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Medição de Temperatura
Medição de 
Temperatura
Fonte: Simone Massulini Acosta
INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL - http://paginapessoal.utfpr.edu.br/camaral
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Medição de Temperatura
•PIROMETRIA: medição de altas 
temperaturas, na faixa onde os 
efeitos de radiação térmica visíveis 
passam a se manifestar.
TERMOMETRIA
•CRIOMETRIA: medição de baixas 
temperaturas, ou seja, aquelas 
próximas do zero absoluto.
Conceitos Básicos
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Medição de Temperatura
Conceitos Básicos
•TEMPERATURA: grau de agitação térmica das 
moléculas. Quanto maior o seu valor, maior é a energia 
cinética média dos átomos do corpo.
•Energia Térmica: A Energia Térmica de um corpo é a 
somatória das energias cinéticas, dos seus átomos e, além 
de depender da temperatura, depende também da massa 
e do tipo de substância.
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Medição de Temperatura
Isolante
500oC 100oC
300oC 300oC
antes
depois
Conceitos Básicos
Calor: Calor é a forma de energia que é transferida através da 
fronteira de um sistema em virtude da diferença de temperatura.
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Medição de Temperatura
Conceitos Básicos
Meios de transmissão de calor: condução, radiação e convecção.
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Medição de Temperatura
Por exemplo, se aque 
barra de ferro com u 
estará aquecida. O ca 
estas moléculas não a
xtremidade de uma 
mpo toda a barra 
cula para outra mas 
o.
cermos somente uma e
ma chama, em pouco te
lor passa de uma molé
bandonam sua posiçã
Conceitos Básicos
Meios de transmissão de calor: condução, radiação e convecção.
•Condução: é a forma de transmissão de calor sem transporte de 
massa.
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Medição de Temperatura
Conceitos Básicos
•Convecção: é a forma de transmissão de calor com transporte 
de massa, que se dá pelo movimento ou mistura dos fluidos ou 
sólidos envolvidos.
- Convecção natural (líquidos e gases) – quando o movimento é 
provocado somente pela diferença de densidade dos fluidos quente e frio. 
Por exemplo, se aquecermos um recipiente com água por intermédio de 
uma chama, a água mais próxima da chama se aquecerá e se tornará 
menos densa, subindo no recipiente. A água fria da parte superior do 
recipiente descerá e, por sua vez, se aquecerá.
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Medição de Temperatura
Em equipamentos de refinaria de petróleo, por exemplo, a convecção quase 
sempre é forçada. Em trocadores de calor é provocada agitação forçando 
o fluido a passar por obstáculos.
Conceitos Básicos
• Convecção
- Convecção forçada – é o aquecimento no qual a mistura se realiza por 
meio mecânico. Se no exemplo anterior incluirmos um agitador, a 
convecção passará a ser forçada.
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Medição de Temperatura
Conceitos Básicos
• Irradiação: A irradiação é um processo pelo qual o calor flui de 
um corpo de alta temperatura para um de baixa, quando os 
mesmos estão separados no espaço, ainda que exista vácuo 
entre eles.
Todos os corpos, em qualquer temperatura, emitem ondas 
eletromagnéticas (como as da luz e do rádio) que contêm
energia.
