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Pró-Reitoria de Extensão – PROEX 66 Ciências Humanas d) relacionados à biodiversidade, sendo que 1 e 4 são regiões que se destacam pela grande variedade de animais e formações vegetais, a exemplo da floresta Amazônica, do Cerrado e do Pantanal. e) político-administrativos, sendo que 2 e 3 são regiões que englobam mais da meta- de dos eleitores do país e, portanto, usufruem de maior representatividade popular no Congresso Nacional. 4 - (UNIFENAS) O mapa a seguir apresenta a proposta de regionalização do Brasil baseada em três grandes complexos regionais ou regiões geoeconômicas. A regionalização proposta no mapa I) adota exclusivamente o critério político-administrativo, e suas fronteiras coinci- dem com as fronteiras dos estados. II) utiliza critérios abrangentes como o processo de formação histórico e econômico do Brasil, associado à modernização brasileira, através de suas atividades produtivas; III) desconsidera os limites entre os estados como estratégia de valorização da or- ganização político-administrativa proposta pelo IBGE, em 1969, para a criação da chamada região concentrada. IV) engloba uma porção do norte de Minas Gerais no complexo nordestino, tendo em vista suas características semiáridas e o seu baixo dinamismo econômico regional. V) inclui o estado do Maranhão, em sua totalidade, no Complexo Amazônico. Estão corretas apenas a) I e II. b) II e IV. c) III, IV e V. d) IV e V. e) I, II, III e IV. Pró-Reitoria de Extensão – PROEX Geografia 67 Respostas 1) A 2) D 3) C 4) B 2.7 oriGeM e evolução do ConCeito de sustentabilidade “A Terra provê o suficiente para as necessidades de to dos os homens, mas não para a voracidade de todos.” Mahatma Gandhi (1869-1948), líder político indiano. O conceito de sustentabilidade está intimamente direcionado à maneira pela qual a humanidade produz bens materiais para a melhora de sua qualidade de vida. Não raro, tais modos de produção estão alicerçados em uma ideologia consu- mista, o que acarreta sérios prejuízos aos sistemas naturais. É com o advento da Revolução Industrial que as atividades humanas co- meçam a imprimir novo ritmo e significado à natureza. Nascia um “novo mun- do”, imerso no binômio industrialização-urbanização, em que a sociedade passou a consumir produtos industrializados, aumentando consideravelmente a extração de recursos naturais para atender à demanda de produção. Contudo, é somente na se- gunda metade do século XX que o despertar da consciência ecológica se faz perceber, ganhando corpo científico. Em 1987, foi publicado, pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (ONU), o estudo Nosso Futuro Comum. Nesse estudo, aparece o conceito de “Desenvolvimento Sustentável”, sendo “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibi- lidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades.” Para tanto, exige-se o estabelecimento de políticas governamentais, ações empresariais e da socie- dade civil, irmanados em um objetivo comum. Esse objetivo se viabilizaria com a inserção de novos hábitos de consumo, somados à redução das desigualdades sociais. É nesse cenário que emerge o conceito de “Consumo Sustentável”. Ou seja, há a necessidade de se modificar os hábitos de consumo, para evitar o desperdício. Os produtos consumidos devem satisfazer as necessidades reais, além da certificação de que, em seu processo de produção, não houve severos danos ao meio ambiente. Os desequilíbrios ambientais impostos pela ação antrópica, conjugados com as situações de injustiças sociais a que substancial parcela da humanidade está