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FERRAMENTAS
Quem sou eu?
OBJETIVOS
Interagir com a criança no intuito de saber mais sobre
a percepção de si mesma, de como é vista pelas
pessoas que convive com ela diretamente e com
quem se identifica.
Dizer quem ela é possibilita uma estruturação da sua
imagem egóica além de situar sua condição de sujeito
no mundo, como pensa, do que gosta quais suas
características mais marcantes e como pode lidar
com essa identidade ainda em construção psíquica e
social.
MATERIAIS
MATERIAL NECESSÁRIO
Canetas, lápis de cor, giz de cera, tinta, papel,
cartolina, metro, revistas para recorte, tesoura sem
ponta, cola papel.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar a criança criar um texto, se ela souber
escrever, desenhar ou colar figuras de revistas sobre
como se vê, quem acredita que é. A ideia é que ela
faça uma autobiografia que pode ser estruturada
através de um texto corrido ou por tópicos, frases,
palavras ou figuras que a represente.
B. Uma redação falando sobre si, um desenho, uma
colagem, tópicos com características que
representem a criança, desenho grande no papel
metro contendo coisas que identifique.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE
ADAPTAÇÃO
Se a criança não quiser fazer nenhuma dessas
opções, a aplicadora pode ir fazendo e perguntando
para ela. Pode ser construído de forma conjunta tanto
o texto quanto a figura. Outra ideia é a aplicadora ir
escrevendo tudo que a criança se identifica, perguntar
a ela, por exemplo, o que gosta de fazer, de comer,
de assistir, de ler, de ouvir.
Quem sou eu?
OBSERVAÇÕES
Essa ferramenta pode ser utilizada com crianças
maiores de 6 anos na primeira sessão de avaliação.
Com crianças menores pode ser utilizada depois de
um tempo de vínculo com o terapeuta, e com a ajuda
dele no processo.
Caso a criança demonstre muita resistência, é importante
trabalhar com ela sua auto-imagem, autoestima e questões
interpessoais.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
O que você acha mais legal ou Interessante em você? Se
você pudesse mudar algo em você o que mudaria?
As pessoas acham isso de você também, quais?
Se pudesse nascer novamente, como gostaria de ser?
Identifica-se com algum artista ou personagem de filme ou
desenho?
Para as aplicadoras:
Se existir resistência por parte da criança em fazer essa
atividade, quais as análises podem ser feitas?
A criança que está sendo proposta essa ferramenta está
numa fase de desenvolvimento que permite ser construída
a atividade?
Você conhece o suficiente a demanda da família e da
criança para inferir análises consistentes do resultado
dessa ferramenta?
Conte uma História...
OBJETIVOS
Favorecer a criança o espaço livre para explorar seus
conteúdos simbólicos e estruturar de forma a trazê-la para
uma perspectiva mais real do discurso e da história
contada e ouvida por ela mesma.
Ela poderá reviver situações que já experimentou
ou apenas deseja vivenciar, de forma livre podendo ajustar
como entender mais interessante em sua fantasia para
depois conseguir colocar em prática de forma assertiva e
coerente, fazendo um link entre o que imagina e o que
pode ser vivido na realidade.
A criança também demonstra através dessa ferramenta o
que se identifica, o que julga ser correto ou errado, seus
valores sua forma de ver o mundo e de se relacionar com
as pessoas.
MATERIAL NECESSÁRIO
Cartas (amarelas) com desenho de personagens diferentes
(pode ser animais, tipos de pessoas, personagens de
contos de fadas) cartas (azuis) com ações diversas
sugeridas para os personagens fazerem, cartas (rosa) com
perfil de cada personagem.
FERRAMENTAS
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A aplicadora pede para a criança sortear uma cartinha de
cada cor e contar uma história com o personagem, o perfil
e a ação que foram sorteadas. A ideia é que a criança
possa, através dessas cartinhas, construir uma história
baseada nas sugestões que foram explicitadas e
incrementar da sua forma. Pode ser feita quantas vezes a
aplicadora quiser.
Conte uma História...
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode-se trabalhar com desenho livre, ou desenho de uma
história em quadrinhos, a aplicadora pode pedir para a
criança criar também esses três tipos de cartas com as
sugestões dela mesma. A aplicadora também pode criar
as cartinhas com personagens reais para a criança, como
as pessoas de suas famílias, colegas de
escola, professores, e colocar perfis e ações que já sabe
que a criança vivenciou para que ela mesma consiga
contar de forma mais livre e lúdica sobre o que viveu e
sobre o que pensa e sente sobre isso.
OBSERVAÇÕES
Trabalhar com histórias tanto inventadas quanto reais é um
recurso muito bom para se vincular a criança e também
facilitar sua expressão sem achar estar sendo julgada pelo
que pensa,sente e se comporta.
É importante plastificar todas as cartinhas;
A aplicadora pode desenvolver o conteúdo das cartinhas
especifico para cada criança, criando a partir da história e
demanda trazida por ela e pela família.
O conteúdo do anexo são apenas sugestões, cada
aplicadora pode desenvolver o seu.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A aplicadora pede para a criança sortear uma cartinha de
cada cor e contar uma história com o personagem, o perfil
e a ação que foram sorteadas. A ideia é que a criança
possa, através dessas cartinhas, construir uma história
baseada nas sugestões que foram explicitadas e
incrementar da sua forma. Pode ser feita quantas vezes a
aplicadora quiser.
Conte uma História...
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode-se trabalhar com desenho livre, ou desenho de uma
história em quadrinhos, a aplicadora pode pedir para a
criança criar também esses três tipos de cartas com as
sugestões dela mesma. A aplicadora também pode criar
as cartinhas com personagens reais para a criança, como
as pessoas de suas famílias, colegas de
escola, professores, e colocar perfis e ações que já sabe
que a criança vivenciou para que ela mesma consiga
contar de forma mais livre e lúdica sobre o que viveu e
sobre o que pensa e sente sobre isso.
OBSERVAÇÕES
Trabalhar com histórias tanto inventadas quanto reais é um
recurso muito bom para se vincular a criança e também
facilitar sua expressão sem achar estar sendo julgada pelo
que pensa,sente e se comporta.
É importante plastificar todas as cartinhas;
A aplicadora pode desenvolver o conteúdo das cartinhas
especifico para cada criança, criando a partir da história e
demanda trazida por ela e pela família.
O conteúdo do anexo são apenas sugestões, cada
aplicadora pode desenvolver o seu.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Explorar ao máximo a história "contada" pela criança,
fazer perguntas em relação a tudo que for dito por elas.
Para as aplicadoras:
O que pode ser ouvido além da própria história que a
criança inventa a partir das sugestões?
O que está nas entrelinhas do que é contado pelas
crianças?
Como você pode explorar melhor as histórias criadas
pelas crianças?
Consegue adaptar as cartinhas para as demandas
trazidas pelas crianças e sua família?
Conte uma historia
CARTINHAS PERSONAGENS
Imagens de crianças
Imagens de animais
Personagem de contos de fadas
CARTINHAS PERFIL PERSONAGENS
Imagens
Adulto
Sentimentos
(triste, alegre, tangado, entediado, angustiado, medroso,
corajoso, animado, surpreso,sustado)
FERRAMENTAS
Personalidade
(chato, espontâneo, carinho Passivo, chorão, serio, amor
cuidadoso, desajeitado, tímido, manhoso, birrento
CARTINHAS AÇÕES DIVERSAS
Almoçar, Jantar, tomar café da manhã, trabalhar, ir para o
shopping, tomar banho, arrumar a bagunça,ir para a
escola.
Minha Família animal
OBJETIVOS
Analisar através da projeção da criança como ela percebe
as pessoas que fazem parte da sua família pela
perspectiva das características dos animais.
Fazer uma associação entre o que o animal
desenhado e a pessoa da família sugerida podem ter
em comum e diferente. Explorar a capacidade simbólica e
associativa da criança, através de aspectosda sua
fantasia, da sua realidade e do seu jeito de perceber as
pessoas de referência de cuidado e proteção.
Os animais desenhados no lugar das pessoas possibilitam
que criança fale de forma mais livre sobre questões que se
sintam inibidas de falar diretamente na figura que identifica
de forma mais real sobre seus pais e familiares.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel, lápis, borracha, lápis de cor, giz de cera, tinta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A.Solicitar que a criança desenhe sua família em forma de
animal, explicando que o desenho deverá ser do animal e
esse representa a pessoa da sua família.
FERRAMENTAS
B.Depois que a criança desenhar é importante solicitar
que ela escreva em cima de cada desenho quem cada um
deles representa (pai, mãe, avós, tios, irmãos e a própria
criança), tudo que for comentado durante o desenho
deverá ser anotado pela aplicadora.
C. A forma de analisar essa técnica deve ser em conjunto
com o discurso trazido pela criança no momento do
desenho e em como ela entende a característica do
animal desenhado.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A criança que não quer desenhar pode colar animais
recortados de revistas, a aplicadora pode levar as figuras
de animais já previamente separadas e mostrar para a
criança pedindo para ela associar cada um a uma pessoa
da sua família.
Minha Família animal
OBSERVAÇÕES
O mais interessante é que essa atividade seja realizada
através do desenho da criança, já que essa técnica por si
só já é bastante projetiva e pode elucidar na criança outras
possibilidades de construir e elaborar suas questões
internas.
Os animais desenhados no lugar das pessoas possibilitam
que criança fale de forma mais livre sobre questões que se
sintam inibidas de falar diretamente na figura que identifica
de forma mais real sobre seus pais e familiares.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
O que esse animal representa para você? Em que você
acha que sua (pessoa da família) parece com esse animal?
FERRAMENTAS
O que esse animal desenhado gosta de fazer? O animal
desenhado cuida bem dos seus filhotes?
Para as aplicadoras:
O que a criança responde em relação ao animal tem a ver
com o que ela acha da pessoa associada?
Como a criança se relaciona com sua família? A criança
tem percepção adequada sobre os animais desenhou?
Jogo da memória Pessoal
OBJETIVOS
Elucidar nas crianças a sua capacidade de atenção e
memória, não apenas cognitiva, mas também afetiva.
Fomentar na criança lembranças de como são as pessoas
que ela convive e quais são as coisas que fazem parte da
sua vida, dando a ela uma ideia de pertencimento e
Blocos de madeira ou plástico, papel, cola, papel
adesivo, papel EVA, imagem de crianças, de adultos, de
objetos da rotina, de animais impressos do tamanho dos
bloquinhos que serão colados.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Esse jogo pode ser feito em conjunto com crianças mais
velhas, ela vai sugerindo as figuras que fazem parte da sua
rotina jogo da memória será desenvolvido com conteúdo da
vida da criança, imagens que ela possa se identificar e
associar as coisas e pessoas que fazem parte da sua vida.
Depois de montado o jogo, deverá ser feito de forma
tradicional como se faz como um jogo da memória, as
crianças viram os bloquinhos e tentam descobrir onde
estão os pares, é importante também ampliar com a
criança as suas ideias sobre como é a sua vida e o que faz
parte dela.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Esse jogo da memória pode ser produzido com diversos
materiais contanto que não deixem as imagens
transparentes e não se estraguem com facilidade. O jogo
da memória pode ser utilizado da forma tradicional de se
jogar ou então mostrando as figuras para a criança e
pedindo para ela dizer qual acontecimento ou situação
aquela imagem a faz lembrar, construindo assim um jogo
da memória afetiva e fomentando na criança um espaço
de construção de fala e análise dos fatos que acontecem
a sua volta.
Jogo da memória Pessoal
OBSERVAÇÕES
Pode ser construído tanto para ser usado com qualquer
criança no contexto terapêutico, quanto de forma
personaliza conjuntamente com ela. Pode também ser
utilizada nas instituições em pequenos grupos.
Para as crianças:
Em que essas figuras lembram sua casa, sua família e
Qual situação você se lembra com essa imagem? Rotina?
Quando você se lembra desse momento quais os
sentimentos que você tem?
Você gosta de lembrar das coisas que te acontecem no
seu dia a dia? O que mais você se lembra que acontece
dentro da sua casa?
E dentro da sua escola? Qual o momento da sua vida que
você queria se lembrar que não consegue?
Para as aplicadoras se questionarem em relação às
crianças o que você gostaria de evocar nas histórias
lembradas pelas crianças?
O que fazer quando a criança não quer lembrar de
nenhuma situação vivida por ela?
FERRAMENTAS
Como entender que as lembranças que a criança traz nas
sessões pode ser fruto de uma construção imaginária ou
contada para ela?
Reflita no momento da atividade com a criança quais
memórias mais comovem ela, e quais as memórias que
ela ativa os mecanismos de defesa como fuga ou
desinteresse.
O tempo de cada um
OBJETIVOS
Observar na criança sua capacidade de pensar sobre
suas fases de desenvolvimento. Estimular sua percepção
sobre o tempo de cada coisa, que cada criança tem seu
tempo e que cada uma vai demonstrar de forma diferente
habilidades e limitações a depender de como é
estimulada.
Ampliar a habilidade de mensurar o tempo que se leva
para aprender, absorver e se apropriar de conhecimentos
que dependem da experiência de cada um e do momento
que estamos preparados para demonstrar ou fazer algo.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel ou caderno de desenho, revistas, cola, tesoura sem
ponta, lápis, hidrocor, giz de cera, cola colorida.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. A aplicadora pede para a criança desenhar ou colar no
papel figuras ou imagens do que ela fazia em cada idade.
B. Por exemplo: com meses de vida, ela mamava no peito
da mãe, ela pode desenhar ou colar figuras de bebê sendo
amamentado.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa ferramenta pode ser feita também com fotos da vida
da criança, pedindo para a família trazer na sessão fotos
de várias épocas da vida da criança. Pode ser feito tipo
um álbum da linha do tempo da criança, com as fotos e
desenhos e frases construídas por elas em cada
momento.
O tempo de cada um
OBSERVAÇÕES
Se criança tiver dúvidas sobre o que ela fazia em cada
idade a aplicadora pode sugerir e colaborar com a
construção sem interferir nas respostas, apenas
fomentando através de perguntas reflexões sobre o que a
criança imagina que anos, poderia estar fazendo no
primeiro ano de vida, aos do aos três anos.
A ideia é que mesmo não ficando exatamente como
condiz à realidade do tempo da criança ela possa ter
liberdade de expressar o que pensa e entende sobre
cada fase da sua vida, com todas. Cada uma tem seu
tempo e sua forma de entende. e que nem sempre o que
acontece com uma criança lei e interpretá-lo.
Essa é uma atividade mais abstrata e requer uma
capacidade maior da criança de ativar sua memória afetiva
e também de fazer conexões com o tempo que viveu as
fases de sua vida, então é sugerido que seja feita com
crianças maiores de 6 anos de idade.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Qual a idade que você tinha quando mamava na sua mãe
Qual época da sua vida você começou a falar?
Quando você começou a ir passear na rua? Quando viu o
mar pela primeira vez era bebê ou era maior?
Quando começou a escrever seu nome na escola?
FERRAMENTAS
Quando conheceu seu primeiro amigo?
Para as aplicadoras:
A criança que não consegue se lembrar de nenhuma fase
ou acontecimento tem alguma limitação neurológica ou
psíquica ou está na fase Inadequada para se lembrar?
Quando a criança fala das suas lembranças traz
conteúdos dos discursos dos adultos sobre elas?
Tempo (Idade ou época)
O quefazia?
(Figura, imagem ou desenho)
Meu Desenho/Seu Desenho
OBJETIVOS
Interação familiar, percepção do "outro" em relação à
analisar a projeção através do desenho tanto da criança da
criança em relação ao "outro" e quanto da família da
criança.
Estimular a empatia da criança.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel, lápis, lápis de cor, giz de cera, tinta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A.Essa ferramenta precisa ser feita com a criança
aplicadora, a criança e seus pais, a criança e seu irmão.
Em dupla ou grupo.
B. A aplicadora solicita que a dupla ou grupo façam um
desenho livre, ou um desenho sugerido.
C. Depois de feito cada um diz o que desenhou e o que
achou do desenho do parceiro.
FERRAMENTAS
D. A aplicadora pode fazer inferências a respeito do que
percebeu no desenho da dupla, o que tem em comum, o
que tem diferente, e fazer perguntas a respeito de cada
desenho para a dupla.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A aplicadora pode fazer essa atividade com a criança e
ele mesmo mas o ideal é que seja feita com alguém da
família ou uma figura de vínculo importante para a
criança.
OBSERVAÇÕES
É importante combinar esse momento antecipadamente
co a criança para que ela não se sinta invadida no seu
processo psicoterapêutico.
Meu Desenho/Seu Desenho
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
O que você achou do desenho do seu parceiro?
Você acha que seu parceiro desenha bem?
O que você về em comum entre um desenho e o outro?
Você gostaria que seu parceiro falasse do desenho dele e
do seu também?
Se você pudesse acrescentar algo no desenho do seu
parceiro o que faria?
Para as aplicadoras se questionarem em relação às
crianças:
Como a criança se sentiu tendo outra pessoa fazendo essa
atividade com ela?
O que a criança comentou durante o processo do
desenho? A criança julgou como o desenho do parceiro?
Qual o ponto de intersecção entre o desenho da criança e
do parceiro?
O Livro da minha vida
OBJETIVOS
Trazer a percepção da história de vida da criança para o
seu momento presente.
Orientar a criança no tempo e espaço.
Trabalhar com a criança sua sensação de pertencimento
autonomia.
MATERIAL NECESSÁRIO
Caderno de desenho, folhas de papel A4, barbante,
furador de papel, caderno com linhas, lápis, canetas
coloridas, lápis de cor, giz de cera, hidrocor, tinta colorida,
fotos, imagens, cola.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar à criança que faça, numa ou mais
folhas de caderno desenhos, frases, colagens, textos
sobre sua vida e sobre si mesmo.
B. Cada conteúdo pode ser dividido pelo tempo que for
necessário, uma ou várias sessões.
C. A criança precisa também elaborar a capa do livro da
sua vida, pode ser um desenho, uma foto ou colagem de
figuras de revistas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Esse livro pode ser construído ao longo do processo
terapêutico sempre que a criança sentir vontade de
trabalhar nele, ou estipular uma sessão, ou tempo
determinado para sua construção. Pode ser feito no
momento de avaliação e construção de vínculo com a
criança ou durante a intervenção.
OBSERVAÇÕES
FERRAMENTAS
Caso a criança crie resistência para ela mesma elaborar
esse livro, a aplicadora pode ir montando, escrevendo e a
criança apenas dizendo como quer. O importante é que
ela tenha esse material pronto para que possa se
perceber e se relacionar com a sua própria biografia de
vida.
O Livro da minha vida
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Todas as questões que surgirem nesse processo são
importantes serem feitas e anotadas as respostas.
Quem é sua família, seus amigos, sua escola, qual foi
suas férias favoritas, qual sua cor preferida, música que
mais gosta, qual a frase que se identifica, quem são seus
melhores amigos na escola, como é o nome do seu
professor, o que sua mãe e seu pai já te falou que você
ficou mais triste ou feliz?
Para as aplicadoras:
E importante não se limitar apenas ao que a criança traz de
forma espontânea, mas instigar questionamentos e
reflexões que podem surgir nesse processo.
O Livro da minha vida
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Todas as questões que surgirem nesse processo são
Importantes serem feitas e anotadas as respostas. Quem é
sua família, seus amigos, sua escola, qual foi suas férias
favoritas, qual sua cor preferida, música que mais gosta,
qual a frase que se identifica, quem são seus melhores
amigos na escola, como é o nome do seu professor, o que
sua mãe e seu pai já te falou que você ficou mais triste ou
feliz?
Para as aplicadoras:
É importante não se limitar apenas ao que a criança traz
de forma espontânea, mas instigar questionamentos e
reflexões que podem surgir nesse processo.
Meu diário Terapêutico
OBJETIVOS
Trabalhar autopercepção, reflexões sobre as próprias
atitudes, causa-consequência, auto-análise.
MATERIAL NECESSÁRIO
Caderno em forma de diário, lápis, borracha, canetas
coloridas, clips, adesivos coloridos e divertidos, cola,
revista, materiais pessoais que fazem parte da rotina das
crianças.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. A aplicadora separa alguns minutos da sessão
para a criança escrever no seu diário terapêutico
coisas que aconteceram durante a sua semana que foram
marcantes para elas
B. Pode colar figuras, adesivos, anotar trechos de músicas
frases, poemas, pode desenhar.
C. Depois que a criança escrever, ela vai ler em voz alta ou
a aplicadora e conversar sobre o tema.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A criança que não sabe escrever ainda, mas tem a
capacidade simbólica de contar sobre o que aconteceu,
pode ter a ajuda da aplicadora na hora de escrever o diário,
ou pode fazer desenhos e colagens sobre o que
aconteceu.
OBSERVAÇÕES
Essa atividade precisa ser lembrada toda sessão e a
criança escolhe o momento que quer fazê-la ou no início,
durante ou no final do tempo dela. É importante respeitar a
FERRAMENTAS
a disposição da criança em fazer essa atividade, nem
sempre ela vai querer e não precisa ser feito de forma
forçada.
Meu diário Terapêutico
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Todas as questões que surgirem nesse processo são
importantes serem feitas e anotadas as respostas.
Para as aplicadoras:
Como a criança está se disponibilizando a fazer esse
diário de forma processual ou algumas vezes?
A criança está conseguindo fazer o processo de
autoanálise diante dos fatos que acontecem com ela?
Como a aplicadora verifica a qualidade das relações da
criança no discurso que ela traz nesse diário?
A criança pede para trancar o diário depois que ela
escreve? Acha importante o sigilo das informações
que são externalizadas nesse material?
Casas Separadas
OBJETIVOS
Trabalhar com a criança a elaboração do divórcio dos pais.
Verificar a sua percepção sobre ter pais que moram em
casas separadas e como ela se vê nesse processo.
Trabalhar angústias, medos, pensamentos disfuncionais
sobre estar separado de um dos pais em sua rotina diária.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel, lápis, borrachas, lápis de cor, giz de cera, três
modelos de casinhas impressas.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
FERRAMENTAS
Casas Separadas
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
O que você acha mais legal e mais chato na casa de cada
um dos seus pais?
Onde você mora na casa do seu pai ou da sua mãe?
O que você gostaria que mudasse na relação e em cada
casa? Você acha que melhorou alguma coisa dentro de
casa depois que seus pais se separaram?
Para as aplicadoras:
A percepção que a criança está tendo da separação dos
pais tem a ver com o que ela realmente pensa e sente ou
com o conteúdo projetado de cada um deles na criança?
Como você entende que a criança se separadas?
FERRAMENTAS
A. A aplicadora precisa orientar a criança a decorar e pintar
as casas, dizer que uma é do pai, uma da mãe e a outra
era de quando os três moravam juntos.
B. Pedir para a criança escrever e desenhar dentro de cada
casa objetos, pessoas, atitudes que ela percebe na casa
da mãe e na casado pai, coisas boas e ruins, e depois
como era na casa que moravam os três.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Em um primeiro momento, a aplicadora pode trabalhar com
a criança no desenho da casa como era antes dos pais se
separarem e em outro encontro trabalhar o desenho das
casas já separadas.
OBSERVAÇÕES
Conforme os conteúdos vão surgindo, a aplicadora poderá
entender alguns pontos de conflitos e angústias da criança
Esse recurso é muito importante para percepção ao que
está incomodando na criança e ao mesmo tempo colaborar
com sua elaboração e ressignificação dessa nova forma de
conviver com seu pai e sua mãe.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Pedir a criança para falar sobre seus conflitos, situações
estressantes, atitudes que o colocaram num lugar difícil
usando os óculos com lentes escuras.
B. Representar com palavras ou desenhos na folha sulfite.
C. Por fim, peça para que ela troque os óculos pelo de
lentes claras e pergunte quais atitudes diferentes poderia
tomar para que a situação ocorresse de forma mais
tranquila ou positiva.
D. Ressaltar sobre a importância de olhar para os
momentos vividos e para as pessoas nas situações
diversas com olhos claros e limpos, para perceber as
coisas de forma mais límpida e transparente,
transformando assim os erros em oportunidade de
aprendizado e transformação.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
O Olho mágico
OBJETIVOS
Trabalhar situações ruins e atitudes equivocadas
oportunidade de aprendizado e de mudança.
Permitir que a criança perceba que nem tudo vai acontecer
como se espera, que ela não tem controle sobre tudo e que
podemos resolver de várias formas uma situação que
causou problemas ou conflitos. Trabalhar a flexibilidade e
rigidez na criança.
Ampliar a percepção da criança para a mesma situação
pode ter dois lados e duas formas de se entender uma
única coisa ou atitude.
MATERIAL NECESSÁRIO
Óculos com lentes escuras, óculos com lentes claras, folha
sulfite lápis de cor, hidrocor, giz de cera, cola, tesoura sem
ponta.
O que você pode fazer de diferente se conseguir
enxergar pelas lentes da alma?
O que você não consegue enxergar direito quando
acontece algum conflito?
Para as aplicadoras:
A criança conseguiu fazer associação entre a ideia dos
óculos de lentes diferentes e perceber as situações
também de formas diferentes?
Espelho, espelho meu...
OBJETIVOS
Fortalecer a autoestima,trabalhar autoimagem.
Analisar percepção sobre si próprio.
Favorecer autoconhecimento
Os óculos podem ser de formatos divertidos e lúdicos,
principalmente os de lentes claras para que a criança
associe a percepção da cor das lentes ao formato da
armação delas e ao que é proposto diante de cada um.
O Olho mágico
OBSERVAÇÕES
Caso a criança se distraia fazendo essa ferramenta
enquanto usa os óculos, a aplicadora pode fazer nele
mesmo e mostra a criança como pode ser feito, não
fugindo do objetivo do recurso.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Quando você enxerga melhor as coisas você pode
transformá-las em situações melhores?
As coisas são como a gente vê?
FERRAMENTAS
OBSERVAÇÕES
Olhar no espelho e falar consigo mesmo nem sempre uma
tarefa fácil, por isso é preciso paciência e flexibilidade na
hora de pedir para a criança fazer esse recurso, a ideia de
ser feito primeiro pela aplicadora possibilita a criança se
sentir mais segura e disposta a fazer com ela mesma.
Outra possibilidade é a criança usar máscaras ou fantasias
para fazer essa atividade, e perguntar sobre o personagem
que ela se vestiu.
Espelho, espelho meu...
