Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

1 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
Educação permanente em saúde no Brasil: contexto histórico aos dias atuais 
 
Continuing health education in Brazil: historical context to the present day 
 
Educación continua en salud en Brasil: contexto histórico hasta la actualidad 
 
DOI: 10.55905/revconv.17n.6-112 
 
Originals received: 05/10/2024 
Acceptance for publication: 05/31/2024 
 
Natércia Taveira Carvalhaes Dias 
Mestre em Enfermagem 
Instituição: Universidade Federal de Alfenas 
Endereço: Alfenas – Minas Gerais, Brasil 
E-mail: natercia.dias@muz.ifsuldeminas.edu.br 
Orcid: https://orcid.org/0000-0002-0267-3335 
 
Maria Regina Martinez 
Doutora em Enfermagem 
Instituição: Universidade Federal de Alfenas 
Endereço: Alfenas – Minas Gerais, Brasil 
E-mail: maria.martinez@unifal-mg.edu.br 
Orcid: https://orcid.org/0000-0001-6300-8980 
 
RESUMO 
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde foi criada em 2004 para a formação e o 
aperfeiçoamento dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde. A política visa transformar as 
práticas de trabalho com base nas experiências dos profissionais de saúde por meio de 
metodologias pedagógicas voltadas à aprendizagem significativa para o trabalho. Ao longo do 
tempo a política sofreu grandes mudanças e ainda enfrenta desafios significativos. O estudo tem 
como objetivo descrever a política em seus contextos históricos, permitindo uma reflexão sobre 
sua criação e evolução até os dias atuais. A metodologia utilizada é a pesquisa documental 
descritiva, realizada a partir de documentos oficiais sobre a conjunção histórica da Política 
Nacional de Educação Permanente em Saúde. Ao longo da história da política, percebemos sua 
evolução e implementação, como a conscientização da relevância da aprendizagem continua e 
do desenvolvimento profissional. Novas técnicas de ensino e tecnologias estão sendo usadas para 
a formação e parcerias entre instituições de saúde e ensino foram estabelecidas. Apesar dos 
avanços, a política ainda enfrenta dificuldades para sua execução, como a capacitação dos 
profissionais, a gestão que entenda sua relevância para modificar as práticas de trabalho, a 
mudança do modelo tradicional e tecnicista de aprendizagem, recursos financeiros, valorização 
e incentivos aos profissionais de saúde. 
 
Palavras-chave: Brasil, política, educação, permante, saúde. 
 
mailto:natercia.dias@muz.ifsuldeminas.edu.br
https://orcid.org/0000-0002-0267-3335
https://orcid.org/0000-0001-6300-8980
 
2 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
ABSTRACT 
The National Policy for Permanent Education in Health was created in 2004 for the training and 
improvement of workers in the Unified Health System. The policy aims to transform work 
practices based on the experiences of health professionals through pedagogical methodologies 
focused on learning significant for the work. Over time, the policy has undergone major changes 
and still faces significant challenges. The study aims to describe the policy in its historical 
contexts, allowing a reflection on its creation and evolution to the present day. The methodology 
used is descriptive documentary research, carried out based on official documents about the 
historical conjunction of the National Policy on Permanent Education in Health. Throughout the 
history of the policy, we noticed its evolution and implementation, such as awareness of the 
relevance of continuous learning and of professional development. New teaching techniques and 
technologies are being used for training and partnerships between health and educational 
institutions have been established. Despite advances, the policy still faces difficulties in its 
implementation, such as training professionals, management that understands its relevance to 
modify work practices, changing the traditional and technical model of learning, financial 
resources, appreciation and incentives for professionals of health. 
 
Keywords: Brazil, politics, education, permanent, health. 
 
RESUMEN 
La Política Nacional de Educación Permanente en Salud fue creada en 2004 para la formación y 
perfeccionamiento de los trabajadores del Sistema Único de Salud. La política tiene como 
objetivo transformar las prácticas laborales a partir de las experiencias de los profesionales de la 
salud a través de metodologías pedagógicas enfocadas en aprendizajes significativos para el 
trabajo. Con el tiempo, la política ha sufrido cambios importantes y aún enfrenta desafíos 
importantes. El estudio pretende describir la política en sus contextos históricos, permitiendo una 
reflexión sobre su creación y evolución hasta la actualidad. La metodología utilizada es la 
investigación documental descriptiva, realizada con base en documentos oficiales sobre la 
conjunción histórica de la Política Nacional de Educación Permanente en Salud. A lo largo de la 
historia de la política, pudimos notar su evolución e implementación, así como la conciencia de 
la relevancia de su continuidad. aprendizaje y de desarrollo profesional. Se están utilizando 
nuevas técnicas y tecnologías de enseñanza para la formación y se han establecido asociaciones 
entre instituciones sanitarias y educativas. De salud. 
 
