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TECNOLOGIA DO CONCRETO 
RELATÓRIOS DE ENSAIOS DE 
AGREGADOS 
 
 
 
 
 
 
 
Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Construção Civil – 2023.2. 
 
Aluna: Jaqueline Silva de Faria 
 
RA: 2023210750007 
 
Engenheira Civil 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Yuri Vilas Boas Ortigara 
 
 
 
 
 
 
 
POUSO ALEGRE – MG 
24/09/2023
 
 
 
RELATÓRIOS DE ENSAIO DE AGREGADOS 
 
Laboratório 1 
 
 
O presente relatório tem como objetivo, apresentar os resultados dos ensaios realizados no 
laboratório de Tecnologia do Concreto na aula do dia 12 de setembro de 2023. 
 
1 - ENSAIO DE GRANULOMETRIA: NBR 17054:2022: Agregados - Determinação 
da composição granulométrica — Método de ensaio 
Para a realização do ensaio de granulometria teve-se como referência os procedimentos 
apresentados na NBR 17054:2022, esta norma demostra os métodos adequados para a realização 
do ensaio, determinando-se a composição granulométrica dos agregados miúdos e graúdos 
utilizados para a produção de argamassa e concreto de cimento Portland. 
A Figura 1 apresenta alguns dos materiais (peneiras de série normal e intermediária, 
balança, bandejas, tampa e fundo com material, e agitador mecânico de peneiras) e um dos 
agregados utilizados no ensaio. 
 
Figura 1 – Materiais e Agregado. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
1.1 Resultados do Ensaio 
As Tabelas 1, 2, 3 e 4 apresentam os valores dos cálculos realizados com a areia fina, argila 
expandida, pó de brita e areia média, respectivamente. Nelas pode-se observar os valores retidos 
nas peneiras, bem como a porcentagem retida acumulada para os materiais ensaiados. 
Cada tabela vem acompanhada de sua curva granulométrica (Figura 2, 3, 4 e 5), conforme 
especificações da NBR 7211:2022 – Agregados para concreto – Requisitos, constando seus 
Limites Inferiores da Zona Utilizável e da Zona Ótima e os Limites Superiores da Zona Utilizável 
e Zona Ótima. 
 
Tabela 1 - Dimensão Máxima Característica e Módulo de Finura da Areia Fina. 
 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
 
Figura 2 - Limites da Distribuição Granulométrica da Areia Fina. 
 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
 
 
Peneiras 
(mm)
Tara (g)
Peso 
Material mais 
Peneira (g)
Massa 
Retida em 
(g)
Massa 
Retida em 
(%)
Retido 
Acumulado 
(%)
Diâmetro 
Máximo (mm)
Módulo 
de Finura 
Zona 
utilizávél
Zona ótima Zona ótima 
Zona 
Utilizável 
4,75 423,86 - - 0 0,00 0 0 5 10
2,36 399,08 399,38 0,30 0,06 0,06 2,36 0 10 20 25
1,18 329,06 330,33 1,27 0,27 0,33 5 20 30 50
0,6 330,13 334,17 4,04 0,85 1,18 15 35 55 70
0,3 309,75 344,81 35,06 7,39 8,58 50 65 85 95
0,15 294,67 666,55 371,88 78,41 86,99 85 90 95 100
FUNDO 384,97 446,67 61,70 13,01 100,00 100 100 100 100
474,25 100%
Nota 1: diâmetro máximo se refere ao va lor retido acumulado da primeira peneira que deu uma porcentagem abaixo 5% 
Nota 2: módulo de finura é a soma das procentagens retidas acumuladas em massa de um agregado, nas peneiras da série normal , dividida por 100. 
Granulometria Areia Fina
Massa Inicial: 474,27 g 
0,971
Total
Limites da Distibuição Granulométrica do Agregado 
Miúdo NBR 7211 - Porcentagem, em massa, retida 
acumulada
Limites Inferiores Limites Superiores 
0,00
10,00
20,00
30,00
40,00
50,00
60,00
70,00
80,00
90,00
100,00
4,75 2,36 1,18 0,6 0,3 0,15 FUNDO
R
et
id
o
 A
cu
m
u
la
d
o
 %
Peneiras mm
Curva Granulométrica Areia Fina
Áreia Fina
ZU Inferior
ZU Superior
ZO Inferior
ZO Superior
Tabela 2 - Dimensão Máxima Característica e Módulo de Finura da Argila Expandida. 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
 