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Como você se vê?
Como as pessoas te vêem? O que você acha mais legal
em você?
O que acha ruim ou queria mudar? Você gosta do seu
corpo e do seu cabelo?
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Será solicitado a criança olhar para o espelho e fazer
perguntas sobre si mesmo, como por exemplo: "o que
existe de mais legal em mim?", as perguntas são
escolhidas pela criança.
B. É importante explicar a criança fazendo primeiro com
você mesmo, e depois pedir para ela fazer.
C. As perguntas são escritas no papel primeiro e depois a
criança anota as respostas que deu na frente no espelho.
D. Depois a aplicadora vai conversar com a criança sobre
suas questões e prováveis respostas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode desenhar um espelho no papel e pedir para a criança
escrever as perguntas e respostas nele, caso haja
resistência de se olhar no espelho de verdade. Pode
também pedir para a criança desenhar ela mesma dentro
de um espelho no papel.
Autocontrole: como manejam e se adequam em
relação as emoções e situações de frustração por
não conseguir fazer o que querem flexibilidade como se
adaptam a novas situações e a necessidade de criarem de
forma diferente que haviam planejado.
Consciência: como percebem o contexto ao seu redor e
suas atitudes diante dele.
MATERIAL NECESSÁRIO
Uma caixa de qualquer material (preferencialmente
plástico), objetos diversos que servem como matéria prima
para construção de algo (ex.: miçangas, tesoura, cola,
barbante, adesivos, fitas adesivas, embalagens de
formatos diferentes, retalhos).
A. A caixa de ideias pode ser apresentada para a criança e
solicitada em seguida que ela construa algo com aqueles
materiais, ela pode eleger alguns e utilizar o que quiser da
forma como achar conveniente.
B. Não deve ser sugerido nada para a criança, é importante
deixá-la livre para pensar e decidir o que quer fazer.
Se pudesse ser outra criança como seria? Gostam de você
do jeito que é? Você mudaria em algo?
Para as aplicadoras:
A criança que tem uma percepção de si mesma positiva
sustenta muito tempo essa ferramenta se olhando no
espelho?
A resistência da criança em se olhar no espelho pode te
dizer?
Caixa das ideias
OBJETIVOS
Desenvolver nas crianças habilidades como:
Planejamento: como fazem planos, como colocam em
prática, além de como definem e alcançam seus objetivos,
Foco: o quanto conseguem se concentrar no que é mais
importante.
FERRAMENTAS
Qual foi sua maior dificuldade em criar algo com essa
caixa? Você acredita que suas ideias são
interessantes, ou legais?
O que significa essa ideia que você criou, para que serve?
As pessoas elogiam suas ideias de uma forma geral?
Porque você não conseguiu criar algo com essa caixa?
Você precisaria de ajuda para desenvolver algo assim?
Para as aplicadoras:
O que você percebeu da criança durante o processo de Ela
se interessou com a caixa das ideias ou se assustou
criação?
Com a possibilidade de ter que criar algo dali? O que as
crianças dizem enquanto criam suas ideias?
Elas solicitam muito a ajuda do profissional? Como você
percebe que a criança se sente quando ela consegue ou
não criar alguma ideia?
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode mudar os materiais das caixas, ser uma única caixa
para todas as crianças, ou fazer caixas personalizadas a
depender da demanda trazida pela criança, colocar objetos
que ela se identifique e consiga também dizer sobre o que
pensa e sente em relação ao que construir.
Caixa das ideias
OBSERVAÇÕES
Essa caixa pode ser utilizada tanto nas primeiras sessões
no processo de avaliação com a criança quanto nas
sessões de intervenção propriamente ditas. A idade das
crianças que possibilita utilizar essa ferramenta
normalmente a partir dos 5 anos.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças: Você se planejou antes de criar o que
queria?
B. Pedir para que fale sobre o que esses brinquedos
dizem para ela, sobre o que significa cada um e o
que ela lembra com esses brinquedos.
C. Analisar junto com a criança tudo o que o brinquedo
escolhido tem a ver com a personalidade dela, ou com a
história de vida dela, ou com algo que esteja afetando suas
emoções e relações no momento.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
É possível que a criança escolha mais de três brinquedos
ou até todos que estejam dentro da caixa lúdica.Pode ser
feito questionamentos específicos sobre cada brinquedo
para a criança. Essas perguntas podem ser previamente
elaboradas pela aplicadora ou pensadas de forma
espontânea diante das escolhas dos brinquedos.
OBSERVAÇÕES
É importante registrar os brinquedos escolhidos, as
perguntas que foram feitas e as respostas das crianças.
Escolha um brinquedo
OBJETIVOS
Projetar no brinquedo lembranças, pensamentos
sentimentos associados a uma situação ou alguma pessoa
do e vínculo da criança.
Trabalhar percepção e memória afetiva da criança.
Estimular comunicação e linguagem através do lúdico.
MATERIAL NECESSÁRIO
Uma caixa lúdica com brinquedos selecionados e variados.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar à criança que escolha na caixa três brinquedos
especiais para ela.
FERRAMENTAS
A escolha que a criança fez do brinquedo tem a ver
com o conteúdo que ela traz nas sessões?
Qual brinquedo escolhido pela criança fala sobre ela? O
brinquedo que a criança escolheu tem a ver com seu
repertório de vida?
Para a criança que está sendo avaliada é mais importante
o brinquedo ou a brincadeira?
Escolha um brinquedo; Perguntas sobre a escolha do
brinquedo; Respostas da criança; Brinquedo escolhido e o
nome do meu medo
OBJETIVOS
Trabalhar os medos, os sentimentos que eles causam e
como nomeá-los para entender melhor de onde eles
surgem e como transformá-los.
MATERIAL NECESSÁRIO
Escolha um brinquedo
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Por que você escolheu esse brinquedo?
No que esse brinquedo combina com você?
Você tem ou já um brinquedo desses ou parecido com
esse? Você gostaria de ter esse brinquedo?
Esse brinquedo serve para que? Você tem muitos
brinquedos em casa?
Qual o brinquedo que mais gosta de brincar? Tem algum
brinquedo que você tem e seus pais não deixam você
usar?
Do que você mais gosta de brincar?
Para as aplicadoras:
FERRAMENTAS
B. Depois avaliar as respostas da criança e trabalhar
com ela a necessidade de se investigar de verdade
o que nos causa o medo e se podemos fazer algo para
melhorar a sensação de angústia diante do que não se
conhece, ou se tem alguma insegurança.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A aplicadora pode pedir para a criança desenhar quando
ela fica com medo de algo e escrever sobre o que sente
nesse momento.
O nome do meu medo
OBSERVAÇÕES
Falar sobre medo pode implicar na criança resistências que
dizem respeito a outras inseguranças diante de si mesmo
ou das relações que estabelece com os vínculos que
considera importante. A aplicadora, diante disso, precisa
ter cuidado no manejo desse recurso para não mobilizar
Imagens de crianças assustadas e sentindo medo em
forma de desenho ou fotos de crianças reais.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Recorte as imagens de crianças assustadas ou sentindo
medo de várias formas, separe as figuras e peça para a
criança pegar uma de cada vez e dizer:
O que parece que a criança da imagem está sentindo?
O que parece que aconteceu para ela estar sentindo isso?
Onde ela estava quando isso aconteceu?
Será que pode ter acontecido outra coisa nesse momento?
O que?
Como a criança pode agir diante desse medo? Se esse
medo tivesse um nome qual seria? Quais os outros medos
que ela acha que a criança da imagem pode sentir?
FERRAMENTAS
O medo que a criança traz realmente faz sentido
para o que ela vivencia?
Os medos ditos pela criança são medos de fato daquilo
que elas dizem estar sentindo ou escondem outros medos
ou inseguranças por traz?
Quais as experiências que essa criança está vivenciando
de mudanças ao longo dos últimos meses? E quanto
tempo tem que ela sente os mesmos?
Os medos que a criança diz sentir são reforçados
estimulados pela família ou cuidadores principais? Como
os pais acolhem os medos das crianças?
O que a história quer me dizer?
OBJETIVOS
Trabalhar com a capacidade simbólica da criança de se
colocar no lugar dos personagens das histórias. Habilitar a
criança a pensar nas diversas situações que ela pode se
envolver e como tudo pode ter um final feliz ou uma lição
de moral.
demais a criança e deixá-la sem acolhimento e respostas
que possa aliviar sua angústia.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
Você sente muitos medos? Quais medos você mais sente?
O que você faz quando está com medo? Os seus pais te
ajudam quando você sente medo? E como você se sente?
Você tem medo (de coisas reais)?
Você tem medo (de coisas imaginárias)?
Você tem coragem para fazer o que?Você se acha
corajoso?
Já aconteceu algo com você que te deixou com muito
medo a ponto de paralisar ou chorar, ou fazer xixi?
Para as aplicadoras:
Pode solicitar que ela mude outro momento da história não
apenas o final. A leitura pode ser em áudio.
OBSERVAÇÕES
Através das histórias as crianças conseguem se posicionar
nos lugares dos personagens e elaborar suas próprias
experiências, além disso, a leitura aproxima e fortalece o
vinculo da criança com a aplicadora
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as aplicadoras:
Faça perguntas sobre a temática da história e
principalmente sobre como a criança agiria se estivesse no
lugar do personagem eleito por você ou por ela mesma.
Juntando as peças
OBJETIVOS
Trabalhar a criatividade
MATERIAL NECESSÁRIO
Livros de histórias, papel, lápis, borracha e giz de cera.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar à criança que escolha um livro ou sugerir um
livro baseado na demanda que precisa trabalhar com ela.
B. Fazer uma leitura dinâmica ou junto com a criança ou
pedir para ela ler a história escolhida.
C. Pedir para a criança inventar outro final da história para
o que ela leu, ou desenhando, escrevendo ou falando.
D. Conversar com a criança sobre a história que foi lida e
questionar as alterações que ela fez diante do final.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
FERRAMENTAS
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
Os quebra-cabeças crescem com as crianças, quanto mais
pecas mais dificuldades para montá-los, mais se exige da
criança habilidades que só a maturidade neurológica e
psíquica pode oferecer. O quebra-cabeça é um jogo que
contém peças de diferentes tamanhos e formas, cada uma
delas tem uma função e uma razão de existir. O jogo pode
se tornar tanto difícil quanto prazeroso e a forma como a
criança lida com esses sentimentos diz muito dela para o
profissional.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as aplicadoras:
Como foi para a criança vivenciar essa ferramenta?
O quanto ela responde a regras, limites, tempo, confronto,
ação, reflexão, e o prazer de experimentar novas formas de
Estimular à concentração, o poder de observação, a
inteligência espacial e emocional.
Avaliar a persistência e paciência da criança. Trabalhar a
relação entre esforço e resultado.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel cartolina, papel EVA, papelão, revistas, cola,
tesoura, lápis de cor, tinta, giz de cera.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Construa junto com a criança uma imagem fácil e clara,
sobre um sentimento, um personagem favorito, sua casa,
um desenho livre e recorte em forma de peças de um
quebra-cabeça.
B. Tente montar o quebra cabeça com a criança e pergunte
a ela o que mais gostou de fazer, criar as peças ou uni-las
quê?
C.Depois analisar as respostas da criança junto com ela.
B. Discuta previamente as regras do "Cine terapia",
faça combinados de forma conjunta, quem leva a
pipoca, quando tempo terão para assistir ao filme. Caso o
tempo não seja suficiente para terminar em uma sessão
vão deixar o final para a sessão seguinte? Farão alguma
atividade depois do filme?
C. Aplique uma atividade com a criança sobre o filme. A
sugestão é que trabalhe com as falas, pensamentos e
imagens dos personagens e discuta com as crianças cenas
importantes através dessa atividade.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
O filme ou desenho precisa estar vinculado a algum
objetivo a ser trabalhado com a criança,não pode ser
apenas um momento lúdico. É importante o profissional já
ter visto o filme anteriormente e selecionado as questões a
serem trabalhadas com a criança, mesmo que acrescente
algumas depois que assistir com ela.
se montar?
Cine terapia
OBJETIVOS
Trabalhar com a criança os aspectos subliminares dos
filmes e desenhos de acordo com o entendimento delas e
com as associações construídas a partir do enredo.
- Trabalhar regras e combinados.
MATERIAL NECESSÁRIO
Computador ou TV, filme ou desenho, pipoca.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Escolha junto com a criança o filme ou o desenho que vão:
A .Assistir.
PENSAMENTOS DOS PERSONAGENS
IMAGENS DOS PERSONAGENS
FALAS DOS PERSONAGENS
Filmografia para crianças
AS BICICLETAS DE BELLEVILLE
Trailer :https://www.youtube.com/watch?v-Npro9kjyajke
Triplettes de Belleville, França, 2002. Direção-Sylvain
Chom
Champion é um menino solitário, que só sente alegria
quando esta em cima de uma bicicleta. Percebendo
aptidão do garoto, Sua avo começa incentivar seu
treinamento, para fazê-lo um verdadeiro campeão e poder
participar da Volta da França. Principal competição
ciclística do país, Porém, durante a disputa, Champion é
sequestrado. Sua avó seu cachorro Bruno partem então
em sua busca, indo parar em uma megalópole localizada
além do oceano e chamada Belleville.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças: que de especial você percebeu nesse
filme/desenho?
Quais cenas mais chamaram sua atenção? O que você
faria no lugar (eleja um personagem)? O filme? Medo,
Quais sentimentos você teve durante tristeza, angústia,
raiva?
Você achou a história do filme parecida com alguma que
você já viveu ou conheceu na realidade?
Para as aplicadoras:
O que chamou sua atenção em relação à criança quando
estavam assistindo o filme? Ela ficou atenta,
dispersa,comentários, quis parar de assistir? Quais
sentimentos você observou que ela teve durante exibição
do filme?
Cine Terapia
FERRAMENTAS
inclusive as pessoas com quem convive. Caroline se
empolga com a descoberta, mas logo descobre que
há algo de errado quando seus pais alternativos tentam
aprisioná-la neste novo mundo.
DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=aCDq4rj4IXQ
Hoodwinked, Estados Unidos, 2004. Direção: Todd
Edwards, Tony Leech e Cory Edward.
A tranquilidade da vida na floresta é alterada quando um
livro de receitas é roubado. Os suspeitos do crime são
Chapeuzinho Vermelho, o Lobo Mau, o Lenhador e a Vovó,
mas cada um deles conta uma história diferente sobre o
ocorrido. Cabe então ao inspetor Nick Pirueta investigar o
caso e descobrir a verdade.
BEE MOVIE - A HISTÓRIA DE UMA ABELHA
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=puXINdXQgRo
Bee Movie, Estados Unidos, 2007. Direção: Simon J. Smith
e Steve Hickner Barry B
A INVENÇÃO DE HUGO CABRET
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=hck5n28AUMU
Hugo, Estados Unidos, 2011. Direção: Martin Scorsese
Hugo Cabret é um órfão que vive escondido nas paredes
da estação de trem. Ele guarda consigo um robô quebrado,
deixado por seu pai. Um dia, ao fugir do inspetor, ele
conhece Isabelle, uma jovem com quem faz amizade.
Logo, Hugo descobre que ela tem uma chave com o fecho
em forma de coração, exatamente do mesmo tamanho da
fechadura existente no robô. O robô volta então a
funcionar, levando a dupla a tentar resolver um mistério
mágico.
CORALINE E O MUNDO SECRETO
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Q_hK-Z6oXoo
Coraline, Estados Unidos, 2009. Direção: Henry Selick.
Entediada sua nova casa, Caroline Jones (Dakota Fanning)
um dia encontra uma porta secreta. Através dela, tem
acesso a outra versão de sua própria vida, a qual
aparentemente é bem parecida com a que leva. A
diferença é que neste outro lado tudo parece ser melhor,
que o leva para umas férias na fazenda, onde vive
agitadas aventuras.
O JARDIM SECRETO
Trailer: <https:Www.youtube.com/watch
VrMahhudzvoThe> Secret Garden, Estados Unidos, 1993,
Direção: Agnieszka Holland No início do século XX,
Mary Lennox vivia na India com seus pais, que não lhe
davam muita atenção. Porém um estouro de elefantes nos
mata e seis meses depois, Mary desembarca em Liverpool,
na Inglaterra, para viver com Lorde Archibald Craven, seu
tio, na mansão Misselthwaite, uma construção feita de
pedra, madeira e metal na qual existem segredos e antigas
feridas. Mary estava assustada naquele solar com várias
dezenas de quartos e era incrivelmente mimada, pois Lhe
desagradou a ideia de vestir suas roupas, já que na India
isto é tarefa de suas aias, A mansão é administrada pela
Sra. Medlock, uma rigorosa e fria governanta. Lorde
Craven perdeu a mulher há dez anos e nunca mais
conseguiu Sofra o tragédia. Para piorar, Colin Craven, de
extrema apatia, sempre recolhido p seu quarto. Mais uma
vez negligenciada, Mary passa a explorar a propriedade e
descobre um jardim abandonado.
Benson formou-se recentemente e sonha com um emprego
na Honex, onde poderá produzir mel. Dessa forma, ele se
aventura fora da colméia, onde descobre um mundo até
então inteiramente desconhecido. É quando conhece
Vanessa Bloome, uma alegre florista de Manhattan com
quem quebra as regras das abelhas e passa a conversar
regularmente. Logo eles se tornam amigos, o que faz com
que Barry conheça melhor os humanos. Porém, Barry
descobre que qualquer pessoa pode comprar mel nos
supermercados, o que o deixa profundamente irritado por
considerar que estão roubando a produção das abelhas. É
quando ele decide processar os humanos, na intenção de
corrigir essa injustiça.
MENINO MALUQUINHO - O FILME
Assista em:
https://www.youtube.com/watch?v=YUkqx9kNBmE
Menino Maluquinho - O Filme, Brasil, 1994. Direção:
Helvécio Ratto.
Maluquinho, um menino travesso da classe média adora
brincar e pregar peças nos amigos, mas sofre quando seus
pais se separam. Mas aí aparece o Vovô Passarinho,
de energia necessária para a sobrevivência da
fabrica. Entre todos os monstros que lá trabalham,
o mais assustador de todos é James P. Sullivan, um
grande e intimidador monstro de pelo azul e chifres, que é
chamado de Sully por seus seu assistente é Mike
Wazowski, um pequeno ser de um olho só com quem tem
por missão assustar as crianças, que são consideradas
tóxicas pelos monstros e cujo contato com eles oria
catastrófico para seu mundo. Porém, ao visitar o mundo
dos humanos a trabalho, Mike e Sully conhecem a garota
Boo, que acaba sem querer indo parar no mundo dos
monstros e provoca a expulsão de ambos para o mundo
real.
SHREK
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v-ugDbCZYPXTU
Shrek, Estados Unidos, 2001. Direção: Andrew Adamson e
Vicky Jenson.
Em um pântano distante, vive Shrek, um ogro solitário que
vê, sem mais nem menos, sua vida ser invadida por uma
série de personagens de contos de fada, como três ratos
cegos, um grande e malvado lobo e ainda três porcos que
não têm um lugar onde morar. Todos eles foram expulsos
O PEQUENO NICOLAU
Trailer:
<https://www.youtube.com/watch?v=48cnWr810V4> Le
Petit Nicolas, França, 2010. Direção: Laurent Tirard
Nicolau leva uma vida tranquila, sendo amado por seus
pais e com diversos amigos, com os quais se diverte um
bocado. Um dia, ele surpreende uma conversa entre os
pais, a qual faz com que acredite que sua mãe está
grávida. Ele logo entra em pânico, pois acredita que assim
que o bebê nascer não mais receberá atenção e será
abandonado na floresta, assim como ocorre nas histórias
do pequeno Poucet, de Perrault.
MONSTROS S/A
Trailer https://www.youtube.com/watch?v-iRh2kl-1X2E
Monsters, Inc. Estados Unidos, 2001. DIreção: Pete
Docter, David Silverman e Lee Unkrich,
Monstros S.A. é a maior fábrica de sustos existente.
Localizada em uma dimensão paralela, a fábrica constrói
portais que levam os monstros para os quartos das
crianças, onde eles poderão lhes dar sustos e gerar a fonte
TOY STORY - UM MUNDO DE AVENTURAS
Trailer:
http://www.metacafe.com/watch/3225452/toy_story_trailerToy Story, Estados Unidos, 1995. Direção: John Lasseter
O aniversário de Andy está chegando e os brinquedos
estão nervosos. Afinal de contas, eles temem que um novo
brinquedo possa substituí-los. Liderados por Woody, um
caubói que também o que é prisioneira de um dragão.
Respira, não pira
OBJETIVOS
Trabalhar sentimentos de ansiedade, agressividade,
agitação,hiperatividade.
MATERIAL NECESSÁRIO
Música de relaxamento, um tapete e almofadas
confortáveis.
de seus lares pelo maligno Lorde Farquaad. Determinado a
recuperar a tranquilidade de antes, Shrek resolve encontrar
Farquaad e com ele faz um acordo: todos os personagens
poderão retornar aos seus lares se ele e seu amigo Burro
resgatarem uma bela princesa que é prisioneira de um
dragão. Porém, quando Shrek e o Burro enfim conseguem
resgatar a princesa, logo eles descobrem que seus
problemas estão apenas começando.
O PEQUENO PRÍNCIPE
Trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=83hq|FZ2zDsThe Little
Prince, Reino Unido / EUA, 1974. Direção: Stanley Donen
Um piloto perdido no deserto e um menino vindo de um
lugar distante. Juntos, eles compartilham experiências que
divertem encantam tocam o coração. Alguém já aprendeu
algo com uma raposa? Já cuidou de uma rosa por ser mais
especial entre outras rosas? Já visitou um rei distante de
tudo e de todos? Observou a maliciosa dança de uma
serpente? O universo, ou melhor, a vida é um lugar
encantador, ainda mais quando se convive com o
Pequeno Príncipe.
F. Pergunte depois o que a criança sentiu fazendo
essa atividade e discutam o quanto é importante
relaxar de vez em quando.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Caso a criança fique muito agitada e não consiga fazer a
atividade da forma correta, não desista. Faça mesmo com
ela tentando fugir ou se desconcentrar. Aos poucos ela vai
aprendendo a controlar a agitação e estará entrando no
clima do relaxamento.
Respira, não pira
OBSERVAÇÕES
Essa prática de exercícios de relaxamento pode fazer parte
de todas as sessões de terapia com as crianças logo
quando elas chegam, ou antes, de ir embora. Peça para
elas escolherem a música que querem ouvir com você,
pode oferecer as suas possibilidades, e diante dele, a
criança fazer a escolha, será ma fácil aderir ao recurso
entendendo que está fazendo parte de processo de
construção e escolha.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Convide a criança a ouvir uma música e respirar com
você até 10.
B. Depois, peça para dar um abraço bem apertado e contar
até 20 profundamente, contando até 2 enquanto inala o ar
pelo nariz e contando até 5 quando exala pela boca.
C. Em seguida, peça para deitar (deite junto com ela) e
respirar durante o abraço.
D. Foque sua atenção em alguma parte do corpo, por
exemplo, os pés. A aplicadora pode perguntar se estão
tensos ou relaxados, se doem ou estão tranquilos, quentes
ou frios. Pouco a pouco passe o foco para outras partes do
corpo: pernas, joelhos, coxa, barriga, peito, braços, mãos,
pescoço e cabeça.
E. Ao concentrar-se nas sensações do seu próprio corpo,
pouco a pouco, a criança vai deixando para trás os
pensamentos disfuncionais, a agitação motora e a
sensação de ansiedade.
MATERIAL NECESSÁRIO
Uma caixa (preferencialmente de plástico), máscaras ou
figuras de carinhas dos diversos sentimentos.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar à criança que abra a caixa e selecione alguns
sentimentos aleatoriamente,
B. Pedir para que elas representem esses sentimentos
dizendo como ficam e reagem quando estão vivenciando
eles.
C. Discutir com a criança formas de lidar com esses
sentimentos para que não se sinta prejudicada, inibida ou
exigida a ter comportamentos que atrapalhem a
convivência dela com os outros e a elaboração dentro de
si.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode pedir para a criança desenhar em um papel essas
carinhas de sentimento.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para às crianças:
Quanto menos pergunta nesse recurso melhor para a
criança relaxar.
Para as aplicadoras:
A criança muito agitada e ansiosa conhece e se conecta
muito pouco com seu próprio corpo e seus sentimentos,
tudo que possa aproximá-la dessa consciência fará ela se
concentrar relaxar mais.
A caixa mágica dos sentimentos.
OBJETIVOS
Trabalhar sobre a importância da existência dos
sentimentos os que são vistos como bons e os ruins, para
equilibrio das relações consigo mesmo com os outros.
Trabalhar o manejo desses sentimentos de forma a não
atrapalhar as relações da criança com sua família e seus
pares.
MATERIAL NECESSÁRIO
Uma caixa (preferencialmente de plástico), máscaras ou
figuras de carinhas dos diversos sentimentos.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar à criança que abra a caixa e selecione alguns
sentimentos aleatoriamente,
B. Pedir para que elas representem esses sentimentos
dizendo como ficam e reagem quando estão vivenciando
eles.
C. Discutir com a criança formas de lidar com esses
sentimentos para que não se sinta prejudicada, inibida ou
exigida a ter comportamentos que atrapalhem a
convivência dela com os outros e a elaboração dentro de
si.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode pedir para a criança desenhar em um papel essas
carinhas de sentimento.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para às crianças:
Quanto menos pergunta nesse recurso melhor para a
criança relaxar.
Para as aplicadoras:
A criança muito agitada e ansiosa conhece e se conecta
muito pouco com seu próprio corpo e seus sentimentos,
tudo que possa aproximá-la dessa consciência fará ela se
concentrar relaxar mais.
A caixa mágica dos sentimentos.
OBJETIVOS
Trabalhar sobre a importância da existência dos
sentimentos os que são vistos como bons e os ruins, para
equilíbrio das relações consigo mesmo com os outros.
Trabalhar o manejo desses sentimentos de forma a não
atrapalhar as relações da criança com sua família e seus
pares.
Carta para mim
OBJETIVOS
Finalizar o processo terapêutico relembrando de todo
processo percorrido até ali.
