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FOLCLORE Folclore é o conjunto das criações culturais de uma comunidade, baseado nas suas tradições expressas individual ou coletivamente, representativo de sua identidade social. (VIII Congresso de Folclore – Salvador (BA), dezembro de 1995). Para Luís da Câmara Cascudo Folclore é a cultura do popular, tornada normativa pela tradição. Compreende técnicas e processos utilitários, além da funcionalidade. Não apenas conserva, depende e mantém os padrões do entendimento e da ação, mas remodela, refaz ou abandona elementos que se esvaziaram de motivos ou finalidades indispensáveis a determinadas sequências ou presença grupal. CULTURA ERUDITA CULTURA DE MASSA CULTURA POPULAR javascript: void(0); ORIGEM DA PALAVRA • ANTIGUIDADES POPULARES • WILLIAMS JHON THOMS – 22 DE AGOSTO 1846 – THE ATHENEUM • FOLK = POVO LORE = SABER FATO FOLCLÓRICO “Constituem o fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir e de um povo, preservadas pela tradição popular ou pela imitação, e que não sejam diretamente influenciadas pelos círculos eruditos e instituições que se dedicam, ou à renovação e conservação do patrimônio científico e artístico humano, ou a fixação de uma orientação religiosa e filosófica”. (Texto da Carta do Folclore Brasileiro, elaborado no I Congresso Brasileiro do Folclore Brasileiro, no Rio de Janeiro em 1951 - Biblioteca Educação e Cultura - MEC/FENAME - Vol. 4). CARACTERÍSTICAS DO FATO FOLCLÓRICO • Aceitação coletiva javascript: void(0); • Tradicionalidade • Dinamicidade javascript: void(0); • Funcionalidade • Espontaneidade Ensino do Folclore Prof. Msc. Gilberto Santiago Ferreira javascript: void(0); • Anonimato Ensino do Folclore Prof. Msc. Gilberto Santiago Ferreira • Transmissão oral ou oralidade FOLCLORE • Lendas • Culinária • Objetos • Músicas • Danças • Crenças • Vestuário • Artes MANIFESTAÇÕES FOLCLÓRICAS • Danças, músicas, artesanato, lendas, mitos, superstições, trajes, comidas, poesia, frases de caminhão, anedotas, costumes, provérbios, folclore infantil, etc. FOLCLORE BRASILEIRO • DIVERSIFICADO: EXTENSÃO TERRITORIAL, VARIEDADE ÉTNICA, ATIVIDADES ECONÔMICAS VARIADAS, NATUREZA EXUBERANTE... • INTERDISCIPLINAR Exemplos... • "Um, dois, feijão com arroz. Três, quatro, feijão no prato. Cinco, seis, bolo inglês. Sete, oito, comer biscoito. Nove, dez, comer pastéis" . • "Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão. Menininha quando dorme põe a mão no coração". • "Chuva e sol, casamento de espanhol. Sol e chuva, casamento de viúva". • “O sábio soube que o sabiá sabia assobiar.” Hoje é domingo Pé de cachimbo Cachimbo é de barro Bate no jarro O jarro é de ouro Bate no touro O touro é valente Bate na gente A gente é fraco Cai no buraco O buraco é fundo Acabou-se o mundo. CULINÁRIA • A maioria das supertições brasileiras à mesa tem origem portuguesa. • Algumas tribos indígenas evitavam apenas comer seus animais totem e os escravos tinham o costume de não deixar restos de comida no prato para que não pudessem ser utilizados por seus inimigos. CULINÁRIA A base das restrições envolve a mistura de comidas e a ingestão de bebidas após certos alimentos. A salada de frutas, por exemplo, era mal vista devido a isso. Da mesma forma, a ingestão de cachaça após certos alimentos como leite, mangas, melancias, bananas e farinha, ou o leite com pinhas, banana-anã, jacas e principalmente, mangas.O leite, aliás, por ser visto como um alimento completo não necessitaria de outros e por isso a mistura faria mal à saúde. CULINÁRIA Outras restrições envolvem o comer em excesso que causaria doenças, como o consumo da cana-de-açúcar e de melancias ao sol e ainda outros alimentos teriam efeitos medicinais, como a cachaça que cortava os efeitos da gripe e dos resfriados e as frutas cítricas. CULINÁRIA • Algumas crenças envolviam o credo religioso católico, quando evitavam falar "nomes feios" à mesa, comer despido,ou de chapéu por acreditar que fosse uma ofensa a Jesus, ao Anjo da Guarda ou a algum Santo que estivesse presente durante as refeições. CULINÁRIA REGIONAL • Os hábitos alimentares variam de região para região de acordo com a história, tanto que é normal desconhecerem-se os quitutes de outras regiões. Assim, no litoral do Nordeste há grande influência africana na culinária, com destaque para o acarajé, vatapá e molho de pimenta; CULINÁRIA REGIONAL • Os hábitos alimentares