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A morte e o luto fazem parte de diversas temáticas no tocante à abordagem psicológica no cotidiano hospitalar, junto à pessoa doente, à sua família e à equipe multidisciplinar. Nesse contexto, as intervenções Alternativas A devem visar a criação de estratégias de intercessões em relação ao cuidador e às equipes de saúde, com a finalidade de obter um padrão de resposta e de atuação por parte desses profissionais, para todas as situações de luto que venham a enfrentar. B devem considerar a comunicação sobre o adoecimento e perspectiva de morte tanto para a criança como para a família, rompendo com possíveis pactos de silêncio. C focam exclusivamente no treinamento e preparação psicológica da equipe, família e doente para lidar com a morte. D não devem abordar o luto antecipatório com as famílias de crianças pequenas, pois esse trabalho deverá ser feito no contexto clínico de consultório, de forma a ocorrer em ambiente apropriado para esse fim. E devem ter o foco na família, de modo a deixar a equipe médica e de auxiliares técnicos livres para o cuidado da saúde física do paciente.