 
Figura 3 - Limites da Distribuição Granulométrica da Argila 
Expandida. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Peneiras 
(mm)
Tara (g)
Peso 
Material 
mais 
Peneira (g)
Massa 
Retida em 
(g)
Massa 
Retida em 
(%)
Retido 
Acumulado 
(%)
Diâmetro 
Máximo (mm)
Módulo 
de Finura 
Zona 
utilizávél
Zona ótima Zona ótima 
Zona 
Utilizável 
4,75 423,86 427,47 3,61 1,06 1,06 4,75 0 0 5 10
2,36 399,08 460,79 61,71 18,14 19,21 0 10 20 25
1,18 329,06 422,64 93,58 27,51 46,72 5 20 30 50
0,6 330,13 439,39 109,26 32,12 78,85 15 35 55 70
0,3 309,75 372,97 63,22 18,59 97,43 50 65 85 95
0,15 294,67 300,50 5,83 1,71 99,15 85 90 95 100
FUNDO 384,97 387,87 2,90 0,85 100,00 100 100 100 100
340,11 100,00
Nota: diâmetro máximo se refere ao va lor retido acumulado da primeira peneira que deu uma porcentagem abaixo 5% 
Nota 2: módulo de finura é a soma das procentagens retidas acumuladas em massa de um agregado, nas peneiras da série normal , dividida por 100. 
Total
Granulometria Argila Expandida 
Massa Inicial: 339,85 g
3,424
Limites Inferiores Limites Superiores 
Limites da Distibuição Granulométrica do Agregado 
Miúdo NBR 7211 - Porcentagem, em massa, retida 
acumulada
0,00
10,00
20,00
30,00
40,00
50,00
60,00
70,00
80,00
90,00
100,00
4,75 2,36 1,18 0,6 0,3 0,15 FUNDO
R
et
id
o
 A
cu
m
u
la
d
o
 %
Peneiras mm
Curva Granulométrica Argila Expandida
Argila Expandida
ZU Inferior
ZU Superior
ZO Inferior
ZO Superior
Tabela 3 - Dimensão Máxima Característica e Módulo de Finura do Pó de Brita. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
Figura 4 - Limites da Distribuição Granulométrica do Pó de Brita. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
Tabela 4 - Dimensão Máxima Característica e Módulo de Finura da Areia Média. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
Peneiras 
(mm)
Tara (g)
Peso 
Material 
mais 
Peneira (g)
Massa 
Retida em 
(g)
Massa 
Retida em 
(%)
Retido 
Acumulado 
(%)
Diâmetro 
Máximo (mm)
Módulo 
de Finura 
Zona 
utilizávél
Zona ótima Zona ótima 
Zona 
Utilizável 
4,75 423,86 427,22 3,36 0,80 0,80 4,75 0 0 5 10
2,36 399,08 492,10 93,02 22,25 23,05 0 10 20 25
1,18 329,06 444,12 115,06 27,52 50,57 5 20 30 50
0,6 330,13 403,15 73,02 17,46 68,03 15 35 55 70
0,3 309,75 402,00 92,25 22,06 90,09 50 65 85 95
0,15 294,67 329,09 34,42 8,23 98,32 85 90 95 100
FUNDO 384,97 391,99 7,02 1,68 100,00 100 100 100 100
418,15 100%
Nota: diâmetro máximo se refere ao valor retido acumulado da primeira peneira que deu uma porcentagem abaixo 5% 
Nota 2: módulo de finura é a soma das procentagens retidas acumuladas em massa de um agregado, nas peneiras da série normal , dividida por 100. 
3,309
Total
Granulometria Pó de Brita
Limites da Distibuição Granulométrica do Agregado 
Miúdo NBR 7211 - Porcentagem, em massa, retida 
acumulada
Massa inicial: 418,58 g Limites Inferiores Limites Superiores 
0,00
10,00
20,00
30,00
40,00
50,00
60,00
70,00
80,00
90,00
100,00
4,75 2,36 1,18 0,6 0,3 0,15 FUNDO
R
et
id
o
 A
cu
m
u
la
d
o
 %
Peneiras mm
Curva Granulométrica Pó de Brita 
Pó de Brita
ZU Inferior
ZU Superior
ZO Inferior
ZO Superior
Peneiras 
(mm)
Tara (g)
Peso 
Material 
mais 
Peneira (g)
Massa 
Retida em 
(g)
Massa 
Retida em 
(%)
Retido 
Acumulado 
(%)
Diâmetro 
Máximo (mm)
Módulo 
de Finura 
Zona 
utilizávél
Zona ótima Zona ótima 
Zona 
Utilizável 
4,75 423,86 424,32 0,46 0,11 0,11 4,75 0 0 5 10
2,36 399,08 409,26 10,18 2,53 2,65 0 10 20 25
1,18 329,06 351,48 22,42 5,58 8,22 5 20 30 50
0,6 330,13 376,41 46,28 11,51 19,73 15 35 55 70
0,3 309,75 483,11 173,36 43,11 62,85 50 65 85 95
0,15 294,67 419,78 125,11 31,11 93,96 85 90 95 100
FUNDO 384,97 409,25 24,28 6,04 100,00 100 100 100 100
402,09 100%
Nota: diâmetro máximo se refere ao valor retido acumulado da primeira peneira que deu uma porcentagem abaixo 5% 
Nota 2: módulo de finura é a soma das procentagens retidas acumuladas em massa de um agregado, nas peneiras da série normal , dividida por 100. 
1,875
Total
Granulometria Areia Média
Limites da Distibuição Granulométrica do Agregado 
Miúdo NBR 7211 - Porcentagem, em massa, retida 
acumulada
Massa inicial: 400,77 g Limites Inferiores Limites Superiores 
Figura 5 - Limites da Distribuição Granulométrica da Areia Média. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
O ensaio apresentado tem como função determinara granulometria ideal dos agregados 
através da curva de distribuição granulométrica, assegurando mais estabilidade ao material, uma 
vez que as características ideais dos agregados interferem no comportamento do concreto, 
podendo influenciar em suas propriedades, como a rigidez, estabilidade, permeabilidade, 
resistência, durabilidade e etc. Logo, o ensaio granulométrico seleciona o agregado para que o 
mesmo tenha um melhor desempenho dentro da argamassa e do concreto. 
 
