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Avaliação do Módulo I - Eixo 1_ Revisão da tentativa _ CEA SEMIL

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Questões resolvidas

Analise as afirmacoes abaixo, sobre as características e a importância das Políticas Públicas, assinalando no final a alternativa correta: Consideramos que são problemas públicos aqueles que afetam uma parcela significativa da sociedade - são reconhecidos como demandas sociais. Eles precisam ser enfrentados por meio de políticas públicas, pois estas são o instrumento que permite que as propostas de soluções ganhem escala, atingindo um maior número de pessoas e grupos sociais. Se uma política pública for construída com uma boa base técnica, não haverá necessidade de controle social no decorrer de sua implantação e a transparência de informações deixará de ser necessária, pois a qualidade inicial já garantirá bons resultados e impactos positivos. É importante compreender como funcionam os processos de políticas públicas, para que possamos atuar neles de modo pertinente. Dois exemplos possíveis são: entender como fazer para que uma determinada demanda presente na sociedade venha a ser reconhecida como problema público; compreender a dimensão de recriação e as formas de resistência e adaptação que acontecem “na ponta”, que podem levar a alterações importantes nas PP, para que se tornem mais adequadas aos contextos reais em que são implantadas. Para quem atua no campo da Educação Ambiental, seja como agente público ou na sociedade civil, é importante compreender os processos de PP, porque além de a Educação Ambiental estar prevista na Constituição, devendo, portanto, ela mesma ser instituída como política pública, ela é também estruturante das demais políticas públicas em Meio Ambiente.
1. Consideramos que são problemas públicos aqueles que afetam uma parcela significativa da sociedade - são reconhecidos como demandas sociais. Eles precisam ser enfrentados por meio de políticas públicas, pois estas são o instrumento que permite que as propostas de soluções ganhem escala, atingindo um maior número de pessoas e grupos sociais.
2. Se uma política pública for construída com uma boa base técnica, não haverá necessidade de controle social no decorrer de sua implantação e a transparência de informações deixará de ser necessária, pois a qualidade inicial já garantirá bons resultados e impactos positivos.
3. É importante compreender como funcionam os processos de políticas públicas, para que possamos atuar neles de modo pertinente. Dois exemplos possíveis são: entender como fazer para que uma determinada demanda presente na sociedade venha a ser reconhecida como problema público; compreender a dimensão de recriação e as formas de resistência e adaptação que acontecem “na ponta”, que podem levar a alterações importantes nas PP, para que se tornem mais adequadas aos contextos reais em que são implantadas.
4. Para quem atua no campo da Educação Ambiental, seja como agente público ou na sociedade civil, é importante compreender os processos de PP, porque além de a Educação Ambiental estar prevista na Constituição, devendo, portanto, ela mesma ser instituída como política pública, ela é também estruturante das demais políticas públicas em Meio Ambiente.
a. 1– F; 2 – F; 3 – V; 4 – F
b. 1– V; 2 – F; 3 – F; 4 – V
c. 1– V; 2 – V; 3 – F; 4 – V
d. 1– F; 2 – V; 3 – V; 4 – F
e. 1– V; 2 – F; 3 – V; 4 – V ✓

Leia as afirmações a seguir e depois indique a alternativa que reúne o conjunto de afirmações que representa corretamente os aspectos da “teia” de políticas públicas propostos pela professora Denise Carreira: A ideia do ciclo de políticas públicas funcionando como uma “teia” se deve ao fato de que o processo de política pública é dinâmico e os diferentes momentos não acontecem necessariamente de maneira linear. Um exemplo disso são as situações em que, na implementação de uma política, surge a necessidade de se “voltar” para reforçar o debate público, diante do risco de haver retrocessos em conquistas que já haviam sido pactuadas e sobre as quais se entendia que o debate público já estava “encerrado”. No momento de constituição e impulsionamento da agenda, o “grupo-guardião” tem um papel muito importante: caracterizar, organizar, pactuar a agenda para então levá-la ao debate público. Para ser mais eficiente, o “grupo-guardião” (que pode começar pequeno e aumentar no decorrer do processo, com a chegada de novos atores interessados em fazer parcerias e alianças) deve levar a agenda diretamente ao Poder Público, para que seja rapidamente criada a política pública, sem necessidade de ampliar o debate junto a toda a sociedade, para que ela reconheça a relevância e legitimidade da agenda proposta. Quando o Estado assume o compromisso de construir soluções públicas para enfrentar um certo problema público, dizemos que houve a incorporação do problema na agenda pública. O desenho da política pública, a ser realizado pelo Estado com a participação dos diversos segmentos da sociedade, é um momento de grande objetividade e baixa complexidade, já que as diferentes visões que existiam na sociedade foram uniformizadas antes do problema entrar na agenda pública, e todos agora já enxergam da mesma forma quais devem ser as melhores soluções para enfrentar o problema, não havendo mais disputas entre diferentes atores sociais. Mesmo que tenha havido uma formulação (“desenho”) participativa, ainda pode ser necessário readequar a política pública quando ela é implementada. Isso ocorre porque nos diferentes territórios e contextos em que ocorre a “prática” da política, certamente pode haver contribuições que a aprimoram, aumentando as chances de que ela realmente produza os efeitos esperados. As ações de monitoramento de uma política pública devem ser feitas com base em metas e indicadores. Elas devem ocorrer apenas nos momentos iniciais da implementação, não havendo necessidade de serem sustentadas ao longo do tempo. Nesse momento, não faz nenhum sentido uma postura de “escuta” e atenção aos pontos de vista de quem está implementando a política “na ponta”, e daqueles que são afetados pelo problema que a política busca enfrentar, pois isso não contribui em nada para se avaliar se a PP está ou não gerando as transformações esperadas.