Elucidar da criança essa lembrança através da escrita e da
memória afetiva, trabalhar com a criança as elaborações
de todo conteúdo trabalhado durante o acompanhamento
buscando dela reedições de sentimentos, pensamentos e
atitudes.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel, lápis, borracha, caneta colorida, lápis de cor,
hidrocor.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar à criança produzir uma carta para ela mesma
dizendo o que viveu durante o tempo na terapia, o que
gostou o que achou ruim, os sentimentos que foram
experimentados, se fez sentido para ela estar no espaço
terapêutico, se fez sentido tudo o que foi trabalhado, os
OBSERVAÇÕES
É muito comum que as crianças entendam alguns
sentimentos como indesejáveis e os exclua logo de inicio,
porém cabe ao profissional instigar a criança a escolher
também esses sentimentos e falar sobre eles. Caso a
criança não queria o terapeuta pode fazer isso com ele
mesmo como exemplo.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para as crianças:
O que elas ouvem dos pais quando sentem raiva? Como
são acolhidas pela família quando estão sentindo medo? O
que normalmente as deixam sentindo alegria? Do que elas
sentem nojo ou antipatia? O que as deixam tristes? E o que
deixam de fazer quando estão assim?
Para as aplicadoras:
Estar atentas quando perguntar a criança o que ela esta
sentindo e ela responder o que está pensando. São coisas
diferentes e precisam ser esclarecidas.
O que você lembra quando estava em casa daqui da
processo?
Foi importante para você estar no processo terapêutico? O
que aprendeu durante esse tempo ou começou a fazer?
O que desaprendeu ou deixou de fazer? O que você
mudaria aqui no processo?
Para a aplicadora:
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel, lápis, borracha, caneta colorida, lápis de cor,
hidrocor.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar à criança produzir uma carta para ela mesma
dizendo o que viveu durante o tempo na terapia, o que
gostou o que achou ruim, os sentimentos que foram
experimentados, sefez sentido para ela estar no espaço
terapêutico, se fez sentido tudo o que foi trabalhado, os
jogos e ferramentas utilizadas.
B. Depois, pedir para ela ler em voz alta e discutir com ela
o conteúdo da carta.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A criança que não souber escrever pode fazer um desenho
e falar sobre esses momentos. Esse desenho pode ser
levado para casa, assim como a carta.
OBSERVAÇÕES
Essa carta pode ser pedida no início do processo
terapêutico pedindo para escrever sobre o que espera dali,
e depois pedir essa última e comparar uma com a outra,
avaliar o que era esperado e o que foi conquistado na
perspectiva da criança.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Para a criança:
O que você mais gostou de fazer no espaço terapêutico?
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
No primeiro contato, o (a) aplicador (a) deve focar no
fortalecimento do vínculo para que o adolescente sinta
segurança para externar suas fragilidades, medos e
demandas; Convidar adolescente a contar sobre interesse
genuíno sobre si mesmo, seu demonstrando um relato;
Solicitar que escreva, em uma folha de papel dividida em
quatro partes, as seguintes sentenças e em seguida,
preencha-as:
A. Quando eu me olho, eu vejo?
B. Quando meus pais (tios, avós ou outras figuras que
fazem a função materna e paterna) me olham, eles vêem?
C. Quando meus amigos me olham vêem?
D. Quando uma pessoa que eu admiro me olha, ela vê
?(não precisa revelar nome ou a relação)
E.Dialogar a partir das perguntas norteadoras.
Como você percebe que evoluiu o processo terapêutico da
criança? Condiz com o que ela produziu nessa carta? A
criança teve percepção do que foi trabalhado durante esse
processo dela?
A Adolescência
Parte de mim
OBJETIVOS
Estabelecer a interação com o adolescente; Elaborar a sua
percepção de como é visto e de como se vê o mundo;
Auxiliar na expressão dos sentimentos.
MATERIAL NECESSÁRIO
Folha de papel A4, caneta.
FERRAMENTAS
os desafios no seu relacionamento
com___________________
FERRAMENTAS
Quebrando o gelo
OBJETIVOS
Possibilitar que o grupo se conheça e compartilhe
informações mais aprofundadas sobre cada integrante.
MATERIAL NECESSÁRIO
Cartões com figuras divididas em duas partes (ou três) que
se completem.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Construir vários pares de figuras (podem ser duas partes
de figuras geométricas ou frutas, animais da mesma
espécie, dupla de super-heróis etc., ver exemplo no anexo
):
Parte de mim
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Caso adolescente demonstre um comportamento
extremamente introspectivo ou embotado, o profissional
pode oferecer uma listagem de características e orientar
que sejam feitas sinalizações nas que melhor se
adequarem à pergunta proposta. Sugestão de
características: feliz, realizado, inteligente, triste,
fracassado, capaz.
OBSERVAÇÕES
O material produzido, a partir dessa ferramenta, pode ser
muito útil para intervenções posteriores, caso o (a)
aplicador (a) deseje resgatar com o adolescente a
percepção sobre si mesmo,corrigindo distorções da
autoimagem.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Você observou que algumas características se repetiram?
Quais dessas características poderiam ajudá-lo a enfrentar
Quebrando o gelo
OBSERVAÇÕES
O primeiro momento do trabalho com adolescente pode ser
considerado uma das etapas mais difíceis da atividade,
pois podemos nos deparar com alguém ou um grupo
disposto a não revelar nada de si. Essa ferramenta pode
ser aplicada tanto em situações em que o grupo está
formado para fazer apenas uma atividade especifica ou em
grupos que continuarão realizando outros trabalhos juntos.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica.
Quem é esse no espelho?
OBJETIVOS
Refletir sobre manutenção social dos padrões de beleza e
sucesso; Contribuir para construção de autoimagem
positiva.
B. Certificar-se de quantas pessoas participarão da
dinâmica. Caso o total de pessoas corresponde a um
número impar, escolher uma figura que possa ser dividida
em três partes;
C. Colocar as figuras separadas, dentro de um saco escuro
(para que ninguém escolha uma figura propositalmente)
solicitar que cada pessoa pegue apenas uma figura;
D. Pedir para que as pessoas procurem as partes faltantes
para formar a figura completa;
E. Depois que todas as figuras se formaram, orientar cada
um completar para o outro as seguintes frases: a. O que
mais gosto em mim; b. O que não gosto tanto em mim.
F. Cada pessoa deve apresentar alguma característica do
seu par para os demais integrantes do grupo.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
Escolha, preferencialmente, letras de músicas de cantores
que fazem parte do repertório dos adolescentes que
compõem o grupo de trabalho. A exibição do vídeo
dinamiza a atividade.
PERGUNTAS NORTEADORAS
De que forma a letra dessa música toca você?
Quais padrões sociais mais te incomodam? O que
podemos fazer, no dia a dia, para não contribuirmos para a
manutenção desses padrões?
Que tipo de julgamento você costuma fazer/ver nas redes
sociais?
Meu corpo de hoje
MATERIAL NECESSÁRIO
Folha de papel com as músicas impressas (traduzidas, se
forem músicas estrangeiras), recursos audiovisuais (se for
possível, reproduzir o clipe da música).
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Escolher uma letra de uma música para iniciar o diálogo
sobre o tema (sugestões: Who you are de Jessie J.;
Beautiful de Christina Aguilera; Born this way de Lady
Gaga);
B. Dividir em subgrupos (ex. 5 pessoas, em um grupo
formado por 30 adolescentes) para compartilhar as
impressões sobre o conteúdo das músicas;
C. Orientar que os subgrupos discutam o tema a partir das
perguntas norteadoras;
D. Reunir todo o grupo para socializar as discussões
realizadas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
FERRAMENTAS
D. Orientar a cortar as imagens da revista desenhado
no papel;e colar no corpo.
E. Refletir sobre o significado das mudanças vividas, os
padrões de beleza e perfeição socialmente construídos e
possibilidade de reconhecimento das próprias potências
para além das características físicas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
Esta é uma ferramenta útil para o atendimento individual,
pois exige exposição e suscita muitos conteúdos íntimos.
PERGUNTAS NORTEADORAS
O que você mais gosta em você?
O que você mudaria no seu corpo? O que antes era
melhor?
O que hoje é melhor?
OBJETIVOS
Elaborar das mudanças do corpo infantil para o corpo de
um adolescente.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel pardo, revista, tesoura, cola.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar que o adolescente pense em si mesmo e
desenhe, no papel pardo, os contornos de um corpo
humano;
B. Após o contorno feito, solicitar que o adolescente
marque no desenho quais partes do corpo mudaria, se
tivesse possibilidade;
C. Propor que procure imagens na revista que apresentem
uma representação satisfatória daquela parte do corpo
sinalizada;
A.Construir, numa folha de papel, um quadro com
os dez últimos anos da vida do adolescente. Exemplo:
se for um menino de quinze anos, o quadro será composto
de dez colunas com as idades de 6 anos até os 15 anos;
B. Em cada coluna, o adolescente deve escolher uma
palavra que represente seus sentimentos naquela idade;
C. Refletir, a partir dos conteúdos que emergiram, sobre os
processos de transição que vivenciamos ao longo da vida.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A depender da idade do adolescente (pré-adolescente), o
quadro pode ser referente aos cinco últimos anos.
OBSERVAÇÕES
Caso o adolescente esteja com dificuldade de se
expressar, o (a) aplicador (a) pode sugerir que os
sentimentos sejam representados por uma música ou
situações vividas. Ex.: 6 anos
- passeio na praia aos sábados.
Crescer dói?
Falando sobre meus sentimentos
OBJETIVOS
Oportunizar espaço de escuta para o adolescente
expressar seus sentimentos diante das transformações
vivenciadas caçar passagem dainfância para a
adolescência.
MATERIAL NECESSÁRIO
Folha de papel A4, canetas coloridas.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Muitas vezes, o adolescente se comporta de forma
diferente ou apresenta uma mudança no humor, mas não
consegue nomear esses sentimentos ou relacioná-los às
transformações vivenciadas na passagem da infância para
a adolescência.
FERRAMENTAS
paterna ou materna;
Reconectar o adolescente com outras fases da vida
em que o relacionamento com o pai/mãe trazia
sensação de bem-estar ou satisfação.
MATERIAL NECESSÁRIO
Folha de papel A4, caneta,
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Falar sobre a necessidade de diferenciação do
adolescente em relação aos seus pais pode ser uma boa
estratégia para iniciar a aplicação dessa ferramenta;
B. Ajudar o adolescente a mudar sua perspectiva e
flexibilizar a percepção de que ele não é o único a viver
esse tipo de conflito;
C. Após esse diálogo, fazer um convite para pensar como
era essa relação quando ele(a) era criança;
D. Apresentar uma folha de papel com as seguintes
perguntas e, juntos, preencher as respostas:
Crescer dói?
Falando sobre meus sentimentos
PERGUNTAS NORTEADORAS
Voltando para os seus anos, qual palavra/vivência
significativa você escolheria para representar esse
momento ?
Quantas palavras representam momentos de prazer e bem
estar da sua vida e quantas te remetem a sentimentos
opostos?
Quais são as palavras que mais te chamam atenção?
Quem éramos nós?
OBJETIVOS
Expressar sentimentos decorrentes de conflitos
vivenciados com pai, mãe e familiares que fazem função
FERRAMENTAS
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais atividades você sente falta de fazer com ele(a)?
O que ele(a) fazia que dava orgulho a você? Com quem
você mais parece hoje?
Se fosse antes, como resolveriam um problema?
Contos de família
OBJETIVOS
Utilizar a literatura como recurso na (re)construção da
história familiar.
MATERIAL NECESSÁRIO
a. Quem éramos nós?
b. O que eu mais gostava de fazer com ele(a) era
c. O que eu mais admirava nele(a) era
d. Liste três características dele(a) que você acha que
herdou.
E. A partir dessas perguntas, explorar com o adolescente
os pontos de embate e propor uma reflexão sobre quais
comportamentos têm dificultado a resolução dos conflitos.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A depender do vínculo com o adolescente e da
complexidade do conflito, o(a) aplicador(a) pode construir
com ele(a) a possibilidade de convidar o familiar para
participar da sessão e as perguntas serem feitas
diretamente.
Ex.: pergunta do familiar para o adolescente: quais
atividades você sente falta de fazer comigo?
FERRAMENTAS
OBSERVAÇÕES
Todos os membros da família devem ser convidados a
escrever o conto. Crianças menores podem contribuir com
ilustrações.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Onde começa sua história? Quem são as personagens
principais e quais são suas características?
O que se espera de cada um dos personagens?
Quais os maiores desafios vividos pelos personagens
dessa história?
O que eles fazem para enfrentar esse desafio?
O que sabemos sobre drogas?
OBJETIVOS
Compreender qual o conhecimento que o adolescente
possui sobre as drogas (substâncias psicoativas) e verificar
Folha de papel A4, caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Pais e mães angustiados, frequentemente, demandam
apoio . orientação para resolução de conflitos que surgem
na relação com os filhos que entram na adolescência.
A. Acolher as angústias e anseios da família que, por
vezes, sente muita dificuldade em elaborar o luto da
imagem construída na infância e que parece não se refletir
na adolescência do seu(sua) filho(a) que vem vivendo
profundas transformações físicas e emocionais;
B. Solicitar que todos os membros escrevam um conto,
tomando como base a história da família;
C. A partir de cada conto, construir uma história única:
D. Refletir sobre os conflitos descritos em comum.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
B. Descrever os efeitos dessas substâncias;
C. Comparar as descrições feitas com informações
oferecidas por materiais científicos e publicações voltadas
para a promoção da saúde.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica
OBSERVAÇÕES
Esta ferramenta pode ser aplicada junto com
“Esclarecendo e divulgando“
O que sabemos sobre drogas?
PERGUNTAS NORTEADORAS
De quais substâncias psicoativas (drogas) lícitas e ilícitas
você já ouviu falar?
se existem distorções com relação ao conceito de abuso
ou do efeito das substâncias;
Ofertar informações consistentes, a partir de fontes
científicas, sobre os efeitos das substâncias psicoativas
lícitas e ilícitas: Discutir sobre as questões sociais que
envolvem a produção, comercialização e consumo das
drogas.
MATERIAL NECESSÁRIO
Folha de papel A4, caneta. Sugestão de publicações para
consulta:
Cartilha informativa sobre drogas (Revista da Associação
Paulista de Medicina, 2005);
Cartilha para Educadores do Ministério da Justiça (Série:
Por dentro do Assunto. 2011).
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Listar as substâncias psicoativas (drogas) lícitas e
ilícitas que conhece;
FERRAMENTAS
Vídeos, posts em redes sociais e áudios: recursos de
telefone celular.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Levantar, junto aos adolescentes, quais são as
substâncias psicoativas (lícitas ou ilícitas) de que já
ouviram falar ou de que gostariam de saber mais
informações;
B. Promover debates e oferecer informações científicas
para elaboração do material;
C. Separar os adolescentes em subgrupos, a partir das
substâncias listadas anteriormente;
D. Estabelecer critérios para elaboração das peças
escolhidas:
a. Quantidade de cartazes ou posts ou tempo de duração
do vídeo;
b. Formato (relato de casos reais de uso abusivo de drogas
e de familiares, por exemplo).
Você saberia descrever o efeito de cada uma delas no
organismo das pessoas?
O que define o uso abusivo?
Esclarecendo e divulgando
OBJETIVOS
Elaborar uma peça publicitária (cartaz, vídeo, chamada de
rádio, post para redes sociais) de uma campanha de
prevenção do uso abusivo de drogas (substâncias
psicoativas);
Divulgar para a comunidade o material construído (escolas,
centros comunitários, congregações) oferecendo
orientações baseadas em conteúdos científicos, sobre os
efeitos do abuso de substâncias psicoativas.
MATERIAL NECESSÁRIO
O material dependerá da escolha da peça publicitária.
Cartazes: cartolina, papel pardo, giz de cera,
hidrocor,revista, cola, tesoura.
Dialogando com as famílias
OBJETIVOS
Construir espaço de psicoeducação;
Oportunizar a família momento de trocas de informações
sobre o lidar com adolescente que faz uso abusivo de
substância psicoativa (drogas);
Oferecer espaço de escuta para a família verbalizar medos
e preocupações;
Esclarecer dúvidas acerca das consequências do uso
abusivo;
Dialogar sobre ações resolutivas para enfrentar situações
de conflito que surgem na relação cotidiana com o
adolescente que faz uso abusivo de drogas.
MATERIAL NECESSÁRIO
O profissional pode disponibilizar material produzido a
partir de fontes científicas.
Esclarecendo e divulgando
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Para enriquecer a discussão com grupos de adolescente
em instituições escolares, hospitalares, ambulatórios,
centros de referência ou CAPS-ad e qualificar a elaboração
do material, pode-se convidar professores (ciências,
química, biologia) ou médicos para falar sobre os efeitos
bioquímicos das substâncias psicoativas no organismo.
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Sobre quais substâncias psicoativas (drogas) vocês
gostariam de saber mais informações?
Que tipo de peça publicitária você considera mais eficiente
para a divulgação das informações levantadas?
FERRAMENTAS
Dialogando com as famílias
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Esta ferramenta pode ser aplicada em salas de espera de
ambulatório e CAPS-ad que fazem atendimentoa
adolescentes encaminhados para acompanhamento em
função de uso abusivo de substâncias psicoativas e que
vão acompanhados de seus familiares.
OBSERVAÇÕES
Psicoeducar a família é uma etapa fundamental no trabalho
com adolescentes que vivenciam conflitos decorrentes de
uso abusivo de substâncias. Muitas vezes, a família
reproduz um discurso pautado na associação das drogas à
marginalidade, à loucura ou à morte que pouco tem efeito
no jovem, que não se vê como alguém viciado ou incapaz
de realizar suas atividades.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Sugestão de publicações para consulta:
Cartilha informativa sobre drogas (Revista da Associação
Paulista de Medicina, 2005);
Cartilha para pais de adolescentes do Ministério da Justiça
(Série: Por dentro do Assunto, 2013).
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Explicar aos membros da família a importância de todos
se apropriarem, a partir de fontes científicas, dos
conteúdos relacionados à temática das drogas,
B. Solicitar que as pessoas verbalizem quais são suas
dúvidas sobre o tema;
C. Orientar sobre as substâncias psicoativas, fazendo as
devidas distinções quanto aos efeitos no organismo, forma
de uso e consequências do abuso;
D. Oportunizar espaço de trocas de experiência e
construção de estratégias resolutivas para situações de
conflito.
FERRAMENTAS
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Apresentar o conteúdo que será trabalhado e solicitar
que os adolescentes comentem o que sabem sobre o
tema;
B. Iniciar a discussão sobre privacidade e segurança de
dados na internet;
C. Exibir os vídeos ou material impresso disponibilizado
pela safernet;
D. Separar em pequenos grupos para discussão de casos
fictícios envolvendo adolescentes que tiveram sua
privacidade violada nas redes sociais;
E. Elaborar propostas de resolução para lidar com as
situações levantadas nos casos.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Esta ferramenta pode ser utilizada no atendimento clínico
Individual, no caso de adolescentes que foram vítimas de
violação de privacidade no contexto virtual. O uso do
Quais são as drogas de que vocês gostariam de saber
mais informações?
Qual o seu maior medo com relação ao uso de drogas?
O que mais gera conflito entre vocês?
Mil compartilhamentos
OBJETIVOS
Discutir conteúdo público e privado nas redes sociais e
aplicativos de mensagem instantânea;
Explorar e diferenciar conceitos como nude, sexting e
sextorsão;
Elaborar estratégias de proteção de conteúdo de redes
sociais.
MATERIAL NECESSÁRIO
Vídeos (se houver recursos para exibição) e materiais
impressos disponibilizados pela ONG Safernet Brasil
(new.safernet.org.br), folha de papel A4, caneta.
Respeito é bom e eu gosto!
OBJETIVOS
Diferenciar e explicar conceitos como: bullying,
cyberbullying, cyberthreat, trollagens etc.; Combater à
violência, intimidação, bullying e cyberbullying.
Promover ações de incentivar a construção das relações
baseadas no respeito e na cultura da paz.
MATERIAL NECESSÁRIO
Folha de papel A4, lápis de cor, hidrocor, giz de cera.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A.O (A) aplicador (a) deve apresentar o tema e fomentar
uma discussão sobre intimidação e violência sistemática;
B. Solicitar que os adolescentes expliquem como uma
situação pode passar de uma brincadeira para um ato de
intimidação;
material pode ser muito útil para que o adolescente se
compreenda como vítima e entenda que essas ações se
configuram crime.
Mil compartilhamentos
OBSERVAÇÕES
Caso alguém exponha um caso real, cabe ao (a) aplicador
pactuar o sigilo com o grupo.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Existe espaço nas redes sociais para conteúdo privado
Quais são as ferramentas disponíveis para proteção dos
dados que disponibilizamos na internet?
Alguém próximo a você já teve seus dados violados ou
conteúdo íntimo exposto?
Se acontecesse com você, o que faria?
FERRAMENTAS
Qual a fronteira entre a brincadeira/zoeira e a
intimidação?
Qual seria a responsabilidade das testemunhas?
Desconectar é preciso
OBJETIVOS
Discutir sobre a necessidade do uso consciente das
tecnologias (celulares, tablets, computadores, televisão):
Refletir sobre as dificuldades de gestão das atividades de
rotina em função do tempo excessivo dedicado aos jogos
virtuais, videogames, mídias sociais ou plataformas virtuais
de séries e filmes.
MATERIAL NECESSÁRIO
Anúncios de jornais, folha de papel A4, hidrocor preto.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
C. Explicar as definições de bullying, cyberbullying,
cyberthreat,trollagens;
D. Esclarecer sobre o papel do autor, vítima e testemunhas
da ação (Bullying);
E. Construir cartilhas contendo as informações discutidas e
com orientações sobre a cultura do respeito.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Caso tenha acesso à internet, o profissional pode utilizar
vídeos e materiais informativos disponibilizados por ONGs
que combatem o bullying e cyberbullying.
Sugestão: Safernet Brasil (new.safernet.org.br).
OBSERVAÇÕES
Não se aplica
PERGUNTAS NORTEADORAS
O que define o bullying?
FERRAMENTAS
Desconectar é preciso
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais são as vantagens e desvantagens de cada um dos
produtos?
Como podemos controlar o uso das tecnologias para
fazermos uma melhor gestão do nosso tempo?
Quanto tempo do seu dia você dedica ao uso de
tecnologia?
E a outras atividades?
O que espero de mim?
A. Mostrar modelos de anúncios que servirão como
referência para o trabalho;
B. Dividir os adolescentes em dois grupos (grupo 1 e grupo
2);
C. Consigna:
Grupo 1- Deve criar um produto tecnológico, voltado para o
público adolescente. O diferencial do produto deve estar
relacionado aos ganhos que o usuário pode ter se
aumentar o tempo de uso do produto;
Grupo 2 - Deve criar um anúncio de uma colônia de férias
para adolescentes. O diferencial desse produto deve estar
relacionado ao fato de que, nessa colônia, as pessoas não
podem fazer uso de aparelhos tecnológicos. As atividades
propostas envolvem contato com a natureza. Todos os
problemas que surgem são resolvidos através de soluções
analógicas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Se o grupo de trabalho for acima de 30 pessoas, pode-se
criar o grupo 3, formado por consumidores que farão a
análise dos produtos.
FERRAMENTAS
C. As palavras que lhe venha à cabeça;
D. Sugestões de palavras, a depender do contexto em que
o trabalho seja realizado: vida / futuro / amigos / prazer /
dinheiro / família / trabalho / amor / medo / frustrações
/arrependimentos.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Esta é uma ferramenta que pode ser aplicada num
contexto de trabalho individual ou de grupo, caso as
pessoas já tenham vínculo fortalecido e se sintam seguras
em expor seus sentimentos. Pode ser utilizada em
atividades com adolescentes privados de liberdade e que
necessitam construir perspectiva de futuro.
OBSERVAÇÕES
O que espero de mim?
Caso o (a) aplicador (a) realize encontros sistemáticos,
individuais ou em grupos, as palavras do jogo podem ser
coletadas dos encontros anteriores, para que façam mais
sentido para o adolescente.
OBJETIVOS
Projetar perspectiva de futuro; Mapear quais expectativas
estão sendo construídas sobre si ;
Compreender o que se tem feito para cumprir tais
expectativas.
MATERIAL NECESSÁRIO
Cartões com palavras-chave (ver anexo).
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Esta ferramenta pode ser apresentada como um jogo.
A. Inicialmente, o profissional deve virar todos os cartões
para baixo, de forma que as palavras não possam ser lidas;
B. Explicar a regra básica: todos os cartões da mesa
contêm uma única palavra no verso. Ao virar o cartão e ler
a palavra, imediatamente, o adolescente deve dizer a
primeira palavra ditas podem ser anotadas para que sejam
retomadas no final do jogo.
FUTURO
AMOR
TRABALHO
MEDO
Carta para o futuro profissional
OBJETIVOS
Mapear as expectativas com relação ao futuro profissional
e áreas de interesse de atuação.
MATERIAL NECESSÁRIOCarta em folha de papel A4 (ver anexo), caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Escrever uma carta destinada a você mesmo,
considerando a passagem de 10 anos na sua vida;
O que espero de mim?
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quando você associou a palavra você pensou em quê?
A palavra lembrou a você algo muito positivo? O que
podemos fazer para construir essa situação na vida?
Esta ferramenta pode ser apresentada como um jogo.
FERRAMENTAS
O que espero de mim?
VIDA
FAMÍLIA
AMIGOS
PRAZER
DINHEIRO
CARTA PARA O FUTURO PROFISSIONAL
Querido(a)
(escreva seu nome completo)
Abraços, EU.
Levantamento de interesses profissionais
OBJETIVOS
Reconhecer atividades de interesse que podem ser
referência para escolha de área de atuação profissional;
Excluir atividades pelas quais não demonstra afinidade.
MATERIAL NECESSÁRIO
Questionário em folha de papel A4 (ver anexo), caneta.
B. Criar hipóteses sobre como estaria a sua vida
profissional com o passar do tempo;
C. Descrever detalhadamente local, horário do trabalho e
tipo de atuação.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
Caso o adolescente tenha dificuldade em projetar ou
construir perspectiva de o futuro, o (a) aplicador (a) pode
orientar que ele escolha um adulto de referência e
descreva, inicialmente, a vida dessa pessoa.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quem são os adultos que você admira?
O que fazem essas pessoas?
Para você, quais são as responsabilidades de uma pessoa
adulta?
Na escola, quais disciplinas despertam o seu
interesse?
