Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

43 
 
 
 
A rigor, pronome é toda palavra que apresenta, substitui 
ou acompanha um substantivo, referindo-se sempre a um 
ser e indicando uma pessoa gramatical. 
 
Pronomes pessoais 
 
Reto 
Oblíquo 
Átono Tônico 
eu me mim 
tu te ti 
ele, ela se, o, a, lhe si, ele, ela 
nós nos nós 
vós vos vós 
eles, elas se, os, as, lhes si, eles, elas 
 
As gramáticas tradicionais reconhecem, ainda, a exis-
tência de pronomes de tratamento. Exemplos: 
 
Pronome Abreviaturas Empregos 
Você v. – vv. 
tratamento 
informal 
Senhor/Senhora Sr./Sr.
a
 – Srs./Sr.
as
 trat. mais formal 
Vossa Alteza V.A. – VV.AA. 
príncipes, 
princesas, duques 
Vossa 
Eminência 
V.E.
ma
 – V.E.M.
as
 cardeais 
Vossa 
Excelência 
V.E.X.
a
 – V.E.X.
as
 altas autoridades 
 
Emprego de eu, mim 
 
• Eu: sujeito (sujeito de infinitivo). Após palavras de exclu-
são ou inclusão. Ex.: 
 
O trabalho é para eu realizar. 
A turma toda recebeu o castigo, menos eu. 
 
• Mim: preposicionado no fim das orações. Ex.: 
 
Não vão sem mim. 
 
Depois de entre, perante, contra. Ex.: 
 
Uma discussão aconteceu entre mim e ti. 
 
Em frases de ordem inversa, começadas por verbo de 
ligação + predicativo. Ex.: 
 
É imprescindível para mim receber esses documentos agora. 
Com nós, com vós x conosco, convosco 
 
• Conosco, convosco: No fim das frases e das orações. Ex.: 
 
Venham conosco, não se arrependerão. 
 
• Com nós, com vós: antes de mesmos, próprios, ambos, 
todos, outros, ou qualquer numeral. Ex.: 
 
A turma seguirá com vós mesmos. 
 
Si e consigo 
 
São pronomes reflexivos ou recíprocos e devem ser uti-
lizados quando se referem ao sujeito da oração. 
 
Ela só pensa em si. 
Ela só se preocupa consigo. 
 
Pronomes possessivos 
 
Os pronomes possessivos, de acordo com a normatização 
tradicional, distribuem-se assim: 
 
Pessoa Um possuidor 
Mais de um 
possuidor 
1ª meu, minha, meus, minhas nosso, nossa, nossos, nossas 
2º teu, tua, teus, tuas vosso, vossa, vossos, vossas 
3º seu, sua, seus, suas seu, sua, seus, suas 
 
Pronomes relativos 
 
Variáveis Invariáveis 
o qual, a qual, os quais, as quais, 
cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, 
quantos, quantas. 
que, quem, onde, 
como, quando 
 
Pronomes interrogativos 
 
Variáveis Invariáveis 
qual, quais, quanto, quanta, 
quantos, quantas. 
que, quem 
44 
 
Pronomes indefinidos 
 
Variáveis Invariáveis 
algum, alguma 
alguns, algumas 
nenhum, nenhuma 
nenhuns, nenhumas 
todo, toda, todos, todas 
certo, certa, certos, certas 
outro, outra, outros, outras 
muito, muita, muitos, muitas 
bastante, bastantes 
pouco, pouca, poucos, poucas 
vários, várias 
qualquer, quaisquer 
tanto, tanta, tantos, tantas 
quanto, quanta, quantos, quantas 
um, uns, uma, umas 
algo, 
alguém, 
ninguém, 
tudo, 
cada, 
outrem, 
nada, 
mais, 
demais, 
menos. 
 
Pronomes demonstrativos 
 
Os pronomes demonstrativos essenciais são: 
 
1ª pessoa este, esta, estes, estas, isto. 
2ª pessoa esse, essa, esses, essas, isso. 
3ª pessoa aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo. 
 
Em certos contextos são também pronomes demons-
trativos: o, a, os, as; tal, tais; semelhante(s), mesmo(s), mes-
ma(s); próprio(s), própria(s). 
Os pronomes conhecidos como demonstrativos são usa-
dos para indicar proximidade ou distância, isto é, a posição 
de algo ou de um ser em relação à pessoa gramatical do 
enuncia-dor. Veja os principais demonstrativos: 
 
O, A, OS, AS (= aquilo, aquele, aquela e flexões) 
 
“Quando eu te encarei frente a frente 
não vi meu rosto 
chamei de mau gosto o que vi...” (Caetano Veloso) 
 
O pronome “o” em “o que vi” pode ser substituído por 
“aquilo”: chamei de mau gosto aquilo que vi... 
 
