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RONIE ZUKI

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(INSTITUTO AOCP - 2019 - adaptado) O Mito da Caverna, de Platão, estabelece uma relação interna ou intrínseca entre paideia (educação) e aletheia (verdade): a filosofia é educação ou pedagogia para a verdade. Sobre o Mito da Caverna e o conceito de verdade em Platão, assinale a alternativa INCORRETA.
Platão abandonou o antigo conceito de verdade, isto é, a evidência como adequação entre a ideia e o intelecto, o inteligível e a inteligência, obtida apenas pelas operações da própria alma e o substituiu por aquele em que o próprio ser se manifesta no mundo e ao mundo.
A trajetória realizada pelo prisioneiro é a descrição da essência do homem (um ser dotado de corpo e alma) e sua destinação verdadeira (o conhecimento intelectual das ideias). Essa destinação é seu destino: o homem está destinado à razão e à verdade.
A relação entre paideia e aletheia é proposta pelo mito com a analogia entre os olhos do corpo e os olhos do espírito quando passam da obscuridade à luz: assim como os primeiros ficam ofuscados pela luminosidade do Sol, também o espírito sofre um ofuscamento no primeiro contato com a luz da ideia do Bem, que ilumina o mundo das ideias.
É uma alegoria retirada de “A República” de Platão, que fala sobre o conhecimento verdadeiro e o governo político.
O Mito da Caverna preserva o antigo sentido da aletheia como não esquecimento e não ocultamento da realidade, pois aletheia é o que é arrancado do esquecimento e do ocultamento da realidade, fazendo-se visível para o espírito, embora invisível para o corpo.
a) Platão abandonou o antigo conceito de verdade, isto é, a evidência como adequação entre a ideia e o intelecto, o inteligível e a inteligência, obtida apenas pelas operações da própria alma e o substituiu por aquele em que o próprio ser se manifesta no mundo e ao mundo.
b) A trajetória realizada pelo prisioneiro é a descrição da essência do homem (um ser dotado de corpo e alma) e sua destinação verdadeira (o conhecimento intelectual das ideias). Essa destinação é seu destino: o homem está destinado à razão e à verdade.
c) A relação entre paideia e aletheia é proposta pelo mito com a analogia entre os olhos do corpo e os olhos do espírito quando passam da obscuridade à luz: assim como os primeiros ficam ofuscados pela luminosidade do Sol, também o espírito sofre um ofuscamento no primeiro contato com a luz da ideia do Bem, que ilumina o mundo das ideias.
d) É uma alegoria retirada de “A República” de Platão, que fala sobre o conhecimento verdadeiro e o governo político.
e) O Mito da Caverna preserva o antigo sentido da aletheia como não esquecimento e não ocultamento da realidade, pois aletheia é o que é arrancado do esquecimento e do ocultamento da realidade, fazendo-se visível para o espírito, embora invisível para o corpo.

Os seres humanos são como prisioneiros. Quando olham para o mundo material, tudo o que veem é uma disposição enganosa de sombras e cópias. Os poucos que “escaparam” dessa visão ingênua o fizeram devido ao seu conhecimento e matemática pura e geometria. E as formas perfeitas só podem ser “vistas” mentalmente porque são iluminadas pela Forma primária da “Bondade em si” – tão brilhante quanto o sol. (Dave Robison & Judy Groves, Entendendo Platão: um guia ilustrado. São Paulo, Leya, 2013) Sobre o mito da caverna é correto afirmar:
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era como as sombras projetadas na parede.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham podia ser recuperado, sem perdas, pelas sombras projetadas na parede.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim como as sombras projetadas na parede.
As sombras representam a silhueta dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens era correspondente ao real fora da caverna.
As sombras não distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era o das sombras projetadas na parede.
a) As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era como as sombras projetadas na parede.
b) As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham podia ser recuperado, sem perdas, pelas sombras projetadas na parede.
c) As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim como as sombras projetadas na parede.
d) As sombras representam a silhueta dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens era correspondente ao real fora da caverna.
e) As sombras não distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era o das sombras projetadas na parede.

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(INSTITUTO AOCP - 2019 - adaptado) O Mito da Caverna, de Platão, estabelece uma relação interna ou intrínseca entre paideia (educação) e aletheia (verdade): a filosofia é educação ou pedagogia para a verdade. Sobre o Mito da Caverna e o conceito de verdade em Platão, assinale a alternativa INCORRETA.
Platão abandonou o antigo conceito de verdade, isto é, a evidência como adequação entre a ideia e o intelecto, o inteligível e a inteligência, obtida apenas pelas operações da própria alma e o substituiu por aquele em que o próprio ser se manifesta no mundo e ao mundo.