variam de região para região de acordo com a história, tanto que é normal desconhecerem-se os quitutes de outras regiões. Assim, no litoral do Nordeste há grande influência africana na culinária, com destaque para o acarajé, vatapá e molho de pimenta; CULINÁRIA REGIONAL • No Norte há uma maior influência indígena, no uso da mandioca e de peixes; no Sudeste há pratos diversos como o feijão tropeiro e angu ligados aos bandeirantes , em Minas Gerais, e a pizza em São Paulo, influência dos imigrantes; CULINÁRIA REGIONAL • E no Sul do país há forte influência da culinária italiana, em pratos como a polenta e também da culinária alemã com a presença da batata. O churrasco é típico do Rio Grande do Sul e do Mato Grosso. CULINÁRIA REGIONAL • No Rio Grande do Sul já é tradicional o churrasco, ou seja, carne bovina ou ovina, dispostas em espetos, temperadas basicamente com sal grosso e grelhadas em churrasqueiras, a base de carvão ou lenha. CULINÁRIA REGIONAL • No estado de Santa Catarina, o interior é de forte influência alemã, e no litoral a presença portuguesa, onde é grande a utilização de peixes marinhos, camarões, e ostras. DANÇAS QUADRILHA É uma dança típica da época de festa junina. Há um animador que vai anunciando frases e marcando os momentos da dança. Os dançarinos (casais), vestidos com roupas típicas da cultura caipira (camisas e vestidos xadrezes, chapéu de palha) vão fazendo uma coreografia especial. A dança é bem animada com muitos movimentos e coreografias. As músicas de festa junina mais conhecidas são: Capelinha de Melão, Pula Fogueira e Cai,Cai balão. • FREVO FREVO Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico. FREVO • Da junção da capoeira com o ritmo do frevo nasceu o passo, a dança do frevo. • Até as sombrinhas coloridas seriam uma estilização das utilizadas inicialmente como armas de defesa dos passistas que remetem diretamente a luta, resistência e camuflagem, herdada da capoeira e dos capoeiristas, que faziam uso de porretes ou cabos de velhos guarda-chuvas como arma contra grupos rivais. Foi da necessidade de imposição e do nacionalismo exacerbado no período das revoluções Pernambucanas que foi dada a representação da vontade de independência e da luta na dança do frevo. • A dança do frevo pode ser de duas formas: quando a multidão dança, ou quando passistas realizam os passos mais difíceis, de forma acrobática. O frevo possui mais de 120 passos catalogados. FESTAS JUNINAS: SANTO ANTÔNIO, SÃO PEDRO, SÃO PAULO DANÇAS • http://www.youtube.com/watch?v=Jj_9jWqPvoA • http://www.youtube.com/watch?v=5PKidAFI69o • http://www.youtube.com/watch?v=gn1mI30tOBk • http://www.youtube.com/watch?v=J-3F8rBYK78 • http://www.youtube.com/watch?v=QufRJs3ljJE&feat ure=related • http://www.youtube.com/watch?v=riFkApt5L3c&fea ture=related http://www.youtube.com/watch?v=Jj_9jWqPvoA http://www.youtube.com/watch?v=5PKidAFI69o http://www.youtube.com/watch?v=gn1mI30tOBk http://www.youtube.com/watch?v=J-3F8rBYK78 http://www.youtube.com/watch?v=QufRJs3ljJE&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=QufRJs3ljJE&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=riFkApt5L3c&feature=relatedhttp://www.youtube.com/watch?v=riFkApt5L3c&feature=related CERÂMICA / ARTESANATO Slide 1 Slide 2: FOLCLORE Slide 3 Slide 4 Slide 5: Para Luís da Câmara Cascudo Slide 6 Slide 7 Slide 8: ORIGEM DA PALAVRA Slide 9: FATO FOLCLÓRICO Slide 10: CARACTERÍSTICAS DO FATO FOLCLÓRICO Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17: FOLCLORE Slide 18: MANIFESTAÇÕES FOLCLÓRICAS Slide 19: FOLCLORE BRASILEIRO Slide 20: Exemplos... Slide 21 Slide 22: Hoje é domingo Pé de cachimbo Cachimbo é de barro Bate no jarro O jarro é de ouro Bate no touro O touro é valente Bate na gente A gente é fraco Cai no buraco O buraco é fundo Acabou-se o mundo. Slide 23: CULINÁRIA Slide 24: CULINÁRIA Slide 25: CULINÁRIA Slide 26: CULINÁRIA Slide 27: CULINÁRIA REGIONAL Slide 28: CULINÁRIA REGIONAL Slide 29: CULINÁRIA REGIONAL Slide 30: CULINÁRIA REGIONAL Slide 31: CULINÁRIA REGIONAL Slide 32: CULINÁRIA REGIONAL Slide 33: DANÇAS Slide 34 Slide 35: QUADRILHA Slide 36 Slide 37: FREVO Slide 38: FREVO Slide 39: FREVO Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43: FESTAS JUNINAS: SANTO ANTÔNIO, SÃO PEDRO, SÃO PAULO Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47: DANÇAS Slide 48: CERÂMICA / ARTESANATO Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53