aos proprietários dos imóveis vizinhos, e a expensas do seu dono, mas a quem não incumbem as despesas de conservação. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/661921 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238882 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/241288 1247) 1248) 1249) c) Se o uso das águas não se destinar à satisfação das exigências primárias, o proprietário do aqueduto não deverá ser indenizado pela retirada das águas supérfluas aos seus interesses de consumo. d) O proprietário do prédio serviente, ainda que devidamente indenizado pela passagem da servidão do aqueduto, poderá exigir que seja subterrânea a canalização que atravessa áreas edificadas, pátios, jardins ou quintais. www.tecconcursos.com.br/questoes/243006 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Félix e Joaquim são proprietários de casas vizinhas há cinco anos e, de comum acordo, haviam regularmente delimitado as suas propriedades pela instalação de uma singela cerca viva. Recentemente, Félix adquiriu um cachorro e, por essa razão, o seu vizinho, Joaquim, solicitou-lhe que substituísse a cerca viva por um tapume que impedisse a entrada do cachorro em sua propriedade. Surpreso, Félix negou-se a atender ao pedido do vizinho, argumentando que o seu cachorro era adestrado e inofensivo e, por isso, jamais lhe causaria qualquer dano. Com base na situação narrada, é correto afirmar que Joaquim a) poderá exigir que Félix instale o tapume, a fim de evitar que o cachorro ingresse na sua propriedade, contanto que arque com metade das despesas de instalação, cabendo a Félix arcar com a outra parte das despesas. b) poderá exigir que Félix instale o tapume, a fim de evitar que o cachorro ingresse em sua propriedade, cabendo a Félix arcar integralmente com as despesas de instalação. c) não poderá exigir que Félix instale o tapume, umavez que a cerca viva fora instalada de comum acordo e demarca corretamente os limites de ambas as propriedades, cumprindo, pois, com a sua função, bem como não há indícios de que o cachorro possa vir a lhe causar danos. d) poderá exigir que Félix instale o tapume, a fim de evitar que o cachorro ingresse em sua propriedade, cabendo a Félix arcar com as despesas de instalação, deduzindo-se desse montante metade do valor, devidamente corrigido, correspondente à cerca viva inicialmente instalada por ambos os vizinhos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479968 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2006 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) O Código Civil em vigor regula, no Livro, III, Título III, Capítulo V, os direitos de vizinhança. Acerca desses direitos, conforme as previsões do Código Civil, é correto afirmar: a) O proprietário ou o possuidor de um prédio não tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança dos que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha. b) O proprietário ou o possuidor, sempre que lhe aprouver, ainda que sem motivo, tem direito de exigir do dono do prédio vizinho a demolição, ou a reparação deste. c) Os frutos caídos de árvore do terreno vizinho pertencem ao dono do solo em que estiver plantada a árvore. d) O dono do prédio que não tiver acesso a via pública, nascente ou porto, pode, mediante pagamento de indenização cabal, constranger o vizinho a lhe dar passagem, cujo rumo será judicialmente fixado, se necessário. www.tecconcursos.com.br/questoes/2442648 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2003 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) Assinale a alternativa correta. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243006 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479968 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2442648 1250) 1251) a) O condômino que violar as obrigações condominiais deverá pagar a multa estipulada no ato constitutivo, ou convenção de condomínio no valor correspondente a 20% do débito, além de uma indenização por perdas e danos a que deu causa. b) Havendo desproporção entre a gravidade da culpa do lesante, o magistrado poderá reduzir a indenização, procurando atingir uma situação material correspondente, não podendo exceder o valor do prejuízo causado por não se permitir enriquecimento indevido. c) O proprietário lesado terá direito de fazer cessar ofensa à sua segurança, saúde ou sossego mesmo quando ela for justificada por interesse público. d) Havendo dois terrenos vizinhos e contíguos, o proprietário confinante, que construir em primeiro lugar, poderá assentar a parede divisória até meia espessura no terreno vizinho, invadindo-o, perdendo, por isso, seu direito de haver meio valor dela, se o vizinho a travejar. www.tecconcursos.com.br/questoes/2471309 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2001 Direito Civil - Dos Direitos de Vizinhança (arts. 1.277 a 1.313) O proprietário de imóvel que esteja encravado tem direito de exigir que o proprietário de imóvel vizinho abra acesso à via pública, por meio do instituto denominado a) servidão de passagem, devendo o acesso ser o mais conveniente para o prédio encravado. b) servidão de passagem, devendo o acesso ser o menos gravoso para o prédio vizinho. c) direito de passagem forçada, devendo o acesso ser o mais conveniente para o prédio encravado. d) direito de passagem forçada, devendo o acesso ser o menos gravoso para o prédio vizinho. www.tecconcursos.com.br/questoes/2563536 FGV - JS (TJ ES)/TJ ES/2023 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Dr. Teotônio é contratado pelo condomínio Paz Maravilhosa para cobrar as cotas condominiais do morador do apartamento 202, Cássio. Após a sentença de procedência da demanda de cobrança ajuizada, dr. Teotônio começa a executar seus honorários de sucumbência, e Cássio, confessando-se insolvente, requer o parcelamento em dez prestações, o que é aceito. Quando estava prestes a vencer a quarta prestação, Cássio, que nunca pagou nenhuma delas, aliena o imóvel a Armínio. Nesse caso, é correto afirmar que Armínio: a) será responsável por todas as parcelas, inclusive aquelas vencidas antes da alienação, por se tratar de obrigação ambulatória (propter rem), e poderá se beneficiar do acordo de parcelamento; b) será responsável apenas pelas parcelas vencidas após a alienação, por se tratar de obrigação ambulatória (propter rem), mas poderá se beneficiar do acordo de parcelamento; c) será responsável pelas parcelas vencidas após a alienação, por se tratar de obrigação ambulatória (proter rem), mas não poderá se beneficiar do acordo que, para si, é considerado res inter alios acta; d) será responsável por todas as parcelas, inclusive aquelas vencidas antes da alienação, por se tratar de obrigação ambulatória (propter rem), e não poderá se beneficiar do acordo que, para si, é considerado res inter alios acta; e) não será responsável pela dívida relativa a honorários de sucumbência. www.tecconcursos.com.br/questoes/2694865 FGV - JE TJGO/TJ GO/2023 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2471309 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2563536 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2694865 1252) 1253) 1254) Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Marcos, João e Fernando querem comprar juntos uma máquina de impressão, cujo valor no mercado é muito alto, pois conta com tecnologia avançada. Cada um usará a máquina quatro meses no ano e, dessa forma, poderão ratear as despesas de aquisição. Com base nas informações prestadas, bem como na legislação civil vigente, poderão valer-se, para aquisição da máquina: a) do condomínio em multipropriedade, previsto no Art. 1.358-B do Código Civil. Para dirimir eventuais questões (deliberações), como tempo para manutenção e seus custos, farão uma convenção com as devidas cláusulas, já que a lei é omissa; b) do condomínio em multipropriedade, previsto no Art. 1.358-B do Código Civil. Para dirimir eventuais questões (deliberações), como tempo para manutenção e seus custos, a lei estabelece o quórum de maioria absoluta; c) do condomínio voluntário, previsto no Art. 1.314 do Código Civil. Para dirimir eventuais questões (deliberações), como tempo para manutenção e seus custos, farão uma convenção com as devidas cláusulas, já que a lei é omissa; d) do condomínio voluntário, previsto no Art. 1.314 do Código Civil. Para dirimir eventuais questões (deliberações), como tempo para manutenção e seus custos, a lei estabelece quórum de maioria absoluta; e) do condomínio em multipropriedade, previsto no Art. 1.358-B do Código Civil. A lei estabelece que o administrador deverá dirimir eventuais questões (deliberações), como tempo para manutenção e seus custos. www.tecconcursos.com.br/questoes/1865196 FGV - JE TJAP/TJ AP/2022 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Roberval tornou-se síndico do condomínio do edifício Castanheira. Buscando valorizar o imóvel e remediar alguns problemas inconvenientes do edifício, ele precisa realizar certas obras. Quanto a elas, é correto afirmar que: a) as obras necessárias e urgentes que importem em despesas excessivas podem ser realizadas imediatamente pelo síndico, dispensada comunicação à assembleia; b) as obras que importarem em despesas excessivas dependem de aprovação em assembleia especial, cuja convocação compete exclusivamente ao síndico; c) o condômino que realizar obras não necessárias, mas de interesse comum, será reembolsado das despesas que efetuar; d) a realização de obras voluptuárias dependerá de autorização prévia da assembleia, mediante aprovação da maioria dos condôminos; e) não são permitidas construções, nas partes comuns, suscetíveis de prejudicar a utilização, por qualquer dos condôminos, das partes próprias ou comuns. www.tecconcursos.com.br/questoes/1970359 FGV - JE TJPE/TJ PE/2022 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Asdrúbal é síndico do condomínio do edifício Epitáfio. Recentemente, foi constatada a necessidadeurgente de substituição da rede elétrica que passa por cima da garagem, por conta de risco de incêndio. Entretanto, o custo da obra é bastante significativo, especialmente tendo em vista a quantidade de condôminos e suas condições financeiras. Diante disso, Asdrúbal: https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1865196 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1970359 1255) 1256) a) deve iniciar a realização das obras, dispensada consulta à assembleia; b) deve iniciar a realização das obras, mas deve convocar imediatamente a assembleia para dar ciência delas; c) depende de aprovação das obras pela maioria dos condôminos na assembleia; d) depende de aprovação das obras por dois terços dos condôminos na assembleia; e) depende de aprovação das obras pela unanimidade dos condôminos na assembleia. www.tecconcursos.com.br/questoes/2121859 FGV - JE TJSC/TJ SC/2022 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Vinícius comprou de Rejane um apartamento em um condomínio edilício, mas depois da imissão na posse e transcrição no registro veio a descobrir que a antiga proprietária deixou inadimplidas obrigações antigas relativas à taxa condominial, as quais o condomínio está agora exigindo de Vinícius. Sobre o caso, é correto afirmar que Vinícius: a) não é responsável pelo adimplemento dessas obrigações, que são de responsabilidade do proprietário ao tempo de seu vencimento, cabendo ao condomínio exigi-las diretamente de Rejane; b) é responsável pelo adimplemento dessas obrigações, mas não pode o próprio apartamento ser penhorado em caso de inadimplemento, nem tem direito de regresso em face de Rejane; c) é responsável pelo adimplemento dessas obrigações, mas não pode o próprio apartamento ser penhorado em caso de inadimplemento, e ele tem direito de regresso em face de Rejane; d) é responsável pelo adimplemento dessas obrigações, podendo inclusive ter o próprio apartamento penhorado em caso de inadimplemento, mas tem direito de regresso em face de Rejane; e) é responsável pelo adimplemento dessas obrigações, podendo inclusive ter o próprio apartamento penhorado em caso de inadimplemento, e não tem direito de regresso em face de Rejane. www.tecconcursos.com.br/questoes/2198126 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2022 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Otávio é proprietário e residente do apartamento 706, unidade imobiliária do condomínio edilício denominado União II, e é conhecido pelos vizinhos pelas festas realizadas durante a semana, que varam a madrugada. Na última comemoração, Otávio e seus convivas fizeram uso de entorpecentes e, em trajes incompatíveis com as áreas comuns do prédio, ficaram na escada do edifício cantando até a intervenção do síndico, que acionou a polícia para conter o grupo, que voltou para o apartamento de Otávio. No dia seguinte, o síndico convocou uma assembleia para avaliar as sanções a serem aplicadas ao condômino antissocial. Ficou decidido, pelo quórum de ¾, a aplicação de multa de cinco vezes o valor da contribuição mensal. Sobre a hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. a) A multa aplicada é indevida, pois apesar do comportamento de Otávio, ele é proprietário de unidade imobiliária autônoma, assim como os demais condôminos que deliberaram a multa em seu https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2121859 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2198126 1257) 1258) desfavor. b) O síndico poderia ter aplicado a multa de até cinco contribuições mensais, sem a convocação da assembleia. c) A aplicação da multa em face de Otávio é ilegal, pois a sanção deveria ser precedida por ação judicial para sua aplicação. d) O síndico aplicou corretamente a multa. Caso o comportamento antissocial de Otávio persista, a multa poderá ser majorada para até dez vezes o valor da contribuição mensal do condomínio. www.tecconcursos.com.br/questoes/2211869 FGV - JL (TJ GO)/TJ GO/2022 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Edgar é o proprietário da unidade nº 405 de um edifício residencial em Goiânia, onde habita com sua esposa e seus dois filhos. Passando por uma crise financeira, Edgar não tem conseguido honrar boa parte de suas dívidas e deixou de pagar as contribuições condominiais referentes à sua unidade nos últimos meses. Após receber sucessivas visitas da síndica do condomínio, informando-lhe que a convenção condominial prevê juros moratórios e multa para os condôminos inadimplentes e realizando várias ameaças, Edgar decidiu procurar um(a) advogado(a) para indagar quais consequências jurídicas poderiam decorrer de sua impontualidade. Nessa ocasião, foi-lhe corretamente informado que, entre outras consequências cabíveis: a) Edgar e sua família podem ser privados do acesso a áreas comuns da edificação que tenham uso não essencial, como aquelas destinadas ao lazer, mas não podem ser privados do direito ao voto em assembleia, ainda que a convenção condominial assim preveja; b) Edgar deve responder por juros de mora e pela multa convencional, limitada a 2% do débito, podendo ainda responder, caso a inadimplência persista, por nova multa, de até cinco vezes a contribuição condominial, desde que aprovada por três quartos dos condôminos restantes; c) nenhuma multa pode ser imposta a Edgar, ainda que prevista na convenção condominial ou decorrente de deliberação assemblear, mas ele deve responder pelos juros moratórios previstos convencionalmente e poderá ser privado do acesso a áreas comuns da edificação que tenham uso não essencial; d) Edgar deve responder pela multa prevista na convenção condominial, a qual pode alcançar até o montante de cinco vezes o valor do débito, mas ele e sua família não podem ser privados do acesso a nenhuma das áreas comuns da edificação nem do direito ao voto em assembleia; e) Edgar responde pelos juros de mora e também pode ser privado do direito ao voto em assembleia, se houver previsão na convenção condominial, mas nenhuma multa pode ser imposta a ele, senão aquela aprovada por deliberação específica de três quartos dos condôminos restantes. www.tecconcursos.com.br/questoes/1739334 FGV - JE TJPR/TJ PR/2021 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Antônio prometeu vender unidade autônoma em condomínio edilício para Bárbara. Após a transferência da posse em favor do adquirente, este não levou a promessa de compra e venda para o competente registro imobiliário e não houve mais pagamento de cota condominial em favor do condomínio edilício. Diante da inadimplência, o condomínio ajuíza ação tendente a cobrar as cotas condominiais em atraso. Sendo assim, é correto afirmar que: a) por se tratar de obrigação propter rem, apenas a pessoa cujo nome consta como proprietária no cartório do registro de imóveis pode ser eficazmente demandada; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2211869 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1739334 1259) 1260) b) a ciência do condomínio acerca do ato de alienação é irrelevante para definir a responsabilidade do adquirente pelo pagamento das cotas condominiais após o ato de alienação; c) ainda que não haja a imissão na posse do imóvel, o promitente comprador tem exclusiva responsabilidade de pagar as cotas condominiais a partir do momento em que a escritura de promessa de compra e venda é realizada; d) não sendo a promessa de compra e venda um título registrável, apenas após a realização da escritura definitiva de compra e venda é que o adquirente pode ser responsabilizado pelo inadimplemento das cotas condominiais; e) a inexistência de registro da promessa de compra e venda pode levar a que o condomínio, conforme determinadas circunstâncias do caso, tenha o legítimo direito de exigir tanto do alienante como do adquirente o pagamento das cotas condominiais em atraso. www.tecconcursos.com.br/questoes/1787947 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Provimento/2021 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Marcelo é usufrutuário de uma das unidades de um condomínio edilício. Ele é obrigado a obedecera convenção condominial desde que ela tenha sido subscrita: a) pela maioria das frações ideais; b) por dois terços das frações ideais; c) pela totalidade das frações ideais; d) pela maioria das frações ideais e registrada no Cartório de Registro de Imóveis; e) por dois terços das frações ideais e registrada no Cartório de Registro de Imóveis. www.tecconcursos.com.br/questoes/383435 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2016 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Vítor, Paulo e Márcia são coproprietários, em regime de condomínio pro indiviso, de uma casa, sendo cada um deles titular de parte ideal representativa de um terço (1/3) da coisa comum. Todos usam esporadicamente a casa nos finais de semana. Certo dia, ao visitar a casa, Márcia descobre um vazamento no encanamento de água. Sem perder tempo, contrata, em nome próprio, uma sociedade empreiteira para a realização da substituição do cano danificado. Pelo serviço, ficou ajustado contratualmente o pagamento de R$ 900,00 (novecentos reais). Tendo em vista os fatos expostos, assinale a afirmativa correta. a) A empreiteira pode cobrar a remuneração ajustada contratualmente de qualquer um dos condôminos. b) A empreiteira pode cobrar a remuneração ajustada contratualmente apenas de Márcia, que, por sua vez, tem direito de regresso contra os demais condôminos. c) A empreiteira não pode cobrar a remuneração contratualmente ajustada de Márcia ou de qualquer outro condômino, uma vez que o serviço foi contratado sem a prévia aprovação da totalidade dos condôminos. d) A empreiteira pode cobrar a remuneração ajustada contratualmente apenas de Márcia, que deverá suportar sozinha a despesa, sem direito de regresso contra os demais condôminos, uma vez que contratou a empreiteira sem o prévio consentimento dos demais condôminos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1787947 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/383435 1261) 1262) www.tecconcursos.com.br/questoes/237277 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2014 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Ary celebrou contrato de compra e venda de imóvel com Laurindo e, mesmo sem a devida declaração negativa de débitos condominiais, conseguiu registrar o bem em seu nome. Ocorre que, no mês seguinte à sua