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Questão A:
A trigonometria é o ramo da matemática que estuda os triângulos: suas propriedades, relações e também os lados do triângulo em função do ângulo.
Para ensinarmos trigonometria com mais facilidade, é necessário que os alunos tenham conhecimentos prévios de números decimais, classificação de triângulos, razões trigonométricas, funções e ângulos. Mas são de fundamental importância os conhecimentos básicos de geometria, como perímetro, área e volume; segmentos paralelos, concorrentes e perpendiculares; definição de reta, semirreta e segmento de reta; triângulo retângulo, Teorema de Pitágoras e Teorema de Tales.
Antes de adentrarmos no ensino da trigonometria, é importante fazermos uma revisão dos conteúdos considerados necessários para o ensino, para que os alunos possam assimilar e relacioná-los. Além disso, a revisão faz com que os alunos memorizem e fixem o conteúdo aprendido.
Ensinar trigonometria na maioria das vezes não é uma tarefa fácil, pois para os alunos será mais um conteúdo em que aprenderão fórmulas e conceitos. Sendo assim, nossa missão como professor, é tornar essa aprendizagem significativa e ao mesmo tempo divertida. Para isso, devemos aliar a teoria à prática permitindo que os alunos manipulem materiais, façam experiência e utilizem jogos para aprender; devemos também ensinar de forma contextualizada, desafiar os educando e despertar neles a curiosidade e o interesse pela pesquisa sobre os conceitos trigonométricos.
Questão B:
Com as informações dadas, podemos concluir que Fernanda possui discalculia.
Discalculia é um transtorno que faz com que o aluno tenha dificuldades de utilizar números, tanto na escola quanto em seu dia a dia e também realizar as operações matemáticas. O aluno também possui dificuldade de diferenciar os símbolos e compreender termos utilizados na matemática, em alguns casos, não consegue sequer interpretar os enunciados dos problemas propostos. 
Mônica como professora, deverá dedicar uma atenção especial a Fernanda, explicando os conteúdos várias vezes até que ela possa compreendê-los, adequar sua metodologia relacionando os problemas matemáticos com o cotidiano e ensinar usando jogos em sala de aula, ou até mesmo incentivá-la a jogar jogos de raciocínio lógico-matemáticos no computador. Outra forma para melhorar o desempenho de Fernanda, é estimulá-la a realizar os exercícios repetitivas vezes, e permitir a utilização da tabuada e calculadora. É importantíssimo que Mônica elabore os exercícios e as provas com enunciados claros e diretos.
Quanto á avaliação, para que Fernanda não reprove, Mônica poderá desenvolver um método de avaliação diferenciado, utilizando-se de uma avaliação individual e de um plano de ensino-aprendizagem baseado em metas.
Geralmente a discalculia é descoberta apenas na escola, pois é onde o aluno precisa de fato desenvolver atividades matemáticas, desse modo, Mônica pode orientar os pais a procurar ajuda profissional com um psicopedagogo. Fernanda conseguirá superar suas dificuldades se a escola, os professores e a família forem parceiros.

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