Este, esse, aquele... 
 
Há dois critérios a serem observados: 
 
1. Critério espacial 
 
• Próximo do emissor: este, esta, estes, estas, isto. 
 
Esta caneta = Minha caneta. 
• Próximo do receptor: esse, essa, esses, essas, isso. 
 
Essa caneta = Tua caneta. 
 
2. Critério temporal: 
 
• Tempo presente em relação ao emissor: este, esta. 
 
Esta noite está sendo inesquecível. 
 
• Passado próximo em relação ao emissor: esse, essa. 
 
Essa noite foi inesquecível. 
 
Observação: aquele, aquela, aquilo indicam distancia-
mento do emissor e do receptor. 
 
Valor efetivo ou pejorativo 
 
É este o meu filho! 
Aquela... é uma víbora! 
 
 
 
Leia o texto e responda às questões de 01 a 04. 
 
Guardião da brasilidade na América 
 
Na primeira vez em que esteve no Brasil, o historiador 
Thomas Cohen não estava entendendo nada. Logo ao 
chegar, tinha um encontro com um renomado professor da 
história da universidade de São Paulo. O professor chegou 
uma hora e meia atrasado e anunciou que precisava viajar 
em seguida. Convidou o jovem Cohen, então com 25 anos, 
para acompanhá-lo à cidade de Franca, onde passaria o fim 
de semana dando palestras. Cohen pensou que o professor 
fizera o convite apenas para compensá-lo pelo desencon-
tro e, polidamente, recusou. “Só depois descobri que os 
brasileiros são assim mesmo, disponíveis, espontâneos”, 
diz. Cohen acabou encantando-se com a informalidade dos 
intelectuais brasileiros, e hoje, passados trinta anos, enten-
de muito do Brasil. Já visitou o país dezenas de vezes, é 
fluente em português, especialista na obra do padre Antô-
nio Vieira (1608 – 1697) e guardião de uma preciosidade: a 
única biblioteca dedicada exclusivamente às coisas do 
Brasil e de Portugal em solo americano – a The Oliveira Lima 
Library. [...] 
 
André Petry. Revista Veja. São Paulo: Abril, Edição 
2317. Ano 46, No 16, 17 de abril de 2013, p. 93 
04 – Pronomes • 1º Semestre, 2014 
45 
 
01. Na primeira linha a expressão “Na primeira vez”, pode 
ser entendida como um(a) 
 
a) forma nominalizante que remete a argumentos da 
oração subsequente. 
b) elemento não referencial, pois não faz referência a 
nenhum elemento do grupo nominal. 
c) elo de coesão que remete a todo um contexto anterior. 
d) elemento referencial que tem função localizadora. 
e) forma remissiva que faz referência temporal a um cons-
tituinte do universo textual. 
 
02. As aspas no enunciado “Só depois descobri que os bra-
sileiros são assim mesmo, disponíveis, espontâneos” indicam: 
 
I - A identificação de um discurso do outro, marcado lin-
guisticamente pelo narrador. 
II - Uma forma indireta do discurso de outra pessoa, po-
dendo ser dispensáveis na construção descritiva. 
III - Um modo de oferecer credibilidade ao discurso do 
autor, referendado pelo verbo de elocução “diz”, que vem 
logo em seguida. 
 
Analise as proposições e marque a alternativa que apresen-
ta, apenas, a(s) correta(s): 
 
a) I e II. 
b) I e III. 
c) I. 
d) II. 
e) III. 
 
03. Em “Convidou o jovem Cohen, então com 25 anos, 
para acompanhá-lo à cidade de Franca, onde passaria o 
fim de semana dando palestras”, pode-se afirmar que 
 
a) o uso do pronome indica uma referência ao historia-
dor, que também vai para a cidade de Franca. 
b) em “acompanhá-lo”, o pronome utilizado faz referên-
cia ao jovem Cohen, que viajará com o palestrante. 
c) o pronome oblíquo em “acompanhá-lo” substitui o ter-
mo “professor” sem alterar o sentido do texto. 
d) o sentido do enunciado é construído devido ao empre-
go do pronome que faz referência ao convite feito pelo 
professor. 
e) o pronome oblíquo foi usado para se referir ao convi-
dado do intelectual brasileiro. 
 