1. A ideia do ciclo de políticas públicas funcionando como uma “teia” se deve ao fato de que o processo de política pública é dinâmico e os diferentes momentos não acontecem necessariamente de maneira linear. Um exemplo disso são as situações em que, na implementação de uma política, surge a necessidade de se “voltar” para reforçar o debate público, diante do risco de haver retrocessos em conquistas que já haviam sido pactuadas e sobre as quais se entendia que o debate público já estava “encerrado”.
2. No momento de constituição e impulsionamento da agenda, o “grupo-guardião” tem um papel muito importante: caracterizar, organizar, pactuar a agenda para então levá-la ao debate público.
3. Para ser mais eficiente, o “grupo-guardião” (que pode começar pequeno e aumentar no decorrer do processo, com a chegada de novos atores interessados em fazer parcerias e alianças) deve levar a agenda diretamente ao Poder Público, para que seja rapidamente criada a política pública, sem necessidade de ampliar o debate junto a toda a sociedade, para que ela reconheça a relevância e legitimidade da agenda proposta.
4. Quando o Estado assume o compromisso de construir soluções públicas para enfrentar um certo problema público, dizemos que houve a incorporação do problema na agenda pública.
5. O desenho da política pública, a ser realizado pelo Estado com a participação dos diversos segmentos da sociedade, é um momento de grande objetividade e baixa complexidade, já que as diferentes visões que existiam na sociedade foram uniformizadas antes do problema entrar na agenda pública, e todos agora já enxergam da mesma forma quais devem ser as melhores soluções para enfrentar o problema, não havendo mais disputas entre diferentes atores sociais.
6. Mesmo que tenha havido uma formulação (“desenho”) participativa, ainda pode ser necessário readequar a política pública quando ela é implementada. Isso ocorre porque nos diferentes territórios e contextos em que ocorre a “prática” da política, certamente pode haver contribuições que a aprimoram, aumentando as chances de que ela realmente produza os efeitos esperados.
7. As ações de monitoramento de uma política pública devem ser feitas com base em metas e indicadores. Elas devem ocorrer apenas nos momentos iniciais da implementação, não havendo necessidade de serem sustentadas ao longo do tempo. Nesse momento, não faz nenhum sentido uma postura de “escuta” e atenção aos pontos de vista de quem está implementando a política “na ponta”, e daqueles que são afetados pelo problema que a política busca enfrentar, pois isso não contribui em nada para se avaliar se a PP está ou não gerando as transformações esperadas.
a. 1, 3, 4 e 7.
b. 2, 3, 5 e 7.
c. 1, 3, 5 e 6.
d. 1, 2, 4 e 6. ✓

Analise as afirmações abaixo, sobre a incidência em políticas públicas, seus objetivos e estratégias, assinalando no final a alternativa correta: Chamamos de “incidência nos processos de políticas públicas” a atuação de diversos grupos (da sociedade civil, de dentro da gestão pública, de organizações diversas, escolas, comunidades, etc) para influenciar a formulação, implementação, monitoramento dessas políticas. Existem muitas formas legítimas através das quais isso pode ser feito, em contextos democráticos. Não cabe a esses grupos produzir notas técnicas, diagnósticos, análises e outros tipos de informação de qualidade para embasar sua ação e buscar o convencimento da sociedade, pois elas não teriam nenhuma utilidade ou legitimidade no debate público. Uma das estratégias de incidência é a articulação. Ela busca a formação de alianças. O que importa, aqui, é obter um grande número de aliados. Não importa se esses aliados defendem uma agenda comum (conjunto de acordos que interessam a todos os envolvidos; aquilo que “os” une) ou se buscam conquistas opostas entre si. As seis estratégias de incidência (produção de informação e conhecimento; comunicação, articulação, formação, pressão política, mobilização podem ser utilizadas em qualquer um dos momentos do ciclo-teia das políticas públicas. Nos processos de incidência é importante ter clareza da meta final que se pretende alcançar (por exemplo, garantir que determinado direito constitucional se torne acessível a grupos que ainda não o tem garantido). No entanto, muitas vezes, no percurso das ações de incidência, vão acontecendo resultados intermediários (por exemplo: novos grupos da sociedade que antes não apoiavam a reivindicação passam a apoiar e se tornam aliados, aumentando a força da incidência). Esses acúmulos intermediários também são muito importantes e devem ser valorizados por quem está fazendo a incidência. Processos formativos para os grupos envolvidos na incidência e para outros segmentos da sociedade; ações de comunicação que utilizem mensagens compreensíveis sobre qual é o problema em pauta e as soluções propostas; conhecimento e informação de qualidade. Todos esses são fatores que ajudam a qualificar o debate público, aumentando a compreensão da sociedade sobre a relevância do problema e a necessidade de se dar respostas públicas a ela, na forma de política pública. As ações de incidência sempre alcançarão as transformações buscadas, respondendo de forma satisfatória aos problemas reais de nossa sociedade. Por isso, não é preciso que os atores envolvidos se preocupem.
