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Gutemberg Domingos Soares 201401037593 Mulher Na Psicologia O dia Internacional da Mulher foi marcado por um incêndio duvidoso, onde centenas de mulheres morreram carbonizadas, no mesmo tempo em que lutavam por direitos trabalhistas e igualdade de gênero. Desde que se inicia essa busca pelos direitos, mulheres vinham sofrendo opressões e até mesmo descasos de um mundo machista, onde houve época em que mulheres eram visadas apenas, para satisfazer a vontade de um homem, que lhe tinha como propriedade. O direito da mulher não existia, e a partir disso, elas eram tratadas como uma coisa ou objeto e não como ser pensante, capaz e digna. Houve e ainda há um abuso extremo contra mulheres, pois vemos que a sociedade tem caminhado bem lentamente e quase que imperceptível, para uma inclusão de direitos iguais a todos os gêneros. Sobre o olhar de um estudante de psicologia, coloco em pauta uma questão bastante notória, que são datas marcadas para um lembrete de um acontecimento ou evento que impactou em algum momento a sociedade. Percebo que o dia da Mulher é muito mais do que levar flores, bombons e ser tratada como rainha apenas nesse dia. Vejo que a luta pelos direitos das mulheres são constantes e que não se resume apenas em um dia, o que se vive hoje são mulheres ainda sendo abusadas, sendo tratadas como propriedades e mulheres que se sentem ou que realmente são aprisionadas. Existe uma prisão perceptível onde é difícil ver uma mulher andando sozinha pela rua a noite, e não correr risco de estar só, deixando em evidência que mulheres ouvem diariamente piadas como por exemplo: “Mulher no volante, perigo constante.” Uma frase errônea da sociedade machista, que ainda pensa em seu cubículo sobre o que é ser mulher. Ser mulher é muito mais do que se impõe pela sociedade, ser mulher é fazer as coisas funcionarem, é ter um equilíbrio ao qual a sociedade precisa e ser mulher é também estar na igualdade dos afazeres e direitos. Pois uma mulher é a essência que se encaixa em uma sociedade, família e grupos que não se manteriam se não fosse uma mulher. Precisamos entender que mulher pode ser o que ela quiser, sem determinantes de uma sociedade ao qual rotula e discrimina como se fosse um produto ou objeto secular.