04. Do enunciado “Cohen acabou encantando-se com a 
informalidade dos intelectuais brasileiros, e hoje, passados 
trinta anos, entende muito do Brasil.”, pode-se afirmar que 
em “e hoje, passados trinta anos” há 
 
a) relação entre dois momentos que realça o motivo que 
levou Cohen a entender “muito do Brasil”. 
b) ideia temporal que indica o modo como a informali-
dade do brasileiro influenciou o historiador Cohen. 
c) estabelecimento de uma relação que indica o fato que 
determinou o encantamento de Cohen pelo Brasil. 
d)referência ao período em que o historiador chegou ao 
Brasil e iniciou seus estudos sobre o padre Antônio Vieira. 
e) recorrência com sentido temporal, situando-se numa 
sequência de relato no presente e, também a um tempo 
retrospectivo. 
 
05. 
 
 
 
(Adão Iturrusgarai. Folha de S. Paulo, 23.02.2012) 
 
Analise a tirinha e identifique uma situação linguística carac-
terística do português falado no Brasil. 
 
a) O discurso em primeira pessoa: Meu novo namorado? 
b) A presença de adjetivação: Gente finíssima! 
c) O emprego do pronome reto em lugar do oblíquo: Co-
nheci ele em um… 
d) O significado incorreto atribuído à expressão banheiro 
público. 
e) A opção pela linguagem formal confirmada pela ex-
pressão gente finíssima. 
 
Leia a crônica a seguir para responder às questões 
06 e 07. 
 
ÉPICO 
 
O futebol de calçada era com narração, e o próprio 
jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada 
ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. 
"Sensacional, senhores ouvintes!" (Naquele tempo os 
locutores tratavam o público de "senhores ouvintes".) 
"Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai 
mas não vai, passa por um, por dois... Fau! Foi fau do beque! 
O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!" 
04 – Pronomes • 1º Semestre, 2014 
46 
 
Fau era "foul" e beque era "back", na língua daquela 
terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. 
Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela 
nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era 
qualquer coisa remotamente redonda. A bola número 
cinco oficial de couro ganha no Natal não aparecia na 
calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha 
jogando futebol? 
Mas éramos gênios na nossa própria narração. 
"Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre 
para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não 
lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes... Só 
ele joga nesse time!" 
A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro 
que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a 
só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que 
não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o 
cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias 
desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma 
coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava 
vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa 
heroica. Faltava o Homero. 
Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nos-
sos próprios Homeros. 
"Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bom-
ba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra 
pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe inva-
de o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular 
na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o 
juiz não vê isso!" 
Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico. 
 
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Épico. Jornal O Estadão, 26 set. 2013 
 
06. Os longos poemas narrativos, em que um aconteci-
mento histórico protagonizado por um herói é celebrado em 
estilo solene, grandioso, são chamados de épicos ou epo-
peias. O termo deriva do grego épos, que, entre os seus sig-
nificados, quer dizer palavra, verso, discurso. (ABAURRE, 2008) 
 
O título utilizado por Luís Fernando Veríssimo permite-nos 
afirmar que a crônica 
 
a) faz menção a Homero, por este ser o herói do time e 
driblar a mãe. 
b) pode ser considerada um poema narrativo, já que a 
crônica possui rimas internas. 
c) pretende satirizar o estilo narrativo do futebol de cal-
çada, em que o jogador não é um narrador autoentu-
siasta. 
d) conta o sonho de um menino pobre que queria ser 
jogador épico de futebol. 
e) caracteriza o futebol de calçada como um evento gran-
dioso, narrado pelo próprio narrador. 
07. Em “A mãe pela ele pela orelha”, o narrador, ao usar 
a forma ele como pronome oblíquo sem preposição, 
expressa-se por meio da linguagem popular. Redigindo a 
oração, de acordo com a gramática normativa, teríamos: 
 
a) A mãe os pega-se pela orelha. 
b) A mãe pega-se pela orelha. 
c) A mãe o pega pela orelha. 
d) A mãe o pega-lhe pela orelha. 
e) A mãe pega-lhe pela orelha. 
 
08. Observe atentamente a tira abaixo e responda ao 
que se pede: 
 
 
 
QUINO. Mafalda e seus amigos. Coordenação da tradução e texto 
final de Monica Stahel. são Paulo: Martins Fontes, 1999, v. 8, p. 43. 
 