2 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE 
No ensaio para a determinação do Teor de Umidade foram realizados três métodos, 
conforme itens a seguir: 
 
2.1 - Método da Estufa - NBR 9939:2011: Agregado graúdo - Determinação do teor 
de umidade total – Método de ensaio 
O método da estufa tem como objetivo determinar a umidade total, por secagem, em 
agregados destinados a preparação de argamassa e do concreto Portland. 
A Figura 6 apresenta a estufa utilizada para a secagem do material, os recipientes e os 
agregados utilizados. 
 
 
 
0,00
10,00
20,00
30,00
40,00
50,00
60,00
70,00
80,00
90,00
100,00
4,75 2,36 1,18 0,6 0,3 0,15 FUNDO
R
et
id
o
 A
cu
m
u
la
d
o
 %
Peneiras mm
Curva Granulométrica Areia Média 
Areia Média
ZU Inferior
ZU Superior
ZO Inferior
ZO Superior
Figura 6 – Estufa para secagem de amostras, materiais e 
agregados utilizados 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
 
Para se obter o teor de umidade (h) foi utilizada a seguinte equação conforme NBR 
9939:2011: 
 
 
ℎ = 
𝑀i−𝑀f 
× 100 
𝑀f 
 
 
Onde: 
h = teor de umidade total, em %; 
Mi = massa inicial das amostras, em g; 
Mf = massa final da amostra seca, em g. 
 
Para a realização do ensaio foram utilizados como agregados a areia fina, o pó de brita e a 
areia média. Após realização dos cálculos conforme a equação apresentada obtivemos o seguinte 
resultado como demostrado na Tabela 5 a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 5 – Teor de Umidade Total. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
2.2 - Método Speed - NBR 16097:2012: Solo – Determinação do teor de umidade – 
Métodos expeditos de ensaio 
Para a realização do ensaio foram utilizados 20 gramas (g) dos agregados areia fina e o pó 
de brita, onde foram encontrados os seguintes valores: 
 
Areia Fina - Pressão = 0,4 kg/cm² 
Pó de Brita - Pressão = 0,85 kg/cm² 
De acordo com o fabricante, os valores encontrados através do ensaio, correspondem ao 
teor de umidade a seguir: 
 
Areia Fina - h = 2,0 % 
Pó de Brita - h = 4,4 % 
Na Figura 7 encontra-se todo o conjunto do aparelho Speedy (recipiente com tampa e 
manómetro), ampolas de carbureto, esferas de aço, escova para limpeza, e o estojo contendo o 
manual de instrução de uso juntamente com a tabela para calcular a umidade. 
 