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Medição de Temperatura
Rankine Kelvin
ESCALAS ABSOLUTAS ESCALAS RELATIVAS
0 0
0
-273,15
273,15
-459,67
32491,67
100 212
Celsius Fahrenheit
°C °F
100
DIVISÕES
R K
671,67 373,15
ESCALAS DE 
TEMPERATURA
Conversão de Escalas:
°C
5
= °F -32
9
K = R . 5
9
PONTO DE
EBULIÇÃO
DA ÁGUA
180
DIVISÕES
PONTO DE
FUSÃO DO 
GELO
ZERO 
ABSOLUTO
°C
5
K = 273,15 + °C R = 459,67 + °F
= °F - 32
=
K - 273 
= 
R - 491 
9 5 9
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Conceitos Básicos
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Medição de Temperatura
TEMPERATURA
Ponto Crítico
Ponto Triplo 
(0,006 atm)
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Fase Vapor
Fase Líquido
Fase sólido
P
R
E
S
S
Ã
O
Ponto triplo é o ponto 
em que as fases 
sólida, líquida e 
gasosa encontram-se 
em equilíbrio
Conceitos Básicos
Pontos Fixos de Temperatura
(Escala Prática Internacional de Temperatura)
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PONTOS FIXOS IPTS-68 ITS-90
Ebulição do Oxigênio -182,962°C -182,954°C
Ponto triplo da água
(0,006 atm)
+0,010°C +0,010°C
Solidificação do
estanho
+231,968°C +231,928°C
Solidificação do zinco +419,580°C +419,527°C
Solidificação da prata +961,930°C +961,780°C
Solidificação do ouro +1064,430°C +1064,180°C
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Medição de Temperatura
Conceitos Básicos
Pontos fixos de temperatura segundo ITS-90
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Medição de Temperatura
Medidores pelo 
Princípio da 
Condução de Calor
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Medição de Temperatura
2. Instrumentos de transferência de calor por radiação
Pirômetros óptico
Pirômetros com radiação.
Classificação de Medidores
1. Instrumentos de transferência de calor por condução
Termômetro com dilatação de líquido,
Expansão
Elétricos
Termômetro com dilatação de gás, 
Termômetro com tensão de vapor saturante, 
Termômetro com dilatação de sólido, 
Termômetro com par termoelétrico (Termopar) 
Termômetro com resistência elétrica.
- Termistores
- RTDs – Termoresistências 
Termômetro com semi-condutores.
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Medição de Temperatura
1. Condução
Dilatação de líquido,
Dilatação de gás, 
Vapor saturante, 
Dilatação de sólido, 
Par termoelétrico, 
Resistência elétrica.
2. Radiação
Pirômetros óptico,
Pirômetros à radiação
Termômetro à Condução - Dilatação de Líquido 
Recipiente de Vidro
Líquidos utilizados:
Tolueno (-80 à 100°C), 
Mercúrio (-35 à 550°C),
Álcool (-100 a 70°C), e outros.
Exatidão:
0,5 à 3% Termômetro comum
0,1 à 0,5% Termômetro padrão
O reservatório e parte do capilar são preenchidos por um líquido. 
Na parte superior do capilar, existe um alargamento que protege 
o termômetro no caso da temperatura ultrapassar seu limite 
máximo.
10
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
100
CAPILAR
ESCALA
LÍQUIDO
BULBO
" C
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Medição de Temperatura
10
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
CAPILAR
ESCALA
LÍQUIDO
BULBO
" C
Líquidos utilizados:
Tolueno (-80 à 100°C), 
Mercúrio (-35 à 550°C),
Álcool (-100 a 70°C), e outros.
Exatidão:
0,5 à 3% Termômetro comum
0,1 à 0,5% Termômetro padrão
Termômetro à Condução - Dilatação de Líquido 
Recipiente de Vidro
O reservatório e parte do capilar são preenchidos por um líquido. Na parte 
superior do capilar, existe um alargamento que protege o termômetro no caso 
da temperatura ultrapassar seu limite máximo.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução - Dilatação de Líquido 
Recipiente Metálico
Neste termômetro, o líquido preenche todo o recipiente e sob o efeito 
de um aumento detemperatura se dilata, deformando um elemento 
extensível (sensor volumétrico)
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Medição de Temperatura
Capilar
Mercúrio 
Álcool Etílico
Líquido
Bulbo
Bourdon
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Termômetro à Condução - Dilatação de Líquido 
Recipiente Metálico
Partes:
•Bulbo: dimensões variam de
acordo com o tipo de líquido e
com a sensibilidade.