A trajetória realizada pelo prisioneiro é a descrição da essência do homem (um ser dotado de corpo e alma) e sua destinação verdadeira (o conhecimento intelectual das ideias). Essa destinação é seu destino: o homem está destinado à razão e à verdade.
A relação entre paideia e aletheia é proposta pelo mito com a analogia entre os olhos do corpo e os olhos do espírito quando passam da obscuridade à luz: assim como os primeiros ficam ofuscados pela luminosidade do Sol, também o espírito sofre um ofuscamento no primeiro contato com a luz da ideia do Bem, que ilumina o mundo das ideias.
É uma alegoria retirada de “A República” de Platão, que fala sobre o conhecimento verdadeiro e o governo político.
O Mito da Caverna preserva o antigo sentido da aletheia como não esquecimento e não ocultamento da realidade, pois aletheia é o que é arrancado do esquecimento e do ocultamento da realidade, fazendo-se visível para o espírito, embora invisível para o corpo.
a) Platão abandonou o antigo conceito de verdade, isto é, a evidência como adequação entre a ideia e o intelecto, o inteligível e a inteligência, obtida apenas pelas operações da própria alma e o substituiu por aquele em que o próprio ser se manifesta no mundo e ao mundo.
b) A trajetória realizada pelo prisioneiro é a descrição da essência do homem (um ser dotado de corpo e alma) e sua destinação verdadeira (o conhecimento intelectual das ideias). Essa destinação é seu destino: o homem está destinado à razão e à verdade.
c) A relação entre paideia e aletheia é proposta pelo mito com a analogia entre os olhos do corpo e os olhos do espírito quando passam da obscuridade à luz: assim como os primeiros ficam ofuscados pela luminosidade do Sol, também o espírito sofre um ofuscamento no primeiro contato com a luz da ideia do Bem, que ilumina o mundo das ideias.
d) É uma alegoria retirada de “A República” de Platão, que fala sobre o conhecimento verdadeiro e o governo político.
e) O Mito da Caverna preserva o antigo sentido da aletheia como não esquecimento e não ocultamento da realidade, pois aletheia é o que é arrancado do esquecimento e do ocultamento da realidade, fazendo-se visível para o espírito, embora invisível para o corpo.

Os seres humanos são como prisioneiros. Quando olham para o mundo material, tudo o que veem é uma disposição enganosa de sombras e cópias. Os poucos que “escaparam” dessa visão ingênua o fizeram devido ao seu conhecimento e matemática pura e geometria. E as formas perfeitas só podem ser “vistas” mentalmente porque são iluminadas pela Forma primária da “Bondade em si” – tão brilhante quanto o sol. (Dave Robison & Judy Groves, Entendendo Platão: um guia ilustrado. São Paulo, Leya, 2013) Sobre o mito da caverna é correto afirmar:
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era como as sombras projetadas na parede.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham podia ser recuperado, sem perdas, pelas sombras projetadas na parede.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim como as sombras projetadas na parede.
As sombras representam a silhueta dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens era correspondente ao real fora da caverna.
As sombras não distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era o das sombras projetadas na parede.
a) As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era como as sombras projetadas na parede.
b) As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham podia ser recuperado, sem perdas, pelas sombras projetadas na parede.
c) As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim como as sombras projetadas na parede.
d) As sombras representam a silhueta dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens era correspondente ao real fora da caverna.
e) As sombras não distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era o das sombras projetadas na parede.

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Pincel Atômico - 08/07/2024 17:07:10 1/4
ARIANE DA SILVA
ZUCCI
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 6 (21587)
Atividade finalizada em 08/07/2024 17:06:53 (2160217 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: TEORIA LITERÁRIA [1053720] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de 1,67 pontos
[capítulos - 3]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Letras-Português - Grupo: FPD-JANEIRO/2024 - SGegu0A200224 [115893]
Aluno(a):
91576687 - ARIANE DA SILVA ZUCCI - Respondeu 6 questões corretas, obtendo um total de 1,25 pontos como nota
[359297_1330
15]
Questão
001
(INSTITUTO AOCP - 2019 - adaptado) O Mito da Caverna, de Platão, estabelece uma
relação interna ou intrínseca entre paideia (educação) e aletheia (verdade): a filosofia é
educação ou pedagogia para a verdade. Sobre o Mito da Caverna e o conceito de
verdade em Platão, assinale a alternativa INCORRETA. 
X
Platão abandonou o antigo conceito de verdade, isto é, a evidência como adequação
entre a ideia e o intelecto, o inteligível e a inteligência, obtida apenas pelas operações
da própria alma e o substituiu por aquele em que o próprio ser se manifesta no mundo
e ao mundo.