Palabras clave: Brasil, política, educación, permanente, salud. 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
A proposta da Educação Permanente em Saúde (EPS) para o campo da saúde foi lançada 
no início dos anos 80 pela organização Pan-Americana da saúde, seu objetivo era reorientar o 
método educacional em saúde, valorizando o trabalho realizado no cotidiano dos serviços como 
fonte de conhecimento e aprendizagem, se caracterizando em um processo permanente, 
 
3 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
participativo e multiprofissional, recria a teoria a partir das necessidades, colocando a prática em 
posição privilegiada (Lemos, 2016). 
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), foi instituída no ano 
de 2004 através Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) para 
formação e desenvolvimento dos trabalhadores do SUS, preconiza que para a transformação das 
práticas profissionais, deve-se valorizar os conhecimentos e as experiências dos sujeitos 
envolvidos no processo educativo, e que isso esteja baseado na reflexão crítica da realidade 
(Brasil, 2007). 
A Educação Permanente em Saúde, assumida pelo Ministério da Saúde (MS) se configura 
como aprendizagem no trabalho, onde o aprender e o ensinar se incorporam ao cotidiano das 
organizações e ao trabalho. A EPS se baseia na aprendizagem significativa e na possibilidade de 
transformar as práticas profissionais e acontece no cotidiano do trabalho (Brasil, 2007). 
A EPS é a educação no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho nos diferentes serviços, 
cuja finalidade é melhorar a saúde da população, seu processo requer planejamento, elaboração 
e execução considerando a análise do contexto cultural institucional do serviço de saúde em que 
se insere (Brasil, 2009). 
Ressalta que a ação educativa orientada para a transformação das práticas, além dos 
diversos trabalhadores dos serviços, deve atingir também os gestores técnico-políticos do 
sistema. 
De acordo com Ceccim; Feuerwerker; Laura (2004), a qualificação dos profissionais de 
saúde deve ser concebida a partir da problematização dos processos de trabalho no intuito de ser 
instigado pela identificação das necessidades de aprendizagem por parte dos educandos, sendo 
estruturados para solucionar as necessidades dos procedimentos de trabalho. 
Nessa direção, entende-se que as atividades de qualificação desses profissionais devem 
ser norteadas pelas demandas identificadas durante o exercício de suas práticas profissionais, 
“tomando como referência as necessidadesde saúde das pessoas e das populações, da gestão 
setorial e do controle social em saúde” (Feuerwerker, 2014). 
A Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) enfatiza que a 
PNEPS, apesar de ter sofridos avanços na área da educação em saúde, requer esforços de 
articulação e parcerias institucionais entre serviço e ensino, educação e trabalho para sua 
implementação, destaca ainda que existem muitos desafios a serem superados, dentre eles o 
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/quem-e-quem
 
4 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
estímulo a maior utilização de novas tecnologias para o ensino na saúde e o estabelecimento do 
compromisso com as novas demandas de saúde pública (Brasil, 2018). 
Este artigo tem como objetivo descrever a Política Brasileira de Educação Permanente 
em Saúde em seus desdobramentos históricos, permitindo uma reflexão sobre sua criação e 
evolução até os dias atuais. 
 
2 METODOLOGIA 
 
Trata-se de um estudo do tipo documental descritivo, realizado por meio de documentos 
oficiais sobre o contexto histórico da Política Nacional de Educação Permante no Brasil. 
Segundo Gil (2019), os materiais da pesquisa documental são aqueles que ainda não 
receberam um tratamento analítico, ou que ainda podem ser reelaborados consoantes os objetivos 
da pesquisa, como arquivos oficiais de órgãos públicos e instituições privadas. 
Os documentos selecionados do Ministério da Saúde foram desde a primeira fase da 
PNEPS (2003-2005) e suas revisões, PNEPS (2009), PNEPS (2018), PNEPS (2022), além de 
pesquisas na literatura científica existente relacionadas a produções sobre a PNEPS. 
A leitura dos documentos legais sobre a PNEPS com a literatura científica produzida foi 
essencial para os objetivos deste estudo, seguindo as etapas metodológicas: 
1. busca dos documentos do Ministério da Saúde relativos ao histórico da Política Nacional 
de Educação Permanente em Saúde; 
2. seleção de artigos científicos de trabalhados envolvidos com a implantação da PNEPS em 
instituições de saúde; 
3. leitura e investigação dos documentos e dos artigos; 
4. organização dos dados, construção e análise e interpretação dos documentos. 
A etapa da análise de documentos, para May (2004), propõe-se a interpretá-los, sintetizar 
as informações, determinar tendências e fazer a inferência, fornecendo uma interpretação 
coerente, tendo em conta a temática ou o questionamento inicial. 
 