1. Chamamos de “incidência nos processos de políticas públicas” a atuação de diversos grupos (da sociedade civil, de dentro da gestão pública, de organizações diversas, escolas, comunidades, etc) para influenciar a formulação, implementação, monitoramento dessas políticas. Existem muitas formas legítimas através das quais isso pode ser feito, em contextos democráticos.
2. Não cabe a esses grupos produzir notas técnicas, diagnósticos, análises e outros tipos de informação de qualidade para embasar sua ação e buscar o convencimento da sociedade, pois elas não teriam nenhuma utilidade ou legitimidade no debate público.
3. Uma das estratégias de incidência é a articulação. Ela busca a formação de alianças. O que importa, aqui, é obter um grande número de aliados. Não importa se esses aliados defendem uma agenda comum (conjunto de acordos que interessam a todos os envolvidos; aquilo que “os” une) ou se buscam conquistas opostas entre si.
4. As seis estratégias de incidência (produção de informação e conhecimento; comunicação, articulação, formação, pressão política, mobilização podem ser utilizadas em qualquer um dos momentos do ciclo-teia das políticas públicas.
5. Nos processos de incidência é importante ter clareza da meta final que se pretende alcançar (por exemplo, garantir que determinado direito constitucional se torne acessível a grupos que ainda não o tem garantido). No entanto, muitas vezes, no percurso das ações de incidência, vão acontecendo resultados intermediários (por exemplo: novos grupos da sociedade que antes não apoiavam a reivindicação passam a apoiar e se tornam aliados, aumentando a força da incidência). Esses acúmulos intermediários também são muito importantes e devem ser valorizados por quem está fazendo a incidência.
6. Processos formativos para os grupos envolvidos na incidência e para outros segmentos da sociedade; ações de comunicação que utilizem mensagens compreensíveis sobre qual é o problema em pauta e as soluções propostas; conhecimento e informação de qualidade. Todos esses são fatores que ajudam a qualificar o debate público, aumentando a compreensão da sociedade sobre a relevância do problema e a necessidade de se dar respostas públicas a ela, na forma de política pública.
7. As ações de incidência sempre alcançarão as transformações buscadas, respondendo de forma satisfatória aos problemas reais de nossa sociedade. Por isso, não é preciso que os atores envolvidos se preocupem.
a. 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.
b. 1, 3, 4, 5 e 6.
c. 1, 3, 5 e 6.
d. 1, 3, 4, 5 e 7. ✓

Que afirmação representa corretamente o entendimento apresentado no curso sobre a participação social?

a. a participação social não somente é um direito do cidadão, como aprimora a qualidade das políticas públicas e a sua legitimidade, além de ser um processo educativo e transformador para todos os envolvidos: sociedade civil, gestores públicos, técnicos e educadores.
b. a participação cidadã é um princípio constitucional conquistado pela sociedade e, por isso, deve ser garantida por meio de consultas públicas para evitar questionamentos futuros.
c. a participação social, apesar de se contrapor à melhor solução técnica, deve ser conduzida pelos gestores públicos para aumentar a adesão das comunidades locais aos planos de governo.
d. a participação social é um processo bastante simples de promover e conduzir, sendo que só resiste a ela o gestor autoritário ou despreparado.