Quais profissionais você admira?
Imagina-se trabalhando diretamente com pessoas,
animais,computadores, máquinas, no campo?
Tem interesse por área de vendas, indústria,
comércio,cuidados ao outro?
Levantamento de interesses profissionais
Na minha vida profissional, penso em realizar atividade
1) relacionadas com:
2)Na minha vida profissional, NÃO penso em realizar a
atividades relacionadas com:
Questionário áreas de atuação profissional
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Responder às duas perguntas propostas, tomando como
base atividades do seu interesse e também aquelas pelas
quais não há nenhuma afinidade ou reconhecimento de
possibilidade de atuação.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
O adolescente pode ser orientado a responder primeiro à
pergunta 2, já que, para muitas pessoas, fica mais fácil
reconhecer por quais atividades não se têm afinidade
interesse.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quando criança, qual atividade ou profissão você projetava
realizar/ser?
FERRAMENTAS
profissionais também pode ser construída para a
prática clínica.
OBSERVAÇÕES
Esta ferramenta pode ser aplicada junto com "Mesa
redonda das profissões", no caso do trabalho realizado
com grupos.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Existem outras dúvidas que você deseja esclarecer sobre
as áreas de atuação profissional que são do seu interesse,
além daquelas já mencionadas no questionário?
Questionário áreas de atuação
AREA PROFISSÃO DE INTERESSE:
NOME DO PROFISSIONAL:
CURSO DE GRADUAÇÃO:
OBJETIVOS
Ampliar repertório acerca das possibilidades de áreas de
atuação profissional: formação técnica/graduação, área de
atuação, remuneração, estágio.
MATERIAL NECESSÁRIO
Questionário semi-estruturado (ver anexo V), caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Apresentar o questionário e verificar quais perguntas
podem ser incluídas no questionário;
B. Buscar profissionais que trabalham nas áreas de
interesse de atuação para aplicar o questionário.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Caso a ferramenta seja aplicada em escola, o (a) aplicador
(a) responsável por conduzir a atividade pode construir
uma rede de profissionais de apoio que estejam
disponíveis para responder às entrevistas. Essa rede de
FERRAMENTAS
A. Aplicar, inicialmente, com o grupo de
adolescentes, questionário com lista de profissões
e levantar o número de interessados para cada profissão;
B. Convidar profissionais de diversas áreas para compor
mesas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
Esta é uma ferramenta de aplicação para trabalhos em
grupo.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais outras profissões ou áreas de atuação você tem
interesse em conhecer, além das que estão listadas no
questionário?
Mesas redondas das profissões
CURSO TÉCNICO/PROFISSIONALIZANTE
(LEVANTAMENTO DOS CONTEÚDOS TRABALHADOS):
QUAIS SÃO AS ÁREAS E LOCAIS DE TRABALHO?
QUAIS AS MELHORES ÁREAS PARA ESTÁGIO OU
TREINAMENTO?
QUAL A REMUNERAÇÃO MÉDIA DESSE
PROFISSIONAL?
A Mesas redondas das profissões
OBJETIVOS
Possibilitar contato com profissionais de diferentes áreas .
Esclarecer dúvidas específicas quantos às profissões.
MATERIAL NECESSÁRIO
Sugestão de questionário em folha de papel A4 (ver anexo
VI), sala com cadeiras em semicirculo, caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
OBSERVAÇÕES
Esta é uma ferramenta de aplicação para trabalhos em
grupo.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais outras profissões ou áreas de atuação você tem
interesse em conhecer, além das que estão listadas no
questionário?
FICHA DE SONDAGEM
ÁREA 3: HUMANAS
() Administração
()Biblioteconomia
() Ciências Contábeis
( ) Ciências Econômicas Comércio Exterior
OBJETIVOS
Possibilitar contato com profissionais de diferentes áreas e
profissões;
· Esclarecer dúvidas específicas quantos às profissões.
MATERIAL NECESSÁRIO
Sugestão de questionário em folha de papel A4 (ver anexo
VI),sala com cadeiras em semicírculo, caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Aplicar, inicialmente, com o grupo de adolescentes,
questionário com lista de profissões e levantar o número de
interessados para cada profissão;
B. Convidar profissionais de diversas áreas para compor as
mesas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
FERRAMENTAS
() Turismo
ÁREA 4: LETRAS
( ) Letras
ÁREA 5: ARTES
() Artes Cênicas
() Artes Visuais ( ) Desenho Industrial
( ) Design
( ) Fotografia
() Moda
() Música
ÁREA 1: EXATAS
() Agronomia ( ) Análise de Sistemas
( ) Comunicação Social
() Direito () Filosofia
() Geografia
() História
() Hotelaria
O Jornalismo
( ) Pedagogia
( ) Produção cultural
() Psicologia
( ) Publicidade
( ) Relações Internacionais () Relações Públicas
( ) Secretariado Executivo
() Serviço Social () Sociologia
() Matemática
( ) Oceanografia () Petróleo e Gás
( ) Química
ÁREA 2: SAÚDE
( ) Biomedicina
( ) Ciências Biológicas
() Enfermagem
( ) Farmácia
() Fisioterapia
() Fonoaudiologia ( ) Gastronomia
() Medicina
() Medicina Veterinária
( ) Arquitetura () Ciência da Computação
( ) Eng. Civil
() Eng. Computação
() Eng. de Alimentos ) Eng. de Controle e Automação
() Eng. de Minas
() Eng. de Produção ) Eng. Elétrica
( ) Eng. Física
() Eng. Mecânica
( ) Eng. Mecatrônica
( ) Eng. Naval () Eng. Química
() Física
( ) Geologia
Plano de estudo
OBJETIVOS
Organizar o tempo dedicado ao estudo, conciliando com
outras atividades e rotinas.
MATERIAL NECESSÁRIO
Tabela de plano de estudo em folha de papel A4 (ver
anexo VII).
Caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Listar todas as atividades, compromissos e obrigações;
B. Preencher a tabela com as atividades que são fixas e
rotineiras;
C. Distribuir a carga horária de estudo para todas as
disciplinas/ conteúdos trabalhados ao longo da semana.
( ) Nutrição
( ) Odontologia
() Terapia Ocupacional
() Zootecnia
FICHA DE SONDAGEM
BACHARELADO INTERDICIPLINAR (BI's)
( ) Humanidades
() Artes
() Tecnologia e Ciência
( ) Saúde
OUTROS:
FERRAMENTAS
QUINTA
SEXTA
MANHA
07:00
07:50
08:50
09:40
10:50
11:40
TARDE
13:30
14:20
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
No caso de adolescentes que precisam conciliar o horário
de estudo com o trabalho, pode-se orientar a seleção de
grupos de conteúdos e tarefas mais importantes e que
precisam ser estudados com prioridade.
OBSERVAÇÕES
Esta ferramenta pode ser aplicada individualmente ou em
grupo.
PERGUNTAS NORTEADORASQuais são as atividades que você realiza ao longo da
semana? Quanto aos conteúdos/disciplinas, quais você
sente mais dificuldade?
PLANO SEMANAL DE ESTUDO
TERÇA
QUARTA
SÁBADO
DOMINGO
SEGUNDA
TERÇA
QUARTA
QUINTA
SEXTA
SÁBADO
DOMINGO
SEGUNDA
TERÇA
QUARTA
QUINTA
15:10
15:20
16:10
17:00
17:20
18:10
NOITE
19:00
20:00
21:00
22:00
SEGUNDA
*Se avaliar pertinente, disponibilize hidrocor e/ou
outros materiais para a realização da atividade.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Para realização dessa ferramenta, peça que o cliente
desenhe uma linha, marque o dia do nascimento que pode
ser o começo da linha ou não) e o final, o dia da aplicação.
Etapa 1: Peça para que o cliente eleja 10 (dez) marcos
importantes na vida dele, que podem ser interpretados
como positivos ou negativos.
Etapa 2: Depois de eleito os marcos importantes, peça
para que o cliente defina quais as marcas que esses
marcos deixaram em sua história.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Dependendo do que e de quem esteja trabalhando, você
pode pensar em propor a construção da linha com fotos,
imagens,figuras;
SEXTA
SÁBADO
DOMINGO
ADULTECER
Na Linha - Marcos e Marcas
OBJETIVOS
Mapeamento sobre momentos importantes vividos pelo
cliente e suas reverberações.
Identificar padrões e generalizações a partir de marcos na
história de vida.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel (ver anexo) e lápis.
FERRAMENTAS
MINHA VIDA
Mapa de Hábitos
OBJETIVOS
Identificação de padrões comportamentais cotidianos;
Seleção de hábitos relacionados a um objetivo ou meta do
cliente: quais os que contribuem e os que prejudicam
alcance da meta? Categorizar hábitos; Ressignificar
entendimento de comportamentos cotidianos "bons" e
"ruins".
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel (ver anexo) e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
1° Etapa: Mapeamento de hábitos. Construa um mapa para
cada hábito, identificando gatilho desencadeador e
recompensa.
2° Etapa: Substituição de hábito (sugiro que só se realize
É possível a construção da linha de marcos e marcas
pensando por assuntos. Exemplo: os "cinco
relacionamentos amorosos"; ou "10 decepções". Sempre
convidando o cliente a definir os marcos e, depois, pensar
nas marcas deixadas pelos marcos.
OBSERVAÇÕES
É importante que se percebe que não necessariamente o
inicio da linha seja o nascimento do cliente. Podem existir
marcos importantes na vida dele antes do nascimento e é
importante conectarmos com isso e ampliarmos nossa
visão.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quanto mais instigar seu cliente a pensar sobre os marcos
e marcas, mais alcança o objetivo da ferramenta. Não
poupe questões "investigativas": "de quem veio", "o que
ficou", "como se quero", "o que quis fazer" são perguntas
que podem ajudar você a aprofundar as questões.
FERRAMENTAS
A. Gatilho (normalmente presente do
B. Desencadeamento de um hábito): Onde estou?
C. Qual horário? O que eu sinto? Quem geralmente está
comigo? O que eu fiz anteriormente?
B. Recompensa (raiz): Qual sensação de satisfação que
esse hábito proporciona? Por que essa sensação é
importante para você? O que se busca preencher ao ter
contato com essa sensação? O que esse hábito provoca
em outras pessoas?
2° Etapa:
A. Iniciar definindo que hábito se deseja substituir.
B. Planejamento de mudança de comportamento quando
aparece o "desejo" de praticar o que se deseja mudar: O
que você vai fazer? Onde você vai fazer? Com quem você
vai fazer? O que você acreditar que vai sentir?
C. Estabelecimento de novo hábito.
Extrapolando:
essa etapa depois de completada a 1°).
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Aqui podemos trabalhar com a mudança de hábitos (o que
chamo de etapa 2), aqueles que já foram previamente
identificados como não agregadores (negativos) para
alguma meta, objetivo ou estilo de vida já estabelecido.
OBSERVAÇÕES
Um hábito em si não é bom ou ruim, positivo ou negativo:
eles devem ser percebidos em um contexto maior e diante
de um objetivo. Ter clareza do que se quer é fundamental
para que possamos criar categorias para os hábitos -
nossos e de quem prestamos serviços.
Mapa de Hábitos
PERGUNTAS NORTEADORAS
1° Etapa:
FERRAMENTAS
A raiz:
1 ETAPA
Gatilho
Onde estou?
Que horário?
O que eu sinto?
Como é isso para o que estou buscando para mim?
Quem geralmente está comigo?
O que eu fiz anteriormente?
FERRAMENTAS
2* ETAPA
Hábito que deseja substituir:
Que sentimentos você precisaria ter para se comportar
como deseja?
Que pensamentos poderiam te trazer esse tipo de
sentimentos?
O que pode te ajudar a pensar dessa nova forma quando
essas situações se repetirem?
Mapa de Hábitos
Recompensa
Qual a sensação de satisfação que esse hábito me
proporciona?
Por que isso é importante para você?
O que você busca preencher com esse senti mento?
O que esse hábito provoca em outras pessoas?
O que eu sinto diante do que as pessoas sentem sobre o
meu hábito?
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Essa ferramenta deve ser dividida em 3 (três) etapas:
1° Etapa: Levantamento de metas, objetivos. Nessa fase,
não se deve pensar no como fazer, mas no que se quer. É
uma descrição livre em associação livre, como diria
"Freudinho").
2º Etapa: Aqui precisamos passar um filtro no que foi
construído na etapa anterior. Sugira a construção de três
categorias em referência ao tempo de realização: curto,
médio e longo prazo. Te diante deverá terminar essa
segunda etapa com não mais uma, das três listas de alvos.
3ª Etapa: Nessa etapa será analisada cada meta (alvo)
descrita na etapa anterior. Você pode sugerir ao seu cliente
começar pelas de curto prazo (pelo fato de o resultado vir
mais rápido!), mas não há uma obrigatoriedade nisso.
Deve-se fazer a bateria de perguntas para cada uma das
metas constantes nas categorias:
a. Qual o alvo?
b. Quando ou como perceberá que atingiu seu alvo?
Ele me de
O que você fará?
Onde você fará?
Com quem você fará?
Como você acredita que vai se sentir?
Qual novo hábito quer estabelecer?
Passagem ao Ato
OBJETIVOS
Eleger metas possíveis (descarte das irrealizáveis); clarear
sobre metas eleitas; planejar ações para realização das
mesmas; deslocar lugar e papel do cliente diante de sua
própria vida;provocar protagonismo.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis.
A especificidade do alvo é fundamental para maior
clareza. Não convém que o cliente coloque, por
exemplo, "juntar dinheiro" - aqui o objetivo é que ele
coloque quanto quer
juntar ("juntar R$ 50.000,00");
Quando for trabalhar as estratégias para atingir alvo
(letra"c"), construa com seu cliente esses passos de forma
cronológica ou processual. A percepção de etapa é
fundamental para diminuir potenciais "desvios de rota";
As letras "d" e "e" tendem a ser confundidas, e a gente
precisa tomar cuidado! Na 1°, faz-se referência à
motivação (passado) do alvo e a 2°, finalidade (futuro).
PERGUNTAS NORTEADORAS
Que situações estão te impedindo de atingir o alvo que
propôs atualmente?
Quais são os comportamentos que você tem tido diante
dessas situações?
Alguns dos seus comportamentos podem estar
c. Quais são as estratégias que você utilizará para atingir
seu alvo?
d. Por que quer esse alvo?
e. Para que quer esse alvo?
f. Quando quer esse alvo?
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa é uma ferramenta que pode ser aplicada na sessão
com seu cliente ou ainda proposta para que realize
sozinho.
Passagem ao Ato
OBSERVAÇÕES
Essa é uma ferramenta que pode ser realizada em várias
sessões e que não tem uma continuidade condicional;
FERRAMENTAS
Ampliação de possibilidades diante de dificuldades;
Expansão da percepção de poder.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Aqui a proposta è que o cliente, depois de eleger uma
dificuldade é (pode ser uma queixa sempre presente nas
falas dele, por exemplo), liste todas as possibilidades de se
livrar dela, mesmo que as soluções encontradas sejam
improváveis, fantasiosas ou impossíveis. A revelaçãodo
superpoder se dá quando o sujeito percebe que tem
escolha, mas isso só é possível diante de possibilidades.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa é uma ferramenta que pode ser utilizada com foco
numa dificuldade, como proposta na apresentação, ou num
desejo também.
c. contribuindo para que essas situações aconteçam com
frequência? Que sentimentos essas situações provocam
em você?
Que pensamentos lhe ocorrem quando essas situações se
repetem?
O que você pensa sobre o seu comportamento diante
dessas situações?
O que você pensa imediatamente antes de se comportar
dessa maneira?
O que você pensa sobre essas situações?
De que forma essas situações te afastam dos seus
propósitos?
Esses comportamentos estão alinhados com os seus
valores? Como você gostaria de se comportar diante
destas circunstâncias?
Superpoder
OBJETIVOS
não servem; avaliar oportunidades cotidianas.
MATERIAL NECESSÁRIO
Quebra-cabeça (comum ou personalizado) e algumas
peças de outro quebra-cabeça que não se encaixam.
Obs.: a quantidade de peças do quebra-cabeça deve variar
com a idade e capacidade do cliente, além do tempo
disponível para a aplicação da ferramenta, e isso deverá
ser avaliado antes da aplicação.
Dica: penso que o quebra-cabeça completo pode ser uma
mensagem relacionada ao conteúdo que está sendo
trabalhado. Portanto, avalie a possibilidade de personalizar
o recurso.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Para a aplicação dessa ferramenta, é importante que não
haja qualquer tipo de imagem "guia" sobre o conteúdo da
imagem a ser formada no quebra-cabeça. A proposta ao
cliente precisa ser o mais superficial possível, com o
convite "despretensioso" para montar o brinquedo.
OBSERVAÇÕES
Um problema comum na aplicação dessa ferramenta é a
dificuldade do cliente em perceber possibilidades. Aqui
caberá um estímulo da (o) aplicadora (o), uma provocação
para fazê-lo entrar no clima.
Tendo essas possibilidades descritas, vocês podem pensar
em que cada uma delas se sustenta. Por exemplo: "eu
poderia sumir" (ou morrer, ou desaparecer) está
sustentada no movimento de fuga.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica.
Quebra-cabeça da Vida
OBJETIVOS
Refletir sobre a importância do foco; eleger um objetivo -
recrutando peças que se encaixam e descartando as que
FERRAMENTAS
uma peça muito boa, mas que, não completa nosso
jogo; Essa é uma ferramenta que tanto a sua
aplicação quanto as reflexões posteriores devem acontecer
na mesma sessão. o mais importante está nas conclusões
possíveis a partir da experiência do cliente, ou seja, não
foque em fazer uma ferramenta difícil (pela quantidade de
peças, por exemplo) que inviabilize sua conclusão ou fácil,
que não desperte as reflexões que são objetivos da
atividade. Dica: penso que o quebra-cabeça completo pode
ser uma mensagem relacionada ao conteúdo que está
sendo trabalhado. Portanto, avalie a possibilidade de
personalizar o recurso.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Convide o cliente a pensar no que ele está fazendo ou fez
(você escolhe se conduzirá a reflexão no momento da
montagem ou posterior a ela) diante da tarefa proposta:
Como escolheu começar a montagem?
Qual estratégia escolheu para realizar sua atividade?
Quais os critérios que utilizou para criar categorias para as
peças?
Daí, surgirá, provavelmente, a primeira "queixa", de não
saber o que se está montando - o que levará a refletir
sobre a forma que a gente funciona: muitas vezes não
sabemos qual é nosso quebra cabeça, mas estamos
recrutando ou descartando peças!
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Aqui a gente pode usar a ferramenta de forma mais
generalista, convidando nosso cliente a pensar o que ele
está "montando" na vida, ou de maneira mais afunilada,
elegendo assuntos mais específicos.
Quebra-cabeça da Vida
OBSERVAÇÕES
É importante que exista pouca ou nenhuma orientação
(assim como na vida!) para a montagem do quebra-cabeça.
Decidir sobre o que ficar e o que descartar faz parte dos
objetivos: As peças que não se encaixam podem ou não
ser usadas (você deverá avaliar se faz sentido manter ou
descartar seu uso). Elas servem para fazer pensar que,
muitas vezes, temos "aquela oportunidade", um atalho,
Opcional: Peça para que ele trate os dados
criando categorias para as respostas ou façam
juntos, quando na apresentação dos resultados da
pesquisa.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A pesquisa poderá ser feita por mensagem via aplicativo de
mensagem instantânea, e-mail, telefone ou mesmo
pessoalmente.
OBSERVAÇÕES
Normalmente, as pessoas falam das pedras no meio do
caminho. Esses obstáculos, muitas vezes, são justificativas
para que uma pessoa não realize o que deseja.
Essa não será uma ferramenta de aplicação em um
momento único. Acorde com seu cliente quando ele deverá
apresentar os resultados. Quanto mais pessoas
responderem, melhor! Estimule seu cliente a convidar, para
a pesquisa, a maior quantidade possível de pessoas.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Tem uma Ponte no meio do caminho
OBJETIVOS
Deslocar o olhar dos limites (barreiras) às possibilidades
(pontes); Fortalecer e potencializar, com intencionalidade,
características positivas a favor do cliente.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel, lápis e internet.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Essa ferramenta é constituída de duas etapas: 1° Etapa: O
cliente deverá listar os pontos fortes dele. Sugira ele
coloque em ordem hierárquica.
2° Etapa: Peça para que ele pesquise entre pessoas de
diferentes laços relacionais (amigos, familiares, colegas de
trabalho, etc.) qual é o ponto mais forte dele. É importante
que a pergunta seja feita para caber uma única resposta
(característica) de seu cliente.
FERRAMENTAS
Não é condicionado ao uso impresso do anexo para
aplicação da ferramenta.
OBSERVAÇÕES
Para cada pessoa listada, convide seu cliente a pensar
como essas pessoas funcionam no mundo, a mensagem
que elas deixaram nele, as falas mais fortes dessas
pessoas. Como elas encararam fracassos, conquistas,
como lidam com lutas, medos. Quanto mais aprofundada a
análise de cada uma dessas pessoas, desses retalhos,
melhor!
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quem são as pessoas que mais "costuraram" retalhos em
você?
Quais as mensagens essas pessoas tatuaram em sua
personalidade?
Quais as falas mais frequentes?
Como elas enxergam o mundo? O sucesso? O mérito? O
propósito?
O que você faz de melhor?
No que você é extraordinário?
Colcha de Retalhos
OBJETIVOS
Identificar influência, consciente não, da forma de ou
funcionamento de diferentes pessoas (retalhos) em seu
cliente (colcha).
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel (ver anexo) e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
O cliente deverá, partindo da reflexão de sua forma de
funcionar, identificar pessoas próximas que funcionam de
maneira parecida.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Se quiser, pode usar algum elemento do ambiente que
represente a criança.
so? O mérito? O propósito?
Ao invés de propor que a atividade seja falada, você pode
pedir que seja escrita num formato de carta, por exemplo,
escreva uma carta àquela criança.
OBSERVAÇÕES
Aqui é possível trabalhar também com questões
específicas da infância (exemplo: violência, bulling,
separação dos pais, dentre outros), e o convite ao cliente é
o de orientar à criança na situação.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Provoque-o a dar conselhos, do lugar de quem já caminhou
nas estradas que aquela criança ainda não passou.
Colcha de Retalhos
À Criança
OBJETIVOS
Deslocar a autopercepção do sujeito; Convidá-lo a olhar
para si; Resgate da criança.
MATERIAL NECESSÁRIO
Fotografia do cliente quando criança, papel e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Convide o cliente a apresentar àquela criança da foto na 3
pessoa. Estimule-o a falar de seus sonhos, seus medos.
Depois disso, sugira que seu cliente diga o que desejar
àquela criança (por exemplo, dê conselhos ou peça
desculpas) do lugar que ele está hoje, o deadulto. Peça
para que ele escreva uma carta a ela. FERRAMENTAS
FERRAMENTAS
ou no mês seu cliente fará contato, e isso deve ir para
a planilha).
OBSERVAÇÕES
É essencial que o cliente inclua em seu planejamento o
ócio, o tempo livre, e atividades "sem função", como por
exemplo: o Instagram, o Facebook, etc.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Tem espaço na sua agenda para você? Manutenção de
sua rede de amigos teve espaço? Tem clareza do que vai
priorizar?
Gestão de tarefas
SEMANA 01
QUA
QUI
SEX
Gestão de Tarefas
OBJETIVOS
Organizar a rotina para otimizar a gestão de tarefas e
construir caminho em direção a um alvo estabelecido.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel (ver anexo) e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A proposta é o preenchimento semanal.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
o planejamento pode ser com outros tempos de referência:
quinzenal, a cada 10 dias ou outra medida de tempo que
faz sentido para o cliente (referência - a rotina dele).
É possível utilizar o planejamento de tarefas para otimizar
algum aspecto da vida (por exemplo, o cliente se queixa
que tem tido pouco contato com o irmão - deve-se
estabelecer quantas vezes na semana, ou na quinzena
SEX
SÁB
DOM
MANHÃ
TARDE
NOITE
SEMANA 03
QUA
QUI
SEG
TER
SEX
SÁB
SEG
TER
SÁB
DOM
MANHA
TARDE
NOITE
SEMANA 02
QUA
QUI
SEG
TER
MANHÃ
TARDE
NOITE
Construindo o Herói
OBJETIVOS
Deslocar o sujeito de lugar e papel em sua forma de
funcionamento no mundo;
Ressaltar o protagonismo do cliente diante de seus
objetivos e metas.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
DOM
MANHÃ
TARDE
NOITE
SEMANA 04
QUA
QUI
SEG
TER
SEX
SÁB
DOM
FERRAMENTAS
Tijolo 6 | Mestre Quem é cabe questionar o porquê)?
o seu mentor (inspiração -aqui
Tijolo 7 | Renúncia - O que você está disposto a sacrificar?
Tijolo 8 | Discurso - O que você pretende dizer ao
conquistar seu objetivo?
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa é uma ferramenta que poderá ser aplicada para cada
objetivo ou meta que o cliente estabelecer, já que o
convida a fazer uma análise mais distanciada e estratégica
do caminho.
Construindo o Herói
OBJETIVOS
Deslocar o sujeito de lugar e papel em sua forma de
funcionamento no mundo;
Essa é uma ferramenta que pode ser feita entre aplicadora
(o) e cliente, ou proposta para que seja realizada só por
ele.
Tijolos da Construção:
Para começar: Nome do Herói?
Tijolo 1 | Superpoder - O que te torna único e especial para
ser um herói (qualidades)?
Tijolo 2 | Missão - O que ou quem te inspira a ser um herói
(objetivo ou meta)?
Tijolo 3 | Vulnerabilidade - Quais são suas principais falhas
ou limitações? O que está e o que não está em seu
controle?
Tijolo 4 | Transformação - O que você está disposto a
mudar para transformar suas limitações em virtudes?
Tijolo 5 | Código de Honra - A que (ou a quem) você é leal?
FERRAMENTAS
Tijolo 3 | Vulnerabilidade - Quais são suas principais
falhas ou limitações? O que está e o que não está em
seu controle?
Tijolo 4 | Transformação - O que você está disposto a
mudar para transformar suas limitações em virtudes?
Tijolo 5 |Código de Honra - A que (ou a quem) você é leal?
Tijolo 6 | Mestre Quem é cabe questionar o porquê)?o seu
mentor (inspiração -aqui
Tijolo 7 | Renúncia - O que você está disposto a sacrificar?