 
5 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
3 REFERENCIAL TEÓRICO 
 
3.1 POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: PERCURSO 
HISTÓRICO 
 
Este segmento visa oferecer uma análise abrangente dos marcos mais relevantes que 
moldaram a evolução da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), 
estruturados em uma ordem cronológica que abarca desde sua concepção inicial até sua 
configuração contemporânea. 
A linha do tempo, conforme mostra a Figura 1, captura os principais marcos da história 
da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, desde sua concepção até os 
desenvolvimentos mais recentes. 
 
Figura 1 – Percurso histórico da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. 
 
Fonte: (Brasil, 2022; Autora 2024). 
 
1. anos 1980: A origem da PNEPS aconteceu neste período, com a redemocratização do país 
e o processo de criação do Sistema Único de Saúde, começaram a surgir discussões sobre 
a necessidade de uma formação continuada para os profissionais de saúde. Movimentos 
sociais e profissionais de saúde começaram a questionar os modelos tradicionais de 
formação, enfatizando a necessidade de uma abordagem mais dinâmica e contextualizada. 
Este período marcou o início de discussões e experimentações que culminaram na criação 
 
6 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
de políticas voltadas para a educação permanente em saúde. No entanto, ainda não havia 
uma política nacional estruturada nesse sentido (Brasil, 2004); 
2. anos 1990: Na década de 1990, com a promulgação da Constituição de 1988 e a 
consolidação do SUS, surgiram iniciativas isoladas de Educação Permanente em Saúde, 
muitas vezes vinculadas a programas de capacitação desenvolvidos por instituições de 
saúde e universidades. Essa década foi marcada pela experimentação e pela busca por 
modelos eficazes de formação continuada (Brasil, 2004); 
3. anos 2000: Em 2003, foi instituída a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, 
por meio da Portaria GM/MS nº 198, que estabeleceu diretrizes e estratégias para a 
implementação da EPS em todo o país. Essa política reconheceu a importância da 
formação continuada para a melhoria da qualidade dos serviços de saúde e para o 
fortalecimento do SUS (Brasil, 2004). 
O marco inicial da PNEPS remota ao ano de 2004, com a publicação da Portaria 
Ministerial nº 198/GM, que oficializou sua instituição no âmbito do Sistema Único de Saúde. 
Este documento estabeleceu os fundamentos, princípios e diretrizes norteadores para a 
implementação da educação permanente em saúde no Brasil. Entre os objetivos principais da 
PNEPS estavam o fortalecimento da capacidade institucional, o desenvolvimento de 
competências e habilidades dos profissionais de saúde, e a melhoria da qualidade e resolutividade 
dos serviços (Brasil, 2004). 
Seguindo os princípios e diretrizes estabelecidos pela Política Nacional de Educação 
Permanente em Saúde, foram criados os Polos de Educação Permanente em Saúde (PEPS), como 
uma importante estratégia de descentralização e fortalecimento das ações de educação 
permanente no contexto do SUS, implantados em diferentes regiões do país, visando suprir as 
demandas específicas de formação e qualificação profissional conforme as características e 
necessidades. 
Os PEPS, tem por objetivo fortalecer a integração entre os diversos atores do processo de 
formação em saúde, incluindo instituições de ensino, serviços de saúde e gestores públicos, 
atuando como espaços de articulação e colaboração, promovendo a troca de experiências e 
conhecimentos entre os diferentes setores e fomentando o desenvolvimento de práticas 
inovadoras e contextualizas (Brasil, 2007). 
 
