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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS AGROPECUÁRIAS - CCTA
LZO 03313 - Avicultura
Gabriela Lole Theodoro (00119130342)
Relatório de Aula Prática 
4. Vacinação
CAMPOS DOS GOYTACAZES - RJ
23 de Maio de 2024
Na aula prática realizada no dia 16 de maio de 2024, foi feita a vacinação das aves que se encontravam no galpão. A prática se iniciou por meio da retirada dos bebedouros das aves do local e realização da higienização desses. Após isso, agrupamos as aves num espaço reduzido do galpão, cercando-as com o auxílio de uma tela, com o intuito de facilitar o manejo, evitando fugas e ajudando na pega das aves. O responsável pela prática fez a demonstração e explicação do modo de aplicação das vacinas, e assim, demos início a vacinação. 
Foram aplicadas 3 vacinas, conforme as seguintes especificações:
Vacina contra Bouba Aviária: foi realizada a diluição da vacina, com diluente que vem junto com esta, balançando lentamente para que a vacina não aqueça e perca sua eficácia. A vacinação foi realizada por punção na asa, mergulhando o aplicador no frasco e perfurando a "membrana da asa" pela parte de baixo, evitando as penas, vasos sangüíneos, nervos e ossos. O procedimento foi repetido para cada ave.
Vacina contra Gumboro e Bronquite: essas são vacinas realizadas por meio da água de consumo das aves, uma vez que sua absorção ocorre através da mucosa. O primeiro passo foi estimar o consumo de água das aves durante o dia, desse modo, calculamos que elas bebam de duas a três vezes a quantidade de ração consumida. Assim, utilizamos a média (2,5), e multiplicamos pela quantidade total de ração consumida (36,5Kg), obtendo 91,25L de água por dia. O ideal é que a vacinação (através do consumo da água) ocorra no máximo 2 horas após sua diluição, uma vez que passado esse tempo ocorre sua inativação. Sendo assim, dividimos o consumo total de água por 24 (horas) para estimarmos o consumo por hora, e multiplicamos por 2 (2 horas ideais de ingestão). Assim obtivemos:
· Consumo por hora: 91,25/24 = 3,8L
· Consumo em 2h: 3,8 x 2 = 7,6L
Em seguida, estimamos a quantidade de leite em pó desnatado que utilizaremos na água, pois esse neutraliza elementos comumente presentes na água que seriam prejudiciais à qualidade da vacina (leite natural não deve ser utilizado, uma vez que contém gordura, sendo prejudicial a vacina). A estimativa é feita com base na concentração de 2g de leite em pó para cada 1L de água. Assim, temos: 7,6 x 2 = 15,2g de leite em pó. 
Após estimadas as quantidades, foi realizada a mistura da água, leite em pó e vacinas, seguidas de sua distribuição nos bebedouros anteriormente higienizados, tomando cuidado em fechar os registros para garantir que não haja água e que as vacinas não sejam diluídas em excesso, evitando o consumo da dose adequada.