•Capilar: diâmetro interno deve 
ser o menor possível, para evitar 
a influência da temperatura 
ambiente.
•Elemento de Medição: Tubo de 
Bourdon, podendo ser: tipo C, 
tipo espiral e tipo helicoidal.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução - Dilatação de Líquido 
Recipiente Metálico
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Medição de Temperatura
1. Condução
Dilatação de líquido,
Dilatação de gás, 
Vapor saturante, 
Dilatação de sólido, 
Par termoelétrico, 
Resistência elétrica.
2. Radiação
Pirômetros óptico, 
Pirômetros à radiação
Idêntico ao termômetro de dilatação de líquido.
O volume preenchido com um gás a alta pressão.
Baseado na Lei de Gay-Lussac :
Termômetro à Condução - Dilatação de Gás
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução - Dilatação de Gás
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Medição de Temperatura
1. Condução
Dilatação de líquido,
Dilatação de gás, 
Vapor saturante, 
Dilatação de sólido, 
Par termoelétrico, 
Resistência elétrica.
2. Radiação
Pirômetros óptico,
Pirômetros à radiação
Termômetro à Condução – Vapor Saturante
Semelhante ao de dilatação de líquidos. 
Baseando na Lei de Dalton:
"A pressão de vapor saturado depende 
somente de sua temperatura e não de 
seu volume“.
onde:
P = pressões absolutas relativas à 
temperatura
T = temperaturas absolutas
Ce = calor latente de evaporação do 
líquido
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Medição de Temperatura
Bourdon
Capilar com 
glicerina, 
vapor ou 
líquido
Vapor 
Bulbo
Líquido volátil
Termômetro à Condução – Vapor Saturante
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Medição de Temperatura
Líquidos mais utilizados e seus pontos de fusão e ebulição
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Líquido Ponto de Fusão (oC)
Ponto de ebulição
(oC)
Cloreto de Metila - 139 - 24
Butano - 135 - 0,5
Éter Etílico - 119 34
Tolueno - 95 110
Dióxido de enxofre - 73 - 10
Propano - 190 - 42
Termômetro à Condução – Vapor Saturante
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Medição de Temperatura
Baseia-se no fenômeno da dilatação linear dos metais com a 
temperatura.
Sendo:
Lt = Lo. ( 1 + .t)
onde:
t= temperatura do metal em oC
Lo = comprimento do metal à temperatura inicial de referência to 
Lt = comprimento do metal á temperatura final t
 = coeficiente de dilatação linear
t= t - t o
1. Condução
Dilatação de líquido,
Dilatação de gás, 
Vapor saturante, 
Dilatação de sólido, 
Par termoelétrico, 
Resistência elétrica.
2. Radiação
Pirômetros óptico,
Pirômetros à radiação
Termômetro à Condução – Dilatação de Sólidos 
(Bimetálicos)
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Medição de Temperatura
Baseia-se no fenômeno da dilatação linear dos metais com a 
temperatura.
Sendo:
Lt = Lo. ( 1 + .t)
onde:
t= temperatura do metal em oC
Lo = comprimento do metal à temperatura inicial de referência to 
Lt = comprimento do metal á temperatura final t
 = coeficiente de dilatação linear
t= t - t o
1. Condução
Dilatação de líquido,
Dilatação de gás, 
Vapor saturante, 
Dilatação de sólido, 
Par termoelétrico, 
Resistência elétrica.
2. Radiação
Pirômetros óptico,
Pirômetros à radiação
Termômetro à Condução – Dilatação de Sólidos 
(Bimetálicos)
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Dilatação de Sólidos 
(Bimetálicos)
O termômetro bimetálico consiste em duas lâminas de metais com 
coeficientes de dilatação diferentes sobrepostas, formando uma só peça. 
Variando-se a temperatura do conjunto, observa-se um encurvamento 
que é proporcional a temperatura.
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Medição de Temperatura
e
.