 
Amostras da 
3º Fileira 
(Frente) 
Tara 
Recipiente (g)
Massa Inicial 
mais 
Recipiente 
(g)
Massa Final 
mais 
Recipiente(g)
Massa Inicial 
sem 
recipiente Mi 
(g)
Massa Final 
sem 
recipiente 
Mf (g)
Teor de 
Umidade Total 
h (%)
Areia Fina 70,19 129,34 128,69 59,15 58,5 1,111
Pó de Brita 71,15 134,80 133,49 63,65 62,34 2,101
Areia Média 66,36 126,46 125,76 60,1 59,4 1,178
Amostras da 
3º Fileira 
(Fundo) 
Tara 
Recipiente (g)
Massa Inicial 
com 
Recipiente 
(g)
Massa Final 
mais 
recipiente (g)
Massa Inicial 
sem 
recipiente Mi 
(g)
Massa Final 
sem 
recipiente 
Mf (g)
Teor de 
Umidade Total 
h (%)
Areia Fina 39,12 89,89 89,21 50,77 50,09 1,358
Pó de Brita 72,08 163,79 161,85 91,71 89,77 2,161
Areia Média 80,26 155,59 154,64 75,33 74,38 1,277
Método da Estufa 
Figura 7 – Método Speed. 
 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
 
2.3 - Método da Frigideira - NBR 16097:2012: Solo – Determinação do teor de 
umidade – Métodos expeditos de ensaio 
Assim como o Método da Estufa este método tem como objetivo determinar a umidade 
total dos agregados por secagem. 
 Para a realização deste ensaio foram utilizados os agregados de areia fina, pó de brita e a 
areia média, onde foram obtidos os valores descritos na Tabela 6. A seguir temos representada a 
equação utilizada para este ensaio, conforme item 5.2.4 da NBR 16097:2012. 
 
ℎ =
𝑚𝑏ℎ − 𝑚𝑏𝑠
𝑚𝑏𝑠 − 𝑇
 𝑥 100 
 
Onde: 
h = teor de umidade, expresso em porcentagem (%); 
mbh = massa do conjunto solo úmido mais frigideira mais espátula ou colher, expressa em 
gramas (g); 
mbs = massa do conjunto solo seco mais frigideira mais espátula ou colher, expressa em 
gramas (g); 
T= é a tara do conjunto frigideira mais espátula ou colher, expressa em gramas (g). 
 
Na realização dos cálculos o valor T (tara do conjunto) não foi mencionado na equação, 
uma vez que o mesmo foi tirado na balança durante a pesagem do material. 
 
Tabela 6 – Teor de Umidade. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
Na Figura 8 está apresentado os matérias utilizados no ensaio. 
 
Figura 8 – Método da Frigideira. 
 
 Fonte: Autor (2023). 
 
 
 
 
 
 
Amostras 
Ensaiadas 
Massa Úmida 
MU (g)
Massa Seca 
Ms (g)
Teor de 
Humidade 
Total - h (%)
Areia Fina 1 130,6 129,03 1,217
Pó de Brita 1 113,03 110,32 2,456
Amostras 
Ensaiadas 
Massa Úmida 
MU (g)
Massa Seca 
Ms (g)
Teor de 
Humidade 
Total - h (%)
Areia Fina 2 214,06 210,56 1,662
Pó de Brita 2 178,24 174,01 2,431
Areia Média 1 199,16 196,03 1,597
Amostras 
Ensaiadas 
Massa Úmida 
MU (g)
Massa Seca 
Ms (g)
Teor de 
Humidade 
Total - h (%)
Areia Fina 3 192,52 187,57 2,639
Pó de Brita 3 134,18 130,16 3,089
Areia Média 2 156,98 152,75 2,769
Método da Frigideira 
A Tabela 7 apresenta os dados dos teores de umidade de obtidos em cada método para os 
agregados ensaiados. 
 
