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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
PRÁTICA PROFISSIONAL 
GUARULHOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
Juliana Veronez de Freitas Jacinto
PRÁTICA PEDAGÓGICA 
 PROFISSIONAL 
 
Trabalho apresentado a disciplina Prática Profissional, do Centro Universitário FAVENI, no Curso de (NOME DO CURSO), como pré-requisito para aprovação.
 
Ouro Fino 
2024
ELABORAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL
PROJETO DE INTERVENÇÃO 
1. TÍTULO
 Maleta viajante. 
2. APRESENTAÇÃO 
Sabemos que na Educação Infantil uma das capacidades a se trabalhar é o desenvolvimento da oralidade. 
Quanto mais cedo for inserido o processo de aprendizagem de leitura, grandes serão as chances de se formar um cidadão crítico que não abandonará o hábito de ler. A criança que sempre tiver em seu alcance livros e souber lê-los e manuseá-los corretamente, dificilmente irá procurar resumos de obras literárias. E quando crescer saberá distinguir uma leitura boa de uma de má qualidade, e consequentemente aprimorará seu desenvolvimento na escrita. Concordando com esta postura temos o seguinte enunciado de Lajolo. Ninguém nasce sabendo ler, aprende-se a ler à medida que se vive. Se ler livros geralmente se aprende nos bancos da escola, outras leituras se aprendem por aí, na chamada escola da vida [...].” (LAJOLO, 2005, p.07). 
O livro leva a criança a desenvolver a criatividade, a sensibilidade, a sociabilidade, o senso crítico, a imaginação criadora, e algo fundamental, o livro leva a criança a aprender o português. É lendo que se aprende a ler, a escrever e interpretar. É por meio do texto literário (poesia ou prosa) que ela vai desenvolver o plano das ideias e entender a gramática, suporte técnico da linguagem. Estuda-la, desconhecendo as estruturas poético-literárias da leitura, são como aprender a ler, escrever e interpretar, e não aprender a pensar. (PRADO, 1996, p. 19) 
Pessoas que não são leitoras têm a vida restrita à comunicação oral e dificilmente ampliam seus horizontes, por ter contato com ideias próximas das suas, nas conversas com amigos. [...] é nos livros que temos a chance de entrar em contato com o desconhecido, conhecer outras épocas e outros lugares – e, com eles abrir a cabeça. Por isso, incentivar a formação de leitores é não a penas fundamental no mundo globalizado em que vivemos. É trabalhar pela sustentabilidade do planeta, ao garantir a convivência pacífica entre todos e o respeito à diversidade. (GROSSI, 2008, p.03) -20) 
Nesse sentido, entendemos que o Projeto Maleta Viajante é uma forma lúdica e prazeroso, de se ampliar o repertório das crianças aumentando suas possibilidades de comunicação e expressão (gestual, verbal, plástica, dramática e musical) e despertando o interesse pelos diversos gêneros literários. Sendo assim, consideramos de fundamental importância desenvolver o Projeto Maleta Viajante na Unidade, pois através dele as crianças podem despertar a imaginação, a criatividade e o gosto pela leitura, além de oportunizar um momento de aproximação entre a família e a criança 
 
3. OBJETIVOS 
O Objetivo geral 
Para Cagliari (1994, p.25), “o objetivo fundamental da escola é desenvolver a leitura para que o aluno se saia bem em todas as disciplinas, pois se ele for um bom leitor, a escola cumpriu em grande parte a sua tarefa”. O autor define que a leitura deve ser a extensão da escola na vida das pessoas para que elas sejam capazes de entender a sociedade em que vivem e transformá-la num mundo melhor. 
Promover a integração entre a família e escola no processo de desenvolvimento das habilidades leitoras das crianças atendidas pela Unidade, através do empréstimo dos livros. 
Os objetivos específicos
-Desenvolver o gosto pela leitura; 
-Conhecer histórias variadas; 
-Ampliar o vocabulário; 
-Despertar a imaginação, a curiosidade, a comunicação e a autoestima; 
- Ampliar a visão do mundo; inserir-se na cultura letrada; 
-Compreender a função social da escrita. 
 
4. METODOLOGIA
Trata-se de um projeto que envolve a prática de leitura em que as crianças levam para casa uma maleta contendo um livro de história infantil (1 criança por dia, de segunda a sexta) é uma folha de registro. 
Depois de ler a história o aluno deve preencher o caderno de interpretação que acompanha o livro. Os alunos já alfabéticos devem completar os seguintes campos: nome do aluno, nome do livro, nome do autor, quem leu o livro e por fim, um espaço aberto para que o aluno faça seu comentário a respeito da história. 
Os alunos que ainda não têm a habilidade de leitura fluente devem destacar: nome do aluno, nome do autor, nome livro, nome da história, quem leu o livro e por fim, ilustrar a história. 
O contado com o livro proporciona à criança a oportunidade de conhecer diferentes histórias infantis, contos e fábulas. 
 