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Questões resolvidas

Analise as afirmacoes abaixo, sobre as características e a importância das Políticas Públicas, assinalando no final a alternativa correta: Consideramos que são problemas públicos aqueles que afetam uma parcela significativa da sociedade - são reconhecidos como demandas sociais. Eles precisam ser enfrentados por meio de políticas públicas, pois estas são o instrumento que permite que as propostas de soluções ganhem escala, atingindo um maior número de pessoas e grupos sociais. Se uma política pública for construída com uma boa base técnica, não haverá necessidade de controle social no decorrer de sua implantação e a transparência de informações deixará de ser necessária, pois a qualidade inicial já garantirá bons resultados e impactos positivos. É importante compreender como funcionam os processos de políticas públicas, para que possamos atuar neles de modo pertinente. Dois exemplos possíveis são: entender como fazer para que uma determinada demanda presente na sociedade venha a ser reconhecida como problema público; compreender a dimensão de recriação e as formas de resistência e adaptação que acontecem “na ponta”, que podem levar a alterações importantes nas PP, para que se tornem mais adequadas aos contextos reais em que são implantadas. Para quem atua no campo da Educação Ambiental, seja como agente público ou na sociedade civil, é importante compreender os processos de PP, porque além de a Educação Ambiental estar prevista na Constituição, devendo, portanto, ela mesma ser instituída como política pública, ela é também estruturante das demais políticas públicas em Meio Ambiente.
1. Consideramos que são problemas públicos aqueles que afetam uma parcela significativa da sociedade - são reconhecidos como demandas sociais. Eles precisam ser enfrentados por meio de políticas públicas, pois estas são o instrumento que permite que as propostas de soluções ganhem escala, atingindo um maior número de pessoas e grupos sociais.
2. Se uma política pública for construída com uma boa base técnica, não haverá necessidade de controle social no decorrer de sua implantação e a transparência de informações deixará de ser necessária, pois a qualidade inicial já garantirá bons resultados e impactos positivos.
3. É importante compreender como funcionam os processos de políticas públicas, para que possamos atuar neles de modo pertinente. Dois exemplos possíveis são: entender como fazer para que uma determinada demanda presente na sociedade venha a ser reconhecida como problema público; compreender a dimensão de recriação e as formas de resistência e adaptação que acontecem “na ponta”, que podem levar a alterações importantes nas PP, para que se tornem mais adequadas aos contextos reais em que são implantadas.
4. Para quem atua no campo da Educação Ambiental, seja como agente público ou na sociedade civil, é importante compreender os processos de PP, porque além de a Educação Ambiental estar prevista na Constituição, devendo, portanto, ela mesma ser instituída como política pública, ela é também estruturante das demais políticas públicas em Meio Ambiente.
a. 1– F; 2 – F; 3 – V; 4 – F
b. 1– V; 2 – F; 3 – F; 4 – V
c. 1– V; 2 – V; 3 – F; 4 – V
d. 1– F; 2 – V; 3 – V; 4 – F
e. 1– V; 2 – F; 3 – V; 4 – V ✓

Leia as afirmações a seguir e depois indique a alternativa que reúne o conjunto de afirmações que representa corretamente os aspectos da “teia” de políticas públicas propostos pela professora Denise Carreira: A ideia do ciclo de políticas públicas funcionando como uma “teia” se deve ao fato de que o processo de política pública é dinâmico e os diferentes momentos não acontecem necessariamente de maneira linear. Um exemplo disso são as situações em que, na implementação de uma política, surge a necessidade de se “voltar” para reforçar o debate público, diante do risco de haver retrocessos em conquistas que já haviam sido pactuadas e sobre as quais se entendia que o debate público já estava “encerrado”. No momento de constituição e impulsionamento da agenda, o “grupo-guardião” tem um papel muito importante: caracterizar, organizar, pactuar a agenda para então levá-la ao debate público. Para ser mais eficiente, o “grupo-guardião” (que pode começar pequeno e aumentar no decorrer do processo, com a chegada de novos atores interessados em fazer parcerias e alianças) deve levar a agenda diretamente ao Poder Público, para que seja rapidamente criada a política pública, sem necessidade de ampliar o debate junto a toda a sociedade, para que ela reconheça a relevância e legitimidade da agenda proposta. Quando o Estado assume o compromisso de construir soluções públicas para enfrentar um certo problema público, dizemos que houve a incorporação do problema na agenda pública. O desenho da política pública, a ser realizado pelo Estado com a participação dos diversos segmentos da sociedade, é um momento de grande objetividade e baixa complexidade, já que as diferentes visões que existiam na sociedade foram uniformizadas antes do problema entrar na agenda pública, e todos agora já enxergam da mesma forma quais devem ser as melhores soluções para enfrentar o problema, não havendo mais disputas entre diferentes atores sociais. Mesmo que tenha havido uma formulação (“desenho”) participativa, ainda pode ser necessário readequar a política pública quando ela é implementada. Isso ocorre porque nos diferentes territórios e contextos em que ocorre a “prática” da política, certamente pode haver contribuições que a aprimoram, aumentando as chances de que ela realmente produza os efeitos esperados. As ações de monitoramento de uma política pública devem ser feitas com base em metas e indicadores. Elas devem ocorrer apenas nos momentos iniciais da implementação, não havendo necessidade de serem sustentadas ao longo do tempo. Nesse momento, não faz nenhum sentido uma postura de “escuta” e atenção aos pontos de vista de quem está implementando a política “na ponta”, e daqueles que são afetados pelo problema que a política busca enfrentar, pois isso não contribui em nada para se avaliar se a PP está ou não gerando as transformações esperadas.