A trajetória realizada pelo prisioneiro é a descrição da essência do homem (um ser
dotado de corpo e alma) e sua destinação verdadeira (o conhecimento intelectual das
ideias). Essa destinação é seu destino: o homem está destinado à razão e à verdade.
A relação entre paideia e aletheia é proposta pelo mito com a analogia entre os olhos
do corpo e os olhos do espírito quando passam da obscuridade à luz: assim como os
primeiros ficam ofuscados pela luminosidade do Sol, também o espírito sofre um
ofuscamento no primeiro contato com a luz da ideia do Bem, que ilumina o mundo das
ideias.
É uma alegoria retirada de “A República” de Platão, que fala sobre o conhecimento
verdadeiro e o governo político.
O Mito da Caverna preserva o antigo sentido da aletheia como não esquecimento e
não ocultamento da realidade, pois aletheia é o que é arrancado do esquecimento e do
ocultamento da realidade, fazendo-se visível para o espírito, embora invisível para o
corpo.
[359297_1330
13]
Questão
002
(Enade 2005) – Que responda esse honrado homem que não acredita que algo seja
belo em si, nem exista nenhuma ideia de um belo em si, sempre idêntica a si mesma,
mas que reconhece muitas coisas belas – esse amante dos espetáculos – que não
aceita que lhe digam que o belo é um só, e o justo, e do mesmo modo as outras
realidades. Ora, dentre estas coisas, diremos que, das muitas que são belas, acaso
haverá alguma que não pareça feia? E das justas, uma que não pareça injusta? E, das
santas, uma que não pareça ímpia?
– Não, é forçoso que as mesmas coisas pareçam belas e feias, tal como as outras de
que falas.
Platão. República. (com adaptações).
Com base nesse texto de Platão, analise as asserções a seguir:
I. As coisas parecem ser o que são e o seu contrário
PORQUE
II. As muitas coisas são idênticas a si mesmas.
Assinale a opção correta a respeito dessa afirmação.
As duas asserções são proposições falsas.
X
A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda é uma proposição
falsa.
Pincel Atômico - 08/07/2024 17:07:10 2/4
A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda é verdadeira.
As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma
justificativa correta da primeira.
As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa
correta da primeira.
[359297_1319
59]
Questão
003
(UEL 2019)
Leia o texto a seguir.
Os melhores de entre nós, quando escutam Homero ou qualquer poeta trágico a imitar
um herói que está aflito e se espraia numa extensa tirada cheia de gemidos, ou os que
cantam e batem no peito, sabes que gostamos disso, e que nos entregamos a eles, e
os seguimos, sofrendo com eles, e com toda seriedade elogiamos o poeta, como
sendo bom, por nos ter provocado até o máximo, essas disposições. [. . . ] Mas quando
sobrevém a qualquer de nós um luto pessoal, reparaste que nos gabamos do
contrário, se formos capazes de nos mantermos tranquilos e de sermos fortes,
entendendo que esta atitude é característica de um homem [. . . ]?
PLATÃO. A República. 605 d-e. Trad. Maria Helena da Rocha Pereira.
12. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010. p. 470.
Com base no texto, nos conhecimentos sobre mimesis (imitação) e sobre o
pensamento de Platão, assinale a alternativa correta.
X
A imitação de Homero e dos trágicos das reações humanas difere da dos pintores,
pois, segundo Platão, não estão distantes em graus da essência, por isso podem fazer
parte da cidade justa.
A maneira como Homero constrói seus personagens retratando reações humanas
deve ser imitada pelos demais poetas, pois é eticamente aprovada na Cidade Ideal
platônica.
Poetas como Homero e autores de tragédia provocam emoções de modo exagerado
em quem os lê ou assiste, não sendo bons para a formação do cidadão na Cidade
Ideal platônica.
O fato de mostrar as emoções de maneira exagerada em seus personagens faz de
Homero e de autores de tragédia excelentes formadores na Cidade Ideal pensada por
Platão.
Reagir como os personagens homéricos e trágicos é digno de elogio, pois Platão
considera que a descarga das emoções é benéfica para a formação ética dos
cidadãos.
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69]
Questão
004
Os seres humanos são como prisioneiros. Quando olham para o mundo material, tudo
o que veem é uma disposição enganosa de sombras e cópias. Os poucos que
“escaparam” dessa visão ingênua o fizeram devido ao seu conhecimento e matemática
pura e geometria. E as formas perfeitas só podem ser “vistas” mentalmente porque são
iluminadas pela Forma primária da “Bondade em si” – tão brilhante quanto o sol.
