Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Estudos epidemiológicos:
CLASSIFICAÇÃO
	Investigados
	 Individuados: 
Analisa cada indivíduo da população 
	 Agregados: 
Analisa toda uma população de uma vez
	Investigadores
	Observacional: 
Observação de variáveis existentes
	 Intervenção :
 Observação de variáveis introduzidas deliberadamente 
	Tempo
	Transversal:
Não existe acompanhamento risco e desfecho mostrados no mesmo momento 
	Longitudinal:
Existe acompanhamento risco e desfecho mostrados em momentos diferentes
Longitudinal: fatores de exposição e desfecho são vistos em momentos diferentes 
Transversal: fatores de exposição e desfecho são vistos no mesmo momento 
1) Ecológico:
Agregado, observacional, transversal
Ex: analisar IDH e coeficiente de mortalidade materna 
Aplicação: abordam áreas geográficas (ex: DATASUS)
Vantagens: fácil, barato, gera hipóteses
Não confirma hipóteses 
Sujeito a falácia ecológica: risco de individualizar um achado coletivo 
Série temporal é um estudo ecológico por um longo período de tempo 
2) Série Temporal 
é o estudo ecológico ao longo do tempo
3) Transversal
Individuado, observacional, transversal 
vantagens: fácil barato e gera hipóteses 
desvantagens: não confirma hipóteses causalidade
4) Coorte 
Individuado, observacional, longitudinal, prospectivo
Parte do fator de risco para o desfecho 
Separo hoje pessoas expostas ou não expostas e acompanho por 20-30 anos 
Estudo prospectivo 
Fator de risco: doente ou não doente 
Sem o fator de risco: doente ou não doente
Exemplo: estudo de franmingan
Vantagem: análise de vários desfechos ao mesmo tempo
define risco, determina a incidência
Desvantagens: caros, longos, perdas de seguimento, ruim para doença rara, viés de seleção (difícil encontrar paciente que se encaixam em todos os critérios), viés de confusão: fator de fora do estudo que atua sobre o desfecho mas não tem relação causal com o fator estudado
5) Caso controle
Avalia a chance
Individuado, observacional, longitudinal
Caminho inverso da coorte. 
DESFECHO → risco 
O senhor fumava no passado? 
Estudo retrospectivo
Desenho: risco x sem risco 
Controles: não doentes risco x sem risco
ex: zika vírus 
vantagens: barato, rápido, bom para doença rara
analisa vários riscos
desvantagens: difícil formar grupo controle (muitos pré requisitos do controle)
viés de memória
incidência = risco
6) Ensaio Clínico:
Individuado, intervenção , longitudinal, prospectivo
É uma coorte com tratamento
Risco → desfecho 
Vantagens: consegue controlar os fatores 
Melhor para testar medicamentos, vacinas, cirurgias
Desvantagens: questões éticas, complexas, longos. 
Não posso oferecer um tóxico (por exemplo) oferecer cigarro pra gestante pra ver se da mal-formação 
Não posso dar placebo para desfechos graves 
viés de seleção, viés de confusão 
Efeito Hawthorne: é a mudança que uma pessoa faz por descobrir que está sendo observado 
Característica dos estudos 
A-) Controlados → dois grupos experimento x placebo 
B-) Randomização → grupos formados de forma aleatória (minimiza o viés de seleção, viés de confusão)
C-) Mascaramento → aberto, simples-cego, duplo cego, triplo cego 
o mascaramento busca minimizar o que chamamos de viés de aferição: aferição dos dados 
Estudo aberto: não da para mascarar (ex: cirurgia ou não para ca de próstata) 
Fases dos estudos obrigatórias:
Pré clínica: animais
Fase I: sadios, segurança, farmacocinética
Fase II: população alvo, avaliar eficácia, dose → Segurança de curto prazo
Fase III: Ensaios multicêntricos
Fase IV: Farmacovigilância (pós comercialização)
Fase I e II: ESTUDO PILOTO
Estudo agregado: ensaio comunitário 
exemplo → vacina 
Revisão Sistemática:
Revisão de diversos estudos com o mesmo desenho e sobre o mesmo tema
está fora da classificação anterior 
É um grande apanhado de todos os estudos com mesmo desenho obrigatoriamente 
Revisão sistemática quantitativa ouuu metanálise = conclusão matemática 
Estatística dos estudos
Vantagens: síntese de informação, barato, rápido
Desvantagens: viés de publicação: omitir na publicação com resultados favoráveis 
divergências entre os estudos 
Nível de evidência
Nível I → Ensaio clínico 
Nível II → Coorte / ecológico
Nível III → Caso controle
Nível IV → Estudo descritivo 
Nível V → Opinião do especialista
Lembrando que a revisão sistemática de um ensaio clínico >> ensaio clínico 
Série de casos >> estudo descritivo 
image1.png

Mais conteúdos dessa disciplina