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CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTRUTURAS DE AÇOS II
INSTRUTOR: 2° TEN BM CAIO PALMA
FUNÇÃO ATUAL: ANALISTA DE PROJETOS DA SST 3° GBM - NITERÓI
FORMAÇÃO:
• ENGENHARIA CIVIL – UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (2012 A 2017)
• CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS – ABMDP II (2019-2021)
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTRUTURAS DE AÇOS II
• Estudo da flexão. 
• Estudo simples de empenamento da seção. 
• Contenção lateral.
• Momento de plastificarão. 
• Flambagem lateral por torção. 
• Flambagem local de mesa comprimida.
• Flambagem local de alma. 
• Curvas de momento nominal para flambagem de vigas.
• Resistência ao cisalhamento. 
• Dimensionamento de colunas com flexão. 
• Vigas mistas. 
• Estudo da fadiga. 
• Projeto de um galpão industrial com viga de rolamento. 
• Detalhamento de uma estrutura de galpão. 
• Pintura de estruturas de aço. Resistência ao fogo.
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTRUTURAS DE AÇOS II
• Estudo da flexão. 
• Estudo simples de empenamento da seção. 
• Contenção lateral.
• Momento de plastificarão. 
• Flambagem lateral por torção. 
• Flambagem local de mesa comprimida.
• Flambagem local de alma. 
• Curvas de momento nominal para flambagem de vigas.
• Resistência ao cisalhamento. 
• Dimensionamento de colunas com flexão. 
• Vigas mistas. 
• Estudo da fadiga. 
• Projeto de um galpão industrial com viga de rolamento. 
• Detalhamento de uma estrutura de galpão. 
• Pintura de estruturas de aço. Resistência ao fogo.
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTRUTURAS DE AÇOS II
Estruturas metálicas são amplamente utilizadas em engenharia civil e
mecânica devido às suas propriedades como alta resistência, ductilidade
e capacidade de suportar cargas elevadas. No entanto, para garantir a
segurança e a funcionalidade dessas estruturas, é essencial entender os
diferentes tipos de esforços solicitantes que elas podem sofrer. Esses
esforços incluem tração, compressão, flexão, cisalhamento e torção.
Cada um desses esforços pode induzir modos de falha específicos e
exigir diferentes considerações de projeto.
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
A flexão em vigas e pilares é causada por uma combinação de forças externas,
condições de apoio e restrições, além das próprias características do material e
da estrutura. Um entendimento adequado dos diferentes tipos de carregamentos
e suas interações ajuda a projetar elementos estruturais que possam resistir
eficazmente aos momentos fletores impostos.
ESTUDO DA FLEXÃO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTUDO DA FLEXÃO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTUDO DA FLEXÃO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTUDO DA FLEXÃO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTUDO DA FLEXÃO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTUDO DA FLEXÃO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTUDO DA FLEXÃO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
MOMENTO DE PLASTIFICARÃO. 
O momento de plastificação de vigas metálicas, também conhecido como
momento plástico, é o momento fletor no qual uma seção de uma viga atinge a
sua capacidade plena de resistência, ou seja, quando toda a seção transversal
da viga atinge o escoamento do material. Esse conceito é fundamental na
engenharia estrutural, pois indica a capacidade última da viga antes de ocorrer
a falha plástica total.
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ESTRUTURAS DE AÇOS II
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
MOMENTO DE PLASTIFICARÃO. 
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
MOMENTO DE PLASTIFICARÃO. 
Para calcular o momento de plastificação (Mp) de uma viga metálica, usamos a 
seguinte fórmula básica para uma seção transversal retangular:
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
MOMENTO DE PLASTIFICARÃO. 
Para calcular o momento de plastificação (Mp) de uma viga metálica, usamos a 
seguinte fórmula básica para uma seção transversal retangular:
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
MOMENTO DE PLASTIFICARÃO. 
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CONTENÇÃO LATERAL
A contenção lateral é crucial para evitar a flambagem lateral por torção em
perfis metálicos, especialmente em vigas esbeltas e longas. A falta de
contenção lateral adequada pode levar à instabilidade estrutural, resultando
em falhas graves. Podem ser divididas em dois tipos:
• Contenções globais;
• Contenções locais.
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CONTENÇÃO LATERAL GLOBAL
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CONTENÇÃO LATERAL LOCAL
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
REFERÊNCIAS
• Pfeil, W., Pfeil, M.,”Estruturas de Aço – Dimensionamento básico de acordo com a NBR 
8800:2008”, 8ª edição, LTC. 
• Ribeiro Neto, J.G., “Slides – Estruturas Metálicas”, PUC-Goiás.

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