Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
SISTEMA DE CARGA E PARTIDA
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1 BATERIA
A bateria é um dispositivo que
armazena energia química, essa
energia química é convertida em
energia elétrica, para assim atender
toda demanda de alimentação da
máquina.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.1 As principais funções da bateria são:
- Fornecer energia;
- Fornecer energia elétrica ao motor de partida e ao S.I;
- Alimentar todo o sistema elétrico do veículo quando o motor não
estiver em funcionamento;
- Estabilizar a tensão do sistema elétrico;
- Auxiliar o alternador, na alimentação de todo o sistema elétrico do
veículo, por tempo determinado, se por algum motivo, o alternador
não conseguir fornecer a totalidade da corrente elétrica.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.2 Componentes:
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.2 Caixa
A caixa de uma bateria é
composta por elemento e tem
função de acomodar os blocos
formados pelas placas.
Normalmente uma bateria
automotiva é constituída por 6
vasos/elementos e cada um
apresenta 2,1 volts, que
ligados em série totalizam 12,6
volts (no caso da baterias
totalmente carregadas).
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.2 Caixa
Obs: A quantidade de placas dentro de cada elemento determinará a
quantidade de carga que esse elemento possui, quanto maior for
número de placas mais amperes essa bateria irá fornecer.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.2 Caixa
Obs: As placas são ligadas em série e soldadas por meio da fusão de
chumbo com chumbo, pois o chumbo resiste ao ácido sulfúrico.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.3 Tampa
A tampa tem a função de
manter os elementos selados,
impedindo a saída de eletrólito
do interior da bateria para o
ambiente externo ou a entrada
de substâncias estranhas. As
tampas podem ser ainda de
dois tipos: convencionais ou
seladas.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.3 Tampa
Tampas Convencionais: As tampas convencionais
apresentam rolhas com orifício para saída de gases
gerados no interior da bateria e permitem acesso ao
eletrólito.
Tampas Seladas: Contêm câmara de condensação com
saída de gases direcionada através de respiros
canalizados, rolhas estanques não removíveis, pastilhas
antichamas e indicador do estado de carga. Fundição
por termo fusão e passam por testes com ar
comprimido.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.4 Pastilhas anti chamas
A pastilha antichamas permite a saída dos gases
produzidos durante o uso, protegendo-a contra a
entrada de faíscas que causam danos como a explosão.
1.5 Indicador de carga
O indicador de carga fica embutido na tampa, uma
esfera que está dentro do indicador irá elevar-se de
acordo com a densidade do eletrólito, tornando visível
no centro do indicador um tom de cor.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.6 Bloco de Placas
O bloco de placas é formado pelo conjunto de placas
positivas, negativas e separadores também conhecidos
como envelopes que interligados por conexões fica
armazenado dentro dos vasos da bateria.
A composição de cada bloco produz 2,1volts em
circuito aberto e com plena carga, portanto, numa
bateria de 6 vasos estes blocos totalizam em média
12,6 volts.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.6.1 Grade
As grades são feitas de liga de chumbo com adição de
cálcio e prata, possuem a função de condução elétrica na
bateria e suporte da massa ativa. Possuem características
de resistirem altas temperaturas e corrosão.
1.6.2 Massa ativa
A massa é o material ativo responsável por armazenar a
energia na bateria. Quanto maior a quantidade de
massa, maior a quantidade de energia que a bateria
pode armazenar.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.6.3 Massa ativa
O material ativo da placa positiva é o dióxido de chumbo
(PbO2), e da placa negativa é o chumbo puro esponjoso
(Pb).
1.6.4 Placa
Chama-se placa o conjunto da grade mais a massa ativa.
As placas positivas e negativas têm composições
diferentes e estão intercaladas no bloco, separadas
através de um material isolante denominado
“separador”.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.6.5 Separadores
Os separadores têm a função de isolar as
placas positivas das negativas, impedindo
o curto-circuito através do contato entre
elas. separadores de polietileno de alto
desempenho, tipo envelope, que
oferecem maior resistência mecânica às
vibrações, menor resistência elétrica e
maior proteção a ações químicas do ácido.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.6.6 Conexões
As conexões são responsáveis
por interligar as placas de
mesma polaridade dentro de
um mesmo bloco e de
interligar cada bloco com seu
sub sequente, em série,
formando as baterias de 12
volts.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.6.7 Polos e Terminais
Os polos das baterias são
responsáveis pela entrada e
saída da energia acumulada na
bateria, através da carga e
descarga. Os polos são de
extrema importância, já que
fazem o contato final da bateria
com o sistema elétrico do
veículo.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
1.6.8 Eletrólito
O eletrólito é uma solução de ácido
sulfúrico que é um condutor de íons, fator
relevante: Sua densidade varia conforme a
sua aplicação. A faixa de variação da massa
específica (densidade) do eletrólito de
baterias para aplicação em clima tropical
deve ser de 1.240 a 1.260 g/l e para
aplicação em clima frio deve ser de 1.270 a
1.290 g/l.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
2 CCA “ Corrente de Partida a Frio”
Em baixas temperaturas, o sistema elétrico como um todo requer
maior energia nas partidas, ou seja, uma grande descarga em ampères.