O pronome ISTO aparece em evidência na fala de Mafalda 
porque 
 
a) desempenha uma função adjetiva, ou seja, é utilizado 
no lugar do adjetivo maldito. 
b) desempenha uma função substantiva, ou seja, é utili-
zado no lugar do substantivo pai. 
c) deve combinar com o pronome demonstrativo esse. 
d) faz concordância com o verbo devolve, por isso, ambos 
aparecem no singular. 
e) faz concordância com o substantivo escritório, por isso, 
ambos aparecem no singular. 
04 – Pronomes • 1º Semestre, 2014 
47 
 
09. 
 
 
Disponível em http://www.google.com.br/imgres?img 
url=http://3.bp.blogspot.com/. Acesso em 09 aet. 2013. 
 
Na charge, observa-se o emprego do pronome oblíquo mim 
em “...Que espécie de mundo você espera deixar para 
mim...?!”. Leia as afirmações abaixo: 
 
I - Perante mim, ninguém reclamou. 
II - entre mim e você há uma grande amizade. 
III - Esta agenda é para mim consultar. 
 
Indique o item que foge ao padrão formal, por se ter em-
pregado mim em lugar de eu. 
 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) II, apenas. 
d) II e III, apenas. 
e) I, II e III. 
 
10. “Provavelmente a mãe e o pai não sabiam de certos 
golpes que aquele filho lhes aplicava. Haviam lhe dedicado 
muito afeto e proporcionado boa educação. Por isso o rapaz 
continuava como administrador dos pequenos empreendi-
mentos da família, já que os progenitores o tomavam, den-
tre os herdeiros, como o mais confiável.” O pronome oblíquo 
“lhe”, nas suas formas plural e singular, negritado no texto, 
relaciona-se, respectivamente: 
 
a) ao filho, aos pais. 
b) aos pais, ao filho. 
c) aos herdeiros, aos pais. 
d) aos herdeiros, ao filho. 
 
11. “Em quaisquer outras dessas situações ninguém vive-
ria tais alegrias, em nenhum lugar do mundo.” Os prono-
mes que aparecem no texto acima devem ser classifica-
dos, pela ordem, como: 
 
a) demonstrativo, indefinido, demonstrativo, indefinido, 
pessoal, demonstrativo. 
b) demonstrativo, indefinido, indefinido, demonstrativo, 
demonstrativo, pessoal. 
c) indefinido, indefinido, demonstrativo, demonstrativo, 
demonstrativo, demonstrativo. 
d) indefinido, indefinido, demonstrativo, indefinido, de-
monstrativo, indefinido. 
e) nenhuma das opções anteriores. 
 
12. Assinale a opção que preenche adequadamente os 
textos a seguir, respectivamente: 
 
1 - Os gritos de dor chegaram até ………… 
2 - Entre você e ………… há grande diferença de idade. 
3 - Entregou as fotografias da excursão para ………… selecionar 
as melhores. 
4 - É muito prazeroso para ………… ler durante a noite. 
5 - Minha mulher, espertamente, deixou a louça para ………… lavar. 
 
a) mim – mim – eu – mim – eu. 
b) mim – eu – mim – eu – mim. 
c) eu – mim – eu – eu – eu. 
d) mim – mim – eu – eu – mim. 
e) eu – eu – mim – mim – eu. 
 
13. 
 
O McDonald’s não pensa só no que seus filhos 
querem. Pensa no que você quer para seus filhos 
 
Vamos falar do assunto mais importante do mundo: seus filhos. 
Acredite, como você, a gente também passa a maior parte do 
tempo pensando neles. No que vão comer, beber, se é nutritivo 
e se vão achar gostoso. Neste ano, lançamos Del Valle, marca 
que você conhece e em que confia e que seus filhos adoram, 
agora com uma novidade: o sabor pêssego. Da próxima vez 
em que você vier ao McDoanld's, lembre-se de que a gente faz 
qualquer coisa por um sorriso dos seus filhos, mas sempre 
pensando no que você quer para eles. 
 