7 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
Apesar dos avanços alcançados, os PEPS ainda enfrentam desafios importantes, como a 
garantia de recursos financeiros e humanos adequados, a promoção da participação efetiva dos 
diversos atores envolvidos e a articulação com outras políticas e programas de saúde. Nesse 
sentido, a avaliação constante e a revisão das estratégias de atuação dos polos são fundamentais 
para garantir sua relevância e eficácia na promoção da educação permanente em saúde e no 
fortalecimento do SUS como um sistema público, universal e integral (Brasil, 2004). 
No ano de 2007 a PNEPS teve suas diretrizes de implementação publicadas na Portaria 
GM/MS nº 1.996/2007. Essa última normativa se adequou à implantação do Pacto pela Saúde, 
momento em que a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde em parceria com 
o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e com o Conselho Nacional de 
Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), promoveu uma ampla discussão no sentido de 
fazer reformulações nos marcos regulatórios pelos atores do SUS nos territórios, incluindo os 
aspectos relacionados ao financiamento das ações de Educação Permanente em Saúde (Brasil, 
2004). 
4. anos 2010: Durante esta década, houve um esforço para fortalecer e expandir a Educação 
Permanente em Saúde, com a criação de programas específicos, como o Programa 
Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde (Pró-Saúde), que visava 
integrar a educação em saúde com as necessidades do SUS. Ao longo dos anos, a PNEPSpassou por revisões e atualizações para adequar-se às demandas emergentes e às 
mudanças no cenário da saúde pública (Brasil, 2018). 
Novas portarias, resoluções e políticas setoriais foram elaboradas com o intuito de 
aprimorar a implementação e avaliação da PNEPS, bem como promover a integração da 
educação permanente nos diferentes níveis de atenção à saúde. 
Diversos instrumentos e estratégias foram desenvolvidos para promover a efetivação da 
PNEPS. Capacitações, cursos, programas de residência e outras iniciativas foram implantadas 
visando fortalecer as práticas educativas nos serviços de saúde e garantir a formação continuada 
dos profissionais (Brasil, 2007). 
5. Anos recentes: Nos últimos anos, a PNEPS tem enfrentado desafios, como a 
necessidade de atualização constante para acompanhar as mudanças no campo da saúde, a 
garantia de financiamento adequado para as iniciativas de formação continuada, e a ampliação 
do acesso à educação permanente para profissionais de todas as regiões do país. 
 
8 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
O Departamento de Gestão da Educação na Saúde (DEGES) da Secretaria de Gestão do 
Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) convoca diversos atores envolvidos na Política 
Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) para discutirem a necessidade de sua 
atualização. Essa iniciativa teve como objetivo resgatar conceitos, promover debates, demonstrar 
sua relevância e desafios, reconhecer sua contribuição para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 
apontar caminhos para sua implementação efetiva em todos os espaços onde o SUS está presente 
(Brasil, 2018). 
Várias ações foram estabelecidas ao longo desse período, incluindo o incentivo à 
integração entre ensino, serviço e comunidade por meio dos Contratos Organizativos de Ação 
Pública Ensino-Saúde (COAPES); o lançamento do Programa para o Fortalecimento das Práticas 
de Educação Permanente em Saúde no SUS (PRO EPS-SUS), que visa qualificar os profissionais 
de saúde e transformar as práticas de saúde segundo os princípios do SUS; a criação do 1º 
Laboratório de Inovação em Educação na Saúde da América Latina, com foco na Educação 
Permanente em Saúde (EPS), para fortalecer práticas inovadoras; e a inclusão da Educação 
Interprofissional em Saúde (EIP) na agenda da SGTES como uma forma de reorientar os 
processos de formação de profissionais de saúde. Essas iniciativas refletem o compromisso em 
fortalecer a educação permanente em saúde e promover melhorias nos serviços de saúde no Brasil 
(Brasil, 2018). 
Em 2018 a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, através do 
Departamento de Gestão da Educação na Saúde, lançou a publicação: “Política Nacional de 
Educação Permanente em Saúde: o que se tem produzido para o seu fortalecimento? ”. O 
documento debate sobre a integração ensino-serviço, ações para o fortalecimento a partir do que 
se tem produzido sobre a EPS (Brasil, 2018). 
No ano de 2022, foi publicado o documento “Política Nacional de Educação Permanente 
em Saúde: monitoramento e avaliação”, em parceria da DEGES/SGTES/MS com o Instituto de 
Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, com objetivo de monitorar as ações realizadas 
da PNEPS e com instrumentos de monitoramento (Pinto; Esperidião, 2022). 
O documento oficial de 2022 sobre a Política Nacional de Educação Permanente em 
Saúde (PNEPS) aborda a integração dos campos da educação permanente em saúde e avaliação 
em saúde, destacando questões teóricas, metodológicas e práticas. Esta abordagem resulta de 
uma experiência nacional participativa envolvendo diversos atores do Brasil, incluindo gestores, 
 