mudança, Ary foi surpreendido com a cobrança de três meses de cotas condominiais em atraso. Inconformado com a situação, Ary tentou, sem sucesso, entrar em contato com o vendedor, para que este arcasse com os mencionados valores. De acordo com as regras concernentes ao direito obrigacional, assinale a opção correta. a) Perante o condomínio, Laurindo deverá arcar com o pagamento das cotas em atraso, pois cabe ao vendedor solver todos os débitos que gravem o imóvel até o momento da tradição, entregando-o livre e desembargado. b) Perante o condomínio, Ary deverá arcar com o pagamento das cotas em atraso, pois se trata de obrigação subsidiária, já que o vendedor não foi encontrado, cabendo ação in rem verso, quando este for localizado. c) Perante o condomínio, Laurindo deverá arcar com o pagamento das cotas em atraso, pois se trata de obrigação com eficácia real, uma vez que Ary ainda não possui direito real sobre a coisa. d) Perante o condomínio, Ary deverá arcar com o pagamento das cotas em atraso, pois se trata de obrigação propter rem, entendida como aquela que está a cargo daquele que possui o direito real sobre a coisa e, comprovadamente, imitido na posse do imóvel adquirido. www.tecconcursos.com.br/questoes/238878 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Timóteo e Leandro, cada qual proprietário de um apartamento no Edifício Maison, procuraram a síndica do condomínio, Leonor, a fim de solicitar que fossem deduzidas de suas contribuições condominiais as despesas referentes à manutenção do parque infantil situado no edifício. Argumentaram que, por serem os únicos condôminos sem crianças na família, não utilizam o aludido parque, cuja manutenção incrementa significativamente o valor da contribuição condominial, bem como que a convenção de condomínio nada dispõe a esse respeito. Na condição de advogado consultado por Leonor, assinale a avaliação correta do caso acima. a) Timóteo e Leandro podem ser temporariamente dispensados do pagamento das despesas referentes à manutenção do parque infantil, retomando-se imediatamente a cobrança caso venham a ter crianças em sua família. b) Timóteo e Leandro podem ser dispensados do pagamento das despesas referentes à manutenção do parque infantil, desde que declarem, por meio de escritura pública, que não utilizarão o parque infantil em caráter permanente. c) Leonor deverá dispensar tratamento isonômico a todos os condôminos, devendo as despesas de manutenção do parque infantil ser cobradas, ao final de cada mês, apenas daqueles condôminos que tenham efetivamente utilizado a área naquele período. d) Todos os condôminos, inclusive Timóteo e Leandro, devem arcar com as despesas referentes à manutenção do parque infantil, tendo em vista ser seu dever contribuir para as despesas condominiais proporcionalmente à fração ideal de seu imóvel. www.tecconcursos.com.br/questoes/240034 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/237277 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238878 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/240034 1263) 1264) 1265) Durante assembleia realizada em condomínio edilício residencial, que conta com um apartamento por andar, Giovana, nova proprietária do apartamento situado no andar térreo, solicitou explicações sobre a cobrança condominial, por ter verificado que o valor dela cobrado era superior àquele exigido dos demais condôminos. O síndico prontamente esclareceu que a cobrança a ela dirigida é realmente superior à cobrança das demais unidades, tendo em vista que o apartamento de Giovana tem acesso exclusivo, por meio de uma porta situada em sua área de serviço, a um pequeno pátio localizado nos fundos do condomínio, conforme consta nas configurações originais do edifício devidamente registradas. Desse modo, segundo afirmado pelo síndico, podendo Giovana usar o pátio com exclusividade, apesar de constituir área comum do condomínio, caberia a ela arcar com as respectivas despesas de manutenção. Em relação à situação apresentada, assinale a alternativa correta. a) Não poderão ser cobradas de Giovana as despesas relativas à manutenção do pátio, tendo em vista que este consiste em área comum do condomínio, e a porta de acesso exclusivo não fora instalada por iniciativa da referida condômina. b) Poderão ser cobradas de Giovana as despesas relativas à manutenção do pátio, tendo em vista que ela dispõe de seu uso exclusivo, independentemente da frequência com que seja efetivamente exercido. c) Somente poderão ser cobradas de Giovana as despesas relativas à manutenção do pátio caso seja demonstrado que o uso por ela exercido impõe deterioração excessiva do local. d) Poderá ser cobrada de Giovana metade das despesas relativas à manutenção do pátio, devendo a outra metade ser repartida entre os demais condôminos, tendo em vista que a instalação da porta na área de serviço não foi de iniciativa da condômina, tampouco da atual administração do condomínio. www.tecconcursos.com.br/questoes/1644759 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) No que diz respeito ao condomínio e aos direitos e deveres dos condôminos, assinale a opção correta. a) Se um dos consortes contrair dívida em proveito da comunhão, ele não responderá pessoalmente pelo compromisso assumido, devendo todos os condôminos responder pela dívida contraída em benefício de todos. b) No condomínio edilício, resolvendo o condômino alugar a sua unidade ou a sua garagem, ele deverá dar preferência, em condições iguais, aos demais consortes. c) É direito dos condôminos requerer a divisão da coisa comum, porém é possível instituir-se a indivisibilidade convencional porprazo não superior a cinco anos, suscetível de prorrogação ulterior. d) No condomínio edilício, o pagamento das despesas relativas às partes comuns do edifício, ainda que de uso exclusivo de um condômino ou de alguns deles, deve ser rateado entre todos os consortes. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477483 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Segundo a legislação civil, o adquirente do imóvel em condomínio edilício responde pelos débitos condominiais, ainda que anteriores à data de sua aquisição. Nesse contexto, a referida obrigação denomina-se a) obrigação eficacial. b) obrigação com ônus pessoal. c) obrigação propter rem ou obrigação híbrida. d) obrigação natural. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1644759 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477483 1266) 1267) 1268) 1269) www.tecconcursos.com.br/questoes/2479544 FCC - Sec OAB SP/OAB/2007 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Sobre o condomínio edilício, é ERRADO afirmar que a) o não pagamento das taxas condominiais pode acarretar multa máxima de 2% ao mês, além dos juros moratórios. b) a maior multa prevista no código para um condômino é de cinco vezes o valor da taxa condominial. c) a convenção do condomínio poderá ser feita por escritura pública ou por instrumento particular. d) institui-se o condomínio edilício por ato entre vivos ou testamento, registrado no Cartório de Registro de Imóveis. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479658 FCC - Sec OAB SP/OAB/2005 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Se o condômino, no condomínio edilício, for julgado nocivo, por seu reiterado comportamento anti-social, e expulso por deliberação da assembléia, reiterada por decisão judicial, a) perderá a propriedade de sua unidade autônoma. b) perderá a propriedade e a posse direta de utilização da unidade autônoma. c) perderá a posse direta de utilização da unidade autônoma. d) não poderá ceder o uso da unidade autônoma a terceiros. www.tecconcursos.com.br/questoes/2441671 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2004 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Na administração do condomínio, compete ao síndico a) determinar o regimento interno do condomínio. b) determinar as sanções a que estão sujeitos os condôminos, ou possuidores. c) elaborar a quota proporcional e o modo de pagamento das contribuições dos condôminos para atender às despesas ordinárias e extraordinárias do condomínio. d) elaborar o orçamento da receita e da despesa relativas a cada ano. www.tecconcursos.com.br/questoes/362456 COPERVE UFSC - Sec OAB SC/OAB/2003 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Assinale a alternativa CORRETA, em ralação ao condomínio edilício, de acordo com o Código Civil (Lei 10.406/2002). a) A realização de obras (voluptuárias e úteis) no condomínio depende de voto da maioria dos condôminos. b) Resolvendo o condômino alugar área no abrigo para veículos, preferir-se-á, em condições iguais, qualquer dos condôminos a estranhos, e, entre todos, os possuidores. c) Mesmo as obras ou reparações necessárias, para serem executadas pelo síndico, necessitam de autorização. d) A construção de outro pavimento, ou, no solo comum, de outro edifício, destinado a conter novas unidades imobiliárias, depende da aprovação com o voto de dois terços dos condôminos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479544 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479658 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2441671 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/362456 1270) 1271) 1272) www.tecconcursos.com.br/questoes/2474451 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2002 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Se o condômino de coisa indivisível vender sua fração ideal sem dar preferência aos demais consortes, a) a venda, como ato jurídico, é nula de pleno direito, pois não obedecida a forma prescrita em lei. b) o condômino preterido, respeitado o prazo legal, pode depositar o preço pelo qual a fração foi vendida a terceiro e havê-la para si. c) não há direito de prelação na com propriedade da coisa indivisível, uma vez que todos os condôminos devem assinar o ato de alienação. d) o condômino preterido pode apenas pleitear perdas e danos, provando que tinha condições financeiras para adquirir a parte ideal vendida ou que o imóvel remanescente perde parte de seu valor em função da diminuição da possibilidade de seu aproveitamento. www.tecconcursos.com.br/questoes/2474966 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2002 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) Por deliberação de 2/3 em assembléia condominial de prédio residencial, o síndico ajuizou ação contra condômino, por perturbação do sossego, visando interditar-lhe o acesso ao edifício. A medida intentada é a) legal, por constituir contravenção penal. b) ilegal, porque as transgressões a deveres dos condôminos são passíveis apenas de sanções pecuniárias. c) legal, pois que a decisão da Assembléia é soberana no regime das relações de condomínio. d) ilegal, por falta de decisão unânime dos condôminos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2472071 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Do Condomínio Geral (arts. 1.314 a 1.358-A) "Despesas condominiais. Débito confessado pela condômina que, no entanto, quer vê-lo compensado com crédito que diz ter, relativo a infiltrações em sua unidade autônoma, por cuja reparação seria responsável o condomínio. Pretensão repelida, porquanto não se acham presentes os requisitos objetivos da compensação" (2º TACIVIL - Ap. s/ Rev. 515.079 - 4ª Câm. - Rel. Juiz Mariano Siqueira - j. 28.04.1998). A compensação pretendida pela condômina não foi possível porque a) não havia conexão entre os valores compensáveis e os créditos não eram da mesma natureza e espécie. b) os créditos não eram da mesma natureza e espécie e os valores cuja compensação se pretendia não eram equivalentes. c) não se pode compensar o crédito líqüido, certo e vencido do condomínio contra a condômina com o crédito ilíqüido e incerto que acondômina alegava ter contra o condomínio. d) elegeu a condômina a via imprópria para argüir a extinção de sua obrigação, uma vez que na hipótese versada no Acórdão, a imputação do pagamento era a figura que melhor se prestaria à defesa por ela apresentada. www.tecconcursos.com.br/questoes/2412291 FGV - JE TJMS/TJ MS/2023 Direito Civil - Do Condomínio em Multipropriedade (arts. 1.358-B a 1.358-U) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474451 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2474966 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2472071 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2412291 1273) 1274) 1275) 1276) Um imóvel, objeto de multipropriedade, segundo o Código Civil: a) é indivisível e não se sujeita à demanda de extinção de condomínio; b) é divisível e se sujeita à demanda de extinção de condomínio; c) é indivisível, mas se sujeita à demanda de extinção de condomínio, devendo ser indenizado àquele que ficou sem o imóvel; d) é divisível, mas não se sujeita à demanda de extinção de condomínio, já que o Código Civil tem previsão expressa nesse sentido; e) pode ser divisível ou indivisível, a depender do contrato que o formalizou. Sendo divisível, será possível a demanda de extinção do condomínio. Sendo indivisível, esta não será possível. www.tecconcursos.com.br/questoes/2709490 FGV - N e R (TJ SE)/TJ SE/Provimento/2023 Direito Civil - Do Condomínio em Multipropriedade (arts. 1.358-B a 1.358-U) A multipropriedade foi positivada no ordenamento brasileiro pela Lei nº 13.777/2018 e assim definida pelo Art. 1.358-C do Código Civil: “[m]ultipropriedade é o regime de condomínio em que cada um dos proprietários de um mesmo imóvel é titular de uma fração de tempo, à qual corresponde a faculdade de uso e gozo, com exclusividade, da totalidade do imóvel, a ser exercida pelos proprietários de forma alternada”. Trata-se de um traço comum entre esse instituto e o condomínio em geral: a) a sujeiçãoà ação de extinção de condomínio; b) a existência de matrícula própria; c) a extinção quando todas as frações de propriedade se concentram na mão de uma mesma pessoa natural ou jurídica; d) a possibilidade de adjudicação, pelo condomínio edilício a que pertençam, da fração atribuída ao condômino/coproprietário inadimplente; e) o direito de preferência entre condôminos/coproprietários de adquirirem as frações dos demais. www.tecconcursos.com.br/questoes/1927804 VUNESP - NeR (TJ SP)/TJ SP/Remoção/2022 Direito Civil - Do Condomínio em Multipropriedade (arts. 1.358-B a 1.358-U) Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma modalidade de condomínio. a) Time sharing. b) Usufruto. c) Direito de Laje. d) Enfiteuse. www.tecconcursos.com.br/questoes/1626327 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2021 Direito Civil - Do Condomínio em Multipropriedade (arts. 1.358-B a 1.358-U) Liz e seu marido Hélio adquirem uma fração de tempo em regime de multipropriedade imobiliária no hotel-fazenda Cidade Linda, no estado de Goiás. Pelos termos do negócio, eles têm direito a ocupar uma das unidades do empreendimento durante os meses de dezembro e janeiro, em regime fixo. No ano seguinte à realização do negócio, as filhas do casal, Samantha e Laura, ficam doentes exatamente em dezembro, o que os impede de viajar. Para contornar a situação, Liz oferece à sua mãe, Alda, o direito de ir para o Cidade Linda no lugar deles. Ao chegar ao local, porém, Alda é barrada pela administração do https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2709490 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1927804 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1626327 1277) 1278) 1279) hotel, sob o fundamento de que somente a família proprietária poderia ocupar as instalações da unidade. Você, como advogado(a), deve esclarecer se o ato é legal, assinalando a opção que indica sua orientação. a) O ato é legal, pois o regime de multipropriedade, ao contrário do condominial, é personalíssimo. b) O ato é ilegal, pois, como hipótese de condomínio necessário, a multipropriedade admite o uso das unidades por terceiros. c) O ato é ilegal, pois a possibilidade de cessão da fração de tempo do multiproprietário em comodato é expressamente prevista no Código Civil. d) O ato é legal, pois o multiproprietário tem apenas o direito de doar ou vender a sua fração de tempo, mas nunca cedê-la em comodato. www.tecconcursos.com.br/questoes/922580 CEBRASPE (CESPE) - DP DF/DP DF/2019 Direito Civil - Do Condomínio em Multipropriedade (arts. 1.358-B a 1.358-U) A respeito de condomínio em multipropriedade, julgue o item subsequente. O regime da multipropriedade poderá ser adotado por condomínio edilício na totalidade de suas unidades autônomas, por meio da deliberação da maioria absoluta dos condôminos. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/922585 CEBRASPE (CESPE) - DP DF/DP DF/2019 Direito Civil - Do Condomínio em Multipropriedade (arts. 1.358-B a 1.358-U) A respeito de condomínio em multipropriedade, julgue o item subsequente. A multipropriedade somente poderá ser instituída por ato entre vivos registrado em cartório de registro de imóveis, com a necessária indicação da duração dos períodos de cada fração de tempo. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/954705 VUNESP - NeR (TJ RS)/TJ RS/Provimento/2019 Direito Civil - Do Condomínio em Multipropriedade (arts. 1.358-B a 1.358-U) Assinale a alternativa correta sobre o condomínio em multipropriedade. a) O imóvel objeto da multipropriedade não se sujeita à ação de extinção de condomínio. b) A instituição da multipropriedade independe de registro do ato no Cartório de Registro de Imóveis. c) A transferência do direito de multipropriedade dependerá da cientificação dos demais multiproprietários, devendo ser respeitado o direito de preferência destes. d) Ao condomínio edilício é vedado adotar o regime de multipropriedade apenas em parte de suas unidades autônomas. e) A multipropriedade se extinguirá automaticamente se todas as frações de tempo forem do mesmo multiproprietário. www.tecconcursos.com.br/questoes/2471314 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2001 Direito Civil - Do Condomínio em Multipropriedade (arts. 1.358-B a 1.358-U) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/922580 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/922585 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/954705 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2471314 1280) 1281) 1282) Nas relações em empreendimentos de shopping center, o lojista a) tem direito de permanência no ponto, amparado por ação renovatória, desde que preenchidos os requisitos da Lei nº 8.245/91. b) tem direito de permanência no ponto, amparado por ação renovatória, desde que haja previsão expressa no contrato e no memorial do empreendimento. c) não tem direito de permanência no ponto, pois a capacidade de atrair clientela e gerar lucros é do shopping center como um todo, e não dos lojistas individualmente considerados. d) não tem direito de permanência no ponto, porque o vínculo contratual estabelecido com o empreendedor não é de locação. www.tecconcursos.com.br/questoes/728227 FMP - NeR (TJ MT)/TJ MT/Remoção/2014 Direito Civil - Da Propriedade Resolúvel (arts. 1.359 a 1.360) Quanto à propriedade, assinale a afirmativa correta. a) A chamada aquisição da propriedade por interesse social (artigo 1.228, §§ 4º e 5°, do Código Civil) dispensa pagamento do preço e registro do título, aperfeiçoando-se, tal como o usucapião, no último dia do prazo previsto no seu suporte fático. b) Embora resolvida a propriedade pelo implemento da condição ou pelo advento do termo, os direitos reais concedidos na sua pendência permanecem hígidos. c) No condomínio voluntário, a maioria simples dos condôminos pode alterar a destinação da coisa comum e dar posse, uso e gozo dela a terceiros. d) O proprietário do solo tem o direito de explorar os recursos minerais de emprego imediato na construção civil, ainda que submetidos à transformação industrial. e) Quando se resolve a propriedade por fato alheio ao título, a revogação tem efeito ex nunc. www.tecconcursos.com.br/questoes/87933 FCC - DP RS/DPE RS/2011 Direito Civil - Da Propriedade Resolúvel (arts. 1.359 a 1.360) Atenção: Para responder à questão assinale a alternativa que contém a afirmação correta em relação ao assunto indicado. Direitos Reais. a) O possuidor com justo título tem por si a presunção absoluta de boa-fé. b) O possuidor de má-fé detém o direito de ressarcimento pelas benfeitorias