Tijolo 8 | Discurso - O que você pretende dizer ao
conquistar seu objetivo?
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa é uma ferramenta que poderá ser aplicada para cada
objetivo ou meta que o cliente estabelecer, já que o
convida a fazer uma análise mais distanciada e estratégica
do caminho.
Ressaltar o protagonismo do cliente diante de seus
objetivos e metas.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Essa é uma ferramenta que pode ser feita entre aplicadora
(o) e cliente, ou proposta para que seja realizada só por
ele.
Tijolos da Construção:
Para começar: Nome do Herói?
Tijolo 1 | Superpoder - O que te torna único e especial para
ser um herói (qualidades)?
Tijolo 2 | Missão - O que ou quem te inspira a ser um herói
(objetivo ou meta)?
Qual a essência dele?
Ainda marcando o protagonismo, perceba que o artigo
utilizado no nome da ferramenta é "o" e não "um". Isso é
importante para que fique claro (e esse papel é de quem
aplica a ferramenta), que não é qualquer um protagonista;
é o protagonista.
Você tem medo de quê?
OBJETIVOS
Mapear os medos; Criar categorias para os mesmos;
Elaborar estratégias para lidar com eles.
MATERIAL NECESSÁRIO (anexo) e lápis.
Papel (ver ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO)
1° Etapa: Peça para que o cliente liste seus medos. para
que pense em medos abstratos (morte, rejeição, por
exemplo).
Construindo o Herói
OBSERVAÇÕES
Conduza o cliente sempre ter o foco na missão para
colocar cada um dos tijolos! Quando for responder sobre o
superpoder, por exemplo, ideal é que tenha relação com o
objetivo ou meta que É importante lembrar que o poder de
escolher é um "superpoder" que ele estabeleceu.
(Tijolo 1). Caso exista resistência do cliente em realizar a
ferramenta,você pode já provocá-lo assim, lembrando a
seu cliente sobre o poder de escolher!
PERGUNTAS NORTEADORAS
A construção desse herói, protagonista da história, tem
relação direta com a missão, objetivo ou meta,
estabelecida. Considerando que o tijolo angular é o 2,
algumas perguntas de aprofundamento podem ser feitas
sobre ele:
O que torna meu objetivo norteador tão importante para
mim?
FERRAMENTAS
Medos reais com risco
Medos fantasiosos sem risco
Valores do hoje
OBJETIVOS
Identificar os valores que norteiam as escolhas do hoje;
Avaliar se os valores condizem com o que se deseja.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel (ver anexo) e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
1ª Etapa:Entregue a folha contendo diferentes valores e
peça para que o cliente circule os dez valores mais
fundamentais no presente, que tem norteado escolhas no
cotidiano.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa é uma ferramenta que pode ser usada para outras
emoções além do medo. Use a criatividade!
OBSERVAÇÕES
Essa é uma ferramenta que o vínculo com o paciente pode
ajudar em sua aplicação (sugestão de uso passado um
tempo do início da prestação de serviço);importante
convidar o cliente a ampliar o olhar e se dar é conta de
medos não objetivos (medo de ser bom, medo de ganhar
dinheiro). Se não for bem conduzida, essa é uma
ferramenta que poderá deixar o cliente na superfície, sem
aprofundamento.
PERGUNTAS NORTEADORAS
O que isso pode fazer com você?
Qual o risco que você corre enfrentando? O que você
perde se não enfrenta? E o que ganha?
Você tem medo de quê?
FERRAMENTAS
PERGUNTAS NORTEADORAS
O que é mais importante para você? Isso tem guiado suas
decisões e escolhas hoje?
Valores do Hoje
Rotina
Respeito
Contribuição
Honestidade
Sucesso
Compaixão
Liberdade
Excelência
Desafios
2ª Etapa: Solicite que o cliente crie uma lista, por ordem de
prioridade, dos dez valores do presente.Depois, ele
precisará analisar cada um dos valores da lista
comparativamente.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A quantidade de valores pode variar de acordo com a
necessidade: Essa é uma ferramenta que tem o tempo
como aliado e pode ser feita profissional-cliente ou ainda
ser proposta para momento posterior.
OBSERVAÇÕES
Caso existam valores que não estão na lista apresentada,
deixe o cliente a vontade para completá-la.
É muito importante deixar bem claro que essa atividade
não é referente a valores que o cliente deseja para o futuro
ou acha correto, mas os que regem a vida dele hoje,
independente do julgamento. Por exemplo: se o cliente
trabalha demais, o valor por trás pode ser "poder" ou
"sucesso", mesmo que ele diga que liberdade" é mais
importante. Essa avaliação tem relação com as escolhas
que o sujeito tem feito no presente.
Comprometimento consigo mesmo
Responsabilidade
Previsibilidade
Ordem/ organizaçãoCrescimento contínuo
Valores do Hoje
Anote aqui outros valores que são importantes para você e
que não estão no quadro anterior Daqueles dez valores
que você circulou, quais são aqueles que mais têm
governado as suas decisões? Que têm falado mais alto na
hora de você fazer escolhas na vida? O nosso objetivo é
que restam cinco valores principais? Cinco coisas que você
vem valorizando muito na sua vida sempre que você vai
tomar uma decisão importante.
Superação
Poder
Estabilidade de
Reputação
Competitividade
Reconhecimento
Status
Aceitação social
Individualidade
Comprometimento com o próximo
Mudança/ variedade
Fama
FERRAMENTAS
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Convide seu cliente a pensar nas perguntas abaixo. Aqui a
sugestão é que você faça junto com ele a ferramenta, pois
responder para você poderá ajudá-lo a pensar, além de
você ter possibilidade de perceber e intervir no conteúdo
verbalizado:
1) Identifique o que Você Realmente Sente:
a) "O que estou realmente sentindo neste momento?"
Desafie resposta inicial do cliente: Se pensar, a princípio,
"Eu me sinto zangado", faça para ele outra pergunta:
"Estou realmente me sentindo zangado? Ou é outra coisa?
Se é outra coisa, que nome essa emoção tem? Qual é a
origem dessa emoção?"
b) O que você poderia fazer para baixar a intensidade
dessa emoção? O que teria que pensar diferente? que
você ganharia com isso?
Agora coloque os valores em ordem hierárquica
1.
2.
3.
4.
5.
Controlada Mente
OBJETIVOS
Ampliar a autoconsciência;
Melhorar o controle emocional pela autopercepção;
Desenvolver estratégias para manejo produtivo das
emoções.
c) Quais as perguntas você se fez naquela
oportunidade?
d) Quais foram suas percepções?
e) Quais ações foram diferentes?
Controlada Mente
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Aqui é possível focar mais na compreensão da emoção
(causa) ou no planejamento da reação (consequência).
Esse foco varia de acordo com a situação e demanda de
seu cliente.
OBSERVAÇÕES
Essa é uma ferramenta potente para ser utilizada quando o
cliente está em uma experiência emocional intensa, mas
não é uma condição. A diferença será no modo de
avaliação: emocionalmente afetado, ele avalia o que sente
(presente). Fora de uma situação emocionalmente intensa,
ele lembra do que sentiu (passado).
2) Reconheça e Aprecie Suas Emoções:
a) Convide seu cliente a ser grato por existir uma parte do
cérebro dele que envia sinal de apoio, de alerta, um
chamado à ação. b) Estimule-o a cultivar sentimento de
contemplação por todas as emoções, e como uma criança
que precisa de atenção, vai descobrir as emoções se
"acalmando", quase que no mesmo instante.
3) Seja curioso sobre a mensagem que a emoção está lhe
oferecendo:
a) O que você quer realmente sentir?
b) Em que você vem acreditando para se sentir como vem
se sentindo? c) O que você está disposto a fazer para criar
uma solução e dominar a situação agora?
d) O que você pode aprender com isso?
4) Lembrar uma ocasião em que sentiu uma emoção
similar: a) O que você fez no passado?
b) Onde pôs o seu foco?
FERRAMENTAS
avaliação: emocionalmente afetado, ele avaliará
o que sente (presente). Fora de uma situação
emocionalmente intensa, ele lembrará do que sentiu
(passado).
Vale marcar que a ferramenta pode ser utilizada tendo
como foco qualquer emoção - normalmente se acredita que
compreensão ou planejamento de reação só deve ocorrer
diante de emoções ditas "negativas".
PERGUNTAS NORTEADORAS Vide orientações gerais.
Na Balança
OBJETIVOS
Identificar diferentes elementos em relação às
possibilidades cotidianas:
a. motivadores;
b. sabotadores;
c. ganhos;
Vale marcar que a ferramenta pode ser utilizada tendo
como foco qualquer emoção - normalmente se acredita que
compreensão ou planejamento de reação só deve ocorrer
diante de emoções ditas "negativas".
PERGUNTAS NORTEADORAS
Vide orientações gerais.
Controlada Mente
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Aqui é possível focar mais na compreensão da emoção
(causa) ou no planejamento da reação (consequência).
Esse acordo com a situação e demanda de seu cliente.
OBSERVAÇÕES
Essa é uma ferramenta potente para ser utilizada quando o
cliente está em uma experiência emocional intensa, mas
não é uma condição. A diferença será no modo de
FERRAMENTAS
PERGUNTAS NORTEADORAS
O que você ganha se obtiver isso? O que você perde se
obtiver isso?
Essa é uma ferramenta potente para ser utilizada quando
o cliente está em uma experiência emocional intensa, mas
não é uma condição. A diferença será no modo deO que
você ganha se não obtiver isso? • O que você perde se não
obtiver isso ?
A Mim
OBJETIVOS
Elaborar questões do passado que impedem mudanças de
padrões comportamentais.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis.
d. perdas.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel (ver anexo) e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Pedir ao cliente que analise cada uma das quatro
perguntas norteadoras constantes na análise de uma
situação, decisão ou problema.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa é uma ferramenta muito versátil que pode ser
utilizada com diferentes finalidades: diante de uma decisão,
reação ou escolha. Provoque seu cliente a pensar,
aprofundar, expandir as possibilidades para além do óbvio,
OBSERVAÇÕES
Quanto mais provocativo e questionador você for na
aplicação dessa ferramenta, maior alcance do objetivo.
FERRAMENTAS
O que sentiu sobre cada um dos participantes dessa
situação?
Como manejou suas emoções? Como você reagiu?
Como julga hoje sua reação?
Quem sou eu, por mim
OBJETIVOS
Facilitar a apresentação do cliente:
Potencializar sua descrição autoperceptiva.
MATERIAL NECESSÁRIO
Fotos.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Solicite que o cliente leve à sessão uma média de cinco
fotos que ele considere que o retratam bem.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Proponha que o cliente escreva uma carta para ele mesmo,
na época do episódio, falando de como se sentiu, de como
entendeu a situação e de como entende que seria a melhor
forma de solucionar a questão.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
As cartas podem ser utilizadas em diferentes temas e para
destinatários diversos. Sempre que julgar apropriado,
delas!
OBSERVAÇÕES
É importante ter clareza da necessidade de um trabalho
anterior, uma preliminar de acesso ao conteúdo que será
trabalhando pela ferramenta.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais seriam as soluções para cada envolvido?
Do pior, o melhor
OBJETIVOS
- Ressignificar um momento ruim; - Facilitar uma
aprendizagem.
MATERIAL NECESSÁRIO
Giz de cera, lápis e papel.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Depois de escolher uma ou mais cores, o cliente deverá
eleger o momento difícil da sua história e, na folha em
branco, riscar o quanto aquele episódio marcou a sua vida.
Depois dessa projeção, pegue a folha de papel riscada,
mostre ao cliente e convide-o a pensar sobre o que ele
aprendeu com aquele episódio, o que foi positivo e
negativo.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A projeção pode ser com fotos ou desenhos, por exemplo.
Importante é fazer com que o cliente tenha contato com
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Aqui há variadas possibilidades de trabalho, incluindo pedir
para que outros registros sejam trazidos para apresentação
da percepção de outras pessoas. Exemplo: "Traga uma
foto que represente como seu filho te vê".
OBSERVAÇÕES
Quanto mais você questionar, mais aprofundarão a
questão da identidade, que é o foco dessa ferramenta.
Explore como ele se enxerga, como ele acha que as
pessoas o enxergam, como gostaria de ser visto, etc.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Como você se vê? Por que escolheu essa foto para falar
de você?
Por que acha isso de você? Quem é assim na sua família?
FERRAMENTAS
Criar condições para o cliente gerenciar as próprias
reações de forma assertiva.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAISDE APLICAÇÃO
Passo 1: Identifique o comportamento, sentimento ou
situação sobre o qual você gostaria de ter uma reação e
percepção melhor.
Passo 2: Suspende todo o julgamento. Assuma uma
atitude de curiosidade com relação ao que experimenta
diante do fato. Passo 3: Qual é a importância da situação
ou comportamento que eu estou tentando entender?
Passo 4: Quais as influências positivas e negativas esses
comportamentos ou situações têm sobre a sua vida?
Passo 5: Quais os sentimentos esses comportamentos
situações têm sobre você e sua vida?
aquelas emoções ligadas ao evento, foco da ferramenta.
OBSERVAÇÕES
É importante que você deixa claro que os riscos que ele faz
no papel são a projeção da repercussão subjetiva daquele
evento na vida do cliente. Logo, a intensidade do risco,
tamanho, cores e uso dos limites do papel devem ser
sinalizados na orientação para aplicação da ferramenta.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais seriam as soluções para cada envolvido?
O que sentiu sobre cada um dos participantes dessa
situação?
Como manejou suas emoções? Como você reagiu?
Como julga hoje sua reação?
Assumindo o Comando
OBJETIVOS
resultados?
O que você ganha em refletir sobre esses fatos ?
Regras do Jogo
OBJETIVOS
Potencializar a autoconsciência sobre quais são as regras
convicções de funcionamento;
- Avaliar quais os critérios de satisfação do cliente,
separando com parâmetros de terceiros,
- Adotar regras realistas;
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Passo 6: Quais as lições essas descobertas lhe trazem.
Como Você pode aplicá-las hoje até a próxima sessão?
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa é mais uma ferramenta versátil que você poderá
adaptá-la para diferentes situações.
OBSERVAÇÕES
Aqui é importante criar nossas possibilidades reativas para
que quando diante da situação gatilho, existam já
planejadas outras reações. Explore essas possibilidades,
convide-o a analisa consequências positivas e negativas, e
a repercussão disso tanto para o cliente quanto para as
pessoas a sua volta.
PERGUNTAS NORTEADORAS
O que está na base da sua reação ou qual a origem da s
reação?
O que você pode aprender com isso? Qual o impacto que
valorizar ou acreditar no seu julgamento obtido nos seus
FERRAMENTAS
O que é preciso para você se sentir seguro?
O que é preciso para você se sentir mais confiante?
O que é preciso para você se sentir excelente em qualquer
área da sua vida? O quanto essas regras são realistas?
Como essas regras contribuem para o seu bem-estar?
Como esses critérios contribuem para que você se sinta
mal?
O que de tudo isso dá ao mundo externo o controle sobre
como você se sente?
Quais os critérios você pode estabelecer para que tenha o
controle de como se sente?
OBJETIVOS
Trabalhar questões voltadas à morte do cliente
(diagnóstico) Desenvolver reflexões sobre terminal)legado.
MATERIAL NECESSÁRIO
Solicite que o cliente reflita e responda sobre as perguntas
norteadoras descritas abaixo. Estimule-o a avaliar e
comparar diferentes regras e convicções antes de
responder concluir resposta.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
A percepção de frustração é uma visitante constante de
nossos clientes, nos mais diferentes espaços de prestação
de serviços. Racionalizar esses momentos é importante
para que existe um distanciamento "do que sinto" em
relação ao que "esperam que eu sinta".
PERGUNTAS NORTEADORAS
Essa é uma Ferramenta para ser feita junto com o cliente.
O que é preciso para você se sentir bem sucedido na vida
ou no seu trabalho?
b. Futuro: quando se pede para que o sujeito projete
o que quer que as pessoas digam e lembrem, isso
coloca em foco o que preciso fazer hoje para que chegue
ao resultado querido.
OBSERVAÇÕES
Se houver dificuldade do cliente em projetar em um futuro a
morte, pode aplicar a ferramenta como se ele tivesse a
interrupção da vida naquele momento.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Algumas perguntas para o cliente:
O que eu fiz?
O que eu deixei?
Como eu agi?
Quantas pessoas ajudei?
Quantas pessoas poderia ter ajudado e não fiz?
Papel e caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
E importante criar um clima de passagem para lançar a
proposta de realização dessa ferramenta já que,
dependendo da condição/ situação ou crenças do cliente,
pode ser muito mobilizadora ou ainda inviabilizar seu uso.
A pergunta principal é:
o que ficará quando você se for?
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Essa ferramenta poderá ser usada tanto em tempo
presente (avaliação) quanto em relação ao futuro
(planejamento):
a. Presente: quando a(o) aplicadora(o) pedir para que seja
construído epitáfio hoje (com a interrupção da vida), o
convite é de avaliação do que foi feito até aqui.
temperamento, humor etc.);
B. O(a) aplicador(a) deve fazer o registro de como cada par
ver outro (como meu par me vê?);
C.Após, questionar como a pessoa se vê (como eu me
vejo?).
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Para família, também pode ser usada, pedindo para que
eles escolham quem apresentar. Isso pode ser um indício
de afinidades relacionais ou do grau de intimidade entre
alguns membros da família.
OBSERVAÇÕES
É uma ferramenta clínica, porém adaptável a outros
contextos. Pode Aplicável no início do processo de
vinculação:utilizado como tarefa terapêutica (para ser feito
em Pode-se articular a essa ferramenta a história do casal
solicitando que eles apresentem como se conheceram até
o ser casa) momento atual;
O que foi a minha vida?
Tornar-se casal e/ou famílias
Biografia Cruzada
OBJETIVOS
Conhecer cada membro do casal a partir da perspectiva do
outro o que cada par escolhe falar de si e do outro para
par;
MATERIAL NECESSÁRIO
Registro em Papel (ver modelo).
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. O profissional deve se apresentar e pedir que eles
apresentem um ao outro, destacando questões
sociodemográficas (idade, profissão, família de origem etc.)
até questões comportamentais (personalidade,
FERRAMENTAS
Comunicação usando os sentidos
OBJETIVOS
Explorar outras formas de comunicação de emoções,
sentimentos, pensamentos ou ações usando os diferentes
sentidos (visão, audição, tato, paladar, olfato); • Identificar
padrões comunicacionais e formas de remodelá-los.
MATERIAL NECESSÁRIO
Espaço adequado.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Estimular a conexão do casal através dos sentidos,
exemplo: fiquem se olhando por um determinado período
de tempo ou o seu par vai lhe contar algo intimo você deve
ouvir atentamente e vice-versa. Após a exploração
sensorial, questionar sobre o que sentiu, o que pensou etc.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
PERGUNTAS NORTEADORAS
Peço que vocês apresentam um ao outro. Como você
sentiu a forma como ela te apresentou? O que você
acrescenta?
Verificar futuras
Biografia Cruzada
DATA DA APLICAÇÃO
(NOME DO PAR 2)
Como eu me vejo?
NOME DO CASAL:
(NOME DO PAR 1)
Como eu me vejo?
Como meu par me vê?
FERRAMENTAS
O casal/família frente a si mesmo
OBJETIVOS
Identificar padrões relacionais.
MATERIAL NECESSÁRIO
Registro em Papel (ver modelo).
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar que o sistema conjugal ou familiar se dirija até
um espelho que deve ser de altura igual ou superior a 2
metros;
B. Frente ao espelho, o sistema deve ficar em silêncio, em
contato com o que vêem;
C. Após, o(a) aplicador(a) explora a experiência individual e
sistemicamente.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode-se vendar os membros do casal ou família e pedir
que se toquem, acariciar partes do corpo ou rosto, bater
nas mãos ou em partes do corpo etc.
OBSERVAÇÕES
Pode-se pedir para o casal refazer, após a exploração
verbal, com modificações do que eles perceberam na
primeira ocasião;
Caso sejam deflagrados conflitos ou agressividade, o
terapeuta ou profissional pode mediar ou até dar consignas
mais delimitadas, evitando-os. A orientação é que
conduzam de formalúdica, não violenta;
Caso alguém corra risco de se machucar ou ser
machucado,suspender e conversar sobre.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Na exploração verbal, buscar fazer perguntas para que o
casal amplie a experiência, dizendo o que sentiu, possíveis
desconfortos, confortos e o que poderia fazer diferente.
Proporcionar a reconexão do casal ou família com
momentos importantes da vida;
Possibilitar a reconexão através de afetos positivos vividos
em diferentes momentos da vida do sistema.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis de cor.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Pedir que cada membro relembre um momento importante
da vida como casal ou família;
Escrever ou representar por desenho esse momento:
Partilhar as memórias (produções).
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
Você pode colocar um membro frente ao outro, pedindo
que reconheça características que lhe são familiares e,
também, as diferenças (o outro como meu reflexo).
OBSERVAÇÕES
É uma ferramenta que exige vínculo entre o profissional e o
casal/ família, com isso, não indico aplicar nos primeiros
encontros.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Explorar como cada membro se sente ao se vê e vendo o
sistema:
Como você se vê? Como vê seu par? O que vê do
casal/família? Como se sente?
Recordar é (re)viver
OBJETIVOS
FERRAMENTAS
MATERIAL NECESSÁRIO
Recortes de revistas, cartolina, cola, lápis de cor.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Escolham diferentes e variados recortes e montem a
história de vocês como casal ou família;
B. A produção deve ser feita a muitas mãos, com isso,
vocês devem entrar em consenso quanto ao que irão
montar;
C. Expor a produção e falar sobre ela.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Caso seja família, pode-se usar o recurso da árvore
genealógica ou do genograma com auxílio do terapeuta na
sua construção; Pode-se pedir que as pessoas construam
suas histórias já trazendo mudanças possíveis ou cursos
diferentes da história;
As histórias podem ser produzidas individualmente, depois
se compara e conversa a respeito, produzindo ou não uma
história única;
OBSERVAÇÕES
As produções podem ser presenteadas para um membro
da família ou do casal e o aplicador deve orientar para que
ele cuide, fixando em algum lugar para que lembre sempre
que precisar;
Os participantes não devem interpretar as produções, a ser
que seja de interesse para o trabalho clínico ou objetivo da
tarefa.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica.
Histórias sobre a origem do casal / família
OBJETIVOS
Buscar memórias das histórias familiares através de
determinados membros, geralmente as primeiras gerações;
Casal na sua origem;Conhecer mais sobre a família ou
rememorar o que ligou o Transformar a forma de ver e
entender o casal ou família.
Buscar memórias das histórias familiares através de
determinados membros, geralmente as primeiras
gerações; Conhecer mais sobre a família ou rememorar o
que ligou o casal na sua origem;
Transformar a forma de ver e entender o casal ou família.
MATERIAL NECESSÁRIO
Recortes de revistas, cartolina, cola, lápis de cor.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Escolham diferentes e variados recortes e montem a
história de vocês como casal ou família;
B. A produção deve ser feita a muitas mãos, com isso,
vocês devem entrar em consenso quanto ao que irão
montar;
C. Expor a produção e falar sobre ela.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode-se lançar mão do uso de fotos, pedindo que cada
membro do casal ou da família escolha uma foto marcante
ou que juntos escolham fotos que contem a sua história
como casal ou família.
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Explorar detalhes da produção conjunta:
Como foi fazer?
O que dificultou? O que facilitou? O que modificaram na
história?
Como se sentiram, produzindo?
Histórias sobre a origem do casal / família
OBJETIVOS
Como foi fazer?
O que dificultou? O que facilitou?
O que modificaram na história? • Como se sentiram,
produzindo?
Troca de papeis ou dança das cadeiras
OBJETIVOS
Desenvolver empatia;
Mudar de papel para sentir, pensar e/ou agir como o outro.
MATERIAL NECESSÁRIO
Espaço adequado e cadeiras.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Caso seja família, pode-se usar o recurso da árvore
genealógica ou do genograma com auxílio do terapeuta na
sua construção; Pode-se pedir que as pessoas construam
suas histórias já trazendo mudanças possíveis ou cursos
diferentes da história;
As histórias podem ser produzidas individualmente, depois
se compara e conversa a respeito, produzindo ou não uma
história única;
Pode-se lançar mão do uso de fotos, pedindo que cada
membro do casal ou da família escolha uma foto marcante
ou que juntos escolham fotos que contem a sua história
como casal ou família.
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Explorar detalhes da produção conjunta:
FERRAMENTAS
Como você sente quando ele age assim com você?
O que você pensa quando ele fala nesse tom com
você? (Circular perguntas para que os membros do casal
ou da família possam se colocar no lugar do outro).
Planos conjugais / familiares
OBJETIVOS
Proporcionar ao sistema uma reflexão do que querem para
o futuro e como podem planejar agora; Possibilitar acesso
a padrões disfuncionais e possibilitar novas aprendizagens
para atingir esses planos.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel, lápis ou caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Tracem como querem estar num prazo de dois, cinco,
10 e 20 anos;
Colocar um frente ao outro (cadeiras em posições
opostas): Narrar a situação-problema (fato) e pedir que
representem; Pedir que quem provocou a situação troque
de lugar com quem sofreu a situação e reproduzam o que
aconteceu como o outro agiu;
Explorar sentimentos e emoções e funcionamento do casal
ou família.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode-se usar com família, em pares, em caso de número
ímpar, revezar os membros.
OBSERVAÇÕES
Na troca de papéis, o(a) aplicador(a) deve estar atento
para que a pessoa reproduza o mais fielmente possível o
comportamento do outro;
A pessoa imitada não pode interferir.
PERGUNTAS NORTEADORAS
de vínculo,indico ter adequação ao momento de
propor esse exercício. Casais em processo de
separação, também podem planejar e manejar decisões
futuras dos efeitos pós-separação.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica.
PLANOS CONJUGAIS / FAMILIARES
DATA DA APLICAÇÃO
MAPA TEMPORAL
O que planejamos para nós em...
Dois anos
Cinco anos
NOMES:
B. Dividam a folha de papel em quatro quadrantes, sendo
cada um pertencente a um período e planejem o que
desejam e como querem estar em cada tempo;
C. Após, preencham o quadro do como pretendemos
atingir esses planos? (em anexo)
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Quando o sistema for familiar, ficar atenta ao momento do
ciclo de vida, se estão em fase de aquisição ou fase tardia.