(Dave Robison & Judy Groves, Entendendo Platão: um guia ilustrado. São Paulo,
Leya, 2013)
Sobre o mito da caverna é correto afirmar:
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz.
Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era como as sombras
projetadas na parece.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz.
Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham podia ser recuperado,
sem perdas, pelas sombras projetadas na parece.
Pincel Atômico - 08/07/2024 17:07:10 3/4
X
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz.
Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim
como as sombras projetadas na parece.
As sombras representam a silhueta dos objetos de acordo com a posição e projeção
da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens era correspondente ao
real fora da caverna.
As sombras não distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da
luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era o das sombras
projetadas na parece.
[359297_1330
11]
Questão
005
(Enade 2008)
E dir-se-á o mesmo do justo e do injusto, do bom e do mau e de todas as ideias: cada
uma, de per si, é uma, mas, devido ao fato de aparecerem em combinação com ações,
corpos, e umas com as outras, cada uma delas se manifesta em toda a parte e
aparenta ser múltipla.
Platão, República V. 476a. Fundação Calouste Gulbenkian.
A partir desse texto, assinale a opção correta. 
X Cada ideia é uma, mas aparenta ser múltipla.
Cada ideia é múltipla, manifestando-se em combinação em toda a parte.
Ações e corpos manifestam-se em combinação uns com os outros.
As aparências combinam-se umas com as outras em toda a parte.
Cada uma das ideias em toda a parte manifesta ser uma.
[359297_1330
17]
Questão
006
(IF-RR – 2015) - Acaso não existem três formas de cama? Uma que é a forma natural,
e da qual diremos, segundo entendo, que Deus a confeccionou. Ou que outro Ser
poderia fazê-lo? - Nenhum outro, imagino. - Outra, a que executou o marceneiro. -
Outra, feita pelo pintor.Ou não? - Sim. - Logo, pintor, marceneiro, Deus, esses três
seres presidem aos tipos de cama.
PLATÃO. A república. São Paulo: Martin Claret, 2000: 295. (adaptado)
No diálogo do Livro X de “A República”, o autor discorre sobre o processo mimético, ou
seja, a relação imitativa entre as formas naturais e poéticas. A partir da reflexão do
fragmento platônico, música e músico estariam
posicionados como imitadores de 1ª categoria como o marceneiro.
X igualados à função de imitadores da imitação como o pintor
presentes nas três formas e, portanto, ocupando as três posições de criação.
próximos à forma natural e semelhantes a Deus.
excluídos do processo mimético.
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63]
Questão
007
Que a poesia assumiu desde cedo propensão educativa, prova-o o fato de Psístrato,
modernizador da sociedade ateniense durante o século VI a.C., ter organizado os
concursos de declamação das epopeias: com isso, reconheceu que elas ofereciam ao
povo padrões de identificação, imprescindíveis para ele se perceber como uma
comunidade, detentora tanto de um passado comum, quanto de uma promessa de
futuro, constituindo uma história que integrava os vários grupos étnicos, geográficose
linguísticos da Grécia. (Regina Zilberman. Sim, a Literatura educa. In: Literatura e
Pedagogia, 1990, p. 12)
Com é passível de perceber no trecho acima de Regina Zilberman, a literatura tinha
uma “propensão educativa” na Grécia antiga. É justamente por isso que acaba
rechaçada por Platão.
Pincel Atômico - 08/07/2024 17:07:10 4/4
Por ser não corresponder a verdade das formas ideais mesmo que afastada apenas
uma vez dessas.
X
Por ser corresponder ao discurso filosófico e se aproximar das formas ideais não podia
ser boa fonte de conhecimento e ensino.
Por não corresponder a verdade das formas ideais não podia ser boa fonte de
conhecimento e ensino.
Por ser demasiadamente imagética e não chocar os aprendizes não podia ser boa
fonte de conhecimento e ensino.
Por ser demasiadamente realista e chocar os aprendizes não podia ser boa fonte de
conhecimento e ensino.
[359298_1319
68]
Questão
008
As formas existem separadamente dos seres humanos e dos objetos particulares, e
podem ser “recolhidos” apenas nas mentes de alguns indivíduos pouco talentosos e
bem treinados. Uma vez que esses especialistas encontram e conhecem essas
formas, tornam-se autoridades infalíveis sobre tudo.
(Dave Robison & Judy Groves, Entendendo Platão: um guia ilustrado. São Paulo,
Leya, 2013, p. 65)
Para Platão, quem seriam os possuidores das mentes capazes de atingir o mundo das
formas ou ideias?
Os poetas.
Os matemáticos.
X Os filósofos.
O homem comum.
Os soldados.

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