O número CCA de uma bateria é a capacidade que ela tem de fornecer
uma determinada corrente de partida ao veículo, a uma determinada
temperatura, obedecendo a uma tensão final em condição
normalizada.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
2 CCA “CORRENTE DE PARTIDA A FRIO”
A norma SAE mede a descarga em ampères
que uma bateria totalmente carregada,
esta deverá durante 30 segundos a uma
temperatura de –18°C sem que a tensão
entre os polos caia abaixo de 7,2 volts.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
3 INSTALAÇÃO DA BATERIA DO VEÍCULO
• Instalar apenas baterias boas e plenamente carregadas (maior que
12,3 volts).
• Aplicar somente o tipo de bateria recomendado para o veículo.
• Ao instalar a bateria, conectar primeiro o terminal positivo e depois o
negativo.
• Verificar se há um bom contato entre os terminais dos cabos e os
polos da bateria (não colocar graxa ou outro produto diretamente nos
polos da bateria).
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
3 INSTALAÇÃO DA BATERIA DO VEÍCULO
• Verificar se os seguintes itens do sistema elétrico do veículo estão em
conformidade com as especificações: Motor de Partida, Alternador,
Regulador de Voltagem e Fuga de Corrente.
3.1 Precauções
• Antes de retirar ou instalar a bateria no veículo, leia o Manual do
Proprietário referente a cuidados e procedimentos específicos para
cada aplicação.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
3 INSTALAÇÃO DA BATERIA DO VEÍCULO
3.1 Precauções
• Ao retirar a bateria usada, desligue todas as cargas possíveis
(lanternas, motor, rádio, etc.). A seguir, desconecte primeiro o cabo
negativo e depois o positivo.
• Ao instalar a bateria nova, verifique se não foram deixados objetos na
bandeja do veículo, como porcas, parafusos, etc.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
3 INSTALAÇÃO DA BATERIA DO VEÍCULO
3.1 Precauções
• Coloque a bateria nova na bandeja e fixe-a corretamente.
• Conecte primeiro o cabo positivo ao polo positivo da bateria e depois
o terminal negativo ao polo negativo, fixando-os firmemente.
• Evite curto-circuito com ferramentas ou cabos entre o terminal
positivo da bateria e a lataria do veículo (terra).Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
4 CHECAGEM DO SISTEMA DE FIXAÇÃO DA BATERIA
A fixação deficiente prejudica a vida útil de uma bateria, pois as
vibrações impostas são maiores do que o normal. O atrito da caixa da
bateria com as superfícies de fixação provoca desgaste do material,
podendo ocasionar quebras ou vazamentos e também danos às placas
no interior da bateria.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
4 ARMAZENAMENTO DAS BATERIAS
A bateria deve ser armazenada sobre estrados de madeira, para
evitar danos a sua caixa, na posição horizontal (nunca inclinada ou
deitada). Deve permanecer em lugar seco, sem incidência de raios
solares e temperatura entre 10°C e 35°C.
Para melhor conservação da bateria, siga o procedimento chamado
FIFO (First in First out), ou seja, a primeira bateria a entrar no estoque
deverá ser também a primeira a sair.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
4 CUIDADOS NA ARMAZENAGEM DAS BATERIAS
O empilhamento máximo
permitido deve ser:
• Baterias leves (até 90 Ah)
.............................5 baterias
• Baterias pesadas (acima
de 90 Ah)
.............................3 baterias
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
4.1 Mantenimento
Verifique as condições de carga periodicamente, medindo a
tensão das baterias em estoque, principalmente as de baixa
rotatividade.
As baterias com tensão menor que 12,3 V para densidade de
clima tropical (1250 g/l) e 12,65 V para densidade de clima frio
(1280 g/l) devem ser recarregadas
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
5 NORMAS DE SEGURANÇA
Para sua segurança,
ao manusear a
bateria, certifique-
se dos cuidados a
serem tomados.
Descrição dos
símbolos de
advertência:
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
5.1 ÁCIDO SULFÚRICO
O ácido sulfúrico é um líquido corrosivo que pode causar
queimaduras ou irritações na pele e nos olhos, podendo também
danificar roupas.