Isso exigirá que o profissional ajuste os eixos temporais.
OBSERVAÇÕES
Verificar a presença ou ausência de planos e auxiliar o
casal a trabalharem, juntos, para atingir as metas;
Evitar sonhos inatingíveis ou fantasiosos feitos pelo casal;
O(a) aplicador(a) pode acompanhar o mapa ao longo do
tempo e, nos tempos a longo prazo, pedir
comprometimento das pessoas; Importante trabalhar,
também, planos individuais. Após isso, pedir que eles
conversem no casal e, depois, façam um Para casais em
planejamento do casal; crise e em processo de construção
FERRAMENTAS
PRAZO FINAL:
REALIZADO EM
STATUS
PRAZOS
PLANO:
PASSOS PARA EFETIVAR O PLANO
PRAZO FINAL:
REALIZADO EM
STATUS
PRAZOS
PLANO:
PASSOS PARA EFETIVAR O PLANO
Dez anos
Vinte anos
OBSERVAÇÕES DO APLICADOR:
Como pretendemos atingir esses planos?
PRAZO FINAL:
REALIZADO EM
STATUS
PRAZOS
MANO:
PASSOS PARA EFETIVAR O PLANO
RANO:
PASSOS PARA EFETIVAR O PLANO
A respeito da rotina de vocês como casal ou família,
liste:
A. O que você faz;
B. O que poderia ou gostaria de fazer: O que propor para
as tarefas serem mais justas;C.tarefas diárias gerais,delimitar as tarefas e
D.Após a listagem de pessoais com assinatura de
comprometimento (ver anexo)
Afixar em local visível.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Com famílias, pedir que os membros façam
individualmente (até como tarefa de casa) e conversem
junto com o profissional; Pode-se acrescentar a
representação de dias especiais (aniversários, feriados,
viagens etc.) e explorar.
OBSERVAÇÕES
PRAZO FINAL:
REALIZADO EM
STATUS
PRAZOS
A rotina nossa de cada santo dia
OBJETIVOS
Identificar regras para condução da rotina. • Possibilitar
ajustes para uma condução mais justa.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
FERRAMENTAS
QUI
SEX
SEG
SÁB
TAREFA DA SEMANA NO HORÁRIO
Manha
DOM
Tarde
Noite
MINHAS TAREFAS
EU ME COMPROMETO A REALIZAR AS MINHAS
TAREFAS DIÁRIAS, CASO NÃO SEJA POSSIVEL, DEVO
RENEGOCIAR COM AS PESSOAS DA MINHA CASA.
ASSINATURA
Ferramenta que permite uma conversa sobre os afazeres
domésticos ou cuidado com os filhos, ampliando a
possibilidade de reacordos;
Em caso de famílias com crianças, os adultos responsáveis
devem delimitar juntos ou fazer acordos com as
crianças,respeitando a idade;
Caso surjam conflitos, o profissional deve pedir que eles
foquem na resolução do problema, não no problema.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica.
A rotina nossa de cada santo dia
QUADRO DE TAREFAS GERAIS
TER
QUA
Linguagens de afeto ou emoções
OBJETIVOS
Perceber emoções do outro e mostrar o que sente de torna
segura;
Reconhecer sua linguagem emocional dominante.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel em branco e lápis de cor.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Um por vez deve assumir o centro e falar sobre algum
da pessoa da sua vida;
B. Os demais, em roda, vão registrar o nome sente em
relação à pessoa;
QUA
QUI
DIA DA SEMANA / HORÁRIO
Manhã
Tarde
SEG
TER
SEX
SÁB
DOM
Noite
FERRAMENTAS
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica.
Cabo de guerra
OBJETIVOS
Demonstrar a disputa pelo poder no casal ou família; a
levantar prós e contras de cada ponto de vista e estimular
uma decisão.
MATERIAL NECESSÁRIO
Corda, papel e caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A.Utilizando um pedaço de corda robusto, pedir para que o
casal segura cada ponta;
B. O(a) na aplicador(a) pede, então, que eles sejam um
tema de em qual se tem mais prós como forma de tomada
da decisão.
C. Partilhar os afetos e memórias afetivas com auxilio de
profissional através da fala ou registro artístico do afeto.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
É possível surgirem afetos negativos? Sim, o(a)
aplicador(a) deverá intervir para regular as emoções
pedindo que a pessoa pense o que faria ou o que não
tivesse mais essa emoção;
É possível aplicar a ferramenta apenas com afetos
positivos Sim, pedindo que simboliza o que têm de melhor
e dêem presente para o outro.
OBSERVAÇÕES
Exige envolvimento e compromisso das pessoas com a
tarefa. Pessoas mais envolvidas assumiram novos
caminhos; O(a) aplicador(a) deve estimular caso a pessoa
resista ou demonstre não saber, acolhendo, provocando ou
até pedindo pessoas mais flexíveis no sistema,ajuda de
outras;O(a) profissional deve estar ciente das possíveis
linguagens expressão de emoções, como contato físico,
verbal,de resolutivo etc.
PERGUNTAS NORTEADORAS
O que sentem ao se verem em lados opostos? O que você
defende é o que pensa ou é uma forma de atacar/se
defender do outro?
Cabo de guerra
PONTO A RESOLVER / TEMA CONFLITO:
Prós
Contras
DECISÃO:
Cartas de Propostas
OBJETIVOS
Auxiliar a pessoa a tomar consciência do que precisa
mudar individualmente; Facilitar ao casal trazer à tona
C. Cada par escreve argumentos prós (a favor da minha
opinião) e contras sua opinião acerca do conflito e vai
colocando os prós no seu lado da corda e os contras do
lado oposto;
D. Ao final, verificar a configuração que se formou e
conflito;
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode-se aplicar em famílias, pedindo que a própria família
eleja quem ficará em cada ponta do cabo de guerra,
seguindo as orientações acima.
OBSERVAÇÕES
Ola) aplicador(a) pode mostrar vantagens da existência de
posições diferentes nos grupos humanos, contudo ressaltar
a busca de acordos para resolução de problemas;
Caso o sistema entre numa escalada simétrica, em que
cada membro defende seu ponto de vista sem considerar o
do outro, o aplicador deve intervir, favorecendo diálogos.
FERRAMENTAS
Indica-se aplicar em famílias, separando em
subsistemas em crise como parental, fraternal,
conjugal.
OBSERVAÇÕES
O(a) profissional deve focar nas propostas de mudanças e
ajudar o casal a discutir o que não se dispõe a mudar.
PERGUNTAS NORTEADORAS
As interferências do(a) aplicador(a) devem seguir para que
os subsistemas cheguem a acordos para mudanças
efetivas, ao invés, de estimular que eles entrem num
processo de acusação e defesa.
Carta de propostas
O que quero que você modifique?
o que não irei modificar?
conflitos existentes, Propor novos acordos e fazer
combinados juntos.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis ou caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Cada um de vocês escreve, por ordem de prioridade, uma
lista respondendo aos itens abaixo:
A. o que quer mudar?
B. O que quer que o outro mude?
C. o que propõe mudar? que não vai mudar?
D. Após o exercício, eles devem ler um para facilitando a
comunicação e delimitando pontos o outro, com o aplicador
de compromisso com a mudança.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
FERRAMENTAS
B. Pedir que a pessoa que se sente culpada ou que
provocou alguma dor ao par, peça perdão de forma
genuína.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode-se aplicar em famílias, pedindo que a própria família
eleja quem ficará em cada ponta do cabo de guerra,
seguindo as orientações acima.
OBSERVAÇÕES
O terapeuta deve auxiliar para que a pessoa não utilize
advérbio, MAS na reparação já que pressupõe uma
desconstrução da proposta de buscar reparar o que
causou; Deve ser aplicada quando os membros do sistema
sentem que as mágoas estão dificultando o processo ou
quando há disponibilidade para perdoar.
PERGUNTAS NORTEADORAS
A consigna é: Desculpe-me por... (a pessoa que se sente
culpada deve falar de forma que sente o que diz e quem
recebe o pedido de reparação deve ter amorosidade de
O que posso modificar?
o que te proponho?
Por fim, me comprometo a mudar…
Perdoe-me (mas...)
OBJETIVOS
Reparar mágoas ou emoções negativas causadas ao outro,
Libertar-se e liberar o outro de culpas do passado.
MATERIAL NECESSÁRIO
Folha dobrada com as frases "eu te/me perdôo e"eu sinto
muito pelo que te causei.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A.Pedir que a pessoa que se sente culpada ou que foi
vitima de alguma situação dolorosa abra o papel e se diga,
como um mantra, a frase muitas vezes ao dia (individual).
individualmente;sexuais
B. Agora, você explora suas satisfações e insatisfações no
ato sexual (considerar preliminares) e escreverá como
forma de comunicar ao seu par;
C. Após isso, entregue ou leia para seu parceiro o que
escreveu
D. Pensam em outras formas de estarem juntos
sexualmente, se afastando das insatisfações.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Para casais sem atividade sexual há longo tempo, sugerir
exercícios sensuais, proibindo penetração. A ideia é
estimular a exploração do contato corporal e de zonas
erógenas anteriormente ao sexo genital.
OBSERVAÇÕES
Esse exercício pode ser feito como tarefa para casa.
Utilizar essa ferramenta quando já construído vínculo como
casal.
perdoar, pondo um ponto final naquele tema).
Caso não cumpram, perguntar do que pode acontecer caso
eles perdoem ou peçam perdão pelo que causaram. É uma
forma de explorar os impasses que dificultam o andamento
do trabalho.
Como anda a nossa sexualidade?
OBJETIVOS
Comunicar desejos e/ou sensações antes, durante e
depois Intimidade sexual; Auxiliar na reconstrução da
intimidade do casal.
MATERIAL NECESSÁRIOPapel, caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Vocês irão rememorar cenas intimas sensuais e
FERRAMENTAS
RIA
Se eu te perder...
OBJETIVOS
Simular possíveis consequências da separação ou perdão .
Conectar-se com a importância do outro na vida, par ou
membro da família;
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e caneta,
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Pense e escreva em papéis separados o nome ou
relação que tenha com três pessoas que você sente que
são importantes para você;
B. Agora, disponibilize os papéis;
PERGUNTAS NORTEADORAS
O(a) aplicador(a) deve estimular o casal após a exposição
das insatisfações propondo questões como:
O que posso fazer para que você se sinta mais à vontade
comigo?
O que você gostaria que fizesse para que você tenha mais
prazer?
Nossa intimidade sexual
Não sinto tesão quando você...
NOME:
sinto tesão quando você...
O QUE VAMOS MANTER?
O QUE PODEMOS MELHORAR?
FERRAMENTAS
Pode ser feito com uso de objetos-símbolo para o
casal e simular a separação, como retirar as alianças.
Se o casal decidir pela separação, estimular transformar as
alianças em outro objeto como símbolo do momento atual.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Algumas perguntas-estímulo: O que você gostaria de dizer,
ao se despedir do seu par? Conecte-se com a separação e
diga como imagina estar sem ela de forma saudável.
Conecte-se com a separação e diga tudo que precisa dizer
para que seja útil para todos.
O que fazer quando nas
Muro das mágoas
OBJETIVOS
Auxiliar o casal ou família a reconhecer, individualmente,
mágoas que foram se acumulando.
C. O(a) aplicador(a) retirar um dos papéis, simulando a
perda aquela pessoa.
D. Explorar como cada pessoa se sente ao perder ou se
ver sem daquela pessoa;
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Para casais, o(a) aplicador(a) deve orientar que se
conectem com a possibilidade de perder seu par e
escrevam o que pensam ou sentem;
A escrita pode ser em forma de carta a ser entregue ao
par, em que se ressalta "a falta que você faz na minha
vida....
OBSERVAÇÕES
Pode ser aplicado em encontro individual;
Pode ser adaptada para perdas por morte, estimulando a
escrita de carta para a pessoa ausente, com indicação de
queimar e enterrar as cinzas após;
Pode ser feito com uso de objetos-símbolo para o
casal e simular a separação, como retirar as alianças.
Se o casal decidir pela separação, estimular transformar as
alianças em outro objeto como símbolo do momento atual.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Algumas perguntas-estímulo: O que você gostaria de dizer,
ao se despedir do seu par? Conecte-se com a separação e
diga como imagina estar sem ela de forma saudável.
Conecte-se com a separação e diga tudo que precisa dizer
para que seja útil para todos.
O que fazer quando nas
Muro das mágoas
OBJETIVOS
Auxiliar o casal ou família a reconhecer, individualmente,
mágoas que foram se acumulando.
C. O(a) aplicador(a) retirar um dos papéis, simulando a
perda aquela pessoa.
D. Explorar como cada pessoa se sente ao perder ou se
ver sem daquela pessoa;
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Para casais, o(a) aplicador(a) deve orientar que se
conectem com a possibilidade de perder seu par e
escrevam o que pensam ou sentem;
A escrita pode ser em forma de carta a ser entregue ao
par, em que se ressalta "a falta que você faz na minha
vida....
OBSERVAÇÕES
Pode ser aplicado em encontro individual;
Pode ser adaptada para perdas por morte, estimulando a
escrita de carta para a pessoa ausente, com indicação de
queimar e enterrar as cinzas após;
Há necessidade de ver o desenho ou a lista de
mágoas?
Não. Caso aconteça, que haja a mediação para que o
casal possa conversar sobre e poder reparar. Trazer à tona
verbalmente as mágoas só atualiza dores e se fortalecem
mais mágoas.
É um ritual para pôr fim às mágoas, por isso, o casal deve
se comprometer em não ter acesso ao material do par.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Pergunta-chave para execução da ferramenta:
Vocês estão decididos a deixar o passado de mágoas para
trás e assumir novas formas de relação?
Caso não estejam prontos, não é o momento de aplicar.
Caso eles digam que sim e, no processo, percebem que
não pare a condução e conversem sobre.
Estimular ações para que essas mágoas sejam criadas, no
sistema, para que se desprende do passado e se lancem
para o futuro.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e lápis de cor.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Caixas de palitos de fósforos grandes,mágoas em relação
ao outro em forma de construção de obstáculo (uso das
caixas); A. Simbolizar as caixas;
B. Simbolizar por desenho as mágoas ou listá-las em
papel;
C.Queimar, em forma de ritual, as folhas com os desenhos
destruir, juntos, o muro das mágoas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Possibilidade de usar o recurso das caixas ou dos
desenhos.
OBSERVAÇÕES FERRAMENTAS
Caso haja resistência do casal, não é o momento da
tarefa. Eles podem entender como espaço
para reclamações e queixas das necessidades do outro ou
aparecerem injustiças relacionais. Caso isso aconteça, o(a)
profissional deve orientar que o casal se desprenda de si
para atender, genuinamente, o par. Pode ser aplicado
individualmente, especialmente, para pessoas que têm
dificuldade de sinalizar necessidades.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais são as suas principais necessidades emocionais
nessa relação?
Quais são as suas principais necessidades práticas nessa
relação? O que você precisa que ele(a) faça para que você
se sinta mais satisfeito(a) ?
Jogos corporais
OBJETIVOS
Identificar padrões relacionais;
Escala de necessidades
OBJETIVOS
Explorar, individualmente, as necessidades de cada
membro, Estimular possibilidades do par escutar essas
necessidades oportunizar atendê-las,
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Pedir para que cada membro do sistema conjugal ou
familiar liste cinco necessidades pessoais mais prioritárias;
B. Os demais membros devem escutar e buscar formas de
atender às necessidades.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Uma variação interessante para casais como forma de ver
confiança e entrega, é o cego e guia em que um par fecha
os olhos e o outro guia pela sala; Com o corpo, pedir que
eles representem o momento atual;
Com ser utilizado em famílias como forma de apresentação
do que pensam ou sentem:
Represente, utilizando o corpo, a emoção mais forte em
relação a sua família. Represente, com o corpo,o que
gostaria de dizer, mas não teve coragem;
Aqui a pessoa foco pode se dirigir a um membro da família,
em específico.
Jogos corporais
OBJETIVOS
Identificar padrões relacionais;
Leituras não verbais de comportamentos emoções dos
Leituras não verbais de comportamentos emoções dos
membros envolvidos.
MATERIAL NECESSÁRIO
Espaço adequado.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Pedir para que as pessoas
B. Deixar as pessoas livres para que se comportem e
observar por casal esteja em contato joelhos curvados;
_____.......____
cerca de 1 a 5 minutos;
C .Pedir para que cada par fale das suas sensações ainda
em costas/costas com contato com o outro;
D. Pedir que encontrem uma forma mais saudável de
estarem em contato;
E. Partilhar impressões e ou sensações.
membros envolvidos.
OBSERVAÇÕES
O(a) aplicador(a) deve assumir o lugar de um dos membro
se pedir que a pessoa que foi substituída olhe o que foi
formado e volte à posição;
O(a) aplicador(a) deve propor a atividade de forma leve e
lúdica: Em caso de não aceitação, estimular, respeitar,
porém todos participem 3;
Respeitar as diferentes manifestações, sem julgamentos.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Orientar que as pessoas questionem:
O que posso fazer para que você se sinta mais à vontade
comigo?
Ritos Organizadores
OBJETIVOS
Identificar os rituais que estão presentes no
casal ou família; Representar simbolicamente os rituais
mais marcantes, função e importância para o sistema.MATERIAL NECESSÁRIO
Papel, caneta ou lápis, lápis de cor.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Liste dois a cinco rituais presentes na sua família ou
relação conjugal;
B. Escreva ou represente-os no papel.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode-se solicitar que foquem nos rituais de família de
origem ou atual da pessoa.
OBSERVAÇÕES
FERRAMENTAS
Pode ser utilizado como recurso de acesso às emoções
das pessoas dos sistemas; Atenção ao propósito de uso
dessa ferramenta para que seja útil ao cliente.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica.
Família/casal terapêutica(o)
OBJETIVOS
Conhecer o casal ou família em termos de estrutura e
funcionamento.
MATERIAL NECESSÁRIO
Bonecos da família terapêutica.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Você está diante de uma família terapêutica;
B. Represente como você vê essa família, casal
utilizando os bonecos.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Podem-se fazer adaptações ao material, ajustando às
necessidades específicas da família ou casal em questão.
Por exemplo, utilizando ou construindo bonecos com
necessidades especiais, gestantes,animais etc.
OBSERVAÇÕES
Para trabalhar a parentalidade em casais, incluir bonecos
que representem os filhos. objetos
O(a) aplicador(a) orienta que eles podem utilizar
simbólicos, desenhos ou metáforas que representem o
sistema.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Após a primeira exploração e representação do casal ou
família,explorar:
Como cada membro desse casal se sente nessa cena?
O que poderia fazer diferente para saírem da situação
em que estão?
Posição de cada um dos membros na cena
representada,função e maneira de manter a crise ou
conflito (como cada uma dessas pessoas está
representada? O que faz na cena?
Ajuda ou atrapalha? Como?). Outras possibilidades de
enxergar o sistema (de que outra forma você poderia vê-
los?).
Mapa de ganhos e riscos
OBJETIVOS
Trazer maior consciência das possíveis razões para
dificultar a realização de mudanças (riscos);
Identificar ganhos com a manutenção ou modificação da
situação-problema;
Prevenir a implementação de mudanças que
tragam crise para as relações.
MATERIAL NECESSÁRIO
Papel e caneta.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Pergunte aos membros da sua família ou seu par os
riscos que traz para a relação caso você mude seu
comportamento-problema;
B. Liste os ganhos que você tem com a manutenção e
modificação desse problema na sua relação ou na família
(registre no mapa de riscos e ganhos - em anexo);
Feito isso, questionar quais conclusões ou caminhos novos
o casal ou família pode delimitar.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Em caso das pessoas não identificarem ou não
conseguirem repertório por questões emocionais,
mantenha a tarefa, estimulando outras possibilidades como
o que pensa do comportamento das pessoas caso assuma
a mudança.
OBSERVAÇÕES
No trabalho clínico, pode-se pedir como tarefa para casa.
Pode-se fazer em encontros individuais.
Não opte por esse recurso, caso exponha o cliente a
riscos.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Fazer questões que possam estimular pessoas que não
conseguem enxergar ganhos ou riscos.
Mapa de ganhos e riscos
Que riscos mudança?
FERRAMENTAS
Comportamento corro com a problema
Nome da pessoa
Que ganhos teria com a mudança?
Quais conclusões eu tiro desse mapa?
Envelhescência
Linha da Vida
OBJETIVOS
Acessar memórias afetivas e projetar o futuro (objetivos /
metas)
MATERIAL NECESSÁRIO
1 folha de papel A3; Folhas de Papel A4; 1 régua; Lápis,
canetas coloridas ou hidrocor; Etiquetas de controle
coloridas (ao menos 2 cores).
FERRAMENTAS
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Prepare na folha uma linha cronológica, dividindo-a a
cada 10 anos, desde pouco antes do nascimento do
indivíduo, marcando a data atual e anos futuros. Convide-o
a construir um mapa histórico da vida, destacando eventos
que ele julgue importantes, atribuindo a estes
características negativas ou positivas (que deverão ser
assinalados pelas etiquetas amarelas e vermelhas, por
exemplo);
B. Para iniciar de forma menos estruturada, durante a
propositura da atividade, poderás ler ou declamar o poema
"A Linha Assanhada", de Carlos Jorge (em anexo) e
solicitar que ele contextualize o poema em relação à sua
própria história de vida. À medida que for trazendo os fatos,
já poderão marcar na linha cronológica com a etiqueta da
cor escolhida. Além de marcar, poderá escrever
brevemente o evento. À parte, pode se pontuar a data
aproximada, descrevendo em pormenores se convier, o
ocorrido.
C. Inquirir também quanto ao momento atual, solicitando
uma avaliação dos aspectos gerais, como relacionamentos,
saúde entre outros (sugere-se uso da ferramenta
Gráfico para Ação). Etiquetas de controle
coloridas (ao menos 2 cores).
D. Refletir em seguida quais as metas seguintes e pontos
de investimento de atenção para que estas sejam
alcançadas. Aqui poderão ser utilizadas etiquetas azuis
para pontuar os objetivos e verdes para sinalizar os passos
a seguir, Refletir junto ao cliente sobre a importância de
sua ação para a realização destes e, quando não for
possível, quais as estratégias que comporão o seu
repertório.
Linha da Vida
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A. depender do grau de escolarização ou de outros fatores,
o individuo poderá ter dificuldade em assimilar a metáfora.
Sugere se que o facilitador/terapeuta reflita junto com ele.
Nesse caso ou ainda em aplicação de contexto grupal,
pode-se utilizar das artes plásticas para fazer essa
analogia, como colagem com barbante colorido.
OBSERVAÇÕES
Em um mesmo ano ou tempo histórico pode haver eventos
positivos ou negativos. O mesmo evento pode ter essas
duas características;
A construção da linha não precisa seguir uma lógica
cronológica, uma vez que inclusive o funcionamento
psíquico não ocorre nesse sentido.
Se em um processo terapêutico, esse instrumento poderá
ser revisitado a cada evento novo apresentado, ao fim de
cada sessão, podendo ser entregue no fim dos
atendimentos tanto a linha histórica quanto os demais
matérias produzidos na construção desta;
Sugere-se que para atividades grupais haja um manejo
para evitar maior aprofundamento em pontos de
vulnerabilidade, focando as potencialidades e redes de
apoio. Em contexto de aposentadoria, focar aspectos
relacionados ao trabalho.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Como podes descrever a linha da sua vida?
Como está a linha agora?
Se você fosse uma linha assanhada, o que gostaria de ser
de Pensando que essa linha é contínua e que você pode
direcionar, agora em diante? a partir de agora, quais
pontos você precisa melhorar?
Linha da Vida
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A depender do grau de escolarização ou de outros fatores,
o individuo poderá ter dificuldade em assimilar a metáfora.
Sugere se que o facilitador/terapeuta reflita junto com ele.
Nesse caso ou ainda em aplicação de contexto grupal,
pode-se utilizar das artes plásticas para fazer essa
analogia, como colagem com barbante colorido.
OBSERVAÇÕES
Em um mesmo ano ou tempo histórico pode haver eventos
positivos ou negativos. O mesmo evento pode ter essas
duas características;
A construção da linha não precisa seguir uma lógica
cronológica, uma vez que inclusive o funcionamento
psíquico não ocorre nesse sentido.
Se em um processo terapêutico, esse instrumento poderá
ser revisitado a cada evento novo apresentado, ao fim de
cada sessão, podendo ser entregue no fim dos
atendimentos tanto a linha histórica quanto os demais
matérias produzidos na construção desta;
Sugere-se que para atividades grupais haja um manejo
para evitar maior aprofundamento em pontos de
vulnerabilidade, focando as potencialidades e redes de
apoio. Focar em
aspectos relacionados em contexto de aposentadoria, ao
trabalho.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Como podes descrever a linha da sua vida?
Como está a linha agora? Se você fosse uma linha
assanhada, o que gostaria de ser de Pensando que essa
linha é contínuae que você pode direcionar, agora em
diante?
A partir de agora, quais pontos você precisa melhorar?
A LINHA ASSANHADA (CARLOS JORGE)
Era uma linha assanhada. Era tudo e quase nada.
Era um retângulo um quadrado, um círculo
ou um triângulo
Era torta,
reta ou curva.
Nada sabia de geometria. Mas geometrava como ninguém.
Um dia, virou cubo se atrapalhou e quase virou tubo.
Inventava e desinventava formas.
FERRAMENTAS
Outro dia foi montanha
se desmanchou e virou céu.
Se cansou e virou mar, se aborreceu e virou sol.
Reta,
curva,
torta e quase certa. certo dia virou homem.
Não gostou e virou bicho, enrolou e se enroscou.
Se contorceu para endireitar, se engasgou para consertar e
embaraçou.
Virou um tanto de coisas grandes e miúdas. Acertou e
desacertou.
Rolou pra lá e rolou pra cá.
Virou ponto e sossegou.