5. CRONOGRAMA
	O que fazer?
	Quando Fazer? Datas: 
	Responsáveis: 
	Escolher livros
	1 semana
	Juliana
	Confecção da maleta
	2 dias
	Juliana
	Escolher livro
	1 dia
	Crianças
	Organizar a maleta
	1 dia
	professora
	Realizar a leitura
	Até 1 semana
	Criança/família
	Completar a ficha de interpretação de leitura
	Até 1 semana
	Criança/família
	Comentários sobre
livro
	Após completar ficha de interpretação
	criança
 
O projeto foi desenvolvido nos meses de abril a junho de 2024 
 
6. RECURSOS NECESSÁRIOS 
Material necessário 
Livros de histórias 
Pastas poliondas com alça 
Ficha de interpretação da história 
Lápis de cor
7. RESULTADOS ESPERADOS
Levando a “Maleta Viajante” para casa, a criança exercitará alguns valores, como por exemplo, a responsabilidade de zelar por aquele material que está sob seus cuidados e o compromisso de levá-los de volta para a escola em perfeito estado. 
Desperta no leitor a criatividade, imaginação, humor, dramatização e fantasia. Através da leitura o aluno enriquece seu vocabulário e amplia as habilidades de escrita. 
No momento em que a criança se propõe a fazer a leitura junto com sua família, ela transmite informação aos ouvintes, tem a oportunidade de mostrar para os pais o resultado de seu trabalho na escola e tem o prazer de desfrutar de um momento agradável ao lado de seus familiares. 
8. REFERÊNCIAS
 
NOVA Escola. A revista de quem educa. Edição Especial LEITURA. Abril: 
2008. BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. São Paulo: 
Ática, 1988. 
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 
23a Ed. São Paulo: Cortez,1989 
BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. 7. Ed. São Paulo: 
Editora Ática, 2002. 
 
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 
23ª Ed. São Paulo: Cortez, 1989. 
 
FREIRE, Paulo. Ensinar, aprender: leitura do mundo, leitura da palavra. In: 
Carta de Paulo Freire aos 	professores. Disponível em 
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010340142001000200013&gt. Acesso em: 27 de março 2021. 
 
GOLDEMBERG, Miriam. A arte de pesquisar: como fazer pesquisas em ciências sociais e pedagogia. 4ºed. Rio de Janeiro, 2000. 
 
NOVA Escola. A revista de quem educa. Edição Especial – LEITURA. Abril: 
2008. 
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. 2ª ed. São Paulo: Scipione,1994 
SILVA, Ana Araújo. Literatura para Bebês. Pátio, São Paulo, n.25, p. 57- 59, Fev/abr.2003. 
PRADO, Maria Dinorah Luz do. O livro infantil e a formação do leitor. Petrópolis: 
Vozes, 1996. 76 p. 
 	 
 
 
RELATÓRIO FINAL DO PROJETO DE INTERVENÇÃO 
É de grande importância proporcionar momentos de leituras é de grande relevância para o desenvolvimento das crianças desde pequenas é através de propostas pedagógicas voltadas para a leitura que vão tornar-se grandes leitores. Essa rotina diária de levar a Mala Viajante oportuniza o desenvolvimento da criança como leitura que exige essa continuidade, regularidade e condições para aquisição do hábito de leitura. A partir do desenvolvimento desse trabalho com Mala temos certeza de que cada vez mais os alunos
fazem questão de levar outros livros para casa, ou seja, perceber que o prazer pela leitura foi desenvolvido. Dessa forma podemos enfatizar ainda mais a importância do fazer pedagógico e da oportunidade para o aprendizado, da relação escola e família e dos valores e saberes a serem construídos , pois a criança tem a responsabilidade de cuidar dos materiais da mala ( livro, caixa de lápis de cor, borracha, lápis de escrever, apontador) que são emprestados e que devem devolver no outro dia para outro colega levar, favorecendo a incorporação dos estudantes ao mundo letrado, garantindo, assim, a efetivação da função social e cultural que a leitura possui. 
Devemos fortalecer o trabalho de leitura desde a educação infantil com práticas pedagógicas variadas e criativas que possam despertar nas crianças o interesse e o prazer pela leitura colaborando desta forma para construir uma sociedade letrada e verdadeiramente crítica, pensante, formar leitores que sabem ler e compreender e não alfabeto funcionais. 
 
Fotos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
lOMoARcPSD|44672553
	 
Baixado por Alice e Clara Mundo das irmãs (julianavfj@gmail.com)
CARTA DE APRESENTAÇÃO
________________, ____ de ________________ de 20__.
Ilmo. (a) Sr. (a) Diretor (a)
 _______________________________________________
Servimo-nos desta para apresentar o (a) Sr (a). __________________________________________, aluno (a) do (a) Curso de _______________________________________________________________. 
Solicitamos a colaboração de V.Sa. no sentido de que seja autorizada a realização das Atividades Práticas nesta Instituição, em cumprimento das exigências curriculares, facilitando-lhe a oportunidade de vivenciar a realidade educacional, condição imprescindível para futura atuação profissional.
Sem mais para o momento,
DECLARAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO
Declaramos para devido fins que __________________________________________, inscrito (a) no CPF nº__________________________, portador (a) do RG nº___________________, realizou a Prática Pedagógica nos dia (s)_________ no mês de _____________ de 20______ na instituição_________________________________________________, CNPJ ou Número da portaria____________________________________. 
_______________________________________________________________
	Assinatura por extenso do (a) responsável da instituição. 
(Diretor (a), Vice-diretor (a) ou Coordenador)
Carimbo do responsável Carimbo oficial da instituição 
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