CUIDADOS:
• Sempre empilhe as baterias de forma correta para evitar
quedas.
• Use óculos de segurança ao manusear baterias.
• Lave sempre as mãos após manusear baterias.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
5.2 AÇÕES DE EMERGÊNCIA
• Em contato com a pele ou olhos, lave imediatamente a área
afetada com água corrente.
• Para todos os casos, procure um médico imediatamente.
• Em caso de derramamento de eletrólito (ácido sulfúrico), isole a
área e neutralize com uma solução de bicarbonato de sódio 10% (1
litro de água + 100g de bicarbonato).
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
5.3 RISCOS DE CURTO CIRCUITO
Os terminais da bateria podem sofrer curto-circuito provocado
por faíscas de objetos de metal ou cabos conectores.
• Nunca coloque ferramentas sem isolação sobre a bateria.
• Na recarga, nunca conecte o polo positivo ao polo negativo de
uma mesma bateria.
• Certifique-se de que o carregador esteja desligado para conectar
ou desconectar a bateria.
• Certifique-se de conectar o cabo positivo do carregador ao polo
positivo da bateria, e o cabo negativo ao polo negativo,
respectivamente.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
5.4 GASES EXPLOSIVOS
O gás (hidrogênio) liberado pela bateria quando está em recarga é
explosivo. Cigarros, chamas e faíscas próximas à bateria podem
causar explosão.
• Ao manusear a bateria, proteja os olhos e a face. Utilize óculos
de segurança.
• Sempre efetue recarga de baterias em local bem ventilado.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
6 IMPROCEDÊNCIA NO REQUERIMENTO DE GARANTIA
• Polo com sinais de batidas, curto-circuito ou derretido por mau
contato.
• Bateria simplesmente descarregada.
• Caixa ou tampa com sinais de maus tratos (batida, furo, queda),
ou se o número gravado na tampa da bateria não coincidir com o
número do Certificado de Garantia.
• Número do Certificado de Garantia rasurado ou modificado.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
6 IMPROCEDÊNCIA NO REQUERIMENTO DE GARANTIA
• Certificado não preenchido, incorreto ou incompleto.
• Data da venda/substituição rasurada ou modificada.
• Bateria danificada por uso incorreto (solta no suporte, aplicação
incorreta, etc).
• Bateria com sobrecarga (nível baixo de eletrólito).
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
6 IMPROCEDÊNCIA NO REQUERIMENTO DE GARANTIA
Baterias convencionais (com acesso ao eletrólito):
• Bateria com eletrólito contaminado.
• Se a bateria apresentar, após a recarga, eletrólito com alta
densidade devido à adição de ácido ou com baixa densidade
devido à substituição do eletrólito por água.
• Bateria com placas sulfatadas em um ou mais elementos.
• Bateria sem eletrólito ou quando o nível estiver abaixo das
placas.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
6.1 SOBRECARGAS
A sobrecarga é um efeito que ocorre quando se tem uma corrente
alta passando por um longo período de tempo pela bateria, seja este
período contínuo ou com interrupções.
7.1 Análise prévia da bateria
• Analise visualmente as baterias, para detectar se existem danos
nas caixas, tampas ou polos.
• Baterias danificadas deverão ser separadas e não incluídas no
processo de recarga.
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.1 Preparo do Circuito de Carga
• Posicione as baterias com um espaçamento mínimo de 20 mm
entre as mesmas.
• Coloque no mesmo circuito somente baterias de mesma
capacidade e no mesmo estado de carga (Isso evitará que as
baterias pouco descarregadas sofram sobrecarga, quando ligadas
no mesmo circuito de uma bateria que necessite de maior tempo
de recarga).
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.1 Preparo do Circuito de Carga
• A capacidade de uma bateria é um número expresso em Ah
(ampère hora) e está impresso na etiqueta da caixa da bateria.
Pode-se também obter esta característica no catálogo de
aplicação.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
As baterias podem ser ligadas:
Em série
Ou seja, o polo positivo de uma bateria deve estar ligado ao polo
negativo da bateria vizinha, ficando sempre aberto o polo positivo
da primeira e o polo negativo da última bateria.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
As baterias podem ser ligadas:
Em Paralelo
Todos os polos positivos devem estar interligados entre si,
formando um circuito e todos os polos negativos também
interligados entre si formando outro circuito.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
Todas as baterias para recarga deverão ter a sua densidade e/ou
tensão em abertas checadas, de modo que seja possível classificar
as baterias em grupos (estado de carga), para que estas sejam
colocadas em um mesmo circuito no processo de recarga.