Meu Plano de Ação
OBJETIVOS
Construção do plano de Ação da Intervenção
Psicoterapêutica
Psicossocial
MATERIAL NECESSÁRIO
3 tiras de EVA (10cmX1cm) Azul; 3 tiras de EVA (10cmX1
cm) Vermelho; Cola Líquida; Tesoura; Régua; Caneta
Permanente; Gráficos impressos ou construídos com ajuda
de régua;3 tiras de EVA (10cmX1 cm) Verde; 3 tiras de
EVA (10cmX1cm) Amarelo;
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Explicar que cada cor refere a uma esfera da vida,
subdividas em três dimensões a serem avaliadas
separadamente: Vida Pessoal (Saúde e Disposição, Estado
Emocional, Alimentação), Qualidade de vida
(Diversão/Lazer, Plenitude e Felicidade, Espiritualidade),
Relacionamentos (Amor Próprio, Familiar, Social) e
Capacidade Funcional (Senso de Autonomia, Senso
de dependência, Propósito de Vida);
B. Questionar o nível de satisfação em cada
dimensão,pontuando de 0 a 10. Cortar a tira de EVA
conforme a classificação dada e escrever nela a pontuação
e descrição. Por exemplo, se considerou que na esfera
relacionamentos, a dimensão "amor próprio" tem
pontuação igual a oito, deverá medir 8 cm, cortar 1 tira na
cor escolhida para representar a esfera relacionamentos,
escrever "Amor Próprio" e "8 pontos". Repetir até que todos
os itens sejam avaliados. Os itens poderão ser
substituídos, caso não se aplique ou tenha algum mais
adequado.
C. Analisando os itens anteriores, identificar quais
dimensões deverão ser foco de atenção neste momento,
discutir com o cliente se há uma esfera que ele julgue
prioritária. Classificá-las de 1 a 12, escolhendo as cinco
principais para intervenção mais imediata. Poderá ainda
analisar os três últimos itens elencados, avaliando de que
forma impactam o bem estar do idoso. Considerar, pois a
importância do equilíbrio entre todas as áreas.
D. O(a) facilitador(a) deverá estar atento às verbalizações
do cliente/paciente em cada dimensão, e, julgando
relevante, por à mesa para reflexão.
Meu Plano de Ação
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Usar gráficos impressos e utilizar lápis de cor para pontuar
cada quesito.
OBSERVAÇÕES
Essa ferramenta tem base na Roda da vida, muito utilizada
para autoconhecimento, mas foi formulada incluindo
dimensões fundamentais nesta etapa da vida,
especificamente na esfera Capacidade Funcional. Sua
disposição também foi pensada para facilitar o
entendimento da mesma e propor uma construção conjunta
com o terapeuta.
FERRAMENTAS
Nos quesitos referentes à capacidade funcional, verificar se
uma pontuação baixa será considerada positiva ou
negativa. Sugere-se ter tiras de EVA extras de cada cor,
em caso de erro ou reavaliação do quesito.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Das esferas 'Relacionamentos', 'Qualidade de Vida',
Pessoal' e Capacidade Funcional, qual é mais importante
pra você? Analisando o gráfico anterior, quais dimensões
precisam de ação com urgência? Você pode colocar nesse
outro gráfico?
Cada
Amor próprio
autonomia
propósito
emocional
intelectual
plenitude
social
espiritualidade
dependência
lazer
familiar
Saúde
Mapa de Fragilidades
OBJETIVOS
Identificar fragilidades e monitorar o avanço de doenças
MATERIAL NECESSÁRIO
FERRAMENTAS
Questionário de Fragilidades (em anexo)
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A.Indica-se a aplicação desde o primeiro encontro, em
especial para idosos de idade avançada. Se for possível,
perguntar pessoa idosa a ocorrência ou não desses sinais,
caso o mesmo esteja impossibilitado, ainda que
momentaneamente, rastrear junto a familiares e cuidadores
do mesmo,
B. Analisar os dados encontrados de forma a questionar se
sobre a necessidade de encaminhamento para outras
especialidades;
C. Monitorar periodicamente para verificar avanço dos
sintomas ali instalados.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
não se aplica
OBSERVAÇÕES
Essa ferramenta não tem objetivo diagnóstico,
mas poderá refletir alguns indícios de pontos
frágeis na saúde e bem estar do idoso, uma vez que
considera o contexto domiciliar, condições de saúde,
alterações físicas, fisiológicas e comportamentais e
dificuldades nas atividades da vida diária.
PERGUNTAS NORTEADORAS
não se aplica
Mapa de fragilidades
DATA DA AVALIAÇÃO:
Um ponto para cada resposta afirmativa, obtendo a
pontuação geral com o somatório.
Só maior de 80 anos
Só com 60 anos ou mais
Patologias (05 ou mais diagnósticos)
Farmacologia (05 ou mais fármacos)
Mobilidade total ou parcial
Redução do condicionamento físico
Cardiorrespiratório limitante
Incontinência urinária ou fecal
Distúrbios da marcha ou queda de repetição
Síndrome demencial, depressão, delirium
Histórico de internações recentes
Dependência para atividades básicas, como tomar banho,
se alimentar ou vestir
Insuficiência familiar
Conflito familiar
Idoso institucionalizado ou em vulnerabilidade social
Idoso em situação de violência Subnutrição
ou emagrecimento significativo não intencional
Acessibilidade insuficiente: surdez ou cegueira total ou
parcial
Autopercepção negativa
Isolamento social
Alterações comportamentais
PONTUAÇÃO GERAL
Análise da situação atual e evolução (assinar e carimbar)
Modelando uma Nova Mulher
OBJETIVOS
Ressignificar as mudanças na menopausa /
envelhecimento da mulher
FERRAMENTAS
MATERIAL NECESSÁRIO
Água; Corante (opcional); Vasilha plástica: Folha de
transparência;
Farinha de trigo;
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Iniciar fazendo breve explanação sobre a modelagem e
técnicas projetivas, enquanto mistura farinha de trigo e
água para obter uma massa homogênea. O(a) facilitador(a)
poderá iniciar e pedir que o cliente aprimore à sua maneira,
deixando-a no ponto de massa de modelar.
B. Solicitar que a mesma construa uma boneca que a
represente nesse momento, enquanto discutem as
transformações e desafios impostos pela menopausa. Na
segunda rodada, construirá uma nova boneca, diferente da
anterior, podendo usar a mesma boneca já modelada
(nesse caso sugere-se o registro fotográfico). Nesse
momento refletirão sobre suas potencialidades e as
transformações necessárias para passar com êxito pela
menopausa, visando um envelhecimento mais saudável e
feliz.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Em grupo, dividir uma parte para cada pessoa e pedir que
manipulem. De tempos em tempos, deverão passar para
mão da colega ao lado. Solicitar que avaliem se houve
diferenças entre a que manuseava e as demais. Refletir
sobre como a sua percepção e seu manejo individual
modificam aquele produto, assim como pode ocorrer na
vivência da menopausa. Por fim, pedir que apresentem ao
grupo suas produções e as características Individuais
nesse processo de amadurecimento feminino.
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
Modelando uma Nova Mulher
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais as sensações ao manipular essa massa?
Quais as sensações ao manipular a massa da colega?
Igual ou diferente da sua?
As maiores dificuldades transformações na
menopausa?
Como tais desafios poderão ser desbancados?
Que mulher deseja se tornar?
Duas Faces da Moeda
OBJETIVOS
Trabalhar com o adoecimento limitante
MATERIAL NECESSÁRIO
3 folhas de ofício;
Post it;
Canetas ou hidrocor.
FERRAMENTASORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Iniciar a intervenção refletindo sobre o
lado bom das situações ruins, Sugere-se utilizar
metáforas, como dois lados de uma moeda. Pedir que o
cliente lembre um evento em sua história de vida que teve
um lado ruim, mas também pontos positivos a se marcar.
Usar aqui as perguntas norteadoras.
B. Em seguida, lhe apresentar três folhas que deverão
conter as seguintes frases:
"As coisas que aprendi após o/a "Depois do/a eu pude...",
"Depois do/a eu ganhei...",
C. Lance o desafio de encontrar, em sua vivência atual,
fatos que encaixem nestas frases. Escrever no post it e ir
adicionando a cada quadro. O psicólogo deverá estimular a
encontrar esses fatos e até pode dar pistas. É importante
que visualmente seja significativo o quadro construído.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Poderá ser utilizada desde pacientes acamados até
aqueles com pequenas incapacidades, desde o
atendimento individual ao grupal, como sala de espera ou
intervenções nos centros de convivência.
No grupo, abrir a primeira parte pra debate, nem todos
precisam falar, mas trarão vivências que poderão ser
referência para os demais participantes.
Duas Faces da Moeda
OBSERVAÇÕES
O espaço tracejado deverá ser substituído pela doença que
o acometeu (câncer ou diabetes, por exemplo). A postura
empática e rapport são fundamentais para a aplicação e
bom usufruto desta ferramenta.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Podes me descrever um evento que foi bom, mas trouxe
repercussões negativas em sua vida?
E o contrário? Você se recorda de situações que foram
negativas, à primeira vista, mas que também tiveram
aspectos positivos?
Antes e Depois de Você
OBJETIVOS
Trabalhar a temática da viuvez.
MATERIAL NECESSÁRIO
Equipamento de sonorização. 3 folhas de ofício A3;
Hidrocor e lápis de cor, Tesoura; Cola branca;Revistas;
Tintas; Pincéis.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Propor a construção de três cartazes. O primeiro deles
deve conter conteúdos referentes à vida de casado, desde
o inicio do relacionamento até o último encontro. O
segundo cartaz deverá apresentar a vida de solteiro (a) e o
último refletirá a vida após falecimento do cônjuge.
Poderão ser utilizados desenhos, o colagens, palavras
FERRAMENTAS
soltas, metáforas - o que lhe for interessante.
B. Diante dos cartazes, refletir sobre a transitoriedade das
coisas e pessoas e a sua própria, passando para um
rascunho de como será, e elencando coisas que gostaria
de fazer, habilidades a serem desenvolvidas, realizações,
dores a serem ressignificadas,etc. Essa etapa poderá ser
incluída no último cartaz.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
Caso o cliente se negue a criação de um ou mais cartaz,
suscitar debate quanto à representação subjetiva dessa
postura/reação.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Poderás citar eventos marcantes na vida do casal desde
quando se conheceram, quem tomou a iniciativa, pessoas
importantes, festas, dificuldades, momentos juntos, etc.?
Como era você antes de conhecer seu esposo/sua
esposa Como tem sido lidar com a ausência após a
morte? Quais sonhos você ainda precisa realizar?
Quais os desafios agora? Qual a lição pode tirar disso
tudo?
Reviver
OBJETIVOS
Perda de filhos ou de pais.
MATERIAL NECESSÁRIO
Folha de ofício (A4); Lápis de cor, giz de cera, hidrocor,
etc.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Aplicar o questionário, registrando a pontuação atribuída
a cada item. Cliente é situado quanto ao tema a ser
abordado na sessão, sendo lhe solicitando que avalie seu
grau de conforto em falar da experiência da perda,
atribuindo a nota de 0 a 10,sendo 10 o mais elevado índice
de bem estar.
B. Diante dos cartazes, refletir sobre a transitoriedade das
coisas e pessoas e a sua própria, passando para um
rascunho de como será, e elencando coisas que gostaria
de fazer, habilidades a serem desenvolvidas, realizações,
dores a serem ressignificadas, etc. Essa etapa poderá ser
incluída no último cartaz.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica
OBSERVAÇÕES
Caso o cliente se negue a criação de um ou mais cartaz,
suscitar debate quanto à representação subjetiva dessa
postura/reação.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Poderás citar eventos marcantes na vida do casal desde
quando se conheceram, quem tomou a iniciativa, pessoas
importantes, festas, dificuldades, momentos juntos,
etc.?
1- Qual seu grau de conforto em pensar sobre a morte
dessa pessoa? 2- Qual seu grau de conforto em falar sobre
a morte dessa pessoa?
3- Qual o momento mais difícil de recordar da perda?
4- Quais as sensações ao recordar?
B. Solicitar que o cliente projete na folha de papel ofício
todas as sensações desagradáveis, podendo verbalizar
suas sensações e pensamentos enquanto escreve. Em
seguida, pensar na pessoa em vida e responder aos
quesitos a seguir, novamente atribuindo a nota de 0 a 10:
1- Qual seu grau de conforto em pensar sobre sua
convivência essa pessoa?
2- Qual seu grau de conforto em falar sobre sua vida com
essa 3- Qual o momento mais feliz que recorda de ter
vivido com pessoa?
4- Quais as sensações ao recordar?
C. Essa recordação também deverá ser materializada
através da pintura, verbalizando suas impressões e
sentimentos em construir
D. Solicitar que o cliente escolha entre as duas obras e
simbolicamente queimar as sensações desagradáveis
relacionadas à morte do filho ou pai ou ainda do familiar
próximo
E. Também de forma simbólica entregar o desenho das
recordações da vida e questionar seu grau de conforto
carregando as melhores lembranças.
Reviver
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica
OBSERVAÇÕES
FERRAMENTAS
A técnica poderá ser repetida periodicamente para que
ele avalia seu grau de evolução ao lidar com o tema.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica.
Cara a Cara com a Aposentadoria
OBJETIVOS
Contextos de Aposentadoria
MATERIAL NECESSÁRIO
Mapa para aposentadoria (modelo sugerido em anexo)
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. A abertura da atividade deverá ser feita de modo a
estimular a interação e empatia, podendo ser utilizada uma
dinâmica vitalizadora. Em seguida, dispostos em círculo,
deverão expor suas impressões em torno da sua
aposentadoria.
Os demais integrantes do grupo deverão ser orientados a
pontuar se perceberem que o interlocutor prediz seu futuro
de forma negativa ou rotulada. Explicar ainda que o
objetivo desta intervenção é possibilitar que os integrantes
tenham novas e mais estruturadas percepções sobre o seu
processo de envelhecimento. Ciente disso, o interlocutor
poderá anotar os feedbacks dos demais colegas.
B. Num segundo momento, individualmente, deverão ser
orientados a se projetar no futuro, definindo uma missão
pós aposentadoria. Deverá ser orientado a determinar sua
missão levando em conta seu nível de prazer e satisfação
realizando tal feito. Em seguida, preencherá o gráfico
identificando fatores internos e externos que atualmente lhe
auxiliam ou atrapalham na realização desta missão.
C. Em dupla ou trio, deverão apresentar sua missão e a
análise das fragilidades e potencialidades por ele
diagnosticadas. Os colegas poderão sugerir novas
questões não pontuadas até então a fim de auxiliar ao
colega na sua realização pessoal. Cada um deverá ouvir as
proposições dos demais, anotar e avaliar em seguida se
acolhe ou não o que for sugerido.
D. Individualmente, vão pensar estratégias
para a realização da missão, com base no
que foi construído em grupo. Em seguida, deverá
estabelecer objetivos, descrevendo metas e prazo para sua
realização. Por fim, a ferramenta propõe a descrição de
sentimentos e comemoração ao atingir seus resultados. Tal
ferramenta deverá ser revisitada e alterada sempre que
surgirem novos insights e também para monitoramento das
metas.
E. Em grupo, deverão expor suas percepções em relação
atividade, se houve mudanças negativas ou positivas
relacionadas à aposentadoria. O facilitador deverá indicar
que, percebendomaiores dificuldades, o indivíduo poder
buscar apoio psicoterapêutico. Ainda sendo identificado
pelo facilitador algum mal-estar na execução da atividade,
deverá encaminhar o (os) participante(s) para atendimento.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Poderá ser utilizado no atendimento individual, desde que
realizando as adaptações necessárias, como solicitando
que o cliente construa com a família e traga na outra
sessão.
OBSERVAÇÕES
O tempo de realização deverá ser adequado ao número de
participantes e encontros possíveis
PERGUNTAS NORTEADORAS
Como será a sua aposentadoria? Como você a imagina?
Se pudesse fazer o que sempre quis, como viveria?
Alguém pode contribuir com esse colega? O quanto você
está comprometido com a sua missão?
Cara a cara com a aposentadoria
DATA DE REALIZAÇÃO:
NOME:
Feedbacks sobre minhas crenças:
Minha Missão:
Análise das forças
Na conquista do seu objetivo, o que ...
te ajuda?
FORÇAS
te atrapalha?
FRAGILIDADES
(Melhorar)
(Potencializar)
OPORTUNIDADES
FERRAMENTAS
DESAFIOS
(Acompanhar)
INSIGHTS ESTRATÉGICOS PARA REALIZAR SUA
MISSÃO:
(Eliminar)
NOME:
QUADRO DE OBJETIVOS (Metas e prazo)
PRAZO FINAL:
STATUS
PRAZOS
REALIZADO EM
OBJETIVO:
METAS
OBJETIVO:
METAS
PRAZO FINAL:
STATUS
PRAZOS
REALIZADO EM
OBJETIVO:
METAS
PRAZO FINAL:
STATUS
PRAZOS
REALIZADO EM
eliminar)
OBJETIVO:
METAS
PRAZO FINAL:
STATUS
PRAZOS
REALIZADO EM
FERRAMENTAS
Mito ou Verdade?
OBJETIVOS
Discutir Sexualidade e Envelhecimento
MATERIAL NECESSÁRIO
Cartas com frases míticas ou verdadeiras sobre a
sexualidade. 2 Placas por grupo (uma escrita MITO e outra
VERDADE),
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Dividir a turma em subgrupos de até cinco participantes.
Em cada rodada, um participante escolherá uma carta para
ser discutida no seu subgrupo e então decidirem se a frase
ali contida é mito ou verdade. A frase deverá ser lida para
toda turma e os participantes dos demais subgrupos
podem ser estimulados a discutir, concordar ou discordar
da avaliação da equipe. Ganhará o jogo aquela a equipe
que tiver mais acertos. O facilitador deverá mediar e
esclarecer, em caso de dúvidas. (ver frases que podem ser
utilizadas,em anexo)
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
No ambiente clinico, sugere-se construção de cartas, como
num baralho, em que o idoso deverá escolher e trazer suas
percepções, também como num jogo, podendo estipular
uma quantidade de acertos para ser vitorioso.
OBSERVAÇÕES
Esse jogo poderá ser utilizado também com outros
públicos, como equipes de saúde ou familiares, para
desconstrução de preconceitos relacionados à sexualidade
do idoso.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica
FRASES QUE PODEM SER UTILIZADAS:
"Idosos não fazem sexo”
"Mulheres idosas não sentem prazer”
"Não é preciso usar camisinha"
"As mudanças do corpo não alteram o prazer”
"A mulher pode ter sua libido diminuída quando mais velha”
"Envelhecer significa perder o interesse por sexo”.
"O órgão mais importante na sexualidade é o cérebro”.
“O homem tem uma necessidade sexual maior do que as
mulheres”.
"A sexualidade é para os jovens“.
"A prática sexual em idosos é prejudicial à saúde”.
"As necessidades sexuais diminuem com a idade”.
"A família e a sociedade tem o dever de garantir e respeitar
os idosos no âmbito da sexualidade“.
"O tempo de ereção muda na terceira idade”.
"Pode transar depois de um infarto”.
"Acessórios sexuais podem ajudar a relação sexual”.
"Sexo só existe com a penetração”.
“Atividade física auxilia o desempenho sexual de
idosos, além de melhorar a qualidade de vida”.
OBSERVAÇÕES
Esse jogo poderá ser utilizado também com outros
públicos, como equipes de saúde ou familiares, para
desconstrução de preconceitos relacionados à sexualidade
do idoso.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica
FRASES QUE PODEM SER UTILIZADAS:
"Idosos não fazem sexo”
"Mulheres idosas não sentem prazer”
"Não é preciso usar camisinha"
"As mudanças do corpo não alteram o prazer”
“”
“A mulher pode ter sua libido diminuída quando mais
velha”.
"O órgão mais importante na sexualidade é o cérebro”.
“O homem tem uma necessidade sexual maior do que as
mulheres”.
"A sexualidade é para os jovens“.
"A prática sexual em idosos é prejudicial à saúde”.
"As necessidades sexuais diminuem com a idade”.
"A família e a sociedade tem o dever de garantir e respeitar
os idosos no âmbito da sexualidade“.
"O tempo de ereção muda na terceira idade”.
"Pode transar depois de um infarto”.
"Acessórios sexuais podem ajudar a relação sexual”.
"Sexo só existe com a penetração”.
“Atividade física auxilia o desempenho sexual de
idosos, além de melhorar a qualidade de vida”.
OBSERVAÇÕES
Esse jogo poderá ser utilizado também com outros
públicos, como equipes de saúde ou familiares, para
desconstrução de preconceitos relacionados à sexualidade
do idoso.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica
FRASES QUE PODEM SER UTILIZADAS:
"Idosos não fazem sexo”
"Mulheres idosas não sentem prazer”
"Não é preciso usar camisinha"
"As mudanças do corpo não alteram o prazer”
“Fazer sexo auxilia para que idosos fiquem mais calmos,
contribuindo para a diminuição da pressão arterial”.
"Pessoas com incontinência urinária podem ser
beneficiadas pela atividade sexual”, uma vez que os
músculos pélvicos são exercitados e "Homens e mulheres
com disfunção sexual (dor ou contração ficam mais fortes
involuntária que impossibilite a penetração, entre outras
podem ser beneficiados pela fisioterapia.
Estou me vendo
OBJETIVOS
Trabalhar autoimagem,
MATERIAL NECESSÁRIO
1 espelho grande;
Fotos e imagens de idosos questões associadas ao
envelhecimento, como também tempo histórico;
FERRAMENTAS
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Pedir que o idoso se olhe no espelho, pense no seu
corpo físico, na sua história de vida, nas marcas que o
tempo trouxe para seu corpo e sua personalidade;
B. Escolher entre as imagens apresentadas aquelas que
mais lhe representam e solicitar em seguida que explique o
porquê;
C. Por fim, voltar ao espelho e enumerar os motivos para
se orgulhar, pensando em tudo o que já viveu.
D. Para comemorar, uma salva de palmas.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Poderá ser trabalhada com grupos de outras faixas etárias,
pensando em sua própria velhice, como se imaginam e
como poderão se mobilizar para ter uma velhice de maior
bem estar subjetivo.
OBSERVAÇÕES
Se a atividade for realizada em grupo, observar as
reações comportamento não verbal dos
participantes, que podem dar indícios de sofrimento
psíquico. Nesse caso, a(o) idosa(0) poderá ser convidado
para orientação e encaminhado a serviços de atendimento
especializado.
Dispor de tempo para orientação individual após a
intervenção em grupo.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Ao se olhar no espelho, quais aspectos te chamam
atenção?
A sua imagem lhe traz desconforto ou bem estar? Por que?
Algumas experiências na nossa história de vida nos deixam
marcas. Você pode relatar algumas pra mim?
E a sua personalidade? Mudou ao longo tempo?
Quais imagens poderão te representar melhor nesta
bancada?
Por que?
Quais aspectos são motivo de orgulho e quais você
Poderia destacar pra mim?
O capitão mandou
OBJETIVOS
Adoecimento Crônico.
MATERIAL NECESSÁRIO
Garrafa de vidro / plástico com tampa de rolha (como a de
piratas) 1 por participante; Canetas.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Pedir que o idoso discuta a função de um capitão numa
equipe. Discutir sobre sua importância da segurança e
proteção para o grupo que ele dirige. Sinalizar que o
mesmo poderá ter o papel de decisivo frente ao seu
processo de adoecimento, como foram aqueles líderes.
FERRAMENTAS
B. Solicitar que se imaginem mandando uma carta
para o seu batalhão (você mesmo, sua família,
equipe de saúde, etc.) direcionando-os. Lembre-se que o
objetivo é salvar toda a sua tribo ou exercito e promover
melhor qualidade de vida e bem-estar a cada um deles. O
idoso deverá escrever oudizer os melhores caminhos a
seguir. Estimular maior riqueza de detalhes e questionar
sempre que o idoso trazer pensamentos negativos ou
crenças disfuncionais, fazendo-o se reposicionar diante
dela.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Pode ainda fazer analogia ao capitão militar ou de um
navio de piratas ou até trazer referência mais próxima à
sua realidade, como a função de Lampião para o seu
bando, se o idoso for, por exemplo, nordestino ou ainda de
uma mulher no poder, se forem mulheres; um cacique, no
caso dos indígenas.
Por que?
OBSERVAÇÕES
A postura negativa para esta ferramenta pode ser
alvo de discussão sobre a autorresponsabilização no
seu processo de saúde e adoecimento.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Se você pudesse ser um grande líder como fulano, para
enfrentar sua doença, quais orientações daria? Esta é a
melhor maneira, no seu ponto de vista pra lidar com esse
desafio? Por que?
Nosso Presente
OBJETIVOS
Acolhimento e/ou sensibilização familiar no adoecimento.
MATERIAL NECESSÁRIO
Alguns metros de Papel Metro (aumentar a depender da
quantidade de integrantes): Tintas guache; Pincéis
diversos; Hidrocor, Lápis de cor; Giz de cera; Materiais de
armarinho (botões, lantejoula, cordões, etc.)
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A.Convidar os integrantes à discussão sobre a situação
daquele familiar, podendo solicitar que tragam materiais de
armarinho para doação (em pequenas quantidades). Em
roda de conversa, explanar sobre o adoecimento e
repercussões deste para o idoso e seus cuidadores;
B. No segundo momento, sugerir que escolham uma
palavra ou frase que simbolize o que representa o
adoecimento daquele idoso, discorrendo brevemente.
Orientar acolhida empática e respeitosa dos demais
integrantes, dando espaço a todos a falar de si e da sua
relação;
C. Explica-se que o material doado na verdade era pra
construção de um presente para a pessoa adoecida. Cada
pessoa deverá inspirar-se no que gostaria de presentear e
reproduzir no cartaz que se transformará numa obra de
arte. Por uma música enquanto se dedicam a esta
construção. Finalizada a música, pedir que se afastem e
olhem o resultado. Questionar que é possível melhorar e o
grupo sinalizando que sim, propor que cada um melhore,
mas se aplicando ao desenho de outro familiar. Música
também para esse momento.
D. Finalizado o processo, é solicitado que novamente se
afastem e avaliem a obra em geral e também o seu
desenho inicial, se ficou melhor ou pior do que estava.
E. Momento do Julgar Menos, Acolher mais. Refletir sobre
a importância do sujeito adoecido para a família; a
contribuição individual bem como a interferência das
relações familiares para o bem estar subjetivo deste; o
respeito aos espaços e vivências individuais, bem como à
subjetividade do idoso. Estimular entendimento de que
relações empáticas e respeitosas favorecerão o
envelhecimento saudável daquele sujeito em questão, bem
como dos demais familiares.