9 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
trabalhadores da saúde, pesquisadores, instituições de ensino e controle social do Sistema Único 
de Saúde (SUS). O texto oferece contribuições importantes para a compreensão e o 
aprimoramento desses campos, promovendo uma discussão embasada em evidências e práticas 
colaborativas (Pinto; Esperidião, 2022). 
Para a realização da avaliação, foi realizado o mapeamento dos problemas e a elaboração 
de um conjunto de propostas para o aperfeiçoamento da implementação da PNEPS, com a 
participação de várias instâncias governamentais, docentes, pesquisadores e gestores (Brasil, 
2022). 
Dentre os problemas identificados, destacou-se a fragilidade de indicadores para o 
monitoramento e avaliação da EPS, inexistência de um Sistema Nacional de Gestão da PNEPS 
que alimentasse um banco de informações sobre as ações desenvolvidas nos estados e 
municípios, qualificação dos profissionais para realizar a EPS, uso de modelos de capacitações 
tradicionais, caracterizado por cursos e atividades profissionais isoladas, limitações de 
financiamento, infraestrutura, gestão do SUS no âmbito estatual e local, como a falta de 
compreensão por parte da maioria dos gestores sobre a importância das ações de EPS para a 
qualificação dos profissionais de saúde para a melhoria da atenção à saúde no SUS (Brasil, 2022). 
Outro ponto de destaque foi a heterogeneidade do grau de avanço da PNEPS nos 
diferentes Estados, que no geral encontra-se em um nível intermediário de implementação, 
muitas vezes de forma fragmentada, sem um planejamento integrado que oriente uma ação 
contínua dirigida ao aperfeiçoamento dos processos de trabalho nos vários níveis do sistema 
(Brasil, 2022). 
Dentre os aspectos positivos o documento destaca os Estados que tiveram maior avanço 
na implementação das ações de EPS, foram os que introduziram inovações pedagógicas, 
metodologias pedagógicas voltadas à aprendizagem significativa para o trabalho, a exemplo de 
oficinas voltadas à formação de equipes multiprofissionais e também a programação de 
atividades de educação à distância com uso de Tecnologias de Informação Comunicação (TICs) 
(Brasil, 2022). 
Na pesquisa de doutorado que está sendo conduzida pela autora, investigou a 
implementação de práticas de EPS em duas Estratégias de Saúde da Família (ESF) rural em um 
município do Sul de Minas Gerais, sob a perspectiva da saúde do trabalhador rural. 
 
10 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
Os resultados revelaram que nenhuma das duas unidades avaliadas possuem ações 
estruturadas de EPS. No entanto, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) entrevistados, 
demonstraram reconhecer a importância da implementação dessas práticas e gostariam que fosse 
aplicado nas ESF. Diante disso destaca a necessidade de desenvolver e fortalecer estratégias 
eficazes de EPS nessas unidades de saúde, especialmente para atender às demandas específicas 
da saúde do trabalhador rural. 
O estudo de Doutorado em desenvolvimento vem de acordo com o que a PNEPS 
apresentou na sua última versão Brasil (2022); sobre os Estados onde as práticas de EPS tiveram 
mais sucesso, como a introdução de práticas pedagógicas inovadoras. 
Na pesquisa em andamento, foi verificado os desafios de conduzir estratégias de ensino 
para educação em saúde e repensar o desenho metodológico das atividades educacionais. Para 
isso, o estudo está sendo conduzido com o uso de Seminários Interacionistas, uma nova 
metodologia de ensino aprendizagem baseada na teoria sociointeracionista de Vygotsky (1998), 
que define a aprendizagem como resultado da interação do indivíduo com seus semelhantes em 
um espaço construído sócio historicamente. 
As iniciativas de EPS na atenção básica alteram as práticas e aprimoram a postura 
profissional. Nesse cenário, o enfrentamento do setor de saúde através da aprendizagem 
significativa desempenha melhores condutas e mudança das práticas de trabalho. 
O desenvolvimento ético-político dos indivíduos que participam da EPS se destacam pela 
aprendizagem significativa no ambiente de trabalho e alcançam por meiode métodos de 
capacitação e formação adaptados às necessidades de saúde métodos que envolvem a 
problematização do processo de trabalho, visando transformar as práticas profissionais e a 
organização do trabalho (Ferreira et al., 2019). 
Ainda segundo Ferreira et al., (2019) essa abordagem nas ESF promove uma melhoria 
contínua na qualidade dos serviços de saúde, ao mesmo tempo em que fortalece os valores éticos 
e políticos dos profissionais envolvidos, devolvendo para a comunidade serviços voltados para 
suas reais necessidades. 
A PNEPS continua a desempenhar um papel fundamental na qualificação dos 
profissionais de saúde e na consolidação do SUS como um sistema público, universal e integral. 
 