• Nunca conecte o polo positivo ao polo negativo de
uma mesma bateria, pois ocasionará curto-circuito.
• Verificar se as conexões (cachimbos) estão com bom
contato, aplicando uma pequena torção nos mesmos,
pressionando-os contra o polo.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.2 Acompanhamento de Carga
Durante o processo de recarga, deverão ser acompanhadas:
• Densidade (quando aplicada);
• Temperatura do eletrólito quando possível;
• Corrente / tensão;
• Tempo de recarga.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.3 Baterias não seladas
Os tempos de recarga variam de acordo com o estado de carga
das baterias. O estado de carga pode ser avaliado através da
densidade ou da tensão.
No caso de medir o estado de carga via tensão, é necessário
retirar a tensão de excitação da bateria através de um dos
métodos a seguir: aguardar aproximadamente 60 minutos com
a bateria sem ser carregada ou dar uma descarga de 200 A por
15 segundos na bateria.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.3 Baterias não seladas
A temperatura das baterias durante o processo de recarga deverá
ser mantida nomáximo até 50°C. Sempre que a temperatura
exceder 50°C, desligue o carregador, voltando a ligá-lo quando
todas as baterias do circuito atingirem valor inferior a 45°C.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.4 Carga com tensão Constante
Neste método de carga, a corrente imposta à bateria deve ser limitada a 25A e
a tensão a 15.5V. Neste tipo de carga com tensão constante, conforme a
bateria vai carregando, a corrente irá diminuindo.
O tempo de recarga varia de acordo com o estado de carga da bateria,
conforme tabela abaixo:
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.4 Carga com tensão Constante
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.4 Carga com Corrente Constante
A bateria deve ser recarregada com uma corrente equivalente a
10% do valor da capacidade nominal da bateria.
Exemplo:
Bateria de 45 Ah
Corrente de Recarga: 45 x 0,1 = 4,5 A
(10% da capacidade nominal da bateria)
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.4 Carga com Corrente Constante
O tempo de recarga varia entre 6 e 15 horas, dependendo do
estado de carga da bateria. Bateria levemente descarregada
necessita de menor tempo de recarga, enquanto que uma bateria
profundamente descarregada necessita de um tempo maior.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.5 Nota
• Colocar sempre a quantidade de carga necessária para a bateria.
Tempos prolongados de carga, principalmente com corrente
constante, podem levar a bateria a um estado de sobrecarga,
ocasionando perda de água, desnecessária no processo.
• Evitar cargas rápidas sem controle de temperatura, corrente,
tensão e tempo.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.5 Nota
Normalmente, não é recomendada carga rápida para baterias chumbo-
ácido, devendo ser utilizada somente em situações de emergência.
Neste caso, recomendamos a recarga com corrente constante de 30%
da capacidade nominal, limitando a tensão ao máximo de 15.5 Volts e a
temperatura do ácido a 50°C. O tempo de recarga deve ser:
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
7 PROCEDIMENTO DE RECARGA
7.6 Baterias com indicador de carga
• Nunca recarregue baterias com
indicador de carga incolor. Isso
pode causar explosão.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.1 Equilíbrio elétrico
Excesso de acessórios elétricos instalados no veículo prejudica o
seu equilíbrio elétrico, descarregando a bateria sem dar chance ao
alternador de repor sua carga.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.1 Equilíbrio elétrico
Deixe o motor em marcha lenta. Ligue todos os equipamentos
elétricos, menos o limpador de pára-brisas, o pisca-pisca e o pisca
alerta. Observe o amperímetro do equipamento de análise do
sistema elétrico. Nestas condições a corrente deverá ser 0 (zero) ou
(+) positiva.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.1 Equilíbrio elétrico
Caso a leitura seja negativa, significa que o alternador não está
conseguindo suprir os equipamentos nesta condição. Isto pode
ocorrer porque o motor está com a marcha lenta muito baixa, ou
pelo excesso de acessórios elétricos. Regule a marcha lenta do
motor segundo as especificações do veículo. Caso o problema não
desapareça, retire o excesso de equipamentos.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.1 Fuga de corrente ou Stand-by
No veículo, mesmo quando desligado, existem alguns
equipamentos que permanecem em constante funcionamento. É o
caso de alarmes, memórias de rádio e injeção eletrônica ou da
ignição, computador de bordo, etc. Isto provoca o consumo de
energia da bateria. O consumo pode ainda ser provocado por uma
falha na parte elétrica do veículo, como a luz do porta-luvas ou
porta-malas acesa por problemas no interruptor. Este consumo em
excesso, pode descarregar a bateria em pouco tempo. Para evitar
descargas na bateria, verifique a fuga de corrente.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.1 Fuga de corrente ou Stand-by
Consumo máximo
por equipamento:
A fuga de corrente máxima para veículos leves 
são: 
• até 20 mA para baterias até 45 Ah
• até 40 mA para baterias entre de 50 Ah à 70 Ah
• até 70 mA para baterias entre de 75 Ah à 90 Ah
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.1 Fuga de corrente ou Stand-by
A fuga de corrente máxima para caminhões e ônibus é de
aproximadamente 280 mA em função dos equipamentos
instalados: Consumo máximo por equipamento:
Até 280 mA para baterias entre 100 Ah à 200 Ah.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
Para medir a fuga de corrente:
• Ligue o amperímetro entre o polo negativo e o cabo de terra do
veículo, com todos os consumidores elétricos desligados.
