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MT/DNIT/DPP/IPR 
Figura 15 - Profundidade da carga hidráulica a montante para bueiros de tubulação 
oval de concreto, com eixo longo horizontal e controle de entrada 
 
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MT/DNIT/DPP/IPR 
Figura 16 - Profundidade da carga hidráulica a montante para bueiros de tubulação 
oval de concreto com eixo longo vertical e controle de entrada 
 
HW/D ENTRADA
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Figura 17 - Profundidade da carga hidráulica a montante para bueiros com tubo de 
chapa metálica corrugada, com controle de entrada. 
 
HW/D
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Figura 18 - Profundidade da carga hidráulica a montante para bueiros com arco em 
abóbada de chapa metálica corrugada, com controle de entrada 
 
 
 
HW/D 
Manual de Drenagem de Rodovias 107 
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Figura 19 - Profundidade da carga hidráulica para bueiros circulares com controle 
de entrada com anel biselado 
 
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Utilização dos nomogramas para o cálculo de HW nos bueiros com controle de saída. 
Os nomogramas para bueiros com controle de saída são utilizados para a determinação 
do valor de H (perda de carga a jusante, nos casos de bueiro operando a seção plena em 
toda a sua extensão. Poderão ser usados, ainda, para algumas condições de 
funcionamento parcialmente cheios. Observe-se que os nomogramas em estudo não 
levam à solução final da altura d'água a montante (HW) uma vez que dão apenas o valor 
de H na equação: 
oILohHWH ×−+= 
onde h é obtido conforme o seguinte procedimento: 
– se o nível d'água na saída for igual ou maior que o do topo de bueiro, igualar 
ho a TW; 
– se o nível d'água na saída se situar abaixo do topo do bueiro, ho é obtido 
adotando-se o maior dos valores seguintes: 
2
Dcdoh
+= 
ho = TW 
Determinação da perda da carga a jusante H 
– Dados: 
• descarga Q, em m3/s; 
• tipo do bueiro (de concreto ou metálico) . 
– Escolher o nomograma adequado ao bueiro utilizado. Determinar o coeficiente 
de entrada (Ke) conforme o seu tipo e de acordo com a tabela constante no 
final do texto. 
– Assinalar no nomograma o comprimento do bueiro (na escala L), conforme as 
instruções a seguir: 
• se os valores de n e Ke adotados enquadram-se naqueles do nomograma, assinala-se 
na curva correspondente ao Ke o comprimento do bueiro; 
• se o valor de n adotado enquadra-se naqueles do nomograma, mas o valor de Ke é 
intermediário aos das curvas aí existentes, interpola-se uma curva para o Ke adotado e 
liga-se por uma reta o comprimento dado, assinalado nas duas curvas adjacentes de 
Ke, determinando-se assim o ponto que corresponde ao comprimento do bueiro na 
curva do Ke adotado (Fig. 20). 
 
 
Manual de Drenagem de Rodovias 109 
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Figura 20 - Interpolação de curva de coeficiente Ke 
1
3
2
 ke1
 ke2
 ke P1
P
P2
P = PONTO DO COMPRIMENTO DADO EM 11
P = PONTO DO COMPRIMENTO DADO EM 22
= CURVA DE COEFICIENTE ke (existente)1 1
2
3
= CURVA DE COEFICIENTE ke (existente)2 
= CURVA INTERPOLADA DE COEFICIENTE ke
P - P = RETA LIGANDO OS PONTOS DO
 COMPRIMENTO DADO, EXISTENTES 
 NO NOMOGRAMA
1 2
P = PONTO CORRESPONDENTE AO 
 COMPRIMENTO DADO NA CURVA
 INTERPOLADA DE ke
 