Tabela 7 - Dados Obtidos dos Teores de Umidade. 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
Através dos dados apresentados na tabela de Teor de Umidade (Tabela 7), pode-se observar 
as seguintes variações estre os métodos descritos: 
- Métodos da Estufa e Frigideira: Para a Areia Fina 1 houve uma variação de 0,11% entre 
os valores encontrados, para o Pó de Brita 1 a variação foi de 0,36%, para a Areia Fina 2 a variação 
foi de 0,3% , para o Pó de Brita 2 a variação foi de 0,27% e para a Areia Média 2 a variação foi de 
0,31% entre os valores encontrados. 
- Método Estufa e Speed: Para a Areia Fina 1 houve uma variação de 0,89% entre os valores 
encontrados, para o Pó de Brita 1 a variação foi de 2,3%, para a Areia Fina 2 a variação foi de 
0,64% e para o Pó de Brita 2 a variação foi de 2,24% entre os valores encontrados. 
- Método Speed e Frigideira: Para a Areia Fina 1 houve uma variação de 0,78% entre os 
valores encontrados, para o Pó de Brita 1 a variação foi de 1,94%, para a Areia Fina 2 a variação 
foi de 0,34% e para o Pó de Brita 2 a variação foi de 1,97% entre os valores encontrados. 
 
Os ensaios para determinação de umidade tem como objetivo determinar a quantidade de 
água de uma amostra especifica, possibilitando mais exatidão na hora de se fazer o traço de 
concreto e massa uma vez que essa determinação possibilita a correção da quantidade de água 
necessária para o material a ser utilizado, ou mesmo a quantidade de água presente em materiais 
que tenham contato com umidade, trazendo mais segurança e qualidade para o produto. 
 
 
Agregados Estufa Speed Frigideira
Areia Fina 1 1,11% 2,00% 1,22%
Pó de Brita 1 2,10% 4,40% 2,46%
Areia Média 1 1,18% - -
Areia Fina 2 1,36% 2,00% 1,66%
Pó de Brita 2 2,16% 4,40% 2,43%
Areia Média 2 1,28% - 1,59%
Teor de Umidade
 
3 – MASSA UNITÁRIA: NBR 16972:2021: Agregados - Determinação da massa 
unitária e do índice de vazios 
 
Para o ensaio da Massa Unitária foi utilizado os procedimentos apresentados na NBR 
16972:2021. Como os agregados utilizados para o ensaio apresentam dimensões máximas 
características até 37,5 mm o método escolhido para a realização dos ensaios foi o método A 
(item 8.1.1 da norma). 
Na Figura 9 a seguir temos os materiais e agregado utilizados no ensaio. 
 
Figura 9 - Ensaio da Massa Unitária.Fonte: Autor (2023). 
 
 
 
As massas unitária e unitária compactada de cada agregado ensaiado foram determinadas 
conforme Tabela 8, a partir das equações presentes no 9.1.1 da NBR 19972:2021. 
 
 Equação Massa Unitária e Unitária Compactada: 
 
 
 
Onde: 
ρap = massa unitária do agregado, expressa em quilogramas por metro cúbico (kg/m³)’; 
mar = massa do recipiente com o agregado, expressa em quilogramas (kg); 
mr = massa do recipiente vazio, expressa em quilogramas (kg); 
V = volume do recipiente, expresso em metros cúbicos (m³); 
 
 
Tabela 8- Valores Obtidos das Massas Unitárias. 
 
 
Fonte: Autor (2023).
 
Este ensaio tem como objetivo determinar o valor da massa unitária dos agregados, sendo 
possível ter a dosagem exata do material. Utilizada para transformar os traços de massas para 
volume e vice-versa, sua aplicação faz com que também seja possível controlar o recebimento e 
estocagem de agregados em volumes, e ainda classificar os agregados quanto à sua densidade. 
. 
4 – DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE E ABSORÇÃO DE ÁGUA: NBR 
16916:2021: Agregado Miúdo - Determinação Densidade e da Absorção de Água 
 
O ensaio de Determinação da Densidade e Absorção de Água seguiu os parâmetros 
apresentados na NBR 16916:2021. Na Figura 10 são apresentados os matérias e agregado 
utilizados na realização do método. 
 
Agregado
Volume do 
Recipiente 
V (m³)
Massa do 
Recipiente 
mr (kg)
Massa do 
Agregado Solto 
mais Recipiente 
mar(kg)
Massa do Agregado 
Compactado mais 
Recipiente 
marc(kg)
Massa Unitária 
Agregado Solto 
ρap (kg/m³)
Massa Unitária 
Agregado 
Compactado 
ρapc (kg/m³)
Areia Fina (1) 0,001 0,59899 2,03554 2,13816 1436,55 1539,17
Areia Fina (2) 0,001 0,59899 2,0337 2,11533 1434,71 1516,34
Massa Unitária - Método A
Figura 10 - Ensaio da Densidade e Absorção de Água 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Autor (2023). 
 