Fonte: Propaganda do McDonald’s publi-
cada em revistas de circulação nacional 
 
Marque a alternativaINCORRETA. 
 
a) O pronome eles (neles – 2º período e eles – 5º período) é 
elemento de remissão anafórica que retoma seus filhos. 
b) A expressão a gente é uma estratégia de aproximação 
com o leitor, que simula, por meio da informalidade, 
uma conversa com os pais. 
c) O McDonald's se mostra tão preocupado com a saúde 
alimentar dos filhos quanto os pais, legitimando o 
discurso dos cuidados desses em relação àqueles. 
d) O alvo da publicidade são apenas os filhos, mas o 
McDonald's entende serem os pais os que devem ser 
convencidos da qualidade dos produtos vendidos pela 
rede fastfood. 
04 – Pronomes • 1º Semestre, 2014 
48 
 
e) Segundo a propaganda, o MacDonald's procura aliar a 
necessidade de os alimentos serem saudáveis a um sa-
bor agradável, em especial, para crianças e adolescentes. 
 
14. 
 
 
(Folha de S. Paulo, 14/02/2012) 
 
No segundo e terceiro quadrinhos da tirinha, há um jogo 
de palavras com as expressões “algum lugar” e “lugar-
comum”, cujo objetivo é 
 
a) revelar que a linguagem presente nas redes sociais é 
repleta de trocadilhos. 
b) incentivar as interações mediadas por computadores 
entre os internautas para discutirem opiniões. 
c) evidenciar que a internet substituiu as mídias conven-
cionais como formadora de opiniões. 
d) satirizar a banalidade das discussões realizadas em 
populares sites de relacionamento. 
e) denunciar que as interações sociais promovidas pelos 
sites de relacionamento são efêmera. 
 
15. 
 
 
 
QUINO. Toda Mafalda 
 
A expressividade da charge decorre da(o): 
 
a) sua capacidade de provocar a reflexão do leitor. 
b) riqueza de detalhes apresentados com a técnica do 
pontilhado. 
c) concretização do tema por meio da relação entre dife-
rentes planos de linguagem. 
d) humor gerado pelo fato de uma criança refletir sobre 
questões profundas. 
e) tom poético da fala enriquecida pelo tracejado artísti-
co do desenho. 
 
16. 
 
Balada do amor através das idades 
 
Eu te gosto, você me gosta 
desde tempos imemoriais. 
Eu era grego, você troiana, 
troiana mas não Helena. 
Saí do cavalo de pau 
para matar seu irmão. 
Matei, brigamos, morremos. 
(…) 
 
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma 
poesia. Rio de Janeiro: Record, 1930 
 
Levando em consideração o registro da linhagem nos pri-
meiros versos, pode-se inferir que 
 
a) o uso dos pronomes não corresponde à orientação dada 
pela norma culta da língua. 
b) a regência do verbo gostar está correta e não se usa a 
preposição. 
c) o verbo gostar é transitivo direto e não pede preposição. 
d) os verbos estão corretamente conjugados no particípio. 
 
O texto abaixo refere-se as questões 17 e 18. 
 
 
 
Revista Caras. São Paulo: nº14, 03 de abr, 2009, p.s/n 
04 – Pronomes • 1º Semestre, 2014 
49 
 
17. Na publicidade acima, observam-se vários textos que 
compõem um todo. No trecho Capturar as maravilhas da 
natureza com o olhar. Esse é meu sonho. Por isso uso lentes 
Transitions, o termo destacado refere-se 
 
a) ao consumidor. 
b) ao publicitário. 
c) ao personagem da publicidade: o fotógrafo. 
d) ao criador das lentes. 
e) ao leitor 
 
18. Sabe-se que cada gênero discursivo tem seu papel 
social e cumpre uma finalidade. Neste caso, a finalidade 
do texto publicitário é 
 
a) informar sobre algo ou alguém. 
b) influenciar a aquisição de um produto. 
c) argumentar a favor de algo ou alguém. 
d) expor uma ideia para a população. 
e) descrever uma cena. 
 
19. Das mensagens publicitárias transcritas abaixo, a única 
que esta redigida de acordo com a norma-padrão é: 
 
a) Você vai conhecer agora um carro com design tão revo-
lucionário que os especialistas nem conseguem dizer qual 
segmento ele pertence. 
b) Tem momentos que ficam para sempre e eu mereço viver-
lhes intensamente. 
c) Você acompanha as notícias sobre economia e a gente te 
acompanha aonde você estiver. 
d) Fique perto do que é importante: mantenha em apenas 
um lugar tudo o que você julga fundamental. 
 