Termômetro à Condução – Dilatação de Sólidos 
(Bimetálicos)
Bi-Metálico Helicoidal - Na prática, a lâmina bimetálica é enrolada 
em forma de espiral ou hélice, o que aumenta bastante a 
sensibilidad
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Dilatação de Sólidos 
(Bimetálicos)
Normalmente usa-se o invar (aço com 64% de Fe e 36% de Ni) com baixo 
coeficiente de dilatação e o latão como metal de alto coeficiente de dilatação. 
A faixa de trabalho vai aproximadamente de -50 a 800oC, sendo sua escala 
bastante linear. Possui exatidão na ordem de +/-1%.
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Medição de Temperatura
Consiste de dois condutores metálicos, de natureza 
distintas. Os fios são soldados em um extremo (junta 
quente ou junta de medição).
1. Condução
Dilatação de líquido,
Dilatação de gás, 
Vapor saturante, 
Dilatação de sólido, 
Par termoelétrico, 
Resistência elétrica.
2. Radiação
Pirômetros óptico,
Pirômetros à radiação
Termômetro à Condução – Termopar (Termocouple)
JUNTA DE 
MEDIDA
TERMOPAR
BLOCO DE 
LIGAÇÃO
CABO DE 
EXTENSÃO
JUNTA DE 
REFERÊNCIA
GRADIENTE DE TEMPERATURA (T)
INSTRUMENTO
INDICADOR OU
CONTROLADOR
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Efeito Peltier
Quando se introduz um gerador em um circuito, ao circular uma 
corrente elétrica "I" pelo circuito, observa-se que em uma das junções 
ocorre um resfriamento T, enquanto na outra junção ocorre um 
aquecimento de mesmo valor. Ao se inverter o sentido da corrente 
elétrica inverte-se também o efeito de aquecimento e resfriamento nas 
junções.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Efeito Termoelétrico de Thomson
A condução de calor ao longo dos fios metálicos de um par 
termoelétrico, que não transporta corrente, origina uma distribuição 
uniforme de temperatura em cada fio.
Quando existe corrente, modifica-se em cada fio a distribuição de 
temperatura em uma quantidade não inteiramente devida ao efeito 
Joule.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Efeito Seebeck
Quando a temperatura da junta de referência é mantida constante, verifica-
se que a f.e.m. térmica é uma função da temperatura Tm da junção de 
teste.
Junta de referência
Junta de medição
Seebeck é efeito o mais importante!
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Lei do Circuito Homogêneo
“A f.e.m. medida depende única e exclusivamente da composição química 
dos dois metais e das temperaturas existentes nas junções.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Lei dos Metais Intermediários
“Em um circuito termoelétrico, composto de dois metais diferentes, a f.e.m. 
produzida não será alterada ao inserirmos, em qualquer ponto do circuito, um 
metal genérico, desde que as novas junções sejam mantidas a temperaturas 
iguais.
Onde se conclui que:
T3 = T4 → E1 = E2
T3  T4 → E1  E2
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Lei das Temperaturas Intermediárias
"A f.e.m. produzida em um circuito termoelétrico de dois metais homogêneos e 
diferentes entre si, com as suas junções as temperaturas T1 e T3, é a soma da 
f.e.m. deste circuito, com as junções as temperaturas T1 e T2 e a f.e.m. deste 
mesmo circuito com as junções as temperaturas T2 e T3”.
T1
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T3T2
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x
a
b
T1
T2 Cu
RT
Cu
Rv
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Circuito Equivalente
y
Rv é a resistência interna do voltímetro.
RT é a resistência dos fios do termopar acrescido dos fios.
O voltímetro somente irá informar a f.e.m. () se:
Rv >> RT
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Curva de Calibração
A relação da f.e.m. termoelétrica com a temperatura, normalmente, não é
linear, mas para algumas faixas de temperatura, pode ser considerada
como se o fosse (veja a reta 1).