 
Para se obter os valores das massas específicas e a absorção de água dos agregados Areia 
e Argila Expandida foram utilizadas as equações disponíveis no item 8 da NBR 16916:2021, a 
seguir: 
 
4.1 Densidade do Agregado na Condição Seca 
 
 
𝜌𝑠 = 
𝑚𝐴
𝑉 − 𝑉𝑎
 
Onde: 
ρs = densidade do agregado na condição seca, expressa em gramas por centímetro cúbico 
(g/cm³); 
mA = massa da amostra seca em estufa a (105 ± 5) ֯C, expressa em gramas (g); 
V = volume do frasco calibrado, em centímetros cúbicos (cm³); 
Va = volume de água adicionada ao frasco, de acordo com seguinte equação, expresso em 
centímetros cúbicos (cm³): 
𝑉𝑎 =
𝑚𝐷 − 𝑚𝐶
𝜌𝑎
 
 
Onde: 
mC = massa do conjunto formado pela massa da amostra na condição saturada superfície seca, 
mais a massa do frasco, expressa em gramas (g); 
mD = massa da amostra na condição saturada superfície seca, mais a massa do frasco, mais a 
massa da água, expressa em gramas (g); 
ρa = densidade da água na temperatura do banho, expressa em gramas por centímetro cubico 
(g/cm³). 
 
4.2 Densidade do Agregado na Condição Saturada Superfície Seca 
 
 
𝜌𝑠𝑠𝑠 = 
𝑚𝐵
𝑉 − 𝑉𝑎
 
 
Onde: 
ρsss = densidade do agregado na condição saturada superfície seca, expressa em gramas por 
centímetro cúbico (g/cm³); 
mB = massa da amostra na condição saturada superfície seca, expressa em gramas (g); 
V = volume do frasco calibrado, em centímetros cúbicos (cm³); 
Va = volume de água adicionada ao frasco, de acordo com seguinte equação, expresso em 
centímetros cúbicos (cm³). 
 
 
4.3 Absorção de Água 
 
 
𝐴𝑏𝑠 = 
𝑚𝐵 − 𝑚𝐴
𝑚𝐴
 𝑥 100 
Onde: 
 
Abs = absorção de água, expressa em porcentagem (%); 
mA = massa da amostra seca em estufa a (105±5) ֯C, expressa em gramas (g); 
mB = massa da amostra na condição saturada superfície seca, expressa em gramas (g); 
 
Através dos dados disponibilizados pelo professor em laboratório, foram realizados os 
cálculos conforme demostrado na Tabela 9: 
 
Tabela 9- Valores Obtidos das Massas Específicas e Absorção de Água dos Agregados. 
Fonte: Autor (2023). 
 
 
Esta metodologia tem como objetivo apresentar as massas especificas dos agregados 
utilizados em concretos e argamassa, levando em consideração os valores de suas massas no estado 
seco e em condições saturadas, é possível obter a absorção da água em seus vazios. Através dessa 
caracterização é possível estabelecer a quantidade necessária de cada agregado para uso e ainda 
permite determinar quais os aditivos necessários para compor o material a ser utilizado. 
 
mBI (g) mB2 (g) mCI (g) mC2 (g) mDI (g) mD2 (g) mAI (g) mA2 (g) ρa (21 ,1ᵒ) g/cm³ V(cm³)
500 500 689,85 686,62 972,70 968,3 494,21 494,31 0,99797 500
Amostras
Areia 1
Areia 2
mBI (g) mB2 (g) mCI (g) mC2 (g) mDI (g) mD2 (g) mAI (g) mA2 (g) ρa (21 ,1ᵒ) g/cm³ V(cm³)
250 250 440,25 437,65 769,14 767,88 221,46 221,5 0,99797 500
Amostras
Argila Exp.1
Argila Exp. 2
329,56 1,30 1,47 12,89
330,90 1,31 1,48 12,87
1,17
1,15
ARGILA EXPANDIDA
Volume da água 
adicionada ao 
frasco - Va (cm³)
Massa Específica 
Aparente na condição 
seca ρs (g/cm³)
Massa Específica do Agregado 
na condição saturada 
superfície seca ρsss (g/cm³)
Absorção de Água Abs (%)
283,43
282,25
2,28
2,27
2,31
2,30
AREIA
Absorção de Água Abs (%)
Massa Específica do Agregado 
na condição saturada 
superfície seca ρsss (g/cm³)
Massa Específica 
Aparente na condição 
seca ρs (g/cm³)
Volume da água 
adicionada ao 
frasco - Va (cm³)

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