• Nunca meça fuga de corrente utilizando uma lâmpada ligada em
série no circuito.
• Corrente parasita/Fuga de corrente: Feito teste dado acima de
100 mA comprovação de corrente parasita.
• Aterramento
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.1 Motor de Partida
O motor de partida é normalmente o
responsável pelo maior consumo de
energia no veículo. Ele determina algumas
características elétricas importantes da
bateria. Em outras palavras, a bateria de
cada veículo é dimensionada
eletricamente tendo como principal
referência o motor de partida.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.2 Teste do motor de Partida
Instale o equipamento de análise do
sistema elétrico no veículo, conforme
indicado na figura abaixo. Zere o
amperímetro do equipamento de teste.
Em seguida dê a partida no veículo e meça
a corrente de partida.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.2 Teste do motor de Partida
Caso esteja fora de
especificação, procure por
buchas ou rolamentos gastos,
mau contato na fiação ou na
malha de terra e se as escovas
não estão desgastadas.
Verifique também se a
potência é a especificada para
o veículo. Caso observe algum
destes problemas, corrija-o e
continue o teste.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.3 Alternador
O alternador é o equipamento que
transforma a energia cinética em
energia elétrica, através do
movimento de rotação do seu eixo.
Esta energia é utilizada para suprir a
necessidade dos equipamentos
elétricos do veículo e recarregar a
bateria.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.2 Teste do Alternador
Ainda com o equipamento de
análise do sistema elétrico
instalado, (conforme indicado na
figura abaixo), eleve a rotação do
motor para uma rotação média
(3.000 rpm aproximadamente).
Compare a corrente medida com
o especificado na carcaça do
alternador, cujo valor medido não
poderá ser inferior a 90% da
corrente gravada no alternador.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.2 Teste do Alternador
Se o valor estiver fora desta faixa, verifique:
• se a correia que liga o motor ao gerador não está frouxa;
• se as escovas não estão gastas;
• se os rolamentos ou buchas não estão gastos;
• se os diodos de retificação e de excitação estão em bom estado;
• se não existe(m) mau(s) contato(s) entre os cabos e o gerador;
• se não existe(m) mau(s) contato(s) entre a bateria e os cabos.
Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.3 Regulador de tensão
Com o motor ligado, aguarde até
que a corrente esteja abaixo de 5A.
Leia então a tensão indicada no
aparelho de teste. Esta tensão, deve
estar entre 13,5 V e 14,5 V. Se o valor
obtido no aparelho de teste estiver
fora desta faixa, o regulador deve ser
trocado.
Sistema de cargae partida – Everton Ribon Matos
8 ANÁLISE DO SISTEMA ELÉTRICO
8.3 Regulador de tensão
Nunca troque uma bateria com o
veículo em funcionamento, pois ao
retirar a bateria do veículo, o
alternador poderá enviar uma carga
de 180 V à ponte retificadora,
podendo queimar os diodos de
retificação.
	Slide 1
	Slide 2: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 3: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 4: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 5: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 6: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 7: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 8: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 9: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 10: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 11: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 12: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 13: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 14: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 15: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 16: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 17: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 18: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 19: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 20: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 21: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 22: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 23: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 24: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 25: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 26: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 27: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 28: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 29: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 30: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 31: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 32: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 33: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 34: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 35: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 36: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 37: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 38: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 39: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 40: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 41: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 42: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 43: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 44: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 45: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 46: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 47: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 48: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 49: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 50: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 51: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 52: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 53: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 54: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 55: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 56: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 57: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 58: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 59: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 60: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 61: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 62: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 63: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 64: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 65: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos
	Slide 66: Sistema de carga e partida – Everton Ribon Matos

Mais conteúdos dessa disciplina