20. De acordo com o levantamento, dentre os consumi-
dores que conhecem a Campanha “De Olho na Validade”, 
apenas 22% participaram ………… (da Campanha) e ………… 
(dos 22% de consumidores), 26% tiveram as seguintes 
dificuldades em obter outro produto: falta de conhecimento 
do funcionário do supermercado; alegação de não haver 
possibilidade de troca por falta de outro item para substi-
tuição; alegação de que “o gerente não estava na loja”; so-
licitação para que o consumidor voltasse em outro momen-
to para efetuar a troca; ou espera excessiva. 
 
(http://www.procon.sp.gov.br/noticia.asp?id=3540. Adaptado) 
 
Os pronomes que, correta e respectivamente, substituem 
as palavras nos parêntesis, eliminando a ocorrência de re-
petições no texto acima, são: 
 
a) daquela - desses. 
b) dela – destes. 
c) desta – destes. 
d) dessas – desses. 
e) daquela – daqueles. 
21. Leia o enunciado abaixo para responder à questão a 
seguir: Dizem os especialistas que “A racionalidade instru-
mental caracteriza-se pela relação entre meios e fins, 
quaisquer que sejam estes.” No texto, a expressão: “quais-
quer que sejam estes” refere-se a: 
 
a) somente a “fins”. 
b) apenas a “meios”. 
c) “meios e fins”. 
d) “caracteriza-se”. 
e) “racionalidade instrumental”. 
 
22. Em “Esta é a mulher de que lhe falei.”, a palavra que é: 
 
a) Pronome demonstrativo. 
b) Pronome indefinido. 
c) Pronome oblíquo. 
d) Pronome relativo. 
 
23. Obedece às regras da gramática normativa, tendo 
em vista a língua escrita padrão, a seguinte construção: 
 
a) Está na hora dos funcionários multiplicarem esforços 
para cumprir seu dever. 
b) O funcionário chegou até mim e narrou outra versão 
do incidente. 
c) Senti grande frustração, pois o colega me viu e deu as 
costas. 
d) O pronunciamento do presidente da empresa foi assis-
tido por todos os funcionários. 
 
24. Assinale a alternativa em que, de acordo com a norma 
culta da língua portuguesa, a lacuna da frase pode ser 
preenchida pelo pronome relativo ONDE. 
 
a) “Em junho, será realizada a Copa das Confederações, …… 
…… algumas seleções de futebol estarão representando 
seus países na disputa pelo título.” 
b) “Na passeata dos Cem Mil, no Rio, num momento ………… 
o Brasil vivia o auge da ditadura militar, não havia ne-
nhum manifestante de rosto coberto.” 
c) “O modo como o tecido escuro cobre aquela face lembra 
a indumentária daqueles acrobatas de filmes marciais 
………… decepam cabeças com espadas uivantes.” 
d) “O tempo passou, eu me casei, tive os gêmeos e fui mo-
rar na área rural, ………… era ainda mais difícil estudar.” 
 
25. Em “Todo corrupto ou sonegador tem uma explica-
ção, uma lógica para os seus atos, algo que justifique o 
porquê de uma determinada lei dever se aplicar a todos 
[...]”, algo é pronome 
 
a) demonstrativo. 
b) indefinido. 
04 – Pronomes • 1º Semestre, 2014 
50 
 
c) interrogativo. 
d) relativo. 
 
26. Os referentes dos pronomes estão corretamente 
identificados entre parênteses, EXCETO em 
 
a) “[...] e aí a retidão que espero inculcar em meus filhos 
[...]” (a retidão) 
b) “[...] decidi dar a meus filhos a mesma educação que re-
cebi de meu pai.” (a mesma educação) 
c) “[...] e na maioria das vezes fico esperando por interlocu-
tores que se atrasam e nem se desculpam [...]” (interlo-
cutores) 
d) “[...] e de viver em um país em que existe um dilema 
entre o ensino da ética e o bom exercício da paternidade 
[...]” (viver em um país) 
 
27. No trecho – O assunto está em discussão no Conama 
há cerca de oito anos e voltou à pauta neste ano, diante da 
sensação de que, como a prática acontece de qualquer 
jeito, seria preciso regulamentá-la. –, a forma la (l + prono-
me pessoal oblíquo a = la) refere-se a 
 
a) prática. 
b) proposta. 
c) discussão. 
d) pauta. 
e) sensação. 
 
Antes de responder as questões 28 e 29, leia o tre-
cho abaixo, retirado da crônica “A inveja dos ou-
tros”, do colunista ContardoCalligaris. 
 