1. A ideia do ciclo de políticas públicas funcionando como uma “teia” se deve ao fato de que o processo de política pública é dinâmico e os diferentes momentos não acontecem necessariamente de maneira linear. Um exemplo disso são as situações em que, na implementação de uma política, surge a necessidade de se “voltar” para reforçar o debate público, diante do risco de haver retrocessos em conquistas que já haviam sido pactuadas e sobre as quais se entendia que o debate público já estava “encerrado”.
2. No momento de constituição e impulsionamento da agenda, o “grupo-guardião” tem um papel muito importante: caracterizar, organizar, pactuar a agenda para então levá-la ao debate público.
3. Para ser mais eficiente, o “grupo-guardião” (que pode começar pequeno e aumentar no decorrer do processo, com a chegada de novos atores interessados em fazer parcerias e alianças) deve levar a agenda diretamente ao Poder Público, para que seja rapidamente criada a política pública, sem necessidade de ampliar o debate junto a toda a sociedade, para que ela reconheça a relevância e legitimidade da agenda proposta.
4. Quando o Estado assume o compromisso de construir soluções públicas para enfrentar um certo problema público, dizemos que houve a incorporação do problema na agenda pública.
5. O desenho da política pública, a ser realizado pelo Estado com a participação dos diversos segmentos da sociedade, é um momento de grande objetividade e baixa complexidade, já que as diferentes visões que existiam na sociedade foram uniformizadas antes do problema entrar na agenda pública, e todos agora já enxergam da mesma forma quais devem ser as melhores soluções para enfrentar o problema, não havendo mais disputas entre diferentes atores sociais.
6. Mesmo que tenha havido uma formulação (“desenho”) participativa, ainda pode ser necessário readequar a política pública quando ela é implementada. Isso ocorre porque nos diferentes territórios e contextos em que ocorre a “prática” da política, certamente pode haver contribuições que a aprimoram, aumentando as chances de que ela realmente produza os efeitos esperados.
7. As ações de monitoramento de uma política pública devem ser feitas com base em metas e indicadores. Elas devem ocorrer apenas nos momentos iniciais da implementação, não havendo necessidade de serem sustentadas ao longo do tempo. Nesse momento, não faz nenhum sentido uma postura de “escuta” e atenção aos pontos de vista de quem está implementando a política “na ponta”, e daqueles que são afetados pelo problema que a política busca enfrentar, pois isso não contribui em nada para se avaliar se a PP está ou não gerando as transformações esperadas.
a. 1, 3, 4 e 7.
b. 2, 3, 5 e 7.
c. 1, 3, 5 e 6.
d. 1, 2, 4 e 6. ✓

Analise as afirmações abaixo, sobre a incidência em políticas públicas, seus objetivos e estratégias, assinalando no final a alternativa correta: Chamamos de “incidência nos processos de políticas públicas” a atuação de diversos grupos (da sociedade civil, de dentro da gestão pública, de organizações diversas, escolas, comunidades, etc) para influenciar a formulação, implementação, monitoramento dessas políticas. Existem muitas formas legítimas através das quais isso pode ser feito, em contextos democráticos. Não cabe a esses grupos produzir notas técnicas, diagnósticos, análises e outros tipos de informação de qualidade para embasar sua ação e buscar o convencimento da sociedade, pois elas não teriam nenhuma utilidade ou legitimidade no debate público. Uma das estratégias de incidência é a articulação. Ela busca a formação de alianças. O que importa, aqui, é obter um grande número de aliados. Não importa se esses aliados defendem uma agenda comum (conjunto de acordos que interessam a todos os envolvidos; aquilo que “os” une) ou se buscam conquistas opostas entre si. As seis estratégias de incidência (produção de informação e conhecimento; comunicação, articulação, formação, pressão política, mobilização podem ser utilizadas em qualquer um dos momentos do ciclo-teia das políticas públicas. Nos processos de incidência é importante ter clareza da meta final que se pretende alcançar (por exemplo, garantir que determinado direito constitucional se torne acessível a grupos que ainda não o tem garantido). No entanto, muitas vezes, no percurso das ações de incidência, vão acontecendo resultados intermediários (por exemplo: novos grupos da sociedade que antes não apoiavam a reivindicação passam a apoiar e se tornam aliados, aumentando a força da incidência). Esses acúmulos intermediários também são muito importantes e devem ser valorizados por quem está fazendo a incidência. Processos formativos para os grupos envolvidos na incidência e para outros segmentos da sociedade; ações de comunicação que utilizem mensagens compreensíveis sobre qual é o problema em pauta e as soluções propostas; conhecimento e informação de qualidade. Todos esses são fatores que ajudam a qualificar o debate público, aumentando a compreensão da sociedade sobre a relevância do problema e a necessidade de se dar respostas públicas a ela, na forma de política pública. As ações de incidência sempre alcançarão as transformações buscadas, respondendo de forma satisfatória aos problemas reais de nossa sociedade. Por isso, não é preciso que os atores envolvidos se preocupem.