• se o n adotado não se enquadra nos definidos pelo nomograma, utiliza-se um 
comprimento corrigido (L1) dado por: 
L
2
2n
1n
1L ×= ⎟⎟
⎟
⎠
⎞
⎜⎜
⎜
⎝
⎛
 
onde: 
L= comprimento real do bueiro; 
n1= coeficiente de Manning do bueiro; e 
n2= coeficiente de Manning do nomograma, 
Para os casos em que forem empregados bueiros elípticos metálicos corrugados, utilizar 
os nomogramas para estruturas elípticas em concreto, com o valor do comprimento 
corrigido devido à diferença entre os coeficientes de rugosidade. 
– Ligar o valor (L1), como obtido anteriormente, por meio de uma linha reta, à 
escala das dimensões do bueiro (D para bueiros tubulares ou B x H no caso 
dos celulares, lenticulares e elípticos). Marcar o cruzamento dessa com a linha 
de base. 
– Ligar o ponto da linha de base à descarga de projeto, marcada na escala de 
vazão e ler o valor da perda de carga a jusante na escala (H). 
Calcular HW pela equação: 
oILohHWH ×−+= 
Valores de n para materiais normalmente usados: 
Manual de Drenagem de Rodovias 110 
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Tabela 26 - Valores de n para concreto 
MATERIAL TIPOS n 
Concreto Tubos e Células 
0,015 
 
Tabela 27 - Valores de n para metal 
MATERIAL CORRUGAÇÕES (mm) n 
66 x 12,7 0,019 
76 x 25,4 0,021 
152 x 51 0,024 
Metálicos 
Aço Corrugado 
Bueiros para processo 
não destrutivo 
0,024 
Cálculo da seção transversal da célula retangular. 
Ligar o ponto apropriado (ver instrução 1) na escala do comprimento do bueiro à sua área 
e marcar o ponto de interseção na linha de base. Fixar esse ponto e ligar à descarga dada 
indicada na escala de vazão. Ler a altura d'água na escala H. 
Os bueiros metálicos corrugados podem ser revestidos após sua montagem com 
concreto, asfalto ou outro material, melhorando sua rugosidade e conseqüentemente sua 
capacidade. Para avaliar essa variação, utiliza-se a equação de ponderação dada por 
Azevedo Netto: 
nP
n
4n
2
nηnP
n
1n
médioη ∑=
×∑== 
2
n
n
1n
n nP ×∑− 
Onde P equivale aos perímetros molhados correspondentes às rugosidades n dos 
materiais de uma seção transversal de um bueiro em contato com o escoamento. 
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Figura 21 - Carga para bueiros em célula de concreto, à seção plena, com controle 
de saída n =0.012 
 
Nota: No caso da geratriz de saída sem afogamento, calcule HW pelos métodos descritos. 
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Figura 22 - Carga para bueiros em tubulação de concreto, à seção plena com 
controle de saída n = 0.012 
 
Nota: No caso da geratriz de saída sem afogamento, calcule HW pelos métodos descritos. 
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Figura 23 - Carga para bueiros em tubulação oval de concreto, com eixo longo 
vertical ou horizontal, à seção plena, com controle de saída n = 0.012 
 
Nota: No caso da geratriz de saída sem afogamento, calcule HW pelos métodos descritos. 
Obs: As dimensões em escala de tamanho estão ordenadas para instalação com eixo 
longo horizontal. Devem ser invertidas no caso de eixo longo vertical. 
Manual de Drenagem de Rodovias 114 
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Figura 24 - Carga para bueiros circulares em chapa metálica corrugada, à seção 
plena n = 0.024 
 
Nota: No caso da geratriz de saída sem afogamento, calcule HW pelos métodos descritos. 
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Figura 25 - Carga para bueiros em chapa metálica corrugada, à seção plena 
n = 0.024 
 
Nota: No caso da geratriz de saída sem afogamento, calcule HW pelos métodos descritos. 
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Figura 26 - Carga para bueiros circulares em chapa metálica corrugada, à 
seção plena n = 0.024 
 
Nota: No caso da geratriz de saída sem afogamento, calcule HW pelos métodos descritos. 
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Figura 27 - Carga para bueiros lenticulares em chapa metálica corrugada, a 
seção plena n = 0.024 
 
Nota: No caso da geratriz de saída sem afogamento, calcule HW pelos métodos descritos. 
Obs: Para dimensões intermediárias deve-se fazer a interpolação das rugosidades. 
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Figura 28 - Profundidade critica seção retangular 
 
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