Potência termoelétrica :
T
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
P =

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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Classificação
Nobres
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Medição de Temperatura
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Medição de Temperatura
Cores de 
Identificação 
de Tipo e 
Polaridade
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Termômetro à Condução – Termopar 
Classificação
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Classificação
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Classificação
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Classificação
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Termopar tipo “K”
Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Classificação
Termopar tipo “R”
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Classificação
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Cuidados
• Temperatura limite de uso,
• Meio onde o termopar será exposto,
• Seleção de materiais de tubos e poços de proteção,
• Proteção metálicas,
• Proteção cerâmicas.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Junta de Referência
As tabelas existentes da f.e.m. gerada em função da temperatura para os 
termopares, têm fixado a junta de referência a 0°C.
Porém, nas aplicações práticas, a junta de referência se encontra à 
temperatura ambiente.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Junta de Referência
Os instrumentos fazem a correção da junta de referência automaticamente, 
com medição da temperatura nos terminais do instrumento através de circuito 
eletrônico. Este circuito adiciona tensão correspondente a diferença de 
temperatura de 0°C à temperatura ambiente.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Junta de Referência
Transmissor TT301 - SMAR
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Medição de Temperatura
TermoparT1
T2 Fios de compensação
T3
x
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y
Na maioria dos casos o instrumento de medida e o termopar necessitam estar
afastados. Os terminais do termopar são conectados a um cabeçote e, a partir
delesão adaptados fios de compensação (mesmas características dos fios do
termopar, porém mais baratos) até o instrumento.
Na montagem apresentada acima, o sinal lido no instrumento é proporcional a
(T1 - T3).
Termômetro à Condução – Termopar 
Fios de Compensação
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Fios de Compensação
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Medição de Temperatura
- Os fios ou cabos WX e VX para termopar tipo K, foram 
excluidos da ANSI MC 96.1 de 1982.
- Junção de referência a 0ºC.
Termômetro à Condução – Termopar 
Fios de Compensação
Obs.:
-Os códigos de cores marcados com o símbolo refere-se 
somente ao tipo SX.
-Devido à não linearidade das curvas FEM x Temperatura dos
termopares tipos S, R, B, o erro introduzido no sistema pelo fio 
ou cabo de compensação será variável quando expresso em 
graus. Portanto os limites de erros são baseados nas seguintes 
temperaturas das junções de medição:
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Fios de Compensação
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Medição de Temperatura
CABEÇOTE
CABO DE COBRE
REGISTRADOR 
24 °C
0,960 mV
0,00 mV
20,735 mV
38 °C
1,530 mV
538 °C
22,265 mV
TC TIPO K
FORNO
+ 20,735 mV
+ 0,000 mV
+ 0,960 mV
+21,695 mV  525°C ERRO = - 13 °C
Erros de Ligação
Termômetro à Condução – Termopar 
Fios de Compensação
* Usando fios de cobre.
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Medição de Temperatura
CABEÇOTE
CABO TIPO KX
REGISTRADOR 
24 °C
0,960 mV
0,570 mV
20,735 mV
38 °C
1,530 mV
538 °C
22,265 mV
TC TIPO K
FORNO
+ 20,735 mV
+ 0,570 mV
+ 0,960 mV
+ 22,265 mV  538 °C ERRO = 0
Erros de Ligação
Termômetro à Condução – Termopar 
Fios de Compensação
* Usando fios de compensação.
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Medição de Temperatura
BAINHA
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PLUG
JUNTA DE 
MEDIDA
PÓ ÓXIDO DE 
MAGNÉSIO
Termômetro à Condução – Termopar 
Isolação Mineral
É constituído de umou dois pares termoelétricos, que são isolados entre 
si e da bainha metálica, pelo pó de óxido de magnésio, que possui 
excelente condutibilidade térmica e alta compactação.
RABICHO POTE
Vantagens
a) Estabilidade.
b) Resposta Rápida.
c) Grande Resistência Mecânica e Flexibilidade.
d) Facilidade de Instalação.
e) Resistência a Corrosão.
f) Blindagem Eletrostática.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Arrranjo em Série (Termopilha)
Podemos ligar os termopares em série simples para obter a soma das mV 
individuais.