F. No último momento, deverão convidar o idoso e deverão
presenteá-lo com a obra de arte, solicitando que cada um
explique o quanto ele significa e o quanto se comprometerá
para o bem estar e a boa relação familiar. Oferecer espaço
ao idoso para suas considerações.
Nosso Presente
OBJETIVOS
Acolhimento e/ou sensibilização familiar no adoecimento.
MATERIAL NECESSÁRIO
Alguns metros de Papel Metro (aumentar a depender da
quantidade de ateerantes); Tintas guache; Pincéis
diversos; Hidrocor; Lápis de cor, Giz de cera; Materiais de
armarinho (botões, lantejoula, cordões, etc.)
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A.Convidar os integrantes à discussão sobre a situação
daquele familiar, podendo solicitar que tragam materiais de
armarinho para doação (em pequenas quantidades). Em
roda de conversa, explanar sobre o adoecimento e
repercussões deste para o idoso e seus cuidadores;
B.No segundo momento, sugerir que escolham uma
palavra ou frase que simbolize o que representa o
adoecimento daquele idoso, discorrendo brevemente.
Orientar acolhida empática e respeitosa dos demais
integrantes, dando espaço a todos a falar de si e da sua
relação;
C. Explica-se que o material doado na verdade era pra
construção de um presente para a pessoa adoecida. Cada
pessoa deverá inspirar-se no que gostaria de presentear e
reproduzir no cartaz que se transformará numa obra de
arte. Por uma música enquanto se dedicam a esta
construção. Finalizada a música, pedir que se afastem e
olhem o resultado. Questionar que é possível melhorar e o
grupo sinalizando que sim, propor que cada um melhore,
mas se aplicando ao desenho de outro familiar. Música
também para esse momento.
D. Finalizado o processo, é solicitado que novamente se
afastem e avaliem a obra em geral e também o seu
desenho inicial, se ficou melhor ou pior do que estava.
E. Momento do Julgar Menos, Acolher mais. Refletir sobre
a importância do sujeito adoecido para a família;
contribuição individual bem como a interferência das
relações familiares para o bem estar subjetivo deste; o
respeito aos espaços e vivências individuais, bem como
subjetividade do idoso. Estimular entendimento de que
relações empáticas e respeitosas favorecerão o
envelhecimento saudável daquele sujeito em questão
, bem como dos demais familiares.
F. No último momento, deverão convidar o idoso e deverão
presenteá-lo com a obra de arte, solicitando que cada um
explique o quanto ele significa e o quanto se comprometerá
para o bem estar e a boa relação familiar. Oferecer espaço
ao idoso para suas considerações.
Nosso Presente
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇÕES
Poderá ser utilizado individualmente, para o cliente que se
queixa da dificuldade em lidar com o adoecimento do seu
familiar, fazendo as adaptações necessárias;
FERRAMENTAS
Identificando vulnerabilidades ou maior sofrimento
psíquico, encaminhar para o atendimento individualizado
ou terapia familiar.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quais os impactos que este adoecimento tem para você?
Tem algum medo em relação a esse adoecimento? Como
pretende lidar com este idoso em adoecimento?
O que avaliam da construção coletiva deste presente/obra
de arte?
O manejo dessa obra e do cuidado com este idoso está
sendo benéfico para ele? É possível melhorar? Com o que
você presenteia esse idoso?
Assino embaixo
OBJETIVOS
Auxiliar na elaboração do seu próprio luto (cuidados
paliativos).
MATERIAL NECESSÁRIO
Envelopes; Papel para carta (pautado ou não).
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar que o cliente inicie a carta datando-a e
endereçando-a para ele mesmo. Será solicitado que pense
em sua vida e também na possibilidade de morte,
explicando que essa técnica o auxiliará a expressar seus
sentimentos em torno do luto, e minorar conflitos
emocionais comuns no processo de morte. Acolhendo a
proposta, deverá iniciar escrevendo ou ditando as
qualidades ou realizações ao longo da vida que valoriza e
se orgulha, exemplificando. Cada parágrafo se altera a
uma emoção (conforme pontuada em anexo). Por fim, no
item sobre "Amor, Perdão, Compreensão e Desejo",
estimule-o a reler toda a carta e, sem julgamentos, tente
equilibrar os itens anteriores. Assinar ao fim da carta. Por
no envelope, lacre e peça que releia em até 24 horas.
O seu familiar, fazendo as adaptações necessárias;
B. Sinalizar a possibilidade de refazer a carta quantas
vezes desejar, bem como poderá endereçar a amigos ou
familiares acaso exista algo que lhe incomode e precise
expressar.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A utilização dessa ferramenta deverá ser precedida por
sinalização do paciente em torno da temática morte ou em
cuidados paliativos.
O terapeuta poderá escrever ou digitar a carta, acaso tenha
alguma impossibilidade por parte do paciente. Ainda será
possível a gravação de áudios para posterior transcrição,
desde que com autorização do cliente.
OBSERVAÇÕES
Essa atividade tem o intuito de auxiliar na elaboração doluto, bem como resolver conflitos internos antes do morrer.
Poderá mobilizar desconfortos no cliente, portanto, é
necessário respeitar o seu tempo e sua forma de lidar com
a morte, bem como suas crenças.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Não se aplica
Assino embaixo
1. Gratidão, qualidades
Eu me orgulho de...
A característica que mais admiro em mim é...
Se eu morresse hoje, iria feliz, pois... O motivo principal
para outras pessoas se orgulharem de mim...
2. Raiva, Censura
Fico ressentido
Era pra eu ter...
Estou cansado de...
Ainda hoje fico incomodado com...
FERRAMENTAS
Não tive tempo de...
3. Mágoa, Tristeza
Fico triste porque...
Não me sinto bem hoje porque...
Quando eu era mais jovem...
4. Medo, insegurança
Tenho medo de...
Estou inseguro com...
Em me sinto preocupado em morrer e...
5. Culpa, Responsabilidade
Sinto que deveria ..
Desculpe-me por ...
Não tive a intenção de ...
6. Saudade
Terei saudades de...
Vou sentir falta de...
7. Amor, Perdão, compreensão.
Amo você por...
Agradeço por...
Apesar de...
Te perdôo por...
Compreendo que...
Minha canção
OBJETIVOS
Discutir aspectos do envelhecimento e ciclo de vida.
MATERIAL NECESSÁRIO
Equipamento de sonorização;
Tela para pintura; Pincéis de diversas espessuras;
Tinta guache em cores.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Através da reflexão sobre as letras da música, polemizar
sobre as perdas e mudanças inerentes ao envelhecimento,
bem como descrição das da sua experiência subjetiva
nesse processo, mudança de prioridades, sabedoria e
aprendizagem, etc. Sempre que os aspectos negativos
forem citados, contrapor com estratégias de compensação
ou outros mecanismos que favoreçam à adaptação. Depois
da discussão, pedir que pinte a tela, agora sobre o som de
Aquarela, de Toquinho, inspirando-se nas cores que
pretende dar à vida desse momento em
diante,vislumbrando as suas potencialidades.
Para o debate inicial, sugerem-se as seguintes músicas:
Envelhecer, de Arnaldo Antunes;
Jacinto, de Gilberto Gil;
Realidade, de Fundo de Quintal;
A idade do céu, de Paulinho Moska;
É o que me interessa, de Lenine.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Poderá ser utilizada também para trabalhar a temática
morte/medo da morte.
Minha canção
OBSERVAÇÕES
Necessário considerar as características dos sujeitos para
escolher a música a ser utilizada. O segundo momento,
sugerido para a música Aquarela, deverá trazer reflexões
leves e alegres.
FERRAMENTAS
Em caso de atividades grupais, as telas poderão ser
expostas ao público.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Como tem sentido o seu processo de envelhecimento? Já
se considera velho demais?
Quais os sinais que seu corpo dá sinalizando esse
envelhecimento? E os seus pensamentos, dão indícios de
estarem velhos? De que cores prefere pintar a sua vida?
A história de um vaso de cerâmica
OBJETIVOS
Trabalhar a relação idoso e cuidador.
MATERIAL NECESSÁRIO
Caqueiro de cerâmica crua; Cola branca; Revistas ou
retalhos de do; Tesoura; Tinta acrílica de diversas cores;
Pincéis; Mudas de senta de fácil cultivo (suculentas,
cactos, hibisco, violeta africana,entre outras); Terra e
insumos.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
Sinalizar ao cuidador e ao idoso que eles terão um
propósito juntos. Plantar e cultivar uma num caqueiro.
Inicialmente, deverão decorar esse caqueiro, negociando
para que fique o mais bonito possível. Realizada essa
etapa, devem plantar a muda escolhida e acertar a
responsabilidade de cada um no cultivo desta.
Discussão: fazendo analogia ao cultivo da planta, deve-se
comparar a relação dos dois, no cuidado à saúde e bem-
estar desse idoso. Assim, busca-se promover maior
interação e receptividade aos cuidados, assim como
estimular ao cuidador a estar atento às necessidades
daquele a quem cuida.
Refletir sobre o resultado final e a importância da interação
dos dois para o objetivo de manter a planta viva e saudável
demandas atendidas na medida: água suficiente, luz
quando necessário, ajuda de especialista de houver
dúvida, carinho e diálogo em todos os momentos).
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Sinais de um cuidador, discutir também os pontos de
discordância e negociata, bem como a comunicação entre
eles.
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Como se sentiu na produção do vaso?
Como se prepara para cultivar essa planta?
Acredita que, de alguma forma, a relação entre vocês pode
ser melhorada para favorecer uma vida mais saudável e
feliz?
No meu tempo
OBJETIVOS
Trabalhar contextos inter-geracionais
FERRAMENTAS
MATERIAL NECESSÁRIO
Cartas contendo ditados populares.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Organizados em círculo, cada idoso deverá escolher sua
carta com um ditado popular. Descrever uma situação "do
seu tempo" em que aquele ditado se aplicaria e em seguida
avaliar se ainda vale nos dias atuais, conforme sua
experiência. Número máximo de participantes deve ser a
quantidade de cartas disponível
B. Após a explanação de todas as cartas escolhidas, refletir
sobre o tempo de hoje ainda ser o tempo deles e o como
podem interferir nas suas realidades.
(ver sugestões de ditados em anexo)
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
A discussão poderá ficar mais rica se forem convidados
netos ou filhos desses idosos, combinando como juntos
podem encontrar soluções mais proveitosas para as
gerações.
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Essa frase te faz lembrar alguma vivência na sua infância
ou adolescência?
Você consegue perceber que atualmente, na sua família e
na comunidade essa frase ainda tem efeito?
Como você pode contribuir para que esse ensinamento
seja passado à diante?
SUGESTÕES DE DITADOS A UTILIZAR
Para bom entendedor, meia palavra basta"
Quem pode, pode; quem não pode, se sacode" De grão em
grão, a galinha enche o papo"
Cada macaco no seu galho" Casa de ferreiro, espeto de
pau"
"Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura"
Filho de peixe, peixinho é"
“Quem semeia vento, colhe tempestade"
Deus ajuda quem cedo madruga"
"Onde há fumaça, há fogo"
"Cão que ladra não morde"
“Pimenta nos olhos dos outros é refresco" Por ele eu ponho
minha mão no fogo"
"Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha"
“A pressa é inimiga da perfeição“
"A noite todos os gatos são pardos"
“Deus escreve certo por linhas tortas"
“Quem com ferro fere, com ferro será ferido”
" Um dia é da caça, outro do caçador”
“Mente vazia, oficina do diabo“
“A César o que é de César"
“Cavalo dado não se olha os dentes"
“Seguro morreu de velho"
“Toda panela tem sua tampa"
"Quem canta seus males espanta" Uma andorinha sozinha
não faz verão" Deus ajuda quem cedo madruga“
“Para baixo todo santo ajuda"
“O hábito faz o monge"
“O que os olhos não vêem, o coração não sente"
“Em terra de cego, quem tem um olho é rei”
“De médico e louco todo mundo tem um pouco”
“Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão"
"Não grite a sua felicidade, pois a inveja tem sono leve”
"Papagaio que acompanha joão-de-barro vira ajudante de
pedreiro”
Minhas marcas
OBJETIVOS
Favorecer a autoestima e capacidade adaptativa no
envelhecimento.
MATERIAL NECESSÁRIO
Uma folha de oficio por participantes: Lápis de cor, hidrocor
ou giz de cera; Fita adesiva
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
FERRAMENTAS
A.Solicitar que o participante desenhe naquela folha algo
que lhe representa;
Exposição dialogada sobre autoestima e impacto no bem
estar geral, Discutir que, na vida, algumas experiências
fragilizam a outras favorecem a autoestima e bem-estar. O
interlocutor apresentará situações que exemplifiquem e, se
o idoso a considerar negativa deverá rasgar uma parte do
papel. Se lhe for bastante negativa, deverá rasgar uma
grande parte, ou cortar uma parte pequena se não for tão
significativa. Se o exemplo for considerado positivo, a folha
deverá estar intacta, até que o próximo evento negativo
seja dito pelo facilitador. Ao fim, solicitar que tentem juntar
essas partes com a ajudade uma fita adesiva.
B.Pedir que observe como ficou o seu papel desenhado e
como ficaram as marcas no seu corpo e nos seus
pensamentos devido as experiências vividas ao passar dos
anos, abrindo para discussão;
C. Por fim, questionar se existem outras formas de lidar
com os eventos negativos, evitando assim que as marcas
destes impactem a sua autoestima e bem estar.
D. Realizar o Juramento para o bem estar e solicitar que
assinem o termo de compromisso (conforme modelo
em anexo).
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
Minhas marcas
OBSERVAÇÕES
Refletir sobre a importância do juramento e do contrato
fortalecendo a auto-responsabilização no processo.
PERGUNTAS NORTEADORAS
PERGUNTAS SUGERIDAS PARA A 1" ETAPA
(CONSIGNA B):
Me olhar no espelho é um ato que normalmente me causa
bem estar?
Saber que uma grande amiga comemorará sua bodas de
ouro me causa bem estar?
Saber que não fui convidado para a festa é bom ou
ruim? A perda de um filho é uma situação que lhe
fortalece ou deixa mais fraca?
Reencontrar um amigo ou amiga que não vê há muito
tempo é bom?
A relação entre meus filhos me deixa feliz ou entristece?
Descobrir que tenho diabetes e não posso mais comer de
tudo é bom?
Dançar contribui para o meu bem-estar? Saber que uma
amiga foi diagnosticada com câncer me faz bem ou mal?
O nascimento de um neto ou bisneto é bom ou ruim? As
dores que sinto no corpo são boas ou me causam mal
estar?
Namorar me deixa alegre ou triste? Pensar sobre minha
saúde física me deixa preocupado ou tranquilo?
A minha fé me fortalece ou me deixa fraco?
PERGUNTAS SUGERIDAS PARA A 2 ETAPA
(CONSIGNA C):
Por que para algumas pessoas um evento foi negativo e
pra outras a mesma situação foi boa? Posso modificar a
forma como avalio este evento? Como?
Se sim,alguém pode exemplificar uma situação que era
positiva, mas no momento só pensava nos seus aspectos
negativos?
Alguém pode trazer o exemplo de uma situação negativa
que conseguiu extrair algo que foi positivo?
JURAMENTO PARA O BEM ESTAR
"Diante do que aprendi hoje,
Relembrando experiências positivas e negativas que já vivi,
forma com a qual me
Comprometo-me a mudar a relaciono com estes eventos.
FERRAMENTAS
Entendo hoje que tudo o que passei foi necessário
para construir quem sou hoje e de agora em diante,
me esforçarei para melhorar minha autoestima e bem
estar,buscarei formas positivas de lidar com situações e
que venham a me incomodar.
Começarei imediatamente, desde as pequenas coisas ao
meu redor, até os grandes conflitos de meus
relacionamentos, como também modificarei a forma de
lidar com a minha saúde e outros desafios do
envelhecimento.
Estou disposto a me libertar do que me faz mal e
rapidamente verei os resultados positivos dessa mudança.
Sei que posso ter ajuda, mas entendo que a força para
tudo isso acontecer depende exclusivamente de mim".
FERRAMENTAS
CONTRATO DE
COMPROMETIMENTO
Eu comprometo-me a mudar a forma com a qual me
relaciono com estes eventos, diante do que aprendi hoje,
relembrando- experiências positivas e negativas que já vivi.
Entendo hoje que tudo o que passei foi necessário para
construir quem sou hoje e, de agora em diante, me esforça-
melhorar minha autoestima e bem-estar e buscarei formas
positivas de lidar com situações que venham a me
incomodar.
Começarei imediatamente, desde as pequenas coisas ao
meu redor até os grandes conflitos de meus relaciona
mentos. Também modificarei a forma de lidar com a minha
saúde e outros desafios do envelhecimento.
Estou disposto a me libertar do que me faz mal e
rapidamente verei os resultados positivos dessa mudança.
Sei que a posso ter ajuda, mas entendo que a força para
tudo isso acontecer depende exclusivamente de mim.
ASSINATURA
TESTEMUNHA
TESTEMUNHA
E cada dia, conhecer algo novo... ah! vou juntar-me às
andorinhas e perder o medo de avião navegar pelos
mares de maio e em setembro conhecer o verão!
C. Refletir sobre a importância do diário de bordo para o
viajante e sugerir que, de agora em diante, tenha um livro
como esse. Neste deverá registrar aspectos diversos
relacionados à sua qualidade de vida, desde a saúde física
à emocional, relacionamentos, entre outros. Nesse diário
ainda poderá registrar dados referentes ao histórico de
acompanhamento médico, exames, entre outros.
D. Utilizar o material em anexo para nortear as anotações.
O mesmo poderá ser reproduzido em gráfica rápida e
encadernado para maior organização. Esse material
deverá ser atualizado diariamente.
Diário de bordo
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Se a ferramenta for manuseada apenas pelo cuidador e
familiares, sinalizar a necessidade do registro sistemático
dessas informações.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. No atendimento ao idoso, iniciar fazendo alusão a uma
viagem, pedindo que o mesmo descreva brevemente
viagens que fez ou deseja fazer. Em seguida, perguntar se
há algum registro das viagens feitas até então;
B. Apresentar-lhe o conceito de Diário de Bordo. Pode
fazer tece de maneira lúdica, utilizando, por exemplo, uma
poesia, Nesse caso, tentar interpretar junto com o cliente o
que diz o poema e como pode comparar à sua vida. "Diário
de Bordo", de Jaci Rocha:
De conversar com as nuvens e com o vento frio de março
Parti! Com minhas asas e cactos trouxe ainda meu caderno
de versos
Tudo o mais deixei para trás ... Debaixo do braço
E um pequeno dicionário De onde rabisquei certos
significados...
Vou à procura de absurdos, Aventurar no fantástico do
mundo Criar um diário de bordo
HOSPITAIS:
SERVIÇOS DE ENFERMAGEM DOMICILIAR:
MÉDICOS:
PSICÓLOGO:
FISIOTERAPEUTA:
PLANO DE SAÚDE:
CUIDADORES DE IDOSOS:
HISTÓRICO DE SAÚDE
HISTÓRICO DE DOENÇAS
TELEFONE PARA CONTATO:
HISTÓRICO DE INTERNAÇÕES
ALERGIAS
OBSERVAÇÕES
Essa atividade poderá facilitar comunicação entre
cuidadores, familiares e equipe de saúde, em especial para
o paciente crônico, auxiliando também no monitoramento
de informações do idoso.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Você fez muitas viagens quando jovem? E agora? Qual a
melhor recordação que teve de uma viagem? , Você tem
registros de suas viagens? Acha que seria importante
lembrar tudo o que ocorreu lá?
Diário de bordo
Este diário de bordo pertence a
DATA DE NASCIMENTO:
TELEFONES ÚTEIS SERVIÇOS DE AMBULANCIA:
FERRAMENTAS
DATA
PROFISSIONAL
ESPECIALIDADE
LOCAL
RESUMO (Orientações, indicações, exames solicitados,
medicamentos, etc.)
DATA
PROFISSIONAL
ESPECIALIDADE
LOCAL
RESUMO (Orientações, indicações, exames solicitados,
medicamentos, etc.)
DATA
MTA
UMO
PROFISSIONAL
ESPECIALIDADE
(Orientações, indicações, exames solicitados,
medicamentos, etc.)
PROFISSIONAL
ESPECIALIDADE
LOCAL
ATA
RESUMO (Orientações, indicações, exames solicitados,
medicamentos, etc.)
DATA
EXAME
Resultados e Alterações
SOLICITANTE
LOCAL
DATA
EXAME
Resultados e Alterações
SOLICITANTE
LOCAL
DATA
EXAME
Resultados e Alterações
PROFISSIONAL
ESPECIALIDADE
LOCAL
RESUMO (Orientações, indicações, exames solicitados,
medicamentos, etc.)
DATA
PROFISSIONAL
ESPECIALIDADE
LOCAL
RESUMO (Orientações, indicações, exames solicitados,
medicamentos, etc.)
HISTÓRICO DE EXAMES
FERRAMENTAS
DATA
EXAME
Resultados e Alterações
SOLICITANTE
LOCAL
FERRAMENTAS
HISTÓRICO DE EXAMES
DATA
EXAME
Resultados e Alterações
DATA
EXAME
SOLICITANTE
LOCAL
DATA
EXAME
Resultados e Alterações
SOLICITANTE
LOCAL
DATA
EXAME
Resultados e Alterações
SOLICITANTE
LOCAL
Resultados e Alterações
SOLICITANTE
LOCAL
HORÁRIO
1 SELA DE MEDICAMENTOS
MEDICAMENTO
INDICAÇÃO
DOSE
PLANNER SEMANAL
QUARTA
QUINTA SEXTA
SEGUNDA TERÇA
Resultados e Alterações
DATA
SOLICITANTE
LOCAL
SOLICITANTE
LOCAL
EXAME
Resultados e Alterações
SOLICITANTE
LOCAL
DATA
EXAME
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SÁB
DOM
AGENDA DIÁRIA
DATA
GLICEMIA
Como passou o dia?
SÁBADO
DOMINGO
CONTROLE DE HÁBITOS
Atividade física
Fisioterapia
Psicoterapia
Medicamento paradiabetes
Medicamento para
hipertensão
Atividade Cognitiva
Atividade Artística
3L de água
FERRAMENTAS
Urinou?
Evacuou?
Queda?
Notou alterações importantes? Físicas, emocionais ou
comportamentais
AGENDA DIÁRIA
DATA
GLICEMIA:
Como passou o dia?
SEG
TER
PRESSÃO ARTERIAL:
SEG
TER
PRESSAO ARTERIAL
QUA
QUI
SEX
TEMPERATURA
DOM
Urinou?
Evacuou?
Como passou a noite?
Queda?
Queda?
Notou alterações importantes? Físicas, emocionais ou
comportamentais?
Árvore da Vida
OBJETIVOS
Perceber conflitos familiares e tipo de relação com o idoso/
identificação de relações abusivas ou de violência.
MATERIAL NECESSÁRIO
1 Folha de papel ofício A3 branco; Caneta preta, cinza,
verde, amarela e vermelha; Hidrocor; Post its coloridos.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Juntos, terapeuta e cliente construíram a árvore
genealógica. Começar pedindo que apresente as pessoas
de sua família que tem mais convívio, assim como
cuidadores. Poderá começar pelos filhos e companheiros,
netos e companheiras, seus irmãos e pais. Será escrito em
QUA
QUI
SEX
SÁB
TEMPERATURA:
DOM
Urinou?
Evacuou?
Como passou a noite?
Queda?
Urinou?
Evacuou?
Árvore da Vida
VARIAÇÕES/POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Não se aplica.
OBSERVAÇOES
Necessário cuidado extra em relação às conclusões
precipitadas, sendo indicado o encaminhamento do caso
para investigação e confirmação da suspeita.
PERGUNTAS NORTEADORAS
Quem são as pessoas que compõem a sua família? Pode
me apresentar?
Essa pessoa representa um galho bom ou ruim? Por que?
posso classificar essa pessoa?
Com qual cor ?O que pode ser feito para anular os efeitos
negativos da convivência com essa pessoa?
post it o nome de cada pessoa apresentada com a caneta
preta;
B. Tendo construída sua árvore genealógica e a sobrepor
ao desenho de uma árvore frondosa, fazer analogia a uma
planta que tem galhos e frutos ruins, flores venenosas,
como também frondosas folhas.
C. Voltar a cada personalidade apresentada, pedindo que o
idoso a caracterize como um galho ruim ou bom e
justificando. A cada pessoa será atribuído um símbolo de
uma cor: Verde - consideração positiva.
Amarelo consideração insegura.
Vermelho - consideração negativa.
Cinza - indiferente.
D. Fazer análise do quanto os galhos ruins podem
prejudicar a planta, incentivando o idoso a anular os efeitos
negativos que podem ter sobre sua vida. Sendo
identificada violência, montar plano de ação junto com o
idoso para enfrentamento.
FERRAMENTAS
B. Em seguida, perguntarás sobre as sensações
provocadas por esta vivência. Em seguida, lhes
apresentar a vela grande, que até então estava escondida,
e sinalizar que cada um deles terá uma nova oportunidade,
um novo começo. Mas deverão dizer o que farão de
diferente de agora em diante. Novamente, a vela passará
por todos os integrantes e depois abrirá a plenária para
expressarem suas novas sensações,comparando os dois
momentos.
VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO
Utilizando essa ferramenta com a família, poderá refletir
sobre o tempo de vida desse idoso, o que gostaria de dizer
ou fazer e o que fará daquele momento em diante.
OBSERVAÇÕES
Não se aplica.
PERGUNTAS NORTEADORAS
O que poderia ter falado ou feito, mas não houve tempo?
Se lhe fosse dada uma nova oportunidade, faria diferente?
A vela
OBJETIVOS
Refletir sobre coisas que não conseguiu realizar.
MATERIAL NECESSÁRIO
Fósforo;
1 Vela pequena; 1 vela de tamanho normal.
ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO
A. Solicitar que o grupo, de até 30 pessoas, esteja em
círculo. Todos devem estar muito atentos ao que o colega
revelará. O facilitador apresentará a vela pequena acesa
ao grupo e dará a seguinte orientação: "Esta vela
representa você. Imagino que ao longo da vida muitas
coisas foram realizadas ou ditas, outras não. Essa é sua
oportunidade única. O que você gostaria de dizer ou
realizar agora?". A vela deverá passar pela mão de todos
os participantes.