1. Chamamos de “incidência nos processos de políticas públicas” a atuação de diversos grupos (da sociedade civil, de dentro da gestão pública, de organizações diversas, escolas, comunidades, etc) para influenciar a formulação, implementação, monitoramento dessas políticas. Existem muitas formas legítimas através das quais isso pode ser feito, em contextos democráticos.
2. Não cabe a esses grupos produzir notas técnicas, diagnósticos, análises e outros tipos de informação de qualidade para embasar sua ação e buscar o convencimento da sociedade, pois elas não teriam nenhuma utilidade ou legitimidade no debate público.
3. Uma das estratégias de incidência é a articulação. Ela busca a formação de alianças. O que importa, aqui, é obter um grande número de aliados. Não importa se esses aliados defendem uma agenda comum (conjunto de acordos que interessam a todos os envolvidos; aquilo que “os” une) ou se buscam conquistas opostas entre si.
4. As seis estratégias de incidência (produção de informação e conhecimento; comunicação, articulação, formação, pressão política, mobilização podem ser utilizadas em qualquer um dos momentos do ciclo-teia das políticas públicas.
5. Nos processos de incidência é importante ter clareza da meta final que se pretende alcançar (por exemplo, garantir que determinado direito constitucional se torne acessível a grupos que ainda não o tem garantido). No entanto, muitas vezes, no percurso das ações de incidência, vão acontecendo resultados intermediários (por exemplo: novos grupos da sociedade que antes não apoiavam a reivindicação passam a apoiar e se tornam aliados, aumentando a força da incidência). Esses acúmulos intermediários também são muito importantes e devem ser valorizados por quem está fazendo a incidência.
6. Processos formativos para os grupos envolvidos na incidência e para outros segmentos da sociedade; ações de comunicação que utilizem mensagens compreensíveis sobre qual é o problema em pauta e as soluções propostas; conhecimento e informação de qualidade. Todos esses são fatores que ajudam a qualificar o debate público, aumentando a compreensão da sociedade sobre a relevância do problema e a necessidade de se dar respostas públicas a ela, na forma de política pública.
7. As ações de incidência sempre alcançarão as transformações buscadas, respondendo de forma satisfatória aos problemas reais de nossa sociedade. Por isso, não é preciso que os atores envolvidos se preocupem.
a. 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.
b. 1, 3, 4, 5 e 6.
c. 1, 3, 5 e 6.
d. 1, 3, 4, 5 e 7. ✓

Que afirmação representa corretamente o entendimento apresentado no curso sobre a participação social?

a. a participação social não somente é um direito do cidadão, como aprimora a qualidade das políticas públicas e a sua legitimidade, além de ser um processo educativo e transformador para todos os envolvidos: sociedade civil, gestores públicos, técnicos e educadores.
b. a participação cidadã é um princípio constitucional conquistado pela sociedade e, por isso, deve ser garantida por meio de consultas públicas para evitar questionamentos futuros.
c. a participação social, apesar de se contrapor à melhor solução técnica, deve ser conduzida pelos gestores públicos para aumentar a adesão das comunidades locais aos planos de governo.
d. a participação social é um processo bastante simples de promover e conduzir, sendo que só resiste a ela o gestor autoritário ou despreparado.

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Iniciado em quinta-feira, 1 ago. 2024, 16:00
Estado Finalizada
Concluída em quinta-feira, 1 ago. 2024, 16:18
Tempo
empregado
18 minutos 2 segundos
Questão 1
Correto
Analise as a�rmações abaixo, sobre as características e a importância das Políticas Públicas,
assinalando no �nal a alternativa correta:                             
 1. Consideramos que são problemas públicos aqueles que afetam uma parcela signi�cativa da sociedade - são
reconhecidos como demandas sociais.  Eles precisam ser enfrentados por meio de políticas públicas, pois
estas são o instrumento que permite que as propostas de soluções ganhem escala, atingindo um maior
número de pessoas e grupos sociais.
2.  Se uma política pública for construída com uma boa base técnica, não haverá necessidade de controle social
no decorrer de sua implantação e a transparência de informações deixará de ser necessária, pois a
qualidade inicial já garantirá bons resultados e impactos positivos.