FEMt = FEM1 + FEM2
FEMt = (2,271-1,00) + (2,023 - 1,00)
FEMt = 1,271 + 1,023 
FEMt = 2,294 mV
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Arrranjo em Série (Oposta)
Para medir a diferença de temperatura entre 2
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Arrranjo em Paralelo
Ligando dois ou mais termopares em paralelo a um mesmo instrumento, teremos 
a média das mV geradas nos diversos termopares se as resistências internas 
foram iguais.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Aterramento
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termopar 
Circuito Balanceado
Resistores 
adicionais
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Medição de Temperatura
A maioria dos metais 
aumentam a resistência com a 
temperatura.
Semicondutores diminuem a 
resistência com a temperatura.
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência
1. Condução
Dilatação de líquido,
Dilatação de gás, 
Vapor saturante, 
Dilatação de sólido, 
Par termoelétrico, 
Resistência elétrica.
2. Radiação
Pirômetros óptico, 
Pirômetros à radiação
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência
VANTAGENS DAS TERMORESISTÊNCIAS EM RELAÇÃO AO 
TERMOPAR
1.Mais precisa que o termopar na sua faixa de uso;
2. Pode ser usadas a grandes distâncias;
3. Podem ser usados cabos de cobre comum nas ligações;
4. São mais estáveis que os termopares;
5.Sua curva de resistência elétrica () em função da 
temperatura é mais linear que os termopares;
6.Os termômetros de resistência são considerados 
sensores de alta precisão e ótima repetibilidade de leitura.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência
TERMÔMETROS DE RESISTÊNCIA ELÉTRICA
• A leitura é feita diretamente num ohmímetro.
• Os principais metais usados são a Platina (Pt) e o Níquel (Ni).
TIPOS DE TERMÔMETROS DE RESISTÊNCIA ELÉTRICA
Os elementos sensores são, basicamente, de dois tipos :
TERMISTORES – Resistências com cerâmica ou polímeros
(baixa precisão, maior faixa) 
Aplicação: Indústria
RTDs – Termoresistências - Resistências com metais. (alta precisão,
menor faixa)
Aplicação: Laboratórios
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termistores
Os termistores são sensores fabricados com materiais
como cerâmica ou polímeros ou semi-condutores como óxido
de magnésio, cobalto, silício ou o germânio dopados com
algum outro material como o latão ou determinadas ligas de
cobre(???).
Vantagem: tamanho físico muito pequeno.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termistores
Coeficiente Negativo (NTC)
Os termistores do tipo NTC podem ser 
classificados sob quatro tipos principais:
1) De pequenas dimensões físicas,
2) De grandes dimensões físicas,
3) Termistores em bloco,
4) Termistor aquecido indiretamente.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termistores
Coeficiente Negativo (NTC)
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Medição de Temperatura
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Termistores
Coeficiente Negativo (NTC)
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Medição de Temperatura
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Termistores
Coeficiente Positivo (PTC)
Seu valor de resistência aumenta rapidamente quando uma 
determinada temperatura é ultrapassada.
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Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termistores
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
Os RTDs (Resistance Temperature Detector) são elementos 
detetores resistivos formados por materiais como Platina, Níquel 
ou ligas de Cobre-Níquel.
Estes materiais exibem um coeficiente positivo de resistividade. 
Atualmente, as termoresistências de Platina mais usuais são: 
Pt-25,5< , PT-100< , PT-120< , PT-130< , PT-500< .
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Medição de Temperatura
Materiais + utilizados: Pt, Cu ou Ni
* Alta resistividade, melhor sensibilidade,
* Alto coeficiente de variação (R*T),
* Ter rigidez e dutibilidade: fios finos.