Nesse mundo, o ter é mais importante do que o ser ape-
nas porque, à diferença do ser, o ter pode ser mostrado facil-
mente. É simples mostrar o brilho de roupas e bugiganga aos 
olhos dos invejosos. Complicado seria lhes mostrar vestígios 
de vida interior e pedir que nos invejem por isso. 
O Facebook é o instrumento perfeito para um mundo em 
que a inveja é um regulador social. Nele, quase todos men-
tem, mas circula uma verdade de nossa cultura: o valor social 
de cada um se confunde com a inveja que ele consegue suscitar. 
 
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardo 
calligaris/2013/08/1329734-a-inveja-dos-outros.shtml 
 
28. Sobre o uso da gramática normativa utilizada no 
texto, marque a alternativa correta: 
 
a) A crase na expressão “à diferença do ser” está inade-
quada. 
b) O pronome “nele”, bem como o pronome “ele” retoma 
Facebook. 
c) O trecho “o valor social de cada um...” explica a “verdade 
de nossa cultura”, o que não explica o uso dos dois pontos. 
d) Não há, ao longo do texto, nenhum sinônimo para 
inveja. 
 
29. Quanto ao conteúdo do trecho lido, podemos afirmar: 
 
a) Discute fortemente a relevância do facebook para a 
contemporaneidade. 
b) Faz uma leitura otimista sobre a inveja na vida humana. 
c) Acredita que a inveja é um importante regulador social. 
d) Traz à tona a discussão em torno da polêmica entre o 
“ter”e o “ser”, tendo o despertar da inveja como alicer-
ce fundamental dos argumentos. 
 
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e respon-
da às questões de 30 a 35. 
 
A rede antissocial 
 
O ser humano, como seus ancestrais macacos, é um ani-
mal gregário (que vive em bando), mas as megalópoles nos 
levaram a um paradoxo: quanto maior uma cidade, mais 
isolados estão seus habitantes. Desse paradoxo, nascem 
muitos problemas, e talvez o principal deles seja a epidemia 
de depressão crescente detectada pela Organização Mundial 
de Saúde. Nesse mesmo contexto, surge ainda uma praça 
pública virtual, disponível a todos, o Facebook. Hoje, com 
500 milhões de usuários, essa rede social é um fenômeno 
mundial. 
A grande qualidade do Facebook é ter um sistema que 
incentiva a comunicação direta e contínua. Você escreve 
algo, e logo dez pessoas curtiram, duas comentaram e, de 
alguma forma, a sensação de estar se comunicando com 
outro ser humano acontece. Aparecem perguntas, apare-
cem respostas. Você reencontra e convive com amigos há 
muito perdidos. De repente, parece que você, milagrosa-
mente, encontrou uma sala de estar com alguns convivas 
para ir a qualquer hora do dia ou da noite. 
Mas eu me questiono até que ponto essa sensação de 
encontro é verdadeira. Os debates e as declarações de amor 
ou de ódio estão ali, mas as pessoas... Elas estão cada vez 
mais enfurnadas em suas casas – em frente a seus compu-
tadores. Até mesmo o telefone virou uma coisa para os 
muito íntimos. Será que o Face, no fundo, não está mais 
próximo do autismo de um videogame do que da alegria de 
uma praça pública? Eu não sei, mas sinto que o crescimen-
to das redes sociais indica que o ser humano está desespe-
radamente tentando voltar para casa. Só que ainda não 
sabe bem como. 
 
(MUYLAERT, Anna. Gloss, dezembro de 2010) 
04 – Pronomes • 1º Semestre, 2014 
51 
 
30. No texto, a autora defende um ponto de vista sobre 
as redes sociais na vida do ser humano. Sobre a construção 
desse ponto de vista, analise as afirmativas. 
 
I - Logo no primeiro parágrafo a autora mostra claramente 
que considera o Facebook uma rede antissocial, responsá-
vel por uma epidemia de depressão. 
II - O título, A rede antissocial, dá pista para que o leitor 
perceba, mesmo antes de ler o texto, a posição da autora 
sobre o assunto. 
III - O uso de certas palavras ao longo do texto, a exemplo 
de parece, sensação, sinto, minimiza o tom que a autora 
emprega para defender seu ponto de vista. 
IV - Na conclusão, a autora revela explicitamente que 
aprova as redes sociais, pois aproximam os seres humanos 
sem mesmo saírem de casa. 
 