3. É importante compreender como funcionam os processos de políticas públicas, para que possamos atuar
neles de modo pertinente. Dois exemplos possíveis são: entender como fazer para que uma determinada
demanda presente na sociedade venha a ser reconhecida como problema público; compreender a dimensão
de recriação e as formas de resistência e adaptação que acontecem “na ponta”, que podem levar a
alterações importantes nas PP, para que se tornem mais adequadas aos contextos reais em que são
implantadas. 
  4. Para quem atua no campo da Educação Ambiental, seja como agente público ou na sociedade civil, é
importante compreender os processos de PP, porque além de a Educação Ambiental estar prevista na
Constituição, devendo, portanto, ela mesma ser instituída como política pública, ela é também estruturante
das demais políticas públicas em Meio Ambiente. 
Escolha uma opção:
a. 1– F; 2 – F; 3 – V; 4 – F
b. 1– V; 2 – F; 3 – F; 4 – V
c. 1– V; 2 – V; 3 – F; 4 – V
d. 1– F; 2 – V; 3 – V; 4 – F
e. 1– V; 2 – F; 3 – V; 4 – V ✓
Sua resposta está correta. Parabéns! Você compreendeu bem as características e a importância da Políticas
Públicas!
https://eadgestores.educacaoambiental.sp.gov.br/
https://eadgestores.educacaoambiental.sp.gov.br/
https://eadgestores.educacaoambiental.sp.gov.br/my/courses.php
https://eadgestores.educacaoambiental.sp.gov.br/course/view.php?id=4
https://eadgestores.educacaoambiental.sp.gov.br/course/view.php?id=4#section-1
https://eadgestores.educacaoambiental.sp.gov.br/mod/quiz/view.php?id=6
Questão 2
Correto
Leia as a�rmações a seguir e depois indique a alternativa que reúne o conjunto de a�rmações que
representa corretamente os aspectos da “teia” de políticas públicas propostos pela professora Denise
Carreira:                                                               
1. A ideia do ciclo de políticas públicas funcionando como uma “teia” se deve ao fato de que o processo de
política pública é dinâmico e os diferentes momentos não acontecem necessariamente de maneira linear.
Um exemplo disso são as situações em que, na implementação de uma política, surge a necessidade de se
“voltar” para reforçar o debate público, diante do risco de haver retrocessos em conquistas que já haviam
sido pactuadas e sobre as quais se entendia que o debate público já estava “encerrado”.
2. No momento de constituição e impulsionamento da agenda, o “grupo-guardião” tem um papel muito
importante: caracterizar, organizar, pactuar a agenda para então levá-la ao debate público.
3. Para ser mais e�ciente, o “grupo-guardião” (que pode começar pequeno e aumentar no decorrer do
processo, com a chegada de novos atores interessados em fazer parcerias e alianças) deve levar a agenda
diretamente ao Poder Público, para que seja rapidamente criada a política pública, sem necessidade de
ampliar o debate junto a toda a sociedade, para que ela reconheça a relevância e legitimidade da agenda
proposta. 
4. Quando o Estado assume o compromisso de construir soluções públicas para enfrentar um certo
problema público, dizemos que houve a incorporação do problema na agenda pública. 
5. O desenho da política pública, a ser realizado pelo Estado com a participação dos diversos segmentos da
sociedade, é um momento de grande objetividade e baixa complexidade, já que as diferentes visões que
existiam na sociedade foram uniformizadas antes do problema entrar na agenda pública, e todos agora já
enxergam da mesma forma quais devem ser as melhores soluções para enfrentar o problema, não
havendo mais disputas entre diferentes atores sociais. 
6. Mesmo que tenha havido uma formulação (“desenho”) participativa, ainda pode ser necessário readequar
a política pública quando ela é implementada. Isso ocorre porque nos diferentes territórios e contextos
em que ocorre a “prática” da política, certamente pode haver contribuições que a aprimoram,
aumentando as chances de que ela realmente produza os efeitos esperados. 
7. As ações de monitoramento de uma política pública devem ser feitas com base em metas e indicadores. 
Elas devem ocorrer apenas nos momentos iniciais da implementação, não havendo necessidade de serem
sustentadas ao longo do tempo. Nesse momento, não faz nenhum sentido uma postura de “escuta” e
atenção aos pontos de vista de quem está implementando a política “na ponta”, e daqueles que são
afetados pelo problema que a política busca enfrentar, pois isso não contribui em nada para se avaliar se
a PP está ou não gerando as transformações esperadas. 
A alternativa que reúne o conjunto de a�rmações que representa corretamente os aspectos da “teia” de
políticas públicas é:
Escolha uma opção:
a. 1, 3, 4 e 7.
b. 2, 3, 5 e 7.
c. 1, 3, 5 e 6.
d. 1, 2, 4 e 6. ✓
Sua resposta está correta. Parabéns! Você compreendeu bem os principais aspectos da teia de políticas
públicas, proposta pela Profa. Denise Carreira.