11 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
A evolução histórica da PNEPS reflete a busca por uma maior eficácia e qualidade nos 
serviços de saúde, alinhados com as necessidades de uma sociedade em constante transformação 
em frente a demandas por uma educação aprimorada para a formação dos profissionais de saúde. 
O modelo conceitual denominado "Quadrilátero da Formação" proposto por Ceccim; 
Feuerwerker; Laura (2004), visa uma abordagem interdisciplinar e integral para a formação de 
profissionais da saúde, enfatizando o ensino, gestão, atenção e controle social. Os autores 
argumentam que uma formação eficaz na área da saúde deve considerar não apenas o 
desenvolvimento técnico e científico, mas também sua capacidade de atuação em equipe, gestão 
de recursos e serviços de saúde, atendimento centrado no paciente e integração com a 
comunidade e seus órgãos de controle. 
A revisão integrativa conduzida por Santos; Cavalcante; Amaral, (2019) revelou uma 
lacuna significativa no uso da EPS dentro do contexto do "quadrilátero de formação" em saúde. 
Embora poucos estudos tenham explorado essa abordagem, pesquisadores argumentam que o 
"quadrilátero de formação" é crucial para superar o modelo biomédico e fragmentado de saúde, 
em direção a práticas profissionais que priorizem a integralidade do cuidado e das ações em 
saúde. 
No estudo conduzido por Ferreira et al., (2019) observa-se que, muitas dessas iniciativas 
propostas pelo quadrilátero de formação aos trabalhadores da saúde estão fundamentadas em 
uma concepção de educação instrumental, caracterizada por ações pontuais, fragmentadas e 
descontextualizadas em relação ao cotidiano dos serviços, aproximadas mais do conceito de 
Educação Continuada. 
O quadrilátero de formação fornece suporte e colabora com a formação, qualificação, 
capacitação e habilitação dos profissionais de saúde, visando prepará-los para enfrentar os 
desafios contemporâneos e promover uma abordagem mais abrangente e integrada no campo da 
saúde. 
As propostas da PNEPS, visam promover a condução regional da política e a participação 
interinstitucional através das Comissões Permanentes de Integração Ensino-Serviço (CIES). 
Essas propostas se manifestam na articulação entre as diferentes instituições que compõem o 
"quadrilátero" da EPS (França, 2017). 
Na última revisão da PNEPS foi realizada o monitoramento e avaliação da EPS, foi 
utilizado como eixo metodológico o quadrilátero, um dos indicadores foi a verificação da 
 
12 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
articulação entre as instituições de ensino-serviço, profissionais de saúde e usuários (Brasil, 
2018). 
 
Ainda é incipiente a discussão sobre a interação ensino-serviço bem como as práticas 
interprofissionais no sentido de identificar que modo podem ser operacionalizadas 
tendo em vista a construção de dimensões e indicadores para sua análise e avaliação 
(Brasil, 2022). 
 
A PNEPS leva em consideração a importância das necessidades do uso de estratégias que 
promovam a integração entre ensino e serviço, e a inclusão de práticas interprofissionais como 
foco dos processos educativos. Destaca-se a relevância de considerar o contexto da EPS e a 
dinâmica das instituições como elementos centrais do modelo, reconhecendo que as 
transformações necessárias nos serviços de saúde não dependem exclusivamente da atuação dos 
profissionais sujeitos às ações de EPS (Brasil, 2022, p.73). 
O estudo conduzido por Silva; Nunes (2022) analisou a atuação das Comissões de 
Integração Ensino-Serviço no período de 2014 a 2020, focalizando a integração entre as 
universidades e os serviços de saúde. Os resultados indicaram um progresso e consolidação dessa 
integração, evidenciando uma maior aproximação entre a academia e as demandas regionais. 
O estudo de Silva; Nunes (2022) destacou o envolvimento significativo de docentes e 
discentes, com especial destaque para a área de Enfermagem, que se engajou em atividades de 
pesquisa e extensão. Esses achados apontam para uma tendência positiva de colaboração entre 
as instituições de ensino superior e os serviços de saúde, visando atender às necessidades locais 
e promover uma formação mais alinhada com a realidade prática. 
A integração entre ensino e serviço na Educação Permanente em Saúde (EPS) 
proporciona um ambiente propício para o diálogo e o atendimento às necessidades reais da 
população nos serviços de saúde. Essa integração desempenha um papel importante ao permitir 
que as instituições de ensino direcionem a formação de recursos humanos, promovam a produção 
de conhecimento e atendam às demandas externas às universidades. Essa abordagem 
colaborativa entre academia e serviços de saúde é essencial para garantir uma formação mais 
alinhada com a prática e para responder de forma eficaz às necessidades da comunidade (Silva; 
Nunes, 2022). 
O estudo realizado por Jesus; Rodrigues (2022), aponta que para romper as fragilidades 
para a execução da PNEPS de forma efetiva são necessários gestores e instituições 
 