Ni/Cu: isolação: esmalte, seda, algodão ou fibra de vidro ( T < 300°C )
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Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
Coil elements
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
Film thermometers
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
Características da Pt100 (100 Ω à 0°C)
* Padrão de Temperatura: - 270 à 660°C,
* Alta estabilidade e repetibilidade,
* Rápido tempo de resposta.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
RT = Ro[1 + (T-To)]
onde
• Ro é a resistência a 0 C,
• RT é a resistência na temperatura T e
•  é o coeficiente de temperatura do metal.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
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Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
INSTALAÇÃO DE UMA PT-100 NO TROCADOR DE CALOR
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
CIRCUITO CONDICIONADOR DE SINAL
Em medidas elétricas, diodos, transistores ou termistores,
produzem não-linearidade do sinal.
Por isto, RTDs são medidos por um circuito em Ponte de
Wheatstone, onde o sensor de temperatura será um dos
quatro elementos da ponte
R1 x R3 = R2 x R4
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PT100
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Medição de Temperatura
E
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Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
Ligação à 2 fios: É a maneira mais simples de se ligar uma 
termoresistência, porém é a menos exata pois o valor das resistências 
RL1 e RL2 dos fios de ligação são adicionados ao valor de resistência da 
Pt-100. Usado para distâncias de até 3 metros.
Se R2 >> R3 e R1>> Rsens, R1 = R2 e Rsens = RPT100 + RL1 + RL2
Tem-se EAB = E (Rsens – R3)/R1
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Medição de Temperatura
Obs: Compensa a variação da temperatura ambiente sobre a linha.
E
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Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
Ligação à 3 fios: mais utilizado na indústria.
Fornece uma ligação numa extremidade da termoresistência e duas na outra 
extremidade.
A ponte estará em equilíbrio quando R1 x (R3 + RL1) = R2 x (RPT100 + RL2) 
e tem-se: EAB = E ( Rsens/(Rsens+R1) – R1/(R2 + R3 + RL1))
onde R1 = R2 e Rsens = RPT100 + RL2
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
Ligação à 4 fios: tetrapolar
Elimina totalmente a resistência dos cabos de ligação.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Termoresistências - RTDs
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Semicondutores
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Semicondutores
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Semicondutores
A tensão Vbe é uma função linear 
da temperatura
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Termômetro à Condução – Termômetros de Semicondutores
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Termômetro à Condução – Termômetros de Semicondutores
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Medição de Temperatura
1. Condução
Dilatação de líquido,
Dilatação de gás, 
Vapor saturante, 
Dilatação de sólido, 
Par termoelétrico, 
Resistência elétrica.
2. Radiação
Pirômetros óptico, 
Pirômetros à radiação
Radiação térmica é a radiação eletromagnética emitida 
por um corpo como resultado de sua temperatura. A 
radiação térmica corresponde à faixa de comprimentos 
de onda de 0,1 a 100µm.
Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Medição de Temperatura
Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Medição de Temperatura
Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Medição de Temperatura
Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Medição de Temperatura
Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Medição de Temperatura
Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
Infrevermelho -40º a 4600ºC
Visivel acima de 1.064,43°C
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Medição de Temperatura
Termômetro à Radiação – Termômetros Ópticos
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Medição de Temperatura
Termômetro à Radiação Total
Radiação é coletada por um arranjo óptico fixo e 
dirigida a um detetor do tipo termopilha.
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Medição de Temperatura
Termômetro à Radiação Total
Utilizado para temperaturas superiores a 550ºC. Alguns tipos mais 
sensíveis operam em faixas bem mais baixas (50º a 375ºC).
Diafragma
Protetor
Detetor
Sinal do 
Detetor
Espelho
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Medição de Temperatura
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Medição de Temperatura
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Sensores de Temperatura Integrados
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Medição de Temperatura
Termômetro à Condução – Termômetros de Resistência 
Sensores de Temperatura Integrados
Block diagram and pinout of TMP-1 monolithic, programmable temperature 
controller.
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