necessárias e de levantamento das benfeitorias voluptuárias. c) Não é cabível a constituição de usufruto que recaia em bens móveis e em um patrimônio inteiro. d) O contrato de promessa de compra e venda, desde que escrito, confere ao seu titular direito real à aquisição do imóvel. e) Resolvida a propriedade pelo implemento da condição ou pelo advento do termo, entendem-se também resolvidos os direitos reais concedidos na sua pendência. www.tecconcursos.com.br/questoes/198707 VUNESP - NeR (TJ SP)/TJ SP/Provimento/2011 Direito Civil - Da Propriedade Resolúvel (arts. 1.359 a 1.360) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/728227 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/87933 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/198707 1283) 1284) 1285) 1286) Marcus Aurelius recebeu de Augustus um imóvel em doação, com condição resolutiva. Posteriormente, Marcus Aurelius vendeu o imóvel a Tito, sendo ambos os negócios levados a registro na matrícula do imóvel. Algum tempo depois, houve implemento da condição resolutiva. É correto afirmar que a) a compra e venda é eficaz e Tito conserva o bem comprado. b) a venda na pendência da condição é nula. c) Tito deverá restituir o imóvel a Augustus apenas na hipótese de o donatário Marcus ter se tornado insolvente e não tiver condições de ressarcir o valor da coisa ao doador. d) resolvida a propriedade do donatário pelo implemento da condição, também se encontra resolvido o direito do adquirente Tito, que deverá restituir a coisa ao doador. www.tecconcursos.com.br/questoes/30881 ESAF - AFPS/INSS/Tributaçãoe Julgamento/2002 Direito Civil - Da Propriedade Resolúvel (arts. 1.359 a 1.360) Constitui modo terminativo da propriedade imóvel: a) posse de outrem b) tradição c) implemento de condição resolutiva d) constituto possessório e) acessão artificial www.tecconcursos.com.br/questoes/1849213 ESAF - Ana (CVM)/CVM/Mercado de Capitais/2001 Direito Civil - Da Propriedade Resolúvel (arts. 1.359 a 1.360) Assinale a opção correta. a) Há propriedade resolúvel na venda a conten to sob condição suspensiva e no fideicomis so. b) Os contratos de depósito e de seguro são consensuais. c) São direitos de vizinhança gratuitos o de passagem forçada e o de madeiramento. d) Em caso de incêndio do prédio locado a lei presume culpado o locatário, mas este pode eximir-se da responsabilidade provando que o evento decorreu da propagação de fogo originado em outro prédio. e) Não pode haver bem consumível que seja infungível. www.tecconcursos.com.br/questoes/1788036 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Provimento/2021 Direito Civil - Da Propriedade Fiduciária (arts. 1.361 a 1.368-B) A microempresária individual Rosa celebrou, com escopo de garantia, contrato de alienação fiduciária de duas máquinas para uso em sua empresa. Sendo certo que as máquinas descritas no contrato são bens móveis infungíveis, constitui-se tal propriedade: a) com o registro do contrato que lhe serve de título no Registro de Títulos e Documentos do domicílio do devedor; b) com a entrega das máquinas ao credor fiduciário, que exercerá doravante a posse direta e indireta sobre os bens alienados até a quitação da dívida; c) com a assinatura do contrato, independentemente de qualquer formalidade complementar, inclusive a tradição dos bens alienados; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/30881 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1849213 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1788036 1287) 1288) 1289) d) com a publicação do contrato que lhe serve de título, após averbação no Registro Público de Empresas Mercantis do domicílio do credor; e) com o registro do contrato, que deve ser por instrumento público, no Registro de Imóveis do lugar da localização dos bens alienados. www.tecconcursos.com.br/questoes/2339453 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Da Propriedade Fiduciária (arts. 1.361 a 1.368-B) Acerca da propriedade fiduciária em garantia, assinale a opção correta. a) Na propriedade fiduciária, o credor pode apropriar-se da coisa garantida quando o fiduciante voluntariamente deixar de pagar o débito garantido, transformando, assim, a propriedade resolúvel em propriedade definitiva do fiduciário. No entanto, havendo saldo a favor do devedor, após o desconto das taxas de administração e dos demais encargos decorrentes da mora, este deve ser entregue ao fiduciante. b) Capitalizar juros significa somar o valor dos juros vencidos ao capital mutuado, de modo que os juros futuros passem a incidir sobre o resultado dessa soma, e assim sucessivamente, procedimento também conhecido como juros compostos. Nos contratos de mútuo com alienação fiduciária em garantia, desde que expressamente pactuada, é admitida a capitalização dos juros. c) O bem dado em propriedade fiduciária não faz parte dos ativos do devedor, pois trata-se de patrimônio separado, imune à ação de terceiros e que não pode ser penhorado, e a falta de devolução do bem alienado fiduciariamente autoriza a prisão civil do devedor. d) O objetivo da propriedade fiduciária é garantir um empréstimo feito pelo credor fiduciário ao fiduciante, para que este pague o preço da aquisição. Para garantir o reembolso da quantia mutuada, o adquirente transfere ao financiador o domínio da coisa comprada, que a conserva até o preço ser pago. O devedor fica com a posse direta e o financiador, titular da propriedade resolúvel, conserva a posse indireta, enquanto o domínio não se resolver. www.tecconcursos.com.br/questoes/2476938 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2003 Direito Civil - Da Propriedade Fiduciária (arts. 1.361 a 1.368-B) Na substituição fideicomissária, o fiduciário terá o direito de a) prestar caução de restituir os bens fideicomitidos, se lho exigir o fideicomissário. b) indenizar as benfeitorias úteis e necessárias que aumentarem o valor da coisa fideicometida. c) ter propriedade restrita e resolúvel da herança ou do legado. d) proceder ao inventário dos bens fideicomitidos. www.tecconcursos.com.br/questoes/689268 FGV - Adv (ALERO)/ALERO/2018 Direito Civil - Da Superfície (arts. 1.369 a 1.377) Maria, proprietária de imóvel urbano, concede a Inês a o direito de usar onerosamente o seu terreno, inclusive o subsolo, para o fim de guardar e depositar instrumentos e equipamentos de trabalho, mediante escritura pública registrada no cartório de registro de imóveis. Sobre a hipótese, indique o instrumento jurídico adequado para a celebração do referido negócio jurídico. a) Direito de preempção. b) Acessão de uso. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2339453 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2476938 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/689268 1290) 1291) 1292) c) Direito de superfície. d) Outorga onerosa do direito de construir. e) Parcelamento urbano. www.tecconcursos.com.br/questoes/277082 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2015 Direito Civil - Da Superfície (arts. 1.369 a 1.377) Mateus é proprietário de um terreno situado em área rural do estado de Minas Gerais. Por meio de escritura pública levada ao cartório do registro de imóveis, Mateus concede, pelo prazo de vinte anos, em favor de Francisco, direito real de superfície sobre o aludido terreno. A escritura prevê que Francisco deverá ali construir um edifício que servirá de escola para a população local. A escritura ainda prevê que, em contrapartida à concessão da superfície, Francisco deverá pagar a Mateus a quantia de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A escritura também prevê que, em caso de alienação do direito de superfície por Francisco, Mateus terá direito a receber quantia equivalente a 3% do valor da transação. Nesse caso, é correto afirmar que a) é nula a concessão de direito de superfície por prazo determinado, haja vista só se admitir, no direito brasileiro, a concessão perpétua. b) é nula a cláusula que prevê o pagamento de remuneração em contrapartida à concessão do direito de superfície, haja vista ser a concessão ato essencialmente gratuito. c) é nula a cláusula que estipula em favor de Mateus o pagamento de determinada quantia em caso de alienação do direito de superfície. d) é nula a cláusula que obriga Francisco a construir um edifício no terreno. www.tecconcursos.com.br/questoes/237818 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2013 Direito Civil - Da Superfície (arts. 1.369 a 1.377) Alexandre, pai de Bruno, celebrou contrato com Carlos, o qual lhe concedeu o direito de superfície para realizar construção de um albergue em seu terreno e explorá-lo por 10 anos, mediante o pagamento da quantia de R$100.000,00. Passados quatro anos, Alexandre veio a falecer. Diante do negócio jurídico celebrado, assinale a afirmativa INCORRETA. a) O superficiário pode realizar obra no subsolo, de modo a ampliar sua atividade. b) O superficiário responde pelos encargos e tributos que incidirem sobre o imóvel. c) O direito de superfície será transferido a Bruno, em razão da morte de Alexandre. d) O superficiário terá direito de preferência, caso Carlos decida vender o imóvel. www.tecconcursos.com.br/questoes/2406725 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB ES/OAB/2004 Direito Civil - Da Superfície (arts. 1.369 a 1.377) A respeito do direito das coisas, assinale a opção incorreta. a) A preferência das hipotecas entre os vários credores hipotecários se dará pela ordem de vencimento do título constitutivo. Assim, deve-se pagar integralmente o credor hipotecário cujo título vença primeiro e, após satisfeito este, ao segundo credor, ou ao terceiro, conforme a ordem cronológica do vencimento do título. b) O direito de superfície se constitui mediante escritura pública regularmente registrada no registro de imóveis. Ao superficiárioé concedido, por prazo determinado e a título gratuito ou oneroso, o direito de construir ou plantar sobre o terreno, bem como de dispor do direito, transferindo-o a terceiros e, por morte do superficiário, aos seus herdeiros. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/277082 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/237818 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2406725 1293) 1294) 1295) c) Extinto o direito de superfície, o proprietário recuperará o pleno domínio sobre o terreno, bem como sobre as acessões e benfeitorias introduzidas no imóvel, via de regra, independentemente de qualquer indenização. A inversão dessa regra dependerá sempre de cláusula expressa. d) A aquisição do domínio pode ser originária, quando o indivíduo adquire a propriedade do bem sem que este tenha sido transmitido por alguém, ou derivada, quando há transmissibilidade do domínio por ato causa mortis ou inter vivos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2442649 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2003 Direito Civil - Da Superfície (arts. 1.369 a 1.377) Assinale a alternativa cuja assertiva está correta. a) Seja onerosa ou gratuita a concessão da superfície, o superficiário arcará com o pagamento de todos os encargos ou ônus, inclusive fiscais, que incidirem sobre o imóvel. b) O dono do prédio serviente não terá direito de remover a servidão de um local para outro que seja mais favorável à sua utilização. c) O usufruto, em qualquer hipótese ou situação, estender-se-á aos acessórios da coisa e seus acrescidos, em razão de conseqüência natural do direito real que o vincula ao bem. d) O desmembramento do ônus real liberará o devedor originário da responsabilidade de continuar pessoalmente obrigado se, executada a hipoteca, o produto não bastar para o pagamento da dívida. www.tecconcursos.com.br/questoes/2727591 FGV - Proc Leg (CM SP)/CM SP/2024 Direito Civil - Das Servidões (arts. 1.378 a 1.389) Otaviano Augusto é proprietário de um imóvel em São Gotardo, Caxias do Sul, RS sob matrícula nº XXXX. No local, há uma passagem por meio de um corredor que se encontra afastado e murado, que permite, inclusive, o trânsito de automotores pela propriedade de Trajano Nero há mais de 30 anos. Há quatro meses foi colocada uma porteira no local impedindo o acesso e o trânsito. Trajano notificou Otaviano alegando a existência de uma estrada no fundo da propriedade, com 5 metros de largura desde a estrada pública até o imóvel, que gera a desnecessidade da passagem por suas terras. Trajano decidiu alienar o imóvel pois, com o falecimento de sua esposa, Cleópatra, pretende morar na Itália e teme que passagem desvalorize o bem. Diante da situação hipotética narrada, assinale a afirmativa correta. a) A existência de um acesso impede a passagem de Otaviano, visto não ser seu imóvel encravado. b) A servidão de passagem, por ser um direito real sobre a coisa alheia, só pode ser constituída por acordo entre as partes. c) Caso o dono do imóvel demonstre que o acesso à via pública não atende à função econômica do bem pode, mediante pagamento de indenização cabal, constranger o vizinho a lhe dar passagem. d) O exercício incontestado e contínuo de uma servidão aparente, que é o caso de situação de Otaviano, autoriza a aquisição por meio da usucapião. e) As servidões prediais e aparentes são divisíveis, não subsistindo no caso de partilha do bem em caso de morte e nem alcançam eventuais adquirentes do bem. www.tecconcursos.com.br/questoes/702022 FGV - Ana Leg (ALERO)/ALERO/Processo Legislativo/2018 Direito Civil - Das Servidões (arts. 1.378 a 1.389) Américo e Regina são proprietários de duas fazendas vizinhas. Américo pratica atividade agrícola e necessita adentrar o terreno de Regina para construção de um aqueduto (única forma de garantir https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2442649 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2727591 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/702022 1296) 1297) irrigação), razão pela qual as partes concordaram em instituir direito real para este fim e o registraram no Cartório de Registro de Imóveis. Sobre os direitos de Américo, assinale a resposta correta. a) Trata-se de direito real de servidão, oponível, inclusive, a qualquer comprador do imóvel de Regina. b) Na hipótese de venda de um dos imóveis, o acordo é extinto de pleno direito. c) Cuida-se de direito real de uso, pelo que Regina faz jus à remuneração, em razão da utilização de seu terreno. d) O fim da atividade agrícola de Américo, seja por que período for, não importa na extinção do direito acordado. e) Sobrevindo o falecimento de Regina, o acordo se mantém até seus herdeiros concordarem com o direito. www.tecconcursos.com.br/questoes/465912 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2017 Direito Civil - Das Servidões (arts. 1.378 a 1.389) George vende para Marília um terreno não edificado de sua propriedade, enfatizando a existência de uma “vista eterna para a praia” que se encontra muito próxima do imóvel, mesmo sem qualquer documento comprovando o fato. Marília adquire o bem, mas, dez anos após a compra, é surpreendida com a construção de um edifício de vinte andares exatamente entre o seu terreno e o mar, impossibilitando totalmente a vista que George havia prometido ser eterna. Diante do exposto e considerando que a construção do edifício ocorreu em um terreno de terceiro, assinale a afirmativa correta. a) Uma vez transcorrido o prazo de 10 anos, Marília pode pleitear o reconhecimento da usucapião da servidão de vista. b) Mesmo sem registro, Marília pode ser considerada titular de uma servidão de vista por destinação de George, o antigo proprietário do terreno. c) Mesmo sendo uma servidão aparente, as circunstâncias do caso não permitem a usucapião de vista. d) Sem que tenha sido formalmente constituída, não é possível reconhecer servidão de vista em favor de Marília. www.tecconcursos.com.br/questoes/557276 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2017 Direito Civil - Das Servidões (arts. 1.378 a 1.389) Laurentino constituiu servidão de vista no registro competente, em favor de Januário, assumindo o compromisso de não realizar qualquer ato ou construção que embarace a paisagem de que Januário desfruta em sua janela. Após o falecimento de Laurentino, seu filho Lucrécio decide construir mais dois pavimentos na casa para ali passar a habitar com sua esposa. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta. a) Januário não pode ajuizar uma ação possessória, eis que a servidão é não aparente. b) Diante do falecimento de Laurentino, a servidão que havia sido instituída automaticamente se extinguiu. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/465912 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/557276 1298) 1299) 1300) 1301) c) A servidão de vista pode ser considerada aparente quando houver algum tipo de aviso sobre sua existência. d) Januário pode ajuizar uma ação possessória, provando a existência da servidão com base no título. www.tecconcursos.com.br/questoes/2339450 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Das Servidões (arts. 1.378 a 1.389) Acerca do direito das coisas, assinale a opção correta. a) Um imóvel gravado com cláusula de inalienabilidade, por força da referida cláusula, não está sujeito a usucapião, nem pode ser objeto de posse. b) O dono de prédio sem acesso a via pública, nascente ou porto, pode exigir que seu vizinho lhe dê passagem. Trata-se de direito de vizinhança oneroso, pois inexiste reciprocidade em prol do dono do prédio serviente, razão pela qual tem direito de ser indenizado dos prejuízos oriundos do trânsito. c) Se o bem que constitui o único imóvel do espólio estiver hipotecado, cada herdeiro é responsável tão-somente pelo pagamento da dívida relativa ao seu quinhão, podendo resgatar a dívida da parte que lhe cabe. d) A servidão é um direito real de uso. Trata-se de uma limitação recíproca ao direito de propriedade, imposta por lei a determinados prédios encravados, em razão de sua proximidade e da indivisibilidade destes com os prédios dominantes. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477789 FCC- Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Das Servidões (arts. 1.378 a 1.389) Sobre a servidão, é INCORRETO afirmar: a) pode ser constituída mediante testamento. b) pode surgir mediante usucapião. c) a servidão de trânsito é obrigatória quando favorecer prédio encravado que não tenha saída para a via pública. d) extingue-se pela reunião do prédio serviente e do prédio dominante no domínio da mesma pessoa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2466571 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Das Servidões (arts. 1.378 a 1.389) Não é hipótese de extinção das servidões, a) a renúncia pelo titular do prédio dominante. b) o não uso por dez anos contínuos. c) a reunião dos dois prédios sob o mesmo proprietário. d) a desistência pelo titular do prédio serviente. www.tecconcursos.com.br/questoes/2727580 FGV - Proc Leg (CM SP)/CM SP/2024 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Ariosto, no intuito de beneficiar suas sobrinhas, Betânia e Cecília, decidiu ceder, a favor delas, conjuntamente, com cláusula de acrescer, o usufruto sobre um imóvel de sua titularidade. Assim o fez https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2339450 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477789 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2466571 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2727580 1302) em negócio jurídico elaborado por escritura pública e levado a registro na matrícula do imóvel, no Ofício imobiliário. O imóvel em questão tem natureza comercial e já estava alugado à varejista Mexicanas Ltda. Diante deste fato, assinale a afirmativa correta. a) As usufrutuárias têm direito à posse, ao uso, à administração e à percepção dos frutos, mas não podem alienar o imóvel, sendo possível transferir apenas o usufruto por alienação. b) Às usufrutuárias pertencem os aluguéis vencidos na data inicial do usufruto e os alugueis vincendos, até a data em que cessar o usufruto. c) Falecendo Betânia, o seu quinhão caberá, necessariamente, à Cecília, não podendo Ariosto, ou qualquer de seus herdeiros, reivindicar para si a consolidação da propriedade sobre o quinhão de Betânia. d) Em se tratando de usufruto constituído sem prazo determinado, o direito real sobre a coisa alheia será perpétuo na esfera jurídica dos usufrutuários, podendo transmiti-lo a seus herdeiros. e) Ao contrário da locação, as usufrutuárias podem usufruir do prédio mediante arrendamento, assim como mudar a sua destinação econômica, sem necessitar de prévia autorização do nu-proprietário. www.tecconcursos.com.br/questoes/2412287 FGV - JE TJMS/TJ MS/2023 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Amadeu era proprietário da Fazenda Riacho do Alto, a qual deu em usufruto a Amália. Amália, por sua vez, arrendou a terra a Pedrônio para exploração pelo prazo de vinte anos, de 01/11/2012 a 01/11/2032. Em 2020, falece Amália. Pedrônio, então, deixa de pagar as contraprestações pactuadas no arrendamento. Isso leva o espólio de Amália a ajuizar ação de cobrança combinada com rescisão contratual em decorrência do inadimplemento. Nesse caso, é correto afirmar que: a) com a morte de Amália, extinguiu-se o usufruto, de modo que não há mais posse exercida pelo espólio que possa ser remunerada pelo contrato de arrendamento; b) com a morte de Amália, extinguiu-se o usufruto, de modo que a posse exercida pelo espólio passou a ser considerada injusta e precária e, por isso mesmo, impassível de remuneração por força do contrato de arrendamento que perdeu objeto; c) embora a morte de Amália tenha causado a extinção do usufruto, isso não altera a natureza da posse exercida pelo espólio, que tende à manutenção do mesmo caráter (Art. 1.206 do Código Civil), razão pela qual deve ser julgado procedente o pedido formulado pelo espólio; d) embora a morte de Amália tenha causado a extinção do usufruto e isso tenha alterado a natureza da posse para injusta e precária, tais defeitos são relativos à relação entre o proprietário e o espólio de Amália, de sorte que, enquanto o imóvel não for reclamado ou devolvido, são devidas as prestações pelo arrendamento; e) com a morte de Amália, extinguiu-se a posse sobre o imóvel, mas não o direito real de usufruto que a embasava, pois que dependente de cancelamento no Registro Geral de Imóveis; por isso mesmo, é devida a contraprestação pelo arrendamento. www.tecconcursos.com.br/questoes/2424791 FGV - Ana (PGM Niterói)/Pref Niterói/Processual/2023 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2412287 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424791 1303) 1304) Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Quando Antônio, ainda no início de sua carreira profissional, ficou desempregado, seu pai, Carlos, preocupado com suas condições de sustento, deu a ele em usufruto um pequeno sítio de sua propriedade no interior do estado, pelo prazo de cinco anos. O imóvel conta com uma casa ampla, de dois andares, e um pomar, cuja produção periódica de frutos é suficiente para atender ao comércio local. Carlos imaginou, assim, que a constituição do usufruto em favor do filho ofereceria a este, no mínimo, uma moradia adequada e uma possível fonte de renda até que ele conseguisse se reerguer. Regularmente constituído o usufruto, Antônio mudou-se imediatamente para o sítio. Verificando que a casa era grande demais apenas para ele, Antônio alugou o andar superior, por prazo determinado, para seu amigo Lúcio, que desejava morar naquela área. Embora tenha sido um inquilino adimplente durante a maior parte do tempo, Lúcio deixou de pagar os aluguéis referentes aos últimos três meses do contrato de locação, findo o qual desocupou o imóvel, algumas semanas antes do advento do termo final do usufruto. Dias depois de esgotado o prazo do usufruto, e tendo se reequilibrado financeiramente, Antônio agora se prepara para devolver o imóvel ao pai. Nesse caso, é correto afirmar que: a) nenhum aluguel deveria ter sido pago por Lúcio a Antônio, pois, sendo o direito real de usufruto personalíssimo, é nula a cessão do uso do imóvel pelo usufrutuário para terceiros; b) Antônio ainda pode colher os frutos que estão pendentes no pomar antes de restituir o imóvel a Carlos, mas não pode mais cobrar de Lúcio os aluguéis vencidos e ainda não pagos; c) Antônio não pode mais colher os frutos que estão pendentes no pomar antes de restituir o imóvel a Carlos, mas ainda pode cobrar de Lúcio os aluguéis vencidos e não pagos; d) Antônio ainda pode colher os frutos que estão pendentes no pomar antes de restituir o imóvel a Carlos, bem como cobrar de Lúcio os aluguéis vencidos e ainda não pagos; e) nenhum fruto poderia ter sido colhido do pomar por Antônio ao longo dos cinco anos, pois o usufruto somente permite a fruição que não acarrete diminuição da substância da coisa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2597836 FGV - DP RJ/DPE RJ/2023 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Jorge possui, dentre outros bens, um apartamento situado na cidade de Cabo Frio. Devido a sua avançada idade, e por não ter herdeiros necessários, resolve doá-lo para sua sobrinha Jupira, filha de seu irmão Judson, pré-morto, em usufruto vitalício e simultâneo em favor de suas duas irmãs, Júlia e Juliana, sem qualquer disposição quanto à consequência da morte de uma das usufrutuárias. A doação é realizada e devidamente registrada no Registro Imobiliário respectivo. Considerando a situação hipotética, é correto afirmar que: a) Júlia e Juliana, para realizarem a locação do imóvel por temporada, precisarão da anuência de Jupira; b) Jupira, na qualidade de nu-proprietária, poderá vender o imóvel a qualquer tempo, extinguindo-se o usufruto automaticamente; c) falecendo Juliana, seus filhos não têm direito a receber a cota-parte de usufruto de sua mãe; d) quando do falecimento da primeira usufrutuária, a remanescente assumirá o usufruto do bem em sua integralidade; e) Júlia, como titular de um direito real, poderá doar sua cota-parte no usufruto. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2597836 1305) 1306) 1307) www.tecconcursos.com.br/questoes/1865233FGV - PJ (MPE GO)/MPE GO/2022 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) João doou a seus netos imóvel residencial, com reserva de usufruto vitalício aos pais (Lucas e Larissa). Lamentavelmente, pouco tempo depois, João veio a falecer. Durante a vigência da sociedade conjugal, Lucas e Larissa ocuparam o imóvel na companhia dos filhos, até que o casal veio a se divorciar, tendo Lucas deixado o imóvel para constituir nova família. O divórcio se deu de forma consensual com partilha do patrimônio comum amealhado, nada sendo dito a respeito do usufruto do imóvel. Larissa e os filhos continuaram a residir no imóvel com ciência de Lucas, mas Larissa passou a arcar sozinha com o pagamento dos impostos, despesas de conservação e contas de consumo. Após algum tempo, necessitando complementar a renda, passou a locar parte do imóvel, situação da qual Lucas também tinha conhecimento. Decorridos mais de vinte anos, Lucas pretende o arbitramento de aluguel pelo uso exclusivo do bem por Larissa e, alternativamente, pretende que o imóvel seja sobrepartilhado. Sobre a hipótese formulada, é correto afirmar que: a) o bem doado aos netos com cláusula de usufruto aos pais pode ser objeto de partilha em virtude do divórcio; b) a demora no pedido de arbitramento de aluguel faz presumir a existência de renúncia ao usufruto; c) a pretensão de sobrepartilha de bens sonegados no divórcio consensual se submete ao prazo prescricional decenal (Art. 205 do Código Civil/2002) cujo termo inicial é a data em que se tomou conhecimento da existência do bem; d) por ter consentido que Larissa ocupasse com exclusividade o imóvel, Lucas, mesmo que contribuísse para o pagamento dos impostos, não poderia se opor à locação nem exigir o pagamento de aluguéis por força do usufruto; e) o usufruto, embora vitalício, pode ser extinto pelo não uso ou não fruição do bem, situação que acarreta a decadência, assim como pelo não pagamento dos impostos e despesas de conservação, hipótese que caracteriza o abandono do imóvel. www.tecconcursos.com.br/questoes/1786530 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Remoção/2021 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Rose pretende doar seu apartamento à sua irmã, reservando para si o usufruto desse imóvel. No cartório, elas informaram algumas disposições que pretendiam fazer constar do usufruto: a possibilidade de a usufrutuária ceder onerosamente o exercício do usufruto a terceiros; a transmissão do usufruto aos seus herdeiros quando do seu falecimento; o prazo de dez anos de duração do usufruto; a possibilidade de a usufrutuária alterar a finalidade residencial do imóvel para nele realizar atividade comercial; a dispensa de a usufrutuária prestar caução. É inválida a disposição que: a) prevê a transmissão do usufruto aos herdeiros em caso de morte da usufrutuária; b) permite cessão onerosa do exercício do usufruto; c) prevê o prazo de dez anos de duração do usufruto; d) permite a alteração da finalidade do imóvel; e) dispensa a caução. www.tecconcursos.com.br/questoes/1916524 FGV - AFT (Paulínia)/Pref Paulínia/2021 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Alice constitui usufruto de sua casa na praia, avaliada em R$ 1.500.000,00, para sua amiga Cláudia. Alice abre mão da caução e fixa prazo de 5 anos para o usufruto. Cláudia, por sua vez, não faz https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1865233 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1786530 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1916524 1308) inventário do estado em que encontrava o imóvel. Esgotado o prazo estipulado, Alice pleiteia a retomada da casa e se surpreende com o fato de que todas as partes e utensílios de metal do imóvel tiveram perda total, necessitando de substituição imediata para manter condições habitabilidade. Alice calcula um prejuízo de R$ 20.000,00, pois Cláudia não havia tomado qualquer medida de combate à corrosão. Confrontada pela proprietária, Cláudia se defende dizendo que o problema foi uma consequência natural da maresia, de modo que ela não teria nada o que fazer. Sobre o posicionamento de Cláudia, assinale a afirmativa correta. a) Cláudia está correta, visto que o usufrutuário não é obrigado a pagar o perecimento decorrente do uso regular do usufruto, e não há absolutamente nada que possa ser feito contra a corrosão provocada pela maresia. b) Cláudia não está correta, pois o desgaste deveria ser reparado, ante o dever de conservação do bem, o que poderia evitar a perda completa dos materiais metálicos. c) Cláudia não está correta, haja vista que o usufruto pactuado é da espécie onerosa. d) Cláudia está correta, pois Alice abriu mão da caução e assumiu, portanto, o risco de prejuízo. e) Cláudia está correta, pois a deterioração das peças de metal é inerente às condições ambientais em que a casa se encontra. www.tecconcursos.com.br/questoes/912687 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2019 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Arnaldo institui usufruto de uma casa em favor das irmãs Bruna e Cláudia, que, no intuito de garantir uma fonte de renda, alugam o imóvel. Dois anos depois da constituição do usufruto, Cláudia falece, e Bruna, mesmo sem “cláusula de acrescer” expressamente estipulada, passa a receber integralmente os valores decorrentes da locação. Um ano após o falecimento de Cláudia, Arnaldo vem a falecer. Seus herdeiros pleiteiam judicialmente uma parcela dos valores integralmente recebidos por Bruna no intervalo entre o falecimento de Cláudia e de Arnaldo e, concomitantemente, a extinção do usufruto em função da morte de seu instituidor. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta. a) Na ausência da chamada “cláusula de acrescer”, parte do usufruto teria se extinguido com a morte de Cláudia, mas o usufruto como um todo não se extingue com a morte de Arnaldo. b) Bruna tinha direito de receber a integralidade dos aluguéis independentemente de estipulação expressa, tendo em vista o grau de parentesco com Cláudia, mas o usufruto automaticamente se extingue com a morte de Arnaldo. c) A morte de Arnaldo só extingue a parte do usufruto que caberia a Bruna, mas permanece em vigor no que tange à parte que cabe a Cláudia, legitimando os herdeiros desta a receberem metade dos valores decorrentes da locação, caso esta permaneça em vigor. d) A morte de Cláudia extingue integralmente o usufruto, pois instituído em caráter simultâneo, razão pela qual os herdeiros de Arnaldo têm direito de receber a integralidade dos valores recebidos por Bruna, após o falecimento de sua irmã. www.tecconcursos.com.br/questoes/573635 FGV - ATRE (SEFIN RO)/SEFIN RO/2018 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/912687 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/573635 1309) 1310) 1311) Em 2011, Vilhena, proprietário de uma casa, outorgou em favor de Pimenta o usufruto vitalício sobre ela. Em seguida, o outorgante requereu a averbação do direito real junto à matrícula do imóvel no Registro de Imóveis de Guajará-Mirim. Em 2014, Pimenta cedeu o exercício do usufruto por título gratuito a Costa, por contrato escrito e pelo prazo de um ano. Vencido o prazo, Costa restituiu a casa a Pimenta, retomando este o exercício do usufruto. Em novembro de 2017, falece o nu-proprietário, e seu único herdeiro, Andreazza, exige que Pimenta desocupe o imóvel. Diante da situação descrita, assinale a opção que apresenta a solução correta para o caso. a) Pimenta não poderia ceder o exercício do usufruto, por se tratar de direito real personalíssimo; a morte do nu-proprietário extingue o usufruto de pleno direito. b) Pimenta somente poderia ceder o exercício do usufruto a título oneroso; a morte do nu- proprietário extingue o usufruto de pleno direito. c) Pimenta poderia ceder o exercício do usufruto tanto por título gratuito quanto oneroso; a morte do nu-proprietário não extingue o usufruto, podendo o usufrutuário permanecer no imóvel. d) Pimenta não poderia ceder o exercício do usufruto, porque este é vitalício; a morte do nu- proprietário extinguede pleno direito o usufruto, devendo o imóvel ser desocupado. e) Pimenta poderia ceder o exercício do usufruto a título gratuito; vencido o prazo de cessão do exercício do usufruto, o imóvel deveria ter sido restituído ao nu-proprietário ou, na sua falta, ao herdeiro. www.tecconcursos.com.br/questoes/616493 FGV - AJ (TJ AL)/TJ AL/Judiciária/2018 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) A Associação dos Amantes do Turismo (AAT) recebeu, a título de usufruto instituído pelo associado Jorge, um imóvel de sua propriedade. As partes convencionaram, no título de instituição, que o usufruto seria pelo prazo de vinte anos. Decorridos dez anos da instituição, os associados, sem a participação de Jorge, que morrera há dois anos, deliberaram, em assembleia, ceder gratuitamente o usufruto do imóvel à Associação de Agentes de Viagem (AAV), em reconhecimento a serviços recebidos pela AAT. A cessão, feita sem prazo determinado, é considerada: a) válida, pois, consolidada a propriedade com a morte de Jorge, a AAT poderia destinar o bem da forma que lhe aprouvesse; b) inválida, pois a cessão gratuita do usufruto dependeria da autorização de Jorge; c) válida e vigerá até o término do prazo previsto no ato de instituição do usufruto por Jorge; d) ineficaz, pois o instituto do usufruto não permite cessão gratuita; e) válida e vigerá por trinta anos a partir da instituição do usufruto por Jorge. www.tecconcursos.com.br/questoes/277073 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2015 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Angélica concede a Otávia, pelo prazo de vinte anos, direito real de usufruto sobre imóvel de que é proprietária. O direito real é constituído por meio de escritura pública, que é registrada no competente https://www.tecconcursos.com.br/questoes/616493 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/277073 1312) 1313) 1314) Cartório do Registro de Imóveis. Cinco anos depois da constituição do usufruto, Otávia falece, deixando como única herdeira sua filha Patrícia. Sobre esse caso, assinale a afirmativa correta. a) Patrícia herda o direito real de usufruto sobre o imóvel. b) Patrícia adquire somente o direito de uso sobre o imóvel. c) O direito real de usufruto extingue-se com o falecimento de Otávia. d) Patrícia deve ingressar em juízo para obter sentença constitutiva do seu direito real de usufruto sobre o imóvel. www.tecconcursos.com.br/questoes/236565 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2014 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Sara e Bernardo doaram o imóvel que lhes pertencia a Miguel, ficando o imóvel gravado com usufruto em favor dos doadores. Dessa forma, quanto aos deveres dos usufrutuários, assinale a afirmativa INCORRETA: a) Não devem pagar as deteriorações resultantes do exercício regular do usufruto. b) Devem arcar com as despesas ordinárias de conservação do bem no estado em que o receberam. c) Devem arcar com os tributos inerentes à posse da coisa usufruída. d) Não devem comunicar ao dono a ocorrência de lesão produzida contra a posse da coisa. www.tecconcursos.com.br/questoes/241263 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Noêmia, proprietária de uma casa litorânea, regularmente constituiu usufruto sobre o aludido imóvel em favor de Luísa, mantendo, contudo, a sua propriedade. Inesperadamente, sobreveio uma severa ressaca marítima, que destruiu por completo o imóvel. Ciente do ocorrido, Noêmia decidiu reconstruir integralmente a casa às suas expensas, tendo em vista que o imóvel não se encontrava segurado. A respeito da situação narrada, assinale a alternativa correta. a) O usufruto será mantido em favor de Luísa, tendo em vista que o imóvel não fora destruído por culpa sua. b) O usufruto será extinto, consolidando-se a propriedade em favor de Noêmia, independentemente do pagamento de indenização a Luísa, tendo em vista que Noêmia arcou com as despesas de reconstrução do imóvel. c) O usufruto será extinto, consolidando-se a propriedade em favor de Noêmia, desde que esta indenize Luísa em valor equivalente a um ano de aluguel do imóvel. d) O usufruto será mantido em favor de Luísa, independentemente do pagamento de qualquer quantia por ela, tendo em vista que Noêmia somente poderia ter reconstruído o imóvel mediante autorização expressa de Luísa, por escritura pública ou instrumento particular. www.tecconcursos.com.br/questoes/1643328 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) De acordo com o que dispõe o Código Civil a respeito do usufruto, do uso e da habitação, assinale a opção correta. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/236565 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/241263 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1643328 1315) 1316) 1317) 1318) a) O uso é o direito real temporário de ocupação gratuita de casa alheia, para moradia do titular e de sua família. b) A habitação é direito real limitado, personalíssimo, temporário, indivisível, intransmissível e gratuito. c) O usufruto é direito real que, a título gratuito ou oneroso, autoriza uma pessoa a retirar, temporariamente, de coisa alheia todas as utilidades para atender às próprias necessidades e às de sua família. d) Pode-se transferir o usufruto por alienação. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479546 FCC - Sec OAB SP/OAB/2007 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Sobre o usufruto, é ERRADO afirmar que a) a lei considera que o direito de usufruto sobre um terreno é um bem imóvel. b) falecendo o usufrutuário, o direito de usufruto transmitese aos seus herdeiros. c) falecendo o nu-proprietário, seu direito transmite-se aos seus herdeiros. d) o direito de usufruto não pode ser alienado. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478525 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Sobre o usufruto, é errado afirmar que a) constituído em favor de dois usufrutuários, extingue-se o usufruto na parte daquele que falecer. b) constituído em favor de dois usufrutuários, o direito de usufruto do que vier a falecer acresce à parte do sobrevivente. c) pode recair sobre títulos de crédito. d) se extingue o usufruto pelo não uso, ou não fruição, da coisa em que o usufruto recai. www.tecconcursos.com.br/questoes/2471665 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2001 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Aponte a assertiva válida. a) O direito à passagem forçada funda-se no princípio de solidariedade social que preside as relações de vizinhança e no fato de ter a propriedade uma função econômico-social que interessa à coletividade. b) Não há propriedade resolúvel na doação com cláusula de reversão. c) O usufruto simultâneo é o instituído em favor de um indivíduo, para que depois de sua morte se transmita a terceiro. d) O domínio útil, na enfiteuse, não pode ser objeto de hipoteca. www.tecconcursos.com.br/questoes/2466570 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Antônio e Maria são casados pelo regime da separação total de bens e têm quatro filhos, dois maiores e capazes e dois menores impúberes. Antônio falece sem deixar testamento ou disposição de última vontade. A Maria, na sucessão de Antônio, caberá https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479546 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478525 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2471665 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2466570 1319) 1320) 1321) 1322) a) apenas o direito de usufruto da quarta parte dos bens de Antônio. b) absolutamente nada, uma vez que os filhos são herdeiros universais de Antônio, precedendo Maria na ordem da vocação hereditária. c) a meação de todos os bens, pois o casamento pelo regime da separação total de bens foi equiparado ao concubinato. d) apenas o direito de uso do imóvel que servia de residência ao casal, enquanto os filhos menores não atingirem a maioridade. www.tecconcursos.com.br/questoes/2472074 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Do Usufruto (arts. 1.390 a 1.411) Extingue-se o usufruto a) pela transferênciada nua-propriedade a terceiro. b) pela consolidação. c) pelo perecimento da coisa, ainda que seja consumível. d) pela morte do nu-proprietário. www.tecconcursos.com.br/questoes/1533714 FACET - Proc (Pref B Jardim)/Pref Belo Jardim/2019 Direito Civil - Do Uso (arts. 1.412 e 1.413) Em uma situação hipotética onde o dono de terras produtivas concede ao agricultor plantar e colher os frutos apenas para sua subsistência e da sua família e em troca o que exceder da produção seja de propriedade sua, estamos diante do instituto do: a) Uso fruto familiar. b) Direito de superfície. c) Mútuo impróprio. d) Direito de uso. e) Uso fruto estipulado. www.tecconcursos.com.br/questoes/330316 CEBRASPE (CESPE) - AFRM (Pref Teresina)/Pref Teresina/Fiscalização/2008 Direito Civil - Do Uso (arts. 1.412 e 1.413) Quanto aos direitos reais, julgue o próximo item. O direito real de uso transfere-se, por morte do usuário, aos seus sucessores menores ou incapazes. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/561137 IESES - JE TJMA/TJ MA/2008 Direito Civil - Do Uso (arts. 1.412 e 1.413) Assinale a alternativa correta: a) O titular do direito real de habitação sobre imóvel alheio pode usá-lo com sua família, lhe sendo permitido inclusive alugá-lo ou emprestá-lo. b) Os pais possuem o usufruto legal dos bens dos filhos menores, desde que devidamente conferido através de decisão judicial ou por vontade das partes. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2472074 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1533714 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/330316 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/561137 1323) 1324) 1325) c) O não uso, ou fruição, da coisa sobre a qual recai o usufruto, é uma das causas de extinção do usufruto. d) O bem gravado com cláusula de usufruto não pode ser alienado pelo proprietário enquanto não se extinguir o direito do usufrutuário www.tecconcursos.com.br/questoes/2478976 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Do Uso (arts. 1.412 e 1.413) O direito ao uso de coisa alheia constitui a) direito real que, a título gratuito ou oneroso, instituído por ato inter vivos ou causa mortis, permite ao usuário, temporariamente, fruir todas as utilidades de coisa móvel ou imóvel, para atender às suas necessidades e às de sua família. b) direito real temporário de ocupar gratuitamente bem imóvel alheio para a moradia do titular e de sua família, não podendo estes alugá-lo nem emprestá-lo. c) direito real de gozo sobre bens imóveis que, em virtude de lei ou vontade das partes, se impõe sobre prédio serviente em benefício do dominante. d) direito real pelo qual o proprietário, temporariamente, de modo gratuito ou oneroso, concede a outrem o direito de construir ou plantar em seu terreno. www.tecconcursos.com.br/questoes/180209 CEBRASPE (CESPE) - Tec Jud (TJ RR)/TJ RR/Oficial de Justiça da Infância e Juventude/2006 Direito Civil - Do Uso (arts. 1.412 e 1.413) Quanto aos direitos reais, assinale a opção correta. a) O contrato de promessa de compra e venda de imóvel sem cláusula de arrependimento, registrado no cartório de registro de imóveis, gera, para o promitente comprador, o direito real à aquisição do imóvel. b) Considere-se que, em virtude de benfeitorias edificadas pelo seu proprietário, o imóvel tornou-se encravado em outro imóvel e que o proprietário desse segundo imóvel, por anuência tácita e por simples cortesia, aceite a passagem para o primeiro. Nessa situação, gerou-se para o imóvel encravado o direito de servidão de passagem. c) O direito de uso conferido a mais de uma pessoa conjuntamente transfere-se, por morte de cada usuário, a seus sucessores. Se apenas um ou algum desses usuários detiver a posse da coisa e dela usufruir os frutos, ele deverá compensar os demais beneficiários. d) O proprietário pode alienar a outrem, mediante escritura pública, o direito de explorar os recursos minerais no subsolo de seu imóvel, bem como ceder parte da superfície do bem. www.tecconcursos.com.br/questoes/1865363 FGV - Proc J (CM Aracaju)/CM Aracaju/2021 Direito Civil - Da Habitação (arts. 1.414 a 1.416) Elvira deseja permitir que sua sobrinha Adriane resida em um dos imóveis que possui, pois a sobrinha não tem onde morar. Mas pretende evitar que Adriane colha qualquer fruto dele, por exemplo, dando-o em locação para terceiros e auferindo aluguel. Para tanto, Elvira deve atribuir a Adriane, sobre o imóvel em questão, o direito real de: a) propriedade; b) habitação; c) uso; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478976 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/180209 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1865363 1326) 1327) 1328) d) usufruto; e) servidão. www.tecconcursos.com.br/questoes/1181053 IASP - Cons (CM Mesquita)/CM Mesquita/Geral da Mesa Diretora/2020 Direito Civil - Da Habitação (arts. 1.414 a 1.416) De acordo com o Código Civil Brasileiro, quando o uso consistir no direito de habitar gratuitamente casa alheia, o titular deste direito não a pode alugar, nem emprestar, mas simplesmente ocupá-la com sua família. Diego dizia para seu colega que se o direito real de habitação for conferido a mais de uma pessoa, qualquer delas que sozinha habite a casa não terá de pagar aluguel à outra, ou às outras, mas não as pode inibir de exercerem, querendo, o direito, que também lhes compete, de habitá- la. A esposa de Diego, Cleide, contradisse seu marido ao dizer que na verdade se o direito real de habitação for conferido a mais de uma pessoa, qualquer delas que sozinha habite a casa, terá de pagar aluguel à outra, ou às outras. Em relação à situação descrita, assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil: a) Ambos estão equivocados. b) Ambos estão parcialmente corretos. c) Diego tem razão. d) Ambos têm razão. e) Cleide tem razão. www.tecconcursos.com.br/questoes/544458 Com. Exam. (MPE SP) - PJ (MPE SP)/MPE SP/2017 Direito Civil - Da Habitação (arts. 1.414 a 1.416) Maria Junqueira falece. Ela era brasileira e casada com João Melo, que após o casamento decidira adotar o sobrenome da esposa e passou a se chamar João Melo Junqueira. Maria e João eram casados sob o regime de separação de bens. Viviam felizes e residiam na Rua das Flores, 1582, no centro da cidade de Horizonte Lindo, Estado de São Paulo. O casal possuía três filhos e quatro imóveis, além daquele imóvel da Rua das Flores, em que habitavam quando do momento do falecimento de Maria. O viúvo pretende continuar morando no mesmo imóvel. Assim sendo, assiste ao cônjuge sobrevivente, com relação ao imóvel de residência do casal, na Rua das Flores, o direito a) pessoal de usufruto em vida, relativamente ao imóvel destinado à residência da família. b) de usar, gozar e usufruir do bem até o final do inventário e partilha, bem como de perceber os frutos dele decorrentes durante esse período. c) real de habitação, relativamente ao imóvel destinado à residência da família. d) pessoal de alugar esse imóvel, bem como de perceber os seus frutos, caso deixe de ter interesse na permanência no imóvel. e) de preferência quanto à locação desse bem, quando da realização da partilha. www.tecconcursos.com.br/questoes/68669 FCC - JE TJGO/TJ GO/2012 Direito Civil - Da Habitação (arts. 1.414 a 1.416) Constitui requisito para o deferimento do direito real de habitação: a) que o(a) viúvo(a) não venha a contrair novas núpcias ou união estável. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1181053 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/544458 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/68669 1329) 1330) 1331) b) que o imóvel onde residia o casal seja o único imóvel residencial deixado pelo(a) falecido(a). c) que o(a) falecido(a) tenha deixado ao menos dois imóveis a serem partilhados. d) que o casal tenha adquirido o imóvel com esforços comuns na constância do casamento. e) que os filhos do(a) falecido(a) concordem com o direito de habitação do(a) viúvo(a). www.tecconcursos.com.br/questoes/156265 FCC - DP SP/DPE SP/2009 Direito Civil - Da Habitação (arts. 1.414 a 1.416) A respeitodos direitos reais de uso, de usufruto e de habitação, I. os dois primeiros podem recair tanto sobre bens móveis quanto sobre bens imóveis e o primeiro está contido no segundo; II. é somente através do segundo que se institui o direito à percepção dos frutos; III. nenhum confere a possibilidade de alteração ou transformação da destinação econômica; IV. tem-nos o cônjuge sobrevivente sobre parte dos bens do falecido, se o regime de bens não for o da comunhão universal e enquanto durar a viuvez; V. tem-nos os pais sobre os bens dos filhos crianças ou adolescentes. Estão corretas SOMENTE as assertivas a) I, III e V. b) II, III e IV. c) I e II. d) I e III. e) II e IV. www.tecconcursos.com.br/questoes/1644757 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008 Direito Civil - Da Habitação (arts. 1.414 a 1.416) Quanto aos direitos reais, assinale a opção correta. a) Se for constituído o usufruto em favor de duas pessoas, o direito de usufruto da que vier a falecer acrescerá automaticamente à parte do sobrevivente. b) O titular de um direito real de habitação pode alugar o imóvel gravado e, com isso, obter renda para a sua subsistência ou de sua família. c) É nula a cláusula que proíbe ao proprietário alienar imóvel hipotecado; contudo, podem os contratantes validamente firmar convenção acessória que autorize o vencimento antecipado do crédito hipotecário, se o imóvel for alienado. d) O penhor é um contato real que, para se aperfeiçoar, depende da tradição do bem, ou seja, não dispensa a transferência efetiva da posse da coisa empenhada para o credor, ainda que se trate de penhor mercantil ou de veículos. www.tecconcursos.com.br/questoes/337362 FCC - Proc (São Luís)/Pref SL/2016 Direito Civil - Do Direito do Promitente Comprador (arts. 1.417 e 1.418) "O regime jurídico dos direitos reais (sobre imóveis) adota o princípio da publicidade por meio do qual esses se exteriorizam e em que essa é constitutiva praticamente sempre dos direitos reais" (Arruda Alvim Comentários ao Código Civil brasileiro, item 3.10, p. 229. Rio de Janeiro, GEN-Forense, 2009. Vol. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/156265 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1644757 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/337362 1332) 1333) 1334) I, Tomo I). Destarte, para que os direitos do promitente comprador de imóvel assumam a natureza de direito real, faz-se necessário: a) a cláusula de arrependimento. b) o registro da promessa de compra e venda. c) o ajuizamento da ação de adjudicação compulsória. d) o pagamento integral do preço. e) o justo título. www.tecconcursos.com.br/questoes/340992 Instituto Verbena - Proc Mun (Pref GYN)/Pref GYN/2015 Direito Civil - Do Direito do Promitente Comprador (arts. 1.417 e 1.418) O patrimônio constitui, juntamente com o contrato e a família, a base fundante do sistema de Direito Civil. Sua expressão na Lei nº 10.406/2002 se dá pela disciplina jurídica dos diversos modos de apropriação, a qual normatiza que: a) a aquisição da propriedade imóvel ocorre pela usucapião, pelo registro de título translativo no Registro de Imóveis, por construções e plantações, e pela ocupação. b) o proprietário pode conceder a outrem o direito de construir ou de plantar em seu terreno, por tempo determinado, mediante escritura pública devidamente registrada no Registro de Imóveis. c) a aquisição da posse pode se dar apenas pela própria pessoa que a pretende, ficando vedada a aquisição pelo seu representante legal ou contratual ou por terceiro sem mandato. d) o promitente comprador adquire direito real à aquisição do imóvel mediante promessa de compra e venda, em que se pactuou arrependimento, e registrada no Cartório de Registro de Imóveis. www.tecconcursos.com.br/questoes/507017 Com. Exam. (MPE SC) - PJ (MPE SC)/MPE SC/2014 Direito Civil - Do Direito do Promitente Comprador (arts. 1.417 e 1.418) O direito à adjudicação compulsória quando exercido em face do promitente vendedor, se condiciona ao registro da promessa de compra e venda no cartório de registro imobiliário. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/741274 COPESE UFPI - Estag (TRF1 Piauí)/TRF 1/Direito/2014 Direito Civil - Do Direito do Promitente Comprador (arts. 1.417 e 1.418) NÃO se constitui direito real: a) a propriedade. b) o usufruto. c) o direito do promitente comprador do imóvel. d) o direito ao aluguel. e) a anticrese. www.tecconcursos.com.br/questoes/964183 CEBRASPE (CESPE) - JE TJBA/TJ BA/2004 Direito Civil - Do Direito do Promitente Comprador (arts. 1.417 e 1.418) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/340992 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/507017 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/741274 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/964183 1335) 1336) 1337) 1338) Julgue o item seguinte, referente a posse e propriedade. A adjudicação compulsória de bem imóvel é devida ao promitente comprador titular de direito real. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/817862 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2019 Direito Civil - Disposições Gerais do Penhor, Hipoteca e Anticrese (arts. 1.419 a 1.430) Os negócios de Clésio vão de mal a pior, e, em razão disso, ele toma uma decisão difícil: tomar um empréstimo de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) com Antônia, dando, como garantia de pagamento, o penhor do seu relógio de ouro e diamantes, avaliado em R$ 200.00,00 (duzentos mil reais). Antônia, por sua vez, exige que, no instrumento de constituição do penhor, conste uma cláusula prevendo que, em caso de não pagamento da dívida, o relógio passará a ser de sua propriedade. Clésio aceita a inserção da cláusula, mas consulta seus serviços, como advogado(a), para saber da validade de tal medida. Sobre a cláusula proposta por Antônia, assinale a afirmativa correta. a) É válida, tendo em vista o fato de que as partes podem, no exercício de sua autonomia privada, estipular esse tipo de acordo. b) É nula, tendo em vista o fato de que o Código Civil brasileiro proíbe o pacto comissório. c) É válida, uma vez que Clésio como proprietário do bem, não está impedido de realizar o negócio por um preço muito inferior ao de mercado, não se configurando a hipótese como pacto comissório. d) É válida, ainda que os valores entre o bem dado em garantia e o empréstimo sejam díspares, nada impede sua inserção, eis que não há qualquer vedação ao pacto comissório no direito brasileiro. www.tecconcursos.com.br/questoes/653916 FCC - AJ TRT2/TRT 2/Judiciária/"Sem Especialidade"/2018 Direito Civil - Disposições Gerais do Penhor, Hipoteca e Anticrese (arts. 1.419 a 1.430) Sobre o penhor, a anticrese e a hipoteca, nos termos preconizados pelo Código Civil, é INCORRETO afirmar: a) Os sucessores do devedor não podem remir parcialmente o penhor ou a hipoteca na proporção dos seus quinhões; qualquer deles, porém, pode fazê-lo no todo. b) A propriedade superveniente torna eficazes, desde o registro, as garantias reais estabelecidas por quem não era dono. c) O pagamento de uma ou mais prestações da dívida não importa exoneração correspondente da garantia, ainda que esta compreenda vários bens, salvo disposição expressa no título ou na quitação. d) O dono do imóvel hipotecado não pode constituir outra hipoteca sobre ele, mediante novo título, em favor do mesmo credor. e) O credor hipotecário e o pignoratício têm o direito de excutir a coisa hipotecada ou empenhada, e preferir, no pagamento, a outros credores, observada, quanto à hipoteca, a prioridade no registro. www.tecconcursos.com.br/questoes/428199 VUNESP - Proc Jur (CM VP)/CM V Paulista/2016 Direito Civil - Disposições Gerais do Penhor, Hipoteca e Anticrese (arts. 1.419 a 1.430) Assinale a alternativa correta sobre o instituto da hipoteca. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/817862 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/653916 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/428199 1339) 1340) a) É válida a cláusula contratual que autoriza o credor hipotecário a ficar com o objeto da garantia, se a dívida não for paga no vencimento. b) A garantia hipotecáriapoderá remanescer pelo prazo máximo de 50 (cinquenta) anos, podendo subsistir se confeccionado novo título e novo registro. c) Se o imóvel tiver mais de um proprietário, um dos co-proprietários poderá hipotecar sua parte sem anuência dos demais. d) Não podem ser objeto de hipoteca as estradas de ferro, os navios e as aeronaves. e) Se o produto da execução da hipoteca não for suficiente para pagamento da dívida, ficará o devedor exonerado do pagamento do valor remanescente. www.tecconcursos.com.br/questoes/438205 FCC - AJ TRT20/TRT 20/Judiciária/"Sem Especialidade"/2016 Direito Civil - Disposições Gerais do Penhor, Hipoteca e Anticrese (arts. 1.419 a 1.430) Considere as proposições abaixo, acerca do penhor, da hipoteca e da anticrese: I. As garantias reais estabelecidas por quem não é dono tornam-se eficazes, desde o registro, com a propriedade superveniente. II. A coisa comum a dois ou mais proprietários pode ser dada em garantia real, na sua totalidade, sem o consentimento de todos. III. Em regra, o pagamento de uma ou mais prestações da dívida importa exoneração correspondente da garantia. IV. A dívida garantida por penhor, hipoteca ou anticrese considera-se vencida se o devedor cair em insolvência ou falir. Está correto o que se afirma APENAS em a) I e IV. b) III e IV. c) I e III. d) II e IV. e) III. www.tecconcursos.com.br/questoes/291478 CEBRASPE (CESPE) - Tecno (FUB)/FUB/Negócios Imobiliários/2015 Direito Civil - Disposições Gerais do Penhor, Hipoteca e Anticrese (arts. 1.419 a 1.430) Julgue o item seguinte, a respeito dos fundos de investimentos imobiliários e da execução hipotecária. Na execução para obtenção de crédito hipotecário vinculado ao sistema financeiro de habitação, o executado que alegar e comprovar, mediante recibo, que resgatou a dívida, poderá opor embargos no prazo de dez dias contados da penhora. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/1667415 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/438205 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/291478 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1667415 1341) 1342) 1343) 1344) Com. Conc. (PGE GO) - Proc (PGE GO)/PGE GO/2010 Direito Civil - Disposições Gerais do Penhor, Hipoteca e Anticrese (arts. 1.419 a 1.430) Assinale a alternativa CORRETA: a) Nas dividas garantidas por penhor, anticrese ou hipoteca, o bem dado em garantia fica sujeito, por vinculo pessoal, ao cumprimento da obrigação. b) Mesmo os bens inalienáveis podem ser dados em penhor, anticrese ou hipoteca. c) Não assiste ao credor anticretico o direito de reter em seu poder o bem, enquanto a divida não for paga. d) E legitima a cláusula que proíbe ao proprietário alienar imóvel hipotecado. e) E nula a cláusula que autoriza o credor pignoratício, anticretico ou hipotecário a ficar com o objeto da garantia, se a divida não for paga no vencimento. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478839 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2009 Direito Civil - Disposições Gerais do Penhor, Hipoteca e Anticrese (arts. 1.419 a 1.430) As ações de uma companhia aberta não são passíveis de a) penhora. b) hipoteca. c) penhor. d) usufruto. www.tecconcursos.com.br/questoes/2471670 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2001 Direito Civil - Disposições Gerais do Penhor, Hipoteca e Anticrese (arts. 1.419 a 1.430) São direitos reais de garantia a) a fiança, a anticrese e a enfiteuse. b) o penhor, a anticrese e a hipoteca. c) a hipoteca, a penhora e o penhor. d) a hipoteca, o usufruto e a fiança. www.tecconcursos.com.br/questoes/1786565 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Remoção/2021 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) Sociedade empresária do ramo da indústria pretende dar em garantia de um mútuo, contraído junto a uma instituição financeira, máquinas, aparelhos, instrumentos, instalados e em funcionamento, com os acessórios, todos situados num de seus estabelecimentos, que não o da sede da pessoa jurídica. A constituição do penhor industrial ocorre mediante instrumento: a) público, registrado no Cartório de Registro de Imóveis da circunscrição da sede da pessoa jurídica; b) particular, registrado no Cartório de Registro de Títulos e Documentos da circunscrição onde se localiza o imóvel ao qual será aplicado o valor mutuado; c) particular, registrado no Cartório de Registro de Imóveis da circunscrição onde estiverem situadas as coisas empenhadas; d) público ou particular, registrado no Cartório de Registro de Imóveis da circunscrição onde estiverem situadas as coisas empenhadas; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478839 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2471670 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1786565 1345) 1346) 1347) e) público ou particular, registrado no Cartório de Registro de Títulos e Documentos da circunscrição da sede da pessoa jurídica. www.tecconcursos.com.br/questoes/877424 FUNDEP - Adv (CM S Lourenço)/Cm São Lourenço/2016 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) Sobre o tratamento dado pelo Código Civil aos direitos reais sobre coisas alheias, assinale a alternativa INCORRETA. a) O penhor caracteriza-se pela transferência efetiva da posse que, em garantia do débito ao credor ou a quem o represente, faz o devedor, ou alguém por ele, de uma coisa móvel ou imóvel, suscetível de alienação. b) O exercício incontestado e contínuo de uma servidão aparente, por dez anos, com justo título e boa-fé, autoriza o interessado a registrá-la em seu nome no Registro de Imóveis, valendo-lhe como título a sentença que julgar consumada a usucapião. c) Não se pode transferir o usufruto por alienação; mas o seu exercício pode ceder-se por título gratuito ou oneroso. d) O dono de uma servidão pode fazer todas as obras necessárias à sua conservação e uso, e, se a servidão pertencer a mais de um prédio, serão as despesas rateadas entre os respectivos donos. www.tecconcursos.com.br/questoes/237279 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2014 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) Antônio, muito necessitado de dinheiro, decide empenhar uma vaca leiteira para iniciar um negócio, acreditando que, com o sucesso do empreendimento, terá o animal de volta o quanto antes. Sobre a hipótese de penhor apresentada, assinale a afirmativa correta. a) Se a vaca leiteira morrer, ainda que por descuido do credor, Antônio poderá ter a dívida executada judicialmente pelo credor pignoratício. b) As despesas advindas da alimentação e outras necessidades da vaca leiteira, devidamente justificadas, consistem em ônus do credor pignoratício, sendo vedada a retenção do animal para obrigar Antônio a indenizá-lo. c) Se Antônio não quitar sua dívida com o credor pignoratício, o penhor estará automaticamente extinto e, declarada sua extinção, poder-se-á proceder à adjudicação judicial da vaca leiteira. d) Caso o credor pignoratício perceba que, devido a uma doença que subitamente atingiu a vaca leiteira, sua morte está próxima, o CC/02 permite a sua venda antecipada, mediante prévia autorização judicial, situação que pode ser impedida por Antônio por meio da sua substituição. www.tecconcursos.com.br/questoes/252681 CEBRASPE (CESPE) - AL (CAM DEP)/CAM DEP/Consultor Legislativo/Área II/2014 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) Julgue o item que se segue, relativo aos institutos do usufruto, do uso, do penhor, da hipoteca e da anticrese. O penhor dado para garantia do débito pode constituir-se com a entrega ao devedor de coisa imóvel, desde que esta seja suscetível de alienação. Certo Errado https://www.tecconcursos.com.br/questoes/877424 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/237279 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/252681 1348) 1349) 1350) 1351) www.tecconcursos.com.br/questoes/205591 FCC - AJ TRT18/TRT 18/Judiciária/Oficial de Justiça Avaliador Federal/2013 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) O penhor a) constitui-se sempre com a transferência efetiva da posse. b) subsiste, em favor do credor, mesmo com o perecimento da coisa. c) autoriza, a partir do inadimplemento, a expropriação direta do bem, independentementede homologação judicial. d) pode decorrer diretamente da lei, independentemente de convenção, a exemplo dos hospedeiros sobre as bagagens que os hóspedes tiverem consigo no estabelecimento. e) não dá ao credor pignoratício direito aos frutos da coisa empenhada que se encontre em seu poder. www.tecconcursos.com.br/questoes/307993 Com. Exam. (MPE SP) - PJ (MPE SP)/MPE SP/2011 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) A respeito de direitos reais, é correto afirmar: a) o direito real não se adquire pela ocupação. b) o direito de superfície sobre imóveis rurais pode ser concedido por prazo indeterminado. c) o exercício do usufruto não é transferível a título oneroso. d) o prazo máximo do contrato de penhor de veículos é de 4 (quatro) anos. e) o adquirente de imóvel hipotecado não pode se exonerar da hipoteca. www.tecconcursos.com.br/questoes/23550 CEBRASPE (CESPE) - AJ (STF)/STF/Judiciária/Execução de Mandados/2008 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) Quanto ao direito real sobre coisa alheia, julgue o item seguinte. São direitos do credor pignoratício, entre outros, o de apropriar-se dos frutos da coisa empenhada que se encontre em seu poder; o de promover a venda antecipada, mediante prévia autorização judicial, nas hipóteses em que se configure evidente risco de perda ou deterioração da coisa empenhada. Certo Errado www.tecconcursos.com.br/questoes/2339239 CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) Com relação aos direitos reais sobre coisas alheias, assinale a opção correta. a) O penhor comum ou convencional só pode ser instituído por escrito e completa-se com a entrega da coisa móvel de propriedade do devedor ou de terceiro garantidor ao credor pignoratício, com a finalidade de garantir o pagamento de um débito. b) O mesmo imóvel pode ser dado em garantia hipotecária a mais de uma dívida até o limite do valor venal do imóvel e exigindo-se para tanto que o credor originário e o da segunda hipoteca sejam a mesma pessoa e que haja sua concordância expressa com a divisibilidade da referida garantia. c) Extingue-se a hipoteca com a alienação da propriedade, transformando-se a obrigação real em obrigação pessoal do devedor originário que assumiu a dívida perante o credor hipotecário. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/205591 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/307993 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/23550 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2339239 1352) 1353) 1354) d) A anticrese é um direito real de garantia com eficácia erga omnes em que o devedor ou um terceiro garantidor transmite a posse direta e indireta de bem móvel ao credor como garantia de uma dívida. Em hipótese de inadimplemento do débito garantido, poderá o credor promover a venda amigável do bem para o pagamento. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478526 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Do Penhor (arts. 1.431 a 1.472) Sobre o penhor, é errado afirmar que a) implica sempre na transferência da posse ao credor, da coisa dada em garantia. b) se extingue com o perecimento da coisa dada em garantia. c) o pagamento de uma das prestações não implica exoneração correspondente da garantia, ainda que esta compreenda vários bens. d) o condômino pode dar em garantia sua parte ideal da coisa, independentemente da autorização dos demais. www.tecconcursos.com.br/questoes/2782310 FGV - JE TJSC/TJ SC/2024 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Claudio vendeu uma casa hipotecada para Carlos. Carlos desconhecia o gravame e foi surpreendido pela carta do banco informando da necessidade de pagamento. Baseado no enunciado e no código civil, assinale a alternativa correta quanto à extinção da hipoteca: a) a alienação do imóvel hipotecado extingue a hipoteca; b) a alienação do imóvel, por escritura pública, extingue a hipoteca; c) o perecimento do imóvel extingue a hipoteca; d) a constituição de nova hipoteca sobre o mesmo bem extingue a hipoteca; e) há vedação de alienação de bem hipotecado. www.tecconcursos.com.br/questoes/2266925 FGV - AFRE MG/SEF MG/Tributação/2023 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Elizabeth celebrou contrato de mútuo com o Banco X dando em garantia, por meio de hipoteca, um imóvel de sua propriedade já hipotecado em favor de outra instituição financeira. Entre outras, duas cláusulas contratuais destacam-se: a cláusula que impede Elizabeth de alienar o bem, e a cláusula que estabelece que no caso de inadimplência de três prestações, o Banco X se torna automaticamente proprietário do bem hipotecado. Com base no tema hipoteca, assinale a afirmativa correta. a) Um imóvel hipotecado não pode ser objeto de nova hipoteca; assim, a garantia dada no empréstimo entre Elizabeth e o Banco X é nula de pleno direito. b) A cláusula que impede Elizabeth de alienar o imóvel é válida, visto que o Código Civil brasileiro impede expressamente a alienação de bem hipotecado. c) Caso um imóvel hipotecado venha a ser objeto de nova hipoteca, haverá a anulabilidade do negócio jurídico. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478526 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2782310 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2266925 1355) 1356) d) Na hipoteca, caso haja a inadimplência, o credor hipotecário tornar-se-á proprietário do bem, bastando a constituição em mora do devedor. e) É válida a segunda hipoteca estabelecida por Elisabeth, visto que o ordenamento jurídico admite que o proprietário de um imóvel hipotecado constitua outra hipoteca sobre ele. www.tecconcursos.com.br/questoes/2424799 FGV - Ana (PGM Niterói)/Pref Niterói/Processual/2023 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Fabrício celebrou contrato de mútuo com o Banco A em janeiro de 2022, oferecendo em garantia hipotecária da dívida, prevista para vencer em junho daquele ano, um dos seus diversos imóveis. O registro da hipoteca foi requerido em abril e ultimado em maio de 2022. Em fevereiro de 2022, Fabrício celebrou novo contrato de mútuo, desta vez com o Banco B, oferecendo como garantia do negócio hipoteca sobre o mesmo imóvel. A prenotação desta hipoteca deu-se em março, sendo o respectivo registro concluído em abril de 2022. Considere que ambas as hipotecas foram constituídas validamente e que a obrigação contraída perante o Banco B tinha seu vencimento estipulado apenas para outubro de 2022. Considere, ainda, que Fabrício esteve a todo tempo plenamente solvente, mas nunca pagou a dívida contraída perante o Banco A. Nesse cenário, é correto afirmar que, no mês de julho de 2022: a) o Banco A já poderia executar sua garantia hipotecária sobre o imóvel; b) o Banco B já poderia executar sua garantia hipotecária sobre o imóvel; c) nenhuma das duas garantias hipotecárias constituídas sobre o imóvel poderia ser executada naquele momento; d) a dívida contraída perante o Banco B já poderia ser considerada vencida antecipadamente; e) o Banco A já poderia remir a hipoteca oferecida ao Banco B, consignando em juízo a importância devida a este. www.tecconcursos.com.br/questoes/2709755 FGV - N e R (TJ SE)/TJ SE/Remoção/2023 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Sobre determinado imóvel, pendiam (i) penhora proveniente de execução trabalhista em face de seu proprietário; e (ii) hipoteca bancária. Sucede que, em uma execução cível no juízo estadual, o bem, depois da devida tramitação, foi levado a leilão e arrematado por preço superior às dívidas vinculadas aos gravames. Expedida a carta de arrematação, o Registro de Imóveis se recusa a transferir a propriedade ao arrematante, diante das anotações constantes da matrícula. Nesse caso, é correto afirmar que: a) ainda que a arrematação seja forma de aquisição originária da propriedade, seus efeitos são relativos às partes no processo, de modo que o registro da carta só poderá ocorrer com a concordância dos demais credores; b) a arrematação é forma de aquisição originária da propriedade, de modo que, inexistindo prévia relação entre o arrematantee o antigo proprietário, os gravames anteriores devem ser cancelados, e a carta, registrada, mesmo que, com isso, não concordem os credores; c) como a arrematação é forma de aquisição derivada da propriedade, seus efeitos são relativos às partes no processo, de modo que o registro da carta só poderá ocorrer com a concordância dos demais credores; d) embora a aquisição seja forma de aquisição originária da propriedade, o arrematante recebe o bem com seus ônus, notadamente a hipoteca devidamente registrada, da qual só se exonerará após https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424799 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2709755 1357) 1358) 1359) o pagamento; e) a arrematação é forma de aquisição derivada da propriedade, de modo que, inexistindo prévia relação entre o arrematante e o antigo proprietário, os gravames anteriores devem ser cancelados, e a carta, registrada, mesmo que, com isso, não concordem os credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/2715938 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2023 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Vítor contraiu empréstimo perante uma instituição bancária e ofereceu, como garantia da dívida, a hipoteca sobre um bem imóvel dele. Considerando essa situação hipotética, assinale a afirmativa correta. a) Vítor poderá alienar o imóvel hipotecado, salvo se o contrato de empréstimo vedar a alienação, cláusula que é considerada válida. b) Vítor poderá alienar o imóvel hipotecado, mas a alienação implicará o vencimento automático do empréstimo, independentemente de previsão no contrato. c) Vítor não poderá alienar o imóvel hipotecado, porque isso resultaria em conduta contrária à boa-fé objetiva. d) Caso Vítor realize melhoramentos no imóvel após a constituição da hipoteca, eles integrarão a garantia real em prol da instituição bancária. www.tecconcursos.com.br/questoes/1787999 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Provimento/2021 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Naiara compareceu ao Cartório de Registro de Imóveis munida de título de hipoteca que lhe garante como credora e pretende o seu registro. Entretanto, o título faz menção a outra hipoteca preexistente sobre o mesmo imóvel, a qual, contudo, não foi registrada. Diante disso, a hipoteca apresentada por Naiara: a) não deve ser registrada, por ser nulo o título, já que são proibidas múltiplas hipotecas sobre o mesmo bem; b) deve ser registrada e terá preferência sobre a anterior, tendo em vista a prioridade do registro; c) deve ser registrada, mas ficará subordinada à outra hipoteca que, ainda que não registrada, tem preferência em razão da anterioridade; d) deve ser prenotada, e a hipoteca anterior perderá a validade, tendo em vista a impossibilidade de inscrição das duas na mesma matrícula; e) deve ser prenotada, mas sobrestada por até trinta dias, para eventual inscrição da precedente, e somente se não ocorrida, registrar a hipoteca de Naiara, dando-lhe preferência. www.tecconcursos.com.br/questoes/266510 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2015 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) A Companhia GAMA e o Banco RENDA celebraram entre si contrato de mútuo, por meio do qual a companhia recebeu do banco a quantia de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), obrigando-se a restituí- la, acrescida dos juros convencionados, no prazo de três anos, contados da entrega do numerário. Em garantia do pagamento do débito, a Companhia GAMA constituiu, em favor do Banco RENDA, por meio de escritura pública levada ao cartório do registro de imóveis, direito real de hipoteca sobre determinado imóvel de sua propriedade. A Companhia GAMA, dois meses depois, celebrou outro contrato de mútuo com o Banco BETA, no valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), obrigando-se a restituir a quantia, acrescida dos juros convencionados, no prazo de dois anos, contados da entrega do numerário. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2715938 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1787999 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/266510 1360) 1361) Em garantia do pagamento do débito, a Companhia GAMA constituiu, em favor do Banco BETA, por meio de escritura pública levada ao cartório do registro de imóveis, uma segunda hipoteca sobre o mesmo imóvel gravado pela hipoteca do Banco RENDA. Chegado o dia do vencimento do mútuo celebrado com o Banco BETA, a Companhia GAMA não reembolsou a quantia devida ao banco, muito embora tivesse bens suficientes para honrar todas as suas dívidas. Nesse caso, é correto afirmar que a) o Banco BETA tem direito a promover imediatamente a execução judicial da hipoteca que lhe foi conferida. b) a hipoteca constituída pela companhia GAMA em favor do Banco BETA é nula, uma vez que o bem objeto da garantia já se encontrava gravado por outra hipoteca. c) a hipoteca constituída pela GAMA em favor do Banco BETA é nula, uma vez que tal hipoteca garante dívida cujo vencimento é inferior ao da dívida garantida pela primeira hipoteca, constituída em favor do Banco RENDA. d) o Banco BETA não poderá promover a execução judicial da hipoteca que lhe foi conferida antes de vencida a dívida contraída pela Companhia GAMA junto ao Banco RENDA. www.tecconcursos.com.br/questoes/239578 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2012 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) De acordo com as regras atinentes à hipoteca, assinale a afirmativa correta. a) O Código Civil não admite a divisibilidade da hipoteca em casos de loteamento do imóvel hipotecado. b) O ordenamento jurídico admite a instituição de nova hipoteca sobre imóvel hipotecado, desde que seja dada em favor do mesmo credor. c) Segundo o Código Civil, o adquirente de bem hipotecado não pode remir a hipoteca para que seja extinto o gravame pendente sobre o bem sem autorização expressa de todos credores hipotecários. d) A hipoteca pode ser constituída para garantia de dívida futura ou condicionada, desde que determinado o valor máximo do crédito a ser garantido. www.tecconcursos.com.br/questoes/243501 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2010 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Passando por dificuldades financeiras, Alexandre instituiu uma hipoteca sobre imóvel de sua propriedade, onde reside com sua família. Posteriormente, foi procurado por Amanda, que estaria disposta a adquirir o referido imóvel por um valor bem acima do mercado. Consultando seu advogado, Alexandre ouviu dele que não poderia alienar o imóvel, já que havia uma cláusula na escritura de instituição da hipoteca que o proibia de alienar o bem hipotecado. A opinião do advogado de Alexandre a) está incorreta, porque a hipoteca instituída não produz efeitos, pois, na hipótese, o direito real em garanti a a ser instituído deveria ser o penhor. b) está incorreta, porque Alexandre está livre para alienar o imóvel, pois a cláusula que proíbe o proprietário de alienar o bem hipotecado é nula. c) está incorreta, uma vez que a hipoteca é nula, pois não é possível instituir hipoteca sobre bem de família do devedor hipotecário. d) está correta, porque em virtude da proibição contratual, Alexandre não poderia alienar o imóvel enquanto recaísse sobre ele a garanti a hipotecária. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/239578 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243501 1362) 1363) 1364) 1365) 1366) www.tecconcursos.com.br/questoes/2477790 FCC - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Sobre os direitos reais, é correto afirmar: a) o bem móvel não pode ser adquirido mediante usucapião. b) aluvião, avulsão e álveo abandonado são formas de aquisição de propriedade móvel. c) o prazo mínimo para usucapião de bem imóvel é de 15 anos. d) o devedor hipotecário pode alienar o imóvel hipotecado sem consentimento do seu credor. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479032 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2006 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Sobre o direito real de hipoteca, pode-se afirmar corretamente: a) Não podem ser objeto de hipoteca os navios e aeronaves. b) É válida a cláusula que proíbe ao proprietário alienar imóvel hipotecado. c)O dono do imóvel hipotecado não pode, em hipótese alguma, constituir outra hipoteca sobre ele. d) O adquirente do imóvel hipotecado, desde que não se tenha obrigado pessoalmente a pagar as dívidas aos credores hipotecários, poderá exonerar-se da hipoteca, abandonando-lhes o imóvel. www.tecconcursos.com.br/questoes/2479969 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2006 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) No que diz respeito ao direito real de hipoteca (arts. 1.473 e seguintes do Código Civil), pode-se dizer: a) Os navios e aeronaves não podem ser objeto de hipoteca. b) A hipoteca abrange todas as acessões, melhoramentos ou construções do imóvel. c) Não subsistem os ônus reais constituídos e registrados, anteriormente à hipoteca, sobre o mesmo imóvel. d) É válida a cláusula que proíbe ao proprietário alienar imóvel hipotecado. www.tecconcursos.com.br/questoes/2477620 Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2005 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) No que diz respeito à hipoteca, é correto dizer: a) É válida a cláusula que proíbe ao proprietário alienar o imóvel hipotecado. b) O dono do imóvel hipotecado não pode, em hipótese alguma, constituir outra hipoteca sobre ele. c) Os navios e aeronaves podem ser objeto de hipoteca. d) A hipoteca não se extingue pelo perecimento da coisa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2441677 VUNESP - Sec OAB NE/OAB/2004 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) A hipoteca a) impede a venda do imóvel pelo proprietário. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477790 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479032 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2479969 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2477620 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2441677 1367) 1368) 1369) b) será registrada no local onde deve ser paga a dívida. c) não abrange todas as acessões e melhoramentos do imóvel. d) pode ser constituída para garantia de dívida futura. www.tecconcursos.com.br/questoes/2446903 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) O dono do imóvel hipotecado a) não poderá sobre ele constituir nova hipoteca, a não ser que a primeira venha a ser quitada. b) não poderá vendê-lo, salvo quitando a dívida e cancelando a hipoteca que a garante. c) poderá vendê-lo ou sobre ele constituir nova hipoteca, ainda que não quitada a dívida e cancelada a garantia existente. d) poderá vendê-lo parcialmente, se a hipoteca for de valor inferior ao do imóvel e a parte remanescente bastar para responder pela garantia, assim como, pelo mesmo critério, poderá constituir nova hipoteca, limitada à diferença entre o valor do imóvel e o da primeira garantia. www.tecconcursos.com.br/questoes/2466569 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) A hipoteca a) tem interpretação restritiva, abrangendo apenas aquilo que estiver expresso no contrato, excluindo-se benfeitorias voluptuárias, acessões e construções irregulares existentes sobre o imóvel, se não especificadas, individualizadas e valoradas no instrumento em que se constituiu a garantia. b) abrange todas as acessões, melhoramentos ou construções no imóvel dado em garantia. c) abrange, por definição, só o terreno, devendo ser instituída sobre as acessões, as construções, as benfeitorias necessárias e os melhoramentos que tragam valorização de, pelo menos, 20% (vinte por cento) ao imóvel, em instrumentos independentes, razão pela qual tais garantias hipotecárias são consideradas autônomas e não causais. d) tal qual a fiança e o penhor, tem interpretação restritiva, mas admite pacto acessório para acrescentar apenas as benfeitorias necessárias e as úteis, excluindo-se, por expressa determinação legal, as acessões, os melhoramentos e as benfeitorias voluptuárias. www.tecconcursos.com.br/questoes/2472063 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2000 Direito Civil - Da Hipoteca (arts. 1.473 a 1.505) Com relação à garantia hipotecária, é correto afirmar que a) a hipoteca da totalidade do imóvel que se encontra em regime de condomínio depende da anuência expressa de todos os condôminos. b) é dispensável a outorga uxória, para a constituição de hipoteca de imóvel de propriedade de pessoa casada pelo regime de separação de bens. c) o pagamento parcial da dívida garantida desonera o imóvel hipotecado na mesma proporção, independentemente de prévia estipulação nesse sentido. d) pode ser objeto de hipoteca imóvel gravado com cláusula de inalienabilidade. www.tecconcursos.com.br/questoes/1910825 Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2446903 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2466569 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2472063 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1910825 1370) 1371) 1372) Direito Civil - Da Anticrese (arts. 1.506 a 1.510) Acerca do instituto da anticrese, assinale a alternativa correta. a) O credor anticrético terá preferência sobre a indenização do seguro, quando o prédio seja destruído. b) O credor anticrético pode vindicar os seus direitos contra o adquirente dos bens, os redores quirografários e os hipotecários anteriores ao registro da anticrese. c) O credor anticrético pode administrar os bens dados em anticrese e fruir seus frutos e utilidades, mas terá que apresentar semestralmente balanço, exato e fiel, de sua administração. d) Se o devedor anticrético não concordar com o que se tem no balanço, por ser inexato, poderá impugná-lo e, se assim desejar, requerer a transformação em arrendamento, fixando o Juiz o valor mensal do aluguel. www.tecconcursos.com.br/questoes/587615 CEV UECE - Adv (FUNECE)/FUNECE/2017 Direito Civil - Da Anticrese (arts. 1.506 a 1.510) Atente ao seguinte dispositivo legal: “Pode o devedor ou outrem por ele, com a entrega do imóvel ao credor, ceder-lhe o direito de perceber, em compensação da dívida, os frutos e rendimentos”. O instituto a que se refere esse dispositivo legal é o (a) a) penhor. b) anticrese. c) hipoteca. d) penhora. www.tecconcursos.com.br/questoes/1519848 CEBRASPE (CESPE) - N e R (TJ SE)/TJ SE/Provimento/2014 Direito Civil - Da Anticrese (arts. 1.506 a 1.510) No que se refere aos atos pertinentes à constituição de direito real sobre imóvel alheio, assinale a opção correta. a) A renda constituída sobre imóvel consubstancia direito real de fruição sobre coisa alheia, que incide sobre imóvel de terceiro, afetado ao pagamento de uma renda, mediante ato inter vivos, desde que registrado no livro n.º 2. b) A extinção do direito real de anticrese ocorre em razão do pagamento do débito; pelo término do seu prazo legal; pelo perecimento do bem anticrético; pela desapropriação; pela renúncia e pela excussão de outros valores, quando o anticresista não opuser seu direito de retenção. c) A constituição de enfiteuse é possível por ato inter vivos ou causa mortis, caso em que a matrícula do imóvel aproveita ao titular do domínio útil e ao foreiro. d) A servidão predial consiste em direito real de fruição sobre imóvel alheio de caráter acessório, divisível e alienável somente após o prazo fixado por vontade das partes. e) A ausência de registro impede que o usufruto estabelecido por ato inter vivos, causa mortis ou usufruto legal se constitua como direito real e obsta ao seu titular ação e direito de sequela. www.tecconcursos.com.br/questoes/481416 NC UFPR (FUNPAR) - JE TJPR/TJ PR/2012 Direito Civil - Da Anticrese (arts. 1.506 a 1.510) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/587615 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1519848 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/481416 1373) 1374) 1375) 1376) Assinale a alternativa correta. a) Não é facultado ao adquirente de bens dados em anticrese remi-los antes do vencimento da dívida. b) A cláusula que autoriza o credor pignoratício, anticrético ou hipotecário a ficar com o objeto da garantia caso a dívida não seja paga no vencimento é anulável. c) É facultado ao dono do prédio serviente obstar o exercício legítimo da servidão casoqueira. d) Resolvida a propriedade pelo implemento da condição ou pelo advento do termo, entendem-se também resolvidos os direitos reais concedidos na sua pendência, e o proprietário, em cujo favor se opera a resolução, pode reivindicar a coisa do poder de quem a possua ou detenha. www.tecconcursos.com.br/questoes/2478975 CEBRASPE (CESPE) - Sec OAB SP/OAB/2008 Direito Civil - Da Anticrese (arts. 1.506 a 1.510) A anticrese constitui a) modo de aquisição da propriedade imóvel. b) direito real de garantia. c) direito do promitente comprador. d) direito ao uso de bem móvel de propriedade do devedor. www.tecconcursos.com.br/questoes/2475578 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2006 Direito Civil - Da Anticrese (arts. 1.506 a 1.510) Devedor transfere a posse de seu imóvel ao credor, a fim de que este possa se pagar do crédito do qual é titular, utilizando para tanto os frutos e rendimentos do imóvel. Verifica-se, neste caso, a) enfiteuse. b) anticrese. c) penhor. d) hipoteca. www.tecconcursos.com.br/questoes/1849228 ESAF - Ana (CVM)/CVM/Mercado de Capitais/2001 Direito Civil - Da Anticrese (arts. 1.506 a 1.510) Assinale a opção falsa. a) Um dos direitos do credor pignoratício é o de exigir o reforço da garantia se a coisa empe nhada se deteriorar ou perecer. b) Não há direito à excussão da coisa hipoteca da ou empenhada. c) Anticrese é uma convenção, mediante a qual o credor, retendo um imóvel do devedor, percebe os frutos para conseguir a soma de dinheiro emprestada, imputando na dívida e até o seu resgate, as importâncias que for recebendo. d) Não poderá um outro credor promover, vali damente, a venda judicial do imóvel, sem citar o credor hipotecário. e) O fiduciante tem direito de receber do fiduciá rio o saldo da venda da coisa alienada, efeti vada por força do inadimplemento de sua obrigação. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2478975 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2475578 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1849228 1377) 1378) 1379) www.tecconcursos.com.br/questoes/2437696 VUNESP - Sec OAB SP/OAB/1999 Direito Civil - Da Anticrese (arts. 1.506 a 1.510) Assinale a alternativa falsa. a) Ato material consiste na atuação da vontade que lhe dá existência imediata, porque não se destina ao conhecimento de determinada pessoa, não tendo, portanto, destinatário. b) O evicto terá o direito de convocar o alienante à integração da lide se proposta uma ação para evencer o bem adquirido, para que responda pelas conseqüências, assumindo a defesa, pois só assim poderá exercitar o direito que da evicção lhe resulta. c) Anticrese é o direito real de perceber os frutos em desconto da dívida, seguindo as regras gerais de imputação em pagamento. d) O efeito primordial da cláusula penal é o de sua inexigibilidade pleno iure, pois dependerá de alegação de prejuízo por parte do credor que deverá provar que foi lesado pela inexecução culposa da obrigação ou pela mora. www.tecconcursos.com.br/questoes/2879083 FGV - AJ (TJ AP)/TJ AP/Judiciária/Execução de Mandados/2024 Direito Civil - Da Laje (arts. 1.510-A a 1.510-E) Geilda morava em uma mansão em Macapá. Quando sua filha Geruza casou, permitiu que ela construísse, sobre a superfície superior, um segundo andar que passou a ser moradia do casal, inclusive com matrícula própria no Registro Geral de Imóveis. O caso descrito caracteriza: a) benfeitoria útil; b) multipropriedade; c) direito real de laje; d) condomínio edilício; e) direito de superfície. www.tecconcursos.com.br/questoes/2412293 FGV - JE TJMS/TJ MS/2023 Direito Civil - Da Laje (arts. 1.510-A a 1.510-E) Quanto ao direito de laje, é correto afirmar que: a) a matrícula do imóvel, objeto do direito de laje, será a mesma do imóvel já existente, quando da sua instituição; b) não há direito de preferência entre os titulares do direito de laje, em caso de alienação; c) apenas a superfície superior do imóvel pode ser cedida, como o nome faz supor; d) a constituição do direito de laje implica a concessão de fração ideal do terreno onde está localizado; e) é negócio bifronte. www.tecconcursos.com.br/questoes/2097714 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2022 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2437696 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2879083 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2412293 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2097714 1380) 1381) 1382) Direito Civil - Da Laje (arts. 1.510-A a 1.510-E) João da Silva, buscando acomodar os quatro filhos, conforme cada um ia se casando, construiu casas sucessivas em cima de seu imóvel, localizado no Morro Santa Marta, na cidade do Rio de Janeiro. Cada uma das casas é uma unidade distinta da original, construídas como unidades autônomas. Com o casamento de Carlos, seu filho mais novo, ele já havia erguido quatro unidades imobiliárias autônomas, constituídas em matrícula própria, além do pavimento original, onde João reside com sua esposa, Sirlene. No entanto, pouco tempo depois, João assume que tivera uma filha fora do casamento e resolve construir mais uma casa, em cima do pavimento de Carlos, a fim de que sua filha possa residir com seu marido. Sobre a hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. a) João poderá construir nova laje, desde que tal construção não seja feita no subsolo, pois o direito real de laje só abrange a cessão de superfícies superiores em relação à construção-base. b) João poderá construir a casa para sua filha, tendo em vista se tratar de direito real de superfície e por ser ele o proprietário da construção-base. c) João não poderá construir a casa para sua filha, uma vez que o direito real de laje se limita a apenas quatro pavimentos adicionais à construção-base. d) João só poderá construir a casa para sua filha mediante autorização expressa dos titulares das demais lajes, respeitadas as posturas edilícias e urbanísticas vigentes. www.tecconcursos.com.br/questoes/1684944 FCC - DP BA/DPE BA/2021 Direito Civil - Da Laje (arts. 1.510-A a 1.510-E) A respeito do direito de sobrelevação, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas: I. Caso o proprietário do solo e o superficiário não sejam a mesma pessoa, para que este conceda o direito de laje em segundo grau é indispensável o consentimento do dono do solo. PORQUE II. O contrato deve prever de maneira específica o direito de laje em segundo grau, presumindo-se a vedação no caso de silêncio. A respeito dessas asserções: a) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa. b) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I. c) As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma justificativa correta da I. d) A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira. e) As asserções I e II são proposições falsas. www.tecconcursos.com.br/questoes/894553 FUNDEP - Adv (CAU MG)/CAU MG/2019 Direito Civil - Da Laje (arts. 1.510-A a 1.510-E) De acordo com a doutrina civilista e as disposições próprias do Código Civil quanto ao direito de laje, assinale a alternativa incorreta. a) Lajeário é aquele que titulariza o direito de laje, seja da laje em sobrelevação ou da laje em infrapartição, derivado tal direito de uma propriedade ou de uma laje. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1684944 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/894553 1383) 1384) 1385) b) A laje pode ser constituída tanto de forma ascendente quanto descendente em relação à construção original, não importando se trata-se de construção sobre o solo ou construção que já se fez em laje. c) A laje deve ser objeto de valoração própria, dada sua extensão, qualidade, localização etc., e não há previsão legal acerca de qualquer percentual fixo derivado do imóvel original. d) A lei civil veda que um terreno que contenha apenas uma estrutura de laje superior, não envelopada ou sem qualquer outra forma de acabamento, tenha constituído no espaço que lhe seja subjacente, um direito de laje. www.tecconcursos.com.br/questoes/630639VUNESP - Proc (PGE SP)/PGE SP/2018 Direito Civil - Da Laje (arts. 1.510-A a 1.510-E) Sobre o direito real de laje, é correto afirmar: a) confere ao seu titular o direito de sobrelevações sucessivas, mediante autorização expressa ou tácita do proprietário da construção base, desde que observadas as posturas edilícias e urbanísticas vigentes. b) as unidades autônomas constituídas em matrícula própria poderão ser alienadas por seu titular sem necessidade de prévia anuência do proprietário da construção-base. c) contempla espaço aéreo e subsolo, tomados em projeção vertical, atribuindo ao seu titular fração ideal de terreno que comporte construção. d) a ruína da construção-base não implica extinção do direito real de laje se houver sua reconstrução no prazo de 10 anos. e) pressupõe a coexistência de unidades imobiliárias, autônomas ou não, de titularidades distintas e situadas na mesma área, de modo a permitir que o proprietário ceda a superfície de sua construção a outrem para que ali construa unidade distinta daquela originalmente construída sobre o solo. www.tecconcursos.com.br/questoes/634610 FAUEL - Esp Reg (AGEPAR)/AGEPAR/Advogado/2018 Direito Civil - Da Laje (arts. 1.510-A a 1.510-E) Sobre o direito real de laje, de acordo com o Código Civil, assinale a alternativa INCORRETA. a) A ruína da construção-base implica extinção do direito real de laje instituído sobre o subsolo. b) O proprietário de uma construção-base poderá ceder a superfície superior ou inferior de sua construção a fim de que o titular da laje mantenha unidade distinta daquela originalmente construída sobre o solo. c) A instituição do direito real de laje não implica a atribuição de fração ideal de terreno ao titular da laje ou a participação proporcional em áreas já edificadas. d) Em caso de alienação de qualquer das unidades sobrepostas, terão direito de preferência, em igualdade de condições com terceiros, os titulares da construção-base e da laje, nessa ordem, que serão cientificados por escrito para que se manifestem no prazo de trinta dias, salvo se o contrato dispuser de modo diverso. www.tecconcursos.com.br/questoes/695511 CONSULPLAN - JE TJMG/TJ MG/2018 Direito Civil - Da Laje (arts. 1.510-A a 1.510-E) Quanto ao direito de laje, assinale a afirmativa INCORRETA. a) Os titulares da laje, unidade imobiliária autônoma constituída em matrícula própria, poderão dela usar, gozar e dispor. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/630639 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/634610 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/695511 1386) 1387) b) No caso de alienação de qualquer das unidades sobrepostas, terão direito de preferência, em igualdade de condições com terceiros, os titulares da construção-base e da laje, nessa ordem. c) A instituição do direito real de laje implica a atribuição de fração ideal de terreno ao titular da laje ou a participação proporcional em áreas já edificadas. d) O seu titular poderá ceder a superfície de sua construção para a instituição de um sucessivo direito real de laje, desde que haja autorização expressa dos titulares da construção-base e das demais lajes, e que sejam respeitadas as posturas edilícias e urbanísticas vigentes. www.tecconcursos.com.br/questoes/2771880 FGV - ATM (Pref SJC)/Pref SJC/Gestão Tributária/2024 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Romeu e Julieta, casados desde 2010 pelo regime da comunhão parcial de bens, encontram-se em crise conjugal, agravada pelo início da adolescência dos únicos filhos do casal. Destaca-se que não há consenso acerca da partilha do vasto patrimônio do casal. Diante da situação hipotética narrada, com base no tema dissolução da sociedade e do vínculo conjugal e seus efeitos, assinale a afirmativa correta. a) A separação judicial, que pode advir unicamente da vontade dos cônjuges, é uma das formas lícitas e aceitas pelo ordenamento jurídico e jurisprudências pátrias de extinção do casamento. b) Caso não haja concesso ou prévia partilha de bens, o divórcio torna-se inviável, não podendo ser concedido. c) Em caso de litígio judicial de ordem patrimonial, o divórcio modificará os direitos e deveres dos pais em relação aos filhos, gerando como consequência a guarda exclusiva que será conferida ao cônjuge inocente. d) O adultério e a tentativa de homicídio geram o divórcio direto e unilateral, sendo que o cônjuge culpado perde o direito ao uso do nome e a guarda dos filhos. e) O casamento válido só se dissolve pela morte de um dos cônjuges ou pelo divórcio, aplicando-se a presunção estabelecida no Código Civil quanto ao ausente. www.tecconcursos.com.br/questoes/2782373 FGV - JE TJSC/TJ SC/2024 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Abel, menor de idade, casou-se com Marieta. Seu pai já era falecido ao tempo da celebração, mas sua mãe ainda era viva. Não obstante ela ter comparecido tanto à celebração quanto à cerimônia, não houve sua autorização formal para a realização desta. Com base no Código Civil e no enunciado formulado, é correto afirmar que o casamento é: a) nulo de pleno direito, pois sem outorga formal da mãe; b) anulável, e a mãe possui 180 dias para questioná-lo judicialmente, contados da data que cessar a incapacidade de Abel; c) válido, já que a mãe compareceu, demonstrando, assim, conhecer e autorizar o casamento; d) válido, já que Abel alcança a capacidade plena com ele, dispensando outorga materna; e) nulo de pleno direito, já que necessitava de autorização judicial para sua realização. www.tecconcursos.com.br/questoes/2851173 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2024 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2771880 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2782373 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2851173 1388) 1389) 1390) Mariana e Lucas estão casados há mais de 10 anos em regime da comunhão parcial de bens. Recentemente, Mariana descobriu que Lucas vem mantendo uma relação extraconjugal com uma vizinha. A descoberta abalou profundamente o casamento, e Mariana pediu o divórcio. Considerando a quebra do dever de fidelidade, Mariana alega que Lucas perdeu o direito sobre todos os bens do casal, ou seja, ela entende que, apesar do regime de comunhão parcial de bens, o patrimônio construído ao longo do casamento não deverá ser partilhado. Sobre a hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. a) O adultério traduz-se em violação do dever de recíproca fidelidade no casamento. Assim, em razão da traição de Lucas, Mariana tem direito à indenização correspondente a parte dos bens do casal. b) A discussão de culpa e culpados para o divórcio não é mais necessária e, por isso, a divisão de bens deve seguir as regras do regime escolhido no casamento. c) O adultério é uma das mais graves infrações dos deveres conjugais e tem, como consequência, a perda do direito à meação. d) O adultério não interfere na partilha de bens do casal, mas tão somente no convívio do pai adúltero com os filhos menores de idade. www.tecconcursos.com.br/questoes/2676052 FGV - JE TJPR/TJ PR/2023 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) João e Maria viviam maritalmente há muitos anos no Município Alfa. Apesar da harmonia do casal, eram de conhecimento público os longos períodos em que João permanecia viajando, por ser representante comercial de diversos produtos com grande permeabilidade no território nacional. Com o falecimento de João, Maria, que vivia sob sua dependência econômica, munida de depoimentos colhidos em juízo e de outros documentos comprobatórios da relação que mantinham, requereu o recebimento de pensão por morte junto à autarquia federal competente. Para sua surpresa, o requerimento foi indeferido sob o argumento de que João era casado há décadas com Joana, que já estava recebendo o benefício previdenciário. À luz dessa narrativa, é correto afirmar que: a) em razão da união estável que mantinha com João e da proteção constitucional de uniões dessa natureza, Maria deve dividir a pensão por morte com Joana;b) o fato de João ser casado no período em que viveu maritalmente com Maria impedia a conversão dessa relação em casamento, logo, ela não pode fruir a pensão por morte; c) independentemente de João ser casado no período em que viveu maritalmente com Maria, o benefício previdenciário somente seria devido caso a referida união tivesse sido convertida em casamento; d) Maria terá direito à pensão por morte na medida em que João, nos períodos em que permaneceu com ela, esteve separado de fato de Joana, o que caracteriza a interrupção de fato do vínculo; e) como a pensão por morte decorre da relação jurídica mantida por João com o regime geral de previdência social, o benefício será devido aos dependentes cadastrados, entre os quais estará eventualmente Maria. www.tecconcursos.com.br/questoes/2708976 FGV - N e R (TJ SE)/TJ SE/Provimento/2023 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Dilermando, com 17 anos de idade, e Rúbia, de 15 anos de idade, grávida, compareceram ao Cartório do Registro Civil de Pessoas Naturais desejando iniciar o procedimento de habilitação para o seu casamento civil. Os pais de Dilermando e Rúbia consentem e autorizam esse casamento. De acordo com o Código Civil, Dilermando e Rúbia: a) podem se casar, se Dilermando já estiver emancipado voluntariamente por seus pais; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2676052 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2708976 1391) 1392) 1393) b) podem se casar e, uma vez casados, ocorrerá a emancipação legal; c) não podem se casar, pois falta a ambos capacidade de exercício; d) não podem se casar, porque falta a Rúbia a idade núbil prevista na legislação; e) podem se casar, em razão de Rúbia estar grávida. www.tecconcursos.com.br/questoes/2709736 FGV - N e R (TJ SE)/TJ SE/Remoção/2023 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) No processo de habilitação para casamento de Denis e Maria, o primo de um dos nubentes arguiu que, embora Denis fosse divorciado, a partilha dos bens do seu casamento anterior ainda não havia sido decidida. Esse fato: a) só pode ser oposto até o momento da celebração, por se tratar de impedimento; b) não pode ser arguido por parente colateral de quarto grau, por se tratar de causa suspensiva; c) pode ser oposto por qualquer interessado, por se tratar de impedimento; d) configura impedimento e, constatado e provado, tornaria inexistente o casamento se ainda assim celebrado; e) configura causa suspensiva e, constatado e provado, tornaria anulável o casamento se ainda assim celebrado. www.tecconcursos.com.br/questoes/1887495 FGV - NAC UNI OAB/OAB/2022 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Júlia, 22 anos, com espectro autista, tem, em razão de sua deficiência, impedimento de longo prazo de natureza mental que pode, em algumas atividades cotidianas, obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Júlia, apaixona-se por Rodrigo, 19 anos, também com espectro autista, com quem quer se casar. Mas Rita, mãe de Júlia, temendo que Júlia não tenha o discernimento adequado para tomar as decisões certas em sua vida, e no intuito de proteger o melhor interesse de sua filha, impede o casamento. Sobre a hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. a) Júlia é relativamente incapaz e, assim o sendo, precisará de anuência de sua mãe, Rita, para celebrar o ato, em prol da proteção de sua dignidade. b) A deficiência não afeta a plena capacidade civil da pessoa para casar-se, de modo que Rita não poderá impedir o casamento de Júlia. c) Júlia é plenamente capaz em razão de sua idade, mas, em razão da deficiência que a acomete, deverá confirmar sua vontade com o curador que deverá ser instituído. d) Rita, ainda que esteja atuando no melhor interesse de Júlia, na qualidade de mãe, não pode impedir o casamento podendo, contudo, impor à Júlia, sua curatela. www.tecconcursos.com.br/questoes/1887912 FGV - JE TJMG/TJ MG/2022 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Um antigo texto do jurista Orlando Gomes pontuava: “Diversas disposições novas, que interessam a número cada vez mais copioso de indivíduos, estruturam, à margem do Código, um direito de família diferente, o único que conhecem amplos setores da população. Toda essa vegetação, exuberante de seiva humanitária, cresce nas barrancas da corrente tranquila do direito codificado, sem que por sua existência deem os que a singram alheios ao que se https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2709736 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1887495 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1887912 1394) passa de redor. No entanto, diante desses fatos novos, um novo direito está procurando discipliná-los, com a preocupação de criar as condições elementares à estabilidade dos grupos familiares, constituídos ou não segundo o modelo oficial, para surpresa e alarme dos indiferentes à marcha da História. Um Código Civil atualizado não pode ignorá-los. É de admitir-se até que os regule diferentemente. O que se não tolera é seu desconhecimento, e, muito menos, a confirmação da atual postura aristocrática, que levaria o reformador a menosprezar esses novos aspectos das relações familiares sob o falso fundamento de que constituem matéria estranha à sua órbita” GOMES, Orlando. Direito de Família. Rio de Janeiro: Forense, 7ª ed., 1990, p. XI-XII. Entraram em vigor a Constituição Federal de 1988 e o Código Civil de 2002. Sobre a evolução do Direito de Família no Brasil, conforme a perspectiva de Orlando Gomes, analise as afirmativas a seguir. I. O Supremo Tribunal Federal, ao julgar questões ligadas ao Direito de Família, acolhe dogmas religiosos, pois o preâmbulo da Constituição Federal de 1988 considera o texto promulgado “sob a proteção de Deus”. II. Após a vigência da Constituição Federal de 1988 e do Código Civil de 2002 (dotado de “centralidade sistemática”), com regulação completa do Direito de Família, não há mais leis especiais (os chamados “microssistemas”) relacionadas com assuntos familiares. III. A jurisprudência ainda contribui de modo considerável para a evolução do Direito de Família. Está correto o que se afirma em a) I, apenas. b) II, apenas. c) III, apenas. d) I e II, apenas. www.tecconcursos.com.br/questoes/2121858 FGV - JE TJSC/TJ SC/2022 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Brenda e Tício se apaixonaram e rapidamente decidiram se casar. Poucos dias após o casamento, ele passou a demonstrar uma personalidade completamente diferente, tendo atitudes violentas diariamente. Com dez dias de casamento, Brenda, que está grávida de Tício, decidiu procurar informações sobre o passado do marido. Descobriu que há muitos anos ele fora condenado por tentativa de homicídio, com sentença transitada em julgado. Para a sua proteção e a de seu filho, mesmo sabendo que Tício não aceitará, ela deseja reverter o estado civil de casada, pois a vida em comum com ele tornou-se insuportável a partir da ciência de tal condenação. Nesse caso, Brenda deve procurar um advogado e requerer, quanto ao casamento, a: a) separação judicial; b) anulação; c) declaração de nulidade; d) separação administrativa; e) declaração de inexistência. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2121858 1395) 1396) 1397) www.tecconcursos.com.br/questoes/2223198 FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Civil, Processual Civil e Agrário/2022 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Após um desgastante divórcio, o ex-casal Rita e Joaquim optam por não partilhar os bens da comunhão, de forma a evitar novos dissabores. Passados 5 (cinco) anos do divórcio, Rita contrai matrimônio com João, sem que tenha sido eleito regime de bens e apresentada oposição por terceiros. Acerca do novo casamento, é correto afirmar que a) é nulo, ante a ausência de partilha da comunhão anterior. b) é anulável, ante a ausência de partilha da comunhão anterior. c) é válido e o regime de bens será o da comunhão parcial. d) é anulável,ante a ausência de concordância do cônjuge anterior. e) é válido e o regime de bens será o da separação obrigatória. www.tecconcursos.com.br/questoes/2229339 FGV - Proc (PGE SC)/PGE SC/2022 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Actínio e Copernícia casam-se em 2018. Meses depois, Actínio começa a desenvolver um relacionamento amoroso com sua sogra, mãe de Copernícia, chamada Samária. Em 2020, não aguentando mais esta situação, Actínio divorcia-se de Copernícia e passa a viver publicamente com Samária, com quem vem a ter dois filhos. Em 2022, Actínio, em seu leito de morte, declara que é seu desejo casar-se com Samária. As partes, às pressas, chamam a enfermeira plantonista que celebra o casamento, na presença de Samária e seus dois filhos. O termo é assinado pelos quatro presentes e pela celebrante. Uma hora depois, Actínio falece. Nesse caso, é possível reconhecer que havia, entre Actínio e Samária: a) casamento nuncupativo; b) união estável; c) concubinato; d) namoro qualificado; e) casamento anulável. www.tecconcursos.com.br/questoes/1786514 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Remoção/2021 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Na pequena Ilha do Campeche, há uma comunidade bastante fechada, em que a maior parte dos residentes são parentes entre si e não costumam se relacionar com estranhos, o que dificulta a validade dos casamentos existentes. Os patriarcas do grupo são Altamira e Berílio, pais de Diadema e Carlito. Diadema é casada com Eduardo. Carlito foi casado com Gisela, e adotaram Hugo, mas o relacionamento https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2223198 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2229339 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1786514 1398) 1399) 1400) não deu certo e se divorciaram. Carlito casou-se ainda com Isabel, com quem teve a filha Joana, mas acabaram se divorciando. Nesse grupo, podem se casar: a) Berílio e Gisela; b) Isabel e Hugo; c) Hugo e Joana; d) Eduardo e Altamira; e) Gisela e Isabel. www.tecconcursos.com.br/questoes/1786546 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Remoção/2021 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Cristiano, 55 anos, e Célia, 60 anos, desejam se casar civilmente. Cristiano, separado judicialmente de sua primeira esposa, compareceu ao cartório para iniciar o competente procedimento de habilitação. O novo casamento pretendido por Cristiano: a) é possível, pois a separação judicial extingue a sociedade conjugal; b) não é possível, pois Cristiano deverá aguardar um ano após a separação judicial para obter o divórcio; c) é possível, pois embora a separação judicial não ponha termo ao vínculo matrimonial, põe termo ao dever de fidelidade; d) é possível, pois a separação judicial põe termo aos deveres de coabitação, fidelidade, ao regime de bens e ao vínculo matrimonial; e) não é possível, pois embora a separação judicial coloque termo aos deveres de coabitação, fidelidade e ao regime de bens, não extingue o vínculo matrimonial. www.tecconcursos.com.br/questoes/1787849 FGV - NeR (TJ SC)/TJ SC/Provimento/2021 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) Joana e Cássio são casados civilmente há dez anos. Recentemente, o Ministério Público tomou ciência de que eles são irmãos biológicos e que decidiram se casar mesmo tendo conhecimento desse fato. Nesse caso, o casamento será considerado: a) anulável, em razão do parentesco natural, em linha reta, entre Joana e Cássio; b) nulo, em razão do parentesco natural, em linha colateral, entre Joana e Cássio; c) ineficaz, em razão do parentesco por afinidade, na linha colateral, entre Joana e Cássio; d) inexistente, em razão do parentesco civil, entre Joana e Cássio; e) válido, em razão de o parentesco natural, na linha colateral, não ser impedimento ao casamento. www.tecconcursos.com.br/questoes/1789403 FGV - AJ (TJ RO)/TJ RO/Oficial de Justiça/2021 Direito Civil - Do Casamento (arts. 1.511 a 1.582) A equipe de dez bombeiros capitaneada pelo sargento Silva viveu situação peculiar ao se deparar com um casal de desconhecidos preso nas ferragens de um prédio que desabara. Ana e Kevin, noivos de longa data, foram encontrados entre os escombros ainda vivos e lúcidos. Eles constataram que o estado de Kevin não lhe permitiria ser retirado a tempo de escapar com vida. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1786546 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1787849 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1789403 Informado disso, Kevin pede a Ana que se case com ele ali mesmo. Ela imediatamente aceita, e ambos se recebem como esposo e esposa, emocionando a todos. Minutos depois, Kevin vem a falecer. Os bombeiros conseguem retirar Ana dos escombros e, seis dias depois, quando ela deixa o hospital, os bombeiros a acompanham para testemunhar o ocorrido perante a autoridade judicial, para efeitos de registro do seu casamento. Nesse caso, houve casamento: a) avuncular; b) nuncupativo; c) em caso de moléstia grave; d) putativo; e) inexistente. Gabarito 1201) C 1202) A 1203) D 1204) C 1205) B 1206) B 1207) C 1208) C 1209) B 1210) C 1211) C 1212) C 1213) C 1214) C 1215) C 1216) D 1217) A 1218) B 1219) A 1220) E 1221) B 1222) B 1223) A 1224) D 1225) D 1226) Errado 1227) C 1228) C 1229) E 1230) E 1231) Certo 1232) C 1233) D 1234) A 1235) B 1236) Errado 1237) A 1238) E 1239) D 1240) A 1241) A 1242) B 1243) C 1244) C 1245) B 1246) D 1247) B 1248) D 1249) B 1250) D 1251) E 1252) D 1253) E 1254) B 1255) D 1256) D 1257) B 1258) E 1259) B 1260) B 1261) D 1262) Anulada 1263) B 1264) C 1265) C 1266) B 1267) C 1268) D 1269) B 1270) B 1271) B 1272) C 1273) A 1274) D 1275) A 1276) C 1277) Certo 1278) Errado 1279) A 1280) A 1281) E 1282) E 1283) D 1284) C 1285) D 1286) A 1287) Anulada 1288) C 1289) C 1290) C 1291) A 1292) A 1293) A 1294) D 1295) A 1296) D 1297) D 1298) B 1299) C 1300) D 1301) C 1302) D 1303) C 1304) C 1305) E 1306) A 1307) B 1308) A 1309) C 1310) C 1311) C 1312) D 1313) B 1314) B 1315) B 1316) B 1317) A 1318) A 1319) B 1320) D 1321) Errado 1322) C 1323) A 1324) A 1325) B 1326) C 1327) C 1328) B 1329) A 1330) C 1331) B 1332) B 1333) Errado 1334) D 1335) Certo 1336) B 1337) D 1338) C 1339) A 1340) Certo 1341) E 1342) B 1343) B 1344) D 1345) A 1346) D 1347) Errado 1348) D 1349) D 1350) Certo 1351) A 1352) A 1353) C 1354) E 1355) C 1356) B 1357) D 1358) E 1359) D 1360) D 1361) B 1362) D 1363) D 1364) B 1365) C 1366) D 1367) C 1368) B 1369) A 1370) D 1371) B 1372) B 1373) D 1374) B 1375) B 1376) B 1377) D 1378) C 1379) E 1380) D 1381) C 1382) D 1383) B 1384) A 1385) C 1386) E 1387) C 1388) B 1389) B 1390) D 1391) B 1392) B 1393) C 1394) B 1395) E 1396) C 1397) E 1398) E 1399) B 1400) B