13 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
comprometidos com as propostas da PNEPS, sem a confusão que ainda persiste sobre os 
conceitos de educação permanente e de educação continuada, além de repasses de recursos 
financeiros. 
O uso de ferramentas pedagógicas é importante na compreensão da Educação Permanente 
em Saúde (EPS). Essas ferramentas devem permitir uma análise do cotidiano de trabalho das 
equipes de saúde, levando em consideração os desafios enfrentados nos diferentes territórios de 
atuação. Além disso, ressalta-se a importância do protagonismo das equipes de atenção e gestão 
nesse processo de reflexão e aprendizado contínuo (Jesus; Rodrigues, 2022). 
O desenvolvimento da PNEPS ao longo dos anos reflete o compromisso do Brasil com a 
melhoria contínua da formação e práticas profissionais, bem como com a garantia do direito à 
saúde para toda a população. No entanto, desafios persistem, e a constante avaliação e atualização 
da política são essenciais para enfrentar as demandas futuras e assegurar a sustentabilidade do 
sistema de saúde Brasileiro. 
 
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Ao longo desse percurso, foi observado uma progressão notável na abordagem e na 
implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde no Brasil, refletindo 
uma crescente compreensão da importância da aprendizagem contínua e do desenvolvimento 
profissional no contexto da saúde pública. Diretrizes cuidadosamente elaboradas têm sido 
fundamentais para orientar e direcionar as iniciativas de formação, buscando garantir uma 
abordagem abrangente e alinhada às necessidades do sistema de saúde Brasileiro. 
Embora haja uma estruturação tangível dessas políticas por escrito, a realidade prática 
revela desafios substanciais na aplicação integral de suas recomendações e diretrizes. Este 
fenômeno não apenas sublinha a complexidade inerente à tradução de conceitos teóricos em 
práticas, mas também ressalta a necessidade premente de um exame crítico das barreiras que 
impedema realização plena dos objetivos delineados nas políticas de saúde. 
Na avaliação abrangente da implementação da Política Nacional de Educação Permanente 
em Saúde (PNEPS), os estudos evidenciam deficiências e desafios em diversos estabelecimentos 
de saúde para a efetiva regulamentação das iniciativas de Educação Permanente em Saúde (EPS). 
Apesar da existência de diretrizes orientadoras, alguns gestores não reconhecem plenamente a 
 
14 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
relevância da abordagem metodológica da PNEPS para analisar práticas e processos de trabalho, 
além de contribuir para a construção coletiva de conhecimento e o compartilhamento de saberes. 
Entre os desafios identificados nesta pesquisa para a implementação e continuidade da 
PNEPS, destaca-se a necessidade premente de atualização constante para acompanhar os avanços 
no campo da saúde. Além disso, é crucial expandir as incitavas de educação permanente para 
profissionais de todas as regiões do país, garantindo equidade de acesso à educação em saúde. 
Outro desafio significativo reside na mudança cultural necessária nas instituições de 
saúde quanto a prática educativa. É fundamental superar o modelo tradicional de transmissão de 
conhecimento tecnicista em favor de abordagens mais reflexivas e colaborativas, que integrem 
teoria e prática de maneira dinâmica e eficaz, praticando a Educação Permanente em Saúde de 
forma dinâmica e continua no processo de aprendizagem, resultando em transformação das 
formas como o trabalho é realizado. 
Destaca-se como ponto importante e facilitador deste processo promover culturas de 
incentivo para parcerias entre as instituições de saúde e de ensino, por meio de estágios e 
residências de forma colaborativa alinhadas aos valores e demandas do SUS, preparando os 
profissionais para enfrentar as necessidades e os desafios do cotidiano assistencial. 
Em suma, a valorização adequada dos profissionais de saúde e o reconhecimento do seu 
papel fundamental na promoção e funcionamento do sistema de saúde são fatores cruciais para 
o êxito da EPS. 
A literatura científica evidenciou poucos estudos relacionados à prática e à 
implementação de Educação Permanente em Saúde (EPS) nas instituições públicas e privadas. 
Com este estudo, espera-se que a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) 
possa, ao longo do tempo, ser efetivamente implementada e que sua construção histórica seja 
consolidada. Isso contribuirá para o desenvolvimento de políticas educacionais, planos de 
carreira atrativos e incentivos financeiros, essenciais para a efetividade e continuidade da EPS, 
possibilitando, assim, a melhoria e transformação das práticas de trabalho. 
 
AGRADECIMENTOS 
 
Ao programa de Pós-Graudação em Enfermagem da Universidade Federal de Alfenas - MG e a 
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). 
 