Questão 3
Correto
Analise as a�rmações abaixo, sobre a incidência em políticas públicas, seus objetivos e estratégias,
assinalando no �nal a alternativa correta:                                   
1. Chamamos de “incidência nos processos de políticas públicas” a atuação de diversos grupos (da sociedade
civil, de dentro da gestão pública, de organizações diversas, escolas, comunidades, etc) para in�uenciar a
formulação, implementação, monitoramento dessas políticas. Existem muitas formas legítimas através
das quais isso pode ser feito, em contextos democráticos.
2. Não cabe a esses grupos produzir notas técnicas, diagnósticos, análises e outros tipos de informação de
qualidade para embasar sua ação e buscar o convencimento da sociedade, pois elas não teriam nenhuma
utilidade ou legitimidade no debate público.
3. Uma das estratégias de incidência é a articulação. Ela busca a formação de alianças. O que importa, aqui,
é obter um grande número de aliados. Não importa se esses aliados defendem uma agenda comum
(conjunto de acordos que interessam a todos os envolvidos; aquilo que “os” une) ou se buscam conquistas
opostas entre si.
4. As seis estratégias de incidência (produção de informação e conhecimento; comunicação, articulação,
formação, pressão política, mobilização podem ser utilizadas em qualquer um dos momentos do ciclo-teia
das políticas públicas.
5. Nos processos de incidência é importante ter clareza da meta �nal que se pretende alcançar (por
exemplo, garantir que determinado direito constitucional se torne acessível a grupos que ainda não o tem
garantido). No entanto, muitas vezes, no percurso das ações de incidência, vão acontecendo resultados
intermediários (por exemplo: novos grupos da sociedade que antes não apoiavam a reivindicação passam
a apoiar e se tornam aliados, aumentando a força da incidência). Esses acúmulos intermediários também
são muito importantes e devem ser valorizados por quem está fazendo a incidência.
6. Processos formativos para os grupos envolvidos na incidência e para outros segmentos dasociedade;
ações de comunicação que utilizem mensagens compreensíveis sobre qual é o problema em pauta e as
soluções propostas; conhecimento e informação de qualidade. Todos esses são fatores que ajudam a
quali�car o debate público, aumentando a compreensão da sociedade sobre a relevância do problema e a
necessidade de se dar respostas públicas a ela, na forma de política pública.
7. As ações de incidência sempre alcançarão as transformações buscadas, respondendo de forma
satisfatória aos problemas reais de nossa sociedade. Por isso, não é preciso que os atores envolvidos se
preocupem em monitorar as suas estratégias de incidência.
8. Três objetivos que podem levar os atores sociais a realizar a incidência: garantir que direitos
constitucionais possam chegar a todos os grupos da sociedade; evitar que aconteçam retrocessos,
quando certos direitos que já haviam sido conquistados voltam a ser questionados e correm o risco de ser
perdidos ou reduzidos; aumentar a diversidade de grupos que in�uenciam os processos de políticas
públicas, trazendo também aqueles que normalmente são excluídos dessa participação, tornando mais
democrático o processo de políticas públicas.  
A alternativa que reúne o conjunto de a�rmações que representa corretamente os aspectos da
incidência em políticas públicas é:
Escolha uma opção:
a. 1, 2, 4, 7 e 8.
b. 1, 4, 5, 6 e 8. ✓
c. 2, 3, 5, 6 e 7. 
d. 3, 4, 5, 7 e 8.
Sua resposta está correta. Parabéns! Você compreendeu bem a ideia de incidência em políticas públicas, seus
objetivos e estratégias.
Questão 4
Correto
Que a�rmação representa corretamente o entendimento apresentado no curso sobre a participação
social?  
Escolha uma opção:
a. a participação social não somente é um direito do cidadão, como aprimora a qualidade das políticas públicas
e a sua legitimidade, além de ser um processo educativo e transformador para todos os envolvidos:
sociedade civil, gestores públicos, técnicos e educadores.
✓
b. a participação cidadã é um princípio constitucional conquistado pela sociedade e, por isso, deve ser garantida por
meio de consultas públicas para evitar questionamentos futuros.
c. a participação social, apesar de se contrapor à melhor solução técnica, deve ser conduzida pelos gestores
públicos para aumentar a adesão das comunidades locais aos planos de governo.
d. a participação social é um processo bastante simples de promover e conduzir, sendo que só resiste a ela o gestor
autoritário ou despreparado.
Sua resposta está correta. Isso mesmo! A participação não é um processo simples, mas, além de ser um direito do
cidadão, é uma experiência em que todos aprendem e que proporciona soluções de mais qualidade, mais justas e
duradouras.
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