Estão corretas as afirmativas 
 
a) II e III, apenas. 
b) I, II e IV, apenas. 
c) I, III e IV, apenas. 
d) II e IV, apenas. 
 
31. No trecho Nesse mesmo contexto, surge ainda uma 
praça pública virtual, disponível a todos, o Facebook., a 
autora denomina o Facebook de praça pública. Qual seria 
um entendimento adequado a essa caracterização? 
 
a) Em uma praça, pessoas conversam, assim como fazem 
no Facebook. 
b) O contato que as pessoas têm em uma praça é o mes-
mo que elas têm no Facebook. 
c) No Facebook, as pessoas se dirigem a outras de forma 
presencial, assim como em uma praça. 
d) O toque, a palavra, o olhar, no Facebook e na praça 
pública, acontecem de igual maneira, são os mesmos. 
 
32. Assinale o trecho que NÃO sugere o ponto de vista 
da autora sobre as redes sociais, principalmente o facebook. 
 
a) Mas eu me questiono até que ponto essa sensação de en-
contro é verdadeira. 
b) Os debates e as declarações de amor ou de ódio estão ali, 
mas as pessoas... 
c) Elas estão cada vez mais enfurnadas em suas casas – em 
frente a seus computadores. 
d) Você reencontra e convive com amigos há muito perdidos. 
 
33. Sobre a linguagem do texto, marque V para as afir-
mativas verdadeiras e F para as falsas. 
 
( ) O texto apresenta predominância de registro informal 
de linguagem sem cuidado com a escrita padrão, a exemplo 
de Aparecem perguntas, aparecem respostas. 
( ) O advérbio ali funciona como elemento coesivo refe-
rencial, seu sentido depende do contexto; no terceiro pará-
grafo (3º §), retoma o sentido de encontro. 
( ) Se gregário (1º §) é denominação para quem vive em 
bando, seu antônimo é solitário, desacompanhado. 
( ) Dentre os advérbios empregados no texto, há os que 
expressam tempo, como hoje (1º §) e logo (1º §), e os que 
expressam intensidade, como desesperadamente (3º §) e 
milagrosamente (2º §). 
 
Assinale a sequência correta. 
 
a) V, F, V, V. 
b) F, V, V, F. 
c) V, V, F, F. 
d) F, V, F, V. 
 
34. Leia o trecho Você escreve algo, e logo dez pessoas 
curtiram, duas comentaram e, de alguma forma, a sensa-
ção de estar se comunicando com outro ser humano acon-
tece. Aparecem perguntas, aparecem respostas. Sobre os 
recursos linguísticos e expressivos empregados, assinale a 
afirmativa INCORRETA. 
 
a) A forma verbal escreve está no presente, mas curtiram 
e comentaram estão no pretérito, o que contribui para 
sugerir a rapidez com que são veiculadas as informa-
ções no Facebook. 
b) A expressão verbal estar se comunicando indica uma 
ação contínua, em desenvolvimento. 
c) A última frase apresenta ideias encadeadas, mas o sen-
tido, devido à falta de conjunção, é de oposição. 
d) As vírgulas em e, de alguma forma, separam a expres-
são adverbial fora de sua posição canônica. 
 
35. Coesão é a propriedade pela qual as partes de um 
texto se ligam, estabelecendo uma sequência lógico-se-
mântica. Sobre os elementos coesivos no texto, analise as 
afirmativas. 
 
I - Em diversas ocorrências do texto, a autora emprega o 
pronome você, remetendo especificamente ao jovem usuá-
rio do Facebook. 
II – No segundo parágrafo, a autora usa o pronome nos, 
quando em outras situações do texto usa eu; com o nos, ela 
se inclui entre as pessoas que vivem em megalópoles. 
III - A palavra que, destacada no segundo e terceiro pará-
grafos, exerce função coesiva, retomando o sentido do 
termo antecedente. 
IV - O conector mas, que inicia o terceiro parágrafo, estabe-
lece contraposição aos argumentos dos parágrafos anteriores. 
V - No terceiro parágrafo, os pronomes elas, suas e seus, como 
elementos coesivos, retomam o sentido do mesmo referente. 
 
Estão corretas as afirmativas 
 
a) I, III e IV, apenas. 
b) II e III, apenas. 
c) II, IV e V, apenas. 
d) I, II, IV e V, apenas. 
 
04 – Pronomes • 1º Semestre, 2014

Mais conteúdos dessa disciplina