15 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Portaria n. 198 GM/MS, de 13 de fevereiro de 2004. Institui a Política Nacional de 
Educação Permanente em Saúde como estratégia do Sistema Único de Saúde para a 
formação e o desenvolvimento de trabalhadores para o setor e dá outras providências. 
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 13 fev. 2004. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. 
Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Política de educação e desenvolvimento 
para o SUS: caminhos para a educação permanente em saúde – polos de educação 
permanente em saúde. Brasília, DF: MS, 2004. 
 
BRASIL. Portaria n. 1.996 GM/MS, de 20 de agosto de 2007. Dispõe sobre as diretrizes para 
a implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Diário Oficial 
da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 20 ago. 2007. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. 
Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Manual de Apoio aos Gestores do SUS para 
a implementação do COAPES [Recurso eletrônico]. Brasília: Ministério da Saúde, 2015. 27 
p. 
 
BRASIL. Portaria n. 3.194 GM/MS, de 27 de novembro de 2017. Dispõe sobre o Programa 
para o Fortalecimento das Práticas de Educação Permanente em Saúde no Sistema Único 
de Saúde - PRO EPS-SUS. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 27 
nov. 2017. 
 
CECCIM, R. B.; FEUERWERKER, LAURA C. M. O quadrilátero da formação para a área 
da saúde: ensino, gestão, atenção e controle social. Physis: Revista de Saúde Coletiva 
[online], Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, p. 41-65, 2004. Disponível em: https:// 
www.scielo.br/j/physis/a/GtNSGFwY4hzh9G9cGgDjqMp/?lang=pt. Acesso em: 10 abr. 2024. 
 
FERREIRA, L. et al. Educação Permanente em Saúde na atenção primária: uma revisão 
integrativa da literatura. Saúde Em Debate. RIO DE JANEIRO, V. 43, N. 120, 2019. 
 
FEUERWERKER, L. C. M. (org.). Micropolítica e saúde: produção do cuidado, gestão e 
formação. p. 92. Porto Alegre: Rede UNIDA, 2014. 
 
FRANÇA, T. et al. Política de Educação Permanente em Saúde no Brasil: a contribuição 
das Comissões Permanentes de Integração Ensino-Serviço. Ciência & Saúde Coletiva, Rio 
de Janeiro, v. 22, n. 6, p. 1.817-1.828, 2017. https://doi.org/10.1590/1413-
81232017226.30272016. Disponível em: 
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
81232017002601817&lng=en&nrm=i so. Acesso em: 24 abr. 2024. 
 
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2019. 
 
http://www.scielo.br/j/physis/a/GtNSGFwY4hzh9G9cGgDjqMp/?lang=pt
 
16 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-16, 2024 
 
 jan. 2021 
JESUS, J. M.; RODRIGUES, W. Trajetória da Política Nacional de Educação Permanente 
em Saúde no Brasil. Trabalho, Educação e Saúde. Rio de Janeiro, v. 20, 2022. 
 
LEMOS, C. L. S. Educação Permanente em Saúde no Brasil: educação ou gerenciamento 
permanente? Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 21, n. 3, p. 913-922, mar. 2016. 
http:// dx.doi.org/10.1590/1413-81232015213.08182015. Disponível em: 
http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S1413-
81232016000300913&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 02 abr. 2024. 
 
MAY, T. Pesquisa social: questões, métodos e processo. Porto Alegre, Artmed, 2004. 
 
PINTO, I. C. M.; ESPERIDIÃO, M. A. Política nacional de educação permanente em 
saúde: monitoramento e avaliação. Salvador: EDUFBA. 2022. Disponível em: 
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36295. Acesso em: 29 abr. 2024. 
 
SANTOS, E. A. M.; CAVALCANTE, J. R. C.; AMARAL, M. S. A relevância do 
quadrilátero de formação em saúde para a educação permanente: uma revisão 
integrativa. In: III JORNADA ACADÊMICA DE MEDICINA - Centro de Cultura e Eventos 
Dom Benedito Domingos Cóscia, Jataí-GO, 2019. Disponível em: 
<https://doity.com.br/anais/iiijamed/trabalho/86646>. Acesso em: 03 mai. 2024. 
 
SILVA, I. F. da; NUNES, F. O papel das Comissões de Integração Ensino-Serviço CIES em 
questão: revisão de literatura. Saúde em Redes, [S. l.], v. 8, n. sup1, p. 37–55, 2022. DOI: 
10.18310/2446-4813.2022v8nsup1p37-55. Disponível em: 
http://revista.redeunida.org.br/ojs/index.php/rede-unida/article/view/3510. Acesso em: 05 mai. 
2024. 
 
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos 
psicológicos superiores (4 ed). São Paulo: Martins Fontes, 1988. 
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36295

Mais conteúdos dessa disciplina